CURSO DE CERIMONIAL PÚBLICOP. Carlos Takahashi

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CURSO DE CERIMONIAL PÚBLICOP. Carlos Takahashi"

Transcrição

1 CURSO DE CERIMONIAL PÚBLICOP Carlos Takahashi

2 Favor desligar o celular ou manter no perfil silencioso

3 O tempo é curto, vamos aproveitá-lo muito bem

4 Apresentação do Currículo de Carlos Takahashi

5 Formação Acadêmica Bacharel em Direito pela Universidade de São Paulo - USP Curso de Extensão Universitária ria em Gestão Pública ILP / FGV Estágio Técnico T em Administração Pública P Japonesa pela Japan International Cooperation Agency - JICA

6 Dados Profissionais Chefe do Cerimonial do Prefeito da Cidade de São Paulo (2009) Coordenador do Curso de Cerimonial Público P do Instituto do Legislativo Paulista ILP da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (2006). Chefe de Gabinete da Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação da Cidade de São Paulo ( ) 2008) Assessor Técnico T Chefe da Assessoria Técnica T de Sistemas de Informática da Secretaria Municipal de Coordenação das Subprefeituras ( ). 2006). Diretor de Cerimonial da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo ( ). 2005). Assessor Especial de Relações Intermunicipais da Prefeitura do Município de São Paulo ( ) Vereador à Câmara Municipal de São Paulo (1997).

7 Cargos em Entidades Membro do Conselho Deliberativo da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa desde 1996 Membro da Comissão Organizadora do Festival do Japão (desde 1998) Conselheiro da Comissão de Recepção ao Casal Imperial do Japão 1997 Diretor 1º 1 Tesoureiro da União dos Vereadores do Estado de São Paulo (UVESP) a 2000 Preletor e Membro Efetivo do Conselho Fiscal da Seicho-no no-ie do Brasil. Embaixador da Amizade da Província de Iwate - Japão desde o. Vice-Presidente da Associação Brasileira de Assistência Mútua M (ABAM) desde Membro do Conselho Deliberativo da Associação Pan-americana americana Nikkey

8 Títulos e Diplomas Comenda Paul Harris da Fundação Rotária do Rotary Internacional Titulo de Contabilista Honoris Causa conferido pelo Sindicato dos Contabilistas de São Paulo 25/04/2000 Comenda do Mérito M Alvarista da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado FECAP 27/09/2002 Diploma de Colaborador Emérito do Exército conferido pelo General de Exército Sérgio S Pereira Mariano Cordeiro, Comandante Militar do Sudeste 24/07/2003. Certificado de Colaborador do Conselho Federal de Contabilidade 31/12/2003

9 Palestras e Cursos Ministrados Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo Secretaria de Estado da Justiça e Defesa da Cidadania Procuradoria Geral de Justiça do Estado de São Paulo Câmara Municipal de São Paulo Faculdade de Relações Internacionais do UniFMU Instituto Agronômico de Campinas IAC Poder Judiciário (Tribunal de Justiça, Tribunal de Justiça Militar, 1º Tribunal de Alçada Civil e Tribunal de Alçada Criminal Tacrim Curso de Formação Superior na Academia de Polícia. Associação Paulista de Municípios - APM Secretaria de Estado da Justiça e Defesa da Cidadania e órgãos vinculados Companhia Paulista de Trens Metropolitanos CPTM Escola Superior de Propaganda e Marketing ESPM Faculdades Rio Branco (Fundação Rotária) Hospital Regional de Ferraz de Vasconcelos, Hospital Regional de Mogi das Cruzes, Hospital do Mandaqui

10 Direção do Cerimonial/ Apresentação em Eventos: Posse do Governador Geraldo Alckmin 2003 Posse dos Deputados Estaduais 2003 Festival do Japão 1998 a 2009 Francal 2008/ 2009 Beauty Fair 2007/2009 Bienal do Livro 2008 Escolar 2008 Congresso Paulista de Municípios 2007 a 2009 Sessões Solenes e Atos da Assembléia Legislativa do Estado Convenções Nacionais e Seminários da Seicho-no no-ie e de Entidades da Comunidade Japonesa desde 1981 Evento Comemorativo do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil Sambódromo/SP Posse do Prefeito Gilberto Kassab Entrega da Medalha 25 de Janeiro

11 Cerimonial Protocolo Precedência CC

12 O que é cerimonial? a) Frescura b) Pompa e Circunstância c) Formalismo d) Um pouco de cada coisa

13 CERIMONIAL Organizar a órbita dos astros. Cada astro possui sua grandeza e sua própria órbita. Quanto mais denso o astro, maior é o seu poder de gravidade sobre os demais astros. (Murilo Antunes Alves)

14 Crônica ao Cerimonialista Quem é aquele a quem se curvam os reis, majestades, presidentes, governadores, autoridades...para ouvir, segredando ao ouvido? De que força a se reveste esse desconhecido, discreto, recostando-se se aos cantos, atendendo sem discussão, a um curto aceno? Qual o mistério que envolve esse alguém, que autoridade não é,, mas a elas orienta os cumprimentos, a expressão, o vestir, o modo de falar, o momento de sorrir, o caminho a percorrer, o assento a ser usado, e proceder à mesa?

15 Quem é esse que com perspicácia cia transforma uma gafe em só s um momento de descontração ão,, que muda o ambiente simplista, tornando-o o formal, revestido de importância e respeito; que cumpre a hierarquia; que antecipa detalhes com antecedência para evitar improviso? Que extraordinária ria força a exerce sobre os dirigentes do mundo, para definir os pratos e a ordem dos pratos, como recepcionar e ser recepcionado, como participar de almoços os e jantares, café e drinks,, como servir, como atender? Que vasto conhecimento é dotado esse ser humano, para decidir estilos e qualidades de roupas, o uso dos distintivos, de medalhas e honrarias?

16 Como pode dominar o quê, quem e como convidar, qual o papel a ser usado, o tipo de letra, a estética, tica, o conteúdo, a diagramação, a redação? Esse, que tem sempre um sorriso nos lábios, l alegria nos olhos, respostas rápidas r e soluções precisas, é o Cerimonialista.. Um misto de conselheiro e orientador, planejador e relações públicas, orador e escritor, poeta e sonhador, num exemplo resumido de pequenina parte das suas funções. Ele, que conhece as precedências, os gestos e preceitos, as honrarias e privilégios, os símbolos s do poder; Ele, que domina o tratamento, as fórmulas f de cortesia, a relação e a expressão oficial, a linguagem e a diplomacia;

17 Ele, que obedece regras e as transforma, cria e modifica, busca a evolução, a modernização; Ele, que tem o dom de captar a cultura dos povos, que dignifica as reverências e refinamentos, mas que sublima sobretudo a convivência entre as pessoas. Sim, é ele quem planeja, organiza, executa, avalia e ao final, senta-se à última poltrona, sorrindo para si mesmo, regando a sua face com suas lágrimas, l no silêncio do salão, agora deserto, ouvindo o bater do seu próprio prio coração e o ressoar dos últimos passos da platéia para dizer: Obrigado meu Deus, por ter-me permitido não falhar. (*) Silvio Lobo Filho, é professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Cerimonialista.. Presidente do Conselho de ética do CNCP

18 DEFINIÇÃO DE CERIMONIAL 1. Relativo a cerimônia, às s solenidades ritualísticas; 2. que usa de cerimônia, de formalidade e cortesia,, 3. conjunto de formalidades. (Dicionário Houaiss) Referente a cerimônias; 2. conjunto de formalidades que devem ser r observadas em qualquer ato solene ou festa pública ou religiosa; ; 3. Regra que estabelece essas formalidades; 4. Etiqueta, protocolo. (Dicionário Michaelis) É a seqüência introduzida pelo uso e pela vontade das pessoas autorizadas, das diferentes partes de uma cerimônia política, religiosa, judiciária ou mesmo privada. É difícil determinar, com precisão, a diferença a entre cerimonial e etiqueta.. Pode-se dizer, contudo, que cerimonial tem, antes, um sentido ativo que q sucessão de atos de uma marca a cerimônia,, e, por outro lado, etiqueta tem mais particularmente um sentido passivo, determinando as normas e costumes. Pode-se dizer, ainda, que cerimonial regula a cerimônia, e aqueles que a presidem ou dirigem; enquanto que a etiqueta se aplica àqueles que participam ou são convidados.. (Nouveau( Larouuse Illustré)

19 CONCEITO O cerimonial é uma arte arte,, com filosofia própria pria e normas de conduta desenvolvidas ao longo dos séculos. s

20 A grosso modo é o conjunto de formalidades, entre autoridades nacionais e estrangeiras, a serem seguidas durante um ato solene ou festa pública

21 dar ordem Tem a finalidade de aos eventos e evitar incidentes desagradáveis ou ressentimentos desnecessários. Marca a sucessão dos atos de uma cerimônia e a forma como deve ser dirigida.

22 Quando a primeira-dama, Dona Marisa Letícia, acompanhou o presidente Lula na visita a Espanha, o marido simplesmente esqueceu a galega,, como a trata, dentro do carro! O rei Juan Carlos foi quem se encarregou de fazer o resgate, para a festa dos fotógrafos e cinegrafistas que transmitiram imagens da gafe para o mundo inteiro. iro.

23 Reverência de Obama ao imperador do Japão gera polêmica nos EUA da France Presse,, em Washington 16/11/ h12

24 Michele Obama abraça a Rainha Elizabeth II

25 Visual Poluído

26 London Summit Argentina, Mexico,, Brazil, United Kingdom, China, Saudi Arabia, France, South Korea, Indonesia.. 2. Netherlands, Germany, Spain,, South Africa, Russia, United States, Turkey, India, European Union.. 3. World Bank,, Financial Stability Forum, Japan, Australia, Italy, Chair of ASEAN and Thailand,, World Trade Organisation, United Nations, row)international Monetary Fund

27 Assunto: RE: consulta sobre dispositivo de autoridades Prezado Carlos, Eis a resposta que meu colega NONONONO (que esteve presente à reunião do G-20) me enviou. Desculpe a resposta lacônica, mas estou em missão no interior de Goiás s e a situação não é das mais calmas: "Os caras fizeram um mix de ordem alfabética com antiguidade no cargo, mas o critério rio não ficou claro pra ninguém m (acho inclusive que era essa a intenção)... Abs, Abraço, NONONONONO

28 Trata-se de uma prática que existe desde as antigas civilizações e que vem sofrendo variações ditadas por aspectos culturais, temporais, bem como às cerimônias a que se aplicam. Em sendo assim, a atividade do cerimonial não é ditada pela rotina, mas dependerá muito da situação, da circunstância do ato solene.

29 O O Cerimonial cria o quadro e a atmosfera nas quais asrelações pacíficas dos estados soberanos devem realizar-se se. (Jean Serres, 1960, in Manual Prático de Protocolo)

30 No princípio... pio...

31 Da força a bruta para as relações subjetivas

32 Convívio vio Coletivo

33 Espaços individuais e Institucionais VIDA PESSOAL EU VIDA SOCIAL CARREIRA PROFISSIONAL

34 Constelação do Cerimonial

35 Prof. Nelson Speers CERIMONIAL É A ATIVIDADE DO HOMEM SINGULAR OU DO HOMEM PLURAL, PARA CRIAR OU AUMENTAR SEU ESPAÇO PSICO- EMOCIONAL E SÓCIO- CULTURAL E/OU PARA COMUNICAR AO OUTRO OU OUTROS, DO RESPEITO POR AQUELE ESPAÇO QUE LHE CORRESPONDE, DENTRO DE UM CONTEXTO MOTIVACIONAL.

36 ORIGEM DO CERIMONIAL No antigo Egito, o cerimonial confundia-se com ritos religiosos, uma vez que o Faraó era a manifestação da divindade. No seu relacionamento diplomático com outros povos, os representantes do Faraó possuíam prerrogativas, privilégios e imunidades que eram extensivas aos estrangeiros. Em Hatusa, nos muros de Karnak, os ladrilhos de argila registravam o tratado feito com os Hititas em 1279 a.c. (Ramsés s Mori Amon e Kattusi III), em que é reconhecida a igualdade dos Estados. Nesse sentido, é o documento mais antigo conhecido.

37 Presume-se se que a mais antiga compilação de cerimonial seja atribuída a Chou Kung, fundador da dinastia Chou (século XII a.c.), responsável por: a) o livro da etiqueta e do cerimonial I-Li; I b) cerimonial da dinastia Chou: Chou-Li; c) notas sobre o cerimonial: Li-Chi. Este último contém m ensinamentos de Kung-Fu e Confúcio, e comenta o cerimonial da dinastia Hsia, que valoriza a lealdade; da dinastia Yin, que valoriza a realidade; e da dinastia Chou, que valoriza o ornamento.

38 Nas civilizações grega e romana, o cerimonial esteve intimamente ligado às s crenças da época. A Grécia, apesar da proximidade geográfica, não se deixou influenciar, o mesmo não acontecendo, entretanto, com Roma, que atingiu as raias do exagero nas pompas, por ocasião da decadência. Roma foi mais vulnerável vel às pompas do cerimonial do Oriente pelo contato com suas colônias asiáticas ticas.

39 As origens da etiqueta da Idade Média M estão, sem dúvida d alguma, na corte do Império Romano no Oriente, o Império Bizantino, pleno das pompas da Pérsia P e outras nações do Oriente. Na Idade Média foi se constituindo um cerimonial cheio de ostentação, principalmente nas cortes feudais da Itália, muito semelhante aos da Áustria, Espanha e França. Foi na corte austríaca, aca, de alto refinamento, que compilaram as regras a que se deviam submeter o monarca e membros da corte desde o despertar. Foi sensível a influência do Príncipe Felipe, O Bom, que, não podendo ser rei, se preocupou em regulamentar r a atitude de todos em seu palácio. Pertencia ele à 2ª Casa de Borgonha,que, ao ligar-se à Áustria, teve todas as suas regras adotadas e ainda aperfeiçoadas. No século s XIV, Pedro IV de Aragão, o Cerimonioso, regulamentou por escrito os movimentos de todos em sua corte, não esquecendo sequer o mordomo e o aguadeiro eiro.. Assim, os preceitos do cerimonial da Áustria passam a ser adotados pela Espanha e imitados na França, a, e mais tarde seguidos pela Inglaterra, principalmente pelas monarquias m dos séculos s XV, XVI e XVII.

40 Na Idade Média, o Oriente ostentou um cerimonial vinculado ao poderio militar e à posição proeminente dos sacerdotes.

41 Lado Direito como lugar de honra Comer com a mão direita: A forma tradicional de alimentação (na Índia) é a de utilizar apenas a mão direita. Mesmo natural, de esquerda handers são treinados para comer com a mão direita só, s logo desde a infância. Ocasionalmente, em alguns segmentos da sociedade, da utilização de ambas as mãos para comer é permitida em conta específica, como quando um pedaço o de pão indiano ( "Roti"" / "Chapati" Chapati") é muito difícil de lágrima l com uma única mão. Durante almoço o com a mão direita, mão esquerda é usada para o auto-servi serviço o de alimentação e para tomar um copo de água. Como a comer com as mãos na Índia By C.V. Rajan

42 Quando o Governador do Estado se fizer representar em solenidades ou cerimônias, o seu representante será colocado à direita da autoridade que a elas presidir. (art. 15, Dec. Est /78) Quando dois militares se deslocam juntos, o de menor antigüidade idade dá a direita ao superior. (art. 4º, 4, Dec. Fed /97) Lugar de Honra

43 Acompanhamento de autoridades Lugar de Honra no Dispositivo de autoridades

44 Na tradição cristã, o vermelho representa o sangue derramado do sacrifício cio de Cristo e dos mártires, m além m de amor fervoroso e vitorioso. O vermelho nos sapatos do papa e nas vestes dos cardeais sugere disposição em morrer pela igreja. Pela associação com a paixão de Cristo, essa cor também m marca a Sexta-Feira Santa. Cor vermelha

45 A glória de caminhar sobre os vencidos "Quando Alexandre o Grande apoderou-se de Susa, a capital de Dario, em 331 a.c., encontrou ali uma fortuna de vestimentas tingidas de púrpura. Conservadas havia 180 anos, suas cores permaneciam tão belas como no primeiro dia".

46 Conferência de Viena (1815) A foi um marco no estabelecimento de regras do protocolo internacional, embora cada país s seja livre para estabelecer suas próprias prias regras, respeitadas as precedências estabelecidas na lei e no costume internacionais. Naquele encontro, a precedência entre chefes de missão foi regulada pela sua respectiva antiguidade, ou seja, segundo a data de entrada de credenciais. Em 1961, a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas determinou a ordem de precedência definitiva entre os Chefes de Missão Diplomática.

47 Cerimonial no Brasil No Brasil, a consolidação das práticas e disposições existentes sobre cerimonial e precedência foram objeto de um livro, editado em pelo Cerimonial da Presidência da República, de autoria de Helio Lobo e Thiers Fleming. No momento atual, vigora o Decreto Federal nº n , de 9 de março o de 1972, sendo indispensável uma revisão, a fim de eliminar alguns itens superados pelo tempo e pelas alterações administrativas. No Império, tendo em vista a simplicidade da Corte brasileira, não havia cerimonial escrito, codificado. O cerimonial era preparado em função de um determinado acontecimento.

48 Os 3 B s do Cerimonial Boa Vontade Boa Organização Bom Senso

49 Boa Vontade

50 BOM SENSO Experiência Conhecimento

51 BOA ORGANIZAÇÃO No fim dád tudo certo... Se ainda não deu É porque não se chegou ao fim! PLANEJAMENTO

52 Posse dos Deputados Estaduais da 5ª Legislatura

53 Posse dos Deputados Estaduais da 14ª Legislatura

54 Observações do evento: Após s a diplomação dos eleitos (nov.), carta de cumprimentos e as orientações sobre a cerimônia de posse (março) Contatos personalizados 1 mês antes do evento (fevereiro) Reunião precursora 2 semanas antes

55 PROTOCOLO CONCEITO: O O protocolo codifica as regras que regem o cerimonial e cujo objetivo é dar a cada um dos participantes as prerrogativas, privilégios e imunidades a que têm direito. (Jean Serres), pois, a ordem hierárquica O O protocolo é, pois, a rquica. É uma norma que determina a posição em que os governos ou seus representantes se estabelecem em ocasiões oficiais. Tais preceitos - cerimonial e protocolo - são complementares

56 PRINCÍPIO PIO NORTEADOR: Legislação Decreto Federal nº n , de 1972 Decreto Estadual nº n , de 1978 Lei Federal nº n 5.700, de 1971

57 PRINCÍPIO PIO NORTEADOR O cerimonial possui também m característica pedagógica, gica, jáj que confere à autoridade reverência, importância, que sublinham a hierarquia, e trata de um conjunto de normas oficiais que fixam as formalidades a serem observadas por ocasião de um ato solene, estando, dessa maneira, balizado em legislação específica que dispõe sobre a matéria. Deste modo, encontramos no âmbito federal o Decreto , de 9 de março o de 1972 (publicado no DOU de 10 de março o de 1972 e republicado em 19 de abril de 1972 por ter saído com incorreções), que traz indicações para o Estado e poucas para os municípios.

58 No âmbito do Estado de São Paulo, encontramos as normas pertinentes ao cerimonial e ordem de precedência no Decreto , de 5 de janeiro de 1978,, com retificações publicadas no Diário Oficial de 10 de janeiro de 1978 e 19 de abril de Esses Decretos encontram-se ainda em vigor, e, apesar de não suprirem todas as necessidades dos municípios, apresentam princípios pios básicos b do cerimonial que devem ser adotados com pequenas adaptações pelos Estados e municípios. No entanto, cada município pode instituir a sua norma referente ao cerimonial público, em harmonia com o princípio norteador de solenidades oficiais nos âmbitos federal e estadual.

59 PRECEDÊNCIA É o conceito ou a ordem pela qual se estabelece a estrutura máxima m do Estado, uma vez que determina a ordem hierárquica rquica de disposição das autoridades de um Estado. Procedimento adotado no cerimonial público, p a precedência estabelece a ordem de colocação em que devem ser dispostas as autoridades e/ou personalidades durante as solenidades.

60 A precedência sempre foi motivo de controvérsias rsias e jáj deu muitas dores de cabeça a aos Chefes de Cerimonial, quando não acabou em situações constrangedoras. constrangedoras. Somente em 1815, durante a Conferência de Viena, é que se pôde alcançar ar uma solução definitiva para a questão, com um regulamento.

61

62 À luz da importância das entidades privadas, para as quais não existe uma ordem de precedência estabelecida, uma boa solução é a distribuição delas, em ordem alfabética, por entre as instituições oficiais, ou então, imediatamente após.

63 A autoridade de maior hierarquia precede a de menor; o mais graduado antecede sempre o menos graduado. E o mais antigo, o mais novo, quando ambos têm igual graduação ão. A precedência, portanto, define critérios rios para: colocação de autoridades e/ou personalidades; composição e plano de mesas; citações em discursos; filas de cumprimentos protocolares ou não; assinaturas; banquetes; congressos; cerimônias com pessoas sentadas (ou em pé) p ) etc.

64 REFERÊNCIA Portaria Normativa nº n 660/MD, de 19 de maio de 2009 (Aprova o Regulamento de Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial Militar das Forças Armadas) Da Precedência nas Cerimônias A precedência atribuída a Art 142. uma autoridade em razão de seu cargo ou função é normalmente traduzida por seu posicionamento destacado em solenidade, cerimônias, reuniões e outros eventos.

65 Dos Sinais de Respeito Quando dois militares se Art 4º deslocam juntos, o de menor antigüidade idade dád a direita ao superior. Art 4 Parágrafo único.. Se o deslocamento se fizer em via que tenha lado interno e lado externo, o de menor antigüidade idade dád o lado interno ao superior. Art 5º Quando os militares se deslocam em grupo, o mais antigo fica no centro, distribuindo-se se os demais, segundo suas precedências, alternadamente à direita e à esquerda do mais antigo. Art 5

66 Recepção à autoridade

67 Fila de Cumprimentos

68 Mesa de Almoço

69 Dispositivo de Autoridades

70 Mesa de Reunião

71 Mesa de Evento

72 A ordem de precedência nas cerimônias oficiais, de caráter estadual, será a seguinte: 1 - Governador Cardeais 2 - Vice-Governador 3 Presidente da Assembléia Legislativa Presidente do Tribunal de Justiça 4 - Almirante-de-Esquadra Generais-de-Exército Tententes-Brigadeiros Prefeito da Capital estadual em que se processa a cerimônia 5 - Vice-Almirantes Generais-de-Divisão Majores-Brigadeiros Chefes de Igreja sediados no Brasil Arcebispos católicos ou equivalentes em outras religiões Reitores das Universidades Federais Personalidades inscritas no Livro do Mérito

73 Prefeito da cidade em que se processa a cerimônia Presidente da Câmara Municipal da cidade em que se processa a cerimônia Juiz de Direito da Comarca em que se processa a cerimônia Prefeitos das cidades de mais de um milhão ( ) de habitantes 6 - Contra-Almirantes Generais-de de-brigada Brigadeiros-do do-ar Presidente do Tribunal Regional Eleitoral Procurador Regional da República no Estado Procurador-Geral do Estado Presidente do Tribunal Regional do Trabalho Prasidente do Tribunal de Contas Presidente do Tribunal de Alçada Chefe da Agência do Serviço Nacional de Informações

74 Superintendentes de Órgãos Federais Presidentes dos Institutos e Fundações Nacionais Presidentes dos Conselhos e Comissões Federais Presidentes das Entidades Autárquicas, sociedades de Economia Mista e Empresas Públicas de âmbito nacional Reitores das Universidades Estaduais e Particulares Membros do Conselho Nacional de Pesquisas Membros do Conselho Federal de Educação Membros do Conselho Federal de Cultura Secretários rios de Estado Bispo católicos ou equivalentes de outras religiões 7 - Presidentes das Confederações Patronais e de Trabalhadores de âmbito nacional Membros da Academia Brasileira de Letras Membros da Academia Brasileira de Ciências Diretores do Banco Central do Brasil Diretores do Banco do Brasil Diretores do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Diretores do Banco Nacional de Habitação Capitães-de-Mar-e-Guerra

75 Coronéis Coronéis-Aviadores Deputados Estaduais Desembargadores do Tribunal de Justiça Prefeitos das cidades de mais de quinhentos mil ( ) habitantes Delegados dos Ministérios Cônsules estrangeiros Consultor-Geral do Estado Juizes do Tribunal Regional Eleitoral Juizes do Tribunal Regional do Trabalho Presidentes das Câmaras Municipais da Capital e das cidades de mais de um milhão ( ) habitantes 8 - Juiz Federal Juiz do Tribunal de Contas Juizes do Tribunal de Alçada Presidentes dos Institutos e Fundações Regionais e Estaduais Presidentes das Entidades Autarquicas, Sociedades de Economia Mista e Empresas Públicas de âmbito regional ou estadual Diretores das Faculdades Federais

76 Monsenhores católicos ou equivalentes de outras religiões Capitães-de de-fragata Tenentes-Coroneis Tenentes-Coroneis Coroneis-Aviadores Presidentes das Federações Patronais e de Trabalhadores de âmbito regional ou estadual Presidentes das Câmaras Municipais das cidades de mais de quinhentos mil ( ) habitantes Juizes de Direito Procurador Regional do Trabalho Auditores da Justiça Militar Auditores do Tribunal de Contas Promotores Públicos Diretores das Faculdades Estaduais e Particulares Vice-Cônsules estrangeiros

77 9 - Chefes de Departamento das Universidades Federais Prefeitos das cidades de mais de cem mil ( ) habitantes Capitães-de-Coverta Majores Majores-Aviadores Diretores de Departamento das Secretarias Presidentes dos Conselhos Estaduais Chefes de Departamento das Universidades Estaduais e Particulares Presidentes das Câmaras Municipais das cidades de mais de cem mil ( ) habitantes 10 - Professores de Universidade Demais Prefeitos Municipais Cônegos católicos ou equivalentes de outras religiões Capitães-Tenentes Capitães Capitães-Aviadores Presidentes das demais Câmaras Municipais Diretores de Repartição Diretores de Escolas de Ensino Secundário Vereadores Municipais

78 A ordem de precedência, nas cerimônias oficiais, nos Estados da União, com a presença a de autoridades federais, será a seguinte: 1 - Presidente da República 2 - Vice-Presidente da República (*1) Governador do Estado da União em que se processa a cerimônia Cardeais Embaixadores estrangeiros 3 - Presidente do Congresso Nacional Presidente da Câmara dos Deputados Presidente do Supremo Tribunal Federal 4 - Ministros de Estado (*2) Chefe do Gabinete Militar da Presidência da República Chefe do Gabinete Civil da Presidência da República Presidência da República Chefe de Serviço Nacional de Informações Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Consultor-Geral da República

79 Vice-Governador do Estado da União em que se processa a cerimônia Presidente da Assembléia Legislativa do Estado da União em que se processa a cerimônia Presidente do Tribunal de Justiça do Estado em que se processa a cerimônia Enviados Extraordinários rios e Ministros Plenipotenciários estrangeiros Presidente do Tribunal Superior Eleitoral Ministro do Supremo Tribunal Federal Procurador-Geral da República Governadores dos outros Estados da União e do Distrito Federal (*3) Senadores (*1) Vide artigo 2º 2 das Normas do Cerimonial Público P (*2) Vide artigo 4º 4 e seus parágrafos das Normas do Cerimonial (*3) Vide artigo 8º, 8, artigo 9º 9 e artigo 10 das Normas do Cerimonial Público P Deputados Federais (*4)

80 Almirantes Marechais Marechais-do do-ar Chefe do Estado-Maior da Armada Chefe do Estado-Maior do Exército Secretário rio-geral da Política Exterior (*5) Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica 5 - Almirantes-de de-esquadra Generais-de de-exército Embaixadores Extraordinário rio e Plenipotenciários (Ministros de 1ª classe) (*6) Tenentes-Brigadeiros Presidente do Tribunal Federal de Recursos Presidente do Tribunal Superior Militar Presidente do Tribunal Superior do Trabalho Ministros do Tribunal Superior Eleitoral Prefeito da Capital estadual em que se processa a cerimônia

81 Prefeito da cidade em que se processa a cerimônia Presidente da Câmara Municipal da cidade em que se processa a cerimônia Juiz de Direito da Comarca em que se processa a cerimônia Prefeitos das cidades de mais de um milhão ( ) de habitantes 6 - Contra-Almirantes Generais-de de-brigada Brigadeiros-do do-ar Presidente do Tribunal Regional Eleitoral Procurador Regional da República no Estado Procurador-Geral do Estado Presidente do Tribunal Regional do Trabalho Prasidente do Tribunal de Contas Presidente do Tribunal de Alçada Chefe da Agência do Serviço Nacional de Informações

82 Superintendentes de Órgãos Federais Presidentes dos Institutos e Fundações Nacionais Presidentes dos Conselhos e Comissões Federais Presidentes das Entidades Autárquicas, sociedades de Economia Mista e Empresas Públicas de âmbito nacional Reitores das Universidades Estaduais e Particulares Membros do Conselho Nacional de Pesquisas Membros do Conselho Federal de Educação Membros do Conselho Federal de Cultura Secretários rios de Estado Bispo católicos ou equivalentes de outras religiões 7 - Presidentes das Confederações Patronais e de Trabalhadores de âmbito nacional Membros da Academia Brasileira de Letras Membros da Academia Brasileira de Ciências Diretores do Banco Central do Brasil Diretores do Banco do Brasil Diretores do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Diretores do Banco Nacional de Habitação Capitães-de-Mar-e-Guerra

83 Coronéis Coronéis-Aviadores Deputados Estaduais Desembargadores do Tribunal de Justiça Prefeitos das cidades de mais de quinhentos mil ( ) habitantes Delegados dos Ministérios Cônsules estrangeiros Consultor-Geral do Estado Juizes do Tribunal Regional Eleitoral Juizes do Tribunal Regional do Trabalho Presidentes das Câmaras Municipais da Capital e das cidades de mais de um milhão ( ) habitantes 8 - Juiz Federal Juiz do Tribunal de Contas Juizes do Tribunal de Alçada Presidentes dos Institutos e Fundações Regionais e Estaduais Presidentes das Entidades Autarquicas, Sociedades de Economia Mista e Empresas Públicas de âmbito regional ou estadual

84 Diretores das Faculdades Federais Monsenhores católicos ou equivalentes de outras religiões Capitães-de de-fragata Tenentes-Coroneis Tenentes-Coroneis Coroneis-Aviadores Presidentes das Federações Patronais e de Trabalhadores de âmbito regional ou estadual Presidentes das Câmaras Municipais das cidades de mais de quinhentos mil ( ) habitantes Juizes de Direito Procurador Regional do Trabalho Auditores da Justiça Militar Auditores do Tribunal de Contas Promotores Públicos Diretores das Faculdades Estaduais e Particulares Vice-Cônsules estrangeiros

85 9 - Chefes de Departamento das Universidades Federais Prefeitos das cidades de mais de cem mil ( ) habitantes Capitães-de-Coverta Majores Majores-Aviadores Diretores de Departamento das Secretarias Presidentes dos Conselhos Estaduais Chefes de Departamento das Universidades Estaduais e Particulares Presidentes das Câmaras Municipais das cidades de mais de cem mil ( ) habitantes 10 - Professores de Universidade Demais Prefeitos Municipais Cônegos católicos ou equivalentes de outras religiões Capitães-Tenentes Capitães Capitães-Aviadores Presidentes das demais Câmaras Municipais Diretores de Repartição Diretores de Escolas de Ensino Secundário Vereadores Municipais

LEI Nº 1543, DE 10 DE ABRIL DE 2008 DE 2008.

LEI Nº 1543, DE 10 DE ABRIL DE 2008 DE 2008. LEI Nº 1543, DE 10 DE ABRIL DE 2008 DE 2008. Autoria: Poder Legislativo Estabelece normas para as cerimônias públicas e a ordem geral de precedência no Município de Lucas do Rio Verde - MT. O Prefeito

Leia mais

GUIA PARA ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS

GUIA PARA ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS GUIA PARA ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA 1 Introdução 3 2 Classificação dos eventos 4 3 Planejamento de eventos 6 4 Organização da mesa de honra e

Leia mais

Cerimonial, Protocolo e Etiqueta. Isso tudo é realmente necessário? Isso tudo é frescura? Nunca vou PRECISAR usar isso! SERÁ?

Cerimonial, Protocolo e Etiqueta. Isso tudo é realmente necessário? Isso tudo é frescura? Nunca vou PRECISAR usar isso! SERÁ? Cerimonial, Protocolo e Etiqueta Isso tudo é realmente necessário? Isso tudo é frescura? Nunca vou PRECISAR usar isso! SERÁ? Cerimônias, regras, etiquetas e ética FAZEM PARTE DO COTIDIANO DO SER HUMANO...

Leia mais

etapas para realização de um evento

etapas para realização de um evento etapas para realização de um evento Definição do tipo de evento Solenidades diversas: Reunião Especial (para eleição da Mesa da Câmara Municipal, para entrega de título de Cidadão Honorário do município,

Leia mais

Cinara Cardoso ALARP BRASIL/ Salvador - BA. 22.10.2014

Cinara Cardoso ALARP BRASIL/ Salvador - BA. 22.10.2014 Cerimonial & Protocolo Empresarial Cinara Cardoso ALARP BRASIL/ Salvador - BA. 22.10.2014 Pontos de Discussão*: 1. Informações introdutórias C&P; 2. Aspectos Práticos do C&P na área empresarial; 3. Um

Leia mais

46ª 47ª 81ª 82ª 83ª 48ª 49ª

46ª 47ª 81ª 82ª 83ª 48ª 49ª Extraordinárias do Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA realizadas nos exercícios 2006 e 2007 2006 2007 46ª Reunião Extraordinária do CONAMA, 21 e 22/02/2006 85ª Reunião Ordinária do CONAMA, 25 e

Leia mais

MANUAL BÁSICO PARA EVENTOS E CERIMONIAL

MANUAL BÁSICO PARA EVENTOS E CERIMONIAL MANUAL BÁSICO PARA EVENTOS E CERIMONIAL 2 Nos eventos e cerimoniais, de um modo geral, são utilizados alguns termos específicos. Muitos deles até se confundem, assumindo, conforme o autor, o mesmo significado.

Leia mais

Resolução nº 68, de 31 de maio de 1995. R E S O L V E

Resolução nº 68, de 31 de maio de 1995. R E S O L V E Resolução nº 68, de 31 de maio de 1995. O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Acre, no uso de suas atribuições legais. R E S O L V E Aprovar, no âmbito do Poder Judiciário Estadual, as Normas

Leia mais

Lei das Precedências do Protocolo do Estado Português

Lei das Precedências do Protocolo do Estado Português Lei das Precedências do Protocolo do Estado Português Lei n.º 40/2006, de 25 de Agosto A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: SECÇÃO I Princípios

Leia mais

ATUALIZADO EM JULHO/2009 PROTOCOLO E CERIMONIAL TRADICIONALISTA. Observados os Decretos: Federal nº 70.274/72 e Estadual nº 30.

ATUALIZADO EM JULHO/2009 PROTOCOLO E CERIMONIAL TRADICIONALISTA. Observados os Decretos: Federal nº 70.274/72 e Estadual nº 30. ATUALIZADO EM JULHO/2009 PROTOCOLO E CERIMONIAL TRADICIONALISTA Observados os Decretos: Federal nº 70.274/72 e Estadual nº 30.012/80 1 - NORMAS GERAIS DO CERIMONIAL 1.1 O Presidente do MTG presidirá as

Leia mais

REGULAMENTO DAS SESSÕES PÚBLICAS SOLENES OU SIMPLES DE COLAÇÃO DE GRAU DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO E TECNÓLOGOS

REGULAMENTO DAS SESSÕES PÚBLICAS SOLENES OU SIMPLES DE COLAÇÃO DE GRAU DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO E TECNÓLOGOS REGULAMENTO DAS SESSÕES PÚBLICAS SOLENES OU SIMPLES DE COLAÇÃO DE GRAU DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO E TECNÓLOGOS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS, EDUCAÇÃO E LETRAS FACEL Este regulamento pretende servir

Leia mais

REGULAMENTO DAS SESSÕES SOLENES E PÚBLICAS DE COLAÇÃO DE GRAU DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE GUAIRACÁ CAPITULO I DOS OBJETIVOS E FINS

REGULAMENTO DAS SESSÕES SOLENES E PÚBLICAS DE COLAÇÃO DE GRAU DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE GUAIRACÁ CAPITULO I DOS OBJETIVOS E FINS REGULAMENTO DAS SESSÕES SOLENES E PÚBLICAS DE COLAÇÃO DE GRAU DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE GUAIRACÁ CAPITULO I DOS OBJETIVOS E FINS Este regulamento serve como instrumento informativo e orientador

Leia mais

MANUAL DE FORMATURAS FACULDADE DE TECNOLOGIA DA SERRA GAÚCHA

MANUAL DE FORMATURAS FACULDADE DE TECNOLOGIA DA SERRA GAÚCHA MANUAL DE FORMATURAS FACULDADE DE TECNOLOGIA DA SERRA GAÚCHA A conclusão de um curso superior é a celebração de uma grande conquista, portanto a cerimônia de formatura se transforma num momento especial

Leia mais

Manual Cerimonial e Protocolo para eventos da UFG

Manual Cerimonial e Protocolo para eventos da UFG ÍNDICE Visando democratizar o acesso aos procedimentos, bem como auxiliar o trabalho de órgãos e unidades acadêmicas, a Coordenadoria de Relações Públicas/Ascom-RP disponibiliza nesta seção dicas relacionadas

Leia mais

REGULAMENTO PARA A SOLENIDADE DE OUTORGA DE GRAU DOS CURSOS SUPERIORES DO CEFET-BAMBUÍ CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E FINS

REGULAMENTO PARA A SOLENIDADE DE OUTORGA DE GRAU DOS CURSOS SUPERIORES DO CEFET-BAMBUÍ CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E FINS REGULAMENTO PARA A SOLENIDADE DE OUTORGA DE GRAU DOS CURSOS SUPERIORES DO CEFET-BAMBUÍ CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E FINS Art. 1º. O presente Regulamento tem por objetivo estabelecer as normas e procedimentos

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 012/2014 DE 21 DE FEVEREIRO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 012/2014 DE 21 DE FEVEREIRO DE 2014 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO RESOLUÇÃO Nº 012/2014 DE 21 DE FEVEREIRO DE 2014

Leia mais

REGULAMENTO DAS SESSÕES SOLENES E PÚBLICAS DE COLAÇÃO DE GRAU DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE SÃO SALVADOR.

REGULAMENTO DAS SESSÕES SOLENES E PÚBLICAS DE COLAÇÃO DE GRAU DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE SÃO SALVADOR. REGULAMENTO DAS SESSÕES SOLENES E PÚBLICAS DE COLAÇÃO DE GRAU DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE SÃO SALVADOR. Este regulamento pretende servir de instrumento informativo e orientador das cerimônias

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS CURITIBA CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E FINS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS CURITIBA CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E FINS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS CURITIBA CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E FINS Art. 1º. O presente Regulamento tem por objetivo estabelecer as

Leia mais

REGIMENTO DE SOLENIDADE DE FORMATURA

REGIMENTO DE SOLENIDADE DE FORMATURA REGIMENTO DE SOLENIDADE DE FORMATURA Coronel Fabriciano, Abril de 2010 1 SUMÁRIO TITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 3 TÍTULO II DA COMISSÃO PERMANENTE DE FORMATURA 3 TÍTULO III DA SOLENIDADE 5 CAPÍTULO

Leia mais

REGULAMENTO DA COLAÇÃO DE GRAU DOS CURSOS DA FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MONTES CLAROS FACIT

REGULAMENTO DA COLAÇÃO DE GRAU DOS CURSOS DA FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MONTES CLAROS FACIT REGULAMENTO DA COLAÇÃO DE GRAU DOS CURSOS DA FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MONTES CLAROS FACIT MANTIDA PELA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MONTES CLAROS - FEMC TÍTULO I - DOS OBJETIVOS E FINS Art. 1º. O presente

Leia mais

FACULDADE LA SALLE MANUAL DE ORIENTAÇÃO DE COLAÇÃO DE GRAU. Cursos de Graduação. Lucas do Rio Verde-MT

FACULDADE LA SALLE MANUAL DE ORIENTAÇÃO DE COLAÇÃO DE GRAU. Cursos de Graduação. Lucas do Rio Verde-MT FACULDADE LA SALLE MANUAL DE ORIENTAÇÃO DE COLAÇÃO DE GRAU Cursos de Graduação Lucas do Rio Verde-MT Caro Graduando! 2015 Ao cumprir a integralização curricular estabelecida para seu curso, está na hora

Leia mais

CAPÍTULO I DO OBJETIVO

CAPÍTULO I DO OBJETIVO REGULAMENTO PARA A SOLENIDADE DE COLAÇÃO DE GRAU DOS CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO E INTEGRADO CAPÍTULO I DO OBJETIVO Art. 1º. O presente regulamento tem por objetivo estabelecer as normas e procedimentos

Leia mais

REGIMENTO DE SOLENIDADE DE FORMATURA

REGIMENTO DE SOLENIDADE DE FORMATURA REGIMENTO DE SOLENIDADE DE FORMATURA Coronel Fabriciano, Abril de 2010 SUMÁRIO TITULO I TÍTULO II TÍTULO III DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES DA COMISSÃO PERMANENTE DE FORMATURA DA SOLENIDADE 3 3 4 CAPÍTULO

Leia mais

Solenidade de Colação de Grau

Solenidade de Colação de Grau FACULDADES INTEGRADAS SANTA CRUZ DE CURITIBA FARESC CERIMONIAL UNIVERSITÁRIO Solenidade de Colação de Grau Orientações Gerais para Sessões Solenes de Colação de Grau A colação de grau é obrigatória e faz

Leia mais

II CONFERÊNCIA NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL

II CONFERÊNCIA NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL II CONFERÊNCIA NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL REGIMENTO DA II CONFERÊNCIA NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL, APROVADO EM 30 DE SETEMBRO DE 2003 PELO CONSELHO NACIONAL DE SEGURANÇA

Leia mais

LEI N 951, DE 18 DE MARÇO DE 2003

LEI N 951, DE 18 DE MARÇO DE 2003 LEI N 951, DE 18 DE MARÇO DE 2003 Dispõe sobre as Normas do Cerimonial Público e Ordem de Precedência no Município de Bonito-MS., e dá outras providências. Autor: Luemir do Couto Coelho O Prefeito Municipal

Leia mais

CHEFIA DE CERIMONIAL E EVENTOS

CHEFIA DE CERIMONIAL E EVENTOS CHEFIA DE CERIMONIAL E EVENTOS REGIMENTO PARA A SOLENIDADE DE OUTORGA DE GRAU DOS CURSOS TÉCNICOS E DE GRADUAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS BAMBUÍ CAPÍTULO

Leia mais

RESOLUÇÃO DE REITORIA Nº 109/2008, DE 05 DE MAIO DE 2008.

RESOLUÇÃO DE REITORIA Nº 109/2008, DE 05 DE MAIO DE 2008. RESOLUÇÃO DE REITORIA Nº 109/2008, DE 05 DE MAIO DE 2008. Institui Normas e Procedimentos para as Solenidades de Colação de Grau dos Cursos de Graduação e Graduação Tecnológica do Unilasalle. O Reitor

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 011/2014 DE 21 DE FEVEREIRO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 011/2014 DE 21 DE FEVEREIRO DE 2014 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO RESOLUÇÃO Nº 011/2014 DE 21 DE FEVEREIRO DE 2014

Leia mais

IMEC INSTITUTO MACEIÓ DE ENSINO E CULTURA MANUAL DO FORMANDO PLANEJAMENTO E REALIZAÇÃO DE FORMATURA

IMEC INSTITUTO MACEIÓ DE ENSINO E CULTURA MANUAL DO FORMANDO PLANEJAMENTO E REALIZAÇÃO DE FORMATURA IMEC INSTITUTO MACEIÓ DE ENSINO E CULTURA MANUAL DO FORMANDO PLANEJAMENTO E REALIZAÇÃO DE FORMATURA ÍNDICE PALAVRA DA DIRETORA...03 APRESENTAÇÃO...03 PROVIDÊNCIAS LEGAIS...03 COMISSÃO DE FORMATURA...04

Leia mais

REGULAMENTO PARA A SOLENIDADE DE OUTORGA DE GRAU DOS CURSOS SUPERIORES DO CAMPUS BARBACENA CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E FINS

REGULAMENTO PARA A SOLENIDADE DE OUTORGA DE GRAU DOS CURSOS SUPERIORES DO CAMPUS BARBACENA CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E FINS REGULAMENTO PARA A SOLENIDADE DE OUTORGA DE GRAU DOS CURSOS SUPERIORES DO CAMPUS BARBACENA CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E FINS Art. 1º. O presente Regulamento tem por objetivo estabelecer as normas e procedimentos

Leia mais

SOLENIDADE NAS COMARCAS MODELO DE ROTEIRO

SOLENIDADE NAS COMARCAS MODELO DE ROTEIRO SOLENIDADE NAS COMARCAS - Inauguração de Fórum/Reforma - Instalação de Comarca/Vara/Juizado Especial - Inauguração de Galeria de Retratos - Lançamento de Pedra Fundamental - Inauguração de Busto - Descerramento

Leia mais

MANUAL DE SOLENIDADE DE COLAÇÃO DE GRAU

MANUAL DE SOLENIDADE DE COLAÇÃO DE GRAU MANUAL DE SOLENIDADE DE COLAÇÃO DE GRAU Profa. Dra. Fátima Ahmad Rabah Abido Diretora Silvia Regina Tedesco Rodella Diretora Acadêmica Luci Mieko Hirota Simas Assistente Técnico Administrativo I Profa.

Leia mais

MANUAL DO FORMANDO PLANEJAMENTO E REALIZAÇÃO DE FORMATURA

MANUAL DO FORMANDO PLANEJAMENTO E REALIZAÇÃO DE FORMATURA MANUAL DO FORMANDO PLANEJAMENTO E REALIZAÇÃO DE FORMATURA 1 ÍNDICE PALAVRA DO DIRETOR... 3 APRESENTAÇÃO... 3 PROVIDÊNCIAS LEGAIS... 3 COMISSÃO DE FORMATURA... 3 ESCOLHA DO PATRONO... 4 ESCOLHA DO PARANINFO...

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 010, de 19 de dezembro de 2012.

RESOLUÇÃO Nº 010, de 19 de dezembro de 2012. Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Ibirubá RESOLUÇÃO Nº 010, de 19 de dezembro de 2012.

Leia mais

SOBRE A COLAÇÃO ORIENTAÇÕES PARA OS FORMANDOS

SOBRE A COLAÇÃO ORIENTAÇÕES PARA OS FORMANDOS Conteúdo SOBRE A COLAÇÃO... 1 ORIENTAÇÕES PARA OS FORMANDOS... 1 Solicitação de Colação de Grau... 1 Documentação... 1 ENADE (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes)... 2 ORIENTAÇÕES PARA AS COMISSÕES...

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº, de 2013.

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº, de 2013. PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº, de 2013. (Do Sr. DAMIÃO FELICIANO) Disciplina a fixação do número de Deputados, nos termos do art. 45, 1º, da Constituição Federal, e dá outras providências. O Congresso

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEPE Nº. 16, DE 31 DE OUTUBRO DE 2014

RESOLUÇÃO CONSEPE Nº. 16, DE 31 DE OUTUBRO DE 2014 RESOLUÇÃO CONSEPE Nº. 16, DE 31 DE OUTUBRO DE 2014 Estabelece o Manual de Formatura dos cursos de graduação das Faculdades Ponta Grossa. A Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão das Faculdades

Leia mais

FORMATURAS Manual de procedimentos

FORMATURAS Manual de procedimentos FORMATURAS Manual de procedimentos Sumário 1. RESPONSABILIDADE DOS FORMANDOS... 3 1.1 Comissão de formatura... 3 1.2 Agendamento de data... 3 1.3 Contratação de empresa para cerimonial... 3 1.4 Convite...

Leia mais

ATO NORMATIVO Nº 010/2013

ATO NORMATIVO Nº 010/2013 ATO NORMATIVO Nº 010/2013 Organiza as ações de comunicação social, no âmbito do Ministério Público do Estado da Bahia. OPROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA, no uso das atribuições que lhe confere

Leia mais

PROGRAMA: 0553 - Atuação Legislativa da Câmara dos Deputados. PROGRAMA: 0551 - Atuação Legislativa do Senado Federal

PROGRAMA: 0553 - Atuação Legislativa da Câmara dos Deputados. PROGRAMA: 0551 - Atuação Legislativa do Senado Federal PROGRAMA: 0553 - Atuação Legislativa da Câmara dos Deputados 3.172.280 9.772.013 Despesas Correntes 2.964.653 9.031.347 Despesas de Capital 207.627 740.666 3.172.280 12.944.292 9.772.013 PROGRAMA: 0551

Leia mais

Anexo II - Programas de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado

Anexo II - Programas de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado Anexo II - Programas de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado PROGRAMA: 0553 - Atuação Legislativa da Câmara dos Deputados 3.185.780 9.806.513 Despesas Correntes 2.978.153 9.065.847 Despesas de Capital

Leia mais

REGULAMENTO PARA AS COLAÇÕES DE GRAU DO CENTRO UNIVERSITÁRIO UnirG CAPÍTULO II DOS OBJETIVOS E FINS

REGULAMENTO PARA AS COLAÇÕES DE GRAU DO CENTRO UNIVERSITÁRIO UnirG CAPÍTULO II DOS OBJETIVOS E FINS MUNICÍPIO DE GURUPI ESTADO DO TOCANTINS FUNDAÇÃO UNIRG CENTRO UNIVERSIÁRIO UNIRG REITORIA REGULAMENTO PARA AS COLAÇÕES DE GRAU DO CENTRO UNIVERSITÁRIO UnirG CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E FINS Art. 1º Este

Leia mais

Manual de Formatura Regulamento e Normas

Manual de Formatura Regulamento e Normas FACULDADE POLITÉCNICA DE UBERLÂNDIA Manual de Formatura Regulamento e Normas UBERLÂNDIA MG 1 Solenidade de Colação de Grau A conclusão do curso certamente é a celebração do estudante de uma grande conquista.

Leia mais

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS COLAÇÃO DE GRAU

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS COLAÇÃO DE GRAU 2 Faculdade Católica Dom Orione Cerimonial e Eventos Universitários - CEU MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS COLAÇÃO DE GRAU Araguaína, 2014 3 O Cerimonial é a rigorosa observância de um conjunto de formalidades,

Leia mais

MANUAL DO FORMANDO PLANEJAMENTO E REALIZAÇÃO DE FORMATURA

MANUAL DO FORMANDO PLANEJAMENTO E REALIZAÇÃO DE FORMATURA MANUAL DO FORMANDO PLANEJAMENTO E REALIZAÇÃO DE FORMATURA ÍNDICE PALAVRA DO DIRETOR... 2 APRESENTAÇÃO... 2 PROVIDÊNCIAS LEGAIS... 2 COMISSÃO DE FORMATURA... 3 A ESCOLHA DO PATRONO... 3 A ESCOLHA DO PARANINFO...

Leia mais

Perguntas Frequentes Colação de Grau FURB

Perguntas Frequentes Colação de Grau FURB COLAÇÃO DE GRAU 1) Quem está apto a colar grau? O acadêmico que concluir, com assiduidade e aproveitamento, todos os componentes curriculares do curso em que se encontra matriculado, inclusive as atividades

Leia mais

- Local, data e horário da Sessão Solene da Colação de Grau;

- Local, data e horário da Sessão Solene da Colação de Grau; MANUAL DO FORMANDO A Colação de Grau é um ato oficial e obrigatório para Conclusão de Curso e obtenção de diploma realizado em Sessão Solene ou Colação Especial, em data, horário e local previamente autorizado

Leia mais

I. DA COLAÇÃO DE GRAU E COMISSÃO DE FORMATURA 1) O

I. DA COLAÇÃO DE GRAU E COMISSÃO DE FORMATURA 1) O COLAÇÃO DE GRAU O presente documento tem por objetivo orientar os acadêmicos quanto as normas e procedimentos relativos a Colação de Grau dos Cursos de Graduação do Instituto de Ensino Superior de Londrina

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA UNILA CONSELHO UNIVERSITÁRIO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA UNILA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N 022/2014 DE 09 DE JULHO DE 2014 Regulamenta os procedimentos de realização das solenidades de Colação de Grau da Universidade Federal da Integração Latino- Americana (UNILA). O Conselho Universitário

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 (Do Sr. Rogério Carvalho) Altera a Lei nº 4.737, de 15 de julho de 1967, que institui o Código Eleitoral, para vetar a venda e consumo de bebida alcoólica no dia das eleições.

Leia mais

Nova Ortografia - Atualização em Redação Oficial

Nova Ortografia - Atualização em Redação Oficial GESPÚBLICA EGM FAMEM Nova Ortografia - Atualização em Redação Oficial Prof. Tammy de Oliveira Cunha Ramos Licenciada em Letra s UERJ e Coordenadora da Escola de Gestão Municipal/FAMEM Origem Nossa Língua-

Leia mais

LEI Nº 2.422, DE 08 DE ABRIL DE 2008 CERTIDÃO Certifico e dou fé que esta Lei foi publicada no placard do Município no dia- / /

LEI Nº 2.422, DE 08 DE ABRIL DE 2008 CERTIDÃO Certifico e dou fé que esta Lei foi publicada no placard do Município no dia- / / LEI Nº 2.422, DE 08 DE ABRIL DE 2008 CERTIDÃO Certifico e dou fé que esta Lei foi publicada no placard do Município no dia- / / JANE APARECIDA FERREIRA =Responsável pelo placard= Dispõe sobre a composição,

Leia mais

Plano Plurianual DESENVOLVIMENTO, PRODUTIVIDADE E INCLUSÃO SOCIAL ANEXO II

Plano Plurianual DESENVOLVIMENTO, PRODUTIVIDADE E INCLUSÃO SOCIAL ANEXO II Plano Plurianual 216 219 DESENVOLVIMENTO, PRODUTIVIDADE E INCLUSÃO SOCIAL ANEXO II PROGRAMA: 21 - Aprimoramento do Ministério Público Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social 82.71 268.863 Despesas Correntes

Leia mais

MANUAL DE FORMATURA 2013

MANUAL DE FORMATURA 2013 MANUAL DE FORMATURA 2013 Manual de Formatura da FACIG 1 MANUAL DE FORMATURA DA FACIG FACULDADE DE CIÊNCIAS GERENCIAIS DE MANHUAÇU válido para turmas que Colarão Grau a partir de dezembro de 2012 1. FORMATURA

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERALDE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERALDE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERALDE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO legal. Art. 1º. NORMAS PARA COLAÇÕES DE GRAU Capítulo I DO ATO As cerimônias de colação de grau serão presididas pelo Reitor

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO IV DA ORGANIZAÇÃO DOS PODERES CAPÍTULO I DO PODER LEGISLATIVO Seção II Das Atribuições do Congresso Nacional Art. 49. É da competência exclusiva

Leia mais

Série FACTO - Manuais. 2ª Edição

Série FACTO - Manuais. 2ª Edição Série FACTO - Manuais 2ª Edição Série FACTO - Manuais 'Manual de Colação de Grau'' Católica do Tocantins Abril de 2015 2ª Edição Diretor Geral Pe. José Romualdo Degasperi Vice Diretor Acadêmico Galileu

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA

COMANDO DA AERONÁUTICA COMANDO DA AERONÁUTICA CERIMONIAL ICA 900-1 CERIMONIAL MILITAR DO COMANDO DA AERONÁUTICA 17 DEZ 2002 COMANDO DA AERONÁUTICA GABINETE DO COMANDANTE DA AERONÁUTICA CERIMONIAL ICA 900-1 CERIMONIAL MILITAR

Leia mais

Protocolo (Sergeant-at-arms)

Protocolo (Sergeant-at-arms) Protocolo (Sergeant-at-arms) Intlª. Kaue Baiza Macedo Gestão 2012-13 - Paz Através Do Servir Definição Podemos entender o Protocolo como um conjunto de procedimentos e regras de funcionamento a aplicar

Leia mais

MANUAL DE COLAÇÃO DE GRAU FORMANDOS 2011/2

MANUAL DE COLAÇÃO DE GRAU FORMANDOS 2011/2 MANUAL DE COLAÇÃO DE GRAU FORMANDOS 2011/2 UNIÃO BRASILIENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA Diretor Presidente: Pe. Décio Batista Teixeira Diretor Primeiro Vice-Presidente: Pe. Valdomiro Alves Barbosa Diretor Segundo

Leia mais

1) FUNDAMENTOS: SOCIDIVAPLU

1) FUNDAMENTOS: SOCIDIVAPLU A palavra mnemônica provém do termo grego menmóne, que significa recordação. Pode se aplicar a qualquer técnica de memorização. Mesmo assim, é mais utilizada para designar técnicas baseadas em palavras,

Leia mais

Guia do anfitrião e de protocolo

Guia do anfitrião e de protocolo Guia do anfitrião e de protocolo Anualmente, dirigentes e diretores internacionais passados e atuais visitam distritos e distritos múltiplos ao redor do mundo para fazer discursos informativos e motivacionais,

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA AS COMISSÕES DE COLAÇÃO DE GRAU

ORIENTAÇÕES PARA AS COMISSÕES DE COLAÇÃO DE GRAU ORIENTAÇÕES PARA AS COMISSÕES DE COLAÇÃO DE GRAU 1 - A COLAÇÃO DE GRAU É uma Assembléia Universitária onde é conferido pela autoridade máxima da Universidade o grau acadêmico aos formandos da Instituição.

Leia mais

Regulamento de Acesso, Circulação e Permanência nas Instalações da Assembleia da República

Regulamento de Acesso, Circulação e Permanência nas Instalações da Assembleia da República Regulamento de Acesso, Circulação e Permanência nas Instalações da Assembleia da República Despacho n.º 1/93, de 19 de março publicado no Diário da Assembleia da República, II Série C, n.º 22 de 22 de

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DO IDOSO DE SANTA CATARINA MODELO PARA IMPLANTAÇÃO DE CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO

CONSELHO ESTADUAL DO IDOSO DE SANTA CATARINA MODELO PARA IMPLANTAÇÃO DE CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CONSELHO ESTADUAL DO IDOSO DE SANTA CATARINA MODELO PARA IMPLANTAÇÃO DE CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CONSELHO ESTADUAL DO IDOSO DE SANTA CATARINA CEI/SC COMISSÃO REGIONAL DO IDOSO DE ROTEIRO PARA IMPLANTAÇÃO

Leia mais

RESOLUÇÃO CAS Nº 02/2012

RESOLUÇÃO CAS Nº 02/2012 RESOLUÇÃO CAS Nº 02/2012 Aprova o Regulamento de Colação de Grau da Faculdade Norte Paranaense. O Conselho Acadêmico Superior, em reunião ordinária realizada em 18 de maio de 2012, no uso de suas atribuições

Leia mais

Projeto de Lei nº de 2006.

Projeto de Lei nº de 2006. Projeto de Lei nº de 2006. Dispõe sobre o exercício da profissão de Ministro de Confissão Religiosa Evangélica, e dá outras providências O Presidente da República, faço saber que o Congresso Nacional decreta

Leia mais

VI COMISSÃO DE FORMATURA

VI COMISSÃO DE FORMATURA MODALIDADE DE FORMATURA INTEGRADA UNISC I FORMATURA INTEGRADA É a modalidade de formatura que integra um ou mais cursos na realização do cerimonial e protocolo da colação de grau organizada pela UNISC,

Leia mais

PODER LEGISLATIVO Estado do Rio de Janeiro CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA IGUAÇU Assessoria de Comunicação

PODER LEGISLATIVO Estado do Rio de Janeiro CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA IGUAÇU Assessoria de Comunicação MANUAL BÁSICO DE CERIMONIAL 1. CERIMONIAL Cerimonial é uma palavra que ouvimos ou lemos com freqüência nos dias de hoje. Porém poucos sabem seu verdadeiro significado e principalmente conhecem a atividade

Leia mais

Manual para Solenidades de Formatura do IFMS

Manual para Solenidades de Formatura do IFMS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul Manual para Solenidades de Formatura do IFMS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul Instituto

Leia mais

O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO ACRE

O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO ACRE Institui o auxílio-alimentação para os s da Magistratura do Estado do Acre, no efetivo exercício. O, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista a deliberação na 16ª Sessão Extraordinária do Pleno

Leia mais

LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL)

LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL) LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL) Com as alterações introduzidas pelas seguintes leis: Lei n.º 80/98, de 24 de Novembro; Lei n.º 128/99, de 20 de Agosto; Lei n.º 12/2003,

Leia mais

Tutorial Novo Sistema de Intimações da OAB SP

Tutorial Novo Sistema de Intimações da OAB SP Tutorial Novo Sistema de Intimações da OAB SP O sistema de intimações da OAB SP está de cara nova. Mais rápido, eficiente, organizado e cobrindo maior número de diários oficiais, o serviço foi projetado

Leia mais

RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 1280

RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 1280 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 1280 Regulamenta os procedimentos para as cerimônias de Colação de Grau da Universidade Federal de Goiás e revoga a Resolução

Leia mais

"Os pequenos atos que se executam são melhores que todos aqueles grandes que se planejam". George C. Marshall (1880-1959)

Os pequenos atos que se executam são melhores que todos aqueles grandes que se planejam. George C. Marshall (1880-1959) "Os pequenos atos que se executam são melhores que todos aqueles grandes que se planejam". George C. Marshall (1880-1959) REFERÊNCIA: LEI Nº 5.700, DE 1º SET 1971 MANUAL ADMINISTRATIVO DO CLUBE DE DESBRAVADORES

Leia mais

DELIBERAÇÃO CONSAD Nº 041/2004. O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO, na conformidade do Processo nº R- 045/2004, aprovou e eu promulgo a seguinte Deliberação:

DELIBERAÇÃO CONSAD Nº 041/2004. O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO, na conformidade do Processo nº R- 045/2004, aprovou e eu promulgo a seguinte Deliberação: DELIBERAÇÃO CONSAD Nº 041/2004 Dispõe sobre a Colação de Grau e dá outras providências. O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO, na conformidade do Processo nº R- 045/2004, aprovou e eu promulgo a seguinte Deliberação:

Leia mais

- FACULDADES PROMOVE E INFÓRIUM - MANUAL DE INSTRUÇÕES COLAÇÃO DE GRAU

- FACULDADES PROMOVE E INFÓRIUM - MANUAL DE INSTRUÇÕES COLAÇÃO DE GRAU - FACULDADES PROMOVE E INFÓRIUM - MANUAL DE INSTRUÇÕES COLAÇÃO DE GRAU APRESENTAÇÃO A conclusão de um curso superior é a celebração de uma grande conquista na vida do acadêmico. Tem grande importância;

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO N o 70.274, DE 9 DE MARÇO DE 1972. Aprova as normas do cerimonial público e a ordem geral de precedência. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,

Leia mais

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO PORTARIA Nº 2.588, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Aprova o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições previstas nos incisos I e II do parágrafo

Leia mais

Comitê de Articulação Federativa Regimento Interno

Comitê de Articulação Federativa Regimento Interno PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Comitê de Articulação Federativa Regimento Interno DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º O Comitê de Articulação

Leia mais

CURRICULUM VITAE EROS PICELI

CURRICULUM VITAE EROS PICELI CURRICULUM VITAE DESEMBARGADOR EROS PICELI Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo DGJUD 1.2 - Serviço de Publicações e Divulgação Dados Pessoais Desembargador EROS PICELI Filiação: José Piceli Maria

Leia mais

Cadastro Organizacional/PMS CMI/SETAD CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO - CMI

Cadastro Organizacional/PMS CMI/SETAD CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO - CMI CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO Órgão/Sigla: Natureza Jurídica: Vinculação: Finalidade: CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO - CMI ÓRGÃO COLEGIADO SECRETARIA MUNICIPAL DO TRABALHO, ASSISTÊNCIA SOCIAL E DIREITOS DO

Leia mais

Flávio Dino de Castro e Costa Governador. Prof. Dr. Gustavo Pereira da Costa Reitor. Prof. Dr. Walter Canales Sant Ana Vice-Reitor

Flávio Dino de Castro e Costa Governador. Prof. Dr. Gustavo Pereira da Costa Reitor. Prof. Dr. Walter Canales Sant Ana Vice-Reitor Flávio Dino de Castro e Costa Governador Prof. Dr. Gustavo Pereira da Costa Reitor Prof. Dr. Walter Canales Sant Ana Vice-Reitor Prof.ª Dr.ª. Andrea de Araújo Pró-Reitora de Graduação Prof. Dr. Antonio

Leia mais

Solenidade de Colação de Grau

Solenidade de Colação de Grau Solenidade de Colação de Grau A conclusão do curso é a celebração do estudante em face de uma grande conquista. A Cerimônia de Conclusão é um dos mais belos momentos da jornada. Com ela se compartilha

Leia mais

Dispõe sobre o cerimonial do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

Dispõe sobre o cerimonial do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. PORTARIA/PRESI/ASREP 172 DE 13/04/2011 Dispõe sobre o cerimonial do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 1ª REGIÃO, no uso de suas atribuições previstas

Leia mais

LEI Nº 982 DE 16 DE MAIO DE 2013.

LEI Nº 982 DE 16 DE MAIO DE 2013. LEI Nº 982 DE 16 DE MAIO DE 2013. Dispõe sobre a criação, composição, competência e funcionamento do Conselho Municipal de Esporte e Lazer CMEL. O Povo do Município de Turvolândia Estado de Minas Gerais,

Leia mais

REITORIA REGULAMENTO CERIMÔNIAS OFICIAIS DE COLAÇÃO DE GRAU

REITORIA REGULAMENTO CERIMÔNIAS OFICIAIS DE COLAÇÃO DE GRAU REITORIA REGULAMENTO CERIMÔNIAS OFICIAIS DE COLAÇÃO DE GRAU Aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Vila Velha, em 24/06/2015, através da Resolução nº 12/2015. VILA VELHA

Leia mais

ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS, ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA.

ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS, ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA. DECRETO 44932 2008 Data: 30/10/2008 Origem: EXECUTIVO Ementa: DISPÕE SOBRE A ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS - ESP-MG. Relevância LEGISLAÇÃO BÁSICA : Fonte: PUBLICAÇÃO

Leia mais

MANUAL DE COLAÇÃO DE GRAU DA ADJETIVO - CETEP

MANUAL DE COLAÇÃO DE GRAU DA ADJETIVO - CETEP MANUAL DE COLAÇÃO DE GRAU DA ADJETIVO - CETEP Solenidade de Colação de Grau A Colação de grau é o ato Institucional que se realiza para conferir graus acadêmicos aos formandos, em dia e hora marcados.

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos 1 de 9 17/10/2013 13:46 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.165, DE 29 DE ABRIL DE 2010. Regulamenta o inciso I do art. 48 da Lei n o 6.450, de 14 de outubro

Leia mais

Faço saber que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte lei:

Faço saber que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte lei: LEI Nº 1580/2010 Dá nova nomenclatura a Conferência, ao Conselho e ao Fundo Municipal de Assistência ao Idoso criado pela Lei nº 1269/2004 e dá outras providencias. Faço saber que a Câmara Municipal de

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E ASSUNTOS DO MERCOSUL.

SECRETARIA DE ESTADO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E ASSUNTOS DO MERCOSUL. ANEXO REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM REGIONAL PERMANENTE DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE DO ESTADO DO PARANÁ CAPÍTULO I NATUREZA E COMPETÊNCIAS Art. 1º. Ao Fórum Regional Permanente das Microempresas

Leia mais

CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DO OBJETIVO CAPÍTULO II DA COMPETÊNCIA

CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DO OBJETIVO CAPÍTULO II DA COMPETÊNCIA Lei nº 006, de 04 de Abril de 2014. DISPÕE SOBRE A REESTRUTURAÇÃO DO CMS - CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Prefeito de Santa Inês, município do Estado do Maranhão, no uso de suas

Leia mais

Sumário. 1. Definições... 4. 2. Etapas do Cerimonial... 5

Sumário. 1. Definições... 4. 2. Etapas do Cerimonial... 5 Sumário 1. Definições... 4 2. Etapas do Cerimonial... 5 3. Regulamentações de Eventos Centro Universitário UNISEB. Colaçao de Grau- do Centro Universitário UNISEB Interativo.... 6 3.1 Colação de Grau...

Leia mais

COORDENAÇÃO DO CURSO DE DIREITO MANUAL DOS FORMANDOS ORIENTAÇÕES, PROCEDIMENTOS E NORMAS.

COORDENAÇÃO DO CURSO DE DIREITO MANUAL DOS FORMANDOS ORIENTAÇÕES, PROCEDIMENTOS E NORMAS. COORDENAÇÃO DO MANUAL DOS FORMANDOS ORIENTAÇÕES, PROCEDIMENTOS E NORMAS.. Pires do Rio Goiás, 2012. Flávia de Oliveira Fornari Coordenadora do Curso de Direito CORPO ADMINISTRATIVO FACULDADE DO SUDESTE

Leia mais

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM DECRETO nº 1098, de 12 de fevereiro de 2009 Dispõe sobre alocação, denominação e atribuições dos órgãos que compõem a estrutura organizacional do Gabinete da Prefeita e dá outras providências. A PREFEITA

Leia mais

Programa de Melhoria da Gestão em Hospitais Filantr

Programa de Melhoria da Gestão em Hospitais Filantr Imagem: Santa Casa de Santos fundada em 1543 Atualização: 26/outubro Programa de Melhoria da Gestão em Hospitais Filantr ópicos Filantró Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB Objetivos do Projeto Governança

Leia mais

MODALIDADE A DISTÂNCIA

MODALIDADE A DISTÂNCIA MODALIDADE A DISTÂNCIA MANUAL DA SOLENIDADE DE COLAÇÃO DE GRAU DOS ALUNOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE UBERABA Todas as solenidades de colação de grau devem ser organizadas de acordo com

Leia mais