UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA

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1 UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA A INTERNACIONALIZAÇÃO NA UFRJ: PARÂMETROS SELETIVOS PARA MOBILIDADE OUT Por: Maria José Bastos da Silva Orientadora Profª Msc. Flávia Martins Rio de Janeiro 2012

2 UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA A INTERNACIONALIZAÇÃO NA UFRJ: PARÂMETROS SELETIVOS PARA MOBILIDADE OUT Apresentação de Monografia à Universidade Cândido Mendes como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em Gestão Pública. Por: Maria José Bastos da Silva 2

3 DEDICATÓRIA Em memória da minha querida e saudosa mãe, Edith Mendes Bastos, pela generosidade e pelo amor dedicado na criação dos meus filhos. Sem ela o meu caminho seria muito mais árduo. 3

4 AGRADECIMENTOS Jamais poderei expressar suficientemente minha dívida para com os amigos, familiares e colegas que me auxiliaram, de alguma forma, a realizar este trabalho. Citar nomes é sempre um risco de omitir pessoas que tenham contribuído valiosamente para o bom êxito desta tarefa. Mas o risco precisa ser enfrentado, até porque jamais terei a intenção de praticar injustiças e, nesse caso, a vontade é o maior valor a ser considerado. À minha querida amiga Giovana Campos Melo devo a realização deste trabalho. Poderia eu fazer uma Monografia, mas jamais faria esta, exatamente esta Monografia, sem a cumplicidade da Giovana. Se eu fosse um poeta faria uma poesia, como não sou cito Cecília Meireles para Giovana: Há pessoas que nos falam e nem as escutamos, há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam, mas há pessoas que simplesmente aparecem em nossas vidas e nos marcam para sempre. Ao meu querido marido e companheiro, José Antonio, aos meus filhos Daniele, Filipe e Renato e aos meus netos Pedro, Vinícius e Luísa, agradeço a companhia e o incentivo, sem eles nada valeria a pena. Ao meu genro, André Luís, à minha nora, Bianca, à minha queridíssima Irmã e amiga, Regina, a todos os meus irmãos, sobrinhos, sobrinhos-netos. Nossa convivência e união enchem minha alma de alegria. Não poderia deixar de citar a importância das minhas colegas e amigas Carolina Vieira e Fátima Marques neste trabalho. O primeiro projeto para criação do Setor de Convênios e Relações Internacionais foi elaborado pela competentíssima Secretária Executiva Maria de Fátima Marques. A ela devo o convite para fazer parte da equipe do SCRI, quando da sua criação. Carolina, também Secretária Executiva, não menos competente, juntou-se a nós logo em seguida. Vocês fazem parte da história da minha vida e da vida da SCRI. Agradecimento especial à Viviane Brito pela cumplicidade e comprometimento quando da implantação do programa de mobilidade da SCRI/UFRJ. Ao querido colega, recém-concursado, Eduardo Neves agradeço o empenho, a dedicação e o respeito. Um homem com caráter. Aos colegas do Gabinete do Reitor da UFRJ: Rosinéia, Joice, Djalma, Rosa, Luisa, Cristiane, Raquel, Valquíria, Ivan e Fátima Pereira, agradeço a solidariedade, carinho, paciência e respeito profissional. Às queridas Damiana, Maria e Vera agradeço os cuidados e carinhos. Aos professores da AVM e, especialmente, à minha orientadora, agradeço a generosidade e a ajuda na realização deste trabalho. 4

5 RESUMO Esta monografia tem como objetivo refletir sobre a necessidade de se aprimorar o sistema de candidaturas para intercâmbio internacional no âmbito do Programa de Mobilidade desenvolvido pela Superintendência de Convênios e Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ. Apresento o conceito do termo internacionalização e sua relação com as instituições de ensino superior brasileiras, buscando elencar alguns dos critérios adotados para classificar uma instituição de ensino superior em níveis de internacionalização. Em seguida, abordo parte da história da internacionalização da UFRJ, mostrando como surgiu a atual Superintendência de Convênios e Relações Internacionais SCRI e como se deu a introdução do programa de mobilidade estudantil da referida instituição, mostrando os métodos e sistemas de candidaturas adotados para o intercâmbio out, bem como os critérios para classificação dos alunos candidatos, meu objetivo específico de pesquisa. Finalmente, além de propor critérios e formas de gestão para otimizar o processo de candidatura para a realização da mobilidade out, defendo a adoção de critérios sociais como fator preponderante para inclusão de alunos provenientes de famílias de baixa renda no programa de intercâmbio internacional, algo ainda a ser feito no âmbito do processo de internacionalização das universidades brasileiras. Palavras-chave: internacionalização, gestão, intercâmbio, mobilidade out, universidade 5

6 SUMÁRIO PÁG. INTRODUÇÃO... 7 CAPÍTULO I: INTERNACIONALIZAÇÃO DAS IFES BRASILEIRAS: CONCEITUAÇÃO E COMPETÊNCIAS CAPÍTULO II: PARTE DA HISTÓRIA DA INTERNACIONALIZAÇÃO DA UFRJ CAPÍTULO III: A MOBILIDADE OUT NA UFRJ: UMA PROPOSTA DE GESTÃO CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA INDICE

7 INTRODUÇÃO 7 Internacionalização é um conceito com aplicação em várias áreas. Refere-se às trocas econômicas, políticas, culturais entre nações, e às relações que daí resultam, pacíficas ou conflituosas, de complementaridade ou de concorrência. (Guy Rocher, Sociólogo e professor de Sociologia na Universidade de Montreal, Canadá,) Muito se tem discutido sobre o processo de internacionalização desde que o mundo se tornou oficialmente globalizado. No entanto, desde sempre houve as trocas de conhecimento, ainda que não fossem tomadas como processos de internacionalização. Voltemos, por exemplo, a Platão, filósofo e matemático da Grécia antiga. Nascido em Atenas no ano de 427 a.c, por volta dos 20 anos de idade encontrou-se com o filósofo Sócrates ( a.c.), tornando-se seu discípulo. Pouco depois, esteve em Mégara, cidade muito respeitada na Grécia antiga, na companhia de outros discípulos de Sócrates. Em 338 a.c., já com 40 anos, Platão viajou para a Magna Grécia, denominação que recebia o sul da península itálica, região colonizada na Antiguidade pelos gregos, com o intuito de conhecer mais de perto as comunidades pitagóricas. Nessa ocasião, veio a conhecer Arquitas de Tarento (428 a.c a.c.), filósofo e cientista grego, considerado o mais ilustre dos matemáticos pitagóricos. Durante essa viagem, foi a Siracusa, Sicília, a convite de Dionisio I. No início, Dionísio deu liberdade para Platão se expressar, porém quando se sentiu ofendido por algumas declarações de Platão, Dionísio o vendeu no mercado de escravos. Alguns filósofos, porém, conseguiram comprar Platão e o mandaram de volta para a Grécia. Em seu retorno, Platão fundou a Academia (387 a.c.) a noroeste de Atenas, em terreno dedicado à deusa Atena. A instituição logo adquiriu prestígio e a ela acorriam inúmeros jovens de várias partes em busca de instrução e até mesmo homens ilustres a fim de debater idéias. Em 367 a.c. Dionísio I morreu e Platão retornou à Siracusa a fim de, mais uma vez, tentar implementar suas idéias políticas na corte de Dionísio II. No entanto, o desejo do filósofo foi

8 novamente frustrado. Em 361 a.c. voltou pela última vez à Siracusa com o mesmo objetivo e pela terceira vez fracassa. De volta a Atenas em 360 a.c. Platão permaneceu na direção da Academia até sua morte, em 347 a.c. Em linhas gerais, Platão desenvolveu a noção de que o homem está em constante busca pelo conhecimento, fato constatado nas suas viagens, conhecendo outros pensadores, adquirindo sabedoria e disseminando seu aprendizado suas idéias e convicções. Sendo assim, não seria incorreto afirmar que um dos alicerces da internacionalização a troca de conhecimentos desde sempre se fez presente. Se dermos um salto no tempo, da Antiguidade para o Brasil colônia, constataremos que os jovens da elite brasileira também se deslocavam até as metrópolis, principalmente para a Universidade de Coimbra, a fim de avançarem em seus estudos. Sendo assim, não haveria uma grande novidade no deslocamento em si. O que torna os movimentos de troca atuais diferentes é, entre outras coisas, a sistematização desse processo, de modo a garantir a formação de um indivíduo plural, capaz de se mover nos mais diversos espaços culturais, sociais, políticos e econômicos. Internacionalização legado do século XX. Um dos principais legados do século passado e do já iniciado século XXI é, sem dúvida, o movimento incontornável da internacionalização. Mas, afinal, o que é então internacionalização? Uma nova forma de pensar o futuro? Uma escolha entre várias alternativas? Uma ideologia? Talvez seja tudo isso ao mesmo tempo. Contudo, uma coisa é irrefutável: estamos diante de uma nova era. Segundo José Silva Pais (Experiências de Internacionalização, Centro Atlântico Ltda., Portugal 2002, pag. 14) a internacionalização já vem do tempo dos fenícios, no seu esforço comercial abrangente e de crescimento de mercado e origem de novos produtos. Portanto, descobrir novos continentes, novos mercados, novas origens, tudo isso é também uma forma de internacionalizar. Outra dimensão importante do processo de internacionalização, e também nosso foco de pesquisa, é o incremento das relações acadêmicas, que 8

9 proporciona, entre outras coisas, o intercâmbio de professores, estudantes e servidores em instituições de ensino em diversas partes do mundo: O mundo está mudando aceleradamente e deve se estabilizar econômica e demograficamente em meados do século. Os que não olharem para o futuro, a partir de uma perspectiva própria, ocuparão uma posição subalterna pelos próximos cem anos. (Paulo Vizentini, professor da UFRGS, durante conferência na ANDIFES em setembro de 2007) As relações inter-universitárias têm sido uma das mais bem sucedidas formas de integração e, com ela, de internacionalização e a mobilidade acadêmica é, sem dúvida alguma, dentre diversos fatores, um item de valor bastante expressivo para o reconhecimento do nível de internacionalização de uma instituição de ensino superior, como podem comprovar os diversos rankings universitários os percentuais de intercâmbio têm sido um dos indicadores de classificação das IES no mundo inteiro. Por essa razão, cabe ser analisada a situação das IFES brasileiras, principalmente de uma universidade como a UFRJ, considerada uma das dez melhores universidades da América Latina pelo QS World Rankings Na UFRJ, a partir de 1994 passou-se a dar atenção à questão da mobilidade estudantil. No entanto, devido a várias questões internas, o programa de mobilidade centralizado na Reitoria somente veio a se desenvolver a partir de Desde então, o programa de mobilidade da UFRJ sofreu várias modificações nos procedimentos para seleção dos alunos que se candidatam à mobilidade in alunos acolhidos na UFRJ e à mobilidade out - alunos da UFRJ enviados a instituições estrangeiras. No caso da mobilidade out, nosso objeto de estudo, devido à demanda crescente dos estudantes interessados, a qual cresce numa proporção bem maior que o número de vagas disponíveis nas instituições parceiras, tornou-se necessário implementar, a partir de um plano com critérios qualitativos, novos procedimentos para seleção e classificação dos candidatos a intercâmbio out. Os procedimentos adotados para seleção foram eficientes até certo ponto, mas com uma taxa de crescimento de cerca de 100% ao ano, foi necessário se pensar em novos critérios que pudessem dar conta, de forma mais eficiente e justa, da classificação dos candidatos. Essas deficiências foram identificadas e 9

10 estão sendo motivo de estudo e discussão na Divisão de Mobilidade da Superintendência de Convênios e Relações Internacionais da UFRJ em conjunto com o Conselho de Ensino de Graduação da Pró-reitoria de Graduação da UFRJ para implantação no próximo processo seletivo que deverá ocorrer já no início de O presente trabalho tem por finalidade contribuir para o alcance de uma proposta de discussão de critérios mais justos para participação em programas de mobilidade nas instituições federais de ensino no Brasil de forma geral e, mais especificamente, que atendam a demanda da UFRJ. Frente à realidade da UFRJ em particular, pretendemos discutir e analisar os critérios que contemplem essa realidade, propondo um cronograma de implantação de um processo seletivo institucional. Nesse contexto, tomadas as diferenças de mérito acadêmico, bem como as de caráter social, econômico etc. que subjazem a composição dos cursos das instituições federais, sobretudo em um momento em que são discutidas novas formas de ingresso que tornem possível o acesso de todas as camadas sociais ao exercício do saber acadêmico, justifica-se um estudo que proponha critérios capazes de aliar as questões sociais, as de mérito e as de uma maior diversidade de áreas envolvidas no processo de seleção para participação em programas de mobilidade. O presente trabalho foi elaborado em três capítulos e, de forma sintética, descreve o processo de gestão do programa de mobilidade out sob a administração da Superintendência de Convênios e Relações Internacionais da UFRJ, desde a criação do setor até os dias atuais. O Capítulo I, diz respeito às estratégias para potencializar a participação e visibilidade internacional da competência acadêmica das IFES brasileiras; da imagem ideal que permite que as IFES sejam identificadas com avançado nível de internacionalização; das metas, ações, resultados esperados, mecanismos de monitoramento e avaliação de um plano operacional e, por fim, uma proposta de execução. 10

11 No Capítulo II, contamos quando e por que foi criado o Setor de Convênios e Relações Internacionais SCRI, os momentos de turbulência com a mudança política em 1998 e a retomada das atividades em 2003 com a eleição e posse de um novo reitor, dessa vez escolhido e legitimado por todos os segmentos da universidade, até a transformação do setor em Superintendência de Convênios e Relações Internacionais-SCRI, em 2011; descrevemos o funcionamento, responsabilidades e competências das áreas que compõem a SCRI e, finalmente a implantação dos programas de intercâmbio IN e OUT da UFRJ. No Capítulo III apresentamos todo os processos de gestão da mobilidade out bem como os critérios adotados para classificação dos candidatos, desde a implantação do programa em 2003 até os dias atuais. Finalizando o capítulo, apresentamos a proposta de incluir o critério social para classificação no processo de seleção dos candidatos ao intercâmbio out da UFRJ. 11

12 CAPÍTULO I: INTERNACIONALIZAÇÃO DAS IFES BRASILEIRAS: CONCEITUAÇÃO E COMPETÊNCIAS 1 I.1 Fundamentação conceitual As instituições públicas de ensino superior representam 11% do total das IES no Brasil, envolvendo instituições federais, estaduais e municipais. No entanto, respondem por 90% da pesquisa científica básica e aplicada desenvolvida no país. É na rede federal que se encontra a maior parte da oferta de qualificação docente em nível de Mestrado e Doutorado. Esses fatores evidenciam assim a responsabilidade e importância estratégica das universidades federais para o desenvolvimento econômico, tecnológico, científico e social do país. (Fonte: INEP: Censo da educação Superior, 2007). Internacionalizar faz parte da política de governo para o ensino superior, com ampliação da mobilidade docente e discente, do intercâmbio e de parcerias universitárias; projetos conjuntos de pesquisa, consórcios universitários e o aumento de bolsas de estudo, num crescimento de 43% desde o início do governo Lula, conforme dados do ex-chefe de Assessoria Internacional do Gabinete do Ministro da Educação, Alessandro Candeas, em sua apresentação durante o primeiro módulo do Curso de Gestão da Internacionalização promovido pela ANDIFES em (Fonte: INEP: Censo da educação Superior, 2007). A internacionalização é estratégica para o desenvolvimento científico e institucional universitário e clama por mais que atitudes isoladas. Com proposições efetivas de relacionamentos horizontais, cooperantes e de efetiva parceria, vem se transformando em conquista social o avanço científico, tecnológico e cultural. A Lei nº 10172, de 09 de janeiro de 2001, assinala que Nenhum país pode aspirar a ser desenvolvido e independente sem um forte sistema de educação superior. [...] As IES têm muito a fazer, no conjunto dos esforços nacionais, 1 Este capítulo foi baseado no Relatório Final do Curso de Gestão da Internacionalização Universitária realizado na ANDIFES durante o período de setembro/2007 a abril/

13 para colocar o País à altura das exigências e desafios do século XXI. Entre esses desafios impostos às universidades pelo mundo contemporâneo, encontra-se a internacionalização das IFES, contemplando-se o que a citada lei promulga, de que as universidades constituem, a partir da reflexão e da pesquisa, o principal instrumento de transmissão da experiência cultural e científica acumulada pela humanidade. O educador Marco Antonio Dias, ex-vice-reitor da Universidade das Nações Unidas, teve um papel estratégico na realização da I Conferência Mundial de Ensino Superior. Naquela ocasião, o professor ressaltou de forma contundente que a universidade deve ser tratada como um bem público desempenhando um papel estratégico no desenvolvimento dos países que se estende ao conjunto das sociedades onde se inserem estas universidades. Dias vem salientando a mesma preocupação desde a Conferência Mundial sobre o Ensino Superior em 1998, em Paris. E a essa preocupação retorna a cada encontro com reitores e responsáveis pela área internacional das universidades brasileiras ou a cada publicação destinada aos acadêmicos, como é o caso do prefácio de Internacionalizando a Universidade (ZICCMAN, Renée, EDUC, São Paulo 2007), onde escreve: Vivemos, em nível internacional, tempos de obscurantismo, em que na área de educação, organizações e especialistas internacionais confundem cooperação com comercialização e se submetem a uma visão do mundo em que a educação passa a ser tratada como serviço comercial e não como um bem ou um serviço público. No mesmo prefácio, também valoriza a cooperação internacional para as instituições de ensino superior de todos os países, citando o destaque pelos participantes da CMES de 1998 à cooperação, que não deveria ser apenas instrumental um meio para obter um fim -, mas ser incluída entre as missões de base no ensino superior Dessa forma, a Universidade deve questionar-se quanto à problemática de sua internacionalização e os critérios que deve obedecer para tomada de decisões em relação à internacionalização. Segundo Maria Beatriz Luce, Diretora do Instituto Latino-Americano de Estudos Avançados da UFRGS, projetos internacionais são um (poderoso e disputado) 13

14 instrumento de legitimidade/poder acadêmico (Conferência: O contexto mundial da educação superior, Brasília, ANDIFES 2007). Entre os vários questionamentos que o processo demanda, três questões levantadas por ela, em sua apresentação no Curso de Gestão da Internacionalização Universitária da ANDIFES em outubro de 2007, merecem consideração: Quem é autorizado a tomar iniciativa, administrar e avaliar os projetos internacionais? A quem é autorizado o acesso à internacionalização? internacional? Quem tem legitimidade para a prática acadêmica Ainda, segundo Luce, há questões-chave da política nacional de ensino superior que incidem no projeto de relações internacionais, como democratização e eqüidade, qualidade acadêmico-científica e os deveres do Poder Público Federal. Além do mais, afirma que é necessário repensar o papel da Universidade e refletir sobre o tipo de mobilidade estudantil que leve em consideração três eixos: relevância, convivência e equidade. O professor Paulo Vizentini, afirma, em sua conferência A Transição do Sistema Mundial e a Internacionalização das Universidades: uma perspectiva brasileira, proferida na ANDIFES, Brasília 2007, que na consecução de seus projetos de cooperação, as ARIs (Assessorias de Relações Internacionais) devem ter conhecimento e levar em consideração contextos políticos, sociais e econômicos dos países com quem desejam firmar cooperação. Diz ainda que internacionalização das IFES deve ser pautada pela reciprocidade e na igualdade entre as partes para que realmente haja cooperação. Um ponto importante levantado por Vizentini, e que, me parece deva orientar processos de internacionalização universitária é o seguinte: (...) a internacionalização acadêmica, que vem dando um salto qualitativo há pouco mais de uma década, precisa ser orientada a partir do plano de qualificação da própria instituição, em consonância com o projeto nacional de desenvolvimento. Evitar uma cooperação passiva e responsiva à demanda de outros e redes universitárias sem um foco definido é fundamental para uma internacionalização séria e estrategicamente planejada. VIZENTINI, Paulo, ANDIFES, Brasília

15 Desta forma, a discussão a respeito da internacionalização, seus atores e suas questões-chave, interagem no protagonismo das IFES e seu atendimento educacional, bem como atende aos reclames da política externa brasileira na área da educação. I.2 Competência acadêmica das IFES: estratégias e mecanismos para potencializar a participação e visibilidade internacional Competência é um termo com origem no latim, significando precipuamente a faculdade que a lei concede a funcionário, juiz ou tribunal, para decidir determinadas questões. O termo competência encontrou outras acepções: No Direito: competência judicial = delimitação do poder judicante Na Administração: competência profissional = aspecto econômico administrativo Na Contabilidade: regime de competência Na Psicologia: competência = habilidades que um indivíduo possui. Ser competente é ter habilidade, conhecimento e perícia para fazer algo de forma eficiente e eficaz; eficiente para fazer um serviço bem e com sucesso; eficaz por produzir os resultados pretendidios. (Dicionário Collins Cobuild) A definição de Competência está baseada no CHA, que são os conhecimentos (C) e as habilidades (H), competências técnicas, e as atitudes (A), competências comportamentais, que uma pessoa possui. O conhecimento tem relação com a formação acadêmica, o conhecimento teórico. A habilidade está ligada ao prático, a vivência e ao domínio do conhecimento. Já a Atitude representa as emoções, os valores e sentimentos das pessoas, isto é, o comportamento humano. (Universidade Federal de Santa Catarina. COMPETÊNCIAS FUNDAMENTAIS AO TUTOR DE ENSINO À DISTÂNCIA Segundo Idalberto Chiavenato, Gestão por competências é um programa sistematizado e desenvolvido no sentido de definir perfis profissionais que 15

16 proporcionem maior produtividade e adequação ao negócio, identificando os pontos de excelência e os pontos de carência, suprindo lacunas e agregando conhecimento, tendo por base certos critérios objetivamente mensuráveis Desta forma, tendo por objetivo a competência institucional, as estratégias listadas abaixo parecem essenciais para potencializar a participação das IFES no cenário internacional. Estratégias: Promover ações efetivas de mobilidade acadêmica com os convênios vigentes; Estimular, sempre que possível, o envio de representante a encontros relacionados com os convênios/acordos, a congressos de cunho internacional que priorizem a internacionalização; Dar continuidade aos projetos, mesmo que haja mudança na direção institucional ou no setor de cooperação internacional; Promover atividades de âmbito internacional, tais como, sediar congressos, feiras, seminários; Convidar profissionais de outros países envolvidos em ensino, pesquisa e extensão para participarem de eventos, reuniões, bancas de defesas de teses, nas IFES brasileiras; Contatar antigos parceiros de cooperação internacional visando renovar cooperações passadas de sucesso ou a implementação de novas atividades compartilhadas; Promover publicações em outros idiomas; Aprimorar o ensino de línguas estrangeiras, em especial, o ensino de inglês, pois esse ainda é o meio mais forte de propagação do conhecimento; Viabilizar curso de língua portuguesa para estrangeiros; Publicar artigos em revistas internacionais; Incentivar afiliação de docentes em associações que promovam eventos internacionais, com acervo on line; 16

17 Valorizar e divulgar o contexto regional em que a IFES se situa; Facilitar a recepção de autoridades internacionais; Procurar financiamento para mobilidade acadêmica; Agilizar processos que promovam a reciprocidade de ações no convênio e que facilitem a vinda de professores e estudantes internacionais (cadastro de albergues, de imobiliárias, casas de família, alojamentos...); Definir atribuições da assessoria internacional; Definir atribuições dos coordenadores de projetos internacionais; Definir política de critérios específicos a cada IFES para assinatura de acordos; Agilizar o processo de concessão de vistos para os intercâmbios. Cabe enfatizar que pouco adianta toda a estratégia elencada se não houver um orçamento anual destinado às ARIs bem como não for concedida maior autonomia a esse órgão. Todo o trabalho e esforço ficarão comprometidos caso se considere apenas o apoio dos órgãos externos como provedores de recursos para alavancar o processo de visibilidade internacional da instituição. Quanto à parte que cabe à IFE, essa deve prover as ARIs com infra-estrutura adequada, equipe composta de pessoal capaz de ler, falar e escrever em, pelo menos, dois idiomas inglês e espanhol e, auxílio em direito internacional. IMAGEM IDEAL: IFES SEJAM IDENTIFICADAS COM AVANÇADO NÍVEL DE INTERNACIONALIZAÇÃO Critérios que devem ser observados para que uma ARI seja identificada com avançado nível de internacionalização. Viabilizar a mobilidade estudantil, proporcionando aos discentes a oportunidade de cursar um semestre fora do Brasil; Maior incentivo à mobilidade de docentes, pesquisadores e gestores, com missões de trabalho e capacitação fora da instituição (no Brasil ou no exterior); Cooperação internacional como fator produtivo para o PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional); 17

18 Participação da assessoria internacional em eventos relevantes, desde que com cunho institucional; Setor de relações internacionais com status de assessoria/pró-reitoria (com participação ativa nas decisões da instituição e órgão centralizador e arquivista das atividades internacionais); Atualização permanente dos dados institucionais na home Page da IFES; Dotar as ARIs de orçamento próprio METAS, AÇÕES, RESULTADOS ESPERADOS, MECANISMOS DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DE UM PLANO OPERACIONAL Sugere-se algumas ações e metas que podem colaborar com o processo de operacionalização e monitoramento de uma ARI. Construção de arquivo institucional (acordos, memorandos, projetos, etc) Registro de todas as atividades da mobilidade discente de graduação e pós-graduação; Registro de todas as atividades da mobilidade docente; Registro de todas as atividades internacionais de pessoal técnicoadministrativo; Registro dos afastamentos para congressos e similares de pessoal docente, discentes e técnico-administrativos; Divulgação de relatórios semestrais na homepage das ARIs 18

19 CAPÍTULO II: PARTE DA HISTÓRIA DA INTERNACIONALIZAÇÃO DA UFRJ II.1 SCRI: Superintendência de Convênios e Relações Internacionais O ainda Setor de Convênios e Relações Internacionais da UFRJ SCRI foi criado em 1994 para desenvolver a política internacional de cooperação técnica, científica e cultural da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sendo o principal canal de comunicação entre a UFRJ e as demais instituições de ensino do país e do mundo. Em 1998, no entanto, a UFRJ enfrentou um grande conflito político, quando o Presidente da República, usando da sua prerrogativa, escolheu o último colocado na lista tríplice para Reitor da UFRJ, deixando de fora o candidato eleito pelos discentes, docentes e técnicos-administrativos. Aquele gesto instigou um movimento de repúdio e revolta por parte dos três segmentos da instituição, gerando uma insatisfação tão grande pela escolha do governo que lideranças das três categorias invadiram e tomaram o Gabinete do Reitor durante aproximadamente três meses. A equipe de trabalho do então Setor de Convênios e Relações Internacionais não teve outra alternativa senão sair de cena para trabalhar em outras unidades, abandonando o embrião de um projeto que ficou adormecido até 2003, quando o então Presidente da República escolheu como novo Reitor da UFRJ o candidato eleito pela maioria absoluta dos discentes, docentes e técnicos-administrativos. Em 2003, com a eleição e nomeação do candidato eleito pela comunidade acadêmica, as atividades foram retomadas e ganharam novo impulso. A equipe que assumiu o Setor de Convênios e Relações Internacionais era composta de um Coordenador de Convênios e Relações Internacionais, cargo esse ocupado por um professor, e uma servidora técnico-administrativa com uma Função Gratificada para assumir a chefia do SCRI e com o compromisso de retomar o projeto compulsoriamente parado desde Foi um período bastante extenuante, pois além da tarefa de retomar e refazer os contatos pré-estabelecidos com as instituições parceiras no período 1994/1998, havia a necessidade de recuperar o tempo perdido e incentivar o intercâmbio de estudantes. Essas tarefas não necessariamente são difíceis de serem executadas, mas se dividem em inúmeras atividades que demandam 19

20 tempo e pessoal especializado. Posso afirmar por experiência que tempo e pessoal eram artigos que não estavam disponíveis no momento e foi com a equipe formada pelas duas pessoas já mencionadas que foi dado o pontapé inicial para a retomada de um projeto que, naquela altura dos acontecimentos, havia se transformado em um grande desafio: internacionalizar a UFRJ começando com a implantação de um programa de mobilidade estudantil. Ainda em 2003, no mês de setembro, foram realizados 3 (três) mobilidades para a Espanha e 1 (uma) para a Inglaterra. No final do ano, com as atividades burocráticas se multiplicando, aliou-se ao grupo uma assistente administrativa, que ficou encarregada de controlar e tramitar todos os processos de convênios e termos aditivos, bem como providenciar os documentos gerados com as assinaturas dos acordos entre as instituições nacionais e internacionais, tais como: delegações de competência, portarias, publicações no Diário Oficial da União DOU etc. No início de 2004, o Setor de Afastamento do País, na época composto por dois servidores, foi incorporado ao SCRI. O Setor de Afastamento do País, como o próprio nome diz, trata, processa e tramita todos os pedidos de afastamento do país dos servidores técnicos e docentes do quadro de pessoal da UFRJ. Em setembro de 2004, os dois funcionários foram substituídos por uma funcionária prestadora de serviços até outubro de 2009, quando a atividade de Afastamento do País passou a ficar subordinada ao Chefe de Gabinete do Reitor. Nesse ano de 2004, a UFRJ enviou 15 alunos ao exterior e recebeu 2 estudantes italianos. Em 2005 foi agregada ao SCRI uma funcionária prestadora de serviços, na função de assistente administrativo. Essa funcionária desempenhava as atividades de secretariar tanto o coordenador do SCRI quanto a secretária executiva, sendo responsável pela agenda de compromissos do SCRI e pelo apoio administrativo nas diversas atividades inerentes ao programa de mobilidade estudantil, o qual, nessa época, já mostrava resultados além da expectativa: 36 alunos saíram da UFRJ para estudar em algumas instituições estrangeiras e 14 alunos estrangeiros (10 europeus e 4 canadenses) se apresentaram na UFRJ para realizarem o intercâmbio. Em 2006, o SCRI passou a contar com um professor da Faculdade de Direito para prestar consultoria jurídica em todos os assuntos pertinentes junto à 20

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