Ofício Circular nº 856/2008 SFF/ANEEL. Brasília, 28 de abril de A Sua Senhoria o (a) Senhor (a) Nome Cargo Empresa Cidade Estado

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ofício Circular nº 856/2008 SFF/ANEEL. Brasília, 28 de abril de A Sua Senhoria o (a) Senhor (a) Nome Cargo Empresa Cidade Estado"

Transcrição

1 Ofício Circular nº 856/2008 SFF/ANEEL Brasília, 28 de abril de A Sua Senhoria o (a) Senhor (a) Nome Cargo Empresa Cidade Estado Assunto: Contabilização dos gastos da Administração Central. Prezado Senhor; Com o objetivo de esclarecer eventuais dúvidas a respeito da contabilização dos gastos na conta Administração Central, e considerando que a redação do subitem 15 da Instrução Contábil Resultado do Exercício, do Manual de Contabilidade do Serviço Público de Energia Elétrica, foi alterada pelo Despacho nº 294/SFF/ANEEL, datado de 1º de fevereiro de 2008, esta Superintendência optou por apresentar um exemplo com valores hipotéticos que poderá auxiliar na compreensão da Instrução Contábil. 2. Conforme consta no item 15 da referida Instrução Contábil, uma parcela das despesas de Administração Central deverá ser atribuída às Ordens em Curso pelo sistema de rateio. Para atribuir essa parcela às Ordens em Curso, os gastos incorridos no mês na conta Despesas de Administração Central deverão primeiramente ser proporcionalizados diretamente em relação aos totais entre os gastos incorridos no mês nas Naturezas de Gastos 01 Pessoal e 21 Serviços de Terceiros nas Ordens em Curso (subgrupos 112 e 132) e nas Unidades Operativas UO (contas Geração Usinas Custo de Operação, Transmissão Rede Básica Custo de Operação, Distribuição Linhas, Redes e Subestações Custos de Operação e Comercialização Comercialização de Energia Elétrica Custo de Operação). 3. A parcela a ser atribuída às Ordens em Curso OC será determinada pela aplicação da taxa de até 10% (dez por cento) sobre o quantum das despesas de Pessoal, Natureza de Gastos 01, e de Serviços de Terceiros, Natureza de Gastos 21, registrada no mês, nas Ordens em Curso, limitada ao valor proporcional apurado na forma do parágrafo anterior para as Ordens em Curso. 4. Para ilustrar o que está previsto na Instrução Contábil, apresentamos dois exemplos de alocação dos valores de despesas da Administração Central às Ordens em Curso e às Unidades Operativas. DRL

2 (Fls. 2 do Ofício Circular n /2008-SFF/ANEEL, de / /2008) EXEMPLO 01 Transferência dos gastos da conta Administração Central para as Ordens em Curso quando o valor proporcionalizado às Ordens em Curso não supera o limite de 10% previsto na redação do MCSPEE. Rateio da Administração Central Administração Administração Central 2.600, Despesas de Adm. Central 1.500, Custo do Serviço Prestado 350, Despesa com Vendas 700, Outras Despesas 50,00 1º Passo Identificação da relação percentual entre os valores das Naturezas de Gastos - NG S 01 e 21 (controlados em registro suplementar) nas Ordens em Curso (112 e 132) e nas Unidades Operativas (conta 615). OC 112.XX.X , X.X.9.0X , ,00 90% UO/UA , , , , , , , , ,00 10% Total: ,00 = 100% 2

3 (Fls. 3 do Ofício Circular n /2008-SFF/ANEEL, de / /2008) 2º Passo Identificação do valor limite a ser transferido da conta Administração Central para as Ordens em Curso (contas 112 e 132) ,00 x 90% = 1.350,00 (OC) Total dos Gastos de Administração Central 1.500,00 Limite apurado no 1º passo 90% ,00 3º Passo Calcular o valor a ser rateado no limite de 10% das Ordens em Curso. Total dos Gastos com Pessoal (NG 01) e Serviços de Terceiros (NG 21) nas Ordens em Curso ,00 Limite de 10% ,00 Neste exemplo, após o cálculo da proporcionalidade, verifica-se que o valor proporcionalizado às Ordens em Curso (2º Passo) não supera o limite de 10% previsto na redação do MCSPEE, que nesse exemplo representa o montante de 1.350,00. O valor restante será transferido para as Unidades Operativas. 4º Passo Contabilização da transferência da respectiva parcela do rateio para Ordens em Curso (conta 112 e 132) (D) 112.XX - Ordens em Curso e 132.0X.X.9.0X - Imobilizado em Curso R$ 1.350,00 (C) Transferências para Ordens em Curso R$ 1.350,00 EXEMPLO 02 Transferência dos gastos da conta Administração Central para as Ordens em Curso quando o valor proporcionalizado às Ordens em Curso supera o limite de 10% previsto na redação do MCSPEE. Rateio da Administração Central Administração Administração Central , Despesas de Adm. Central , Custo do Serviço Prestado 3.500, Despesa com Vendas 2.000, Outras Despesas 500,00 3

4 (Fls. 4 do Ofício Circular n /2008-SFF/ANEEL, de / /2008) 1º Passo Identificação da relação percentual entre os valores das Naturezas de Gastos - NG S 01 e 21 (controlados em registro suplementar) nas Ordens em Curso (112 e 132) e nas Unidades Operativas (conta 615). OC 112.XX.X 4.000, X.X.9.0X 3.500, ,00 75% UO/UA , , , , , , , , ,00 25% Total: ,00 = 100% 2º Passo Identificação do valor limite a ser transferido da conta Administração Central para as Ordens em Curso (contas 112 e 132) ,00 x 75% = 7.500,00 (OC) Total dos Gastos de Administração Central ,00 Limite apurado no 1º passo 75% ,00 3º Passo Calcular o valor a ser rateado no limite de 10% das Ordens em Curso. Total dos Gastos com Pessoal (NG 01) e Serviços de Terceiros (NG 21) nas Ordens em Curso 7.500,00 Limite de 10% - 750,00 Neste segundo exemplo, após o cálculo da proporcionalidade, verifica-se que o valor proporcionalizado às Ordens em Curso (2º Passo) supera o limite de 10% previsto no item 15 da Instrução Contábil Resultado do Exercício. Dessa forma, apenas a parcela correspondente ao percentual limite de 10% poderá ser transferida para as Ordens em Curso, sendo o restante alocado às Unidades Operativas. 4

5 (Fls. 5 do Ofício Circular n /2008-SFF/ANEEL, de / /2008) 4º Passo Contabilização da transferência da respectiva parcela do rateio para Ordens em Curso (conta 112 e 132) (D) 112.xx Ordens em Curso e 132.0X.X.9.0X - Imobilizado em Curso R$ 750,00 (C) Transferências para Ordens em Curso R$ 750,00 5. Colocamo -nos à disposição de V.S.ª para quaisquer outros esclarecimentos que se fizerem necessários. Atenciosamente, ANTONIO GANIM Superintendente de Fiscalização Econômica e Financeira 5

6 ANEXO I Ao Ofício Circular nº /2008 SFF/ANEEL, de / /2008 RELAÇÃO DAS CONCESSIONÁRIAS DESTINATÁRIAS DO PRESENTE OFÍCIO CIRCULAR DRL

1 Aplicação de Custos Indiretos de Fabricação (CIF)

1 Aplicação de Custos Indiretos de Fabricação (CIF) 1 Aplicação de Custos Indiretos de Fabricação (CIF)... 1 1.1 O problema das variações Sazonais de CIF... 1 1.2 A solução proposta... 1 1.2.1 Determinação de uma taxa prevista de aplicação de CIF... 2 1.2.2

Leia mais

Prof. Dr. Silvio Aparecido Crepaldi.

Prof. Dr. Silvio Aparecido Crepaldi. 1 2 Os objetivos deste capítulo são: Ensinar a calcular o custo de um produto ou serviço por meio do sistema de custeio por absorção. Justificar os critérios utilizados nesse cálculo, identificando suas

Leia mais

Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto FEA.RP Universidade de São Paulo. Análise de Custos

Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto FEA.RP Universidade de São Paulo. Análise de Custos Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto FEA.RP Universidade de São Paulo Análise de Custos Capítulo 5: Esquema Básico da Contabilidade de Custos Profa. Luciana C. Siqueira

Leia mais

IMPACTOS TRIBUTÁRIOS DA LEI /2014 NO SETOR ELÉTRICO

IMPACTOS TRIBUTÁRIOS DA LEI /2014 NO SETOR ELÉTRICO IMPACTOS TRIBUTÁRIOS DA LEI 12.973/2014 NO SETOR ELÉTRICO Sumário: Contratos de Concessão de Serviço Público (OCPC 05 e ICPC 01): PIS/Pasep e Cofins Regime Cumulativo e não-cumulativo: Atividade de Distribuição;

Leia mais

Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 31 Interests in Joint Ventures

Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 31 Interests in Joint Ventures Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 31 Interests in Joint Ventures Situação: PARCIALMENTE CONVERGENTE 1. Introdução O IAS 31 Interests in Joint Ventures trata da contabilização das

Leia mais

Normas Brasileiras de Contabilidade NBC T IT.01 -Interpretação Técnica NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE

Normas Brasileiras de Contabilidade NBC T IT.01 -Interpretação Técnica NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE INTERPRETAÇÃO TÉCNICA NBC T 10.8 IT.01 ENTIDADES COOPERATIVAS Esta Interpretação Técnica (IT) visa esclarecer critérios e procedimentos específicos de avaliação, de

Leia mais

Art. 2 Para os fins e efeitos desta Resolução são considerados os seguintes termos e respectivas definições:

Art. 2 Para os fins e efeitos desta Resolução são considerados os seguintes termos e respectivas definições: AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA N o 56, DE 6 DE ABRIL DE 2004. Estabelece procedimentos para acesso das centrais geradoras participantes do PROINFA, regulamentando o art.

Leia mais

SOLICITAÇÃO DE PROPOSTA TRABALHOS DE PROCEDIMENTOS PREVIAMENTE ACORDADOS NBC TSC 4400

SOLICITAÇÃO DE PROPOSTA TRABALHOS DE PROCEDIMENTOS PREVIAMENTE ACORDADOS NBC TSC 4400 SOLICITAÇÃO DE PROPOSTA TRABALHOS DE PROCEDIMENTOS PREVIAMENTE ACORDADOS NBC TSC 4400 1. OBJETO Contratação de empresa de auditoria independente para prestação de serviços de trabalhos de procedimentos

Leia mais

JUSTIFICAÇÃO DE CISÃO PARCIAL DA SÃO CARLOS EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. COM VERSÃO DE PARCELA CINDIDA PARA NOVA SOCIEDADE.

JUSTIFICAÇÃO DE CISÃO PARCIAL DA SÃO CARLOS EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. COM VERSÃO DE PARCELA CINDIDA PARA NOVA SOCIEDADE. JUSTIFICAÇÃO DE CISÃO PARCIAL DA SÃO CARLOS EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. COM VERSÃO DE PARCELA CINDIDA PARA NOVA SOCIEDADE Que celebra SÃO CARLOS EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A., companhia

Leia mais

MARGEM DE SOLVÊNCIA. Conceito e composição contábil/legal

MARGEM DE SOLVÊNCIA. Conceito e composição contábil/legal MARGEM DE SOLVÊNCIA Conceito e composição contábil/legal CONCEITO DE MARGEM DE SOLVÊNCIA Em termos contábeis solvência é quando os ativos são superiores ao passivo da entidade. A Margem de Solvência é

Leia mais

TECNISA S.A. Companhia Aberta CNPJ/MF / NIRE ESCLARECIMENTOS DA COMPANHIA À CONSULTA DA BM&FBOVESPA

TECNISA S.A. Companhia Aberta CNPJ/MF / NIRE ESCLARECIMENTOS DA COMPANHIA À CONSULTA DA BM&FBOVESPA TECNISA S.A. Companhia Aberta CNPJ/MF 08.065.557/0001-12 NIRE 35.300.331.613 ESCLARECIMENTOS DA COMPANHIA À CONSULTA DA BM&FBOVESPA TECNISA S.A. ( Companhia ), uma das maiores incorporadoras de empreendimentos

Leia mais

Comissão de Valores Mobiliários CVM At.: Gerente de Acompanhamento de Empresas-1 - Sra. Nilza Maria Silva de Oliveira

Comissão de Valores Mobiliários CVM At.: Gerente de Acompanhamento de Empresas-1 - Sra. Nilza Maria Silva de Oliveira 17 de novembro de 2016 À Comissão de Valores Mobiliários CVM At.: Gerente de Acompanhamento de Empresas-1 - Sra. Nilza Maria Silva de Oliveira BM&FBOVESPA S.A. Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros At.:

Leia mais

Empréstimos e Financiamentos

Empréstimos e Financiamentos Empréstimos e Financiamentos 1. Introdução São operações realizadas entre a empresa e instituições financeiras, visando tomar destas, recursos para investimentos (imobilizações) ou capital de giro, mediante

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO Nº., DE DE DE 2009

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO Nº., DE DE DE 2009 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO Nº., DE DE DE 2009 Aprova a inclusão de alterações no Manual de Contabilidade do Setor Elétrico, instituído pela Resolução ANEEL nº. 444, de 26 de outubro

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 358, de 9 de setembro de 2003

Instrução Normativa SRF nº 358, de 9 de setembro de 2003 Instrução Normativa SRF nº 358, de 9 de setembro de 2003 Altera a Instrução Normativa SRF nº 247, de 21 de novembro de 2002, que dispõe sobre o PIS/Pasep e a Cofins. O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL, no

Leia mais

Unidade I CONTABILIDADE GERENCIAL. Profª Divane Silva

Unidade I CONTABILIDADE GERENCIAL. Profª Divane Silva Unidade I CONTABILIDADE GERENCIAL Profª Divane Silva Objetivos Gerais Desenvolver com os alunos conhecimentos necessários para as seguintes competências: Avaliar os fundamentos teóricos da contabilidade

Leia mais

1 Rateio de custos Departamentalização Simples

1 Rateio de custos Departamentalização Simples 1 Rateio de custos Departamentalização Simples... 1 1.1 Introdução... 1 1.2 Conceito administrativo de departamentalização e sua utilização pela Contabilidade de Custos... 1 1.3 Comparação do rateio de

Leia mais

Consultoria e Assessoria Pública Ltda

Consultoria e Assessoria Pública Ltda Consultoria e Assessoria Pública Ltda Ofício n.º xxxxxxxx Araçatuba, xx de março de 2012. A Sua Excelência o Senhor Nome do destinatário Cargo do destinatário Assunto: Cronograma de das NBCASP (Portaria

Leia mais

Custos Industriais. Esquema básico da contabilidade de custos (II) Departamentalização. Esquema básico da contabilidade de custos (II)

Custos Industriais. Esquema básico da contabilidade de custos (II) Departamentalização. Esquema básico da contabilidade de custos (II) Custos Industriais Esquema básico da contabilidade de (II) Prof. M.Sc. Gustavo Meireles 1 Esquema básico da contabilidade de (II) Aprofundamento com relação à apropriação dos indiretos; Entender por que

Leia mais

CONTAS DE RESULTADO OPERAÇÕES A VISTA A PRAZO RECEITA + CAIXA + DUPLICATAS A RECEBER DESPESA - CAIXA + CONTAS A PAGAR

CONTAS DE RESULTADO OPERAÇÕES A VISTA A PRAZO RECEITA + CAIXA + DUPLICATAS A RECEBER DESPESA - CAIXA + CONTAS A PAGAR 1/5 CONTAS DE RESULTADO RECEITAS As Receitas correspondem às vendas de produtos, mercadorias ou prestação de serviços. No Balanço Patrimonial, as receitas são refletidas através da entrada de dinheiro

Leia mais

Uma Corretora que tenha firmado um Contrato de Agente Autorizado com a Administradora.

Uma Corretora que tenha firmado um Contrato de Agente Autorizado com a Administradora. GLOSSÁRIO Administradora Citibank Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Agente Autorizado Uma Corretora que tenha firmado um Contrato de Agente Autorizado com a Administradora. Ativos do

Leia mais

Custos Industriais. Esquema básico da contabilidade de custos. Separação entre custos e despesas. Esquema básico da contabilidade de custos

Custos Industriais. Esquema básico da contabilidade de custos. Separação entre custos e despesas. Esquema básico da contabilidade de custos Custos Industriais Esquema básico da contabilidade de custos Prof. M.Sc. Gustavo Meireles 1 Esquema básico da contabilidade de custos O esquema básico da contabilidade de custos prevê os seguintes passos:

Leia mais

"Aspectos Contábeis importantes do Mercado Imobiliário" Apresentação APIMEC 28/02/2013

Aspectos Contábeis importantes do Mercado Imobiliário Apresentação APIMEC 28/02/2013 "Aspectos Contábeis importantes do Mercado Imobiliário" Apresentação APIMEC 28/02/2013 AGENDA Práticas contábeis específicas à atividade imobiliária Assuntos polêmicos Pontos de atenção para análise de

Leia mais

FATO RELEVANTE CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS S/A CNPJ: / COMPANHIA ABERTA

FATO RELEVANTE CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS S/A CNPJ: / COMPANHIA ABERTA CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS S/A CNPJ: 00.001.180/0001-26 COMPANHIA ABERTA Centrais Elétricas Brasileiras S/A ( Companhia ou Eletrobras ) esclarece aos seus acionistas e ao mercado em geral que, conforme

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 1106/09, de 29 de dezembro de 2009.

LEI MUNICIPAL Nº 1106/09, de 29 de dezembro de 2009. LEI MUNICIPAL Nº 1106/09, de 29 de dezembro de 2009. Altera a Lei Complementar nº 001/06 de 13 de fevereiro de 2006, Código Tributário Municipal de Camocim e determina outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

Empresa de Transmissão do Alto Uruguai S.A.

Empresa de Transmissão do Alto Uruguai S.A. Empresa de Transmissão do Alto Uruguai S.A. Demonstrações contábeis regulatórias em 31 de dezembro de 2011 e 2010 Empresa de Transmissão do Alto Uruguai S.A. Demonstrações contábeis regulatórias em 31

Leia mais

CARTA CIRCULAR Nº 1.588

CARTA CIRCULAR Nº 1.588 CARTA CIRCULAR Nº 1.588 Comunicamos que o item 3 das seções 11 7 11, 13 6 6, 16 7 11 e 17 8 8 do Manual de Normas e Instruções (MNI) passa a vigorar com a redação constante das folhas anexas. 2. Em decorrência

Leia mais

Tributação Indireta no contexto do IFRS. Possíveis Impactos no ICMS/ISS

Tributação Indireta no contexto do IFRS. Possíveis Impactos no ICMS/ISS Tributação Indireta no contexto do IFRS Possíveis Impactos no ICMS/ISS Reunião GEDEC 28/10/2015 Escopo da Apresentação Foram analisados os CPCs que possam gerar controvérsias ou possíveis impactos fiscais

Leia mais

Esquema Básico de Custos (Absorção)

Esquema Básico de Custos (Absorção) Esquema Básico de Custos (Absorção) Vamos exemplificar o esquema básico da Contabilidade de Custos, lembrando que é parte relativa a utilização de Custos para Avaliação de Estoques para fins fiscais e

Leia mais

Fonseca, Alan Sales da. Contabilidade de custos: classificação de custos / Alan Sales da Fonseca. Varginha, slides; il.

Fonseca, Alan Sales da. Contabilidade de custos: classificação de custos / Alan Sales da Fonseca. Varginha, slides; il. Fonseca, Alan Sales da. F676c Contabilidade de custos: classificação de custos / Alan Sales da Fonseca. Varginha, 2015. 23 slides; il. Sistema requerido: Adobe Acrobat Reader Modo deacesso: World Wide

Leia mais

PROPOSTA DA DIRETORIA

PROPOSTA DA DIRETORIA PROPOSTA DA DIRETORIA Senhores Acionistas: A Diretoria da COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO ( Companhia ) vem propor à Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária o Plano de Investimentos para o ano

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO- DVA FLUXOGRAMA 1 3 (1 2) 5 (3 4) 7 (5+6)

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO- DVA FLUXOGRAMA 1 3 (1 2) 5 (3 4) 7 (5+6) DEMONSTRAÇÃO DO VALOR - DVA FLUXOGRAMA 1 3 (1 2) 5 (3 4) 7 (5+6) VENDAS Vendas Operacionais Vendas não Operacionais PDD- Constituição/Reversão VALOR BRUTO VALOR LIQUIDO VALOR TOTAL A DISTRIBUIR 2 4 6 INSUMOS

Leia mais

Custos Diretos são facilmente alocados à produção. E os custos indiretos?

Custos Diretos são facilmente alocados à produção. E os custos indiretos? Custos Diretos são facilmente alocados à produção. E os custos indiretos? Custeio significa apropriação de custos. Custeio por absorção Custeio Variável Custeio ABC Custeio por absorção: é derivado de

Leia mais

DECRETO Nº 2.655, DE 2 DE JULHO DE 1998.

DECRETO Nº 2.655, DE 2 DE JULHO DE 1998. DECRETO Nº 2.655, DE 2 DE JULHO DE 1998. Regulamenta o Mercado Atacadista de Energia Elétrica, define as regras de organização do Operador Nacional do Sistema Elétrico, de que trata a Lei nº 9.648, de

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.025, DE 29 DE JUNHO DE 2010.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.025, DE 29 DE JUNHO DE 2010. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.025, DE 29 DE JUNHO DE 2010. Nota Técnica nº 212/2010-SRE/ANEEL Relatório Voto Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL PRIMEIRO TERMO ADITIVO AO CONTRATO DE CONCESSÃO PARA GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA N o 010/1997 - ANEEL COMPANHIA DE ELETRICIDADE

Leia mais

Boletim das Usinas Eólicas

Boletim das Usinas Eólicas www.ccee.org.br Nº Abril/ O Boletim das Usinas Eólicas é uma publicação mensal que apresenta os resultados consolidados de geração, garantia física e capacidade instalada das usinas eólicas cadastradas

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC T 16 NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC T 16 NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC T 16 NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBC T 16.9 DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇÃO E EXAUSTÃO Conteúdo Item DISPOSIÇÕES GERAIS 1 OBJETIVOS E

Leia mais

CNPJ /

CNPJ / 1 CNPJ 07.522.669/0001-92 Demonstrações Contábeis Regulatórias dos Exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 Conteúdo Balanço Patrimonial Regulatório 3 Demonstração do Resultado Regulatória 5

Leia mais

FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA.

FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA. FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA gleicilene@unifei.edu.br Formação do Preço de Venda Fatores que influenciam a formação de preço de um produto ou serviço: Decisões da Concorrência: preço corrente, limitação

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.041, DE 10 DE AGOSTO DE 2010

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.041, DE 10 DE AGOSTO DE 2010 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.041, DE 10 DE AGOSTO DE 2010 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição

Leia mais

Balanço Energético. Versão 1.0

Balanço Energético. Versão 1.0 ÍNDICE BALANÇO ENERGÉTICO 4 1. Introdução 4 1.1. Lista de Termos 6 1.2. Conceitos Básicos 7 2. Detalhamento do Cálculo do 10 2.1. Cálculo do 10 2 Controle de Alterações Revisão Motivo da Revisão Instrumento

Leia mais

DECRETO Nº , DE 31 DE JULHO DE 2002

DECRETO Nº , DE 31 DE JULHO DE 2002 DECRETO Nº 46.966, DE 31 DE JULHO DE 2002 Introduz alterações no Regulamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços - RICMS e dá outras providências GERALDO ALCKMIN, Governador

Leia mais

1. CONTABILIDADE DE CUSTOS

1. CONTABILIDADE DE CUSTOS 1. CONTABILIDADE DE CUSTOS A Contabilidade de Custos é o processo ordenado de usar os princípios da contabilidade geral para registrar os custos de operação de um negócio, de tal maneira que, com os dados

Leia mais

DEPARTAMENTALIZAÇÃO MÉTODO DE CUSTEIO

DEPARTAMENTALIZAÇÃO MÉTODO DE CUSTEIO DEPARTAMENTALIZAÇÃO MÉTODO DE CUSTEIO Os critérios de rateio apesar de buscarem alguma lógica em sua escolha, são, no fundo, formas arbitrárias de alocação de custos, que acabam por gerar distorções na

Leia mais

CONTABILIDADE DE CUSTOS PROFESSOR: Salomão Dantas Soares TURMA: 4º CCN1

CONTABILIDADE DE CUSTOS PROFESSOR: Salomão Dantas Soares TURMA: 4º CCN1 Classificação de custos: custos diretos, custos fixos e variáveis. Separação entre custos e despesas Custos diretos e indiretos: Custos diretos São custos diretos aqueles relacionados diretamente com a

Leia mais

DISCIPLINA: Contabilidade de Custos I PROFESSOR: Fábio José Diel, Me. PERÍODO: 4º SEMESTRE/ANO: 2º/2014. ACADÊMICO(A): MATRICULA: Nota:

DISCIPLINA: Contabilidade de Custos I PROFESSOR: Fábio José Diel, Me. PERÍODO: 4º SEMESTRE/ANO: 2º/2014. ACADÊMICO(A): MATRICULA: Nota: DISCIPLINA: Contabilidade de Custos I PROFESSOR: Fábio José Diel, Me. PERÍODO: 4º SEMESTRE/ANO: 2º/2014 DATA: / /2014 ACADÊMICO(A): MATRICULA: Nota: Para realização do trabalho será necessária a utilização

Leia mais

Ministério de Minas e Energia Gabinete do Ministro

Ministério de Minas e Energia Gabinete do Ministro Ministério de Minas e Energia Gabinete do Ministro PORTARIA N o 172, DE 10 DE MAIO DE 2016 O MINISTRO DE ESTADO DE MINAS E ENERGIA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, incisos

Leia mais

ANÁLISE DE CUSTOS EM UMA EMPRESA DO SETOR METALÚRGICO DA CIDADE DE SANTA MARIA

ANÁLISE DE CUSTOS EM UMA EMPRESA DO SETOR METALÚRGICO DA CIDADE DE SANTA MARIA 1 ANÁLISE DE CUSTOS EM UMA EMPRESA DO SETOR METALÚRGICO DA CIDADE DE SANTA MARIA SOUZA, H. P. 1 TROMBINI, C. S. O. 2 CERETTA, P. S. 3 RESUMO Este trabalho propõe uma sistemática de alocação de custos indiretos,

Leia mais

CARTA N.º 000 / DIPRE Brasília, 11 de julho de 2016

CARTA N.º 000 / DIPRE Brasília, 11 de julho de 2016 CARTA N.º 000 / 2016 - DIPRE Brasília, 11 de julho de 2016 Assunto: Início das operações das emissoras de Classe A na Torre de TV Digital de Brasília. Prezado Senhor, Viemos através desta, cumprimentá-los

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.048, DE 19 DE AGOSTO DE 2010.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.048, DE 19 DE AGOSTO DE 2010. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.048, DE 19 DE AGOSTO DE 2010. Nota Técnica nº 254/2010-SRE/ANEEL Relatório Voto Homologação das tarifas de fornecimento de energia

Leia mais

LEI Nº 9.249, DE 26 DE DEZEMBRO DE 1995

LEI Nº 9.249, DE 26 DE DEZEMBRO DE 1995 LEI Nº 9.249, DE 26 DE DEZEMBRO DE 1995 Altera a Legislação do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas, bem como da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, e dá outras providências. Art. 13. Para efeito

Leia mais

PONTO DE EQUILÍBRIO CONTABILIDADE DE CUSTOS. Revisão de conceitos... CONTABILIDADE DE CUSTOS. Revisão de conceitos... GASTOS

PONTO DE EQUILÍBRIO CONTABILIDADE DE CUSTOS. Revisão de conceitos... CONTABILIDADE DE CUSTOS. Revisão de conceitos... GASTOS PONTO DE EQUILÍBRIO CONTABILIDADE DE CUSTOS Revisão de conceitos... GASTOS é uma expressão mais genérica, significa aquisição de algo, compra. É o sacrifício financeirodespendido pela empresa na aquisição

Leia mais

Métodos de Custeamento. Profª Ma. Máris de Cássia Ribeiro Vendrame

Métodos de Custeamento. Profª Ma. Máris de Cássia Ribeiro Vendrame Métodos de Custeamento Profª Ma. Máris de Cássia Ribeiro Vendrame Método de Custeamento RKW ou Pleno e Integral Também denominado método de custeio pleno ou integral, foi desenvolvido na Alemanha no início

Leia mais

Apresentação Col E e du t ca o çã r o e Cors po rd ati e va custos

Apresentação Col E e du t ca o çã r o e Cors po rd ati e va custos COLETORES DE CUSTO Apresentação Coletores Educação Corporativa de custos 1 ÍNDICE 2 Coletores de custos I. Cadastros II. Estruturas III. Rateios IV. Apuração do custo de produção V. Contabilização VI.

Leia mais

Mecânica de acumulação Grau de absorção

Mecânica de acumulação Grau de absorção ADM - 033 ADMINISTRAÇÃO DE CUSTOS - II Prof. Luiz Guilherme Azevedo Mauad, Dr. mauad@unifei.edu.br 2010 Classificação dos sistemas de custeio Característica Mecânica de acumulação Grau de absorção Momento

Leia mais

de 1º de julho de 2008 até 31 de dezembro de 2008: Z = 0,20

de 1º de julho de 2008 até 31 de dezembro de 2008: Z = 0,20 TÍTULO : DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS 29 Página 1 de 5 CARTA-CIRCULAR Nº 3.315 Esclarece sobre os procedimentos para o cálculo da parcela do Patrimônio de Referência Exigido (PRE) referente ao risco operacional

Leia mais

Instrução DC/PREVIC Nº 3, de 10/10/2012 (Federal)

Instrução DC/PREVIC Nº 3, de 10/10/2012 (Federal) Instrução DC/PREVIC Nº 3, de 10/10/2012 (Federal) Data D.O.: 15/10/2012 Dispõe sobre procedimentos relativos ao recolhimento da Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar - TAFIC. A Diretoria

Leia mais

VOTO. INTERESSADO: Cemig Geração e Transmissão S.A. CEMIG-GT. RESPONSÁVEL: Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão SRT

VOTO. INTERESSADO: Cemig Geração e Transmissão S.A. CEMIG-GT. RESPONSÁVEL: Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão SRT VOTO PROCESSO: 48500.003437/2013-13 INTERESSADO: Cemig Geração e Transmissão S.A. CEMIG-GT. RELATOR: Diretor Edvaldo Alves de Santana. RESPONSÁVEL: Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão

Leia mais

Perfil Energia gerada

Perfil Energia gerada 1. Perfil A AES Tietê, uma das geradoras do grupo AES Brasil, é uma Companhia de capital aberto com ações listadas na BM&FBovespa e está autorizada a operar como concessionária de uso do bem público, na

Leia mais

Métodos de Custeio. Prof. Alan S. Fonseca. Fonseca, Alan Sales da. Métodos de custeio / Alan Sales da Fonseca. Varginha, slides; il.

Métodos de Custeio. Prof. Alan S. Fonseca. Fonseca, Alan Sales da. Métodos de custeio / Alan Sales da Fonseca. Varginha, slides; il. Métodos de Custeio F676m Fonseca, Alan Sales da. Métodos de custeio / Alan Sales da Fonseca. Varginha, 2015. 19 slides; il. Sistema requerido: Adobe Acrobat Reader Modo de Acesso: World Wide Web 1. Contabilidade

Leia mais

ANEXO II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO ANEXO 9-1-II DA INSTRUÇÃO CVM Nº. 481/ (R$) ,29

ANEXO II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO ANEXO 9-1-II DA INSTRUÇÃO CVM Nº. 481/ (R$) ,29 ANEXO II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO ANEXO 9-1-II DA INSTRUÇÃO CVM Nº. 481/2009 1. Informar o lucro líquido do exercício. (R$) 864.940.364,29 2. Informar o montante global e o valor por ação dos dividendos,

Leia mais

Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 9ª RF

Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 9ª RF 1 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 9ª RF Solução de Consulta nº 1 - SRRF09/Disit Data 9 de janeiro de 2013 Processo **** Interessado **** CNPJ/CPF **** ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA

Leia mais

22/04/2013 ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA. Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) DEPRECIAÇÃO, CUSTOS FIXOS E CUSTOS VARIÁVEIS

22/04/2013 ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA. Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) DEPRECIAÇÃO, CUSTOS FIXOS E CUSTOS VARIÁVEIS ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031 DEPRECIAÇÃO, CUSTOS FIXOS E CUSTOS VARIÁVEIS 1 CONCEITO Os Bens Patrimoniais, devido ao uso e pelo desgaste natural

Leia mais

Contabilidade de Custos Decifrada

Contabilidade de Custos Decifrada 1 Elementos do custo... 1 1.1 Mão de Obra... 1 1.1.1 Conceitos iniciais... 1 1.1.2 Custo da mão de obra x folha de pagamento... 2 1.1.3 Mão de obra direta... 4 1.1.4 Mão de obra indireta... 5 1.1.5 Tempo

Leia mais

RAÍZEN ENERGIA S.A. Companhia Aberta Categoria B CNPJ / NIRE ESCLARECIMENTOS SOBRE NOTÍCIA VEICULADA NA IMPRENSA

RAÍZEN ENERGIA S.A. Companhia Aberta Categoria B CNPJ / NIRE ESCLARECIMENTOS SOBRE NOTÍCIA VEICULADA NA IMPRENSA RAÍZEN ENERGIA S.A. Companhia Aberta Categoria B CNPJ 08.070.508/0001-78 NIRE 35.300.339.16-9 ESCLARECIMENTOS SOBRE NOTÍCIA VEICULADA NA IMPRENSA RAÍZEN ENERGIA S.A. ( Raízen Energia ), em atenção ao OFÍCIO

Leia mais

ANO XXV ª SEMANA DE MAIO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 18/2014

ANO XXV ª SEMANA DE MAIO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 18/2014 ANO XXV - 2014-1ª SEMANA DE MAIO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 18/2014 IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA DIPJ 2014 - PESSOAS JURÍDICAS E EQUIPARADAS - DISPOSIÇÕES GERAIS... Pág. 276 SIMPLES NACIONAL DASN-SIMEI

Leia mais

PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA 2012

PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA 2012 PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA 2012 PREMISSAS 1. Base estatística + projeção por departamento, consolidando nos centros de resultado; 2. Taxa de Câmbio futura definida pelo Banco Central; 3. IPCA para dissídio

Leia mais

Comunicado Cetip n 044/ de abril de 2014

Comunicado Cetip n 044/ de abril de 2014 Comunicado Cetip n 044/2014 29 de abril de 2014 Assunto: Divulgação do Ofício Circular CVM/SMI/Nº 002/2014, referente à Instrução CVM Nº 542/2013 Art. 21, 1º O Diretor-Presidente da CETIP S.A. MERCADOS

Leia mais

ADVANCED DIGITAL HEALTH MEDICINA PREVENTIVA S.A. Companhia Aberta CNPJ/MF nº / NIRE COMUNICADO AO MERCADO

ADVANCED DIGITAL HEALTH MEDICINA PREVENTIVA S.A. Companhia Aberta CNPJ/MF nº / NIRE COMUNICADO AO MERCADO ADVANCED DIGITAL HEALTH MEDICINA PREVENTIVA S.A. Companhia Aberta CNPJ/MF nº 10.345.009/0001-98 NIRE 35.300.362.462 COMUNICADO AO MERCADO ESCLARECIMENTOS SOBRE CONSULTAS CVM/BOVESPA Barueri, 30 de Janeiro

Leia mais

FUCAPE Business School Exercícios de múltipla escolha CPCs

FUCAPE Business School Exercícios de múltipla escolha CPCs FUCAPE Business School Exercícios de múltipla escolha CPCs Instruções: - responda apenas 10 perguntas desta lista. A folha com as respostas entrega deverá ser realizada ao início do próximo encontro (21

Leia mais

Assunto: Contabilização do pagamento da Contribuição ao Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público PIS/PASEP

Assunto: Contabilização do pagamento da Contribuição ao Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público PIS/PASEP Nota Técnica n 003/2012/GECON Vitória, 08 de Março de 2012. Assunto: Contabilização do pagamento da Contribuição ao Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público PIS/PASEP

Leia mais

Conteúdo Programático Contabilidade Geral Básica - CGB [2ª Edição]

Conteúdo Programático Contabilidade Geral Básica - CGB [2ª Edição] Conteúdo Programático Contabilidade Geral Básica - CGB [2ª Edição] CAPÍTULO I. Introdução ao Curso de Contabilidade Introdução ao Curso de Contabilidade 1. Contabilidade. 2. Contabiliza.se o quê. 3. O

Leia mais

Vale S.A. - Estrada de Ferro Carajás Relatório dos auditores independentes sobre a aplicação de procedimentos previamente acordados em 31 de março de

Vale S.A. - Estrada de Ferro Carajás Relatório dos auditores independentes sobre a aplicação de procedimentos previamente acordados em 31 de março de Vale S.A. - Estrada de Ferro Carajás Relatório dos auditores independentes sobre a aplicação de procedimentos previamente acordados em 31 de março de 2012 Relatório dos auditores independentes sobre a

Leia mais

ANEXO I MODELO DE PROJEÇÕES FINANCEIRAS BALANÇO PATRIMONIAL

ANEXO I MODELO DE PROJEÇÕES FINANCEIRAS BALANÇO PATRIMONIAL ANEXO I MODELO DE PROJEÇÕES FINANCEIRAS BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) MÊS 1 MÊS 2 MÊS 3 MÊS N ATIVO ATIVO CIRCULANTE Disponível Aplicações Aplicações Vinculadas a Provisões Técnicas Aplicações

Leia mais

CIRCULAR SUSEP Nº 373/2008 Ter, 24 de Março de :01 - Última atualização Ter, 24 de Março de :05

CIRCULAR SUSEP Nº 373/2008 Ter, 24 de Março de :01 - Última atualização Ter, 24 de Março de :05 CIRCULAR SUSEP Nº 373, de 27 de agosto de 2008. Altera e consolida as instruções complementares para a operação do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre,

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 11. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua

POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 11. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 11 Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua O Financiamento do SUS: CF-88 art. 198: O SUS é financiado por recursos do Orçamento da Seguridade Social da União, dos estados, do Distrito

Leia mais

OUROCAP MULTI SONHO (OUROCAP PM06H) Processo SUSEP nº / CONDIÇÕES GERAIS GLOSSÁRIO

OUROCAP MULTI SONHO (OUROCAP PM06H) Processo SUSEP nº / CONDIÇÕES GERAIS GLOSSÁRIO U:\Comunicacao\Geral\2009\Comunicação Legal\Condições Gerais\CGPM OUROCAP MULTI SONHO (OUROCAP PM06H) Processo SUSEP nº. 15414.004296/2002-13 CONDIÇÕES GERAIS GLOSSÁRIO Subscritor - é a pessoa que subscreve

Leia mais

ELETROPAULO METROPOLITANA ELETRICIDADE DE SÃO PAULO S.A., Companhia Aberta CNPJ/MF N.º /

ELETROPAULO METROPOLITANA ELETRICIDADE DE SÃO PAULO S.A., Companhia Aberta CNPJ/MF N.º / ELETROPAULO METROPOLITANA ELETRICIDADE DE SÃO PAULO S.A. Companhia Aberta CNPJ/MF N.º 61.695.227/0001-93 NIRE 35.300.050.274 COMUNICADO AO MERCADO ALIENAÇÃO E AQUISIÇÃO DE PARTICIPAÇÃO SOCIETÁRIA ELETROPAULO

Leia mais

Eletrobrás CONTA DE DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO CDE MOVIMENTAÇÕES 2006 CARVÃO MINERAL NACIONAL DIRETORIA DE ENGENHARIA - DE

Eletrobrás CONTA DE DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO CDE MOVIMENTAÇÕES 2006 CARVÃO MINERAL NACIONAL DIRETORIA DE ENGENHARIA - DE Centrais Elétricas Brasileiras S/A DIRETORIA DE ENGENHARIA - DE CONTA DE DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO CDE MOVIMENTAÇÕES 2006 CARVÃO MINERAL NACIONAL JANEIRO/2006 CONTA DE DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO TÍTULO

Leia mais

Proposta da Administração

Proposta da Administração Proposta da Administração ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA EXPOSIÇÃO AOS ACIONISTAS ITEM I AUMENTO DO CAPITAL SOCIAL COM SUBSCRIÇÃO DE AÇÕES. A administração da Companhia encaminha proposta à Assembleia

Leia mais

PU36 Plus SITE NA INTERNET : CONDIÇÕES GERAIS GLOSSÁRIO

PU36 Plus SITE NA INTERNET :  CONDIÇÕES GERAIS GLOSSÁRIO PU36 Plus SITE NA INTERNET : www.brasilcap.com CONDIÇÕES GERAIS GLOSSÁRIO Subscritor é a pessoa que subscreve a proposta de aquisição do Título, assumindo o compromisso de efetuar o pagamento na forma

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 038, de 27 de junho de 1996 DOU de 28/06/1996 Dispõe sobre a tributação de lucros, rendimentos e ganhos de capital

Instrução Normativa SRF nº 038, de 27 de junho de 1996 DOU de 28/06/1996 Dispõe sobre a tributação de lucros, rendimentos e ganhos de capital Instrução Normativa SRF nº 038, de 27 de junho de 1996 DOU de 28/06/1996 Dispõe sobre a tributação de lucros, rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior pelas pessoas jurídicas domiciliadas

Leia mais

EXERCÍCIOS DE EPR 002 Profª Gleicilene Siqueira de Mello

EXERCÍCIOS DE EPR 002 Profª Gleicilene Siqueira de Mello EXERCÍCIOS DE EPR 002 Profª Gleicilene Siqueira de Mello 1) Questão: João é proprietário de uma empresa geradora e distribuidora de energia termoelétrico em sua pequena cidade natal. João vende seu produto

Leia mais

CENTRAIS GERADORAS EÓLICAS, SOLAR FOTOVOLTAICAS E TERMELÉTRICAS A BIOMASSA.

CENTRAIS GERADORAS EÓLICAS, SOLAR FOTOVOLTAICAS E TERMELÉTRICAS A BIOMASSA. INSTRUÇÕES PARA REQUERIMENTO AO ONS DE PARECER OU DOCUMENTO EQUIVALENTE DE ACESSO AO SISTEMA DE TRANSMISSÃO PARA FINS DE CADASTRAMENTO NA EPE COM VISTAS À HABILITAÇÃO TÉCNICA AO LEILÃO DE ENERGIA DE RESERVA

Leia mais

VOTO. RESPONSÁVEL: Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira SFF.

VOTO. RESPONSÁVEL: Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira SFF. VOTO PROCESSO: 48500.000349/2016-11 INTERESSADA: Tijoa Participações e Investimentos S.A. RELATOR: Diretor Reive Barros dos Santos RESPONSÁVEL: Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira SFF.

Leia mais

DOMUS POPULI PARTICIPAÇÕES S.A. (antiga MCM Cimentos S.A.) CNPJ/MF Nº / NIRE nº

DOMUS POPULI PARTICIPAÇÕES S.A. (antiga MCM Cimentos S.A.) CNPJ/MF Nº / NIRE nº DOMUS POPULI PARTICIPAÇÕES S.A. (antiga MCM Cimentos S.A.) CNPJ/MF Nº 11.858.621/0001-27 NIRE nº 35.300.378.024 Pela presente e em atendimento ao ofício BM&FBOVESPA GAE/CREM 171/12 recebido em 24 de janeiro

Leia mais

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30.11.2015 C(2015) 8642 final DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO de 30.11.2015 que aprova o programa operacional «Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas Programa Operacional

Leia mais

Módulo 7 Energia de Reserva. Submódulo 7.1 Apurações da energia de reserva

Módulo 7 Energia de Reserva. Submódulo 7.1 Apurações da energia de reserva Módulo 7 Energia de Reserva Submódulo 7.1 Apurações da energia ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. OBJETIVO 3. PREMISSAS 4. LISTA DE DOCUMENTOS 5. FLUXO DE ATIVIDADES 6. DESCRIÇÃO DE ATIVIDADES 7. ANEXOS Revisão Motivo

Leia mais

CONTABILIDADE DE CUSTOS. Gastos Gerais de Fabricação

CONTABILIDADE DE CUSTOS. Gastos Gerais de Fabricação CONTABILIDADE DE CUSTOS Gastos Gerais de Fabricação Conceito: compreendem todos os gastos decorrentes do processo de fabricação que não correspondem à mão-de-obra e aos materiais. Exemplos: Aluguel da

Leia mais

Conselho Federal de Contabilidade Vice-presidência de Controle Interno INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 003/2012

Conselho Federal de Contabilidade Vice-presidência de Controle Interno INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 003/2012 Conselho Federal de Contabilidade Vice-presidência de Controle Interno INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 003/2012 Brasília-DF Janeiro/2012 INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 003/2012 Processo CFC n.º 2012/000008

Leia mais

ANO XXVI ª SEMANA DE NOVEMBRO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 48/2015

ANO XXVI ª SEMANA DE NOVEMBRO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 48/2015 ANO XXVI - 2015-4ª SEMANA DE NOVEMBRO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 48/2015 ASSUNTOS CONTÁBEIS IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE - TRATAMENTO CONTÁBIL... Pág. 705 IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA GANHOS

Leia mais

Companhia Vale do Rio Doce Estrada de Ferro Vitória-Minas

Companhia Vale do Rio Doce Estrada de Ferro Vitória-Minas Companhia Vale do Rio Doce Estrada de Ferro Vitória-Minas Relatório dos Auditores Independentes sobre a Aplicação de Procedimentos Previamente Acordados em 30 de Setembro de 2007 Deloitte Touche Tohmatsu

Leia mais

Sistemas do CFC. Declaração de NÃO ocorrência - Orientação

Sistemas do CFC. Declaração de NÃO ocorrência - Orientação Sistemas do CFC Declaração de NÃO ocorrência - Orientação 1. O profissional ou representante legal deverá acessar o sítio dos Sistemas do CFC (mesmo acesso da Decore) e acessar com seu CPF e senha ou com

Leia mais

PROPOSTA À ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

PROPOSTA À ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA SENHORES ACIONISTAS: CONSIDERANDO PROPOSTA À ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA ASSUNTO: Proposta de destinação do lucro líquido do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2014 e da distribuição de dividendos

Leia mais

Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 30 de novembro de 2007.

Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 30 de novembro de 2007. Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 30 de novembro de 2007. Mercado / % sobre Aplicações/Especificação Quantidade Realização Patrimônio R$ Mil Líquido 1.DISPONIBILIDADES 3 0,00

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.199, de 14 de outubro de 2011

Instrução Normativa RFB nº 1.199, de 14 de outubro de 2011 Instrução Normativa RFB nº 1.199, de 14 de outubro de 2011 DOU de 17.10.2011 Dispõe sobre procedimentos fiscais dispensados aos consórcios constituídos nos termos dos arts. 278 e 279 da Lei nº 6.404, de

Leia mais

A seguir são apresentadas as informações básicas referentes às características técnicas e de operação das UHEs integrantes do Lote C.

A seguir são apresentadas as informações básicas referentes às características técnicas e de operação das UHEs integrantes do Lote C. ANEXO II CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA A EXPLORAÇÃO DAS USINAS HIDRELÉTRICAS INTEGRANTES DO LOTE C O Lote C é composto pelas Usinas Hidrelétricas Garcia, Bracinho, Cedros, Salto e

Leia mais

Alterações nas condições a serem observadas no Produto BNDES AUTOMÁTICO

Alterações nas condições a serem observadas no Produto BNDES AUTOMÁTICO CARTA-CIRCULAR Nº 43/2008 Rio de Janeiro, 29 de agosto de 2008 Ref.: Ass.: BNDES AUTOMÁTICO Alterações nas condições a serem observadas no Produto BNDES AUTOMÁTICO O Superintendente da Área de Operações

Leia mais

Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2008.

Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2008. Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2008. Mercado / % sobre Aplicações/Especificação Quantidade Realização Patrimônio R$ Mil Líquido 1.DISPONIBILIDADES 5 0,00 Depósitos

Leia mais