Boletimj. Manual de Procedimentos. ICMS - IPI e Outros. Rio Grande do Sul. Federal. Estadual. IOB Setorial. IOB Comenta. IOB Perguntas e Respostas

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1 Boletimj Manual de Procedimentos Fascículo N o 21/2014 Rio Grande do Sul // Federal IOF Operações de crédito // Estadual ICMS Escrituração Fiscal Digital (EFD) // IOB Setorial Federal Informática - Simples Nacional - ISS - Tributação da atividade de suporte técnico em informática // IOB Comenta Estadual ICMS - ZFM e ALC - Ajustes no RICMS sobre a isenção do imposto em face da decisão de inconstitucionalidade declarada pelo STF // IOB Perguntas e Respostas IPI Alíquota - Fixação - Critério Regime de drawback integrado - Modalidades IOF Operações de crédito - Mútuo de recursos financeiros - Base de cálculo. 17 ICMS/RS Crédito fiscal presumido - Composto lácteo - Apropriação pelo fabricante ITBI/Porto Alegre Alíquota - Percentuais Veja nos Próximos Fascículos a IPI - DIPJ 2014 a ICMS - Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF)

2 2014 by IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Capa: Marketing IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Editoração Eletrônica e Revisão: Editorial IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Telefone: (11) (São Paulo) (Outras Localidades) Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) ICMS, IPI e outros : IOF : operações de crédito ed. -- São Paulo : IOB Folhamatic, (Coleção manual de procedimentos) ISBN Imposto sobre Circulação de Mercadorias - Brasil 2. Imposto sobre Produtos Industrializados - Brasil 3. Tributos - Brasil I. Série CDU-34: (81) Índices para catálogo sistemático: 1. Brasil : Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços : ICMS : Direito tributário 34: (81) 2. Brasil : Imposto sobre Produtos Industrializados : IPI : Direito tributário 34: (81) Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial desta obra, por qualquer meio ou processo, sem prévia autorização do autor (Lei n o 9.610, de , DOU de ). Impresso no Brasil Printed in Brazil Boletim IOB

3 Boletimj Manual de Procedimentos a Federal IOF Operações de crédito SUMÁRIO 1. Introdução 2. Incidência 3. Fato gerador 4. Contribuintes 5. Alíquota máxima 6. Base de cálculo e alíquotas 7. Isenção 8. Cobrança e recolhimento 9. Soluções de Consultas Cosit 1. Introdução O Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF) é um tributo com múltiplas hipóteses de incidência, tais como: operações de crédito, de câmbio e de seguro, relativas a títulos e valores mobiliários e operações com ouro ativo financeiro ou instrumento cambial. Examinaremos, neste texto, a tributação do IOF incidente nas operações de crédito, com base no Regulamento do IOF, aprovado pelo Decreto nº 6.306/2007. (RIOF/2007) 2. Incidência O IOF incide nas operações de crédito, excluído o externo, realizadas: a) por instituições financeiras; b) por empresas que exerçam as atividades de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito, seleção de riscos, administração de contas a pagar e a receber, compra de direitos creditórios resultantes de vendas São contribuintes do IOF as pessoas físicas ou jurídicas tomadoras de crédito ou as alienantes de direitos creditórios resultantes de vendas a prazo a empresas de factoring mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring); e c) entre pessoas jurídicas ou entre pessoa jurídica e pessoa física. (RIOF/2007, art. 2º, caput, I, 2º) 2.1 Abrangência A expressão operações de crédito compreende as operações de: a) empréstimo sob qualquer modalidade, inclusive abertura de crédito e desconto de títulos; b) alienação, à empresa que exercer as atividades de factoring, de direitos creditórios resultantes de vendas a prazo; e c) mútuo de recursos financeiros entre pessoas jurídicas ou entre pessoa jurídica e pessoa física. (RIOF/2007, art. 3º, 3º) 3. Fato gerador O fato gerador do IOF ocorre na entrega do montante ou do valor que constitua o objeto da obrigação ou na sua colocação à disposição do interessado. Entende-se ocorrido o fato gerador e devido o IOF sobre a operação de crédito: a) na data da efetiva entrega, total ou parcial, do valor que constitua o objeto da obrigação ou na sua colocação à disposição do interessado; b) no momento da liberação de cada uma das parcelas, nas hipóteses de crédito sujeito, contratualmente, à liberação parcelada; c) na data do adiantamento a depositante, assim considerado o saldo a descoberto em conta de depósito; d) na data do registro efetuado em conta devedora por crédito liquidado no exterior; Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Maio/ Fascículo 21 RS21-01

4 e) na data em que se verificar excesso de limite, assim entendido o saldo a descoberto ocorrido em operação de empréstimo ou financiamento, inclusive sob a forma de abertura de crédito; f) na data da novação, composição, consolidação, confissão de dívida e dos negócios assemelhados; e g) na data do lançamento contábil, em relação às operações e às transferências internas que não tenham classificação específica, mas que, pela sua natureza, se enquadrem como operações de crédito. Nota O débito de encargos não configura entrega ou colocação de recursos à disposição do interessado, exceto quando apurado pela soma dos saldos devedores diários (Decreto nº 6.306/2007, art. 3º, 2º, art. 7º, 12). (RIOF/2007, art. 3º, 1º e 2º, e art. 7º, 12) 4. Contribuintes São contribuintes do IOF as pessoas físicas ou jurídicas tomadoras de crédito ou as alienantes de direitos creditórios resultantes de vendas a prazo a empresas de factoring. (RIOF/2007, art. 4º) 4.1 Responsáveis São responsáveis pela cobrança e pelo recolhimento do IOF: a) as instituições financeiras que efetuem operações de crédito; b) as empresas de factoring adquirentes do direito creditório, na hipótese descrita na letra b do item 2; e c) a pessoa jurídica que conceder o crédito, nas operações de crédito correspondentes a mútuo de recursos financeiros. (RIOF/2007, art. 5º) 5. Alíquota máxima A alíquota máxima do IOF é de 1,5% ao dia, incidente sobre o valor das operações de crédito. O IOF é um dos tributos denominados regulatórios de mercado, pois, além da finalidade arrecadatória, tem a função de regular o mercado financeiro por meio de política fiscal, sendo, ainda, facultado ao Poder Executivo, atendidas as condições e os limites estabelecidos em lei, alterar as suas alíquotas, não se aplicando a ele os princípios constitucionais da anterioridade e o da anterioridade nonagesimal ou noventena. (Constituição Federal/1988, art. 150, III, b e c, 1º, e art. 153, V, 1º; RIOF/2007, art. 6º) 6. Base de cálculo e alíquotas A base de cálculo do IOF sobre operações de crédito e as respectivas alíquotas reduzidas vigentes, de acordo com o tipo de operação, são as indicadas no quadro a seguir. OPERAÇÃO BASE DE CÁLCULO ALÍQUOTA a) empréstimo sob qualquer modalidade, inclusive abertura de crédito a.1) valor do principal não definido a ser utilizado pelo mutuário a.2) valor do principal definido a ser utilizado pelo mutuário soma dos saldos devedores diários apurado no último dia de cada mês, inclusive na prorrogação ou renovação - mutuário pessoa física: 0,0041% - mutuário pessoa jurídica: 0,0041% o principal entregue ou colocado à disposição, observando-se, quando previsto mais de um pagamento, o valor do principal de cada uma - mutuário pessoa jurídica: 0,0041% - mutuário pessoa física: 0,0041% ao dia das parcelas ao dia b) desconto, inclusive alienação de valor líquido obtido (valor nominal deduzidos os juros cobrados antecipadamente) - mutuário pessoa jurídica: 0,0041% - mutuário pessoa física: 0,0041% ao dia direitos creditórios a empresas de factoring ao dia c) adiantamento a depositante soma dos saldos devedores diários apurado no último dia de cada mês - mutuário pessoa física: 0,0041% - mutuário pessoa jurídica: 0,0041% d) empréstimos, inclusive sob a forma valor do principal de cada liberação, ainda que o pagamento seja parcelado - mutuário pessoa jurídica: 0,0041% - mutuário pessoa física: 0,0041% ao dia de financiamento, sujeitos à liberação dos recursos em parcelas ao dia e) excessos de limite, ainda que o contrato esteja vencido e.1) valor do principal não definido a ser utilizado e.2) valor do principal definido a ser utilizado f) financiamento para aquisição de imóveis não residenciais valor dos excessos computados na soma dos saldos devedores diários apurado no último dia de cada mês valor de cada excesso apurado diariamente, resultante de novos valores entregues ao interessado - mutuário pessoa física: 0,0041% - mutuário pessoa jurídica: 0,0041% - mutuário pessoa física: 0,0041% ao dia - mutuário pessoa jurídica: 0,0041% ao dia valor da operação de crédito (contrato) - mutuário pessoa física: 0,0041% ao dia RS Manual de Procedimentos - Maio/ Fascículo 21 - Boletim IOB

5 Além das alíquotas descritas neste quadro, haverá sobre as operações de crédito a aplicação da alíquota adicional de 0,38%, independentemente do prazo da operação, seja o mutuário pessoa física ou jurídica. Nas hipóteses descritas nas letras a.1, c e e.1, a alíquota adicional incidirá sobre a soma mensal dos acréscimos diários dos saldos devedores. Nota O Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 40/2011 estabelece que a utilização de cartão de crédito, para pagamento de contas, está sujeita à incidência do IOF à alíquota prevista na alínea b do inciso I do art. 7º do RIOF, ou seja, 0,0041% ao dia. (RIOF/2007, art. 7º, I a V e VII, 4º, 15 e 16; Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 40/2011) 6.1 Optantes pelo Simples Nacional Nas operações de que trata o item 6, caso o mutuário seja pessoa jurídica optante pelo Simples Nacional, instituído pela Lei Complementar nº 123/2006, em que o valor seja igual ou inferior a R$ ,00, a alíquota do IOF é de 0,00137%, se não definido o valor do principal a ser utilizado, ou de 0,00137% ao dia, se definido. Nesse caso, o tomador do crédito deverá apresentar à pessoa jurídica que o conceder declaração, em 2 vias, de que se enquadra no Simples Nacional, que o signatário é seu representante legal e que está ciente de que a prestação de informação falsa o sujeitará, juntamente com as demais pessoas que para ela concorrerem, às penalidades relativas à falsidade ideológica e ao crime contra a ordem tributária. (RIOF/2007, art. 7º, VI, e art. 45, II) 6.2 Disposições específicas Na determinação da base de cálculo e da aplicação das alíquotas, deverão ser observadas as seguintes disposições específicas: a) quando a base de cálculo do IOF não for apurada pela soma de saldos devedores diários, não excederá o valor resultante da aplicação da alíquota diária a cada valor de principal, multiplicada por 365 dias, acrescida da alíquota adicional de 0,38%, ainda que a operação seja de pagamento parcelado; b) no caso de operação de crédito não liquidada no vencimento, cuja tributação não tenha atingido o limite de 365 dias, a exigência do IOF fica suspensa entre a data do vencimento original da obrigação e a da sua liquidação, ou a data em que ocorrer as hipóteses de prorrogação, renovação, novação, composição, consolidação, confissão de dívida e negócios assemelhados. Nessa hipótese, será cobrado IOF complementar, relativamente ao período de suspensão da sua exigência, mediante a aplicação da mesma alíquota sobre o valor não liquidado da obrigação vencida, até atingir o mencionado limite; c) no caso de adiantamento concedido sobre cheque em depósito, a tributação será feita na forma estabelecida para descontos de títulos; contudo, a alíquota será de 0% se remetido à compensação nos prazos e nas condições estabelecidas pelo Banco Central (veja a letra v do subitem 6.3); caso o cheque seja devolvido por insuficiência de fundos, a base de cálculo do IOF será igual ao valor a descoberto, verificado na respectiva conta, pelo seu débito, na forma estabelecida para o adiantamento a depositante; d) na prorrogação, renovação, novação, composição, consolidação, confissão de dívida e nos negócios assemelhados de operação de crédito em que não haja substituição do devedor, a base de cálculo do IOF será o valor não liquidado da operação anteriormente tributada, sendo essa tributação considerada complementar à anteriormente feita, aplicando-se a alíquota vigente à época da operação inicial, sem o acréscimo da alíquota adicional de 0,38%, salvo se houver entrega ou colocação de novos valores à disposição do interessado; e) no caso da letra d, se a base de cálculo original for a soma mensal dos saldos devedores diários, a base de cálculo será o valor renegociado na operação, com exclusão da parte amortizada na data do negócio; f) sem exclusão da cobrança do IOF indicada na letra d, havendo entrega ou colocação de novos valores à disposição do interessado, esses valores constituirão nova base de cálculo; g) no caso de novação, composição, consolidação, confissão de dívida e negócios assemelhados de operação de crédito em que haja substituição de devedor, a base de cálculo do IOF será o valor renegociado na operação; h) nos casos das letras e, f ou g, a alíquota aplicável é a vigente na data da novação, composição, consolidação, confissão de dívida ou do negócio assemelhado; i) os encargos integram a base de cálculo quando o IOF for apurado pela soma dos saldos devedores diários; j) nas operações de crédito decorrentes de registros ou lançamentos contábeis ou sem classificação específica, mas que, pela sua Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Maio/ Fascículo 21 RS21-03

6 natureza, importem colocação ou entrega de recursos à disposição de terceiros, seja o mutuário pessoa física ou jurídica, as alíquotas serão aplicadas conforme descrito nas letras a a e do quadro constante no item 6 e no subitem 6.1, conforme o caso; k) nas operações de crédito contratadas por prazo indeterminado e definido o valor do principal a ser utilizado pelo mutuário, será aplicada a alíquota diária prevista para a operação e a base de cálculo será o valor do principal multiplicado por 365 dias; l) no caso de operação de crédito cuja base de cálculo seja apurada pela soma dos saldos devedores diários, constatada a inadimplência do tomador, a cobrança do IOF apurado a partir do último dia do mês subsequente ao da constatação de inadimplência ocorrerá na data da liquidação total ou parcial da operação ou da ocorrência de qualquer das hipóteses previstas no 7º do art. 7º do RIOF (prorrogação, renovação, novação, composição etc.); e m) na hipótese da letra l, por ocasião da liquidação total ou parcial da operação ou da ocorrência de qualquer das hipóteses de prorrogação, renovação, composição etc., o IOF será cobrado mediante a aplicação das alíquotas previstas para a respectiva operação, vigentes na data de ocorrência de cada saldo devedor diário, até atingir a limitação de 365 dias. (RIOF/2007, art. 7º, 1º a 3º, 4º a 14 e 17 a 19) 6.3 Alíquota zero A alíquota do IOF é reduzida a 0% na operação de crédito: a) em que figure como tomadora cooperativa, cabendo ao responsável pela cobrança e pelo recolhimento exigir declaração firmada pelo mutuário, em 2 vias, de que atende aos requisitos da legislação cooperativista; b) realizada entre cooperativa de crédito e seus associados; c) à exportação, bem como de amparo à produção ou estímulo à exportação; d) rural, destinada a investimento, custeio e comercialização; no caso de comercialização na modalidade de desconto de nota promissória rural ou duplicata rural, a alíquota de 0% somente será aplicável quando o título for emitido em decorrência de venda de produção própria; e) realizada por caixa econômica, sob garantia de penhor civil de joias, pedras preciosas e outros objetos; f) realizada por instituição financeira, referente a repasse de recursos do Tesouro Nacional destinados a financiamento de abastecimento e formação de estoques reguladores; g) realizada entre instituição financeira e outra instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil, desde que a operação seja permitida pela legislação vigente; h) em que o tomador seja estudante, realizada por meio do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies); i) efetuada com recursos da Agência Especial de Financiamento Industrial (Finame); j) realizada ao amparo da Política de Garantia de Preços Mínimos - Empréstimos do Governo Federal (EGF); k) relativa a empréstimo de título público, quando este permanecer custodiado no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) e servir de garantia prestada a terceiro na execução de serviços e obras públicas; l) efetuada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou por seus agentes financeiros, com recursos desse banco ou de fundos por ele administrados ou por intermédio da empresa pública Financiadora de Estudos e Projetos (Finep); m) relativa a adiantamento de salário concedido por pessoa jurídica a seus empregados, para desconto em folha de pagamento ou qualquer outra forma de reembolso; n) relativa a transferência de bens objeto de alienação fiduciária, com sub-rogação de terceiro nos direitos e nas obrigações do devedor, desde que mantidas todas as condições financeiras do contrato original; o) realizada por instituição financeira na qualidade de gestora, mandatária, ou agente de fundo ou programa do Governo federal, estadual, do Distrito Federal ou municipal, instituído por lei, cuja aplicação do recurso tenha finalidade específica; p) relativa a adiantamento sobre o valor de resgate de apólice de seguro de vida individual e de título de capitalização; q) relativa a adiantamento de contrato de câmbio de exportação; r) relativa a aquisição de ações ou de participação em empresa, no âmbito do Programa Nacional de Desestatização; s) resultante de repasse de recursos de fundo ou programa do Governo federal vinculado à emissão pública de valores mobiliários; RS Manual de Procedimentos - Maio/ Fascículo 21 - Boletim IOB

7 t) relativa a devolução antecipada do IOF indevidamente cobrado e recolhido pelo responsável, enquanto aguarda a restituição pleiteada e desde que não haja cobrança de encargos remuneratórios; u) realizada por agente financeiro com recursos oriundos de programas federais, estaduais ou municipais, instituídos com a finalidade de implementação de programas de geração de emprego e renda; v) relativa a adiantamento concedido sobre cheque em depósito, remetido à compensação nos prazos e condições fixados pelo Banco Central do Brasil; w) realizada por instituição financeira, com recursos do Tesouro Nacional, destinada ao financiamento de estocagem de álcool etílico combustível, na forma regulamentada pelo Conselho Monetário Nacional; x) realizada por instituição financeira, para cobertura de saldo devedor em outra instituição financeira, até o montante do valor portado e desde que não haja substituição do devedor; y) relativa a financiamento para aquisição de motocicleta, motoneta e ciclomotor, em que o mutuário seja pessoa física; z) realizada por instituição financeira pública federal em que sejam tomadores de recursos pessoas físicas com renda mensal de até 10 salários-mínimos, desde que os valores das operações sejam direcionados exclusivamente para a aquisição de bens e serviços de tecnologia assistiva destinados a pessoas com deficiência, nos termos do parágrafo único do art. 1º da Lei nº /2003; Notas (1) Apesar de as operações descritas neste subitem sujeitarem-se à alíquota de 0% do IOF, foi instituída, independentemente do prazo da operação, a alíquota adicional de 0,38% do imposto sobre o valor das operações de crédito descritas nas letras a, b, d a f, j, k, n, p, r, s, u e y (Decreto nº 6.306/2007, art. 8º, 5º). (2) Por meio do Decreto nº 6.453/2008, foi excluída, desde , a exigência do adicional de 0,38% nas operações descritas nas letras i e l. Por meio do Decreto nº 6.655/2008, foi incluída a exigência do adicional nas operações descritas na letra y. aa) realizada por instituição financeira, com recursos públicos ou privados, para financiamento de operações, contratadas a contar de , destinadas a aquisição, produção e arrendamento mercantil de bens de capital, incluídos componentes e serviços tecnológicos relacionados, e o capital de giro associado, a produção de bens de consumo para exportação, ao setor de energia elétrica, a estruturas para exportação de granéis líquidos, a projetos de engenharia, à inovação tecnológica, e a projetos de investimento destinados à constituição de capacidade tecnológica e produtiva em setores de alta intensidade de conhecimento e engenharia e projetos de infraestrutura logística direcionados a obras de rodovias e ferrovias objeto de concessão pelo Governo federal, a que se refere o art. 1º da Lei nº /2009, e de acordo com os critérios fixados pelo Conselho Monetário Nacional e pelo Banco Central do Brasil; e ab) contratada pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), destinada à cobertura, total ou parcialmente, das despesas incorridas pelas concessionárias de serviço público de distribuição de energia elétrica nos termos do Decreto nº 8.221/2014. Nota A Instrução Normativa RFB nº 1.402/2013 acrescentou o art. 5º-A, bem como o Anexo Único à Instrução Normativa RFB nº 907/2009, que tratam da declaração à instituição financeira, pelo tomador do crédito, com as informações sobre a destinação dos recursos do financiamento, de que trata o art. 8º, XXVIII, do Decreto nº 6.306/2007. (Lei nº /2003; Lei nº /2009, art. 1º; RIOF/2007, arts. 8º e 45, I; Decreto nº 6.453/2008; Decreto nº 7.975/2013; Decreto nº 8.221/2014; Instrução Normativa RFB nº 1.402/2013; Portaria MF nº 301/2006) Hipóteses específicas Na aplicação da alíquota de 0%, deverão ser observadas as seguintes hipóteses específicas: a) o descrito na letra x do subitem 6.3 não se aplica nas hipóteses de prorrogação, renovação, novação, composição, consolidação, confissão de dívidas e negócios assemelhados, de operação de crédito em que haja ou não substituição do devedor ou de quaisquer outras alterações contratuais, exceto taxas, hipóteses em que o IOF complementar deverá ser cobrado à alíquota vigente na data da operação inicial; b) na hipótese de desclassificação ou de descaracterização, total ou parcial, de operação de crédito rural ou de adiantamento de contrato de câmbio, tributada à alíquota de 0%, o IOF será devido a partir da ocorrência do fato gerador e será calculado à alíquota correspondente à operação, incidente sobre o valor desclassificado ou descaracterizado, sem prejuízo da pena criminal cabível e da multa prevista na legislação; e c) na falta de comprovação ou o descumprimento da condição, ou desvirtuamento da finalidade dos recursos, total ou parcial, de operação tributada à alíquota de 0%, o IOF será devido a partir da ocorrência do fato gerador e será calculado à alíquota correspondente à opera- Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Maio/ Fascículo 21 RS21-05

8 ção, acrescido de juros de mora, sem prejuízo da pena criminal cabível e da multa prevista na legislação. (RIOF/2007, art. 8º, 2º a 4º, e art. 54) 7. Isenção É isenta do IOF a operação de crédito: a) para fins habitacionais, inclusive a destinada à infraestrutura e ao saneamento básico relativos a programas ou projetos que tenham a mesma finalidade; b) realizada mediante conhecimento de depósito e warrant, representativos de mercadorias depositadas para exportação, em entreposto aduaneiro; c) com recursos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), do Nordeste (FNE) e do Centro-Oeste (FCO); d) efetuada por meio de cédula e nota de crédito à exportação; e) em que o tomador de crédito seja a entidade binacional Itaipu; f) para a aquisição de automóvel de passageiros, de fabricação nacional, com até 127 HP de potência bruta (SAE) para uso como táxi ou por pessoas portadoras de deficiência física; g) em que os tomadores sejam missões diplomáticas, repartições consulares de carreira, representações de organismos internacionais e regionais de caráter permanente de que o Brasil seja membro, não se aplicando aos consulados e cônsules honorários; e h) contratada por funcionário estrangeiro de missão diplomática ou representação consular, não se aplicando aos consulados e cônsules honorários e aos funcionários que tenham residência permanente no Brasil. A isenção do IOF aplica-se também aos membros das famílias dos funcionários, desde que com eles mantenham relação de dependência econômica e não tenham residência permanente no País. A isenção do IOF se aplica, ainda, aos organismos internacionais e regionais de caráter permanente de que o Brasil seja membro e aos funcionários estrangeiros de tais organismos, nos termos dos acordos firmados. (RIOF/2007, art. 9º) 8. Cobrança e recolhimento O IOF sobre as operações de crédito será cobrado pelos responsáveis descritos no subitem 4.1: a) no 1º dia útil do mês subsequente ao da apuração, nas hipóteses em que a apuração da base de cálculo seja feita no último dia de cada mês; b) na data da prorrogação, renovação, consolidação, composição e negócios assemelhados; c) na data da operação de desconto; d) na data do pagamento, no caso de operação de crédito não liquidada no vencimento; e) até o 10º dia subsequente à data da caracterização do descumprimento ou da falta de comprovação do cumprimento de condições, total ou parcial, de operações isentas ou tributadas à alíquota zero ou da caracterização do desvirtuamento da finalidade dos recursos decorrentes das mesmas operações; f) até o 10º dia subsequente à data da desclassificação ou da descaracterização, total ou parcial, de operação de crédito rural ou de adiantamento de contrato de câmbio, quando feita pela própria instituição financeira ou do recebimento da comunicação da desclassificação ou da descaracterização; g) na data da entrega ou da colocação dos recursos à disposição do interessado, nos demais casos. O IOF deverá ser recolhido ao Tesouro Nacional por meio do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) até o 3º dia útil subsequente ao decêndio da sua cobrança ou do registro contábil do imposto, com utilização de um dos seguintes códigos de receita: a) IOF - Factoring (Lei nº 9.532/1997, art. 58); b) IOF - Operações de Crédito - Pessoa Física; c) IOF - Operações de Crédito - Pessoa Jurídica. (Lei nº 9.532/1997, art. 58; Lei nº /2005, art. 70, II; RIOF/2007, art. 10; Listagem de Especificações de Receitas emitida pela SRF/Cosar em 1º ) 9. Soluções de Consultas Cosit A Coordenação-Geral de Tributação (Cosit), por meio da Solução de Consulta Cosit nº 25/2014, reformulou a solução de consulta SRRF/08 Disit nº 110/2008, no sentido de que não incide o IOF nas operações de cessão, sem coobrigação, de direitos creditórios decorrentes de vendas a prazo, quando o cessionário for instituição financeira. Todavia, quando do estabelecimento de cláusula de coobrigação do cedente (ou seja, em operações de cessão de direitos creditórios a instituição financeira com coobrigação), incide o IOF/ Crédito sempre que restar a operação caracterizada como desconto de títulos, na forma estabelecida pela Solução de Divergência Cosit nº 16/2011. Veja, a seguir, a íntegra dessa Solução de Consulta: RS Manual de Procedimentos - Maio/ Fascículo 21 - Boletim IOB

9 SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 25, DE DOU 1 DE RET. DOU 1 DE ASSUNTO: Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF) EMENTA: CESSÃO DE CRÉDITOS. INSTITUIÇÃO FINAN- CEIRA. INCIDÊNCIA. REFORMA A SOLUÇÃO DE CONSULTA SRRF08/DISIT Nº 110, DE Não incide o IOF nas operações de cessão, sem coobrigação, de direitos creditórios decorrentes de vendas a prazo, quando o cessionário for instituição financeira. Todavia, quando do estabelecimento de cláusula de coobrigação do cedente (ou seja, em operações de cessão de direitos creditórios a instituição financeira com coobrigação), incide o IOF/Crédito sempre que restar a operação caracterizada como desconto de títulos, na forma estabelecida pela Solução de Divergência Cosit nº 16, de DISPOSITIVOS LEGAIS: Decreto nº 6.306, de 14 de dezembro de 2007, art. 2º, inciso I, alíneas a e b e art. 3o, 3º; Lei nº 9.532, de 10 de dezembro de 1997, art. 58; Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, art.15, 1º, inciso III, alínea d. CLÁUDIA LÚCIA PIMENTEL MARTINS DA SILVA Coordenadora-Geral da Cosit Substituta. A Solução de Consulta Cosit nº 59/2014 trata da não incidência sobre a cessão de crédito em que a instituição financeira figure como cessionária, exceto quando a operação ficar caracterizada como desconto de títulos, bem como sobre a isenção da operação de crédito para fins habitacionais. Transcrevemos, a seguir, a íntegra dessa Solução de Consulta: SOLUÇÃO DE CONSULTA COSIT Nº 59, DE DOU 1 DE Assunto: Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários - IOF Ementa: CESSÃO DE CRÉDITOS - INSTITUIÇÃO FINAN- CEIRA - INCIDÊNCIA. A operação de cessão de direitos creditórios na qual figure instituição financeira na qualidade de cessionária não está sujeita à incidência do IOF sobre operação de crédito, salvo se, quando do estabelecimento de cláusula de coobrigação, restar a operação caracterizada como desconto de títulos. OPERAÇÃO DE CRÉDITO PARA FINS HABITACIONAIS. CESSÃO DE CRÉDITOS. ANTECIPAÇÃO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS. ISENÇÃO Configura operação de crédito para fins habitacionais, para efeito da isenção de IOF prevista no art. 1º do Decreto-Lei nº 2.407, de 5 de janeiro de 1988, a cessão de direitos creditórios a instituição financeira, inerentes a contratos de compra e venda de imóveis residenciais a concluir, adquiridos por pessoas físicas, vendidos pela construtora cedente dos direitos. Dispositivos Legais: Decreto-Lei nº 2.407, de 1988; Decreto nº 6.306, de 2007, art. 2º, I, a, art. 3º, 3º, I, e art. 9º, I; Solução de Divergência Cosit nº 16, de (Soluções de Consultas Cosit nºs 25/2014 e 59/2014) N a Estadual ICMS Escrituração Fiscal Digital (EFD) SUMÁRIO 1. Introdução 2. Conceito 3. Obrigatoriedade 4. Adoção facultativa 5. Entrega de arquivos pelo contribuinte usuário do sistema eletrônico de processamento de dados 6. Livros fiscais substituídos 7. Arquivo digital 8. Penalidades 1. Introdução A Escrituração Fiscal Digital (EFD) foi instituída por meio do Convênio ICMS nº 143/2006, celebrado entre os Estados e o Distrito Federal, e tem sido imposta aos contribuintes gaúchos desde 1º Neste texto, comentaremos sobre os principais aspectos relacionados ao cumprimento dessa obrigação acessória, de acordo com a legislação deste Estado. (RICMS-RS/1997, Livro II, art. 181, nota 04; Instrução Normativa DRP nº 45/1998, Título I, Capítulo LI) 2. Conceito A EFD, em arquivo digital, constitui-se em um conjunto de escrituração de documentos fiscais e de outras informações de interesse da Receita Estadual e da Secretaria da Receita Federal do Brasil, bem como no registro de apuração de impostos referentes às operações e prestações praticadas pelo contribuinte, e deverá obedecer às disposições contidas no Ajuste Sinief nº 2/2009 e na Instrução Normativa DRP nº 45/1998, Título I, Capítulo LI. (Instrução Normativa DRP nº 45/1998, Título I, Capítulo LI, item 1.1) Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Maio/ Fascículo 21 RS21-07

10 3. Obrigatoriedade Conforme instruções da Receita Estadual, estão obrigados à EFD: a) os contribuintes relacionados no Protocolo ICMS nº 77/2008; b) desde 1º , os contribuintes enquadrados na categoria geral cuja soma do faturamento de todos os estabelecimentos inscritos no Estado, em 2010, tenha superado R$ ,00, excluídas as prestações de serviço, compreendidas na competência tributária municipal; c) desde 1º , os contribuintes enquadrados na categoria geral cuja soma do faturamento de todos os estabelecimentos inscritos no Estado, em 2010, tenha sido superior a R$ ,00; d) desde 1º , os contribuintes enquadrados na categoria geral cuja soma do faturamento de todos os estabelecimentos inscritos no Estado, em 2010, tenha sido superior a R$ ,00; e) desde 1º , todos os contribuintes enquadrados na categoria geral. A obrigatoriedade prevista: a) na letra b não se aplica: a.1) aos contribuintes cuja totalidade dos estabelecimentos possua exclusivamente Códigos de Atividade Econômica (CAE) iniciados por 9, exceto quanto às empresas prestadoras de serviços de comunicação; a.2) aos estabelecimentos que possuam apenas CAE relacionados no Apêndice XXIX da Instrução Normativa DRP nº 45/1998; a.3) aos estabelecimentos que possuam exclusivamente CAE ou ; b) nas letras c, d e e anteriores, desde 1º , aos estabelecimentos que possuam apenas CAE listados no Apêndice XXIX, exceto na hipótese dos CAE (armazéns frigoríficos), (silos) e (depósitos fechados) que ficam obrigados à utilização da EFD. Esses poderão solicitar a utilização da EFD mediante envio de para A utilização da EFD, mesmo quando adotada voluntariamente, se estende a todos os estabelecimentos da empresa, observadas as exceções mencionadas anteriormente. Em vista disso, os contribuintes inscritos no CGC/ TE na categoria de Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP), optantes pelo Simples Nacional, por não serem da categoria geral, não estão obrigados à EFD. Ressalte-se que, segundo o Protocolo ICMS nº 3/2011, cláusula 2ª, ainda não incorporado à legislação gaúcha, esses contribuintes estarão obrigados à EFD somente a partir de Esse protocolo prevê, ainda, a dispensa da EFD para o Microempreendedor Individual (MEI), o qual, enquanto estiver nessa condição, não pode estar inscrito no CGC/TE, por determinação regulamentar. (Protocolo ICMS nº 3/2011, cláusula segunda; RICMS- -RS/1997, Livro II, art. 1º, notas 2 e 3; art. 181, nota 4; Instrução Normativa DRP nº 45/1998, Título I, Capítulo LI, subitens 1.1.1, e 1.1.4) 4. Adoção facultativa Os demais contribuintes que não estiverem obrigados podem optar pela EFD, em caráter irretratável, a qual será formalizada através de pedido no site Essa opção se estende a todos os estabelecimentos da empresa, observadas as exceções mencionadas no tópico 3. A informação sobre o deferimento desse pedido é disponibilizada à empresa no mencionado site. A adesão voluntária produzirá efeitos a partir de 1º de janeiro do ano do pedido de adesão ou na data de início da atividade do estabelecimento ou, ainda, por opção do contribuinte, a partir de 1º de janeiro do ano seguinte ao da formalização do pedido. (Instrução Normativa DRP nº 45/1998, Título I, Capítulo LI, subitens e 1.1.4) 5. Entrega de arquivos pelo contribuinte usuário do sistema eletrônico de processamento de dados O contribuinte optante pela EFD ou obrigado a ela fica dispensado da entrega dos arquivos estabelecida pelo Convênio ICMS nº 57/1995, que dispõe sobre a emissão de documentos fiscais e sobre a escrituração dos livros fiscais pelo sistema eletrônico de processamento de dados, relativamente aos fatos geradores ocorridos a partir do 1º dia do mês imediatamente anterior ao da 1ª entrega de arquivos de EFD. Essa dispensa somente se aplica aos fatos geradores ocorridos a contar de 1º RS Manual de Procedimentos - Maio/ Fascículo 21 - Boletim IOB

11 Ressalte-se que, por meio do Decreto nº /2014, foi revogado o art. 183-A do Livro II do RICMS-RS/1997, que previa a obrigatoriedade de entrega dos arquivos do Sintegra pelos contribuintes usuários do sistema eletrônico de processamento de dados, com efeitos desde 1º (Instrução Normativa DRP nº 45/1998, Título I, Capítulo LI, item 1.2) 6. Livros fiscais substituídos A EFD substitui a escrituração do: a) livro Registro de Entradas; b) livro Registro de Saídas; c) livro Registro de Inventário; d) livro Registro de Apuração do ICMS; e) documento Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente (Ciap); f) livro Registro de Apuração do IPI; g) livro Registro de Controle da Produção e do Estoque, a partir de 1º , para os contribuintes com atividade econômica industrial ou equiparado a industrial. (Instrução Normativa DRP nº 45/1998, Título I, Capítulo LI, item 1.3) 7. Arquivo digital O arquivo digital deverá ser assinado digitalmente pelo contribuinte, conforme estabelecido em normas da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP- -Brasil). A EFD será distinta para cada estabelecimento do contribuinte, sendo que o arquivo digital deverá refletir os períodos de apuração do imposto. Sem prejuízo da possibilidade de retificação da EFD, o contribuinte deverá entregar um único arquivo da EFD por Cadastro Geral de Contribuintes de Tributos Estaduais (CGC/TE) para cada período de apuração, contendo, no campo 07 do registro 0000, o CNPJ válido no último dia contido no arquivo. O arquivo gerado deverá atender às especificações técnicas do Manual de Orientação do Leiaute da EFD, anexo ao Ato Cotepe ICMS nº 9/2008. Ressaltamos que o arquivo digital da EFD, bem como toda a documentação fiscal utilizada nessa escrituração, deve ser mantido no estabelecimento pelo prazo estabelecido na legislação tributária. Devem, ainda, ser observados os requisitos de autenticidade e segurança nela previstos. As empresas obrigadas à EFD devem obedecer ao leiaute relativo ao perfil A. Aqueles contribuintes obrigados à EFD em , no perfil B, passam para o perfil A a partir de 1º Quando houver informações a prestar, são obrigatórios os registros: a) 1200 e registros filhos: Controle de Créditos Fiscais - ICMS; b) 1600: Total das Operações com Cartão de Crédito e/ou Débito. Ficam dispensados os seguintes registros: a) C495: Resumo Mensal de Itens do ECF por Estabelecimento; b) 1400: Informações sobre Valores Agregados; c) 1700 e registros filhos: Documentos Fiscais Utilizados; d) 1900 e registros filhos: Indicador de Subapuração do ICMS. O campo 05 do registro G125 (Valor do ICMS da Operação Própria na entrada do bem ou componente) será preenchido com o Valor do ICMS da Operação Própria na entrada do bem ou componente acrescido da variação monetária prevista até As tabelas de códigos utilizadas na elaboração da EFD, previstas no Manual de Orientação do Leiaute da EFD, anexo ao Ato Cotepe/ICMS nº 9/2008, estão disponíveis no Portal Nacional da Escrita Fiscal Digital na Internet (http://www1.receita.fazenda.gov.br). Os códigos da Tabela Tabela de Códigos de Ajustes da Apuração do ICMS serão utilizados: a) em ajuste a crédito, para apropriar os créditos correspondentes às entradas de mercadoria ou bem, importados do exterior, arrematados em leilão ou adquiridos em licitação pública, de mercadorias importadas do exterior, apreendidas ou abandonadas, desde que o imposto tenha sido pago ou compensado, observado o disposto no número 2 da alínea a, no número 2 da alínea b e no número 2 da alínea c, todos do item 1.2 do Capítulo XXXVIII do Título I da Instrução Normativa DRP nº 45/1998 (códigos RS e/ou RS020102); Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Maio/ Fascículo 21 RS21-09

12 b) em ajuste a crédito, correspondente ao pagamento do imposto em período anterior, em valor maior do que era devido (código RS020005); c) em ajuste a crédito, para apropriar outros créditos fiscais que não correspondam a efetivas entradas de mercadorias ou utilizações de serviços que o contribuinte possa efetuar, nos termos da legislação tributária, para os quais não haja a previsão de emissão de documento fiscal (código RS020006); d) em ajuste a crédito, referente a outros créditos fiscais, para aproveitamento do crédito de substituição tributária para compensação com débito próprio na hipótese de contribuinte beneficiário do disposto no RICMS-RS/1997, Livro I, art. 37, nota 02 (código RS020106), o qual deverá ser utilizado conjuntamente com o ajuste da letra y ; e) em ajuste a débito, referente ao valor do ICMS relativo às importações de mercadoria ou bem do exterior, às arrematações em leilão e às aquisições, em licitação pública, de mercadorias importadas do exterior apreendidas ou abandonadas, e às utilizações de serviço (código RS000009); f) em ajuste a débito, referente aos débitos de responsabilidade previstos no RICMS, exceto os decorrentes do disposto no RICMS- -RS/1997, Livro I, art. 13, IV e V, e no Livro III, Título III, quando estiverem desvinculados da escrituração de documento fiscal (código RS000010); g) em ajuste a débito, referente aos débitos compensados diretamente com créditos fiscais, na hipótese prevista no RICMS-RS/1997, Livro I, art. 60, II (código RS000012); h) em ajuste a débito, referente a outros débitos fiscais que não correspondam a efetivas saídas de mercadorias, para os quais não haja a previsão de emissão de documento fiscal (código RS000013); i) em ajuste a débito, referente a outros débitos fiscais, para aproveitamento do crédito para compensação com débito de responsabilidade por substituição tributária na hipótese de contribuinte beneficiário do disposto no RICMS-RS/1997, Livro I, art. 37, nota 02 (código RS000113), o qual deverá ser utilizado conjuntamente com o ajuste mencionado na letra w ; j) em ajuste a débito especial, referente ao saldo devedor acumulado transportado do período anterior (código RS050018); k) em ajuste a crédito, com o valor total, por período de apuração, dos débitos próprios vencidos e pagos no mês de referência, não incluídos aqueles descritos na letra ab (códigos RS e/ou RS020120); l) em ajuste a crédito, com o valor total, por período de apuração, dos débitos de responsabilidade por substituição tributária, exceto diferimento, vencidos e pagos no mês de referência, não incluídos aqueles descritos na letra ac (códigos RS e/ou RS120220); m) em ajuste de estorno de débito, com o detalhamento dos débitos próprios vencidos na ocorrência do fato gerador e não pagos (código RS030021), o qual deverá ser utilizado conjuntamente com o ajuste mencionado na letra n ; n) em ajuste a débito especial, com o valor total, por dia de vencimento, dos débitos próprios vencidos na ocorrência do fato gerador e não pagos (código RS050021), o qual deverá ser utilizado conjuntamente com o ajuste mencionado na letra m ; o) em ajuste de estorno de débito, com o valor total dos débitos de responsabilidade por substituição tributária, exceto diferimento, vencidos na ocorrência do fato gerador e não pagos (código RS130021), o qual deverá ser utilizado conjuntamente com o ajuste mencionado na letra p ; p) em ajuste a débito especial, com o valor total, por dia de vencimento, dos débitos de responsabilidade por substituição tributária, exceto diferimento, vencidos na ocorrência do fato gerador e não pagos (código RS150021), o qual deverá ser utilizado conjuntamente com o ajuste mencionado na letra o ; q) para discriminar o tipo de crédito fiscal de ICMS controlado extra-apuração em registro 1200 (códigos RS e/ou RS090126), o qual deverá ser utilizado no campo 02 do registro 1200; r) em ajuste de estorno de crédito, para retirar da apuração do ICMS próprio, o valor referente ao crédito de ICMS não disponível para compensação, no mês de recebimento/adjudicação desse crédito, que deve ser lançado no campo 04 e/ou no campo 05 do registro 1200 (código RS011200); s) em ajuste a crédito, para apropriar na apuração do ICMS próprio, o valor lançado no campo 06 do registro 1200 (código RS021200); RS Manual de Procedimentos - Maio/ Fascículo 21 - Boletim IOB

13 t) em ajuste a crédito, para apropriar na apuração do ICMS próprio, o saldo credor de substituição tributária transportado do período anterior (código RS020027), acompanhado de ajuste de estorno de crédito, de igual valor, da apuração da substituição tributária, mencionado na letra u ; u) em ajuste de estorno de crédito, referente ao valor do saldo credor de substituição tributária transportado do período anterior (código RS110027), lançado no campo 14 do registro E210 da competência anterior, que foi apropriado na apuração do ICMS próprio, conforme mencionado na letra t ; v) em ajuste a crédito, com o valor total de outros créditos adjudicados relativos à substituição tributária, especificando a origem do crédito, quando estiverem desvinculados da escrituração de documento fiscal (código RS120702); w) em ajuste a crédito, com o valor total de outros créditos adjudicados relativos à substituição tributária, para aproveitamento do crédito para compensação com débito de responsabilidade por substituição tributária na hipótese de contribuinte beneficiário do disposto no RICMS-RS/1997, Livro I, art. 37, nota 02 (código RS121702), o qual deverá ser utilizado conjuntamente com o ajuste mencionado na letra i ; x) em ajuste a débito, com o valor total de outros débitos de responsabilidade por substituição tributária, especificando a origem do débito, quando estiverem desvinculados da escrituração de documento fiscal (código RS100705); y) em ajuste a débito, referente a outros débitos fiscais de responsabilidade, para aproveitamento do crédito de substituição tributária para compensação com débito próprio na hipótese de contribuinte beneficiário do disposto no RICMS-RS/1997, Livro I, art. 37, nota 02 (código RS101705), o qual deverá ser utilizado conjuntamente com o ajuste mencionado na letra d ; z) em ajuste a débito especial, não previsto nas letras anteriores, relativo ao ICMS próprio, detalhando a finalidade no campo 03 do registro E111 (código RS059999); aa) em ajuste a débito especial, não previsto nas letras anteriores, relativo ao ICMS de responsabilidade devido por substituição tributária, detalhando a finalidade no campo 03 do registro E220 (código RS159999); ab) para deduzir do imposto próprio apurado o valor total do pagamento antecipado efetuado nos termos das notas dos itens da Seção I do Apêndice III do RICMS (RS ); ac) para deduzir do imposto de responsabilidade por substituição tributária apurado o valor total do pagamento antecipado efetuado nos termos das notas dos itens da Seção II do Apêndice III do RICMS-RS/1997 (RS140020). Os códigos da Tabela Tabela de Ajustes e Informações de Valores Provenientes de Documento Fiscal serão utilizados: a) em ajuste a crédito, para apropriar os créditos fiscais recebidos por transferência, inclusive de outros estabelecimentos da mesma empresa (a partir do código RS ); b) em ajuste a crédito, com o valor dos créditos presumidos adjudicados (a partir do código RS ); c) em ajuste a crédito, para apropriar outros créditos fiscais que não correspondam a efetivas entradas de mercadorias ou utilizações de serviços que o contribuinte possa efetuar, nos termos da legislação tributária, para os quais haja a previsão de emissão de documento fiscal (códigos RS , RS e/ou RS ); d) em ajuste a débito, referente aos débitos de responsabilidade previstos no RICMS, exceto os decorrentes do disposto no RICMS-RS/1997, Livro I, art. 13, IV e V, e no Livro III, Título III, quando estiverem vinculados à escrituração de documento fiscal (códigos RS , RS , RS , RS e/ou RS ); e) em ajuste a débito, com o valor do crédito e do saldo credor transferidos, inclusive para outros estabelecimentos da mesma empresa (a partir do código RS ); f) em ajuste a débito, com os valores de outros débitos fiscais que não correspondam a efetivas saídas de mercadorias, para os quais haja a previsão de emissão de documento fiscal (códigos RS , RS , RS , RS , RS , RS , RS , RS , RS , RS , RS , RS e/ou RS ); g) em ajuste a crédito, com o valor total de outros créditos adjudicados relativos à substituição tributária, especificando a origem do crédito, Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Maio/ Fascículo 21 RS21-11

14 que não correspondam a efetiva entrada de mercadorias (código RS ); h) em ajuste a débito, com os valores de outros débitos de responsabilidade por substituição tributária tais como os decorrentes da hipótese prevista no RICMS-RS/1997, Livro III, arts. 53-A e 53-C, especificando-lhes a origem, e que não correspondam a débitos de responsabilidade por substituição tributária relativos à saída de mercadorias ou à prestação de serviços sujeitos à substituição tributária nem a diferimento (código RS ); i) em ajuste a débito, com os valores de débitos de responsabilidade por substituição tributária relativos à prestação de serviços sujeitos à substituição tributária, tais como o previsto no RICMS- -RS/1997, Livro III, art. 54 (código RS ). Os valores a crédito ou a débito do ICMS (próprio e de responsabilidade) mencionados nas letras a a h devem ser lançados no campo 07 do registro C197 que citar os códigos da Tabela 5.3 indicados nessas letras e não podem ser lançados nos campos 22 ou 24 do registro C100 nem nos campos 07 ou 09 do registro C190. O valor do débito de responsabilidade do ICMS da letra i deve ser lançado no campo 07 do registro C197 que citar o código da Tabela 5.3 indicado na referida letra, e, no caso dos débitos relativos à circulação de mercadorias associados ao débito previsto no RICMS-RS/1997, Livro III, art. 54, deve haver a utilização normal dos campos 22 e 24 do registro C100 e dos campos 07 e 09 do registro C190. Os códigos da Tabela Tabela de Tipos de Utilização dos Créditos Fiscais - ICMS deverão ser utilizados nos registros 1210, indicando o dispositivo legal que permite a utilização do crédito fiscal de ICMS que é subtraído do controle extra-apuração (registro 1200). O código da Tabela Tabela de Informações Adicionais da Apuração - Valores Declaratórios será utilizado para registrar o Saldo Devedor Acumulado, inferior ao limite previsto na legislação, a transportar para a competência seguinte (código RS000029). (Instrução Normativa DRP nº 45/1998, Título I, Capítulo LI, itens 2.1 a 2.5 e Seção 4.0) 7.1 Retificação de arquivo O contribuinte poderá retificar a EFD: a) até o último dia do prazo fixado para a entrega dos arquivos da EFD, independentemente de autorização do Fisco; b) até o último dia do 3º mês subsequente ao encerramento do mês de apuração, independentemente de autorização do Fisco, fato esse que não caracteriza dilação do prazo regulamentar. Após o prazo mencionado na letra b, a Receita Estadual ou a Receita Federal do Brasil, quando se tratar de ICMS ou IPI, respectivamente, pode autorizar a retificação, desde que haja prova inequívoca da ocorrência de erro de fato no preenchimento da escrituração, quando evidenciada a impossibilidade ou a inconveniência de saneamento por meio de lançamentos corretivos. Ressalte-se que, para retificação, o contribuinte deve enviar um novo arquivo digital, o qual substituirá integralmente o enviado anteriormente e recebido pela administração tributária. O Fisco não admite que o contribuinte apresente arquivo contendo informações complementares. Os prazos mencionados nas letras a e b não se aplicam aos arquivos retificados em decorrência de notificação do Fisco. O fato de o Fisco autorizar que a EFD seja retificada não implica o reconhecimento da veracidade e legitimidade das informações prestadas nem a homologação da apuração do imposto feita pelo contribuinte. A EFD retificadora não produz efeitos se o contribuinte, no período de apuração, esteve ou estiver sob fiscalização ou se possuir débito inscrito na dívida ativa, nos casos em que importe alteração desse débito e se a EFD for transmitida em desacordo com o disposto na Instrução Normativa DRP nº 45/1998, Título I, Capítulo LI, item 2.6, e mencionados anteriormente. (Instrução Normativa DRP nº 45/1998, Título I, Capítulo LI, item 2.6) 7.2 Entrega do arquivo digital Os arquivos da EFD, desde janeiro/2012, são entregues até o dia 15 do mês subsequente ao encerramento do mês da apuração. Esse prazo de entrega da EFD se prorroga para o 1º dia útil seguinte quando a dia da entrega não for útil. A EFD será considerada válida e serão considerados escriturados os livros e o Ciap para os efeitos RS Manual de Procedimentos - Maio/ Fascículo 21 - Boletim IOB

15 fiscais após a confirmação do recebimento do arquivo que a contém. Em caráter excepcional, os contribuintes obrigados à entrega da EFD: a) a partir de 1º e cuja soma dos faturamentos de seus estabelecimentos no Estado em 2012 foi igual ou superior a R$ ,00 e inferior a R$ ,00 poderá entregar os arquivos referentes aos meses de: a.1) janeiro a março/2014 até ; a.2) abril a junho/2014 até ; b) a partir de 1º e cuja soma dos faturamentos de seus estabelecimentos no Estado em 2012 foi inferior a R$ ,00 poderá entregar os arquivos referentes aos meses de: b.1) janeiro a março/2014 até ; b.2) abril a junho/2014 até ; b.3) julho a setembro/2014 até Ressalte-se que, para fins da aplicação dos prazos excepcionais mencionados nas letras a e b, a apuração do faturamento será feita somando- -se a referência 31 de todas as Guias de Informação e Apuração do ICMS (GIA) dos estabelecimentos da empresa relativas ao ano de Ainda, esses prazos não se aplicam aos contribuintes que: a) solicitarem transferência de saldo credor acumulado para terceiros; b) apresentarem pedido de compensação de saldo credor; c) solicitarem regime especial de pagamento do ICMS. Se, ao efetuar a 1ª transmissão de arquivo da EFD, o contribuinte constatar que, mesmo estando obrigado, não está autorizado a efetuar essa transmissão, deverá solicitar a adesão voluntária no site Ressalte-se que a 1ª entrega de arquivos de EFD deverá referir-se sempre ao mês de janeiro do ano de início da obrigatoriedade ou ao mês de início de atividades do estabelecimento, se posterior. (Instrução Normativa DRP nº 45/1998, Título I, Capítulo LI, Seção 3.0) 8. Penalidades As penalidades aplicadas aos contribuintes que descumprem as obrigações que lhes são determinadas na forma e nos prazos estabelecidos na legislação tributária estão previstas na Lei nº 6.537/1973. Cabe ao agente fiscal capitular as irregularidades e lançar a multa por meio do Auto de Lançamento. (Lei nº 6.537/1973) N a IOB Setorial Federal Informática - Simples Nacional - ISS - Tributação da atividade de suporte técnico em informática O Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP), denominado Simples Nacional, instituído pelo art. 12 da Lei Complementar nº 123/2006, implica o recolhimento mensal mediante documento único de arrecadação dos seguintes impostos e contribuições: a) Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ); b) Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); c) Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL); d) Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins); e) Contribuição para o PIS/Pasep; f) Contribuição Patronal Previdenciária (CPP) para a Seguridade Social, a cargo da pessoa jurídica, de que trata o art. 22 da Lei nº 8.212/1991, exceto no caso da microempresa (ME) e da empresa de pequeno porte (EPP) que se dediquem às seguintes atividades de prestação de serviços: f.1) construção de imóveis e obras de engenharia em geral, inclusive sob a forma de Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Maio/ Fascículo 21 RS21-13

16 subempreitada, execução de projetos e serviços de paisagismo, bem como decoração de interiores; e f.2) serviços de vigilância, limpeza ou conservação; g) Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte e de Comunicação (ICMS); e h) Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS). O Anexo VII da Resolução CGSN nº 94/2011 relaciona os códigos previstos na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) que abrangem concomitantemente as atividades impeditivas e permitidas à inclusão no regime simplificado do Simples Nacional, dentre os quais destacamos o código /00, com a seguinte descrição Suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação. Esses serviços são tributados exclusivamente pelo ISS, na forma do subitem 1.07 da Lista de Serviços anexa à Lei Complementar nº 116/2003 (suporte técnico em informática, inclusive instalação, configuração e manutenção de programas de computação e banco de dados). No entanto, as ME e as EPP optantes pelo Simples Nacional deverão observar disciplina própria relativa a esse regime, para efeito de recolhimento dos impostos e das contribuições, inclusive do ISS. A tributação dos serviços de suporte técnico em informática pelos contribuintes optantes pelo Simples Nacional, portanto, está disciplinada pelos arts. 15, 2º, VI e 25, III, b da Resolução CGSN nº 94/2011, ou seja, mediante a aplicação das alíquotas indicadas no Anexo III dessa Resolução sobre a receita bruta apurada pela prestação dos referidos serviços. Nesse sentido, transcrevemos, a seguir, texto da Solução de Consulta nº 40, de DOU 1 de , da Divisão de Tributação da Superintendência Regional da 9ª Região Fiscal da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), que, embora editada com base na legislação passada, serve de parâmetro para a correta aplicação da legislação vigente: Assunto: Simples Nacional Simples Nacional. Informática. Suporte e manutenção. O suporte técnico em informática - assessoramento ao usuário na utilização de sistemas, remotamente ou em suas instalações, de modo a superar qualquer perda de performance ou dificuldade de utilização (help-desk) - não é atividade vedada ao Simples Nacional, desde que prestada pela empresa que produz o hardware, elabora, licencia ou cede o direito de uso do software. Receitas de suporte técnico são tributadas pelo Anexo III da Lei Complementar nº 123, de A manutenção de sistemas de informática é atividade permitida aos optantes pelo Simples Nacional e tributada pelo Anexo III. Contudo, caso a manutenção se faça mediante a elaboração de nova versão de programas de computadores, no estabelecimento da optante, ela é tributada pelo Anexo V. Dispositivos Legais: Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 17, XI, 1º e 2º, art. 18, 5º-B, IX, 5º-D, IV, 5º-F; Resolução CGSN nº 6, de 2007, Anexo II. Marco Antônio Ferreira Possetti Chefe. Posteriormente, a Receita Federal posicionou-se sobre o assunto por meio das Soluções de Consultas a seguir transcritas: MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 136 de 30 de Julho de 2013 ASSUNTO: Simples Nacional EMENTA: SIMPLES NACIONAL. INFORMÁTICA. SUPORTE. De acordo com a Solução de Divergência Cosit nº 4, de 18 de março de 2013, o suporte técnico em programas e sistemas de computador é atividade intelectual de natureza técnica que impede a opção pelo Simples Nacional. Nada obstante, o suporte técnico prestado sem ônus adicionais pela empresa produtora do hardware, ou que elabora, licencia ou cede o direito de uso do software à tomadora do serviço, não pode ser considerado como impeditivo ao Simples Nacional, dado o caráter acessório do serviço em relação ao produto (principal) e, por óbvio, a sua gratuidade. MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 152 de 05 de Agosto de 2013 ASSUNTO: Simples Nacional EMENTA: SIMPLES NACIONAL. REPAROS E MANUTEN- ÇÃO. Os serviços de reparos e manutenção em geral são tributados pelo Anexo III da Lei Complementar nº 123, de 2006, salvo se constituírem uma obra de engenharia, tributada pelo Anexo IV (Lei Complementar nº 116/2003, Anexo - Lista de Serviços, subitem 1.07; Lei Complementar nº 123/2006, arts. 12, 13, 18, 5º-B, IX, Anexo III; Resolução CGSN nº 94/2011, arts. 4º, 15, 2º, VI e 25, III, b, Anexos III e VII; Solução de Consulta nº 40/2010-9ª Região Fiscal; Solução de Consulta RFB nº 136/2013; Solução de Consulta RFB nº 152/2013) N RS Manual de Procedimentos - Maio/ Fascículo 21 - Boletim IOB

17 a IOB Comenta Estadual ICMS - ZFM e ALC - Ajustes no RICMS sobre a isenção do imposto em face da decisão de inconstitucionalidade declarada pelo STF O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou unanimemente a inconstitucionalidade dos Convênios ICMS nºs 1, 2 e 6/1990, firmados pela então Ministra da Economia, Fazenda e Planejamento e pelos Secretários de Fazenda ou Planejamento dos Estados e do Distrito Federal, na 59º reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Essa decisão foi proferida no julgamento de mérito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) nº 310-1/1990, impetrada pelo Governo do Estado do Amazonas. Os mencionados convênios excluíram, respectivamente, o açúcar, os produtos industrializados semielaborados e as operações de remessa de mercadorias nacionais para a Zona Franca de Manaus (ZFM) da isenção do ICMS, assegurada pelo art. 4º do Decreto-Lei nº 288/1967 e pelo art. 5º da Lei Complementar nº 4/1969. Em vista disso, o Governo gaúcho, por meio do decreto em fundamento, alterou dispositivos e revogou outros no RICMS-RS/1997. Assim, as saídas de produtos industrializados de origem nacional destinados à ZFM e às ALC são beneficiadas pela isenção do imposto, desde que eles sejam destinados à comercialização ou a industrialização por contribuinte estabelecido nas áreas incentivadas. Incluem-se nesse benefício fiscal as saídas de açúcar de cana e os produtos semielaborados, observada a mesma origem e destinação. Ressalte-se que os contribuintes já vendiam as mercadorias com essa isenção e sobre elas teriam que pagar o imposto caso a decisão do STF não fosse pela inconstitucionalidade dos mencionados convênios. Essas saídas continuam sendo amparadas pela isenção, porém, agora sem a expectativa de pagamento de imposto posteriormente, pois o STF declarou, definitivamente, inconstitucionais os mencionados convênios que excluíam do benefício isencional o açúcar de cana e os produtos semielaborados. Essa isenção não se aplica nas saídas de armas e munições, automóveis de passageiros, bebidas alcoólicas, fumo e perfumes. Para fruição do beneficio fiscal, os contribuintes devem observar e atender os requisitos e as condições estabelecidas no RICMS-RS/1997, Livro I, art. 9º, XXV e XXVI. Entre essas condições está a de que o contribuinte deve abater o valor do imposto que seria devido caso não houvesse a isenção, o qual deverá ser demonstrado na nota fiscal. Tratando-se de contribuinte inscrito no Cadastro Geral de Contribuintes de Tributos Estaduais (CGC/TE) na condição de empresa de pequeno porte (EPP), o valor desse desconto será calculado com base na alíquota efetiva do mês anterior ao da operação. Além disso, o contribuinte deverá comprovar a efetiva entrada da mercadoria nas mencionadas áreas, por meio: a) da Declaração do Ingresso, disponibilizado no sistema eletrônico instituído e emitido pela Suframa, para fins de controle e fiscalização das operações; b) de arquivo eletrônico, disponibilizado na página da Suframa ou pela Rede Intranet Sintegra (RIS), até o último dia do 2º mês subsequente ao do ingresso das mercadorias na ZFM; c) de parecer conclusivo da Suframa, devidamente fundamentado, sobre o pedido de vistoria técnica, no prazo de 30 dias contados do recebimento da solicitação. Vale lembrar, ainda, que os contribuintes que realizarem as mencionadas operações isentas podem manter o crédito fiscal apropriado nas aquisições de mercadoria e de matéria-prima, material secundário e embalagem, e também do serviço tomado e com ela relacionado, empregados na comercialização ou na industrialização dos produtos industrializados de origem nacional que venham a sair com essa isenção para comercialização ou industrialização na ZFM e nos Municípios de Rio Preto da Eva e de Presidente Figueiredo, no Estado do Amazonas e para os Municípios de Macapá e Santana, no Estado do Amapá, e de Bonfim e Boa Vista, no Estado de Roraima. (RICMS-RS/1997, Livro I, art. 9º XXV, XXVI, art. 35, IV, a, e XXVII; Decreto nº /2014) N Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Maio/ Fascículo 21 RS21-15

18 a IOB Perguntas e Respostas IPI Alíquota - Fixação - Critério 1) Qual é o critério utilizado para a fixação de alíquotas do IPI? A fixação de alíquotas do IPI deve respeitar ao critério da seletividade, em função da essencialidade do produto, conforme disposto no art. 153, caput, IV, 3º, da Constituição Federal. Vale dizer que os produtos considerados essenciais aos consumidores são tributados por alíquota menor enquanto os supérfluos têm alíquota maior. (Constituição Federal/1988, art. 153, caput, IV, 3º) Regime de drawback integrado - Modalidades 2) O que é o regime de drawback integrado? O regime aduaneiro especial de drawback pode ser aplicado, no âmbito da Secretaria de Comércio Exteior (Secex), nas seguintes modalidades: a) drawback integrado suspensão - caracterizado pela aquisição no mercado interno ou a importação, de forma combinada ou não, de mercadoria para emprego ou consumo na industrialização de produto a ser exportado, com suspensão dos tributos exigíveis na importação e na aquisição no mercado interno na forma do art. 12 da Lei nº /2009, do art. 17 da Lei nº /2009 e da Portaria Conjunta RFB/Secex nº 467/2010; e b) drawback integrado isenção - caracterizado pela aquisição no mercado interno ou a importação, de forma combinada ou não, de mercadoria equivalente à empregada ou consumida na industrialização de produto exportado, com isenção do Imposto de Importação (II), e com redução a zero do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), da Contribuição para o PIS/Pasep, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), da Contribuição para o PIS/Pasep-Importação e da Cofins-Importação, na forma do art. 31 da Lei nº /2010 e da Portaria Conjunta RFB/ Secex nº 3/2010. O regime de drawback integrado suspensão aplica-se também: a) à aquisição no mercado interno ou à importação de mercadorias para emprego em reparo, criação, cultivo ou atividade extrativista de produto a ser exportado; e b) às aquisições no mercado interno ou importações de empresas denominadas fabricantes- -intermediários, para industrialização de produto intermediário a ser diretamente fornecido a empresas industriais-exportadoras, para emprego ou consumo na industrialização de produto final a ser exportado (drawback intermediário). O regime de drawback integrado isenção aplica- -se também à aquisição no mercado interno ou à importação de mercadoria equivalente à empregada: a) em reparo, criação, cultivo ou atividade extrativista de produto já exportado; e b) na industrialização de produto intermediário fornecido diretamente à empresa industrial- -exportadora e empregado ou consumido na industrialização de produto final já exportado. O beneficiário do drawback integrado isenção poderá optar pela importação ou pela aquisição no mercado interno da mercadoria equivalente, de forma combinada ou não, considerada a quantidade total adquirida ou importada com pagamento de tributos. Considera-se como equivalente à empregada ou consumida, na industrialização de produto exportado, a mercadoria nacional ou estrangeira da mesma espécie, qualidade e quantidade daquela anteriormente adquirida no mercado interno ou importada sem fruição dos benefícios de que se trata. Admite-se também como equivalente a mercadoria adquirida no mercado interno ou importada com fruição dos benefícios referidos no inciso II do art. 67 da Portaria Secex nº 23/2011 (drawback integrado RS Manual de Procedimentos - Maio/ Fascículo 21 - Boletim IOB

19 isenção), desde que se constitua em reposição numa sucessão em que a primeira aquisição ou importação desta mercadoria não tenha se beneficiado dos citados benefícios. Poderão ser reconhecidas como equivalentes, em espécie e qualidades, as mercadorias: a) classificáveis no mesmo código da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM); b) que realizem as mesmas funções; c) obtidas a partir dos mesmos materiais; e d) cujos modelos ou versões sejam de tecnologia similar, observada a evolução tecnológica. (Leis nº /2009, art. 12; Lei nº /2009, art. 17; Lei nº /2010, art. 31; Portarias Conjuntas RFB/Secex nºs 3/2010 e 467/2010; Portaria Secex nº 23/2011, arts. 67 e 68) IOF Operações de crédito - Mútuo de recursos financeiros - Base de cálculo 3) Qual é a base de cálculo do IOF nas operações de mútuo de recursos financeiros por meio de conta- -corrente? A Solução de Divergência Cosit nº 31/2008 esclarece que nas operações de crédito por meio de conta-corrente, para apuração da base de cálculo do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF), é preciso identificar a modalidade da operação contratada: crédito fixo ou rotativo. Nas operações de crédito realizadas por meio de conta-corrente sem definição do valor de principal (crédito rotativo), decorrentes de mútuo de recursos financeiros entre pessoas jurídicas, ou entre pessoa jurídica e pessoa física, a base de cálculo será a soma dos saldos devedores diários apurada no último dia de cada mês. No caso em que for definido o valor do principal (crédito fixo), a base de cálculo será o valor de cada principal entregue ou colocado à disposição do mutuário. (Decreto nº 6.306/2007, art. 7º, caput, I, a e b, 12, 13, 14, 15 e 16; Solução de Divergência Cosit nº 31/2008) ICMS/RS Crédito fiscal presumido - Composto lácteo - Apropriação pelo fabricante 4) O fabricante de composto lácteo pode apropriar crédito fiscal presumido? Sim. O estabelecimento fabricante pode apropriar o crédito fiscal presumido equivalente a 36% do valor do imposto incidente nas saídas de composto lácteo, classificado no código da NBM/SH-NCM. Esse crédito não se aplica às saídas de mercadorias em devolução de remessa para industrialização. A partir de 1º , o estabelecimento somente terá direito a esse crédito fiscal relativamente às saídas de mercadorias fabricadas com aquisições de soro de leite de produção própria de estabelecimento industrial deste Estado. (RICMS-RS/1997, Livro I, art. 32, CXXXIX) ITBI/Porto Alegre Alíquota - Percentuais 5) Quais são as alíquotas do Imposto sobre a Transmissão Inter Vivos, por Ato Oneroso, de Bens Imóveis e de Direitos Reais a Eles Relativos (ITBI) devido ao Município de Porto Alegre? A alíquota do ITBI: a) nos financiamentos imobiliários residenciais, inclusive no consórcio para aquisição de imóvel, concedidos por meio de contrato de financiamento com garantia hipotecária ou por alienação fiduciária, com prazo não inferior a 5 anos, que tenham força de escritura pública e desde que o valor da estimativa fiscal do imóvel seja igual ou menor do que o teto estabelecido para os financiamentos no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), será de: a.1) 0,5%, que será aplicada sobre o valor efetivamente financiado ou constante na carta de crédito, até o limite de Unidades Fiscais do Município (UFM); a.2) 3%, aplicada sobre o valor restante; Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Maio/ Fascículo 21 RS21-17

20 b) nas transmissões de terrenos destinados à construção de conjuntos residenciais de interesse social em que os adquirentes sejam cooperativas habitacionais autogestionárias, será de 1%, atendidos os seguintes requisitos: b.1) para a obtenção do benefício da alíquota reduzida, a cooperativa deverá apresentar a relação completa dos associados no momento da solicitação da guia de recolhimento do imposto; b.2) os interessados deverão juntar declaração do Departamento Municipal de Habitação (Demhab), confirmando que a cooperativa habitacional é credenciada e autogestionária e que seus associados possuem renda média de até 10 salários-mínimos. A adjudicação do imóvel pelo credor hipotecário ou a sua arrematação por terceiros estão sujeitas à alíquota de 3%, mesmo que o bem tenha sido adquirido antes da adjudicação com financiamentos do SFH. Para fins de aplicação da alíquota de 0,5%, considera-se como parte financiada o valor do FGTS liberado para a aquisição do imóvel. Todos os valores estabelecidos em reais (R$) serão mensalmente atualizados pela variação da UFM. (Lei Complementar nº 197/1989, art. 16) RS Manual de Procedimentos - Maio/ Fascículo 21 - Boletim IOB

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