Universidade Federal do Ceará Faculdade de Economia, Administração, Atuária e Contabilidade Coordenação do Curso de Ciências Econômicas

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1 Universidade Federal do Ceará Faculdade de Economia, Administração, Atuária e Contabilidade Coordenação do Curso de Ciências Econômicas Projeto Político-Pedagógico Curso de Graduação em Ciências Econômicas Fortaleza-CE, 22 de novembro de 2006

2 2 Equipe de Elaboração: Almir Bittencourt da ilva Coordenador do Curso Aécio Alves de Oliveira DTE Agamenon Tavares de Almeida DTE Maria Cleide Bernal DTE Raul dos antos Filho DTE ebastião Carneiro de Almeida DEA Ruimar Fracelino de ouza Rep. Discente

3 3 1. Apresentação A necessidade de um projeto pedagógico antecede a qualquer decisão política ou exigência legal, já que a condição de educadores(as) e de membros da instituição universitária deve deixar claro que horizonte se pretende vislumbrar com nosso(a)s aluno(a)s, com nosso País e com nossa casa planetária. A visão a partir do cosmos sintetiza a imagem da Terra como as nações unidas, pois não se divisam nitidamente fronteiras geopolíticas. Concretizar tal visão do espaço torna-se responsabilidade de todos. No caso do(a)s docentes, essa visão é condição crucial para que o papel de educador(a) seja exercido em sua plenitude, com responsabilidade e compromisso. Com tais premissas, o perfil do(a) profissional de Economia deverá permitir-lhe a percepção de seu lugar no mundo como cidadão e cidadã com senso crítico e ético para o exercício de atitudes comprometidas com o enfrentamento de situações e transformações político-econômicas e sociais da realidade brasileira e do mundo. Daí a importância de uma sólida formação geral dos processos históricos, associada à capacidade analítica a ser desenvolvida com conteúdos teórico-quantitativos adquiridos da pluralidade das ciências econômicas. Uma base cultural ampla, capacidade analítica crítica e efetiva comunicação oral e escrita são os componentes necessários para a compreensão das questões econômicas em seu contexto histórico-social, local, nacional e mundial. O Projeto Político-Pedagógico do Curso de Graduação em Ciências Econômicas da Universidade Federal do Ceará define-se por uma organização curricular em que sua integralização se fará com base no regime de oferta especificado por um misto de seriado semestral e matrícula por disciplinas com exigências de pré-requisitos. Como parte dessa definição, o Projeto não considera o Estágio upervisionado compondo a integralização curricular do Curso. De acordo com as novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN), instituídas pela Resolução n 7, de 29 de março de 2006, do Conselho Nacional de Educação, esse componente não é obrigatório, mas sim opcional. O Trabalho de Curso, sob a forma de Monografia, com a devida regulamentação institucional, além de obrigatório, é considerado crucial para a consolidação do processo de formação e como o primeiro produto do(a) futuro(a) profissional de Economia. O regime seriado semestral contido neste Projeto, no entanto, deverá permitir ainda

4 escolhas de disciplinas com as quais o(a)s aluno(a)s terão oportunidade de direcionar seus interesses acadêmicos e profissionais para a conclusão dessa etapa de suas vidas. Além dos campos interligados de formação, conforme o Art. 5º, itens I, II, III, IV e Parágrafo Único das DNC, o Projeto Pedagógico também contém um conjunto de disciplinas de outros cursos que guardam afinidades e afirmam a complementaridade necessária ao caráter plural das Ciências Econômicas. Assim, para atender tal necessidade, o Currículo Pleno congrega um conjunto de disciplinas dos Cursos de Graduação em Matemática, Estatística, Informática, Geografia, Ciências ociais, História, Direito, Administração e Contabilidade para livre escolha do(a)s aluno(a)s, de modo a atender minimamente os interesses individuais despertados ao longo de sua formação acadêmica. 2. Justificativa 2.1 O Curso de Ciências Econômicas: histórico e experiências institucionais A Faculdade de Ciências Econômicas do Ceará foi fundada pelo professor Djacir Menezes, em novembro de 1938, com a colaboração dos professores Lincoln Mourão Mattos, Domingos Brasileiro, José Valdo Ribeiro Ramos e Carlos Oliveira Ramos. 1 A Faculdade organizou-se, inicialmente, como entidade privada de ensino superior, oferecendo o Curso uperior de Administração e Finanças, para formação de bacharéis em Ciências Econômicas. O Curso funcionava em regime seriado anual, com duração de três anos. A primeira turma de bacharéis iniciou-se em março de 1939 dos quais 28 concluíram o Curso, em 192. A primeira estrutura curricular foi regulamentada pelo Decreto , de 20/junho/1931 2, em cuja composição havia 17 disciplinas. Era uma mescla de disciplinas das áreas de Direito (seis), Contabilidade (duas), ociologia e Psicologia (duas), Matemática (uma), Administração (uma) e Economia (cinco). O 1 O histórico do atual Curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Ceará está baseado na obra do Prof. Lúcio Armando de Patrício Ribeiro, Faculdade de Ciências Econômicas do Ceará Incursão Histórica /2000. Fortaleza: Edições UFC, Parecer nº 375/8, do Conselho Federal de Educação (CFE), de 26/6/198.

5 5 Decreto 7.988, de 22/setembro/195, extingue os cursos superiores de Administração e Finanças em todo o país. Em 20 de dezembro desse mesmo ano, o Ministério da Educação e aúde reconhece a existência dos Cursos uperiores de Ciências Econômicas e de Ciências Contábeis e reformula completamente o currículo anterior. Assim, incorporou a ciência econômica ao sistema universitário brasileiro (Parecer 375/8). O novo currículo, porém, ainda se mantinha com forte peso de matérias jurídicas, de administração e contabilidade, evidenciando dessa forma, a falta de definição de um perfil profissional do economista. Em março de 196 inicia-se, no Brasil, a 1ª série do Curso uperior de Ciências Econômicas, com estrutura curricular de 22 disciplinas, regime anual e integralização curricular em quatro anos. A Faculdade mantém o seu funcionamento, com o caráter de entidade privada, até a sua encampação pelo Governo do Estado do Ceará, efetivada em 23 de junho de 197. O Curso de Ciências Econômicas, da Faculdade de Ciências Econômicas do Ceará, foi reconhecido e regulamentado pelo Decreto 26.12, de /janeiro/199, publicado no Diário Oficial da União de 15/janeiro/199, página 698. Em 1956, a Faculdade foi agregada à Universidade do Ceará, hoje, Universidade Federal do Ceará, instituída em A Lei nº , de 21 de outubro de 1956, concedeu a inclusão da Faculdade de Ciências Econômicas do Ceará entre os estabelecimentos de ensino subvencionados pelo Governo Federal. 3 Após seis anos de funcionamento foi estruturado um novo currículo, de acordo com o Parecer 397/62 do Conselho Federal de Educação, já na vigência da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Pode-se afirmar que esse momento marcou claramente a distinção entre as áreas de Ciências Econômicas e Ciências Contábeis e Atuariais. O novo currículo explicitou a grande preocupação à época com os problemas econômicos brasileiros, em especial, as questões ligadas ao desenvolvimento econômico, planejamento e elaboração e avaliação de projetos, bem como com uma formação teórica mínima em termos de Macroeconomia e Microeconomia. Não se pode deixar de reconhecer a grande influência exercida pelos cursos ministrados pelo Conselho Nacional de Economia e pelo Centro de Treinamento em Desenvolvimento Econômico, apoiados pela Comissão Econômica para América Latina - PAL e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico - BNDE, no processo de discussão e elaboração desse 3 Ver acessado em 19/11/2006.

6 6 currículo. Em 1962 foi realizada a reformulação da estrutura curricular com a sua adequação ao novo currículo mínimo nacional, com a conseqüente realização de concurso para novos professores. Após um longo processo de luta, em que os estudantes, representados pelo Centro Acadêmico Nogueira de Paula, tiveram importante papel, a Faculdade de Ciências Econômicas do Ceará foi incorporada à Universidade do Ceará (nome oficial da UFC, quando de sua criação) pela Lei nº.123, de 27 de agosto de Posteriormente, em 1968, houve a adequação da estrutura do curricular com o novo sistema universitário estabelecido pelo projeto de Reforma Universitária, com os cursos divididos em Ciclos Básicos e Profissionais, regime de matricula por disciplina e regime semestral. A estrutura curricular manteve-se inalterada até 198. O início da década de 1980 sinalizava importantes transformações econômicas e a crescente importância do estudo de Economia. Ao mesmo tempo, o desenvolvimento da área das Ciências Econômicas exigia um intenso e amplo processo nacional de discussão acerca do perfil do economista, do processo de formação profissional, da estrutura dos cursos e de seu conteúdo. Esse processo contou com a participação, não só da área acadêmica, mas também do sistema de regulamentação e fiscalização profissionais o Conselho Federal de Economia (COFECON) e os Conselhos Regionais de Economia (CORECON) e outras entidades representativas da categoria, especialmente, a Federação Nacional dos Economistas (FENECON) e os indicatos dos Economistas (INDECON). As discussões e debates que se desenvolveram ao longo de três anos concretizaram-se no Parecer 375/8, de autoria do Professor Armando Mendes, membro do Conselho Federal de Educação (CFE) e na Resolução 11/8 CFE, aprovados pelo CFE e homologados pela Ministra da Educação e Cultura e publicados no Diário Oficial da União de 28 de junho de 198. Referida Resolução estabelece, em seu artigo 1º que o curso de bacharelado em Ciências Econômicas será ministrado como o mínimo de horas/aula, cuja integralização se fará num mínimo de quatro e num máximo de sete anos. Também explicita o prazo mínimo de cinco anos e máximo de oito para a integralização dos cursos ministrados no período noturno. No Parecer foram apresentados alguns princípios básicos norteadores da reformulação em apreço. Dentre eles vale ressaltar:

7 7 (i) O princípio de que o curso deve estar voltado para e comprometido com o estudo da realidade brasileira. (ii) O princípio de que a estrutura curricular não deve instrumentalizar uma única corrente de pensamento (ou ideologia) em Economia. (iii) O princípio, portanto, da reinserção da Economia Política no intricado estudo da vida humana como ela é e suas transformações históricas e atuais. (iv) E, ainda, e finalmente, o princípio maior que a tudo informa, que tudo explica e sem o qual nada ganha sentido, que é o senso ético norteador da responsabilidade social que o profissional deve investir-se e revestir-se. Tais princípios traduziram-se em duas grandes áreas: Formação Geral (compostas por matérias propedêuticas, como Introdução à Economia, Matemática, Estatística, Direito e Contabilidade, formando um núcleo comum complementado, de forma opcional, pelos campos de ociologia, Ciência Política, Antropologia e Economia e Ética) e Formação Profissional (esta subdividida em três partes: Formação Teórico- Quantitativa, Formação Histórica e Trabalho de Curso). Além dessas, foi apresentado um subconjunto composto de Matérias de Escolha. ão aquelas que devem refletir as peculiaridades institucionais, regionais históricas e sócio-culturais do próprio estabelecimento de ensino e do meio geoeducacional em que se insere, do qual sofre as influências e sobre o qual, mais diretamente, pretende influenciar pela via da formação de quadros qualificados, nela incluída a formação de Economistas. Vale ressaltar que a grande inovação é a exigência de que o processo de formação profissional seja coroado com um trabalho final na forma de Monografia, acompanhada por um professor orientador, apresentada de forma individual. Dentro desse espírito e baseado em tais princípios, o Curso de Ciências Econômicas da UFC reformulou e implantou uma nova estrutura curricular a partir do ano de 1987.

8 8 2.2 As reestruturações mundiais da economia capitalista e as novas Diretrizes Curriculares Nacionais Apesar da atualidade dos princípios que nortearam a Resolução 11/8, há a necessidade de incorporar novas problemáticas à formação do(a) profissional das Ciências Econômicas. As desregulamentações a partir dos protagonistas do neoliberalismo, Margareth Thatcher (Inglaterra, 1979) e Ronald Reagan (UA, 1981); o desmoronamento da União oviética e a queda do socialismo (ou capitalismo) de Estado, na virada dos anos de 1990; o reaparecimento e a consolidação da esfera financeira, no início dos anos de ão exemplos de questões que podem muito bem ser incorporadas à formação do(a)s economistas. A forte influência do capital portador de juros no processo de crescimento econômico, em escala mundial, tornou-se mais evidenciada nos anos de 1990, com crises que abalaram o mundo das finanças, quais sejam: colapso da Bolsa de Tóquio (1990), a crise do México (1995), a saída líquida de reservas no Brasil ( ), as crises asiáticas ( ), na Rússia (1998), na Argentina (2001); a quebra da Nasdaq (2001). Ainda, nas duas últimas décadas do século XX ficaram registradas importantes reestruturações técnico-produtivas e organizacionais, baseadas em novas tecnologias da informação e da comunicação, da robótica, da engenharia genética, que demarcaram o desemprego estrutural e as preocupantes ameaças que o padrão de crescimento econômico adotado tem ocasionado sobre a biosfera. Hoje não há como negar a existência de estreitas relações entre essas questões que conformam a base das desigualdades socioeconômicas que se criaram e se tornaram desigualmente distribuídas no mundo. ão questões que devem merecer redobrada atenção, pois as disputas interestatais que se observam na geopolítica contemporânea das relações internacionais, podem acelerar a crise ecológica planetária. Desse modo, a justificativa central para a reformulação curricular contida neste Projeto Pedagógico para além do cumprimento das DNC está na necessidade da inclusão de conteúdos programáticos que atentem para as questões anteriormente mencionadas. O Projeto não pode ficar restrito apenas a uma adaptação às novas Diretrizes, mas, fundamentalmente, aproveitar a oportunidade oferecida por essa exigência formal a fim de proporcionar uma visão de totalidade ao processo de formação

9 9 do(a) economista. Daí a importância de novos conteúdos filosóficos, sociológicos e políticos, além de outras atualizações na formação específica. Em particular, temos como exemplo a forma de acumulação da riqueza que é própria do capital portador de juros e de suas relações com a esfera produtiva. (Não se trata apenas de ministrar conteúdos que sirvam de ferramentas para atuação profissional no mercado de trabalho da esfera financeira fundos de pensão, companhias de seguros, bancos de investimentos etc.) Do mesmo modo, ao lado dessa configuração específica do capitalismo é crucial incorporar, definitivamente, as preocupações relacionadas à crise ecológica planetária como referida anteriormente. As conseqüências negativas, sociais e sobre a biosfera, têm o modo de produção e de distribuição capitalista como sua matriz causal, e que agora é reforçada pelas formas fetichistas da acumulação financeira. O cenário da fome, da desnutrição, do empobrecimento crescente, de doenças epidêmicas; o aumento do desemprego, da precarização do emprego; a luta dos homeless e dos sem terra: são questões que não podem mais ser consideradas como naturais ou exógenas a esse modo de produção. E mais ainda, por serem contemporâneas, devem compor o universo da formação do(a)s economistas. 3. As novas Diretrizes Curriculares e o Projeto Político Pedagógico do Curso 3.1 Princípios norteadores O Curso de Graduação em Ciências Econômicas da UFC compreende esta área do conhecimento como integrante do corpo das Ciências ociais. Além de ser influenciada por fatores normativos e morais é um vasto campo de estudo voltado para a análise de fenômenos cuja complexidade de suas determinações dá lugar a diferentes formas de abordagem e de interpretação. Nesse sentido, o Curso deve fornecer a base de uma formação humanística que incorpore em seu âmbito conhecimentos de filosofia, sociologia, ciência política e antropologia. A par de uma sólida formação teórica, histórica e instrumental, o Currículo deverá estar comprometido com o estudo da realidade brasileira, sem perder de vista as transformações econômicas e sociais que se processam em escala mundial e suas conexões que se rebatem sobre a nossa realidade.

10 10 As inter-relações cada vez mais estreitas entre as nações de todo o mundo, com suas diferentes formações histórica, cultural e religiosa, requer uma compreensão aprofundada da dimensão econômica como parte crucial da vida do homem em sociedade. Ao mesmo tempo, não se pode deixar de considerar que um conjunto complexo de fatores de natureza não-econômica também está presente nas relações entre as nações. Além disso, esse ambiente de inter-relacionamento global em que as novas tecnologias da informação estão cada vez mais disseminadas, o ensino de Economia não pode dispensar o desenvolvimento da capacidade de seleção e análise crítica das informações, com procedimentos lógicos e adequados à tomada de decisões. Um fato que não pode passar despercebido é que o volume de informações cresce diretamente com os problemas que afetam a humanidade, que, por sua vez, se defronta com um ambiente social e natural em constante transformação e sob ameaças de degradação. O tamanho da exclusão social, desigualmente distribuída pelo mundo, e os processos de agressão a que vem sendo submetido o Planeta, estão a exigir uma urgente preocupação relacionada com o desenvolvimento sustentável e com o modo de crescimento econômico e de consumo até então adotado pelos países capitalistas. Desse modo, o Curso de Ciências Econômicas deverá caracterizar-se pelo pluralismo metodológico em coerência com o reconhecimento de que o estudo de Economia integra o espectro mais amplo das Ciências ociais e que tem por marca instituidora as diversas correntes de pensamento e paradigmas que compõem seu corpo de conhecimentos. Ademais, é necessário que o(a) Bacharel(a) em Ciências Econômicas tenha um perfil caracterizado por uma sólida formação teórico-quantitativa e teóricoprática, como elementos essenciais e básicos de sua formação. Para tal, deve contribuir o processo histórico da evolução teórico-metodológica do pensamento econômico, da formação socioeconômica brasileira e sua contextualização à evolução histórica e social do capitalismo no mundo. É relevante e indispensável aliar conhecimento e aprendizado das várias unidades de estudo, fazendo-se as devidas inter-relações dos fenômenos econômicos com o ambiente social e natural em que se inserem. Ao lado desses requisitos básicos e indispensáveis, deve-se possibilitar ao graduando em Economia o exercício da liberdade de escolha de matérias e disciplinas que se identifiquem com seus anseios de atuação profissional em áreas, tais como, ensino e pesquisa, setor público, negócios e finanças.

11 11 Outras exigências de comunicação se fazem presentes na sociedade contemporânea e que condiciona, em grande medida, a atuação profissional em qualquer atividade. Além do domínio da escrita vernacular, de forma a poder expressar adequada e corretamente suas idéias, o conhecimento de idiomas estrangeiros também constitui um elemento importante da formação acadêmica, uma vez que possibilita o acesso a informações científicas atualizadas e produzidas em centros mais avançados de pesquisa e ensino. Ao professor e à professora cabem, portanto, a responsabilidade de incentivar a(o) aluna(o) nessa busca, desde o início dos estudos de graduação. Ainda, a(o)s estudantes do Curso devem ser estimulada(o)s ao trabalho cooperativo e ao diálogo com estudantes e profissionais de diferentes áreas do conhecimento. Um componente particularmente importante para a formação da(o) economista diz respeito à elaboração orientada da Monografia. A elaboração de um trabalho escrito é um dos instrumentos requeridos para a obtenção do grau de Bacharel(a) em Ciências Econômicas, sendo um processo que poderá estar associado a projetos de pesquisa de professora(e)s, registrados nos planos departamentais, ou ainda articulado com os cursos de pós-graduação. Trata-se de uma etapa importante para o coroamento da formação da(o) economista. Com a Monografia pode-se avaliar o domínio do conhecimento adquirido, a capacidade analítica e de exposição de idéias, de raciocínio e a visão critica do futuro profissional. Outro aspecto indispensável à formação da(o) economista é a realização de debates e discussões sobre questões sociais, econômicas e políticas pertinentes à realidade local, nacional e internacional. É importante que nesses momentos aflorem as diferentes concepções acerca do mundo da vida e quanto ao papel da Universidade pública e gratuita de modo a influenciar a conduta futura da(o) economista, envolvendo aspectos relacionados à ética em geral, ao senso de justiça e de responsabilidade social e ambiental, e ao compromisso para com as futuras gerações. 3.2 Perfil profissiográfico O projeto pedagógico do Curso de Ciências Econômicas da UFC está orientado para proporcionar ao egresso as habilidades necessárias ao competente desempenho das tarefas próprias de sua atuação profissional. O Curso deverá capacitá-lo para

12 12 elaborar diagnósticos e estudos das mais variadas situações e problemas de natureza econômica, de forma objetiva e crítica, a fim de possa contribuir para soluções adequadas. É relevante que o(a) profissional de economia seja capaz de selecionar e analisar criticamente as informações disponíveis ou até mesmo de produzir outras informações por meio dos instrumentos disponíveis, e de dialogar com profissionais de diferentes ramos do conhecimento, atuando de forma cooperativa. Desse modo, o egresso deverá ser um profissional com as seguintes qualidades: a) Apto para o debate das questões nacionais e das transformações mundiais, com autonomia intelectual, tendo o bem-estar social e a natureza como os aspectos centrais de suas preocupações; b) Dotado de uma sólida formação técnica, humanística e ética indispensáveis ao exercício de suas atividades; c) Preparado para desenvolver raciocínios logicamente consistentes e fazer análise crítica, como elementos básicos para a tomada de decisões em relação aos aspectos de natureza econômica com os quais se defrontar; d) Capacitado na leitura e compreensão de textos econômicos; e) Apto para elaborar pareceres, relatórios, trabalhos e textos que exijam conhecimentos de Economia; f) Habilidoso na utilização do instrumental econômico-financeiro relacionado ao mundo dos negócios; g) Preparado para utilizar adequadamente conceitos teóricos fundamentais das Ciências Econômicas; h) Capacitado para analisar situações históricas concretas e para diferenciar correntes teóricas a partir de distintas políticas econômicas; i) Dotado de raciocínio lógico nas formulações matemáticas e estatísticas destinadas à análise e interpretação dos fenômenos socioeconômicos; j) Inteligência prática obtida no aprendizado e capacidade de aprimorar o conhecimento, quando as situações exigirem; k) Com discernimento para pensar e aprender continuamente com autonomia intelectual.

13 Áreas de Atuação do Egresso As seguintes atividades constituem áreas de atuação profissional do economista: ensino e pesquisas acadêmicas; planejamento econômico, financeiro e administrativo; pesquisa e análise de mercado; análise da conjuntura econômica; desenvolvimentos de modelos econométricos e de softwares aplicados à economia; elaboração de políticas econômicas, incluindo câmbio, moeda e crédito, comércio exterior e economia internacional; política financeira e orçamentária de empresas e órgãos públicos; economia e finanças corporativas; formação de custos e fixação de preços; perícias, arbitragem e consultorias econômicas. Não se pode deixar de reconhecer que o sistema capitalista assume uma feição territorial global e que as novas tecnologias da informação permitem conectar diversas formas de organização numa escala ampliada. As redes de informação disponibilizam conhecimentos em um volume jamais imaginado no passado e por isso se ampliam, consideravelmente, as áreas de atuação profissional. 3. Papel docente: perfil orientador da prática docente Dentro da perspectiva da pluralidade acadêmica é necessário que o corpo docente seja portador de uma sólida formação teórica, histórica e instrumental voltada para a compreensão do funcionamento das economias modernas. Essa exigência se deve ao complexo perfil profissiográfico do egresso do Curso de Ciências Econômicas para o qual se torna imprescindível um amplo domínio dos conceitos e instrumentos analíticos de Economia, uma sólida formação histórica e necessária versatilidade no uso dos métodos quantitativos disponíveis. Ao mesmo tempo, caberá ao corpo docente uma conduta como educador responsável e preparado para transmitir princípios humanísticos e éticos que contribuam para o entendimento do contexto sociopolítico global e para que o egresso saiba relacionar-se cooperativamente com profissionais de outras áreas do conhecimento diante dos problemas sociais da realidade brasileira e mundial.

14 1 3.5 Estratégias pedagógicas É importante que a proposta pedagógica do Curso seja inovadora de modo a propiciar um processo de ensino-aprendizagem apoiado por uma estrutura voltada para dar melhor atendimento ao aluno e à aluna, visando a seu desenvolvimento como um ser que pensa criticamente. A proposta curricular, ao mesmo tempo em que deverá estar voltada para a problemática da realidade brasileira, não pode desconsiderar que esta faz parte de um contexto mais amplo, inclusive de uma lógica sistêmica que envolve direta ou indiretamente todas as nações do mundo. Essa perspectiva de totalidade deve estar presente na formação do profissional para que possa atuar nas diversas áreas de sua provável atuação, tendo sempre em vista que, no mundo atual, estas áreas não são monopólios dos economistas, pois para elas também podem colaborar outros profissionais. O espectro da atuação profissional inclui os âmbitos privado e público; bem como os diversos setores da economia, quais sejam Agricultura, Comércio, Indústria, Bancos e erviços. O importante é que o projeto pedagógico do Curso propicie a formação de um profissional que seja capaz de selecionar e analisar criticamente as informações disponíveis ou até mesmo de produzir outras informações por meio de pesquisas diretas, e de dialogar cooperativamente com profissionais de diferentes ramos do conhecimento, como já referido. A inovação pedagógica necessária para compor o processo de formação do(a) profissional de Economia não pode estar baseada apenas na transmissão oral de conhecimento que é um sistema eficiente (baixos custos), mas não tão eficaz (em termos de retenção do conteúdo das disciplinas ministradas). A instituição de ensino deve estimular e proporcionar condições para a criação de um ambiente pedagógico em que a(o) aluna(o) seja parte ativa e vivencie problemas e situações, pesquisando, de modo a apreender e incorporar o conhecimento transmitido. É uma pedagogia que reinventa o conhecimento e que tem implicações diretas sobre o corpo docente da instituição de ensino. Em assim sendo, torna-se necessário também educar os educadores, preparar os professores e as professoras para desenvolver um ambiente que favoreça a busca dessa eficácia.

15 15 Desse modo, se o foco for o desenvolvimento de um ambiente acadêmico que favoreça a uma maior efetividade do processo de ensino-aprendizagem, a proposta pedagógica deverá contemplar um acompanhamento de proximidade da(o)s discentes, condições para a formação continuada do corpo docente e um pacto pedagógico a ser celebrado entre professore(a)s e aluna(o)s. Orientação sistemática a aluna(o)s É necessário que o atendimento do corpo discente ocorra ao longo de todo o período do Curso de Graduação. A estrutura didático-pedagógica a ser organizada para tal deverá permitir o acompanhamento do desempenho curricular, a fim de que a(o) aluna(o) tenha um melhor aproveitamento nos estudos, para identificar suas dificuldades e deficiências e melhor orientação na escolha das áreas de estudo mais adequadas a seus interesses e a suas habilidades, ou para o desenvolvimento da Monografia. Essa orientação acadêmica pode ser organizada sob a forma de tutoria de um conjunto de aluna(o)s, desde o ingresso; ou de acordo com os critérios a serem definidos pela Coordenação do Curso. O(A) tutor(a) não coincide, necessariamente, com o(a) orientador(a) da Monografia que a(o) aluna(o) escolherá ao final do Curso. Formação continuada do corpo docente O primeiro passo a ser dado é o autoconhecimento das áreas de estudos e linhas de pesquisa do corpo docente mais diretamente vinculado ao Curso. Essas informações serão amplamente divulgadas para facilitar as decisões da(o)s aluna(o)s quando da definição de seus projetos de Monografia e na escolha da(o)s orientadora(e)s. O processo de formação continuada ( educação dos educadores ) poderá envolver as seguintes ações, dentre outras que vierem a ser definidas: Incentivos ao corpo docente para a qualificação em nível de pós-graduação stricto sensu e em programa de pós-doutorado;

16 16 Realização de cursos intensivos presenciais ou à distância; palestras, debates e conferências presenciais ou virtuais com convidados de outras instituições de ensino superior; Estímulos à formação de grupos de estudos (salas de leitura) ou de pesquisas (laboratórios) que congreguem docentes e discentes; Organização de um espaço institucional de debates para a apresentação de Teses, Dissertações e resultados de pesquisas do corpo docente; Viabilizar a publicação de livros, artigos e textos didáticos de professore(a)s. Pacto pedagógico A celebração de um pacto pedagógico ajuda a criar condições diferenciadas que poderão favorecer o desenvolvimento da criatividade e a recriação das práticas pedagógicas. ignifica também a afirmação de compromisso com a melhoria da qualidade do ensino ministrado. Como sabemos, a concepção de qualidade do ensino contém dimensões diversas, dentre as quais se destacam a pluralidade e a complexidade, o desenvolvimento da capacidade de abstração, a contextualização do que estiver sendo ministrado e o processo do trabalho educativo; além da autoreflexividade e do potencial transformador da educação. Ensinar, aprender e avaliar, esta é a tríade focal do pacto pedagógico cuja marca permanente deveria ser a dúvida epistemológica para enfrentar os desafios da contemporaneidade. A capacidade de compreender o mundo local e global e de relacionar essência e aparência são elementos cruciais para o desfazimento de fetiches e mitos e para a organização de uma ordem socioeconômica e política humanizada. Não se trata de um contrato formal e rígido, mas de um acordo entre docentes e discentes quanto ao horizonte pretendido com a disciplina ministrada. O objetivo geral e os específicos; a metodologia de ensino a ser praticada; a bibliografia básica e a complementar; as formas de avaliação. Esses são os componentes mínimos da minuta do pacto pedagógico a serem explicitados logo no início do período letivo. Quando da apresentação do conteúdo programático é importante que o(a) professor(a) mostre de maneira clara o lugar de sua disciplina no contexto da formação do(a) Economista, bem como sua contribuição particular para a compreensão de questões mais amplas que

17 17 afetam a sociedade em geral. É uma conduta que está em acordo com a condição de educador e não apenas de transmissor de conhecimento. Um momento oportuno para o coroamento do pacto pedagógico é a realização de jornadas pedagógicas periódicas inseridas no calendário institucional. As jornadas serão organizadas com a finalidade de avaliar as condições de funcionamento do Curso, resultados alcançados e trocas de experiências pedagógicas, bem como para propor mudanças necessárias ao aprimoramento das atividades acadêmicas. Esses encontros permitiriam uma reflexão coletiva sobre os sentidos do fazer profissional competente.. Organização Curricular.1 Estruturação geral As disciplinas do Curso estão distribuídas em quatro campos interligados de formação, consoante dispõem as novas Diretrizes Curriculares. I Conteúdos de Formação Geral (mínimo de 10% da carga horária total) As disciplinas do campo de Formação Geral têm por objetivo introduzir o aluno ao conhecimento das Ciências Econômicas e de outros campos do conhecimento, tais como, Filosofia, ociologia, Ciência Política, Administração, Direito, Contabilidade, Matemática e Estatística. II - Conteúdos de Formação Teórico-Quantitativa (mínimo de 20% da carga horária total) A Formação Teórico-Quantitativa compreende disciplinas direcionadas para a formação profissional específica do(a) economista. Para tanto serão privilegiadas as bases teórico-científicas necessárias uma sólida formação que favoreça o desenvolvimento da capacidade de compreensão e de crítica, de modo que o egresso tenha condições de contribuir para as transformações importantes da sociedade brasileira. Além disso, será oferecida uma formação voltada para o desenvolvimento do

18 18 raciocínio lógico (matemático, estatístico e econométrico) que proporcione instrumentos metodológicos para atuação profissional do(a) economista. III Formação Histórica (mínimo de 10% da carga horária total) As disciplinas integrantes desse campo deverão possibilitar a(o) discente construir uma base cultural indispensável à expressão de um posicionamento reflexivo, crítico, e comparativo. Nele estarão contempladas as seguintes matérias: a evolução teórico-metodológica do pensamento econômico, história econômica geral, formação econômica do Brasil e economia brasileira contemporânea. É um campo que contempla disciplinas relacionadas ao pensamento econômico clássico, neoclássico e marxista. Do mesmo modo, terá destaque o estudo da formação socioeconômica brasileira e dos problemas econômicos sociais e políticos enfrentados pelo País, ao longo de parte significativa do século XX e na atualidade. IV Conteúdos Teórico-Práticos (mínimo de 10% da carga horária total) Os conteúdos teórico-práticos estão direcionados integralmente para a elaboração do Trabalho de Monografia. A Monografia, como atividade acadêmicocurricular obrigatória, consistirá de um trabalho individual, elaborado com vistas ao exercício pedagógico de sistematização e de construção teórico-prática do conhecimento, versando sobre qualquer tema relacionado a seu curso. A elaboração da monografia deverá ser realizada em duas etapas. A primeira etapa corresponde à disciplina Metodologia da Pesquisa Científica, que deverá abranger o ensino dos fundamentos de metodologia científica aplicada às Ciências ociais, e o ensino de técnicas de pesquisa em economia. A segunda etapa consiste na elaboração da Monografia de Graduação. Algumas disciplinas de outras áreas do conhecimento serão obrigatórias ou de caráter eletivo. Neste último sentido, a integralização do Curso deverá permitir, a partir de determinado semestre, que o(a)s aluno(a)s façam sua matrícula em outros cursos de graduação da UFC. Além das disciplinas obrigatórias, a integralização curricular também deverá incluir disciplinas optativas ofertadas pelos Departamentos de Teoria Econômica

19 19 e Economia Aplicada, bem como disciplinas eletivas que integram a estrutura curricular de outros cursos da UFC, como referido. A estruturação geral do currículo do Curso de Ciências Econômicas da UFC foi organizada segundo os parâmetros e os conteúdos de formação contidos nas Diretrizes Curriculares Nacionais. A carga-horária total para a integralização curricular corresponde a horas ou 192 créditos. Para as disciplinas obrigatórias, a carga-horária é de 89,6% do total; para as disciplinas de escolha (optativas e eletivas) e as Atividades Complementares, 20 créditos (10,%). Para efeito de cômputo de créditos a serem validados, em virtude de atividades desenvolvidas fora do ambiente da sala de aula, serão consideradas a publicação discente de artigos em revistas especializadas em Economia, em outras revistas e jornais de circulação diária e participação em eventos acadêmicos, neste caso, na condição de autor e apresentador de trabalhos. A pontuação referente à publicação em revistas indexadas é de quatro créditos por artigo; em outras revistas e jornais, um crédito. Na condição de autor e apresentador de trabalhos em eventos acadêmicos, dois créditos por participação. A soma das pontuações atribuídas a essas modalidades não poderá exceder a dez créditos, ou seja, 5,2% do total de horas do Currículo Pleno. Caso o(a) aluno(a) obtenha a pontuação máxima antes referida, precisará matricular-se em três disciplinas de escolha a fim de integralizar sua formação. O cômputo da pontuação é atribuição exclusiva do Colegiado da Coordenação do Curso. Para tal, o(a) aluno(a) deverá fazer solicitação por meio de um requerimento, acompanhado dos comprovantes da realização efetiva das Atividades Complementares.

20 20 Quadro 1: Estruturação Geral do Currículo Campos de Formação e Disciplinas Total Geral Créditos 192 Carga- Horária % do Total 100,0 I Formação Geral: (mínimo de 10%) 1) Introdução à Ciência Econômica 2) Ética e Economia 3) Direito Econômico ) Contabilidade Geral 5) Economia Matemática I 6) Estatística Econômica I ,6 II Formação Teórico-Quantitativa: (mínimo de 20%) 1) Contabilidade ocial 2) Microeconomia I 3) Microeconomia II ) Microeconomia III 5) Macroeconomia I 6) Macroeconomia II 7) Organização Industrial I 8) Teorias do Crescimento Econômico 9) Economia do etor Público 10) Economia Internacional 11) Teorias do Desenvolvimento Econômico 12) Economia do Conhecimento e da Inovação 13) Economia Regional 1) Estatística Econômica II 15) Econometria I 16) Econometria II 17) Econometria das éries Temporais 18) Economia Matemática II 19) Álgebra Linear Aplicada à Economia ,6 III Formação Histórica: (mínimo de 10%) 1) Evolução das Idéias Econômicas e ociais 2) Pensamento Econômico Clássico 3) Pensamento Econômico Neoclássico ) Pensamento Econômico Marxista I 5) Pensamento Econômico Marxista II 6) Formação Econômica Geral 7) Formação Econômica do Brasil 8) Economia Brasileira Contemporânea ,7 IV Conteúdos Teórico-Práticos: (mínimo de 10%) 1) Metodologia da Pesquisa Científica 2) Elaboração do Projeto de Monografia 3) Elaboração e Defesa da Monografia ,7 V Disciplinas de Escolha e Atividades Complementares (Máximo de 10 créditos para as Atividades) ,

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