OMNET++ APLICADO À ROBÓTICA COOPERATIVA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OMNET++ APLICADO À ROBÓTICA COOPERATIVA"

Transcrição

1 OMNET++ APLICADO À ROBÓTICA COOPERATIVA Daniel Costa Ramos Doutorando Disciplina de Redes de Comunicação Professor Carlos Montez 07/2014

2 2/25 Estrutura da Apresentação Introdução Robótica Cooperativa Material e Métodos Software e Estrutura da Simulação Parâmetros e Considerações Resultados Código e Principais Funções Simulação Conclusão Problemas e Trabalhos Futuros

3 Introdução 3/32

4 4/25 Introdução O que é um robô? Comunicação

5 Introdução Representação de um robô y 5/25 x

6 6/25 Introdução Robótica Cooperativa

7 7/25 Introdução Arquiteturas de Comunicação Centralizada: robôs enviam seus dados para uma central que realiza as decisões do grupo; Descentralizada: robôs trocam mensagem entre si, sem interferência de um agente central; Robo 1..N (x,y) 5 8 6

8 8/25 Introdução Cooperação Consenso: algoritmos capazes de fazer os robôs entrarem em acordo sobre uma informação; Rendezvous: algoritmos que realizam o encontro dos robôs (após uma missão) em uma posição acordada;

9 9/25 Introdução Objetivos do trabalho Estudar e aprender o software; Representar os robôs e sua comunicação; Montar algoritmo capaz de enviar mensagens e lidar com o recebimento das mesmas; Realizar o consenso sobre o ponto de encontro; Avaliar a troca de mensagem e a convergência deste ponto para todos os robôs; Detectar problemas e propor soluções; Avaliar a utilização do software para tese.

10 Materiais e Métodos 10/32

11 11/25 Materiais e Métodos Software OMNeT++ O OMNeT++ é um simulador e espaço de trabalho extensível, modular e baseado em C++, cujo principal objetivo é construir simulações de redes. >> SO: Windows utilizando terminal do programa. >> Linguagem: C/C++ Protocolo de comunicação para rendezvous/consenso >> Ordoñez, B. (2013) Estratégia de controle cooperativo baseado em consenso para um grupo multi-veículos. Tese de doutorado, UFSC, PGEAS, Assunto da minha tese

12 12/25 Preparando a Simulação Cada robô possui estados (x, y), referência (x, y) para onde devem ir e um vetor de estados, com os estados de todos os outros robôs. Conexões limitadas (não há ninguém que saiba todos os estados); A mensagem transmitida aos vizinhos (multi-cast para todas conexões) contém este vetor e são transmitidas sequencialmente (Tese do Bernardo);

13 13/25 Preparando a Simulação 3 Etapas de elaboração: 1. Etapa 1: robôs estacionários, primeiras trocas de mensagens. Os robôs trocavam mensagem sobre a referência, fazendo a média do valor recebido com o seu valor; 2. Etapa 2: robôs estacionários, trocas de mensagem envolvendo vetores contendo as informações sobre as posições iniciais dos robôs. Foi elaborada falha nas mensagens (10%), algumas análises estatísticas e detecção dos primeiros problemas; 3. Etapa 3: robôs móveis e mudança na aparência da simulação. Foi implementado uma solução para o problema detectado na segunda etapa.

14 14/25 Parâmetros 10 Robôs com a configuração: Atraso de propagação: 20ms Tempo de Ciclo: 500ms Chance de Perda: 10% Considerações: atraso de propagação, processamento (inicial e final);

15 15/25 Considerações Não há controle sobre perdas de pacotes ou de informações. É considerado o envio rápido e massivo de mensagens similares. Se houver erro ou perda de uma mensagem, não haverá impacto significativo no sistema; Foi considerada uma rede isolada, sem tráfego paralelo. O atraso de 20ms já possui uma margem de segurança e é considerado o atraso máximo; Foi dado intervalo de 50ms entre os robôs, ou seja, no pior caso, o robô terá 30msde processamento; Foi considerado um número razoável de robôs, o número 10 foi utilizado para facilitar a interpretação dos tempos dos eventos; Os robôs possuem um movimento simples, incrementando ou decrementando seu movimento em direção ao ponto de rendezvous.

16 Resultados 16/32

17 17/25 Simulação - Arquivos A simulação consiste de quatro arquivos: Robot.ned : define topologia; Robov2.cc : arquivo principal; Robot.msg: define a mensagem; Omnetpp.ini: inicialização do OMNeT++.

18 18/25 Simulação Funções Arquivo Principal Inicialização: Executa 1 vez só, no início da simulação; Atribui valor inicial para variáveis; Agenda a primeira auto mensagem para cada robô; Criação de mensagem: Cria uma mensagem, utilizando os parâmetros do arquivo msg; Atribui valores para destinatário e origem.

19 19/25 Simulação Funções Enviar de mensagem: Copia os dados do vetor de estados para a msg; Envia a msg para o destinatário; Atualização de display: Atualiza o texto no display gráfico; Finalização: Executa uma única vez ao finalizar a simulação; Exibe dados estatísticos;

20 20/25 Simulação Funções Gerenciador de mensagem: Acionado toda vez que uma mensagem chega ao módulo; Sinal de Mensagem Origem == Destinatário? Sim. Envie mensagens aos vizinhos e agende a próxima auto mensagem. Não. A mensagem falhou? 10% Sim. Deleta a mensagem. 90% Não. Armazene os dados.

21 21/25 Simulação - Execução

22 22/25 Simulação Problema Detectado

23 23/25 Soluções Msg Receb Estados Resultado Criação de contadores = idade dos dados. X1 X2 X3 X4... X9 X Cada robô possui os estados como antes, mas também um vetor indicando a idade dos mesmos. Só há troca de dados se o dado recebido for mais novo que o existente. A cada envio/ciclo, o contador é incrementado em cada robô para todos os estados que o mesmo tem armazenado. Seu próprio dado (posição atual), é atualizado com contador 0.

24 24/25 Soluções Msg Recebida Contador Msg Anterior Contador Velho Resultado

25 25/25 Simulação Final

26 26/25 Simulação Final

27 27/25 Simulação Final

28 28/25 Simulação Final

29 29/25 Simulação Final Executar Simulação;

30 Conclusão 30/32

31 31/25 Conclusão Algoritmo funcionando conforme planejado; Melhor detecção de falhas e de problemas relacionados a comunicação; Foi possível determinar um caso que a tese anterior não abordou; A principal dificuldade foi aprender o funcionamento do software e conciliar com falta de familiaridade com C++. Apesar disto, os tutoriais e o manual do software foram de grande ajuda para conseguir elaborar este código. Pretende-se dar continuidade a este trabalho já que está diretamente ligado ao assunto da tese de doutorado. Pretende-se realizar a incorporação de uma solução de consenso mais elaborada;

32 Obrigado pela Atenção! CONTATO 32/32

Sistemas Distribuídos Capítulo 8 - Aula 13

Sistemas Distribuídos Capítulo 8 - Aula 13 Sistemas Distribuídos Capítulo 8 - Aula 13 Aula de hoje Aula Passada Exclusão Mútua Algoritmos de Eleição Tolerância a Falhas Conceitos básicos Modelos de falha Redundância Resiliência de Processo 1 Tolerância

Leia mais

# $ % & ' ( ) * ' ( ) *! " " Orientador +, -

# $ % & ' ( ) * ' ( ) *!   Orientador +, - #$ %&'()* '()*!"" Orientador +,- ."%&/0#12 3"/%'0)/))&/ )4506 7" %/0)/))&/ 8906 8)) :"'/0)/))&/ '% '); Um roteador recebe em alguma de suas interfaces um pacote vindo da rede local ou da rede externa.

Leia mais

Aula 13 Roteamento Dinâmico com Protocolos Link-State (Protocolo OSPF)

Aula 13 Roteamento Dinâmico com Protocolos Link-State (Protocolo OSPF) Disciplina: Dispositivos de Rede I Professor: Jéferson Mendonça de Limas 3º Semestre Aula 13 Roteamento Dinâmico com Protocolos Link-State (Protocolo OSPF) 2014/1 Roteiro de Aula Introdução Funcionamento

Leia mais

Capítulo 7: Roteando Dinamicamente

Capítulo 7: Roteando Dinamicamente Capítulo 7: Roteando Dinamicamente Protocolos de roteamento 1 Capítulo 7 7.1 Protocolos de roteamento dinâmico 7.2 Roteamento dinâmico de vetor distância 7.3 Roteamento RIP e RIPng 7.4 Roteamento dinâmico

Leia mais

Arquitetura de um sistema integrado de defesa cibernética para detecção. de botnets

Arquitetura de um sistema integrado de defesa cibernética para detecção. de botnets Arquitetura de um sistema integrado de defesa cibernética para detecção 1 de botnets Autoria do artigo: Sérgio dos Santos Cardoso Silva e Ronaldo Moreira Salles Apresentação: Bruno Follmann 2 Apresentação

Leia mais

Sistemas Operacionais. Tipos de SO

Sistemas Operacionais. Tipos de SO Sistemas Operacionais Tipos de SO Tipos de Sistemas Operacionais Tipos de Sistemas Operacionais Sistemas Monoprogramáveis/ Monotarefas Sistemas Multiprogramáveis/ Multitarefas Sistemas com Múltiplos Processadores

Leia mais

Compreendendo o Cisco Express Forwarding (CEF)

Compreendendo o Cisco Express Forwarding (CEF) Compreendendo o Cisco Express Forwarding (CEF) Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Visão geral Operações de CEF Atualizando as Tabelas de GRP Routing Encaminhamento

Leia mais

ROUTER. Alberto Felipe Friderichs Barros

ROUTER. Alberto Felipe Friderichs Barros ROUTER Alberto Felipe Friderichs Barros Router Um roteador é um dispositivo que provê a comunicação entre duas ou mais LAN s, gerencia o tráfego de uma rede local e controla o acesso aos seus dados, de

Leia mais

Sincronização em Sistemas Distribuídos

Sincronização em Sistemas Distribuídos Sincronização em Sistemas Distribuídos Universidade Federal do ABC Turma: Ciência da Computação Prof. Dr. Francisco Isidro Massetto Sincronização Como as regiões críticas são implementadas em um SD? Como

Leia mais

também conhecido como Interior Gateway Protocols (IGP) protocolos de roteamento intra-as mais comuns:

também conhecido como Interior Gateway Protocols (IGP) protocolos de roteamento intra-as mais comuns: Roteamento intra-as também conhecido como Interior Gateway Protocols (IGP) protocolos de roteamento intra-as mais comuns: RIP: Routing Information Protocol OSPF: Open Shortest Path First IGRP: Interior

Leia mais

Protocolos de Roteamento link-state

Protocolos de Roteamento link-state CCNA Exploration (Protocolos e Conceitos de Roteamento) Protocolos de Roteamento link-state Cronograma Introdução Introdução ao algoritmo SPF Processo de roteamento link-state Criação de um B.D. link-state

Leia mais

Topologias de redes de computadores

Topologias de redes de computadores Topologias de redes de computadores Objetivos Apresentar as principais topologias de redes e suas classificações. Caracterizar as topologias e sua formação. Conhecer as topologias em sua essência. Apresentar

Leia mais

Introdução à Computação

Introdução à Computação Introdução à Computação Jordana Sarmenghi Salamon jssalamon@inf.ufes.br jordanasalamon@gmail.com http://inf.ufes.br/~jssalamon Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda

Leia mais

Roteiro. Introdução Sincronização de Relógio Físico Sincronização de Relógio Lógico Exclusão Mútua

Roteiro. Introdução Sincronização de Relógio Físico Sincronização de Relógio Lógico Exclusão Mútua Sincronização Roteiro Introdução Sincronização de Relógio Físico Sincronização de Relógio Lógico Exclusão Mútua Introdução A comunicação entre processos é importante, mas não é só isso que importa; Uma

Leia mais

Controlador Lógico Programável

Controlador Lógico Programável Motores I Automação I Energia I Transmissão & Distribuição I Tintas Controlador Lógico Programável PLC300 V1.20 Adendo ao Manual do Usuário Idioma: Português Índice 1. PROTOCOLO ASCII PARA LEITORES DE

Leia mais

Capítulo 7: Roteando Dinamicamente (Resumo)

Capítulo 7: Roteando Dinamicamente (Resumo) Unisul Sistemas de Informação Redes de Computadores Capítulo 7: Roteando Dinamicamente (Resumo) Protocolos de roteamento Academia Local Cisco UNISUL Instrutora Ana Lúcia Rodrigues Wiggers Presentation_ID

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores I

Organização e Arquitetura de Computadores I Organização e Arquitetura de Computadores I BARRAMENTO Slide 1 Sumário Introdução Componentes de Computador Funções dos Computadores Estruturas de Interconexão Interconexão de Barramentos Slide 2 Introdução

Leia mais

Zone Routing Protocol - ZRP[1]

Zone Routing Protocol - ZRP[1] Zone Routing Protocol - ZRP[1] Rafael de M. S. Fernandes 1 1 Programa de Engenharia de Sistemas e Computação - Coppe/UFRJ Rio de Janeiro - RJ - Brasil rafaelmsf@cos.ufrj.br Resumo. O protocolo ZRP busca

Leia mais

Sistemas Distribuídos Capítulo 3 - Aula 3

Sistemas Distribuídos Capítulo 3 - Aula 3 Sistemas Distribuídos Capítulo 3 - Aula 3 Aula passada Arquitetura de SDs Estilo Arquitetônico Arquitetura de Sistemas Sistemas Autogerenciáveis Aula de hoje Threads Threads em SDs Processos Clientes Processos

Leia mais

CCNA 1 Comutação Ethernet. Kraemer

CCNA 1 Comutação Ethernet. Kraemer CCNA 1 Comutação Ethernet Comutação Ethernet Introdução a comutação Protocolo STP Domínios de colisão Domínios de broadcast Introdução a comutação Quando o número de dispositivos que tentam acessar a rede

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Introdução Rede O que é?? 1 O que é uma rede É a conexão de duas ou mais máquinas com o objetivo de compartilhar recursos entre uma máquina e outra. Recursos Podem ser físicos ou

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Camada de Transporte Antonio Alfredo Ferreira Loureiro loureiro@dcc.ufmg.br Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal de Minas Gerais UFMG/DCC Redes de Computadores

Leia mais

Manual de instalação e configuração

Manual de instalação e configuração Manual de instalação e configuração Introdução Este manual tem por objetivo auxiliar o Administrador do Strigoi no processo de instalação e configuração do programa. A instalação será dividida em 3 fases:

Leia mais

Capítulo 4 A camada de REDE

Capítulo 4 A camada de REDE Capítulo 4 A camada de REDE slide 1 Introdução A camada de rede slide 2 Repasse e roteamento O papel da camada de rede é transportar pacotes de um hospedeiro remetente a um hospedeiro destinatário. Repasse.

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores por fldotti@inf.pucrs.br Redes de Computadores Nível de Rede Algoritmos de Roteamento - Vetor de Distância Redes de Computadores 2 1 Algoritmo de Bellman-Ford (Vetor de Distância)

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Instituto Superior Politécnico de Ciências e Tecnologia Redes de Computadores Prof Pedro Vunge I Semestre de 2017 SUMÁRIO Capítulo2 Topologias de redes de computadores 2.1 Considerações iniciais ; 2.2

Leia mais

TRANSMISSÃO DE DADOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar

TRANSMISSÃO DE DADOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar - Aula 1-1. A CAMADA DE ENLACE DE DADOS (Parte 1) Relembrando as aulas do semestre passado quando estudamos os modelos de referência, lembramos que a Camada de Enlace de Dados é a camada responsável pela

Leia mais

Flávio G F Camacho Vipnet Baixada Telecomunicações e Informática LTDA

Flávio G F Camacho Vipnet Baixada Telecomunicações e Informática LTDA Flávio G F Camacho Vipnet Baixada Telecomunicações e Informática LTDA Sede em Duque de Caxias / RJ Filial em São João de Meriti / RJ Foco exclusivo fornecimento de links dedicados a empresas. Sempre com

Leia mais

Fundamentos de Sistemas Operacionais de Arquitetura Aberta. CST em Redes de Computadores

Fundamentos de Sistemas Operacionais de Arquitetura Aberta. CST em Redes de Computadores Fundamentos de Sistemas Operacionais de Arquitetura Aberta CST em Redes de Computadores Introdução Computadores Computadores são compostos, basicamente, de CPU, memória e dispositivos de entrada e saída

Leia mais

Pop-Routing: Centrality-based Tuning of Control Messages for Faster Route Convergence

Pop-Routing: Centrality-based Tuning of Control Messages for Faster Route Convergence Pop-Routing: Centrality-based Tuning of Control Messages for Faster Route Convergence Leonardo Maccari, Renato Lo Cigno DISI University of Trento, Italy INFOCOM 2016 Aluna: Mariana de Souza Maciel Barbosa

Leia mais

Up-grade do sistema de Self-Healing da Energisa MS, de uma implementação Caseira para uma solução de Mercado. Aluísio de Barros Leite Energisa MS

Up-grade do sistema de Self-Healing da Energisa MS, de uma implementação Caseira para uma solução de Mercado. Aluísio de Barros Leite Energisa MS Up-grade do sistema de Self-Healing da Energisa MS, de uma implementação Caseira para uma solução de Mercado. Aluísio de Barros Leite Energisa MS 1 INFORMAÇÕES E DADOS RELEVANTES DA EMPRESA O Grupo Energisa

Leia mais

Sistema de Aquisição de Dados em Tempo Real Utilizando Software Livre e Rede Ethernet para Laboratório de Controle

Sistema de Aquisição de Dados em Tempo Real Utilizando Software Livre e Rede Ethernet para Laboratório de Controle Sistema de Aquisição de Dados em Tempo Real Utilizando Software Livre e Rede Ethernet para Laboratório de Controle Elaine de Mattos Silva1 José Paulo Vilela Soares da Cunha1 Orlando Bernardo Filho2 1 Departamento

Leia mais

Introdução aos Protocolos de Roteamento Dinâmico

Introdução aos Protocolos de Roteamento Dinâmico CCNA Exploration (Protocolos e Conceitos de Roteamento) Introdução aos Protocolos de Roteamento Dinâmico Cronograma Introdução Perspectiva e histórico Classificação de protocolos Métrica Distância administrativa

Leia mais

(Broadcast - um emissor envia a mensagem para todos os nós do sistema) Multicast um emissor, um grupo de processos como receptores

(Broadcast - um emissor envia a mensagem para todos os nós do sistema) Multicast um emissor, um grupo de processos como receptores Comunicação em Grupo (Broadcast - um emissor envia a mensagem para todos os nós do sistema) Multicast um emissor, um grupo de processos como receptores Exemplos de aplicação: - ferramentas de trabalho

Leia mais

4 Arquitetura Adotada

4 Arquitetura Adotada 4 Arquitetura Adotada Neste trabalho foi desenvolvido um sistema para a inspeção de dutos de óleo, gás e outros fluidos. Este sistema está sendo usado em inspeções que utilizam como ferramenta de inspeção

Leia mais

Lista de Exercícios. Camada de Enlace de Dados

Lista de Exercícios. Camada de Enlace de Dados Lista de Exercícios Camada de Enlace de Dados 1. Um pacote de uma camada superior de redes é dividido em 10 quadros, e cada quadro tem 80% de chances de chegar sem danos. Se o protocolo de enlace de dados

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Consistência Causal(3) Neste exemplo temos uma sequência de eventos permitida quando o depósito é consistente por causalidade, mas proibida quando

Leia mais

Comunicação em tempo real

Comunicação em tempo real Comunicação em tempo real Introdução à comunicação em tempo real Um STR é um sistema computacional que deve reagir a estímulos (físicos ou lógicos) oriundos do ambiente dentro de intervalos de tempo impostos

Leia mais

Sistemas Distribuídos Capítulo 8 - Aula 14

Sistemas Distribuídos Capítulo 8 - Aula 14 Sistemas Distribuídos Capítulo 8 - Aula 14 Aula Passada Tolerância a Falhas Conceitos básicos Modelos de falha Redundância Resiliência de Processo Aula de hoje Comunicação Confiável Cliente-Servidor Comunicação

Leia mais

Redes de Computadores. Prof. André Y. Kusumoto

Redes de Computadores. Prof. André Y. Kusumoto Redes de Computadores Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com 2/16 Nível de Rede Comunicação entre dispositivos de uma mesma rede ocorrem de forma direta. Quando a origem e o destino estão

Leia mais

Barramento. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Barramento. Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Barramento Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Componentes do Computador; Funções dos Computadores; Estrutura de Interconexão; Interconexão de Barramentos Elementos de projeto de barramento;

Leia mais

Sincronização em Sistemas Distribuídos

Sincronização em Sistemas Distribuídos Sincronização em Sistemas Distribuídos problemas clássicos ordenação de mensagens exclusão mútua distribuída eleição de líder... transações ordenação de acontecimentos relógio físico dificuldades relógio

Leia mais

Um Repositório Chave-Valor com Garantia de Localidade de Dados. Patrick A. Bungama Wendel M. de Oliveira Flávio R. C. Sousa Carmem S.

Um Repositório Chave-Valor com Garantia de Localidade de Dados. Patrick A. Bungama Wendel M. de Oliveira Flávio R. C. Sousa Carmem S. Um Repositório Chave-Valor com Garantia de Localidade de Dados Patrick A. Bungama Wendel M. de Oliveira Flávio R. C. Sousa Carmem S. Hara Agenda Motivação Desafios ALOCS Princípios de funcionamento Experimentos

Leia mais

Protótipo tipo de um ambiente virtual distribuído

Protótipo tipo de um ambiente virtual distribuído Universidade Regional de Blumenau Centro de Ciências Exatas e Naturais Departamento de Sistemas e Computação Protótipo tipo de um ambiente virtual distribuído do multiusuário Acadêmico: Leonardo Willrich

Leia mais

AULA 07 Roteamento Dinâmico com Protocolo RIP

AULA 07 Roteamento Dinâmico com Protocolo RIP Disciplina: Dispositivos de Rede I Professor: Jéferson Mendonça de Limas 3º Semestre AULA 07 Roteamento Dinâmico com Protocolo RIP 2014/1 Roteiro de Aula Introdução a Conceitos de Roteamento Dinâmico Problemas

Leia mais

Roteamento BGP. Introdução

Roteamento BGP. Introdução Roteamento BGP Prof. Alexandre Beletti Introdução Em um único SA, o protocolo de roteamento recomendado na Internet é o OSPF (embora este não seja o único em uso). Entre SAs é usado outro protocolo, o

Leia mais

Nome: Nº de aluno: 2ª Ficha de Avaliação Teórica Data Limite de Entrega 06/11/2015

Nome: Nº de aluno: 2ª Ficha de Avaliação Teórica Data Limite de Entrega 06/11/2015 Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Área Departamental de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Redes de Internet (LEIC/LEETC/LEIM) Nome: Nº de aluno: 2ª Ficha de Avaliação

Leia mais

Sistemas de arquivos distribuídos. ECO036 - Sistemas Paralelos e Distribuídos

Sistemas de arquivos distribuídos. ECO036 - Sistemas Paralelos e Distribuídos Sistemas de arquivos distribuídos ECO036 - Sistemas Paralelos e Distribuídos Sistemas de arquivos distribuídos - Daniel Nogueira 20938 - Felipe Castro Simões 21525 Sumário 1. Introdução 2. Sistemas de

Leia mais

3º Semestre. Aula 02 Introdução Roteamento

3º Semestre. Aula 02 Introdução Roteamento Disciplina: Dispositivos de Redes I Professor: Jéferson Mendonça de Limas 3º Semestre Aula 02 Introdução Roteamento 2014/1 Roteiro de Aula O que é Roteamento? IP X Protocolos de Roteamento Roteamento Direto

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Capítulo 4.7 Roteamento de broadcast e multicast Prof. Jó Ueyama Maio/2011 SSC0641-2011 1 Tipos de tráfego unicast: pacote enviado a um único destino. broadcast: pacote enviado a

Leia mais

Redes de Computadores e Aplicações. Aula 37 Roteamento IP Unicast Dinâmico RIP

Redes de Computadores e Aplicações. Aula 37 Roteamento IP Unicast Dinâmico RIP Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do N Campus Currais Novos Redes de Computadores e Aplicações Aula 37 Roteamento IP Unicast Dinâmico RIP Prof. Diego Pereira

Leia mais

Material baseado nos slides de: Marcos José Santana Regina Helena Carlucci Santana

Material baseado nos slides de: Marcos José Santana Regina Helena Carlucci Santana Universidade de São Paulo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Departamento de Sistemas de Computação SSC643 Avaliaçãode Desempenhode Sistemas Computacionais Aula 5 Sarita Mazzini Bruschi

Leia mais

CCNA Exploration (Protocolos e Conceitos de Roteamento) Protocolo RIP

CCNA Exploration (Protocolos e Conceitos de Roteamento) Protocolo RIP CCNA Exploration (Protocolos e Conceitos de Roteamento) Protocolo RIP Cronograma Introdução Formato da mensagem e características do RIP Operação do RIP Habilitando o RIP Verificando, identificando e resolvendo

Leia mais

Computação Embarcada - Projeto

Computação Embarcada - Projeto Computação Embarcada - Projeto B - Detalhamento da proposta Rafael Corsi rafael.corsi@insper.edu.br 10 de março de 2017 Matheus Marotzke Engenharia da Computação INSPER 2017 INTRODUÇÂO A atividade consiste

Leia mais

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços - italo@dcc.ufba.br Gestores da Rede Acadêmica de Computação Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal da Bahia,

Leia mais

Trabalho do Curso de Redes de Computadores COS765/MAB /1

Trabalho do Curso de Redes de Computadores COS765/MAB /1 Trabalho do Curso de Redes de Computadores COS765/MAB731 2015/1 Universidade Federal do Rio de Janeiro Rosa M.M. Leão e Daniel Sadoc Menasché Primeiro Período de 2015 1 Introdução O objetivo deste trabalho

Leia mais

II Workshop do Projeto ReVir Tarefa T 5 : Seleção de Redes Virtuais com Base em SLAs

II Workshop do Projeto ReVir Tarefa T 5 : Seleção de Redes Virtuais com Base em SLAs II Workshop do Projeto ReVir Tarefa T 5 : Seleção de Redes Virtuais com Base em SLAs Rafael Lopes Gomes Edmundo M. R. Madeira Nelson L. S. da Fonseca Laboratório de Redes de Computadores - LRC Instituto

Leia mais

4 Sistema Computacional:

4 Sistema Computacional: 4 Sistema Computacional: Hardware: são os componentes e dispositivos eletrônicos que operando em conjunto com outros componentes ou mesmo individualmente realizam uma das funções de um sistema de computação.

Leia mais

Avaliação de Alunos em Ambientes de Ensino à Distância

Avaliação de Alunos em Ambientes de Ensino à Distância Sistema Multi-Agentes para Acompanhamento e Auxílio de Avaliação de Alunos em Ambientes de Ensino à Distância Apresentação da Dissertação de Mestrado Candidato: Rodrigo Filev Maia Orientador: Prof. Dr.

Leia mais

Sistemas de Detecção de Intrusão

Sistemas de Detecção de Intrusão Sistemas de Detecção de Intrusão Gabriel Antonio Fontes Rebello Matheus Lemos dos Reis Rafael Gonçalves Damasceno Raphael Oliveira Sathler de Souza Rodrigo Carvalho Ribeiro de Jesus Contexto para Sistemas

Leia mais

Programação Distribuída. Metas de um Sistema Distribuído

Programação Distribuída. Metas de um Sistema Distribuído Programação Distribuída Metas de um Sistema Distribuído Programação Distribuída Metas de um Sistema Distribuído Um S.D. deve oferecer: 1. fácil acesso a seus recursos; 2. ocultar onde estão esses recursos,

Leia mais

Manual SIGOSMS Aplicação de Gerenciamento e Envio SMS

Manual SIGOSMS Aplicação de Gerenciamento e Envio SMS Manual SIGOSMS Aplicação de Gerenciamento e Envio SMS Sumário Introdução...3 Visão Geral do Software...4 Regras SMS...5 Ativar Inicialização Automática...6 Configurações...7 Log...8 Aplicação de Gerenciamento

Leia mais

Gerência de Projetos e Qualidade de Software. Prof. Walter Gima

Gerência de Projetos e Qualidade de Software. Prof. Walter Gima Gerência de Projetos e Qualidade de Software Prof. Walter Gima 1 Plano de Ensino e Aprendizagem 2 3 Objetivos CONTEÚDO Se preparar para o inicio de um projeto Acompanhamento projeto Controles Métricas

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Instituto Superior Politécnico de Ciências e Tecnologia Redes de Computadores Prof Pedro Vunge I Semestre de 2017 SUMÁRIO I - Introdução às Redes de Computadores 1.4 Principais componentes de uma rede

Leia mais

Redes de Computadores RES 12502

Redes de Computadores RES 12502 Instituto Federal de Santa Catarina Redes de Computadores Redes de Computadores RES 12502 2014 2 Área de Telecomunicações slide 1 O material para essas apresentações foi retirado das apresentações disponibilizadas

Leia mais

Redes de Computadores 2 Prof. Rodrigo da Rosa Righi - Aula 2

Redes de Computadores 2 Prof. Rodrigo da Rosa Righi - Aula 2 Roteamento Agenda Redes de Computadores 2 Prof. Rodrigo da Rosa Righi - Aula 2 professor.unisinos.br/righi rrrighi@unisinos.br Algoritmos de Roteamento Princípio da Optimalidade Algoritmo de Vetor de Distâncias

Leia mais

SIMULAÇÃO DE MÁQUINA DE REGISTRADORES COM MÁQUINA DE TURING MULTIFITA

SIMULAÇÃO DE MÁQUINA DE REGISTRADORES COM MÁQUINA DE TURING MULTIFITA SIMULAÇÃO DE MÁQUINA DE REGISTRADORES COM MÁQUINA DE TURING MULTIFITA Neste trabalho você deverá construir e testar, com a ferramenta JFLAP, uma MT multifita que simula o funcionamento de um computador

Leia mais

Redes de computadores. Monteiro, Emiliano S. Professor Out/2016

Redes de computadores. Monteiro, Emiliano S. Professor Out/2016 Redes de computadores Monteiro, Emiliano S. Professor Out/2016 Algoritmos de Roteamento Algoritmos não adaptativos: não baseiam suas decisões de roteamento em medidas ou estimativas de tráfego e da topologia

Leia mais

AULA 04 CONCEITOS DA CAMADA 02 PARTE 02

AULA 04 CONCEITOS DA CAMADA 02 PARTE 02 AULA 04 CONCEITOS DA CAMADA 02 PARTE 02 UNICAST Um endereço MAC unicast (ponto-a-ponto) é o endereço exclusivo utilizado quando um quadro é enviado de um único dispositivo transmissor para um único dispositivo

Leia mais

Programação Distribuída. Arquiteturas

Programação Distribuída. Arquiteturas Programação Distribuída Arquiteturas Programação Distribuída A arquitetura de um Sistema Distribuído diferencia entre a organização de componentes de software e a realização física. A organização de sistema

Leia mais

GERENCIADOR DE REDE NTOP

GERENCIADOR DE REDE NTOP GERENCIADOR DE REDE NTOP Anderson Escobar Hammes Rafael Schulte Marcos Pachola Horner Universidade Católica de Pelotas UCPel GERENCIAMENTO DE REDE Gerenciamento de rede é controlar todos os equipamentos

Leia mais

APLICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE TELEMETRIA À ESTAÇÕES METEOROLÓGICAS

APLICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE TELEMETRIA À ESTAÇÕES METEOROLÓGICAS APLICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE TELEMETRIA À ESTAÇÕES METEOROLÓGICAS Hans R. ZIMERMANN, Débora R. ROBERTI, Josué M. SEHNEM. 1 Introdução A telemetria é uma técnica na qual uma medição realizada

Leia mais

3 Arquitetura para a Coordenação e a Composição de Artefatos de Software

3 Arquitetura para a Coordenação e a Composição de Artefatos de Software Uma Arquitetura para a Coordenação e a de Artefatos de 23 3 Arquitetura para a Coordenação e a de Artefatos de Resumo Este capítulo apresenta a arquitetura ACCA, que é a parte central deste trabalho. A

Leia mais

CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento

CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento Capítulo 9 - Princípios Básicos de Solução de ProblemasP com Roteadores 1 Objetivos do Capítulo Aplicar e compreender os comandos: ping, telnet, show

Leia mais

Gerência de Redes Visão Geral

Gerência de Redes Visão Geral Gerência de Redes Visão Geral Cássio D. B. Pinheiro pinheiro.cassio@ig.com.br cassio.orgfree.com Sumário Gerenciamento de Redes Evolução do Gerenciamento Áreas Funcionais Elementos do Gerenciamento Plataformas

Leia mais

Funcionalidades da camada de rede

Funcionalidades da camada de rede Camada de Rede Objetivo Conhecer as características, funcionalidades e protocolos da camada de rede, especialmente os protocolos IP e ICMP Entender as principais características e princípios operacionais

Leia mais

Introdução 12 que inuenciam a execução do sistema. As informações necessárias para o diagnóstico de tais problemas podem ser obtidas através da instru

Introdução 12 que inuenciam a execução do sistema. As informações necessárias para o diagnóstico de tais problemas podem ser obtidas através da instru 1 Introdução Atualmente a demanda pela construção de novos sistemas de software tem aumentado. Junto com esse aumento também cresce a complexidade das soluções que estão sendo desenvolvidas, o que torna

Leia mais

Sistemas Distribuídos Estados globais. Vinícius Fernandes Soares Mota

Sistemas Distribuídos Estados globais. Vinícius Fernandes Soares Mota Sistemas Distribuídos Estados globais Vinícius Fernandes Soares Mota 1 2 Tópicos Tempo e relógio lógicos (revisão curta) Relógios vetoriais Estados Globais Snapshot distribuído 3 Antes... Por que a sincronização

Leia mais

Fornecer serviços independentes da tecnologia da subrede; Esconder do nível de transporte o número, tipo e a topologia das subredes existentes;

Fornecer serviços independentes da tecnologia da subrede; Esconder do nível de transporte o número, tipo e a topologia das subredes existentes; 2.3 A CAMADA DE REDE Fornece serviços para o nível de transporte, sendo, freqüentemente, a interface entre a rede do cliente e a empresa de transporte de dados (p.ex. Embratel). Sua principal função é

Leia mais

Redes de Computadores. Disciplina: Informática Prof. Higor Morais

Redes de Computadores. Disciplina: Informática Prof. Higor Morais Redes de Computadores Disciplina: Informática Prof. Higor Morais 1 Agenda Sistemas de Comunicação Histórico das Redes de Comunicação de Dados Mídias de Comunicação Meios de Transmissão Padrões e Protocolos

Leia mais

Rede de computadores Cliente- servidor. Professor Carlos Muniz

Rede de computadores Cliente- servidor. Professor Carlos Muniz Rede de computadores Professor Carlos Muniz Definição Cliente-servidor é um modelo computacional que separa clientes e servidores, sendo interligados entre si geralmente utilizando-se uma rede de computadores.

Leia mais

RIP Routing Information Protocol

RIP Routing Information Protocol Routing Information Protocol Carlos Gustavo A. da Rocha Introdução O objetivo final de qualquer protocolo de roteamento é automatizar o processo de preenchimento das tabelas de rotas de roteadores Dependendo

Leia mais

Solução para Planejamento de Redes de Comunicação sem Fio em Ambiente Rural. COPEL - Dis PUCPR - ESCOLA POLITÉCNICA Abril/2017

Solução para Planejamento de Redes de Comunicação sem Fio em Ambiente Rural. COPEL - Dis PUCPR - ESCOLA POLITÉCNICA Abril/2017 Solução para Planejamento de Redes de Comunicação sem Fio em Ambiente Rural COPEL - Dis PUCPR - ESCOLA POLITÉCNICA Abril/2017 Desafios para o projeto de uma rede de comunicação sem fio aplicada a Distribuição

Leia mais

Processamento de Dados I - 05/1

Processamento de Dados I - 05/1 Processamento de Dados I - 05/1 Prof.: Leonardo Muniz de Lima - tel.: 3335 2138 (lmuniz@inf.ufes.br) Homepage do curso: www.inf.ufes.br/~lmuniz 1 Objetivo 2 o Trabalho Computacional Fazer uma versão do

Leia mais

MARINHA DO BRASIL COMANDO DO CONTROLE NAVAL DO TRÁFEGO MARÍTIMO GUIA RÁPIDO PARA MANUSEIO DO SISTEMA CRIPTOGRÁFICO ÁTRIA

MARINHA DO BRASIL COMANDO DO CONTROLE NAVAL DO TRÁFEGO MARÍTIMO GUIA RÁPIDO PARA MANUSEIO DO SISTEMA CRIPTOGRÁFICO ÁTRIA - 1 - MARINHA DO BRASIL COMANDO DO CONTROLE NAVAL DO TRÁFEGO MARÍTIMO GUIA RÁPIDO PARA MANUSEIO DO SISTEMA CRIPTOGRÁFICO ÁTRIA Nesse passo a passo, abordaremos apenas os usos básicos do sistema, a saber:

Leia mais

Uso de Software de Monitoramento em Projetos Educacionais Metasys Monitor. Home

Uso de Software de Monitoramento em Projetos Educacionais Metasys Monitor. Home Uso de Software de Monitoramento em Projetos Educacionais Metasys Monitor Home Metasys Monitor Ferramenta de Gestão de Recursos de TI, e da sua utilização pelos usuários, em redes corporativas, telecentros

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Comunicação em Grupo Referência Sistemas operacionais modernos Andrew S. TANENBAUM Prentice-Hall, 1995 Seção 10.4 pág. 304-311 2 Comunicação em Grupo Suponha que se deseja um serviço de arquivos único

Leia mais

ALGORITMOS, ARQUITETURA E ARDUINO

ALGORITMOS, ARQUITETURA E ARDUINO INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E EMPREENDEDORISMO ALGORITMOS, ARQUITETURA E ARDUINO Prof. Dr. Daniel Caetano 2017-2 Objetivos Rever alguns conceitos iniciais de algoritmos Tomar contato com alguns conceitos de arquitetura

Leia mais

12/03/2015. Multicast e EIGRP. Prof. Alexandre Beletti. Multicast

12/03/2015. Multicast e EIGRP. Prof. Alexandre Beletti. Multicast Multicast e EIGRP Prof. Alexandre Beletti Multicast 1 Multicast Transmissão seletiva para múltiplos pontos Cada máquina escolhe se deseja ou não participar da transmissão As interfaces de rede são configuradas

Leia mais

Topologias e Classificação das RC. Prof. Eduardo

Topologias e Classificação das RC. Prof. Eduardo Topologias e Classificação das RC Prof. Eduardo Introdução As redes de computadores de modo geral estão presentes em nosso dia-a-dia. Estamos tão acostumados a utilizá-las que não nos damos conta da sofisticação

Leia mais

SSC0611 Arquitetura de Computadores

SSC0611 Arquitetura de Computadores SSC0611 Arquitetura de Computadores 20ª Aula Arquiteturas Paralelas Arquitetura MIMD com Memória Compartilhada Profa. Sarita Mazzini Bruschi sarita@icmc.usp.br Arquiteturas MIMD As arquiteturas MIMD dividem-se

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sincronização - Relógios Lógicos Capítulo 6 Agenda Relógios Lógicos Relógios de Lamport Relógios Vetoriais Algumas definições... Um sistema distribuído

Leia mais

AULA 03: PROCESSAMENTO PARALELO: MULTIPROCESSADORES

AULA 03: PROCESSAMENTO PARALELO: MULTIPROCESSADORES ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES II AULA 03: PROCESSAMENTO PARALELO: MULTIPROCESSADORES Prof. Max Santana Rolemberg Farias max.santana@univasf.edu.br Colegiado de Engenharia de Computação MULTIPROCESSADORES

Leia mais

Redes de Computadores I

Redes de Computadores I Redes de Computadores I Prof.ª Inara Santana Ortiz inara.ortiz@ifms.edu.br Aula 1 Plano de Ensino Plano de Ensino Plano de Ensino Média Final: MF = M1 + M2 2 M1 = NA + N1 M2 = NA + N2 Onde: MF = Média

Leia mais

SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA

SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA REVISÃO DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Arquitetura X Organização Arquitetura - Atributos de um Sistema Computacional como visto pelo programador, isto é a estrutura

Leia mais

Informática. Conceitos Gerais. Professor Márcio Hunecke.

Informática.   Conceitos Gerais. Professor Márcio Hunecke. Informática E-mail: Conceitos Gerais Professor Márcio Hunecke www.acasadoconcurseiro.com.br Informática CORREIO ELETRÔNICO Mozilla Thunderbird é um cliente de e-mails e notícias da Mozilla Foundation,

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Prof. Macêdo Firmino Revisão do Modelo de Camadas de Internet (TCP/IP) Macêdo Firmino (IFRN) Redes de Computadores Março de 2011 1 / 15 Redes II - Conteúdo programático (Ementa) Aulas

Leia mais

Korreio: solução integrada para a administração de sistemas de correio eletrônico baseada em software livre

Korreio: solução integrada para a administração de sistemas de correio eletrônico baseada em software livre Korreio: solução integrada para a administração de sistemas de correio eletrônico baseada em software livre Reinaldo Carvalho 1, Antônio Abelém 2 Instituto de Informática Universidade Federal do Pará (UFPA)

Leia mais

Transmissão Multicast Confiável e Experimentos na Internet

Transmissão Multicast Confiável e Experimentos na Internet Transmissão Multicast Confiável e Experimentos na Internet Jorge Allyson Azevedo Milena Scanferla, Daniel Sadoc Menasché Edmundo A. de Souza e Silva LAND - UFRJ Maio 00 Roteiro Introdução RML: uma biblioteca

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS

SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMAS OPERACIONAIS Introdução a Sistemas Operacionais Andreza Leite andreza.leite@univasf.edu.br Plano de Aula Introdução aos Sistemas Operacionais Fundamentação Teórica Evolução Histórica Características

Leia mais