XXXII REUNIÃO ORDINÁRIA. Subgrupo de Trabalho Nº 6 Meio Ambiente MERCOSUL ANEXO XII

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1 XXXII REUNIÃO ORDINÁRIA Subgrupo de Trabalho Nº 6 Meio Ambiente MERCOSUL ANEXO XII Proposta brasileira para gestão integrada da avifauna cinegenética no Cone Sul Brasília, 9 a 11 de novembro de 2004

2 MERCOSUL/XXXII SGT NO. 6/ DT NO. 33/04 APRESENTAÇÃO Na região conhecida como Cone Sul, o Brasil, a Argentina e o Uruguai são países integrantes do Mercado Comum do Sul MERCOSUL, que dividem, além das premissas da integração internacional e do livre comércio, a tutela de questões ambientais em comum. Nesses países, as populações de aves aquáticas de interesse cinegético e de importância internacional ocorrem principalmente ao longo do sudeste da Argentina, sul do Chile, Uruguai e sul do Brasil. Destacam-se como as aves de maior importância, nesse contexto, as da Ordem Anseriformes, mais especificamente da Família Anatidae (patos, gansos e cisnes). Pelo menos, 17 espécies de patos e marrecas ao longo da região sofrem pressões através da caça. Dentre estas destacam-se o marrecão-da-patagônia (Netta peposaca) e a marreca-caneleira (Dendrocygna bicolor). Apesar dos impactos sofridos pelas populações de interesse cinegético, não se pode apontar a questão da caça pura e simplesmente como um problema a ser rechaçado, eliminando possibilidades sustentáveis de disciplinar o tema. Segundo Blanco et al. (apud PROAVES & CEMAVE/IBAMA, 2003), o termo uso sustentável ou racional se refere ao aproveitamento de um recurso natural de forma que o ritmo de extração do mesmo não supere o de reprodução ou de recrutamento. Sendo assim, considerando que o manejo de espécies da fauna consiste na manipulação ou proteção de suas populações, mantendo-as em níveis biologicamente viáveis, é possível estabelecer diretrizes para o uso sustentável de aves silvestres através da caça amadorista. No entanto, ainda se observa em alguns países a prática da caça sem base técnica e administrativa necessária para assegurar a sustentabilidade da atividade. No caso da região em foco, os níveis de conhecimento sobre o tema são bastante diferentes nos três países, detendo o Brasil maior volume de dados e se destaca em adotar uma política de uso sustentável baseada rigorosamente em dados científicos. Desta forma, observa-se a necessidade eminente de estreitar os esforços de manejo sustentável já adotados pelos países envolvidos, catalisando-os para que sejam encaminhadas propostas de medidas conjuntas nas pesquisas e manejo de aves migratórias de interesse cinegético. Esforços neste sentido vêm sendo desenvolvidos há pelo menos uma década, como por exemplo o 1 Seminário sobre Manejo de Fauna no Cone Sul, realizado em 1999 em Porto Alegre/RS por iniciativa da Sociedade Brasileira para Conservação da Fauna e com apoio do IBAMA. Participaram representantes do IBAMA, dos governos argentino e uruguaio, além de organizações não-governamentais ligadas ao tema, ao longo dos anos na discussão e na estruturação de ações para a devida co-gestão do tema em questão. Os resultados do seminário, divulgados no boletim Migrante Ano I, No 2/2000, do CEMAVE, são apresentados no anexo I. Tendo desprendido esforços para a conservação das aves e seus ambientes no Brasil, desde a sua fundação, o CEMAVE - Centro Nacional de Pesquisa para Conservação de Aves Silvestres/IBAMA vem estabelecendo parcerias com outras instituições públicas e privadas, como a Associação Brasileira para Conservação das Aves PROAVES, a FZBRS e a FEPAM, dentre outras, no desenvolvimento de pesquisas com espécies de aves com potencial cinegético no Cone Sul (PROAVES & CEMAVE/IBAMA, 2003), promovendo: Treinamento de pessoal através de cursos de anilhamento, voltado para aves aquáticas; Expedições para o monitoramento das aves, incluindo atividades de capturas, anilhamento, censos, coleta de dados biológicos; Análises das Fichas Individuais de Controle de Caça (FICC s). Sendo o centro especializado em aves do IBAMA, o CEMAVE tem atuado também no desenvolvimento de pesquisas visando o monitoramento e a regulamentação da caça amadorista no Rio Grande do Sul através do fornecimento de análises e pareceres técnicos à Administração Central e à Gerência Estadual do IBAMA para a devida normatização e decisões do tema através de portarias editadas a cada nova temporada de caça. O objetivo é que as portarias definam anualmente critérios técnicos para a caça amadorista naquele estado, com o intuito de orientar com o máximo de segurança possível o estabelecimento de cotas, temporadas, locais e espécies a serem caçadas no estado. Entretanto, esta medida não tem sido suficiente para assegurar a conservação das

3 espécies que sofrem ameaças em toda a área de sua ocorrência natural, transpondo limites fronteiriços. Dessa forma, faz-se necessário estender as atividades de monitoramento dessas espécies aos outros países, de forma a complementar os estudos realizados no Rio Grande do Sul. A presente proposta de trabalho busca aprofundar as pesquisas com as espécies de interesse cinegético que migram entre o Brasil, Argentina e Uruguai, a fim de fornecer dados que possam embasar o planejamento e aprimoramento de estratégias de manejo conjunto, utilizando como principal ferramenta o anilhamento das aves. OBJETIVOS GERAL Subsidiar ações de conservação e manejo de aves cinegéticas que migram entre o Brasil, a Argentina e o Uruguai. ESPECÍFICOS a) Monitorar as espécies de interesse cinegético, no Cone Sul; b) Realizar censo aéreo para a identificação de áreas de concentração de aves que sofrem pressão de caça na Argentina; c) Capturar e anilhar aves aquáticas de interesse cinegético; d) Contribuir para a geração de dados que permitam estimar taxas de mortalidade e sobrevivência em adultos, identificando possíveis tendências populacionais; e) Levantar os níveis de degradação e modificação dos habitat s que possam estar tendo efeitos no comportamento migratório e reprodutivo das espécies; f) Incentivar a implantação de áreas "informais" vedadas à caça, em áreas privadas dentro dos zoneamentos, com a finalidade de servirem de refúgio para a fauna, especialmente em locais preferidos para descanso e alimentação. E garantir que a fiscalização atue de modo especial nestas áreas; g) Buscar o incrementar recursos, por parte dos governos, que proporcionem melhores meios de controle, já que o manejo cinegético da fauna aporta a eles grandes benefícios econômicos; h) Integrar as ações de conservação e de controle, possibilitando aos técnicos de conservação participar da elaboração dos planos de fiscalização. i) Aumentar as recuperações de anilhas e j) Propor ações de manejo das espécies. MATERIAIS E MÉTODOS As atividades a serem desenvolvidas seguirão um cronograma padronizado, por país, conforme descrito a seguir: Rio Grande do Sul Prevê-se 19 dias de expedição padrão, desenvolvendo as atividades abaixo. ATIVIDADES Deslocamento terrestre, Porto Alegre/RS à região da Planície Costeira (municípios de Santa Vitória do Palmar e Taim) e fronteira oeste (Urguaiana) para identificação dos locais de ocorrência das aves (censos terrestres expeditos) Ceva Captura Efetiva, com uso de armadilhas por 15 dias. Anilhamento e coleta de dados biológicos Desmontagem da estrutura de trabalho e retorno a Porto Alegre Argentina Propõe-se que na Argentina o trabalho inicie com um levantamento piloto durante 10 dias de

4 expedição nas províncias de Santa Fé e Santiago Del Estero. Após esse levantamento, uma segunda expedição de 19 dias visará a execução das atividades de campo com as aves propriamente ditas (ceva, captura, coleta de dados biológicos e anilhamento) nas áreas consideradas prioritárias, segundo a metodologia utilizada no Rio Grande do Sul. ATIVIDADES (LEVANTAMENTO-PILOTO) Deslocamento terrestre, Porto Alegre/RS - Argentina. Identificação locais de ocorrência pela região através de censos aéreo e terrestre. Retorno a Porto Alegre ATIVIDADES (EXPEDIÇÕES PARA COLETA DE DADOS) Deslocamento terrestre, Porto Alegre/RS - Argentina. Identificação áreas prioritárias para o trabalho (censo aéreo) Ceva Captura Efetiva, com uso de armadilhas Anilhamento e coleta de dados biológicos Desmontagem da estrutura de trabalho e retorno a Porto Alegre Uruguai Assim como na Argentina, propõe-se que o trabalho inicie com um levantamento piloto durante 10 dias de expedição nos Departamentos de Rocha de Cerro Largo e de Treinta y Tres. Após esse levantamento, uma segunda expedição de 19 dias visará a execução das atividades de campo com as aves propriamente ditas (ceva, captura, coleta de dados biológicos e anilhamento) nas áreas consideradas prioritárias, segundo a metodologia utilizada no Rio Grande do Sul. ATIVIDADES (LEVANTAMENTO-PILOTO) Deslocamento terrestre, Porto Alegre/RS Uruguai. Identificação locais de ocorrência pela região através de censos aéreo e terrestre. Retorno a Porto Alegre ATIVIDADES (EXPEDIÇÕES) Deslocamento terrestre, Porto Alegre/RS - Uruguai. Identificação áreas prioritárias para o trabalho (censo aéreo) Ceva Captura Efetiva, com uso de armadilhas Anilhamento e coleta de dados biológicos Desmontagem da estrutura de trabalho e retorno a Porto Alegre Censos Para a identificação das áreas de ocorrência natural das espécies, serão realizados censos terrestres e aéreos. As horas de sobrevôo para os censos aéreos serão divididas, totalizando aproximadamente 10 horas de sobrevôos em cada expedição piloto e mais 5 horas na 2ª expedição de cada país. Será usada aeronave de asa alta que permite melhor visibilidade e que tem boa autonomia de vôo. Participarão do sobrevôo dois coletores de dados devidamente treinados, um de cada lado da aeronave. As características das espécies quanto a sua movimentação sempre serão consideradas. Poderão ser adotados dois procedimentos de amostragem: o primeiro é denominado de contagem em pontos (PO) e o segundo, contagem em transectos 1 de faixa (DT). Em ambos, identifica-se e conta-se as espécies de marrecas, individualmente, ou aos pares, quando 1 Linhas de contagens em movimento (imaginárias ou não), com rotas e limites estabelecidos.

5 encontradas em pequenos bandos e, por soma de estimativas de subgrupos, quando em bandos maiores. Ante a presença de bandos maiores, também são tomadas fotos em diapositivo, para checagem subseqüente da contagem prévia, feita em vôo. Essa checagem é efetuada em gabinete com projeção de diapositivos em tela quadriculada, para facilitar a contagem. Identificam-se as espécies de marrecas através dos padrões de coloração das plumagens, das características de vôo e dos comportamentos dos bandos. A contagem em pontos segue a metodologia proposta por Tamisier (1965), com adaptações. Consiste em sobrevoar uma área com limites, facilmente constatáveis no terreno e com dimensões que permitam identificar e contar, com segurança, indivíduos das espécies de marrecas presentes no ambiente. A altura, velocidade e tempo de contagem em cada ambiente variam a fim de atender ao princípio de contagem total dos indivíduos de cada espécie nos pontos. Na contagem em pontos, para a escolha das áreas a serem censadas, são obedecidos os seguintes critérios: Ambientes lênticos ou lóticos naturais, semi-naturais ou artificiais que são potencial ou reconhecidamente áreas de concentração de marrecas; Ambientes relativamente estáveis no tempo, o que permite a repetição dos procedimentos em momento subseqüentes; Ambientes vegetados, apenas quando há possibilidade de visualização de aves pousadas; Ambientes cuja forma geométrica e tamanho permitem o sobrevôo unidirecional, a fim de evitar a sobreposição das contagens; Ambientes censados em anos anteriores para ampliação da série histórica, incrementando a confiabilidade das estimativas. Em transectos de faixa, faz-se varredura de 150 metros de largura no terreno. As aves encontradas dentro da faixa são anotadas como em transecto ou dentro do transecto (DT) e as contagens analisadas quantitativamente. As aves observadas fora da faixa demarcada, também são contadas, porém sem rigor metodológico, por isto mesmo consideradas complementação de informações, sendo codificadas como "fora-de-transecto" (FT). Os transectos são efetuados em ambientes previamente selecionados a partir de cartas temáticas e de experiências anteriores, obedecendo aos seguintes critérios: Áreas úmidas cujos limites, dimensões e forma geométrica não possibilitam a contagem com pontos; Ambientes com alta probabilidade de encontrar concentrações de marrecas; Ambientes próximos a grandes lagos e lagunas ou rios, com várzeas inundáveis e, portanto, muito dinâmicos. Captura Uma vez definido os locais de ocorrência das aves no Rio Grande do Sul, na Argentina e no Uruguai, dar-se-á início ao esforço de captura padrão, com 8 armadilhas, funcionando efetivamente por 15 dias em cada expedição. Os princípios metodológicos a serem adotados nas expedições serão os mesmos. As armadilhas que serão adotadas seguem como modelo um sistema adotado por C.C. Orog (apud. IBAMA,1994), para captura de marrecas e outros anatídeos na Argentina, sendo modificadas por F. Silva e S. Scherer para as atividades realizadas no Rio Grande do Sul com espécies da Família Anatidae e Rallidae (IBAMA, 1994). O local é cevado preliminarmente com arroz, milho ou outro alimento disponível para atrair as aves e habituá-las ao local de captura. Cada armadilha é colocada em uma área de banhado, com água baixa, onde se observa aves se alimentando. A estrutura de cada armadilha, suas dimensões e forma de captura foram adaptadas tomando como base às descritas no Manual de Anilhamento de Aves Silvestres (IBAMA, 1994). Uma vez em uso, conforme as aves vão sendo capturadas e retiradas para identificação e anilhamento, uma ou duas aves já anilhadas podem ser mantidas na armadilha para a atração de novos bandos. As aves serão contidas para anilhamento com o uso de anilhas do CEMAVE (seguindo orientativa do Manual de Anilhamento, IBAMA, 1994), pesagem, identificação (espécie, data, hora e local em que o indivíduo foi capturado), biometria (comprimento da asa e da cauda, com o uso da régua e medidas de tarso, cúlmen exposto, comprimento total da cabeça (CTC) e a narina/ponta com o uso do paquímetro), coleta de dados (idade, sexo e mudas das penas). Em locais onde não haja condições para uso de armadilhas, mas onde sejam observadas

6 concentrações importantes de marrecas, serão utilizadas redes de malha 120 mm, em esforço de 1600 horas-rede. AVALIAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE HABITAT S A sustentabilidade dos recursos faunísticos para a atividade cinegética está relacionada também à oferta de ambientes propícios ao repouso, alimentação e reprodução. Neste sentido, deverão ser realizadas avaliações de áreas de banhados na Argentina, para que sejam manejadas de forma a prover as condições necessárias à conservação das aves aquáticas cinegéticas. A identificação dos hábitats de aves pode ser feita em várias intensidades, traçando seus limites e marcando as posições de observação, de forma a possibilitar a medição das variáveis que afetam a distribuição das espécies de estudo (Bibby et al., 1993). Geralmente são registrados os hábitats dentro de três categorias abrangentes: (1) método cartográficos produzindo mapas de ambientes; (2) método de amostragem de pontos - mede variáveis ambientais representativas em determinados pontos; (3) método baseado em dados individuais mede-se as variáveis em locais de ocorrência conhecida de determinada espécie. 1. Traçando mapas de hábitat São produzidos mapas de hábitat tendo como base mapas geográficos regionais, fotografias aéreas ou imagens de satélite. Através de um esforço por terra, refina-se a pesquisa e, conforme as diferentes intensidades de esforço, os hábitats podem ser classificados até o nível de classificação dos tipos de vegetação. Os registros de observações anteriores podem ser marcados nos mapas de hábitat, fornecendo informação básica sobre as preferências ambientais de cada espécie. Esse conhecimento anterior poderá predizer a sua distribuição e o seu nível populacional em áreas extensas. No entanto, esse dado não pode determinar quais características detalhadas do hábitat são as mais importantes às aves. O refinamento dessas informações será realizado durante as expedições. 2. Medida de variáveis ambientais em pontos de amostra Podem ser registradas variáveis ambientais em pontos de amostra, definindo pontos fixos ou ao longo de um transecto. Medida de variáveis ambientais de importância provável para as espécies, tendo como base o conhecimento prévio de sua ecologia, possibilitará a definição da importância relativa de uma dada característica ambiental a ser investigada. É então possível descobrir quais variáveis de hábitat são os mais importantes à uma comunidade de aves, ou umas espécies de pássaro individuais e age neste conhecimento. 3. Medida de variáveis ambientais quanto à posição/distribuição dos indivíduos Também se pode obter um nível mais refinado de conhecimento do hábitat em que se distribuem as espécies, identificando seus pontos de reprodução ou alimentação através de marcadores individuais, como por exemplo, rádio-telemetria. No entanto, nesse momento, pretendese fazer uso do anilhamento para essa avaliação, através de recuperações de aves anilhadas anteriormente e do anilhamento de novos indivíduos. 3. Variáveis ambientais geralmente registrados: Para a identificação e caracterização dos ambientes de distribuição das espécies em estudo, vários fatores devem ser observados de forma a estruturar um perfil quanto a sua situação atual (preservado ou degradado), relacionando-o a amplitude populacional das aves. Dentre eles, seguem os mais usualmente registrados (Bibby et al., 1993). Cobertura vegetal nativa: conhecimento Histórico, presença de espécies de indicadores, altura dos extratos (arbóreo e herbáceo); Identificação dos extratos vegetais; Diversidade vegetal; Densidade vegetal; Heterogeneidade da vegetação; Profundidade de litter (se houver); Presença de Criações extensivas pela região/área de estudo e de áreas agrícolas; Tipos de solo (predominância);

7 Condições do solo; Fatores Ambientais (clima e tempo); Fatores antrópicos (lixo, poluição da água, do ar etc). BENEFÍCIOS ESPERADOS a) Contribuir para a implantação do processo de identificação das tendências populacionais (se determinada espécie está aumentando, diminuindo ou em estabilidade dinâmica). Dessa forma, além de possibilitar o devido embasamento técnico para a edição da portaria anual do IBAMA que regulamenta a caça amadorística no Rio Grande do Sul, será possível fundamentar uma co-gestão voltada à espécie e não apenas voltada à cota, seguindo a premissa de uso sustentável e de monitoramento dos estoques. b) Indentificar as áreas de uso preferencial utilizadas pelas aves durante os períodos de reprodução, de desasagem, de alimentação pré-reprodução, bem como seus sítios de migração, através do mapeamento e da análise ambiental durante as expedições. c) Obter índices com o sucesso reprodutivo de cada ano, através da contagem de casais potencialmente reprodutores, da captura/recaptura e da marcação de indivíduos. d) Estreitar os esforços de manejo sustentável já adotados pelos países envolvidos, catalisando-os para que sejam encaminhadas medidas conjuntas nas pesquisas e manejo de aves migratórias de interesse cinegético. BENEFICIÁRIOS 1- O Meio Ambiente: o projeto irá beneficiar a conservação das espécies de aves migratórias de interesse cinegético e seu respectivo hábitat. Permitirá também que sejam adquiridas novas informações sobre a avifauna da região, dando suporte para o manejo integrado e sustentável das espécies. 2- A Comunidade: o resultado, seja na forma de material divulgativo ou de medidas orientativas na gestão da caça de aves silvestres, permitirá que as comunidades locais, os clubes de caça e grupos organizados adquiram novas informações a respeito da dinâmica migratória das aves, permitindo que a população auxilie na redução da caça desregrada; 3- Os Gestores Públicos: o projeto possibilitará uma uniformização do conhecimento e de dados para embasar medidas conjuntas entre os países envolvidos, no sentido de se propor políticas para o tema no Cone Sul, uniformizando procedimentos, reduzindo a caça clandestina e controlando o tráfego de armamento e produtos da caça nas regiões de fronteira. 4- A Comunidade Científica: a proposta beneficiará a comunidade científica através da obtenção de importantes informações a respeito da biologia das espécies, status de conservação e distribuição das mesmas, permitindo assim, que novos dados possam ser gerados a respeito da avifauna migratória no Cone Sul. Além disso, o estudo permitirá uma avaliação das principais ameaças da avifauna em questão que resultará nas propostas para sua conservação. 5- A biodiversidade: a proposta permitirá a identificação e obtenção de dados a respeito da biodiversidade e posterior conservação da avifauna e das paisagens as quais elas dependem. CONTINUIDADE DAS AÇÕES Por se tratarem de ações que poderão subsidiar a atuação do governo brasileiro não só no que se refere à regulamentação da caça amadorística no Rio Grande do Sul como no âmbito do Cone Sul, será possível preparar propostas de ações voltadas para as principais ameaças da região, sobretudo, às espécies de interesse cinegético e aos ambientes ameaçados. Estudos básicos relacionados à ecologia (reprodução, dieta, tamanho populacional) poderão ser contemplados. Como os limites de ocorrência das aves não obedecem às fronteiras entre países, certamente um esforço incluindo pesquisadores, universidades e instituições ambientais dos países vizinhos trará mais informações sobre os sítios de reprodução e seus deslocamentos, dados indispensáveis para o planejamento de medidas para a conservação das espécies ameaçadas. No Brasil, mantendo-se as regras e as pesquisas desenvolvidas que embasam a regulamentação da Caça Amadorística no Rio Grande do Sul através da Portaria Anual do IBAMA, espera-se criar um sistema de cooperação com os outros demais países do Cone Sul como forma de ampliar o estudo de dinâmica populacional das aves de interesse cinegético compartilhadas pelos três países, subsidiando o manejo integrado.

8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Bibby, C.J.; Burgess, N.D. et Hill, D.A. Bird Census Techniques. London: Academic Press, p. Blanco, D.E.; J. Beltrán et V. de la Balze (Eds.) Primer Taller sobre la Caza de Aves Acuáticas: Hacia una estrategia para el uso sustentable de los recursos de los humedales. Wetlands International, Buenos Aires, Argentina. 152 pp. IBAMA, Manual de anilhamento de aves silvestres. 2ª ed. Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Brasília, DF. Menegheti, J.O. et al Relatório final do projeto de pesquisa e monitoramento de fauna cinegética, convênio Faurgs/FEPAM, Acordo de Cooperação Técnica FEPAM-FZBRS. Rel Téc. Para FEPAM e IBAMA, Porto Alegre. Menegheti, J.O. e J.C.P. Dotto Relatório final do projeto de pesquisa e monitoramento de fauna cinegética do Rio Grande do Sul, Período , volume I Caça de Banhado. FZBRS/SEMA. Rel. Téc. Para FZBRS e IBAMA, Porto Alegre. 55p. PROAVES & CEMAVE/IBAMA, Relatório Final do Projeto de Conservação de Anatídeos no Cone Sul-Americano. Convênio n 90/2000, FNMA/MMA. 55p. Sick, H Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro, Ed. Nova Fronteira. ANEXO I - Perspectiva de gestão integrada da avifauna no cone sul-americano - um acordo internacional (Migrante Ano I, 2/2000) Realizou-se em Porto Alegre, RS, em 18 de novembro de 1999, o 1 Seminário sobre Manejo de Fauna no Cone Sul, que contou com a participação de representantes do IBAMA, dos governos argentino e uruguaio, Brigada Militar, organizações nãogovernamentais ligadas ao tema, Federação Gaúcha de Caça e Tiro, e Federação Catarinense de Tiro de Santa Catarina. Organizado pela Sociedade Brasileira para Conservação da Fauna, com apoio do CEMAVE/IBAMA, o encontro teve como objetivo discutir o estabelecimento de um acordo regional para a gestão da avifauna no cone sulamericano. O período da manhã foi aberto à comunidade interessada no tema em questão e o programa resumiu-se às apresentações, por parte dos representantes de cada governo sobre a gestão de fauna em cada País. No período da tarde, estruturaram-se os grupos de estudos, compostos por técnicos e profissionais previamente convidados, que debateram assuntos específicos e geraram um documento de recomendação aos governos, identificando às ações necessárias à correta gestão da fauna compartilhada no cone sul-americano. As recomendações advindas apresentam-se sintetizadas conforme os grupos de trabalho e temas abordados: GT1 - Grupo de Trabalho sobre Gestão do Recurso Fauna Cinegética no Cone Sul: GT1 ÁREAS PRIORITÁRIAS a) Argentina: baixo e médio Rio Paraná (Valle aluvial dei Río Paraná), Região do Pampa Úmido b) Brasil: no estado do Rio Grande do Sul: a metade sul (abaixo da linha correspondente aos rios Jacuí e Vacacaí), o litoral norte e o litoral médio. c) Uruguai: Departamentos de Rocha, de Cerro Largo e de Treinta y Tres. AÇÕES PRIORITÁRIAS identificar, mapear e proceder à análise ambiental das áreas de uso preferencial utilizadas pelas aves aquáticas durante os períodos de reprodução, de desasagem (troca de penas), de alimentação pré-reprodução, bem como seus sítios de migração. Priorizar o levantamento/contagem de casais potencialmente reprodutores, para a medição do sucesso reprodutivo em cada ano. Desenvolver estudos da biologia de reprodução, buscando estabelecer indicadores calibrados para avaliação anual do sucesso reprodutivo.

9 Ampliar esforços nas atividades de captura e marcação de indivíduos nos períodos migratório e pré-migratório. Quantificar, por espécie, o número de animais abatidos por temporada, por meio de fichas de controle individual de caça, nos três países. Realizar de forma integrada, temporal e metodologicamente, censos de marrecão (Netta peposaca) no período de invernagem nas áreas prioritárias dos três países envolvidos. Promover a capacitação de estudantes e profissionais de outras instituições afins, para que possam colaborar na obtenção dos dados, bem como estimular a participação de voluntários residentes perto das áreas preferenciais, no esforço de monitoramento. Preferir a gestão "voltada à espécie" do recurso manejado pela atividade cinegética, no lugar da gestão "voltada à cota" usada ainda em alguns países. Executar o projeto "Ecologia de Populações de Aves Aquáticas do Cone Sul-Americano", de cooperação entre o IBAMA/Cemave, do Brasil, e a Subsecretaria de Medio Ambiente y Ecologia de Ia Gobernación de Santa Fe, da Argentina, elaborado juntamente com a Dirección General de Recursos Naturales Renovables dei Ministerio Ganaderia, Agricultura y Pesca do Uruguay, como projeto-piloto de integração de pesquisa no Cone Sul, cujo sucesso deverá ser avaliado em 2 anos a partir de seu início. Neste período buscar-se-á a implementação de outras ações prioritárias identificadas pelo grupo. Incentivar a implantação de áreas "informais" vedadas à caça, em áreas privadas dentro dos zoneamentos, com a finalidade de servirem de refúgio para a fauna, especialmente em locais preferidos para descanso e alimentação. E garantir que a fiscalização atue de modo especial nestas áreas. Incrementar recursos, por parte dos governos, que proporcionem melhores meios de controle, já que o manejo cinegético da fauna aporta a eles grandes benefícios econômicos. Integrar as ações de conservação e de controle, possibilitando aos técnicos de conservação participar da elaboração dos planos de fiscalização. GT2 - Grupo de Trabalho sobre Gestão do Sistema de Caça Amadorista no Cone Sul Licenciamento Que a licença para prática da caça amadorista no Brasil seja emitida com validade para períodos semanais, permitindo ao caçador se habilitar apenas para aquele(s) que seja(m) do seu interesse. Considerou-se que, ao mesmo tempo em que representaria uma redução de custos individualmente para o caçador, que não iria a campo durante toda a temporada, estimularia uma maior arrecadação, com maior número de inscritos. Que a licença para prática da caça amadorista no Brasil seja emitida de forma separada por modalidade (caça de campo e caça de banhado), uma vez que há um número expressivo de caçadores que optam por apenas uma delas. Que a semana de caçada passe a ser considerada como o intervalo compreendido entre a segunda-feira e o domingo (7 dias). Implantação do uso de um sistema de lacres individuais por espécie e caçador, para o período licenciado, permitindo aumento da eficácia no controle por parte dos órgãos de fiscalização. Gestão do IBAMA e Ministério do Meio Ambiente junto ao Ministério da Agricultura e do

10 Abastecimento para esclarecimentos sobre a regulamentação afeta à entrada,. em território brasileiro, de animais abatidos no exterior e, junto ao governo uruguaio, a fim de viabilizar documentação que comprove a origem das peças abatidas naquele país, a exemplo da FICC (Ficha Individual de Controle de Caça) brasileira. Educação ambiental Início de um trabalho de moralização do processo de educação da comunidade de caçadores, com o cumprimento da Portaria 31 O-P, seguindo premissas como: Mudança na cultura de caça, com a valorização da peça em relação à cota, e da própria história da atividade cinegética. Incentivo à criação e manutenção de áreas protegidas para a. conservação de aves cinegéticas pela comunidade de caçadores. Maior rigor, por parte do IBAMA, na cobrança da realização de cursos para formação dos caçadores, destacando que o conteúdo programático deve ser diferenciado de atividades voltadas aos atiradores. Elaboração de um guia para caçadores, de aquisição obrigatória, contendo os aspectos previstos na Portaria 310-P, contendo mapas com o zoneamento da temporada de cada ano, figuras das espécies relacionadas nas portarias, etc..maior interação entre a comunidade de caçadores e órgãos de fiscalização, a fim de maximizar a cooperação. Maior interação entre os gestores de órgãos de fiscalização brasileiros e, destes com os dos demais países, aumentando a colaboração mútua, inclusive na busca de procedimentos padronizados..fiscalização. Implantação de uma "linha verde" (0800) para denúncias, funcionando em plantões mesmo.nos finais de semana e feriados, de modo a permitir maior eficácia por parte dos órgãos de fiscalização. Realização de um plano operativo anual, obrigatório, para as atividades de fiscalização. Do plenário. Reconhecendo o Centro de Pesquisa para a Conservação das Aves Silvestres, como agente formador de anilhadores, profissionais e amadores, nos três países_.sugerindo aos governos do Uruguai e da Argentina, a análise e avaliação das presentes propostas para verificação da possibilidade do seu aproveitamento. Agradecendo à Sociedade Brasileira para a Conservação da Fauna, pela realização do 1 Q Seminário sobre Manejo de Fauna no Cone Sul. Ensejando a realização de outro workshop semelhante sobre manejo de fauna, dentro de 2 (dois) anos, preferencialmente na Argentina ou no Uruguai. PARTICIPANTES DO GRUPO DETRASALHO 1 GT1: Daniel Oscar Forcelli, Dirección de Fauna Flora Silvestres, Buenos Aires - Argentina Nibia Fontana Ribolla, Dirección General Recursos Naturales Renovables Ministerio Ganaderia, Agricultura y Pesca, Montevideo - Uruguay Dr. Gabriel A. Marteleur, Subsecretaria de Medio Ambiente y Ecología, Area Gestion Fauna -

11 Santa Fe - Argentina Monica Koch, (coordenadora GT1), IBAMA/ CEMAVE, Brasília - DF João Oldair Menegheti, Progr. Pesquisa Monitoram. Fauna Cinegética RS, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre - RS Eduardo Vélez Martin, Museu Ciências Naturais Funda. Zoobotânica RS, Porto Alegre - RS - Brasil. Sen Hur Jardim Farias (relator GT1), Sociedade Brasileira para a Conservação da Fauna, Porto Alegre - RS João Bosco Sampaio, IBAMA / CEMAVE, Brasília - DF Maria Carolina Hazin, IBAMA / CEMAVE, Brasília - DF Maria Elice Rosa Dias, Setor Fauna - IBAMA / RS, Porto Alegre - RS Maria Rosa Pinheiro Machado, IBAMA / RS, Porto Alegre - RS Scherezino Scherer, IBAMA / CEMAVE - Regional Sul-Sudeste, Porto Alegre - RS PARTICIPANTES DO GRUPO DE TRABALHO 2GT2: Maria louta Bampi (coordenadora GT2), IBAMAI DIREC, Brasília - DF João Luiz Xavier do Nascimento, (relator GT2), IBAMAlCEMAVE, Porto Alegre - RS Dirceu C. Ponczkovski, IBAMAlRS, Porto Alegre - RS Alvaro Mouawad, Sociedade Brasileira para a Conservação da Fauna, Porto Alegre - RS Alvaro Luis Parlatto, Federação Gaúcha de Caça e Tiro, Porto Alegre - RS Jorge Weiss, Associação Gaúcha de Caça e Conservação, Porto Alegre - RS 1 Q Tenente Rodrigo Gonçalves dos Santos, Brigada Militar- Batalhão de Polícia Ambiental, Porto Alegre - RS Elson Rogerio dos Santos, Federação Catarinense de Tiro, Florianópolis - SC Ivan A. T. Tríos, Federação Catarinense de Tiro, Florianópolis - SC

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