BICC lança linha revolucionária para cabeamento óptico

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1 ANO I - Nº 3 SETEMBRO/OUTUBRO 97 Telecommunications Magazine: CED Magazine: International Engineering Consortium: Wire & Cable Focus 97: BICSI: POWER SUM, CATEGORIA 6, CATEGORIA 5 NÍVEL 7, CATEGORIA MHZ, CATEGORIA 5 PARA GIGABIT ETHERNET... Qual a melhor opção? A indústria de cabeamento se movimenta para atacar o filão das redes de alta velocidade, saiba de algumas dicas que podem ajudá-lo na escolha de produtos Veja na Página 7 INTERNET NEWS A Policom inaugurou no dia 18/08/97 a sua Central de Informações on-line, nela o navegante tem livre acesso a diversas informações técnicas de extrema importância, as edições anteriores do Cabling News completas e notícias importantes do mundo do cabling. BICC lança linha revolucionária para cabeamento óptico De olho no crescente consumo de cabos de fibra óptica a BICC introduz no mercado Europeu uma linha de produtos que promete revolucionar o setor, trata-se do Blolite e BloTwist. A linha é composta por cabos com microdutos e permite a colocação das fibras conforme a necessidade do usuário Veja mais na página 6 Bloduct (Cabo com microdutos) Recentemente o website POLICOM ganhou o prêmio GAR Award, promovido pela Link! Internet Service, na categoria yellow site (para home pages comerciais) e o prêmio Gold Award, promovido pela Nielsen Web Sites & Business Graphics. A próxima empresa a efetuar um upgrade em sua home page é a Paris Cabos, sua atualização já está em andamento e deve se encerrar até o final de setembro. Confira: ABERIMEST comemora 15 anos e reúne importantes personalidades do mercado de telecomunicações Veja na Página 2 1

2 Editorial Manter uma empresa de instalação competitiva nos dias de hoje está cada vez mais difícil. Somado a isso novos padrões de redes locais, novos produtos e aplicações transformam o cotidiano dos instaladores em uma busca frenética por diferenciação e atualização técnica. Nesta edição modificamos algumas seções com o objetivo melhorar o conteúdo técnico. A partir de agora passaremos a discutir mais a fundo alguns temas polêmicos com a seção Especial, abrir espaço para as grandes realizações de nossos clientes com a seção Cases e ao mesmo tempo trazer dicas práticas na seção Anotes entre outras novidades. Esperamos com isso estar cumprindo nosso compromisso de transferir para nossos clientes competitividade através de apoio técnico. n Expediente Amri Tarsis de Oliveira ABERIMEST completa 15 anos, com nova ordem tecnológica. N o dia 20 de agosto a ABERIMEST (Associação Brasileira de Empresas Revendedoras, Instaladoras e Mantenedoras de Equipamentos e Sistemas de Telecomunicações), atualmente presidida pelo Dr. Vander Luíz Sthephanin, realizou um evento no Instituto de Engenharia de São Paulo em comemoração aos seus 15 anos de existência. Com o auditório lotado por autoridades e profissionais da área de Teleinformática, as comemorações foram conduzidas com brilhantismo pelo Sr. João Dória Júnior - mestre de Cerimônia. Dentre as diversas solenidades destacaram-se: a apresentação da mesa, a homenagem aos diretores da Casa e lançamento do Selo e Livro - ABERIMEST 15 anos. No decorrer das solenidades alguns homenageados discursaram enaltecendo a influência da Associação nos rumos seguidos pela área de Telecomunicações e os benefícios que estes trouxeram e trarão à melhoria dos serviços prestados a nação, em especial, em seu discurso o Dr. Vander mencionou as novas ações da associação para fornecimento de cursos a Engenheiros e Técnicos que necessitam de conhecimentos técnicos e práticos para elaboração de: Projetos de Rede de Comunicação telefônica, Redes de Dados e Sistemas Integrados. A finalidade é disponibilizar profissionais aptos ao novo mercado de Comunicação que no Brasil está se abrindo. Para encerramento do evento todos foram convidados a um coquetel de comemoração. n CURSOS Foi realizado no mês de agosto curso de Fibras Ópticas e Sistemas de Comunicação tendo como instrutor o Engº Luís Sérgio Conterato, graduado em 1986 pelo Instituto Nacional de Telecomunicações de Santa Rita do Sapucaí - INATEL. O curso formado por quatro módulos, teve a seguinte programaçãol: Módulo I 1 - Introdução a Fibra Óptica 2 - Estrutura da Fibra Óptica 3 - Princípio de Propagação da Luz 4 - Tipos de Fibras Ópticas Fibra Multimodo Índice Degrau Fibra Multimodo Índice Gradual Fibra Monomodo Fibra Monomodo com Dispersão Deslocada 5 - Características de Transmissão Janelas de Transmissão Abertura Numérica Modos de Propagação Atenuação Absorção Perdas por Espalhamento Dispersão Dispersão Modal Dispersão Cromática 6 - Propriedades das Fibras Ópticas Imunidade a Interferência Pequena Atenuação e Banda Larga Ausência de Diafonia Isolante Elétrico Pequeno Tamanho e Peso Sigilo para Comunicação Módulo II 1 - Fontes e Detetores Fonte Tipo Led Fonte Tipo Laser Laser Tipo Fabry-Perot Da esquerda para a direita: Sr. Agostinho dos Santos Ferreira e Engº José Cunha Junior (vicediretor técnico e vicepresidente da ABERIMEST respectivamente e Sr. Amri Tarsis de Oliveira (Gerente Comercial da POLICOM) Laser Tipo DFB 2 - Fotodetetores Fotodetetores Tipo PIN Fotodetetores Tipo APD 3 - Conectores e Características Tipos de Conectores 4 - Emenda e Características Emenda por Fusão Emenda Mecânica Módulo III 1 - Cabos Ópticos 2 - Características Estruturais 3 - Lançamento de Cabos 4 - Dispositivos Aplicáveis 5 - Tipos de Cabos 6 - Aplicações Módulo IV 1 - Redes de Comunicação Ponto a Ponto 2 - Redes de Comunicação Multiponto 3 - Redes Locais (LAND S) 4 - Redes Metropolitanas (MAN S) 5 - Redes de Longa Distância (WAN S) 6 - Redes de TV a Cabo 7 - Redes de Banda Larga 8 - Redes OPGW 9 - Aplicações Industriais 10 - Aplicações de Áudio 11 - Aplicações de Dados 12 - Aplicações de Vídeo Maiores informações sobre novas datas dos Cursos ABERIMEST podem ser obtidas no seguinte telefone: (011) fax (011) Coordenação: Amri Tarsis de Oliveira Jornalista Responsável: Ivone Judith Mussolini - Mtb 8063 Produção Gráfica/Diagramação Editoração Eletrônica: Tarcizio Sávio da Silva Redação: Carlos Becker Luís Fernando Mussolini Renato da Silva Preti Fotolitos: Projeção Fotolito Impressão: Tiragem: exemplares Periodicidade: Bimestral Dúvidas, Reclamações, Sugestões ( (011) Av. Nazaré, Ipiranga - SP CEP São Paulo - SP Cabling News é uma publicação exclusiva POLICOM Cabos e Conectores Ltda., não é permitida a reprodução de matérias bem como imagens aqui veiculadas sem a prévia autorização dos editores. Edições anteriores podem ser consultadas por meio de nosso web site: Configuração RJ 45 Conforme o item da norma TIA/EIA-568A são reconhecidos dois padrões de ligação (de acordo com a posição dos pares) para os conectores fêmea (Jack) padrão RJ de oito vias, chamados de padrões T568A e T568B. 2

3 A Link x Channel companhando a Bíblia dos profissionais de Cabling, a Norma ANSI/TIA/EIA 568-A anexo E, podemos conhecer algo por muitas vezes despercebido e que por vezes pode causar problemas de certificação, de acordo com o método de teste. Qual a diferença entre Link e Channel? Conforme a figura 1, podemos observar um CHANNEL e todos os componentes que o integram. Que são eles: a) Tomadas RJ-45. b) Ponto de transição (opcional). c) Cabo horizontal (UTP). d) Horizontal cross-connect ou Patch Panels. e) Um total de 10 m de Patch Cords (l 1 + l 2 + l 3). Na ilustração abaixo: FIGURA 1 Elementos opcional de cabeamento horizontal incluem o ponto de transição ou ponto de consolidação, patch-cords/jumpers (l 1), e connecting hardware usado para um esquema para cross-connexão para equipamentos ativos no Telecomunication Closet. Cabos marcados como (l 2) e (l 3) atendem com conexões para equipamentos e são inclusos como parte do horizontal Cabling Channel. Conforme figura 2, podemos visualizar um BASIC-LINK e todos os componentes que o integram, conforme abaixo: A) Tomada RJ-45. B) Ponto de transição (opcional). C) Cabo Horizontal (UTP). D) Conector da terminação do cross-connect ou Patch Panel. Seguindo o mesmo raciocínio do Channel podemos observar que o grande diferencial está na estrutura montada com ou sem Patch Cords. Para tal os parâmetros de teste se alteram o que por eventualidade po- CHANNEL / 20ºC à Comprimento do cabo horizontal: 90 m à Comprimento dos patch cords e jumpers: TOTAL 10 m (da instalação) Frequência Categoria 3 Categoria 4 Categoria 5 (MHz) CHANNEL / NEXT LOSS Frequência Categoria 3 Categoria 4 Categoria 5 (MHz) Testes e Medições BASIC LINK / 20ºC à Comprimento do cabo horizontal: 90 m à Comprimento dos patch cords e jumpers: TOTAL 4 m (dos equipamentos de teste) Frequência Categoria 3 Categoria 4 Categoria 5 (MHz) BASIC LINK / NEXT LOSS Frequência Categoria 3 Categoria 4 Categoria 5 (MHz) Organização, Acomodação, Segurança, Harmonia, Versatilidade... São algumas qualidades dos produtos Tabelas extraídas do TSB67 TO indica o Telecomunication outlet. TP ou CP indica o ponto de transição ou ponto de consolidação. HC representa o horizontal cross-connect. OBS- No momento de montagem do scanner de teste para Channel, deverão ser utilizados adaptadores que compõem o Kit do Equipamento de teste com os Patch Cords da instalação (l 3 + l 2). derá causar diferença quando da avaliação dos testes. Observe ao lado tabelas comparativas de testes de Attenuation, Next. OBS - Neste caso, quando da utilização do scanner de teste dever-se-á utilizar dos Patch Cords que compõem o Kit da ferramenta de Teste que deverão ter no máximo dois metros cada um. Ponto de transição ou de consoli- Mono Rack Mini Gral FIGURA 2 Novo Rack Gral Plus Mono Gral l Novo design l Planos frontais e trazeiros móveis l Porta com fecho especial com chave l Padrão 19" l Vários tamanhos Open Rack Passa Cabo dação são utilizados em sistemas undercarpet e zone wiring respectivamente. n Cabling News,MUITO MAIS QUE UM SIMPLES JORNAL INFORMATIVO! GRAL METAL IND. METALÚRGICA LTDA. Rua Verava, 61 - CEP Sto. Amaro Tel.: (011) Fax: (011) São Paulo - Brasil - cód. int. (5511) 3

4 O Tutorial - Cabos Ópticos Cabos Ópticos Qual o Tipo Correto a Ser Utilizado? s cabos de fibra óptica possuem três principais variáveis: Tipo de fibras (Multimodo x Monomodo) Tipo de construção ( Loose buffer x Tight Buffer ) Tipo de capa externa ( PVC x Polietileno) Para saber qual o tipo de cabo mais correto para uma determinada aplicação verifique o que cada variável representa, a composição destas variáveis mostrará o cabo ideal: TRANSMISSÃO ÓPTICA A fibra óptica é um filamento de sílica (vidro com poucas impurezas) capaz de confinar a luz possibilitando que pulsos luminosos possam ser codificados estabelecendo uma comunicação entre as extremidades. Para que ocorra a comunicação efetivamente foram desenvolvidos equipamentos que transformam os pulsos elétricos em ópticos e vice versa chamados de Transceivers (Transmiter + Receiver). COMO A LUZ PERCORRE A FIBRA? A fibra é formada por núcleo e casca ambos de sílica porém com índices distintos de refração e a luz é injetada por um emissor em ângulos próximos da reflexão total. Em sistemas multimodo o núcleo possui um diâmetro de 62,5 micrômetros (62.5 x10-6 m) e opera com emissores do tipo LED (Light emission diode) provocando um espalhamento da luz em diversos modos (caminhos por onde percorrem a luz). Já em sistemas monomodo o núcleo tem um diâmetro de 9 micrômetros (9 x10-6 m) e opera com emissores a laser fazendo com que a luz percorra a fibra em um único modo. Os sistemas monomodo são superiores aos multimodos porém dado o custo dos emissores e receptores (equipados para operar com laser), atualmente são utilizados em redes externas pelas operadoras de telecomunicações e TV a cabo. Em redes locais e de campus as fibras mais aplicadas são as do tipo multimodo e apesar de serem inferiores às monomodo podem permitir taxas de transmissão acima de 1Gbps. Ambos os tipos permitem a transmissão de dados, voz e imagem. Obs: O diâmetro da casca é o diâmetro externo da fibra e em fibras mais modernas é de 125 micrômetros por isso você encontra especificações de fibra como 62,5/125 ou 9/125 que equivalem ao diâmetro do núcleo e casca respectivamente. Multimodo x monomodo TAXAS DE TRANSMISSÃO E DISTÂNCIAS A capacidade máxima de transmissão em fibras ópticas ainda é desconhecida, hoje o gargalo se encontra nos equipamentos eletrônicos que codificam o pulso luminoso. Para saber qual a taxa de transmissão e distâncias máxima de um sistema devese recorrer às especificações dos equipamentos que compõe a rede, geralmente estes equipamentos devem atender uma performance mínima estabelecida pelo padrão de rede em que está enquadrado. (Veja tabela abaixo) TIPOS DE CONSTRUÇÃO DO CABO ÓPTICO (LOOSE BUFFER X TIGHT BUFFER) fibra recebe um revestimento extra podendo receber elementos de tração e capa externa individual ou global. TIPO DE CAPA EXTERNA Loose buffer (PVC X POLIETILENO) A capa externa geralmente é construída em PVC ou Polietileno. O PVC não propaga chama sendo ideal para aplicações internas já o Polietileno é resistente a intemperes sendo ideal para aplicações externas. Para instalações em petroquimicas ou em ambientes que exigem maior resistência deve-se consultar o fabricante. Tight buffer Maior proteção contra umidade A água em contato com a fibra pode provocar microfissuras, o gel derivado de petróleo dificulta a penetração da água em possíveis rompimentos do tubo. Aplicação ideal : Ambiente externo por proteger a fibra de grandes variações de temperatura e penetração de água Restrições : Este tipo de cabo não é recomendado para ambientes internos por possuir o gel derivado de petróleo podendo propagar chama. Obs: Geralmente os cabos loose buffer são associados a capas em Polietileno TIGHT BUFFER - VANTAGENS A camada extra existente somente em construções tight protegem as fibras contra microdobras que podem ocorrer na passagem em infraestruturas apertadas ou com curvas. Esta camada também permite um ganho de qualidade na instalação de conectores e armazenagem das fibras dentro de distribuidores ópticos. Aplicação Ideal: Ambiente interno onde a passagem dos cabos exige maior proteção contra microdobras. Montagem de cordões de manobra (patch cords) onde o manuseio da fibra é constante Restrições : Instalações externas muito severas ou muito longas. Obs: Geralmente os cabos Tight buffer são associados a capas em PVC. n (continua na próxima edição)... Existem basicamente duas técnicas de construção de cabos ópticos uma delas o Loose buffer (buferizado solto) consiste em alojar as fibras dentro de um tubo preenchido com um gel (derivado de petróleo) e o tubo recebe elementos de tração e capa externa. Na segunda categoria (Tight) cada Exemplos LOOSE BUFFER - VANTAGENS Maior proteção das fibras em grandes variações de temperatura Em variações de temperatura ocorrem expansões e retrações no cabo, com as fibras soltas dentro do tubo não existe esforço nas mesmas. Padrão Distância máxima Sistema Taxa de Transmissão Ethernet 10 Base FL 2 Km 1 Multimodo 10 Mbps Ethernet 100 Base FX Multimodo 100Mbps Ethernet 100 VG AnyLan 5 Km 2 Multimodo 100Mbps Ethernet 1000 Base SX 1000Mbps FDDI 2 Km 3 Multimodo 100Mbps ATM Multimodo 155Mbps ATM Multimodo 622Mbps 1 - Distância entre equipamentos sem repetição 2 - Distância entre estações de trabalho com repetição 3 - Distância entre equipamentos sem repetição Não foram encontrados dados suficientes Amri Tarsis de Oliveira Cores De acordo com o item da norma TIA/ EIA-568A os conectores e acopladores devem possuir cor bege para fibra óptica Multimodo 62,5/ 125µm e cor azul para fibra Monomodo 9/125µm. 4

5 D edicada a prestar o melhor serviço em distribuição de produtos para Cabling, a POLICOM aumenta sua participação em mercados regionais englobando empresas locais. Para suportar tal crescimento, um arrojado investimento vem sendo Cenário Nacional POLICOM informações mais confiáveis. A Qualidade é condição impar que a empresa agrega a cada contato com o mercado. Do início ao fim da cadeia o cliente pode contar; Se o seu sucesso depender de um bom fornecedor de Cabling, então seja bem vindo ao Grupo POLICOM. n Estoque II Business Empresas do Grupo: Operação no estoque feito na estrutura das empresas além de reforço considerável em produtos estocados, buscando desta forma atender a demanda cada vez maior e mais diversificada deste mercado. Com alta rotatividade do estoque, hoje valorizado em U$ , o Estoque I Grupo Policom aumenta a disponibilidade e amplia o leque de opções de produtos criando confiabilidade junto aos clientes. Acompanhando os movimentos tecnológicos mundiais a empresa, em muito, se antecipa às novas tendências repassando ao mercado qualidade em atendimento e logística. Produtos de tecnologia exigem pessoal preparado a transmitir aos clientes as soluções de correta aplicação e escolha adequada às mais diferentes soluções, por isso o grupo Policom dispõe de engenheiros profundamente envolvidos e preparados a fornecer as POLICOM Cabos e Conectores Ltda. São Paulo/SP PARIS CABOS Comercial Ltda. São Paulo/SP RECICABOS Comércio e Serviços Ltda. Recife/PE /3185 BECKCONNECT Produtos para Redes Locais Ltda. Belo Horizonte/MG E m agosto último a POLICOM assinou com a Furukawa o novo contrato de distribuição para produtos para Cabling (incluindo toda família FCS). Com um alto volume de Aliança Reforçada Sr. João de Oliveira recebe renovação do contrato de distribuição FURUKAWA das mãos do Sr. Victor compras/mês a Policom foi a primeira empresa do ramo de distribuição para produtos de Redes de comunicação de Dados a assumir o compromisso para volumes de compras ainda maiores que os já existentes no decorrer do ano de 96/97. Com este novo contrato, a Furukawa demonstra amadurecer ainda mais a política de comercialização com seus canais de Distribuição, criando regras bem definidas afim de proteger e assegurar o trabalho do Distribuidor que efetivamente trabalha seus produtos. A Policom entende que as empresas ao assumirem o compromisso estão prestando melhores serviços o que leva a reforçar as negociações, aumentando a participação de ambos no mercado estando sempre coerentes com as realidades mercadológicas. Assídua participante da CONDEX, a Furukawa apresentou neste ano de 97, a conhecida família FCS que recebeu novo nome - FCS Plus - trás como novidade uma linha completa de produtos para instalação de LANs. Além de muito mais atrativos, visualmente a família FCS Plus conta com ferramental de aplicação o que completa a solução fornecida pela Furukawa. Estes produtos estão sendo disponibilizados nos distribuidores já a partir de outubro. Da esquerda para a direita Srs. Amri, Ivan, Carlos Becker e Anderson 5

6 High-Tech BICC lança linha revolucionária para cabeamento óptico A BLOLITE linha Blolite da BICC é composta por cabos contendo microdutos vazios que permitem a inserção de fibras ópticas. Após a instalação dos cabos (Bloduct) as fibras são sopradas com um equipamento de ar comprimido. BLOTWIST Para completar a abrangência do sistema a BICC desenvolveu um cabo de par-trançado que possui alojado em sua capa um micro-tubo, com isto Outlet especiais garantem a terminação dos dutos Máquina especial introduz as fibras com ar Bloduct é disponível para aplicação interna e externa VANTAGENS DO SISTEMA Custo Muitas instalações são contempladas com backbones de fibra óptica e em muitos casos o projetista opta em colocar mais fibras que o necessário com o objetivo de facilitar um up-grade a curto prazo. Com o Blolite as fibras podem ser introduzidas conforme a necessidade possibilitando um custo inicial menor. Facilidade em Up-grade Blotwist, UTP e STP com microdutos além de assegurar o crescimento do backbone o instalador pode garantir ao usuário que seu cabeamento horizontal possa migrar para o fiber-tothe-desk. ACESSÓRIOS A linha contempla todo o sistema portanto além dos Blowduct (Cabos com microdutos), Blotwist (Par trançado com microduto) e Blowfibre (fibra com revestimento especial) a BICC disponibiliza também caixas de ter- Amri Tarsis de Oliveira INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CONECTORES LTDA. SINAL COM QUALIDADE EXIGE CONECTORES DE ALTA PRECISÃO A variedade de equipamentos e de padrões de redes torna critica a missão de se projetar um cabeamento que possa assegurar qualquer tipo de aplicação futura, esta técnica além de permitir o crescimento conforme a necessidade possibilita também a troca ou inclusão de fibras monomodo. BLOWN FIBRE Para garantir a qualidade as fibras disponiblizadas para este sistema possuem revestimentos especiais o que garante baixa fricção na sua passagem. Patch panel especial permite a terminação dos dutos minação preparadas para receber os dutos, acessórios de emendas para os tubos, tomadas de terminação e o Blocentre que é o equipamento de ar comprimido que introduz as fibras no tubo. n Ü Redes de Computadores Ü Rádio Frequência Ü Telefonia Celular Ü CATV outros... W.F. INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CONECTORES LTDA. Av. Paulo Antunes Moreira, Iperó - SP CEP Fone: (0152) Fax: (0152) Blown fibre, fibra especial garante baixa fricção Changeover box, caixa de emenda permite a emenda dos dutos Em São Paulo: Rua Albino Boldasso Gabril, Sto. Amaro - São Paulo - SP - CEP (011) Fax: (011)

7 Q Power Sum, Categoria 6, Categoria 5 nível 7, Categoria mhz, Categoria 5 para Gigabit ethernet... Qual a melhor opção?? uando o cabeamento estruturado foi concebido a idéia era construir uma infra estrutura de cablagem que pudesse suportar teoricamente por 10 anos a evolução dos padrões de rede. Com a chegada de novos padrões tais como o FAST Ethernet, ATM e Gigabit Ethernet muito tem se discutido com relação ao suporte ou não em cabeamentos UTP categoria 5. O objetivo desta matéria é esclarecer ao leitor como é avaliada a qualidade do UTP, como as especificações destes novos padrões estão relacionadas e por conseqüência como se faz uma boa escolha na hora de definir os produtos que serão contemplados para uma instalação onde se pretende garantir que novos padrões possam ser implementados. TENDÊNCIAS DOS PADRÕES DE REDES É evidente que a evolução dos padrões está ocorrendo em busca de maior taxa de transmissão, desta forma poderemos ter num futuro próximo aplicações de video-conferência em tempo real, multimidia na rede com alta velocidade e muito mais. No entanto o anúncio de que teremos redes com taxas de transmissão de 155 Mbps, 622 Mbps e até mesmo 1000 Mbps suportadas por UTP tem causado algumas confusões pois como em alguns padrões como o Ethernet 10 base T que utiliza o esquemas de codificação de bits do tipo Manchester a taxa de transmissão (10 Mbps) é numericamente igual a largura de banda (10 Mhz) é intuitivo acreditar que para se obter 155, 622 ou até mesmo 1000 Mbps a largura tenha que ser numericamente igual (155, 622 e 1000 Mhz), porém uma das variáveis que podem aumentar a taxa de transmissão é a eficiência dos esquemas de codificação de bits e pelo que tudo indica é esta a tendência que se verifica nos comitês de padronização tais como o ATM Forum e Gigabit Ethernet alliance isto porque a utilização de altas freqüências apesar de aumentar a largura de banda pode trazer alguns inconvenientes tais como: maior atenuação, pior next, aumento dos retornos por reflexão (SRL) e maiores interferências no ambiente externo. Isto não significa que não possam ser exploradas no futuro o uso de uma maior largura de banda, talvez aplicações como brodband video onde é explorada a multiplexação por freqüências e aí quanto maior a largura de banda maior o numero de canais que se pode transmitir o uso deste recurso seja importante. A preferência por esquemas de codificação mais eficientes além do aspecto técnico tem sido propulsionada por motivos políticos pois a adoção de equipamentos para estes novos padrões seria favorecida uma vez que os clientes não precisariam trocar seus cabeamentos UTP categoria 5, no entanto quanto mais eficiente é o esquema de codificação melhor tem que ser a relação sinal ruído portanto uma nova geração de produtos de cabling deverá ser necessária, não para atender estes padrões em largura de banda mais sim para garantir que na faixa de 100 Mhz possa se obter melhor qualidade do sinal. Uma outra hipótese é equipar os equipamentos com canceladores de eco e de crosstalk porém o custo da substituição do cabling seria transferido aos equipamentos. No momento o que temos são apenas objetivos, o ATM Fórum especifica o sistema categoria 5 COMO OCORRE A TRANSMISSÃO NO MEIO FÍSICO UTP? As informações são codificadas em pulsos elétricos para que possam ser transmitidas através do meio físico até atingir um decodificador que executa a tarefa ao inverso. O QUE É HERTZ (HZ) Hertz (Hz) é uma medida de freqüência ( ciclos por segundos), propriedades de transmissão tais como largura de banda, atenuação e diafonia são especificadas como uma função da freqüência, um megahertz por exemplo é igual a de cilcos por segundo. O QUE SÃO BITS? Bit é uma medida de transmissão de dados, dados digitais são transmitidos com uma série de sinais digitais (0 ou 1) denominados dígitos binários ou bit. A Taxa de transmissão é mensurada em bits por segundo portanto um megabit por segundo equivale a bits por segundo. BANDA PASSANTE DO SINAL Denomina-se banda passante de um sinal o intervalo de freqüências que compõem um sinal. A largura de banda de um sinal é o tamanho de sua banda passante. Exemplo : A largura de banda em redes ethernet 10 base T (10 Mbps) é de 10 Mhz onde o sinal é decomposto entre as freqüências de 0 a 10 Mhz. BANDA PASSANTE DO MEIO FÍSICO Especial ESQUEMA DE CODIFICAÇÃO DI- GITAL são dispositivos que conseguem compactar os bits de dados que estão sendo transmitidas em faixas de freqüência. Em alguns padrões a relação é de um para um como é o caso do Ethernet 10 base T onde um Megabit de dados é compactado em uma faixa de um Megahertz de freqüências, isto não ocorre nos novos padrões como TP- PMD (FDDI em cobre) onde o esquema de codificação utilizado é o MLT- 3 e a largura de banda é ¼ da taxa de bits. Assim, apesar da taxa de dados do TP-PMD ser 125 Mbps (100 Mbps de dados mais 25 Mbps de controle de bits) a largura de banda é ¼ disto ou seja Mhz. Destrançamento Conforme o item da norma TIA/EIA-568A do destrançamento de cada par do cabo UTP que deve ser desfeito, para a inserção do mesmo nos conectores ou acessórios, não pode ultrapassar 0,5 (13 mm) para cabos categoria 5 e 1,0 (25 mm) para cabos categoria 3 e 4; cuja finalidade é exatamente garantir que sejam mantidas as características de transmissão. A banda passante do meio físico é a faixa de freqüência onde o meio físico é capaz de preservar o sinal Exemplo : Em sistemas categoria 3 os parâmetros elétricos são avaliados até 16 Mhz desta forma o meio físico é capaz de preservar o sinal dentro desta faixa de freqüência (de 0 a 16 Mhz). A especificação Ethernet 10 base T prevê o uso do sistema UTP cat.3 por entender que este é capaz de preservar o sinal que terá largura de banda de 10 Mhz. ESQUEMAS DE CODIFICAÇÃO DIGITAL 7

8 Especial O cabo UTP 4p categoria 5 é nosso alvo por enquanto. Os fabricantes de equipamentos estão relutantes em mudar os requisitos dos cabeamentos dos clientes. O 802.3z desenvolve um sistema de codificação avançado que será capaz de transmitir 1000 Mbps em cabos de 4 pares, 250 Mbps por par. Sinal - ruído é mais importante que largura de banda. Palavras de Geoff Thompson charmaim do IEEE em uma apresentação sobre o impacto do gigabit ethernet realizada em Providence E.U.A no BICSI Summer conference em junho deste ano. A questão é : melhores instalações de cabling x componentes eletrônicos mais complexos. Só o tempo dirá! A performance do categoria 5 é inadequada para aplicações robustas usando tecnologia barata Recomendação para a base instalada : Utilizar complexos e caros circuitos de cancelamento de crosstalk e eco para superar as limitações de performance do cabling. Recomendação para as novas instalações de cobre : Instalar o melhor cabling 4 pares com eletrônica simples. Palavras de Luc Adriaenssens Diretor de aplicações de sistemas do Bell Labs na apresentação da linha Gigaspeed da Lucent realizada em Atlanta em maio deste ano. para aplicações a 155 Mbps só que coloca um BER de ( característica que exige melhor relação sinal ruído) o Gigabit Ethernet Alliance tem como meta o sistema cat.5 para transmissões de 1000 Mbps e diz que cada par transportará 250 Mbps no entanto para isso o sistema tem que atender à (norma) Power Sum em cabos de 4 pares para garantir uma qualidade de Next quando todos os pares estiverem funcionando ao mesmo tempo, o que acontecerá no futuro (que não está longe) só o tempo dirá. COMO ANDA A REESTRUTURAÇÃO DAS NORMAS DE CABEAMENTO Até o presente momento não há nenhuma norma publicada que especifique sistemas UTP acima de 100 Mhz (categoria5). BICC importante fabricante europeu já dispõe do cabo categoria 6 Tendências Européias Na Europa existe uma densidade muito grande de sistemas de par trançado blindado e como a blindagem é um fator que abranda os inconvenientes do uso de altas freqüências os órgãos de padronização estão mais confortáveis para especificar cabos de par trançado acima de 100 Mhz utilizando o modelo blindado. A DIN (alemã) já publicou um draft que especifica o par trançado até 600 Mhz no intuito de prover adequação para sistemas de banda larga (sistemas de vídeo) e o intitulou como categoria 6 e a ISO também estuda a possibilidade de adoção do categoria 6. Tendências Americanas Nos E.U.A o que se tem percebido é uma maior preocupação com o UTP, a TIA ainda não chegou a conclusão se será necessário um cabo categoria 6 ou que sejam especificados acima de 100 Mhz, no entanto a expectativa de que hajam sistemas com transmissões paralelas (utilizando os 4 pares) e que exigem menor taxa de erro de bits (por conseqüência menor sinal ruído) tem feito a comunidade técnica dar mais atenção para métodos de avaliação tais como Power Sun, Delay skew, SRL entre outros. MAS AFINAL, QUAL E MELHOR OPÇÃO DE PRODUTOS? Em 1981, Bill Gates, o bilionário fundador e dono da Microsoft previu que 640 Kbytes de memória seriam suficientes para qualquer tipo de aplicação, portanto como vocês podem ver previsões não passam de previsões. Na nossa opinião a melhor maneira de preservar o investimento em cabling é fazer opção pelos pacotes que são oferecidos pelos grandes fabricantes onde o programa de certificação prevê a garantia de aplicações, muitos acreditam que garantias de 15 anos é puro marketing, se olharmos pelo lado de que daqui 10 anos por exemplo talvez estaremos utilizando sistemas com dezenas de Gigabits nós também concordamos porém se estas empresas assumem a responsabilidade de garantir aplicações pelo menos você pode ficar tranqüilo que para aquelas aplicações o cabeamento su- TAXA DE TRANSMISSÃO A taxa de transmissão é a quantidade de dados (bits) que um padrão é capaz de transmitir, para que isto seja possível quando se especifica um padrão é escolhido o meio físico, a banda passante do sinal, a largura de banda que este meio físico tem que preservar o sinal e o esquema de codificação que será adotado*. O QUE SÃO RUÍDOS? Os ruídos causam distorções nos sinais e são um dos maiores limitantes do desempenho de sistemas de comunicação, geralmente são impostas pelas características do meio físico (ruído térmico) ou provenientes de interferências de sinais indesejáveis. A quantidade de ruído presente numa transmissão é medida em termos da razão entre a potência do sinal e a potência do ruído, denominada razão sinal- ruído (SNR). Quanto mais sofisticado o esquema de codificação de bits exige-se melhor SNR. O SNR é mensurado em decibéis. RUÍDOS POR INTERFERÊNCIA Crosstalk ou diafonia Quando um sinal elétrico trafega num condutor gera ao redor deste um campo elétrico. Crosstalk é a medida da interferência em um par pelo sinal que está trafegando num par adjacente dentro do mesmo cabo. A norma TIA/EIA 568-A prevê os seguintes testes: Next Avaliação par-a-par onde se mede todas as combinações de pares em um cabo, em cabos de 4 pares são executadas 6 combinações (ex.: par1 com par2, par1 com par3, par1 com par4 e etc.) o pior valor corresponde ao valor do cabo. Power Sum Next No método Power Sum ( somatória de potências ) a medição é feita como se todos os pares estivessem em funcionamento ao mesmo tempo, portanto mede-se qual o ruído provocado em um par injetando sinal em todos os outros, esta medição é mais fidedigna e está prevista na norma TIA/EIA 568-A para aplicações em cabos de 25 pares. (Este método esta sendo estudado pela TIA/EIA para ser incorporado em cabos de 4 pares). RUÍDO IMPULSIVO O Ruído Impulsivo é causado por fontes externas. Para se evitar este tipo de ruído o projetista tem que prover a EMC ou seja a compatibilidade eletromagnética para isso é necessário avaliar as possíveis fontes externas de interferências eletromagnéticas tais como motores, sistemas de distribuição de energia, lâmpadas fluorescentes e etc. e desenhar o encaminhamento dos cabos a uma distância que tornem os cabos imunes, outra maneira é a utilização de infra-estruturas metálicas aterradas. *MATEMATICAMENTE A TAXA TRANSMISSÃO É DADA DA SEGUINTE FORMA : Taxa de Transmissão = (Banda passante) x (Mbits por Mhz da banda) (Dados em Mbps) (Mhz) (Esquema de codificação) Assim existem duas formas de aumentar a taxa de transmissão : Aumentando a banda de freqüências Melhorando a eficiência de codificação (mais bits na mesma largura de faixa) O Next e PS-Next são mensurados em db 8

9 portará. Baseado em que estas empresas garantem aplicações que não estão nem normatizadas? Estas empresas geralmente participam dos comitês de padronização e muitas vezes são elas mesmas que propõe o esquema de codificação de bits portanto apesar deste novos padrões não estarem ainda normatizados os parâmetros técnicos que serão exigidos no cabeamento muitas vezes já são conhecidos. Algumas empresas conseguem até demonstrar isso, veja o caso da Lucent, eles fizeram uma demonstração com aplicações de vídeo onde o cabo UTP suportava 622 megabits por segundo. Aí você se pergunta : Video? Eu quero saber se ele suportará ATM a 622 Mbps. A sacada é que neste experimento foi utilizado o esquema de codificação de bits 64- CAP o mesmo que esta sendo adotado pelo ATM Forum na padronização do ATM 622 Mbps em cabos UTP. CONSIDERAÇÕES O que faz um sistema de cablagem estar apto em atender as exigências técnicas dos novos padrões de comunicação não é apenas a escolha dos produtos mas sim 4 níveis de competência : Projeto Escolha dos produtos Instalação Certificação Um bom projeto garantirá que haja Especial infra-estrutura adequada ao cabeamento bem como compatibilidade eletromagnética, os produtos se forem de boa qualidade garantirão a possibilidade de se obter performances superiores aos especificados no categoria 5, a instalação feita com respeito aos critérios técnicos (destrançamento dos pares nas terminações, raio de curvatura e etc.) irá garantir que a possibilidade de se obter performance seja obtida e por ultimo a certificação irá dar a certeza de que foram alcançados os objetivos previstos. GARGALO Um fator importante é que independente da categoria que se utilize quer seja o categoria 5, categoria 6 ou o que é mais provável o categoria 5 UTP melhorado todos os componentes do link tem que possuir tal categoria, isso por que a performance do link será a do componente de menor qualidade. Por analogia imagine um link com cabos categoria 5 porém com conectores cat.3 se você já teve esta experiência deve ter percebido que o link não passa no teste de Next portanto não crie gargalos! Se você pretende construir um cabeamento com rendimentos superiores ao categoria 5 esteja atento para saber se todos os elementos que compõe o link possuem a mesma qualidade superior ao categoria 5. Amri Tarsis de Oliveira TEMOS O QUE VOCÊ PROCURA! AIM Eletronics Corporation 4880 N. Hiatus Road. - Sunrise, FLORIDA 33351, U.S.A. Tels.: (800) , (954) Fax: (954) DISTRIBUIDOR AUTORIZADO: Somos um fornecedor líder em conectores, produtos de interconexão, produtos para voz/dados, inluindo Categoria 5, fibra óptica, coaxial e acessórios. Também dispomos de uma gama completa de produtos para MATV, telefonia, acessórios para computação, ferramentas e mito mais. Ü Qualidade Ü Garantia Ü Confiabilidade Ü Diversificação ( (011) Av. Nazaré, Ipiranga - SP CEP São Paulo - SP O QUE É ATENUAÇÃO? Atenuação é o decréscimo da amplitude do sinal ou seja é perda que o sinal sofre durante a transmissão num dado meio físico, a unidade utilizada é o decibel. O QUE É ACR (ATTENUATION-TO-CROSSTALK) O ACR é o mesmo que sinal ruído (SNR) seu valor é resultado da diferença entre o Next e a Atenuação. ACR = Next - Atenuação O QUE SÃO ECOS? Ecos provocam efeitos similares ao ruído, toda vez que há uma mudança de impedância numa linha de transmissão sinais são refletidos e voltam por esta linha corrompendo os sinais que estão sendo enviados. SRL (STRUCTURAL RETURN LOSS) - PERDA ESTRUTURAL DE RETORNO SRL é a medição que avalia a uniformidade da impedância ao longo das seções do cabo. Os parâmetros que afetam a uniformidade de impedância incluem a distância de separação média entre condutores, uniformidade do trançamento e da secção transversal do cabo. PROPAGATION DELAY É o atraso que o sinal sofre quando é transmitido em um cabo (Este valor é mensurado em nanosegundos e está previsto na norma TIA/EIA 568-A ) DELAY SKEW Esta medida avalia a diferença entre os atrasos dos pares (Esta sendo estudado pela TIA/EIA). O QUE É BER? Bit-error-rate ou taxa de erro de bit é uma medição onde se avalia a quantidade de bits com erro dentro de um lote. Todos os padrões de redes trazem especificações do BER como uma forma de garantir que os sinais sejam recebidos com poucas distorções. Com a evolução dos padrões de rede o BER tem sido cada vez mais rigoroso (veja tabela 1). tabela 1 Especificações de camada física Base 2 - BER = Base 5 - BER = Base T - BER = 10-9 ATM 155 Mbps - BER = BER = 10-9 equivale dizer que um bit pode errar em 1 bilhão de bits BER = equivale dizer que um bit pode errar em 10 bilhões de bits Comentários : O BER está diretamente relacionado ao ACR ou SNR pois quanto menor o nível de ruído menores serão as distorções e conseqüentemente menores serão as proporções de bits com erro. 9

10 A Cases BRW Instala Cabling na ALCAN e certifica com garantia de 15 anos fábrica da ALCAN, localizada em Saramenha na região serrana de Ouro Preto (MG), está finalizando a montagem do cabeamento estruturado que atenderá a comunicação de Dados e Voz de 24 prédios. Estão envolvidas diretamente neste projeto as seguintes empresas: l BRW Tecnologia, responsável pela instalação, certificação e documentação de todo Cabling Lucent Technologies fornecido pela POLICOM, com garantia de 15 anos. l MIP Engenharia, responsável pela montagem da Infra-estrutura de dutos, postes, pisos elevados, etc., por onde passa o cabeamento. l CABLETRON Systems do Brasil, fornecedora dos equipamentos para comunicação de dados. A instalação atenderá diversas áreas da fábrica somando um total de pontos entre dados e voz. O prédio do Centro de Vivência centralizará todos os Links Ópticos, sendo 22 prédios atendidos com cabos ópticos de 6 fibras e 2 prédios com cabos de 4 fibras, todos do tipo Campusmax. Nos prédios os pontos de dados e voz serão atendidos por cabos UTP 4 pares, Patch Panels e tomadas RJ 45 (todos os itens atendendo a norma Power Sum). A BRW, tradicional instaladora de Cabling, optou pela solução Systimax devido a disponibilidade, suporte e total confiabilidade do sistema. Atualmente com 15 profissionais dedicados integralmente a esta instalação sentem-se satisfeitos com a facilidade de montagem dos produtos e qualidade dos mesmos o que agilizou consideravelmente os trabalhos. A empresa, segundo Sr. Wilson de Oliveira Borges (Gte. Do Projeto), atua no mercado de Cabling desde 1992 efetuando desde então diversas obras sendo as mais significativas: Mineração Morro Velho, PUC MG, Cia. Siderúrgica Belgo Mineira e CREA MG. A coordenação do Projeto por parte da Alcan está sendo feito pelo Sr. Ângelo Olívio Tóffolo e equipe, aos quais desde já agradecemos pela acolhida e informações passadas. n Posição RJ E Produtos e Aplicações Acopladores Ópticos SC-ST Duplex Lucent Technologies ste produto é utilizado somen te com fibras ópticas Multimo do. Este acoplador é de extrema importância em instalações que já possuam conectorizações ST e onde pretende-se migrar para o padrão SC, conforme o item F.2.3 do Anexo F da norma TIA/EIA-568A, ilustrado abaixo. Com a utilização De acordo com a norma TIA/EIA-568A o conector fêmea (Jack) padrão RJ, quando estiver sendo fixado em um espelho de parede, deve ser posicionado de forma que os contatos fiquem para cima e a trava do RJ macho fique para baixo; o objetivo é a proteção dos contatos contra acúmulo de materiais indesejados. Acoplador ST/SC duplex Esquema de conectorização com acoplador ST/SC deste acoplador, o usuário poderá adquirir os Patch Cords duplex SC/SC já montados o que facilita em muito a instalação e garante uma ótima performance da rede. Informamos que este acoplador pode ser utilizado nos painéis dos principais tipos de acessórios para terminação óptica tais como: caixas multimídia, distribuidores internos ópticos das famílias 600A e 600B, LIUs 100A, 200A e 400A, além dos distribuidores da família LGX. n 10

11 C Conectores Ópticos Monomodo om o crescimento de instalações utilizando cabos ópticos Monomodo principalmente para Telecomunicações, a procura por conectores ópticos para estes cabos também cresceu e muito, em alguns casos a dificuldade de encontrar este produto no mercado fez com que instaladores dessem um Jeitinho para resolver o problema. A solução mais utilizada foi a substituição por conectores Multimodo no lugar dos Monomodos, ora se o diâmetro da fibra é de 62,5/125µm para Multimodo e 9/125µm para Monomodo, sendo a casca de mesmo diâmetro estaria imediatamente resolvido o problema. ERRADO!!! Vejamos: O maior problema da uti- lização deste sistema é a precisão necessária para o bom funcionamento quando da transmissão do sinal de Laser por um núcleo tão reduzido (± 9µm). Os cuidados começam com a escolha da boa qualidade da fibra óptica a seguir o tipo de conector e o sistema de conectorização mais confiável. Quando da conectorização observar cuidadosamente a precisão do polimento e em seguida efetuar os testes das atenuações de sinal. Mas e a diferença entre os conectores Mono e Multi o que acarreta? A diferença é imperceptível visualmente, uma vez que se trata de conectores construtivamente idênticos, o de- Veja a ilustração abaixo para melhor compreensão do problema. Fique de Olho talhe diferencial está na precisão do diâmetro do furo do ferrule, por onde passará a fibra (em Multimodo as tolerância são bem maiores que as encontradas nos Monomodo) e a centralização deste no ferrule (ponta) do conector. O instalador poderá se defrontar com alguns problemas de aplicação deste produto e somente depois de muito sofrimento conseguir detectar o problema. Portanto se você pretende conectorizar cabos ópticos monomodo adquira os produtos corretos, o que irá facilitar seu trabalho consideravelmente. Entretanto isto não é tudo, a qualidade do ferramental e o preparo do montador são de suma importância. n Produto, Instalação e Perfomance de Cabeamento SYSTIMAX a marca da LUCENT com garantia certificada Se você deseja receber o Cabling News regularmente. Preencha a ficha abaixo e envie pelo Telefax: (011) (POLICOM) ou Telefax: (011) (PARIS CABOS) ou ligue e passe seus dados! Empresa:... Nome:... Cargo:... Endereço:... Rua Engº Francisco Pitta de Brito, 125-9º Andar - CEP São Paulo - SP Fone: (011) Fax: (011) Cidade:... UF:... CEP:... Fone/Fax:

12 C Produtos e Aplicações Patch Panel TELCO om a explosão da quantidade de novos Internautas conectandose às Redes, os provedores de acesso estão instalando mais e mais linhas telefônicas a fim de atender a demanda. Porém com a aquisição de outras linhas estes provedores necessitam estruturar suas instalações a fim de estarem preparados para o crescimento e o melhor gerenciamento do sistema. Abaixo descrevemos alguns produtos que facilitarão a vida do provedor que sente dificuldade na administração do cabeamento. O Patch Panel TELCO é um produto aplicável nas instalações de linhas telefônicas que chegam via cabo de 24 ou 25 pares terminados em conector TELCO 50 vias, tipicamente utilizado em centrais telefônicas e PABX. Este painel já vem pré configurado para utilização de 1, 2, 3 e 4 Patch Panel TELCO facilita o gerenciamento e valoriza o ambiente do usuário. Existem disponíveis no mercado Patch Panels com 24, 32, 48, 64 e 96 portas, entretanto um dos tipos mais utilizados é o Patch Panel com 24 Portas RJ-11(6x4 vias) na parte frontal e um conector Telco macho na pares, RJ-11 ou 45. A instalação de Esquema básico de ligação entre Patch Panels Telco modems, roteadores e swithes via e Modens Patch Panel parte traseira. Demostramos abaixo a utilização de um Patch Panel deste tipo fixado em Rack, recebendo um cabo UTP de 25 Pares com conector Telco na parte traseira, ligado a um Total Control via Patch Cords RJ- 11/RJ-11 pela parte frontal do Patch Panel e traseira do Total. n P Eventos SETEMBRO Data:...21 a 25 Evento:... National Fiber Optic Engineers Conference - NFOEC 97 Local :... San Diego Marriot Hotel & Marina e San Diego Convention Center Informações:. Pacific Bell - Sr. Jim Dwer - F: Bellcore - Srs. Felix Kapron - F: John Varachi - F: Data:...9 a 12 Evento:... Expo Comm Brasil 97 Local:... Pavilhão de Exposições da Bienal - São Paulo - SP Organizador:. E.J. Krause do Brasil Eventos Ltda. - F.: OUTUBRO Data:...6 a 9 Evento:... SEMINT 97 Informações:. Executive Committe - Fone: (041) / Fax: (041) Data:...9 a 13 Evento:... 3 o Salão Internacional de Informática Local:... Riocentro, Rio de Janeiro, RJ Horário:... Das 14:00 às 22:00 horas Organizador:. Escala Eventos Data:...14 a 16 Evento:... Congresso Nacional Auditoria de Sistemas e Segurança em Informática Local:... Maksoud Plaza, São Paulo, SP Promotores:.. A.B.A.S. / Sucesu-SP / Ideti Data:...13 a 15 Evento:... Cabling Workshop and Cabling Installatión Expo 97 Local:... Charlotte Convention Center, Charlotte, NC Informações:. (1-800) Fax: (813) Produtos e Aplicações Canaletas AIM ara o correto condicionamento e proteção do cabeamento de rede a empresa AIM Eletronics lançou no mercado um sistema de Canaletas que possui curvas adequadas, as quais garantem um raio mínimo de curvatura dos cabos conforme recomenda o item da norma TIA/ EIA-568A, conforme mostrado nas figuras abaixo. Este produto resolve um grande problema enfrentado pelos Mini Gral O Mini Rack da da Gral Metal E m ambientes de baixa densida de de pontos instalados é impor tante utilizar-se deste tipo de produto para condicionamento dos equipamentos, Patch Panels e Guias de Cabos; principalmente porque o mini rack protege seu sistema contra os eventuais mexericos, poeira ou acidentes por esbarrões. Você também pode fazer sua assinatura gratuita do Cabling News pela Internet, basta visitar um de nossos sites e preencher o formulário de cadastramento. É rápido, prático e fácil. Canaletas AIM usuários e instaladores que necessitam alocar pontos de dados e/ou voz onde não estão disponíveis conduítes ou canaletas embutidas. O caminho aparente percorrido com este tipo de canaleta dá ao ambiente instalado segurança e excelente aparência estética, além de mantê-lo dentro dos parâmetros das principais normas de instalação de Cabling. n É utilizado normalmente para fixação em paredes, com altura de Mini Gral 6, 8 ou 12Us, profundidade de 370 ou 570mm, obedecendo o padrão de 19, conforme mostrado abaixo. Este produto não dispõe do segundo plano opcional e sim de um primeiro plano recuado o que permite tranqüilamente durante a conexão dos cabos aos painéis sem esforço de compressão. A porta frontal possui visor de acrílico (cristal ou fumê) e fechadura com chave. É muito utilizado em redes de Supermercados e Guiches de Companhias Aéreas. n 12

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