BANCA E PRODUTOS FINANCEIROS

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1 BANCA E PRODUTOS FINANCEIROS Em tempos conturbados como os que se vivem, temas como a poupança e o investimento assumem especial importância. É preciso não perder de vista, como refere João Salgueiro, presidente da APB, em entrevista nesta edição, que as taxas de juro vão voltar a subir. Ao contrair crédito, deve simular um cenário de mais 4 ou 5 pontos percentuais. No prevenir está o ganho. DR Este suplemento faz parte integrante da edição 1294 do JORNAL DE LEIRIA, de 30 de Abril de 2009 e não pode ser vendido separadamente

2 LEIRIA É QUARTO DISTRITO EM NEGÓCIO FINANCEIRO PER CAPITA EVOLUÇÃO NEGÓCIO BANCÁRIO NO DISTRITO DE LEIRIA /2007 Depósitos (M ) ,80% Crédito (M ) ,30% Negócio Financeiro (M ) ,40% Número de Balcões 298 9,60% População residente ,00% Negócio Financeiro Per Capita ( ) ,40% Residentes por Balcão ,70% Negócio Financeiro por Balcão (m ) ,10% Fonte: Associação Portuguesa de Bancos Valores em milhões de euros, salvo indicação em contrário. Análise a preços correntes Negócio financeiro é a smi-soma do crédito e dos depósitos Leiria foi, em 2007, segundo os últimos dados da Associação Portuguesa de Bancos, o quarto maior distrito em negócio financeiro per capita. Em depósitos ocupava a sétima posição, tal como em crédito concedido, depois de descer do sexto lugar que pertence agora a Faro. Tanto o crédito como os depósitos cresceram a menor ritmo face à média nacional. O negócio financeiro (smi soma de crédito e depósitos) per capita registou, em 2007, uma subida de quase 10%, para perto de 15 mil euros, o que atribui a Leiria o quarto lugar nesta rubrica, atrás de Lisboa, Faro e Porto. Quanto ao crédito concedido no distrito, subiu 12,3%, para os 8,4 mil milhões de euros, o que compara com o acréscimo de 10% registado no ano anterior. Já os depósitos acusam, no período em análise, uma subida de 4,8%, para os 4,919 mil milhões de euros, acentuando o acréscimo de 3% registado em Tanto o crédito como os depósitos cresceram em Leiria a um menor ritmo face aos totais nacionais que registaram subidas de 13,2% e 9,4%, respectivamente. O distrito de Leiria viu manter-se o seu peso nos totais nacionais em rubricas como depósitos (3%), crédito concedido (4%), negócio financeiro (3%) e número de balcões (5%), depois de registar a abertura de 26 novos balcões, face aos 18 inaugurados no ano anterior. Nos últimos sete anos, o crédito concedido no distrito de Leiria cresceu 113% (81% em Portugal) e os depósitos 22% (55% em Portugal), o que evidencia um maior afastamento entre o volume de crédito concedido e o de depósitos comparativamente à média nacional. Recorde-se que foi em 1999 que, em Portugal, o volume de crédito concedido superou o volume de depósitos, um movimento o distrito viria a acompanhar dois anos mais tarde. A evolução do peso do crédito e depósitos do distrito relativamente aos totais nacionais permite observar uma perda de importância dos depósitos desde 1995, ano em que representavam 4,11% do total nacional, face aos 3,11% registados em Dezembro de Já com o crédito observa-se o movimento oposto: em 1995 o distrito representava 2,94% dos valores totais, enquanto em 2007 esse número ascendia ao 3,69%. A abertura de novas agências, por seu lado, conduziu à redução do número de residentes por balcão, de 2860 em 1995, para 1542 em Do total de 298 balcões que em Dezembro de 2007 marcavam presença no distrito, é ao concelho de Leiria que pertence o maior número (79), seguido de Pombal (43), Alcobaça (32), Caldas da Rainha (30) e Marinha Grande (20), cinco concelhos que concentram 70% do total de balcões. No que respeita a insígnias, o distrito conta com 18 diferentes instituições bancárias, destacando-se a presença das Caixas de Crédito Agrícola Mútuo (50 agências), seguidas do Millennium BCP (44 agências), Caixa Geral de Depósitos (37 agências) e BES (34 agências). Estas quatro instituições bancárias detêm mais de metade do número total de balcões presentes no distrito. CAIXAS AUTOMÁTICAS MOVIMENTARAM MAIS DE 1,7 MIL MILHÕES Nas 603 caixas automáticas activas no distrito em 2008 (representando 5% do total nacional) foram movimentados perto de 1,7 mil milhões de euros, mais 8% face a 2007, o que representa 4% do total de operações a nível nacional, mercado que registou um crescimento de 8% nesta rubrica. Segundo dados fornecidos pela SIBS, aos levantamentos nacionais cabem mais de mil milhões de euros (uma subida de 4% face a 2007), destacando-se os levantamentos internacionais, que cresceram 15%, para os 60,8 milhões de euros (pesando 4% do total nacional), um ritmo superior aos11% registados em Portugal. Os pagamentos por esta via caixa automática totalizam 245 milhões de euros, mais 8% relativamente ao ano anterior (face à subida de apenas 6% a nível nacional). Os valores médios de pagamentos e recebimentos cifraram-se nos 45 e 65 euros, respectivamente (mais 5 e 1% face ao ano anterior), valores idênticos aos registados a nível nacional. Quanto aos terminais de pagamento automático (TPA), movimentaram, em 2008, 986 milhões de euros, mais 5% que em 2007, mas abaixo da subida de 12% registada em Portugal, sendo o distrito de Leiria responsável por apenas 3% do volume total de operações realizadas a nível nacional. Do volume total movimentado nos TPA, 899 milhões respeitam a compras nacionais cresceram 7% face a 2007, o que compara com a subida de 15% em Portugal e apenas 45 milhões a compras internacionais (decresceram 30% no período em análise, face ao decréscimo de apenas 2% nos totais nacionais). Em queda esteve também o valor médio das compras em TPA, que passou de 60 para cerca de 40 euros, valor idêntico aos 43 euros da média nacional. O distrito tinha, em Dezembro de 2008, 9272 TPA activos (5% do total nacional) o que evidencia um crescimento de 17% face ao ano anterior, mais do que a subida de 15% registada em todo o País. PESO DE LEIRIA NO TOTAL NACIONAL Depósitos 4,11% 3,11% Crédito 2,94% 3,69% Negócio Financeiro 3,65% 3,45% Número de Balcões 4,23% 5% Fonte: Associação Portuguesa de Bancos LEIRIA NO RANKING NACIONAL EM 2007 Depósitos Crédito Negóc. Financ. p/capita Lisboa Lisboa Lisboa Porto Porto Faro Braga Setúbal Porto Aveiro Braga Leiria Setúbal Aveiro Setúbal Faro Faro Évora Leiria Leiria Aveiro Fonte: Associação Portuguesa de Bancos CONCELHOS NO DISTRITO COM MAIS BALCÕES Leiria 79 Pombal 43 Alcobaça 32 Caldas da Rainha 30 Marinha Grande 20 Fonte: Associação Portuguesa de Bancos Nº DE BALCÕES POR INST. BANCÁRIA CCCAM 50 Millennium BCP 44 CGD 37 BES 34 BPI 29 BST 29 BPN 25 Montepio Geral 12 Banco Popular 10 Banif 9 Finibanco 6 Barclays 6 BBVA 2 Deutsche Bank 1 Santander Consumer 1 BII 1 Banco Invest 1 Banco Mais 1 Fonte: Associação Portuguesa de Bancos; Valores relativos a 2007 TERMINAIS DE PAGAMENTO AUTOMÁTICO /2008 Nº de TPA Activos % Total de Operações ( ) ,85 5% Compras Nacionais ( ) ,12 7% Compras Internacionais ( ) ,41-30% Valor médio das compras ( ) 39-35% Fonte: Sibs OPERAÇÕES EM CAIXAS AUTOMÁTICAS /2008 Nº de CA Activos 603 6% Total de operações ( ) ,32 8% Levantamentos Nacionais ( ) % Levantamentos Internacionais ( ) % Consultas % Pagamentos ( ) ,07 8% Valor médio dos pagamentos ( ) 45 5% Valor médio dos levantamentos ( ) 64,6 1% Fonte: Sibs FICHA TÉCNICA EDIÇÃO: JORLIS - EDIÇÕES E PUBLICAÇÕES, LDA. / Director: José Ribeiro Vieira / Coordenação: Rui Pereira / Redacção: Célia Marques / Serviços Comerciais: Luís Clemente / Paginação: Isilda Trindade e Rita Carlos / Impressão: Grafedisport / Tiragem: exemplares / Nº de registo: / Depósito legal nº: 5628/84 / JORNAL DE LEIRIA, Edição n.º 1294, 30 de Abril de 2009

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4 João Salgueiro Presidente da Associação Portuguesa de Bancos «A NOVA ORDEM ECONÓMICA MUNDIAL VAI ACONTECER À FORÇA» RICARDO GRAÇA A frase é de João Salgueiro, que antecipa piores condições de vida para os europeus e americanos, que vão deixar de poder endividar-se tanto. O presidente da APB explica ainda porque é que a crise se vai arrastar durante mais tempo em Portugal e apela à ambição e determinação dos portugueses. A recuperação vai exigir criação de emprego próprio. Como comenta as últimas previsões do Banco de Portugal, que apontam para uma queda de 3,5% do PIB português este ano? Não são surpresa. Já tínhamos dito que os problemas em Portugal seriam mais agravados que noutros países, porque além dos elementos de crise que vêm de fora, estamos a viver uma crise económica desde o princípio do século. Significa que não é aceitável invocar que os números reflectem o que se passa na economia mundial Portugal teve, desde 1999, o pior desempenho dos países da União Europeia. Gastámos muito tempo a tentar equilibrar o gasto público, mais pelo aumento dos impostos e redução do investimento, do que pela redução da despesa corrente, que é o que terá de se fazer. E deixámos para segundo plano a competitividade do País. E nós sabemos quais os factores que nos desfavorecem em termos de competitividade. Estaríamos melhor preparados para enfrentar a crise Se tivéssemos corrigido alguns factores, como o funcionamento da Justiça, o mau e caro sistema da Educação, a burocracia e o facto de não termos encontrado solução para uma maior mobilidade no sector laboral, onde temos dois regimes muito distintos: os contratos perpétuos, e o extremo oposto, de uma grande precariedade. Não criámos um tipo de contrato que existe em toda a Europa, que em princípio é estável, mas havendo razões fortes para não durar, pode ser suspenso. As empresas concorrem no mercado internacional. Há períodos em que não têm um nível de funcionamento normal, como se viu agora, e é preciso ter condições para dar resposta a isso. Se tivéssemos dado mais atenção aos problemas da competitividade, agora sofreríamos menos. Os 3,5% eram expectáveis? O número exacto não. Mas era expectável que teríamos um pior desempenho nesta fase, e também que esta situação se arrastaria durante mais tempo em Portugal do que noutros países. A menos que tivessemos agora uma capacidade de decisão e correcção, que provavelmente não temos. Não podemos esquecer o problema estrutural de falta de competitividade, sob pena de tomarmos medidas que agravem a situação. Os grandes projectos de obras públicas, que não são indispensáveis, vão endividar ainda mais o País, quando devíamos criar condições e apoiar actividades que têm de competir no mercado internacional, como a agricultura, pescas e indústrias de exportação. Neste contexto económico, qual é o papel da banca e até que ponto tem condições para o materializar, uma vez que tem tido alguma dificuldade em obter financiamento no mercado internacional? A banca em Portugal tem o problema da dimensão do mercado que é muito pequeno e para além disso não tem crescido nos últimos anos, porque está limitada com o andamento da economia. A única coisa que cresceu foi o crédito à habitação, quando teria sido preferível desenvolver o crédito à agricultura. Mas não existiam projectos. A banca é um intermediário entre quem poupa e quem quer investir. Infelizmente tivemos episódios que demonstram que a principal preocupação de um banco deve ser assegurar a qualidade das aplicações que faz com o dinheiro dos depositantes, sem se aventurar em caminhos tortuosos, nem facilitismos. Todos os bancos financiam involuntariamente projectos que não são viáveis, mas isso está previsto na margem de segurança. Se for 2 ou 3% não tem mal, se começamos a ter dificuldades em 10% do que se financia, colocamos em risco o dinheiro dos depositantes. Existe liquidez para injectar dinheiro na economia? Nós não poupamos. A consequência de não sermos competitivos é estarmos a importar mais do que exportamos e isso significa que temos uma poupança negativa. O País tem estado a endividar-se ao longo destes anos e não há poupança suficiente para todos os projectos que se querem fazer. A banca tem tido capacidade de se endividar no estrangeiro, mas neste momento tem mais dificuldade, porque paga um prémio de risco maior, como os países do Sul da Europa, e a Irlanda e a Áustria. Isso significa que também não é fácil para a banca responder aos desafios que se apresentam? Existe dinheiro, mas é mais caro. Se tivéssemos poupança portuguesa, neste momento não havia dificuldade nenhuma, porque a Euribor baixou. Mas como tem de se ir buscar ao estrangeiro, paga-se mais caro, devido ao tal prémio de risco. Que recomendações deixa para os tempos que se avizinham? Tenham uma visão positiva, mais ambição e vejam o que podem fazer para ter um futuro melhor. Melhorar o conhecimento, adquirir uma segunda ou terceira língua, que será uma enorme vantagem quando houver empregos. Actualizem os conhecimentos em matemática ou informática. Se precisam de fazer obras, façam-nas agora, porque vamos entrar um período mais difícil. Pensem se o carro que têm é o adequado para uma época de crise, e se não poderão ter uma iniciativa empresarial, especialmente os jovens, porque o País vai depender da criação de empregos. Comecem por uma actividade que gostem e em pequena dimensão. Se têm créditos, devem tentar pagar enquanto a taxa de juro está baixa, porque vai subir no futuro próximo. Para que níveis? É possível antecipar? Se houver uma ameaça de inflação, a taxa de juro será usada para a combater. Espero que não passe dos 4 ou 5%. E já é muito alta. Passámos uma fase de campanhas de crédito muito agressivas. A banca tenderá a ser mais socialmente responsável no estabelecimento de objectivos? Ninguém pede um empréstimo para pôr dinheiro debaixo do colchão. O atractivo dos empréstimos não é a publicidade que a banca faz. Até porque quem vende viagens, automóveis e electrodomésticos também dá crédito. A banca tem obrigação de dar crédito em melhores condições, e as pessoas têm de comparar a oferta dos comerciantes e da banca. E comparar as condições de pelo menos três bancos. A banca é um intermediário especializado, mas tem outras funções que tem exercido muito bem em Portugal. A economia precisa de dinheiro, os empresários falam em dificuldades para obter crédito, spreads elevados. A banca não podia abdicar de um pouco da sua margem? Podia, zero vírgula qualquer coisa. As margens são muito escassas. Os contratos de financiamento são

5 em pontos básicos, e as margens são de 35, 40 pontos base. Não chega a um por cento. Tudo somado resulta nos lucros que o sector tem apresentado E são altos ou baixos? Depende da base de comparação. Se comparar uma empresa que tem 15 mil pessoas com uma que tem dois táxis, claro que os lucros são mais altos. Temos de comparar a margem com o capital envolvido. Por que é que a banca havia de ter margem de lucro inferior a outras empresas cotadas em Bolsa? A banca está na média. Se compararmos com bancos estrangeiros, as margens são inferiores. A margem de lucro da banca, em relação ao volume facturado, é muito inferior a 1%. A crise mundial não se deve à ganância dos bancos americanos. Isso é uma coisa que os políticos inventaram. Os desequilíbrios dos bancos de investimento americanos só aconteceram porque as autoridades não quiseram interromper o processo que estava a manter a economia animada, com pleno emprego e toda a gente a comprar casa e automóvel, embora fosse apenas um doping, que durou nove anos. Nenhum político quis interromper o processo. Agora empresta sem limite a uma taxa fixa. A Euribor não é neste momento uma taxa de mercado, mas tem influência nos créditos indexados à Euribor e isso é bom. Mas não se podem fazer novos contratos com o mesmo spread que se fazia, porque os bancos estão a endividar-se a taxas mais altas. Aquela taxa é como se não existisse, porque não vai durar, serve apenas para garantir que os bancos tenham acesso a dinheiro, precisamente porque não estavam a emprestar uns aos outros por causa do risco. Criou-se um bloqueamento e alguém tinha de pôr isto a andar. Agora o financiamento está garantido pelos bancos centrais. Estão todos a oferecer dinheiro ilimitado, mas isso não vai durar, porque é um doping. Não podemos perder de vista o que vai acontecer a seguir. As pessoas devem simular o que vai acontecer se as taxas de juro subirem 3 ou 4%. Aumentar a dívida em quantidades astronómicas para fazer auto-estradadas e ficar a pagar mais tarde uma taxa de juro muito alta não faz sentido. É possível prever quando se dará a inversão da taxa de juro? Podemos prever o que vai levar a isso, mas não quando. Começa a subir quando deixar de haver esta desconfiança e quando a maior preocupação não for o desemprego, mas a inflação. Esta crise vai ser prolongada. A Europa e os Estados Unidos vão ter dificuldade em adaptar-se à nova situação do comércio internacional. Ou mudamos de paradigma, ou saímos da crise um pouco artificialmente e temos outra logo a seguir. Nos EUA, o número de empresas que fechou fez com que sectores como as confecções, calçado, brinquedos, componentes electrónicos, o aço e a construção naval, quase acabassem. Agora está a chegar ao automóvel. O que cresceu nos EUA nos últimos 15 anos foi o audiovisual, o imobiliário e o sector financeiro, que é tudo o que está afectado neste momento, excepto o audiovisual. O que se vai criar para substituir isso? Não é de um dia para o outro. Em Portugal a mesma coisa. A nossa economia viveu do aumento da construção, que depois parou, e entrámos em crise. A ideia das obras públicas agora é mais um doping. PUB Não estando a banca portuguesa directamente relacionada com o que aconteceu, de que forma se fez sentir? Vive-se um período de reflexão, no sentido de rever valores e estratégia? O problema maior não é a banca. Isso é um prognóstico facilitista. O que despoletou a crise financeira foram as irregularidades permitidas e até encorajadas. A nova ordem económica mundial vai acontecer à força: os europeus e os americanos vão ter piores condições de vida do que tiveram até agora, vão deixar de poder endividar-se tanto. Como é que se defende um modelo social europeu baseado numa economia que não o permite? O modelo social europeu só existiu porque os europeus eram mais competitivos que os outros países. Se não formos capazes de criar mais riqueza, temos de viver pior, não há volta a dar. Ou então acaba-se com a globalização. Não podemos é querer comer o bolo e continuar a ter o bolo. O doping do crédito para manter a economia a funcionar vai ser difícil de manter. As medidas que estão a ser tomadas visam substituir o doping dos bancos pelo doping do Estado. Por isso, a taxa de juro mais cedo ou mais tarde vai ter de subir. Essa dívida vai ter de ser paga. E fora da Europa e Estados Unidos, o que vai acontecer? Os chineses, agora estão a vender electrodomésticos, sapatos e camisas, e depois passam a vender automóveis. Na nova ordem vão destacar-se os países emergentes, enquanto nós estamos a submergir, porque ainda não tomámos consciência que precisamos de mudar de vida, nem temos a percepção da dimensão do que temos de mudar. A economia é o reflexo da forma como todos vivemos. É essa mudança que está em causa? Claro que sim. Temos pessoas em Portugal que trabalham muito, duramente. Mas também há muitos a viver de subsídios. Voltando à taxa de juro. Há quem defenda que esta descida, para níveis históricos, também é preocupante, porque os bancos deixam de ter incentivos para emprestar dinheiro uns aos outros. Como comenta? A Euribor tem descido muito, forçada pelo BCE. Aquilo é artificial. O BCE oferece hoje dinheiro ilimitadamente aos bancos a uma taxa fixa e a Euribor teve de encostar àquela taxa. Ninguém vai comprar ao mercado monetário interbancário mais caro do que pode comprar no BCE directamente. Dantes só emprestava dinheiro por leilão: emprestava um determinado montante a quem pagasse mais.

6 AS OPÇÕES NA HORA DE INVESTIR Quando de trata de aplicar o dinheiro, as opções são inúmeras. Do simples aforro ao investimento, é importante seleccionar os instrumentos que melhor se adaptam ao seu perfil. A complexidade dos produtos financeiros tem sido crescente. Recomenda-se atenção aos pormenores. E aconselhamento. Perguntas nunca são demais. ONDE SE PRATICAM AS MELHORES TAXAS DE JURO? O SITE DA DECO RESPONDE O site da Deco disponibiliza um simulador que permite comparar as taxas de juro praticadas pelos bancos para os depósitos, bem como consultar a análise, e taxas actualizadas, dos certificados de aforro. Segundo a última actualização, datada de Abril, é nos prazos mais curtos que se concentra a maioria das ofertas de taxa de juro inferiores a 1%. A taxa média de um depósito de 5000 euros a um mês é de 0,9%, enquanto a de 12 meses é de 1,3%, próxima à taxa base dos certificados de aforro série C. Quanto e durante quanto tempo pretende investir? Que nível de risco está disposto a assumir? Quais os objectivos em termos de rentabilidade? Estas são perguntas fundamentais para traçar o perfil do investidor, antes de decidir o destino a dar ao seu dinheiro. Em causa podem estar poupanças de uma vida, ou o começo de um pequeno pé-de-meia. Consumo de que se abdicou a pensar no futuro. Para evitar dissabores, os especialistas relembram que é fundamental saber exactamente onde está a investir, e nunca hesitar em pedir explicações adicionais sobre tudo o que suscite dúvidas. A atenção aos pormenores é importante não só para evitar surpresas desagradáveis como para atingir níveis de rendibilidade em linhas com as expectativas. A inovação nos mercados financeiros, e a concorrência entre instituições de crédito, têm levado ao aumento da complexidade dos produtos financeiros, mesmo ao nível de produtos de aforro, como os depósitos bancários. Recentemente, o Banco de Portugal alertou para o facto de alguns implicarem que os clientes bancários assumam riscos que não são imediatamente perceptíveis, e exige que os bancos caracterizem, de forma clara, as diversas modalidades que os depósitos podem assumir. Entre as características fundamentais dos depósitos, destaca-se a garantia do capital, isto é, o reembolso integral do montante aplicado, na maturidade e aquando da mobilização antecipada, se for permitida. Segundo o Banco de Portugal esta é uma informação que deve reter apenas os produtos que cumpram estes requisitos podem ser designados como «depósitos», sejam eles simples, indexados, ou duais. Quanto à remuneração do depósito, o Banco de Portugal adverte que jamais poderá ser negativa, independentemente do modo de determinação da sua taxa. Importa ainda referir que um depósito indexado é aquele cuja rendibilidade está associada, total ou parcialmente, à evolução de outros instrumentos ou variáveis financeiras ou económicas relevantes designadamente acções ou cabaz de acções, índice ou cabaz RISCO NULO DR CONTAS À ORDEM REMUNERADAS São contas à ordem que têm associada uma remuneração, em resultado da aplicação de uma taxa de juro. Por norma, os juros são calculados com base no saldo médio diário e creditados no período acordado com o banco. Comparativamente a uma conta a prazo, tem a vantagem de poder movimentar o capital sem penalizações. CONTAS A PRAZO Também dão origem a uma remuneração, resultado da aplicação de uma taxa de juro, mas envolve perda de juros se o capital for movimentado antes do período definido para o depósito (maturidade). Alguns bancos oferecem uma modalidade de depósito a prazo, que prevê, em caso de movimentação antecipada de capital, a atribuição dos juros acumulados até àquela data. Os depósitos a prazo têm a vantagem de ter uma taxa de juro superior à dos depósitos à ordem remunerados. CERTIFICADOS DE AFORRO São instrumentos de dívida criados com o objectivo de captar a poupança das famílias, com a vantagem de terem montantes mínimos de subscrição reduzidos. Só podem ser emitidos a favor de particulares e não são transmissíveis excepto em de índices accionistas, índice ou cabaz de índices de mercadorias enquanto um depósito dual é o que corresponde à comercialização combinada de dois ou mais depósitos bancários, sejam eles simples e/ou indexados. Tanto os depósitos duais como os indexados passaram, recentemente, a estar incluídos na categoria de «produtos financeiros complexos». As instituições de crédito são obrigadas a disponibilizar aos aforradores prospectos com as características dos depósitos indexados e duais, para que o cliente avalie o retorno e o risco destes produtos, e possa comparar as diferentes alternativas de aforro. Aqui fica um conjunto de instrumentos de aforro e investimento para onde pode canalizar poupanças, envolvendo desde risco nulo a risco elevado. As breves explicações não substituem o pedido de aconselhamento junto das entidades bancárias. Pergunte sempre! caso de falecimento do titular. São mais ou menos rentáveis dependendo dos montantes em causa e do período de permanência. A taxa de juro é calculada tendo por base a Euribor, cuja descida tem tornado estes produtos pouco atractivos. PRODUTOS ESTRUTURADOS DE CAPITAL GARANTIDO São aplicações que permitem o acesso aos mercados financeiros (accionista, obrigacionista, cambial, taxa de juro, commodities, etc.) muitas vezes inacessíveis ao investidor comum. O investidor fica exposto a mercados com risco, mas com a segurança da garantia total do capital investido na maturidade. Os ganhos podem ser também limitados. OBRIGAÇÕES São valores mobiliários representativos de dívida de médio e longo prazo de uma qualquer entidade Estado ou empresas em relação a terceiros, que tipicamente conferem ao seu titular o direito a recebimentos periódicos de juros durante a vida útil do empréstimo e ao reembolso do capital na data de maturidade do empréstimo. Apesar de considerada aqui como risco nulo, é preciso salvaguardar que, em caso de falência da empresa, pode não haver lugar ao reembolso do capital emprestado.

7 RISCO MODERADO PRODUTOS DUAIS São produtos que associam, de forma automática, um depósito a prazo (produto sem risco) e um fundo de investimento (produto com risco), permitindo assim investir em mercados com maior potencial de crescimento no médio prazo, mas com a garantia total da parte de capital afecta ao depósito a prazo. Esta garantia faz com que investidores mais avessos ao risco considerem mercados que, por prudência na aplicação das suas poupanças pessoais, não seriam considerados. Pode representar o começo da exposição ao risco. RISCO ELEVADO ACÇÕES Uma acção é uma pequeníssima parte de uma empresa. Tem interesse para o investidor quando este acredita que a empresa vai crescer no futuro. São o produto financeiro que historicamente têm rentabilidades superiores. Para minimizar o risco associado a estes produtos, que é elevado, o investimento em acções pode fazer-se com limite de perdas, um mecanismo que acciona automaticamente a venda quando atingido o limite de perda definido pelo investidor. Este limite pode ir FUNDOS DE INVESTIMENTO São constituídos por investimentos individuais que, em conjunto, são aplicados em diferentes mercados e activos financeiros, como acções, obrigações, derivados, depósitos, ou imobiliário. Na prática, os pequenos investidores entregam as suas poupanças a uma entidade gestora que, com o capital, analisa riscos e oportunidades e gere o investimento total, com objectivo de o rentabilizar. O risco associado depende do comportamento do mercado e da própria gestão, sendo menor quanto mais diversificada a carteira de sendo ajustado ao longo do tempo, em função da performance que o vai evidenciando. investimento. O investidor pode resgatar o investimento do fundo sempre que pretender, mas estes investimentos devem ser encarados numa perspectiva de médio ou longo prazo, dependendo do risco associado ao fundo. Para um perfil de risco moderado, os mais indicados são os fundos de investimento descorrelacionados com o mercado accionista. Por norma, os fundos de investimento não têm comissões de subscrição, nem de resgate (apenas comissão de gestão) sendo por isso indicados para montantes de investimento mais reduzidos. FUTUROS E OPÇÕES Ambos são produtos derivados (uma vez que a sua cotação depende da variação da cotação do activo subjacente, que pode ser um instrumento financeiro, ou uma mercadoria) e alavancados, porque permitem ter uma maior exposição ao activo, com menos capital. Estes títulos requerem especial atenção, uma vez que a alavancagem funciona tanto para ganhos como para perdas. Um futuro é um contrato que obriga à compra ou venda uma dada quantidade de um activo especificado, numa data futura especificada, a um preço pré-acordado. Os futuros e opções comportam o risco de que os preços de mercado possam movimentar-se na direcção oposta àquela que se previu. A opção é um contrato que confere o direito de compra ou venda de um activo subjacente, por um preço específico, durante um determinado período de tempo. Por Ricardo Castelo Financial Advisor do Banco Big Leiria ONDE INVESTIR 50 MIL EUROS? Um investidor que pretenda aplicar 50 mil euros depara-se com uma multiplicidade de opções, dependendo dos objectivos de rendibilidade que tenha, do nível de risco que está disposto a assumir e do horizonte temporal da aplicação, ou investimento. Aqui ficam três cenários possíveis, para um período de três anos, envolvendo risco nulo, risco moderado e risco agressivo. CENÁRIO CONSERVADOR Num cenário conservador, envolvendo risco nulo, a opção poderia passar por aplicar 20 mil euros num depósito a prazo, deixando 5 mil euros, para eventuais necessidades de liquidez na Super Conta, que consiste num depósito à ordem remunerado. Poderia ainda fazer duas aplicações de capital garantido, ou produtos estruturados (ouro, ou petróleo, são exemplos de activos onde pode investir) de 12,5 mil euros cada. CENÁRIO MODERADO Num cenário de risco moderado, o investidor poderia aplicar 20 mil euros num depósito a prazo e 25 mil euros na Estratégia Alfa. Trata-se de uma carteira de gestão discricionária, descorrelacionada com o mercado accionista, ou seja, que procura criar valor independentemente dos inputs do mercado. Pode conter fundos de obrigações, de acções (uma pequena percentagem), commodities, e depósitos a prazo. Os restantes 5 mil euros poderiam ser aplicados numa selecção de Fundos: Fundo Mix Neutral (também descorrelacionado do mercado de accionista) ou Corporate (obrigações de empresas). Tanto o Mix Neutral, como o Corporate permitem, através de uma única subscrição, alocar parte do capital a três fundos seleccionados por especialistas, beneficiando, em simultâneo, de uma taxa de juro. CENÁRIO AGRESSIVO Num cenário de maior risco, o investidor poderia colocar 15 mil euros no Fund Advisor Agressivo, uma selecção de fundos feita pelo Banco Big, que realoca a carteira de dois em dois meses, ou num prazo mais curto, em função das condições do mercado. Metade do capital, 25 mil euros, podia ser alocado à Estratégia Alfa (gestão discricionária de carteiras) e com o restante 10 mil euros o cliente poderia fazer trading (de acções, futuros, warrants, ou forex). Como se pode verificar no resultado das simulações, ao aumentar a exposição ao risco, o investidor aumenta também a possibilidade de obter uma taxa de rendibilidade esperada superior. Em comum, estes cenários têm a opção pela diversificação das aplicações. Independentemente do nível de risco que o investidor esteja disposto a correr, a diversificação revela-se, de uma forma geral, quase sempre interessante, quer do ponto de vista da rendibilidade, quer da minimização do risco. Até no primeiro cenário, com total ausência de risco, se poderá conseguir com a diversificação um retorno esperado maior do que se obteria num simples depósito a prazo. APLICAÇÃO DE 50 MIL EUROS A 3 ANOS PERFIL CONSERVADOR Aplicação Montante Eur Depósito a Prazo TOP Super Conta Produtos Estruturados 2x Total Rendibilidade Expectável* PERFIL MODERADO Aplicação Montante Eur Deposito a Prazo TOP Estratégia Alfa Mix Neutral ou Corporate Total Rendibilidade Expectável* PERFIL AGRESSIVO Aplicação Montante Eur Fund Advisor Agressivo Trading (Acções; FX ; Futuros; Warrants) Estratégia Alfa Total Rendibilidade Expectável* CÁLCULO DE RENDIBILIDADE EXPECTÁVEL* Rendibilidades Antes de Imposto * Rendibilidades Efectivas: Depósito TOP Super Conta 187,50 Rendibilidade Expectável (Cenário Hipotético Intermédio) Produtos Estruturado Produto Estruturado Total CÁLCULO DE RENDIBILIDADE EXPECTÁVEL* Rendibilidades Efectivas: Depósito TOP Rendibilidade Expectável (Cenário Hipotético Intermédio) Estratégia Alfa Mix Corporate ; Neutral Total CÁLCULO DE RENDIBILIDADE EXPECTÁVEL* Rendibilidade Expectável (Cenário Hipotético Intermédio) Fund Advisor Estratégia Alfa Trading Total *Valores meramente indicativos e como tal não devem ser entendidos como garantia de rendibilidades anualizadas.

8 A IMPORTÂNCIA DA POUPANÇA POUPANÇA CRESCE PELA PRIMEIRA VEZ DESDE O EURO Para precaver incidentes, concretizar um projecto, ou assegurar o futuro a médio e a longo prazo, a poupança merece especial atenção na gestão das finanças pessoais. Aqui ficam dicas para poupar e reduzir, ou evitar, o endividamento. DR A poupança geralmente é realizada tendo em vista três fins distintos: precaução, um projecto específico, ou a previdência a mais longo prazo. A primeira envolve a constituição de uma reserva de segurança, para que eventuais imprevistos não coloquem em risco o equilíbrio orçamental, e obriguem a recorrer crédito. A reserva financeira, por pequena que seja, dá tempo para procurar uma melhor solução, evitando soluções de crédito imediato, com taxas de juro elevadas, que podem levar ao descontrolo total. O montante desta poupança deve ser encarado como um encargo fixo mensal, permanecer disponível, podendo ser remunerado através de um depósito de curto prazo. A poupança que tem em vista a concretização de um objectivo concreto uma viagem, ou um automóvel pode ser canalizada para um suporte financeiro menos líquido e mais rentável do que a anterior, como os depósitos a prazo, uma vez que o montante será utilizado num horizonte temporal mais alargado. Quanto à poupança previdência, é a realizada a pensar num futuro mais longínquo, para assegurar, por exemplo, uma reforma mais confortável. É também a que permite remunerações mais elevadas e usufruir de benefícios fiscais associados a produtos como os Planos Poupança Reforma e Fundos de Pensões. De acordo com o Banco de Portugal este ano a poupança deverá crescer de 6,2 para 9% do rendimento disponível, o que não acontece desde que existe o Euro. É a subida mais acentuada desde HOMENS SÃO QUEM MAIS POUPA Segundo os dados do estudo Basef Banca, da Marktest, entre os mais poupados contam-se os homens (35,8% dos que têm conta bancária), os jovens entre os 25 e os 34 anos, os residentes na região do Grande Porto (34,6 %) e os pertencentes à classe social alta e média alta (45,4%). RECURSO AO LOW COST Segundo um estudo do Cetelem, embora os portugueses estejam dispostos a sacrificar o consumo em algumas rubricas, desenvolveram também novas estratégias para consumir melhor, como o recurso ao hard-discount e ao low-cost. DE PEQUENINO A criação de uma rotina de poupança deve envolver toda a família, incluindo as crianças, às quais se deve incutir a ideia de utilização racional do dinheiro, ensinando-as a comparar preços, a desmontar promoções e a gerir a mesada no sentido de canalizar uma parte para poupança. O SEU ORÇAMENTO SUPORTA MAIS ENCARGOS? Em a Deco disponibiliza um simulador que permite saber, antes de contratar um empréstimo, se o orçamento suporta mais encargos. Se tiver excesso de dívidas, pode também simular se a junção dos vários empréstimos num só permite baixar a prestação mensal, embora acumulando mais juros a longo prazo. PUBLIREPORTAGEM Para diminuir encargos e aumentar os indíces de Poupança dos portugueses Caixa Geral de Depósitos lançou Saldo Positivo Contribuindo para uma maior consciencialização da importância da melhor gestão das finanças dos portugueses, da diminuição dos seu encargos e do aumento dos índices de poupança numa perspectiva continuada, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) lançou agora o Saldo Positivo, um programa de educação financeira onde serão abordados os principais conceitos financeiros. Através deste programa, a CGD procura estimular a poupança/investimento com a criação de produtos e serviços que visem a orientação dos consumidores no planeamento dos seus recursos. Em poder-se-ão encontrar conteúdos adaptados aos vários segmentos etários (incluindo os mais jovens) e aos mais distintos perfis de consumidor. O Programa Saldo Positivo disponibiliza contribuições práticas para a gestão do dia-a-dia e do orçamento familiar, sugestões de poupança de energia e consequente redução de consumos e despesas, bem como diagnósticos das situações de consumo, endividamento, poupança e investimento. São facultados elementos que permitem encarar a gestão do orçamento familiar na mesma perspectiva de uma gestão empresarial, identificando claramente receitas, despesas, margem para imprevistos e margem para investimento. Nesta óptica, incentiva-se uma mudança de mentalidades face à Poupança, para que este termo deixe de significar uma prática antiquada e passe a representar uma realidade moderna e actual. No site Salto Positivo serão permanentemente introduzidos novos conteúdos, sendo dotado, sistematicamente, de novas funcionalidades. Ainda que nem todas as áreas sejam disponibilizadas desde o lançamento, como é o caso da área dedicada às crianças e jovens, cuja implementação se prevê para breve, são, desde logo, abordados os mais diversos temas, desde a explicação de termos (Glossário), das várias contas existentes, dos diferentes tipos de cartões, empréstimos, formas de poupança, habitação, seguros, etc. Também de início, estão disponíveis instrumentos de diagnóstico e análise, como é o caso do checkup financeiro e das várias calculadoras. Com este programa, a Caixa acredita que clientes melhor informados são capazes de tomar decisões mais conscientes e equilibradas. Pois, com mais e melhor informação, o saldo só pode ser positivo. VÁ ATÉ E TOME AS RÉDEAS DA SUA VIDA FINANCEIRA, ATRAVÉS DA GESTÃO DAS SUAS DESPESAS E POUPANÇAS.

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10 Catarina Pescadinha Directora de agência da Decisões e Soluções «A POUPANÇA MÉDIA MENSAL CONSEGUIDA RONDA OS 500 EUROS» RICARDO GRAÇA A Decisões e Soluções é uma empresa de consultoria financeira que presta aconselhamento a nível de financiamento e investimento, e que ocupa o primeiro lugar no sector, em termos de negócio escriturado. O objectivo é encontrar a melhor solução para o cliente, que só paga se o negócio for efectivado. O que fazem quando um cliente vos procura para obter uma melhor solução de financiamento? Analisamos os vários créditos que tem. Nem sempre a melhor solução é juntar todos num. Nesse caso, renegociamos com as instituições, crédito a crédito. Não trabalhamos com simulações. Quando apresentamos em cinco dias a melhor oferta do mercado para o cliente, estamos a falar de uma solução de crédito aprovado. Também renegociamos os seguros de vida e multirriscos e temos atenção às despesas mensais que o banco cobra. O que pode ser renegociado com as instituições de crédito para se conseguir uma prestação mais baixa? Spreads? Também, mas mesmo mantendo a mesma taxa pode conseguir-se uma poupança mensal, passando de taxa fixa para variável, ou vice-versa, dependendo das condições de mercado. Jogamos com as campanhas de crédito à habitação em curso, para oferecer as melhores condições. Como estamos em formação constante junto da banca, temos conhecimento das campanhas antes de serem publicitadas. Quanto custa, em média, o vosso serviço? Os honorários rondam, em média, os 100 euros mais IVA. Só cobramos em situações de financiamento, quando envolvem crédito, se encontrarmos uma solução melhor para o cliente e se o negócio for efectivado. Não cobramos pela análise, nem pelos serviços de aconselhamento relacionados com poupança. O cliente não tem nada a perder, só o tempo de reunir a documentação necessária. E nunca tivemos ninguém que se sentisse indignado com os 100 euros. A poupança obtida vai muito além disso. Temos protocolos, em iguais condições, com todas as instituições financeiras, o que garante total idoneidade na escolha da melhor solução para o cliente. Mas os bancos só vos atribuem comissão em caso de concretização de crédito. Não existe aí um incentivo para fazer mudar o cliente de banco? As melhores soluções de financiamento raramente se conseguem no próprio banco. A concorrência, como quer angariar um novo cliente, oferece geralmente melhores condições. É possível falar num volume de poupança média conseguida para os clientes? Nos últimos meses, a poupança média mensal conseguida ronda os 500 euros. Em causa estão, essencialmente, renegociações de créditos à habitação, cartões de crédito e crédito automóvel. Pode dar um exemplo prático? Um cliente que tinha nove prestações, incluindo crédito à habitação, crédito automóvel, dois cartões de crédito, crédito pessoal, dois plafonds em empresas de crédito, e um cartão de crédito numa operadora de telecomunicações. A poupança mensal obtida foi de 816 euros, mais 50 euros ano no seguro automóvel. Há situações tão gritantes em que não é possível fazer nada? Em dez processos, em média existe apenas um. Também analisamos situações de clientes que já entraram em incumprimento, têm cadastro no Banco de Portugal, e não se conseguem financiar na banca tradicional. Tratando-se de um cliente de muito alto risco, os requisitos são mais exigentes. O que tem conduzido ao endividamento excessivo? Não sei se podemos culpar as pessoas. Teve a ver com o acesso fácil ao crédito. Aquela ideia de ter 500 euros na conta, a pagar em prestações de 20 ou 30 euros por mês. O problema é que os juros são altíssimos, na ordem dos 30%, e no final não se pagam 500, mas 2500 euros. Como é possível a um agregado com um rendimento mensal de 1200 euros ter prestações de 2000? Onde está a análise de risco? Facilitou-se muito. Começou a haver incumprimento e agora penso que já não se facilita tanto. As pessoas estão mais sensíveis ao tema do excesso de endividamento? Estão mais sensíveis às prestações, no sentido de pararem para pensar se podem, ou não, suportar aquela prestação. Mas não procuram uma melhor solução. Continuam a querer crédito imediato. Sensibilizam os clientes para a importância da poupança? Naquele caso da poupança mensal de 816 euros, como foi conseguido um desafogo, convencemos o cliente a canalizar parte do dinheiro para um produto de poupança. Alertámos a pessoa para que, perante um imprevisto, não vá a correr contratar um crédito. PUBLIREPORTAGEM OPINIÃO Contribuir para o desenvolvimento da economia portuguesa Em 2008, a crise internacional, cuja profundidade e extensão se agravou fortemente no último trimestre, bem como a subida dos preços das matérias-primas energéticas, produziram efeitos negativos na economia mundial. Portugal deverá ter crescido apenas 0,2% em 2008, segundo previsões da Comissão Europeia, que aponta para uma contracção do PIB de - 1,6% em Simultaneamente, o indicador de confiança dos Consumidores diminuiu significativamente em Fevereiro, reforçando a tendência descendente iniciada em finais de 2006 e atingindo um novo valor mínimo para a série iniciada em Junho de Nos últimos cinco meses, todos os indicadores de confiança sectoriais registaram uma evolução negativa. Contabilizando quinze anos de vida e vinte de historial alargado, o Finibanco tem vindo a desenvolver uma estratégia de banca universal, apoiando a sua actuação numa base de desenvolvimento de vantagens competitivas assumidamente diferenciadoras que possibilitem o desenvolvimento da economia portuguesa. O Finibanco pretende assumir-se como um banco de Relação, Moderno e Inovador, focado nos segmentos particulares de maior valor e nos segmentos empresariais de profissionais liberais, micro e sobretudo pequenas e médias empresas. Disponibiliza um vasto leque de produtos e serviços de aconselhamento creditício, procurando acrescentar o máximo valor aos Clientes orientado por padrões de elevada qualidade e grande profissionalismo. No quadro estratégico de apoio às Pequenas e Médias Empresas o Finibanco assinou, recentemente, um protocolo com as Autoridades de Gestão do QREN, as Sociedades de Garantia Mútua e o IAPMEI, para disponibilizar uma nova Linha de Crédito às PME, destinada a financiar o Investimento em Activos Fixos e/ou o aumento de Fundo de Maneio associado ao incremento da actividade. Por força da dinâmica dos mercados, as soluções têm vindo a evoluir desde o elementar apoio à actividade corrente até à colaboração em planos de reestruturação económico-financeira das respectivas Empresas. O Finibanco tem como um dos seus objectivos contribuir para o desenvolvimento da economia portuguesa. As nossas iniciativas, os nossos produtos, a nossa actuação virada para o Cliente são o reflexo desse objectivo, desse compromisso. Tiago Teixeira Director de Marketing Finibanco

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