CURSO DE CERIMONIAL PÚBLICOP. Carlos Takahashi

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1 CURSO DE CERIMONIAL PÚBLICOP Carlos Takahashi

2 Favor desligar o celular ou manter no perfil silencioso

3 O tempo é curto, vamos aproveitá-lo muito bem

4 Apresentação do Currículo de Carlos Takahashi

5 Formação Acadêmica Bacharel em Direito pela Universidade de São Paulo - USP Curso de Extensão Universitária ria em Gestão Pública ILP / FGV Estágio Técnico T em Administração Pública P Japonesa pela Japan International Cooperation Agency - JICA

6 Dados Profissionais Chefe do Cerimonial do Prefeito da Cidade de São Paulo (2009) Coordenador do Curso de Cerimonial Público P do Instituto do Legislativo Paulista ILP da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (2006). Chefe de Gabinete da Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação da Cidade de São Paulo ( ) 2008) Assessor Técnico T Chefe da Assessoria Técnica T de Sistemas de Informática da Secretaria Municipal de Coordenação das Subprefeituras ( ). 2006). Diretor de Cerimonial da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo ( ). 2005). Assessor Especial de Relações Intermunicipais da Prefeitura do Município de São Paulo ( ) Vereador à Câmara Municipal de São Paulo (1997).

7 Cargos em Entidades Membro do Conselho Deliberativo da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa desde 1996 Membro da Comissão Organizadora do Festival do Japão (desde 1998) Conselheiro da Comissão de Recepção ao Casal Imperial do Japão 1997 Diretor 1º 1 Tesoureiro da União dos Vereadores do Estado de São Paulo (UVESP) a 2000 Preletor e Membro Efetivo do Conselho Fiscal da Seicho-no no-ie do Brasil. Embaixador da Amizade da Província de Iwate - Japão desde o. Vice-Presidente da Associação Brasileira de Assistência Mútua M (ABAM) desde Membro do Conselho Deliberativo da Associação Pan-americana americana Nikkey

8 Títulos e Diplomas Comenda Paul Harris da Fundação Rotária do Rotary Internacional Titulo de Contabilista Honoris Causa conferido pelo Sindicato dos Contabilistas de São Paulo 25/04/2000 Comenda do Mérito M Alvarista da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado FECAP 27/09/2002 Diploma de Colaborador Emérito do Exército conferido pelo General de Exército Sérgio S Pereira Mariano Cordeiro, Comandante Militar do Sudeste 24/07/2003. Certificado de Colaborador do Conselho Federal de Contabilidade 31/12/2003

9 Palestras e Cursos Ministrados Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo Secretaria de Estado da Justiça e Defesa da Cidadania Procuradoria Geral de Justiça do Estado de São Paulo Câmara Municipal de São Paulo Faculdade de Relações Internacionais do UniFMU Instituto Agronômico de Campinas IAC Poder Judiciário (Tribunal de Justiça, Tribunal de Justiça Militar, 1º Tribunal de Alçada Civil e Tribunal de Alçada Criminal Tacrim Curso de Formação Superior na Academia de Polícia. Associação Paulista de Municípios - APM Secretaria de Estado da Justiça e Defesa da Cidadania e órgãos vinculados Companhia Paulista de Trens Metropolitanos CPTM Escola Superior de Propaganda e Marketing ESPM Faculdades Rio Branco (Fundação Rotária) Hospital Regional de Ferraz de Vasconcelos, Hospital Regional de Mogi das Cruzes, Hospital do Mandaqui

10 Direção do Cerimonial/ Apresentação em Eventos: Posse do Governador Geraldo Alckmin 2003 Posse dos Deputados Estaduais 2003 Festival do Japão 1998 a 2009 Francal 2008/ 2009 Beauty Fair 2007/2009 Bienal do Livro 2008 Escolar 2008 Congresso Paulista de Municípios 2007 a 2009 Sessões Solenes e Atos da Assembléia Legislativa do Estado Convenções Nacionais e Seminários da Seicho-no no-ie e de Entidades da Comunidade Japonesa desde 1981 Evento Comemorativo do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil Sambódromo/SP Posse do Prefeito Gilberto Kassab Entrega da Medalha 25 de Janeiro

11 Cerimonial Protocolo Precedência CC

12 O que é cerimonial? a) Frescura b) Pompa e Circunstância c) Formalismo d) Um pouco de cada coisa

13 CERIMONIAL Organizar a órbita dos astros. Cada astro possui sua grandeza e sua própria órbita. Quanto mais denso o astro, maior é o seu poder de gravidade sobre os demais astros. (Murilo Antunes Alves)

14 Crônica ao Cerimonialista Quem é aquele a quem se curvam os reis, majestades, presidentes, governadores, autoridades...para ouvir, segredando ao ouvido? De que força a se reveste esse desconhecido, discreto, recostando-se se aos cantos, atendendo sem discussão, a um curto aceno? Qual o mistério que envolve esse alguém, que autoridade não é,, mas a elas orienta os cumprimentos, a expressão, o vestir, o modo de falar, o momento de sorrir, o caminho a percorrer, o assento a ser usado, e proceder à mesa?

15 Quem é esse que com perspicácia cia transforma uma gafe em só s um momento de descontração ão,, que muda o ambiente simplista, tornando-o o formal, revestido de importância e respeito; que cumpre a hierarquia; que antecipa detalhes com antecedência para evitar improviso? Que extraordinária ria força a exerce sobre os dirigentes do mundo, para definir os pratos e a ordem dos pratos, como recepcionar e ser recepcionado, como participar de almoços os e jantares, café e drinks,, como servir, como atender? Que vasto conhecimento é dotado esse ser humano, para decidir estilos e qualidades de roupas, o uso dos distintivos, de medalhas e honrarias?

16 Como pode dominar o quê, quem e como convidar, qual o papel a ser usado, o tipo de letra, a estética, tica, o conteúdo, a diagramação, a redação? Esse, que tem sempre um sorriso nos lábios, l alegria nos olhos, respostas rápidas r e soluções precisas, é o Cerimonialista.. Um misto de conselheiro e orientador, planejador e relações públicas, orador e escritor, poeta e sonhador, num exemplo resumido de pequenina parte das suas funções. Ele, que conhece as precedências, os gestos e preceitos, as honrarias e privilégios, os símbolos s do poder; Ele, que domina o tratamento, as fórmulas f de cortesia, a relação e a expressão oficial, a linguagem e a diplomacia;

17 Ele, que obedece regras e as transforma, cria e modifica, busca a evolução, a modernização; Ele, que tem o dom de captar a cultura dos povos, que dignifica as reverências e refinamentos, mas que sublima sobretudo a convivência entre as pessoas. Sim, é ele quem planeja, organiza, executa, avalia e ao final, senta-se à última poltrona, sorrindo para si mesmo, regando a sua face com suas lágrimas, l no silêncio do salão, agora deserto, ouvindo o bater do seu próprio prio coração e o ressoar dos últimos passos da platéia para dizer: Obrigado meu Deus, por ter-me permitido não falhar. (*) Silvio Lobo Filho, é professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Cerimonialista.. Presidente do Conselho de ética do CNCP

18 DEFINIÇÃO DE CERIMONIAL 1. Relativo a cerimônia, às s solenidades ritualísticas; 2. que usa de cerimônia, de formalidade e cortesia,, 3. conjunto de formalidades. (Dicionário Houaiss) Referente a cerimônias; 2. conjunto de formalidades que devem ser r observadas em qualquer ato solene ou festa pública ou religiosa; ; 3. Regra que estabelece essas formalidades; 4. Etiqueta, protocolo. (Dicionário Michaelis) É a seqüência introduzida pelo uso e pela vontade das pessoas autorizadas, das diferentes partes de uma cerimônia política, religiosa, judiciária ou mesmo privada. É difícil determinar, com precisão, a diferença a entre cerimonial e etiqueta.. Pode-se dizer, contudo, que cerimonial tem, antes, um sentido ativo que q sucessão de atos de uma marca a cerimônia,, e, por outro lado, etiqueta tem mais particularmente um sentido passivo, determinando as normas e costumes. Pode-se dizer, ainda, que cerimonial regula a cerimônia, e aqueles que a presidem ou dirigem; enquanto que a etiqueta se aplica àqueles que participam ou são convidados.. (Nouveau( Larouuse Illustré)

19 CONCEITO O cerimonial é uma arte arte,, com filosofia própria pria e normas de conduta desenvolvidas ao longo dos séculos. s

20 A grosso modo é o conjunto de formalidades, entre autoridades nacionais e estrangeiras, a serem seguidas durante um ato solene ou festa pública

21 dar ordem Tem a finalidade de aos eventos e evitar incidentes desagradáveis ou ressentimentos desnecessários. Marca a sucessão dos atos de uma cerimônia e a forma como deve ser dirigida.

22 Quando a primeira-dama, Dona Marisa Letícia, acompanhou o presidente Lula na visita a Espanha, o marido simplesmente esqueceu a galega,, como a trata, dentro do carro! O rei Juan Carlos foi quem se encarregou de fazer o resgate, para a festa dos fotógrafos e cinegrafistas que transmitiram imagens da gafe para o mundo inteiro. iro.

23 Reverência de Obama ao imperador do Japão gera polêmica nos EUA da France Presse,, em Washington 16/11/ h12

24 Michele Obama abraça a Rainha Elizabeth II

25 Visual Poluído

26 London Summit Argentina, Mexico,, Brazil, United Kingdom, China, Saudi Arabia, France, South Korea, Indonesia.. 2. Netherlands, Germany, Spain,, South Africa, Russia, United States, Turkey, India, European Union.. 3. World Bank,, Financial Stability Forum, Japan, Australia, Italy, Chair of ASEAN and Thailand,, World Trade Organisation, United Nations, row)international Monetary Fund

27 Assunto: RE: consulta sobre dispositivo de autoridades Prezado Carlos, Eis a resposta que meu colega NONONONO (que esteve presente à reunião do G-20) me enviou. Desculpe a resposta lacônica, mas estou em missão no interior de Goiás s e a situação não é das mais calmas: "Os caras fizeram um mix de ordem alfabética com antiguidade no cargo, mas o critério rio não ficou claro pra ninguém m (acho inclusive que era essa a intenção)... Abs, Abraço, NONONONONO

28 Trata-se de uma prática que existe desde as antigas civilizações e que vem sofrendo variações ditadas por aspectos culturais, temporais, bem como às cerimônias a que se aplicam. Em sendo assim, a atividade do cerimonial não é ditada pela rotina, mas dependerá muito da situação, da circunstância do ato solene.

29 O O Cerimonial cria o quadro e a atmosfera nas quais asrelações pacíficas dos estados soberanos devem realizar-se se. (Jean Serres, 1960, in Manual Prático de Protocolo)

30 No princípio... pio...

31 Da força a bruta para as relações subjetivas

32 Convívio vio Coletivo

33 Espaços individuais e Institucionais VIDA PESSOAL EU VIDA SOCIAL CARREIRA PROFISSIONAL

34 Constelação do Cerimonial

35 Prof. Nelson Speers CERIMONIAL É A ATIVIDADE DO HOMEM SINGULAR OU DO HOMEM PLURAL, PARA CRIAR OU AUMENTAR SEU ESPAÇO PSICO- EMOCIONAL E SÓCIO- CULTURAL E/OU PARA COMUNICAR AO OUTRO OU OUTROS, DO RESPEITO POR AQUELE ESPAÇO QUE LHE CORRESPONDE, DENTRO DE UM CONTEXTO MOTIVACIONAL.

36 ORIGEM DO CERIMONIAL No antigo Egito, o cerimonial confundia-se com ritos religiosos, uma vez que o Faraó era a manifestação da divindade. No seu relacionamento diplomático com outros povos, os representantes do Faraó possuíam prerrogativas, privilégios e imunidades que eram extensivas aos estrangeiros. Em Hatusa, nos muros de Karnak, os ladrilhos de argila registravam o tratado feito com os Hititas em 1279 a.c. (Ramsés s Mori Amon e Kattusi III), em que é reconhecida a igualdade dos Estados. Nesse sentido, é o documento mais antigo conhecido.

37 Presume-se se que a mais antiga compilação de cerimonial seja atribuída a Chou Kung, fundador da dinastia Chou (século XII a.c.), responsável por: a) o livro da etiqueta e do cerimonial I-Li; I b) cerimonial da dinastia Chou: Chou-Li; c) notas sobre o cerimonial: Li-Chi. Este último contém m ensinamentos de Kung-Fu e Confúcio, e comenta o cerimonial da dinastia Hsia, que valoriza a lealdade; da dinastia Yin, que valoriza a realidade; e da dinastia Chou, que valoriza o ornamento.

38 Nas civilizações grega e romana, o cerimonial esteve intimamente ligado às s crenças da época. A Grécia, apesar da proximidade geográfica, não se deixou influenciar, o mesmo não acontecendo, entretanto, com Roma, que atingiu as raias do exagero nas pompas, por ocasião da decadência. Roma foi mais vulnerável vel às pompas do cerimonial do Oriente pelo contato com suas colônias asiáticas ticas.

39 As origens da etiqueta da Idade Média M estão, sem dúvida d alguma, na corte do Império Romano no Oriente, o Império Bizantino, pleno das pompas da Pérsia P e outras nações do Oriente. Na Idade Média foi se constituindo um cerimonial cheio de ostentação, principalmente nas cortes feudais da Itália, muito semelhante aos da Áustria, Espanha e França. Foi na corte austríaca, aca, de alto refinamento, que compilaram as regras a que se deviam submeter o monarca e membros da corte desde o despertar. Foi sensível a influência do Príncipe Felipe, O Bom, que, não podendo ser rei, se preocupou em regulamentar r a atitude de todos em seu palácio. Pertencia ele à 2ª Casa de Borgonha,que, ao ligar-se à Áustria, teve todas as suas regras adotadas e ainda aperfeiçoadas. No século s XIV, Pedro IV de Aragão, o Cerimonioso, regulamentou por escrito os movimentos de todos em sua corte, não esquecendo sequer o mordomo e o aguadeiro eiro.. Assim, os preceitos do cerimonial da Áustria passam a ser adotados pela Espanha e imitados na França, a, e mais tarde seguidos pela Inglaterra, principalmente pelas monarquias m dos séculos s XV, XVI e XVII.

40 Na Idade Média, o Oriente ostentou um cerimonial vinculado ao poderio militar e à posição proeminente dos sacerdotes.

41 Lado Direito como lugar de honra Comer com a mão direita: A forma tradicional de alimentação (na Índia) é a de utilizar apenas a mão direita. Mesmo natural, de esquerda handers são treinados para comer com a mão direita só, s logo desde a infância. Ocasionalmente, em alguns segmentos da sociedade, da utilização de ambas as mãos para comer é permitida em conta específica, como quando um pedaço o de pão indiano ( "Roti"" / "Chapati" Chapati") é muito difícil de lágrima l com uma única mão. Durante almoço o com a mão direita, mão esquerda é usada para o auto-servi serviço o de alimentação e para tomar um copo de água. Como a comer com as mãos na Índia By C.V. Rajan

42 Quando o Governador do Estado se fizer representar em solenidades ou cerimônias, o seu representante será colocado à direita da autoridade que a elas presidir. (art. 15, Dec. Est /78) Quando dois militares se deslocam juntos, o de menor antigüidade idade dá a direita ao superior. (art. 4º, 4, Dec. Fed /97) Lugar de Honra

43 Acompanhamento de autoridades Lugar de Honra no Dispositivo de autoridades

44 Na tradição cristã, o vermelho representa o sangue derramado do sacrifício cio de Cristo e dos mártires, m além m de amor fervoroso e vitorioso. O vermelho nos sapatos do papa e nas vestes dos cardeais sugere disposição em morrer pela igreja. Pela associação com a paixão de Cristo, essa cor também m marca a Sexta-Feira Santa. Cor vermelha

45 A glória de caminhar sobre os vencidos "Quando Alexandre o Grande apoderou-se de Susa, a capital de Dario, em 331 a.c., encontrou ali uma fortuna de vestimentas tingidas de púrpura. Conservadas havia 180 anos, suas cores permaneciam tão belas como no primeiro dia".

46 Conferência de Viena (1815) A foi um marco no estabelecimento de regras do protocolo internacional, embora cada país s seja livre para estabelecer suas próprias prias regras, respeitadas as precedências estabelecidas na lei e no costume internacionais. Naquele encontro, a precedência entre chefes de missão foi regulada pela sua respectiva antiguidade, ou seja, segundo a data de entrada de credenciais. Em 1961, a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas determinou a ordem de precedência definitiva entre os Chefes de Missão Diplomática.

47 Cerimonial no Brasil No Brasil, a consolidação das práticas e disposições existentes sobre cerimonial e precedência foram objeto de um livro, editado em pelo Cerimonial da Presidência da República, de autoria de Helio Lobo e Thiers Fleming. No momento atual, vigora o Decreto Federal nº n , de 9 de março o de 1972, sendo indispensável uma revisão, a fim de eliminar alguns itens superados pelo tempo e pelas alterações administrativas. No Império, tendo em vista a simplicidade da Corte brasileira, não havia cerimonial escrito, codificado. O cerimonial era preparado em função de um determinado acontecimento.

48 Os 3 B s do Cerimonial Boa Vontade Boa Organização Bom Senso

49 Boa Vontade

50 BOM SENSO Experiência Conhecimento

51 BOA ORGANIZAÇÃO No fim dád tudo certo... Se ainda não deu É porque não se chegou ao fim! PLANEJAMENTO

52 Posse dos Deputados Estaduais da 5ª Legislatura

53 Posse dos Deputados Estaduais da 14ª Legislatura

54 Observações do evento: Após s a diplomação dos eleitos (nov.), carta de cumprimentos e as orientações sobre a cerimônia de posse (março) Contatos personalizados 1 mês antes do evento (fevereiro) Reunião precursora 2 semanas antes

55 PROTOCOLO CONCEITO: O O protocolo codifica as regras que regem o cerimonial e cujo objetivo é dar a cada um dos participantes as prerrogativas, privilégios e imunidades a que têm direito. (Jean Serres), pois, a ordem hierárquica O O protocolo é, pois, a rquica. É uma norma que determina a posição em que os governos ou seus representantes se estabelecem em ocasiões oficiais. Tais preceitos - cerimonial e protocolo - são complementares

56 PRINCÍPIO PIO NORTEADOR: Legislação Decreto Federal nº n , de 1972 Decreto Estadual nº n , de 1978 Lei Federal nº n 5.700, de 1971

57 PRINCÍPIO PIO NORTEADOR O cerimonial possui também m característica pedagógica, gica, jáj que confere à autoridade reverência, importância, que sublinham a hierarquia, e trata de um conjunto de normas oficiais que fixam as formalidades a serem observadas por ocasião de um ato solene, estando, dessa maneira, balizado em legislação específica que dispõe sobre a matéria. Deste modo, encontramos no âmbito federal o Decreto , de 9 de março o de 1972 (publicado no DOU de 10 de março o de 1972 e republicado em 19 de abril de 1972 por ter saído com incorreções), que traz indicações para o Estado e poucas para os municípios.

58 No âmbito do Estado de São Paulo, encontramos as normas pertinentes ao cerimonial e ordem de precedência no Decreto , de 5 de janeiro de 1978,, com retificações publicadas no Diário Oficial de 10 de janeiro de 1978 e 19 de abril de Esses Decretos encontram-se ainda em vigor, e, apesar de não suprirem todas as necessidades dos municípios, apresentam princípios pios básicos b do cerimonial que devem ser adotados com pequenas adaptações pelos Estados e municípios. No entanto, cada município pode instituir a sua norma referente ao cerimonial público, em harmonia com o princípio norteador de solenidades oficiais nos âmbitos federal e estadual.

59 PRECEDÊNCIA É o conceito ou a ordem pela qual se estabelece a estrutura máxima m do Estado, uma vez que determina a ordem hierárquica rquica de disposição das autoridades de um Estado. Procedimento adotado no cerimonial público, p a precedência estabelece a ordem de colocação em que devem ser dispostas as autoridades e/ou personalidades durante as solenidades.

60 A precedência sempre foi motivo de controvérsias rsias e jáj deu muitas dores de cabeça a aos Chefes de Cerimonial, quando não acabou em situações constrangedoras. constrangedoras. Somente em 1815, durante a Conferência de Viena, é que se pôde alcançar ar uma solução definitiva para a questão, com um regulamento.

61

62 À luz da importância das entidades privadas, para as quais não existe uma ordem de precedência estabelecida, uma boa solução é a distribuição delas, em ordem alfabética, por entre as instituições oficiais, ou então, imediatamente após.

63 A autoridade de maior hierarquia precede a de menor; o mais graduado antecede sempre o menos graduado. E o mais antigo, o mais novo, quando ambos têm igual graduação ão. A precedência, portanto, define critérios rios para: colocação de autoridades e/ou personalidades; composição e plano de mesas; citações em discursos; filas de cumprimentos protocolares ou não; assinaturas; banquetes; congressos; cerimônias com pessoas sentadas (ou em pé) p ) etc.

64 REFERÊNCIA Portaria Normativa nº n 660/MD, de 19 de maio de 2009 (Aprova o Regulamento de Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial Militar das Forças Armadas) Da Precedência nas Cerimônias A precedência atribuída a Art 142. uma autoridade em razão de seu cargo ou função é normalmente traduzida por seu posicionamento destacado em solenidade, cerimônias, reuniões e outros eventos.

65 Dos Sinais de Respeito Quando dois militares se Art 4º deslocam juntos, o de menor antigüidade idade dád a direita ao superior. Art 4 Parágrafo único.. Se o deslocamento se fizer em via que tenha lado interno e lado externo, o de menor antigüidade idade dád o lado interno ao superior. Art 5º Quando os militares se deslocam em grupo, o mais antigo fica no centro, distribuindo-se se os demais, segundo suas precedências, alternadamente à direita e à esquerda do mais antigo. Art 5

66 Recepção à autoridade

67 Fila de Cumprimentos

68 Mesa de Almoço

69 Dispositivo de Autoridades

70 Mesa de Reunião

71 Mesa de Evento

72 A ordem de precedência nas cerimônias oficiais, de caráter estadual, será a seguinte: 1 - Governador Cardeais 2 - Vice-Governador 3 Presidente da Assembléia Legislativa Presidente do Tribunal de Justiça 4 - Almirante-de-Esquadra Generais-de-Exército Tententes-Brigadeiros Prefeito da Capital estadual em que se processa a cerimônia 5 - Vice-Almirantes Generais-de-Divisão Majores-Brigadeiros Chefes de Igreja sediados no Brasil Arcebispos católicos ou equivalentes em outras religiões Reitores das Universidades Federais Personalidades inscritas no Livro do Mérito

73 Prefeito da cidade em que se processa a cerimônia Presidente da Câmara Municipal da cidade em que se processa a cerimônia Juiz de Direito da Comarca em que se processa a cerimônia Prefeitos das cidades de mais de um milhão ( ) de habitantes 6 - Contra-Almirantes Generais-de de-brigada Brigadeiros-do do-ar Presidente do Tribunal Regional Eleitoral Procurador Regional da República no Estado Procurador-Geral do Estado Presidente do Tribunal Regional do Trabalho Prasidente do Tribunal de Contas Presidente do Tribunal de Alçada Chefe da Agência do Serviço Nacional de Informações

74 Superintendentes de Órgãos Federais Presidentes dos Institutos e Fundações Nacionais Presidentes dos Conselhos e Comissões Federais Presidentes das Entidades Autárquicas, sociedades de Economia Mista e Empresas Públicas de âmbito nacional Reitores das Universidades Estaduais e Particulares Membros do Conselho Nacional de Pesquisas Membros do Conselho Federal de Educação Membros do Conselho Federal de Cultura Secretários rios de Estado Bispo católicos ou equivalentes de outras religiões 7 - Presidentes das Confederações Patronais e de Trabalhadores de âmbito nacional Membros da Academia Brasileira de Letras Membros da Academia Brasileira de Ciências Diretores do Banco Central do Brasil Diretores do Banco do Brasil Diretores do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Diretores do Banco Nacional de Habitação Capitães-de-Mar-e-Guerra

75 Coronéis Coronéis-Aviadores Deputados Estaduais Desembargadores do Tribunal de Justiça Prefeitos das cidades de mais de quinhentos mil ( ) habitantes Delegados dos Ministérios Cônsules estrangeiros Consultor-Geral do Estado Juizes do Tribunal Regional Eleitoral Juizes do Tribunal Regional do Trabalho Presidentes das Câmaras Municipais da Capital e das cidades de mais de um milhão ( ) habitantes 8 - Juiz Federal Juiz do Tribunal de Contas Juizes do Tribunal de Alçada Presidentes dos Institutos e Fundações Regionais e Estaduais Presidentes das Entidades Autarquicas, Sociedades de Economia Mista e Empresas Públicas de âmbito regional ou estadual Diretores das Faculdades Federais

76 Monsenhores católicos ou equivalentes de outras religiões Capitães-de de-fragata Tenentes-Coroneis Tenentes-Coroneis Coroneis-Aviadores Presidentes das Federações Patronais e de Trabalhadores de âmbito regional ou estadual Presidentes das Câmaras Municipais das cidades de mais de quinhentos mil ( ) habitantes Juizes de Direito Procurador Regional do Trabalho Auditores da Justiça Militar Auditores do Tribunal de Contas Promotores Públicos Diretores das Faculdades Estaduais e Particulares Vice-Cônsules estrangeiros

77 9 - Chefes de Departamento das Universidades Federais Prefeitos das cidades de mais de cem mil ( ) habitantes Capitães-de-Coverta Majores Majores-Aviadores Diretores de Departamento das Secretarias Presidentes dos Conselhos Estaduais Chefes de Departamento das Universidades Estaduais e Particulares Presidentes das Câmaras Municipais das cidades de mais de cem mil ( ) habitantes 10 - Professores de Universidade Demais Prefeitos Municipais Cônegos católicos ou equivalentes de outras religiões Capitães-Tenentes Capitães Capitães-Aviadores Presidentes das demais Câmaras Municipais Diretores de Repartição Diretores de Escolas de Ensino Secundário Vereadores Municipais

78 A ordem de precedência, nas cerimônias oficiais, nos Estados da União, com a presença a de autoridades federais, será a seguinte: 1 - Presidente da República 2 - Vice-Presidente da República (*1) Governador do Estado da União em que se processa a cerimônia Cardeais Embaixadores estrangeiros 3 - Presidente do Congresso Nacional Presidente da Câmara dos Deputados Presidente do Supremo Tribunal Federal 4 - Ministros de Estado (*2) Chefe do Gabinete Militar da Presidência da República Chefe do Gabinete Civil da Presidência da República Presidência da República Chefe de Serviço Nacional de Informações Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Consultor-Geral da República

79 Vice-Governador do Estado da União em que se processa a cerimônia Presidente da Assembléia Legislativa do Estado da União em que se processa a cerimônia Presidente do Tribunal de Justiça do Estado em que se processa a cerimônia Enviados Extraordinários rios e Ministros Plenipotenciários estrangeiros Presidente do Tribunal Superior Eleitoral Ministro do Supremo Tribunal Federal Procurador-Geral da República Governadores dos outros Estados da União e do Distrito Federal (*3) Senadores (*1) Vide artigo 2º 2 das Normas do Cerimonial Público P (*2) Vide artigo 4º 4 e seus parágrafos das Normas do Cerimonial (*3) Vide artigo 8º, 8, artigo 9º 9 e artigo 10 das Normas do Cerimonial Público P Deputados Federais (*4)

80 Almirantes Marechais Marechais-do do-ar Chefe do Estado-Maior da Armada Chefe do Estado-Maior do Exército Secretário rio-geral da Política Exterior (*5) Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica 5 - Almirantes-de de-esquadra Generais-de de-exército Embaixadores Extraordinário rio e Plenipotenciários (Ministros de 1ª classe) (*6) Tenentes-Brigadeiros Presidente do Tribunal Federal de Recursos Presidente do Tribunal Superior Militar Presidente do Tribunal Superior do Trabalho Ministros do Tribunal Superior Eleitoral Prefeito da Capital estadual em que se processa a cerimônia

81 Prefeito da cidade em que se processa a cerimônia Presidente da Câmara Municipal da cidade em que se processa a cerimônia Juiz de Direito da Comarca em que se processa a cerimônia Prefeitos das cidades de mais de um milhão ( ) de habitantes 6 - Contra-Almirantes Generais-de de-brigada Brigadeiros-do do-ar Presidente do Tribunal Regional Eleitoral Procurador Regional da República no Estado Procurador-Geral do Estado Presidente do Tribunal Regional do Trabalho Prasidente do Tribunal de Contas Presidente do Tribunal de Alçada Chefe da Agência do Serviço Nacional de Informações

82 Superintendentes de Órgãos Federais Presidentes dos Institutos e Fundações Nacionais Presidentes dos Conselhos e Comissões Federais Presidentes das Entidades Autárquicas, sociedades de Economia Mista e Empresas Públicas de âmbito nacional Reitores das Universidades Estaduais e Particulares Membros do Conselho Nacional de Pesquisas Membros do Conselho Federal de Educação Membros do Conselho Federal de Cultura Secretários rios de Estado Bispo católicos ou equivalentes de outras religiões 7 - Presidentes das Confederações Patronais e de Trabalhadores de âmbito nacional Membros da Academia Brasileira de Letras Membros da Academia Brasileira de Ciências Diretores do Banco Central do Brasil Diretores do Banco do Brasil Diretores do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Diretores do Banco Nacional de Habitação Capitães-de-Mar-e-Guerra

83 Coronéis Coronéis-Aviadores Deputados Estaduais Desembargadores do Tribunal de Justiça Prefeitos das cidades de mais de quinhentos mil ( ) habitantes Delegados dos Ministérios Cônsules estrangeiros Consultor-Geral do Estado Juizes do Tribunal Regional Eleitoral Juizes do Tribunal Regional do Trabalho Presidentes das Câmaras Municipais da Capital e das cidades de mais de um milhão ( ) habitantes 8 - Juiz Federal Juiz do Tribunal de Contas Juizes do Tribunal de Alçada Presidentes dos Institutos e Fundações Regionais e Estaduais Presidentes das Entidades Autarquicas, Sociedades de Economia Mista e Empresas Públicas de âmbito regional ou estadual

84 Diretores das Faculdades Federais Monsenhores católicos ou equivalentes de outras religiões Capitães-de de-fragata Tenentes-Coroneis Tenentes-Coroneis Coroneis-Aviadores Presidentes das Federações Patronais e de Trabalhadores de âmbito regional ou estadual Presidentes das Câmaras Municipais das cidades de mais de quinhentos mil ( ) habitantes Juizes de Direito Procurador Regional do Trabalho Auditores da Justiça Militar Auditores do Tribunal de Contas Promotores Públicos Diretores das Faculdades Estaduais e Particulares Vice-Cônsules estrangeiros

85 9 - Chefes de Departamento das Universidades Federais Prefeitos das cidades de mais de cem mil ( ) habitantes Capitães-de-Coverta Majores Majores-Aviadores Diretores de Departamento das Secretarias Presidentes dos Conselhos Estaduais Chefes de Departamento das Universidades Estaduais e Particulares Presidentes das Câmaras Municipais das cidades de mais de cem mil ( ) habitantes 10 - Professores de Universidade Demais Prefeitos Municipais Cônegos católicos ou equivalentes de outras religiões Capitães-Tenentes Capitães Capitães-Aviadores Presidentes das demais Câmaras Municipais Diretores de Repartição Diretores de Escolas de Ensino Secundário Vereadores Municipais

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