A COMUNICAÇÃO ENTRE PROFISSIONAIS E USUÁRIOS DA ESTRATÉGIA DA SAÚDE DA FAMÍLIA NA VISITA DOMICILIAR

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1 A COMUNICAÇÃO ENTRE PROFISSIONAIS E USUÁRIOS DA ESTRATÉGIA DA SAÚDE DA FAMÍLIA NA VISITA DOMICILIAR Sandra Beastris Diniz Ebling (Universidade Regional do Alto Uruguai e das Missões-URI/ Santiago) Narciso Soares (Universidade Regional do Alto Uruguai e das Missões-URI/ Santo Ângelo) Eixo: 8. Educação e Trabalho Este estudo constituiu-se numa pesquisa descritiva com abordagem qualitativa, que teve como objetivo investigar como vem se processando a comunicação entre profissionais que atuam em Estratégia da Saúde da Família (ESF) do município de Santiago, estado do Rio Grande do Sul, e os usuários da Estratégia da Saúde da Família no referido município, no período de agosto a outubro de A amostra consistiu de 15 (quinze) sujeitos que aceitaram participar espontaneamente do estudo. A análise dos dados evidenciou duas categorias temáticas que são: a comunicação entre profissionais e usuários da ESF na visita domiciliar e estratégias para melhorar a qualidade da visita domiciliar e a comunicação entre profissionais da saúde/usuário na ESF. A análise dos dados mostra a importância do profissional da saúde estar junto à comunidade, realizando atendimento nos domicílios, e a concomitante necessidade de melhorar a comunicação com os usuários, mediante a utilização de linguagem acessível e não apenas técnica, esta de difícil entendimento por parte dos usuários. Palavras-chave: visita domiciliar, linguagem, educação, saúde

2 2 A COMUNICAÇÃO ENTRE PROFISSIONAIS E USUÁRIOS DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA NA VISITA DOMICILIAR Para Freire (1998), os seres humanos transcendem o biológico, são seres históricosociais, capazes de, na sua individualidade, avaliar e fazer escolhas. A capacidade do ser humano de se comunicar e dialogar ocorre entre aqueles atores sociais que não coíbem uns aos outros o direito a suas próprias palavras, pensamentos e decisões (FREIRE, 1999). Habermas (1989a), por meio da teoria da ação comunicativa, afirma que o agir comunicativo possibilita uma interação plena entre os seres humanos, substituindo as relações assimétricas que a impedem. Segundo Alonso; Verdi (2005), a aproximação das pessoas para compartilhar problemas e experiências é uma tendência natural, pois elas passam a maior parte de suas vidas em situações de grupos. Desde o início do século XX, começou-se a pensar em uma associação entre saúde, comunicação e educação, partindo da suposição de que esta união teria como consequência uma evolução na educação relacionada à saúde da população e, com isso, a prevenção de doenças. Da realidade vivenciada pelos profissionais da saúde ao compartilhar o cenário da assistência à saúde no Brasil surge a importância de refletir sobre a comunicação na área da saúde (LAROCCA; MAZZA, 2003). Atualmente, as políticas de saúde no Brasil, em grande parte, direcionam a assistência para programas específicos para grupos de pessoas. No entanto, para se direcionar o trabalho educativo em saúde em forma de grupos, faz-se necessária a utilização de metodologia apropriada, caminho que estrutura a assistência e que, segundo Leopardi (1999, p. 36), [ ] restaura para os profissionais da saúde seu primeiro compromisso, que é o de cuidar das pessoas numa base personalizada e humana [ ]. Para tanto, acredita-se que as práticas educativas e a comunicação devem considerar a construção compartilhada de saberes, potencializando o protagonismo das pessoas e dos coletivos sociais que atingem. Prioritariamente, tais práticas devem rejeitar ações educativas individualistas e autoritárias voltadas, na maioria das vezes, para a mudança de hábitos, que têm como referência um estilo de vida infinitamente distante da realidade em que se encontram as camadas populares do país, usuários primeiros da Estratégia da Saúde da Família (ESF).

3 3 Contemporaneamente, a educação em saúde, pautada no paradigma biomédico, cujas ações estão focadas na modificação de comportamento individual, vem sofrendo críticas pela ênfase na responsabilização e culpabilização do indivíduo por sua condição. Já a proposta de educação em saúde que rompe com tal paradigma, ao invés de trabalhar com indivíduos considerados alvos isolados, busca atingir seus objetivos trabalhando com grupos. A modalidade grupal possibilita a troca de ideias entre os sujeitos, tal prática pode resultar na conscientização coletiva sobre as condições de vida e de saúde da coletividade para, conjuntamente, buscar estratégias que visem à promoção da saúde (OLIVEIRA, 2005). Assim, a proposta da Estratégia da Saúde da Família (ESF) nasceu em 1994, quando foram sugeridas a descentralização e municipalização dos serviços de saúde, e que era um desafio a implementação efetiva do Sistema único de Saúde (SUS). A Estratégia da Saúde da Família não é, então, uma ideia e nem uma proposta nova, é decorrente de diversas tentativas de mudança, anteriores, que a originaram. A Estratégia da Saúde da Família, de acordo com o Ministério da Saúde (MS), tem como principal objetivo contribuir para a reorientação do modelo assistencial a partir da atenção básica, em conformidade com os princípios do Sistema Único de Saúde (BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000). Desse modo, envolve um conjunto de cuidados e conhecimentos passados por meio dos profissionais de saúde para com a família: educação em saúde, saneamento ambiental (cuidados com água e alimentos), programas de saúde maternoinfantis, incluindo imunização e planejamento familiar, prevenção de doenças endêmicas locais, tratamento adequado de doenças e lesões comuns e promoção da boa nutrição (VERDI; ALONSO, 2005). Dessa forma, a Estratégia da Saúde da Família visa tanto prestar assistência na Unidade de Saúde, quanto desenvolver tradicionalmente as ações de saúde a domicílio, numa perspectiva de ação integral em que todos os membros de uma família são acompanhados. Segundo Verdi; Boehs; Zampieri (2005), a Visita Domiciliar (VD) é um método de trabalho eficiente, pois, na observação e identificação das condições de vida, das relações afetivas sociais e de todo o contexto em que os sujeitos/famílias inserem-se, permite a adaptação do planejamento da assistência a partir da realidade e recursos que a família dispõe, assim como, proporciona melhor relacionamento do profissional com a família, por se tratar de um método menos formal em relação aos utilizados nas atividades internas dos serviços em saúde, favorecendo espaços de confiança para o sujeito/família expor seus problemas, pois se trata do próprio ambiente familiar, o que favorece uma maior reciprocidade, construção de

4 4 vínculo e, consequentemente, uma efetiva interação equipe/sujeito/família. Corroborando com Takahashi; Oliveira (2001, p.43): A VD é um instrumento de trabalho fundamental, principalmente no âmbito da ESF. Sabendo-se que o ambiente familiar, seja sob os aspectos de relacionamento afetivo social ou sob os aspectos físicos, constitui-se num dos mais relevantes fatores que influenciam diretamente no processo saúde-doença individual, coletivo e familiar, tendo como propósito não somente para o cadastramento das famílias e de suas características sociais e epidemiológicas, condições de saúdes e vulnerabilidades aos agravos, mas, sobretudo, para uma consistente interação entre equipe de saúde e famílias, no sentido da ação educativa propiciar a família a cuidar de si mesma, tornando-a independente. Para Oliveira (2005) a educação em saúde, resultado da Visita Domiciliar, assume papel relevante para a redução das desigualdades sociais mediante a universalização e democratização das ações de saúde, promoção do desenvolvimento sustentável e inclusão social e, ainda, a melhoria da qualidade de vida da população. Nessa perspectiva, o processo educativo em saúde favorece o desenvolvimento da autonomia e competência para o cuidado com a saúde, ao mesmo tempo em que atende a objetivos sociais. Mas para se obter o sucesso esperado pela educação em saúde, é imprescindível que aconteça a interatividade, a multiplicação de informações através do diálogo. Isso é bem possível de ser realizado mediante o diálogo, pois segundo Habermas (1990) a educação se apresenta como uma ação entre sujeitos, essa ação é social, é interação e pode ser solução de um problema entre planos de ação de dois ou mais indivíduos participantes que se sentem socializados. Dessa forma defende-se que a Visita Domiciliar, tendo como intuito prover cuidados e prevenção para com a saúde, depende diretamente da comunicação e de conceitos de educação coerentes com tal propósito. No presente trabalho, busca-se fazer um entrelaçamento entre a relevância da educação no contexto da educação em saúde, assim como principalmente, investigar como vem se processando a comunicação entre profissionais que atuam em uma experiência de Estratégia da Saúde da Família do município de Santiago, no estado do Rio Grande do Sul, e os usuários por eles atendidos, tendo como foco a prevenção, a autonomia do sujeito e a construção de sua cidadania juntamente com a educação.

5 5 METODOLOGIA O presente texto tem por base uma pesquisa descritiva com abordagem qualitativa, pois se entende que, através da abordagem qualitativa, se pode perceber os sentimentos, bem como esclarecer, sensibilizar e transformar conceitos e ideias. Segundo Minayo (1996, p. 90), [ ] os sujeitos sociais que detém os atributos que se pretende conhecer, perderiam muito do seu significado se fossem abordados quantitativamente [ ], sendo assim, a intenção de realizar essa pesquisa de natureza descritiva é, como a própria nomenclatura sugere, o que se refere àqueles que pretendem descrever e analisar fatos e fenômenos da realidade escolhida e delimitada. A pesquisa foi realizada com indivíduos adultos que residem na área de abrangência da ESF (Estratégia da Saúde da Família) Monsenhor Assis, no município de Santiago/RS, no período de agosto a outubro de A amostra integrou 15 sujeitos moradores da referida comunidade que atenderam aos seguintes critérios de inclusão: ser morador da área de abrangência da Estratégia da Saúde da Família, ser maior de 18 anos e menor de 70 anos, aceitar participar espontaneamente do estudo. A amostra de 15 entrevistados foi definida com base no que preconizam Polit; Hungler (2004) e Minayo (2007), ou seja, nas pesquisas qualitativas, as falas tendem a se tornarem repetitivas a partir da 15ª entrevista. Para a coleta de dados foram realizadas, portanto, entrevistas, durante as visitas domiciliares. O instrumento de coleta de dados foi organizado com perguntas abertas à livre exposição. Segundo Minayo, (1996, p. 122), na entrevista, o entrevistador pode fazer intervenções que visam abrir o campo de explanação do entrevistado ou aprofundar o nível de informações ou opiniões. Ainda de acordo com a autora, a entrevista deve ser considerada como um roteiro (ou guia) [ ] facilitador de abertura, de ampliação e de aprofundamento da comunicação [ ] (MINAYO, 1996, p. 99). O registro das informações coletadas ocorreu através da gravação em fita magnética e posterior transcrição. Os dados foram analisados mediante análise temática, em consonância com o que também afirma Minayo (2007): a análise temática enfatiza as expressões e a frequência de determinadas ideias ou palavras-chave no discurso. Conforme determina a Resolução 196/96, visando atender os aspectos éticos da pesquisa, o projeto foi encaminhado ao Comitê de Ética na Pesquisa da Universidade

6 6 Regional do Alto Uruguai e das Missões-Campus Santo Ângelo, sendo aprovado conforme parecer n o /PP-09. Dessa forma, aos sujeitos da pesquisa, foi apresentado um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, no qual constavam os objetivos do estudo, incluindo esclarecimentos sobre a livre participação, preservação do anonimato e respeito à liberdade em participar ou não da pesquisa. Do mesmo modo, para garantir o anonimato dos sujeitos envolvidos, seus nomes foram substituídos por nomes de flores. À Secretária Municipal de Saúde, foi encaminhado documento solicitando autorização para realização da pesquisa. RESULTADOS E DISCUSSÃO O material obtido mediante as entrevistas foi submetido às etapas de organização e sistematização dos dados, leitura e releitura, análise e categorização. Nesta fase, ocorreu a eliminação de dados e substituição e/ou introdução de outros que pudessem contribuir para o conhecimento do problema, permitindo a aproximação da pesquisadora com o objeto da análise. Realizou-se a leitura do material empírico, o que consistiu no primeiro contato da pesquisadora com o material analisado. Posteriormente, fez-se a marcação dos dados que seriam transformados em informações sobre o problema em estudo, efetuando-se, a seguir, classificação, ordenação e agregação dos dados, de acordo com suas semelhanças, resultando em duas grandes categorias temáticas apresentadas a seguir. A primeira foi: a comunicação entre profissionais da saúde e usuários da ESF na Visita Domiciliar Esta categoria apresenta a percepção dos usuários sobre a comunicação que se estabelece com os profissionais da saúde da Estratégia da Saúde da Família durante a visita domiciliar. Os dados evidenciam que os entrevistados consideram que os profissionais da saúde mantêm boa comunicação durante as visitas domiciliares, isso favorece a interação, podendo produzir resultados importantes na melhora das condições de saúde e bem estar da comunidade atendida, contribuindo, desta forma, para a consolidação da Estratégia da Saúde da Família. Em relação à linguagem utilizada pelos profissionais nas visitas domiciliares, houve manifestações dos entrevistados afirmando:

7 7 Em alguns momentos é clara, em outros momentos os profissionais utilizam uma linguagem muito técnica. (Cravo) É acessível, mas com alguns é melhor do que com outros. (Rosa) Na maioria das visitas, entendo o que eles querem dizer, mas às vezes entendo pouco. (Adália) Quanto mais se analisa as relações educador-educandos, parece que mais se pode convencer de que estas relações representam um caráter marcante, ou seja, o de serem relações basicamente narradoras e dissertadoras, assim o educador sempre será o que fala e os educandos, os que simplesmente e unicamente ouvem (FREIRE, 1999). Dessa maneira, percebemos a necessidade de contemplar a interação entre os sujeitos, conforme sugerem Verdi e Santana (2005), pois consideram que a comunicação é decisiva na consulta durante a Visita Domiciliar realizada pelo profissional da saúde da Estratégia da Saúde da Família, uma vez que o usuário e o profissional estão trocando idéias, e a efetividade do intercâmbio depende da percepção que cada um tem do outro. A consulta durante a Visita Domiciliar, portanto, afirmam os mesmos autores, deve iniciar-se com abordagem do usuário em que o visitador tenha consciência de que esse método de assistência deve ser informal, sempre permitindo que o usuário se expresse livremente. Para que na Visita Domiciliar haja aproximação do profissional com o mundo da vida do(s) visitado(s), é preciso que este profissional compreenda que o processo de comunicação é algo que vai além da transmissão de mensagens, e sim que este processo relaciona-se diretamente no plano das interações pessoais (ALONSO, 1999). Isto envolve compreensão, compartilhamento dos significados de ideias, pensamentos e objetivos bem como, estes sujeitos devem estar abertos para o surgimento de mudanças nas suas convicções (STEFANELLI, 1993). Deste modo, a visita domiciliar tem uma grande relevância na área da saúde, visto que, através dela, os profissionais da saúde podem avaliar as condições ambientais e físicas em que vive o usuário e sua família, prestar assistência, levantar dados sobre condições de habitação e saneamento e aplicar medidas de controle nas doenças transmissíveis ou parasitárias e, principalmente, educar (KAWAMOTO; SANTOS; MATTOS, 1995).

8 8 Segundo Freire (1980) qualquer ação educativa deve necessariamente estar precedida de uma reflexão sobre o ser humano concreto e de uma análise do meio em que vive o referido ser humano e que isso propicie a comunicação. Nessa perspectiva, o trabalho educativo oportuniza ao usuário dos serviços e ao profissional da saúde a capacidade de compartilhar, enriquecendo a auto-estima por ampliar o potencial pessoal e profissional, por meio da troca de conhecimentos. O pensamento de Habermas (1989b), no que tange à ação comunicativa, pode também ajudar a compreender como o profissional de saúde, na sua prática cotidiana, tem possibilidade de reconstruir, com aqueles com quem intera na sua prática cotidiana, oportunidade de fala e argumentos que dão validez ao dito por ambos. A segunda categoria foi: Estratégias para melhorar a qualidade da visita domiciliar e a comunicação entre profissionais da saúde/usuários na ESF Os entrevistados apontaram algumas estratégias de comunicação que consideram ser importantes para tornar as visitas domiciliares mais enriquecedoras, conforme se percebe nos relatos a seguir: Acho que os profissionais, na visita, deveriam falar mais sobre os problemas de saúde da família em uma conversa mais fácil. (Rosa) Me ajuda, mas as vezes não entendo muito, mas é boa. (Azaleia) Acho que poderiam falar com palavras mais claras. (Margarida) Essas manifestações podem estar relacionadas com o déficit de comunicação entre o profissional da área da saúde no momento da visita domiciliar. É possível que haja um ruído na comunicação entre profissional e usuário, situação esta que pode ser evitada com comunicação adequada, primeiramente, apresentando o propósito e objetivos específicos da visita domiciliar, com linguagem clara para com o visitado e esclarecimentos de dúvidas deste sobre o objetivo da visita. Da maneira proposta, o educador, também cuidador, não apenas ensina, mas quando ensina passa a aprender no diálogo com aquele que é ensinado, pois o diálogo é o encontro das pessoas e não o esgotamento ou opressão de uma das partes (FREIRE, 1999). O mesmo autor disse que o opressor só supera a contradição de oprimir tentando educar quando se reconhece também oprimido, ou seja, quando aprende com a tentativa de ensinar.

9 9 A aproximação dos profissionais da saúde desta compreensão é fundamental, pois as ações de cuidar encontram-se diretamente ligadas à cultura. Isso significa que a forma com que os indivíduos e/ou grupos cuidam de sua saúde está muito ligada às suas experiências gerais de vida e sínteses que realizam, a partir das mesmas, na consciência. Sendo assim, é nesse aspecto que os profissionais da saúde, enquanto educadores, podem buscar espaço para compartilhar seus conhecimentos e tomar ciência das inúmeras diferenças existentes nas realidades trabalhadas, para orientar o seu trabalho. Para Verdi & Santana (2005), a visita domiciliar deve associar, simultaneamente, educação e assistência, permitindo uma continuidade da assistência desenvolvida na unidade básica de saúde. Para Costa (1977), essa atividade deve corresponder a um tipo de ensino voltado à solução de problemas de vivência em situações de vida real, no ambiente familiar e não o tratamento de doenças propriamente ditas. Assim, é interessante ressaltar a importância da compreensão, por parte dos profissionais, ao mesmo tempo, a respeito do que pensa o usuário desses serviços de saúde domiciliar, evitando conceitos errôneos pelos usuários visitados que iriam resultar na não concretização dos objetivos da atividade domiciliar (MATUMOTO; MISHIMA; PINTO, 2001). Em relação ao último relato descrito (Margarida), aponta possível falha na metodologia adotada pelo profissional da área da saúde ou, pelo menos, uma heterogeneidade em relação ao modo de comunicação da visita entre esses profissionais. Assim sendo, este tipo de assistência domiciliar possui, ou pelo menos deveria possuir, uma organização metodológica sempre associada à comunicação adequada com os usuários, de forma que os itens planejamento e comunicação tornem-se cruciais para o sucesso e homogeneidade do modelo de assistência domiciliar praticado, sendo que, se seguidos, evitam disparidade entre profissionais de mesmo objetivo e promovem um melhor aproveitamento do tempo durante as visitas. A auto-suficiência é incompatível com o diálogo, os homens que não tem humildade ou a perdem, não podem aproximar-se e encontrar-se com o povo, pois nesse lugar de encontro não existe ignorantes absolutos, nem sábios absolutos (FREIRE, 1999, p. 81).

10 10 CONCLUSÃO Ao concluir a análise dos dados, percebeu-se que, em geral, o grupo de entrevistados sente-se satisfeito com a abordagem do profissional da enfermagem na visita domiciliar. Embora tenha se evidenciado, com relativamente intensidade, em alguns momentos da pesquisa, o surgimento de problemas frente à linguagem utilizada pelos profissionais da saúde que, por vezes, não é acessível. Acredita-se que os profissionais cuidadores, educadores, necessitam ampliar os espaços para educação permanente da equipe, pois esta é realizada a partir dos problemas enfrentados na realidade e leva em consideração os conhecimentos e as experiências que os sujeitos já tem (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2007). Essa proposta vem no sentido de melhorar o processo de comunicação com os usuários, mediante a utilização de linguagem clara e acessível não apenas a linguagem técnica, de difícil entendimento por parte dos sujeitos/famílias. No caso do uso da linguagem técnica, faz-se necessária a sua decodificação com os usuários dos serviços de saúde, para que se apropriem da mesma. Deste modo, é fundamental buscar compreender que a linguagem muito elaborada e a linguagem técnica, em alguns momentos, podem gerar certo distanciamento na comunicação. Podem, assim, se perder os significados produzidos no contexto da visita domiciliar, bem como as interpretações que deles emergem. Uma atitude profissional de abertura ao diálogo, de escuta e acolhimento, a manifestação da capacidade de observação e respeito frente às questões e significados culturais, aos valores e s crenças são exigências um processo comunicativo. O consenso sobre algo mede-se pelo reconhecimento intersubjetivo da validade de um proferimento fundamentalmente aberto à crítica (HABERMAS, 1990, p.77). Isso só é possível sob confiança recíproca, ou seja, sempre que nós pensamos no que estamos dizendo, levantamos com relação ao dito a pretensão de que é verdadeiro, correto ou sincero (HABERMAS, 1993, p. 98). Pois ninguém liberta ninguém sozinho, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão (FREIRE, 1999, p. 52). Para isso, fez-se necessário estabelecer com os sujeitos, um processo dialógico em que a comunicação se estabelece entre usuário e profissional, mediante a compreensão mútua do significado das propostas sobre saúde.

11 11 REFERÊNCIAS ALONSO, L. L. K. O processo educativo e saúde na dimensão grupal. Texto e Contexto Enfermagem, Florianópolis, v. 1, p , jan./abr., ALONSO, L. L. K.; VERDI, M. Processo educativo em saúde e a assistência da enfermagem. Enfermagem na Atenção Primária de Saúde, Florianópolis, v. 1, p , BRASIL. Rede Intergerencial de Informações para a Saúde. Indicadores e dados básicos para a saúde IBD, Brasília, Disponível em: < Acessado em: 15 jan MINISTÉRIO DA SAÚDE. Portaria GM/MS nº 1.996, de 20/08/2007. Dispõe sobre as diretrizes para a implementação da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde e dá outras providências. COSTA, J. Visitação domiciliária: base para ensino de enfermagem na comunidade. Enfermagem Nova Dimensão. V. 3, n. 2, p , FREIRE, P. Conscientização: teoria e prática da liberdade. São Paulo: Moraes, p.. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 9. ed. São Paulo: Paz e Terra; p.. Pedagogia do oprimido. 26ª ed. São Paulo: Paz e Terra; HABERMAS, J. Consciência moral e agir comunicativo. Rio de Janeiro: Tempo Universitário; 1989a. 236 p.. Teoria de la acción comunicativa: complementos y estuduis revios. Madrid: Cátedra, 1989b. 506 p.. Pensamento pós-matafísico: estudos filosóficos. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, p.. Passado como futuro. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, p. KAWAMOTO, E. E.; SANTOS, M. C. M.; MATTOS T. M. Enfermagem comunitária. São Paulo: E.P.U., LAROCCA, LM, MAZZA, VA. Habermas e Paulo Freire: referenciais teóricos para o estudo da comunicação em enfermagem. Revista Gaúcha de Enfermagem. Porto Alegre, RS, v. 24, n. 2, p , ago LEOPARDI, Maria Tereza. Teorias em enfermagem. 3. ed. Florianópolis: Papa-livro, 1999.

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