1 Apuração do Custo de Ensino por Aluno: Aplicação a uma Instituição Federal de Ensino Superior

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1 Apuração do Custo de Ensino por Aluno: Aplicação a uma Instituição Federal de Ensino Superior"

Transcrição

1 1 Apuração do Custo de Ensino por Aluno: Aplicação a uma Instituição Federal de Ensino Superior Autoria: César Augusto Tibúrcio Silva, Beatriz Fátima Morgan, Patrícia de Souza Costa Resumo O presente estudo mostra a apuração do custo-aluno por instituto/faculdade em uma Instituição Federal de Ensino Superior. O custo-aluno tem sido um dos indicadores mais usados para avaliação de desempenho nas universidades. A relevância na apuração de custos nestas instituições contribui também para maior accountability, assim como para auxiliar no controle e alocação de recursos no âmbito interno. Utilizou-se o procedimento de estudo de caso, tendo sido necessário desenvolver uma metodologia que segregasse os custos de ensino dos demais outputs de uma universidade, bem como considerar as formas de registro das informações presentes em uma instituição pública. Os resultados mostram a importância da apuração ser feita por unidade acadêmica, na medida em que apresenta a diferença no custo-aluno de cada uma delas. A pesquisa evidencia a complexidade em se determinar custos em instituições de ensino e recomenda outros aspectos que devem ser aprofundados. 1 Introdução O custo por aluno tem sido um dos indicadores mais usados para avaliar o desempenho das universidades. O Banco Mundial em conjunto com países europeus utiliza-o juntamente com a relação aluno/professor, a relação aluno/funcionário e o tempo médio de permanência no curso para avaliar a eficiência interna das universidades européias (DUNDAR; LEWIS, 1999). O Tribunal de Contas da União recomendou a apuração do custo por aluno na Decisão Plenária 408/2002 (BRASIL, 2002a). No entanto, o desenvolvimento de indicadores para avaliação do ensino superior é considerada uma questão polêmica (LEITÃO, 1987). Segundo Dyke (2000) é necessário consistência na apuração de custos para que a comparação entre as instituições seja válida. Indicadores de produtividade como o custo-aluno se não mensurados com metodologias apropriadas podem conduzir a decisões equivocadas (GAETANI; SCHWARTZMAN, 1990). A complexidade em se desenvolver uma metodologia de apuração de custo tendo como objeto o custo-aluno, deve-se, segundo Amaral (2002), a multiplicidade de atividades desempenhadas pelas instituições de ensino. As universidades públicas estão sendo pressionadas a adotar mecanismos de gerenciamento já há muito adotados pela iniciativa privada. Deve-se isto a New Public Management NPM, introduzida no setor público nos últimos anos (TRINCZEK; WEST, 1999). A apuração de custos para avaliação do desempenho é um dos instrumentos recomendados na NPM. Porém, ao se determinar custo em instituições públicas de ensino, depara-se além do aspecto de ser uma entidade com multiprodutos (GANDER, 1995), o fato de que seus registros possuem as peculiaridades inerentes a contabilidade pública (MACHADO JR.; REIS, 2002). Diante do exposto faz-se mister pesquisas na busca de metodologias que apurem os custos das atividades de ensino, segregada das outras atividades desenvolvidas por uma instituição pública de ensino superior, para que possa ser utilizada como um indicador na avaliação da eficiência das universidades. Sendo feita esta apuração por unidade acadêmica, torna o estudo mais relevante por contribuir de forma efetiva para o controle e alocação dos recursos orçamentários, permitindo-se com isso, maior

2 2 eficiência na tomada de decisão das universidades. Estes aspectos mostram que pesquisas nesta área, com a aplicação de estudos exploratórios, são necessárias. Sendo assim, este estudo tem por objetivo desenvolver e aplicar uma metodologia para cálculo e apuração do custo por aluno em cada instituto/faculdade de uma Instituição Federal de Ensino Superior - IFES. Para tanto, utilizou-se como procedimento de pesquisa o estudo de caso, por ser capaz de lidar com ampla variedade de evidências, tais como documentos, entrevistas, observações (YIN, 2001), necessárias a concretização da pesquisa. O artigo está dividido em quatro seções. Além dessa, encontra-se na próxima seção a revisão da literatura; na terceira seção demonstra-se a metodologia utilizada e os resultados alcançados para os anos de 2002 e 2003, e na quarta e última seção estão as considerações finais deste estudo. 2 Revisão de Literatura A apuração de custos na educação superior por muito tempo esteve voltada para o indivíduo, preocupando-se em descobrir a magnitude dos custos para freqüentar uma faculdade. Porém, uma mudança no foco está sendo adotada, a fim de responder a sociedade se há controle do governo sobre os custos da educação superior (BRINKMAN, 2000). Conforme Relatório da Comissão Nacional sobre o Custo da Educação Superior dos Estados Unidos, a busca por este controle deve-se particularmente ao aumento das mensalidades ocorrido nos últimos anos. No período de 1976 a 1996 o aumento foi de 4,9 vezes nas instituições públicas e 5,4 vezes nas instituições privadas. Com esta situação, existe uma preocupação por parte da sociedade e do governo, em saber se as instituições empregam programas de redução de custos. O Relatório apontou um aumento no custo por aluno das faculdades e universidades públicas de 4 anos de 57%, e nas faculdades públicas de 2 anos o aumento foi de 52%. Nas faculdades e universidades particulares de 4 anos o aumento no custo por aluno foi de 69%. No entanto, neste mesmo período observa-se redução no financiamento público à educação superior (THE NATIONAL COMISSION ON THE COST OF HIGHER EDUCATION, 2004). Segundo McPherson e Schapiro (2003) o financiamento público à educação superior reduziu mais de 10% em quatro anos. Em alguns países as informações de custos são empregadas também para buscar a redução de custos nas unidades administrativas (TRINCZEK; WEST,1999). Diante do aumento dos custos administrativos nas universidades dos Estados Unidos, Leslie e Rhoades (1995) apontaram onze proposições de possíveis causas: a busca de outras fontes de recursos; aumento de regulação estatal; instituições mais complexas; administradores assumindo atividades anteriormente desempenhadas pelas unidades acadêmicas; maior consenso de controle na administração; maior volume de atividades administrativas; adoção de estruturas administrativas desenvolvidas por organizações bem sucedidas 1 ; maior distância entre as unidades e o tomador de decisão orçamentária; necessidade de alta tecnologia e ligações com outras empresas; envolvimento dos administradores com associações profissionais faz com que eles e suas instituições tenderão a adotar estruturas e práticas administrativas normativas; e características étnicas, sociais, e de gênero dos administradores e unidades acadêmicas. A redução no financiamento público à educação superior é também uma realidade brasileira. Amaral (2002) ao comparar os recursos das Instituições Federais de Ensino Superior IFES com o Produto Interno Bruto PIB, as despesas correntes do Fundo Público Federal FPF e o total de arrecadação de impostos da União, observou

3 3 que os recursos das IFES estão diminuindo em relação à riqueza nacional. Esta realidade impõe às universidades públicas a busca de outras fontes de recursos No Brasil, somente uma pequena parte dos recursos utilizados pelas IFES são próprios. Dos recursos totais (excluídos os recursos destinados a aposentadorias/reformas e pensão) das IFES no período de , em média 4,5% foram de recursos próprios (CÂMARA, 2004). Observa-se pelo gráfico 1, que estes recursos não apresentaram crescimento quando se compara os dados de 2003 com Milhares Gráfico 1 Evolução dos recursos próprios das IFES Atualizados para dezembro/2003 com base no índice INPC/IBGE Fonte: No entanto, apesar das pesquisas apontarem redução do financiamento público à educação superior, os custos tem apresentado um comportamento distinto. No período de 1949 a 1991, enquanto o Índice de Preços ao Consumidor no Estados Unidos aumentou 4,2% ao ano, o custo com a educação superior aumentou 7,6% ao ano (BAUMOL; BLACKMAN, 1995). Esses autores explicam que o aumento nos custos com a educação superior e outros serviços como saúde é maior porque possuem a característica de ter baixo crescimento na produtividade em relação a outras atividades econômicas. E completam dizendo que, em primeiro lugar a educação superior, e outros serviços similares, possuem a natureza de ser uma produção manual, que demanda maior atenção por parte dos executores; em segundo, o avanço da tecnologia pouco contribui para reduzir o tempo necessário para a realização das atividades relacionadas a estes serviços. Roone, Borden e Thomas (1999) atribuem o crescimento dos custos na educação superior nos Estados Unidos a um conjunto de fatores econômicos, políticos e sociais. Incluem-se nestes fatores, o constante avanço da informática e tecnologias de pesquisa, necessidade de novas áreas físicas em virtude do crescimento de matrículas, custos com manutenção, e aumento dos recursos de auxílio financeiro para atrair e reter estudantes. A apuração de custos em instituições de ensino requer uma metodologia que considere as peculiaridades apresentadas por estas entidades. Para Winston (2000) a mensuração do custo-aluno não é tão simples, principalmente devido a três questões: (1) negligência na incorporação do custo de uso dos edifícios, equipamentos e terrenos (pode causar uma distorção de 25 a 40% nos custos de ensino); (2) não está claro se a ajuda financeira aos estudantes é um custo ou dedução da receita 2 ; (3) dificuldade de alocação de custo em especial devido a existência de custos conjuntos 3 nas instituições de ensino. Segundo Brinkman (2000) a determinação do custo em uma instituição de

4 4 ensino pode ser feita por três caminhos: contabilidade de custos, estimação estatística ou modelo de simulação. Trinczek e West (1999) em um estudo na Europa (Finlândia, França, Alemanha, Itália, Noruega, Portugal, Espanha, Reino Unido) verificaram que todos os países pesquisados utilizam amplamente a estatística e outros indicadores no processo de avaliação. Para o fim específico de redução dos custos, o principal indicador é o custo por aluno. Para Brinkman (2000) a contabilidade de custos é o procedimento mais complexo porque necessita que os custos sejam alocados. Isto se deve ao fato que muitas unidades da universidade, tanto acadêmicas, como administrativas e de prestação de serviço, possuem a característica de terem custos conjuntos, isto é, são unidades com multiprodutos a partir de insumos comuns. Para Verry e Davies (1976) a universidade pode ser considerada uma organização com multiprodutos ou com produto único. Porém, de uma maneira geral três produtos principais lhe são atribuídos: ensino, pesquisa e extensão. O custo da utilização dos bens permanentes e do espaço físico tem merecido discussão especial na apuração de custos de instituição de ensino. Para a National Comission On The Cost Of Higher Education (2004) a não inclusão do custo dos bens permanentes, representa uma barreira para se conhecer os verdadeiros custos com a educação superior. Recomenda, desta forma, sua inclusão na apuração do custo por aluno. Segundo Ehrenberg (1999), conhecer o custo do espaço ocupado pelas unidades pode ajudar a tomada de decisão no momento de requerer a ampliação da área física. Na Universidade de Cornell, objeto do seu estudo, tem a área considerada extensa, o autor acredita que isto se deve, em parte, ao fato de que muitos dos usuários ignoram o custo do espaço que eles ocupam e não arcam com estes custos diretamente. Segundo Brown e Gamber (2002) outro custo relevante é aquele vinculado a biblioteca, dentre as unidades de suporte, esse é o centro de maior custo de manutenção. Dugan e Dodsworth (1994) com a preocupação de separar os custos relacionados às atividades de arquivo e operacionalização de documentos oficiais do governo das demais atividades desenvolvidas pela Biblioteca Lauinger, na Universidade de Georgetown, desenvolveram uma metodologia de apuração de custos, na qual foi adotado os seguintes passos: identificação das atividades relacionadas com o depósito de documentos; distribuição dos custos entre uma ou mais atividades e diferenciação entre os custos que ocorrem normalmente dos custos extraordinários. Além disso, esses autores enfatizam que sem a aplicação de um consistente padrão de mensuração de custos e outputs, é impossível desenvolver comparações completas entre as atividades do programa de depósito. É interessante notar que o debate sobre o custo do ensino superior tem merecido atenção pelos pesquisadores. No Brasil, órgãos governamentais também estão preocupados em apurar custos nas IFES (BRASIL, 2002a; BRASIL, 2002b). No entanto, surgem questionamentos, de qual metodologia seria a mais adequada para apurar o custo com ensino. Após esta revisão a próxima seção descreverá o estudo de caso realizado em uma IFES, em que apurou-se o custo-aluno por instituto/faculdade. 3 Metodologia e Resultados A universidade objeto do estudo possuía em 2003 uma estrutura acadêmica com 22 institutos/faculdades englobando as diversas áreas do conhecimento; no ano de 2002

5 5 eram 21 institutos/faculdades. Nestas unidades acadêmicas funcionam os cursos de graduação, pós-graduação 4 (mestrado e doutorado) e residência médica, além das atividades relacionadas a pesquisa e extensão. Em dezembro de 2003, havia 26 mil alunos registrados em 60 cursos de graduação e 81 cursos pós-graduação stricto sensu e residência médica. Faz parte da estrutura da universidade, objeto desse estudo, as unidades de suporte, que compreendem a prefeitura do campus, biblioteca, centro de processamento de dados, restaurante universitário, hospital universitário, dentre outros, bem como as unidades administrativas. Desta forma, a instituição possui unidades diretamente vinculadas ao ensino e que também exercem outras atividades (de maneira geral pesquisa e extensão); unidades indiretamente vinculadas ao ensino, de suporte ao ensino 5, e unidades puramente administrativas. Este último caso, se não devidamente analisado pode causar distorções na apuração do custo-aluno. Isto deve-se ao fato que a universidade, nos últimos cinco anos, executou despesas com recursos próprios, na proporção de 33% dos recursos totais (excluídos aposentadorias/reformas e pensões). Para tanto, existem unidades eminentemente arrecadadoras de recursos, como é o caso da Secretaria de Empreendimentos, que administra os imóveis de propriedade da universidade. Portanto estão totalmente desvinculadas das atividades de ensino, sendo assim, seu custo não deve ser incluído na apuração. E unidades que sua missão principal é a prestação de serviços a comunidade externa e como atividade secundária a prestação de serviço a comunidade interna. Neste caso, apenas a parcela proporcional será custo de ensino. A existência de unidades como a fazenda e o biotério, que servem de suporte às atividades de ensino de várias unidades, bem como desenvolvem atividades de pesquisa, tornam o desenvolvimento da metodologia mais complexo. É o caso também do centro olímpico, que além de atender disciplinas ofertadas para os alunos da universidade, possui ampla gama de atividades a comunidade externa. Para o cálculo dos custos utilizou-se como banco de dados o Siafi Gerencial e os sistemas auxiliares adotados na universidade. No Siafi Gerencial estão as despesas correntes executadas no período para cada centro de custo previamente definido para a universidade. Estas despesas resultam de decisões feitas pelas unidades sobre a utilização dos recursos. No Siafi Gerencial estão registrados também as aquisições de bens permanentes ocorridas no período. Como estes bens beneficiam mais de um período, a soma do custo com a depreciação correspondente aos anos 2002 e 2003, utilizados como base do estudo, foram obtidas por meio de sistemas auxiliares. O método empregado no cálculo será mostrado mais adiante. O banco de dados foi importante para o cálculo dos principais elementos que fizeram parte do custo, conforme descritos a seguir: (1) Pessoal A mão-de-obra da universidade é composta por diferentes categorias de contratação, sendo que há especificidade de encargos entre elas, e que os registros encontram-se em distintos sistemas. Assim, fez-se necessário que a apuração do custo fosse feita por categoria. Incluem-se no custo de pessoal, além dos funcionários efetivos, terceirizados, contratados temporariamente, os bolsistas que exercem atividade laboral para a instituição e aqueles que exercem atividade de monitoria. Chegou-se a um custo de pessoal (docentes e técnicos) com ensino nas unidades acadêmicas de 63% em relação aos custos totais com ensino em Middaugh ( ) encontrou que 80 a 90% dos custos das unidades acadêmicas são referentes a pessoal; (2) Materiais de consumo estes materiais são adquiridos pela Diretoria de Recursos Materiais, e armazenados no Almoxarifado Central, setor

6 6 responsável por distribuí-los às unidades. A remessa dos materiais é feita mediante requisição das unidades. Por meio do sistema de controle de estoque do almoxarifado foi possível obter o custo dos materiais expedidos para cada uma delas. Como são feitas aquisições periodicamente, e o serviço de remessa do almoxarifado para as unidades é semanal, supôs-se que o estoque inicial e final é zero; (3) Depreciação por ser a universidade uma instituição pública, os registros contábeis seguem a Lei 4.320/64. Pela Lei 4.320/64, os gastos efetuados no período classificam-se como despesas correntes e de capital. Nas despesas correntes estão todos os dispêndios financeiros efetuados num período com manutenção e funcionamento dos serviços. E nas despesas de capital, aqueles destinados a adquirir ou constituir bens de capital (MACHADO JR.; REIS, 2002). Por conseqüência disso, não é possível obter o custo da depreciação dos bens através do Siafi Gerencial, pois nele estão registrados os gastos de aquisição dos bens permanentes móveis em um determinado período, bem como os materiais/serviços gastos para a construção de bens imóveis. Assim utilizou-se o sistema de controle patrimonial atualização do valor de aquisição e para o cálculo da depreciação. E como período de beneficio, adotou-se dez anos, conforme Tsakloglou e Antoninis (1999); (4) Periódicos Capes a partir de 2003 as IFES não mais receberam os repasses da Capes para aquisição de periódicos, sendo que o órgão ampliou a sua base de acesso aos periódicos eletrônicos. Verifica-se desta forma, que os recursos despendidos para disponibilizar a base aos alunos das IFES representa custo. Assim sendo, o custo por aluno com periódicos eletrônicos foi embutido no custo-aluno da universidade pesquisada; (5) Outras despesas correntes as unidades acadêmicas e de suporte usam recursos durante o ano, que são registrados diretamente no centro de custo da unidade pelo Siafi. Incluiu-se o montante executado na apuração do custo de cada unidade; (6) Reformas as reformas são efetuadas pela prefeitura do campus, que adquire os insumos e efetua o seu controle. Foi possível identificar os materiais utilizados em cada unidade acadêmica e de suporte que realizou reformas no período-base do estudo. No entanto a mão-de-obra foi distribuída juntamente com os demais custos da prefeitura do campus. Com isso foi possível traçar a equação de composição dos custos das unidades acadêmicas e das unidades de suporte acadêmico. A tabela 1 mostra a composição do custo das unidades de suporte. (+) Despesas correntes executadas no período conforme registro no SIAFI (+) Custos identificados com a unidade, registrados em outro centro de custo no SIAFI: pessoal materiais de consumo, telefone, manutenção e reformas. (+) Custos recebidos de outras unidades prestadores de serviço (+) Custo da depreciação dos bens permanentes Tabela 1 Composição do custo das unidades de suporte acadêmico O custo das unidades de suporte representaram 26,43% dos custos totais com ensino. Estão incluídas nestas unidades a biblioteca, hospital universitário, restaurante universitário, prefeitura do campus etc. Como os custos de limpeza, segurança e

7 7 manutenção em geral da universidade são controlados pela prefeitura do campus, estes estão embutidos nos custos das unidades de suporte que posteriormente foram transferidos para as demais unidades (administrativas e acadêmicas) com base na área física. Na tabela 2 é possível verificar a composição do custo das unidades acadêmicas. (+) Despesas correntes executadas no período conforme registro no Siafi Gerencial (+) Custos identificados com a unidade, registrados em outro centro de custo no Siafi Gerencial: pessoal, materiais de consumo, telefone, manutenção e reformas. (+) Custo da depreciação dos bens permanentes (+) Custo das unidades de apoio* (-) Despesas não vinculadas ao ensino *Distribuídos através de parâmetros que indicassem o uso dos recursos, conforme entrevistas realizadas nos locais. Tabela 2 Composição do custo das unidades acadêmicas Nas unidades acadêmicas são desenvolvidas atividades de ensino, pesquisa e extensão. Portanto, o tempo do pessoal (professores e técnicos), uso de equipamentos, espaço físico, materiais e outros insumos são destinados conjuntamente para a realização das atividades mencionadas. Como o objetivo deste estudo é a apuração do custo com o ensino, fez-se necessário segregá-lo dos demais. Inicialmente, foi feita uma depuração nas despesas correntes executadas nas unidades acadêmicas. As despesas provenientes de convênios para prestação de serviço, como é o caso de uma faculdade que recebeu um recurso orçamentário do Ministério da Educação no ano de 2002 e 2003, por não representar um custo da atividade de ensino, foram excluídas dos cálculos realizados, sendo considerada somente a parcela orçamentária usual. Como segundo passo para a segregação do custo de ensino, utilizou-se como critério o tempo disponível dos professores em relação aos créditos-hora oferecidos pelas unidades, como pode ser observado na representação matricial (1). h e h t = d e d p. (1) h p sendo: h t = capacidade horária total d e = número de docentes de dedicação exclusiva d p = número de docentes de dedicação parcial h e = carga horária anual do docente de dedicação exclusiva h p = carga horária anual do docente de dedicação parcial Em 2002 o percentual encontrado foi de 72% e em 2003 de 71,27%. É interessante observar a proximidade deste resultado com outras pesquisas. Amaral (2004) utilizou o percentual de 71,98 do orçamento de cada IFES para as atividades de ensino, na apuração no custo do aluno no período de 1995 a Outro estudo realizado nos Estados Unidos para o cálculo do custo social com aluno de ensino superior no período de , empregou 71% dos custos totais para o ensino (TAUBMAN; WALES, 1974). Estudos desenvolvidos na Turquia encontraram universidades que alocam 70%, e outras menos que 40% de seus recursos ao ensino (DUNDAR; LEWIS, 1999). O custo apurado com o ensino em cada unidade acadêmica não necessariamente representa o custo gerado pelos alunos registrados na unidade. O sistema de matrícula

8 8 permite que um aluno faça disciplinas em outra unidade acadêmica. Com isso, tem-se unidades como é o caso da faculdade de tecnologia, instituto de física, e instituto de ciências exatas que do total de créditos efetuados pelos seus alunos em 2003, 49%, 35% e 31%, respectivamente, foram feitos em outras unidades. Assim como, ocorre a existência de unidades que a maior parte dos créditos ofertados são feitos por alunos de outras unidades, é o caso do instituto de física, instituto de ciências sociais e instituto de ciências exatas, que em 2003 do total de créditos ofertados, 67%, 60% e 59%, respectivamente, foram feitos por alunos de outras unidades. Desta forma, optou-se por distribuir o custo entre as unidades acadêmicas, por meio dos créditos demandados entre elas como pode ser observado na representação matricial (2): C u = Cn... C n + 1 x Cr... Cr n n+ 1 Cr n Cr n Cr n+ 1 (2) sendo: C u = Custo total das unidades acadêmicas C = Custo das unidades acadêmicas antes de receber os custos das outras unidades acadêmicas Cr = Créditos ofertados entre as unidades acadêmicas Os procedimentos utilizados até aqui referiram-se a apuração do custo total para cada instituto/faculdade. Sendo o custo-aluno dado por C T /n (C T = Custo Total; n = número de alunos), tem-se até então, o numerador da fórmula. Para alcançar o objetivo proposto, faz-se necessário calcular o denominador, composto pelo número de alunos. Apesar de encontrar na literatura a adoção do aluno equivalente a tempo integral no cálculo do custo por aluno (WINSTON, 2000), este procedimento não foi empregado na metodologia, primeiramente pelo fato de que a apuração de custos foi feita por instituto/faculdade, assim foram identificados os custos das unidades, juntamente com os alunos que a compõe. Em segundo, por não haver clara definição de quantos estudantes em tempo parcial corresponderiam a um estudante em tempo integral em termos de custo. Segundo a National Comission On The Cost Of Higher Education (2004) dos Estados Unidos, práticas padrões de considerar alunos equivalentes a tempo integral, provavelmente não capturam os custos reais com ensino para os estudantes em tempo parcial. Assim, o denominador foi composto pela média dos alunos registrados no primeiro e segundo semestre de cada ano na graduação e pós graduação (mestrado e doutorado). 3.1 Resultados Os resultados encontrados para o custo-aluno nos anos 2002 e 2003 estão demonstrados na tabela 3. Por ela é possível verificar os cursos de graduação e pósgraduação stricto sensu de cada instituto/faculdade que compuseram a apuração. Todos os valores utilizados na apuração foram atualizados para dezembro de 2003 com base no índice INPC/IBGE. Os maiores custos são das unidades de medicina, ciências da saúde e geociências; os menores custos foram das unidades de letras, direito e ciências sociais. A redução no custo apurado em 2003 na maior parte das unidades, em relação a 2002, deve-se principalmente, ao aumento no número de alunos.

9 9 Instituto/Faculdade Custo-aluno 2002 Custo-aluno 2003 Faculdade de Estudos Sociais Aplicados Administração Arquivologia Biblioteconomia Ciências Contábeis Administração (mestrado) Ciência da Informação (mestrado/doutorado) Ciências Contábeis (mestrado) Faculdade de Comunicação Social Comunicação Social Comunicação (mestrado/doutorado) Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Arquitetura e Urbanismo Arquitetura e Urbanismo (mestrado/doutorado) Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária Agronomia Medicina Veterinária Agronegócios (mestrado) Ciências Agrárias (mestrado) Faculdade de Direito Direito Direito (mestrado) Faculdade de Educação Pedagogia Educação (mestrado) Faculdade de Educação Física Educação Física Faculdade de Medicina Medicina Ciências Médicas (mestrado/doutorado) Clínica Médica (mestrado) Medicina Tropical (mestrado/doutorado) Patologia Molecular (mestrado/doutorado) Faculdade de Ciências da Saúde Enfermagem e Obstetrícia Ciências Farmacêuticas Nutrição Odontologia Ciências da Saúde (mestrado/doutorado) Nutrição Humana (mestrado) Faculdade de Tecnologia Engenharia Civil Engenharia de Redes e Comunicação Engenharia Elétrica Engenharia Florestal Engenharia Mecânica Engenharia Mecatrônica Ciências Florestais (mestrado) Ciências Mecânicas (mestrado) Geotecnia (mestrado/doutorado) Engenharia Elétrica (mestrado/doutorado) Engenharia Mecânica (mestrado) Estruturas e Construção Civil (mestrado/doutorado) Sistemas Mecatrônicos (mestrado) Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos (mestrado/doutorado) Transportes (mestrado) Instituto de Ciências Biológicas Ciências Biológicas

10 Biologia Animal (mestrado/doutorado) Botânica (mestrado) Ciências Biológicas (mestrado/doutorado) Ecologia (mestrado/doutorado) Fitopatologia (mestrado/doutorado) Instituto de Ciências Sociais Ciências Sociais Antropologia (mestrado/doutorado) Ciências Sociais (mestrado/doutorado) Sociologia (mestrado/doutorado) Instituto de Artes Artes Cênicas Artes Plásticas Desenho Industrial Educação Artística Música Artes (mestrado) Instituto de Ciências Exatas Ciência da Computação Estatística Computação Matemática Ciência da Computação (mestrado) Informática (mestrado) Matemática (mestrado/doutorado) Instituto de Física Física Física (mestrado/doutorado) Instituto de Geociências Geologia Geologia (mestrado/doutorado) Instituto de Ciências Humanas Ciências Econômicas Filosofia Geografia História Serviço Social Filosofia (mestrado) Economia (mestrado/doutorado) Geografia (mestrado) História (mestrado/doutorado) Política Social (mestrado/doutorado) Instituto de Letras Letras Letras Espanhol Letras Japonês Letras Tradução Lingüística (mestrado/doutorado) Lingüística Aplicada (mestrado) Literatura (mestrado/doutorado) Instituto de Psicologia Psicologia Psicologia (mestrado/doutorado) Instituto de Ciência Política Ciência Política Ciência Política (mestrado) Instituto de Química Química Química (mestrado/doutorado) Instituto de Relações Internacionais Relações Internacionais Relações Internacionais (mestrado/doutorado) Tabela 3 Custo-aluno por instituto/faculdade em R$/ano

11 11 Apesar dos resultados apontarem a Faculdade de Medicina com o maior custoaluno na universidade pesquisada, ao se comparar com pesquisas realizadas nos Estados Unidos, observa-se que o custo está bastante inferior. Franzini, Low e Proll (1997) apuraram o custo com o curso de medicina na University of Texas Houston Medical School no período de de U$ Rein et al. (1997) apurou um custo anual para o aluno de medicina na University of Virginia, também no período de , de U$ No Brasil, o Tribunal de Contas da União - TCU desenvolveu uma metodologia para cálculo do custo-aluno para as IFES, na qual apura-se o custo-aluno para universidade como um todo, ou seja, sem haver separação por instituto/faculdade ou curso (BRASIL, 2002a). Da mesma forma, procedeu o Ministério da Educação - MEC com a aplicação de outra metodologia (BRASIL, 2002b). Os resultados encontrados nas três metodologias, TCU, MEC e a metodologia aplicada neste estudo, pode ser observado na tabela 4. Metodologia MEC Metodologia TCU Metodologia Estudo Custo Total Nº Alunos Custo Médio Tabela 4 Comparação custo-aluno em R$/ano nas metodologias TCU, MEC e a aplicada neste estudo. Valores atualizados para dezembro/2003 com base no índice INPC/IBGE. As diferenças apresentadas no custo-aluno, devem-se aos pontos divergentes entre as metodologias 6, sendo os principais, apresentados na tabela 5: Metodologia MEC Metodologia TCU Metodologia Estudo Valores globais orçamento Valores globais do orçamento Depuração dos valores Considera todas as atividades Considera todas as atividades Considera somente as atividades como custo de ensino como custo de ensino de ensino 100% despesas executadas no 35% das despesas correntes Custo das atividades de ensino Hospital Universitário executadas no Hospital Universitário Regime de caixa Regime de caixa Regime de competência Alunos registrados no primeiro Utiliza o Aluno em Tempo Média dos alunos registrados no semestre Integral e Aluno Equivalente primeiro e segundo semestre. Tabela 5: Principais pontos divergentes nas metodologias MEC, TCU e a aplicada neste estudo. 4 Considerações finais A apuração do custo-aluno por instituto/faculdade representa um avanço na apuração de custos em instituições de ensino, especialmente no caso de uma IFES. Outras metodologias desenvolvidas por órgãos governamentais não consideram o custoaluno por instituto/faculdade ou curso. O estudo mostrou a importância de se efetuar a apuração do custo-aluno por área de conhecimento, pois a apuração feita de forma global para a universidade, oferece poucas informações de onde os recursos estão sendo consumidos. Além disso, serve como instrumento de accountability para a sociedade. Pelo estudo foi possível constatar e confirmar alguns pontos que justificam a complexidade em se apurar custos em universidades, tais como: determinados laboratórios e insumos são utilizados concomitantemente para atividades de ensino e pesquisa; existência de custos em que os recursos financeiros são controlados por outros

12 12 órgãos; inexistência de controle de tempo na execução das atividades para cada um dos produtos. Para que o estudo fique ainda mais preciso, é necessário que esta apuração seja feita por curso. Observou-se inicialmente, que a dificuldade encontrada para se apurar o custo-aluno por curso, tendo como base de dados principal para as unidades acadêmicas o Siafi Gerencial, deve-se ao fato que, alguns centros de custo possuem mais de um curso sob o seu controle, como é o caso da faculdade de agronomia e medicina veterinária. Desta forma, para se chegar ao nível de apuração por curso, será necessário aprofundar as pesquisas. 1 If Harvard is doing it, it must be a good idea (LESLIE; RHOADES, 1995, p. 199) 2 Para o autor, isto depende da função que a mesma exerce, se para preenchimento de vagas ociosas seria dedução da receita, no caso de melhorar a qualidade do ensino, seria custo. 3 Custo relacionado com um processo de produção que resultam dois ou mais produtos (MAHER, 2001, p. 333) 4 Nestas unidades funcionam também os cursos de especialização. Estes cursos, porém, não foram incluídos no estudo. 5 Neste item está incluso o Hospital Universitário. A apuração do custo de ensino para os anos de 2002 e 2003, foram efetuados por uma equipe da universidade, e os resultados encontrados incorporados nesta pesquisa. 6 Maiores detalhes sobre as metodologias do TCU e MEC podem ser vistas em Brasil (2002a) e Brasil (2002b), respectivamente.

13 13 Referências AMARAL, N. C. Estado e financiamento universitário no Brasil: O fundo público federal e as instituições federais de ensino superior ( ) f. Tese (Doutorado em Educação) Universidade Metodista de Piracicaba, Taquaral, AMARAL, N. C. Evolução do custo do aluno das IFES: eficiência? Disponível em: <http://www.anped.org.br/26/trabalhos/nelsoncardosoamaral.doc>. Acesso em: 23 abr BAUMOL, W. J.; BLACKMAN, S. A. B. How to think about rising college costs. Planning for Higher Education. v. 23, n. 4, p. 1-7, BRASIL. Tribunal de Contas da União. Decisão 408 Plenário. Relatório Consolidado de Auditoria Operacional, Brasília, DF, 24 de abril de BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Superior. Dados e Indicadores das Instituições Federais de Ensino Superior IFES 2000, Brasília-DF, novembro de BRINKMAN, P. T. The economics of higher education: focus on cost. In: MIDDAUGH. M. F. (Org.). Analyzing costs in higher education: what institutional researchers need to know. San Francisco: Jossey-Bass, p BROWN. W. A. GAMBER, C. Cost Containment in higher education: issues and recommendations. Ashe-Eric Higher Education Report: v. 28, n. 5. San Francisco: Jossey-Bass, CÂMARA DOS DEPUTADOS. Orçamento da União. Execução Orçamentária. Disponível em: Acesso em: 16 de abr DUGAN, R. E.; DODSWORTH, E. M. Costing out a depository library: what free government information? Government Information Quarterly. v. 11, n. 3, p , DUNDAR, H; LEWIS, D. Equity, quality and eficiency efects of reform in Turkish. Higher Education Policy. Elsevier Science, v. 12, p , DYKE, F. L. Understanding expenditure data. In: MIDDAUGH. M. F. (Org.). Analyzing costs in higher education: what institutional researchers need to know. San Francisco: Jossey-Bass Publishers, p EHRENBERG, R. G. Adam Smith goes to college: an economist becomes an academic administrator. The Journal of Economic Perspectives. v. 13, n. 1, p , FRANZINI, L.; LOW, M. D.; PROLL, M. A. Using a cost-costruction model to assess the cost of educating undergraduate medical students at the University of Texas - Houston Medical School. Academic Medicine, v. 72, n. 3, p , mar GAETANI, F.; SCHWARTZMAN, J. Indicadores de produtividade nas universidades federais. Educação Brasileira. Brasília, v. 12, n. 2, p , GANDER, J. P. Academic research and teaching productivities: a case study. Technological Forecasting and Social Change. Elsevier Science, v. 49, p , LEITÃO, S. P. Indicadores de desempenho na universidade: uma avaliação. Rio de Janeiro: Revista de Administração Pública, v. 21, n. 2, p , LESLIE, L. L. RHOADES, G. Rising administrative costs: seeking explanations. Journal of Higher Education. Ohio State University Press. v. 66, n. 2, p , Mar- Abr./1995. MACHADO JR., J. T.; REIS, H. C. A lei comentada: com comentários atualizados à lei de responsabilidade fiscal. Rio de Janeiro: IBAM, MACPHERSON, M. S.; SCHAPIRO, M. O. Funding roller coaster for public higher education. Policy Forum. Science. v. 302, p. 1157, nov/2003.

14 MAHER, M. Contabilidade de custos: criando valor para a administração. São Paulo: Atlas, MIDDAUGH, M. F. How much do faculty really teach? Planning for Higher Education. v. 27, n. 2 p. 1-11, NATIONAL COMISSION ON THE COST OF HIGHER EDUCATION January 21, Disponível em: <http: Acesso em: 23 de mar REIN, M. F. et al. Defining the cost of educating undergraduate medical students at the University of Virginia. Academic Medicine, v. 72, n. 3, p , mar ROONEY, P. T.; BORDEN, V. M. H.; THOMAS, T. How much does instruction and research really cost? Planning for Higher Education. v. 27, n. 3, p , TAUBMAN, P. WALES, T. Higher education and earnings. New York: Mcgraw-Hill, TRINCZEK, R.; WEST, A. Using statistics and indicators to evaluate universities in Europe: aims, fields, problems and recommendations. European Journal of Education. European Institute of Education and Social Policy, v. 34, n. 3, p , TSAKLOGOU, P. ANTONINIS, M. On the distributional impact of public education: evidence from Greece. Economics of Education Review. v. 18, p , VERRY, D.; DAVIES, B. University costs and outputs. New York: Elsevier Scientific Publishing Company, Inc., WINSTON, G. C. A guide to measuring college costs. In: MIDDAUGH. M. F. (Org.). Analyzing costs in higher education: what institutional researchers need to know. San Francisco: Jossey-Bass Publishers, p YIN, R. K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 2. ed. Porto Alegre: Bookman,

Boletim Informativo 0

Boletim Informativo 0 Boletim Informativo 0 ADMISSÃO 2º Vestibular de 2012 teve 21.369 inscritos UnB ofereceu 4.184 vagas em 96 cursos nos quatro campi. Provas foram aplicadas nos dias 2 e 3 de junho de 2012 A Universidade

Leia mais

EDITAL Nº 03, DE 02 DE MARÇO DE 2010. CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSOR DO MAGISTÉRIO DO ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO ANEXO I

EDITAL Nº 03, DE 02 DE MARÇO DE 2010. CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSOR DO MAGISTÉRIO DO ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO ANEXO I MINISTERIO DA EDUCACÃO SECRETARIA DE EDUCACÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCACÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA. EDITAL Nº 03, DE 02 DE MARÇO DE 2010. CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSOR

Leia mais

Câmpus Darcy Ribeiro Curso Grau Turno Vagas Notas de corte em 20/1/2015, às 0h. Integral (Mat/Vesp) Integral (Mat/Vesp) Integral (Mat/Vesp)

Câmpus Darcy Ribeiro Curso Grau Turno Vagas Notas de corte em 20/1/2015, às 0h. Integral (Mat/Vesp) Integral (Mat/Vesp) Integral (Mat/Vesp) Universidade de Brasília (UnB) Câmpus Darcy Ribeiro Curso Grau Turno Vagas Notas de corte em 20/1/2015, BIOLÓGICAS 20 699,92 SOCIAIS 45 669,57 COMUNICAÇÃO SOCIAL 33 713,05 FILOSOFIA 20 643,51 FÍSICA 18

Leia mais

1 DEFINIÇÃO DE CRITÉRIOS E DE VAGAS

1 DEFINIÇÃO DE CRITÉRIOS E DE VAGAS Universidade de Brasília UnB Decanato de Ensino de Graduação DEG Secretaria de Administração Acadêmica - SAA em um mesmo Curso e Edital nº 1/2013, 30 de abril de 2013 O Decanato de Ensino de Graduação

Leia mais

PAS recebeu inscrições de 64,5 mil estudantes

PAS recebeu inscrições de 64,5 mil estudantes ADMISSÃO PAS recebeu inscrições de 64,5 mil estudantes Os candidatos fizeram provas nos dias 4 e 5 de dezembro de 2010. Aprovados em primeira chamada deverão efetuar registro nos dias 7 e 8 de fevereiro

Leia mais

Câmpus Darcy Ribeiro Curso Grau Turno Vagas

Câmpus Darcy Ribeiro Curso Grau Turno Vagas Universidade de Brasília (UnB) Câmpus Darcy Ribeiro BIOLÓGICAS SOCIAIS SOCIAL FILOSOFIA FÍSICA GEOGRAFIA HISTÓRIA LETRAS LÍNGUA PORTUGUESA LETRAS FRANCÊS LETRAS INGLÊS MATEMÁTICA PSICOLOGIA Integral (Mat/Vesp)

Leia mais

Boletim Informativo 0

Boletim Informativo 0 Boletim Informativo 0 ADMISSÃO 25.570 inscritos no 1º Vestibular de 2012 UnB ofereceu 2.343 vagas em 96 cursos nos quatro campi. Provas foram aplicadas nos dias 10 e 11 de dezembro de 2011 No dia 7 de

Leia mais

UnB Notas de Corte Sisu 2014 na Universidade de Brasília Janeiro 2014 Notas de Câmpus Curso Turno Disputa Corte

UnB Notas de Corte Sisu 2014 na Universidade de Brasília Janeiro 2014 Notas de Câmpus Curso Turno Disputa Corte UnB Notas de Corte Sisu 2014 na Universidade de Janeiro 2014 Notas de Câmpus Curso Turno Disputa Corte Gama Abi Engenharia Int Esc. pública, 1,5 SM 676,6 Gama Abi Engenharia Int Cota Racial UnB 682,72

Leia mais

UnB adota SiSU como forma de ingresso

UnB adota SiSU como forma de ingresso UnB adota SiSU como forma de ingresso No total, 88 cursos de graduação foram ofertados. Medicina foi o mais concorrido do País Neste ano, a Universidade de Brasília (UnB) adotou, pela primeira vez, ao

Leia mais

10 anos de cotas. Decano de Ensino de Graduação Coordenação de Avaliação - DTG / DEG Centro de Seleção e de Promoção de Eventos

10 anos de cotas. Decano de Ensino de Graduação Coordenação de Avaliação - DTG / DEG Centro de Seleção e de Promoção de Eventos 10 anos de cotas Decano de Ensino de Graduação Coordenação de Avaliação - DTG / DEG Centro de Seleção e de Promoção de Eventos Quantidade de estudantes cotistas registrados e desligados nos períodos -

Leia mais

Cadastro de denominações consolidadas para Cursos de Graduação (bacharelado e licenciatura) do Ministério da Educação

Cadastro de denominações consolidadas para Cursos de Graduação (bacharelado e licenciatura) do Ministério da Educação Cadastro de denominações consolidadas para Cursos de Graduação (bacharelado e licenciatura) do Ministério da Educação Justificativa Desde a edição da nova LDB (Lei nº 9.394/1996), promulgada em decorrência

Leia mais

Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP Coordenação-Geral de Avaliação de Cursos de Graduação e IES

Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP Coordenação-Geral de Avaliação de Cursos de Graduação e IES Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP Coordenação-Geral de Avaliação de Cursos de Graduação e IES EDUCAÇÃO SUPERIOR BRASILEIRA ALGUNS INDICADORES¹ 2.314 IES 245 públicas (10,6%) e 2.069

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PROCESSOS SELETIVOS PARA OCUPAÇÃO DE VAGAS NA UFG 2015

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PROCESSOS SELETIVOS PARA OCUPAÇÃO DE VAGAS NA UFG 2015 PROCESSOS SELETIVOS PARA OCUPAÇÃO DE VAGAS NA UFG 2015 SISTEMA DE SELEÇÃO UNIFICADA SISU-2015 Total de vagas oferecidas 6285 Goiânia 3925 86 cursos Jataí 1080 25 cursos Catalão 990 21 cursos Goiás 290

Leia mais

Modelos de Gestão da Qualidade da Pós-graduação e do Doutorado: Experiências Nacionais: BRASIL

Modelos de Gestão da Qualidade da Pós-graduação e do Doutorado: Experiências Nacionais: BRASIL Modelos de Gestão da Qualidade da Pós-graduação e do Doutorado: Experiências Nacionais: BRASIL Livio Amaral Diretor de Avaliação 17set13 A AVALIAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO (SNPG) (SNPG) -FUNDAMENTOS

Leia mais

VAGAS NO CAMPUS MARCO ZERO, EM MACAPÁ-AP

VAGAS NO CAMPUS MARCO ZERO, EM MACAPÁ-AP UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ GABINETE DA REITORIA EDITAL Nº 13/2013 CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSOR EFETIVO ANEXO I VAGAS POR ÁREA DE CONHECIMENTO VAGAS NO CAMPUS MARCO ZERO, EM MACAPÁ-AP 135-Área de

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16. Estoques. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB)

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16. Estoques. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16 Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO REITORIA COORDENADORIA DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS RETIFICAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO REITORIA COORDENADORIA DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS RETIFICAÇÃO RETIFICAÇÃO DO EDITAL 09/014/CAINT/UFOP, DE 08 DE SETEMBRO DE 014 PROGRAMA DE MOBILIDADE ACADÊMICA INTERNACIONAL GRADUAÇÃO Onde se lê:. VAGAS País Universidade Áreas abrangidas Vagas* África do Sul Universidade

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

Programa para a Inclusão dos Melhores Alunos da Escola Pública na Universidade

Programa para a Inclusão dos Melhores Alunos da Escola Pública na Universidade Programa para a Inclusão dos Melhores Alunos da Escola Pública na Universidade Vestibular 2014 NÚMEROS DA UNESP Cidades: 24 Unidades: 34 Unidades Complementares: 7 Colégios Técnicos: 3 Carreiras: 69 CURSOS

Leia mais

Tabela de vagas disponíveis para lista de espera/chamada pública do SiSU UFRGS

Tabela de vagas disponíveis para lista de espera/chamada pública do SiSU UFRGS Tabela de vagas disponíveis para lista de espera/chamada pública do SiSU UFRGS Periodo Curso NrVagasUni NrVagasL3 NrVagasL4 2015_1 ADMINISTRAÇÃO - Bacharelado - (Integral) 8 0 0 2015_2 ADMINISTRAÇÃO -

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO REITORIA. EDITAL N.º 001/2015 de 07/01/2015 PROCESSO SELETIVO 2015

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO REITORIA. EDITAL N.º 001/2015 de 07/01/2015 PROCESSO SELETIVO 2015 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO REITORIA EDITAL N.º 001/2015 de 07/01/2015 PROCESSO SELETIVO 2015 O reitor em exercício da reitoria da Universidade Federal de Mato Grosso

Leia mais

- Cursos oferecidos: Agrárias: Agronomia Montes Claros Aquicultura Ciência de alimentos Medicina Veterinária Zootecnia Montes Claros

- Cursos oferecidos: Agrárias: Agronomia Montes Claros Aquicultura Ciência de alimentos Medicina Veterinária Zootecnia Montes Claros -Conceito no MEC: Pelo terceiro ano consecutivo, a UFMG obteve conceito máximo (5) no Índice Geral de Cursos da Instituição (IGC), que mede a qualidade das universidades brasileiras, considerando os cursos

Leia mais

MAPEANDO AS CORRELAÇÕES ENTRE PRODUTIVIDADE E INVESTIMENTOS DE BOLSAS EM PROGRAMAS DE PÓSGRADUAÇÃO: o caso da Universidade Federal de Goiás

MAPEANDO AS CORRELAÇÕES ENTRE PRODUTIVIDADE E INVESTIMENTOS DE BOLSAS EM PROGRAMAS DE PÓSGRADUAÇÃO: o caso da Universidade Federal de Goiás MAPEANDO AS CORRELAÇÕES ENTRE PRODUTIVIDADE E INVESTIMENTOS DE BOLSAS EM PROGRAMAS DE PÓSGRADUAÇÃO: o caso da Universidade Federal de Goiás Dalton Lopes Martins (UFG) dmartins@gmail.com Arlon Silva (UFG)

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DE INFRA-ESTRUTURA E LOGÍSTICA DEPARTAMENTO AUTÔNOMO DE ESTRADAS DE RODAGEM EDITAL N 001/2009

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DE INFRA-ESTRUTURA E LOGÍSTICA DEPARTAMENTO AUTÔNOMO DE ESTRADAS DE RODAGEM EDITAL N 001/2009 Anexo IV Da classificação e da tabela de pontuação A) Para os cargos de Técnico em Assuntos Rodoviários e Técnico em Assuntos Administrativos: TEMPO DE FORMAÇÃO NA PROFISSÃO: Comprovação através de Diploma

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ GABINETE DA REITORIA EDITAL N 08/2015 CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSOR EFETIVO - MACAPÁ, SANTANA E MAZAGÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ GABINETE DA REITORIA EDITAL N 08/2015 CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSOR EFETIVO - MACAPÁ, SANTANA E MAZAGÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ GABINETE DA REITORIA EDITAL N 08/2015 CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSOR EFETIVO - MACAPÁ, SANTANA E MAZAGÃO ANEXO I - RELAÇÃO DAS VAGAS E REQUISITOS ESPECÍFICOS POR ÁREA DE

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE SELEÇÃO PROCESSO SELETIVO 2014-1 Relação Candidato/Vagas (C/V)

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE SELEÇÃO PROCESSO SELETIVO 2014-1 Relação Candidato/Vagas (C/V) A105 Agronomia (bacharelado) integral Goiânia 35 588 16,8 A110 Ciências da Computação (bacharelado) integral Goiânia 20 210 10,5 A115 Engenharia de Alimentos (bacharelado) integral Goiânia 30 180 6 A120

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE SELEÇÃO DA UFG PROCESSO SELETIVO 2013-1

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE SELEÇÃO DA UFG PROCESSO SELETIVO 2013-1 A105 Agronomia (bacharelado) Goiânia 56 8,86 A110 Ciências da Computação (bacharelado) Goiânia 32 5,72 A115 Engenharia de Alimentos (bacharelado) Goiânia 48 3,92 A120 Engenharia Civil (bacharelado) Goiânia

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM PROGRAD - COMISSÃO PERMANENTE DO VESTIBULAR CONCURSO VESTIBULAR UFSM 2013

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM PROGRAD - COMISSÃO PERMANENTE DO VESTIBULAR CONCURSO VESTIBULAR UFSM 2013 - Cota Curso: 3004 - ADMINISTRAÇÃO - Bacharelado - SILVEIRA MARTINS Curso: 501 - ADMINISTRAÇÃO - Diurno Curso: 2004 - ADMINISTRAÇÃO - Diurno - CESNORS - P.M. Curso: 515 - ADMINISTRAÇÃO - Noturno Curso:

Leia mais

EP2A - Ensino Médio em escola pública, autodeclarado preto, pardo e indígena. EP2 - Ensino Médio em escola pública Cota B - Necessidades Especiais

EP2A - Ensino Médio em escola pública, autodeclarado preto, pardo e indígena. EP2 - Ensino Médio em escola pública Cota B - Necessidades Especiais Curso: 3004 - ADMINISTRAÇÃO - Bacharelado - SILVEIRA MARTINS Curso: 501 - ADMINISTRAÇÃO - Diurno 1 4 0,25 10 5 17 31 0,55 12 4 76 5 15,20 12 4 57 4 14,25 211 6,84 Curso: 2004 - ADMINISTRAÇÃO - Diurno -

Leia mais

Universidade: Universidade Federal de Uberlândia(UFU) Conceito no MEC: CI - Conceito Institucional: 4 _2009 IGC - Índice Geral de Cursos: 4_ 2010 IGC

Universidade: Universidade Federal de Uberlândia(UFU) Conceito no MEC: CI - Conceito Institucional: 4 _2009 IGC - Índice Geral de Cursos: 4_ 2010 IGC Universidade: Universidade Federal de Uberlândia(UFU) Conceito no MEC: CI - Conceito Institucional: 4 _2009 IGC - Índice Geral de Cursos: 4_ 2010 IGC Contínuo: 3.7500 _2010 Cursos oferecidos pela faculdade:

Leia mais

CONSELHO UNIVERSITÁRIO CONSUNI

CONSELHO UNIVERSITÁRIO CONSUNI CONSELHO UNIVERSITÁRIO CONSUNI PROCESSO Nº 011/2012 ASSUNTO: Proposta de adequação das diretrizes para a parceria FURB-UFSC. INTERESSADO: Administração Superior. PROCEDÊNCIA: Reitoria. I - HISTÓRICO: Em

Leia mais

ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS POR DISCIPLINA / FORMAÇÃO. a) Administração

ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS POR DISCIPLINA / FORMAÇÃO. a) Administração Anexo II a que se refere o artigo 2º da Lei nº xxxxx, de xx de xxxx de 2014 Quadro de Analistas da Administração Pública Municipal Atribuições Específicas DENOMINAÇÃO DO CARGO: DEFINIÇÃO: ABRANGÊNCIA:

Leia mais

COD Curso Inscritos Vagas Concorrência

COD Curso Inscritos Vagas Concorrência COD Curso Inscritos Vagas Concorrência A105 Agronomia (bacharelado) 496 56 8.8571 A110 Ciências da Computação (bacharelado) 183 32 5.7188 A115 Engenharia de Alimentos (bacharelado) 188 48 3.9167 A120 Engenharia

Leia mais

Anexo C Cursos de capacitação que não sejam de educação formal

Anexo C Cursos de capacitação que não sejam de educação formal Anexo C Cursos de capacitação que não sejam de educação formal Para todos os ambientes organizacionais para todos os servidores, independentemente do ambiente organizacional: Administração pública Estado,

Leia mais

EDITAL Nº 01/COPERVE/2016

EDITAL Nº 01/COPERVE/2016 EDITAL Nº 01/COPERVE/2016 A Universidade Federal de Santa Catarina UFSC, através da Comissão Permanente do Vestibular COPERVE, considerando o disposto na Portaria Normativa MEC nº 21, de 05 de novembro

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO COMUNICAÇÃO E ARTES CCECA. 01 DE Graduação Plena em Pedagogia Pós-Graduação em Educação

CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO COMUNICAÇÃO E ARTES CCECA. 01 DE Graduação Plena em Pedagogia Pós-Graduação em Educação CIDADE: Teresina CAMPUS: Torquato Neto Total de Vagas: 36 (20 Vagas Dedicação Exclusiva e 16 Vagas 40 Horas) CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO COMUNICAÇÃO E ARTES CCECA CURSO: Licenciatura Plena em Pedagogia

Leia mais

Universidade Federal de Santa Catarina - Código e-mec: 585. Cursos de Graduação

Universidade Federal de Santa Catarina - Código e-mec: 585. Cursos de Graduação Universidade Federal de Santa Catarina - Código e-mec: 585 Cursos de Graduação Curso Grau Campus Código e-mec Administração Bacharelado Florianópolis 14213 Agronomia Bacharelado Florianópolis 14214 Agronomia

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA O CÁLCULO DOS INDICADORES DE GESTÃO

ORIENTAÇÕES PARA O CÁLCULO DOS INDICADORES DE GESTÃO Tribunal de Contas da União - TCU Secretaria de Educação Superior SESu/MEC Secretaria Federal de Controle Interno - SFC ORIENTAÇÕES PARA O CÁLCULO DOS INDICADORES DE GESTÃO DECISÃO TCU Nº 408/2002-PLENÁRIO

Leia mais

PONTUAÇÃO MÁXIMA E MÍNIMA DOS CANDIDATOS CONVOCADOS PARA A 2ª FASE

PONTUAÇÃO MÁXIMA E MÍNIMA DOS CANDIDATOS CONVOCADOS PARA A 2ª FASE PROCESSO SELETIVO VESTIBULAR - ª FASE / // PONTUAÇÃO MÁXIMA E MÍNIMA DOS CANDIDATOS CONVOCADOS PARA A ª FASE ª Fase ª Fase ª Fase ADMINISTRAÇÃO (MATUTINO),,,,,, ADMINISTRAÇÃO (NOTURNO),,,,,, AGRONOMIA

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE RECURSOS HUMANOS DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE RECURSOS HUMANOS DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL Tabela com as Áreas de Conhecimentos relativas à Educação Formal, com relação DIRETA aos Ambientes Organizacionais (Decreto 5.824/2006 de 29 de Junho de 2006 - ANEXO III) ADMINISTRATIVO INFRA-ESTRUTURA

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS PARA PROFESSOR E FORMAÇÃO NECESSÁRIA

DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS PARA PROFESSOR E FORMAÇÃO NECESSÁRIA 06/ 05/ INSTITUTO FEDERAL DO AMAZONAS PRÓ-REITORIA DE ENSINO PROCESSO SELETIVO DO º SEMESTRE 05 ANEXO II EDITAL Nº 8/05 DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS PARA PROFESSOR E FORMAÇÃO NECESSÁRIA Técnico em Redes de Computadores

Leia mais

CAMPUS A. C. SIMÕES / CURSOS

CAMPUS A. C. SIMÕES / CURSOS CAMPUS A. C. SIMÕES / CURSOS % de Administração Bacharelado - Administração Bacharelado - Agronomia Bacharelado- Bacharelado - Bacharelado - Biblioteconomia Bacharelado - Bacharelado - Bacharelado - Ciências

Leia mais

EP2A - Ensino Médio em escola pública, autodeclarado preto, pardo e indígena. EP1 - Ensino Médio em escola pública, cota social

EP2A - Ensino Médio em escola pública, autodeclarado preto, pardo e indígena. EP1 - Ensino Médio em escola pública, cota social Curso: 3004 - ADMINISTRAÇÃO - Bacharelado - SILVEIRA MARTINS 3 6 6 7 0,86 1 5 0,20 6 7 0,86 62 2,77 Curso: 501 - ADMINISTRAÇÃO - Diurno 10 6 1,67 48 7 6,86 5 5 54 7 7,71 222 1 Curso: 2004 - ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

UFRGS Concurso Vestibular 2009. Número de Candidatos por Curso em 1ª Opção

UFRGS Concurso Vestibular 2009. Número de Candidatos por Curso em 1ª Opção UFRGS Concurso Vestibular 2009 Número de Candidatos por Curso em 1ª Opção Código Nome do Curso Candidatos Vagas Densidade 01 Administração - Diurno 708 80 8,85 Acesso Universal 479 56 Ensino Público 206

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2007 PROCESSO Nº

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 3.046, DE 22 DE MAIO DE 2003.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 3.046, DE 22 DE MAIO DE 2003. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 3.046, DE 22 DE MAIO DE 2003. Revoga a Resolução N.º 2.888/CONSEP, estabelece diretrizes e dispõe

Leia mais

CONTABILIDADE PÚBLICA

CONTABILIDADE PÚBLICA CONTABILIDADE PÚBLICA 1. Conceito: Para Bezerra Filho (2006, p.131), a Contabilidade pública pode ser definida como o ramo da ciência contábil que controla o patrimônio público, evidenciando as variações

Leia mais

Maior nota - 1º chamada - 2014 CAMPUS CUIABÁ

Maior nota - 1º chamada - 2014 CAMPUS CUIABÁ Maior - 1º chamada - 2014 CAMPUS CUIABÁ Maior Ampla - Maior L1 - Maior L2 - Maior L3 - Maior L4 - Maior ADMINISTRAÇÃO - BACHARELADO - MATUTINO 715.18 715.18 630.48 633.62 676.6 689.66 ADMINISTRAÇÃO - BACHARELADO

Leia mais

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS E SUBPROJETOS DE PESQUISA

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS E SUBPROJETOS DE PESQUISA MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS E SUBPROJETOS DE PESQUISA O projeto deve, OBRIGATORIAMENTE, ser elaborado pelo Coordenador do Projeto (titulação mínima Mestre PBIC/UniEVANGÉLICA; titulação mínima Doutor

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ

INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ RETIFICAÇÃO Nº 08 DO EDITAL Nº 12/2015 DO IFPR CONCURSO DE DOCENTE O Reitor Substituto do INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ IFPR, no uso da competência que lhe confere a Portaria

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM PROGRAD - COMISSÃO PERMANENTE DO VESTIBULAR CONCURSO VESTIBULAR UFSM 2014

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM PROGRAD - COMISSÃO PERMANENTE DO VESTIBULAR CONCURSO VESTIBULAR UFSM 2014 - Cota Curso: 3004 - ADMINISTRAÇÃO - Bacharelado - SILVEIRA MARTINS Curso: 501 - ADMINISTRAÇÃO - Diurno Curso: 2004 - ADMINISTRAÇÃO - Diurno - CESNORS - P.M. Curso: 515 - ADMINISTRAÇÃO - Noturno Curso:

Leia mais

ENADE 2004/2013. Guia para o registro da situação do aluno no histórico escolar. Pró-Reitoria de Ensino

ENADE 2004/2013. Guia para o registro da situação do aluno no histórico escolar. Pró-Reitoria de Ensino ENADE Guia para o registro da situação do aluno no histórico escolar Pró-Reitoria de Ensino 2004/2013 Paulo César Pereira Reitor Diretoria Executiva José Sérgio Sarmento Garcia Pró-Reitoria de Administração

Leia mais

CARREIRAS. Área de humanidades. CARREIRA 105 Arquitetura - FAU. CARREIRA 100 Administração - Ribeirão Preto. CARREIRA 110 Arquitetura - São Carlos

CARREIRAS. Área de humanidades. CARREIRA 105 Arquitetura - FAU. CARREIRA 100 Administração - Ribeirão Preto. CARREIRA 110 Arquitetura - São Carlos Área de humanidades CARREIRAS NOTA: A DURAÇÃO DOS CURSOS DA USP É COMPUTADA EM SEMESTRES. NA DURAÇÃO DOS CURSOS QUE ENVOLVEM ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO ESTÃO INCLUÍDAS TODAS AS ATIVIDADES NECESSÁ-

Leia mais

EDITAL 34/2013 EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇAO PARA INTERCÂMBIO INTERNACIONAL DE GRADUAÇÃO PARA 2014/1

EDITAL 34/2013 EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇAO PARA INTERCÂMBIO INTERNACIONAL DE GRADUAÇÃO PARA 2014/1 EDITAL 34/2013 EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇAO PARA INTERCÂMBIO INTERNACIONAL DE GRADUAÇÃO PARA 2014/1 O Reitor da Universidade Vila Velha ES faz saber a todos os alunos regularmente matriculados em cursos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CIG-PROPLAN SETEMBRO, 2013

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CIG-PROPLAN SETEMBRO, 2013 2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CIG-PROPLAN ANÁLISE DO IGC DA UFPE 2007-2012 SETEMBRO, 2013 Apresentação Este relatório contém o resultado da análise do Índice Geral de Cursos (IGC) da UFPE durante

Leia mais

ANEXO I - Relação dos cursos oferecidos pela UFG no Processo Seletivo 2014-1

ANEXO I - Relação dos cursos oferecidos pela UFG no Processo Seletivo 2014-1 ANEXO I - Relação dos cursos oferecidos pela no Processo Seletivo -1 CURSOS OFERECIDOS EM GOIÂNIA Em que: sm: salário-mínimo; PPI: estudantes autodeclarados pretos, pardos ou indígenas; DC: Demais estudantes

Leia mais

Escola de Administração UFRGS. Porto Alegre - RS

Escola de Administração UFRGS. Porto Alegre - RS Escola de Administração UFRGS Porto Alegre - RS 1 A Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS está localizada na cidade de Porto Alegre, com cerca de 1.5 milhões de habitantes. Localização 1 A

Leia mais

PORTARIA Nº 9, DE 29 DE JUNHO DE 2006

PORTARIA Nº 9, DE 29 DE JUNHO DE 2006 PORTARIA Nº 9, DE 29 DE JUNHO DE 2006 O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de sua competência e em conformidade com o estabelecido no 1o- do art 10, da Lei no- 11.091, de 12 de janeiro de 2005, resolve:

Leia mais

A - Sistema Cidadão Presente A - afro - brasileiros B - Sistema Cidadão Presente B - necessidades especiais

A - Sistema Cidadão Presente A - afro - brasileiros B - Sistema Cidadão Presente B - necessidades especiais Curso: 2005 - ADMINISTRACAO (Noturno) - CESNORS 4 5 0,80 91 9 10,11 123 28 4,39 Curso: 501 - ADMINISTRACAO - Bacharelado (Diurno) 11 5 2,20 72 8 9,00 145 5,64 Curso: 515 - ADMINISTRACAO - Bacharelado (Noturno)

Leia mais

UFRGS Concurso Vestibular 2011. Quadro de Lotação dos Candidatos em 1ª Opção

UFRGS Concurso Vestibular 2011. Quadro de Lotação dos Candidatos em 1ª Opção UFRGS Concurso Vestibular 2011 Quadro de Lotação dos Candidatos em 1ª Opção Código Nome do Curso Vagas Médias Ofer Ocup Primeiro Último 01 Administração - Diurno Acesso Universal 56 56 711,68 572,40 Ensino

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA COMISSÃO PERMANENTE DO VESTIBULAR VESTIBULAR 2015

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA COMISSÃO PERMANENTE DO VESTIBULAR VESTIBULAR 2015 CAMPUS FLORIANÓPOLIS ADMINISTRAÇÃO - DIURNO ADMINISTRAÇÃO - NOTURNO AGRONOMIA ANTROPOLOGIA - BEL - DIURNO ARQUITETURA E URBANISMO ARQUIVOLOGIA - BEL - DIURNO ARTES CÊNICAS - BEL - NOTURNO BIBLIOTECONOMIA

Leia mais

Projeto de Reestruturação e Expansão REUNI - UFRN

Projeto de Reestruturação e Expansão REUNI - UFRN Projeto de Reestruturação e Expansão REUNI - UFRN Alguns indicadores I n d i c a d o r e s 2006 Acréscimo Número de Alunos Graduação (Regulares, Probásica e Educação a Distância) 23.924 Pós-Graduação (Mestrado

Leia mais

EDITAL Nº 13/2012-PROGRAD

EDITAL Nº 13/2012-PROGRAD 1 EDITAL Nº 13/2012-PROGRAD PUBLICAÇÃO DA RELAÇAO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO CONSIDERADOS COMO CURSOS AFINS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNIOESTE - PROVOU. A Pró-reitora de Graduação da Universidade Estadual

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE SELEÇÃO PROCESSO SELETIVO 2011 1 EDITAL N. 066/2010

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE SELEÇÃO PROCESSO SELETIVO 2011 1 EDITAL N. 066/2010 Página 1 de 6 Goiânia A302 Administração (bacharelado) 50 686 13,72 Goiânia A105 Agronomia 70 526 7,51 Goiânia A106 Arquitetura e Urbanismo 35 697 19,91 Goiânia A405 Artes Cênicas (bacharelado ou licenciatura)

Leia mais

UNIDADES DE ENSINO DE NITERÓI CLASSE A: ADJUNTO A - REGIME: 40H DE 1 - Escola de Arquitetura e Urbanismo Departamento de Arquitetura Área de

UNIDADES DE ENSINO DE NITERÓI CLASSE A: ADJUNTO A - REGIME: 40H DE 1 - Escola de Arquitetura e Urbanismo Departamento de Arquitetura Área de UNIDADES DE ENSINO DE NITERÓI CLASSE A: ADJUNTO A - REGIME: 40H DE 1 - Escola de Arquitetura e Urbanismo Departamento de Arquitetura Área de Conhecimento: PROJETO DE HABITAÇÃO SOCIAL (uma vaga). Provas

Leia mais

Bolsas e Programas de Financiamento de Estudo

Bolsas e Programas de Financiamento de Estudo Bolsas e Programas de Financiamento de Estudo A PUC Minas fechou o ano de 2006 tendo cerca de 35% dos alunos da graduação beneficiados com bolsa de estudo. O benefício contemplou 16.047 estudantes - incluindo

Leia mais

UFG (Projetos) e seu conceito (MEC)

UFG (Projetos) e seu conceito (MEC) UFG (Projetos) e seu conceito (MEC) Dos cursos avaliados pelo Ministério da Educação (MEC) em 2007, a maioria obteve conceito bom (nota 4) ou excelente (nota 5) no Enade, no Índice de Diferença de Desempenho

Leia mais

Anexo I. Concurso Vestibular 2015 Carreiras e Cursos. Área de Humanidades

Anexo I. Concurso Vestibular 2015 Carreiras e Cursos. Área de Humanidades Carreira 100 Administração - Ribeirão Preto Curso 10: Administração - Diurno - Ribeirão Preto Curso 11: Administração - Noturno - Ribeirão Preto Concurso Vestibular 2015 Carreiras e Cursos Área de Humanidades

Leia mais

ANEXO I Edital 80/2014

ANEXO I Edital 80/2014 ANEXO I Edital 80/2014 UNIDADES DE ENSINO DE NITERÓI CLASSE A: ADJUNTO A - REGIME: 40H DE 1- Faculdade de Administração e Ciências Contábeis Departamento de Contabilidade Área de Conhecimento: CONTABILIDADE

Leia mais

UEM: Breve Contextualização

UEM: Breve Contextualização UEM: Breve Contextualização Campus Regionais, Bases de Pesquisa e Pólos de Ensino a Distância BASE PESQUISA PORTO RICO CAMPUS CIANORTE CAMPUS CIDADE GAUCHA FAZENDA EXPERIMENTAL IGUATEMI UEM MARINGA CAMPUS

Leia mais

Todos os cursos da USP que não aderiram ao Enem

Todos os cursos da USP que não aderiram ao Enem Ano 23 - Junho 2015 Todos os cursos da USP que não aderiram ao Enem O Conselho Universitário da USP aprovou, em 23 de junho, em caráter experimental, com validade para o vestibular 2016, a adesão da universidade

Leia mais

RESUMO DAS VAGAS OFERECIDAS AO SISU PARA INGRESSO NO 1º SEMESTRE DE 2015

RESUMO DAS VAGAS OFERECIDAS AO SISU PARA INGRESSO NO 1º SEMESTRE DE 2015 CAMPO GRANDE/Campo Grande-MS 15830 Administração (Bacharelado) 60 37,5% Integral 315830 Administração (Bacharelado) 60 37,5% Noturno 1128367 Alimentos (Tecnológico) 40 37,5% Noturno 18387 Análise de Sistemas

Leia mais

RESUMO DAS VAGAS OFERECIDAS AO SISU PARA INGRESSO NO 1º SEMESTRE DE 2014

RESUMO DAS VAGAS OFERECIDAS AO SISU PARA INGRESSO NO 1º SEMESTRE DE 2014 CAMPO GRANDE/Campo Grande-MS 15830 Administração (Bacharelado) 60 25,0% Integral 315830 Administração (Bacharelado) 60 25,0% Noturno 1128367 Alimentos (Tecnológico) 40 25,0% Noturno 18387 Análise de Sistemas

Leia mais

ANEXO I NÚMERO DE VAGAS DISPONÍVEIS NOS CURSOS PRESENCIAIS DE GRADUAÇÃO PARA PREENCHIMENTO EM 2015-2 POR REGIONAL, CURSO E OPÇÃO DE PARTICIPAÇÃO

ANEXO I NÚMERO DE VAGAS DISPONÍVEIS NOS CURSOS PRESENCIAIS DE GRADUAÇÃO PARA PREENCHIMENTO EM 2015-2 POR REGIONAL, CURSO E OPÇÃO DE PARTICIPAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE GESTÃO ACADÊMICA PRÉDIO DA REITORIA CÂMPUS II FONE: (62) 3521 1088 FAX: (62)3521-1074 CAIXA POSTAL 131 GOIÂNIA/GO. CEP: 74001 970 EDITAL

Leia mais

ANEXO I CURSOS DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL GRADUAÇÃO PRESENCIAL- FTC SALVADOR

ANEXO I CURSOS DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL GRADUAÇÃO PRESENCIAL- FTC SALVADOR ANEXO I DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL GRADUAÇÃO PRESENCIAL- FTC SALVADOR VALORES DOS Administração 8 semestres R$ 395,00 10% R$ 355,50 Biomedicina 8 semestres R$ 630,00 20% R$ 504,00 Ciências Aeronáuticas 6

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração da NBC T 1 citada nesta Norma para NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL. RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.213/09 Aprova a NBC TA 320 Materialidade no Planejamento e

Leia mais

Eventos. Cerimonial e Protocolo em Eventos

Eventos. Cerimonial e Protocolo em Eventos Eventos Cerimonial e Protocolo em Eventos Administração - Habilitação em Gestão Turística e Administração em Administração em e Comunicação Social com Habilitação em Relações Públicas Gastronomia Letras

Leia mais

Formação e Tendências de Mercado da Formação Graduada e Pós graduada 1

Formação e Tendências de Mercado da Formação Graduada e Pós graduada 1 Número de Alunos Formação e Tendências de Mercado da Formação Graduada e Pós graduada 1 Susana Justo, Diretora Geral da Qmetrics 1. Formação em ensino superior, graduada e pós graduada. Em Portugal continua

Leia mais

PROCEDIMENTOS E GRADE CURRICULAR MESTRADO (ACADÊMICO E PROFISSIONAL) E DOUTORADO

PROCEDIMENTOS E GRADE CURRICULAR MESTRADO (ACADÊMICO E PROFISSIONAL) E DOUTORADO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA INDUSTRIAL Rua Professor Aristides Novis, nº 02 Federação EP/UFBA

Leia mais

VAGAS NO CAMPUS MARCO ZERO, EM MACAPÁ-AP

VAGAS NO CAMPUS MARCO ZERO, EM MACAPÁ-AP UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ GABINETE DA REITORIA EDITAL Nº 12/2012 CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSOR EFETIVO ANEXO I VAGAS POR ÁREA DE CONHECIMENTO VAGAS NO CAMPUS MARCO ZERO, EM MACAPÁ-AP 1) Área de Conhecimento:

Leia mais

CAMPUS A. C. SIMÕES ADMINISTRAÇÃO 13203 Matutino Bacharelado Ampla Concorrência 3

CAMPUS A. C. SIMÕES ADMINISTRAÇÃO 13203 Matutino Bacharelado Ampla Concorrência 3 CAMPUS CURSO CÓDIGO IES CURSO TURNO DESCRICAO FORMACAO ACAO AFIRMATIVA VAGAS RESTANTES ADMINISTRAÇÃO 13203 Matutino Bacharelado Ampla Concorrência 3 ADMINISTRAÇÃO 13203 Matutino Bacharelado ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

EGRESSOS AGOSTO DE 2015 Levantamento de 2008 a 2014. Fonte CPD Agosto 2015

EGRESSOS AGOSTO DE 2015 Levantamento de 2008 a 2014. Fonte CPD Agosto 2015 EGRESSOS AGOSTO DE 2015 Levantamento de 2008 a 2014 Fonte CPD Agosto 2015 EGRESSOS 2015 (INGRESSANTES 2008) CURSO A B C D UNIVERSAL TOTAL Administração Diurno - - 6-26 32 Administração Noturno - - 3-7

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília Edital nº 20/CGPE/PRDI/IFB, de 18 de Dezembro de 2009.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília Edital nº 20/CGPE/PRDI/IFB, de 18 de Dezembro de 2009. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília Edital nº 20/CGPE/PRDI/IFB, de 18 de Dezembro de 2009. PROCESSO DE REMOÇÃO INTERNA DE SERVIDORES DOCENTES. Considerando

Leia mais

Projetos de Extensão. Prof. Msc. Marcílio Meira Informátic ca

Projetos de Extensão. Prof. Msc. Marcílio Meira <marcilio.meira@ifrn.edu.br> Informátic ca Extensão Projetos de Extensão Prof. Msc. Marcílio Meira Informátic ca Objetivos da aula a. Compreender o que é um Projeto de Extensão, e seus objetivos; b Aprender como se

Leia mais

INSCRIÇÃO DE ESTUDANTES IRREGULARES

INSCRIÇÃO DE ESTUDANTES IRREGULARES 2013 INSCRIÇÃO DE ESTUDANTES IRREGULARES Este documento visa orientar as ações para a inscrição de estudantes irregulares no de anos anteriores e esclarecer as dúvidas que possam aparecer durante o processo

Leia mais

Área - Administração e Negócios. Área - Artes e Design

Área - Administração e Negócios. Área - Artes e Design Área - Administração e Negócios Administração 13.04 (2ª feira) 13h Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Av. Prof. Luciano Gualberto, 908, Cidade 30/mar Ciências Atuárias 13.04 (2ª feira)

Leia mais

PROJETO CRESCER JUNTOS

PROJETO CRESCER JUNTOS Página 1 de 6 PROJETO CRESCER JUNTOS OBJETIVO Estabelecer parâmetros e procedimentos para utilização, por parte dos funcionários, do Programa Auxilio Educação, da ATC, nos Cursos de Graduação que tenham,

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DE ILHA SOLTEIRA ILHA SOLTEIRA

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DE ILHA SOLTEIRA ILHA SOLTEIRA ILHA SOLTEIRA REQUISITOS PARA INSCRIÇÕES AO PROCESSO SELETIVO DE DOCENTES, OBJETIVANDO A FORMAÇÃO DE CADASTRO PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE EXCEPCIONAL INTERESSE PÚBLICO, Nº 065/09/2015 de 19/10/2015.

Leia mais

Universidade Federal da Bahia Serviço de Seleção, Orientação e Avaliação.VESTIBULAR UFBA 2013 RLSV006.1 - CONCORRÊNCIA

Universidade Federal da Bahia Serviço de Seleção, Orientação e Avaliação.VESTIBULAR UFBA 2013 RLSV006.1 - CONCORRÊNCIA Página 1 de 5 Campus: UFBA - Salvador 187140 Arquitetura e Urbanismo - Noturno - Salvador 327 36 9,08 101140 Arquitetura e Urbanismo - Salvador 987 96 10,28 189140 Bacharelado Interdisciplinar em Ciência

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008 Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008 Brasília DF 2009 SUMÁRIO LISTA DE TABELAS... 3 APRESENTAÇÃO...

Leia mais

ANEXO III DO EDITAL DO CONCURSO PÚBLICO Nº 01/2011, DE 29 DE JULHO DE 2011 DO QUADRO DE VAGAS VAGAS

ANEXO III DO EDITAL DO CONCURSO PÚBLICO Nº 01/2011, DE 29 DE JULHO DE 2011 DO QUADRO DE VAGAS VAGAS ANEXO III DO EDITAL DO CONCURSO PÚBLICO Nº 01/2011, DE 29 DE JULHO DE 2011 DO QUADRO DE VAGAS CÓDIGO CARGO HABILITAÇÃO TOTAL VAGAS RESERVA P/ DEFICIENTES (*) 0101 Agente de Controle de Zoonoses Ensino

Leia mais

EDITAL DE CONVOCAÇÃO Nº 03/2015 ELEIÇÕES DE REPRESENTANTES DISCENTES DE GRADUAÇÃO NOS COLEGIADOS DA UFV

EDITAL DE CONVOCAÇÃO Nº 03/2015 ELEIÇÕES DE REPRESENTANTES DISCENTES DE GRADUAÇÃO NOS COLEGIADOS DA UFV MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA SECRETARIA DE ÓRGÃOS COLEGIADOS Campus Universitário Viçosa, MG 36570-000 Telefone: (31) 3899-2127 - Fax: (31) 3899-1229 - E-mail: soc@ufv.br EDITAL

Leia mais

Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes - ENADE. Coordenadoria de Avaliação Institucional Comissão Própria de Avaliação - CPA ENADE 2011

Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes - ENADE. Coordenadoria de Avaliação Institucional Comissão Própria de Avaliação - CPA ENADE 2011 Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes - ENADE Coordenadoria de Avaliação Institucional Comissão Própria de Avaliação - CPA ENADE 2011 SOBRE O ENADE O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes -

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO Uberaba-MG RESOLUÇÃO Nº 32, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015, DA REITORA DA UFTM

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO Uberaba-MG RESOLUÇÃO Nº 32, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015, DA REITORA DA UFTM MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO Uberaba-MG RESOLUÇÃO Nº 32, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015, DA REITORA DA UFTM Dispõe sobre os critérios de distribuição orçamentária aos Institutos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ REITORIA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA RELAÇÃO DE CURSOS ATENDIDOS PELO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UFC

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ REITORIA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA RELAÇÃO DE CURSOS ATENDIDOS PELO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UFC UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ REITORIA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA RELAÇÃO DE CURSOS ATENDIDOS PELO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UFC Biblioteca Curso de Graduação Curso de Pós-Graduação Biblioteca de Ciências

Leia mais

QUADRO DE TITULAÇÃO VERIFIQUE NO QUADRO OS COMPONENTES POSSÍVEIS COM BASE NA SUA TITULAÇÃO ENSINO MÉDIO

QUADRO DE TITULAÇÃO VERIFIQUE NO QUADRO OS COMPONENTES POSSÍVEIS COM BASE NA SUA TITULAÇÃO ENSINO MÉDIO 1 QUADRO DE TITULAÇÃO VERIFIQUE NO QUADRO OS COMPONENTES POSSÍVEIS COM BASE NA SUA TITULAÇÃO ENSINO MÉDIO DISCIPLINAS Artes (Base Nacional Comum) Biologia (Ensino Médio) Matemática (Base Nacional Comum)

Leia mais

REQUERIMENTO DE PROGRESSÃO POR CAPACITAÇÃO

REQUERIMENTO DE PROGRESSÃO POR CAPACITAÇÃO P. 1/2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul 1. DADOS DO SERVIDOR Data do ingresso / / Nome

Leia mais

EDITAL 05/2012 TRANSFERÊNCIA EXTERNA

EDITAL 05/2012 TRANSFERÊNCIA EXTERNA EDITAL 05/2012 TRANSFERÊNCIA EXTERNA 1. INSCRIÇÃO 1.1 Somente poderão inscrever-se no processo de transferência candidatos que tenham vinculação em Curso de Instituição de Ensino Superior. 1.1.1 O curso

Leia mais

Dispõe sobre a concessão do Incentivo de Titulação aos servidores integrantes do Ambiente de Especialidade Gestão Pública.

Dispõe sobre a concessão do Incentivo de Titulação aos servidores integrantes do Ambiente de Especialidade Gestão Pública. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 01, 26 de maio de 2008. Dispõe sobre a concessão do Incentivo de Titulação aos servidores integrantes do Ambiente de Especialidade Gestão. O SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO DO MUNICÍPIO

Leia mais

DIRETORIA DE CONCURSO VESTIBULAR

DIRETORIA DE CONCURSO VESTIBULAR DIRETORIA DE CONCURSO VESTIBULAR EDITAL Nº 001/2011-DCV PUBLICAÇÃO DA RELAÇÃO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO CONSIDERADOS COMO CURSOS AFINS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNIOESTE. O Diretor de Concurso Vestibular

Leia mais