Plano de Trabalho do Projeto Modelo de Mensuração dos Custos do Ministério da Fazenda

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Plano de Trabalho do Projeto Modelo de Mensuração dos Custos do Ministério da Fazenda"

Transcrição

1 Plano de Trabalho do Projeto Modelo de Mensuração dos Custos do Ministério da Fazenda Heriberto Henrique Vilela do Nascimento Analista de Finanças e Controle Coordenador de Análise Contábil Secretaria-Executiva/Ministério da Fazenda sitio:

2 Objetivos a. Objetivo Geral Desenvolver e implantar o modelo de mensuração dos custos do MF, de maneira a contribuir para a avaliação da eficiência das ações governamentais. b. Objetivos Específicos Realizar diagnóstico de situação e proposição de ideias Propor o modelo de mensuração dos custos para o Ministério Definir estratégia de implantação do modelo Implantar o modelo em todas as Unidades alcançadas pelo PMIMF

3 Justificativa Subsidiar decisões governamentais e organizacionais que conduzam à alocação mais eficiente do gasto público Relevante para o desenvolvimento da gestão e aprimoramento da qualidade do gasto público Permite o conhecimento dos custos das políticas e programas executados, em cotejamento aos resultados obtidos Oferece aos gestores um conjunto de informações gerenciais para cumprir com eficiência, eficácia e efetividade as políticas públicas, gerando valor para a sociedade Serve como referência para desenho e implantação de um modelo de gestão para resultados Fornece subsídio para a formulação da proposta orçamentária, a partir das informações sobre custos, associadas aos benefícios e valores gerados pela atuação da organização pública Atendimento da legislação e determinações dos órgãos de controle

4 Resultados Esperados Disponibilização de informações relacionadas a custos dos órgãos do MF, para subsidiar a tomada de decisões relativas às alocações de recursos do Ministério e avaliação dos resultados Aumento da eficiência, eficácia e efetividade das políticas públicas Cumprimento da legislação pertinente ao assunto e atendimento dos órgãos de controle

5 Premissas Utilização das informações da Cadeia de Valor Integrada do MF como objetos de custo Utilização dos sistemas estruturantes da administração pública federal, como SIAFI e SIAPE e sobretudo o Sistema de Informações de Custos (SIC) Existência de alinhamento conceitual (visão) entre a alta gestão do MF e as equipes Alta disponibilidade das áreas responsáveis pelo desenvolvimento dos produtos deste projeto e áreas de gestão dos diversos órgãos alcançados pelo PMIMF Participação de todos os órgãos alcançados pelo PMIMF para concretização das ações do projeto Patrocínio da alta administração para realização do projeto Disponibilidade de pessoal qualificado ou em condições de se qualificar para a execução do projeto

6

7 O Novo Escopo do Programa 1ª Frente de Trabalho: Planejamento Estratégico 2ª Frente de Trabalho: Inovação (Processos e Projetos) 3ª Frente de Trabalho: Pessoas 4ª Frente de Trabalho: TI PMIMF 5ª Frente de Trabalho: Infraestrutura 6ª Frente de Trabalho: Risco 7ª Frente de Trabalho: Custos

8 Órgãos Colegiados Órgãos Específicos Singulares e SE (Spoa) Gabinete A Nova Abrangência do Programa

9 Não Escopo Utilização de sistemas de informação além do SIAFI, SIAPE, SIOP e SIC Desenvolvimento de indicadores de desempenho, pois cabe ao projeto apenas o objetivo de mensurar e publicar as informações de custos Gestão propriamente dita dos custos no âmbito dos órgãos do Ministério da Fazenda Alterações da estrutura estabelecida pela Cadeia de Valor integrada do MF do PMIMF

10 Cronograma Mar/14 Mai/14 Jul/14 Set/14 Nov/14 Jan/15 Mar/15 Mai/15 Início Seg 10/02/14 Diagnóstico de Situação e Proposição de Ideias Seg 10/02/14 - Qui 26/06/14 Proposta do Modelo de Mensuração dos Custos Qui 26/06/14 - Qua 13/08/14 Definição da Estratégia de Implantação do Modelo de Mensuração dos Custos Qui 14/08/14 - Qui 11/12/14 Implantação do Modelo de Mensuração dos Custos para o Ministério da Fazenda Qui 14/08/14 - Qui 16/04/15 Conclusão Sex 15/05/15 Produto1 Produto 7 Produto 2 Produto 6 Produto 4 Produto 5 Produto 3 Produto 1: Material referente ao tema consolidado - Ter 22/04/14 Produto 2 : Lista de representantes dos Grupos - Qua 28/05/14 Produto 3: Diagnóstico de situação e proposição de ideias realizado - Qua 25/06/14 Produto 4 : Modelo de Mensuração dos Custos proposto - Qua 13/08/14 Produto 5 : Modelo de Mensuração dos Custos validado - Qua 05/11/14 Produto 6: Plano de Implantação do Modelo de Mensuração dos Custos do MF elaborado e validado - Qui 11/12/14 Produto 7 : Modelo de Mensuração dos Custos para o Ministério da Fazenda implantado - Qui 16/04/15

11 Resumo dos Produtos Produto Material referente ao tema consolidado Descrição Documentação relativa a: Legislação vigente; Referências metodológicas e conceituais referentes a custos no governo federal brasileiro; Recomendações dos órgãos centrais da Administração Pública Federal e dos órgãos de controle referentes a custos. Início: 22/04/2014 Término: 22/04/2014

12 Resumo dos Produtos Produto Lista de representantes dos Grupos Início: 22/04/ /04/2014 Término: 22/04/ /05/2014 Descrição - Grupo de Interface: Lista de gestores corporativos de todos os órgãos envolvidos no PMIMF responsáveis por: Indicar os representantes do Grupo Técnico; Validar o Plano de Implantação do Modelo de Custos do MF com o "Comitê Gestor de Custos". - Grupo Técnico: Lista de participantes indicados pelo Grupo de Interface responsáveis pelo desenvolvimento dos produtos do projeto. - Grupo Técnico de Governança: Lista de representantes responsáveis por: Analisar portaria de criação do CEG e seu regimento interno; Propor alterações na portaria e regimento, para incluir o tema "custos"; Redigir minuta de regimento do "Comitê de Governança de Custos" proposto; Acompanhar alterações na portaria e no regimento do CEG.

13 Resumo dos Produtos Produto Diagnóstico de situação e proposição de ideias realizado Início: 29/05/2014 Término: 25/06/2014 Descrição Relatório com contendo: Análise das informações relativas a custos disponíveis no Ministério da Fazenda com ênfase na: o Identificação dos sistemas relacionados; o Análise dos dados constantes nesses sistemas e suas interfaces com custos; o Prospecção dos relatórios de custos disponíveis. Análise das informações relativas à cadeia de valor integrada do Ministério da Fazenda com vistas à identificação dos objetos de custo para o Ministério.

14 Diagnóstico de situação e proposição de ideias Panorama dos Custos do MF Exercício de 2013 Pessoal e Encargos ,50 68,73% Custeio Folha ,17 2,36% TI ,29 12,65% Outros Custeio ,05 16,26% Total ,01 100,00%

15 Diagnóstico de situação e proposição de ideias O nível de departamentalização Um recorte da departamentalização da STN no SIAPE Mês: Nov/2013

16 Diagnóstico de situação e proposição de ideias Modelo Conceitual Sistema de acumulação de custos: por processo Sistema de custeio: custo histórico Método de custeio: Predominância do método direto, com rateio de alguns custos indiretos - O projeto não contempla a alocação dos custos das unidades/processos meio aos processos finalísticos.

17

18 Nível de Detalhamento Os Níveis de Detalhe da Informação sobre Processos Cadeia de Valor Macroprocessos Processos Atividades

19 A Cadeia de Valor como Ferramenta de Gestão Processos Finalísticos Processos de Suporte

20 A Cadeia de Valor como Ferramenta de Gestão Título da Cadeia Valor Entregue Atores Macroprocesso Processo

21 Diagnóstico de situação e proposição de ideias Exemplos de Possíveis Objetos de Custo Finalísticos Arrecadação e controle do crédito tributário Gestão dos Créditos Inscritos em Dívida Ativa Administração Aduaneira Fiscalização Tributária Gestão da Dívida Pública Federal Gestão das Operações de Crédito à Exportação Gestão do Crédito e Haveres Financeiros Gestão dos Sistemas de Contabilidade e Custos do Setor Público Programação e Administração Financeira Acompanhamento Econômico Monitoramento e Avaliação da Política Econômica Julgamento de Recursos Administrativos Fiscais

22 Diagnóstico de situação e proposição de ideias Exemplos de Possíveis Objetos de Custo de Estratégia, Gestão e Suporte Gestão e Controle Institucional Gestão Orçamentária, Financeira e Contábil Gestão da Comunicação Educação Corporativa Gestão de Pessoas Gestão de TIC Administração e Logística Gestão e Controle Institucional Desenvolvimento organizacional Gestão Orçamentária, Financeira e Contábil Educação Corporativa Gestão de Pessoas Gestão de TIC Administração e Logística

23 CÓDIGO FINALÍSTICO OU GESTÃO 1 FINALÍSTICO 2 GESTÃO Objeto de Custo Finalístico 2 Cadeia: Gestão dos créditos da Fazenda Pública 21 Macroprocesso: Fiscalização Tributária 10 Ator: RFB Diagnóstico de situação e proposição de ideias CÓDIGO DO TIÍTULO DA CADEIA TÍTULO DA CADEIA GESTÃO INTEGRADA DAS POLÍTICAS ECONÔMICAS E SUPORTE À FORMULAÇÃO DAS POLÍTICAS SETORIAIS GESTÃO DOS CRÉDITOS DA FAZENDA PÚBLICA CONTROLE FISCAL E GESTÃO DOS RECURSOS PÚBLICOS DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E FISCALIZAÇÃO E CONTROLE DO COMERCIO EXTERIOR 5 5 REGULAÇÃO, MONITORAMENTO E CONTROLE DAS ATIVIDADES ECONÔMICAS CONSULTORIA JURÍDICA E REPRESENTAÇÃO EXTRAJUDICIAL 7 7 MONITORAMENTO E CONTROLE DAS ATIVIDADES FINANCEIRAS PREVENÇÃO E SOLUÇÃO DE LITÍGIO FISCAL RELACIONAMENTO COM SOCIEDADE E GOVERNOS CÓDIGO DOS MACROPROCESSOS MACROPROCESSOS 10 Monitoramento Econômico 11 Análise e Encaminhamento das Demandas de Formulação Política 12 Harmonização dos Procedimentos Relacionados a Benefícios e Incentivos Vinculados ao ICMS 13 Suporte à Gestão das Políticas 14 Formulação e Preparação da Decisão 15 Monitoramento e Avaliação das Políticas Econômicas 20 Arrecadação e Controle dos Créditos da Fazenda Pública 21 Fiscalização Tributária 30 Planejamento Fiscal-Financeiro 31 Gestão das Demandas de Financiamento Público e Proposição de Medidas Fiscais-Financeiras 32 Gestão de Ativos e Passivos 33 Relações Financeiras e Controle das Operações de Crédito de Estados e Municípios 34 Gestão da Contabilidade e Informações de Custos do Setor Público 35 Administração Financeira CÓDIGO ATORES 01 CARF 02 COAF 03 CONFAZ 04 CRSFN 05 CRSNSP 06 ESAF 07 GMF 08 MF 09 PGFN 10 RFB 11 SAIN 12 SE 13 SEAE 14 SPE 15 STN

24 Resumo dos Produtos Produto Modelo de Mensuração dos Custos proposto Descrição Proposta de Modelo com foco: Metodologias de apropriação dos custos aos seus objetos; Sistemática de extração dos dados relativas aos sistemas (quando necessário); Necessidades de parametrização dos sistemas identificados; Apresentação dos relatórios de custos no SIC; Papeis e responsabilidades; Fluxo de informações. Início: 26/06/2014 Término: 13/08/2014

25 Resumo dos Produtos Produto Modelo de Mensuração dos Custos validado Descrição Relatório contendo: Documentação referente à execução da técnica de validação proposta. Ex.: caso seja definida a execução de um piloto como forma de validação, o projeto deverá entregar toda a documentação que comprove a execução do piloto. Resultados da validação do Modelo de Mensuração dos Custos, incluindo os possíveis ajustes. Início: 14/08/2014 Término: 05/11/2014

26 Resumo dos Produtos Produto Descrição Plano de Implantação do Modelo de Mensuração dos Custos do MF elaborado e validado Plano contendo orientações relacionadas ao uso e evolução do Modelo de Mensuração dos Custos desenvolvido. Início: 06/11/2014 Término: 11/12/2014

27 Resumo dos Produtos Produto Modelo de Mensuração dos Custos para o Ministério da Fazenda implantado Início: 12/12/2014 Término: 16/04/2015 Descrição Documentação relacionada às adaptações referentes à Rede de Inovação, considerando: o Portaria e regimento do CEG alterados; o Adequação do Modelo de Governança da Rede de Inovação do Ministério da Fazenda ; Relatório de Custos implantado e publicado no âmbito do MF. Componentes possíveis do Relatório de Custos: 1. Relatório de Custos por Macroprocesso Estratégico, detalhando por Pessoal, TI e outros custos. 2. Relatório de Custos de Prog/Ação por UO e GND 3. Relatório de Custos de Pessoal por UORG 4. Relatório de Custeio por UGE e UGR

28 O futuro do Brasil chegou. Domenico de Masi Heriberto Henrique Vilela do Nascimento Analista de Finanças e Controle Coordenador de Análise Contábil Secretaria-Executiva/Ministério da Fazenda sitio:

Ministério da Fazenda. Modelo de Mensuração dos Custos. Outubro/2016

Ministério da Fazenda. Modelo de Mensuração dos Custos. Outubro/2016 Ministério da Fazenda Modelo de Mensuração dos Custos Outubro/2016 PMIMF: FRENTES DE TRABALHO O PMIMF está estruturado, em 7 FRENTES DE TRABALHO, paralelas e simultâneas: I. Planejamento Estratégico II.

Leia mais

Ministério da Fazenda. Modelo de Mensuração dos Custos

Ministério da Fazenda. Modelo de Mensuração dos Custos Ministério da Fazenda Modelo de Mensuração dos Custos Novembro de 2014 Objetivo Desenvolver e implantar o modelo de mensuração dos custos do MF, de maneira a contribuir para a avaliação da eficiência das

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração Coordenação-Geral de Recursos Humanos

MINISTÉRIO DA FAZENDA Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração Coordenação-Geral de Recursos Humanos ÓRGÃO: GRA-PR QUADRO GERAL DO PLANO SETORIAL DE APRENDIZAGEM PERMANENTE - 2007 Campos de Conhecimento Número de Carga Custo Total Participante Horária FINANÇAS PÚBLICAS 23 180 15.980,00 TÉCNICO-COMPLEMENTAR

Leia mais

Missão. Visão. Objetivos Estratégicos (OE)

Missão. Visão. Objetivos Estratégicos (OE) Identidade Organizacional - Acesso à informação - IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos R O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) é uma autarquia

Leia mais

Maria da Conceição B.de Rezende Ladeira

Maria da Conceição B.de Rezende Ladeira Maria da Conceição B.de Rezende Ladeira Junho/2016 ADMINISTRAÇAO PÚBLICA Transparência; Governança; Indicadores de Resultados alinhados a estratégias dos governos; Qualidade do gasto público;... Novo cenário

Leia mais

Consultoria e Assessoria Pública Ltda

Consultoria e Assessoria Pública Ltda Consultoria e Assessoria Pública Ltda Ofício n.º xxxxxxxx Araçatuba, xx de março de 2012. A Sua Excelência o Senhor Nome do destinatário Cargo do destinatário Assunto: Cronograma de das NBCASP (Portaria

Leia mais

Oficina II - Informação de custo para a gestão de programas nos órgãos setoriais

Oficina II - Informação de custo para a gestão de programas nos órgãos setoriais Oficina II - Informação de custo para a gestão de programas nos órgãos setoriais Coordenação: STN - Arthur Pinto e Welinton Vitor Relatoria: SPI - Andréia Rodrigues Objetivo da Oficina Apresentar experiências

Leia mais

Parte I Dimensões do Uso de Tecnologia de Informação, 5

Parte I Dimensões do Uso de Tecnologia de Informação, 5 Sumário Introdução, 1 Parte I Dimensões do Uso de Tecnologia de Informação, 5 1 Direcionadores do Uso de Tecnologia de Informação, 7 1.1 Direcionadores de mercado, 8 1.2 Direcionadores organizacionais,

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO COMPETÊNCIA DEZEMBRO/2015 Existe o risco que você não pode jamais correr, e existe o risco que você não pode deixar de correr. Peter Drucker I. INTRODUÇÃO

Leia mais

Informação de Custos e Qualidade do Gasto Público

Informação de Custos e Qualidade do Gasto Público I SEMINÁRIO POTIGUAR SOBRE CONTABILIDADE, CUSTOS E QUALIDADE DO GASTO NO SETOR PÚBLICO Informação de Custos e Qualidade do Gasto Público Nelson Machado e Victor Holanda MAIO 2011, NATAL RN Ambiente e Desafios

Leia mais

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. CNPJ 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE 35300010230 RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO GESTÃO INTEGRADA DE RISCO OPERACIONAL, CONTROLES INTERNOS E COMPLIANCE Objetivo Este documento

Leia mais

Desdobrando o Mapa Estratégico da Justiça Federal do Rio Grande do Sul

Desdobrando o Mapa Estratégico da Justiça Federal do Rio Grande do Sul Desdobrando o Mapa Estratégico da Justiça Federal do Rio Grande do Sul Marcelo De Nardi Porto Alegre, 04 de julho de 2011. CONTEXTUALIZAÇÃO Poder Judiciário no Contexto da Gestão Pública Nacional Processos

Leia mais

POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, AUTOMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO DAS EMPRESAS ELETROBRAS. 2ª Versão

POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, AUTOMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO DAS EMPRESAS ELETROBRAS. 2ª Versão POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, AUTOMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO DAS EMPRESAS ELETROBRAS 2ª Versão Sumário 1 Objetivo... 3 2 Conceitos... 3 3 Princípios... 4 4 Diretrizes... 5 5 Responsabilidades... 5

Leia mais

ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 1. OBJETO DE CONTRATAÇÃO A presente especificação tem por objeto a contratação de empresa Especializada de Consultoria para Planejamento da Estrutura Funcional e Organizacional

Leia mais

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S 1 MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S.A. - ELETROBRÁS TOMADA DE PREÇOS N 3/2007 ANEXO I ESPECIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS 2 ÍNDICE 1. Objeto 3 2. Justificativa 3 3. Diretrizes 4 3.1.

Leia mais

Regimento Interno da Auditoria Interna Regimento Interno

Regimento Interno da Auditoria Interna Regimento Interno da Auditoria Interna da Auditoria Interna Versão 1.0 Data de criação 08/06/2015 Data de modificação N/A Tipo de documento Índice 1. Objetivo... 4 2. Atuação... 4 3. Missão da Auditoria Interna... 4 4.

Leia mais

NORMA DE ELABORAÇÃO DE INSTRUMENTOS NORMATIVOS - NOR 101

NORMA DE ELABORAÇÃO DE INSTRUMENTOS NORMATIVOS - NOR 101 ASSUNTO: Elaboração de Instrumentos Normativos MANUAL DE ORGANIZAÇÃO APROVAÇÃO: Deliberação DIREX nº 25, de 12/05/2016 COD. VIGÊNCIA: 100 12/05/2016 NORMA DE ELABORAÇÃO DE INSTRUMENTOS 1/10 SUMÁRIO 1 FINALIDADE...

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DE BACABEIRA-MA - Plano de Trabalho - PLANO DE TRABALHO. Bacabeira-MA

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DE BACABEIRA-MA - Plano de Trabalho - PLANO DE TRABALHO. Bacabeira-MA PLANO DE TRABALHO Bacabeira-MA 2015 1. INTRODUÇÃO O presente Plano de Trabalho refere-se ao contrato firmado entre a Prefeitura Municipal de Bacabeira e a empresa de consultoria especializada de razão

Leia mais

Contratualização de Resultados

Contratualização de Resultados Contratualização de Resultados Contratualização de Resultados CONCEITO E PREMISSA FUNDAMENTAL SOBRE CONTRATOS DE GESTÃO O contrato de gestão é um instrumento de pactuação de resultados, que relaciona secretarias

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS NO SETOR PÚBLICO P O DESAFIO. Brasília, Setembro 2005

GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS NO SETOR PÚBLICO P O DESAFIO. Brasília, Setembro 2005 GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS NO SETOR PÚBLICO P : O DESAFIO. Brasília, Setembro 2005 CUSTOS NO SETOR PÚBLICO: P Diversidade de visões. Objetivos - custo para otimização de resultados, para melhoria de

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE GOVERNANÇA, SISTEMAS E INOVAÇÃO

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE GOVERNANÇA, SISTEMAS E INOVAÇÃO MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE GOVERNANÇA, SISTEMAS E INOVAÇÃO MODELO DE GESTÃO Estratégia de Governança Digital 1. OBJETIVO

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE PROJETO AUTOR(ES) : João

ESPECIFICAÇÃO DE PROJETO AUTOR(ES) : João AUTOR(ES) : João AUTOR(ES) : João NÚMERO DO DOCUMENTO : VERSÃO : 1.1 ORIGEM STATUS : c:\projetos : Acesso Livre DATA DO DOCUMENTO : 22 novembro 2007 NÚMERO DE PÁGINAS : 13 ALTERADO POR : Manoel INICIAIS:

Leia mais

O Modelo de Gestão da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) 1. Breve histórico

O Modelo de Gestão da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) 1. Breve histórico O Modelo de Gestão da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) 1. Breve histórico Toda organização busca definir e implementar um modelo de gestão que traga melhores resultados e o cumprimento de

Leia mais

Apoio: Conselho Federal de Contabilidade - CFC Embaixada Britânica Serviço de Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE

Apoio: Conselho Federal de Contabilidade - CFC Embaixada Britânica Serviço de Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE INFORMAÇÕES GERAIS Objetivo Geral: Discutir a estratégia de implantação, disseminação, elaboração e uso de informação de custos no setor público no Brasil, bem como intensificar a agenda de cooperação

Leia mais

Governança aplicada à Gestão de Pessoas

Governança aplicada à Gestão de Pessoas Governança de pessoal: aperfeiçoando o desempenho da administração pública Governança aplicada à Gestão de Pessoas Ministro substituto Marcos Bemquerer Brasília DF, 15 de maio de 2013 TCU Diálogo Público

Leia mais

CONSULTOR DE VENDAS (Cód.: 0254) Atribuições da Função:

CONSULTOR DE VENDAS (Cód.: 0254) Atribuições da Função: CONSULTOR DE VENDAS (Cód.: 0254) Atribuições da Função: Realizar vendas; Análise da necessidade do cliente e Pós-vendas; Consultoria em vendas de materiais de construção; Formação Necessária: Ensino médio

Leia mais

Não Conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva

Não Conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva 1. HISTÓRICO DE REVISÕES Revisão: 02 Página 1 de 6 DATA REVISÃO RESUMO DE ALTERAÇÕES 20/08/2013 00 Emissão inicial 21/08/2014 01 03/12/2015 02 Definição mais clara da sistemática de tratativa de cargas

Leia mais

Proposta metodológica para a segunda fase do Planejamento Estratégico do INPE

Proposta metodológica para a segunda fase do Planejamento Estratégico do INPE Proposta metodológica para a segunda fase do Planejamento Estratégico do INPE (Documento apresentado para o Grupo Gestor em 8/dezembro/2006) SUMÁRIO APRESENTAÇÃO...1 OBJETIVO...1 ANTECEDENTES...1 ELABORAÇÃO

Leia mais

REGIMENTO DA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS CAPÍTULO I FINALIDADE E COMPETÊNCIA

REGIMENTO DA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS CAPÍTULO I FINALIDADE E COMPETÊNCIA REGIMENTO DA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS CAPÍTULO I FINALIDADE E COMPETÊNCIA Art. 1º - A Secretaria de Relações Institucionais SERIN, criada pela Lei nº 10.549, de 28 de dezembro de 2006, tem

Leia mais

SICONV CE CADASTRO GERAL DE PARCEIROS

SICONV CE CADASTRO GERAL DE PARCEIROS CADASTRO GERAL DE PARCEIROS AGENDA 1. Contextualização 2. SICONV-Ceará: Ferramenta de Suporte ao Processo de Transferência de Recursos Financeiros 1. Contextualização 1.1 Projeto de Controle Interno Preventivo

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAMBIENTAL

RESPONSABILIDADE SOCIAMBIENTAL PRSA 2ª 1 / 7 ÍNDICE 1. OBJETIVO... 2 2. ALCANCE... 2 3. ÁREA GESTORA... 2 3.1 ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES... 2 3.1.1 DIRETOR RESPONSÁVEL - RESOLUÇÃO 4.327/14... 2 3.1.2 COORDENADOR ESPONSÁVEL PRSA

Leia mais

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ORGANOGRAMA

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ORGANOGRAMA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ORGANOGRAMA ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DAS ATIVIDADES ESTÁGIOSUPERVISIONADO INTEGRADO AO TRABALHO DE CURSO Colegiado: -Validar o

Leia mais

Prospecção Tecnológica. 30 de agosto de 2012.

Prospecção Tecnológica. 30 de agosto de 2012. Prospecção Tecnológica 30 de agosto de 2012. A ação será executada por: A Equipe O Projeto Prospecção Tecnológica Objetivo Possibilitar a implantação de novas tecnologias que permitam redução de custos,

Leia mais

VIX LOGÍSTICA S/A COMITÊ DE GOVERNANÇA CORPORATIVA E GESTÃO DE PESSOAS

VIX LOGÍSTICA S/A COMITÊ DE GOVERNANÇA CORPORATIVA E GESTÃO DE PESSOAS VIX LOGÍSTICA S/A COMITÊ DE GOVERNANÇA CORPORATIVA E GESTÃO DE PESSOAS 1. Objetivo O Comitê de Governança Corporativa e Gestão de Pessoas é um órgão acessório ao Conselho de Administração (CAD) da VIX

Leia mais

TERMO DE ABERTURA DO PROJETO

TERMO DE ABERTURA DO PROJETO 1 Nome do Projeto 2 Código Projeto Fiscalização do Exercício e Atividade Profissional 3 Coordenador(a) 4 Tipo de Projeto João Augusto de Lima Estratégico 5 Gestor(a) 6 Programa Igor de Mendonça Fernandes

Leia mais

XV CONVENÇÃO DE CONTABILIDADE do Rio Grande do Sul Agosto de 2015 Classificação da Informação: Uso Interno

XV CONVENÇÃO DE CONTABILIDADE do Rio Grande do Sul Agosto de 2015 Classificação da Informação: Uso Interno XV CONVENÇÃO DE CONTABILIDADE do Rio Grande do Sul Agosto de 2015 MAIS DO QUE NÚMEROS PA TO MT RO 3 milhões Associados Mais de 18 mil GO Colaboradores SP MS RJ PR RS Mais de 100 empresas Mais de 1.300

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA Agosto de 2015 INTRODUÇÃO O Ministério de Educação (MEC) através do Sistema Nacional

Leia mais

O PAPEL ESTRATÉGICO DA CONTROLADORIA E DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (RI) 2ª. PARTE: FOCO NA CONTROLADORIA E NAS GESTÃO DAS INFORMAÇÕES

O PAPEL ESTRATÉGICO DA CONTROLADORIA E DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (RI) 2ª. PARTE: FOCO NA CONTROLADORIA E NAS GESTÃO DAS INFORMAÇÕES O PAPEL ESTRATÉGICO DA CONTROLADORIA E DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (RI) 2ª. PARTE: FOCO NA CONTROLADORIA E NAS GESTÃO DAS INFORMAÇÕES Eraldo Soares Peçanha 51 Principais Papéis da Controladoria 1. DAR

Leia mais

O Baobá. é a árvore da vida, e tem em si a mais profunda mensagem de sustentabilidade e prosperidade.

O Baobá. é a árvore da vida, e tem em si a mais profunda mensagem de sustentabilidade e prosperidade. O Baobá é a árvore da vida, e tem em si a mais profunda mensagem de sustentabilidade e prosperidade. Especializada em gestão e sociedade, com foco em sustentabilidade para os setores público e privado.

Leia mais

Termos de Referência para Serviços especializados de consultoria Individual na área de Especialista em Processo Administrativo- Fiscal

Termos de Referência para Serviços especializados de consultoria Individual na área de Especialista em Processo Administrativo- Fiscal Termos de Referência para Serviços especializados de consultoria Individual na área de Processo Administrativo- Fiscal Projeto de Modernização Fiscal do Tocantins (PMF/TO) Banco Interamericano de Desenvolvimento

Leia mais

ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN Administração - Campus Mossoró) 3ª SÉRIE

ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN Administração - Campus Mossoró) 3ª SÉRIE ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN 2016.2 Administração - Campus Mossoró) 3ª SÉRIE DISCIPLINAS DA SÉRIE GESTÃO DA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIA GESTÃO DE PESSOAS DIREITO EMPRESARIAL E TRABALHISTA CONTABILIDADE Os recursos

Leia mais

DE ONDE VIEMOS E PARA ONDE VAMOS? Contratação da consultoria

DE ONDE VIEMOS E PARA ONDE VAMOS? Contratação da consultoria DE ONDE VIEMOS E PARA ONDE VAMOS? Contratação da consultoria DE ONDE VIEMOS E PARA ONDE VAMOS? Mobilização da equipe Contratação da consultoria DE ONDE VIEMOS E PARA ONDE VAMOS? Definições conceitual,

Leia mais

PIUMA RS PLANO DIRETOR DE IRRIGAÇÃO NO CONTEXTO DOS USOS MÚLTIPLOS DA ÁGUA PARA O RIO GRANDE DO SUL. O Processo de Construção do PIUMA-RS

PIUMA RS PLANO DIRETOR DE IRRIGAÇÃO NO CONTEXTO DOS USOS MÚLTIPLOS DA ÁGUA PARA O RIO GRANDE DO SUL. O Processo de Construção do PIUMA-RS PIUMA RS PLANO DIRETOR DE IRRIGAÇÃO NO CONTEXTO DOS USOS MÚLTIPLOS DA ÁGUA PARA O RIO GRANDE DO SUL O Processo de Construção do PIUMA-RS Resultados e Consequências Plano Diretor de Irrigação no Contexto

Leia mais

Política de Auditoria Interna

Política de Auditoria Interna Política de Auditoria Interna 22 de outubro 2013 Define a missão, a independência, a objetividade, as responsabilidades e regulamenta a função da auditoria interna. ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. PÚBLICO ALVO...

Leia mais

4.6. ATENDIMENTO ÀS METAS DO PLANO/PROGRAMA/PROJETO

4.6. ATENDIMENTO ÀS METAS DO PLANO/PROGRAMA/PROJETO 4.6. ATENDIMENTO ÀS METAS DO PLANO/PROGRAMA/PROJETO A planilha de atendimento às metas do projeto é apresentada na sequência. Metas Proporcionar os elementos necessários para que seja definido o processo

Leia mais

Prioridades da Agenda de Marco Institucional da MEI

Prioridades da Agenda de Marco Institucional da MEI 2ª REUNIÃO DO COMITÊ DE LÍDERES DA MEI DE 2016 Prioridades da Agenda de Marco Institucional da MEI Gilberto Peralta GE 13 de maio de 2016 MARCO INSTITUCIONAL Emenda Constitucional nº 85 Inserção da inovação

Leia mais

Governança e Gestão das Aquisições. Encontro com fornecedores dos Correios. Brasília Junho/2016

Governança e Gestão das Aquisições. Encontro com fornecedores dos Correios. Brasília Junho/2016 Governança e Gestão das Aquisições Encontro com fornecedores dos Correios Brasília Junho/2016 Agenda Importância do tema para o TCU Criticidade das aquisições O porquê da Governança Governança x Gestão

Leia mais

O Instituto ABRADEE da Energia a serviço da sociedade para aprimoramento do Modelo do Setor Elétrico Brasileiro. Brasília 014 de outubro de 2015

O Instituto ABRADEE da Energia a serviço da sociedade para aprimoramento do Modelo do Setor Elétrico Brasileiro. Brasília 014 de outubro de 2015 O Instituto ABRADEE da Energia a serviço da sociedade para aprimoramento do Modelo do Setor Elétrico Brasileiro 1 Brasília 014 de outubro de 2015 Pauta 1) Por que propor um Projeto de P&D Estratégico para

Leia mais

O ACORDO DE RESULTADOS E O PRÊMIO DE PRODUTIVIDADE EM MINAS GERAIS: FORTALECENDO O ALINHAMENTO ENTRE PESSOAS, ORGANIZAÇÕES E A ESTRATÉGIA

O ACORDO DE RESULTADOS E O PRÊMIO DE PRODUTIVIDADE EM MINAS GERAIS: FORTALECENDO O ALINHAMENTO ENTRE PESSOAS, ORGANIZAÇÕES E A ESTRATÉGIA O ACORDO DE RESULTADOS E O PRÊMIO DE PRODUTIVIDADE EM MINAS GERAIS: FORTALECENDO O ALINHAMENTO ENTRE PESSOAS, ORGANIZAÇÕES E A ESTRATÉGIA O que é o Acordo de Resultados Instrumento de pactuação de resultados

Leia mais

Seleção Interna nº 14/2013/SOF Em 26 de fevereiro de Do Objetivo

Seleção Interna nº 14/2013/SOF Em 26 de fevereiro de Do Objetivo Seleção Interna nº 14/2013/SOF Em 26 de fevereiro de 2013. Assunto: Cargo em comissão. Provimento via processo seletivo. Do Objetivo 1. A presente Seleção Interna visa ao provimento do cargo de Assistente

Leia mais

Apresentação do representante Técnico

Apresentação do representante Técnico Apresentação do representante Técnico Alfredo Fonseca Bacharel em Administração de Empresas Pós Graduado em Gestão Estratégica e Gestão da Segurança no Trabalho Auditor ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Resolução 3.988/2011. Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Resolução 3.988/2011. Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital Sumário RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL... 3 1. INTRODUÇÃO... 3

Leia mais

adequadas ao contexto econômico-financeiro e institucional das empresas;

adequadas ao contexto econômico-financeiro e institucional das empresas; 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas do Sistema Eletrobrás, através da integração da logística de suprimento de bens e serviços, visando o fortalecimento de seu poder de compra

Leia mais

Patricia de Campos Couto MS/SCTIE/DECIT/CGPC

Patricia de Campos Couto MS/SCTIE/DECIT/CGPC Patricia de Campos Couto MS/SCTIE/DECIT/CGPC AVALIAÇÃO DOS PROJETOS Diligências/informações INSTITUIÇÕES Projeto SE Credenciamento Distribuição SECRETARIAS Análise Parecer conclusivo SECRETARIAS Acompanhamento

Leia mais

A empresa quantifica aspectos socioambientais nas projeções financeiras de:

A empresa quantifica aspectos socioambientais nas projeções financeiras de: Os trechos em destaque encontram-se no Glossário. Dimensão Econômica Critério I - Estratégia Indicador 1 - Planejamento Estratégico 1. Assinale os objetivos que estão formalmente contemplados no planejamento

Leia mais

ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN Administração Graduação Executiva- Campus Mossoró) 6ª SÉRIE

ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN Administração Graduação Executiva- Campus Mossoró) 6ª SÉRIE DISCIPLINAS DA SÉRIE DISCIPLINAS DAS SÉRIES ANTERIORES ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN 2016.2 Administração Graduação Executiva- Campus Mossoró) 6ª SÉRIE GESTÃO ESTRATEGICA GESTÃO FINANCEIRA AVANÇADA LOGISTICA

Leia mais

Custos no Setor Público: Ferramenta da Melhoria da Qualidade do Gasto Público. Florianópolis 17 de Abril 2015

Custos no Setor Público: Ferramenta da Melhoria da Qualidade do Gasto Público. Florianópolis 17 de Abril 2015 Custos no Setor Público: Ferramenta da Melhoria da Qualidade do Gasto Público Florianópolis 17 de Abril 2015 1 Qualidade do Gasto Público Conceito visualiza duas Dimensões : (em construção *) Macro (Estratégico)

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRZ4012 EDITAL Nº 005/2010 1. Perfil: TR 007/2010-CGS - CIÊNCIAS SOCIAIS APLICÁVEIS 3. Qualificação educacional: Graduação na área de CIÊNCIAS SOCIAIS

Leia mais

ANEXO I TRILHAS DE APRENDIZAGEM DO PFGC

ANEXO I TRILHAS DE APRENDIZAGEM DO PFGC 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA DIREÇÃO GERAL DO CAMPUS JOÃO PESSOA PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE GESTORES

Leia mais

POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL

POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL Informação Pública 13/5/2016 ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 REFERÊNCIA... 3 4 CONCEITOS... 3 5 DIRETRIZES... 4 6 RESPONSABILIDADES... 7 7 INFORMAÇÕES DE CONTROLE... 10 13/5/2016 Informação

Leia mais

POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS

POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS Informação Pública 13/5/2016 ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 PRINCÍPIOS... 3 4 REFERÊNCIAS... 4 5 CONCEITOS... 4 6 PRERROGATIVAS... 4 7 DIRETRIZES... 5 8 RESPONSABILIDADES...

Leia mais

Marcelo Henrique dos Santos

Marcelo Henrique dos Santos Marcelo Henrique dos Santos Mestrado em Educação (em andamento) MBA em Marketing e Vendas (em andamento) Especialista em games Bacharel em Sistema de Informação Email: marcelosantos@outlook.com TECNOLOGIA

Leia mais

P24 Criar Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação 2011/2012 Líder: Maria Cecília Badauy

P24 Criar Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação 2011/2012 Líder: Maria Cecília Badauy P24 Criar Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação 2011/2012 Líder: Maria Cecília Badauy Brasília, 13 de Julho de 2011 Perspectiva: Aprendizado e Crescimento Planejamento Estratégico Objetivo

Leia mais

FORMULÁRIO DE CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROCESSO (MINUTA) SELECIONAR SUJEITOS PASSIVOS PARA FISCALIZAÇÃO

FORMULÁRIO DE CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROCESSO (MINUTA) SELECIONAR SUJEITOS PASSIVOS PARA FISCALIZAÇÃO Contextualização do Processo (MINUTA) FORMULÁRIO DE CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROCESSO (MINUTA) 03.02.01.01. SELECIONAR SUJEITOS PASSIVOS PARA FISCALIZAÇÃO Contextualização do Processo (MINUTA) 1. VINCULAÇÃO

Leia mais

Pulo do Gato Receita Federal. Graciano Rocha

Pulo do Gato Receita Federal. Graciano Rocha Pulo do Gato Receita Federal Graciano Rocha Edital RFB 2012 e 2014 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA:1. Organização do Estado e da Administração Pública. 2. Modelos teóricos de Administração Pública: patrimonialista,

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Institucional

Plano de Desenvolvimento Institucional Plano de Desenvolvimento Institucional Âmbito de atuação Missão Visão Elementos Duráveis Princípios Elementos Mutáveis (periodicamente) Análise Ambiental Objetivos Estratégicos Metas Planos de Ação PDI

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA 1. OBJETO 2. JUSTIFICATIVA

TERMO DE REFERÊNCIA 1. OBJETO 2. JUSTIFICATIVA TERMO DE REFERÊNCIA 1. OBJETO O objeto deste Termo de Referência é a contratação de serviços de consultoria especializada para a implantação de processos de modernização do atendimento presencial ao cidadão,

Leia mais

CURSO: ADMINISTRAÇÃO

CURSO: ADMINISTRAÇÃO CURSO: ADMINISTRAÇÃO EMENTAS - 2016.1 1º PERÍODO DISCIPLINA: MATEMÁTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO Equações do primeiro e segundo graus com problemas. Problemas aplicando sistemas; sistemas com três incógnitas

Leia mais

Seminário Nacional NTU Lei Anticorrupção e Programa de Compliance. Lélis Marcos Teixeira

Seminário Nacional NTU Lei Anticorrupção e Programa de Compliance. Lélis Marcos Teixeira Seminário Nacional NTU - 2014 Lei Anticorrupção e Programa de Compliance Lélis Marcos Teixeira 28/agosto/2014 Iniciativas FETRANSPOR Lei 12.846/2013 Agenda Abertura Histórico Iniciativas Dúvidas Encerramento

Leia mais

RESUMO DA CHAMADA PÚBLICA MCTI/SECIS/FINEP/FNDCT - VIVER SEM LIMITE 01/2015

RESUMO DA CHAMADA PÚBLICA MCTI/SECIS/FINEP/FNDCT - VIVER SEM LIMITE 01/2015 RESUMO DA CHAMADA PÚBLICA MCTI/SECIS/FINEP/FNDCT - VIVER SEM LIMITE 01/2015 Salvador Out/2015 1. OBJETIVO Selecionar propostas para apoio financeiro a projetos de pesquisa, desenvolvimento tecnológico

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº. 239, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013.

LEI MUNICIPAL Nº. 239, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013. LEI MUNICIPAL Nº. 239, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013. Dispõe sobre o Plano Plurianual do Município de Pauini para o período 2014-2017. A PREFEITA MUNICIPAL DE PAUINI, FAZ saber a todos que a Câmara Municipal

Leia mais

SPED - Sistema Público de Escrituração Digital - Bases..

SPED - Sistema Público de Escrituração Digital - Bases.. SPED - Sistema Público de Escrituração Digital - Bases.. A Emenda Constitucional nº 42/2003 introduziu o inciso XXII ao artigo 37 da Constituição Federal, que determina que as administrações tributárias

Leia mais

I SIMPÓSIO MINEIRO DE CONTABILIDADE APLICADA NO SETOR PÚBLICO

I SIMPÓSIO MINEIRO DE CONTABILIDADE APLICADA NO SETOR PÚBLICO I SIMPÓSIO MINEIRO DE CONTABILIDADE APLICADA NO SETOR PÚBLICO A CONVERGÊNCIA DAS NORMAS INTERNACIONAIS AO SETOR PÚBLICO MARIA DA CONCEIÇAO BARROS DE REZENDE SITUAÇAO DA CONTABILIDADE PÚBLICA NO BRASIL

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE PROCESSAMENTO DE DADOS TÍTULO I DOS OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO DO CENTRO CAPÍTULO I DO CENTRO E DE SEUS OBJETIVOS

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE PROCESSAMENTO DE DADOS TÍTULO I DOS OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO DO CENTRO CAPÍTULO I DO CENTRO E DE SEUS OBJETIVOS REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE PROCESSAMENTO DE DADOS TÍTULO I DOS OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO DO CENTRO CAPÍTULO I DO CENTRO E DE SEUS OBJETIVOS Art. 1º O Centro de Processamento de Dados, Órgão Suplementar

Leia mais

RELATÓRIO DE MENSAL SIMPLIFICADO RMS RMS N. 14

RELATÓRIO DE MENSAL SIMPLIFICADO RMS RMS N. 14 RELATÓRIO DE MENSAL SIMPLIFICADO RMS RMS N. 14 PERÍODO: 01 de fevereiro de 2016 a 29 de fevereiro de 2016 DATA: 01/03/2016 INTRODUÇÃO Este relatório tem como objetivo atender as demandas estabelecidas

Leia mais

Proposta de reestruturação do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos

Proposta de reestruturação do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos Proposta de reestruturação do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos Secretário Gabinete COPAM e CERH Assessoria Jurídica Auditoria Setorial Assessoria de Comunicação Social Assessoria de

Leia mais

SISTEMA DE CUSTOS DO GOVERNO FEDERAL A EXPERIÊNCIA DA UNIÃO

SISTEMA DE CUSTOS DO GOVERNO FEDERAL A EXPERIÊNCIA DA UNIÃO Subsecretaria de Contabilidade Pública - SUCON Coordenação de Informação de Custos da União -COINC SISTEMA DE CUSTOS DO GOVERNO FEDERAL A EXPERIÊNCIA DA UNIÃO Sistema de Informação de Custos do Governo

Leia mais

O SUS LEGAL A partir das leis que ainda não foram cumpridas e que determinam a estrutura e funcionamento do SUS: Propostas do ministério da saúde

O SUS LEGAL A partir das leis que ainda não foram cumpridas e que determinam a estrutura e funcionamento do SUS: Propostas do ministério da saúde O SUS LEGAL A partir das leis que ainda não foram cumpridas e que determinam a estrutura e funcionamento do SUS: Propostas do ministério da saúde Brasília, 25/01/2017 Lei 141 Art. 30. Os planos plurianuais,

Leia mais

Políticas Organizacionais

Políticas Organizacionais Políticas Organizacionais Versão 1.4 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 11/10/2012 1.0 Revisão das políticas EPG 26/11/2012 1.1 Revisão do Item de customização EPG 24/10/2013 1.2 Revisão

Leia mais

Desenvolvimento de Negócios. Planejamento Estratégico Legal: da concepção à operacionalização Competências necessárias para o Gestor Legal

Desenvolvimento de Negócios. Planejamento Estratégico Legal: da concepção à operacionalização Competências necessárias para o Gestor Legal Desenvolvimento de Negócios Planejamento Estratégico Legal: da concepção à operacionalização Competências necessárias para o Gestor Legal Gestão Estratégica Para quê? Por Quê? Para fazer acontecer e trazer

Leia mais

Descrição do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Políticas Públicas

Descrição do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Políticas Públicas Descrição do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Políticas Públicas O Programa de Pós-Graduação em Gestão de Políticas Públicas tem caráter multidisciplinar, integrando em suas disciplinas diversos

Leia mais

Seminário Sepin: Obrigações de P&D da Lei de Informática Eder Eustáquio Alves Coordenador-Geral de Acompanhamento da Inovação Digital Ministério da

Seminário Sepin: Obrigações de P&D da Lei de Informática Eder Eustáquio Alves Coordenador-Geral de Acompanhamento da Inovação Digital Ministério da Seminário Sepin: Obrigações de P&D da Lei de Informática Eder Eustáquio Alves Coordenador-Geral de Acompanhamento da Inovação Digital Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações MCTIC Agenda

Leia mais

NOME DO PROJETO: PROJETO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL INTEGRADO E SUSTENTÁVEL PDRIS. ( ):

NOME DO PROJETO: PROJETO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL INTEGRADO E SUSTENTÁVEL PDRIS. ( ): NOME DO PROJETO: PROJETO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL INTEGRADO E SUSTENTÁVEL PDRIS Nº ACORDO EMPRÉSTIMO: 8185-0/BR NÃO OBJEÇÃO - (TERMO DE REFERÊNCIA) Nº DO TDR: 01/2015 DATA: ( 01/03/2014) COMPONENTE:

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS DIVISÃO DE GESTÃO DA QUALIDADE Sistema de Gestão da Qualidade PROCEDIMENTO P.TJAM 67 Planejamento Estratégico Elaborado por: Carla Winalmoller

Leia mais

Administração de Projetos

Administração de Projetos Administração de Projetos gerenciamento do escopo Prof. Robson Almeida Gerenciamento do Escopo Sendo o primeiro passo do Planejamento do Projeto, esta fase identifica e documenta o trabalho que produzirá

Leia mais

1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing do Sicoob:

1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing do Sicoob: 1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing do Sicoob: a) visa estabelecer diretrizes sistêmicas aplicáveis à execução do Planejamento Estratégico em vigência, no que se refere às ações de

Leia mais

GESPÚBLICA - FMVZ/USP

GESPÚBLICA - FMVZ/USP Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia GESPÚBLICA - FMVZ/USP Desburocratização & Excelência 2008 O que é GESPÚBLICA? É o programa do Ministério do Planejamento, Orçamento

Leia mais

RISCO DE CRÉDITO Estrutura Organizacional Gerenciamento de Riscos Banco Fidis S.A.

RISCO DE CRÉDITO Estrutura Organizacional Gerenciamento de Riscos Banco Fidis S.A. RISCO DE CRÉDITO Estrutura Organizacional A estrutura para gestão de riscos do Banco Fidis deverá ser composta de Comitê de Cobrança e Risco, que é o órgão com responsabilidade de gerir o Risco de Crédito,

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TOR) PARA CONSULTOR EM PRODUÇÃO DE MATERIAIS DE APOIO PEDAGÓGICO - 44

TERMO DE REFERÊNCIA (TOR) PARA CONSULTOR EM PRODUÇÃO DE MATERIAIS DE APOIO PEDAGÓGICO - 44 TERMO DE REFERÊNCIA (TOR) PARA CONSULTOR EM PRODUÇÃO DE MATERIAIS DE APOIO PEDAGÓGICO - 44 N.º e Título do Projeto: Projeto OEI/BRA 09/002, Desenvolvimento de Processos Gerenciais e Operacionais no Ministério

Leia mais

Ementas. Certificate in Business Administration CBA

Ementas. Certificate in Business Administration CBA Ementas Certificate in Business Administration CBA Agosto 2012 Módulo Fundamental Administração Financeira EMENTA: Disciplina desenvolve a capacidade de contribuição para as decisões gerenciais aplicando

Leia mais

PROC. 04 ANÁLISE CRÍTICA

PROC. 04 ANÁLISE CRÍTICA 1 de 7 ANÁLISE CRÍTICA MACROPROCESSO GESTÃO DE PROCESSOS PROCESSO ANÁLISE CRÍTICA ANÁLISE CRÍTICA 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DOCUMENTOS RELACIONADOS... 2 4. PROCEDIMENTOS... 2 4.1 DEFINIÇÕES...

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA CELEBRAÇÃO DE CONVÊNIO

PROCEDIMENTO PARA CELEBRAÇÃO DE CONVÊNIO PROCEDIMENTO PARA CELEBRAÇÃO DE CONVÊNIO 1. Abertura de processo pelo COORDENADOR DO PROJETO, sendo juntados os seguintes documentos: 1.1. Ofício de encaminhamento do projeto, assinado por seu COORDENADOR,

Leia mais

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 24ª REGIÃO, no uso de suas atribuições regimentais,

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 24ª REGIÃO, no uso de suas atribuições regimentais, PORTARIA TRT/GP/DGCA Nº 38/2016 Define a Política de Gerenciamento da Central de Serviços de Tecnologia da Informação e Comunicações do Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL

Leia mais

PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO. Curso: TECNOLOGIA EM LOGISTICA Nivel: Superior

PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO. Curso: TECNOLOGIA EM LOGISTICA Nivel: Superior PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO Curso: 001308 - TECNOLOGIA EM LOGISTICA Nivel: Superior Area Profissional: GESTAO DA ADMINISTRACAO Area de Atuacao: LOGISTICA/GESTAO Planejar,

Leia mais

ANEXO I ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS FMIG 2016

ANEXO I ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS FMIG 2016 ANEXO I ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS FMIG 2016 Cada projeto deve conter no máximo 20 páginas 1. APRESENTAÇÃO Faça um resumo claro e objetivo do projeto, considerando a situação do idoso, os dados

Leia mais

Instituto Sindipeças de Educação Corporativa

Instituto Sindipeças de Educação Corporativa Instituto Sindipeças de Educação Corporativa 2016 Instituto Sindipeças de Educação Corporativa Missão Oferecer soluções educacionais para elevar a competitividade e a sustentabilidade do setor de autopeças.

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: DR JOSÉ LUIZ VIANA COUTINHO Código: 073 Município: Jales/SP Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIOS Habilitação Profissional: Habilitação Profissional

Leia mais

CURSO EM PDF CONTROLE EXTERNO CGM-SP 2015 Prof. Alexandre Teshima

CURSO EM PDF CONTROLE EXTERNO CGM-SP 2015 Prof. Alexandre Teshima AULA 1 DEMONSTRATIVA APRESENTAÇÃO Saudações queridos alunos, eu sou o PROF. ALEXANDRE TESHIMA e estou aqui para ajudá-los com a disciplina CONTROLE EXTERNO para o concurso de AUDITOR MUNICIPAL DE CONTROLE

Leia mais

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL. Regente Feijó 08/08

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL. Regente Feijó 08/08 P D E P P Plano de Desenvolvimento Econômico Regional e Local para os Municípios do Pontal do Paranapanema APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL Regente Feijó 08/08 Sumário 1. Motivação 2. Viabilização do projeto

Leia mais

Oficina IV - Experiências de implantação e utilização de informações de custos nos entes sub-nacionais

Oficina IV - Experiências de implantação e utilização de informações de custos nos entes sub-nacionais I Congresso Informação de Custos e Qualidade do Gasto no Setor Público Oficina IV - Experiências de implantação e utilização de informações de custos nos entes sub-nacionais Selene Peres Peres Nunes Brasília,

Leia mais