Fiscalização do ISS incidente sobre operações de leasing e em instituições financeiras do Sistema Financeiro Nacional - SFN

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1 ESCOLA DE GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL Fiscalização do ISS incidente sobre operações de leasing e em instituições financeiras do Sistema Financeiro Nacional - SFN

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3 ESCOLA DE GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL Fiscalização do ISS incidente sobre operações de leasing e em instituições financeiras do Sistema Financeiro Nacional - SFN Palestrantes: Johny Bertoletti Racic Agente Fiscal da Receita Municipal de Porto Alegre. Bacharel em Ciências Contábeis e Administração de Empresas pela PUCRS. Acadêmico do curso de direito pela UNIRITTER. Servidor Público Municipal há mais de 16 anos, ocupando diversos cargos de assessoria e coordenação na Secretaria da Fazenda do Município de Porto Alegre. Exerceu a função de Assistente Técnico do Corpo Técnico para Fiscalização do ISSQN, responsável pelos controles eletrônicos de escrituração, de arrecadação e de fiscalização do imposto sobre serviços no âmbito do Município de Porto Alegre. Co-Autor da obra ISSQN - Doutrina e Prática no Sistema Financeiro Nacional. Porto Alegre-RS: CORAG - Cia. Rio-Grandense de Artes Gráficas, Mauro Hidalgo Agente Fiscal da Receita Municipal de Porto Alegre. Bacharel em Administração Pública e em Ciências Jurídicas e Sociais pela PUCRS. Especialista em Direito Tributário, Econômico e Financeiro pela UFRGS. Autor do Manual do Simples Nacional Os Reflexos nas Administrações Tributárias Municipais. Brasília-DF: EGEP Escola Brasileira de Gestão Pública, Co-Autor da Obra Imposto Sobre Serviços Questões Polêmicas. São Paulo: FISCOsoft Editora, Co-Autor da obra ISSQN - Doutrina e Prática no Sistema Financeiro Nacional. Porto Alegre-RS: CORAG - Cia. Rio-Grandense de Artes Gráficas, Coordenou a Publicação Inovações em Administração Tributária Municipal Premiados 2006/2007 do Encontro Nacional da FENAFIM. FISCOsoft Editora, Participou da Secretaria Executiva do Comitê Gestor do Simples Nacional Ministério da Fazenda. Normatizando e implantando os sistemas eletrônicos de arrecadação e controle do Simples Nacional, a partir da Lei Complementar Federal nº. 123/2006. Atuou na Câmara Técnica da Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais ABRASF, elaboradora da legislação federal instituidora do ISS, Lei Complementar Federal nº. 116/2003. PROMOÇÃO REALIZAÇÃO APOIO i

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5 ESCOLA DE GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL ESCOLA DE GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL - EGEM A estrutura de organização de cursos, capacitações e eventos promovidos pela FECAM e pelas associações microrregionais estão sob a responsabilidade da Escola de Gestão Pública Municipal EGEM. Como a presente proposta trata da realização de capacitação de técnicos municipais, entende-se que, por isso, a operacionalização das etapas é de responsabilidade da EGEM. A entidade realiza trabalho direto junto às associações de municípios, o que oportuniza uma execução uniforme, com redução de custos e acesso mais ágil ao público-alvo. FEDERAÇÃO CATARINENSE DE MUNICÍPIOS FECAM ASSOCIAÇÕES DE MUNICÍPIOS DE SANTA CATARINA A Federação Catarinense de Municípios FECAM trabalha há 30 anos em prol do fortalecimento das administrações públicas municipais. Juntamente com as associações de municípios de Santa Catarina, promove, periodicamente, ações que visem fomentar o desenvolvimento dos municípios. As duas entidades estão presentes na organização de mobilizações e eventos que visem atender às reivindicações municipais. CONTATOS DA EGEM: Telefone: (48) Acesse a programação de cursos e eventos: ii

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7 ESCOLA DE GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL Pesquisa de Satisfação ESCOLA DE GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL - EGEM LOCAL: CURSO: DATA / / A EGEM deseja atender a todos da melhor maneira possível. Para tanto, necessita saber algumas informações. Marque com um X uma das alternativas. Satisfatório Insatisfatório Regular 1 - O curso atendeu suas expectativas? 2 - Quanto ao material oferecido, você considera: Ótimo Bom Regular Ruim 3 - Quanto à duração do curso, você avalia: Ótimo Bom Regular Ruim 4 - Qual a sua avaliação com relação ao palestrante: Claro e objetivo Faltou clareza Regular 5 - Avalie o atendimento: Ótimo Bom Regular Ruim 6 - Infra estrutura do local do curso: Ótimo Bom Regular Ruim Site FECAM/EGEM Associações Outros 7 - Como você ficou sabendo da realização do curso: SUGESTÕES: (Preenchimento opcional) Questionário preenchido por: Função: O resultado das avaliações será publicado no portal da EGEM, no link do curso. Agradecemos pela participação. iii

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9 MANUAL PARA FISCALIZAÇÃO DO ISS EM INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS E LEASING JOHNNY BERTOLETTI RACIC MAURO JOSE HIDALGO GARCIA Florianópolis dias 02 e 03 de agosto de 2010.

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11 MANUAL PARA FISCALIZAÇÃO DO ISS EM INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS E LEASING Esta obra tem origem nas atividades fiscais desenvolvidas pelos autores enquanto Fiscais de Tributos do Município de Porto Alegre junto às instituições financeiras com a finalidade de verificar a correta tributação e arrecadação do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza por essas instituições enquanto contribuintes do referido imposto. Em decorrência do pouco acervo bibliográfico de obras sobre o assunto, principalmente quanto aos aspectos práticos da auditoria fiscal que possam auxiliar as equipes tributárias no desenvolvimento de suas ações, os autores tomaram a iniciativa de construir este manual contendo os estudos realizados, as jurisprudências produzidas por nosso judiciário, as doutrinas e as mais diversas informações disponíveis sobre a tributação do Sistema Financeiro Nacional onde se incluem as operações praticadas pelas empresas de arrendamento mercantil. Desta forma é possível oferecer aos demais colegas municipalistas e demais interessados conhecimentos teóricos e práticos do fluxo e da intermediação financeira com o intuito de: - caracterizar as operações, estrutura e tipos de instituições financeiras atuantes no país: públicas, privadas, estaduais, federais, nacionais e estrangeiras; - conceituar e caracterizar o mercado de títulos públicos (federais, estaduais e municipais); - apresentar os procedimentos a serem realizados quando da auditoria fiscal das instituições financeiras, com vistas à tributação do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza; - traçar estratégias para a correta interpretação e aplicação da legislação tributária visando ao lançamento e arrecadação do ISS. 3

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13 SUMÁRIO 1 - INTRODUÇÃO CONSIDERAÇÕES SOBRE A TRIBUTAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS PARTICIPAÇÃO DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NA RECEITA DOS BANCOS PUBLICAÇÃO JORNAL VALOR ECONÔMICO - TRIBUTAÇÃO NOS BANCOS ISS vira alvo de grandes disputas fiscais - Marta Watanabe Arrecadação do ISS aumenta e tributo passa a ser alvo de disputas fiscais - Marta Watanabe Receita de serviços cresceu 20% - Maria Christina Carvalho, de São Paulo Banco privado já cobre as despesas de pessoal - de São Paulo O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INTRODUÇÃO REGULAMENTAÇÃO DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES QUE NECESSITAM DE AUTORIZAÇÃO DO BANCO CENTRAL CONSULTA ÀS INSTITUIÇÕES NA PÁGINA DO BANCO CENTRAL 18 3 ESTRUTURA DO SISTEMA MONETÁRIO NACIONAL SUBSISTEMAS Subsistema Normativo Subsistema Operativo ou de Intermediação Instância de Recursos ESTRUTURA DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INFORMAÇÕES SOBRE AS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS Quantidade de Dependências Bancárias no Brasil Quantidade de Instituições por Tipo de Instituição Quantidade de Dependências Quantidade de Instituições por Segmento 24 4 INSTITUIÇÕES DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES DO SUBSISTEMA NORMATIVO Conselho Monetário Nacional - CMN Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP Conselho de Gestão de Previdência Complementar - CGPC Banco Central do Brasil - BACEN Comissão de Valores Mobiliários - CVM Superintendência de Seguros Privados - SUSEP Secretaria de Previdência Complementar - SPC INSTITUIÇÕES DO SUBSISTEMA OPERATIVO Instituições Financeiras captadoras de depósitos à vista Demais Instituições Financeiras Outros Intermediários Financeiros e Administradores Recursos de Terceiros PLANO CONTÁBIL DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - COSIF 58 5

14 5.1 - INTRODUÇÃO COSIF - CAPÍTULO 1 - NORMAS BÁSICAS COSIF - CAPÍTULO 2 ELENCO DE CONTAS COSIF - Capítulo 2 Observações Seção 1 Relação de contas COSIF - CAPÍTULO 2 SEÇÃO 2 FUNÇÃO DAS CONTAS COSIF - CAPÍTULO 3 DOCUMENTOS LEGISLAÇÃO LEI COMPLEMENTAR FEDERAL Nº 105/ DECRETO FEDERAL Nº 3.724/ LEI ORDINÁRIA Lei Federal nº de 14 de julho de Lei Federal nº de 16 de dezembro de Lei Federal nº de 07 de dezembro de Lei Federal nº de 16 de junho de Lei Federal nº de 03 de março de Lei Federal nº de 14 de fevereiro de Lei Federal nº de 08 de outubro de A LEI COMPLEMENTAR DO ISS A nova Lista de Serviços Lei Complementar n 116, de 31 de julho de CIRCULARES DO BANCO CENTRAL E RESOLUÇÕES DO CMN JURISPRUDÊNCIA SOBRE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS AUDITORIA FISCAL DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS NOTIFICAÇÃO DE INÍCIO DE FISCALIZAÇÃO Aspectos Formais Aspectos Gerais DOCUMENTAÇÃO A SER SOLICITADA Plano de Contas da Instituição Contabilização das tarifas Balancetes Contábeis Informações referentes a postos de atendimento Guias de recolhimento Relatório com as Contas Contábeis tributadas pela instituição Meio de apresentação da documentação MODELO DE NOTIFICAÇÃO PARA APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS DEVERES PARA COM A FISCALIZAÇÃO NÃO ATENDIMENTO DA NOTIFICAÇÃO APRESENTAÇÃO DOCUMENTOS BUSCA E APREENSÃO DE DOCUMENTOS AUDITORIA FISCAL Identificação das contas tributáveis 118 6

15 Conclusão da Auditoria Fiscal Relatório de Revisão Fiscal AUTO DE INFRAÇÃO E LANÇAMENTO Constituição do Auto de Infração e Lançamento Determinação da matéria tributável dos serviços Sugestão de texto para lançamento com o enquadramento legal Anexo II do Auto de Infração e Lançamento Anexo 03 do Auto de Infração e Lançamento PRINCIPAIS SERVIÇOS BANCÁRIOS ENTIDADES REPRESENTATIVAS E REGULAMENTATÓRIAS DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS ASSOCIAÇÕES OUTRAS ENTIDADES OBRAS CONSULTADAS 181 7

16 1 - INTRODUÇÃO O curso Fiscalização do ISS incidente sobre operações de leasing em instituições financeiras do Sistema Financeiro Nacional SFN tem como objetivo reunir estudos, jurisprudências, doutrinas e informações sobre a tributação do Sistema Financeiro Nacional pelos municípios, caracterizando as operações, estrutura e tipos de instituições financeiras atuantes no país: públicas, privadas, estaduais, federais, nacionais e estrangeiras. Objetiva apresentar os procedimentos a serem realizados quando da auditoria fiscal das instituições financeiras, com vistas à tributação do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza. Pretende promover o debate e considerações entre os participantes e os coordenadores do evento visando pacificar as dúvidas existentes e traçar estratégias para a correta interpretação e aplicação da legislação tributária objetivando o lançamento e arrecadação do ISSQN das instituições financeiras. A nossa missão neste curso é apresentar os procedimentos a serem realizados quando da auditoria fiscal das instituições financeiras, com vistas à tributação do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza CONSIDERAÇÕES SOBRE A TRIBUTAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS A maioria dos bancos e demais instituições financeiras tem resistido em tributar todos os serviços prestados aos seus clientes pelo Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS. Atualmente, pela Lei Complementar Federal nº 116/03, no item 15 e em seus 18 subitens, o legislador detalhou os serviços relacionados ao setor bancário procurando pacificar a tributação dessa atividade. Mas, ainda assim, com base em uma interpretação equivocada sobre a taxatividade da Lista de Serviços, muitas instituições ainda que remuneradas pelos serviços prestados aos seus clientes, tem oferecido a tributação somente uma pequena parte destes serviços prestados. A fiscalização tributária municipal atenta a um dos segmentos mais rentáveis da economia brasileira, e baseada nas jurisprudências e doutrinas mais modernas sobre o assunto, tem sistematicamente lançado o imposto sobre a remuneração auferida pela prestação de diversas atividades bancárias, que se encontram ao alcance da incidência do ISS, não se restringindo aos serviços literalmente elencados na Lista de Serviços, mas buscando outros de mesma natureza. Com a edição da Lei Complementar nº 116/2003 ficou ampliada à Lista de Serviços tributável originalmente prevista pelo Decreto-lei nº 406/68 e Lei Complementar 56/87. A nova regulamentação trouxe mais segurança jurídica quanto à tributação dos vários serviços do setor bancário. Os atuais serviços exemplificados a partir do item 15 da nova lista de serviços: Item 15 Serviços relacionados ao setor bancário ou financeiro, inclusive aqueles prestados por instituições financeiras autorizadas a funcionar pela União ou por quem de direito; A Lei Complementar nº 116/2003 é a norma regulamentadora e base legal para a exigência do ISS sobre diversas tarifas e serviços prestados pelas instituições financeiras que antes os municípios tinham dificuldade em tributar. Entre eles estão as tarifas relativas a serviços de administração de fundos, consórcio, locação e manutenção de cofres particulares, tarifas de cadastro, abertura de contas em geral e fornecimento, emissão ou renovação de cartão magnético, de crédito ou débito. Para muitas prefeituras, o setor bancário seria um dos que sofreria, a partir da edição da norma regulamentadora, o maior aumento de carga tributária de ISS. Neste contexto alertamos que caberá ao operador da legislação tributária escolher ou definir estratégias que, de acordo com as suas convicções e fundamentos, sejam a melhor forma de aplicar os preceitos legais com o fim de uma auditoria adequada. 1.2 PARTICIPAÇÃO DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NA RECEITA DOS BANCOS A arrecadação dos bancos com as tarifas pela prestação dos mais diversos serviços bancários aumentou de forma brutal. 8

17 Por consequência a arrecadação dos municípios com o Imposto Sobre Serviços sobre estes serviços devem ter aumentado na mesma proporção. Apresentamos a seguir alguns trabalhos realizados pelo DIESE e Sindicato dos Bancários de Brasília a fim de demonstrar o potencial de arrecadação destas instituições. PARTICIPAÇÃO DAS RECEITAS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS SOBRE AS DESPESAS DE PESSOAL DOS PRINCIPAIS BANCOS (1994 E 2005) BANCO MÚLTIPLO NOSSA CAIXA 7,4% 42,8% 02 - BANESE 22,8% 49,1% 03 - BANRISUL 20,4% 66,3% 04 - BANCO DE BRASÍLIA BRB 14,6% 68,4% 05 - BANCO SAFRA 51,7% 81,1% 06 - CAIXA ECONÔMICA FEDERAL 39,5% 92,5% 07 - BANCO DO BRASIL 13,2% 95,3% 08 - BANESTES 26,7% 100,5% 09 - * ABN AMRO NO BRASIL (3) 11,8% 102,4% 10 - UNIBANCO 61,0% 112,4% 11 - BANESPA (1) 5,8% 116,2% 12 - BANCO DO NORDESTE DO BRASIL 15,5% 116,7% 13 - HSBC (2) 72,7% 133,8% 14 - BRADESCO 39,0% 138,4% 15 - * ITAÚ HOLDING 53,4% 191,8% 16 - BMG S.A 20,3% 303,7% Valor Total dos 50 maiores bancos 26,0% 102,3% Fonte: Banco Central e DRE dos Bancos em 2003 * consolidado Notas: 1) em 1994, Banco Público Estadual 2) em 1994, HSBC Investment 3) em 1994, exclusivamente Banco Real Elaboração: DIEESE. Subseção SEEB DF TARIFAS BANCÁRIAS COBREM COM FOLGA GASTOS COM PESSOAL FONTE: SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE BRASÍLIA 05/10/2009 Apenas a receita arrecadada pelos bancos com a prestação de serviços, formada principalmente pelas tarifas cobradas dos clientes, cobre com folga as despesas com pagamento de pessoal pelo menos na maioria deles. É o que mostra levantamento feito pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base nos demonstrativos financeiros fornecidos pelas instituições financeiras e pelo Banco Central referentes ao primeiro semestre de 2008 e de Em alguns bancos, nem mesmo o auge da crise econômica, no começo deste ano, foi capaz de abalar essa matemática perversa. No caso do Santander, líder isolado na pesquisa, embora registrando variação negativa, as receitas auferidas entre janeiro e julho de 2009 cobrem em 151,95% a folha de pagamento, ante 195,28% verificados no mesmo período do ano passado. O Bradesco vem na sequência, e 9

18 praticamente manteve os ganhos com serviços: no primeiro semestre de 2008, pagava com essa receita o equivalente a 151,58% da folha; nos seis primeiros meses de 2009, o índice era de 151,54%. Basa (Banco da Amazônia), BNB (Banco do Nordeste) e Banestes (Banco do Espírito Santo) seguem esses bancos privados: o Basa cobre a folha em 141,50%; o BNB em 130,16% e o Banestes, que obteve crescimento nesse quesito, em 109,46%. O Banco do Brasil foi o único a registrar variação negativa expressiva entre os bancos analisados pelo Dieese, não conseguindo cobrir a folha de pagamento em Mesmo assim o número é alto. Houve queda de 119,44% para 96,35% na participação das receitas sobre os salários do funcionalismo do banco. Também houve queda no HSBC, mas a empresa conseguiu cobrir as despesas de pessoal com a receita de tarifas - na primeira metade do ano de 2008 o índice foi de 126,78%, caindo para 108,90% no mesmo período de Entre os grandes bancos, a Caixa Econômica Federal é o único a não cobrir inteiramente as suas despesas de pessoal com essas receitas, apesar de ter registrado aumento de 90,65% para 92,24% de participação delas na folha dos empregados. Tarifa pode chegar a R$ 80 Um estudo feito pelo portal Vida Econômica apontou que instituições financeiras em todo o país cobram uma média de 31 tarifas dos clientes. Considerando a análise feita pelo portal com 11 dessas instituições, o número de cobranças pode ser menor: de apenas 20, como é o caso do Banco do Nordeste, mas chega a 30 tarifas, a exemplo do Citibank. A cobrança mais alta identificada foi em confecção de cadastro para início de relacionamento, de R$ 80 no Safra. O levantamento foi realizado com o intuito de identificar quais mudanças ocorreram depois da aprovação e entrada em vigor em maio de 2008 da resolução 3.518, que regulamentou a cobrança de tarifas por parte das instituições financeiras PUBLICAÇÃO JORNAL VALOR ECONÔMICO - TRIBUTAÇÃO NOS BANCOS ISS vira alvo de grandes disputas fiscais - Marta Watanabe As prefeituras ampliaram a lista de serviços tributáveis, estenderam-na aos bancos e o resultado é que o Imposto sobre Serviços (ISS) passou a fazer parte dos grandes contenciosos fiscais na Justiça, com valores cada vez mais expressivos. No grupo Bradesco, processos judiciais e administrativos sobre o ISS são os únicos classificados com risco de "perda possível" expressamente mencionados no balanço de 2007, no valor de R$ 161,27 milhões. No Banco Santander, a discussão do ISS no consolidado equivale a R$ 69,52 milhões, valor maior que o de outras pendências tributárias importantes. Na holding financeira do Itaú, há R$ 129,6 milhões referentes a autos de infração emitidos por vários municípios. Na cidade de São Paulo, o recolhimento de ISS dos bancos representa 12,8% do total arrecadado com o tributo em uma modalidade e a intermediação financeira, mais 13,9%. 10

19 Arrecadação do ISS aumenta e tributo passa a ser alvo de disputas fiscais - Marta Watanabe Como reflexo da ampliação da lista de serviços tributáveis e da maior eficiência na fiscalização do Imposto Sobre Serviços (ISS), a discussão do tributo municipal, que mal aparecia nas contingências fiscais das empresas, generalizou-se em balanços de alguns segmentos. Nos bancos, o imposto é o alvo de contingências de valores cada vez mais representativos. Instituições como Bradesco, Santander, Itaú, Unibanco e Banco do Brasil destacam as discussões com o ISS. No grupo Bradesco, por exemplo, os processos judiciais e administrativos sobre o ISS somam o que é considerado pelo banco a principal discussão envolvendo risco de perda. No balanço de 2007, é a única contingência mencionada expressamente, com valor de R$ 161,27 milhões. No Banco Santander, a discussão do ISS no consolidado equivale a R$ 69,52 milhões, valor que ultrapassa o de outras discussões tributárias importantes, como a cobrança do adicional de 10% do FGTS, que vale R$ 55,43 milhões. O valor do litígio de ISS já chega muito perto da ação judicial relacionada aos reflexos do expurgo inflacionário do Plano Verão, que envolve R$ 81,65 milhões. Na holding financeira do Itaú, o assunto também é relevante. Os autos de infração emitidos por vários municípios somam R$ 129,6 milhões em ISS e estão entre as seis discussões tributárias mais importantes entre as consideradas de perda possível. Esse tipo de litígio não requer provisão, mas obriga as companhias abertas à divulgação em balanço. Os destaques nos balanços dos bancos não são por acaso. O avanço do ISS, cuja arrecadação consolidada cresceu acima do ICMS recolhido pelos Estados nos últimos anos, concentrou-se em alguns segmentos, entre eles o bancário. No município de São Paulo, o recolhimento de ISS dos bancos é classificado em dois segmentos. Um deles é o bancário, financeiro e securitário, que representa hoje 12,8% da arrecadação total do tributo. A outra parte, explica Ronilson Bezerra Rodrigues, diretor do departamento de arrecadação e cobrança da Secretaria de Finanças de São Paulo, fica classificada no ISS pago sobre agência, corretagem e intermediação financeira. "Essa classificação reúne várias atividades, mas a arrecadação predominante é da intermediação financeira, como operações de câmbio dos bancos, por exemplo", diz Rodrigues. Esse setor respondeu, no ano passado, por 13,9% da arrecadação total do ISS paulistano. Em 2006, esses serviços recolheram 11,1%, o que aponta um aumento de 2,8 pontos percentuais em uma arrecadação com alta nominal de 18% no período. Para os tributaristas, contribuiu para o quadro a ampliação da legislação do ISS, que passou a permitir expressamente a cobrança do imposto sobre novos serviços a partir de Entre eles, vários serviços bancários que não estavam expressamente listados como tributáveis, como compensação de cheques e abertura de contas, explica a advogada Fernanda Possebon Barbosa, do Braga & Marafon. Paralelamente, explica o advogado Júlio de Oliveira, as prefeituras seguiram o exemplo da União e dos Estados e tornaram suas máquinas de arrecadação e fiscalização mais eficientes. "Esse movimento aconteceu não somente nas capitais, mas também em municípios menores. O ISS, que praticamente não existia, passou a ser importante para as prefeituras e também para os prestadores de serviços", conta. A cobrança mais eficiente dos municípios suscitou um aumento de discussões administrativas e judiciais relacionadas ao ISS em vários segmentos de prestação de serviços. No setor bancário, considerado combativo pelo fisco em geral, isso se destacou. Fernanda aponta a discussão sobre o local de prestação de serviço, muito propícia ao setor bancário, cujo atendimento se faz por uma rede pulverizada de agências. "A discussão sobre o ISS devido no município de atendimento bancário ou no local onde está localizado o setor de compensação é um exemplo." Esse é exatamente o caso do grupo Bradesco, que questiona o ISS cobrado sobre leasing por municípios diversos daqueles nos quais a empresa se considera efetivamente instalada e para os quais o imposto é recolhido. Outra discussão comum é em relação ao que pode ou não ser considerado como prestação de serviços, caso de autuações ou processos com cobranças de vários municípios contra o Itaú e o Santander. Essa discussão acontece não só porque o serviço não está expressamente previsto na atual lista de ISS, mas também porque, mesmo estando no rol, não pode ser classificado como serviço no entendimento dos prestadores. "A abertura de contas é considerada prestação de serviços tributável, mas isso é questionável porque essa é uma operação inerente à atividade do banco, mas não é uma prestação de serviços. O 11

20 banco não abre contas para outras instituições financeiras e não há prestação de serviços para si mesmo", argumenta Fernanda. Muitas vezes os prestadores conseguem ganhar a discussão, diz Oliveira, mas os municípios, a exemplo da União e dos Estados, têm preferido autuar e garantir a possibilidade de transformar o litígio numa arrecadação futura. Valor econômico de 3/3/ Receita de serviços cresceu 20% - Maria Christina Carvalho, de São Paulo Os oito maiores bancos de varejo apuraram receita de serviços de R$ 50 bilhões em O aumento médio do ganho registrado por esse grupo seleto foi 20%. Mas, agora, as instituições esperam ganhos menores, com a entrada em vigor da nova regulamentação das tarifas bancárias neste ano No final do ano passado, o governo introduziu mudanças importantes nas regras para a cobrança de tarifas bancárias. Foi proibida a tarifa por liquidação antecipada de operações de crédito (TLA). Além disso, o número de taxas básicas foi reduzido de 55 para 20, os nomes foram padronizados e foi estabelecido o prazo mínimo de 180 dias para a correção dos valores. As medidas passam a valer em maio. Bradesco, Itaú e Banco do Brasil (BB) são os mais pessimistas. O Bradesco espera para este ano um aumento da receita de tarifas entre 5% e 10%, metade dos 21,4% registrados em Já no Itaú e no BB, a redução deve ser menor: de 11,4% no caso do BB e 11% no Itaú para 8% neste ano. Para a Nossa Caixa a receita de tarifas deve manter o ritmo atual de crescimento na faixa de 35%. E o Unibanco, que aumentou as receitas de serviços em apenas 4,4% em 2007 para ganhar mercado, espera neste ano uma expansão de 8% a 13%. As receitas de serviços contribuíram com 29% do resultado do Bradesco em comparação com 26% em 2006, mais do que os 25% do crédito, os 9% dos títulos e valores mobiliários e os 6% das captações. Esse item só ficou abaixo dos 31% obtidos com o seguro. Um destaque foi o crescimento de 39,3% ou R$ 691 milhões nas rendas com cartão, relacionado ao aumento de 21,6% na base de cartões, de 57,9 milhões para 70,5 milhões com a consolidação da Amex Brasil. O aumento das operações de crédito pessoal e financiamento de veículos ampliou a receita com serviços relacionados ao crédito em 25,3% ou R$ 391 milhões. Uma das receitas que menos cresceu - menos do que a média de 21,4% da receita total - foi a relacionada a serviços de conta corrente, que avançou 13,1%, fruto da segmentação da clientela, do realinhamento de tarifas e aumento da base de clientes. Menos ainda aumentaram as receitas com cobrança e arrecadação, 10,7%. No Itaú, a receita de tarifas cresceu 11,8%. Os serviços de conta corrente devem cair, espera o presidente Roberto Setubal, mesmo ampliando a base de clientes, por causa da política de redução das tarifas bancárias. Esses serviços representam 20% das receitas de serviços. "Mas acreditamos que os outros serviços devem compensar a manter o ritmo da receita de tarifas. Além disso, isso tem levado ao aumento das aberturas de contas e maior satisfação dos clientes", afirmou ao divulgar o balanço. No Unibanco, a receita de tarifas cresceu pouco, apenas 4,4%, índice que o presidente do banco, Pedro Moreira Salles, atribuiu ao fato de a instituição possuir o programa de tarifa zero - "um mecanismo para convencer o cliente a sair de banco para outro". Um destaque foram as comissões do mercado de capitais, que saltaram 150% com a expansão dos negócios em 2007, especialmente nas operações de abertura de capital. A Nossa Caixa, segundo o presidente Milton Luiz de Melo Santos, não aumentou as tarifas, mas intensificou o trabalho sobre a clientela. A receita de serviços foi de R$ 1,062 bilhão em 2007, 36,8% acima dos R$ 812,1 milhões de Foi o maior percentual de aumento registrado nos oito maiores bancos de varejo examinados, lista que inclui Bradesco, Itaú e Unibanco, o Banco do Brasil, Santander e ABN AMRO Real. Ainda assim, a expectativa do banco controlado pelo governo paulista é aumentar a receita de serviços em mais 35% neste ano, já levando em conta as mudanças de regras. A Nossa Caixa tem, de fato, muito terreno para explorar. Até há pouco tempo, o banco tinha um leque limitado de produtos a oferecer. Agora, a prateleira está mais recheada e a carteira de clientes cresceu com a compra da folha de pagamentos do governo paulista. Uma das metas do banco é trabalhar melhor a pessoa física. O banco tem 5,5 milhões de clientes, dos quais 1,1 milhão de servidores. Dos servidores, 500 mil já eram clientes e são principalmente aposentados e beneficiários que não consomem muitos produtos bancários. Os 600 mil restantes são mais 12

21 promissores. Passaram a ter os salários pagos no banco no ano passado, são da ativa e consomem mais. Do total, 23% ganham até R$ 800,00; e 70% de R$ 800 a R$ 4 mil; e 7% acima de R$ 4 mil. O banco tem procurado estruturar adequadamente os produtos às faixas de renda, disse Santos. Em 2007, fez leilão para lançar produtos de capitalização, e a empresa vencedora foi a Icatu Hartford, que pagou R$ 64 milhões e vai lançar os primeiros produtos ainda neste semestre. A estratégia para aumentar a receita de tarifas passa por buscar produtos de maior margem e criar plataformas para atender o cliente de renda mais alta. "Ninguém troca de banco como troca de padaria, é um trabalho diuturno", disse o presidente. A margem de contribuição dos novos clientes, isto é, quanto deixam na instituição por suas transações, ainda é a metade do valor dos antigos. Mas o potencial é maior porque consomem mais do que os aposentados. A média trimestral da margem de contribuição dos novos clientes evoluiu de R$ 34,1 milhões no primeiro trimestre de 2007 para R$ 60,1 milhões no quarto; no mesmo período, a média trimestral dos antigos clientes foi de R$ 104,7 milhões e R$ 122 milhões, respectivamente. O BB informou que a receita de tarifas cresceu de 2007 cresceu menos do que os 13% previstos porque o banco comprou duas folhas de pagamento importantes - Bahia e Minas Gerais - e liberou essa nova clientela do pagamento de tarifas temporariamente com o objetivo de reter os novos correntistas, informou o vice-presidente de finanças, mercado de capitais e relações com investidores, Aldo Luiz Mendes Banco privado já cobre as despesas de pessoal - de São Paulo Os maiores bancos privados de varejo já cobrem todas as despesas de pessoal com as receitas de tarifas - e ainda sobra um valor razoável. Já os bancos públicos não conseguem esse feito por causa das grandes folhas de pagamento e da baixa oferta de produtos. A receita de serviços dos bancos privados paga, na média, toda a folha de salários com uma folga de pouco mais de 50%. Acima da média estão os bancos Santander, com um índice de 174%; e o Bradesco. No Bradesco as receitas totais de serviços foram de R$ 10,8 bilhões em 2007 para despesas de pessoal de R$ 6,6 bilhões - ou seja, o índice de cobertura acompanhado pelo mercado ficou em 164,5%, acima dos 150% de Avaliação da ABN AMRO Real Corretora, atribui o desempenho do Bradesco aos bons resultados com seguros, à expansão do banco de investimento e aumento do crédito. No Itaú, a receita de serviços cobriu as despesas com pessoal e ainda sobraram 58,9% em 2007, um pouco acima dos 155,7% de No Unibanco, o índice de cobertura foi de 159,5% em 2007 mas já foi de 162,8% em A venda de parte de sua participação na Serasa e Redecard teve impacto negativo na receita de serviços do banco, segundo analistas do mercado. Desse grupo de bancos, o ABN AMRO Real é o que apresenta o menor índice, com 136% de relação entre receita de serviços de despesas de pessoal. Já nos bancos públicos, o retrato é bem diferente. Dos três maiores, Banco do Brasil (BB) e Caixa Econômica Federal mal equilibram receita de tarifas com despesas de pessoal. No caso do BB, o índice é de 107,6%; na Caixa, de 97,3%. Já na Nossa Caixa o índice é bem menor. A receita de serviços cobriu 80% das despesas com pessoal. Mas já houve uma evolução porque, há um ano, era 67,12%. No banco, as despesas de pessoal somaram R$ 1,329 bilhão em 2007 e R$ 1,062 bilhão em Segundo os analistas, os bancos públicos não conseguem o mesmo desempenho dos privados nesse ponto por dois motivos: possuem folhas de pagamento elevadas e carecem de produtos para vender aos clientes. A Nossa Caixa só terá capitalização neste ano. 13

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