Princípios de Bom Governo. Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita. Transacções relevantes com entidades relacionadas

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1 Princípios de Bom Governo Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita O CHLO é um estabelecimento público do Serviço Nacional de Saúde dotado de personalidade jurídica, autonomia administrativa, financeira e patrimonial e natureza empresarial. O CHLO rege-se pelo regime jurídico aplicável às entidades públicas empresariais, com as especificidades constantes do Decreto-Lei n.º 233/2005, de 29 de Dezembro e seus anexos I e II, pelas normas em vigor para o SNS que os não contrariem e pelo seu Regulamento Interno, homologado pelo Ministério da Saúde: Transacções relevantes com entidades relacionadas O Centro Hospitalar não tem entidades relacionadas. Outras transacções Nos termos do Artigo 13º do Decreto-Lei n.º 233/2005, de 29 de Dezembro, a aquisição de bens e serviços e a contratação de empreitadas pelos hospitais E.P.E. regem-se pelas normas de direito privado, sem prejuízo da aplicação do regime do direito comunitário relativo à contratação pública, bem como, em qualquer caso, o cumprimento dos princípios gerais da livre concorrência, transparência e boa gestão, designadamente a fundamentação das decisões tomadas.

2 Lista de fornecedores que representam mais de 5% dos FSE : - Electrolimpa, S A - 2,0 M..; - ITAU, S A - 2,6 M. ; - Securitas, S.A - 1,0 M. ; - SUCH, S. A - 3,5 M. ; - Sub Região de Saúde de Lisboa - 1,6 M.. Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental Constituído a de 29 de Dezembro (através do Decreto Lei nº 233/2005), pela fusão dos Hospitais de Egas Moniz, São Francisco Xavier e Santa Cruz, para o Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental CHLO, EPE, o ano de 2009 será o ano da consolidação da estrutura organizacional e gestionária definida e implementada no triénio anterior. Uma maior e mais informada participação dos serviços no processo gestionário, constituirá um dos eixos estratégicos em que continuaremos a apostar em A referida participação será ancorada numa melhoria dos sistemas de informação pelo que continuaremos a dedicar especial atenção a esta vertente estratégica, alterando progressivamente e à medida das disponibilidades das ferramentas disponíveis no CHLO. Concluído o processo de centralização dos recursos e serviços, é chegada a altura de aproveitar em pleno as suas virtualidades. Concluída a implementação do processo clínico electrónico nos Serviços de Urgência e iniciada nos Serviços de Internamento e Bloco Operatório durante o ano de 2008, será uma tarefa determinante para a modernização do CHLO a sua continuação, abrangendo agora também as Consultas Externas e Hospital de Dia e os exames auxiliares de diagnóstico, cuja conclusão se prevê para finais de 2009.

3 Com a integração das camas existentes na CLISA e no pavilhão da Clínica Universitária é chegado o momento da plena rentabilização das camas hospitalares. Após o arranque do novo laboratório de Patologia Clínica centralizado, com o core-lab no Hospital São Francisco Xavier (em Julho de 2008) iniciar-se-ão no início de 2009 as obras que permitirão a centralização do laboratório de Microbiologia e Biologia Molecular no Hospital Egas Moniz, e que servirá do mesmo modo as três unidades hospitalares que compõem o CHLO. Será dada continuidade à política de recursos humanos, com a distribuição das cargas horárias do pessoal às diferentes actividades dos serviços, aproveitando integralmente os horários oficialmente aprovados. No que se refere à prestação de cuidados de saúde, iremos privilegiar a criação de Centros de Elevada Diferenciação, cujos contornos legais foram recentemente aprovados em áreas onde a massa crítica, o desenvolvimento tecnológico e a qualidade dos recursos humanos o permita. Estão nestas circunstâncias a transplantação renal e cardíaca, a cardiologia médico-cirúrgica, a área materno-infantil, as neurociências, as doenças renais, médicas e cirúrgicas, a abordagem da obesidade mórbida e a infecciologia, sem prejuízo de qualquer outra valência que se venha a desenvolver, naturalmente, poder vir a fazer parte deste grupo. Também iniciaremos em 2009 os estudos necessários à implementação de dois Centros de Responsabilidade Integrada. Esta experiência piloto abrangerá as áreas de urologia e cirurgia cardiotorácica. Manteremos a dinâmica de modernização das instalações e investiremos nas infra-estruturas nos três hospitais que constituem o Centro. Encontram-se em grande parte desadaptadas, face ao que se exige num hospital moderno, tanto no aspecto técnico como no aspecto de conforto hoteleiro, sendo um esforço que não pode ser interrompido sem que a actividade assistencial fique comprometida a curto/médio prazo.

4 A dependência tecnológica do exterior será minimizada com a aquisição, após finalizadas a reinstalação do Serviço de Imagiologia, de alguns meios tecnológicos nomeadamente um aparelho de Ressonância Magnética Nuclear preenchendo uma lacuna de há muito sentida no CHLO. O processo de contratualização interna da actividade dos Serviços com a definição de patamares de produção e custos foi consolidado. Este processo permitirá a definição e implementação de uma política de incentivos de forma a premiar os melhores desempenhos. Neste processo de contratualização estão também a ser considerados objectivos relacionados com qualidade, formação e investigação, vertentes importantes em qualquer hospital moderno. As linhas de actuação que preconizamos para o ano 2009 estão de acordo com a estratégia definida pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo e, genericamente, traduzem-se na melhoria da acessibilidade e da qualidade dos serviços prestados, na eficiência da prestação, no controlo do desequilíbrio financeiro, na renovação e remodelação das áreas mais degradadas nomeadamente no Hospital Egas Moniz e no reforço dos sistemas de informação. Assim, em cada uma das linhas de actuação enunciadas, propomos avançar com as seguintes medidas: 1. Acessibilidade O processo de ajustamento das cargas horárias do pessoal médico no seio do CHLO, já finalizado, vai permitir uma melhor e mais rápida resposta às necessidades dos doentes, em particular na cirurgia ambulatória, que será uma aposta do Conselho de Administração. Para isso, foram já desencadeadas reuniões com os directores dos serviços de Cirurgia e garantidos os recursos humanos necessários para aumentar a produção, especialmente anestesistas.

5 Julgamos, durante o ano de 2009, ser finalmente possível enquadrar a procura e a espera nos limiares do clinicamente aceitável. Neste sentido é nosso objectivo não permitir que os nossos doentes em espera possam ser desviados para programas de recuperação dessas listas de espera SIGIC. O alargamento dos horários das consultas, a sua marcação por hora (e o seu cumprimento), a adesão ao programa de Consulta a tempo e horas (objectivos também contratualizados com os Serviços) também permitirá, assim confiamos, trazer o tempo de espera na área do ambulatório para o clinicamente aceitável. O hospital de dia de especialidades médicas, inaugurado em 2008 no Hospital de Egas Moniz, vocacionado para a gestão da doença crónica, vai ajudar a desviar alguns doentes que acedem inapropriadamente ao serviço de urgência externa, à semelhança do que já acontece nos hospitais de Santa Cruz e São Francisco Xavier. Numa mesma perspectiva de melhoria de acessibilidade foi inaugurada a nova unidade de AVC instalada no HSFX ligada a partir de Dezembro de 2008 à linha verde de AVC. 2. Qualidade de cuidados prestados A criação e formalização na estrutura orgânica do Centro Hospitalar de um departamento de qualidade, com órgãos próprios, plano de actividades elaborado e calendarização de acções de planeamento e controlo, constituíram o primeiro passo na direcção de um processo de melhoria continua da qualidade que passa, naturalmente, pela certificação de muitos dos serviços dos três hospitais que constituem o CHLO. Nomeadamente no âmbito da qualidade organizacional, foram desenvolvidas certificações de acordo com as normas ISO 9000 em diversos serviços, de que é exemplo a unidade de hemodiálise. Outros serviços seguir-se-ão no decorrer de 2009.

6 Foram desenvolvidos diversos processos de contratualização de objectivos na área da qualidade, nomeadamente auditorias clínicas. Aliás, no âmbito da contratualização interna com os Serviços, o Conselho de Administração tem exigido não só contratualização na vertente da produção mas também nos domínios da qualidade. 3. Nível de serviço prestado e eficiência A produtividade e a eficiência serão estimuladas com o recurso a esquemas internos de incentivos apoiados e suportados no nosso serviço de gestão estratégica de recursos humanos e recurso a consultores externos. O processo de avaliação de desempenho encontra-se em curso. Pela primeira vez a avaliação de desempenho e cumprimento de objectivos terá como resultado o pagamento de incentivos no primeiro semestre de A negociação da carga horária com os serviços e a contratualização de metas assistenciais e de custos é o suporte de um processo objectivo, claro e simples de aferição da eficiência que o CHLO iniciou com todos os serviços, quer assistenciais, quer de apoio geral, no sentido de se obterem melhores resultados na prestação de cuidados de saúde e diminuição dos custos. 4. O CHLO no contexto do SNS Reafirmado e reforçado que foi o carácter polivalente da nossa Urgência tentaremos aproveitar e potenciar os recursos e sinergias que possam ser libertos por outros hospitais que, nesta vertente, sejam objecto de reestruturação nomeadamente na área materno infantil, bem como aproveitar estas mesmas sinergias e complementaridades para a reformulação dos serviços de urgência na região de Lisboa. Continuamos abertos ao estreitar da aproximação aos Centros de Saúde, tendo em vista a criação, a prazo, de eventual Sistema Local de Saúde.

7 Podemos, por fim, colaborar activamente com o SNS na implementação e exploração da rede de cuidados continuados, uma vez que temos profissionais sensibilizados e interessados neste domínio. 5. Reforço da Gestão Com a aprovação do Regulamento Interno do CHLO foi finalmente possível, do ponto de vista da divisão do trabalho, criar os departamentos e, do ponto de vista gestionário, afectar já gestores às áreas assistenciais. Dá-se assim um sinal claro de desconcentração e de descentralização gestionária que a complexidade da organização requer e exige. Os investimentos em curso nos sistemas de informação permitirão criar o quadro de referência e o suporte logístico necessários à sua sedimentação e posterior formalização. 6. Controlo do equilíbrio financeiro O resultado líquido previsto para o exercício de 2009 ascende a 19,7 M. negativos, é essencialmente originado por uma nova redução da verba de convergência em 16,4 M.., que passa de 41,6 M. para 25,2 M. em Recorde-se que, no espaço de dois anos, esta verba passou de 60,6 M.. para 25,2 M.. O total de custos previstos para 2009, na ordem de 262,9 M., apresenta um crescimento de 2,7% face ao estimado para o exercício de O total de Proveitos previstos para 2009, de aproximadamente 243,2 M., registarão um incremento na ordem de 2,7% face ao estimado no exercício anterior.

8 Ao contrário do que seria desejável, no sentido de uma gradual diminuição do valor de convergência não nos sentimos ainda em condições de assumir, a curto prazo, este compromisso. Aliás, esta situação é claramente reflectida na evolução de resultados previstos para o exercício de Com efeito, apesar de se ter em consideração os ditos novos financiamentos concedidos em 2008, designadamente os valores referentes a medicamentos de cedência hospitalar (cerca de 20% em relação aos valores efectivamente dispendidos na distribuição gratuita no ambulatório e aos Internos), fundamentalmente em consequência da redução da verba de convergência variável desde 2007, e os chamados de Incentivos Institucionais em 2008, os Resultados Líquidos previstos para 2009 ascendem a 19,7 M. negativos. De referir que as dificuldades financeiras não serão totalmente colmatadas e só poderão ser invertidas com financiamento adequado que contemple, entre outros, os seguintes factores: doentes com HIV, doentes insuficientes renais crónicos, colocação de dispositivos médicos cardíacos e medicação cedida a doentes oncológicos, de reumatologia, de neurologia e gastrenterologia, para além da resolução da questão associada ás responsabilidades do CHLO com pensionistas. 7. Renovação e remodelação das instalações O elevado grau de degradação das instalações do CHLO, apesar das melhorias já sentidas, requerem intervenção urgente, nomeadamente no Hospital Egas Moniz e no Departamento de Psiquiatria. Continuaremos a remodelar as redes de água e esgotos de todo o HEM prevendo-se a sua conclusão no ano de Procederemos à remodelação do serviço de Neurocirurgia e na área dos MCDT S, à construção e centralização de novos laboratórios de microbiologia no HEM. Também se prevê finalizar a remodelação e construção dos novos serviços de Imagiologia e de Neuroradiologia. No Hospital de Egas Moniz dando continuidade ao trabalho já iniciado em 2008, continuaremos os trabalhos de remodelação de toda a área do ambulatório.

9 No Hospital de Santa Cruz far-se-á a substituição do elevador n.º 3, a remodelação do piso 01 e iremos dar inicio à construção do novo edifício de Imagiologia. No HSFX devido às crónicas dificuldades sentidas no Serviço de Urgência, iremos proceder à conclusão das obras de modernização e beneficiação, já iniciadas no ano de Também prevemos neste hospital a construção da nova Unidade de Cuidados Intensivos Cirúrgicos. 8. Reforço dos Sistemas de Informação e de Comunicação Para além do investimento efectuado na informatização da urgência, iremos generalizar no CHLO o processo clínico electrónico, imprescindível ao funcionamento complementar e em rede dos três hospitais que o constituem. Manteremos o processo de generalização a todos os serviços do CHLO da prescrição on-line. Prevemos durante 2009 iniciar a construção de um datacenter no Hospital Egas Moniz ou no Hospital Santa Cruz, para suporte em situação de disaster recovery ao principal datacenter existente no Hospital Egas Moniz. Iniciou-se em Novembro de 2008 a constituição de uma equipa de service desk, com a implementação e utilização de ferramentas apropriadas para garantir que durante o primeiro trimestre de 2009 existia um verdadeiro e único help desk do SSTI para todo o CHLO. Iniciou-se durante o último trimestre de 2008 e data prevista de fim durante o terceiro trimestre de 2009, a extensão do domínio CHLO a todo o Centro Hospitalar. Isso irá permitir uniformizar regras de utilização da rede informática do CHLO.

10 Avaliação do cumprimento dos princípios de bom governo Na opinião do Conselho de Administração, o Centro Hospitalar está em condições de cumprir, e tem cumprido, com todos os princípios de Bom Governo que lhe são aplicáveis. Código de Ética O Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, no cumprimento do Decreto-Lei8 n.º 97/1995 de 10 de Maio, possui uma Comissão de Ética com as seguintes competências: - Pronunciar-se sobre todas as questões que envolvam valores morais dentro da Instituição, nomeadamente o respeito pelos direitos e dignidade dos doentes; - Zelar pela observância de padrões éticos no acesso aos cuidados, de diagnóstico e tratamento e no respeito pela confidencialidade; - Pronunciar-se sobre práticas correctas de investigação e ensino que envolvam doentes ou tenham impacto nos princípios morais porque se rege a sociedade e as práticas profissionais.

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