UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE

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1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE A TECNOLOGIA RFID E OS BENFÍCIOS DA ETIQUETA INTELIGENTE PARA OS NEGÓCIOS Por: Márcio Garcia Batista Orientador Prof. Jorge Tadeu Rio de Janeiro 2010

2 2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE A TECNOLOGIA RFID E OS BENFÍCIOS DA ETIQUETA INTELIGENTE PARA OS NEGÓCIOS Apresentação de monografia à Universidade Candido Mendes como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em Logística Empresarial Por: Márcio Garcia Batista.

3 3 AGRADECIMENTOS Aos meus mestres que propuseram em aceitar o dom divino de ensinar e aos meus familiares diretos que também se tornam partícipes do êxito ora logrados.

4 4 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho à minha Esposa, Filhos, Pai, Mãe, Irmão e a Deus por me dar forças para seguir em frente.

5 5 RESUMO Conexões sem fio estão presentes em nosso cotidiano já há algum tempo, os exemplos mais comuns são os controles remotos para televisores, aparelhos de som, DVD, entre outros que utilizam raios infravermelhos. As RFID s (Radio Frequency Identification) abordas aqui são uma ramificação dessa tecnologia. Uma tecnologia de mais de oitenta anos de idade ganha nos dias de hoje uma nova forma de ser usada, alastrando-se em praticamente todas as camadas da cadeia produtiva na sociedade de hoje, e também na vida das pessoas. Esta tecnologia prevê uma mudança radical na operação do varejo mundial. A indústria varejista será beneficiada, com o uso desta tecnologia de diversas maneiras, dentre elas, a redução dos custos, devido ao aumento da eficiência dos processos e a satisfação do consumidor que encontrará sempre os produtos desejados. Conseqüentemente, pode-se prever um aumento no volume das vendas e a transformação do processo de compra em uma experiência mais agradável e confortável, o que vai de encontro ao novo perfil dos consumidores.

6 6 METODOLOGIA A metodologia a ser utilizada para apresentação deste trabalho, será basicamente voltada para o estudo de fontes teóricas bibliográficas e sites na internet especializados na matéria, por apresentarem um acervo de material completo, visto apresentarem condições necessárias para um perfeito estudo e exposição do tema, haja vista possuírem dados, pesquisas, artigos, desta foram assegurando um aperfeiçoamento estudo do tema.

7 7 SUMÁRIO Introdução Formulação do Objetivo Importância Delimitação do Estudo Definição de Termos Capítulo I HISTÓRIA DA RFID A Primeira Patente do RFID A Tecnologia de Identificação por Rádio freqüência RFID O Funcionamento da Tecnologia por Rádio freqüência RFID A Antena de RFID O Transceiver e Leitor Transponder ou RF Tag Etiquetas Inteligentes ou Smart Labels Características das RF Tags Sistemas de Baixa Freqüência (30 a 500 KHZ) Sistemas de Alta Freqüência (850 a 950 MHZ e 2.4 a 2.5 GHZ) Sistemas de Freqüência Ultra-Elevadas (400 MHZ e MHZ) Capítulo II METODOLOGIA

8 8 Vantagens e Desvantagens de Utilização da Identificação por Rádio Freqüência - RFID Vantagens do Uso da Identificação por Rádio Freqüência Desvantagens do Uso da Identificação por Rádio Freqüência Quais as Vantagens e Desvantagens da RFID em Relação ao Código de Barras Aplicações da Tecnologia de Identificação por Radio Freqüência RFID Aplicações Automotivas

9 9 Cápsula Unique Smart Open Aplicações na Identificação de Animais Cápsula de Vidro Pigeon Ring Tag Aplicações em Controle de Acesso Cartões de Proximidade Acu Prox ISO Chaveiros de Proximidade Acu Prox Keyfob Aplicações na Indústria e Logística Word Tag Volcano Tag Aplicação na Saúde Certificação de Encomendas e Documentos Controle de Acesso de Veículos Controle de Frotas e Pedágios Programas de Fidelização Segurança em Aeroportos Sistema de Pagamento via Wireless Tipos de Coletores de Dados e Leitores Capítulo III RESULTADOS E CONCLUSÕES Casos de Uso da Tecnologia RFID Caso Cargill Acesso e Pesagem Automática de Caminhões Descrição Funcional do Sistema de Pesagem Caso EMBRAPA Uso em Bovinos Caso Hospital Jacobi Medical Center Identifica Pacientes por Chip Caso UNISYS UNISYS Realiza Projeto Com RFID no Porto de Santos Caso de Uso de Chip em Aluno no Japão Caso de Uso no Metro Group Caso de Uso na Biblioteca da PUCRS (Pontifícia Universidade Católica do

10 10 Rio-Grande do Sul) IV CONCLUSÃO e BIBLIOGRAFIA

11 11 INTRODUÇÃO Com o advento da globalização no mundo dos negócios e da tecnologia, o mesmo tornou-se muito mais competitivo. Outro aspecto das mudanças ocorridas na última década refere-se ao aumento da quantidade dos veículos de comunicação, como por exemplo, o surgimento da TV ( Televisão ) a cabo, a invasão dos PC s (Personal Computers) nas residências e, principalmente, a internet. Este último revolucionou os hábitos de milhares de pessoas que passaram a utilizá-lo, ora como fonte de pesquisa, ora como comodidade para efetuar compras, entretenimento, etc. A partir desta reflexão, entendemos que o bem mais valioso da atualidade chama-se informação. Quem a detém, tem maiores chances de prosperar e acompanhar as tendências do mercado. Várias Tecnologias em termos de informação têm se desenvolvido nestas últimas décadas, e algumas vêm em decorrência de outras, em suas substituições ou como um complemento. Este poderia ser o caso do RFID (Radio Frequency Identification) em relação ao código de barras, mas ao que tudo indica, o RFID parece ser mais que uma simples evolução deste já tão usado sistema de identificação. Este trabalho dará ênfase à identificação por Radiofreqüência (Radio Frequency Identification RFID) ou comumente chamada de etiquetas inteligentes e que está causando grandes evoluções tecnológicas no setor de logística. A utilização da tecnologia RFID é bastante ampla, especialmente na área de logística. Onde as principais vantagens para este setor oferecidas pela adoção da RFID são : maior capacidade para a prevenção de perdas, otimização dos níveis de estoque de produtos e dos recursos humanos e melhor disponibilidade e distribuição dos itens ao longo das operações na cadeia de suprimentos.

12 12 Hoje, podemos constatar que existe uma demanda pelo uso da etiqueta inteligente neste primeiro momento, nos CD`s ( Centros de Distribuição ). No futuro, essa demanada será transferida para as próprias lojas. No Brasil, a implantação da RFID disputa investimentos com outras tecnologias e por aqui o maior motivador seria a redução de custos e melhoria dos resultados em geral. Outra diferença fundamental, seria o preço das etiquetas, que nos EUA ( Estados Unidos da América ) são descartáveis e, no Brasil, reutilizáveis, o que traz um custo adicional de retorno. Na logística a revolução da rádio-freqüência será gradativa e progressiva. As empresas irão experimentar modelos, processos alternativos logísticos e investir nos sucessos. Onde a grande prioridade é construir uma ponte segura entre a realidade atual e o cenário futurístico da cadeia de suprimentos A RFID hoje pode ser traduzida como sendo o futuro de uma promessa. Formulação do Objetivo Visando enfatizar o que já foi destacado na introdução, o tema central deste estudo foi chamar à atenção para a qualidade da informação a ser disponibilizada, que com o passar do tempo e com o advento das tecnologias revolucionárias, hoje disponíveis, torna-se obsoleta com maior rapidez. Por isso, a informação deve ser cada vez mais precisa e rápida para que se tenha um tempo entre análise e resposta o mais diminuto possível. Importância O estudo apresentado teve como motivação o interesse pelo assunto e as possibilidades de utilização desta tecnologia ( a RFID ), que naquele momento ( no ano de 2006 ) ainda mostrava-se embrionária visto, o manancial de possibilidades que esta tecnologia desenvolvida e aplicada, poderá propiciar num futuro agora mais próximo. A certeza, de que uma vez adotada, dificilmente se abrirá mão de tão valiosa ferramenta de controle e informação na gestão de toda cadeia de suprimentos.

13 13 Delimitação do Estudo Tendo-se em vista que trata-se de uma tecnologia que ganhou proporções recentemente quanto à aplicação no país, devido aos seus altos custos de implantação, são poucas as empresas ainda a adotarem esta tecnologia. Desta forma, ainda temos poucos registros de sua aplicação prática no Brasil. Definição de Termos Relação de Siglas CD`s Centros de Distribuição EPC Eletronic Product Code EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária EAD Eletronic Advertising Displays ESL Eletronic Shelf Labeling EUA Estados Unidos da América GHz Gigahertz IATA Associação Internacional de Transporte Aéreo IFF Identify Friend or Foe KHz Kilohertz MHz Megahertz PSA Personal Shopping Assistant PDV Ponto de Venda PUCRS Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PC`s Personal Computers PDA Personal Digital Assistant RFID Radio Frequency Identification RF Radio Frequency TV - Televisão UHF Ultra High Frequency US$ - Dólar

14 14 Glossário Backbone - Rede de alta velocidade formada por linhas de comunicação e hardware de transmissão e recepção, as quais se conectam todos os provedores de acesso à Internet. No Brasil esse serviço é vendido pela Embratel, Global One e Rede Nacional de Pesquisa (RNP). Bluetooth - O Bluetooth é um protocolo de comunicações que descreve como os telefones móveis, computadores e os assistentes digitais pessoais (PDAs) podem comunicar entre si através de uma rede sem fios com um alcance máximo de 10 metros. Utilizando este protocolo os dados podem ser transferidos a uma velocidade de 1 Mbps por segundo (até 2 Mbps na segunda geração da tecnologia). Esta tecnologia ganhou o seu nome em honra a Harald Bluetooth, antigo rei de Dinamarca. Cache - 1. Recurso que permite aos navegadores armazenarem no disco rígido do computador, em arquivos temporários, as últimas páginas visitadas para que seja visualizado mais rapidamente num posterior acesso. 2. Pequena área da memória de um computador, que mantém armazenados os dados mais recentes, carregados pela memória RAM, para que sejam acessados mais rapidamente. Cliente - Computador que acessa recursos de rede compartilhados fornecidos por outro computador o servidor daí, relacionamento cliente/servidor). Código Universal do Produto (universal product code - UPC) - Código de barras para identificação dos consumidores, tipicamente escaneado para uso em vendas a varejo. Comum nos Estados Unidos. Direct Sequence Spread Spectrum (DSSS): Gera um bit-code (também chamado de chip ou chipping code) redundante para cada bit transmitido. Quanto maior o chip maior será a probabilidade de recuperação da informação original. Contudo, uma maior banda é requerida. Mesmo que um ou mais bits

15 15 no chip sejam danificados durante a transmissão, técnicas estatísticas embutidas no rádio são capazes de recuperar os dados originais sem a necessidade de retransmissão.

16 16 EPC - Código Eletrônico do Produto (Electronic Product Code). Full-duplex Modalidade de transmissão de dados, no padrão Ethernet, em que a informação ocorre nos dois sentidos simultaneamente. Cf. Half-duplex. GigaHertz ou GHz Unidade de medida de freqüência. GSM - [Sigla em inglês para Global System for Mobile Communications] (Sistema Global para Comunicações Móveis). Padrão digital para telefonia móvel adotado na Europa, baseado na tecnologia TDMA. GPS [Sigla em inglês Global Positioning System] 1. (satélite) sistema de localização de coordenadas geográficas de uso civil e militar, de alta precisão, baseado nos sinais recebidos por um receptor GPS da constelação de satélites NAVSTAR, do D.o.D. (Department of Defense) dos Estados Unidos. IEE b Wi-fi - Especificação técnica emitida pelo IEEE para WLANs com taxas de transmissão de dados de até 11Mbps, operando em uma largura de banda de 2,4 GHz. É incompatível com a especificação IEEE a. Infrared - ou, simplesmente, infra-vermelho. Tecnologia mais comum de comunicação entre aparelhos até o final da década passada. Presente em 99% dos controles remotos, mouses sem fio e celulares mais antigos Internet - Conjunto de redes de computadores, que se comunicam, por meio dos protocolos TCP/IP. Entre outros serviços, oferece a cópia de arquivos, correio eletrônico, participação em grupos de discussão e, o principal deles, o acesso a World Wide Web (WWW). O mesmo que rede mundial de computadores. Erroneamente, a Internet é usada como sinônimo de World Wide Web. Cf. WWW. KHz Forma reduzida de KiloHertz.Unidade de medida de freqüência.

17 17 LAN - (Local Area Network) Rede local ou LAN é a sigla que representa uma rede física de computadores interligados. Por exemplo, uma rede de escritório com alguns computadores e um servidor pode ser considerada uma LAN. O principal aspecto que define uma LAN é o seu tamanho/cobertura limitado (geralmente limitado a um prédio, residência ou empresa). Daí vem o nome Lan House. Mbps - [Forma reduzida para Megabits per second] (Mega bits por segundo). Unidade de medida para a velocidade do fluxo de informação digital. Equivale a um milhão de bytes. Microchip - O mesmo que circuito integrado. Em eletrônica, é a montagem de vários componentes eletrônicos, como transistor e resistores, numa única pastilha de cristal de silício ou de outro material semicondutor. MHz ou MegaHertz - Unidade de medida de freqüência. Notebook - Tipo de computador pessoal leve e pequeno, dotado de telas de cristal líquido e baterias recarregáveis. Atualmente, os notebooks trazem praticamente os mesmos recursos dos computadores de mesa, com exceção das telas que são pequenas e não têm a mesma qualidade dos monitores de vídeo. Porém, custa quase o dobro dos desktops (computador de mesa) equivalentes. PDA (Personal Digital Assistant) Basicamente, é um palmtop que não utiliza teclado para entrada de dados, mas sim uma caneta especial, cuja escrita é reconhecida pela tela. Seus recursos são variados. Pocket PC (Personal Computer) Computador de bolso. Plug-and-play - Não há necessidade de software de instalação. Spread Spectrum Tipo de modulação de freqüência.

18 18 Tag Etiquetas. Transceiver - Dispositivo que funciona alternadamente (ou simultaneamente) como transmissor

19 19 e receptor de rádio. Vem da junção das palavras inglesas transmitter + receiver. Transmissor + receptor. Transponder - Dispositivo sem fio que recebe e transmite informações via ondas de rádio. Após receber um sinal, o transponder passa a transmitir ao mesmo tempo outro sinal numa outra freqüência. O termo transponder é uma combinação das palavras transmitter e responder, e, em geral, são usados em comunicações de satélites e em sistemas de localização, identificação e navegação. Identificadores de radiofreqüência. VPN - (Virtual Private Network) Rede privada virtual que opera sobre uma rede pública de telecomunicações. WAN - (Rede de longa distância) Acrônimo de Wide Area Network, uma rede que interliga computadores distribuídos em áreas geograficamente separadas. WAP - (Wireless Application Protocol) É um ambiente Wireless caracterizado por uma arquitetura de protocolos definida para acesso à Internet por dispositivos móveis. Tais como celulares e PDAs. Wi-Fi - [Sigla em inglês para Wireless Fidelity] (Fidelidade sem Fio) popularmente usada para fazer referência aos protocolos a, b, g, i, entre outros do IEEE (Institute of Eletrical and Eletronics Engineers). Hoje, a sigla Wi-Fi está diretamente associada à mobilidade e comunicação sem fio, sendo considerada por muitos como a segunda onda da Internet (Não só o Wi-Fi, assim como as demais tecnologias de comunicação digital wireless; Bluetooth, WiMAX, UWB, ZigBee, entre outras). WiMAX [Sigla em Inglês para Worldwide Interoperability for Microwave Access] (Interoperabilidade mundial para acesso de microondas). O nome é a máscara" da definição técnica da norma a, um novo padrão sem fio. Wireless LAN ou WLAN - [Sigla em inglês para Wireless Local Network Area] (Rede Local Sem Fio) Tecnologia que permite a implantação de uma rede local

20 20 (LAN), sem uso de fios ou cabos, empregando ondas de rádio de alta freqüência para comunicação e transmissão de dados. Parte destes bens e serviços, ou o seu equivalente em valor econômico. Se a empresa funciona bem, será capaz de gerar suficiente valor econômico para satisfazer os que contribuem com seu trabalho para gerá-lo.

21 21 CAPÍTULO I e CAPÍTULO II A HISTÓRIA DO RFID E METODOLOGIA A tecnologia de RFID tem suas raízes nos sistemas de radares utilizados na Segunda Guerra Mundial. Os alemães, japoneses, americanos e ingleses utilizavam radares que foram descobertos em 1953 por Sir Robert Alexander Watson-Watt, um físico escocês para avisá-los com antecedência de aviões enquanto eles ainda estavam bem distantes. O problema era identificar dentre esses aviões qual era inimigo e qual era aliado. Os alemães então descobriram que se os seus pilotos girassem seus aviões quando estivessem retornando à base iriam modificar o sinal de rádio que seria refletido de volta ao radar. Esse método simples alertava os técnicos responsáveis pelo radar que se tratava de aviões alemães (esse foi, essencialmente, considerado o primeiro sistema passivo de RFID). Sob o comando de Watson-Watt, que liderou um projeto secreto, os ingleses desenvolveram o primeiro identificador ativo de amigo ou inimigo (IFF Identify Friend or foe). Foi colocado um transmissor em cada avião britânico. Quando esses transmissores recebiam sinais das estações de radar no solo, começavam a transmitir um sinal de respostas, que identificava o aeroplano como Friendly (amigo). Os RFID s funcionam no mesmo princípio básico. Um sinal é enviado a um transponder, o qual é ativado e reflete de volta o sinal (sistema passivo) ou transmite seu próprio sinal (sistemas ativos). Avanços na área de radares e de comunicação RF (Radio Frequency) continuaram através das décadas de 50 e 60. Cientistas e acadêmicos dos Estados Unidos, Europa e Japão realizaram pesquisas e apresentaram estudos explicando como a energia RF poderia ser utilizada para identificar objetos remotamente.

22 22 Companhias começaram a comercializar sistemas antifurto que utilizavam ondas de rádio para determinar se um item havia sido roubado ou pago normalmente. Era o advento das tags (etiquetas) denominadas de etiquetas de vigilância eletrônica as quais ainda são utilizadas até hoje. Cada etiqueta utiliza um bit. Se a pessoa paga pela mercadoria, o bit é posto em off ou 0. E os sensores não dispararão o alarme. Caso o contrário, o bit continua em on ou 1, e caso a mercadoria sai através dos sensores, um alarme será disparado. 1.1 A Primeira Patente Sobre o RFID Mario W. Cardullo requereu a patente para uma etiqueta ativa de RFID com uma memória regravável em 23 de Janeiro de Nesse mesmo ano, Charles Walton, um empreendedor da Califórnia, recebeu a patente por um transponder passivo usado para destravar uma porta sem a utilização de uma chave. Um cartão com um transponder embutido comunicava com um leitor/receptor localizado perto da porta. Quando o recptor detectava um número de identificação válido armazenado na etiqueta RFID, a porta era destravada através de um mecanismo. O Governo dos Estados Unidos também tem voltado atenção para os sistemas RFID, Na década de 1970, o laboratório nacional de Los Alamos teve um pedido do departamento de energia para desenvolver um sistema para rastrear materiais nucleares. Um grupo de cientistas idealizou um projeto onde seria colocado um transponder em cada caminhão transportador, o qual corresponderia com uma identificação e potencialmente outro tipo de informação, como, por exemplo, a identificação do motorista. No começo da década de 90, engenheiros da IBM desenvolveram e patentearam um sistema de RFID baseado na tecnologia UHF (Ultra High Frequency). O UHF oferece um alcance de leitura muito maior (aproximadamente 6 metros sobre condições boas) e transferência de dados mais velozes. Apesar de realizar testes com a rede de Supermercados Wall- Mart, não chegou a comercializar essa tecnologia. Em meados de 1990, a IBM

23 23 vendeu a patente para a Intermec, um provedor de sistemas de código de barras. Após isso, o sistema de RFID da Intermec tem sido instalado em inúmeras aplicações diferentes, desde armazéns até o cultivo. Mas a tecnologia era muito custosa comparada ao pequeno volume de vendas, e a falta de interesse internacional. O RFID utilizando UHF teve uma melhora na sua visibilidade em 1999, quando o Uniform Code Concil, o EAN internacional, a Procter & Gamble e a Gillette se uniram e estabeleceram o

24 24 Auto-ID Center, no Instituto de Tecnologia de Massachusetts. Dois professores, David Brock e Sanjay Sarma, têm realizado pesquisas para viabilizar a utilização de Etiquetas de RFID de baixo custo em todos os produtos feitos, e rastreá-los. A idéia consiste em colocar apenas um número serial em cada etiqueta para manter o preço baixo (utilizando apenas de um microchip simples que armazenaria apenas pouca informação). A informação associada ao número serial de cada etiqueta pode ser armazenada em qualquer banco de dados externo acessível inclusive pela Internet. 1.2A Tecnologia de Identificação Por Radio Freqüência -RFID RFID é abreviação de Radio Frequency Identification Identificação por Radiofreqüência. Diferentemente do feixe de luz utilizado no sistema de código de barras para captura de dados, essa tecnologia utiliza a freqüência de rádio. Como visto anteriormente na década de 80 quando o MIT (Massachusetts Institute of Technology), juntamente com outros centros de pesquisa, iniciou o estudo de uma arquitetura que utilizasse os recursos das tecnologias baseadas em radiofreqüência para servir como modelo de referência ao desenvolvimento de novas aplicações de rastreamento e localização de produtos. Desse estudo, nasceu o Código Eletrônico de Produtos EPC (Eletronic Product Code). O EPC definiu uma arquitetura de identificação de produtos que utilizava os recursos proporcionados pelos sinais de radiofreqüência, chamada posteriormente de RFID (Radio Frequency Identification). A necessidade de captura das informações de produtos que estivessem em movimento incentivou a utilização da radiofreqüência em processos produtivos. Juntou-se a isso a necessidade de utilização em ambientes insalubres e em processos que impediam o uso de código de barras. Essa tecnologia facilita o controle do fluxo de produtos por toda a cadeia de suprimentos de uma empresa, permitindo o seu rastreamento desde a fabricação até o ponto final de distribuição.

25 25 Tal tecnologia utiliza as Etiquetas inteligentes que são etiquetas eletrônicas com um microchip instalado e que são colocadas nos produtos. Esse produto pode ser rastreado por ondas de radiofreqüência utilizando uma resistência de metal ou carbono como antena. Esta tecnologia desencadeia uma revolução que no futuro será a base para uma nova realidade na identificação de produtos, compacto direto nos processos logísticos de toda a cadeia de abastecimento, seja na fabricação, no controle de estoque ou na compra e vendas destes. Com esta tecnologia, a transmissão das informações de cada produto é feita por antenas e etiquetas de radiofreqüência, e tudo isto baseado no EPC Código Eletrônico do Produto (Electronic Product Code) e na sua rede de informações. A identificação por radio freqüência ou RFID, é um termo genérico para as tecnologias que usam ondas de rádio para identificar automaticamente pessoas ou objetos. Daí diversos métodos da identificação, mas o mais comum é armazenar um número de série que identifique uma pessoa ou um objeto, ou outra informação, em um microchip. Tal tecnologia permite a captura automática de dados, para identificação de objetos com dispositivos eletrônicos, conhecidos como tag ou transponder que emitem sinais d radiofreqüência para leitores ou antenas, que captam estas informações. Existe desde a década de 50 e veio para complementar a tecnologia de código de barras, bastante difundida no mundo. A RFID não é simplesmente uma substituta do código de barras, é uma tecnologia de transformação que pode ajudar a reduzir desperdício, limitar roubos, gerir inventários, simplificar a logística e até aumentar a produtividade. Uma das maiores vantagens dos sistemas baseados em RFID é o fato de permitir a codificação em ambientes hostis e em produtos onde o uso de código de barras não é eficiente.

26 26 1.3O Funcionamento da Tecnologia por Radio Freqüência RFID As etiquetas inteligentes são capazes de armazenar dados enviados por transmissores. Elas respondem a sinais de rádio de um transmissor e enviam de volta informações quanto a sua localização e identificação. O microchip envia sinais para as antenas, que capturam os dados e os retransmitem para leitoras especiais, passando em seguida por uma filtragem de informações, comunicando-se com os diferentes sistemas da empresa, tais como sistema de gestão, sistema de relacionamentos com clientes, sistemas de suprimentos, sistema de identificação eletrônica de animais, entre outros. Esses Sistemas conseguem localizar em tempo real os estoques e mercadorias, as informações de preço, o prazo de validade, o lote, enfim, uma gama de informações que diminuem o processo dos dados sobre os produtos quando encontrados na linha de produção.

27 27 1.4A Antena de RFID A antena emite um sinal de rádio ativando o RF Tag, realizando a leitura ou escrevendo algo. Na verdade a antena servirá como o meio capaz de fazer o RF Tag trocar ou enviar as informações ao leitor. As antenas são fabricadas em diversos tamanhos e formatos, possuindo configurações e características distintas, cada uma para um tipo de aplicação. Quando a antena, o transceiver e o decodificador estão no mesmo invólucro recebem o nome de leitor. 1.5O Transceiver e Leitor O leitor emite freqüências de rádio que são dispersa em diversos sentidos no espaço, desde alguns centímetros até alguns metros, dependendo da saída e da freqüência de rádio utilizada. O leitor opera pela emissão de um campo eletromagnético (radiofreqüência), a fonte que alimenta o transponder que por sua vez responde ao leitor com o conteúdo de sua memória. Por apresentar essa característica, o equipamento pode ler através de diversos materiais como papel, cimento, plástico, madeira, vidro, etc. Quando o Tag passa pela área de cobertura da antena, o campo magnético é detectado pelo leitor, que decodifica os dados codificados no Tag, passandoos para um computador realizar o processamento. 1.6Transponder ou RF Tag Os transponders (ou RF Tags) estão disponíveis em diversos formatos, tais como cartões, pastilhas, argolas e podem ser encapsulados com matérias como plástico, vidro, epóxi, etc. Os Tags podem ser ativos ou passivos.

28 28 Os ativos são alimentados por uma bateria interna e permitem processos de escrita e leitura. Os passivos são do tipo só de leitura (read-only), usados para curtas distâncias. Nestes, as capacidades de armazenamento variam entre 64 bits e 8 kilobits. 1.7Etiquetas Inteligentes ou Smart Labels A RF Tag é também chamada de etiqueta inteligente. Encontrada em material de papel (ou similar) tipo etiqueta para imprimir, com um Tag de RFID encaixado nela. Os exemplos são mostrados na figura 03 (detalhe da estrutura da antena mostrada no canto esquerdo superior). 1.8Características das RF Tags Podemos encontrar atualmente duas categorias de RF Tags as Ativas e as Passivas. 1.9RF Tags Ativas: São alimentadas por uma bateria interna e tipicamente são de escrita e leitura, ou seja, podem ser atribuídas (re-escrita ou modificada) novas informações ao Rf Tag. O custo das RF Tags Ativas é maior que o das RF Tags Passivas, além de possuírem uma vida útil limitada de no máximo de 10 anos. 1.10RF Tags Passivas: Opera sem bateria, sua alimentação é fornecida pelo próprio leitor através das ondas eletromagnéticas. As RF Tags Passivas são mais baratas que as Ativas e possuem teoricamente uma vida útil ilimitada. As RF Tags Passivas geralmente são do tipo só leitura (read-only), usadas para curtas distâncias e requerem um leitor mais completo (com maior potência).

29 29 Os sistemas de RFID também são definidos pela faixa de freqüência que operam, o que abordaremos no item seguinte. 1.11Sistemas de Baixa Freqüência (30 a 500 KHz) Para curta distância de leitura e baixos custos, normalmente utilizado para controle de acesso, rastreabilidade e identificação de animais. As freqüências mais baixas trabalham muito melhor perto da água ou dos seres humanos do que os tags de uma freqüência mais elevada. Comparando RF Tags Passivas, as freqüências mais baixas têm geralmente menos escala, e têm uma taxa de transferência mais lenta dos dados. 1.12Sistemas de Alta Freqüência (850 a 950 MHz e 2.4 a 2.5 GHz) Para Leitura a médias e longas distâncias e leituras a alta velocidade, normalmente utilizados para leitura de Tags em veículos e coleta automática de dados. 1.13Sistemas de Freqüência Ultra-Elevadas (400 MHz e MHz) Na faixa de freqüência ultra-elevada, existem duas áreas de interesse. As freqüências na faixa de 400 Megahertz e a faixa Megahertz. Cada uma das faixas de freqüência tem vantagens e desvantagens para a operação. As escalas de freqüência mais elevadas têm controles mais reguladores e diferem de país a país. A freqüência exata é controlada pelo Órgão Regulador de Rádio em cada país.

30 30

31 31 2.1Vantagens e Desvantagens de Utilização da Identificação por Radiofreqüência - RFID A principal vantagem do uso de sistemas RFID é realizar a leitura sem o contato e sem a necessidade de uma visualização direta do leitor com o Tag. É possível, por exemplo, colocar a Rf Tag dentro de um produto e realizar a leitura sem ter que desempacotá-lo, ou, por exemplo, aplicar o tag em uma superfície que será posteriormente coberta de tinta ou graxa, O tempo de resposta é baixíssimo menor que 100 ms, tornando-se uma boa solução para processos produtivos onde se deseja capturar as informações com o Tag em movimento. O custo da RF Tag apresentou uma queda significativa nos últimos anos, tornando-a viável em alguns projetos onde o custo do produto a ser identificado não é muito alto Vantagens do Uso da Identificação por Radiofreqüência Como vantagens da tecnologia RFID podemos destacar: Capacidade de armazenamento, leitura e envio dos dados para etiquetas ativas; Detecção sem necessidade da proximidade da leitora e envio dos dados para etiquetas ativas; Detecção sem necessidade da proximidade da leitora para o reconhecimento dos dados; Durabilidade das etiquetas com possibilidade de reutilização; Contagens instantâneas de estoque, facilitando os sistemas empresariais de inventário; Precisão nas informações de armazenamento e velocidade na expedição;

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