1 Apuração do Custo de Ensino por Aluno: Aplicação a uma Instituição Federal de Ensino Superior

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1 1 Apuração do Custo de Ensino por Aluno: Aplicação a uma Instituição Federal de Ensino Superior Autoria: César Augusto Tibúrcio Silva, Beatriz Fátima Morgan, Patrícia de Souza Costa Resumo O presente estudo mostra a apuração do custo-aluno por instituto/faculdade em uma Instituição Federal de Ensino Superior. O custo-aluno tem sido um dos indicadores mais usados para avaliação de desempenho nas universidades. A relevância na apuração de custos nestas instituições contribui também para maior accountability, assim como para auxiliar no controle e alocação de recursos no âmbito interno. Utilizou-se o procedimento de estudo de caso, tendo sido necessário desenvolver uma metodologia que segregasse os custos de ensino dos demais outputs de uma universidade, bem como considerar as formas de registro das informações presentes em uma instituição pública. Os resultados mostram a importância da apuração ser feita por unidade acadêmica, na medida em que apresenta a diferença no custo-aluno de cada uma delas. A pesquisa evidencia a complexidade em se determinar custos em instituições de ensino e recomenda outros aspectos que devem ser aprofundados. 1 Introdução O custo por aluno tem sido um dos indicadores mais usados para avaliar o desempenho das universidades. O Banco Mundial em conjunto com países europeus utiliza-o juntamente com a relação aluno/professor, a relação aluno/funcionário e o tempo médio de permanência no curso para avaliar a eficiência interna das universidades européias (DUNDAR; LEWIS, 1999). O Tribunal de Contas da União recomendou a apuração do custo por aluno na Decisão Plenária 408/2002 (BRASIL, 2002a). No entanto, o desenvolvimento de indicadores para avaliação do ensino superior é considerada uma questão polêmica (LEITÃO, 1987). Segundo Dyke (2000) é necessário consistência na apuração de custos para que a comparação entre as instituições seja válida. Indicadores de produtividade como o custo-aluno se não mensurados com metodologias apropriadas podem conduzir a decisões equivocadas (GAETANI; SCHWARTZMAN, 1990). A complexidade em se desenvolver uma metodologia de apuração de custo tendo como objeto o custo-aluno, deve-se, segundo Amaral (2002), a multiplicidade de atividades desempenhadas pelas instituições de ensino. As universidades públicas estão sendo pressionadas a adotar mecanismos de gerenciamento já há muito adotados pela iniciativa privada. Deve-se isto a New Public Management NPM, introduzida no setor público nos últimos anos (TRINCZEK; WEST, 1999). A apuração de custos para avaliação do desempenho é um dos instrumentos recomendados na NPM. Porém, ao se determinar custo em instituições públicas de ensino, depara-se além do aspecto de ser uma entidade com multiprodutos (GANDER, 1995), o fato de que seus registros possuem as peculiaridades inerentes a contabilidade pública (MACHADO JR.; REIS, 2002). Diante do exposto faz-se mister pesquisas na busca de metodologias que apurem os custos das atividades de ensino, segregada das outras atividades desenvolvidas por uma instituição pública de ensino superior, para que possa ser utilizada como um indicador na avaliação da eficiência das universidades. Sendo feita esta apuração por unidade acadêmica, torna o estudo mais relevante por contribuir de forma efetiva para o controle e alocação dos recursos orçamentários, permitindo-se com isso, maior

2 2 eficiência na tomada de decisão das universidades. Estes aspectos mostram que pesquisas nesta área, com a aplicação de estudos exploratórios, são necessárias. Sendo assim, este estudo tem por objetivo desenvolver e aplicar uma metodologia para cálculo e apuração do custo por aluno em cada instituto/faculdade de uma Instituição Federal de Ensino Superior - IFES. Para tanto, utilizou-se como procedimento de pesquisa o estudo de caso, por ser capaz de lidar com ampla variedade de evidências, tais como documentos, entrevistas, observações (YIN, 2001), necessárias a concretização da pesquisa. O artigo está dividido em quatro seções. Além dessa, encontra-se na próxima seção a revisão da literatura; na terceira seção demonstra-se a metodologia utilizada e os resultados alcançados para os anos de 2002 e 2003, e na quarta e última seção estão as considerações finais deste estudo. 2 Revisão de Literatura A apuração de custos na educação superior por muito tempo esteve voltada para o indivíduo, preocupando-se em descobrir a magnitude dos custos para freqüentar uma faculdade. Porém, uma mudança no foco está sendo adotada, a fim de responder a sociedade se há controle do governo sobre os custos da educação superior (BRINKMAN, 2000). Conforme Relatório da Comissão Nacional sobre o Custo da Educação Superior dos Estados Unidos, a busca por este controle deve-se particularmente ao aumento das mensalidades ocorrido nos últimos anos. No período de 1976 a 1996 o aumento foi de 4,9 vezes nas instituições públicas e 5,4 vezes nas instituições privadas. Com esta situação, existe uma preocupação por parte da sociedade e do governo, em saber se as instituições empregam programas de redução de custos. O Relatório apontou um aumento no custo por aluno das faculdades e universidades públicas de 4 anos de 57%, e nas faculdades públicas de 2 anos o aumento foi de 52%. Nas faculdades e universidades particulares de 4 anos o aumento no custo por aluno foi de 69%. No entanto, neste mesmo período observa-se redução no financiamento público à educação superior (THE NATIONAL COMISSION ON THE COST OF HIGHER EDUCATION, 2004). Segundo McPherson e Schapiro (2003) o financiamento público à educação superior reduziu mais de 10% em quatro anos. Em alguns países as informações de custos são empregadas também para buscar a redução de custos nas unidades administrativas (TRINCZEK; WEST,1999). Diante do aumento dos custos administrativos nas universidades dos Estados Unidos, Leslie e Rhoades (1995) apontaram onze proposições de possíveis causas: a busca de outras fontes de recursos; aumento de regulação estatal; instituições mais complexas; administradores assumindo atividades anteriormente desempenhadas pelas unidades acadêmicas; maior consenso de controle na administração; maior volume de atividades administrativas; adoção de estruturas administrativas desenvolvidas por organizações bem sucedidas 1 ; maior distância entre as unidades e o tomador de decisão orçamentária; necessidade de alta tecnologia e ligações com outras empresas; envolvimento dos administradores com associações profissionais faz com que eles e suas instituições tenderão a adotar estruturas e práticas administrativas normativas; e características étnicas, sociais, e de gênero dos administradores e unidades acadêmicas. A redução no financiamento público à educação superior é também uma realidade brasileira. Amaral (2002) ao comparar os recursos das Instituições Federais de Ensino Superior IFES com o Produto Interno Bruto PIB, as despesas correntes do Fundo Público Federal FPF e o total de arrecadação de impostos da União, observou

3 3 que os recursos das IFES estão diminuindo em relação à riqueza nacional. Esta realidade impõe às universidades públicas a busca de outras fontes de recursos No Brasil, somente uma pequena parte dos recursos utilizados pelas IFES são próprios. Dos recursos totais (excluídos os recursos destinados a aposentadorias/reformas e pensão) das IFES no período de , em média 4,5% foram de recursos próprios (CÂMARA, 2004). Observa-se pelo gráfico 1, que estes recursos não apresentaram crescimento quando se compara os dados de 2003 com Milhares Gráfico 1 Evolução dos recursos próprios das IFES Atualizados para dezembro/2003 com base no índice INPC/IBGE Fonte: No entanto, apesar das pesquisas apontarem redução do financiamento público à educação superior, os custos tem apresentado um comportamento distinto. No período de 1949 a 1991, enquanto o Índice de Preços ao Consumidor no Estados Unidos aumentou 4,2% ao ano, o custo com a educação superior aumentou 7,6% ao ano (BAUMOL; BLACKMAN, 1995). Esses autores explicam que o aumento nos custos com a educação superior e outros serviços como saúde é maior porque possuem a característica de ter baixo crescimento na produtividade em relação a outras atividades econômicas. E completam dizendo que, em primeiro lugar a educação superior, e outros serviços similares, possuem a natureza de ser uma produção manual, que demanda maior atenção por parte dos executores; em segundo, o avanço da tecnologia pouco contribui para reduzir o tempo necessário para a realização das atividades relacionadas a estes serviços. Roone, Borden e Thomas (1999) atribuem o crescimento dos custos na educação superior nos Estados Unidos a um conjunto de fatores econômicos, políticos e sociais. Incluem-se nestes fatores, o constante avanço da informática e tecnologias de pesquisa, necessidade de novas áreas físicas em virtude do crescimento de matrículas, custos com manutenção, e aumento dos recursos de auxílio financeiro para atrair e reter estudantes. A apuração de custos em instituições de ensino requer uma metodologia que considere as peculiaridades apresentadas por estas entidades. Para Winston (2000) a mensuração do custo-aluno não é tão simples, principalmente devido a três questões: (1) negligência na incorporação do custo de uso dos edifícios, equipamentos e terrenos (pode causar uma distorção de 25 a 40% nos custos de ensino); (2) não está claro se a ajuda financeira aos estudantes é um custo ou dedução da receita 2 ; (3) dificuldade de alocação de custo em especial devido a existência de custos conjuntos 3 nas instituições de ensino. Segundo Brinkman (2000) a determinação do custo em uma instituição de

4 4 ensino pode ser feita por três caminhos: contabilidade de custos, estimação estatística ou modelo de simulação. Trinczek e West (1999) em um estudo na Europa (Finlândia, França, Alemanha, Itália, Noruega, Portugal, Espanha, Reino Unido) verificaram que todos os países pesquisados utilizam amplamente a estatística e outros indicadores no processo de avaliação. Para o fim específico de redução dos custos, o principal indicador é o custo por aluno. Para Brinkman (2000) a contabilidade de custos é o procedimento mais complexo porque necessita que os custos sejam alocados. Isto se deve ao fato que muitas unidades da universidade, tanto acadêmicas, como administrativas e de prestação de serviço, possuem a característica de terem custos conjuntos, isto é, são unidades com multiprodutos a partir de insumos comuns. Para Verry e Davies (1976) a universidade pode ser considerada uma organização com multiprodutos ou com produto único. Porém, de uma maneira geral três produtos principais lhe são atribuídos: ensino, pesquisa e extensão. O custo da utilização dos bens permanentes e do espaço físico tem merecido discussão especial na apuração de custos de instituição de ensino. Para a National Comission On The Cost Of Higher Education (2004) a não inclusão do custo dos bens permanentes, representa uma barreira para se conhecer os verdadeiros custos com a educação superior. Recomenda, desta forma, sua inclusão na apuração do custo por aluno. Segundo Ehrenberg (1999), conhecer o custo do espaço ocupado pelas unidades pode ajudar a tomada de decisão no momento de requerer a ampliação da área física. Na Universidade de Cornell, objeto do seu estudo, tem a área considerada extensa, o autor acredita que isto se deve, em parte, ao fato de que muitos dos usuários ignoram o custo do espaço que eles ocupam e não arcam com estes custos diretamente. Segundo Brown e Gamber (2002) outro custo relevante é aquele vinculado a biblioteca, dentre as unidades de suporte, esse é o centro de maior custo de manutenção. Dugan e Dodsworth (1994) com a preocupação de separar os custos relacionados às atividades de arquivo e operacionalização de documentos oficiais do governo das demais atividades desenvolvidas pela Biblioteca Lauinger, na Universidade de Georgetown, desenvolveram uma metodologia de apuração de custos, na qual foi adotado os seguintes passos: identificação das atividades relacionadas com o depósito de documentos; distribuição dos custos entre uma ou mais atividades e diferenciação entre os custos que ocorrem normalmente dos custos extraordinários. Além disso, esses autores enfatizam que sem a aplicação de um consistente padrão de mensuração de custos e outputs, é impossível desenvolver comparações completas entre as atividades do programa de depósito. É interessante notar que o debate sobre o custo do ensino superior tem merecido atenção pelos pesquisadores. No Brasil, órgãos governamentais também estão preocupados em apurar custos nas IFES (BRASIL, 2002a; BRASIL, 2002b). No entanto, surgem questionamentos, de qual metodologia seria a mais adequada para apurar o custo com ensino. Após esta revisão a próxima seção descreverá o estudo de caso realizado em uma IFES, em que apurou-se o custo-aluno por instituto/faculdade. 3 Metodologia e Resultados A universidade objeto do estudo possuía em 2003 uma estrutura acadêmica com 22 institutos/faculdades englobando as diversas áreas do conhecimento; no ano de 2002

5 5 eram 21 institutos/faculdades. Nestas unidades acadêmicas funcionam os cursos de graduação, pós-graduação 4 (mestrado e doutorado) e residência médica, além das atividades relacionadas a pesquisa e extensão. Em dezembro de 2003, havia 26 mil alunos registrados em 60 cursos de graduação e 81 cursos pós-graduação stricto sensu e residência médica. Faz parte da estrutura da universidade, objeto desse estudo, as unidades de suporte, que compreendem a prefeitura do campus, biblioteca, centro de processamento de dados, restaurante universitário, hospital universitário, dentre outros, bem como as unidades administrativas. Desta forma, a instituição possui unidades diretamente vinculadas ao ensino e que também exercem outras atividades (de maneira geral pesquisa e extensão); unidades indiretamente vinculadas ao ensino, de suporte ao ensino 5, e unidades puramente administrativas. Este último caso, se não devidamente analisado pode causar distorções na apuração do custo-aluno. Isto deve-se ao fato que a universidade, nos últimos cinco anos, executou despesas com recursos próprios, na proporção de 33% dos recursos totais (excluídos aposentadorias/reformas e pensões). Para tanto, existem unidades eminentemente arrecadadoras de recursos, como é o caso da Secretaria de Empreendimentos, que administra os imóveis de propriedade da universidade. Portanto estão totalmente desvinculadas das atividades de ensino, sendo assim, seu custo não deve ser incluído na apuração. E unidades que sua missão principal é a prestação de serviços a comunidade externa e como atividade secundária a prestação de serviço a comunidade interna. Neste caso, apenas a parcela proporcional será custo de ensino. A existência de unidades como a fazenda e o biotério, que servem de suporte às atividades de ensino de várias unidades, bem como desenvolvem atividades de pesquisa, tornam o desenvolvimento da metodologia mais complexo. É o caso também do centro olímpico, que além de atender disciplinas ofertadas para os alunos da universidade, possui ampla gama de atividades a comunidade externa. Para o cálculo dos custos utilizou-se como banco de dados o Siafi Gerencial e os sistemas auxiliares adotados na universidade. No Siafi Gerencial estão as despesas correntes executadas no período para cada centro de custo previamente definido para a universidade. Estas despesas resultam de decisões feitas pelas unidades sobre a utilização dos recursos. No Siafi Gerencial estão registrados também as aquisições de bens permanentes ocorridas no período. Como estes bens beneficiam mais de um período, a soma do custo com a depreciação correspondente aos anos 2002 e 2003, utilizados como base do estudo, foram obtidas por meio de sistemas auxiliares. O método empregado no cálculo será mostrado mais adiante. O banco de dados foi importante para o cálculo dos principais elementos que fizeram parte do custo, conforme descritos a seguir: (1) Pessoal A mão-de-obra da universidade é composta por diferentes categorias de contratação, sendo que há especificidade de encargos entre elas, e que os registros encontram-se em distintos sistemas. Assim, fez-se necessário que a apuração do custo fosse feita por categoria. Incluem-se no custo de pessoal, além dos funcionários efetivos, terceirizados, contratados temporariamente, os bolsistas que exercem atividade laboral para a instituição e aqueles que exercem atividade de monitoria. Chegou-se a um custo de pessoal (docentes e técnicos) com ensino nas unidades acadêmicas de 63% em relação aos custos totais com ensino em Middaugh ( ) encontrou que 80 a 90% dos custos das unidades acadêmicas são referentes a pessoal; (2) Materiais de consumo estes materiais são adquiridos pela Diretoria de Recursos Materiais, e armazenados no Almoxarifado Central, setor

6 6 responsável por distribuí-los às unidades. A remessa dos materiais é feita mediante requisição das unidades. Por meio do sistema de controle de estoque do almoxarifado foi possível obter o custo dos materiais expedidos para cada uma delas. Como são feitas aquisições periodicamente, e o serviço de remessa do almoxarifado para as unidades é semanal, supôs-se que o estoque inicial e final é zero; (3) Depreciação por ser a universidade uma instituição pública, os registros contábeis seguem a Lei 4.320/64. Pela Lei 4.320/64, os gastos efetuados no período classificam-se como despesas correntes e de capital. Nas despesas correntes estão todos os dispêndios financeiros efetuados num período com manutenção e funcionamento dos serviços. E nas despesas de capital, aqueles destinados a adquirir ou constituir bens de capital (MACHADO JR.; REIS, 2002). Por conseqüência disso, não é possível obter o custo da depreciação dos bens através do Siafi Gerencial, pois nele estão registrados os gastos de aquisição dos bens permanentes móveis em um determinado período, bem como os materiais/serviços gastos para a construção de bens imóveis. Assim utilizou-se o sistema de controle patrimonial atualização do valor de aquisição e para o cálculo da depreciação. E como período de beneficio, adotou-se dez anos, conforme Tsakloglou e Antoninis (1999); (4) Periódicos Capes a partir de 2003 as IFES não mais receberam os repasses da Capes para aquisição de periódicos, sendo que o órgão ampliou a sua base de acesso aos periódicos eletrônicos. Verifica-se desta forma, que os recursos despendidos para disponibilizar a base aos alunos das IFES representa custo. Assim sendo, o custo por aluno com periódicos eletrônicos foi embutido no custo-aluno da universidade pesquisada; (5) Outras despesas correntes as unidades acadêmicas e de suporte usam recursos durante o ano, que são registrados diretamente no centro de custo da unidade pelo Siafi. Incluiu-se o montante executado na apuração do custo de cada unidade; (6) Reformas as reformas são efetuadas pela prefeitura do campus, que adquire os insumos e efetua o seu controle. Foi possível identificar os materiais utilizados em cada unidade acadêmica e de suporte que realizou reformas no período-base do estudo. No entanto a mão-de-obra foi distribuída juntamente com os demais custos da prefeitura do campus. Com isso foi possível traçar a equação de composição dos custos das unidades acadêmicas e das unidades de suporte acadêmico. A tabela 1 mostra a composição do custo das unidades de suporte. (+) Despesas correntes executadas no período conforme registro no SIAFI (+) Custos identificados com a unidade, registrados em outro centro de custo no SIAFI: pessoal materiais de consumo, telefone, manutenção e reformas. (+) Custos recebidos de outras unidades prestadores de serviço (+) Custo da depreciação dos bens permanentes Tabela 1 Composição do custo das unidades de suporte acadêmico O custo das unidades de suporte representaram 26,43% dos custos totais com ensino. Estão incluídas nestas unidades a biblioteca, hospital universitário, restaurante universitário, prefeitura do campus etc. Como os custos de limpeza, segurança e

7 7 manutenção em geral da universidade são controlados pela prefeitura do campus, estes estão embutidos nos custos das unidades de suporte que posteriormente foram transferidos para as demais unidades (administrativas e acadêmicas) com base na área física. Na tabela 2 é possível verificar a composição do custo das unidades acadêmicas. (+) Despesas correntes executadas no período conforme registro no Siafi Gerencial (+) Custos identificados com a unidade, registrados em outro centro de custo no Siafi Gerencial: pessoal, materiais de consumo, telefone, manutenção e reformas. (+) Custo da depreciação dos bens permanentes (+) Custo das unidades de apoio* (-) Despesas não vinculadas ao ensino *Distribuídos através de parâmetros que indicassem o uso dos recursos, conforme entrevistas realizadas nos locais. Tabela 2 Composição do custo das unidades acadêmicas Nas unidades acadêmicas são desenvolvidas atividades de ensino, pesquisa e extensão. Portanto, o tempo do pessoal (professores e técnicos), uso de equipamentos, espaço físico, materiais e outros insumos são destinados conjuntamente para a realização das atividades mencionadas. Como o objetivo deste estudo é a apuração do custo com o ensino, fez-se necessário segregá-lo dos demais. Inicialmente, foi feita uma depuração nas despesas correntes executadas nas unidades acadêmicas. As despesas provenientes de convênios para prestação de serviço, como é o caso de uma faculdade que recebeu um recurso orçamentário do Ministério da Educação no ano de 2002 e 2003, por não representar um custo da atividade de ensino, foram excluídas dos cálculos realizados, sendo considerada somente a parcela orçamentária usual. Como segundo passo para a segregação do custo de ensino, utilizou-se como critério o tempo disponível dos professores em relação aos créditos-hora oferecidos pelas unidades, como pode ser observado na representação matricial (1). h e h t = d e d p. (1) h p sendo: h t = capacidade horária total d e = número de docentes de dedicação exclusiva d p = número de docentes de dedicação parcial h e = carga horária anual do docente de dedicação exclusiva h p = carga horária anual do docente de dedicação parcial Em 2002 o percentual encontrado foi de 72% e em 2003 de 71,27%. É interessante observar a proximidade deste resultado com outras pesquisas. Amaral (2004) utilizou o percentual de 71,98 do orçamento de cada IFES para as atividades de ensino, na apuração no custo do aluno no período de 1995 a Outro estudo realizado nos Estados Unidos para o cálculo do custo social com aluno de ensino superior no período de , empregou 71% dos custos totais para o ensino (TAUBMAN; WALES, 1974). Estudos desenvolvidos na Turquia encontraram universidades que alocam 70%, e outras menos que 40% de seus recursos ao ensino (DUNDAR; LEWIS, 1999). O custo apurado com o ensino em cada unidade acadêmica não necessariamente representa o custo gerado pelos alunos registrados na unidade. O sistema de matrícula

8 8 permite que um aluno faça disciplinas em outra unidade acadêmica. Com isso, tem-se unidades como é o caso da faculdade de tecnologia, instituto de física, e instituto de ciências exatas que do total de créditos efetuados pelos seus alunos em 2003, 49%, 35% e 31%, respectivamente, foram feitos em outras unidades. Assim como, ocorre a existência de unidades que a maior parte dos créditos ofertados são feitos por alunos de outras unidades, é o caso do instituto de física, instituto de ciências sociais e instituto de ciências exatas, que em 2003 do total de créditos ofertados, 67%, 60% e 59%, respectivamente, foram feitos por alunos de outras unidades. Desta forma, optou-se por distribuir o custo entre as unidades acadêmicas, por meio dos créditos demandados entre elas como pode ser observado na representação matricial (2): C u = Cn... C n + 1 x Cr... Cr n n+ 1 Cr n Cr n Cr n+ 1 (2) sendo: C u = Custo total das unidades acadêmicas C = Custo das unidades acadêmicas antes de receber os custos das outras unidades acadêmicas Cr = Créditos ofertados entre as unidades acadêmicas Os procedimentos utilizados até aqui referiram-se a apuração do custo total para cada instituto/faculdade. Sendo o custo-aluno dado por C T /n (C T = Custo Total; n = número de alunos), tem-se até então, o numerador da fórmula. Para alcançar o objetivo proposto, faz-se necessário calcular o denominador, composto pelo número de alunos. Apesar de encontrar na literatura a adoção do aluno equivalente a tempo integral no cálculo do custo por aluno (WINSTON, 2000), este procedimento não foi empregado na metodologia, primeiramente pelo fato de que a apuração de custos foi feita por instituto/faculdade, assim foram identificados os custos das unidades, juntamente com os alunos que a compõe. Em segundo, por não haver clara definição de quantos estudantes em tempo parcial corresponderiam a um estudante em tempo integral em termos de custo. Segundo a National Comission On The Cost Of Higher Education (2004) dos Estados Unidos, práticas padrões de considerar alunos equivalentes a tempo integral, provavelmente não capturam os custos reais com ensino para os estudantes em tempo parcial. Assim, o denominador foi composto pela média dos alunos registrados no primeiro e segundo semestre de cada ano na graduação e pós graduação (mestrado e doutorado). 3.1 Resultados Os resultados encontrados para o custo-aluno nos anos 2002 e 2003 estão demonstrados na tabela 3. Por ela é possível verificar os cursos de graduação e pósgraduação stricto sensu de cada instituto/faculdade que compuseram a apuração. Todos os valores utilizados na apuração foram atualizados para dezembro de 2003 com base no índice INPC/IBGE. Os maiores custos são das unidades de medicina, ciências da saúde e geociências; os menores custos foram das unidades de letras, direito e ciências sociais. A redução no custo apurado em 2003 na maior parte das unidades, em relação a 2002, deve-se principalmente, ao aumento no número de alunos.

9 9 Instituto/Faculdade Custo-aluno 2002 Custo-aluno 2003 Faculdade de Estudos Sociais Aplicados Administração Arquivologia Biblioteconomia Ciências Contábeis Administração (mestrado) Ciência da Informação (mestrado/doutorado) Ciências Contábeis (mestrado) Faculdade de Comunicação Social Comunicação Social Comunicação (mestrado/doutorado) Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Arquitetura e Urbanismo Arquitetura e Urbanismo (mestrado/doutorado) Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária Agronomia Medicina Veterinária Agronegócios (mestrado) Ciências Agrárias (mestrado) Faculdade de Direito Direito Direito (mestrado) Faculdade de Educação Pedagogia Educação (mestrado) Faculdade de Educação Física Educação Física Faculdade de Medicina Medicina Ciências Médicas (mestrado/doutorado) Clínica Médica (mestrado) Medicina Tropical (mestrado/doutorado) Patologia Molecular (mestrado/doutorado) Faculdade de Ciências da Saúde Enfermagem e Obstetrícia Ciências Farmacêuticas Nutrição Odontologia Ciências da Saúde (mestrado/doutorado) Nutrição Humana (mestrado) Faculdade de Tecnologia Engenharia Civil Engenharia de Redes e Comunicação Engenharia Elétrica Engenharia Florestal Engenharia Mecânica Engenharia Mecatrônica Ciências Florestais (mestrado) Ciências Mecânicas (mestrado) Geotecnia (mestrado/doutorado) Engenharia Elétrica (mestrado/doutorado) Engenharia Mecânica (mestrado) Estruturas e Construção Civil (mestrado/doutorado) Sistemas Mecatrônicos (mestrado) Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos (mestrado/doutorado) Transportes (mestrado) Instituto de Ciências Biológicas Ciências Biológicas

10 Biologia Animal (mestrado/doutorado) Botânica (mestrado) Ciências Biológicas (mestrado/doutorado) Ecologia (mestrado/doutorado) Fitopatologia (mestrado/doutorado) Instituto de Ciências Sociais Ciências Sociais Antropologia (mestrado/doutorado) Ciências Sociais (mestrado/doutorado) Sociologia (mestrado/doutorado) Instituto de Artes Artes Cênicas Artes Plásticas Desenho Industrial Educação Artística Música Artes (mestrado) Instituto de Ciências Exatas Ciência da Computação Estatística Computação Matemática Ciência da Computação (mestrado) Informática (mestrado) Matemática (mestrado/doutorado) Instituto de Física Física Física (mestrado/doutorado) Instituto de Geociências Geologia Geologia (mestrado/doutorado) Instituto de Ciências Humanas Ciências Econômicas Filosofia Geografia História Serviço Social Filosofia (mestrado) Economia (mestrado/doutorado) Geografia (mestrado) História (mestrado/doutorado) Política Social (mestrado/doutorado) Instituto de Letras Letras Letras Espanhol Letras Japonês Letras Tradução Lingüística (mestrado/doutorado) Lingüística Aplicada (mestrado) Literatura (mestrado/doutorado) Instituto de Psicologia Psicologia Psicologia (mestrado/doutorado) Instituto de Ciência Política Ciência Política Ciência Política (mestrado) Instituto de Química Química Química (mestrado/doutorado) Instituto de Relações Internacionais Relações Internacionais Relações Internacionais (mestrado/doutorado) Tabela 3 Custo-aluno por instituto/faculdade em R$/ano

11 11 Apesar dos resultados apontarem a Faculdade de Medicina com o maior custoaluno na universidade pesquisada, ao se comparar com pesquisas realizadas nos Estados Unidos, observa-se que o custo está bastante inferior. Franzini, Low e Proll (1997) apuraram o custo com o curso de medicina na University of Texas Houston Medical School no período de de U$ Rein et al. (1997) apurou um custo anual para o aluno de medicina na University of Virginia, também no período de , de U$ No Brasil, o Tribunal de Contas da União - TCU desenvolveu uma metodologia para cálculo do custo-aluno para as IFES, na qual apura-se o custo-aluno para universidade como um todo, ou seja, sem haver separação por instituto/faculdade ou curso (BRASIL, 2002a). Da mesma forma, procedeu o Ministério da Educação - MEC com a aplicação de outra metodologia (BRASIL, 2002b). Os resultados encontrados nas três metodologias, TCU, MEC e a metodologia aplicada neste estudo, pode ser observado na tabela 4. Metodologia MEC Metodologia TCU Metodologia Estudo Custo Total Nº Alunos Custo Médio Tabela 4 Comparação custo-aluno em R$/ano nas metodologias TCU, MEC e a aplicada neste estudo. Valores atualizados para dezembro/2003 com base no índice INPC/IBGE. As diferenças apresentadas no custo-aluno, devem-se aos pontos divergentes entre as metodologias 6, sendo os principais, apresentados na tabela 5: Metodologia MEC Metodologia TCU Metodologia Estudo Valores globais orçamento Valores globais do orçamento Depuração dos valores Considera todas as atividades Considera todas as atividades Considera somente as atividades como custo de ensino como custo de ensino de ensino 100% despesas executadas no 35% das despesas correntes Custo das atividades de ensino Hospital Universitário executadas no Hospital Universitário Regime de caixa Regime de caixa Regime de competência Alunos registrados no primeiro Utiliza o Aluno em Tempo Média dos alunos registrados no semestre Integral e Aluno Equivalente primeiro e segundo semestre. Tabela 5: Principais pontos divergentes nas metodologias MEC, TCU e a aplicada neste estudo. 4 Considerações finais A apuração do custo-aluno por instituto/faculdade representa um avanço na apuração de custos em instituições de ensino, especialmente no caso de uma IFES. Outras metodologias desenvolvidas por órgãos governamentais não consideram o custoaluno por instituto/faculdade ou curso. O estudo mostrou a importância de se efetuar a apuração do custo-aluno por área de conhecimento, pois a apuração feita de forma global para a universidade, oferece poucas informações de onde os recursos estão sendo consumidos. Além disso, serve como instrumento de accountability para a sociedade. Pelo estudo foi possível constatar e confirmar alguns pontos que justificam a complexidade em se apurar custos em universidades, tais como: determinados laboratórios e insumos são utilizados concomitantemente para atividades de ensino e pesquisa; existência de custos em que os recursos financeiros são controlados por outros

12 12 órgãos; inexistência de controle de tempo na execução das atividades para cada um dos produtos. Para que o estudo fique ainda mais preciso, é necessário que esta apuração seja feita por curso. Observou-se inicialmente, que a dificuldade encontrada para se apurar o custo-aluno por curso, tendo como base de dados principal para as unidades acadêmicas o Siafi Gerencial, deve-se ao fato que, alguns centros de custo possuem mais de um curso sob o seu controle, como é o caso da faculdade de agronomia e medicina veterinária. Desta forma, para se chegar ao nível de apuração por curso, será necessário aprofundar as pesquisas. 1 If Harvard is doing it, it must be a good idea (LESLIE; RHOADES, 1995, p. 199) 2 Para o autor, isto depende da função que a mesma exerce, se para preenchimento de vagas ociosas seria dedução da receita, no caso de melhorar a qualidade do ensino, seria custo. 3 Custo relacionado com um processo de produção que resultam dois ou mais produtos (MAHER, 2001, p. 333) 4 Nestas unidades funcionam também os cursos de especialização. Estes cursos, porém, não foram incluídos no estudo. 5 Neste item está incluso o Hospital Universitário. A apuração do custo de ensino para os anos de 2002 e 2003, foram efetuados por uma equipe da universidade, e os resultados encontrados incorporados nesta pesquisa. 6 Maiores detalhes sobre as metodologias do TCU e MEC podem ser vistas em Brasil (2002a) e Brasil (2002b), respectivamente.

13 13 Referências AMARAL, N. C. Estado e financiamento universitário no Brasil: O fundo público federal e as instituições federais de ensino superior ( ) f. Tese (Doutorado em Educação) Universidade Metodista de Piracicaba, Taquaral, AMARAL, N. C. Evolução do custo do aluno das IFES: eficiência? Disponível em: <http://www.anped.org.br/26/trabalhos/nelsoncardosoamaral.doc>. Acesso em: 23 abr BAUMOL, W. J.; BLACKMAN, S. A. B. How to think about rising college costs. Planning for Higher Education. v. 23, n. 4, p. 1-7, BRASIL. Tribunal de Contas da União. Decisão 408 Plenário. Relatório Consolidado de Auditoria Operacional, Brasília, DF, 24 de abril de BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Superior. Dados e Indicadores das Instituições Federais de Ensino Superior IFES 2000, Brasília-DF, novembro de BRINKMAN, P. T. The economics of higher education: focus on cost. In: MIDDAUGH. M. F. (Org.). Analyzing costs in higher education: what institutional researchers need to know. San Francisco: Jossey-Bass, p BROWN. W. A. GAMBER, C. Cost Containment in higher education: issues and recommendations. Ashe-Eric Higher Education Report: v. 28, n. 5. San Francisco: Jossey-Bass, CÂMARA DOS DEPUTADOS. Orçamento da União. Execução Orçamentária. Disponível em: Acesso em: 16 de abr DUGAN, R. E.; DODSWORTH, E. M. Costing out a depository library: what free government information? Government Information Quarterly. v. 11, n. 3, p , DUNDAR, H; LEWIS, D. Equity, quality and eficiency efects of reform in Turkish. Higher Education Policy. Elsevier Science, v. 12, p , DYKE, F. L. Understanding expenditure data. In: MIDDAUGH. M. F. (Org.). Analyzing costs in higher education: what institutional researchers need to know. San Francisco: Jossey-Bass Publishers, p EHRENBERG, R. G. Adam Smith goes to college: an economist becomes an academic administrator. The Journal of Economic Perspectives. v. 13, n. 1, p , FRANZINI, L.; LOW, M. D.; PROLL, M. A. Using a cost-costruction model to assess the cost of educating undergraduate medical students at the University of Texas - Houston Medical School. Academic Medicine, v. 72, n. 3, p , mar GAETANI, F.; SCHWARTZMAN, J. Indicadores de produtividade nas universidades federais. Educação Brasileira. Brasília, v. 12, n. 2, p , GANDER, J. P. Academic research and teaching productivities: a case study. Technological Forecasting and Social Change. Elsevier Science, v. 49, p , LEITÃO, S. P. Indicadores de desempenho na universidade: uma avaliação. Rio de Janeiro: Revista de Administração Pública, v. 21, n. 2, p , LESLIE, L. L. RHOADES, G. Rising administrative costs: seeking explanations. Journal of Higher Education. Ohio State University Press. v. 66, n. 2, p , Mar- Abr./1995. MACHADO JR., J. T.; REIS, H. C. A lei comentada: com comentários atualizados à lei de responsabilidade fiscal. Rio de Janeiro: IBAM, MACPHERSON, M. S.; SCHAPIRO, M. O. Funding roller coaster for public higher education. Policy Forum. Science. v. 302, p. 1157, nov/2003.

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