PRINCÍPIOS BÁSICOS PRINCÍPIOS BÁSICOS 1. LEGALIDADE

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1 PRINCÍPIOS BÁSICOS ART. 37, CAPUT, DA CF Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. PRINCÍPIOS BÁSICOS 1. LEGALIDADE 2. IMPESSOALIDADE 3. MORALIDADE 4. PUBLICIDADE 5. EFICIÊNCIA (EC. N. 19/98) LEGALIDADE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

2 IMPESSOALIDADE MORALIDADE 1. IGUALDADE 2. FINALIDADE SU PE RE I PUBLICIDADE EFICIÊNCIA

3 PROGRAMA DE SEGURO DESEMPREGO PROGRAMA DE DESEMPREGO E ABONO SALARIAL (LEI N /90) FINALIDADE DO PROGRAMA 1. ASSISTÊNCIA FINANCEIRA TEMPORÁRIA AO TRABALHADOR A) DESEMPREGADO (SEM JUSTA CAUSA OU INDIRETA) B) SUSPENSO POR CONTA DE PARTICIPAR DE CURSOS C) SOLICITADO POR PESCADOR (PESCA PROIBIDA) D) FORÇADO OU ESCRAVO (RESGATAR) 2. AUXILIAR (BUSCA OU PRESERVAÇÃO DO EMPREGO) BOLSA SEGURO DESEMPREGO QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL CUSTEADA HIPÓTESES CANCELADA DESCONTATO DO SEGURO DESEMPREGO FUNDO DE AMPARO AO TRABALHADOR (FAT) CONTRATO DE TRABALHO SUSPENSO (CURSO OU PROGRAMAS) RESCISÃO DO CONTRATOUAL E RETORNO AO TRABALHO FALSIDADE DE INFORMAÇÕES FRAUDE MORTE MINIMO 1 PARCELA CUSTEADO REQUISITOS EM CARÁTER EXCEPCIONAL FUNDO DE AMPARO AO TRABALHADOR (FAT) DESEMPREGO INVOLUNTÁRO (12 A 18 MESES DA PRIMEIRA PARCELADO DO SEGURO DESEMPREGO) VALOR 3 PARCELAR DE R$ 100,00 DETERMINADO CONSELHO DELIBERATIVO DO FUNDO DE AMPARO AO TRABALHADOR - CODEFAT (IDADE, END DO EMPREGADOR E RACURSOS)

4 TRABALHO FORÇADO SEGURO DESEMPREGO (ESCRAVO) RECEBIDO SALARIO NOS ULTIMOS 6 MESES DA DATA DA DISPENSA AUTÔNOMO (15 MESES NOS ULTIMOS 24 MESES) DIREITO SEM QUALQUER BENEFICIO PREVIDENCIÁRIO SEM AO AUXILIO DESEMPREGO SEGURO DESEMPREGO A) 3 PARCELAS B) 1 SALÁRIO MÍNIMO C) SISTEMA NACIONAL DE EMPREGO (SINE) B) VEDADO NOS 12 MESES seguintes (ULTIMA PARCELA) SEGURO DESEMPREGO SEM RENDA PRÓPRIA SUFICIENTE PODERÁ A UNIÃO FACULTAR O RECEBIMENTO MEDIANTE COMPROVAÇÃO DE MATRICULA E FRENQUÊNCIA EM CURSO DE FORMAÇÃO (MINIMO DE 160H) PODER EXECUTIVO CALCULO DO SEGURO DESEMPREGO TEMPO DE TRABALHO NUMERO DE PARCELAR - DE 6 MESES 00 6 MESES A 11 MESES MESES A 23 MESES MESES OU MAIS 05 PECULIARIDADES NOS ÚLTIMOS 3 MESES Art. 4º O benefício do seguro-desemprego será concedido ao trabalhador desempregado, por um período máximo de 4 meses, de forma contínua ou alternada, a cada período aquisitivo de 16 meses, contados da data de dispensa que deu origem à primeira habilitação. (lei n /94) 1. MINIMO DE SALÁRIO MÍNIMO 2. DIREITO PESSOAL E INTRANSFERÍVEL 3. REQUERIDO APÓS O 7º DA DISPENSA 4. PAGO APÓS O DIA 10 DE CADA MÊS 5. BÔNUS DO TESOURO NACIONAL (BTN)

5 SEGURO DESEMPREGO X 0,8 (80%) X 0,5 (50%) + R$ 920,85 CALCULAR O VALOR EM 2014 (VALOR DO SEGURO DESEMPREGO) HIPÓTESES SALARIO ATE R$ 1.151,06 (300 BTN) SALARIO ,06 (300 BTN) SALARIO ATE R$ 1.918,92 (500 BTN) R$ 1.304,63 (340 BTN) SALARIO ACIMA DE R$ 1.918,92 (+ 500 BTN) NUNCA INFERIOR 1 SALARIO MINIMO SUSPENSO NOVO EMPREGO BENEFÍCIO DA PREVIDENCIA (EXCETO O AUXÍLIO-ACIDENTE E AUXÍLIO SUPLEMENTAR) PERCEPÇÃO DE AUXÍLIO- DESEMPREGO CANCELADO RECUSA DE EMPREGO* (REMUNERAÇÃO ANTERIOR) FALSIDADE NA PRESTAÇÃO DA INFORMAÇÕES PARA HABILITAÇÃO COMPROVAÇÃO DE FRAUDE* O BENEFICIO SERÁ CANCELADO COM A MORTE DO SEGURADO * SUSPENSO POR 2 ANOS PROGRAMA DE ABONO SALARIAL FUNDO DE AMPARO AO TRABALHADOR 1 SALÁRIO MÍNIMO EMPREGADOR CONTRIBUA COM PIS OU PASEP ATÉ 2 SALÁRIO MÍNIMOS NO PERIODO TRABALHADO (30 DIAS DO ANO BASE) INSCRITOS HÁ PELO MENOS 5 ANOS A) VINCULADO AO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO B) DESTINADO AO PAGAMENTO: SEGURO DESEMPREGO ABONO SALARIAL FINANCIAMENTO DE PROGRMAS DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL C) FUNDO CONTÁBIL DE NATUREZA FINANCEIRA

6 FUNDO DE AMPARO AO TRABALHADOR CONSELHO DELIBERATIVO DO FAT (CODEFAT) ARRECADAÇÃO DO PIS ENCARGOS DOS CONTRIBUINTES RECURSOS CORREÇÃO MONETÁRIA E JUROS (APLICAÇÃO DOS RECURSOS) PRODUTO DA ARRECAÇÃO (CONTRIBUIÇÃO ADICIONAL) OUTROS RECURSOS BANCOS OFICIAIS FEDERAIS COMPOSTO POR REPRESENTANTES DOS: A) TRABALADORES B) EMPREGADORES C) ORGÃO E ENTIDADES GOVERNAMENTAIS FORMA REGULADA PELO PODER EXECUTIVO INDICADOS: A) CENTRAIS SINDICAIS B) RESPECTIVA CONFEDERAÇÕES NOMEADOS PELO MINISTRO DO TRABALHO / SEM REMUNERAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO DO FAT (CODEFAT) CONSELHO DELIBERATIVO DO FAT (CODEFAT) COMPETÊNCIA PARA DELIBERAR 1. aprovar e acompanhar a execução do Plano de Trabalho Anual do Programa do Seguro- Desemprego e do abono salarial e os respectivos orçamentos; 2. deliberar sobre a prestação de conta e os relatórios de execução orçamentária 3. elaborar a proposta orçamentária do FAT, bem como suas alterações; 4. propor aperfeiçoamento da legislação ao seguro-desemprego e ao abono salarial 5. decidir sobre sua própria organização, elaborando seu regimento interno; 6. analisar relatórios do agente aplicador 7. fiscalizar a administração do fundo, podendo solicitar informações sobre contratos celebrados ou em vias de celebração e quaisquer outros atos; 8. definir indexadores sucedâneos no caso de extinção ou alteração 9. baixar instruções necessárias à devolução de parcelas do benefício 10. propor alteração das alíquotas referentes às contribuições 11. fixar prazos para processamento e envio ao trabalhador da requisição do benefício do seguro-desemprego, em função das possibilidades técnicas existentes, estabelecendo-se como objetivo o prazo de 30 (trinta) dias; 12. deliberar sobre outros assuntos de interesses do FAT. A SECRETARIA-EXECUTIVA SERÁ EXERCIDA PELO MINISTÉRIO DO TRABALHO AS DESPESAS SERÃO POR CONTA DO FAT SALVO COM PESSOAL. OS RECURSOS DO FAT INTEGRARÃO O ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL

7 FISCALIZAÇÃO E PENALIDADES FISCALIZAÇÃO DO CUMPRIMENTO (PROGRAMA SEGURO DESEMPREGO E ABONO SALARIAL) MINISTÉRIO DO TRABALHO ATENDER AS EXIGÊNCIAS PARA PAGAMENTO TRABALHADORES E EMPREGADORES INFRINGIR O DISPOSTO NA LEI PENALIDADE (DELEGACIA REGIONAL DO TRABALHO) MULTAS DE 400 A BTN (DOBRO REINCIDÊNCIA) PUNIDOS CIVIL E CRIMINALMENTE BOLSA FAMÍLIA (LEI /04) BOLSA FAMÍLIA PECULIARIDADES 1. AÇÕES DE TRANSFERÊNCIA DE RENDA COM CONDICIONALIDADES. 2. FINALIDADE: A UNIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE GESTÃO E EXECUÇÃO DAS AÇÕES DE TRANSFERÊNCIA DE RENDA DO GOVERNO FEDERAL, ESPECIALMENTE AS DO PROGRAMA NACIONAL DE RENDA MÍNIMA VINCULADO À EDUCAÇÃO - BOLSA ESCOLA FAMÍLIA RENDA FAMILIAR MENSAL CONSIDERA-SE a unidade nuclear, eventualmente ampliada por outros indivíduos que com ela possuam laços de parentesco ou de afinidade, que forme um grupo doméstico, vivendo sob o mesmo teto e que se mantém pela contribuição de seus membros. a soma dos rendimentos brutos auferidos mensalmente pela totalidade dos membros da família, excluindo-se os rendimentos concedidos por programas oficiais de transferência de renda, nos termos do regulamento.

8 BOLSA FAMÍLIA (PODEM SER MAJORADOS PELO CHEFE DO EXECUTIVO) PAGAMENTO DO BENEFÍCIOS (CARTÃO DA CEF + NÚMERO DE IDENTIFICAÇÃO SOCIAL - NIS) BENEFÍCIOS FINANCEIROS UNIDADES FAMILIARES COMPOSIÇÃO BENEFÍCIOS POR FAMÍLIA VALOR BÁSICO EXTREMA X POBREZA ATÉ R$ 60,00 PER CAPITA R$ 58,00 VARIÁVEL VARIÁVEL JOVEM PARA SUPERAÇÃO POBREZA E EXTREMA POBREZA POBREZA OU EXTREMA POBREZA EXTREMA POBREZA GESTANTE, CRIANÇAS E ADOLECENTES* ATÉ 15 ANOS ADOLECENTES* 16 E 17 ANOS ADOLECENTES* ATÉ 15 ANOS 5 ATÉ R$ 120,00 PER CAPITA 2 ATÉ R$ 120,00 PER CAPITA 1 ATÉ R$ 70,00 PER CAPITA R$ 18,00 R$ 30,00* FECHAR R$ 70,00* A) CONTAS-CORRENTES DE DEPÓSITO À VISTA B) CONTAS ESPECIAIS DE DEPÓSITO À VISTA C) CONTAS CONTÁBEIS D) OUTRAS ESPÉCIES DE CONTA QUE VENHAM SER CRIADAS PAGOS CUMULATIVAMENTE ÀS FAMÍLIAS BENEFICIÁRIAS CONCESSÃO DO BENEFÍCIOS CONSELHO GESTOR INTERMINISTERIAL (PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA) CONDICIONADO 1. EXAME PRÉ-NATAL 2. ACOMPANHAMENTO NUTRICIONAL 3. ACAMPANHAMENTO DE SAÚDE 4. FREQUÊNCIA ESCOLAR a) 85% ESTABELECIMENTO DE ENSINO b) 75% ESTABELECIMENTO DE ENSINO (ADOLECENTE 16 E 17 ANOS) PREFERENCIALMENTE PAGO A MULHER APARTIR DE 14 ANOS PODERÃO TER ACESSO A PROGRAMAS E CURSOS DE EDUCAÇÃO E QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAIS ORGÃO DE ASSESSORAMENTO FINALIDADE CONSIDERA-SE IMEDIATO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA FORMULAR E INTEGRAR POLÍTICAS PÚBLICAS SECRETARIA-EXECUTIVA FINALIDADE DE COORDENAR, SUPERVISIONAR, CONTROLAR E AVALIAR O PROGRAMA (ATOS)

9 DESPESAS DO PROGRAMA EXECUÇÃO E A GESTÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA DOTAÇÕES ALOCADAS NOS PROGRAMAS FEDERAIS DOTAÇÕES DO ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL PODER EXECUTIVO COMPATIBILIZAR A QUANTIDADE CEF AGENTE OPERADOR DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA, REMUNERADO (GOVERNO) 1. PÚBLICAS E GOVERNAMENTAIS (DESCENTRALIZADA) ADESÃO VOLUNTÁRIA DOS ESTADOS, DO DISTRITO FEDERAL E DOS MUNICÍPIOS 2. PARTICIPAÇÃO COMUNITÁRIA E O CONTROLE SOCIAL. 3. ÍNDICE DE GESTÃO DESCENTRALIZADA DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA IGD. A) MEDIR RESULTADOS B) INCENTIVAR A OBTENÇÃO DE RESULTADO C) CALCULAR O MONTANTE DE RECURSOS 4. A UNIÃO TRANSFERIRÁ OBRIGATORIAMENTE RECURSOS AOS ESTADOS, DF E MUNICÍPIOS (PRESTAR CONTAS 3% DO ORÇAMENTO TOTAL DO BOLSA FAMÍLIA 5. CONTRE DA PARTICIPAÇÃO DO PROGRAMA (CONSELHO OU COMITÊ MUNICIPAL) RESPONSABILIDADES (SERVIDOR PÚBLICO OU AGENTE DA ENTIDADE) ADMINISTRATIVA DESEMPENHO DE CARGO OU FUNÇÃO CIVIL RESSASCIR O DANO MULTA DOBRO ATÉ 4X PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL (LEI 7/70) PENAL CRIME INSERIR DADOS FALSOS CONTRIBUIR PARA PESSOAS INDEVIDAS RECEBA

10 PIS RECURSOS DO PIS DESTINADO A PROMOVER A INTEGRAÇÃO DO EMPREGADO NA VIDA E NO DESENVOLVIMENTO DAS EMPRESAS. PESSOA JURÍDICA EMPREGADO TRABALHADORES AVULSO ENTENDE-SE NOS TERMOS DA LIGISLAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA DEFINIDO PELA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA PRESTÃO SERVIÇOS A DIVERSAS EMPRESAS FUNDO DE PARTICIPAÇÃO (DUAS PARCELAS) 1. DEDUÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA (5%) 2. RECURSOS PRÓPRIOS DA EMPRESA (0,5%) CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (CADERNETA EM NOME DO EMPREGADO E DEPÓSITO PROCESSADO MENSALMENTE) INSCRIÇÃO POR PARTE DO EMPREGADOR DEPOSITO EM 2 ETAPAS (50% + 50%) OMISSÃO DOLOSA OU DECLARAÇÃO FALSA (EMPREGADO) MULTA DE 10 MESES DE SALÁRIO PARTICIPAÇÃO DO EMPREGADO NO FUNDO REVOGADO ART. 8 E 9 PARTICIPAÇÃO DO EMPREGADO NO FUNDO DEPÓSITOS EFETUADOS POR EMPREGADORES NA CONTA DO EMPREGADO 1, primeira, mediante dedução do Imposto de Renda (5%) 2. segunda, com recursos próprios da empresa, calculados com base no faturamento (0,5%) PARTICIPAÇÃO DO EMPREGADO NO FUNDO FAR-SE-Á MEDIANTE DEPÓSITOS EFETUADOS EM CONTAS INDIVIDUAIS ABERTAS EM NOME DE CADA EMPREGADO (CEF USA AS INFORMAÇÕES FORNECIDAS PELAS EMPRESAS, NO PRAZO DE 180 DIAS APÓS A LEI PARA CADASTRO) a) 50% do valor destinado ao Fundo será dividido em partes proporcionais ao montante de salários recebidos no período); b) 50% restantes serão divididos em partes proporcionais aos qüinqüênios de serviços prestados pelo empregado. OMISSÃO DOLOSA OU DECLARAÇÃO FALSA (EMPREGADO) MULTA DE 10 MESES DE SALÁRIO

11 FGTS FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO (LEI 8.036/90) RECURSO INCORPORADOS DEPOSITO EFETUADOS NA CONTA DO EMPREGADO (IMPENHORAVÉL) DOTAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS ESPECÍFICAS RESULTADOS DAS APLICAÇÕES DOS RECURSOS DO FGTS MULTAS, CORREÇÃO MONETÁRIA E JUROS MORATÓRIOS DEVIDOS DEMAIS RECEITAS PATRIMONIAIS E FINANCEIRAS APLICADOS COM ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA CONSELHO DE CURADORES COMPETÊNCIA COMPOSIÇÃO FINALIDADE PRESIDÊNCIA DECISÃO TRABALHADORES* EMPREGADORES* ÓRGÃO OU ENTIDADES *(SUPLENTES SINDICATO MANDATO 2 ANO + RECONDUÇÃO) DITAR NORMAS E DIRETRIZES REPRESENTANTE DO MINISTÉRIO DO TRABALHO MAIORIA SIMPLES (PRESIDENTE VOTO) REUNIÃO ORDINARIAMENTE A CADA BIMESTRE (CONVOCAÇÃO 15D) CONSELHO CURADOR MINISTÉRIO DA AÇÃO SOCIAL CEF AGENTE OPERADOR FGTS ART. 5 (APROVAR O PROGRAMA ANUAL) ART. 6 (CUMPRIR O PROGRAMA ANUAL) ART. 7 (CUMPRIR O PROGRAMA ANUAL) MINISTÉRIO DO TRABALHO, PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO, DA FAZENDA, DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO, CEF E BCB A GESTÃO DA APLICAÇÃO DO FGTS SERÁ EFETUADA PELO MINISTÉRIO DA AÇÃO SOCIAL, CABENDO À CEF AGENTE OPERADOR.

12 FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO (FGTS) FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO (FGTS) DEPOSITAR E COMUNICAR TODO MÊS AO TRABALHADOR VALOR 8% NO DIA 7 DO MÊS 1. HORAS EXTRAS 2. ADICIONAIS (PERICULOSIDADE E INSALUBRIDADE) 3. TRABALHO NOTURNO, 4. 13º SALÁRIO, 5. FÉRIAS 6. AVISO PRÉVIO CONTRATO DE APRENDIZADO 6% O QUE É? 1. CRIADO NA DÉCADA DE 60 (DEMITIDO SEM JUSTA CAUSA). 2. OS EMPREGADORES DEPOSITAM, EM CONTAS ABERTAS NA CAIXA 3. FINANCIA PROGRAMAS DE HABITAÇÃO POPULAR, SANEAMENTO BÁSICO E INFRAESTRUTURA URBANA, QUE BENEFICIAM A SOCIEDADE, EM GERAL, PRINCIPALMENTE A DE MENOR RENDA. TAXA REFERENCIAL + JUROS E MORA DE 0,5 A.M MULTA 5% PRIMEIRO MÊS E DEPOIS 10%. FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO (FGTS) FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO (FGTS) POUPANÇA + JUROS AO ANO 3% DOIS PRIMEIROS ANOS 4% TERCEIRO E QUINTO ANO 5% SEXTO AO DÉCIMO ANO 6% A PARTIR DO DÉCIMO ANO DESPEDIDA A) SEM JUSTA CAUSA = MULTA DE 40% B) CULPA RECÍPROCA OU FORÇA MAIOR = MULTA 20% OBJETIVO 1. FORMAR UM FUNDO DE INDENIZAÇÕES TRABALHISTAS; 2. OFERECER AO TRABALHADOR A POSSIBILIDADE DE FORMAR UM PATRIMÔNIO EM TROCA DA ESTABILIDADE NO EMPREGO; 3. PROPORCIONAR AO TRABALHADOR AUMENTO DE SUA RENDA REAL, PELA POSSIBILIDADE DE ACESSO À CASA PRÓPRIA; 4. FORMAR FUNDO DE RECURSOS PARA O FINANCIAMENTO DE PROGRAMAS DE HABITAÇÃO POPULAR, SANEAMENTO BÁSICO E INFRAESTRUTURA URBANA.

13 FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO (FGTS) FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO (FGTS) QUEM TEM DIREITO A TODOS OS TRABALHADORES COM CONTRATO DE TRABALHO FORMAL, REGIDO PELA CLT (CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO) DESDE 5/10/88. ANTES DESSA DATA, O DIREITO AO FGTS ERA OPCIONAL. TAMBÉM TÊM DIREITO AO FGTS, TRABALHADORES RURAIS, TEMPORÁRIOS, AVULSOS, SAFREIROS (OPERÁRIOS RURAIS, QUE TRABALHAM NO PERÍODO DE COLHEITA) E ATLETAS PROFISSIONAIS. O DIRETOR NÃO EMPREGADO E O EMPREGADO DOMÉSTICO PODEM SER INCLUÍDOS NO SISTEMA, A CRITÉRIO DO EMPREGADOR. MOVIMENTADA I - DESPEDIDA SEM JUSTA CAUSA, INDIRETA E CULPA RECÍPROCA II - EXTINÇÃO TOTAL DA EMPRESA III - APOSENTADORIA IV - FALECIMENTO DO TRABALHADOR, (DEPENDENTES) V - FINANCIAMENTO HABITACIONAL (PARCELA - 3 ANOS) VII MORADIA PRÓPRIA (3 ANOS) VIII 3 ANOS ININTERRUPTOS, FORA DO REGIME DO FGTS IX - EXTINÇÃO NORMAL DO CONTRATO A TERMO, X - SUSPENSÃO TOTAL DO TRABALHO AVULSO 90 DIAS XI - TRABALHADOR OU DEPENDENTES DE NEOPLASIA MALIGNA. XII - APLICAÇÃO EM QUOTAS DE FUNDOS MÚTUOS DE PRIVATIZAÇÃO, XIII - TRABALHADOR OU DEPENDENTES FOR PORTADOR DO VÍRUS HIV; XIV - TRABALHADOR OU DEPENDENTES DOENÇA GRAVE XV - TRABALHADOR TIVER IDADE 70 ANOS. XVI - DESASTRE NATURAL, NÃO DEPOSITAR NO PRAZO: 10 A 100 BTN OMITIR INFORMAÇÕES OU ERROS: 2 A 5 BTN CARTÃO CIDADÃO DIFERENÇAS PARA QUE? 1. CONSULTAS DO FGTS E PIS 2. RECEBER BENEFICIOS (BOLSA FAMILIA, FGTS, ABONO SALARIAL, SEGURO E ETC) 3. PIS/PASEP (CAIXA OU 0800) SALVO SE JA TIVER O CARTÃO 4. MIDIA MAGNETICA + SENHA (CAIXA) ÉTICA GREGO ETHOS MODO SE SER MORAL LATIM MORES COSTUMES

14 É UM CONJUNTO DE NORMAS QUE REGULAM O COMPORTAMENTO DO HOMEM EM SOCIEDADE, E ESTAS NORMAS SÃO ADQUIRIDAS PELA EDUCAÇÃO, PELA TRADIÇÃO E PELO COTIDIANO. CIÊNCIA DOS COSTUMES, SENDO ALGO ANTERIOR A PRÓPRIA SOCIEDADE. A MORAL TEM CARÁTER OBRIGATÓRIO. CONJUNTO DE VALORES QUE ORIENTAM O COMPORTAMENTO DO HOMEM EM RELAÇÃO AOS OUTROS HOMENS NA SOCIEDADE EM QUE VIVE, GARANTINDO, OUTROSSIM, O BEM- ESTAR SOCIAL, OU SEJA, ÉTICA É A FORMA QUE O HOMEM DEVE SE COMPORTAR NO SEU MEIO SOCIAL.. A MORAL SEMPRE EXISTIU, POIS TODO SER HUMANO POSSUI A CONSCIÊNCIA MORAL QUE O LEVA A DISTINGUIR O BEM DO MAL NO CONTEXTO EM QUE VIVE. SURGINDO REALMENTE QUANDO O HOMEM PASSOU A FAZER PARTE DE AGRUPAMENTOS, ISTO É, SURGIU NAS SOCIEDADES PRIMITIVAS, NAS PRIMEIRAS TRIBOS. A ÉTICA TERIA SURGIDO COM SÓCRATES, POIS SE EXIGI MAIOR GRAU DE CULTURA. ELA INVESTIGA E EXPLICA AS NORMAS MORAIS, POIS LEVA O HOMEM A AGIR NÃO SÓ POR TRADIÇÃO, EDUCAÇÃO OU HÁBITO, MAS PRINCIPALMENTE POR CONVICÇÃO E INTELIGÊNCIA. CONJUNTO DE NORMAS QUE MATERIALIZAM UM IDEAL DE PERFEIÇÃO BUSCADO PELOS SERES HUMANOS. SE REFEREM ÀS NORMAS OU CRITÉRIOS DE CONDUTA QUE AFETAM TODAS AS ÁREAS DA NOSSA ATIVIDADE. EXEMPLOS: SOLIDARIEDADE, HONESTIDADE, VERDADE, LEALDADE, BONDADE, ALTRUÍSMO... (O HOMEM ESTÁ BUSCANDO) ÉTICA UNIVERSAL TEORICA - ETERNA MORAL CULTURAL PRÁTICA - TEMPORÁRIA NO MAIS ALTO GRAU, É O CONJUNTO DE TODAS AS QUALIDADES ESSENCIAIS QUE CONSTITUEM O HOMEM DE BEM. SEGUNDO ARISTÓTELES, É UMA DISPOSIÇÃO ADQUIRIDA DE FAZER O BEM,E ELAS SE APERFEIÇOAM COM O HÁBITO. (O HOMEM VIRTUOSO JÁ POSSUI, MAS CERTAMENTE PODE BUSCAR OUTROS VALORES).

15 ÉTICA PROFISSIONAL E EMPRESARIAL 1. ÉTICA PROFISSIONAL É o conjunto de princípios que regem a conduta funcional de uma determinada profissão. Dessa maneira, cada pessoa deve proceder de acordo com os princípios éticos. Cada profissão, porém, exige de quem a exerce, além dos princípios éticos comuns a todos os homens, procedimento ético de acordo com a profissão. Exemplo: sigilo do médico, do padre, do terapeuta. 2. ÉTICA EMPRESARIAL Refere-se e atinge as empresas e organizações, pois estas necessitam desenvolver-se de tal forma que a ética, a conduta ética de seus integrantes, bem como os valores e convicções primários da organização se tornem parte de sua cultura. 3. CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL Uma relação das práticas de comportamento que se espera sejam observadas no exercício da profissão, sendo que sua normas visam o bem-estar da sociedade, de forma a assegurar a lisura de procedimentos de seus membros dentro e fora da instituição. Objetivo: formação da consciência profissional sobre padrões de conduta GESTÃO DE ÉTICA NAS EMPRESAS PÚBLICAS E PRIVADAS VANTAGENS DE SE IMPLANTAR UM PROGRAMA DE CIDADANIA 1. MELHORIA DO CLIMA DE TRABALHO (DIREITOS RESPEITADOS) 2. CRIA UM CLIMA DE COOPERAÇÃO INTERNA (CRIATIVIDADE) 3. FORTALECIMENTO DA IMAGEM DA ORGANIZAÇÃO SOCIAL 4. CONSUMIDOR PEVILEGIA EMPRESAS ÉTICAS (FUNCIONARIOS) 5. AUMENTO DA AUTOMOTIVAÇÃO 6. FORTALECIMENTO DO ESPÍRITO DE EQUIPE RECOMENDAÇÕES P/ O SUCESSO DE UM PROGRAMA DE CIDADANIA 1. HOUVIR O FUNCIONÁRIO E A COMUNIDADE 2. ESTAVELECER UMA RELAÇÃO DE DIÁLOGO ENTRE OS DOIS 3. DIREITOS HUMANOS RESPEITADOS 4. ESTIMULAR O VOLUNTARIADO 5. TRABALHO EM EQUIPE UM PRAZER 6. TUDO PODE SER MELHOR SE CADA UM FIZER SUA PARTE

16 CÓDIGO DE ÉTICA DA CAIXA MISSÃO Atuar na promoção da cidadania e do desenvolvimento sustentável do País, como instituição financeira, agente de políticas públicas e parceira estratégica do Estado brasileiro. VALORES Sustentabilidade econômica, financeira e sócio-ambiental Valorização do ser humano Respeito à diversidade Transparência e ética com o cliente Reconhecimento e valorização das pessoas que fazem a CAIXA Eficiência e inovação nos serviços, produtos e processos VALORES DO CÓGIDO DE ÉTICA DA CEF 1. As pessoas tratadas com ética, justiça, respeito, cortesia, igualdade e dignidade. 2. respeito pelo ser humano, pelo bem público, pela sociedade e pelo meio ambiente. 3. Repudiamos todas as atitudes de preconceitos relacionadas 4. Informações corretas, 5. Preservamos a dignidade de todos ( constrangimento no ambiente de trabalho) 6. No exercício profissional, os interesses da CAIXA estão em 1º lugar 7.Gerimos com honestidade nossos negócios, 8.Não admitimos relacionamento ou prática desleal (padrão ético) 9. Não admitimos práticas que fragilizem a imagem da CAIXA 10. vedado privilegiar fornecedores e prestadores de serviços, sob qualquer pretexto. 11. Condenamos a solicitação de doações, em nome da CAIXA, 12. Pautamos nosso relacionamento com clientes e fornecedores, 13. compromisso de oferecer produtos e serviços de qualidade 14. orientações e informações corretas aos nossos clientes 15. sigilo e a segurança das informações. 16. melhoria das condições de segurança e saúde do ambiente de trabalho, 17. princípio da transparência 18. Como empresa pública, estamos comprometidos com a prestação de contas de nossas atividades, 19. empregados oportunidades de ascensão profissional, 20. Valorizamos o processo de comunicação interna, 21. ações nos preceitos e valores éticos deste Código, 22. Zelamos pela proteção do patrimônio público, 23. Buscamos a preservação ambiental nos projetos dos quais participamos, 24. Garantimos proteção contra qualquer forma de represália ou discriminação profissional a quem denunciar as violações a este Código, como forma de preservar os valores da CAIXA

* Inciso I com redação determinada pela Lei 10.608/2002. * Inciso II com redação determinada pela MP 2.164-41/2001.

* Inciso I com redação determinada pela Lei 10.608/2002. * Inciso II com redação determinada pela MP 2.164-41/2001. LEI 7.998, DE 11 DE JANEIRO DE 1990 Regula o Programa do Seguro-Desemprego, o Abono Salarial, institui o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), e dá outras providências. * V. Súmula 389, TST. O Presidente

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