UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Av. Reitor Miguel Calmon - Vale do Canela Salvador Bahia Tel (071)

2 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO...3 I. DADOS E DEMANDAS HISTÓRICAS...6 II. A POLITICA ESPORTE BRASIL, BAHIA, SALVADOR...14 III. PERFIL DO ATUAL DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA...22 IV. ARQUITETURA INSTITUCIONAL GESTÃO ADMINISTRAÇÃO...33 V. REGIMENTO INTERNO...43 VI. PRE-DIMENSIONAMENTO OBRAS IEFEL/UFBA

3 APRESENTAÇÃO O projeto de criação do Instituto de Educação Física, Esporte e Lazer (IEFEL), já aprovado pelo Pleno do Departamento de Educação Física e pela egrégia Congregação da FACED/UFBA em reuniões plenárias ordinárias ocorridas em 2008 e em especial na Reunião Ordinária da Egrégia Congregação da FACED/UFBA em 07/12/09, decorre de uma necessidade histórica de consolidar o projeto político pedagógico da UFBA do qual consta: A) a dimensão da cultura corporal e esportiva como dimensão educativa relevante na formação universitária; B) Os Cursos de Graduação e Pós- Graduação em educação física em desenvolvimento e projetados; C) a produção do conhecimento cientifico nas áreas da cultura corporal - educação física, esporte e lazer através dos grupos de pesquisa; D) as atividades de extensão que atendem a população diretamente vinculada a UFBA e a população em geral da cidade, do Estado e da região. Democratizando-se as às praticas esportivas de lazer na perspectiva da educação emancipatória; E) A parceria com o Governo do Estado da Bahia para a construção de instalações esportivas compartilhadas, visando os interesses educacionais da UFBA e a utilização para os Jogos de 2014 e Esporte é uma categoria explicativa da prática esportiva como atividade humana historicamente criada e socialmente desenvolvida em torno de uma das mais importantes expressões da subjetividade humana, o jogo lúdico, que não tem como objetivo resultados materiais. Desde suas origens, a prática esportiva se dá entre os dois pólos de um espectro que vai do jogo lúdico ao jogo lúdico esportivo competitivo, fenômeno cuja observação permite perceber que a competição quanto mais exacerbada vencer a qualquer custo - mais se afasta do jogo lúdico. Esses dois pólos antagonizados ofuscam a compreensão de que a competição e o lúdico são intrínsecos ao jogo e que, se ambos não co-existem, é em razão dos interesses e necessidades dos participantes, das instituições em que a prática se realiza ou das políticas que as orientam. Considerando que o conceito de esporte emerge da própria prática, e, portanto, de sua posição no movimento do lúdico ao competitivo, a prática de formação esportiva deve ser entendida como a de apropriação do conhecimento de diversos conteúdos da cultura corporal, entre eles os das 3

4 práticas denominadas esporte, que permitem elevar o padrão cultural esportivo da população. Por sua vez, o conceito de lazer emerge de práticas em que prevalece o sentido lúdico-esportivo caracterizado pela livre escolha (PNE, 2005). Já o conceito de alto rendimento nasce das práticas orientadas pelo objetivo olímpico clássico: citius, altius, fortius "mais rápido, mais alto, mais forte". O grau de desenvolvimento do esporte e do lazer precisa ser conhecido em profundidade, ser tratado na universidade, para se reestruturar o sistema esportivo nacional de uma forma em que possa, efetivamente, universalizar e democratizar a prática esportiva no país. A UFBA tem grande responsabilidade em tais políticas públicas e para tanto necessita avançar em suas condições objetivas de contribuir com a elevação do padrão esportivo da população do município de Salvador e do Estado da Bahia. Serão retomados, aqui, portanto, os argumentos e justificativas para a criação do Instituto de Educação Física, Esporte e Lazer (IEFEL), já constantes do seu projeto original e que se relacionam com políticas de Estado e de Governo. Assim, o presente documento estrutura-se em seis partes, considerando os seus principais objetivos. O primeiro objetivo é apresentar dados históricos que dizem das demandas que atualmente justificam a urgente construção do complexo arquitetônico que comporte as atividades fins e meios da UFBA na área da cultura corporal esportiva e de lazer; O segundo objetivo é prestar informações atualizadas sobre as políticas nacionais, estadual e municipal na área de educação física, esporte e lazer que justifica um pacto federativo em torno da construção do complexo esportivo do CEFE/UFBA futuro IEFEL, para cumprir inclusive preceitos constitucionais relacionados a políticas de Estado na área do esporte e lazer, bem como nas áreas de saúde, lazer, educacional, na formação de professores e nas diretrizes curriculares para as escolas básicas, ensino pré-escolar, fundamental, médio, superior e educação de jovens e adultos. Justifica-se também por atender interesses da população em geral em um dos maiores Estados brasileiros, quinto maior PIB Produto Interno Bruto nacional e, único estado com cinco biomas e ecossistemas diferenciados - Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica e mais os biomas Costeiro e Marinho. 4

5 O terceiro objetivo e apresentar o perfil do corpo docente e demais características do atual Departamento de Educação Física, base para a constituição do novo Instituto de Educação Física, Esporte e Lazer da Universidade Federal da Bahia. Começaremos descrevendo a titulação e regime de trabalho do corpo docente atual. Em seqüência apresentaremos a inserção de docentes no ensino de graduação, pós-graduação e no desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão. O quarto objetivo é apresentar um maior detalhamento da arquitetura institucional proposta para esta nova Unidade da Universidade. A estrutura organizacional está levando em consideração a atual tendência organizacional da UFBA em forma de institutos que são unidades acadêmicas a partir das quais desenvolvem-se as atividades fins da universidade com base em atividades meios de gestão e administração universitária. Nesta parte há um detalhamento das atribuições dos diferentes setores em que se estrutura o Instituto, deixando mais claras as relações e modelo de gestão que se pretende implantar. O quinto objetivo é apresentar ao CONSUNI uma proposta de Regimento Interno do novo Instituto coadunado com o Novo estatuto da UFBA promulgado no dia 09/12/09 e o Regimento geral da Universidade, ora em construção e que prevê em seu TÍTULO IV DOS ÓRGÃOS DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO; CAPÍTULO I DAS UNIDADES UNIVERSITÁRIAS; Seção I Da Enumeração e das Disposições Gerais, Art. 27 As Unidades Universitárias da UFBA. O Regimento proposto, já aprovado no Departamento de Educação Física, devendo somente ser ajustado ao novo marco regulatório da ufba, consolida as decisões relativas à estrutura e ao modelo de gestão delineados na parte anterior, articulando as atuais exigências legais do Estatuto da Universidade à necessidade de se construir uma unidade acadêmica com um perfil inovador de estruturação e gestão.o sexto objetivo é diz respeito ao pré-dimencionamento de espaços e a previsão de construções arquitetônicas necessária para a instalação do Instituto de Educação Física, Esporte e Lazer no atual CEFE em Ondina, também aprovadas no departamento de Educação Física.. 5

6 6

7 MAPA CAMPUS ONDINA 7

8 A REALIDADE ATUAL: O atual Centro de Educação Física e Esporte da UFBA (CEFE/UFBA) - foi construído no final da década de 70 1 em uma área nobre situada na Avenida Oceânica, Salvador, Bahia, época em que a UFBA expandia-se fisicamente por diversos bairros da cidade. Contou no inicio com um campo de futebol, a área de atletismo, quadras descobertas e uma construção precária contendo dois banheiros, duas salas uma copa e um almoxarifado. Surge com o objetivo de servir de espaço para a aplicação do Decreto Lei /71 que tornava obrigatória a educação física no ensino superior, estratégia política do governo militar para atenuar a organização da juventude contrária ao regime militar que reivindicava democracia, ocupando-os com o esporte. Desde o início foi concebido sob uma ótica unilateral do esporte competitivo, olímpico. Em 1971, com a reforma educacional - Lei nº. 5692, de 11 de agosto de 1971 e com o Decreto nº /71 a disciplina Educação Física tornou-se a única obrigatória nos três níveis de ensino. A área do CEFE estende-se por seis hectares aproximados representando a maior extensão de terra contínua, sem construção, de Salvador. Ocorrem ali atividades esportivas diversas e aulas regulares das disciplinas técnicas do curso de educação física. Estima-se que aproximadamente 300 pessoas freqüentam o CEFE semanalmente. Ao longo dos anos depois de sua construção não ocorreu no CEFE nenhuma grande obra estrutural. As instalações foram se deteriorando em função da falta de verbas públicas para a manutenção e conservação. Seu estado lastimável vem sendo denunciado há décadas. Segundo Rubens Soares administrador responsável em 1993-, o CEFE/UFBA era, naquela época, considerado um dos piores do país em função do seu estado. Isso se expressa numa reportagem publicada pelo Jornal A Tarde em 15/11/1993 onde são apontadas como principais deficiências do Centro: 1 O centro não é cercado, facilitando a presença de inúmeras pessoas no seu interior, entre elas marginais; 2 As instalações elétricas internas não funcionam. Existe uma instalação precária para o local não ficar às escuras; 3 Foi colocada nova postiação, mas continua sendo usada a antiga, de maneira prestes a cair; 4 1 Documentos oficiais não esclarecem o ano de inicio das obras nem o ano do término da mesma. Em anexo fotos do terreno antes da construção, do aterro, das obras e do final das obras. 8

9 O curso de educação física tem mais de cinco anos de funcionamento, mas não há piscina para natação; 5 A drenagem das pistas de atletismo e salto em distância não funciona; 6 Caixas de salto, plataforma de arremesso de peso, martelo e dardo não têm mais condições de uso; 7 As salas de aula não têm forro e esquentam muito quando o calor é intenso. Portas e fechaduras estão em estado lastimável; 8 A guarita foi depredada e está sem uso; 9 O acesso ao Centro de carro é uma tortura devido aos buracos. O acesso para pedestres está tomado por terra tombada das encostas e mato. Nessa época (1993) foi elaborado um projeto arquitetônico para a área construção e recuperação global do centro de educação física e esporte da Universidade Federal da Bahia, cujo órgão executor era a PCU, orçado em US$ ,00 (cinco milhões, novecentos e doze mil e quarenta e sete dólares) que previa novas construções e recuperação das instalações existentes. Devido ao valor da obra e outros fatores não foi levado adiante esse projeto arquitetônico para a área. Na atualidade, observando as instalações das Universidades Públicas do Brasil, no que diz respeito a área de educação física, esporte e lazer podemos constatar que a UFBA apresenta as piores instalações do país. Esse estado lastimável do CEFE se arrastou até o ano de 2000 quando ocorreu a primeira grande reforma. Essa obra foi cercada de contradições, questionamentos, atrasos de entrega por parte da construtora. O realizado não atendeu as reivindicações dos docentes, discentes e técnico-administrativos, em relação a condições estruturais para as atividades fins da universidade a saber, o ensino-pesquisa e extensão. Tratou-se apenas de uma reforma nas quadras existentes e construção de mais duas, porém descobertas, construção de uma rampa de acesso ao campo de futebol. Esses objetivos da obra foram questionados intensamente já que o prioritário era a construção de um ginásio ou pelo menos a cobertura de duas quadras. Constatou-se mais uma vez desperdício de verbas públicas e mau direcionamento das prioridades na elaboração do projeto arquitetônico de tal obra de reforma. Ao longo dos anos, foram sendo observadas as incoerências e inconsistências de planos, projetos e programas desenvolvidos no CEFE. Foi observado a incoerência dos projetos arquitetônicos no que se refere a funcionalidade deste espaço e a ausência de responsabilidades na fiscalização de obras, o que reflete nos resultados 9

10 como: projetos inacabados, má utilização das verbas e a construção de aparelhos e espaços inadequados ao ensino-pesquisa e extensão. Por deliberação do Pleno do Departamento de Educação Física, em reunião realizada em 05 de abril de 2004, onde foi pautada e debatida a situação do Centro de Esporte, foi encaminhando um documento as autoridades constituídas, a comunidade universitária e em geral, do qual constaram: 1. a situação do Centro de Esporte da UFBA; 2. os desafios; 3. a proposta para expressar no plano arquitetônico o projeto político pedagógico (PPP) do Departamento e do Curso de Educação Física da FACED/UFBA do qual constava reestruturação do curso diurno de educação física; abertura do curso noturno; abertura de um programa de pós-graduação em educação física; construção do complexo arquitetônico do CEFE. Por deliberação da Congregação da FACULDADE DE EDUCAÇÃO (FACED/UFBA) em junho de 2008, a Educação Física deverá apresentar sua definição em relação a saída da FACED sua nova localização e seu Projeto Político Pedagógico para aprovação aprovação nos órgãos competentes da da UFBA. A POSSIBILIDADE DA RESPOSTA DA UFBA AS DEMANDAS NA ÁREA DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESPORTE E LAZER FRENTE AS SUAS ATIVIDADES FINS: ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO. A Universidade Federal da Bahia criada pela Carta Régia de fundação do Colégio Médico-Cirúrgico da Bahia, firmada pelo Príncipe Regente D. João, em 18 de fevereiro de 1808; instituída pelo Decreto-Lei n , de 8 de abril de 1946; reestruturada pelo Decreto n , de 8 de fevereiro de 1968 é uma autarquia com autonomia didático-científica, administrativa, patrimonial e financeira, nos termos da lei e do seu estatuto. Constam de seu histórico iniciativas acadêmicas de grande porte que asseguraram o desenvolvimento cientifico de áreas estratégicas e vitais para o desenvolvimento da Região, tanto no âmbito das ciências exatas, da saúde, sociais e humanas, como nas ciências da terra. 10

11 Neste momento histórico em que o Brasil é alçado a receber jogos internacionais 2, e ainda, momento em que se ampliam as reivindicações dos trabalhadores, tanto pela qualidade da educação básica, quanto pelas oportunidades de espaços educativos e de lazer, democratização de praticas educativas, esportivas e de lazer, na cidade e no campo, faz-se urgente qualificar quadros e produzir conhecimentos científicos na área da educação física. Isto significa continuar, na pós-graduação, formando bons professores de educação física e produzindo conhecimentos científicos. Com sua capacidade estrutural e acadêmica, com seu corpo docente especifico, com sua tradição na graduação, na especialização e na inserção no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal da Bahia 3, está sim, o departamento de Educação Física da UFBA, em condições de responder a altura a mais este desafio histórico que é, inaugurar um novo Instituto o Institutto de educação Física, Esporte e Lazer da UFABA, para atender uma enorme demanda regional por quadros qualificados, conhecimento científicos relevantes na área, democratização das praticas esportivas e de lazer para todos, objetivando o desenvolvimento educacional da Bahia e do nordeste. Dois fatos recentes estão fortalecendo a proposta de abertura do Mestrado em Educação Física da UFBA. São eles: I. Aprovação da criação do Instituto de Educação Física, Esporte e Lazer (IEFEL/UFBA), ocorrida na Reunião da Egrégia Congregação da FACED/UFBA no dia 07/12/09, a partir do projeto político pedagógico do Departamento de Educação Física que contempla 1.) Reestruturação do curso diurno de Educação Física; 2.) Abertura do curso noturno de Educação 2 O Brasil foi eleito para sediar a copa do mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de Os professores Celi Taffarel, Cláudio de Lira (LEPEL) Maria Cecília de Paula Silva (HCEL) compõe a Linha Educação, Cultura Corporal e Lazer do programa de Pós-Graduação em Educação e estão se propondo a implementar o Mestrado em Educação Física juntamente com demais colegas doutores do departamento de Educação Física. Já foram formados aproximadamente 20 mestres e 18 doutores a partir da Linha Educação, Cultura Corporal e Lazer do programa de Pós-Graduação em Educação da FACED UFBA, o que demonstra a capacidade técnica, cientifica e pedagógica dos grupos e do departamento que está prestes a se transformar em Instituto de Educação Física, Esporte e Lazer (IEFEL/UFBA), conforme aprovação ocorrida na Reunião da Egrégia Congregação ocorrida em 07/12/09, com instalações próprias, visto ter sido aprovado em reunião ordinária do CONSUNI, ocorrida em 03/12/09 a assinatura do Termo de Referencia para a construção de instalações esportivas no atual Centro de Educação Física e Esporte da UFBA (CEFE/UFBA) em parceria entre o Governo do Estado da Bahia e a UFBA. 11

12 Física; 3.) A Localização no Instituto dos Centros de Referências: Rede CEDES/ Ministério do Esporte; Rede dos Estudos do Lazer; Rede da Educação do Campo; Rede dos Grupos de Pesquisa em Educação Física do Nordeste; 4.) Cursos especiais para formação continuada de professores em exercício; 5.) Dois cursos de Especialização em Educação Física Metodologia do Ensino e da Pesquisa em Educação Física e Atividade Física e Saúde; 6.) O Programa de Pós- Graduação em Educação Física Mestrado e doutorado; 7.) Pesquisas dos docentes do Instituto e quatro grupos de pesquisa LEPEL, CORPO, HCEL, GEFIS; 8.) Programas e projetos de extensão na área de educação física, esporte e lazer; 9.) Convênios e intercâmbios acadêmicos UNICAMP, UEL, UFSC, UFPB, UFPE, UFAL, UFS, UEFS, MDA, SECAD/MEC, Ministério do Esporte, DAAD. O Instituto já conta com regimento interno a ser ajustado ao novo Estatuto da UFBA promulagdo em reunião dos três conselhos CONSUNI, CONSEPE e Conselho de Curadores -, ocorrida no dia 09/12/09. Conta também com um Pré-dimensionamento das obras e instalações necessárias para o IEFEL aprovada em reunião Departamento de educação Física e encaminhado para o setor de Planejamento Físico da Pró-Reitoria de Planejamento da UFBA. A aprovação em reunião ordinária do CONSUNI, ocorrida em 03/12/09 da assinatura do Termo de Referência para a construção de instalações esportivas no atual Centro de Educação Física e Esporte da UFBA (CEFE/UFBA) em parceria entre o Governo do Estado da Bahia e a UFBA comprovam estas possibilidades concretas e de essência que vão incidir nas atividades fins da educação física na UFBA, a saber o ensino de graduação e pos-graduação, a pesquisa e a extensão. Quanto ao detalhamento dos itens que compõe o Projeto político Pedagógico, encontraremos em anexos, ordenados todos os documentos já 12

13 encaminhados as instâncias competentes da UFBA, a saber, as Pró-Reitorias e o departamento de Educação Física Existem sim condições objetivas para que a UFBA, juntamente com os órgãos públicos municipais, estadual e federal ofereça a população do município, do estado e da região nordestina, e por que não aos pais e a América latina, um espaço público altamente educativo no âmbito do lazer, da saúde, do entretenimento, da educação e do treino e das competições de alto rendimento. A reivindicação principal detectada ao longo dos anos, por parte de professores, estudantes e técnico-administrativos é que o espaço do CEFE se convertesse em um espaço de formação, um espaço educativo, um espaço pedagógico. Outra reivindicação é que o CEFE se convertesse em um centro de referência popular da cultura corporal e esportiva e de formação de professores da Bahia. A importância pedagógica do CEFE vem sendo discutida no decorrer de sua história. Isso pode ser identificado através dos documentos elaborados por estudantes, departamento, professores, grupo de pesquisa, técnicoadministrativos e movimentos sociais. No ínterim entre as reformas em 2000 até a presente data um longo processo de desenvolvimento e consolidação da área de educação física vem ocorrendo, com a contratação de novos professores, instalação de grupos e de capacidade de pesquisa, inserção na pós-graduação em educação, criação de um programa próprio de mestrado, cursos de especialização, aprovação da reestruturação curricular e aprovação para a abertura de um curso noturno de educação física. A produção do conhecimento da área se expande, programas e projetos são implementados e reconhecesse as condições objetivas para a saída da educação física da Faculdade de Educação. Trata-se agora de apresentar as instâncias superiores da UFBA para as devidas aprovações, o Projeto Político Pedagógico da nova unidade Instituto de educação Física, Esporte e Lazer (IEFEL), com o seu Regimento Interno e o Pre-dimenscionamento das obras e instalações necessárias a tal projeto. Fazse necessário a consolidação da relação entre os responsáveis técnicos da elaboração do projeto (arquitetos e engenheiros), e os responsáveis pelo projeto político pedagógico (professores pesquisadores da área e a comunidade acadêmica em geral), para avançarmos no que pode ser 13

14 concretizado observando-se princípios fundamentais de uma construção de caráter cultural, político pedagógico que deve servir a todos. Construção que deverá preservar a natureza e as relações sociais e humanas dos que vivem no local. O que implicará em gestões participativas no processo decisório do plano arquitetônico final. Partindo das necessidades político pedagógicas surge um grande espaço que marcará a história da cultura corporal brasileira, onde existirá: O Instituto de Educação Física, Esporte e Lazer e todo o complexo multifuncional que atenderá de forma direta a formação de professores, de crianças jovens e adultos, atendendo a todas as necessidades das pessoas no âmbito das atividades físicas e da cultura corporal em geral, através dos projetos de ensino, pesquisa, extensão, atividades fins da universidade, com qualidade socialmente referenciada. Além das contribuições diretas na UFBA, esse Centro acrescentará a cidade de Salvador um aparelho poli-esportivo, recreativo, salutar, educativo e de lazer que deverá conter o único ginásio coberto com dimensões oficiais, o único parque aquático com dimensões olímpicas e com piscinas para aprendizagens diversas nas relações do ser humano com o meio liquido, desde a mais tenra idade e, o único centro de atletismo oficial da Bahia com a característica de ser multifuncional e estar voltado PARA TODOS. Tal complexo esportivo deverá conter instalações multifuncional para atividades corporais e esportivas que atendam as necessidades humanas, desde a educação infantil até a educação do campo, a educação interiorana, bem como, que se relacionem aos campos de trabalho do profissional de educação física, em expansão, que fazem interface com educação, lazer, turismo, artes, saúde, direito, comunicação, desporto competitivo de alto rendimento, entre outras. Espaço que servirá tanto para os atletas do desporto competitivo de alto rendimento, quanto para a população em geral das crianças aos idosos. Este complexo deverá conter além de salas de aulas, auditórios, laboratórios para equipes miltidisciplinares, alojamentos, banheiros, espaços para refeições, ginásio multifuncional, gabinete médico-odontológico, nutricional, psicológico, fisioterapeutico, parque aquático multifuncional, 14

15 campos de atletismos, campos de esporte individual e coletivos, espaços para esporte para todos. Tal projeto arquitetônico contará com assessoria internacional do professor Jurgen Dieckert, da Universidade de Oldenburg, Alemanha, professor doutor honorifico da UFBA, especialista em Esporte Para Todos e em Construção de Projetos e Instalações Esportivas, bem como, com o professor Dr. Reiner Hildebrandt-Stramann da Universidade de Brauschweg/Alemanha, na área de currículo e formação de professores de educação física. Tal complexo arquitetônico permitirá que a UFBA seja reconhecida como uma universidade que tem como um de seus principais eixos articuladores de conhecimentos, de formação, de valores, o campo da cultura corporal e esportiva, a cultura do movimentar-se, a cultura do esporte para todos, a atividade física relacionada a saúde, ao bem estar, a qualidade de vida de todos, portanto, um CENTRO DE REFERENCIA, não só para a região nordestina, mas para o Brasil. Para alteramos essencialmente as condições do CEFE necessitamos adequá-lo para que todos tenham acesso as suas instalações. Desta forma fazse necessário definir prioridades e cronograma de construção do projeto. 1. Prioridades e justificativas. 1.1 Instalações para a área de gestão e administração do Instituto de Educação Física, Esporte e Lazer, com salas, e demais dependências necessárias para o gerenciamento das atividades fins da área ensinopesquisa-extensão. 1.2 Estádio de Futebol e Centro de Atletismo; Recuperação do campo de futebol, construção do complexo de atletismo com dimensões e materiais oficiais visto já existirem estas instalações preliminares instaladas. Construção de arquibancadas ao redor do estádio que possam conter salas, alojamentos, refeitórios, laboratórios e vestiários. 1.3 Ginásio Multifuncional; Construção do ginásio com arquibancadas, vestiários e espaço extra para salas, laboratórios e guardar aparelhos. 15

16 Caracterização: quadra poliesportiva com dimensões, piso e aparelhos oficiais, multifuncionais. 1.4 Cobertura das quadras poliesportivas; Construção de cobertura e recuperação do piso das quadras poliesportivas não- oficiais. 1.5 Parque aquático; Construção de piscinas polit-esportiva com dimensões oficiais para atividades de caráter educativo, recreativo, de saúde, lazer e treinamento. 1.6 Tenda circense; Construção da Tenda para atividades culturais recreativas em geral. 1.7 Centro de convivência; Com áreas de convivência em geral com estrutura para tal. As pré-dimensionamento das obras e instalações necessárias são as seguintes, segundo o que foi aprovado em reunião do Departamento de Educação física e já encaminhado ao setor de Planejamento Físico da UFBA 16

17 17

18 A POLITICA NACIONAL DE ESPORTE E LAZER O Governo Lula, através do Ministério do Esporte, vem desenvolvendo uma política de Estado voltada para atender o preceito constitucional que garante a todos os brasileiros o acesso a Educação Física, ao esporte e ao lazer e, uma política de governo para tornar o Brasil um país olímpico. São evidências disto o trabalho das Secretarias que compõe o Ministério a saber: Secretaria de Esporte de Alto Rendimento; Secretaria de Esporte Educacional e Secretaria de Desenvolvimento do Esporte e Lazer, bem como das ações em curso a saber: AÇÕES Bolsa Atleta Segundo-Tempo Projetos Esportivos e Sociais CONANDA Descoberta de talentos esportivos Pintando a Liberdade Esporte e Lazer na Cidade REDE CEDES REDE CENESP Calendário Esportivo Nacional Os dados consultados na página do Ministério evidenciam ainda as três diretrizes básicas do Ministério para desenvolver a política a saber: fazê-lo com base em um diagnostico nacional; b) constituindo um novo Sistema Nacional de Esporte, com um novo marco regulatório, envolvendo todos os entes federativos estados e municípios -, e ainda a sociedade civil em geral na construção desta política através de conferencias nacionais e de ações concretas nos municípios e ainda, com a realização de mega eventos como foram os Jogos Pan Americano e deverão ser os próximos que estão sendo pleiteados para 2012, Desenvolve-se, portanto, o esporte educacional, o esporte de lazer e o esporte de alto rendimento sendo que o montante maior de recursos do orçamento previsto para o esporte estão indo para o esporte de alto rendimento e em especial para construções de obras arquitetônicas que deverão abrigar tais competições e preparação de quadros para tal. O atual SNEL - Sistema Nacional de Esporte e Lazer ainda está regido sob o marco da legislação esportiva corporificada na Lei 9615/98, que trata o 18

19 esporte de forma fragmentada em partes denominadas manifestações esportivas classificadas arbitrariamente como: desporto educacional, desporto de participação e desporto de rendimento, nomenclatura que atende às questões legais e administrativas, porém, determina regras e objetivos para uma prática esportiva descolada do movimento real do esporte. As investigações sobre o sistema nacional de esporte no Brasil, nos permitem ainda verificar as condições físicas, de pessoal, de programas e projetos, de orçamentos em todos os municípios brasileiros, entre os quais os da Bahia. Os dados demonstram, a situação da Bahia é péssima e o padrão cultural esportivo da população aquém do desejado. No que diz respeito a formação de quadros, apesar dos 23 cursos de graduação, dos 45 cursos de especialização já oferecidos na Bahia, a maioria absoluta pagos, não existem indícios de avanços na área. Ainda não existe um programa de pós-graduação e o único curso de educação física da universidade federal vem recebendo conceito baixo em avaliações oficiais em decorrência de suas instalações inexistentes. O Diagnóstico Esportivo Nacional que permitirá identificar e hierarquizar os problemas das instituições que compõem o atual sistema esportivo e determinar as estratégias possíveis para solução dos principais problemas detectados, visando consolidar a Política Nacional de Esporte está em desenvolvimento tendo a UFBA como unidade executora e as Universidades UFRGS, UFRJ, UFG, UFAM como parceira. A FINEP será a agencia financiadora do Projeto. O que fica evidente é que para que avance tanto a política de Estado quanto a política de Governos é imprescindível que seja construído na Bahia o complexo esportivo junto a UFBA, para servir a população do Município de Salvador, da Bahia e do Nordeste. E dentro deste complexo será instalado o Instituto de Educação Física, Esporte e Lazer. O Diagnóstico Esportivo Nacional que permitirá identificar e hierarquizar os problemas das instituições que compõem o atual sistema esportivo e determinar as estratégias possíveis para solução dos principais problemas detectados, visando consolidar a Política Nacional de Esporte e o mandato constitucional da prática do Esporte como direito, na estrutura de um novo 19

20 Sistema Nacional de Esporte e Lazer dependerá dos esforços nos Estados e Municípios. Essa Política que deverá ser implementada sob uma firme vontade de mudança que se assente na concepção social da universalização e democratização do esporte no país baseada numa consistente política cultural de elevação do padrão educacional esportivo do povo brasileiro, significa ampliar a possibilidade do esporte e lazer para todos os brasileiros e de qualificação do esporte de alto rendimento e dos seus resultados nessa base de democratização e não de eletização do esporte. No momento em que o Ministério do Esporte, busca reunir elementos para consolidar uma política estruturante, de Estado, que se expresse em um marco legal e reflita o avanço científico e tecnológico e o grau de desenvolvimento do Sistema atual, consolidando-se assim o Sistema Nacional de Esporte e Lazer, em construção, a UFBA deve buscar consolidar a sua política educacional e universitária sintonizada com o esforço nacional e isto requer a construção do IEFEL. A construção do IEFEL dar-se-á na totalidade das relações intrínsecas entre a estrutura, a organização, o financiamento, a gestão, o controle social e a formação dos recursos humanos existentes, para atender a demanda e necessidades vitais da população de Salvador e da Bahia. 20

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME Os desafios da Educação Infantil nos Planos de Educação Porto de Galinhas/PE Outubro/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores

Leia mais

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos!

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! Documento final aprovado por adolescentes dos Estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Mato Grosso,

Leia mais

SEMINÁRIO: PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA

SEMINÁRIO: PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA SEMINÁRIO: PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA Período: 23 e 24 de fevereiro de 2015 Local: Centro de Educação e Centro de Artes e Comunicação CAC Fórum Estadual de Educação

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 21/2007

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 21/2007 RESOLUÇÃO Nº 21/2007 O DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, CONSIDERANDO o que consta do Processo nº 25.154/2007-18 CENTRO DE EDUCAÇÃO (CE); CONSIDERANDO

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS E INDÍGENAS NEABI

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS E INDÍGENAS NEABI REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS E INDÍGENAS NEABI TITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente regulamento disciplina a organização, o funcionamento e as atribuições do Núcleo

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

CAPÍTULO I DA IDENTIFICAÇÃO

CAPÍTULO I DA IDENTIFICAÇÃO CAPÍTULO I DA IDENTIFICAÇÃO Art. 1º O Laboratório de Línguas é um órgão complementar de fomento ao ensino, pesquisa, extensão, e prestação de serviços vinculado ao Centro de Letras e Ciências Humanas sob

Leia mais

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE IV. CÂMARA TEMÁTICA DA EDUCACÃO, CULTURA E DESPORTOS Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE Meta 1 Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola; Meta 2 Até 2010, 80% e,

Leia mais

FORMAS DE CONTRIBUIÇÃO. O presente anteprojeto de proposta está estruturado a partir de três níveis de organização.

FORMAS DE CONTRIBUIÇÃO. O presente anteprojeto de proposta está estruturado a partir de três níveis de organização. FORMAS DE CONTRIBUIÇÃO O presente anteprojeto de proposta está estruturado a partir de três níveis de organização. O primeiro deles se refere aos eixos norteadores da política. Este nível compreende os

Leia mais

EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS

EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS EIXO III - CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO

Leia mais

Profa. Dra. Sheila Rodrigues de Sousa Porta PLANO DE AÇÃO 2013-2017

Profa. Dra. Sheila Rodrigues de Sousa Porta PLANO DE AÇÃO 2013-2017 UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Escola Técnica de Saúde Profa. Dra. Sheila Rodrigues de Sousa Porta PLANO DE AÇÃO 2013-2017 Proposta de trabalho apresentada como pré-requisito para inscrição no processo

Leia mais

CONSU. Conselho Universitário CONSEPE UNEB UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão.

CONSU. Conselho Universitário CONSEPE UNEB UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA. Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão. CONSU Conselho Universitário CONSEPE Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão UNEB UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA Boletim Primeiras reuniões de 2014 #1 CONSU aprova criação de Pró-Reitoria, Secretarias

Leia mais

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Educação Superior

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Educação Superior Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará Eixo Temático Educação Superior Ceará, 2015 1 Socioeconômico Diagnóstico Para compreender a situação da educação no estado do Ceará é necessário também

Leia mais

DIRETRIZES PARA A GESTÃO DAS ATIVIDADES DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DO IFPB

DIRETRIZES PARA A GESTÃO DAS ATIVIDADES DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DO IFPB Ministério da Educação Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Paraíba Pró-Reitoria de Ensino Pró-Reitoria de Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação Pró-Reitoria de Extensão DIRETRIZES PARA A

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

Plano de Ação. Colégio Estadual Ana Teixeira. Caculé - Bahia Abril, 2009.

Plano de Ação. Colégio Estadual Ana Teixeira. Caculé - Bahia Abril, 2009. Plano de Ação Colégio Estadual Ana Teixeira Caculé - Bahia Abril, 2009. IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR Unidade Escolar: Colégio Estadual Ana Teixeira Endereço: Av. Antônio Coutinho nº 247 bairro São

Leia mais

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS Art. 1. A Política de Assistência Estudantil da Pós-Graduação da UFGD é um arcabouço de princípios e diretrizes

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CARMO DA CACHOEIRA ESTADO DE MINAS GERAIS GABINETE DO PREFEITO

PREFEITURA MUNICIPAL DE CARMO DA CACHOEIRA ESTADO DE MINAS GERAIS GABINETE DO PREFEITO 1 Dispõe sobre a criação da SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA, ESPORTES E TURISMO, e dá outras providencias. 2009. Projeto de Lei n.º, de 05 de fevereiro de A Câmara Municipal de Carmo da Cachoeira, por

Leia mais

LEI Nº 310/2009, DE 15 DE JUNHO DE 2009.

LEI Nº 310/2009, DE 15 DE JUNHO DE 2009. LEI Nº 310/2009, DE 15 DE JUNHO DE 2009. DISPÕE SOBRE A REESTRUTURAÇÃO DO DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE SAÚDE, CRIAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL, DA DIVISÃO DE MEIO-AMBIENTE E

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 74/2010

RESOLUÇÃO Nº 74/2010 RESOLUÇÃO Nº 74/2010 Institui e regulamenta o estágio supervisionado curricular nos cursos de graduação da UFES. O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO, no

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO INTRODUÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC) Articulação com o Plano de Desenvolvimento Institucional PDI Projeto Político Pedagógico Indissociabilidade entre ensino, pesquisa

Leia mais

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Faculdade Educacional da Lapa 1 FAEL RESULTADOS - AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012 O referido informativo apresenta uma súmula dos resultados da autoavaliação institucional, realizada no ano de 2012, seguindo

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO Marcos Neves Comissão Central PDI do IFSC PNE EXIGÊNCIA CONSTITUCIONAL O art.

Leia mais

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI A implementação do Plano de Desenvolvimento Institucional, envolve além dos objetivos e metas já descritos, o estabelecimento de indicadores, como forma de se fazer o

Leia mais

Sistema de Educação a Distância Publica no Brasil UAB- Universidade Aberta do Brasil. Fernando Jose Spanhol, Dr

Sistema de Educação a Distância Publica no Brasil UAB- Universidade Aberta do Brasil. Fernando Jose Spanhol, Dr Sistema de Educação a Distância Publica no Brasil UAB- Universidade Aberta do Brasil Fernando Jose Spanhol, Dr www.egc.ufsc.br www.led.ufsc.br O Sistema UAB Denominação representativa genérica para a rede

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES Barbara Christine Nentwig Silva Professora do Programa de Pós Graduação em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Social /

Leia mais

EIXO IV QUALIDADE DA EDUCAÇÃO: DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO, PERMANÊNCIA, AVALIAÇÃO, CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO E APRENDIZAGEM

EIXO IV QUALIDADE DA EDUCAÇÃO: DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO, PERMANÊNCIA, AVALIAÇÃO, CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO E APRENDIZAGEM EIXO IV QUALIDADE DA EDUCAÇÃO: DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO, PERMANÊNCIA, AVALIAÇÃO, CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO E APRENDIZAGEM PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS 1.2. Universalização do ensino fundamental de nove anos

Leia mais

CONTEÚDOS REFERENCIAIS PARA O ENSINO MÉDIO

CONTEÚDOS REFERENCIAIS PARA O ENSINO MÉDIO CONTEÚDOS REFERENCIAIS PARA O ENSINO MÉDIO Área de Conhecimento: Linguagens Componente Curricular: Educação Física Ementa A Educação Física no Ensino Médio tratará da cultura corporal, sistematicamente

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

CAPÍTULO I: DA NATUREZA E FINALIDADE

CAPÍTULO I: DA NATUREZA E FINALIDADE REGULAMENTO DOS NÚLCLEOS DE ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS E INDÍGENAS (NEABIs) DO IFRS Aprovado pelo Conselho Superior do IFRS, conforme Resolução nº 021, de 25 de fevereiro de 2014. CAPÍTULO I: DA NATUREZA

Leia mais

Centro Paraolímpico Brasileiro, em São Paulo, é legado do Rio 2016 para os esportes adaptados

Centro Paraolímpico Brasileiro, em São Paulo, é legado do Rio 2016 para os esportes adaptados Centro Paraolímpico Brasileiro, em São Paulo, é legado do Rio 2016 para os esportes adaptados Governo federal e governo do Estado de São Paulo constroem o maior legado dos Jogos Paraolímpicos de 2016 para

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Meta e Estratégias. Meta

EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Meta e Estratégias. Meta EDUCAÇÃO AMBIENTAL Meta e Estratégias Meta Universalizar a educação socioambiental em todos os níveis e modalidades de ensino, como uma prática inter, multi e transdisciplinar, contínua e permanente nos

Leia mais

Fomento à Inovação e Negócios em Ciências da Vida em Belo Horizonte

Fomento à Inovação e Negócios em Ciências da Vida em Belo Horizonte Fomento à Inovação e Negócios em Ciências da Vida em Belo Horizonte Atração de Investimentos, Promoção Comercial e Projeção Internacional Eduardo Bernis Secretaria Municipal de Desenvolvimento Belo Horizonte

Leia mais

REGIMENTO DOS LABORATÓRIOS MULTIUSUÁRIOS DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO (RESOLUÇÃO CCS 102/2011)

REGIMENTO DOS LABORATÓRIOS MULTIUSUÁRIOS DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO (RESOLUÇÃO CCS 102/2011) REGIMENTO DOS LABORATÓRIOS MULTIUSUÁRIOS DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO (RESOLUÇÃO CCS 102/2011) CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO E FINALIDADES Art.1º- Os Laboratórios

Leia mais

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 Ação Educativa Organização não governamental fundada por um

Leia mais

CONSELHO UNIVERSITÁRIO

CONSELHO UNIVERSITÁRIO P R O P O S T A D E P A R E C E R CONSELHO UNIVERSITÁRIO PROCESS0 Nº: 007/2014 ASSUNTO: Proposta de texto Construção de Políticas e Práticas de Educação a Distância a ser incluído no Plano de Desenvolvimento

Leia mais

RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015

RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015 RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015 Altera o Regimento Interno da Comissão Própria de Avaliação (CPA) das Faculdades Ponta Grossa. A Presidente do Conselho Superior de Administração das Faculdades

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 07/2010, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2010

RESOLUÇÃO Nº 07/2010, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2010 RESOLUÇÃO Nº 07/2010, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2010 Normatiza a oferta de cursos a distância, em nível de graduação, sequenciais, tecnólogos, pós-graduação e extensão universitária ofertados pela Universidade

Leia mais

salto em distância. Os resultados tiveram diferenças bem significativas.

salto em distância. Os resultados tiveram diferenças bem significativas. 1 Análise de comparação dos resultados dos alunos/atletas do Atletismo, categoria infanto, nos Jogos Escolares Brasiliense & Olimpíadas Escolares Brasileira. Autora: Betânia Pereira Feitosa Orientador:

Leia mais

2. DIAGNÓSTICO EDUCACIONAL FLORIANÓPOLIS

2. DIAGNÓSTICO EDUCACIONAL FLORIANÓPOLIS VERSÃO PRELIMINAR PME / 2015 1 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO 1. BASE LEGAL 2. DIAGNÓSTICO EDUCACIONAL FLORIANÓPOLIS 2.1. FLORIANÓPOLIS ASPECTOS HISTÓRICOS, GEOGRÁFICOS E SOCIOECONÔMICOS 2.2. EDUCAÇÃO

Leia mais

III.4.4. Inclusão e Desenvolvimento Regional

III.4.4. Inclusão e Desenvolvimento Regional III.4.4. Inclusão e Desenvolvimento Regional UESC Missão: Formar profissionais, construir conhecimento e criar cultura fomentadora da cidadania, do desenvolvimento humano, social, econômico, artístico

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO Texto:Ângela Maria Ribeiro Holanda ribeiroholanda@gmail.com ribeiroholanda@hotmail.com A educação é projeto, e, mais do que isto,

Leia mais

COLEGIADO DE ENFERMAGEM REGULAMENTO PARA PRÁTICAS DE CAMPO EM ENFERMAGEM TÍTULO ÚNICO DAS PRÁTICAS DE CAMPO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO

COLEGIADO DE ENFERMAGEM REGULAMENTO PARA PRÁTICAS DE CAMPO EM ENFERMAGEM TÍTULO ÚNICO DAS PRÁTICAS DE CAMPO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO COLEGIADO DE ENFERMAGEM REGULAMENTO PARA PRÁTICAS DE CAMPO EM ENFERMAGEM TÍTULO ÚNICO DAS PRÁTICAS DE CAMPO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Art. 1º. As Práticas de Campo do Curso de Enfermagem parte integrante

Leia mais

Prefeitura Municipal de Vitória Secretaria Municipal de Educação. Resolução COMEV Nº. 01/2014

Prefeitura Municipal de Vitória Secretaria Municipal de Educação. Resolução COMEV Nº. 01/2014 Prefeitura Municipal de Vitória Secretaria Municipal de Educação Resolução COMEV Nº. 01/2014 Fixa normas relativas à Organização e Funcionamento do Ciclo Inicial de Aprendizagem do Ensino Fundamental na

Leia mais

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 3 } 1. INTRODUÇÃO: PARQUE TECNOLÓGICO CAPITAL DIGITAL - PTCD Principal polo de desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação do Distrito Federal, o PTCD

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.662, DE 28 DE ABRIL DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.662, DE 28 DE ABRIL DE 2015 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.662, DE 28 DE ABRIL DE 2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em,

Leia mais

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Salvador, 21 de setembro de 2015 Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Nos dias 19, 20 e 21 de agosto de 2015 realizou-se no Hotel Vila Velha, em

Leia mais

DIÁLOGOS SOBRE A QUESTÃO METROPOLITANA NO BRASIL BRASÍLIA - 12 DE JUNHO DE 2015

DIÁLOGOS SOBRE A QUESTÃO METROPOLITANA NO BRASIL BRASÍLIA - 12 DE JUNHO DE 2015 DIÁLOGOS SOBRE A QUESTÃO METROPOLITANA NO BRASIL BRASÍLIA - 12 DE JUNHO DE 2015 PREMISSAS LEGAIS: CONSTITUIÇÃO FEDERAL ESTATUTO DA METRÓPOLE (LEI Nº 13.089, DE 12 DE JANEIRO DE 2015) AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUCIONAL 2014-2018

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUCIONAL 2014-2018 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUCIONAL 2014-2018 (Síntese da Matriz estratégica) Texto aprovado na 19ª Reunião Extraordinária do CONSUNI, em 04 de novembro de 2013. MISSÃO Ser uma Universidade que valoriza

Leia mais

Formulário de inscrição para Unidades Escolares:

Formulário de inscrição para Unidades Escolares: Presidência da República Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial Secretaria de Políticas de Ações Afirmativas 1. Contextualização: Formulário de inscrição para Unidades Escolares: a) Descreva

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES CREDENCIAMENTO DE PÓLO DE APOIO PRESENCIAL PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES CREDENCIAMENTO DE PÓLO DE APOIO PRESENCIAL PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância - Dresead Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 1º Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná.

RESOLUÇÃO. Artigo 1º Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná. RESOLUÇÃO CONSEPE 14/2006 Referenda a aprovação do Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica 15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME Política Nacional de Educação Infantil Mata de São João/BA Junho/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores urbanos e rurais

Leia mais

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica Francisco Aparecido Cordão Conselheiro da Câmara de Educação Básica do CNE facordao@uol.com.br 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16

Leia mais

Programas e Ações Ministério do Esporte

Programas e Ações Ministério do Esporte Ministro do Esporte Aldo Rebelo Secretário Executivo Luis Fernandes Gabinete do Ministro / Assessor Federativo - João Luiz dos Santos Santos Programas e Ações Ministério do Esporte Contato Assessoria Parlamentar

Leia mais

LEI Nº 10.031. Parágrafo único A execução do Programa terá uma programação inicial de 12 (doze) meses, podendo ser prorrogado se houver interesse.

LEI Nº 10.031. Parágrafo único A execução do Programa terá uma programação inicial de 12 (doze) meses, podendo ser prorrogado se houver interesse. LEI Nº 10.031 Autoriza a criação e a composição da estrutura organizacional do Programa de Educação em tempo integral - PROETI. O Povo do Município de Uberaba, Estado de Minas Gerais, por seus representantes

Leia mais

Dossiê Ensino Fundamental no Brasil. Estudo para a construção do Plano Municipal de Educação de Palmas

Dossiê Ensino Fundamental no Brasil. Estudo para a construção do Plano Municipal de Educação de Palmas Estudo para a construção do Plano Municipal de Educação de Palmas Segundo substitutivo do PNE, apresentado pelo Deputado Angelo Vanhoni, Abril de 2012 Profa. Dra. Rosilene Lagares PPGE/PET PedPalmas Palmas,

Leia mais

UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE UNIPLAC PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO E APOIO COMUNITÁRIO

UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE UNIPLAC PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO E APOIO COMUNITÁRIO UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE UNIPLAC PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO E APOIO COMUNITÁRIO Projeto do Curso de Extensão ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NA EDUCAÇÃO

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA NIT

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA NIT RESOLUÇÃO CONSU Nº. 33/21 DE 3 DE AGOSTO DE 21. A Presidente do Conselho Superior Universitário da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, no uso de suas atribuições regimentais, e consequente

Leia mais

C M E CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NATAL/RN

C M E CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NATAL/RN C M E CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NATAL/RN RESOLUÇÃO Nº 06/2009 - CME Estabelece a Matriz Curricular para o Ensino Fundamental nas Unidades Escolares da Rede Municipal de Natal/RN. O CONSELHO MUNICIPAL

Leia mais

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Elaborada pela Diretoria de Assuntos Estudantis 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão nos dias

Leia mais

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS Estabelece a política de pesquisa, desenvolvimento, inovação e extensão da Universidade Positivo (UP). O CONSELHO ACADÊMICO SUPERIOR (CAS), órgão da administração superior

Leia mais

Cartilha para Conselhos. Municipais de Educação

Cartilha para Conselhos. Municipais de Educação Cartilha para Conselhos Municipais de Educação Sistemas de ensino são o conjunto de campos de competências e atribuições voltadas para o desenvolvimento da educação escolar que se materializam em instituições,

Leia mais

Lei: Art. 8º É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula dos menores, a partir dos 6 (seis) anos de idade, no ensino fundamental.

Lei: Art. 8º É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula dos menores, a partir dos 6 (seis) anos de idade, no ensino fundamental. Lei: Art. 5º. I - educação básica, nas etapas da educação infantil e ensino fundamental, obrigatória e gratuita a partir dos 4 (quatro) anos de idade, assegurada inclusive a sua oferta gratuita para todos

Leia mais

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE DESIGN E ENGENHARIA DE PRODUTO - LIDEP

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE DESIGN E ENGENHARIA DE PRODUTO - LIDEP REGULAMENTO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE DESIGN E ENGENHARIA DE PRODUTO - LIDEP A Coordenadora da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros FACIT, no uso de suas atribuições regimentais, considerando

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº 04/99 Institui a Política de Apoio, Orientação e Assistência Estudantil para a UFBA. O DA, no uso de suas atribuições, RESOLVE: Art. 1º - Instituir a Política de Apoio,

Leia mais

IBGE revela pela 1ª vez a situação do esporte promovido pelos municípios

IBGE revela pela 1ª vez a situação do esporte promovido pelos municípios IBGE revela pela 1ª vez a situação do esporte promovido pelos municípios O Suplemento de Esporte da Pesquisa de Informações Básicas Municipais do IBGE (Munic) mostra que, apesar de 93,6% das cidades brasileiras

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO PLANO DE AÇÃO PLANO ESTRATÉGICO DA SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO 2013-2016 Quixadá-CE, novembro

Leia mais

PROPOSTAS DA COMISSÃO REPRESENTATIVA DE PROFESSORES PARA A REFORMA ESTATUTÁRIA DA ULBRA

PROPOSTAS DA COMISSÃO REPRESENTATIVA DE PROFESSORES PARA A REFORMA ESTATUTÁRIA DA ULBRA PROPOSTAS DA COMISSÃO REPRESENTATIVA DE PROFESSORES PARA A REFORMA ESTATUTÁRIA DA ULBRA Preâmbulo: - Considerando que a educação é um bem público e, conforme dispõe o art. 209 da carta constitucional,

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO BÁSICA: EDUCAÇÃO BÁSICA: 1. Definir os padrões mínimos de qualidade estabelecidos pela LDB, considerando as especificidades

Leia mais

Oportunidades de Negócios com a Copa do Mundo 2014. Salvador 04/11/10

Oportunidades de Negócios com a Copa do Mundo 2014. Salvador 04/11/10 Oportunidades de Negócios com a Copa do Mundo 2014 Salvador 04/11/10 É a vez do Brasil! Linha do Tempo Eventos Esportivos Copa das Confederações 2013 Copa do Mundo FIFA 2014 Olimpíadas e Paraolimpíadas

Leia mais

Plano Nacional de Educação

Plano Nacional de Educação Plano Nacional de Educação Comissão Especial destinada a proferir parecer ao Projeto de Lei nº 8035, de 2010, do Poder Executivo, que "aprova o Plano Nacional de Educação para o decênio 2011-2020 e dá

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 052/2014, DE 12 DE AGOSTO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 052/2014, DE 12 DE AGOSTO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS Conselho Superior Rua Ciomara Amaral de Paula, 167 Bairro Medicina 37550-000 - Pouso Alegre/MG Fone: (35)

Leia mais

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004 REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor Brasília, outubro de 2004 FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS FENAJ http://www.fenaj.org.br FÓRUM NACIONAL DOS PROFESSORES DE JORNALISMO - FNPJ

Leia mais

Prefeito João da Costa Vice-Prefeito Milton Coelho. Secretário de Serviços Públicos José Eduardo Santos Vital

Prefeito João da Costa Vice-Prefeito Milton Coelho. Secretário de Serviços Públicos José Eduardo Santos Vital Prefeito João da Costa Vice-Prefeito Milton Coelho Secretário de Serviços Públicos José Eduardo Santos Vital Assessor Executivo Luis Roberto Wanderley de Siqueira Diretor Presidente da Empresa de Manutenção

Leia mais

DECISÃO Nº 193/2011 D E C I D E

DECISÃO Nº 193/2011 D E C I D E CONSUN Conselho Universitário DECISÃO Nº 193/2011 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO, em sessão de 08/04/2011, tendo em vista o constante no processo nº 23078.032500/10-21, de acordo com o Parecer nº 022/2011 da

Leia mais

O PAR e a atual visão ministerial

O PAR e a atual visão ministerial O PAR e a atual visão ministerial Plano Nacional de Educação (PNE) Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) Plano de Ações Articuladas (PAR) Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE Interativo) (Projeto

Leia mais

Mesa Redonda: PNE pra Valer!

Mesa Redonda: PNE pra Valer! Mesa Redonda: PNE pra Valer! Construindo o futuro ou reeditando o passado? Um esboço comparativo entre a Lei 10.172/2001 e o PL 8035/2010 Idevaldo da Silva Bodião Faculdade de Educação da UFC Comitê Ceará

Leia mais

VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR!

VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR! Eleições 2014 Faculdade de Odontologia UFRJ VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR! PLANO DE TRABALHO EQUIPE - CHAPA 1: Diretor - Maria Cynésia Medeiros de Barros Substituto Eventual do Diretor - Ednilson

Leia mais

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública 1 A construção histórica do Curso de Pedagogia 2 Contexto atual do Curso de Pedagogia 3 O trabalho do Pedagogo prática

Leia mais

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014 A CPA (Comissão Própria De Avaliação) apresentou ao MEC, em março de 2015, o relatório da avaliação realizada no ano de 2014. A avaliação institucional, realizada anualmente, aborda as dimensões definidas

Leia mais

LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento

LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento PNE PME LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento locais e nacionais (prova Brasil e IDEB) 10% do

Leia mais

Capacitação Gerencial PST

Capacitação Gerencial PST Capacitação Gerencial PST Secretaria Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social SNELIS Ministério do Esporte Direito Social É dever do estado fomentar práticas desportivas formais e não formais:

Leia mais

AVALIAÇÃO SOBRE GOVERNANÇA AMBIENTAL NOS MUNICÍPIOS DO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO

AVALIAÇÃO SOBRE GOVERNANÇA AMBIENTAL NOS MUNICÍPIOS DO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO AVALIAÇÃO SOBRE GOVERNANÇA AMBIENTAL NOS MUNICÍPIOS DO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO Aristides Pereira Lima Green 1 Frederico Cavadas Barcellos 2 Deborah Moreira Pinto 3 I. Introdução As regiões semi-áridas se

Leia mais

Plano de Gestão 2013-2016 IFSP Campus Caraguatatuba

Plano de Gestão 2013-2016 IFSP Campus Caraguatatuba Visão Institucional O Campus Caraguatatuba do IFSP desenvolveu-se nos últimos anos, ampliando os cursos oferecidos, desde a Formação Inicial e Continuada, passando pelos Cursos Técnicos, de Tecnologia,

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta

Leia mais

PLANO DE AÇÃO-DIREÇÃO DO CAMPUS TERESINA ZONA SUL GESTÃO 2013-2017

PLANO DE AÇÃO-DIREÇÃO DO CAMPUS TERESINA ZONA SUL GESTÃO 2013-2017 PLANO DE AÇÃO-DIREÇÃO DO CAMPUS TERESINA ZONA SUL GESTÃO 2013-2017 O ensino, como a justiça, como a administração, prospera e vive muito mais realmente da verdade e da moralidade, com que se pratica do

Leia mais

Apresentação. Caicó/RN 2010

Apresentação. Caicó/RN 2010 Regimento Interno da Comissão Própria de Avaliação da Faculdade Católica Santa Teresinha CPA/FCST (Aprovado pela Resolução 001/2010-DG/FCST, datado de 14/07/2010) Caicó/RN 2010 Apresentação O Regimento

Leia mais

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Eixo I O plano Nacional de Educação e o Sistema Nacional de Educação: organização e regulação. Instituir, em cooperação

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC 1 PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC O PPC, Projeto Pedagógico de Curso, é o instrumento de concepção de ensino e aprendizagem de um curso e apresenta características de um projeto, no qual devem ser definidos

Leia mais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Estatuto da Criança e do Adolescente: 18 anos, 18 Compromissos A criança e o adolescente no centro da gestão municipal O Estatuto

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1 REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - Este regulamento normatiza as atividades relacionadas ao Estágio Curricular do Curso de Administração

Leia mais

REGIMENTO DA ESCOLA DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

REGIMENTO DA ESCOLA DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL REGIMENTO DA ESCOLA DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Sumário TÍTULO I - DA ESCOLA DE ENGENHARIA E SEUS FINS TÍTULO II - DOS ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO DA ESCOLA DE ENGENHARIA CAPÍTULO

Leia mais