Modelagem do Processo de Software com foco na Definição de Requisitos

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1 Modelagem do Processo de Software com foco na Definição de Requisitos Maria Deolinda de O. Santana, Silvia Regina A. Meireles, Soraya F. da Silva, Kátia C. N. Silva Centro de pós-graduação e extensão (CPGE) Fundação Centro de Análise de Pesquisa e Inovação Tecnológica (FUCAPI) Manaus AM Brasil {deolinda.dinha, silvia.smei, sorafsilva, Abstract. This paper presents the employment of the Business Modeling and its importance at the definition of the requirements into a software process. Also introduces concepts and study related to the software process activities, in order to highlight the benefits of each modeling phase to elicit business requirements of a system. Resumo. Este artigo apresenta o emprego da Modelagem de Negócio e ressalta sua importância na atividade de definição dos Requisitos em um processo de software. Também introduz os conceitos e estudo relacionado a esta atividade, a fim de evidenciar os benefícios da referida fase de modelagem de negócio para elicitar os requisitos de um sistema. 1. Introdução A cada ano a relação entre a tecnologia da informação e o negócio vem sendo mais discutida, e o uso de sistemas de informação para apoio aos processos de negócios das organizações, também vem evoluindo. Mas, apesar do crescimento dos recursos tecnológicos as atividades de especificação e implementação de sistemas de informação ainda são muito árduas e nem sempre bem sucedidas. Segundo Carvalho (2009), dentre as tarefas que nem sempre são bem sucedidas em projetos de sistemas de informação pode-se destacar a fase de descoberta e definição de requisitos. Mittermeir et al (1990) apud Carvalho (2009) ressalta que quando a elicitação de requisitos é iniciada sem a devida apreciação do contexto organizacional, aumenta-se a exposição a erros de concepção do sistema, ignorância técnica, falta de confiança, resistência pessoal, dentre outros. Para Demirors (2003), uma das formas de se obter a qualidade do produto de software é realizar o seu desenvolvimento buscando entender claramente o domínio do negócio, considerando os processos de negócio como fonte relevante para a elicitação de requisitos. Vara (2008) chama atenção para o fato que é comum a documentação de requisitos ser orientada a solução ou consistir apenas de um modelo de dados na forma de um diagrama de classe ou entidade-relacionamento. Portanto, tem-se que a tarefa de elicitação de requisitos tem como necessidade compreender o contexto organizacional no qual o sistema será inserido, para isso é importante empregar estruturas que facilitem esse processo, o que pode ser realizado com a modelagem de processo de negócio, que tem os seguintes objetivos: Garantir o Manaus, 25 a 27 de abril de ISSN (CDR)

2 entendimento da estrutura e a dinâmica da organização e ajudar a todas as pessoas envolvidas a entender o cenário inteiro e a parte que lhes cabe dentro dele (COSTA, 2009). Uma importante ferramenta empregada na modelagem de negócio tem sido os modelos AS-IS e TO-BE. Desta forma, nesse trabalho serão descritos tais modelos procurando evidenciá-los como instrumentos eficazes na definição dos requisitos. As próximas seções apresentam importantes conceitos relacionados aos modelos AS-IS e TO-BE, a especificação de requisitos de software e a modelagem de negócio, para então destacar a modelagem de negócio, objeto principal deste documento. 2. Especificação de Requisitos de Software Antes de qualquer comentário acerca da atividade de elicitação de requisitos de software, é necessário ressaltar os fundamentos de Requisitos de Software, que destacase como Engenharia de Requisitos, que para Nogueira, Melo e Silva (2009), a engenharia de Requisito é a parte da Engenharia de Software que trata da utilização de mecanismos e recursos diversos para a identificação, organização, descrição, validação e gestão das necessidades do usuário em relação ao sistema. Através dela o desenvolvedor terá um escopo mais preciso do sistema em relação ao que o cliente espera, e com isso as atividades consequentes também serão mais bem definidas e analisadas. Além de poder acompanhar se o desenvolvimento desse escopo está de acordo com o que foi definido. Além disso, embora todas as etapas do ciclo de vida de um sistema sejam importantes, pode-se dizer que a Engenharia de Requisitos assume o papel de extrema relevância e importância, haja vista que um percentual muito grande do sucesso do sistema, deve-se a etapa de análise de requisitos, ou seja, um requisito mal entendido e mal especificado pode fazer com que o resultado final esteja aquém do que o usuário espera. De acordo com Azevedo Junior (2008) apud Carvalho (2009), a Engenharia de Requisitos visa aplicar técnicas de engenharia em métodos de definição e análise de requisitos para garantir o atendimento das necessidades de informatização de processos através do software projetado. É uma área dentro da Engenharia de Software que lida com uma parte fundamental no processo de produção de software, ou seja, a definição do que se pretende produzir. Os requisitos são um conjunto de necessidades explicitadas pelo cliente que deverão ser atendidas para solucionar um determinado problema do negócio no qual o cliente faz parte. É importante enfatizar que embora o requisito seja definido pelo cliente, nem sempre o que o cliente quer é o que o negócio precisa, por isso, cabe à equipe identificar a real necessidade do negócio (ÁVILA e SPÍNOLA, 2007). Ainda segundo Nogueira, Melo e Silva (2009), os requisitos podem ser divididos em requisitos de usuários e de sistemas. O primeiro se refere às declarações de alto nível representadas por diagramas, listas ou outro elemento textual, apresentando quais as solicitações do usuário em forma de atividades que o sistema deverá realizar. Já os requisitos de sistemas se referem ao detalhamento de como as atividades deverão ser realizadas para atender aos requisitos do usuário e esses são, comumente, classificados como funcionais e não funcionais: Requisitos funcionais: São requisitos diretamente ligados a funcionalidade do software, que descrevem as funções que o software deve executar (ÁVILA e SPÍNOLA, 2007). Manaus, 25 a 27 de abril de ISSN (CDR)

3 Requisitos não funcionais: São requisitos que expressam condições que o software deve atender ou qualidades específicas que o software deve ter. Ao contrário dos funcionais, em vez de informar o que o sistema fará, eles colocam restrições no sistema (ÁVILA e SPÍNOLA, 2007). A importância dos requisitos está na definição de O QUE será feito ou quais as necessidades que devem ser satisfeitas no software (MAGELA, 2006). Neste sentido, elicitar requisitos significa levantar ou descobrir os requisitos de um software (MAGELA, 2006), obter o máximo de informações para o conhecimento do sistema. Cabe à elicitação a tarefa de identificar os fatos que compõem os requisitos do Sistema, de forma a prover o mais correto e mais completo entendimento do que é demandado daquele software. Ainda para Magela (2006), os requisitos nascem da análise do processo e da política de negócio da empresa, como supracitado na definição de requisitos, logo só após ou durante uma análise de processo da empresa e de suas principais regras pode-se realizar o levantamento dos requisitos funcionais. Segundo Pressman (2011), nesta etapa os interessados trabalham juntos para identificar o problema, propor elementos da solução, negociar diferentes abordagens e especificar um conjunto preliminar de requisitos de solução. Neste sentido destacam-se as técnicas de levantamento de requisitos, tais como Entrevista, Brainstorming, Prototipação e Simulação. 3. Modelagem de Negócio Oberweis (1996) apud Betz (2011) define um processo de negócio como um conjunto de atividades empresariais que podem ser manuais, parcialmente automatizadas ou totalmente automatizadas, executadas de acordo com regras que respeitam determinadas metas de negócio. Entende-se como uma atividade, ou um conjunto de atividades realizadas em uma empresa para criar ou adicionar alguma espécie de valor para seus clientes. Um processo tem pontos de início e fim bem definidos, cada um dos quais associados com um cliente. A Análise de Negócio visa garantir que os softwares sejam construídos para atender os processos e às regras da empresa, e não ao usuário. (...) A Análise de Negócio visa entender a estrutura e a dinâmica de uma organização ou de um subconjunto seu, procurando fornecer o devido contexto de negócio para a definição de requisitos de um novo sistema. (...) Portanto, os requisitos do software serão estabelecidos dentro do mundo definido e formalizado da análise de negócio (MAGELA, 2006, pag. 29 e 30). Para Magela (2006) a fase de Análise de Negócio assegura que clientes, usuários e desenvolvedores tenham um entendimento comum da(s) área(s) da organização, definida(s) como escopo para o desenvolvimento do sistema. Quando se modela os processos de negócio torna-se mais fácil entender como funciona uma organização. Através do desenvolvimento de diagramas de processos que mostram as atividades da empresa, ou de uma área de negócios, e a sequência na qual são executadas. A quantidade de diagramas para um modelo vai depender da complexidade do modelo. Pode-se dizer que a modelagem e otimização de processos compreendem duas grandes atividades: Modelagem do estado atual do processo (AS-IS), que poderia ser Manaus, 25 a 27 de abril de ISSN (CDR)

4 traduzindo como está e a Otimização e a modelagem do estado desejado do processo (TO-BE) que poderia ser traduzido como será (BALDAM, 2008). De acordo com Brasil (2007), Modelagem de Processo é o termo utilizado para os trabalhos relativos ao: Mapeamento - levantamento e diagramação do processo como ele é executado (atual) (As Is) - é entendido como a identificação dos fluxos de trabalho com início, meio e fim bem determinados, com insumos e produtos/serviços claramente definidos e com atividades que seguem uma seqüência lógica, permitindo uma visão integrada e encadeada do trabalho; e Redesenho - otimização do processo (proposta) (TO-BE) é entendido como as melhorias realizadas por meio da racionalização do fluxo de trabalho. Gera uma base referencial que permite, entre outras aplicações, criar condições para a construção da estrutura organizacional, a definição e avaliação de indicadores de resultados de atendimento em nível interno e/ou institucional, a formulação de planos de sistemas de informações e a aplicação do Ciclo PDCA - Plan Do Check Action. A análise de negócio fornece o modelo da empresa e, portanto o contexto correto onde os requisitos podem ser definidos (BRASIL, 2007). A modelagem de processos pode ser utilizada apenas para visualizar os processos da organização, servir de base para a automatização do trabalho ou estar dentro de um projeto mais amplo de Gerenciamento de Processos de Negócio (COSTA, 2009). 3.1 Business Process Management (BPM) Elzinga (1995) define o BPM como uma abordagem sistemática e estruturada para analisar, melhorar, controlar e gerenciar processos com o objetivo de melhorar a qualidade dos produtos e serviços. O BPM pode ser compreendido como um conjunto de métodos, técnicas e ferramentas computacionais desenvolvidas para amparar os processos de negócios. Tipicamente, o BPM é fundamentado por modelos de processos que além de permitirem a automação da configuração e execução, aumentam a capacidade de análise dos processos de negócio (BRAGHETTO, 2011). Modelagem de processos é a elaboração de um diagrama ou mapa do processo de negócio e a documentação que descreve suas propriedades e características, que identificam as atividades realizadas e as informações que fluem entre elas. Após o Mapeamento, inicia-se o trabalho de Modelagem. O primeiro documento resultante deste trabalho é o Mapa de Processos, cujo objetivo é fornecer uma única visão dos processos da empresa, seus relacionamentos, atividades/tarefas, stakeholders, papéis e responsabilidades e o fluxo de valor dos processos (BPM CBOK, 2009). Para Andrade (2004) apud Vieira (2012), o uso da modelagem de processos de negócios agrega os seguintes benefícios para o desenvolvimento de software: Os requisitos passam a refletir as necessidades do negócio; Baixo número de redundâncias de requisitos; Desenvolvimento do software passa a ser guiado pela necessidade do negócio. 3.2 Business Process Modeling Notation (BPMN) O principal objetivo do padrão de representação BPMN é fornecer uma notação universal compreensível para os usuários e analistas do negócio, que criam os rascunhos iniciais dos processos, bem como para os técnicos que irão implementar e monitorar a tecnologia que irá suportar os processos, finalmente, às pessoas de negócios que irão gerenciar e monitorar os processos (OMG, 2011). Manaus, 25 a 27 de abril de ISSN (CDR)

5 Segundo Xavier (2010), o BPMN é provê uma notação com interface amigável e que seja compreendida por todos os usuários envolvidos, desde os analistas de negócios até os analistas de sistemas. González (2007) ressalta que o BPMN fornece um padrão que preenche a lacuna entre os modelos de negócio e sua implementação. Para criação de tais modelos, essa notação dispõe de uma gama de elementos que permite representar um processo de negócio. Esses elementos são divididos por categorias para facilitar a utilização dos mesmos, sendo elas: objetos de fluxos, objetos de conexão, Swimlanes e artefatos, como podem ser visualizados na Figura 1. Figura 1: Elementos do BPMN; Fonte: CERQUEIRA, 2007 (adaptado) Alguns destes elementos da notação BPMN serão utilizados no exemplo da Figura 3, onde a modelagem do processo utilizando pools e lanes facilita a identificação visual da troca de mãos da responsabilidade de agir em cada etapa do processo exemplificado. A partir da Figura 3, é possível, facilmente, visualizar as etapas envolvidas no processo solicitação de lavagem de veículo em um sistema modelado, onde são destacadas as ações pra o gerente do produto e para o cliente, demonstrando com isso as diferentes e complementares visões do processo. 4. Metodologia A metodologia apresentada nesse artigo teve como objetivo estudar o emprego e os benefícios da modelagem de negócio na definição dos requisitos de um sistema e como ela se ajusta no processo durante o desenvolvimento do software. E este método constitui-se das seguintes etapas: a) Pesquisa e estudo dos conceitos pertencentes à Engenharia de Requisitos: esta etapa tem como objetivo uma investigação da importância que a Engenharia de Requisitos assume no ciclo de vida de um sistema. b) Estudo sobre a Definição dos requisitos: esta etapa tem como objetivo uma investigação de como realizar o processo de definição dos requisitos, artefatos gerados, ferramentas e técnicas utilizadas. c) Estudo sobre a Modelagem do Processo de Negócio, seus conceitos e benefícios: essa fase tem como alvo fazer uma revisão, sobre todo processo realizado durante a Modelagem do Processo de Negócio, artefatos gerados e como ela se ajusta na definição dos requisitos. Manaus, 25 a 27 de abril de ISSN (CDR)

6 d) Estudo da Ferramenta BizAgi: ferramenta utilizada a no mapeamento dos modelos AS-IS e TO-BE para realização do fluxo do processo de negócio. O processo, como pode ser visualizado na Figura 2, é realizado ado da seguinte maneira: Figura 2: Processo para Definição dos Requisitos; Fonte: Próprio autor. Para melhor entendimento esse trabalho apresenta um projeto de desenvolvimento de um Sistema de Controle de Lavagem de Veículo, com intuito de analisar como são definidos alguns dos requisitos através da Modelagem de Processo de Negócio, foco deste trabalho. A realização da modelagem AS-IS pode iniciar com as entrevistas com os clientes para levantamento dos dados. A partir dessas informações são criados os modelos AS-IS, com o mapa do processo e seus subprocessos apresentando as etapas do processo, como pode ser visualizado na Figura 3 o modelo do subprocesso Solicita Lavagem do Veículo, que será trabalhado aqui. Os modelos no segundo momento são apresentados aos clientes para validação e seguida são apresentados entados a equipe do projeto para entendimento comum sobre o processo. Com a homologação do modelo AS-IS, essa etapa é finalizada com a elaboração do artefato Descrição do Processo de Negócio - AS-IS. Também são elaborados o Glossário de Negócios e as Regras de Negócios (AS-IS). Figura 3: Modelo do subprocesso Solicitar Lavagem do Veículo AS IS; Fonte: Próprio autor. Manaus, 25 a 27 de abril de ISSN (CDR)

7 A seguir, como mostra a temos o modelo TO-BE, o qual tem como objetivo apresentar as melhorias nas etapas do processo descritos no modelo AS-IS. Durante esta etapa é realizado o levantamento de informações, através de entrevista com o cliente e reunião com a equipe do projeto, para elaboração das melhorias da Modelagem do Processo Atual (AS-IS) e após a etapa de construção do modelo TO-BE, o mesmo é apresentado para validação com os envolvidos para a elaboração de artefatos. À medida que vão sendo apresentados os subprocessos e quando necessário, são realizados os ajustes. A remodelagem de subprocesso representado na Figura 4 destaca as atividades sugeridas como melhorias validadas pelo cliente com tom mais escuro de cinza. As atividades selecionadas são premissas de alguns dos casos uso estudado nesse trabalho. Figura 4: Modelo do subprocesso - Solicitar Lavagem do Veículo TO BE; Fonte: Próprio autor. Após a fase de modelagem de processo de negócio os artefatos gerados são fundamentais para início da etapa de requisito, sendo que a partir das informações advindas da análise do processo, sobretudo com a elaboração do modelo TO-BE, são obtidos os requisitos esperados para o sistema. A fase de definição dos requisitos inicia-se utilizando a entrevista com o cliente para coleta de informações realizadas durante a apresentação do modelo TO-BE. Os analistas de requisitos definem um planejamento para realizar futuras entrevistas, cujo objetivo é o entendimento das necessidades do negócio. Com os artefatos homologados e realização do modelo TO-BE, pode-se realizar uma reunião com a equipe de desenvolvimento para sugerir funcionalidades necessárias para o sistema, utilizando a técnica Brainstorming, por exemplo, onde ideias sugeridas são agrupadas por afinidade baseando na relação entre os itens encontrados. Nesta fase o primeiro artefato gerado é o Documento de Visão, seu objetivo fornece uma visão inicial do projeto e define suas limitações dentro do processo. Com o escopo do projeto definido, esse documento é apresentado para avaliação do cliente. Este servirá como base para acompanhamento e avaliação do projeto sobre impacto no negócio. Utilizam-se categorias de prioridade para estabelecer as necessidades e os requisitos funcionais, dentre eles: essencial, importante e desejável. No VIS os requisitos funcionais são identificados com um identificador único. A numeração inicia com o identificador [RF001] e prossegue sendo incrementada à medida que forem surgindo novos requisitos, como apresentado no Quadro 1. Assim como na Modelagem do TO-BE, as atividades de contexto o são destacadas aqui, como é o caso dos requisitos funcionais RF002 Manter Solicitação de Serviço e RF004 - Gerar Relatório de Serviço. Manaus, 25 a 27 de abril de ISSN (CDR)

8 Quadro 1: Requisitos Funcionais; Fonte: Próprio autor Identificador RF001 RF002 RF003 RF004 Requisito Funcional Manter Cliente Manter Solicitação de Serviço Realizar Pagamento Gerar Relatório de Serviço Durante a fase de especificação de requisito é descrito o Documento de Especificação de Caso de Uso, cujo objetivo é especificar os casos de uso do projeto e fornecer informações para a equipe de projeto e clientes. 5. Resultados alcançados Ao término da fase de especificação de requisito, com a identificação dos cenários e atores envolvidos em cada cenário, os artefatos gerados servirão de insumos para as fases subsequentes, tais como: Análise e Projeto, ao dar suporte para a realização dos casos de uso, através de uma tradução do que precisa ser feito em termos de orientação a objetos e definição de como os requisitos serão implementados; Implementação, ao guiar as etapas de construção, auxiliando na definição das responsabilidades, operações e atributos nas classes; Teste, ao auxiliar na elaboração do plano de testes, através da definição de escopo e objetivo, identificação das características do produto e dos itens a serem testados. As etapas desenvolvidas até este momento podem ser aplicadas a diversos projetos de desenvolvimento de software. 6. Trabalhos relacionados Em Vieira (2012) é apresentada uma técnica de elicitação de requisitos orientada pela modelagem de processos de negócios, denominda REMO (Requirements Elicitation oriented by business process MOdeling). Esta técnica visa auxiliar analistas de sistemas na extração do requisitos de software a partir de diagramas de processos de negócios, utilizando um conjunto de heurísticas. O estudo também descreve a análise qualitativa dos resultados de um estudo experimental para verificar a viabilidade da técnica proposta no contexto de uma elicitação de requisitos, comparada com uma abordagem tradicional. O trabalho de Xavier (2010) propõe a extensão da notação para Modelagem de Processos de Negócio (BPMN). A abordagem proposta, chamada BPMNFR, utiliza catálogos de requisitos não-funcionais, descritos no Framework NFR para orientar a descoberta de suas operacionalizações no modelo de negócios. O principal objetivo do NFR é contribuir para a melhoria na qualidade da especificação, modelagem, análise e decisões tomadas ao longo do processo de desenvolvimento do sistema de informação. Vara (2008) descreve uma abordagem baseada em modelagem de processos de negócios e propõe uma análise feita através de BPMN e Maps 1. Nesta abordagem são utilizados diagramas de processo de negócio (Business Process Diagram - BPD) que são a base para o usuário final validar que o comportamento e a estrutura da 1 É uma abordagem dirigida por meta, cujo objetivo é capturar as intenções de uma empresa ou do sistema e determinar as estratégias que podem contribuir para o cumprimento dessas intenções (VARA, 2008). Manaus, 25 a 27 de abril de ISSN (CDR)

9 organização foram devidamente compreendidos e permite que analistas de sistemas podem propor soluções baseadas no propósito do sistema. 7. Conclusão e Trabalhos Futuros Durante as discussões realizadas para composição deste trabalho notou-se que as informações advindas desta análise do processo são fundamentais para compor os requisitos funcionais e não funcionais, visto que por meio do AS-IS foram observados pontos importantes que deveriam ser melhorados no TO-BE e neste ato de melhoria foram evidenciados que etapas do processo deveriam ser compreendidas do ponto de vista de sistema, sendo estas detalhadas da fase subsequente de requisitos. Na fase de especificação de requisito essas informações definiram o foco para o processo de definição dos requisitos, a partir de que discutiram-se apenas pontos realmente relevantes a solução proposta para o cliente, tal como as regras de negócios e a forma como estas seriam aplicadas para que o sistema atendesse a necessidade funcional de forma coerente ao processo fundamental do respectivo requisito, que a previa compreensão deste processo facilitaria a formulação desta regra. Para trabalhos futuros espera-se empregar os conhecimentos obtidos durante os estudos e realizados nessa pesquisa em diversos projetos de desenvolvimento a fim de aprimorar os conhecimentos sobre as técnicas aplicadas durante o desenvolvimento de sistemas, dessa forma conceber soluções que forneçam eficiência e qualidade de acordo com as expectativas do cliente. 8. Referências bibliográficas ÁVILA, Ana Luiza. SPÍNOLA, Rodrigo O. Introdução à Engenharia de Requisitos. Revista Engenharia de Software Magazine, edição 01, AZEVEDO JUNIOR, Delmir Peixoto de; CAMPOS, Renato de. Definição de requisitos de software baseada numa arquitetura de modelagem de negócios. Prod., São Paulo, v. 18, n. 1, Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=en&nrm=iso>. Acessado em: 14 mai BALDAM, Roquemar de Lima. Gerenciamento de Processos de Negócios no Setor Siderúrgico: Proposta de estrutura para implantação. Tese de Doutorado em Ciências em Engenharia de Produção, Disponível em: Acessado em: 14 mai BETZ, S.; HICKL, S.; OBERWEIS, A. Risk-aware business process modeling and simulation using xml nets. In Commerce and Enterprise Computing (CEC), 2011 IEEE 13th Conference on, pages BPM CBOK. Guia para o Gerenciamento de Processos de Negócio Corpo Comum de Conhecimento. V 2.0 3ª liberação em Português Disponível em: <http://api.ning.com/files/vymaiisgmmiztvscwein*y-ni-akfec5zsejns3yzfkml- H2eAma7kCsd9zGo2GdTWkMHgS8NyC7USuKLRJ2deG2w3Sib8*v/CBOK_v2.0_Portuguese_Edit ion_thrid_release_look_inside.pdf> Acessado em: 19 abr BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Padrão de Trabalho de Modelagem de Processos - Escritório de Processos. 2007, 33 p. Disponível em: < > Acessado em: 14 abr BRAGHETTO, Kelly R. Técnicas de modelagem para a análise de desempenho de processos de negócio. Tese de Doutorado em Ciência da Computação pelo Instituto de Matemática e Estatística, Manaus, 25 a 27 de abril de ISSN (CDR)

10 USP Disponível em: <http://www.ime.usp.br/~kellyrb/files/tese_krbraghetto.pdf> Acessado em: 15 abr CARVALHO, Elaine Alves de. Engenharia de Processos de Negócios e a Engenharia de Requisitos: Análise e Comparações de abordagens e métodos de Elicitação de Requisitos de Sistema Orientada por Processos de Negócio Disponível em: <http://biblioteca.gpi.ufrj.br/jspui/bitstream/1/251/1/dissertacao%20elaine%20carvalho.pdf> Acessado em: 16 abr CERQUEIRA, Ana Luiza A. Integração de Ontologia com Modelagem de Processo: Um Método para Facilitar a Elicitação de Requisitos. Tese de Mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Informática da PUC-Rio, Disponível em: <http://www-di.inf.puc-rio.br/~julio/ana-cap pdf> Acessado em: 08 mar COSTA, Lourenço. Formulação de uma Metodologia de Modelagem de Processos de Negócio para implementação de Workflow. Tese de Mestrado em Engenharia de Produção, Ponta Grossa, Disponível em: <http://www.pg.utfpr.edu.br/dirppg/ppgep/dissertacoes/arquivos/112/dissertacao.pdf>. Acessado em: 16 fev DEMIRORS, O.; GENCEL, C.; TARHAN, A Utilizing business process models for requirements elicitation. In Proceedings of the 29th Euromicro Conference, IEEE CS Press, ELZINGA, D. J.; Horak, T.; Lee, C.; Bruner, C Business Process Management: Survey and Methodology. IEEE Transactions of Engineering Management. 42(2): GONZÁLEZ, J.; DÍAZ, J. Business process-driven requirements engineering: a goal-based approach. In Proc. of 8th Workshop on Business Process Modelling, Development and Support (BPMDS'07), MAGELA, Rogério. Engenharia de Software aplicada Fundamentos. Rio de Janeiro: Alta Books, NOGUEIRA, Amarília da S.; MELO, Áurea Hiléia da S.; SILVA, Kátia Cilene N. da. Engenharia de Software. Manaus: UEA Edições, OBERWEIS, A. An Integrated Approach for the Specification of Processes and Related Complex Structured Objects in Business Applications, Decision Support Systems, 17, 1996, pp OMG. Business Process Management Notation - BPMN. V2.0, Disponível em: <http://www.oatsolutions.com.br/artigos/specbpmn_v2.pdf>. Acessado em: 19 abr PRESSMAN, Roger S. Engenharia de Software Uma Abordagem Profissional. 7ª. ed. Porto Alegre: AMGH, VARA, J. L. De la; SÁNCHEZ, J.; PASTOR, O. Business Process Modelling and Purpose Analysis for Requirements Analysis of Information Systems. In: CAiSE - 20th International Conference on Advanced Information Systems Engineering. 2008, pp VIEIRA, S.R.C.; Viana, D.; do Nascimento, R.; Conte, T., Evaluating a technique for requirements extraction from business process diagrams through empirical studies, Informatica (CLEI), 2012 XXXVIII Conferencia Latinoamericana En, vol., no., pp.1,10, 1-5 Oct XAVIER, L.; Alencar, F.; Castro, J.; Pimentel, J. Integração de Requisitos Não-Funcionais a Processos de Negócio: Integrando BPMN e NFR. In: Workshop de Engenharia de Requisitos, Cuenca, Equador, 2010, pp Manaus, 25 a 27 de abril de ISSN (CDR)

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