P S C I - PROGRAMA DE SUBSTITUIÇÃO COMPETITIVA DE IMPORTAÇÕES U R U G U A I Í N D I C E

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "P S C I - PROGRAMA DE SUBSTITUIÇÃO COMPETITIVA DE IMPORTAÇÕES U R U G U A I Í N D I C E"

Transcrição

1 P S C I - PROGRAMA DE SUBSTITUIÇÃO COMPETITIVA DE IMPORTAÇÕES U R U G U A I Í N D I C E 1. ANÁLISE DO CRUZAMENTO ESTATÍSTICO ENTRE AS EXPORTAÇÕES URUGUAIAS E AS IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS, NO CONTEXTO DA INICIATIVA DE SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES (TEXTO) 2. EXPORTAÇÕES URUGUAIAS, POR PRINCIPAIS PAÍSES DE DESTINO, (PLANILHA) 3. DIREÇÃO DAS EXPORTAÇÕES URUGUAIAS, 2004 (GRÁFICO) 4. EXPORTAÇÕES URUGUAIAS, POR GRUPOS DE PRODUTOS, 2004 (PLANILHA) 5. PRINCIPAIS GRUPOS DE PRODUTOS EXPORTADOS PELO URUGUAI, 2004 (GRÁFICO) 6. EXPORTAÇÕES URUGUAIAS, POR PRINCIPAIS PRODUTOS, 2004 (PLANILHA) 7. IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS ORIGINÁRIAS DO URUGUAI, POR PRINCIPAIS PRODUTOS, (PLANILHA) 8. BRASIL: PRINCIPAIS PRODUTOS IMPORTADOS DO URUGUAI, 2005 (GRÁFICO) 9. CRUZAMENTO ENTRE AS EXPORTAÇÕES URUGUAIAS E AS IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS, POR CAPÍTULO SH, 2004 (PLANILHA) 10. OFERTA DO URUGUAI - DEZ PRINCIPAIS GRUPOS DE PRODUTOS COM POTENCIAL DE MERCADO NO BRASIL, 2004 (GRÁFICO) 11. CRUZAMENTO ENTRE AS EXPORTAÇÕES URUGUAIAS E AS IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS, SH 6, 2004, (PLANILHA) 12. PRINCIPAIS EMPRESAS BRASILEIRAS IMPORTADORAS DO URUGUAI, 2005 (PLANILHA)

2 ANÁLISE DO CRUZAMENTO ESTATÍSTICO ENTRE AS EXPORTAÇÕES URUGUAIAS E AS IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS, NO CONTEXTO DA INICIATIVA DE SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES Nos dez anos compreendidos entre 1995 e 2004, as exportações uruguaias apresentaram pouco dinamismo, passando de US$ 2,1 bilhões para US$ 2,9 bilhões. Em termos relativos, evoluíram a uma taxa média anual de 3,6%, inferior àquela calculada para a América do Sul (exclusive Brasil), que alcançou 6,4%, nesse período. Ainda em termos de desempenho relativo, cumpre notar que o índice uruguaio de expansão das exportações foi um dos menores da América do Sul, superando apenas aquele calculado para a Guiana. Desse modo, pode-se afirmar que os exportadores uruguaios não conseguiram beneficiar-se, adequadamente, das condições internacionais bastante favoráveis caracterizadas, de um lado, por aquecimento de demanda e, de outro, por elevação de preços médios de algumas commodities. No que tange à América do Sul como um todo, cumpre registrar o terceiro ano consecutivo de aumento do produto interno bruto (PIB) que, em 2005, foi de 4,3%. A despeito desse quadro, as exportações experimentaram crescimento significativo no biênio 2003/2004. Para esse desempenho concorreu, sobretudo, o expressivo aumento nas vendas de carnes, que passaram de US$ 285 milhões em 2002, para US$ 397 milhões no ano seguinte, e atingindo US$ 651 milhões em O produto, de crescente participação na pauta, foi majoritariamente destinado aos Estados Unidos da América, que absorveram 52,6% do total embarcado em Comparativamente a 2003, as exportações totais do Uruguai apresentaram o melhor desempenho no ano de 2004, quando foi verificado aumento de 32%. Quanto à direção, nota-se que, em 2004, cerca de 53% das exportações foram absorvidas pelas chamadas economias em desenvolvimento, e 47% pelos países industrializados. Ainda com relação a esse ano, foram os seguintes os cinco principais mercados de destino: EUA (US$ 576,5 milhões ou 19,8%), Brasil (US$ 522,9 milhões 17,9%), Argentina (US$ 222,7 milhões 7,6%; Alemanha (US$ 150,9 milhões 5,2%), e México (US$ 117,0 milhões 4,0%). Em conjunto, os cinco principais receptores demandaram 54,5% do total das exportações uruguaias. Regionalmente, a América do Sul respondeu por 30,9%, sendo que o MERCOSUL, isoladamente, foi destino para 27,5% das vendas do país. Com relação à posição brasileira, cumpre notar que o País tem sido, tradicionalmente, o principal consumidor de produtos uruguaios. Em 2004, entretanto, foi suplantado pelos EUA que, assim, assumiram a posição de maior mercado de destino para as vendas externas uruguaias. Para tanto, concorreu, sobretudo, a expressiva elevação na demanda estadunidense por carnes uruguaias e, também, a leve retração (2,8%) observada nas importações brasileiras originárias desse país. No que se refere à composição da pauta, verifica-se que a maior parte das exportações tem sido constituída por produtos manufaturados. Em 2004, segundo critérios da ALADI, essa categoria representou cerca de 62% do total embarcado. Os combustíveis detiveram participação de 24%, seguidos pelos alimentos e bebidas (8%), matérias-primas agrícolas (4%) e minerais e metais (2%). Conforme salientado, o principal produto de exportação do Uruguai é a carne bovina. As cotações internacionais e a magnitude da produção interna são, portanto, determinantes para o resultado final do setor exportador, haja vista o biênio 2003/2004. Nesse último ano, estimulados por uma conjuntura favorável, os embarques desse item responderam por cerca de 22,3% do total das vendas externas do país. Ainda no tocante à estrutura da pauta, cumpre fazer menção às exportações de peles e couros (8,2% de participação no total); leite e laticínios (7,0%); cereais (6,4%); lã (5,9%); combustíveis (4,4%); peixes (4,2%) e sementes e frutos oleaginosos (4,1%). O Uruguai tem destaque, como importante exportador mundial de diversos produtos, sobretudo, alimentos, sobressaindo-se: carne bovina congelada (4º maior exportador); ovinos reprodutores (6º); lã (7º); malte (8º); soja (8º); mel natural (8º); sementes de girassol (9º); arroz (10º); carne bovina fresca ou refrigerada (14º); couro de bovino e de eqüídeo (14º); e laranja (14º). Nessas condições, a evolução da produção interna de alguns desses itens, bem como de suas cotações internacionais, são determinantes para o desempenho geral da economia, e do setor exportador em particular.

3 Nos últimos dez anos, as importações brasileiras originárias desse mercado foram caracterizadas por oscilações, apresentando o melhor desempenho em 1998, quando totalizaram US$ 1,0 bilhão. Nesse período como um todo, as vendas uruguaias ao Brasil sofreram decréscimo médio da ordem de 6,9% ao ano, passando de US$ 943,8 milhões, para US$ 493,6 milhões. Vale salientar que em 2005, pelo segundo ano consecutivo, a demanda brasileira por produtos uruguaios apresentou retração. Nessas condições, o Uruguai ocupou a trigésima posição entre os fornecedores brasileiros, detendo participação equivalente a 1,5% do total, em No âmbito do MERCOSUL, ocupou a segunda posição (após a Argentina), com 7,0% do total importado. Essas reduções podem ser devidas, em parte, à diminuição na demanda brasileira por arroz e malte. No tocante à estrutura, os produtos agro-industriais têm grande peso nas exportações uruguaias ao Brasil. A pauta apresenta-se relativamente diversificada sendo que, em 2005, comportou 746 itens. Destes, os mais significativos foram malte (14,0%); garrafas de plástico (10,0%); arroz semibranqueado (6,0%); borrachas vulcanizadas (5,4%); arroz cargo (4,8%); leite integral, em pó (4,4%); outros sabões (3,6%); e carne bovina (2,1%). Destaca-se a entrada na pauta, em 2005, dos itens bombas centrífugas e milho em grão para semeadura. A exemplo das importações, as vendas brasileiras para o Uruguai apresentaram oscilações no período e, no cômputo geral, mostraram baixo dinamismo. Em termos de valores, evoluíram de US$ 810,7 milhões para US$ 849,6 milhões entre 1996 e 2005, havendo atingido seu ápice em 1998 (US$ 880,6 milhões). Em termos relativos, o crescimento médio anual observado foi de 0,5%. A despeito desse comportamento, o Brasil posiciona-se, historicamente, como importante abastecedor da demanda uruguaia. Em 2004, por exemplo, o Brasil respondeu por 17,9% das importações uruguaias, devendo, para o ano de 2005, manter posição igualmente relevante. Refletindo as oscilações dos fluxos, o saldo da balança comercial entre os dois países não apresentou tendência definida no período. Entretanto, no acumulado dos últimos dez anos, o Brasil logrou pequeno superávit, da ordem de US$ 127,3 milhões em função, sobretudo, do resultado de Neste último ano, na esteira do fortalecimento geral das vendas externas brasileiras, registrou-se saldo positivo com o Uruguai da ordem de US$ 355,9 milhões, o que significou o oitavo maior superávit com a América do Sul e o vigésimo-nono, em termos globais. Nessas condições, e à luz dos objetivos precípuos do PSCI, foi elaborado cruzamento estatístico entre a oferta exportadora uruguaia e a demanda importadora brasileira, com vistas a identificar nichos, no mercado brasileiro, para produtos uruguaios. Nesse sentido, foi selecionado um universo de produtos, em SH 6, que apresentaram maior potencial no mercado brasileiro. Foram excluídos da seleção os itens em que a participação dos países sul-americanos, nas importações brasileiras, totalizou 100%. Alguns desses produtos, embora tenham apresentado tendência crescente no que tange à demanda brasileira, não foram incluídos no presente levantamento, haja vista a situação já consolidada da América do Sul como fornecedora do Brasil. Enquadram-se, nesse caso: soja em grão; carne bovina; tratores rodoviários para semi-reboques; óleo de girassol e fígados bovinos, entre outros. Em síntese, os produtos uruguaios que apresentaram maior possibilidade de incremento em suas vendas ao Brasil, devidamente contemplados no levantamento estatístico, foram, em ordem decrescente pelo potencial de mercado: petróleo; arroz semibranqueado; partes de assentos; medicamentos; eixos de transmissão para automóveis; partes e acessórios para veículos automóveis; adubos ou fertilizantes; garrafas de plástico; chapas de polímeros; queijos; guarnições para freios; tubos de aço inoxidável; sabões; leite em pó; e malte. No lado real da economia foram contabilizadas, em 2005, empresas brasileiras importadoras do Uruguai. Esse universo, por faixas anuais de importação, apresentou a seguinte estrutura: até 1 milhão (92,3%); entre US$ 1 e US$ 10 milhões (7,5%); entre US$ 10 e US$ 50 milhões (0,3%); e acima de US$ 50 milhões (0,08%). Em termos de Unidades, o Rio Grande do Sul figurou como o principal estado importador do Uruguai, com 490 empresas registradas. Em seguida, faz-se menção a São Paulo, que registrou 358 empresas importadoras do Uruguai, em

4 Os importadores brasileiros, quando da formulação de suas estratégias microeconômicas, devem ter em conta as facilidades e os avanços promovidos no MERCOSUL, os quais, indubitavelmente contribuíram para o atual estágio do comércio bilateral. Refletindo o adensamento das relações, cumpre notar o nível em que se encontram os investimentos diretos entre os dois países. Em 2004, o Uruguai ocupou a 9ª posição entre os principais mercados de destino para os investimentos diretos brasileiros. De outra perspectiva, no que tange ao ano de 2005, situou-se na 16ª posição entre os maiores investidores estrangeiros no Brasil, com um estoque de US$ 3,0 bilhões.

5 E X P O R T A Ç Õ E S U R U G U A I A S P O R P R I N C I P A I S P A Í S E S D E D E S T I N O US$ MIL PART. DESCRIÇÃO ( % ) PART. ( % ) PART. ( % ) TOTAL GERAL ,0% ,0% ,0% TOTAL DA AMÉRICA DO SUL ,7% ,3% ,9% TOTAL DOS 25 PAÍSES SELECIONADOS ,2% ,5% ,7% ESTADOS UNIDOS ,4% ,6% ,8% BRASIL ,1% ,4% ,9% ARGENTINA ,1% ,0% ,6% ALEMANHA ,8% ,6% ,2% MÉXICO ,8% ,1% ,0% CHINA ,6% ,3% ,8% CANADÁ ,5% ,9% ,6% ESPANHA ,6% ,4% ,3% REINO UNIDO ,2% ,6% ,1% ITÁLIA ,7% ,0% ,0% CHILE ,8% ,2% ,1% PARAGUAI ,3% ,2% ,0% PAÍSES BAIXOS ,1% ,7% ,8% TAILÂNDIA ,6% ,3% ,6% IRÃ ,0% ,7% ,5% VENEZUELA ,6% ,3% ,1% FRANÇA ,0% ,9% ,1% ARÁBIA SAUDITA ,3% ,4% ,0% ISRAEL ,8% ,8% ,9% PERU ,6% ,4% ,8% PORTO RICO ,2% ,8% ,8% NORUEGA ,5% ,4% ,8% BÉLGICA ,8% ,8% ,7% RÚSSIA ,9% ,9% ,6% HONG KONG ,8% ,6% ,5% Fontes: ALADI. MDIC/SECEX/Aliceweb. Países listados em ordem decrescente, com base nos valores apresentados em Elaboração: MRE/DPR/DIC - Divisão de Informação Comercial.

6 DIREÇÃO DAS EXPORTAÇÕES URUGUAIAS OUTROS 21,5% AMÉRICA DO SUL 30,9% PAÍSES BAIXOS 1,8% ITÁLIA 3,0% REINO UNIDO 3,1% ESPANHA 3,3% CANADÁ 3,6% CHINA 3,8% MÉXICO 4,0% ALEMANHA 5,2% ESTADOS UNIDOS 19,8%

7 OUTROS 24,6% ESTADOS UNIDOS 19,8% PARAGUAI 2,0% CHILE 2,1% ITÁLIA 3,0% REINO UNIDO 3,1% ESPANHA 3,3% CANADÁ 3,6% CHINA 3,8% MÉXICO 4,0% ALEMANHA 5,2% ARGENTINA 7,6% BRASIL 17,9% Fontes: ALADI. MDIC/SECEX/Aliceweb. Elaboração: MRE/DPR/DIC - Divisão de Informação Comercial.

8 E X P O R T A Ç Õ E S U R U G U A I A S P O R G R U P O S D E P R O D U T O S (US$ MIL) SH / 2 DESCRIÇÃO PART. ( % ) 02 CARNES E MIUDEZAS, COMESTÍVEIS ,3% 41 PELES, EXCETO A PELETERIA (PELES COM PÊLO*), E COUROS ,2% 04 LEITE E LATICÍNIOS; OVOS DE AVES; MEL NATURAL ,0% 10 CEREAIS ,4% 51 LÃ, PÊLOS FINOS OU GROSSEIROS; FIOS E TECIDOS DE CRINA ,9% 27 COMBUSTÍVEIS ÓLEOS E CERAS MINERAIS ,4% 03 PEIXES E CRUSTÁCEOS, MOLUSCOS ,2% 12 SEMENTES E FRUTOS OLEAGINOSOS; GRÃOS, SEMENTES ,1% 44 MADEIRA, CARVÃO VEGETAL E OBRAS DE MADEIRA ,6% 39 PLÁSTICOS E SUAS OBRAS ,4% 11 PRODUTOS DA INDÚSTRIA DE MOAGEM; MALTE; AMIDOS E FÉCULAS ,6% 08 FRUTAS; CASCAS DE CÍTRICOS E DE MELÕES ,1% 48 PAPEL E CARTÃO; OBRAS DE PASTA DE CELULOSE, DE PAPEL OU DE CARTÃO ,7% 87 VEÍCULOS AUTOMÓVEIS, TRATORES, CICLOS E OUTROS VEÍCULOS TERRESTRES ,7% 40 BORRACHA E SUAS OBRAS ,4% 30 PRODUTOS FARMACÊUTICOS ,4% 01 ANIMAIS VIVOS ,3% 94 MÓVEIS; MOBILIÁRIO MÉDICO-CIRÚRGICO; COLCHÕES ,2% 43 PELETERIA (PELES COM PÊLO*) E SUAS OBRAS ,2% 16 PREPARAÇÕES DE CARNE, DE PEIXES OU DE CRUSTÁCEOS, DE MOLUSCOS ,2% 71 PÉROLAS NATURAIS OU CULTIVADAS, PEDRAS PRECIOSAS OU SEMIPRECIOSAS ,0% 24 FUMO (TABACO) E SEUS SUCEDÂNEOS MANUFATURADOS ,9% 05 OUTROS PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL ,9% 62 VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS, EXCETO DE MALHA ,9% 73 OBRAS DE FERRO FUNDIDO, FERRO OU AÇO ,8% 34 SABÕES, AGENTES ORGÂNICOS DE SUPERFÍCIE ,7% 15 GORDURAS E ÓLEOS ANIMAIS OU VEGETAIS ,7% 32 EXTRATOS TANANTES E TINTORIAIS; TANINOS E SEUS DERIVADOS ,6% 19 PREPARAÇÕES À BASE DE CEREAIS, FARINHAS, AMIDOS, FÉCULAS OU DE LEITE; ,6% 84 CALDEIRAS, MÁQUINAS, APARELHOS E INSTRUMENTOS MECÂNICOS ,6% 31 ADUBOS OU FERTILIZANTES ,6% 61 VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS, DE MALHA ,6% 23 RESÍDUOS E DESPERDÍCIOS DAS INDÚSTRIAS ALIMENTARES ,5%

9 SH / 2 DESCRIÇÃO PART. ( % ) 28 PRODUTOS QUÍMICOS INORGÂNICOS ,4% 85 MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELÉTRICOS ,4% 76 ALUMÍNIO E SUAS OBRAS ,3% 29 PRODUTOS QUÍMICOS ORGÂNICOS ,3% 38 PRODUTOS DIVERSOS DAS INDÚSTRIAS QUÍMICAS ,3% 25 SAL; ENXOFRE; TERRAS E PEDRAS; GESSO, CAL E CIMENTO ,3% 72 FERRO FUNDIDO, FERRO E AÇO ,3% 90 INSTRUMENTOS E APARELHOS DE ÓPTICA, FOTOGRAFIA OU CINEMATOGRAFIA ,3% 69 PRODUTOS CERÂMICOS ,2% 68 OBRAS DE PEDRA, GESSO, CIMENTO, AMIANTO, MICA ,2% 50 SEDA ,2% 89 EMBARCAÇÕES E ESTRUTURAS FLUTUANTES ,2% 21 PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS DIVERSAS ,2% 42 OBRAS DE COURO; ARTIGOS DE CORREEIRO OU DE SELEIRO ,1% 60 TECIDOS DE MALHA ,1% 22 BEBIDAS, LÍQUIDOS ALCOÓLICOS E VINAGRES ,1% 20 PREPARAÇÕES DE PRODUTOS HORTÍCOLAS, DE FRUTAS ,1% 49 LIVROS, JORNAIS, GRAVURAS E OUTROS PRODUTOS DAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS ,1% 63 OUTROS ARTEFATOS TÊXTEIS CONFECCIONADOS ,1% 58 TECIDOS ESPECIAIS; TECIDOS TUFADOS; RENDAS; TAPEÇARIAS ,1% 74 COBRE E SUAS OBRAS ,1% 70 VIDRO E SUAS OBRAS ,1% 88 AERONAVES E APARELHOS ESPACIAIS, E SUAS PARTES ,1% 64 CALÇADOS, POLAINAS E ARTEFATOS SEMELHANTES, E SUAS PARTES ,1% 55 FIBRAS SINTÉTICAS OU ARTIFICIAIS, DESCONTÍNUAS ,1% 54 FILAMENTOS SINTÉTICOS OU ARTIFICIAIS ,1% 07 PRODUTOS HORTÍCOLAS, PLANTAS, RAÍZES E TUBÉRCULOS, COMESTÍVEIS ,1% 33 ÓLEOS ESSENCIAIS E RESINÓIDES; PRODUTOS DE PERFUMARIA OU DE TOUCADOR ,0% 35 MATÉRIAS ALBUMINÓIDES; PRODUTOS À BASE DE AMIDOS OU DE FÉCULAS ,0% 52 ALGODÃO ,0% 83 OBRAS DIVERSAS DE METAIS COMUNS ,0% 47 PASTAS DE MADEIRA OU DE OUTRAS MATÉRIAS FIBROSAS CELULÓSICAS 974 0,0% 06 PLANTAS VIVAS E PRODUTOS DE FLORICULTURA 937 0,0% 96 OBRAS DIVERSAS 726 0,0% 09 CAFÉ, CHÁ, MATE E ESPECIARIAS 586 0,0% 56 PASTAS ("OUATES"), FELTROS E FALSOS TECIDOS; FIOS ESPECIAIS 566 0,0% 18 CACAU E SUAS PREPARAÇÕES 562 0,0% 97 OBJETOS DE ARTE, DE COLEÇÃO E ANTIGÜIDADES 486 0,0% 59 TECIDOS IMPREGNADOS, REVESTIDOS, RECOBERTOS OU ESTRATIFICADOS 402 0,0% 82 FERRAMENTAS, ARTEFATOS DE CUTELARIA E TALHERES, DE METAIS COMUNS 337 0,0% 95 BRINQUEDOS, JOGOS, ARTIGOS PARA DIVERTIMENTO OU PARA ESPORTE 327 0,0%

10 SH / 2 DESCRIÇÃO PART. ( % ) 17 AÇÚCARES E PRODUTOS DE CONFEITARIA 280 0,0% 65 CHAPÉUS E ARTEFATOS DE USO SEMELHANTE, E SUAS PARTES 247 0,0% 66 GUARDA-CHUVAS, SOMBRINHAS, GUARDA-SÓIS, BENGALAS 218 0,0% 13 GOMAS, RESINAS E OUTROS SUCOS E EXTRATOS VEGETAIS 198 0,0% 37 PRODUTOS PARA FOTOGRAFIA E CINEMATOGRAFIA 157 0,0% 86 VEÍCULOS E MATERIAL PARA VIAS FÉRREAS OU SEMELHANTES 151 0,0% 57 TAPETES E OUTROS REVESTIMENTOS PARA PAVIMENTOS, DE MATÉRIAS TÊXTEIS 147 0,0% 79 ZINCO E SUAS OBRAS 133 0,0% 53 OUTRAS FIBRAS TÊXTEIS VEGETAIS; FIOS DE PAPEL E TECIDOS DE FIOS DE PAPEL 80 0,0% 92 INSTRUMENTOS MUSICAIS; SUAS PARTES E ACESSÓRIOS 57 0,0% 91 APARELHOS DE RELOJOARIA E SUAS PARTES 48 0,0% 80 ESTANHO E SUAS OBRAS 18 0,0% TOTAL ,0% Fonte : UNCTAD/ITC/Trademap. Grupos de produtos listados em ordem decrescente de valor. Elaboração: MRE/DPR/DIC - Divisão de Informação Comercial.

11 PRINCIPAIS GRUPOS DE PRODUTOS EXPORTADOS PELO URUGUAI OUTROS 25,7% CARNES 22,3% FRUTAS 2,1% PRODS. DA IND. DE MOAGEM 2,6% PLÁSTICOS 3,4% PELES E COUROS 8,2% MADEIRA 3,6% SEMENTES E FRUTOS OLEAGINOSOS 4,1% PEIXES 4,2% COMBUSTÍVEIS 4,4% LÃ 5,9% CEREAIS 6,4% LEITE E LATICÍNIOS 7,0% Fonte : UNCTAD/ITC/Trademap. Elaboração: MRE/DPR/DIC - Divisão de Informação Comercial.

12 E X P O R T A Ç Õ E S U R U G U A I A S P O R P R I N C I P A I S P R O D U T O S (US$ MIL) SH / 6 DESCRIÇÃO PART ( % ) NO TOTAL PART. ( % ) DA AMÉRICA DO SUL TOTAL GERAL ,0% 30,9% TOTAL DOS 75 ITENS SELECIONADOS ,0% CARNES DE BOVINO, DESOSSADAS, CONGELADAS ,6% 1,0% OUTROS COUROS E PELES, DE BOVINOS E EQUÍDEOS, PLENA FLOR E PLENA FLOR DIVIDIDA ,8% 7,0% CARNES DE BOVINO, DESOSSADAS, FRESCAS OU REFRIGERADAS ,8% 14,0% ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS, EXCETO ÓLEOS BRUTOS, E PREPARAÇÕES ,4% 27,0% ARROZ SEMIBRANQUEADO OU BRANQUEADO, MESMO POLIDO OU BRUNIDO (GLACEADO) ,1% 71,0% OUTRA LÃ PENTEADA ,7% 6,0% SOJA, MESMO TRITURADA ,8% 10,0% MALTE NÃO TORRADO ,5% 98,0% OUTROS QUEIJOS ,9% 19,0% OUTRAS MADEIRAS EM BRUTO ,9% 0,0% GARRAFÕES, GARRAFAS, FRASCOS, ARTIGOS SEMELHANTES, DE PLÁSTICOS ,7% 97,0% LEITE EM PÓ, GRÂNULOS OU OUTRAS FORMAS SÓLIDAS, C/ TEOR, EM PESO, DE MATÉRIAS GORDAS SUP. A 1,5% ,7% 78,0% FILÉS DE PEIXES, CONGELADOS ,5% 1,0% OUTROS PEIXES, CONGELADOS, EXCETO FÍGADO, OVAS, SÊMEN ,4% 4,0% ARROZ ("CARGO" OU CASTANHO), DESCASCADO ,2% 91,0% SEMENTES DE GIRASSOL, MESMO TRITURADAS ,1% 17,0% MADEIRA DE NÃO CONÍFERAS, EM ESTILHAS OU EM PARTÍCULAS ,1% 0,0% MEL NATURAL ,0% 0,0% PARTES DE ASSENTOS ,0% 7,0% OVINOS VIVOS ,9% 0,0% LARANJAS FRESCAS OU SECAS ,9% 1,0% PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS E CONSERVAS, DE BOVINOS ,9% 5,0% PAPEL E CARTÃO PARA ESCREVER, IMPRIMIR, REVESTIDOS DE CAULIM, DE PESO =< 150G/M ,9% 97,0% OUTROS COUROS E PELES, DE BOVINOS OU EQUÍDEOS, CURTIDOS OU RECURTIDOS ,9% 7,0% OURO EM OUTRAS FORMAS BRUTAS, PARA USOS NÃO MONETÁRIOS ,8% 0,0% OUTROS MEDICAMENTOS CONTENDO PRODUTOS MISTURADOS, P/FINS TERAPÊUTICOS OU PROFILÁTICOS ,8% 44,0% CIGARROS CONTENDO FUMO ,8% 80,0% VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS, DE PELETERIA ,8% 2,0% TANGERINAS, MANDARINAS; CLEMENTINAS "WILKINGS" E OUTROS CÍTRICOS HÍBRIDOS E SEMELHANTES ,8% 0,0% TECIDOS CONTENDO => 85% EM PESO DE LÃ PENTEADA OU DE PÊLOS FINOS PENTEADOS, DE PESO =< 200G/M ,8% 26,0% CARNES DE OVINO, DESOSSADAS, CONGELADAS ,7% 2,0% TRIPAS, BEXIGAS E ESTÔMAGOS DE ANIMAIS, EXCETO PEIXES ,7% 4,0% LEITE E CREME DE LEITE, NÃO CONCENTRADOS, NÃO ADOCICADOS ,7% 31,0%

13 SH / 6 DESCRIÇÃO PART ( % ) NO TOTAL PART. ( % ) DA AMÉRICA DO SUL BORRACHA, NÃO VULCANIZADA, ADICIONADA DE NEGRO DE FUMO OU DE SÍLICA ,7% 86,0% AGENTES ORGÂNICOS DE SUPERFÍCIE, ANIÔNICOS, MESMO ACONDICIONADOS PARA VENDA A RETALHO ,6% 100,0% LEITE EM PÓ, GRÂNULOS OU OUTRAS FORMAS SÓLIDAS, CONCENTRADOS OU ADOCICADOS ,6% 34,0% OUTRAS BORRACHAS MISTURADAS, NÃO VULCANIZADAS, EM FORMAS PRIMÁRIAS ,6% 100,0% ARROZ ("PADDY") COM CASCA ,6% 99,0% OUTRAS PARTES E ACESSÓRIOS, PARA VEÍCULOS AUTOMÓVEIS DAS POSIÇÕES 8701 A ,6% 96,0% MANTEIGA ,6% 15,0% EIXOS DE TRANSMISSÃO COM DIFERENCIAL, PARA VEÍCULOS AUTOMÓVEIS ,5% 100,0% GORDURAS DE ANIMAIS DAS ESPÉCIES BOVINA, OVINA OU CAPRINA, EXCETO AS DA POSIÇÃO ,5% 56,0% OUTRAS PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS DE FARINHAS, SÊMOLAS, AMIDOS, FÉCULAS ,5% 14,0% ADUBOS OU FERTILIZANTES CONTENDO NITROGÊNIO, FÓSFORO E POTÁSSIO ,4% 100,0% MERLUZAS E ABRÓTEAS, CONGELADAS, EXCETO FÍGADO, OVAS, SÊMEN ,4% 1,0% OUTROS TUBOS DE AÇOS INOXIDÁVEIS, SOLDADOS, DE SEÇÃO CIRCULAR ,4% 74,0% CARNES DE CAVALO, ASININO E MUAR, FRESCAS, REFRIGERADAS OU CONGELADAS ,4% 0,0% OUTRAS MADEIRAS, SERRADAS, CORTADAS EM FOLHAS OU DESENROLADAS, DE ESPESSURA > 6MM ,3% 0,0% SULFATO DE CROMO ,3% 59,0% LÃ DE TOSQUIA SUJA, INCLUÍDA A LÃ LAVADA A DORSO, NÃO CARDADA NEM PENTEADA ,3% 1,0% PELETERIA CURTIDA OU ACABADA DE OUTROS ANIMAIS, INTEIRA, NÃO REUNIDA ,3% 3,0% OUTROS BOVINOS VIVOS ,3% 7,0% CHAPAS, FOLHAS, PELÍCULAS, TIRAS E LÂMINAS DE POLÍMEROS DE ETILENO, SEM SUPORTE ,3% 70,0% MADEIRA DE CONÍFERAS, SERRADA, CORTADA EM FOLHAS OU DESENROLADA, DE ESPESSURA > 6MM ,3% 14,0% ARROZ QUEBRADO (TRINCA DE ARROZ) ,3% 17,0% CHAPAS, FOLHAS, TIRAS, FITAS, PELÍCULAS, DE POLÍMEROS DE CLORETO DE VINILA, FLEXÍVEIS ,3% 72,0% FARINHAS, PÓS E "PELLETS" DE CARNES OU DE MIUDEZAS, IMPRÓPRIOS P/ ALIMENTAÇÃO HUMANA ,3% 0,0% OUTROS TUBOS, SOLDADOS, DE SEÇÃO CIRCULAR, DE FERRO OU DE AÇO NÃO LIGADOS ,3% 76,0% CARANGUEJOS CONGELADOS ,3% 0,0% ABSORVENTES E TAMPÕES HIGIÊNICOS, FRALDAS E ARTIGOS HIGIÊNICOS SEMELHANTES, DE PAPEL ,2% 100,0% OUTROS TECIDOS CONTENDO => 85% EM PESO DE LÃ PENTEADA OU DE PÊLOS FINOS PENTEADOS ,2% 16,0% COUROS E PELES, DE BOVINOS, PRÉ-CURTIDOS DE OUTRO MODO ,2% 8,0% OUTROS TIPOS DE CIMENTO "PORTLAND" ,2% 100,0% OUTRAS LÃS, DESENGORDURADAS, NÃO CARBONIZADAS, NÃO CARDADAS NEM PENTEADAS ,2% 6,0% OUTROS ARTIGOS DE TRANSPORTE OU DE EMBALAGEM, DE PLÁSTICOS ,2% 100,0% GUARNIÇÕES P/ FREIOS À BASE DE AMIANTO OU DE OUTRAS MATÉRIAS MINERAIS OU DE CELULOSE ,2% 23,0% OUTROS TECIDOS DE SEDA E SEUS DESPERDÍCIOS ,2% 28,0% MANTÔS, IMPERMEÁVEIS, CAPAS E SEMELHANTES, DE LÃ OU DE PÊLOS FINOS, DE USO FEMININO ,2% 43,0% SUÉTERES, PULÔVERES, COLETES E ARTIGOS SEMELHANTES, DE MALHA, DE LÃ OU PÊLOS FINOS ,2% 10,0% OUTRAS CARNES DE OVINO, NÃO DESOSSADAS, CONGELADAS ,2% 95,0% PAPEL E CARTÃO, DE PESO => 40G/M2 E =< 150G/M2, SEM FIBRAS OBTIDAS POR PROCESSO MECÂNICO ,2% 78,0% OUTROS PEIXES FRESCOS OU REFRIGERADOS, EXCETO FÍGADO, OVAS, SÊMEN ,2% 55,0% OUTRAS EMBARCAÇÕES P/ O TRANSPORTE DE MERCADORIAS OU DE PESSOAS E DE MERCADORIAS ,2% 5,0% LIMÕES E LIMAS, FRESCOS OU SECOS ,2% 2,0% OUTROS POLÍMEROS DE ESTIRENO, EM FORMAS PRIMÁRIAS ,2% 99,0% Fonte : UNCTAD/ITC/Trademap. Produtos listados em ordem decrescente de valor. Elaboração: MRE/DPR/DIC - Divisão de Informação Comercial.

14 I M P O R T A Ç Õ E S B R A S I L E I R A S O R I G I N Á R I A S D O U R U G U A I, P O R P R I N C I P A I S P R O D U T O S (US$ MIL) SH / 6 DESCRIÇÃO PART. (%) PART (%) PART. (%) TOTAL GERAL ,0% ,0% ,0% TOTAL DOS 75 ITENS SELECIONADOS ,4% ,5% ,3% MALTE NAO TORRADO,INTEIRO OU PARTIDO ,5% ,9% ,0% GARRAFOES,GARRAFAS,FRASCOS,ARTIGOS SEMELHS.DE PLASTICOS ,5% ,1% ,0% ARROZ SEMIBRANQUEADO,ETC.N/PARBOILIZADO,POLIDO,BRUNIDO ,4% ,7% ,0% OUTS.BORRACHAS VULCAN.C/NEGRO FUMO/SILICA,EM CHAPAS,ETC ,4% ,3% ,4% ARROZ ("CARGO" OU CASTANHO),DESCASCADO,NAO PARBOILIZADO ,4% ,3% ,8% LEITE INTEGRAL,EM PO,MATERIA GORDA>1.5%,CONCENTR.N/ADOC ,9% ,1% ,4% OUTROS AGENTES ORGANICOS DE SUPERFICIE,ANIONICOS ,9% ,5% ,6% CARNES DESOSSADAS DE BOVINO,FRESCAS OU REFRIGERADAS ,0% ,8% ,1% OUTRAS PECAS NAO DESOSSADAS DE OVINO,CONGELADAS ,8% ,9% ,9% MISTURAS UTIL.MATERIA BASICA P/INDS.ALIMENTAR/DE BEBIDA ,5% ,0% ,9% OUTROS TUBOS DE ACOS INOX.SOLD.SEC.CIRC ,6% ,0% ,3% OUTS.BORRACHAS MISTURADAS,N/VULCAN.EM FORMAS PRIMARIAS ,4% ,7% ,2% CIMENTOS "PORTLAND",COMUNS ,5% ,0% ,2% OUTS.PAPEIS/CARTOES P/ESCRITA,ETC.FIBRA MECAN<=10% ,5% ,2% ,2% SULFATO DE CROMO 381 0,1% ,5% ,0% OUTROS TUBOS DE FERRO/ACO N/LIG.SOLD.SEC.CIRC ,7% ,7% ,0% OUTRAS PARTES E ACESS.P/TRATORES E VEICULOS AUTOMOVEIS ,6% ,9% ,0% TECIDO DE LA/PELOS FINOS,PENTEAD.(CONT>=85%),P<=200G/M ,6% ,7% ,0% POLIPROPILENO COM CARGA,EM FORMA PRIMARIA 0 0,0% ,5% ,0% OUTS.ARTIGOS DE TRANSPORTE OU DE EMBALAGEM,DE PLASTICOS ,4% ,6% ,0% OUTROS TIPOS DE ARROZ SEMIBRANQUEADO,ETC.N/PARBOILIZADO ,4% ,1% ,9% LEITE EM PO,MAT.GORDA<=1,5%,ARSENIO<5PPM,CONCENTR.ADOC ,3% ,7% ,9% OUTS.CHAPAS DE POLIM.CLORETO VINILA,PLAST>=6% ,5% ,5% ,8% OUTRAS PREPARACOES PARA ELABORACAO DE BEBIDAS ,5% ,7% ,8% PIGMENTOS E SUAS PREPARACOES ,6% ,7% ,8% FARINHA DE TRIGO ,4% ,4% ,8% CARNES DESOSSADAS DE BOVINO,CONGELADAS ,5% ,5% ,7% OUTRAS GASOLINAS ,0% 432 0,1% ,6% OUTROS TIPOS DE ARROZ SEMIBRANQUEADO,ETC.PARBOILIZADO 222 0,0% ,5% ,6% OUTRAS PECAS NAO DESOSSADAS DE BOVINO,FRESCAS OU REFRIG 431 0,1% ,3% ,6% TRIGO (EXC.TRIGO DURO OU P/SEMEADURA),E TRIGO C/CENTEIO 852 0,2% 0 0,0% ,6% OUTRAS NAFTAS ,5% ,6% ,6%

15 SH / 6 DESCRIÇÃO PART. (%) PART (%) PART. (%) ESQUALOS CONGELADOS,EXC.FILES,OUTRAS CARNES,FIGADOS,ETC ,3% 999 0,2% ,5% ARROZ SEMIBRANQUEADO,ETC.PARBOILIZADO,POLIDO OU BRUNIDO ,4% ,6% ,5% OUTS.PAPEIS P/ESCRITA,ETC.FIBRA<=10%,EM ROLOS ,6% ,5% ,5% CEVADA CERVEJEIRA 0 0,0% ,9% ,4% OUTRAS TOXINAS,CULTURAS DE MICROORGANISMOS,P/SAUDE ANIM ,2% 744 0,1% ,4% QUEIJOS CONT.36%<=TEOR DE UMIDADE<46%,(MASSA SEMIDURA) ,5% ,4% ,4% OUTRAS SONDAS,CATETERES E CANULAS ,4% ,5% ,4% OUTROS LIVROS,BROCHURAS E IMPRESSOS SEMELHANTES ,6% ,3% ,4% OUTROS CONDIMENTOS E TEMPEROS,COMPOSTOS ,2% ,3% ,4% OUTS.MEDICAMENTOS C/PRODS.POS.2930 A 2932,ETC.EM DOSES ,3% ,3% ,4% LAMIN.FERRO/ACO,L>=6DM,PINTADOS OU ENVERNIZADOS 0 0,0% ,3% ,4% OUTROS PERFIS DE LIGAS DE ALUMINIO ,2% ,3% ,4% MILHO EM GRAO,EXCETO PARA SEMEADURA 0 0,0% 0 0,0% ,4% SORO DE LEITE,MODIFICADO OU NAO,MESMO CONCENTRADO,ADOC ,3% ,6% ,3% PASTA QUIM.MADEIRA DE CONIFERA,A SODA/SULFAT.SEMI/BRANQ 0 0,0% ,3% ,3% OUTRAS PREPARACOES E CONSERVAS,DE OUTRAS PEIXES 953 0,2% ,2% ,3% OUTS.PAPEIS/CARTOES FIBRA PROC.MEC<=10%,40<=P<=150G/M ,1% ,2% ,3% MAQUINAS DE IMPRESSAO DE JATO DE TINTA 0 0,0% ,3% ,3% OUTROS POLIMEROS DE ESTIRENO,EM FORMAS PRIMARIAS 515 0,1% ,3% ,3% OUTROS AGENTES DE APRESTO/ACABAMENTO,ETC.P/IND.DO COURO 891 0,2% 927 0,2% ,3% ARROZ ("PADDY") COM CASCA,NAO PARBOILIZADO (N/ESTUFADO) ,0% ,3% ,3% OUTRAS PECAS NAO DESOSSADAS DE BOVINO,CONGELADAS 167 0,0% 657 0,1% ,2% MEDICAMENTO CONTENDO VITAMINA A1 (RETINOL),ETC.EM DOSES 71 0,0% 753 0,1% ,2% EDEDROES,ALMOFADAS,PUFES,TRAVESSEIROS E ARTIGOS SEMELH. 13 0,0% 54 0,0% ,2% SEBO BOVINO,FUNDIDO ,2% 361 0,1% ,2% OUTROS ASSENTOS ,2% ,2% ,2% PELES EM BRUTO,DE OVINOS,COM LA 860 0,2% 775 0,1% ,2% OUTS.TECIDOS DE LA/PELOS FINOS,CARDADOS (CONTEUDO>=85%) 386 0,1% 662 0,1% ,2% MANTOS,IMPERMEAVS.ETC.DE LA OU PELOS FINOS,USO FEMININO 262 0,0% 657 0,1% ,2% OUTS.PIGMENTOS DISPERS.MEIOS N/AQUOSOS,EST.LIQUIDO,ETC ,1% 740 0,1% 983 0,2% CARNES DESOSSADAS DE OVINO,CONGELADAS 346 0,1% 348 0,1% 978 0,2% FRALDAS DE PAPEL 244 0,0% 459 0,1% 966 0,2% OUTROS MEDICAM.CONT.PRODS.P/FINS TERAPEUTICOS,ETC.DOSES ,3% 733 0,1% 947 0,2% OUTRAS BOMBAS CENTRIFUGAS 0 0,0% 0 0,0% 936 0,2% LANOLINA 679 0,1% 919 0,2% 930 0,2% OUTS.VINHOS,MOSTOS DE UVAS,FERM.IMPED.ALCOOL,RECIPS<=2L ,3% ,2% 924 0,2% OUTRAS RESINAS FENOLICAS EM FORMAS PRIMARIAS 177 0,0% 523 0,1% 919 0,2% MACAS FRESCAS 155 0,0% 136 0,0% 912 0,2% OLEATO DE MANITOL 445 0,1% 616 0,1% 901 0,2% DESPERDICIOS E RESIDUOS,DE ALUMINIO 269 0,1% 700 0,1% 886 0,2% MEDICAMENTO C/OUTS.COMPOST.HETEROCICL.ETC.EXC.EM DOSES ,2% 926 0,2% 884 0,2% ROLHAS,OUTS.TAMPAS E ACESS.P/EMBALAGEM,DE METAIS COMUNS 108 0,0% 683 0,1% 883 0,2% PNEUS RECAUCHUTADOS,DE AUTOMOVEIS DE PASSAG ,2% ,3% 873 0,2% Fonte : MDIC/SECEX/Aliceweb. Elaboração: MRE/DPR/DIC - Divisão de Informação Comercial. Produtos listados em ordem decrescente, com base nos valores do ano de 2005.

16 OUTROS BRASIL : PRINCIPAIS PRODUTOS IMPORTADOS DO URUGUAI (US$ milhões) MISTURAS P/ IND. ALIMENTÍCIA CARNE DE OVINO CARNE BOVINA SABÕES LEITE INTEGRAL,EM PO ARROZ ("CARGO" OU CASTANHO) BORRACHAS VULCANIZADAS ARROZ SEMIBRANQUEADO GARRAFAS DE PLASTICO MALTE Fonte : MDIC/SECEX/Aliceweb. Elaboração: MRE/DPR/DIC - Divisão de Informação Comercial.

17 CRUZAMENTO ESTATÍSTICO ENTRE AS EXPORTAÇÕES URUGUAIAS E AS IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS, POR CAPÍTULO SH EXAME DAS POSSIBILIDADES PARA DIVERSIFICAÇÃO DE FONTES DE SUPRIMENTO VALORES EM US$ MIL REFERENTES AO ANO DE 2004 CÓDIGO SH DESCRIÇÃO EXPORTAÇÕES TOTAIS DO URUGUAI EXPORTAÇÕES URUGUAIAS AO BRASIL IMPORTAÇÕES TOTAIS DO BRASIL POTENCIAL EFETIVO DE MERCADO TOTAL GERAL DAS EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES PELES, EXCETO A PELETERIA (PELES COM PÊLO*), E COUROS SEMENTES E FRUTOS OLEAGINOSOS; GRÃOS PEIXES E CRUSTÁCEOS, MOLUSCOS COMBUSTÍVEIS, ÓLEOS E CERAS MINERAIS MADEIRA, CARVÃO VEGETAL E OBRAS DE MADEIRA LEITE E LATICÍNIOS; OVOS DE AVES; MEL NATURAL CEREAIS CARNES E MIUDEZAS, COMESTÍVEIS FRUTAS; CASCAS DE CÍTRICOS E DE MELÕES PLÁSTICOS E SUAS OBRAS VEÍCULOS AUTOMÓVEIS, TRATORES, CICLOS PAPEL E CARTÃO; OBRAS DE PASTA DE CELULOSE, DE PAPEL OU DE CARTÃO MÓVEIS; MOBILIÁRIO MÉDICO-CIRÚRGICO; COLCHÕES PRODUTOS FARMACÊUTICOS PÉROLAS NATURAIS OU CULTIVADAS, PEDRAS PRECIOSAS OU SEMIPRECIOSAS OUTROS PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS, EXCETO DE MALHA FUMO (TABACO) E SEUS SUCEDÂNEOS MANUFATURADOS GORDURAS E ÓLEOS ANIMAIS OU VEGETAIS VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS, DE MALHA ADUBOS OU FERTILIZANTES PREPARAÇÕES À BASE DE CEREAIS, FARINHAS, AMIDOS, FÉCULAS RESÍDUOS E DESPERDÍCIOS DAS INDÚSTRIAS ALIMENTARES CALDEIRAS, MÁQUINAS, APARELHOS E INSTRUMENTOS MECÂNICOS OBRAS DE FERRO FUNDIDO, FERRO OU AÇO PREPARAÇÕES DE CARNE, DE PEIXES OU DE CRUSTÁCEOS, DE MOLUSCOS EXTRATOS TANANTES E TINTORIAIS; TANINOS E SEUS DERIVADOS MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELÉTRICOS PRODUTOS QUÍMICOS ORGÂNICOS PRODUTOS QUÍMICOS INORGÂNICOS ALUMÍNIO E SUAS OBRAS SABÕES BORRACHA E SUAS OBRAS PRODUTOS CERÂMICOS

18 CÓDIGO SH DESCRIÇÃO EXPORTAÇÕES TOTAIS DO URUGUAI EXPORTAÇÕES URUGUAIAS AO BRASIL IMPORTAÇÕES TOTAIS DO BRASIL POTENCIAL EFETIVO DE MERCADO 38 PRODUTOS DIVERSOS DAS INDÚSTRIAS QUÍMICAS OBRAS DE PEDRA, GESSO, CIMENTO, AMIANTO, MICA OU DE MATÉRIAS SEMELHANTES ANIMAIS VIVOS LÃ, PÊLOS FINOS OU GROSSEIROS; FIOS E TECIDOS DE CRINA INSTRUMENTOS E APARELHOS DE ÓPTICA, FOTOGRAFIA OU CINEMATOGRAFIA EMBARCAÇÕES E ESTRUTURAS FLUTUANTES FERRO FUNDIDO, FERRO E AÇO OBRAS DE COURO; ARTIGOS DE CORREEIRO OU DE SELEIRO PRODUTOS DA INDÚSTRIA DE MOAGEM; MALTE; AMIDOS E FÉCULAS PREPARAÇÕES DE PRODUTOS HORTÍCOLAS, DE FRUTAS SEDA PREPARAÇÕES ALIMENTÍCIAS DIVERSAS SAL; ENXOFRE; TERRAS E PEDRAS; GESSO, CAL E CIMENTO TECIDOS ESPECIAIS; TECIDOS TUFADOS; RENDAS; TAPEÇARIAS OUTROS ARTEFATOS TÊXTEIS CONFECCIONADOS COBRE E SUAS OBRAS VIDRO E SUAS OBRAS BEBIDAS, LÍQUIDOS ALCOÓLICOS E VINAGRES TECIDOS DE MALHA AERONAVES E APARELHOS ESPACIAIS, E SUAS PARTES CALÇADOS, POLAINAS E ARTEFATOS SEMELHANTES, E SUAS PARTES LIVROS, JORNAIS, GRAVURAS E OUTROS PRODUTOS DAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS ÓLEOS ESSENCIAIS E RESINÓIDES; PRODUTOS DE PERFUMARIA MATÉRIAS ALBUMINÓIDES; PRODUTOS À BASE DE AMIDOS OU DE FÉCULAS ALGODÃO PRODUTOS HORTÍCOLAS, PLANTAS, RAÍZES E TUBÉRCULOS, COMESTÍVEIS FIBRAS SINTÉTICAS OU ARTIFICIAIS, DESCONTÍNUAS PLANTAS VIVAS E PRODUTOS DE FLORICULTURA OBRAS DIVERSAS CAFÉ, CHÁ, MATE E ESPECIARIAS PASTAS ("OUATES"), FELTROS E FALSOS TECIDOS; FIOS ESPECIAIS OBJETOS DE ARTE, DE COLEÇÃO E ANTIGÜIDADES CACAU E SUAS PREPARAÇÕES PASTAS DE MADEIRA OU DE OUTRAS MATÉRIAS FIBROSAS CELULÓSICAS TECIDOS IMPREGNADOS, REVESTIDOS, RECOBERTOS OU ESTRATIFICADOS FERRAMENTAS, ARTEFATOS DE CUTELARIA E TALHERES Fontes : UNCTAD/ITC/Trademap. MDIC/SECEX/Aliceweb. Grupos de produtos listados em ordem decrescente, com base nos valores apresentados no potencial de mercado. Elaboração: MRE/DPR/DIC - Divisão de Informação Comercial.

19 OFERTA DO URUGUAI - DEZ PRINCIPAIS GRUPOS DE PRODUTOS COM POTENCIAL DE MERCADO NO BRASIL (US$ milhões) PELES E COUROS SEMENTES/FRUTOS OLEAGINOSOS PEIXES COMBUSTÍVEIS MADEIRA LEITE CEREAIS CARNES FRUTAS PLÁSTICOS Fontes : UNCTAD/ITC/Trademap. MDIC/SECEX/Aliceweb. Elaboração: MRE/DPR/DIC - Divisão de Informação Comercial.

20 CRUZAMENTO ESTATÍSTICO ENTRE AS EXPORTAÇÕES URUGUAIAS E AS IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS EXAME DAS POSSIBILIDADES PARA DIVERSIFICAÇÃO DE FONTES DE SUPRIMENTO VALORES EM US$ MIL REFERENTES AO ANO DE 2004 CÓDIGO SH DESCRIÇÃO EXPORTAÇÕES TOTAIS DO URUGUAI EXPORTAÇÕES URUGUAIAS AO BRASIL IMPORTAÇÕES TOTAIS DO BRASIL IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS DA AMÉRICA DO SUL PART. DA AMÉRICA DO SUL NAS IMPORT. TOTAIS DO BRASIL POTENCIAL EFETIVO DE MERCADO TOTAL GERAL DAS EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES ,8% TOTAL DOS 100 ITENS SELECIONADOS ,5% ÓLEOS DE PETRÓLEO OU DE MINERAIS BETUMINOSOS, EXCETO ÓLEOS BRUTOS ,6% ARROZ SEMIBRANQUEADO OU BRANQUEADO, MESMO POLIDO OU BRUNIDO ,7% PARTES DE ASSENTOS ,7% OUTROS MEDICAMENTOS CONTENDO PRODS MISTURADOS, FINS TERAPÊUTICOS ,5% TRIPAS, BEXIGAS E ESTÔMAGOS DE ANIMAL ,3% EIXOS DE TRANSMISSÃO COM DIFERENCIAL, P/ VEÍCULOS AUTOMÓVEIS ,6% OUTRAS PARTES E ACESSÓRIOS, PARA VEÍCULOS AUTOMÓVEIS ,0% OUTRAS PREPS ALIMENTÍCIAS DE FARINHAS, SÊMOLAS, AMIDOS, FÉCULAS ,0% ADUBOS OU FERTILIZANTES CONTENDO NITROGÊNIO, FÓSFORO E POTÁSSIO ,6% GARRAFÕES, GARRAFAS, FRASCOS, ARTIGOS SEMELHANTES, DE PLÁSTICOS ,3% CHAPAS, FOLHAS, PELÍCULAS, TIRAS E LÂMINAS DE POLÍMEROS DE ETILENO ,9% OUTROS QUEIJOS ,4% GUARNIÇÕES P/FREIOS À BASE DE AMIANTO OU DE OUTRAS MATÉRIAS MINERAIS ,4% OUTROS TUBOS DE AÇOS INOXIDÁVEIS, SOLDADOS, DE SEÇÃO CIRCULAR ,2% AGENTES ORGÂNICOS DE SUPERFÍCIE, ANIÔNICOS ,4% OUTROS PEIXES, CONGELADOS ,6% LEITE EM PÓ, GRÂNULOS OU OUTRAS FORMAS SÓLIDAS ,2% ABSORVENTES E TAMPÕES HIGIÊNICOS, FRALDAS E ARTIGOS SEMELHANTES ,6% TINTAS, VERNIZES E SOLUÇÕES DE OUTROS POLÍMEROS SINTÉTICOS ,4% MALTE NÃO TORRADO ,2% SUPERFOSFATOS ,1% PREPS QUÍMICAS CONTRACEPTIVAS À BASE DE HORMÔNIOS/ESPERMICIDAS ,3% OUTRAS MADEIRAS, SERRADAS, CORTADAS EM FOLHAS OU DESENROLADAS ,9% OUTROS TUBOS, SOLDADOS, DE FERRO OU DE AÇO NÃO LIGADOS ,0% OUTROS POLÍMEROS DE ESTIRENO, EM FORMAS PRIMÁRIAS ,8% OUTRAS BORRACHAS MISTURADAS, NÃO VULCANIZADAS ,2% OUTRAS PREPARAÇÕES PARA ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS ,8% OUTROS ARTIGOS DE TRANSPORTE OU DE EMBALAGEM, DE PLÁSTICOS ,5% SUÉTERES, PULÔVERES, COLETES E ARTIGOS SEMELHANTES, DE MALHA ,0% OUTROS PAPÉIS, CARTÕES, PASTA DE CELULOSE ,2% OUTRAS VITAMINAS E SEUS DERIVADOS ,1% FUNGICIDAS ,6% ÂMBAR-CINZENTO, CASTÓREO, ALGÁLIA E ALMÍSCAR; BÍLIS, MESMO SECA ,0% 2.801

Gênero do NCM. 03 - Peixes, Crustaceos, Moluscos e outros invertebrados Aquaticos

Gênero do NCM. 03 - Peixes, Crustaceos, Moluscos e outros invertebrados Aquaticos 01 - Animais Vivos Gênero do NCM 02 - Carnes e miudezas 03 - Peixes, Crustaceos, Moluscos e outros invertebrados Aquaticos 04 - Produtos Comestiveis de origem animal 05 - Outros Produtos de Origem Animal

Leia mais

TEXTO PARA DISCUSSÃO N o 991

TEXTO PARA DISCUSSÃO N o 991 ISSN 1415-4765 TEXTO PARA DISCUSSÃO N o 991 A FORMAÇÃO DA ALCA E SEU IMPACTO NO POTENCIAL EXPORTADOR BRASILEIRO PARA OS MERCADOS DOS ESTADOS UNIDOS E DO CANADÁ João Alberto De Negri Jorge Saba Arbache

Leia mais

CONCENTRAÇÃO DA PAUTA COMERCIAL DO BRASIL COM AS ECONOMIAS DA CHINA E DO JAPÃO 1

CONCENTRAÇÃO DA PAUTA COMERCIAL DO BRASIL COM AS ECONOMIAS DA CHINA E DO JAPÃO 1 CONCENTRAÇÃO DA PAUTA COMERCIAL DO BRASIL COM AS ECONOMIAS DA CHINA E DO JAPÃO 1 Silvio Miyazaki 2 1 - INTRODUÇÃO 1 2 A busca de mercados externos alternativos aos tradicionais - Estados Unidos, Europa

Leia mais

Valor das Importações e das Exportações, nos Açores, por ano

Valor das Importações e das Exportações, nos Açores, por ano Q.10.01 - Resultados Globais, por ano Unidade: 1 000 Euros 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Importações (CIF) 34 490 773 37 505 656 43 257 180 44 093 881 42 466 265 41 753 699 45

Leia mais

Principais exportações para o Brasil de produtos agrícolas, florestais e das pescas (média 2004-2008)

Principais exportações para o Brasil de produtos agrícolas, florestais e das pescas (média 2004-2008) Principais exportações para o Brasil de produtos agrícolas, florestais e das pescas (média 2004-2008) 70 000 62 207 60 000 valores em milhares de euros 50 000 40 000 30 000 20 000 21 786 17 825 8 620 10

Leia mais

PORTUGAL GREECE Trade Balance

PORTUGAL GREECE Trade Balance PORTUGAL GREECE Trade Balance March 2013 TRADE BALANCE PORTUGAL GREECE IMPORTS (CIF) Annual Variation % EXPORTS (FOB) Annual Variation % 10³ Euros BALANCE 2003 81.998 121.881 39.883 2004 76.487-6,72 126.685

Leia mais

Principais exportações para São Tomé e Príncipe de produtos agrícolas, florestais e das pescas (média 2004-2008)

Principais exportações para São Tomé e Príncipe de produtos agrícolas, florestais e das pescas (média 2004-2008) Principais exportações para São Tomé e Príncipe de produtos agrícolas, florestais e das pescas (média 2004-2008) 3 500 3 336 3 000 valores em milhares de euros 2 500 2 000 1 500 1 000 1 367 1 279 727 500

Leia mais

RADAR COMERCIAL Análise do Mercado de Luxemburgo. 1 Panorama do País

RADAR COMERCIAL Análise do Mercado de Luxemburgo. 1 Panorama do País Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDIC Secretaria de Comércio Exterior SECEX Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior DEPLA Coordenação Geral de

Leia mais

Gráfico 01 - Evolução do comércio exterior da Dinamarca - 2008-2010. 2008 2009 2010 Anos

Gráfico 01 - Evolução do comércio exterior da Dinamarca - 2008-2010. 2008 2009 2010 Anos Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDIC Secretaria de Comércio Exterior SECEX Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior DEPLA Coordenação Geral de

Leia mais

DADOS GERAIS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES SÓCIO-ECONÔMICOS E COMERCIAIS EGITO

DADOS GERAIS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES SÓCIO-ECONÔMICOS E COMERCIAIS EGITO DADOS GERAIS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES Indice: - Dados Gerais Básicos e Indicadores Sócio-Econômicos - Balanço de Pagamentos - Comércio Exterior - Composição do Comércio Exterior - Direção do Comércio

Leia mais

DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS R E P Ú B L I C A P O P U L A R D A C H I N A

DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS R E P Ú B L I C A P O P U L A R D A C H I N A MRE - Ministério das Relações Exteriores DPR - Departamento de Promoção Comercial DIC - Divisão de Informação Comercial DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES R E P Ú B L I C A P O P U L A R D A C H I

Leia mais

ARGENTINA Comércio Exterior

ARGENTINA Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC ARGENTINA Comércio Exterior Agosto de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

Vantagens Comparativas Reveladas do Comércio Internacional Português por Grupos de Produtos

Vantagens Comparativas Reveladas do Comércio Internacional Português por Grupos de Produtos Vantagens Comparativas Reveladas do Comércio Internacional Português por Grupos de Produtos 1. Introdução Pretende-se com esta análise, apresentar de forma sucinta, o Índice das Vantagens Comparativas

Leia mais

Diretoria de Pesquisas COIND. Índice de Preços ao Produtor

Diretoria de Pesquisas COIND. Índice de Preços ao Produtor Diretoria de Pesquisas COIND Índice de Preços ao Produtor Índice de Preços ao Produtor Indústrias de Transformação Resultados Agosto 2012 Principais Indicadores Indústrias de Transformação JUN JUL AGO

Leia mais

Setor produtivo G01 - Alimentação/ Bebidas/ Massas. Contém 1120204 estabelecimentos. DESCRIÇÃO DO CNAE 0111-3/99 Cultivo de outros cereais não

Setor produtivo G01 - Alimentação/ Bebidas/ Massas. Contém 1120204 estabelecimentos. DESCRIÇÃO DO CNAE 0111-3/99 Cultivo de outros cereais não Setor produtivo G01 - Alimentação/ Bebidas/ Massas. Contém 1120204 estabelecimentos. CNAE DESCRIÇÃO DO CNAE 0111-3/99 Cultivo de outros cereais não especificados anteriormente 0116-4/99 Cultivo de outras

Leia mais

Dados gerais referentes às empresas do setor industrial, por grupo de atividades - 2005

Dados gerais referentes às empresas do setor industrial, por grupo de atividades - 2005 Total... 147 358 6 443 364 1 255 903 923 1 233 256 750 157 359 927 105 804 733 1 192 717 909 681 401 937 511 315 972 C Indústrias extrativas... 3 019 126 018 38 315 470 32 463 760 4 145 236 2 657 977 35

Leia mais

China X Nordeste: Uma Qualificação das Transações Comerciais Bilaterais Recentes

China X Nordeste: Uma Qualificação das Transações Comerciais Bilaterais Recentes China X Nordeste: Uma Qualificação das Transações Comerciais Bilaterais Recentes Maria Cristina Pereira de Melo Doutora epós-doutora em Economiapela Universidade de Paris XIII Professora do Departamento

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE TRANSPORTES DO ESTADO DO PARÁ

SECRETARIA DE ESTADO DE TRANSPORTES DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE TRANSPORTES DO ESTADO DO PARÁ PLANO ESTADUAL DE LOGÍSTICA E TRANSPORTES DO ESTADO DO PARÁ PERFIL ECONÔMICO E INSERÇÃO INTERNACIONAL DO PARÁ SÃO PAULO MARÇO/2009 EQUIPE TÉCNICA Carlos

Leia mais

MERCOSUL. Principais produtos exportados por MG para o

MERCOSUL. Principais produtos exportados por MG para o MERCOSUL Nome oficial: Mercado Comum do Sul Estados membros: Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela Idiomas oficiais: Espanhol e Português Estados associados: Chile, Colômbia, Equador,

Leia mais

Diretoria de Pesquisas COIND. Índice de Preços ao Produtor

Diretoria de Pesquisas COIND. Índice de Preços ao Produtor Diretoria de Pesquisas COIND Índice de Preços ao Produtor Índice de Preços ao Produtor Indústrias de Transformação Resultados Outubro 2012 Principais Indicadores Indústrias de Transformação AGO SET OUT

Leia mais

COREIA DO NORTE Comércio Exterior

COREIA DO NORTE Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC COREIA DO NORTE Comércio Exterior Dezembro de 2014 Índice. Dados

Leia mais

COMPETITIVIDADE E DESEMPENHO EXTERNO DOS ESTADOS DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL NO PERÍODO 1995-2004

COMPETITIVIDADE E DESEMPENHO EXTERNO DOS ESTADOS DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL NO PERÍODO 1995-2004 COMPETITIVIDADE E DESEMPENHO EXTERNO DOS ESTADOS DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL NO PERÍODO 1995-2004 Francisca Diana Ferreira Viana é economista graduada pela Universidade Federal do Ceará e, atualmente,

Leia mais

RADAR COMERCIAL Análise do Mercado da Croácia

RADAR COMERCIAL Análise do Mercado da Croácia Secretaria de Comércio Exterior SECEX - MDIC Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior DEPLA Coordenação Geral de Produção Estatística CGPE RADAR COMERCIAL A Croácia foi a sexagésima

Leia mais

DESEMPENHO DA INDÚSTRIA CATARINENSE

DESEMPENHO DA INDÚSTRIA CATARINENSE DESEMPENHO DA INDÚSTRIA CATARINENSE SANTA CATARINA e BRASIL Desempenho econômico em 2013 INDICADOR SANTA CATARINA BR % % acumulado 2013/2012 % acumulado 2012/2011 acumulado 2013/2012 Produção Ind. (jan-ago)

Leia mais

BANGLADESH Comércio Exterior

BANGLADESH Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC BANGLADESH Comércio Exterior Fevereiro de 2015 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

Exportações no período acumulado de janeiro até março de 2015. Total das exportações do Rio Grande do Sul.

Exportações no período acumulado de janeiro até março de 2015. Total das exportações do Rio Grande do Sul. Este relatório tem por objetivo apresentar os principais números referentes ao comércio internacional do agronegócio do Rio Grande do Sul no mês de março de 2015. Total das exportações do Rio Grande do

Leia mais

PERFIL E BALANÇA COMERCIAL TAIWAN

PERFIL E BALANÇA COMERCIAL TAIWAN GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO E PROMOÇÃO DO INVESTIMENTO DEPARTAMENTO DE ARTICULAÇÃO INTERNACIONAL PERFIL E BALANÇA COMERCIAL TAIWAN Última atualização: 01/06/2011

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2014. Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2014. Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2014 Unidade de Estudos Econômicos O COMÉRCIO EXTERIOR DO RS EM JANEIRO Exportações Apesar do bom crescimento de Produtos Alimentícios e Máquinas e Equipamentos,

Leia mais

Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais.

Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais. Maio/2014 OBJETIVO Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais. Permitir ainda, uma análise comparativa da evolução

Leia mais

Comércio Exterior Cearense Fevereiro de 2014

Comércio Exterior Cearense Fevereiro de 2014 Enfoque Econômico é uma publicação do IPECE que tem por objetivo fornecer informações de forma imediata sobre políticas econômicas, estudos e pesquisas de interesse da população cearense. Por esse instrumento

Leia mais

RÚSSIA Comércio Exterior

RÚSSIA Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC RÚSSIA Comércio Exterior Dezembro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

BRASIL 16.783.231 13.806.365 21,56 SANTA CATARINA 585.066 578.707 1,10 Fonte: MDIC

BRASIL 16.783.231 13.806.365 21,56 SANTA CATARINA 585.066 578.707 1,10 Fonte: MDIC BALANÇA COMERCIAL DE SC BALANÇA COMERCIAL EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES CATARINENSES 1 EXPORTAÇÕES CATARINENSES - DEZEMBRO/2015 As exportações catarinenses cresceram 1,10 no mês de dezembro de 2015 em relação

Leia mais

Governo do Estado de Minas Gerais Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico Exportaminas

Governo do Estado de Minas Gerais Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico Exportaminas NOTA TÉCNICA MERCOSUL* - Agronegócio, Eletrônica e TIC e Biotecnologia 2010-2014 * Mercado Comum do Sul, composto pela República Federativa do Brasil, República da Argentina, República do Paraguai, República

Leia mais

SURINAME Comércio Exterior

SURINAME Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC SURINAME Comércio Exterior Novembro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

Exportações no período acumulado de janeiro até abril de 2015. Total das exportações do Rio Grande do Sul. 2015 com abril de 2014.

Exportações no período acumulado de janeiro até abril de 2015. Total das exportações do Rio Grande do Sul. 2015 com abril de 2014. Este relatório tem por objetivo apresentar os principais números referentes ao comércio internacional do agronegócio do Rio Grande do Sul no mês de abril de 2015. Total das exportações do Rio Grande do

Leia mais

BRASIL Comércio Exterior

BRASIL Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC BRASIL Comércio Exterior Novembro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

GUIA DE PREENCHIMENTO

GUIA DE PREENCHIMENTO GUIA DE PREENCHIMENTO RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES POTENCIALMENTE POLUIDORAS E UTILIZADORAS DE RECURSOS AMBIENTAIS (RAPP) EMISSÕES ATMOSFÉRICAS PLANTAÇÃO/VEGETAÇÃO NATIVA IBAMA, 2014 Guia de Preenchimento

Leia mais

REINO UNIDO Comércio Exterior

REINO UNIDO Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC REINO UNIDO Comércio Exterior Setembro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

Exportação e importação

Exportação e importação 17 Exportação e importação Este capítulo, com 12 tabelas, possui informações sobre uma série histórica da Balança Comercial de Mato Grosso no período de 1995 a 2004. Para o ano de 2004 são apresentadas

Leia mais

Capítulo 68. Obras de pedra, gesso, cimento, amianto, mica ou de matérias semelhantes

Capítulo 68. Obras de pedra, gesso, cimento, amianto, mica ou de matérias semelhantes Capítulo 68 Obras de pedra, gesso, cimento, amianto, mica ou de matérias semelhantes Notas. 1.- O presente Capítulo não compreende: a) os produtos do Capítulo 25; b) o papel e cartão revestidos, impregnados

Leia mais

Objetivo: Produtos que tiveram maior crescimento no mercado francês entre 2013/2014

Objetivo: Produtos que tiveram maior crescimento no mercado francês entre 2013/2014 Objetivo: Produtos que tiveram maior crescimento no mercado francês entre 2013/2014 PRODUTOS Jan-Jun 2013 Jan-Jun 2014 Crescimento 2013/2014 Outras frutas de casca rija e outras sementes, preparadas ou

Leia mais

CAZAQUISTÃO Comércio Exterior

CAZAQUISTÃO Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC CAZAQUISTÃO Comércio Exterior Agosto de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR

Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS NO AGRONEGÓCIO EM 1. RESULTADO

Leia mais

RESOLUÇÃO SMAC nº 577 de 02 de dezembro de 2014*

RESOLUÇÃO SMAC nº 577 de 02 de dezembro de 2014* RESOLUÇÃO SMAC nº 577 de 02 de dezembro de 2014* Estabelece parâmetros para o Licenciamento Ambiental das atividades de comércio atacadista e de confecção e fabricação de produtos têxteis. O SECRETÁRIO

Leia mais

MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE FLORIANÓPOLIS, 11/12/2014

MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE FLORIANÓPOLIS, 11/12/2014 MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE FLORIANÓPOLIS, 11/12/2014 MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE FLORIANÓPOLIS, 11/12/2014 Focos estratégicos Diversificação e agregação de

Leia mais

- 300. Saldo BC Importações Importações s/gás Exportações

- 300. Saldo BC Importações Importações s/gás Exportações Carta de Conjuntura nº2 Dezembro de 2015 Setor Externo As cotações do dólar recuaram em relação aos últimos meses, chegando a taxa média em novembro a ficar em R$ 3,77, cerca de 2,77% abaixo da taxa média

Leia mais

Região Zona da Mata. Regional Agosto 2013

Região Zona da Mata. Regional Agosto 2013 O mapa mostra a divisão do estado de Minas Gerais para fins de planejamento. A região de planejamento Zona da Mata engloba a Fiemg Regional Zona da Mata. Região Zona da Mata GLOSSÁRIO Setores que fazem

Leia mais

ANEXO. Regulamento Delegado da Comissão

ANEXO. Regulamento Delegado da Comissão COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 28.7.2015 C(2015) 5195 final ANNEX 1 PART 2/3 ANEXO do Regulamento Delegado da Comissão que complementa o Regulamento (UE) n.º 952/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho com

Leia mais

Comércio exterior. Dados gerais e do capítulo 30 da NCM relacionados ao comércio exterior do Brasil e do Estado de São Paulo.

Comércio exterior. Dados gerais e do capítulo 30 da NCM relacionados ao comércio exterior do Brasil e do Estado de São Paulo. Comércio exterior Dados gerais e do capítulo 30 da NCM relacionados ao comércio exterior do Brasil e do Estado de São Paulo. Janeiro 2015 Sindusfarma Gerência de Regulação de Mercados Índice Brasil...

Leia mais

RADAR COMERCIAL Análise do Mercado de Portugal. 1 Panorama do País

RADAR COMERCIAL Análise do Mercado de Portugal. 1 Panorama do País Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDIC Secretaria de Comércio Exterior SECEX Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior DEPLA Coordenação Geral de

Leia mais

9.5.2008 PT Jornal Oficial da União Europeia C 115/329 ANEXOS

9.5.2008 PT Jornal Oficial da União Europeia C 115/329 ANEXOS 9.5.2008 PT Jornal Oficial da União Europeia C 115/329 ANEXOS 9.5.2008 PT Jornal Oficial da União Europeia C 115/331 ANEXO I LISTA PREVISTA NO ARTIGO 38. o DO TRATADO SOBRE O FUNCIONAMENTO DA UNIÃO EUROPEIA

Leia mais

África do Sul - Síntese País

África do Sul - Síntese País Informação Geral sobre a África do Sul Área (km 2 ): 1 219 090 Vice-Presidente: Cyril Ramaphosa População (milhões hab.): 53 (2013) Risco de crédito: 4 (1 = risco menor; 7 = risco maior) Capital: Pretória

Leia mais

APÊNDICE XXVII. CRÉDITO ADMITIDO (% sobre a Base de Cálculo) 1% UNIDADE DA FEDERAÇÃO DE ORIGEM ITEM MERCADORIA BENEFÍCIO

APÊNDICE XXVII. CRÉDITO ADMITIDO (% sobre a Base de Cálculo) 1% UNIDADE DA FEDERAÇÃO DE ORIGEM ITEM MERCADORIA BENEFÍCIO APÊNDICE XXVII MERCADORIAS ORIUNDAS DE OUTRAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO BENEFICIADAS COM INCENTIVO OU FAVOR FISCAL OU FINANCEIRO-FISCAL EM DESACORDO COM A LEI COMPLEMENTAR Nº 24/75 UNIDADE DA FEDERAÇÃO DE

Leia mais

Exportações 2014 Importações 2014 Valor % do total Valor % do total Linha de Transmissão

Exportações 2014 Importações 2014 Valor % do total Valor % do total Linha de Transmissão O meio de transporte utilizado para o transporte de mercadorias configura um importante fator a ser considerado na análise do comércio externo, pois responde por uma parte importante do custo do produto.

Leia mais

PERFIL E BALANÇA COMERCIAL URUGUAI

PERFIL E BALANÇA COMERCIAL URUGUAI GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO E DOS ASSUNTOS INTERNACIONAIS DEPARTAMENTO DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS PERFIL E BALANÇA COMERCIAL URUGUAI Av. Borges de Medeiros, 1501,

Leia mais

Perfil Econômico Municipal

Perfil Econômico Municipal indústria Extração de carvão mineral Extração de petróleo e gás natural Extração de minerais metálicos Extração de minerais não-metálicos Fabricação de alimentos e bebidas Fabricação de produtos do fumo

Leia mais

HAITI Comércio Exterior

HAITI Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC HAITI Comércio Exterior Outubro de 2015 Tabela 1 Principais Indicadores

Leia mais

BULGÁRIA DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS

BULGÁRIA DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS BULGÁRIA

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO CONSULTA PÚBLICA Nº 06, DE 28 DE MARÇO DE 2014.

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO CONSULTA PÚBLICA Nº 06, DE 28 DE MARÇO DE 2014. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO CONSULTA PÚBLICA Nº 06, DE 28 DE MARÇO DE 2014. A Secretária do Desenvolvimento da Produção do Ministério

Leia mais

PORTUGAL Comércio Exterior

PORTUGAL Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC PORTUGAL Comércio Exterior Abril de 2015 Principais Indicadores

Leia mais

Nova Zelândia - Síntese País

Nova Zelândia - Síntese País Informação Geral sobre a Nova Zelândia Área (km 2 ): 270 534 Primeiro-Ministro: John Key População (milhões hab.): 4,6 () Risco de crédito: (*) Capital: Wellington Risco do país: AA (AAA = risco menor;

Leia mais

Gomas de mascar com ou sem açúcar. Bebidas prontas à base de mate ou chá. Preparações em pó para a elaboração de bebidas

Gomas de mascar com ou sem açúcar. Bebidas prontas à base de mate ou chá. Preparações em pó para a elaboração de bebidas Abrangência: operações interestaduais entre contribuintes situados em São Paulo e contribuintes situados em Sergipe. Produto: alimentícios. Conteúdo: relação de Margem de Valor Agregado. Base Legal: Protocolo

Leia mais

A Indústria de Alimentação

A Indústria de Alimentação A Indústria de Alimentação 61 A indústria brasileira de alimentação está inserida na cadeia do agronegócio e representa parte significativa do PIB. O texto aponta as características do setor, seu desempenho

Leia mais

PERFIL E BALANÇA COMERCIAL CORÉIA DO SUL

PERFIL E BALANÇA COMERCIAL CORÉIA DO SUL GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO E PROMOÇÃO DO INVESTIMENTO DEPARTAMENTO DE ARTICULAÇÃO INTERNACIONAL PERFIL E BALANÇA COMERCIAL CORÉIA DO SUL Última atualização: 25/07/2011

Leia mais

PAÍSES BAIXOS Comércio Exterior

PAÍSES BAIXOS Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC PAÍSES BAIXOS Comércio Exterior Outubro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

QUADRO DO SETOR ALIMENTAR EM SANTA CATARINA 1. PANORAMA DO SETOR DE ALIMENTOS EM SANTA CATARINA

QUADRO DO SETOR ALIMENTAR EM SANTA CATARINA 1. PANORAMA DO SETOR DE ALIMENTOS EM SANTA CATARINA Câmara Italiana de Comércio e Indústria de Santa Catarina (Órgão reconhecido pelo Governo Italiano Decreto Mise29/7/2009) Tel.: +55 48 3027 2710 / Fax: +55 48 3222 2898 www.brasileitalia.com.br info@brasileitalia.com.br

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Maio 2012

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Maio 2012 Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Maio 2012 As exportações em maio apresentaram aumento de +39,13% em relação a abril, continuando a superar a marca de US$ 1 bilhão, agora pela décima-sexta vez

Leia mais

INDÚSTRIA DE ALIMENTOS

INDÚSTRIA DE ALIMENTOS DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos INDÚSTRIA DE ALIMENTOS OUTUBRO DE 2015 PRODUTOS INDÚSTRIA DE ALIMENTOS NO BRASIL 2012 EXPORTAÇÕES US$ 43 Bilhões (23%) 23% Ásia 22% União Europeia FATURAMENTO

Leia mais

Intercâmbio Intercâmbio Comercial do Comercial Agronegócio

Intercâmbio Intercâmbio Comercial do Comercial Agronegócio Intercâmbio Intercâmbio Comercial do Comercial Agronegócio do Agronegócio Edição 2010 África do Sul Angola Arábia Saudita Argélia Argentina Bangladesh Canadá China Cingapura Colômbia Coréia do Sul Egito

Leia mais

120,0. Principais Produtos Exportados - 2014 Principais Produtos Importados - 2014

120,0. Principais Produtos Exportados - 2014 Principais Produtos Importados - 2014 Informação Geral sobre o Chile Área (km 2 ): 756 096 Risco de crédito (*): População (milhões hab.): 17,7 (estimativa ) Risco do país: A2 (A = risco menor; D = risco maior) Capital: Santiago do Chile Unidade

Leia mais

Cabo Verde - Síntese País

Cabo Verde - Síntese País Informação Geral sobre Cabo Verde Área (km 2 ): 4 033 Primeiro-Ministro: José Maria Neves População: 504 000 (estimativa 2014) Risco de crédito: 6 (1 = risco menor; 7 = risco maior) Capital: Praia Unidade

Leia mais

BRASIL. Francisca Peixoto

BRASIL. Francisca Peixoto BRASIL Francisca Peixoto INTRODUÇÃO BRASIL Um dos principais fornecedores de alimentos e matériasprimas do mundo Dotação única em recursos naturais Política agropecuária alinhada com estratégia nacional

Leia mais

Portugal Leaping forward

Portugal Leaping forward Portugal Leaping forward Dr. Pedro Reis Presidente da AICEP Lisboa, 16 de Março 2012 Enquadramento internacional Fonte: EIU (Fev 2012) Nota: PIB a preços de mercado Variação (%) Enquadramento internacional

Leia mais

Produção Industrial Março de 2015

Produção Industrial Março de 2015 Produção Industrial Março de 201 PRODUÇÃO INDUSTRIAL DE SANTA CATARINA - MARÇO/1 Em março, a indústria de Santa Catarina produziu 4,0% menos na comparação com o mesmo mês do ano anterior, sexto resultado

Leia mais

UNASUL Comércio Exterior Intercâmbio comercial com o Brasil

UNASUL Comércio Exterior Intercâmbio comercial com o Brasil Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC UNASUL Comércio Exterior Intercâmbio comercial com o Brasil Agosto

Leia mais

Destino das exportações catarinenses nos anos de 2002, 2008 e 2014.

Destino das exportações catarinenses nos anos de 2002, 2008 e 2014. Destino das exportações catarinenses nos anos de, e. Tabela 1: Destino das exportações catarinenses em. Estados Unidos da América 945.843.959 29,96 Rússia 269.277.610 8,53 Alemanha 197.074.511 6,24 Reino

Leia mais

Pesquisa Industrial- Empresa. Pesquisa Industrial- Produto. Data 21/06/2013

Pesquisa Industrial- Empresa. Pesquisa Industrial- Produto. Data 21/06/2013 Pesquisa Industrial- Empresa 2011 Pesquisa Industrial- Produto Data 21/06/2013 Apresentação Aspectos metodológicos Análise de resultados Resultados gerais em 2011 Estrutura das receitas, dos custos e despesas,

Leia mais

Impacto do IMF e do sistema atual sobre os preços

Impacto do IMF e do sistema atual sobre os preços Arroz em casca 15,72 30,25 Milho em grão 15,21 32,16 Trigo em grão e outros cereais 15,70 32,66 Cana-de-açúcar 15,47 32,68 Soja em grão 15,83 33,01 Outros produtos e serviços da lavoura 14,10 31,31 Mandioca

Leia mais

PERFIL E BALANÇA COMERCIAL DINAMARCA

PERFIL E BALANÇA COMERCIAL DINAMARCA GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO E PROMOÇÃO DO INVESTIMENTO DEPARTAMENTO DE ARTICULAÇÃO INTERNACIONAL PERFIL E BALANÇA COMERCIAL DINAMARCA Última atualização: 28/07/2011

Leia mais

Apêndice A: Algumas Tabelas Usadas no Texto

Apêndice A: Algumas Tabelas Usadas no Texto Apêndice A: Algumas Tabelas Usadas no Texto Tabela 1 alança Tecnológica Sectorial de Portugal Período 1996-98 Fonte: anco de Portugal CAE Total Direitos de utilização e Propriedade Industrial Serv. assistência

Leia mais

Comércio Externo de Bens (10 9 USD) 8,0 15,0 2009a 2010a 2011a 2012a 2013a 2014b 6,0 10,0

Comércio Externo de Bens (10 9 USD) 8,0 15,0 2009a 2010a 2011a 2012a 2013a 2014b 6,0 10,0 Informação Geral sobre a Palestina População (milhões hab.): 4,5 (estimativa 2014) Unidade monetária: Shequel de Israel (ILS) e Língua oficial: Árabe Dinar Jordano (JOD) Chefe de Estado: Mahmoud Abbas

Leia mais

M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 7 7 de fevereiro de 2007

M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 7 7 de fevereiro de 2007 M A C R O C H I N A Ano Nº 7 7 de fevereiro de 7 Síntese gráfica trimestral do comércio bilateral e do desempenho macroeconômico chinês - Consolidado de. Em, a China registrou o maior crescimento anual

Leia mais

PRODUTOS SUJEITOS A SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA. CONVÊNIO OU PROTOCOLO Conv. ICMS 045/99 Prot. ICMS 019/92 Conv. ICMS 037/94 DISPOSITIVO DO RICMS

PRODUTOS SUJEITOS A SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA. CONVÊNIO OU PROTOCOLO Conv. ICMS 045/99 Prot. ICMS 019/92 Conv. ICMS 037/94 DISPOSITIVO DO RICMS PRODUTOS SUJEITOS A SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA MERCADORIA Venda porta-a-porta de quaisquer mercadorias destinadas a revendedores não inscritos Cigarros e outros produtos derivados do fumo Cimento Refrigerante,

Leia mais

Comentários. Em agosto/2015, os preços da Indústria Geral (IG) variaram, em. média, 0,97% quando comparados a julho/2015, número superior ao

Comentários. Em agosto/2015, os preços da Indústria Geral (IG) variaram, em. média, 0,97% quando comparados a julho/2015, número superior ao Comentários Em agosto/2015, os preços da Indústria Geral (IG) variaram, em média, 0,97% quando comparados a julho/2015, número superior ao observado na comparação entre julho/2015 e junho/15(0,72%) Tabela

Leia mais

ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES Janeiro a Dezembro / 2007

ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES Janeiro a Dezembro / 2007 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES / 2007 1- Balança Comercial Mato Grosso continua tendo superávit na Balança Comercial registrando em 2007 um expressivo saldo de US$ 4,38 bilhões valor que representa

Leia mais

Mercados informação global

Mercados informação global Mercados informação global Relações Económicas Portugal - Filipinas Fevereiro 2010 Relações Económicas Portugal Filipinas (Fevereiro 2010) Índice 1. Relações Económicas Portugal Filipinas 3 1.1. Comércio

Leia mais

CODESA. DANILO ROGER MARÇAL QUEIROZ Diretor de Planejamento e Desenvolvimento/ Diretor de Administração e Finanças (interino)

CODESA. DANILO ROGER MARÇAL QUEIROZ Diretor de Planejamento e Desenvolvimento/ Diretor de Administração e Finanças (interino) 2 CODESA CORPO DIRETOR CLOVIS LASCOSQUE Diretor Presidente DANILO ROGER MARÇAL QUEIROZ Diretor de Planejamento e Desenvolvimento/ Diretor de Administração e Finanças (interino) HUGO JOSÉ AMBOSS MERÇON

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 417, DE 27 DE MARÇO DE 1998

RESOLUÇÃO Nº 417, DE 27 DE MARÇO DE 1998 RESOLUÇÃO Nº 417, DE 27 DE MARÇO DE 1998 Dispõe sobre as empresas industriais enquadráveis nos Artigos 59 e 60 da Lei n.º 5.194/66. O CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA, no uso das

Leia mais

Boletim de Estatísticas de Comércio Exterior do Setor de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos

Boletim de Estatísticas de Comércio Exterior do Setor de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos 1 Departamento de Comércio Exterior 19 de outubro de 2015 Boletim de Estatísticas de Comércio Exterior do Setor de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos BECE ABIHPEC 008/2015 2 ÍNDICE Notas explicativas...03

Leia mais

França - Síntese País

França - Síntese País Informação Geral sobre França Área (km 2 ): 543 965 Primeiro-Ministro: Manuel Valls População (milhões hab.): 66,3 (estimativa janeiro ) - Insee Risco de crédito: (*) Capital: Paris Risco do país: A (AAA=risco

Leia mais

ALIMENTOS DE ORIGEM ANIMAL. 1. Introdução

ALIMENTOS DE ORIGEM ANIMAL. 1. Introdução ALIMENTOS DE ORIGEM ANIMAL 1. Introdução A cadeia de alimentos de origem animal tem importante representação industrial no Brasil e no Paraná, bem como, tradição e respeito em nível internacional. Devido

Leia mais

Risco do país: D (A1 = risco menor; D = risco maior) Chefe de Estado: Aqilah Salah Issa Tx. câmbio (fim do período): 1 EUR = 1,51778 LYD (abr.

Risco do país: D (A1 = risco menor; D = risco maior) Chefe de Estado: Aqilah Salah Issa Tx. câmbio (fim do período): 1 EUR = 1,51778 LYD (abr. Informação Geral sobre a Líbia Área (km 2 ): 1 759 540 Primeiro-Ministro: Abdullah al-thini População (milhões hab.): 6,3 (estimativas ) Risco de crédito: 7 (1 = risco menor; 7 = risco maior) Capital:

Leia mais

Descrição CNAE FABRICACAO DE OLEOS VEGETAIS REFINADOS, EXCETO OLEO DE MILHO 1/4/2010

Descrição CNAE FABRICACAO DE OLEOS VEGETAIS REFINADOS, EXCETO OLEO DE MILHO 1/4/2010 Descrição CNAE Início da obrigatoriedade 0722701 EXTRACAO DE MINERIO DE ESTANHO 1/4/2010 0722702 BENEFICIAMENTO DE MINÉRIO DE ESTANHO 1/4/2010 1011201 FRIGORIFICO - ABATE DE BOVINOS 1/4/2010 1011202 FRIGORÍFICO

Leia mais

Análise da Balança Comercial

Análise da Balança Comercial Análise da Balança Comercial Produtos Transformados de Plástico Acumulado e Mensal Editado em: Março/2015 www.abiplast.org.br Notas Explicativas 1. Introdução A ABIPLAST tem divulgado dados estatísticos

Leia mais

Mercados informação global

Mercados informação global Mercados informação global Relações Económicas Portugal Cuba Novembro 2010 Relações Económicas Portugal Cuba (Novembro 2010) Índice 1. Relações Económicas Portugal Cuba 3 1.1 Comércio 3 1.1.1 Importância

Leia mais

Lista de Actividades (CAE) elegíveis na Linha de Crédito PME Investe II

Lista de Actividades (CAE) elegíveis na Linha de Crédito PME Investe II Lista de Actividades (CAE) elegíveis na Linha de Crédito PME Investe II Em conformidade com o disposto no nº 1 do Capítulo I, nº 2 do Anexo I, nº 2 do Anexo II e nº 1 do Anexo III, todos do Protocolo da

Leia mais

GPEARI Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. Nº 12 Dezembro 2008

GPEARI Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. Nº 12 Dezembro 2008 Boletim Mensal de Economia Portuguesa Nº 12 Dezembro 2008 Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia e da Inovação GPEARI Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais

Leia mais