ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS: VANTAGEM COMPETITIVA DE JUIZ DE FORA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS: VANTAGEM COMPETITIVA DE JUIZ DE FORA"

Transcrição

1 ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS: VANTAGEM COMPETITIVA DE JUIZ DE FORA MARTINS, Anna Elisa(1); BORGES, Marcos Martins(2) (1) Universidade Federal de Juiz de Fora, (2) Universidade Federal de Juiz de Fora, Resumo Vivemos uma grande e profunda modificação na estrutura organizacional ao passar de Sociedade Industrial para a Sociedade do Conhecimento, aonde a aceleração do processo científico/tecnológico, com valorização dos ideais democráticos e humanísticos aumentou o investimento na capacidade intelectual como fonte para um desenvolvimento acelerado e sustentável. Uma vez que o custo para este tipo de investimento geralmente é muito alto, as empresas optam pelo agrupamento, geralmente em um ambiente físico definido, para potencialização, baseando algumas atividades econômicas dominantes como alavancas para expansão de outras. O objetivo deste artigo é expor como um arranjo produtivo local pode ajudar a cidade de Juiz de Fora que tenta, há quase um século, recuperar a posição de destaque pela potencialidade industrial que lhe rendeu o apelido de Manchester Mineira em outra época, graças ao seu desenvolvimento acelerado, com base nas inovações tecnológicas, utilizando para tanto, dados preliminares recolhidos por uma pesquisa de mestrado ainda em andamento, que apontam a implantação da Universidade Federal de Juiz de Fora como exemplo de sucesso. A relevância deste artigo é percebida pela grande difusão atual dos chamados Parques Científicos e Tecnológicos, aonde se debate cada vez mais a integração de forma dinâmica da ciência com a tecnologia e sua aplicação no desenvolvimento econômico, relação que sempre foi peculiar à Juiz de Fora, que desde o início dos anos de 1850 já demonstrava seu caráter inovador para acelerar seu crescimento e hoje é destaque pela grande concentração produtiva e tecno-científica da Zona da Mata Palavras-chave: Juiz de Fora, economia, tecno-científica. Abstract We have been living a great and profound change in organizational structure since we moving from Industrial Society to Knowledge Society, where the acceleration of scientific / technologica s process, associated with an appreciation of democratic and humanistic ideals increased investment in intellectual ability as a source for an accelerated and sustainable development. Since the cost for this type of investment is usually very high, companies opt for the group, usually in a physical environment defined, for empowerment, based on some dominant economic activities as levers for the expansion of others. The aim of this paper is to expose as a local productive arrangement can help the city of Juiz de Fora, who is trying for almost a century, recover the outstanding position by industrial potential which earned him the nickname "Manchester Mineira" in another time, thanks its accelerated development based on technological innovations, using for this, preliminary data collected by a research in progress, pointing to implementation of the Universidade Federal de Juiz de Fora as an example of success. The relevance of this paper is perceived by the widely current so-called Science and Technology Parks, where debate is increasingly integrated in a dynamic way of science and technology and its application in economic development, a relationship that has always been peculiar to Juiz de Fora since from the beginning of the 1850s already showed his character innovative to accelerate its growth and is now highlighted by the large concentration of production and techno-scientific from Zona da Mata. Keywords: Juiz de Fora, economy, techno-scientific. 3827

2 1. INTRODUÇÃO Uma das historiadoras teóricas urbanas mais lidas, Françoise Choay defende em seu livro de 1965 que os fatores que influenciavam a produção e consumo nos primordios da sociedade eram somente históricos/geográficos, e esses foram modificados pela inserção das industrias, que passaram a determinar os usos e espaços, exigindo cada vez mais planejamento e arranjos para a dinamica continuar funcionando com os transtornos consequentes da nova atividade (CHOAY, 2010). Considerando que a indústria interfere na vida das cidades e nas suas organizações (sociais, políticas e culturais), podemos dizer que contrário, a forma que o urbano adquire, também influencia no gerenciamento e comando das indústrias. Para tanto, Barroso (2007) afirma a necessidade de um planejamento urbano e regional que considere espaços físicos próprios (adequados para os fins e perfis específicos), assim como a qualidade urbana e do meio ambiente, como fatores imprescindíveis para atrair grandes investimentos e ocupar a mão-deobra qualificada. Se por um lado a Revolução Tecno-científica defende que o planejamento deve transcender apenas o produto, englobar todos os setores de organização, agregar valor ao bem, desenvolver uma visão sistêmica voltada para a oferta de serviços, soluções e adaptável à inserção de variáveis tecnológicas ao planejamento estratégico (WOLFARTH, 2004), resultado em maior liberdade às implantações das empresas, por outro, também valoriza a fixação das mesmas em um território definido, uma vez que a estabilidade física gera crescimento econômico (PIRES, 2003). Visto que nos últimos 30 anos as discussões sobre aglomerações produtivas tem adquirido uma crescente importância na economia industrial, graças às mudanças no cenário do ambiente competitivo baseado em um novo modelo tecnológico, algumas empresas, em geral pequenas e médias, se vêem com enorme dificuldade em superar barreiras principalmente nas questões relacionadas com a tecnologia e a inovação, que dependem de altos investimentos, optando então por se agrupar como forma de potencialização (COSTA, 2011). Segundo Amaral (2010) essas junções (ou pólos de crescimento) basearam algumas atividades econômicas dominantes como alavancas para expansão de outras, como se fossem uma indústria motriz, (por exemplo, clusters, distritos e parques industriais), enquanto outros ambientes conseguiram destacar-se nesse cenário ao reunir as características propícias para a inovação como aconteceram nas incubadoras, pólos de tecnologia e tecnopóles. Utilizando-se de dados e informações recolhidos pela pesquisa de mestrado ainda em andamento, o objetivo deste artigo é expor um arranjo produtivo local (Parque Científico e Tecnológico) que está sendo implantado em Juiz de Fora, com a intenção de alavancar o desenvolvimento econômico desta cidade de porte médio, que teve toda sua trajetória intrisecamente relacionada ao desenvolvimento industrial. 2. JUIZ DE FORA E OS FATORES PARA DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO A cidade de Juiz de Fora, localizada na Zona da Mata, região sudeste do estado de Minas Gerais, próxima à Serra da Mantiqueira, tenta há quase um século recuperar a posição de destaque pela potencialidade industrial que lhe rendeu em outra época o apelido de Manchester Mineira em alusão ao pioneirismo da cidade inglesa durante a Revolução Industrial, graças ao seu desenvolvimento acelerado, com base nas inovações tecnológicas (JUIZ DE FORA, 2004). Nesse tempo diversas metodologias foram desenvolvidas e implantadas sem grande sucesso, 3828

3 acompanhando as tendências de cada período: lançadas notas urbanísticas (década de 1930); zoneamento da cidade (fim da década de 1930); referências urbanas (décadas de 1940 e 1950); intervenções estatais (década de 1960), planos de Desenvolvimento Integrado (década de 1970) e planos diretores e estratégicos (décadas de 1990 e 2000), que muitas vezes não trabalhavam tanto com a realidade e investiam fora das potencialidades reais (COLCHETE FILHO; MARTINS, 2009). A cidade deve ser alvo de de diversos investimentos federais e estaduais por reunir uma série de fatores considerados atualmente os mais importantes para o desenvolvimento industrial, tais como reversão, logística, inovação e potencial de pesquisa e gestão Reversão Uma tendência que Barroso (2007) destaca é das zonas e distritos industriais em declínio passarem por um processo de reconversão e/ou implantação de parques tecnológicos, influenciados principalmente pelos investimentos cada vez maiores de recursos públicos e privados em pesquisa e desenvolvimento (P&D), inovações tecnológicas, formação de recursos humanos qualificados e proteção do conhecimento. Segundo Colchete Filho e Martins (2009), a região do Distrito Industrial de Juiz de Fora, implantada pelos planos de intervenção do Estado na década de 1960 para remodelar a economia brasileira, se encontra em declínio e em processo de invasão e apropriação indevida pelos moradores dos bairros adjacentes, por não ter uma área definida e nem contar com uma regulamentação administrativa rigorosa Logística De acordo com Bastos et al. (2009) a ampliação da concorrência e o processo de globalização fizeram com que a logística se tornasse ponto decisivo para implantação das empresas, garantindo eficiência quanto a redução de custos e atendimento ao cliente pela rapidez na movimentação das mercadorias. Com isso, o posicionamento geográfico privilegiado e a já consolidada malha ferro e rodoviária são grandes trunfos que destacam Juiz de Fora das demais cidades da região. O Plano Estratégico de Juiz de Fora (2000) relata que o município além de ser importante pólo regional da Zona da Mata Mineira e Região Serrana do Rio de Janeiro, encontra-se às margens das rodovias BR 040, BR 267 e MG 353, com malha viária de acesso às principais cidades do país e malha ferroviária integrada aos portos da região sudeste, além da proximidade dos centros fornecedores de matérias-primas e de consumo (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Vitória e São Paulo). Destacam-se ainda as demais infra-estruturas como o aeroporto Regional da Zona da Mata, o Centro de Convenções e Exposições, a Estação Aduaneira do Interior (EADI), o abundante fornecimento de energia elétrica (pelas empresas CEMIG e Cia. Força e Luz Cataguases-Leopoldina), de gás (pelo gasoduto Rio-Belo Horizonte) e o moderno sistema de comunicação realizado pelas redes de fibras óticas (GONÇALVES, 2009) Inovação Além da logística, outro fator essencial para a potencialização do setor industrial é a inovação. Pires (2003) diz que as revoluções tecno-científicas atingiram o setor industrial, obrigando-os a terem um cérebro de desenvolvimento tecnológico ajudando a estruturar a rede, aperfeiçoando seus recursos e desenvolvendo novos métodos para impulsioná-la a partir da 3829

4 estrutura territorial e investimento em tecnologia de ponta. Gonçalves (1998) então descreve o surgimento de uma nova forma de relacionamento institucional que reúne os governos, pesquisadores, universidades e empresas em um ambiente favorável à realização de estudos que possam ser aplicados no setor produtivo. Segundo ele são necessárias algumas condições para a instalação do ambiente inovativo, como a presença de universidades e instituições de pesquisa que produzam informações e contenham quantidade suficiente de cientistas e técnicos, além da disponibilidade de investidores de risco. Desde o início dos anos de 1850 a cidade já demonstrava seu caráter inovador ao desenvolver e aplicar tecnologia para acelerar seu crescimento, dados apontados por Gonçalves em 2009 a destacam como concentração produtiva e tecno-científica da Zona da Mata, respondendo por 52% das patentes da região (nos anos de 1999 a 2001), possuindo 78% do valor agregado e 93% das exportações de empresas inovadoras e de produtos diferenciados, com população com escolaridade média acima da média da região e tendo a base de pesquisa embrionária composta por instituições como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), o Instituo de Laticínios Cândido Tostes (ILTC) e a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que especializam e capacitam cada vez mais os pesquisadores da região Potencial de pesquisa e gestão Segundo definição oficial da International Association of Science Parks (2002), um parque de ciências é uma dessas formas de organização industrial gerida por profissionais especializados, que tem como objetivo aumentar a riqueza de uma comunidade, através da promoção da cultura de inovação e da competitividade entre as empresas. Esse fluxo de conhecimento e tecnologia é feito pelos processos de incubação e spin-offs, que agregam valor a esses serviços. A UFJF, por exemplo, tem a Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPG), cuja função principal é o suporte técnico aos diversos programas de especialização da instituição, como as Pós- Graduações Stricto Sensu (buscando constante ampliação, consolidação dos programas e criação de novos), as Pós-Graduações Lato-Sensu (especialização, MBA, aperfeiçoamento, residências médicas) e os cursos de Formação Continuada (atualização, treinamento e correlatos). Além do órgão que gerencia exclusivamente a especialização, também aderiu em outubro de 2007 ao Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI), uma ação acadêmica-política-estratégica do Ministério da Educação para desenvolvimento social e econômico, que teve apoio de todas as universidades federais. Com ele, foi adotada uma série de medidas para a retomada do crescimento do ensino superior publico visando a ampliação do acesso e da permanência nas instituições, à partir da criação de condições para as mesmas se expandirem física, acadêmica e pedagogicamente. (SOARES et al, 2009) A associação entre REUNI e PROPG, além de melhorar significativamente a estrutura (o financiamento permitiu a construção de novos prédios, abertura de novas vagas de ingresso e contratação de professores), em dois anos aumentou em 27,28 % o número de cursos de graduação, em 31,82 % o número de programas de pós-graduação (atualmente são 30 mestrados e 14 doutorados) e em 28,38% o número de defesas de dissertações e teses. Em Juiz de Fora esse crescente aumento em de instituições que incentivam a pesquisa, a especialização da mão de obra, além das demais estruturas disponíveis, a fazem uma excelente candidata a receber investimentos do porte de Parques Tecnológicos. 3830

5 3. A UFJF COMO ARRANJO LOCAL, INTEGRANDO DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO-EDUCACIONAL A cidade além de cenário para a recepção dos investimentos, com a decadência do perfil industrial baseado em inovações, foi ao longo dos anos se transformando em prestadora de serviços até chegar atualmente, ao status de referência em educação. A implantação do sistema educacional do municipio iniciou-se com a modernização da economia, no final do século XIX, pela abertura de cursos profissinalizantes ligados à intituições religiosas, que progressivamente geraram faculdades laicas, sob supervisão do Estado. Apesar de ser decorrente de um boom econômico, o mesmo não sofreu decadência junto com o setor industrial: pelos anos de 1950 registrava quase 22 mil estudantes em vários níveis de ensino (DELAGE, 2006). Segundo Carvalho (2006) para garantir o caráter federativo das intituições de ensino superior, combatendo às disparidades regionais na busca de um desenvolvimento científicoeducacional mais homogênio, a União criou uma universidade local, com a participação dos estudantes, professores e imprensa, unindo em um só território as várias Faculdades isoladas de Juiz de Fora. Essa contextualização pode ser entendida como estratégia para o planejamento das ações, já que um dos melhores exemplos que temos da potencialização de um setor à partir da reunião de partes em um local definido, compartilhando infra-estrutura e gestão, é o da Universidade Federal de Juiz de Fora, instituição responsável pela implantação do Parque Científico e Tecnológico de Juiz de Fora e Região. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS O mundo contemporâneo, globalizado, exige uma constante adaptação das empresas quanto à interação dos atores e na elaboração de estratégias/ações que considerem o desenvolvimento de tecnologias e inovações como itens obrigatórios. Para tanto, as universidades que antigamente contavam com o capital humano como maior atrativo, necessitam envolver organizações e propor ações que atendam às exigências, assim como a capacitação e adequação dos serviços prestados, agregando valor aos produtos, potencializando as habilidades de criação, coleta, organização, transferência e compartilhamento de informações através da sistematização dos seus processos e do ambiente físico. As preparações para a aderência das instituições de ensino superior à sociedade do conhecimento demandam um forte investimento na capacitação continua e permanente de seu capital humano, na definição das políticas estratégicas de desenvolvimento e melhoria da infra-estrutura de tecnologia, assim como o compartilhamento de conhecimento entre as instituições e a formação de redes de cooperação, fixas em um único espaço delimitado. O estudo é justificado pela necessidade de expor a experiência de cidades cuja estratégia de desenvolvimento econômico e social vem da implantação de organizações industriais baseadas em inovação tecnológica. Essa associação entre empresas, governos, pesquisadores e universidades, além de disseminar o conhecimento, agrega valor aos produtos, aumentando a produção e conseqüentemente a competitividade no mercado, que quando reunidas em um único espaço, deixam de ser adversárias e passam a lutar juntas por um bem comum. Uma vez que esta pesquisa ainda encontra-se em fase de desenvolvimento, recomenda-se estudos mais profundos sobre o tema e a divulgação de outras experiências, incentivando assim novas oportunidades e idéias que surjam à partir da semente plantada. 3831

6 REFERÊNCIAS AMARAL, M. E. M. Vantagem competitiva em arranjos produtivos locais: O caso do pólo moveleiro de Ubá, MG f. Dissertação (Mestrado em Sistemas de Gestão) Faculdade de Economia, Universidade Federal Fluminense, Niterói, BARROSO, F. R. Fatores de localização de empresas de Tecnologia da Informação em Parques Tecnológicos do Estado do Rio Grande do Sul f. Dissertação (Mestrado em Administração) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, BASTOS, S. Q. de A., et al. Plataforma logística: estudo da viabilidade de implantação em Juiz de Fora (MG) via caracterização das mercadorias transportadas entre Minas Gerais e Rio de Janeiro. Revista de Economia, Paraná, v. 33, n. 1, p , jan./abril CARVALHO, H. H. B.; GOMES, F. J. Educação em controle e automação em ambiente adverso: estudo de caso de uma experiência tutorial. In: COBENGE, 34, 2006, Passo Fundo. Anais... Passo Fundo: Universidade de Passo Fundo, CHOAY, F. O Urbanismo: utopias e realidades, uma antologia. 6. ed. São Paulo: Perspectiva, p. COLCHETE FILHO, A. F.; MARTINS, A. E. Áreas industriais e forma urbana: a difícil relação entre estratégia comercial e resultado ambiental Juiz de Fora, MG. In: SEMINÁRIO CIDADE INDÚSTRIA, 3, 2009, São Paulo. Anais... São Paulo: Universidade São Judas, COSTA, W. As relações internacionais frente a globalização The international relations in the face of Globalization. Revista Idea, Uberlândia, v. 2, n. 2, jan./jul DELAGE, A. E. G. O currículo da disciplina Filosofia da Educação: sua história e construção na Universidade Federal de Juiz de Fora f. Dissertação (Mestrado em Educação), Universidade Católica de Petrópolis, Petrópolis, GONÇALVES, E. Possibilidades e limites para o desenvolvimento da indústria de alta tecnologia em Juiz de Fora f. Dissertação (Mestrado em Economia) Faculdade de Ciências Econômicas, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Potencial de desenvolvimento econômico e tecnológico de Juiz de Fora e região de influência. Juiz de Fora, 29 mar (Documento elaborado por solicitação da SEDETEC/UFJF). 49 p. INTERNATIONAL ASSOCIATION OF SCIENCE PARKS. International Board. Report Report. Disponível em: <http://www.iasp.ws/publico/index.jsp?enl=1>. Acesso em: 26 de julho de JUIZ DE FORA. Planejamento Estratégico da cidade de Juiz de Fora. Juiz de Fora: FUNALFA, p. Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano. Juiz de Fora: FUNALFA, p. PIRES, H. F. Inovação Tecnológica e Desenvolvimento da Cibercidade: O advento da Cibercidade. In: SIMPÓSIO INTERNACIONAL CYBERCITY, 2003, São Paulo. Anais... São Paulo: Cybercity, SOARES, T. C. et al. Reuni e as fontes de financiamento das universidades federais brasileiras. In: COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE GESTÃO UNIVERSITÁRIA NA AMÉRICA DO SUL, 9, 2009, Florianópolis. Anais... Florianópolis, WOLFARTH, C. P. Parques Tecnológicos: uma proposta de modelo de gestão à partir do estudo de caso do Pólo de Informática de São Leopoldo f. Dissertação (Mestrado em Economia) Faculdade de Ciências Econômicas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, AGRADECIMENTOS Nossos agradecimentos à CAPES, agência fomentadora da pesquisa de mestrado que originou este artigo, cuja bolsa CAPES/REUNI, permitiu a realização do estudo em dedicação exclusiva. 3832

EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS

EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS EIXO III - CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO

Leia mais

Parque Científico e Tecnológico de Macaé

Parque Científico e Tecnológico de Macaé Parque Científico e Tecnológico de Macaé Carlos Eduardo Lopes da Silva¹ Ramon Baptista Narcizo² Joelson Tavares Rodrigues³ Resumo Este artigo apresenta os principais conceitos e estratégias que apóiam

Leia mais

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas.

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas. Extensão ETENSÃO A implementação da politica de Extensão, no Instituto Federal do Amazonas reafirma a missão deste Instituto e seu comprometimento com o desenvolvimento local e regional promovendo a integração

Leia mais

Gestão de Propriedade Intelectual aplicada ao Desenvolvimento de Inovações e Aceleração de Empresas de Base Tecnológica

Gestão de Propriedade Intelectual aplicada ao Desenvolvimento de Inovações e Aceleração de Empresas de Base Tecnológica Gestão de Propriedade Intelectual aplicada ao Desenvolvimento de Inovações e Aceleração de Empresas de Base Tecnológica Resumo As experiências vivenciadas pela equipe da Accelera IP evidenciam a dificuldade

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO As ações de pesquisa do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas constituem um processo educativo

Leia mais

POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA Brasília, 25 de novembro de 2009 1 POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO,

Leia mais

MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA MACRO-METAS DO PROGRAMA LINHA DO TEMPO

MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA MACRO-METAS DO PROGRAMA LINHA DO TEMPO MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA 1- FORTALECER O SETOR DE SOFTWARE E SERVIÇOS DE TI, NA CONCEPÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIAS AVANÇADAS; 2- CRIAR EMPREGOS QUALIFICADOS NO PAÍS; 3- CRIAR E FORTALECER EMPRESAS

Leia mais

DESCONCENTRAÇÃO INDUSTRIAL E EMPREGO NAS REGIÕES METROPOLITANAS DE BELO HORIZONTE, GOIÂNIA E RIO DE JANEIRO.

DESCONCENTRAÇÃO INDUSTRIAL E EMPREGO NAS REGIÕES METROPOLITANAS DE BELO HORIZONTE, GOIÂNIA E RIO DE JANEIRO. DESCONCENTRAÇÃO INDUSTRIAL E EMPREGO NAS REGIÕES METROPOLITANAS DE BELO HORIZONTE, GOIÂNIA E RIO DE JANEIRO. Vivian Fernanda Mendes Merola vfmerola1@gmail.com Universidade de São Paulo Faculdade de Filosofia

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

O impacto da expansão do setor de mineração, metalurgia e de materiais no Espírito Santo na Academia

O impacto da expansão do setor de mineração, metalurgia e de materiais no Espírito Santo na Academia 1 O impacto da expansão do setor de mineração, metalurgia e de materiais no Espírito Santo na Academia Eng. Maristela Gomes da Silva, Dr. 1 Os objetivos desta primeira intervenção são apresentar a situação

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

Mestrado Profissional em Administração em Rede Nacional

Mestrado Profissional em Administração em Rede Nacional Mestrado Profissional em Administração em Rede Nacional Modalidade a Distância Santo André-SP, junho de 2011 A quem se destina Qualificação de funcionários públicos federais, estaduais e municipais. Objetivos

Leia mais

MEDICINA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA (SÍNTESE)

MEDICINA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA (SÍNTESE) PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE (SÍNTESE) Ao longo de mais de cinco décadas, a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) estruturou um ambiente acadêmico intelectualmente rico

Leia mais

MESTRADOS PROFISSIONAIS COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MESTRADOS PROFISSIONAIS COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MESTRADOS PROFISSIONAIS COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Maria Cristina Araújo de Oliveira UFJF mcrisoliveira6@gmail.com Resumo: O artigo apresenta um breve panorama

Leia mais

EDUCAÇÃO SUPERIOR, INOVAÇÃO E PARQUES TECNOLÓGICOS

EDUCAÇÃO SUPERIOR, INOVAÇÃO E PARQUES TECNOLÓGICOS EDUCAÇÃO SUPERIOR, INOVAÇÃO E PARQUES TECNOLÓGICOS Jorge Luis Nicolas Audy * A Universidade vem sendo desafiada pela Sociedade em termos de uma maior aproximação e alinhamento com as demandas geradas pelo

Leia mais

A UNIMONTES E A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR EM MONTES CLAROS

A UNIMONTES E A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR EM MONTES CLAROS A UNIMONTES E A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR EM MONTES CLAROS ROMANA DE FÁTIMA CORDEIRO LEITE UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS-UNIMONTES romanafl@hotmail.com Introdução As transformações oriundas

Leia mais

MEC/CAPES. Portal de Periódicos

MEC/CAPES. Portal de Periódicos MEC/CAPES Portal de Periódicos A CAPES e a formação de recursos de alto nível no Brasil Criada em 1951, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) é uma agência vinculada ao

Leia mais

EDITAL DE INCENTIVO AO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO NA MODALIDADE A DISTÂNCIA

EDITAL DE INCENTIVO AO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO NA MODALIDADE A DISTÂNCIA Coordenação de Educação a Distância CEAD, Pró-Reitoria de Graduação PROGRAD, Pró-Reitoria de Extensão e Cultura PROExC, Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa PROPG e Diretoria de Assuntos Comunitários

Leia mais

Projeto Prominp IND P&G 75 Propostas de Política para Mobilização e Desenvolvimento de APLs para o Setor de Petróleo, Gás E Naval

Projeto Prominp IND P&G 75 Propostas de Política para Mobilização e Desenvolvimento de APLs para o Setor de Petróleo, Gás E Naval WORKSHOP INICIAL Plano de Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais para o Setor de Petróleo, Gás e Naval Projeto Prominp IND P&G 75 Propostas de Política para Mobilização e Desenvolvimento de APLs

Leia mais

Tecnologia da Informação e Comunicação em Educação Física: a experiência do GEPETIC s

Tecnologia da Informação e Comunicação em Educação Física: a experiência do GEPETIC s Tecnologia da Informação e Comunicação em Educação Física: a experiência do GEPETIC s Rita de Cássia Garcia Verenguer Ferdinand Camara da Costa Resumo: A gestão do conhecimento tornou-se ferramenta estratégica

Leia mais

AS TIC COMO ESTRATÉGIA DE AMPLIAÇÃO DA INTERNACIONALIZAÇÃO ACADÊMICA DA PÓS- GRADUAÇÃO STRICTO SENSU

AS TIC COMO ESTRATÉGIA DE AMPLIAÇÃO DA INTERNACIONALIZAÇÃO ACADÊMICA DA PÓS- GRADUAÇÃO STRICTO SENSU AS TIC COMO ESTRATÉGIA DE AMPLIAÇÃO DA INTERNACIONALIZAÇÃO ACADÊMICA DA PÓS- GRADUAÇÃO STRICTO SENSU Santa Cruz do Sul RS Maio/2013 LANZARINI, Joice Nunes - UNISC - joice@unisc.br OLIVEIRA, Cláudio J.

Leia mais

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL Com o advento da nova Constituição em 1988 e a promulgação e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional em fins de 1996, novas perspectivas foram colocadas

Leia mais

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO SETOR METAL MECÂNICO DO GRANDE ABC

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO SETOR METAL MECÂNICO DO GRANDE ABC ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO SETOR METAL MECÂNICO DO GRANDE ABC TERMO DE REFERÊNCIA Nº 002/2009 SERVIÇOS DE CONSULTORIA DE COORDENAÇÃO DO PROJETO Contatos Luiz Augusto Gonçalves de Almeida (Relações Institucionais)

Leia mais

VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013

VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013 Comentários de Peter Hansen sobre interação Universidade- Empresa no Brasil e Experiências Práticas. VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013 Apresentação Prof. Peter

Leia mais

MANUAL DO CANDIDATO. PROCESSO SELETIVO 2013 Cursos Técnicos a Distância 2 SEMESTRE

MANUAL DO CANDIDATO. PROCESSO SELETIVO 2013 Cursos Técnicos a Distância 2 SEMESTRE MANUAL DO CANDIDATO PROCESSO SELETIVO 2013 Cursos Técnicos a Distância 2 SEMESTRE APRESENTAÇÃO Neste Manual, desenvolvido pela Comissão de Processo Seletivo (COPESE) do Instituto Federal de Educação, Ciência

Leia mais

Anexo 1 - Resolução 016/2011 - CONSUN. Plano de Desenvolvimento Institucional PDI

Anexo 1 - Resolução 016/2011 - CONSUN. Plano de Desenvolvimento Institucional PDI Plano de Desenvolvimento Institucional PDI 13 I ENSINO DE GRADUAÇÃO Objetivo 1 - Buscar continuamente a excelência nos cursos de graduação 1. Avaliar continuamente o processo educativo, em consonância

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DO BRASIL

DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DO BRASIL DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DO BRASIL MOURA, A. L. A. 1 ; SÁ, L. A. C. M 2 RESUMO - A presente pesquisa está sendo desenvolvida com o objetivo de formular uma base de dados espaciais

Leia mais

Plano Estratégico do Programa de Mestrado em Direito da UniBrasil PLANO ESTRATÉGICO 2010 2015

Plano Estratégico do Programa de Mestrado em Direito da UniBrasil PLANO ESTRATÉGICO 2010 2015 PLANO ESTRATÉGICO 2010 2015 MAPA ESTRATÉGICO DO PROGRAMA DE MESTRADO EM DIREITO DA UNIBRASIL MISSÃO Promover, desenvolver e publicar pesquisas de qualidade, com sólida base jurídica e contextualização

Leia mais

EXPANSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CAPTANDO DESAFIOS

EXPANSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CAPTANDO DESAFIOS EXPANSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CAPTANDO DESAFIOS Maria da Graça Ramos GEUIpesq/UFPel Resumo: No presente texto procura-se estabelecer as relações fundamentais entre a produção da ciência com a

Leia mais

2. Cursos de Extensão

2. Cursos de Extensão 2. Cursos de Extensão Instituto Internacional de Cromatografia (IIC) APRESENTAÇÃO DOS CURSOS DE EXTENSÃO DO IIC O Instituto Internacional de Cromatografia (IIC) oferecerá no ano de 2011 as seguintes atividades

Leia mais

Brasília, 9 de maio de 2012

Brasília, 9 de maio de 2012 Brasília, 9 de maio de 2012 Discurso do presidente Alexandre Tombini em evento no Sebrae para lançamento do Plano de Ação para Fortalecimento do Ambiente Institucional para a Adequada Inclusão Financeira

Leia mais

Estação Ferroviária: Perspectivas do Uso de um Equipamento Público para a Promoção do Desenvolvimento Regional

Estação Ferroviária: Perspectivas do Uso de um Equipamento Público para a Promoção do Desenvolvimento Regional Seminário Trens Regionais: Uma Necessidade que se Impõe Estação : Perspectivas do Uso de um Equipamento Público para a Promoção do Desenvolvimento Regional Professor Dr. José Augusto Abreu Sá Fortes Brasília,

Leia mais

DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA 52, 102, CEP

DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA 52, 102, CEP DADOS JURÍDICOS O Instituto SAVIESA DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA é uma associação, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com sede no município de Vitória, Estado do Espírito Santo, à Rua

Leia mais

UM ESTUDO DE CASO SOBRE A INFLUÊNCIA DA UESB NA REGIÃO SUDOESTE DA BAHIA - BRASIL

UM ESTUDO DE CASO SOBRE A INFLUÊNCIA DA UESB NA REGIÃO SUDOESTE DA BAHIA - BRASIL UM ESTUDO DE CASO SOBRE A INFLUÊNCIA DA UESB NA REGIÃO SUDOESTE DA BAHIA - BRASIL Marialda da Silva Brito (Profª Ms. do Departamento de Geografia/ Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Brasil/ Doutoranda

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E

POLÍTICAS PÚBLICAS DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO CARTA SÃO PAULO 2006 1 CARTA SÃO PAULO 2006 Visão para inovação, competitividade e renda. Reunidos na cidade de São Paulo-SP, no dia 25 de agosto de

Leia mais

8. Excelência no Ensino Superior

8. Excelência no Ensino Superior 8. Excelência no Ensino Superior PROGRAMA: 08 Órgão Responsável: Contextualização: Excelência no Ensino Superior Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - SETI O Programa busca,

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS INTRODUÇÃO Com base no Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais - REHUF, destinado à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados

Leia mais

Termo de Referência para Política Nacional de Apoio ao Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais

Termo de Referência para Política Nacional de Apoio ao Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais 1 POLÍTICA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Termo de Referência para Política Nacional de Apoio ao Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais Versão para Discussão do GT Interministerial

Leia mais

A gestão da propriedade intelectual em um cenário de inovação aberta

A gestão da propriedade intelectual em um cenário de inovação aberta A gestão da propriedade intelectual em um cenário de inovação aberta Araken Alves de Lima Coordenador-Geral da Academia da Propriedade Intelectual, Inovação e Desenvolvimento (ACAD/INPI) Roteiro Apresentação

Leia mais

A Engenharia e o Desenvolvimento Regional. Palestrante: Prof. Dr. Ivaldo Leão Ferreira Professor Adjunto II VEM/EEIMVR/UFF

A Engenharia e o Desenvolvimento Regional. Palestrante: Prof. Dr. Ivaldo Leão Ferreira Professor Adjunto II VEM/EEIMVR/UFF A Engenharia e o Desenvolvimento Regional A Engenharia e o Desenvolvimento Regional Resumo A importância da qualidade e diversidade na formação do corpo de engenheiros regionais e a integração da indústria

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO CAMPUS VOTUPORANGA PLANO DE GESTÃO

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO CAMPUS VOTUPORANGA PLANO DE GESTÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO CAMPUS VOTUPORANGA 1 PLANO DE GESTÃO Eder Diretor Breve Currículo: Candidato ao Cargo de Diretor Geral do Campus Votuporanga EDER APARECIDO

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

ABES VII Simpósio Internacional de Qualidade Ambiental

ABES VII Simpósio Internacional de Qualidade Ambiental ABES VII Simpósio Internacional de Qualidade Ambiental Painel: Qualidade Ambiental e a Capacitação de Recursos Humanos O Papel da Universidade na Inovação e na Capacitação de Recursos Humanos Jorge Audy

Leia mais

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus APRESENTAÇÃO Ao se propor a sistematização de uma política pública voltada para os museus brasileiros, a preocupação inicial do Ministério

Leia mais

APL como Estratégia de Desenvolvimento

APL como Estratégia de Desenvolvimento APL como Estratégia de Desenvolvimento Marco Crocco Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional 3a Conferência Brasileira de Arranjos Produtivos Locais 1 A Difusão da Perspectiva de APL Um balanço

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA SOFTEX

POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA SOFTEX POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA SOFTEX Março de 2009 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...4 1.1 Objetivos...4 1.2 Público alvo deste documento...4 2 GLOSSÁRIO...5 3 POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA SOFTEX...7 3.1 Em relação aos ambientes

Leia mais

MACAÉ SOLUÇÕES PARA OS DESAFIOS DA INDÚSTRIA DO PETRÓLEO. Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil - BRITCHAM

MACAÉ SOLUÇÕES PARA OS DESAFIOS DA INDÚSTRIA DO PETRÓLEO. Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil - BRITCHAM MACAÉ SOLUÇÕES PARA OS DESAFIOS DA INDÚSTRIA DO PETRÓLEO Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil - BRITCHAM 31/10/2013 1 Sumário 1 DADOS ESTATISTICOS DE MACAÉ 2 MACAÉ CIDADE DO PETRÓLEO 3 AÇÕES

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Universidade de Évora, 10 de março de 2015 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Lezíria do Tejo Alto Alentejo Alentejo Central Alentejo Litoral

Leia mais

O Novo perfil do Pedagogo: Desafios e Possibilidades

O Novo perfil do Pedagogo: Desafios e Possibilidades O Novo perfil do Pedagogo: Desafios e Possibilidades Marcos de referência: O período de transição do século XX para o século XXI tem sido marcado por inúmeras e profundas mudanças sociais, econômicas e

Leia mais

PARQUE TECNOLÓGICO DE RIBEIRÃO PRETO

PARQUE TECNOLÓGICO DE RIBEIRÃO PRETO PARQUE TECNOLÓGICO DE RIBEIRÃO PRETO SUMÁRIO EXECUTIVO O Parque Tecnológico de Ribeirão Preto é um empreendimento imobiliário e tecnológico com características especificamente projetadas, incluindo serviços

Leia mais

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO: EXPERIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO SUPERIOR

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO: EXPERIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO SUPERIOR Reunião Regional do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação FNCEE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO: EXPERIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO SUPERIOR Ciência, Tecnologia e Inovação Ciência (Conhecer) Tecnologia

Leia mais

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues.

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Ao longo da historia da Administração, desde seus primórdios, a partir dos trabalhos de Taylor e Fayol, muito se pensou em termos

Leia mais

OBJETIVO CARACTERIZAÇÃO

OBJETIVO CARACTERIZAÇÃO OBJETIVO Incrementar a economia digital do Estado de Alagoas e seus benefícios para a economia local, através de ações para qualificação, aumento de competitividade e integração das empresas e organizações

Leia mais

1 Este subtítulo se reporta ao texto de Antonio Gramsci: Homens ou Máquinas, que na qual o autor nos fala

1 Este subtítulo se reporta ao texto de Antonio Gramsci: Homens ou Máquinas, que na qual o autor nos fala 1 EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EM SAÚDE NAS UNIVERSIDADES CORPORATIVAS: CRIAÇÃO DE MONSTROS ÁRIDOS, DE OLHOS ÁGEIS E MÃOS FIRMES 1? RIBEIRO, Nayla Cristine Ferreira FIOCRUZ GT-09: Trabalho e Educação Agência

Leia mais

itabira diagnóstico e propostas

itabira diagnóstico e propostas itabira diagnóstico e propostas A CVRD foi constituída, em 1942, a partir de ativos minerários existentes, sobretudo as minas de Itabira. Cauê foi a maior mina de minério de ferro do Brasil As operações

Leia mais

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES 1 Apresentação 1. As comunicações, contemporaneamente, exercem crescentes determinações sobre a cultura,

Leia mais

Programa Institucional de Iniciação Cientifica do Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos PIC/UNIFEB

Programa Institucional de Iniciação Cientifica do Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos PIC/UNIFEB Programa Institucional de Iniciação Cientifica do Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos PIC/UNIFEB INTRODUÇÃO A atividade de pesquisa científica é parte da tríade das funções das Instituições

Leia mais

SOMOS TOD@S UFRB. Síntese da Proposta de Trabalho

SOMOS TOD@S UFRB. Síntese da Proposta de Trabalho SOMOS TOD@S UFRB Síntese da Proposta de Trabalho Chapa SOMOS TOD@S UFRB Reitor: Silvio Soglia Vice-Reitora: Georgina Gonçalves "Aquele que quer aprender a voar um dia precisa primeiro aprender a ficar

Leia mais

Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil

Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil Thayne Garcia, Assessora-Chefe de Comércio e Investimentos (tgarcia@casacivil.rj.gov.br) Luciana Benamor, Assessora de Comércio e Investimentos

Leia mais

PROPOSTAS DE EAD NO ENSINO SUPERIOR, SOB A ÓTICA DA LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL 1

PROPOSTAS DE EAD NO ENSINO SUPERIOR, SOB A ÓTICA DA LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL 1 PROPOSTAS DE EAD NO ENSINO SUPERIOR, SOB A ÓTICA DA LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL 1 Elaine Turk Faria 1 O site do Ministério de Educação (MEC) informa quantas instituições já estão credenciadas para a Educação

Leia mais

REDEAGENTES - Proposta Metodológica -

REDEAGENTES - Proposta Metodológica - MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO COMÉRCIO EXTERIOR REDEAGENTES - Proposta Metodológica - PREMISSAS

Leia mais

Palavras-chave: BIOTECHNOLOGY, HUMAN RESOURCES, RIO DE JANEIRO.

Palavras-chave: BIOTECHNOLOGY, HUMAN RESOURCES, RIO DE JANEIRO. Título: GESTÃO INTEGRADA DA POLÍTICA DE RECURSOS HUMANOS EM BIOTECNOLOGIA: O CASO DO RIO DE JANEIRO, BRASIL. Autora: Tatiane Alves Baptista Co-autora: Marcia Cristina Paes Resumo: This Project consists

Leia mais

A Mobilização Empresarial pela Inovação: 25/05/2011

A Mobilização Empresarial pela Inovação: 25/05/2011 A Mobilização Empresarial pela Inovação: Desafios da Inovação no Brasil Rafael Lucchesi Rafael Lucchesi 25/05/2011 CNI e vários líderes empresariais fizeram um balanço crítico da agenda empresarial em

Leia mais

Metas e Linhas de Ação do CRESESB

Metas e Linhas de Ação do CRESESB Metas e Linhas de Ação do CRESESB Missão do CRESESB Promover o desenvolvimento das energias solar e eólica através da difusão de conhecimentos, da ampliação do diálogo entre as entidades envolvidas e do

Leia mais

Cenários contemporâneos em Educação. Prof.ª Dr.ª Cíntia Bueno Marques

Cenários contemporâneos em Educação. Prof.ª Dr.ª Cíntia Bueno Marques Cenários contemporâneos em Educação Prof.ª Dr.ª Cíntia Bueno Marques Composição de cenários Avaliação e Regulação da Educação Ações planejadas de reposicionamento Reflexos e movimentos culturais Educação

Leia mais

Gestão de Projetos BIO-RIO Modelo de Sustentabilidade

Gestão de Projetos BIO-RIO Modelo de Sustentabilidade Gestão de Projetos BIO-RIO Modelo de Sustentabilidade Área Temática 2 Poster Autores: SILVA, Katia R. Aguiar C. 1 ; Co-Autores: Amorim, Kelly C. K., CIQUEIRA, Bárbara G., 3 Resumo Dentro do processo de

Leia mais

Concepções e qualidade da Educação Superior a Distância : a experiência da Universidade Aberta do Brasil- UAB.

Concepções e qualidade da Educação Superior a Distância : a experiência da Universidade Aberta do Brasil- UAB. Concepções e qualidade da Educação Superior a Distância : a experiência da Universidade Aberta do Brasil- UAB. Profa. Dra. Nara Maria Pimentel Diretora de Ensino de Graduação da UnB Presidente do Fórum

Leia mais

Patentes verdes: mecanismo de desenvolvimento sustentável. Prof. Dr. Nivaldo dos Santos. Faculdade Alfredo Nasser. nivaldodossantos@bol.com.

Patentes verdes: mecanismo de desenvolvimento sustentável. Prof. Dr. Nivaldo dos Santos. Faculdade Alfredo Nasser. nivaldodossantos@bol.com. Patentes verdes: mecanismo de desenvolvimento sustentável Prof. Dr. Nivaldo dos Santos Faculdade Alfredo Nasser nivaldodossantos@bol.com.br A importância de um sistema de patentes forte para incentivar

Leia mais

O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL

O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL Historicamente, o ensino da administração no Brasil passou por dois momentos marcados pelos currículos mínimos aprovados em 1966 e 1993, culminando com a apresentação

Leia mais

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO Brasília, 28 de outubro de 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO

Leia mais

Missão. Visão. Transformar o Brasil por meio da Inovação.

Missão. Visão. Transformar o Brasil por meio da Inovação. A Finep -A FINEP Agência Brasileira da Inovação -é uma empresa pública vinculada ao MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) criada em 24 de julho de 1967. -Seu objetivo é atuar em toda a cadeia

Leia mais

ANÁLISE DA APLICAÇÃO DA FILOSOFIA LEAN CONSTRUCTION EM EMPRESAS DO SETOR DE CONSTRUÇÃO CIVIL DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE ABSTRACT

ANÁLISE DA APLICAÇÃO DA FILOSOFIA LEAN CONSTRUCTION EM EMPRESAS DO SETOR DE CONSTRUÇÃO CIVIL DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE ABSTRACT ANÁLISE DA APLICAÇÃO DA FILOSOFIA LEAN CONSTRUCTION EM EMPRESAS DO SETOR DE CONSTRUÇÃO CIVIL DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE ANALYSIS OF APPLICATION OF PHILOSOPHY IN LEAN CONSTRUCTION COMPANIES

Leia mais

Como você vê o futuro da EAD na universidade pública brasileira?

Como você vê o futuro da EAD na universidade pública brasileira? Como você vê o futuro da EAD na universidade pública brasileira? A mídia costuma ser implacável em relação à EAD: tomando por base uma realidade inegável na qual os antigos cursos de fim de semana, na

Leia mais

Perspectivas para o Mercado de Sw & Serviços de TI:

Perspectivas para o Mercado de Sw & Serviços de TI: Perspectivas para o Mercado de Sw & Serviços de TI: Política Industrial & Plano de Ação C,T&I 2007-2010 Ministério da Ciência e Tecnologia Secretaria de Política de Informática - SEPIN outubro/2010 Agenda

Leia mais

Desafios para o desenvolvimento da Tecnologia de Informação e Automação

Desafios para o desenvolvimento da Tecnologia de Informação e Automação Associação de empresas do setor eletroeletrônico de base tecnológica nacional Desafios para o desenvolvimento da Tecnologia de Informação e Automação P&D Brasil - Quem somos Associação de empresas do setor

Leia mais

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade O caminho para o sucesso Promovendo o desenvolvimento para além da universidade Visão geral Há mais de 40 anos, a Unigranrio investe em ensino diferenciado no Brasil para cumprir com seu principal objetivo

Leia mais

CURSO: MESTRADO ACADÊMICO

CURSO: MESTRADO ACADÊMICO COMUNICADO no 002/2012 ÁREA DE ZOOTECNIA E RECURSOS PESQUEIROS ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 IDENTIFICAÇÃO ÁREA DE AVALIAÇÃO: Zootecnia e Recursos Pesqueiros PERÍODO DE AVALIAÇÃO: 2012 ANO DE PUBLICAÇÃO

Leia mais

NUCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA - UESC

NUCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA - UESC Boletim 13 Editais / FAPESB Visite nosso blog: / Edital 029/2010 Popularização da Ciência Educação Científica - financiamento de projetos institucionais de educação científica que propiciem a difusão e

Leia mais

Plano Plurianual 2012-2015

Plano Plurianual 2012-2015 12. Paraná Inovador PROGRAMA: 12 Órgão Responsável: Contextualização: Paraná Inovador Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - SETI As ações em Ciência, Tecnologia e Inovação visam

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2009-2012 1 - APRESENTAÇÃO

PLANO DE GESTÃO 2009-2012 1 - APRESENTAÇÃO PLANO DE GESTÃO 2009-2012 1 - APRESENTAÇÃO Os objetivos desse Plano de Gestão estão pautados na missão da Faculdade de Ciências Farmacêuticas como escola pública de excelência, que tem suas atividades

Leia mais

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus 2013-2016 0 1 Sumário Apresentação... 2 Análise Situacional... 2 Programas Estruturantes...

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2015-2017

PLANO DE GESTÃO 2015-2017 UNIFAL-MG FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE GESTÃO 2015-2017 Profa. Fernanda Borges de Araújo Paula Candidata a Diretora Profa. Cássia Carneiro Avelino Candidata a Vice Diretora Índice Apresentação...

Leia mais

Política de C & T > Indicadores O retorno do investimento Avaliação revela alto grau de eficiência em quatro programas da FAPESP Fabrício Marques

Política de C & T > Indicadores O retorno do investimento Avaliação revela alto grau de eficiência em quatro programas da FAPESP Fabrício Marques Pesquisa FAPESP - Maio 2008 - Edição 147 Política de C & T > Indicadores O retorno do investimento Avaliação revela alto grau de eficiência em quatro programas da FAPESP Fabrício Marques Quatro grandes

Leia mais

Mestrado Executivo em Gestão Empresarial

Mestrado Executivo em Gestão Empresarial Automação e da Robótica nas indústrias brasileiras um estudo exploratório Dissertação de Mestrado de Bruno Souza Gomes Prof. Orientador: Dr. Alexandre Linhares Mestrado Executivo em Gestão Empresarial

Leia mais

Sistema de Educação a Distância Publica no Brasil UAB- Universidade Aberta do Brasil. Fernando Jose Spanhol, Dr

Sistema de Educação a Distância Publica no Brasil UAB- Universidade Aberta do Brasil. Fernando Jose Spanhol, Dr Sistema de Educação a Distância Publica no Brasil UAB- Universidade Aberta do Brasil Fernando Jose Spanhol, Dr www.egc.ufsc.br www.led.ufsc.br O Sistema UAB Denominação representativa genérica para a rede

Leia mais

DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização

DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização 2.1 - GRADUAÇÃO 2.1.1. Descrição do Ensino de Graduação na UESC Cursos: 26 cursos regulares

Leia mais

FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS

FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS PLANEJAMENTO PARA ESCRITÓRIOS DE ADVOCACIA 1º SEMESTRE DE 2016 FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS A Fundação Getulio Vargas (FGV) deu início a suas atividades em 1944 com o objetivo de preparar profissionais bem

Leia mais

Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia

Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia Sessão Plenária 5: Programas Nacionais de Estímulo e Apoio às Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos Ana Lúcia Vitale Torkomian Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério

Leia mais

INFORMAÇÕES DO FORMULÁRIO ON-LINE

INFORMAÇÕES DO FORMULÁRIO ON-LINE Núcleo de Inovação Tecnológica REPITTec INFORMAÇÕES DO FORMULÁRIO ON-LINE Pedido Nº 5272/2005 1. INSTITUIÇÃO PROPONENTE DE VINCULO DO COORDENADOR DA PROPOSTA Instituição: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA

Leia mais

Status: Ativo. Natureza: Aberto. Revisado por: GCMIG

Status: Ativo. Natureza: Aberto. Revisado por: GCMIG Referência: CPA-075-2008 Versão: 1.0 Status: Ativo Data: 09/julho/2008 Natureza: Aberto Número de páginas: 10 Origem: GCMIG e GEOPI Revisado por: GCMIG Aprovado por: GCMIG Título: Proposta para a promoção

Leia mais

O NOVO PAPEL DO ENGENHEIRO NA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO DO SÉCULO XXI COMO FATOR DE COMPETITIVIDADE DAS EMPRESAS NO MERCADO

O NOVO PAPEL DO ENGENHEIRO NA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO DO SÉCULO XXI COMO FATOR DE COMPETITIVIDADE DAS EMPRESAS NO MERCADO O NOVO PAPEL DO ENGENHEIRO NA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO DO SÉCULO XXI COMO FATOR DE COMPETITIVIDADE DAS EMPRESAS NO MERCADO Antonio Carlos Sá de Gusmão gusmao@metal.eeimvr.uff.br Universidade Federal Fluminense,

Leia mais

Avanços Tecnológicos no mundo da Universidade apoiados pelos NIT: o caso da UFPI. Prof. Dr. Sérgio Henrique B. de S. Leal

Avanços Tecnológicos no mundo da Universidade apoiados pelos NIT: o caso da UFPI. Prof. Dr. Sérgio Henrique B. de S. Leal Avanços Tecnológicos no mundo da Universidade apoiados pelos NIT: o caso da UFPI Prof. Dr. Sérgio Henrique B. de S. Leal São Luis, 09 de julho de 2010 INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Processo de aprendizagem contínuo

Leia mais

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS REDES DE PEQUENAS EMPRESAS As micro, pequenas e médias empresas, em decorrência da globalização e suas imposições,vêm buscando alcançar vantagem competitiva para sua sobrevivência no mercado. CONTEXTO

Leia mais

MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA MONTES CLAROS MAIO/2010 SUMÁRIO 1. Introdução 4 2. Programa Institucional de Iniciação Científica 5 3. Regulamentação do Programa Iniciação Científica 7 3.1 Obrigações das

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DE UM PROGRAMA (MESTRADO) NOTA 3

CARACTERÍSTICAS DE UM PROGRAMA (MESTRADO) NOTA 3 CAPES - ÁREA DE ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA ÁREA 46 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA PROGRAMAS ACADÊMICOS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CARACTERÍSTICAS DE UM PROGRAMA (MESTRADO) NOTA 3 Para obter nota

Leia mais

Eje temático: EXPERIENCIAS Y ACCIONES CONCRETAS RELACIONADAS CON LA EDUCACIÓN MEDIÁTICA EN EL ÁMBITO DE LA EDUCACIÓN FORMAL

Eje temático: EXPERIENCIAS Y ACCIONES CONCRETAS RELACIONADAS CON LA EDUCACIÓN MEDIÁTICA EN EL ÁMBITO DE LA EDUCACIÓN FORMAL Eje temático: EXPERIENCIAS Y ACCIONES CONCRETAS RELACIONADAS CON LA EDUCACIÓN MEDIÁTICA EN EL ÁMBITO DE LA EDUCACIÓN FORMAL Titulo: UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL (UAB) Autor: Wilson dos Santos Almeida

Leia mais

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações CIDADES DIGITAIS CONSTRUINDO UM ECOSSISTEMA DE COOPERAÇÃO E INOVAÇÃO Cidades Digitais Princípios

Leia mais