TÍTULO: A EDUCAÇÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA- SURDOCEGUEIRA: UM DESAFIO EDUCACIONAL NO ESTADO DE SÃO PAULO.

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1 TÍTULO: A EDUCAÇÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA- SURDOCEGUEIRA: UM DESAFIO EDUCACIONAL NO ESTADO DE SÃO PAULO. Meire Aparecida Barbosa Marisa Aparecida Pereira Santos Universidade Estadual Paulista- Júlio Mesquita Filho - Redefor: Educação Especial e Inclusiva. Palavras-chaves: Educação. Diversidade. Inclusão. Legislação. Surdocegos. INTRODUÇÃO Esta pesquisa que se propôs investigar a realidade inclusiva, em que alunos surdocegos, se encontram inseridos nas escolas de ensino básico, no estado de São Paulo, uma vez que tem o seu direito assegurado e suas necessidades educacionais, devem ser atendidas a curto, médio e ao longo prazo, num determinado espaço de tempo, a ser cumprido de acordo, os parâmetros educacionais e legislativos aplicados no estado de São Paulo. A surdocegueira, para GALVÃO; MIRANDA (2013, p.44) é entendida na literatura especializada brasileira, como uma deficiência única, causada pela perda da visão e da audição, concomitantemente e encontra na proposta da SEESP/MEC (Brasil, 1995ª) objetivos e orientações que a caracterizam como uma subcategoria da deficiência múltipla denominada DV/DA (deficiência visual e deficiência auditiva). O ponto de partida para este estudo foi à legislação brasileira e os documentos internacionais com ênfase na Educação Inclusiva, dos educandos com necessidades educacionais especiais, 1 neste caso em específico, para os alunos com surdocegueira da escola pública estadual. As legislações foram analisadas para verificar se há teoria e concordância com a práxis da inclusão do aluno com deficiência múltipla surdocegueira e se ambos atuam conjuntamente, isto é, se a teoria caminha com a prática, em termos literais. A respeito da qualidade e dos direitos do ensino, dos alunos com necessidades educacionais especiais, foram considerados a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, a Declaração de Jontien de 1990, a Declaração de Salamanca de 1 Esta nomenclatura diz respeito, necessidades educacionais especiais (N.E.E) condiz, com a Declaração de Salamanca (1994) na Espanha, que preconiza sobre todas as deficiências, incluindo as sensoriais, neste caso, a surdocegueira.

2 1994 e a Declaração Interamericana para a Discriminação de Todas as Deficiências de Guatemala de A pesquisa também considerou relevantes, as premissas estabelecidas documento do MEC, Secretaria de Educação Especial (2006) que trata dos pressupostos inclusivos e sobre a múltipla deficiência- surdocegueira em âmbito geral, Saberes e Práticas da Inclusão: Dificuldades de Comunicação e sinalização Surdocegueira /múltipla deficiência sensorial (2006b). No estado de São Paulo, capital, há apenas duas escolas que atendem em Sala de Recursos que atendem surdocegos, uma localizada no bairro da região da Vila Mariana, que por sua vez, é uma Sala de Recursos para Deficientes Auditivos e Surdos, que atendeu um caso, de surdocegueira e outra escola na Grande São Paulo, em Guarulhos, que atende especificamente, alunos surdocegos. Nessas escolas o atendimento dos alunos com deficiência surdocegueira se faz em APE (atendimento educacional especializado) para pessoas com surdocegueira, com o apoio de um intérprete educacional e da professora da Sala de Recursos. Estes alunos, segundo a legislação, têm o direito de frequentarem uma Sala de Recursos, mas eis a questão: há Salas de Recursos especializadas e/ou habilitadas suficientes no estado de São Paulo, para atender alunos surdocegos? As Salas de Recursos atendem os alunos como os deficientes auditivos e/ou alunos surdos ou deficientes visuais (cegos e com baixa-visão)? A pesquisa contribuiu no sentido de trazer informações aos professores, tanto da Educação Básica, como da Educação Especial sobre o processo de inclusão dos estudantes surdocegos, classificados na área das deficiências múltiplas sensoriais, resgatando o contexto histórico educacional, internacional e nacional e das peculiaridades desta clientela. OBJETIVO GERAL O objetivo geral desta pesquisa está em analisar de que forma vêm acontecendo à inclusão dos alunos surdocegos no ambiente educacional e, se estes são atendidos em Salas de Recursos Especializadas. MÉTODOS De acordo, com o objetivo geral e a fim de verificar eficazmente e, detalhadamente se há atendimento educacional adequado em Salas de Recursos no Estado de São Paulo foram coletados os dados, por meio de um questionário

3 formulado, com questões fechadas e aplicado na escola estadual no bairro da Vila Mariana, para a professora especialista em audiocomunicação e intérprete-educacional, para alunos surdocegos do APE e a Direção escolar. Com o intuito de investigar, quais são os pressupostos inclusivos da escola e, por ventura, se acontece uma educação inclusiva, de acordo, com as necessidades educacionais especiais desses alunos com surdocegueira; sendo propiciada a eles no ambiente educacional da Sala de Recursos, lugar este especializado, para atender determinado tipo de deficiência múltipla. RESULTADOS E DISCUSSÕES Os resultados desta pesquisa, relativa à educação dos alunos com deficiência múltipla-surdocegueira, condiz, com a realidade ao quais estes alunos são atendidos, em ambientes educacionais, porém, neste caso, em questão em outra Sala de Recursos e não uma específica, para alunos surdocegos. Já que, a pesquisa foi realizada numa escola estadual pólo, que tem uma Sala de Recursos para alunos surdos e deficientes auditivos, e não, uma específica para alunos surdocegos; que atendeu um caso de uma aluna no EJA 2 com surdocegueira, póslinguística, já alfabetizada, que necessitava de apoio pedagógico, para terminar seus estudos no ensino regular. De acordo, com a diretora da escola, respondente da pesquisa, esta aluna foi recebida eficazmente, pelo corpo docente, as quais formavam naquela época na Sala de Recursos: uma professora regente da sala, uma professora de audiocomunicação e intérprete-educacional, capacitada para ensiná-la a se comunicar e a interagir por meio da Libras, com os demais estudantes surdos e os ouvintes também e uma outra interlocutora de Libras para auxiliar a professora da Sala de Recursos. No entanto, quem esteve sempre ao lado da aluna surdocega, foi à professora capacitada em surdocegueira, ao qual, foi entrevistada, durante este processo da coleta de dados. O currículo funcional para esta aluna foi adaptado, de acordo, com suas necessidades educacionais especiais, com flexibilizações, acerca de todo, o conteúdo ensinado, diante do programa de educação especial destinado a esta educanda. 2 EJA: Educação de Jovens e Adultos, para alunos com deficiência sensorial (auditiva e, neste caso, surdocegueira).

4 A inclusão desta aluna foi progressiva e, simultânea, ao seu desenvolvimento acadêmico, junto à Sala de Recursos e à sua acessibilidade, contínua e gradativa a suas necessidades educacionais especiais; junto à comunidade escolar, superando seus desafios e progredindo passo a passo, até a conclusão do Ensino Médio em Junho de Terminando assim, este processo de atendimento, a aluna com surdocegueira, neste ambiente educacional. Este ano, não foi matriculado nenhum caso, de aluno com surdocegueira nesta referida escola. Porém, a experiência em atendê-los, esta unidade escolar, já apresenta, apesar de não ser, e não ter uma Sala de Recursos somente para alunos surdocegos. CONSIDERAÇÕES FINAIS No que tange, a uma possível consideração final, sobre este artigo em questão; é que na realidade escolar do estado de São Paulo, há uma grande escassez de profissionais especializados na área da surdocegueira e de Salas de Recursos, próprias para alunos com esta deficiência múltipla sensorial. Para tanto, como apontou a pesquisa e análise de dados referente a esta unidade escolar; que recebeu uma aluna surdocega, em seu ambiente e a incluíram em sua Sala de Recursos para alunos surdos, fazendo adaptações necessárias, de acordo, com suas necessidades educacionais especiais, principalmente, em relação à sua linguagem; que no início de sua inclusão, foi à parte mais preponderante, em todo o seu processo educativo e em todos os âmbitos de sua inclusão no ambiente educacional, junto à comunidade escolar e aos seus colegas de classe, surdos também, mas sem problemas visuais. Esta escola estadual, com a Sala de Recursos não destinada, para alunos surdocegos, mas que acolheu consubstancialmente, esta aluna. Concluiu com êxito, seu papel de escola inclusiva e, ainda, proporcionou um ambiente totalmente inclusivo e uma educação de qualidade, para esta educanda da educação especial; que poderia ser negada a sua matrícula nesta referida Sala de Recursos para alunos surdos e, assim, ter ficado sem uma educação especializada e direcionada, às suas necessidades especiais, que foram superadas ao longo do processo educativo. Contudo, cabe a uma requisição, para uma formação mais consistente de profissionais nesta área da educação especial, da surdocegueira; ao qual compromete

5 tantos casos educacionais, que ficam sem apoio pedagógico especializado e, que pouco são estudados, acerca deste assunto, nos ambientes educacionais e mesmo, o aproveitamento de professores de educação especial, na área da deficiência auditiva, que queiram se especializar, na área da surdocegueira. Para tanto, a educação estadual paulista, precisa preocupar-se paulatinamente, sobre esta área da educação especial e se propor a uma formação específica de professores especializados, nesta deficiência múltipla sensorial, da surdocegueira. REFERÊNCIAS BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (MEC). SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL (SEESP). Saberes e Práticas da Inclusão: Dificuldades de Comunicação e sinalização Surdocegueira /múltipla deficiência sensorial. 4ª Edição. Brasília, 2006b. Disponível na internet <http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/surdosegueira.pdf>. Acesso em: 2.out.2015 CADER-NASCIMENTO, A.A.A.F.;COSTA,M.P.R Descobrindo a surdocegueira: educação e comunicação. São Carlos: EdUFSCAR,2010,78 p. DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS. UNESCO, Disponível em: <http:// Acesso em: 15 julho.2015 DECLARAÇÃO MUNDIAL DE EDUCAÇÃO PARA TODOS: plano para satisfazer as necessidades básicas da aprendizagem. Tailândia: UNESCO, Disponível em: <http:// Acesso em: 15. jul.2015 DECLARAÇÃO DE SALAMANCA E LINHAS DE AÇÃO: sobre necessidades educacionais especiais. Brasília: Corde, DECLARAÇÃO DE GUATEMALA: convenção interamericana para a eliminação de todas as formas de discriminação contra as pessoas portadoras de deficiência. GUATEMALA: UNESCO, Disponível em: <http:// Acesso em: 15. julho.2015 GALVÃO, N.C.S.S; MIRANDA, G.T Atendimento Educacional para Alunos com Surdocegueira: um Estudo de caso no Espaço Regular. Revista Brasileira de Educação Especial/Universidade Estadual Paulista,v.19,n.1,p , 2013 Marília: ABPEE, 2013.

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