A AMAZÔNIA NAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS: O PAPEL DA INFLUÊNCIA INTERNACIONAL NA FORMULAÇÃO DA POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA PARA A REGIÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A AMAZÔNIA NAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS: O PAPEL DA INFLUÊNCIA INTERNACIONAL NA FORMULAÇÃO DA POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA PARA A REGIÃO"

Transcrição

1 FACULDADES INTEGRADAS RIO BRANCO CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS AGATHA MANON SAMUDIO A AMAZÔNIA NAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS: O PAPEL DA INFLUÊNCIA INTERNACIONAL NA FORMULAÇÃO DA POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA PARA A REGIÃO São Paulo 2010

2 AGATHA MANON SAMUDIO A AMAZÔNIA NAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS: O PAPEL DA INFLUÊNCIA INTERNACIONAL NA FORMULAÇÃO DA POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA PARA A REGIÃO Monografia apresentada ao Curso de Relações Internacionais das Faculdades Integradas Rio Branco, como requisito para obtenção do Grau de Bacharel em Relações Internacionais, orientada pelo Prof. Dr. Sérgio Gil Marques dos Santos. São Paulo

3 Aos meus pais, por me ensinarem a acreditar e persistir nos meus sonhos. 2

4 AGRADECIMENTOS A finalização do presente trabalho encerra uma importante fase de crescimento e amadurecimento pessoal e intelectual. Agradeço primeiramente a Deus, que esteve sempre ao meu lado me indicando mesmo que por linhas tortas o melhor caminho. Agradeço a todos os familiares, amigos e colegas de graduação que de alguma maneira fizeram parte desse momento. Aos meus pais, pelo amor incondicional. Agradeço a dedicação em me proporcionar visões corretas. Obrigada pela confiança e credibilidade. Pai tenha certeza que seu amor e orgulho pela América Latina foram retransmitidos. Mãe, você é o meu maior exemplo de vida. Aos amigos Leonel, agradeço a compreensão e companheirismo durante boa parte dessa caminhada, e Paulo Sérgio, obrigada por nossas longas conversas que tanto me ensinaram sobre o mundo e as Relações Internacionais. Minha imensa gratidão ao Embaixador Bernhard Griesinger pela oportunidade de estágio na Organização dos Estados Americano (OEA) - Bolívia, experiência curta, porém, essencial para a minha formação. Suas histórias pela Amazônia instigaram a minha curiosidade pela região, e tiveram fundamental importância para o desenvolvimento desta monografia. Aos meus irmãos e amigos, agradeço a paciência nos momentos tortuosos de estudo, obrigada pela compreensão nos momentos ausentes. Agradeço também aos amigos que fizeram parte dessa graduação, companheiros em todos os momentos. Registro minha gratidão as Faculdades Integradas Rio Branco, que me apoiaram no decorrer dessa graduação, e aos professores pela dedicação e comprometimento durante o curso. Em especial ao Prof. Rogério Buccelli, que no início desse trabalho me ajudou com bibliografias, idéias e questionamentos. E por fim, agradeço imensamente ao Prof. Sérgio Gil responsável pela orientação desse trabalho. Muito obrigada pelo apoio, paciência e compreensão. Todo o respeito e admiração. 3

5 RESUMO A proposta deste trabalho é analisar a influência das pressões internacionais sobre a mobilização da política externa brasileira para a Amazônia. Para tal, foi realizado um resgate histórico dos principais acontecimentos que conduziram o Brasil a adotar medidas regionais e internacionais para a região. A hipótese central desta análise é que a mobilização da política externa brasileira para a Amazônia está diretamente relacionada à interferência de forças externas à região, representadas por pressões internacionais que visam, sobretudo, questionar a conduta dos países amazônicos sobre seus territórios. PALAVRAS-CHAVE: Amazônia. Pressões Internacionais. Política Externa brasileira. Cooperação Amazônica. ABSTRACT The aim of this study is to analyze the influence of international pressure on the mobilization of Brazilian foreign policy for the Amazon. Therefore, it was executed an historical review of the key events that led Brazil to adopt regional and international measures for the region. The central hypothesis for this analysis is that mobilization of Brazilian foreign policy for the Amazon is directly related to the interference of external forces beyond the region, represented by international pressure that aims, above all, to questions the conduct of the Amazon countries over their territories. KEY WORDS: Amazonia. International Pressures. Brazilian Foreign Policy. Amazon Cooperation. 4

6 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Divisão Política do Brasil: Tratado de Tordesilhas (1494)...p.9 Figura 2 Amazônia Brasileira e Bacia Amazônica...p.20 Figura 3 Países membro do Tratado de Cooperação Amazônica...p.34 Figura 4 Área de cobertura do Projeto Calha Norte...p.37 5

7 SUMÁRIO Introdução...7 Capítulo I: A Ocupação da Amazônia ) Brasil Colônia ) O Tratado de Madri e o Governo do Marquês de Pombal ) A Amazônia e o Império...14 Capítulo II: Da República Velha a primeira década do Regime Militar ) O Ciclo da Borracha ) A Política Externa brasileira na República Velha ) O Estado Novo ) A era dos Grandes Projetos...27 Capítulo III: A Amazônia e os desafios da Agenda Ambiental no Cenário Internacional ) A Criação do Tratado de Cooperação Amazônica (TCA) ) O Programa Calha Norte (PCN) e a Conferência RIO ) A Retomada do TCA: A criação da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA)...39 Considerações Finais...41 Referências Bibliográficas

8 INTRODUÇÃO O presente trabalho tem como propósito analisar as circunstâncias que levam o governo brasileiro a se mobilizar em relação à Amazônia. Para tal, será realizado um resgate histórico dos principais acontecimentos que conduziram o Brasil a adotar medidas regionais e internacionais para a região. A importância de tal análise se deve, inicialmente, ao valor representado pela região na América do Sul: com dimensões continentais, a Amazônia esta presente em 40% dos territórios sul americanos, em nove países - Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela. Possui recursos naturais (fauna, flora, água, florestas, entre outros) que afetam e tem importância ambiental, econômica, social e cultural para todos os Estados envolvidos na região. Por tais fatores, e pelos potenciais recursos a serem explorados, pelo aumento das pautas ambientais na agenda mundial, e pela posição estratégica da região, a Amazônia tem importância não só nos debates regionais, mas também no cenário internacional. A investigação da mobilização política brasileira para a Amazônia contribui para a interpretação da lógica e das circunstâncias que levam os países amazônicos a se mobilizar e cooperar mutuamente em prol de benefícios para a região, e será o foco desta análise, pois, é possível verificar a partir dela uma considerável influência nas medidas para a região. A hipótese central desta monografia é que a mobilização da política externa brasileira para a Amazônia está diretamente relacionada à interferência de forças externas a região, representadas por pressões internacionais que visam, sobretudo, questionar o direito de soberania dos países amazônicos sobre a floresta e seus recursos. Tais pressões inserem a Amazônia em um cenário de possíveis intervenções estrangeiras, e por conseqüência em uma zona de atenção. Para a verificação dessa hipótese, foram utilizadas bibliografias disponíveis no campo das relações internacionais e da política externa, através de fontes secundárias: artigos acadêmicos e de revistas especializadas, teses de mestrado e pós-graduação, e livros; bem como fontes primárias: documentações oficiais com discursos, declarações, e sítios governamentais na internet. A estrutura do trabalho é composta por três capítulos. 7

9 No primeiro capítulo será realizado um resgate histórico da ocupação do território amazônico na época colonial, com o objetivo de estabelecer um panorama do cenário a ser analisado. Logo em seguida, será abordada a gestão do Marquês de Pombal e suas contribuições para a incorporação do território amazônico ao Estado brasileiro; e o Período Imperial, com destaque para a primeira reação da diplomacia brasileira a ameaça de interferência externa, representada pela intenção expansionista norte-americana em meados de No segundo capítulo será examinada a política externa brasileira para a região Amazônica durante a República Velha - passando pelo ciclo da borracha, e pela gestão do Barão de Rio Branco; e durante o Estado Novo, período que deu início aos chamados Grandes Projetos para a Amazônia, concretizados na primeira década do Regime Militar. E no terceiro capítulo serão apresentadas as principais iniciativas brasileiras decorrentes do agravamento da crise ecológica mundial que gerou pressões internacionais na região amazônica a partir da década de Assiste-se nos anos seguintes a Conferência de Estocolmo (1972) primeira Conferência da ONU sobre o meio ambiente - uma progressiva expansão do movimento ambientalista no cenário internacional, notavelmente com o surgimento de organizações nãogovernamentais, grupos comunitários, agências estatais, comunidade científica, empresariado e partidos políticos (os Verdes), que vão disseminar a discussão ambiental em diversos níveis. A criação do Tratado de Cooperação Amazônica (TCA), e posteriormente da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), bem como a promoção da conferência RIO-92 podem ser consideradas as mais notáveis respostas do Brasil e dos países amazônicos as pressões internacionais em relação à região amazônica, em que é possível verificar a mobilização regional em prol da cooperação. O Brasil teve papel central na criação desses os projetos, já que coordenou regionalmente as iniciativas. Por fim, na conclusão, serão feitas considerações sobre o objetivo proposto nesse trabalho através da verificação da existência de relações diretas entre a mobilização da Política Externa brasileira na Amazônia, e as pressões externas ao Norte da América do Sul confirmando a hipótese levantada. E também, será questionado o papel da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) no atual contexto dos países amazônicos. 8

10 CAPÍTULO I: A OCUPAÇÃO DA AMAZÔNIA A ocupação do que é hoje o Brasil e toda a América Latina é decorrente do processo de expansão marítima das empresas comerciais e Estados europeus para exploração de recursos naturais em outras regiões do mundo. Na região amazônica existiram particularidades distintas do restante do território brasileiro, e para entender tal distinção deve-se olhar inicialmente para a construção econômica e política da economia-mundo, e não a partir apenas da Ibérica, de Portugal ou Brasil, pois somente na segunda metade do século XVII a Amazônia se articula ao conjunto do sistema colonial português, e apenas no século XIX integra-se ao Império brasileiro (BECKER, 2009, p.204). 1.1 Brasil Colônia A partir da descoberta do continente americano em 1492 o território passa a ser anexado pelo Tratado de Tordesilhas 1 antes mesmo de ser conhecido e ocupado; no território amazônico o Tratado dividiu as terras disputadas entre a Lusitânia, parte oriental portuguesa, e a Nova Andaluzia, parte ocidental espanhola, primeiras denominações da Amazônia (Ibid, p.204). Figura 1 - Divisão Política do Brasil no Tratado de Tordesilhas (1494) Fonte: TRATADO DE TORDESILHAS, s/d. Disponível em: Acesso em: CORRÊA, Assinado em 7 de junho de 1494 na cidade espanhola de Tordesilhas entre Espanha e Portugal, o Tratado representou a divisão das terras descobertas e a descobrir pelas Coroas fora da Europa. 9

11 O acordo representou mera anexação - a conquista da região implicaria apropriação, sobretudo mediante colonização. O desinteresse espanhol na conquista, colonização e defesa das fronteiras na América do Sul durante o século XVI, segundo Gadelha (2002, p.76), pode ser entendido pelo foco das atenções dos mesmos no controle das riquezas do Peru e de Nova Granada, em que havia sido descoberto um verdadeiro Eldorado - representado pelo cerro de Potosi que financiava a política expansionista espanhola na Europa. Além disso, a dificuldade de penetração e o desconhecimento da região amazônica dificultavam a empreitada. Já nessa ocasião a cordilheira prendia os conquistadores, revelando ser ela, de fato, a verdadeira fronteira que separaria os territórios das duas coroas. A união das Coroas 2 entre 1580 e 1640 caracteriza um estado de inexistência de fronteiras nas terras americanas dominadas pelos colonizadores, e é nesse período que se inicia a apropriação da Amazônia. Em fins do século XVI praticamente todas as terras tropicais do continente (potenciais produtoras de açúcar) estavam nas mãos das Coroas, e a preocupação em defender o monopólio do açúcar dos demais colonizadores europeus fomentou o movimento expansionista português lado com maior interesse - em direção ao norte (FURTADO, 2003, p.72). Nesse momento, mercadores e colonos franceses, holandeses, ingleses e irlandeses já disputavam o acesso àquelas áreas, aproveitando-se da imensa costa desprotegida do território espanhol e dos poucos recursos disponíveis às autoridades coloniais para a defesa dessas regiões periféricas. O ataque de holandeses, franceses e ingleses se fez em toda a linha que desce das Antilhas ao Nordeste brasileiro. Os monarcas espanhóis não hesitaram em entregar aos súditos portugueses a responsabilidade pela vigilância e defesa da linha ao sul da foz do Amazonas, já que o interesse da Espanha estava desviado do vale do grande rio (FURTADO, 2003, p.72; GADELHA, 2002, p.15). 2 A UNIÃO IBÉRICA ( ), s/d. Ocorreu após a morte do então rei de Portugal D. Sebastião na Batalha de Alcácer-Quibir, em O trono português passou a ser disputado pela Espanha, já que o falecido rei não tinha herdeiros diretos; assim, o rei da Espanha Filipe II conseguiu o trono após a morte do Cardeal D. Henrique parente mais próximo de D. Sebastião. A união das duas coroas ficou sob o comando de um único rei, e durou até 1640 quando o Duque de Bragança foi aclamado rei de Portugal com o título de D. João I. 10

12 A conquista política portuguesa na Amazônia pode ser considerada a partir do início do século XVII; entre 1600 e 1750 a fundação do Forte do Presépio de Santa Maria de Belém, em 1616, inaugura uma série de fundações de estabelecimentos militares e feitorias concluídas ao longo dos séculos posteriores. Belém apresentava uma posição privilegiada para a defesa da bacia Amazônica. Outra estratégia geopolítica concebida nessa fase para resistir aos ataques - sobretudo dos franceses na Amazônia e dos holandeses no Nordeste foi à criação de grandes territórios ligados a metrópole. Em 1621 a Espanha cria o Estado do Maranhão e Grão-Pará que se estendia desde o Ceará até o rio Amazonas, com sede própria em São Luís, e com estreita relação com Portugal, que gozava de regalias. A ocupação foi seguida de decisões com o objetivo de criar colônias permanentes e estáveis, semelhante do que ocorria no Nordeste (BECKER, 2009, p ). Para tal, uma terceira estratégia conjunta entre Portugal e Espanha para a conquista e colonização da Amazônia foi implementada apoio à presença religiosa na ocupação; os religiosos acompanharam as expedições portuguesas e espanholas sendo os primeiros organizadores das aldeias e aglomerados populacionais, através da conciliação de Deus e o Rei na manutenção da posse convergindo aliados contra franceses, holandeses e ingleses. Os aldeamentos indígenas foram essenciais para a conquista, lutavam contra os invasores, favorecendo a apropriação da terra e servindo como mão de obra. Os principais agentes da ação cultural européia sobre os povos amazônicos foram os jesuítas, que chegaram em 1615; desenvolveram técnicas racionais de incorporação das populações indígenas à economia de colônia, fator decisivo para a penetração econômica na bacia amazônica. Em 1655 a Companhia de Jesus possuía 28 aldeias, 11 no Maranhão, 7 no Tocantins e 6 no rio Pará, e em 1686 chegaram ao Solimões. Em 145 anos, a Companhia de Jesus na Amazônia deu origem a 24 cidades (Ibid., p ). Assim, defendendo as terras da Espanha dos seus inimigos durante a união das duas Coroas, juntamente com o apoio dos jesuítas que comandaram a organização da mão de obra indígena, os portugueses se fixaram na foz grande rio, posição chave para o fácil controle da imensa bacia fatores decisivos para a expansão territorial portuguesa que se efetuou na primeira metade do século XVIII na Amazônia. 11

13 1.1.2 O Tratado de Madri 3 e o Governo do Marquês de Pombal Em 1640 Portugal recupera a independência da Espanha, porém se torna fortemente dependente da parceria com a Inglaterra em um cenário de crise dos países ibéricos em que a defesa e o asseguramento dos espaços conquistados passam a ser vitais para a permanência dos mesmos na política européia. Restaurado o Estado português como unidade nacional, surge à necessidade de reorganização política e econômica, e a metrópole passa a depender da riqueza produzida nas colônias para sustentação da Coroa. Dessa maneira, a parceria com os ingleses para o domínio da Amazônia foi fundamental, já que o jogo diplomático internacional após a separação das duas Coroas amparava-se nas alianças entre Inglaterra e Portugal X França e Espanha. À Inglaterra interessava que o controle da região amazônica fosse assegurado com possessão de Portugal, pois, dessa maneira, enfraqueceria a expansão francesa no local, e geraria lucros financeiros pela intermediação das transações portuguesas (BECKER, 2009, p. 208). O Tratado de Madri (1750) finaliza, formalmente, o atual delineamento da fronteira amazônica brasileira. Foi fundamentado na idéia de posse efetiva uti possidetis que assegurou o direito de posse aos portugueses, e defesa contra invasões inglesa, francesa e holandesa. Porém, segundo Goes Filho (1999 apud ANTIQUERA, 2006, p.21) o Tratado de Madri não proporcionou plena eficácia, ou seja, não garantiu ao Brasil a estabilidade total de suas fronteiras - existiam fortes tensões entre as coroas espanhola e portuguesa e os Estados que apoiavam as coroas. A subordinação da ação missionária outra questão importante para a ordenação nacional brasileira no período foi efetivada com a declaração de liberdade dos índios (1775) e representou o esvaziamento do poder dos jesuítas na região (BECKER, 2009, p.208). O Marquês do Pombal, primeiro-ministro ( ), se revelou como importante estadista nesse período, com uma visão nacional de Portugal e suas 3 O TRATADO DE MADRI, s/d. Considerado um dos mais importantes tratados de limites da história da diplomacia brasileira, pois estabeleceu não só as bases territoriais do Brasil, mas também definiu o princípio que norteia as questões de limites surgidas posteriormente: o uti possidetis, segundo o qual a terra pertencia ao país de origem dos homens que nela morassem. 12

14 colônias; suas ações para articular a Amazônia ao império português acabaram por constituir as primeiras conexões da região com o Estado brasileiro. Foi responsável pela instalação da Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão ( ), que representou um instrumento do Estado mercantil para equacionar problemas econômicos e políticos da metrópole, buscando, inclusive maior independência de Portugal diante os ingleses. Na ação econômica, Pombal estimulou o extrativismo, recuperando a exportação de cacau, introduziu novas lavouras como algodão e café (sobretudo no Maranhão), tabaco, cana-de-açúcar, algodão; luzitanou-se o nome das cidades, a língua portuguesa passou a ser ensinada e difundida. Administrativamente a região sofreu reformas: em 1771 é criado o Estado do Grão-Pará e do Maranhão, com centro de decisões em Belém e tendo como governador o irmão de Pombal. E para proteger os limites ocidentais do Grão-Pará, em 1757 é criada a Capitania de São José do Rio Negro, que se difundiu em dezenas de vilas e povoados, e gerou povoamento para a região representando um cinturão de segurança; tais Estados eram subordinados diretamente a Lisboa (BECKER, 2009, p.210). A fase pombalina terminou em 1777, mas, segundo Becker (2009, p.210), o reformismo português na Amazônia continuou, com idéias como, por exemplo, de elevar a região à categoria de vice-reino, e de minimizar a dependência de Portugal do domínio inglês; tais projetos foram discutidos no final do século XVIII até 1820, mas foram inviabilizados quando a metrópole se deu conta de que havia o risco de independência da colônia. O fim da era colonial - entre o final do século XVIII e início do XIX apresenta grandes dificuldades econômicas na colônia, com forte queda nas exportações; o território amazônico permaneceu marginalizado frente às demais regiões brasileiras, já que a prioridade econômica estava concentrada na economia cafeeira do Sudeste do país. Dessa maneira, é possível verificar que a política externa para a região amazônica na época colonial estava voltada basicamente para a conquista e aumento territorial da metrópole, com o objetivo prioritário de garantir a sua soberania na região. O objetivo de Portugal era controlar os recursos e rotas comerciais de sua colônia, e a partir disso, colher frutos do domínio através do acumulo de capital - lógica do sistema mercantilista. Assim, o povoamento e desenvolvimento do espaço colonial não foram, a princípio, objetivos da metrópole 13

15 já que esses visavam, prioritariamente, a exploração dos territórios coloniais para enriquecimento e expansão do império português. Para Demétrio Magnoli (apud ANTIQUERA, 2006, p.22), a mudança mais significativa deu-se com a transferência da corte para o Brasil em 1807, movimento que demonstrou o projeto geopolítico de continuar o império português na América. Porém, a presença do Estado Português no Brasil se encerra logo em seguida, com a independência brasileira em A Amazônia e o Império A geopolítica imperial foi crucial para a incorporação do território amazônico ao Brasil. O movimento pela independência enfrentou, internamente, uma das mais resistentes oposições no país: a cabanagem 4. Forças militares do império forçaram os cabanos a sair de Belém, em 13 de maio de 1835, representando a anexação amazônica pelo Estado brasileiro (BECKER, 2009, p.212). No plano internacional, mesmo independente, o Brasil (e a região amazônica) continuou a ter sua história fortemente ligada à dinâmica da economia-mundo no século XIX, marcada pela tentativa do controle da América do Sul pela Grã-Bretanha a que estão associados os movimentos de independência do continente (Ibid., p.212). É possível notar em parte da literatura referente à política externa brasileira no império que as questões amazônicas não obtiveram prioridade se comparadas as demais pautas existentes no país, quais sejam, a relação com a Argentina e com os demais países do Cone Sul, a consolidação das fronteiras na bacia do Prata, a Guerra do Paraguai ( ). Entretanto, observa-se nesse período a primeira mobilização do Estado brasileiro em âmbito regional e internacional a tentativa de interferência externa ao território amazônico, e por isso, uma análise do período merece atenção. 4 CABANAGEM, s/d. A Cabanagem pode ser considerada um movimento político e um conflito social ocorrido no Pará entre , envolvendo homens livres, sobretudo indígenas e mestiços de regiões pobres da Amazônia. A luta originou-se no combate a penúria e péssimas condições sociais em que vivia a população paraense; proclamaram a independência do Pará, mobilizaram as populações ribeirinhas, mantiveram a rebelião até Foi um movimento popular em que camadas inferiores da população conseguiram, com certa estabilidade, ocupar o poder de toda a província. 14

16 A política externa brasileira no império, para Magnoli (apud ANTIQUERA, 2006, p.22), teve basicamente dois intuitos: combater a política antiescravista da Grã-Bretanha e consolidar as fronteiras nas bacias Amazônica e Platina; para Celso Lafer (apud ANTIQUERA, 2006, p.23) se baseou em dois planos: no plano internacional buscava autonomia frente às grandes potências (especialmente da Grã-Bretanha), e regionalmente visava praticar uma política de balanço de poder, com principal atenção para a Argentina. Já para Antiquera (2006, p.26), o foco se dava na relação com a Argentina e com os demais países do Cone Sul; o autor acredita que a preocupação com o balanço de poder entre os países da Bacia Amazônica não era expressivo já que não havia nenhuma força que ameaçasse o equilíbrio de poder regional, e por isso não estava entre as principais pautas da política externa brasileira - a importância da região estava ligada, primeiramente, ao objetivo de consolidação territorial já que era o próprio Estado que estava se constituindo, ao mesmo tempo em que se tentava construir uma nação. Nesse sentido, a Amazônia tinha uma importância objetiva referente ao espaço geográfico a ser conquistado e também uma forte função simbólica mito Ilha Brasil - baseada no discurso que visava atribuir ao território um caráter natural, como uma dádiva, ou uma unidade doada pela natureza, e não construída pela história. Entretanto, Bueno e Cervo (2002, p ), levantam uma importante questão: a posição e atuação dos EUA em relação à região amazônica; os norteamericanos, em plena ascensão econômica fundamentavam sua política externa nas doutrinas do destino manifesto (para justificar sua expansão territorial) e na doutrina Monroe (baseada no afastamento dos países europeus da política americana, reservando o continente à preponderância dos norte americana). Nesse contexto, a intenção expansionista americana no século XIX era perceptível, pois anexou enormes territórios, principalmente no México; no continente americano visava continuar o avanço territorial - objetivava Cuba, Panamá e a Amazônia. Assim, quando cidadãos americanos começaram a discutir a importância da Amazônia nos EUA, o assunto ganhou relevância para a política externa do Brasil. O plano de ocupação da Amazônia em 1850 representava uma saída para a crise da economia escravista dos EUA, já que se conseguissem a transferência dos colonos e escravos do sul - que se dedicariam à produção da borracha e do 15

17 algodão além do realocamento dessa população, ajudaria o equilíbrio da balança comercial dos EUA. Esse objetivo só seria possível com a abertura da navegação ao comércio internacional, apoiados pela França e Inglaterra que na época acreditavam no mito do eldorado produtivo da região. A experiência americana demonstrava o tipo de ação que poderia ser tomada por eles na ocupação territorial, que se pautava em quatro fases: penetração demográfica, provocação, conflito e anexação (Ibid., p.102). Porém, segundo os autores, o objetivo norte americano para a região amazônica vinha de encontro aos objetivos da política externa brasileira: determinação de resistir a pressões externas no terreno econômico e político, de exercer a hegemonia sobre o Prata, e defender as posses territoriais. O tenente da Marinha Mattew Maury liderava a campanha norte-americana de ocupação da Amazônia desde Seus artigos na imprensa e sua obra de 1853 (The Amazon and the Atlantic Slopes of South América) tiveram enorme repercussão sobre a opinião pública, sobre os meios empresariais e sobre o governo; exigia-se a abertura do Amazonas e já se preparavam grandes expedições de flibusteiros que precederiam a vinda de empresários, colonos e escravos. Paralelamente, os representantes norte-americanos junto aos ribeirinhos superiores do Brasil Peru, Colômbia, Equador, Venezuela, Bolívia tentavam atrair os governos a sua causa, indispondo-se contra a monarquia, que mantinha o Amazonas fechado após obter a liberdade de navegação dos rios platinos. No Rio de Janeiro, representantes norte-americanos visavam atingir dois objetivos: firmar um novo tratado de comércio e conseguir a abertura do Amazonas para viabilizar o empreendimento de Maury; receberam por duas vezes recusas do governo brasileiro, o que atrapalhou os objetivos dos EUA. Mas a ação norte-americana parecia poder triunfar em 1853 quando o Brasil fora totalmente isolado, tendo contra si os ribeirinhos amazônicos, os Estados Unidos, os Estados europeus - em particular a Inglaterra - que apoiava a potência do Norte e exigia a livre navegação do Amazonas (ibid., p.103). A estratégia brasileira de defesa se baseou em ações pontuais interna e externamente; a-) fortaleceu o Amazonas e criou uma companhia brasileira de navegação, focada na exclusividade do comércio e da colonização - em 1852, o governo brasileiro concedeu a Mauá o privilégio exclusivo e subsídios para a Companhia de Navegação e Comércio do Amazonas - a navegação brasileira 16

18 tornou-se, enfim, realidade, em respostas às pressões externas; b-) no campo jurídico, o governo brasileiro armou-se estudando a fundo o direito internacional dos rios: a doutrina jurídica brasileira se firmou baseada no princípio de direito imperfeito dos ribeirinhos superiores, que podiam aceder à navegação dos rios interiores apenas mediante convenção. Foi aplicada de forma equivalente no Prata, onde o Brasil, como ribeirinho superior, obteve a navegação por convenção, e no Amazonas, onde oferecia aos Estados vizinhos pela mesma via, embora fazendo-se depender da solução concomitante dos limites. A peça-chave dessa política foi o tratado de 1851 com o Peru, pelo qual se regulamentou os limites, e concedeu a navegação à nação contratante, excluído terceiros; c-) confrontou a campanha norte-americana pela ação diplomática: o governo despachou três eminentes diplomatas para a posição chave do confronto Duarte da Ponte Ribeiro, nas repúblicas do Pacífico, e Miguel Maria Lisboa junto a Venezuela, Nova Granada e Equador pretendendo contra-atacar a posição norte-americana frente aos vizinhos amazônicos através do convencimento dos governos e opiniões de que a aliança antibrasileira servia-lhes para facilitar a penetração imperialista, que acabaria por engoli-los. Francisco Inácio de Carvalho Moreira, em Washington, rebatia na imprensa, com coragem e persistência os argumentos de Maury e adotava com relação ao governo dos EUA hábil manobra, mediante a qual importunava o Departamento de Estado e a Presidência, exigindo documentos escritos que tornassem pública a afirmação de não-envolvimento oficial, que veladamente sabia-se existir, contra a soberania brasileira; enfim, protelou a abertura visando desaparecer com o risco de dominação estrangeira (Ibid., p ). As ações brasileiras obtiveram sucesso, assim como outros fatores conjunturais ajudaram no resultado. As relações entre Brasil e EUA, embora marcada por atritos ocasionais, pautavam-se no entendimento, já que vinculavam interesses comuns. O comércio bilateral era o maior comércio continental, necessário e útil para ambos os lados; a parceria Brasil-Estados Unidos fortalecia o equilíbrio de poder Europa-América, uma das metas externas comuns; era, em suma, estratégico para as duas nações superar os conflitos ocasionais, e manter boas relações recíprocas. Dois outros fatores agiam para aliviar a pressão norteamericana a partir de 1855: por um lado, os EUA já se confrontavam com um conflito interno que explodiria na guerra de secessão; por outro, Maury se 17

19 encontrava na defensiva, sendo suas idéias criticadas e combatidas pelos relatórios de viajantes, pela imprensa, pela corrente anti-escravista, e seu celeiro do mundo, a República Amazônica, foi convertida em reino de fantasia (Ibid., p.105). Em síntese, para Bueno e Cervo (2002, p.106), o jogo diplomático nesse processo passou por três fases: i) inicialmente o perigo foi ampliado pela resistência do governo brasileiro em ceder sob pressão; ii) a questão passa a fase da diplomacia continental quando extrapola os limites das relações bilaterais mais inclinada a apoiar a causa norte-americana; iii) na terceira fase refluiu novamente a esfera bilateral em função do êxito alcançado pela estratégia brasileira e dos fatores conjunturais negociar para o governo brasileiro significava não ceder enquanto houvesse risco. A percepção do interesse nacional ditou uma política firme, sábia e flexível, que adiou a abertura do amazonas até cessar fogo o perigo de dominação externa. Finalmente no final de 1866, o governo brasileiro baixou um decreto para a abertura incondicional a todas as nações, excluindo apenas trânsito de navios de guerra; dessa maneira interrompia-se o prolongado debate nacional e chegava-se a um desfecho soberano no quadro externo. Dessa maneira, é possível verificar que a região amazônica apresentou importância para a política externa brasileira imperial - como destacam Bueno e Cervo - e demonstrou a primeira reação do governo brasileiro a ameaça de interferência externa a região; para Bandeira (1978), a Amazônia foi responsável pela primeira campanha anti-americana no Brasil, e de fato, a questão da tentativa de interferência dos norte-americanos na região causou desconforto entre os dois países, demonstrando a importância e sensibilidade da região em âmbito regional e internacional (BANDEIRA, 1979 apud ANTIQUERA, 2006, p.29). 18

20 CAPÍTULO II: DA REPÚBLICA VELHA A PRIMEIRA DÉCADA DO REGIME MILITAR 2.1O Ciclo da Borracha Entre 1840 e 1924 um novo ciclo econômico se desenvolve na Amazônia. A máquina movida à energia foi à marca da Revolução Industrial e a borracha tornou-se um de seus insumos básicos, revolucionando a economia e o modo de vida amazônico. Para inserir-se na economia-mundo - configurada com a Revolução Industrial - o Brasil necessitava de mão-de-obra, problema crucial que se colocava para o país desde o final do século XIX com a abolição da escravatura. A economia da Amazônia havia entrado em decadência, porém com a valorização da borracha surge à questão de como aumentar a produção para atender a procura mundial crescente, impondo um adequado suprimento de mãode-obra e recursos financeiros. Nessa ocasião, dois grandes movimentos de população atenderam às novas demandas: uma grande corrente migratória de origem européia sustentou a economia cafeeira no Sudeste do Brasil, e uma corrente migratória nordestina sustentou a economia da borracha na Amazônia. Calcula-se que aproximadamente 260 mil imigrantes se deslocaram para a região amazônica entre 1872 e 1900, sem contar os que teriam vindo antes para o Acre, o que teria repercutido em um crescimento populacional de 250 mil para 500 mil no período (BECKER, 2009, p ). Uma análise dos impactos do ciclo da borracha na Amazônia tem fundamental importância na formação social e econômica da região; para Becker (ibid., p.213), foi à economia da borracha que configurou a Amazônia como unidade em si, primeiro pelo crescimento da população, graças aos Nordestinos, e segundo pelo crescimento econômico no final do século XIX o Brasil tornou-se o maior fornecedor mundial de borracha - em 1912 a borracha era o segundo maior produto de exportação do Brasil, atrás apenas do café. Esse impulso econômico gerou novos atores sociais na região: nos portos instituíram-se as financiadoras, exportadoras, bancos ingleses e americanos, trabalhadores estrangeiros, e o desenvolvimento das cidades de Belém e Manaus foi perceptível - as cidades tornaram-se centros de comércio. Porém, o denominado ciclo da 19

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO É claro que o Brasil não brotou do chão como uma planta. O Solo que o Brasil hoje ocupa já existia, o que não existia era o seu território, a porção do espaço sob domínio,

Leia mais

CRISE DO ANTIGO SISTEMA COLONIAL

CRISE DO ANTIGO SISTEMA COLONIAL CRISE DO ANTIGO SISTEMA COLONIAL BASES COMUNS DO SISTEMA COLONIAL PACTO-COLONIAL Dominação Política Monopólio Comercial Sistema de Produção Escravista ESTRUTURA SOCIAL DAS COLONIAS ESPANHOLAS Chapetones

Leia mais

A expansão dos EUA (séc. XVIII-XX)

A expansão dos EUA (séc. XVIII-XX) 1803 Os Estados Unidos compram a Louisiana da França. Cronologia 1846 a 1848 Guerra do México. Os Estados Unidos conquistam e anexam os territórios da Califórnia, Novo México, Nevada, Arizona e Utah. 1810

Leia mais

América Latina: Herança Colonial e Diversidade Cultural. Capítulo 38

América Latina: Herança Colonial e Diversidade Cultural. Capítulo 38 América Latina: Herança Colonial e Diversidade Cultural Capítulo 38 Expansão marítima européia; Mercantilismo (capitalismo comercial); Tratado de Tordesilhas (limites coloniais entre Portugal e Espanha):

Leia mais

CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL. Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A

CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL. Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A O capitalismo teve origem na Europa, nos séculos XV e XVI, e se expandiu para outros lugares do mundo ( Ásia, África,

Leia mais

América: a formação dos estados

América: a formação dos estados América: a formação dos estados O Tratado do Rio de Janeiro foi o último acordo importante sobre os limites territoriais brasileiros que foi assinado em 1909, resolvendo a disputa pela posse do vale do

Leia mais

TEMA F.1 O IMPÉRIO PORTUGUÊS E A CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL

TEMA F.1 O IMPÉRIO PORTUGUÊS E A CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL TEMA F.1 O IMPÉRIO PORTUGUÊS E A CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL A partir de meados do séc. XVI, o Império Português do Oriente entrou em crise. Que fatores contribuíram para essa crise? Recuperação das rotas

Leia mais

DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS. -Atinge as Índias contornando a costa da África

DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS. -Atinge as Índias contornando a costa da África DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS EXPANSÃO MARÍTIMA início século XV ( 1415 ) DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS EXPANSÃO MARÍTIMA início século XV ( 1415 ) PORTUGAL -Atinge as Índias contornando

Leia mais

Colégio Senhora de Fátima

Colégio Senhora de Fátima Colégio Senhora de Fátima A formação do território brasileiro 7 ano Professora: Jenifer Geografia A formação do território brasileiro As imagens a seguir tem como principal objetivo levar a refletir sobre

Leia mais

A América Espanhola.

A América Espanhola. Aula 14 A América Espanhola. Nesta aula, trataremos da colonização espanhola na América, do processo de independência e da formação dos Estados Nacionais. Colonização espanhola na América. A conquista

Leia mais

RESUMO PARA RECUPERAÇÃO 2º TRIMESTRE

RESUMO PARA RECUPERAÇÃO 2º TRIMESTRE RESUMO PARA RECUPERAÇÃO 2º TRIMESTRE Conceitos Diversos Estado É uma organização políticoadministrativa da sociedade. Estado-nação - Quando um território delimitado é composto de um governo e uma população

Leia mais

O PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO BRASIL E AS MODIFICAÇÕES DA ECONOMIA GOIANA PÓS DÉCADA DE 1960.

O PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO BRASIL E AS MODIFICAÇÕES DA ECONOMIA GOIANA PÓS DÉCADA DE 1960. O PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO BRASIL E AS MODIFICAÇÕES DA ECONOMIA GOIANA PÓS DÉCADA DE 1960. Glauber Lopes Xavier 1, 3 ; César Augustus Labre Lemos de Freitas 2, 3. 1 Voluntário Iniciação

Leia mais

A visão geopolítica luso-brasileira: Colônia Império

A visão geopolítica luso-brasileira: Colônia Império A visão geopolítica luso-brasileira: Colônia Império ECEME IMM / CEE 12/JUN/2013 Marcos Henrique Camillo Côrtes Embaixador À guisa de introdução Fundamentos do Relacionamento Internacional 1. Espaço Geopolítico

Leia mais

Portugal e Brasil no século XVII. Domínio espanhol no Brasil(1580-1640)

Portugal e Brasil no século XVII. Domínio espanhol no Brasil(1580-1640) Portugal e Brasil no século XVII Domínio espanhol no Brasil(1580-1640) O domínio espanhol. Em 1580, o rei de Portugal, D. Henrique, morreu sem deixar herdeiros ( fim da dinastia de Avis) surgiram disputas

Leia mais

VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO

VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO A prova de História é composta por três questões e vale 10 pontos no total, assim distribuídos: Questão 1 3 pontos (sendo 1 ponto para o subitem A, 1,5

Leia mais

1) Em novembro de 1807, a família real portuguesa deixou Lisboa e, em março de 1808, chegou ao Rio de Janeiro. O acontecimento pode ser visto como:

1) Em novembro de 1807, a família real portuguesa deixou Lisboa e, em março de 1808, chegou ao Rio de Janeiro. O acontecimento pode ser visto como: 1) Em novembro de 1807, a família real portuguesa deixou Lisboa e, em março de 1808, chegou ao Rio de Janeiro. O acontecimento pode ser visto como: a) incapacidade dos Braganças de resistirem à pressão

Leia mais

A novidade é que o Brasil não é só litoral É muito mais é muito mais que qualquer zona sul Tem gente boa espalhada por este Brasil Que vai fazer

A novidade é que o Brasil não é só litoral É muito mais é muito mais que qualquer zona sul Tem gente boa espalhada por este Brasil Que vai fazer CAUSAS: Acirramento da concorrência comercial entre as potências coloniais; Crise das lavouras de cana; Estagnação da economia portuguesa na segunda metade do século XVII; Necessidade de encontrar metais

Leia mais

CRISE DO PRIMEIRO REINADO RECONHECIMENTO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

CRISE DO PRIMEIRO REINADO RECONHECIMENTO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL CRISE DO PRIMEIRO REINADO RECONHECIMENTO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL O que seria necessário, para que o Brasil, após a independência fosse reconhecido como uma Nação Livre e soberana? Seria necessário que

Leia mais

De que jeito se governava a Colônia

De que jeito se governava a Colônia MÓDULO 3 De que jeito se governava a Colônia Apresentação do Módulo 3 Já conhecemos bastante sobre a sociedade escravista, especialmente em sua fase colonial. Pouco sabemos ainda sobre a organização do

Leia mais

Expansão do território brasileiro

Expansão do território brasileiro Expansão do território brasileiro O território brasileiro é resultado de diferentes movimentos expansionistas que ocorreram no Período Colonial, Imperial e Republicano. Esse processo ocorreu através de

Leia mais

Capítulo. Organização político- -administrativa na América portuguesa

Capítulo. Organização político- -administrativa na América portuguesa Capítulo Organização político- -administrativa na América portuguesa 1 O Império Português e a administração da Colônia americana Brasil: 1500-1530 O interesse português pelo território americano era pequeno

Leia mais

AMÉRICA: PROJETOS DE INTEGRAÇÃO GEOGRAFIA 8ºANO PRFª BRUNA ANDRADE

AMÉRICA: PROJETOS DE INTEGRAÇÃO GEOGRAFIA 8ºANO PRFª BRUNA ANDRADE AMÉRICA: PROJETOS DE INTEGRAÇÃO GEOGRAFIA 8ºANO PRFª BRUNA ANDRADE A FORMAÇÃO DOS ESTADOS LATINO- AMERICANOS OS PAÍSES DA AMÉRICA LATINA FORMARAM-SE A PARTIR DA INDEPENDÊNCIA DA ESPANHA E PORTUGAL. AMÉRICA

Leia mais

Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21

Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21 Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21 Resenha Desenvolvimento Raíssa Daher 02 de Junho de 2010 Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21

Leia mais

INDEPENDÊNCIA DA AMÉRICA LATINA (1808-1826) Profª Adriana Moraes

INDEPENDÊNCIA DA AMÉRICA LATINA (1808-1826) Profª Adriana Moraes INDEPENDÊNCIA DA AMÉRICA LATINA (1808-1826) Profª Adriana Moraes A independência foi o processo político e militar que afetou todas as regiões situadas entre os vicereinados da Nova Espanha e do Rio da

Leia mais

Alecleide de Sousa Série: 6ª alecleide_27@hotmail.com

Alecleide de Sousa Série: 6ª alecleide_27@hotmail.com Formação do Estado e do território Alecleide de Sousa Série: 6ª alecleide_27@hotmail.com Sociedade humana kei É um conjunto de pessoas Que vivem em determinado espaço e tempo e de acordo com certas regras

Leia mais

MOD. 13 CRISE DO IMPÉRIO COLONIAL ESPANHOL

MOD. 13 CRISE DO IMPÉRIO COLONIAL ESPANHOL MOD. 13 CRISE DO IMPÉRIO COLONIAL ESPANHOL A MUDANÇA DA POLÍTICA COLONIAL ESPANHOLA SE DEU EM FUNÇÃO: DO ENVOLVIMENTO DA ESPANHA NAS GUERRAS EUROPEIAS; DA DECADÊNCIA DA MINERAÇÃO; DAS DIFICULDADES QUE

Leia mais

ICC 114 8. 10 março 2015 Original: inglês. Conselho Internacional do Café 114. a sessão 2 6 março 2015 Londres, Reino Unido

ICC 114 8. 10 março 2015 Original: inglês. Conselho Internacional do Café 114. a sessão 2 6 março 2015 Londres, Reino Unido ICC 114 8 10 março 2015 Original: inglês P Conselho Internacional do Café 114. a sessão 2 6 março 2015 Londres, Reino Unido Memorando de Entendimento entre a Organização Internacional do Café, a Associação

Leia mais

1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO

1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO 1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO A análise da evolução temporal (ou dinâmica) da economia constitui o objeto de atenção fundamental do desenvolvimento econômico,

Leia mais

EUA: Expansão Territorial

EUA: Expansão Territorial EUA: Expansão Territorial Atividades: Ler Livro didático págs. 29, 30 e 81 a 86 e em seguida responda: 1) Qual era a abrangência do território dos Estados Unidos no final da guerra de independência? 2)

Leia mais

FORMAÇÃO ECONÔMICA DO BRASIL Celso Furtado. Professor Dejalma Cremonese

FORMAÇÃO ECONÔMICA DO BRASIL Celso Furtado. Professor Dejalma Cremonese FORMAÇÃO ECONÔMICA DO BRASIL Celso Furtado Professor Dejalma Cremonese A ocupação econômica das terras americanas constitui um episódio da expansão comercial da Europa. O comércio interno europeu, em intenso

Leia mais

DIPLOMACIA Introdução

DIPLOMACIA Introdução DIPLOMACIA Introdução Ao longo dos tempos, o pensamento político e o pensamento jurídico sempre foram o reflexo das relações entre os homens, os povos, os Estados e as Nações. Foram se operando constantemente

Leia mais

GEOGRAFIA / 2º ANO PROF. SÉRGIO RICARDO

GEOGRAFIA / 2º ANO PROF. SÉRGIO RICARDO GEOGRAFIA / 2º ANO PROF. SÉRGIO RICARDO BRASIL 1) Aspectos Gerais: Território: 8 547 403 Km 2. 5 0 maior país do mundo em extensão e população. País continental devido a sua dimensão territorial. Ocupa

Leia mais

A expansão dos EUA (séc. XVIII-XX)

A expansão dos EUA (séc. XVIII-XX) 1803 Os Estados Unidos compram a Louisiana da França. Cronologia 1846 a 1848 Guerra do México. Os Estados Unidos conquistam e anexam os territórios da Califórnia, Novo México, Nevada, Arizona e Utah. 1810

Leia mais

PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA TREZE COLÔNIAS Base de ocupação iniciativa privada: Companhias de colonização + Grupos de imigrantes = GRUPOS DISTINTOS [excedente da metrópole;

Leia mais

Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento

Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, tendo se reunido no Rio de Janeiro, de 3 a 14 de junho de 1992, reafirmando

Leia mais

Associação Catarinense das Fundações Educacionais ACAFE PARECER DOS RECURSOS

Associação Catarinense das Fundações Educacionais ACAFE PARECER DOS RECURSOS 11) China, Japão e Índia são três dos principais países asiáticos. Sobre sua História, cultura e relações com o Ocidente, analise as afirmações a seguir. l A China passou por um forte processo de modernização

Leia mais

1º ano. A reconquista ibérica e as grandes navegações Capítulo 10: Item 2 A revolução comercial Capítulo 12: Item 3 O Novo Mundo Capítulo 10: Item 2

1º ano. A reconquista ibérica e as grandes navegações Capítulo 10: Item 2 A revolução comercial Capítulo 12: Item 3 O Novo Mundo Capítulo 10: Item 2 1º ano O absolutismo e o Estado Moderno Capítulo 12: Todos os itens A reconquista ibérica e as grandes navegações Capítulo 10: Item 2 A revolução comercial Capítulo 12: Item 3 O Novo Mundo Capítulo 10:

Leia mais

RELATÓRIO DA OFICINA DE PAÍSES FEDERATIVOS E DA AMÉRICA DO NORTE. (Apresentado pelo Brasil)

RELATÓRIO DA OFICINA DE PAÍSES FEDERATIVOS E DA AMÉRICA DO NORTE. (Apresentado pelo Brasil) TERCEIRA REUNIÃO DE MINISTROS E AUTORIDADES DE OEA/Ser.K/XXXVII.3 ALTO NÍVEL RESPONSÁVEIS PELAS POLÍTICAS DE REDMU-III/INF. 4/05 DESCENTRALIZAÇÃO, GOVERNO LOCAL E PARTICIPAÇÃO 28 outubro 2005 DO CIDADÃO

Leia mais

HISTÓRIA - MATERIAL COMPLEMENTAR OITAVO ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROF. ROSE LIMA

HISTÓRIA - MATERIAL COMPLEMENTAR OITAVO ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROF. ROSE LIMA HISTÓRIA - MATERIAL COMPLEMENTAR OITAVO ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROF. ROSE LIMA INDEPENDÊNCIA DO Colonização: espanhola até 1697, posteriormente francesa. Produção açucareira. Maioria da população:

Leia mais

Migrações Alguns números

Migrações Alguns números Migrações Alguns números Dados gerais: Mundo» Há 232 milhões de migrantes internacionais no mundo (ONU, 2013), ou 3.2% da população mundial» Os migrantes internacionais compõem 10.8% da população das regiões

Leia mais

DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA

DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA Os Governadores e Governadoras, Intendentas e Intendentes, Prefeitas e Prefeitos do MERCOSUL reunidos no dia 16 de julho de 2015, na cidade de Brasília DF, por meio do Foro Consultivo

Leia mais

Geografia. Textos complementares

Geografia. Textos complementares Geografia Ficha 2 Geografia 2 os anos Silvia ago/09 Nome: Nº: Turma: Queridos alunos, bom retorno. Segue um conjunto de atividades que têm por objetivo encaminhar as discussões iniciadas em nossas aulas

Leia mais

CADERNO 1 BRASIL CAP. 3. Gabarito: EXERCÍCIOS DE SALA. Resposta da questão 1: [D]

CADERNO 1 BRASIL CAP. 3. Gabarito: EXERCÍCIOS DE SALA. Resposta da questão 1: [D] Gabarito: EXERCÍCIOS DE SALA Resposta da questão 1: Somente a proposição está correta. Com a expansão napoleônica na Europa e a invasão do exército Francês em Portugal ocorreu a vinda da corte portuguesa

Leia mais

- Século XVI estabeleceu o domínio inglês na costa norte da América do Norte fundam Treze Colônias Atual

- Século XVI estabeleceu o domínio inglês na costa norte da América do Norte fundam Treze Colônias Atual DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS EXPANSÃO MARÍTIMA início século XV ( 1415 ) -Atinge as Índias contornando a costa da África PORTUGAL -1500 supera os obstáculos do Atlântico chega ao Brasil ESPANHA

Leia mais

HISTÓRIA-2009 2ª FASE 2009

HISTÓRIA-2009 2ª FASE 2009 Questão 01 UFBA - -2009 2ª FASE 2009 Na Época Medieval, tanto no Oriente Médio, quanto no norte da África e na Península Ibérica, muçulmanos e judeus conviviam em relativa paz, fazendo comércio e expressando,

Leia mais

Declaração de Santa Cruz de la Sierra

Declaração de Santa Cruz de la Sierra Reunião de Cúpula das Américas sobre o Desenvolvimiento Sustentável Santa Cruz de la Sierra, Bolivia, 7 ao 8 de Dezembro de 1996 Declaração de Santa Cruz de la Sierra O seguinte documento é o texto completo

Leia mais

Guerra fria (o espaço mundial)

Guerra fria (o espaço mundial) Guerra fria (o espaço mundial) Com a queda dos impérios coloniais, duas grandes potências se originavam deixando o mundo com uma nova ordem tanto na parte política quanto na econômica, era os Estados Unidos

Leia mais

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Considerando que a informação arquivística, produzida, recebida, utilizada e conservada em sistemas informatizados,

Leia mais

João Paulo I O NORDESTE COLONIAL. Professor Felipe Klovan

João Paulo I O NORDESTE COLONIAL. Professor Felipe Klovan João Paulo I O NORDESTE COLONIAL Professor Felipe Klovan A ECONOMIA AÇUCAREIRA Prof. Felipe Klovan Portugal já possuía experiência no plantio da cana-de-açúcar nas Ilhas Atlânticas. Portugal possuía banqueiros

Leia mais

Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil

Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil Thayne Garcia, Assessora-Chefe de Comércio e Investimentos (tgarcia@casacivil.rj.gov.br) Luciana Benamor, Assessora de Comércio e Investimentos

Leia mais

Unidade II Poder, Estudo e Instituições Aula 10

Unidade II Poder, Estudo e Instituições Aula 10 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade II Poder, Estudo e Instituições Aula 10 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Conteúdo O Consulado: Economia, Educação

Leia mais

A Economia da América Latina

A Economia da América Latina A Economia da América Latina adsense1 Agricultura A agricultura de subsistência era a principal atividade econômica dos povos originais da América Latina, Essa atividade era complementada pela caça, pela

Leia mais

ABSTRACT. Diagnóstico e situação das cooperativas de produção no Paraguai

ABSTRACT. Diagnóstico e situação das cooperativas de produção no Paraguai ABSTRACT Diagnóstico e situação das cooperativas de produção no Paraguai No Paraguai, o associativismo se origina de práticas seculares de sua população original: os guaranis. Para eles, a organização

Leia mais

BRASIL E ESTADOS UNIDOS: relações comerciais e linguístico-culturais

BRASIL E ESTADOS UNIDOS: relações comerciais e linguístico-culturais BRASIL E ESTADOS UNIDOS: relações comerciais e linguístico-culturais Autor(a): João Corcino Neto Coautor(es): Suzana Ferreira Paulino Email: jcn1807iop@gmail.com Introdução As relações comerciais entre

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I APRENDER A APRENDER APRENDER A APRENDER CONTEÚDO E HABILIDADES GEOGRAFIA. Aula 10.2 Conteúdo: Guianas.

DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I APRENDER A APRENDER APRENDER A APRENDER CONTEÚDO E HABILIDADES GEOGRAFIA. Aula 10.2 Conteúdo: Guianas. Aula 10.2 Conteúdo: Guianas. 2 Habilidades: Observar as limitações das Guianas e suas ligações com o Brasil. 3 Colômbia 4 Maior população da América Andina. Possui duas saídas marítimas: Para o Atlântico

Leia mais

1. United Nations Conference on Environment and Development UNCED (ECO-92) DECLARAÇÃO DO RIO DE JANEIRO SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO

1. United Nations Conference on Environment and Development UNCED (ECO-92) DECLARAÇÃO DO RIO DE JANEIRO SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO VEJA RIO+20 1. United Nations Conference on Environment and Development UNCED (ECO-92) DECLARAÇÃO DO RIO DE JANEIRO SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO Abstract: A declaração final da ECO-92 acenou para

Leia mais

UIPES/ORLA Sub-Região Brasil

UIPES/ORLA Sub-Região Brasil 1 A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO MUNDO GLOBALIZADO 1 Introdução Área de atuação. A Carta de Bangkok (CB) identifica ações, compromissos e garantias requeridos para atingir os determinantes

Leia mais

INTEGRAÇÃO DO CONE SUL: A INSERÇÃO REGIONAL NA ORDEM GLOBAL 2

INTEGRAÇÃO DO CONE SUL: A INSERÇÃO REGIONAL NA ORDEM GLOBAL 2 INTEGRAÇÃO DO CONE SUL: A INSERÇÃO REGIONAL NA ORDEM GLOBAL 2 INTEGRAÇÃO DO CONE SUL: A INSERÇÃO REGIONAL NA ORDEM GLOBAL HAROLDO LOGUERCIO CARVALHO * A nova ordem internacional que emergiu com o fim da

Leia mais

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO CONVÉNIO CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO ÍNDICE FINALIDADE... 2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 3 CONSTITUIÇÃO E GOVERNÂNCIA... 4 FINANCIAMENTO... 5 RELATÓRIOS... 5 Ficha de Adesão ao CLUSTER

Leia mais

O PLANEJAMENTO ECONÔMICO E A ARTICULAÇÃO REGIONAL *

O PLANEJAMENTO ECONÔMICO E A ARTICULAÇÃO REGIONAL * O PLANEJAMENTO ECONÔMICO E A ARTICULAÇÃO REGIONAL * Lúcio Alcântara ** Durante o dia de hoje estaremos dando continuidade aos debates que vêm sendo realizados desde o início do governo Lula sobre a reestruturação

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 70 A ONG brasileira está em crise? 06 de fevereiro de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através

Leia mais

Ensino Fundamental II

Ensino Fundamental II Ensino Fundamental II Valor do trabalho: 2.0 Nota: Data: /dezembro/2014 Professora: Angela Disciplina: Geografia Nome: n o : Ano: 8º Trabalho de Recuperação Final de Geografia ORIENTAÇÕES: Leia atentamente

Leia mais

ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA SÉCULO XIX

ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA SÉCULO XIX ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA SÉCULO XIX GUERRA DE SECESSÃO secessão significa separação INTRODUÇÃO a Guerra de Secessão foi uma guerra civil ocorrida nos EUA entre 1861 e 1865 motivo rivalidades e divergências

Leia mais

ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA Causas da Hegemonia atual dos EUA Hegemonia dos EUA Influência Cultural: músicas, alimentações, vestuários e língua Poderio Econômico: 20% do PIB global Capacidade Militar sem

Leia mais

Os Domínios Estrangeiros sobre o Brasil Colonial

Os Domínios Estrangeiros sobre o Brasil Colonial Os Domínios Estrangeiros sobre o Brasil Colonial Franceses, Ingleses e Holandeses Prof. Alan Carlos Ghedini O princípio: competição nos mares Portugal e Espanha chegaram primeiro à corrida das Grandes

Leia mais

Superioridade ibérica nos mares

Superioridade ibérica nos mares 2.ª metade do século XVI Superioridade ibérica nos mares PORTUGAL Entre 1580 e 1620 ESPANHA Império Português do oriente entra em crise devido a Escassez de gentes e capitais Grande extensão dos domínios

Leia mais

Política Nacional de Meio Ambiente

Política Nacional de Meio Ambiente Política Nacional de Meio Ambiente O Brasil, maior país da América Latina e quinto do mundo em área territorial, compreendendo 8.511.996 km 2, com zonas climáticas variando do trópico úmido a áreas temperadas

Leia mais

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 INOVAR É FAZER Manifesto da MEI ao Fortalecimento da Inovação no Brasil Para nós empresários Inovar é Fazer diferente, Inovar

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO 30.1. O comércio e a indústria, inclusive as empresas transnacionais,

Leia mais

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e DECRETO Nº, DE DE DE. Aprova a Política Nacional da Indústria de Defesa (PNID). A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e Considerando

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca Reunião de Foz do Iguaçu Excelentíssimo

Leia mais

SECRETÁRIA DE ESTADO ADJUNTA E DA DEFESA NACIONAL. Ciberespaço: Liderança, Segurança e Defesa na Sociedade em Rede

SECRETÁRIA DE ESTADO ADJUNTA E DA DEFESA NACIONAL. Ciberespaço: Liderança, Segurança e Defesa na Sociedade em Rede INTERVENÇÃO DA SECRETÁRIA DE ESTADO ADJUNTA E DA DEFESA NACIONAL BERTA DE MELO CABRAL 7º EIN Simpósio Internacional Ciberespaço: Liderança, Segurança e Defesa na Sociedade em Rede Lisboa, Academia Militar,

Leia mais

CAP. 1 BRASIL: FORMAÇÃO TERRITORIAL. Prof. Clésio

CAP. 1 BRASIL: FORMAÇÃO TERRITORIAL. Prof. Clésio CAP. 1 BRASIL: FORMAÇÃO TERRITORIAL Prof. Clésio 1 MOBILIDADE DAS FORNTEIRAS Tratado de Tordesilhas (1494) 2.800.000 km² Trecho oriental da América do Sul Brasil atual 8.514.876,5 km² 47,3% da superfície

Leia mais

PROVA BIMESTRAL História

PROVA BIMESTRAL História 8 o ano 3 o bimestre PROVA BIMESTRAL História Escola: Nome: Turma: n o : 1. 25 de janeiro de 1835, ao amanhecer o dia na cidade de Salvador, 600 negros entre libertos e escravos levantaram-se decididos

Leia mais

FORMANDO AS LIDERANÇAS DO FUTURO

FORMANDO AS LIDERANÇAS DO FUTURO Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias dezembro/2006 página 1 FORMANDO AS LIDERANÇAS DO FUTURO Fúlvia Rosemberg: analisa ações de inclusão e apresenta programa voltado para a formação de novas lideranças

Leia mais

Organizações internacionais Regionais

Organizações internacionais Regionais Organizações internacionais Regionais Percurso 4 Geografia 9ºANO Profª Bruna Andrade e Elaine Camargo Os países fazem uniões a partir de interesses comuns. Esses interesses devem trazer benefícios aos

Leia mais

2. A A FO F R O M R AÇ A ÃO Ã

2. A A FO F R O M R AÇ A ÃO Ã 2. A FORMAÇÃO TERRITORIAL DO BRASIL 2.3 A cartografia e a definição das fronteiras no Brasil. 2.2 Os grandes eixos de ocupação do território e a cronologia do processo de formação territorial. 1 GPS: Global

Leia mais

A ASSOCIAÇÃO DAS NAÇÕES DO SUDESTE ASIÁTICO E SEU AMBIENTE DE NEGÓCIOS

A ASSOCIAÇÃO DAS NAÇÕES DO SUDESTE ASIÁTICO E SEU AMBIENTE DE NEGÓCIOS www.observatorioasiapacifico.org A ASSOCIAÇÃO DAS NAÇÕES DO SUDESTE ASIÁTICO E SEU AMBIENTE DE NEGÓCIOS Ignacio Bartesaghi 1 O debate na América Latina costuma focar-se no sucesso ou no fracasso dos processos

Leia mais

Brasil avança, mas é quarto país mais desigual da América Latina, diz ONU

Brasil avança, mas é quarto país mais desigual da América Latina, diz ONU Brasil avança, mas é quarto país mais desigual da América Latina, diz ONU Estudo faz balanço de serviços urbanos básicos, como a gestão dos resíduos sólidos. (Foto: Reprodução) Apesar do crescimento econômico,

Leia mais

Cerimónia de Assinatura Protocolo AICEP/CRUP

Cerimónia de Assinatura Protocolo AICEP/CRUP Cerimónia de Assinatura Protocolo AICEP/CRUP Lisboa, 10 janeiro 2014 António Rendas Reitor da Universidade Nova de Lisboa Presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas Queria começar

Leia mais

História. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo

História. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo História baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo 1 PROPOSTA CURRICULAR DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA Middle e High School 2 6 th Grade A vida na Grécia antiga: sociedade, vida cotidiana, mitos,

Leia mais

Construção do Espaço Africano

Construção do Espaço Africano Construção do Espaço Africano Aula 2 Colonização Para melhor entender o espaço africano hoje, é necessário olhar para o passado afim de saber de que forma aconteceu a ocupação africana. E responder: O

Leia mais

CRISE DO ESCRAVISMO. O Brasil foi o último país da América Latina a abolir a escravidão.

CRISE DO ESCRAVISMO. O Brasil foi o último país da América Latina a abolir a escravidão. CRISE DO ESCRAVISMO A Dinamarca foi o primeiro país Europeu a abolir o tráfico de escravos em 1792. A Grã-Bretanha veio a seguir, abolindo em 1807 e os Estados Unidos em 1808. O Brasil foi o último país

Leia mais

PROFª CLEIDIVAINE DA S. REZENDE DISC. HISTÓRIA / 8º ANO

PROFª CLEIDIVAINE DA S. REZENDE DISC. HISTÓRIA / 8º ANO PROFª CLEIDIVAINE DA S. REZENDE DISC. HISTÓRIA / 8º ANO 1 CONTEXTO HISTÓRICO Crescimento econômico da Inglaterra no século XVIII: industrialização processo de colonização ficou fora. Ingleses se instalaram

Leia mais

China e seu Sistemas

China e seu Sistemas China e seu Sistemas Em 1949, logo depois da revolução chinesa, a China possuía 540 milhões de habitantes, e se caracterizava por ser predominantemente rural, neste período o timoneiro Mao Tsetung, enfatizava

Leia mais

Sessão 3: Envolvendo empregadores e sindicatos

Sessão 3: Envolvendo empregadores e sindicatos Sessão 3: Envolvendo empregadores e sindicatos Senhor Ministro Chris Alexander, Senhoras e senhores, Primeiramente, gostaria cumprimentar a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)

Leia mais

GEOGRAFIA - 3 o ANO MÓDULO 12 O BRASIL NEOLIBERAL E OS DESAFIOS PARA O SÉCULO XXI

GEOGRAFIA - 3 o ANO MÓDULO 12 O BRASIL NEOLIBERAL E OS DESAFIOS PARA O SÉCULO XXI GEOGRAFIA - 3 o ANO MÓDULO 12 O BRASIL NEOLIBERAL E OS DESAFIOS PARA O SÉCULO XXI Como pode cair no enem A desconcentração industrial verificada no Brasil, na última década, decorre, entre outros fatores,

Leia mais

Segunda Cúpula das Américas Declaração de Santiago

Segunda Cúpula das Américas Declaração de Santiago Segunda Cúpula das Américas Santiago, Chile, 18 e 19 de abril de 1998 Segunda Cúpula das Américas Declaração de Santiago O seguinte documento é o texto completo da Declaração de Santiago assinada pelos

Leia mais

História do Brasil Colônia

História do Brasil Colônia História do Brasil Colônia Aula VII Objetivo: a expansão e a consolidação da colonização portuguesa na América. A) A economia política da colônia portuguesa. Em O tempo Saquarema, o historiador Ilmar R.

Leia mais

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Brasília, 02 de janeiro de 2015. Ministra Miriam Belchior, demais autoridades, parentes e amigos aqui presentes.

Leia mais

Declaração sobre meio ambiente e desenvolvimento (Rio de Janeiro, 1992)

Declaração sobre meio ambiente e desenvolvimento (Rio de Janeiro, 1992) Declaração sobre meio ambiente e desenvolvimento (Rio de Janeiro, 1992) A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e desenvolvimento, Tendo-se reunido no Rio de Janeiro, de 3 a 21 de junho de

Leia mais

China e seu Sistemas

China e seu Sistemas China e seu Sistemas Em 1949, logo depois da revolução chinesa, a China possuía 540 milhões de habitantes, e se caracterizava por ser predominantemente rural, neste período o timoneiro Mao Tsetung, enfatizava

Leia mais

Estimados colegas representantes dos países membros do Fórum das Federações, Embaixadores e delegados

Estimados colegas representantes dos países membros do Fórum das Federações, Embaixadores e delegados PRESIDENCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Assunto: DISCURSO DO EXMO. SUBCHEFE DE ASSUNTOS FEDERATIVOS DA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS DA

Leia mais

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 1 A Situação Industrial A etapa muito negativa que a indústria brasileira está atravessando vem desde a crise mundial. A produção

Leia mais

A expansão da América Portuguesa

A expansão da América Portuguesa 8 ANO A/B RESUMO DA UNIDADE 1 DISCIPLINA: HISTÓRIA PROFESSORA: SUELEM *Os índios no Brasil A expansão da América Portuguesa Violência contra os povos indígenas; - Doenças, trabalho forçado; - Foram obrigados

Leia mais

HISTÓRIA. Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses da Coluna B, de cima para baixo.

HISTÓRIA. Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses da Coluna B, de cima para baixo. HISTÓRIA 37 Associe as civilizações da Antigüidade Oriental, listadas na Coluna A, às características políticas que as identificam, indicadas na Coluna B. 1 2 3 4 COLUNA A Mesopotâmica Fenícia Egípcia

Leia mais

154 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO

154 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO 154 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO Washington, D.C., EUA 16 a 20 de junho de 2014 CE154.R17 Original: inglês RESOLUÇÃO CE154.R17 ESTRATÉGIA PARA COBERTURA UNIVERSAL DE SAÚDE A 154 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO,

Leia mais

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas

Leia mais

A ascensão dos subdesenvolvidos. Geografia Professor Daniel Nogueira

A ascensão dos subdesenvolvidos. Geografia Professor Daniel Nogueira GE GRAFIA A ascensão dos subdesenvolvidos Geografia Professor Daniel Nogueira Os grupos econômicos são grupos de países com comportamento econômico específico. Geralmente economias com aspectos semelhantes.

Leia mais