Como Exportar Uruguai

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1 entre Ministério das Relações Exteriores Departamento de Promoção Comercial Divisão de Informação Comercial

2 INTRODUÇÃO... 2 MAPA... 4 DADOS BÁSICOS... 5 I ASPECTOS GERAIS Geografia População, centros urbanos e nível de vida Transporte, energia e comunicações Organização política e administrativa Organizações e acordos internacionais VI ESTRUTURA DE COMERCIALIZAÇÃO Considerações gerais Canais de distribuição Promoção de vendas Práticas comerciais ANEXOS I ENDEREÇOS II- FRETES E COMUNICAÇÕES COM O BRASIL III INFORMAÇÕES PRÁTICAS BIBLIOGRAFIA II ECONOMIA, MOEDA E FINANÇAS Conjuntura econômica Principais setores de atividade Moeda e finanças III COMÉRCIO EXTERIOR Evolução recente Direção do comércio exterior Composição do comércio exterior IV - RELAÇÕES ECONÔMICAS BRASIL URUGUAI Intercâmbio comercial bilateral Composição do comércio Brasil Investimentos Acordos bilaterais V - ACESSO AO MERCADO Sistema tarifário Regulamentação de importação Documentação e formalidades Regimes especiais CRÉDITOS SUMÁRIO

3 2INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO A República Oriental do possui uma superfície de 176 mil quilômetros quadrados (área que cabe 48 vezes no território brasileiro) e para o ano de 2006 foi estimada uma população de 3,31 milhões de habitantes (cerca de 51 vezes inferior à população brasileira). O PIB uruguaio atingiu US$ 16,8 bilhões em 2005, representando um PIB por habitante de US$ dólares. O é uma economia aberta, cuja estrutura produtiva se baseia no setor agroindustrial dirigido à exportação. O setor agropecuário representou, em 2005, 8,8% da estrutura do PIB, mas sua importância é fundamental para a sustentação do setor industrial e das exportações, além de influenciar nos serviços financeiros e de transporte. Os bens dessa origem representaram, em 2005, aproximadamente 75% das exportações do país. Desde meados dos anos setenta, a economia uruguaia apresenta um amplo grau de abertura financeira, caracterizada pela existência de total liberdade para a movimentação de capitais e para a determinação das taxas de juros anuais, regime de sigilo bancário, além de isenções tributárias para a posse de ativos financeiros e liberdade para operações off-shore. Essas características reforçam a posição de Montevidéu como centro financeiro regional. A partir de 1974, o desenvolvimento do baseouse, principalmente, no crescimento das exportações, com uma progressiva liberalização das transações comerciais que complementava a liberalização do setor financeiro. Unido ao processo de abertura comercial, registrou-se significativa mudança na direção dos fluxos comerciais uruguaios. A assinatura do Convênio Argentino-uruguaio de Cooperação Econômica (CAUCE) em 1974 e do Protocolo de Expansão Comercial (PEC) com o Brasil em 1975, bem como sucessivas ampliações das concessões comerciais contidas nesses dois acordos, constituem os principais marcos da crescente inserção comercial do na região, que precedeu à assinatura do Tratado de Assunção em Paralelamente ao início da implementação do Mercosul, no início da década de noventa, o desenvolveu um programa de redução tarifária para os produtos procedentes de terceiros países. Até 1998, a economia uruguaia registrou uma década de expansão produtiva mas foi interrompida em 1999, sobretudo em decorrência da queda do preço das commodities e da desvalorização do real. Entre 2000 e 2002, afetada por inusitada combinação de circunstâncias adversas, externas e internas, a economia uruguaia continuou em recessão; porém, no segundo trimestre de 2003 começou a se recuperar, logo que concluiu o processo de reestruturação da dívida externa, ratificando a retomada do crescimento econômico em Nesse quadro, segundo informação do Banco Central do (BCU), o valor das vendas ao exterior, que registrou US$ 1,60 bilhão em 1991, passou para US$ 2,77 bilhões em 1998, mas caiu e alcançou seu patamar mínimo do período em 2002, totalizando US$ 1,8 bilhão. Em 2005, após recuperar a tendência de crescimento, registraram-se US$ 3,4 bilhões de exportações, sendo a carne bovina o principal produto (26,5% do total exportado em 2005). Concomitantemente, as importações uruguaias (compiladas CIF pelo BCU) mostraram tendência de incremento nas aquisições de matérias-primas, bens de capital e insumos industriais. As importações passaram de US$ 2,2 bilhões em 2003 para US$ 3,9 bilhões em Entre 1991 e 1998, o intercâmbio comercial entre o Brasil e o registrou crescimento sustentado, resultando em uma expansão média de 13,9% cumulativos anuais. Nos quatro anos seguintes, como conseqüência da desvalorização do real e em razão da recessão registrada no, o comércio entre os dois países registrou importante queda, totalizando o intercâmbio de US$ 895,3 milhões em 2002, 53,4% inferior ao verificado quatro anos antes. A partir de 2003, a corrente de comércio com o começou a se recuperar, chegando a alcançar, em 2005, US$ 1,3 bilhão, montante equivalente a 7,2% do total comercializado pelo Brasil com o

4 3 Mercosul. Em 2005, a balança comercial uruguaia apresentou perfil marcadamente diferente daquele do primeiro período póscriação do Mercosul. O intercâmbio com os países do bloco representa tão-somente 33,1% do total. O Brasil ocupou a primeira posição, com participação de 17,6%, principalmente em razão do montante das exportações para o, que superaram em muito o das importações. Em 2005, o absorveu pouco mais de 7% do total das exportações brasileiras destinadas ao Mercosul, ocupando a terceira posição no quadro regional (após a Argentina e o Paraguai). Em termos globais, o deteve a trigésima primeira posição, adquirindo 0,72% das exportações brasileiras e, como fornecedor do Brasil, ocupou o trigésimo lugar em Com a exceção do biênio , quando diminuíram marcadamente as importações uruguaias devido à crise financeira, desde 1999 a balança comercial entre os dois países é superavitária para o Brasil, que em 2005 registrou o superávit recorde de US$ 355,9 milhões. A complementaridade entre as duas economias e a proximidade geográfica permitem detectar boas possibilidades para a colocação de produtos brasileiros. O Brasil é reconhecido como parceiro próximo e eficiente pelos setores agrícola e industrial uruguaios. Por outro lado, cabe ressaltar a intensificação dos processos bilaterais de cooperação empresarial, particularmente a formação de joint ventures, como conseqüência do espaço econômico criado pelo Mercosul. INTRODUÇÃO

5 4MAPA MAPA

6 5DADOS BÁSICOS DADOS BÁSICOS Superfície: km2 População: 3,31 milhões de habitantes (2006) Densidade demográfica: 18 hab/ km2 Capital: Montevidéu Principais cidades: Salto, Paysandú, Rivera, Colonia, Maldonado, Punta del Leste e Las Piedras. Moeda: Peso uruguaio Taxa média de câmbio em 2005: US$ 1,00 = 24,17 pesos uruguaios PIB em 2005: US$ 16,8 milhões Composição do PIB de 2005: Setor Primário 9,3% Setor Secundário 30,6% Setor Terciário 60,1% Taxa real de crecimento do PIB: 6,6% (2005) PIB per capita: US$ Comércio exterior (2005): Exportações: US$ 3,40 bilhões Importações: US$ 3,90 bilhões Intercâmbio comercial bilateral (2005): Exportações brasileiras: US$ 824,7 milhões Importações brasileiras: US$ 458,2 milhões

7 6ASPECTOS GERAIS I ASPECTOS GERAIS 1. Geografia Localização e superfície Localizada no sudeste da América do Sul, a República Oriental do ocupa área de km2, inferior à do Estado do Paraná. O país tem fronteiras ao norte e a nordeste com o Brasil (por quase mil quilômetros, com o Estado do Rio Grande do Sul); a oeste, o Rio traça a fronteira com a Argentina. Seu litoral tem ao sul o Rio da Prata e no sudeste o Oceano Atlântico. A capital Montevidéu situa-se às margens do Rio da Prata e encontra-se a cerca de 900 quilômetros de Porto Alegre, quilômetros de Santiago, quilômetros de Assunção e 225 quilômetros de Buenos Aires. A distância entre Brasília e Montevidéu é de, aproximadamente, quilômetros. O Rio da Prata é um estuário que recolhe as águas de uma extensa bacia fluvial, que abrange área de três milhões de km2, incluindo territórios da República Argentina, do Brasil, do Paraguai e da Bolívia. Seus principais afluentes, os rios Paraguai, Paraná e nascem em território brasileiro. Ao longo do Rio Paraguai até sua desembocadura no Rio Paraná e deste último até o Rio da Prata corre a chamada Hidrovia Paraguai - Paraná, sistema institucional multilateral que visa ao desenvolvimento da navegação por essa via fluvial. Regiões geográficas e clima Todo o território uruguaio se encontra na zona temperada. A inexistência de sistemas orográficos importantes determina a homogeneidade da temperatura e do regime de precipitações, bem como a acessibilidade a todas as regiões no país. São 17 milhões de hectares de solos aptos para a produção agrícola e para a pecuária. A produção pecuária (gado bovino e ovino basicamente) espalha-se pela maior parte do país. Os cultivos agrícolas, em função da produtividade e características dos solos, agrupam-se segundo as diferentes regiões: o trigo, a cevada e a soja no litoral do Rio ; o arroz na zona leste do país próximo à fronteira com o Brasil; os cítricos na região noroeste; a silvicultura no norte, também em área fronteiriça. As planícies que formam o território uruguaio são cortadas por inúmeras vias fluviais, que constituem três bacias hidrográficas principais: a do Rio, com importantes afluentes, dos quais o principal é o Rio Negro; a do Rio da Prata; e a da Lagoa Mirim na fronteira binacional. O possui mais de mil quilômetros de rios navegáveis, dos quais 800 quilômetros correspondem aos rios da Prata e. Este último nasce no Brasil e, já em território uruguaio, recebe numerosos afluentes, sendo navegável desde sua desembocadura no Rio da Prata até a cidade de Paysandú. O Rio Negro nasce em território brasileiro, atravessa longitudinalmente o país de leste a oeste e desemboca no Rio. O clima uruguaio é temperado e variável, com freqüentes e rápidas mudanças de temperatura. A temperatura média do país no verão é de 22ºC; a máxima, de 32ºC. No inverno, a temperatura média é de 13ºC e a mínima de -2ºC. Chove praticamente durante todo o ano, totalizando uma precipitação média anual de mm. No inverno, sopram fortes ventos procedentes do sudoeste, os pampeiros, que reforçam a sensação de frio. A umidade média anual do ar supera os 70%. 2. População, centros urbanos e nível de vida A população total do é de 3,31 milhões de habitantes, segundo estimativa do Instituto Nacional de Estatística (INE) para 2006, 92% dos quais vivem na área urbana e 8% na área rural. Segundo estudo recente da CEPAL, o é o país mais urbanizado da América Latina. A densidade demo-

8 7ASPECTOS GERAIS gráfica é de 18,8 habitantes por quilômetro quadrado. Cerca de 90% dos habitantes é de origem européia (espanhola e italiana sobretudo). O crescimento demográfico de 5,4% ao ano é um dos mais baixos da América Latina. A expectativa de vida ao nascer é de 75,6 anos para homens e 79,4 anos para mulheres, uma das mais altas da América do Sul. Segundo os dados do INE, a população compreendida entre zero e 14 anos representa 23,9% do total. A parcela da população acima de 65 anos totaliza 13,3%. Considerando a população com idade igual ou superior a dez anos, o possui um dos mais altos índices de alfabetização da América Latina (97,6%). De acordo com o INE, em ,6% da população maior de 25 anos possuía mais de 13 anos de escolarização, 22,6% de 10 a 12 anos, 18,1% de 7 a 9 anos, 31,7% de 4 a 6 anos e 9,3% de 0 a 3 anos. O ensino público é gratuito nos níveis primário, médio e universitário até a obtenção do grau de licenciatura ou equivalente. Já os cursos de especialização, doutorado e mestrado não são todos gratuitos. De acordo com a legislação local, o ensino é obrigatório desde os cinco anos, em nível maternal, até o terceiro ano da educação secundária básica (dez anos no total). O idioma oficial do país é o espanhol, falado pela totalidade da população; a principal religião é a católica, à qual pertencem, segundo pesquisa de opinião, cerca de 56% da população. O é um Estado laico, onde a Igreja está separada do Estado desde a segunda década do século XX. Centros urbanos Montevidéu é o principal centro administrativo, comercial, industrial e financeiro do país, onde se concentra mais de 40% da população. Conta, ainda, com o mais importante aeroporto internacional do e com o principal porto. Outras cidades importantes do país são Salto, Paysandú, Rivera, Colonia, Maldonado Punta del Este e Las Piedras. Salto, à margem do Rio, é a segunda cidade mais importante do país. Situa-se em uma das principais zonas de produção de ovinos e bovinos, onde se localizam modernos frigoríficos capacitados para a exportação de carnes e derivados. A cidade é o centro comercial da principal área produtora de cítricos do país. Distâncias entre Montevidéu e algumas cidades uruguaias Cidade.. Km Artigas Salto Paysandú Rivera Melo Maldonado 130 Chuy Mercedes Colonia Fray Bentos 309 Paysandú, terceira cidade do em número de habitantes, também próxima àquele rio, possui parque industrial relativamente pequeno, composto principalmente por fábricas de gêneros alimentícios e de bebidas (incluída a segunda maior unidade processadora de cevada da América do Sul, de propriedade da AMBEV), por estabelecimentos frigoríficos e curtumes. O território adjacente é também importante no que diz respeito à produção de cítricos e de carne bovina. Rivera, cidade localizada na fronteira com o Brasil, vizinha à Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul, é um importante centro comercial, por onde se canaliza parte importante do comércio bilateral.

9 ASPECTOS GERAIS Divisão político-administrativa do território Discriminação Área População Capital.....(km2)......(1.000) Montevidéu ,9 Montevidéu Canelones ,2 Canelones Maldonado ,1 Maldonado Salto ,1 Salto Colonia ,2 Colonia Paysandú ,2 Paysandú Rivera Rivera San José ,1 San José Tacuarembó ,4 Tacuarembó Cerro Largo ,5 Melo Soriano ,5 Mercedes Artigas ,0 Artigas Rocha ,9 Rocha Florida ,1 Florida Lavalleja ,9 Minas Durazno ,8 Durazno Río Negro ,9 Fray Bentos Treinta y Tres ,3 Treinta y Tres Flores ,1 Trinidad Fonte: INE Instituto Nacional de Estatística. Merecem menção, ainda, outras concentrações urbanas: Maldonado Punta del Este (centro turístico), Mercedes (centro de produção de cereais); Minas (produção de ovinos), Tacuarembó (indústrias frigoríficas e centro pecuarista) e Las Piedras (centro de área vinícola, na região metropolitana de Montevidéu). Nível de vida Em termos de desenvolvimento humano, o situou-se, em 2004, na 46ª posição entre as 177 nações classificadas no índice de desenvolvimento humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sendo superado, na América do Sul, apenas pela Argentina, que ocupa a 34ª posição e pelo Chile, no 37º lugar. Principais indicadores socioeconômicos PIB per capita, em US$ (2004) Mortalidade infantil (2002) 13,5% Índice de analfabetismo (2002) 2,4% Pessoas/médico (2002) 3,7% Gasto público em saúde em relação ao PIB (2002) 1,4% Gasto público em educação em relação ao PIB (2004) 2,4% Expectativa de vida (2002) 75 anos Fonte: INE Instituto Nacional de Estatística; Banco Mundial. Nos últimos anos, o vem apresentando avanços no que diz respeito a alguns indicadores sociais. O índice de mortalidade infantil, por exemplo, apresentou considerável baixa entre 1970 e 2002, passando de 48,0 para 13,5 por mil nascimentos. 3. Transporte, energia e comunicações Transporte rodoviário O sistema rodoviário uruguaio possui quilômetros de estradas de qualidade média e superior (2003). As conexões rodoviárias com o Brasil melhoraram significativamente nos últimos anos. Três pontes sobre o Rio unem o país à Argentina. Os importadores uruguaios, em geral, têm dado preferência à via terrestre para o transporte de mercadorias provenientes do Brasil, pelo fato de essa modalidade oferecer as vantagens do transporte porta-a-porta e não estar sujeita a taxas portuárias. O total de carga internacional transportada em 2004 por via terrestre alcançou 2,1 milhões de toneladas,

10 9ASPECTOS GERAIS das quais 1,1 milhão corresponderam ao comércio bilateral. A frota veicular uruguaia é de 526,2 mil automóveis e camionetas, 53,6 mil caminhões e tratores, 6,6 mil ônibus e 5,4 mil táxis (2003). O país tem quatro redes de distribuição de combustíveis: ANCAP, Esso, Texaco e Shell - esta última recentemente adquirida pela Petrobras. Transporte marítimo O tem apenas três portos marítimos. O Porto de Montevidéu é o mais importante - canalizou 6,0 milhões de toneladas em 2004, volume equivalente a mais de 50% do total de mercadorias ingressadas no país ou transportadas para o exterior por via marítima. Esse terminal portuário experimenta um processo de sustentada conteinerização: o número de contêineres aumentou a um ritmo de 12,6% anuais, cumulativos entre 1990 e 2000, e o número de TEUs cresceu à taxa de 16,5% anuais nesse período. O terminal portuário de Nueva Palmira ocupa o segundo lugar em importância no sistema portuário uruguaio. Situado na desembocadura do Rio no Rio da Prata e considerado como o km 0 da Hidrovia Paraguai Paraná, esse terminal está constituído pelo porto estatal de Nueva Palmira, que canalizou 1,5 milhão de toneladas em 2004 e o privado Corporación Navíos, que movimentou 2 milhões de toneladas de grãos, frutas cítricas e metais. O Porto de Fray Bentos (que mobilizou 469,5 mil toneladas em 2004), na margem do Rio, começa a ganhar importância como ponto de saída para a crescente produção florestal uruguaia. O carece de uma frota de longo curso, dispondo apenas de um reduzido número de navios de cabotagem. O Ministério dos Transportes e Obras Públicas (MTOP), informa que, em 2004, estavam registrados no país 13 navios de cabotagem para tráfego de petróleo e carga geral. Transporte ferroviário A Administración de los Ferrocarriles del Estado (AFE) é a empresa estatal encarregada da rede e dos serviços ferroviários no. O sistema ferroviário, apesar das precárias condições em que se encontra, vem aumentando o número de fretes, tendo transportado cerca de 1,3 tonelada em Da malha ferroviária existente, pouco mais de km estão em condições de uso, permitindo, em sua maior parte, velocidade média de apenas 25 km/h. A rede ferroviária uruguaia está interligada com sua similar brasileira em Rivera - Santana do Livramento (RS). Apesar de as redes ferroviárias uruguaia e brasileira terem bitolas diferentes, essa ligação ferroviária possui sistema que possibilita a circulação de trens de ambas bitolas dispondo de um guindaste pórtico que permite a baldeação das mercadorias. O Governo uruguaio pretende reorganizar o transporte ferroviário, mediante recuperação de linhas e associações com a iniciativa privada. Transporte aéreo O anuário do MTOP informa que, em 2004, a movimentação no Aeroporto Internacional de Carrasco (o principal terminal aéreo uruguaio) foi de passageiros e a carga mobilizada totalizou toneladas. Tempo de vôo, partindo de Montevidéu Cidades Rio de Janeiro São Paulo.. Porto Alegre Salvador.. Buenos Aires Assunção.. Santiago.. Tempo de vôo 2h45min 2h30min 1h15min 4h 40min 2h30min 1h30min

11 10 Comunicações Brecha e Crónicas Económicas. Serviço telefônico Na área de telecomunicações, de acordo com a ANTEL (empresa telefônica estatal detentora do monopólio da telefonia básica), havia no país, em 2004, cerca de 300 linhas telefônicas fixas para cada 1000 habitantes. Em setembro de 1997, foi completada a instalação de tecnologia digital na totalidade da rede telefônica, o que fez do o sexto país no mundo e o primeiro nas Américas a usar tecnologia digital nos processos de comunicação e transmissão telefônica. O país apresenta cobertura do sistema celular em todos os seus 19 Departamentos. Operam no três empresas de serviços telefônicos celulares: a ANCEL, de propriedade da ANTEL, a CTI Móvil e a Movistar, privadas. Existem, igualmente, várias firmas locadoras de telefones celulares. (informações sobre empresas constam da seção Anexos). Os telefones celulares brasileiros podem ser utilizados no ; recomenda-se ao usuário, entretanto, consultar seu servidor no Brasil sobre normas de operação. No, 119 de cada 1000 habitantes são usuários de Internet (dados de 2002). Serviço radiofônico Os serviços radiofônicos são bastante desenvolvidos. O conta com 284 emissoras de rádio e 62 canais de televisão. Destes, dois são operados pelo Estado uruguaio e pela Intendência de Montevidéu. Existem, igualmente, 78 empresas operadoras de televisão a cabo. Em 2004, o país contava com 238,5 mil assinantes de TV a cabo. Imprensa Os principais jornais uruguaios editados em Montevidéu (em número de exemplares publicados) são: El País, La República, El Observador, Últimas Noticias e La Diaria. Há também semanários, dentre os quais os principais são: Búsqueda, 4. Organização política e administrativa Organização política O é uma república presidencialista. As eleições para autoridades nacionais e municipais são por voto obrigatório para os maiores de dezoito anos de idade. Poder Executivo O Presidente, eleito em votação popular para mandato de cinco anos, sem reeleição consecutiva e pelo sistema de 2 turnos, é auxiliado pelo Vice-Presidente e por um Conselho de Ministros. Os Ministérios são os seguintes: - Defensa Nacional - Desarrollo Social - Economía y Finanzas - Educación y Cultura - Ganadería, Agricultura y Pesca - Industria, Energía y Minería - Interior - Relaciones Exteriores - Salud Pública - Trabajo y Seguridad Social - Transporte y Obras Públicas - Turismo y Deporte - Vivienda, Ordenamiento Territorial y Medio Ambiente Obs.: endereços e outros dados constam da seção Anexos. Poder Legislativo Bicameral: Senado (31 membros) e Câmara de De- ASPECTOS GERAIS

12 11 putados (99 membros). As eleições para senadores (em circunscrição nacional) e deputados (em circunscrição departamental) ocorrem na mesma data da eleição para o Presidente. O Vice-Presidente é também o Presidente do Senado e da Assembléia-Geral. Poder Judiciário - Rivera - Rocha - Salto - San José - Soriano - Tacuarembó - Treinta y Tres É composto pela Suprema Corte de Justiça (5 membros) e por tribunais de alçada especializados. Partidos Políticos Encontro Progressista - Frente Ampla Nova Maioria; Partido Nacional (Blanco); Partido Colorado e Partido Independente. Organização administrativa O está dividido política e administrativamente em departamentos (equivalentes a municípios, porém podem compreender mais de uma cidade e possuir uma capital), cujo governo é exercido por uma Junta Departamental (com funções legislativas e de controle das contas) e um Intendente, como Chefe do Executivo. São 19 departamentos: - Artigas - Canelones - Cerro Largo - Colonia - Durazno - Flores - Florida - Lavalleja - Maldonado - Montevideo - Paysandú - Río Negro 5. Organizações e acordos internacionais No plano político, o é membro da Organização das Nações Unidas e da Organização dos Estados Americanos. Nos planos econômico-comercial e financeiro, pertence aos seguintes organismos, entre outros: - Mercosul; - OMC Organização Mundial do Comércio - FMI Fundo Monetário Internacional; - ALADI Associação Latino-Americana de Integração; - BID Banco Interamericano de Desenvolvimento; - Banco Mundial. A Secretaria-Geral da ALADI, a Secretaria Administrativa do Mercosul, o Escritório Regional da UNIDO para o Mercosul, Bolívia, Chile e Peru e o Instituto Inter-Americano da Criança e do Adolescente (órgão da OEA) estão localizados em Montevidéu. ASPECTOS GERAIS

13 12 II ECONOMIA, MOEDA E FINANÇAS 1. Conjuntura econômica Até 1998, a economia uruguaia registrou uma década de expansão produtiva com marcado aumento dos investimentos, num quadro de progressiva estabilidade de preços. Entre 1989 e 1998, com exceção de 1995, a economia uruguaia registrou expansão sustentada, tendo aumentado seu PIB numa média anual de 3,6%. Essa trajetória foi interrompida em 1999 quando, sobretudo em decorrência da queda do preço das commodities e da desvalorização do real, o PIB uruguaio apresentou diminuição de 3,2%, o pior registro desde a recessão de Entre 2000 e 2002, afetada por inusitada combinação de circunstâncias adversas, externas e internas, a economia uruguaia continuou em recessão. O aumento dos preços do petróleo, das taxas de juros internacionais e a situação de instabilidade na Argentina agravaram e aprofundaram o quadro recessivo iniciado no ano anterior. Entre o quarto trimestre de 1998 e o primeiro trimestre de 2003, o acumulou queda de 22,7% do PIB. Produto Interno Bruto setores selecionados (var. %) Setores Agropecuária -7,1 5,1 10,5 10,7 3,2 Pesca -13,0 8,2 20,0-3,6 3,7 Extrativa Mineral -5,2-37,6 14,1 7,2 4,4 Indústrias manufatureiras -7,6-13,9 4,7 20,8 9,5 Eletricidade, gás e água 1,7-0,6-7,4 1,8 6,5 Construção -8,7-22,0-7,1 7,5 4,7 Comércio, restaurantes e hotéis -3,2-24,5-1,0 21,3 11,6 Transporte e comunicações 0,3-9,1 3,1 11,5 10,9 Serviços financeiros 1,7-0,9-5,3-1,7-3,4 Outros serviços -2,3-3,3 0,7 3,2 1,4 Total -3,4-11,0 2,2 11,8 6,6 Fonte: Banco Central do A recuperação da economia foi reiniciada no segundo trimestre de 2003, após a conclusão do processo de reestruturação da dívida externa, e se afirmou decisivamente em 2004, ano em que o crescimento do PIB alcançou 11,8%. Em 2005, o país continuou o caminho da estabilização, encerrando o ano com novo aumento de 6,6% do PIB. O apresenta percentagens significativas de desemprego e subemprego. Os resultados da última Pesquisa de Lares, realizada pelo Instituto Nacional de Estatística, relativa a 2005, mostram que na média anual o número de desempregados situouse em 154,9 mil, o que representa 12,2% da população economicamente ativa. A essa situação cabe acrescentar a existência de ECONOMIA, MOEDA E FINANÇAS

14 13 percentagens significativas de subemprego e de trabalho informal. Segundo a pesquisa do INE, na média anual de 2005, o número de pessoas em situação de subemprego somava 190,6 mil. Por outro lado, contando empregados e subempregados, estima-se que, naquele ano, 431,3 mil trabalhadores operavam no setor informal da economia. Desde abril de 1991, as sucessivas administrações uruguaias têm dado prioridade ao controle da inflação. A taxa anual de aumento dos preços ao consumidor situou-se abaixo de 10% a partir de 1998, com exceção do biênio , por ocasião da crise econômica e financeira que afetou o. Comportamento dos índices de preços Discriminação Preços ao consumidor 3,6 25,9 10,2 7,6 4,9 Preços no atacado.. 3,7 64,6 20,5 5,1-2,2 Fonte: INE Instituto Nacional de Estatística 2. Principais setores de atividade Agropecuária A atividade agropecuária é a mais importante do, não apenas por sua contribuição direta à formação do PIB mas por sua incidência no setor industrial, nas exportações do país e nos serviços financeiros e de transporte. Estrutura do Produto Interno Bruto 2005 Setores de atividade % do total Agropecuária e silvicultura.. 8,8 Pesca.... 0,3 Mineração... 0,2 Indústrias manufatureiras.. 21,9 Eletricidade, gás e água.. 4,9 Construção... 3,8 Comércio ,0 Transporte e comunicações 9,5 Finanças.... 7,8 Governo geral... 8,2 Outros serviços... 21,6 Fonte: Banco Central do ECONOMIA, MOEDA E FINANÇAS

15 14 Entre 1989 e 1998, a produção agropecuária foi um dos motores da expansão registrada pela economia uruguaia. O PIB setorial cresceu em uma média anual de 3,8 % nesse período, abrangendo a expansão da maior parte dos itens setoriais, com exceção da lã. Uma exploração mais intensiva e um incremento da produtividade setorial foram os fatores que possibilitaram a expansão produtiva, em um quadro de crescente desregulamentação, de menor intervenção estatal e de contínuo melhoramento técnico. A partir do segundo semestre de 1999, em decorrência das crises asiática e regional, da queda da demanda externa e do aviltamento dos preços internacionais dos principais produtos agroindustriais, registrou-se uma queda da produção setorial que foi agravada nos dois anos seguintes em razão de forte e prolongada estiagem (ano 2000) e do surto de febre aftosa que afetou a pecuária uruguaia em abril de Em 2000 a produção pecuária (carnes bovinas e ovinas, lã, leite etc.) representava a principal atividade de 56% das propriedades rurais, atingindo 82% da área pesquisada pelo Censo Geral Agropecuário feito naquele ano. Segundo estimativas oficiais, em meados de 2005, o rebanho bovino era de 12,0 milhões de cabeças enquanto os ovinos somavam 10,8 milhões. A partir de 2002, impulsionada pelo retorno de melhores preços internacionais e pela desvalorização do peso uruguaio, a agropecuária retomou o dinamismo dos anos noventa, apresentando até 2005 expansão média de 7,3% anual. Segundo informação do Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca (MGAP), em 2005 foram abatidas 2,39 milhões de cabeças de gado bovino (cifra 74,7% superior à registrada em 2001), gerando naquele ano uma produção de carne estimada em 560 mil toneladas peso carcaça. Produção pecuária indicadores selecionados Discriminação Carne bovina (1.000 animais abatidos) Carne bovina (toneladas peso carcaça) Lã (toneladas base lã suja) Fonte: Instituto Nacional de Carnes e Secretariado o da Lã. A expansão do subsetor bovino ocorreu de forma paralela à queda da produção de lã, o segundo produto básico da pecuária uruguaia, originada pela recessão na demanda internacional registrada nos anos noventa e início do novo século. Na safra 2004/2005, a produção de lã totalizou 36,4 mil toneladas, registrando aumento de 3,9% sobre o ano precedente, quando a produção uruguaia de lã havia registrado o menor volume dos últimos cem anos. No que se refere aos subprodutos do abate de gado bovino e ovino, o é um importante produtor de couros e manufaturas de couro, produtos que representam um significativo item de exportação (7,5% do total exportado em 2005). A produção de leite e de laticínios tem registrado uma contínua expansão nos últimos 25 anos. As estimativas oficiais indicam que o ingresso de leite nas usinas industrializadas passou de 678 milhões de litros anuais, em 1990, para milhões de litros em Em 2005, o consumo de leite fluido totalizou 210 milhões de litros, cifra equivalente a 16,3 % do total. O volume restante foi industrializado e destinado basicamente à exportação de leite em pó e laticínios. ECONOMIA, MOEDA E FINANÇAS

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