Prática de exercícios físicos para crianças e adolescentes obesos: revisão da literatura

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Prática de exercícios físicos para crianças e adolescentes obesos: revisão da literatura"

Transcrição

1 22 ARTIGO DE REVISÃO Prática de exercícios físicos para crianças e adolescentes obesos: revisão da literatura Practice of physical exercises in obese and overweight children and adolescents Diego Marcondes Porto 1, Ana Laura Ricci Vitor 2, Renan Marcondes Porto 1, Daniel Ribeiro 1, Luiz Carlos Marques Vanderlei 3 1 Educador Físico, Especialização, Escola Superior de Pesquisa e Pós-graduação, Faculdade de Ensino Superior de São Miguel do Iguaçu-FAESI 2 Fisioterapeuta, Mestrado, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (UNESP), Presidente Prudente. 3 Fisioterapeuta, Doutor e Livre Docente, Departamento de Fisioterapia, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (UNESP), Presidente Prudente Resumo Introdução: Em virtude da alta prevalência da obesidade infantil e sua associação com complicações na saúde, a pratica de exercícios físicos tem sido recomendada como tratamento. Objetivo: Este estudo teve por objetivo reunir e descrever informações brasileiras atuais sobre as características da prática de exercício para crianças e adolescentes com sobrepeso e obesidade. Material e Métodos: Foram selecionados na lista do WebQualis da área 21, periódicos de circulação nacional que utilizam a palavra educação física no título e com classificação maior ou igual a B2. Para identificação dos estudos foram utilizadas as palavraschave: obesidade, obesidade infantil e exercícios utilizados isoladamente e em cruzamento. Os estudos selecionados foram descritos de forma qualitativa. Resultados: Os 11 artigos selecionados mostraram que não há literaturas nacionais que abordem recomendações atuais sobre intensidade, frequência, duração e tipo de programas de exercícios físicos em crianças e adolescentes com sobrepeso e obesidade. Os estudos reunidos nesta revisão exploram informações a respeito da etiologia multifatorial da obesidade, bem como identificam a atividade física como forma de prevenção e tratamento. Apenas dois estudos avaliam os efeitos do exercício físico agudo ou crônico, sendo necessária a realização de estudos que apliquem exercícios e que investiguem seus efeitos nessa população. Conclusão: Não há uma diretriz brasileira atual que reúna informações sobre a prática de exercícios em crianças e adolescentes com sobrepeso e obesidade. Descritores: Obesidade; Obesidade pediátrica. Abstract Introduction: As a result of the high prevalence of pediatric obesity and its association with numerous health complications, the practice of physical activity has been recommended as a treatment. Objective: The aims of this study are to gather and describe current Brazilian information addressing the characteristics of physical exercises in obese or overweight children and adolescent. Materials and Methods: We selected from the list of WebQualis/CAPES da área 21, journals of national circulation using the word physical education in its title and classified as B2 or higher. In order to identify the articles published, the following keywords were used separately and combined in Portal Periódicos Capes database: obesity, pediatric obesity and exercises. The selected studies were described qualitatively. Results: Eleven studies were included in this review and submitted to analysis. The studies showed that there is no national literature addressing current guidelines regarding physical activity intensity, physical activity for long periods of time, frequency and type of the physical activity in obese children and adolescents. The studies included in this review address information related to the multifactorial etiology of obesity and identified the suited physical activity for obese or overweight children and adolescents, as well as the best prevention and treatment. Only two studies have evaluated the effects of acute and chronic exercise. It is necessary more studies addressing the practice of physical exercises in order to investigate its effects in this population. Conclusion: There is no current Brazilian guideline addressing the physical activity recommendations in obese or overweight children and adolescents. Descriptors: Obesity; Pediatric obesity. Recebido em 13/08/2014 Aceito em 07/10/2014 Não há conflito de interesse

2 Introdução A obesidade é considerada um dos principais problemas de saúde pública, tanto em países desenvolvidos quanto em desenvolvimento (1), e estima-se que pelo menos 20 milhões de crianças com idade inferior a cinco anos apresentem sobrepeso e obesidade (2). Além disso, o excesso de peso, quando observado na infância ou adolescência, tende a persistir até a vida adulta e está associado ao desenvolvimento de diversas complicações (3). A obesidade tem etiologia multifatorial, destacando-se fatores genéticos, ambientais e comportamentais (4-6). Apenas 5% dos casos configuram obesidade endógena com causas hormonais, sendo os demais caracterizados por um desequilíbrio entre consumo e gasto energético, geralmente induzido por elevado aporte energético contido na dieta e o sedentarismo (3-5). Dentre as complicações relacionadas à obesidade, podem ser citadas as doenças articulares, os distúrbios lipídicos, o aumento do risco por mortalidade cardiovascular (4,7), a hipertensão arterial, a aterosclerose e o câncer (3). Outro aspecto diretamente relacionado com a obesidade é o baixo nível de aptidão física, definida como o conjunto de atributos que o ser humano possui ou alcança que podem ser mantidos ou melhorados por meio do exercício físico, também entendida como a capacidade de realizar trabalho sem apresentar sinais evidentes de fadiga (6). Destacase que crianças e adolescentes obesos apresentam redução da capacidade motora e do nível de atividade física, com influência negativa no desempenho em testes motores de velocidade, flexibilidade, agilidade e equilíbrio, dentre outros (3,8-9). Existem diretrizes internacionais (10-12) que apresentam recomendações quanto à prática de atividade física em crianças e adolescentes com sobrepeso e obesidade, dentre as quais se destacam orientações no sentido de reduzir atividades sedentárias no tempo livre, atividades que visem diversão e lazer e que foquem benefícios em mais curto prazo (13), que as crianças acumulem pelo menos 3 horas de atividade física ao longo do dia (10-13), pelo menos uma hora de atividade física moderada a vigorosa (12-13). Adicionalmente, algumas recomendações apresentam fraco consenso de recomendação, ou mesmo tem forte recomendação, mas são baseadas em ensaios clínicos randomizados com importantes limitações com menor nível de evidência (13). A determinação do nível de atividade física e a realização de exercícios físicos em crianças e adolescentes obesos têm sido recomendadas (5,14). Na literatura brasileira, não há uma diretriz ou uma revisão que agrupe informações quanto à prática de exercícios físicos em crianças e adolescentes com sobrepeso e obesidade. Desse modo, é importante reunir e descrever informações brasileiras atuais sobre as características da prática de exercício para crianças e adolescentes com sobrepeso e obesidade para maior popularização de informações sobre esse tema em âmbito nacional. O objetivo do presente estudo é realizar uma revisão de literatura da prática de exercícios físicos para crianças e adolescentes obesos. Material e Métodos Este estudo constitui-se uma revisão da literatura nacional que aborda o nível de atividade física e os programas de exercícios em crianças e adolescentes obesos, publicados em periódicos nacionais, no período de 2004 a Para sua realização, inicialmente, foram selecionados na lista de periódicos do 23 WebQualis da área 21, todos os periódicos de circulação nacional que utilizassem a palavra educação física em seu título e que possuíssem classificação maior ou igual a B2. A partir desses critérios, foram selecionadas as seguintes revistas: Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, Motriz: Revista de Educação Física e Revista da Educação Física. Em seguida, a busca foi realizada nos endereços eletrônicos das revistas selecionadas Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, Motriz: Revista de Educação Física e Revista da Educação Física, em fevereiro de Como as revistas selecionadas apresentam disponibilidade livre nesses sítios somente a partir de 2004, o período selecionado para a busca foi de 2004 a Os descritores utilizados para identificação dos estudos, definidas com base nos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) foram obesidade, obesidade infantil e exercícios, utilizadas isoladamente e exercício, e obesidade ou obesidade infantil utilizadas em cruzamento. Os estudos passaram, inicialmente, por uma seleção com base em seus títulos e foram excluídos aqueles que cla-ramente não estavam relacionados com o tema da revisão ou textos repetidos. Os textos completos dos artigos potencialmente relevantes foram analisa-dos para identificar aqueles que atendessem aos critérios de inclusão. O fluxograma que descreve a estratégia de busca e seleção pode ser observado na (Figura 1) e foi baseado na estrutura do Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses (PRISMA). RBEFE (36) Motriz (729) Revista da Educ. Física (209) Total: 974 Resultou em 38 resumos para checagem de textos completos A seleção final foi composta por 11 artigos. Excluídos: Textos não relacionados ao tema(905) Textos repetidos (31) Total: (936) Não incluídos (27) Figura 1. Fluxograma que resume a estratégia de busca e seleção Os estudos selecionados foram descritos de forma qualitativa e suas principais informações (autores e ano do estudo, características da população, objetivo do trabalho, resumo dos métodos e conclusões) foram reunidas em tabelas. A busca eletrônica resultou em um total de 974 títulos. Dentre estes, a primeira eliminação resultou na exclusão de 905 artigos e resumos, cujos títulos não continham palavras como: atividade física, exercício físico, gasto energético, coordenação motora, educação física, prática esportiva e esforço físico. Em seguida, foram excluídos 31 textos repetidos, totalizando a exclusão de

3 24 Quadro 1. Critérios de inclusão utilizados para selecionar os artigos relacionados com o tema desta revisão. Presidente Prudente, Tipo de estudo Foram incluídos ensaios clínicos, estudos observacionais e transversais. Tipo de participantes Foram selecionados apenas estudos que relataram resulta-dos referentes à população de crianças e adolescentes obesas e eutróficos. Tipo de intervenção/observação Foram selecionados os estudos que investigaram o nível de atividade física ou envolviam exercícios físicos e composição corporal. 936 textos. Os 38 títulos restantes foram submetidos a uma avaliação de seus textos completos. Posteriormente, 27 textos não apresentaram os critérios de inclusão (apresentados no Quadro 1) gerando, finalmente, a amostra composta por 11 artigos. Resultados e Discussão Não há uma diretriz brasileira que reúna recomendações sobre a prática de exercícios em crianças e adolescentes com sobrepeso e obesidade, e nos artigos encontrados, os autores não aplicam exercícios nessa população e não apresentam métodos padronizados. Os textos selecionados nesta revisão investigaram em crianças e adolescentes obesos e eutróficos: 1) a relação entre aspectos da atividade física e/ou aspectos nutricionais e a composição corporal (Tabela 1); 2) efeitos do exercício físico agudo ou crônico (Tabela 2); 3) revisões sobre atividade física e composição corporal (Tabela 3). Tabela 1. Características dos estudos que mostram a relação entre aspectos da atividade física e/ou aspectos nutricionais na composição corporal em crianças e adolescentes obesos e eutróficos. Presidente Prudente, Autores e ano Nardo - Junior et al (15) Pierine et al (5) Características da população e do exercício 97 adolescentes com idades entre 13 e 17 anos. 441 indivíduos (219 masculino e 222 feminino), média de idade 11,6 ± 3 anos. Objetivos Métodos Resultados Conclusões Avaliar o NAF, a ingestão energética e de macronutrientes e os níveis de aptidão física de adolescentes. Avaliar o NAF e composição corporal de estudantes do ensino fundamental e médio. Registros de atividade física de Bouchard et al (15). e alimentar de três dias e adotada a bateria de testes de aptidão física relacionada à saúde descrita por Guedes e Guedes (16). NAF pelo IPAQ, composição corporal pelo IMC para a classificação da obesidade, DCT, CB e CC. Os NAF e a ingestão alimentar de energia e macronutrientes da maioria dos integrantes do estudo não atendem às recomendações, o mesmo ocorrendo com os componentes da aptidão física força/resistência muscular e capacidade aeróbia. 60% (n = 265) sedentários ou insuficientemente ativos. 67% (n = 297) eutróficos, 22% (n = 99) sobrepeso, 11% (n = 45) obeso. DCT 32% (n = 140) alta adiposidade. CC 53% (n = 235) alta circunferência da cintura. Necessidade de mais estudos observacionais, juntamente com programas de intervenção na escola com enfoque na promoção da saúde. Elevada prevalência de sedentarismo e obesidade entre os alunos. Alerta para criação de programa de exercício físico e educação alimentar. Fernandes (1) Foram selecionados 60 indivíduos do sexo masculino (30 obesos), com idade entre10 e 14 anos, classificados pelo IMC Comparar o hábito alimentar e o NAF entre meninos eutroficos e obesos As variáveis da composição corporal (percentual de gordura e massa corporal magra) foram estimadas pela antropometria e pela bioimpedância. O NAF e o hábito alimentar foram avaliados por questionários. Os grupos apresentaram diferenças no peso, no IMC e em ambas as variáveis da composição corporal. Os eutroficos apresentaram maior ingestão de alimentos do grupo III no café da manha e durante o dia e do grupo de alimentos VI no intervalo escolar. Os obesos, de alimentos do grupo III à noite. Os eutróficos praticam mais atividades intensas e leves. Conclui-se que, para este estudo, o baixo NAF foi mais importante que o tipo e a frequência de alimentos ingeridos no grupo obeso.

4 Figueiredo (9) indivíduos (463 meninos) com idades entre 11 e 18 anos. Relacionar NAF, AptF, maturação biológica e ESE com as prevalências de risco ponderal de adolescentes. O NAF foi avaliado pelo questionário de Baecke e a AptF por quatro testes da bateria Fitnessgram. O ESE foi estimado a partir do acesso aos escalões atribuídos pela Ação Social Escolar e a maturação biológica a partir do offset maturacional. O risco ponderal dado pela classificação do mensurado o IMC. 6% dos alunos eram obesos e 19,5% tinham sobrepeso. NAF foram baixos a moderados independentemente do sexo ou status ponderal. Os meninos eram mais ativos que as meninas, mas não houve diferença entre os alunos com obesidade e sobrepeso e os normoponderais. Na AptF, um número superior a 50%, foi considerado inapto pois não obtiveram taxas de sucesso em todos os testes. Os alunos com sobrepeso e obesidade foram mais inaptos. Alunos com offset maturacional mais avançado e os mais novos tinham mais chances de ter sobrepeso e obesidade, mas não houve relação entre o ESE e o status ponderal. 25 Não houve relação entre a maturação biológica, ESE e NAF com o risco ponderal, apesar de estes serem baixos ou moderados. Já indivíduos com sobrepeso e obesidade foram mais inaptos para AptF. Balbinotti 2011 (17) 274 alunos do ensino fundamental e médio foram divididos em 3 grupos: obesos (n = 99); com sobrepeso (n = 88); eutróficos (n = 87). Comparar os níveis de motivação à prática regular de atividades físicas conforme a composição corporal. Para avaliação da composição corporal, foi realizado o IMC e a motivação foi investigada pelo Inventário de Motivação à Prática Regular de Atividades Físicas e Esportivas (IMPRAFE-54), Para obesos a motivação é saúde; para sobrepeso e eutróficos: estética, saúde e prazer. Na comparação inter-grupo (obesos; sobrepeso; eutróficos), a dimensão Estética se destacou na diferença entre os grupos de sobrepesos e obesos. Independente dos grupos, as principais motivações para a prática regular de atividade física são saúde, estética e prazer, destacando-se saúde para o grupo obeso. Espera-se que esses resultados possam contribuir para a prática pedagógica da educação física escolar. Silva (16) 40 indivíduos de 14 a 16 anos do sexo masculino. Comparar o gasto energético e consumo calórico por diferentes %G. %G foi obtido por meio das dobras subescapular e tricipital adaptado pela idade, sexo e etnia, sendo baixo (<11%), alto (>20%). Gasto energético pelo acelerômetro e consumo calórico por questionário recordatório. Indivíduos com baixo %G tiveram menor consumo calórico em comparação aos jovens com alto %G (2603,3 ± 413,6 vs. 2755,6 ± 531,8 kcal.dia, p>0,05). Ademais, apresentaram gasto energético relativo maior em comparação aos jovens com alto %G (2301,7 ± 507,1 vs. 2922,4 ± 663,4; p<0,05). Indivíduos com diferentes %G apresentam diferentes padrões de gasto e consumo energéticos, sendo que sujeitos com %G acima do ideal consomem mais calorias do que gastam, sendo o inverso verdadeiro para aqueles com baixa %G.

5 26 Melo Foram avaliados (2) indivíduos de ambos os sexos e idade entre 6 e 9 anos. O propósito do estudo foi analisar a associação entre o IMC e a CM. As crianças foram avaliadas pela bateria de testes KTK. O IMC foi calculado a partir das medidas de peso e altura para classificação da composição corporal. Ocorreram diferenças significantes na CM entre os três grupos do IMC, sendo normoponderais de obtiveram melhores resultados do que os sujeitos com sobrepeso e estes obtiveram melhores resultados do que os obesos. A CM está moderada e negativamente associada com o IMC. As crianças com sobrepeso e obesas de ambos os sexos apresentaram menores níveis de CM do que as crianças normoponderais. A CM está moderada e negativamente associada com o IMC. As crianças com sobrepeso e obesas de ambos os sexos Legenda: NAF: Nível de Atividade Física; IPAQ: Questionário Internacional de Atividade Física; IMC: Índice de Massa Corpórea; DCT: Dobra Cutânea Tricipital; CB: Circunferência de Braço; CC: Circunferência da Cintura; G: Gordura corporal; CM: Coordenação Motora; KTK: Körperkoordinationstest für Kinder; AptF: Aptidão Física; ESE: status socioeconômico. Quanto aos aspectos nutricionais e composição corporal em crianças e adolescentes obesos e eutróficos, os estudos apontam que indivíduos eutróficos não atendem às recomendações para a ingestão alimentar de energia e macronutrientes (15) e apresentam um padrão alimentar caracterizados por maior ingestão de frutas, legumes e hortaliças, no intervalo escolar bem como maior ingestão de alimentos, como pães, massas, leguminosas e derivados no café da manhã e durante o dia, sendo diferentes dos indivíduos obesos, os quais apresentam maior consumo durante o período noturno (1). Tabela 2. Características dos estudos que mostram os efeitos do exercício físico aplicado de forma aguda ou crônica em crianças e adolescentes obesos e eutróficos. Presidente Prudente, Autores e ano Características da população e do exercício Objetivos Métodos Resultados Conclusões Bankoff (4) 12 indivíduos obesos entre 11 e 18 anos de idade, sendo 07 masculino com média de idade de 12 anos e 05 feminino com média de idade 15 anos. Estudar por meio das variáveis FC, PAS e PAD, adolescentes obesos submetidos ao teste de esforço em esteira ergométrica. Coletadas as medidas PA e FC para realização do teste de esforço utilizando o protocolo de Naughton Modelo I. O maior valor PAS no grupo masculino foi de 185 mmhg e no grupo feminino de 210 mmhg. Em relação à PAD, os maiores valores registrados foram 117,5 mmhg para o grupo masculino e 135 mmhg para o feminino. Na FC máxima o maior valor verificado no grupo masculino foi 179 bpm e no grupo feminino o maior valor foi de 195 bpm. Houve aumento tanto na FC, quanto na PAS e PAD dos adolescentes obesos durante teste de esforço

6 27 Barbosa Filho (3) Foram selecionados 22 indivíduos (13 no Grupo Esportivo e 9 no Recreativo) com idades entre 10 e 14 anos com excesso de peso. Analisar o impacto de programas de exercício físico de longa duração, focados em atividades esportivas e recreativas, na composição corporal e no desempenho motor. Programa exercício: 3x Verificou-se nos semanais, 60 minutos de adolescentes do Grupo atividades específicas Esportivo e Recreativo para cada grupo, 60-80% redução na dobra cutânea da frequência cardíaca de subescapular (12,55% e reserva, sendo 10 minutos 14,65%), soma das dobras de aquecimento, 45 minutos de parte principal de 14,52%) e percentual de cutâneas (12,39% e cada grupo e 5 minutos de gordura corporal (11,52% e relaxamento seguindo as 7,58%), bem como aumento normas da ACSM. na massa corporal magra Duração: 11 meses. Para (7,85% e 9,45%) após os composição corporal,imc, programas de exercício CC e CQ para fazer a RCQ, físico. Todas as variáveis %G. Teste de agilidade por do desempenho motor shuttle-run, equilíbrio (posição flamingo) e flexibili- alterações significativas. também apresentaram dade (sentar-e-alcançar). Evidenciou-se que práticas esportivas e recreativas ocasionaram alterações positivas na composição corporal e no desempenho motor dos adolescentes Legenda: IMC: Índice de Massa Corpórea; CC: Circunferência da Cintura; G: Gordura corporal; CQ: Circunferência do Quadril; RCQ: Relação Cintura/Quadril; ACSM: American College of Sports Medicine; FC: Frequência Cardíaca; PAD: Pressão Arterial Diastólica; PAS: Pressão Arterial Sistólica; PA: Pressão Arterial. Já em relação a aspectos da atividade física, encontrou-se que indivíduos eutróficos apesar de não atenderem às recomendações para a prática de atividade física (15), praticam mais atividades físicas, com intensidades variadas (mais vigorosas ou leves), quando comparados a indivíduos obesos (1). Neste estudo, as recomendações consideradas foram Tabela 3. Características dos estudos textos de revisão bibliográfica sobre atividade física e composição corporal em crianças e adolescentes obesos. Presidente Prudente, Autores e ano Características da população e do exercício Prati Estudo 2001 (19) bibliográfico com adolescentes obesos. Santos (20) Revisão da literatura compreendida principalmente o período de 1998 a Objetivos Métodos Resultados Analisar, mediante estudo bibliográfico, alguns dos fatores desencadeantes da obesidade em adolescentes, e tentar propor alternativas relacionadas à atividade física para auxílio no tratamento e minimização desse problema. Estabelecer a relação entre a prática de atividades físicas e a prevalência de obesidade, de modo a propor que a disciplina Educação Física possa ser efetivamente utilizada como meio preventivo. Os termos-chave obesidade infantil, obesidade em adultos, exercício físico, atividade física e Educação Física foram utilizados para busca em bases de dados tais como LILACS, Bireme, Scielo e PubMed. A partir da análise, pôde-se perceber que a atividade física, sendo utilizada de forma consciente (programada, controlada e respeitando as limitações e níveis de desenvolvimento humano), associada às modificações no comportamento e estilo de vida dos adolescentes, pode ser favorável à reversão do estado de obesidade e melhoria na qualidade de vida dessas pessoas. A Educação Física pode ser considerada a principal disciplina que transita nas áreas de educação e saúde, com a vantagem de seu conteúdo teórico ser trabalhado essencialmente durante as práticas de atividades físicas. A partir do momento que a Educação Física escolar começar a valorizar suas prerrogativas de desenvolver simultaneamente a capacidade de raciocínio, as habilidades, as capacidades físicas e os hábitos saudáveis, de forma concreta e eficiente, mais que prevenir a obesidade e as doenças associadas, ficará caracterizada como a disciplina mais completa, tornar-se-á uma das mais atrativas e será muito mais valorizada pela sociedade.

7 28 valores abaixo de 1,7, que é o valor recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para crianças e adolescentes, obtido por meio de equações que estimam o gasto energético. Complementarmente, Silva (16) compararam o gasto energético e o consumo calórico em crianças com diferentes percentuais de gordura corporal e observaram que aquelas que apresentam valores de gordura corporal acima do ideal, consomem mais calorias do que gastam, sendo o inverso para aquelas com baixo percentual de gordura. Adicionalmente, as prevalências de sedentarismo e obesidade nessa população encontram-se altas, o que demonstra a importância de se realizar intervenções como programas de exercício físico e educação alimentar (5). Além do nível de atividade física, outros aspectos devem ser considerados em relação à composição corporal, ou seja: 1) a maturação biológica dos tecidos, uma vez que está associada à regulação do peso e da gordura corporal e a integridade estrutural e funcional do tecido muscular esquelético; 2) o estado socioeconômico que possui uma relação inversa com a obesidade e com aumento da prevalência da obesidade em crianças com baixas condições socioeconômicas; 3) a aptidão física que é menor nos indivíduos obesos (9) ; 4) o aspecto motivacional, que pode auxiliar a prática da atividade física (17) e a coordenação motora que apresenta prejuízos em crianças com sobrepeso ou obesidade (2). Figueiredo (9) estudando a relação entre o risco de obesidade e o nível de atividade física, a aptidão física, a maturação biológica e o estado socioeconômico, observaram que os indivíduos com sobrepeso e obesidade foram mais inaptos que os eutróficos. Os autores observaram também que indivíduos com nível maturacional mais avançado, tem mais chance de possuir sobrepeso e obesidade. Contudo não observaram relação com o nível de atividade física e o estado socioeconômico. Balbinotti (17) descreveram que é comum crianças e adolescentes obesos participarem das mesmas atividades físicas, propostas em aulas de educação física, que indivíduos eutróficos. Contudo, diferentes características pessoais levam a diferentes motivações para a prática de tais atividades. Nesse sentido, investigaram a motivação à prática regular de atividades físicas conforme a composição corporal e observaram que independente dos grupos, as principais motivações para a prática regular de atividade física são saúde, estética e prazer, destacando-se saúde para o grupo obeso. Tais resultados podem contribuir para a prática pedagógica da educação física escolar. Melo (2) estudaram a associação entre uma variável de composição corporal, representada pelo índice de massa corporal (IMC) e a coordenação motora, e mostraram que a coordenação motora encontra-se moderada e negativamente associada com o IMC, sendo que as crianças com sobrepeso e obesas, de ambos os sexos, apresentam menores níveis de coordenação motora do que as crianças eutróficas. De forma geral os resultados dos trabalhos reunidos nesta revisão, abordaram indivíduos com idade entre 6 e 18 anos, de ambos os sexos, com sobrepeso e obesidade, cujas avaliações dos níveis de atividade física foram obtidas pelos registros de atividade física de Bouchard et al (15), questionário internacional de atividade física (1,5) e inventário de Baecke (9). Os outros aspectos em relação à avaliação do nível de atividade física foram avaliados pela bateria de testes para aptidão física (9,15,18), a motivação pelo Inventário de Motivação à Prática regular de Atividade Física e Esportiva (17) e a bateria de teste KTK (2) para avaliação da coordenação motora e gasto energético por acelerômetro (16). Os aspectos nutricionais foram avaliados por questionários recordatórios (1,15-16), já as avaliações em relação à composição corporal foram feitas pelo IMC (2,5,9,17), dobras cutâneas (5,16), circunferências corporais (1,5) e bioimpedância (1), adaptadas para idade e/ou peso e altura. Sobre os efeitos do exercício físico em crianças e adolescentes obesos, apenas dois estudos foram encontrados (Tabela 2). Bankoff (4) descreveram os efeitos agudos durante teste de esforço teste de esforço, realizado em esteira ergométrica, utilizando o protocolo de Naughton I, que é indicado para pacientes idosos e cardiopatas, sobre pressão arterial sistólica, diastólica e frequência cardíaca. Os autores relataram escassez de literatura a respeito do tema de desenvolver atividades físicas e, até mesmo, de protocolos de avaliação da aptidão física dessa população. Barbosa Filho (3) avaliaram os efeitos crônicos de um programa de 11 meses de exercício com frequência de 3 sessões semanais e duração de 60 minutos (distribuídas em 10 minutos de aquecimento, 45 minutos de exercícios coletivos, relacionados com as modalidades natação, voleibol, basquetebol e handebol, selecionadas por conveniência conforme a disponibilidade do material e instalações para a realização do programa e 5 minutos de relaxamento), com intensidade de 60 a 80% da frequência cardíaca de reserva sobre a composição corporal e desempenho motor. Os resultados apontaram melhora da composição corporal, agilidade, equilíbrio e flexibilidade indicando também melhora do desempenho motor. Foram também selecionadas duas revisões abordando atividade física e composição corporal em crianças e adolescentes obesos e eutróficos (Tabela 3), as quais reuniram informações gerais sobre a etiologia multifatorial da obesidade e exploraram a atividade física como prevenção e tratamento (19). Diretrizes internacionais do Reino Unido (Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte) (10), Canadá (11), Austrália (12), recomendam a prática de atividade física em crianças e adolescentes, dentre as quais se destacam recomendações para reduzir atividades sedentárias no tempo livre (como tempo jogando vídeo game e em frente à televisão), atividades que visem diversão e lazer e que foquem benefícios em mais curto prazo (13), que as crianças acumulem pelo menos 3 horas de atividade física ao longo do dia (10-13), pelo menos uma hora de atividade física moderada a vigorosa (12-13). Adicionalmente algumas recomendações apresentam fraco consenso de recomendação, pois são informações narrativas, baseadas em experiência clínica ou mesmo tem forte recomendação, mas são baseadas em ensaios clínicos randomizados com importantes limitações com menor nível de

RESUMOS SIMPLES...156

RESUMOS SIMPLES...156 155 RESUMOS SIMPLES...156 156 RESUMOS SIMPLES CARNEIRO, NELSON HILÁRIO... 159 CARNEIRO, NELSON HILÁRIO... 157 CORTE, MARIANA ZANGIROLAME... 159 CORTE, MARIANA ZANGIROLAME... 157 GARCIA JUNIOR, JAIR RODRIGUES...

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE IDOSAS PARTICIPANTES DE GRUPOS DE ATIVIDADES FÍSICAS PARA A TERCEIRA IDADE Liziane da Silva de Vargas;

Leia mais

Programa de Controle de Peso Corporal

Programa de Controle de Peso Corporal 15 Programa de Controle de Peso Corporal Denis Marcelo Modeneze Mestre em Educação Física na Área de Atividade Física, Adaptação e Saúde na UNICAMP principal objetivo de desenvolver este tema com os alunos

Leia mais

Avaliaç o antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade

Avaliaç o antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade Vargas, Liziane da Silva de; Benetti, Chane Basso; Santos, Daniela Lopes dos Avaliaç o antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade 10mo Congreso Argentino

Leia mais

Palavras-chave: Aptidão Física. Saúde. Projeto Esporte Brasil.

Palavras-chave: Aptidão Física. Saúde. Projeto Esporte Brasil. APTIDÃO FÍSICA RELACIONADA Á SAÚDE DE CRIANÇAS E JOVENS DO PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL EM APODI/RN Jorge Alexandre Maia de Oliveira Maria Lúcia Lira de Andrade Maikon Moisés de Oliveira

Leia mais

Efeitos da Ampla Modificação no Estilo de Vida como Dieta, Peso, Atividade Física e Controle da Pressão Arterial: Resultado de 18 Meses de Estudo

Efeitos da Ampla Modificação no Estilo de Vida como Dieta, Peso, Atividade Física e Controle da Pressão Arterial: Resultado de 18 Meses de Estudo Efeitos da Ampla Modificação no Estilo de Vida como Dieta, Peso, Atividade Física e Controle da Pressão Arterial: Resultado de 18 Meses de Estudo Randomizado Apresentado por Tatiana Goveia Araujo na reunião

Leia mais

INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO E ORIENTAÇÃO ALIMENTAR EM NÍVEIS DE TRIGLICERIDEMIA DE ADOLESCENTES OBESOS

INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO E ORIENTAÇÃO ALIMENTAR EM NÍVEIS DE TRIGLICERIDEMIA DE ADOLESCENTES OBESOS Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO E ORIENTAÇÃO ALIMENTAR EM NÍVEIS DE TRIGLICERIDEMIA DE ADOLESCENTES OBESOS Ciliane Valerio

Leia mais

ARTIGO APRESENTADO NO 17 O CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA FIEP/2002-01-29 REALIZADO EM FOZ DO IGUAÇU DE 12 A 16 DE JANEIRO DE 2002

ARTIGO APRESENTADO NO 17 O CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA FIEP/2002-01-29 REALIZADO EM FOZ DO IGUAÇU DE 12 A 16 DE JANEIRO DE 2002 ARTIGO APRESENTADO NO 17 O CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA FIEP/2002-01-29 REALIZADO EM FOZ DO IGUAÇU DE 12 A 16 DE JANEIRO DE 2002 TÍTULO: NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA E BARREIRAS PARA A ATIVIDADE

Leia mais

ESTUDO LONGITUDINAL SOBRE O ESTILO DE VIDA DE JOVENS DE PELOTAS/RS. NATAN FETER ¹; THAIS BURLANI NEVES²; FELIPE FOSSATI REICHERT²

ESTUDO LONGITUDINAL SOBRE O ESTILO DE VIDA DE JOVENS DE PELOTAS/RS. NATAN FETER ¹; THAIS BURLANI NEVES²; FELIPE FOSSATI REICHERT² ESTUDO LONGITUDINAL SOBRE O ESTILO DE VIDA DE JOVENS DE PELOTAS/RS. NATAN FETER ¹; THAIS BURLANI NEVES²; FELIPE FOSSATI REICHERT² ¹ GRADUAÇÃO EM LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA/UFPEL nfeter.esef@ufpel.edu.br

Leia mais

Autores: Cristina Somariva Leandro Jacson Schacht. SESI Serviço Social da Indústria Cidade: Concórdia Estado: Santa Catarina 27/10/2015

Autores: Cristina Somariva Leandro Jacson Schacht. SESI Serviço Social da Indústria Cidade: Concórdia Estado: Santa Catarina 27/10/2015 Autores: Cristina Somariva Leandro Jacson Schacht SESI Serviço Social da Indústria Cidade: Concórdia Estado: Santa Catarina 27/10/2015 REDUÇÃO DE PESO E CIRCUNFERÊNCIA ABDOMINAL EM TRABALHADORES DA INDÚSTRIA

Leia mais

ATIVIDADE FÍSICA, ESTADO NUTRICIONAL E PREOCUPAÇÕES COM A IMAGEM CORPORAL EM ADOLESCENTES

ATIVIDADE FÍSICA, ESTADO NUTRICIONAL E PREOCUPAÇÕES COM A IMAGEM CORPORAL EM ADOLESCENTES ATIVIDADE FÍSICA, ESTADO NUTRICIONAL E PREOCUPAÇÕES COM A IMAGEM CORPORAL EM ADOLESCENTES Maria Fernanda Laus; Diana Cândida Lacerda Mota; Rita de Cássia Margarido Moreira;Telma Maria Braga Costa; Sebastião

Leia mais

INGESTÃO DIETÉTICA E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE DANÇARINAS DA UFPA (BELÉM PA).

INGESTÃO DIETÉTICA E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE DANÇARINAS DA UFPA (BELÉM PA). INGESTÃO DIETÉTICA E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE DANÇARINAS DA UFPA (BELÉM PA). GLEICIANE MARTINS GOMES ADRIANA MOURA DOS SANTOS JOSEANA MOREIRA ASSIS RIBEIRO FERNANDO VINÍCIUS FARO REIS JÚLIO ALVES PIRES FILHO

Leia mais

O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima

O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima Saúde mais próxima. Por causa de quem mais precisa. Saúde mais Próxima é um programa da

Leia mais

Avaliação antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade.

Avaliação antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade. 10mo Congreso Argentino de Educación Física y Ciencias. Universidad Nacional de La Plata. Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación. Departamento de Educación Física, La Plata, 2013. Avaliação

Leia mais

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE MENINOS DA CIDADE DE AMPARO - SÃO PAULO

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE MENINOS DA CIDADE DE AMPARO - SÃO PAULO AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE MENINOS DA CIDADE DE AMPARO - SÃO PAULO Mari Uyeda* Pedro Henrique Martins de Lima** RESUMO: As mudanças nas práticas alimentares e no padrão de atividades físicas culminaram em

Leia mais

OBESIDADE INFANTIL ESCOLAR

OBESIDADE INFANTIL ESCOLAR Pró-Reitoria de Graduação Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso II OBESIDADE INFANTIL ESCOLAR Autora: Damielle J. Costa Orientador: Prof. Dr. Ricardo Bernardo Mayolino Brasília - DF 2011 OBESIDADE

Leia mais

Mapeamento do Perfil Saúde em Instituição Pública - Fundação Centro de Atendimento Sócio Educativo ao Adolescente

Mapeamento do Perfil Saúde em Instituição Pública - Fundação Centro de Atendimento Sócio Educativo ao Adolescente 16 Mapeamento do Perfil Saúde em Instituição Pública - Fundação Centro de Atendimento Sócio Educativo ao Adolescente Leidiane Silva Oliveira Chagas Gestora de Recursos Humanos - Anhanguera Educacional

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DO NÍVEL DA APTIDÃO FÍSICA DOS ALUNOS PARTICIPANTES DO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO DO NÚCLEO IFSULDEMINAS CÂMPUS MUZAMBINHO.

CLASSIFICAÇÃO DO NÍVEL DA APTIDÃO FÍSICA DOS ALUNOS PARTICIPANTES DO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO DO NÚCLEO IFSULDEMINAS CÂMPUS MUZAMBINHO. MATEUS RIBEIRO SANTANELLI RENAN JÚLIO SILVA CLASSIFICAÇÃO DO NÍVEL DA APTIDÃO FÍSICA DOS ALUNOS PARTICIPANTES DO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO DO NÚCLEO IFSULDEMINAS CÂMPUS MUZAMBINHO. Trabalho de Conclusão de

Leia mais

A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas

A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas A juventude americana não participa de

Leia mais

AUMENTO DRAMÁTICO DO INTERESSE E PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS NO ESPORTE DE ALTO NÍVEL

AUMENTO DRAMÁTICO DO INTERESSE E PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS NO ESPORTE DE ALTO NÍVEL AUMENTO DRAMÁTICO DO INTERESSE E PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS NO ESPORTE DE ALTO NÍVEL NECESSIDADE DO MELHOR CONHECIMENTO EM ÁREAS COMO: CRESCIMENTO NORMAL, DESENVOLVIMENTO, EFEITOS DO EXERCÍCIO EM CRIANÇAS

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS ATENDIDOS PELA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA DE UM MUNICÍPIO DO NORTE DO PARANÁ

PERFIL NUTRICIONAL DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS ATENDIDOS PELA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA DE UM MUNICÍPIO DO NORTE DO PARANÁ PERFIL NUTRICIONAL DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS ATENDIDOS PELA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA DE UM MUNICÍPIO DO NORTE DO PARANÁ VIEIRA, G.A. Resumo: O diabetes Mellitus é considerado atualmente uma das principais

Leia mais

Atividade Física e Saúde na Escola

Atividade Física e Saúde na Escola Atividade Física e Saúde na Escola *Eduardo Cardoso Ferreira ** Luciano Leal Loureiro Resumo: Atividade física pode ser trabalhada em todas as idades em benefício da saúde. O objetivo do artigo é conscientizar

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS Prof. Mestrando: Marcelo Mota São Cristóvão 2008 POPULAÇÕES ESPECIAIS

Leia mais

Projeto Ação Social. Relatório equipe de Nutrição Responsável pelos resultados: Vanessa de Almeida Pereira, Graduanda em Nutrição.

Projeto Ação Social. Relatório equipe de Nutrição Responsável pelos resultados: Vanessa de Almeida Pereira, Graduanda em Nutrição. Projeto Ação Social Relatório equipe de Nutrição Responsável pelos resultados: Vanessa de Almeida Pereira, Graduanda em Nutrição. Objetivo Geral: A equipe de Nutrição teve por objetivo atender aos pacientes

Leia mais

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Evolução dos Fatores de Risco para Doenças Crônicas e da prevalência do Diabete Melito e Hipertensão Arterial na população brasileira: Resultados do VIGITEL 2006-2009 Luiz Augusto Carneiro Superintendente

Leia mais

DIAGNÓSTICO DA OBESIDADE INFANTIL

DIAGNÓSTICO DA OBESIDADE INFANTIL DIAGNÓSTICO DA OBESIDADE INFANTIL Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica - ABESO Dra. Maria Edna de Melo CREMESP 106.455 Responsável Científica pelo site da ABESO A Pesquisa

Leia mais

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE MENINAS DO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO Uyeda, Mari*

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE MENINAS DO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO Uyeda, Mari* AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE MENINAS DO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO Uyeda, Mari* Resumo: Vasconcellos, Jorge** As mudanças ocorridas em nosso pais, principalmente a crescente modernização e urbanização,

Leia mais

Saúde: Possivelmente, se perguntarmos a todos os nossos amigos e familiares quais são seus desejos para uma vida satisfatória...

Saúde: Possivelmente, se perguntarmos a todos os nossos amigos e familiares quais são seus desejos para uma vida satisfatória... Atualmente, verificamos em programas de TV, nas revistas e jornais e em sites diversos na internet, uma grande quantidade de informações para que as pessoas cuidem da sua saúde. Uma das recomendações mais

Leia mais

Élsio Paiva Nº 11 Rui Gomes Nº 20 Tiago Santos Nº21. Disciplina : Área de Projecto Professora : Sandra Vitória Escola Básica e Secundária de Fajões

Élsio Paiva Nº 11 Rui Gomes Nº 20 Tiago Santos Nº21. Disciplina : Área de Projecto Professora : Sandra Vitória Escola Básica e Secundária de Fajões Élsio Paiva Nº 11 Rui Gomes Nº 20 Tiago Santos Nº21 Disciplina : Área de Projecto Professora : Sandra Vitória Escola Básica e Secundária de Fajões Introdução ; O que é a obesidade? ; Índice de massa corporal

Leia mais

ATIVIDADE FÍSICA, HÁBITOS ALIMENTARES E SÍNDROME METABÓLICA EM ADOLESCENTES.

ATIVIDADE FÍSICA, HÁBITOS ALIMENTARES E SÍNDROME METABÓLICA EM ADOLESCENTES. ATIVIDADE FÍSICA, HÁBITOS ALIMENTARES E SÍNDROME METABÓLICA EM ADOLESCENTES. Sara Crosatti Barbosa (CNPq-UENP), Antonio Stabelini Neto (ORIENTADOR), e-mail: asneto@uenp.edu.br Universidade Estadual do

Leia mais

ANALISE COMPARATIVA DA COMPOSIÇÃO CORPORAL DE POLICIAIS MILITARES RECÉM-ADMITIDOS COM MILITARES COM MAIS DE 10 ANOS DE CARREIRA DO 2º BPM DA PARAÍBA

ANALISE COMPARATIVA DA COMPOSIÇÃO CORPORAL DE POLICIAIS MILITARES RECÉM-ADMITIDOS COM MILITARES COM MAIS DE 10 ANOS DE CARREIRA DO 2º BPM DA PARAÍBA ANALISE COMPARATIVA DA COMPOSIÇÃO CORPORAL DE POLICIAIS MILITARES RECÉM-ADMITIDOS COM MILITARES COM MAIS DE 10 ANOS DE CARREIRA DO 2º BPM DA PARAÍBA Analisando o estilo de vida de algumas pessoas, constatou-se

Leia mais

Reeducação Alimentar na prevenção da Obesidade Professores: Ivo André Polônio; Edi Carlos Iacida; Ângela Cesira Maran Pilquevitch; Silvia Trevisan;

Reeducação Alimentar na prevenção da Obesidade Professores: Ivo André Polônio; Edi Carlos Iacida; Ângela Cesira Maran Pilquevitch; Silvia Trevisan; 1 Reeducação Alimentar na prevenção da Obesidade Professores: Ivo André Polônio; Edi Carlos Iacida; Ângela Cesira Maran Pilquevitch; Silvia Trevisan; Janaina Lopes; Eveline Batista Rodrigues; Cristiane

Leia mais

AVALIAÇÃO FÍSICA O QUE PODEMOS MEDIR? PRAZOS PARA REAVALIAÇÃO.

AVALIAÇÃO FÍSICA O QUE PODEMOS MEDIR? PRAZOS PARA REAVALIAÇÃO. AVALIAÇÃO FÍSICA Antes de iniciarmos qualquer atividade física é necessário realizar uma avaliação Física. Somente através de uma avaliação podemos : - Identificar a nossa condição inicial (check-up) -

Leia mais

VIGITEL 2014 Periodicidade Parceria: População monitorada 40.853 entrevistas

VIGITEL 2014 Periodicidade Parceria: População monitorada 40.853 entrevistas Ministério da Saúde Abril de 2014 VIGITEL 2014 Medir a prevalência de fatores de risco e proteção para doenças não transmissíveis na população brasileira Subsidiar ações de promoção da saúde e prevenção

Leia mais

A actividade física e o desporto: um meio para melhorar a saúde e o bem-estar

A actividade física e o desporto: um meio para melhorar a saúde e o bem-estar A actividade física e o desporto: um meio para melhorar a saúde e o bem-estar A actividade física e os desportos saudáveis são essenciais para a nossa saúde e bem-estar. Actividade física adequada e desporto

Leia mais

4.6 Análise estatística

4.6 Análise estatística 36 4.6 Análise estatística Na análise dos dados, foi utilizado o programa estatístico SPSS, versão 11.5 (Windows). Inicialmente, apresentou-se o resultado geral do grupo dos adolescentes obesos e de eutróficos,

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE PRÉ - ESCOLARES E ESCOLARES DE UMA INSTITUIÇÃO FILANTRÓPICA DA CIDADE DE MARINGÁ, PR

PERFIL NUTRICIONAL DE PRÉ - ESCOLARES E ESCOLARES DE UMA INSTITUIÇÃO FILANTRÓPICA DA CIDADE DE MARINGÁ, PR ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PERFIL NUTRICIONAL DE PRÉ - ESCOLARES E ESCOLARES DE UMA INSTITUIÇÃO FILANTRÓPICA DA CIDADE DE MARINGÁ,

Leia mais

Rua Antônia Lara de Resende, 325 Centro CEP: 36.350-000 Fone: (0xx32) 3376.1438/ 2151 Fax: (0xx32) 3376.1503 pmstsaude@portalvertentes.com.

Rua Antônia Lara de Resende, 325 Centro CEP: 36.350-000 Fone: (0xx32) 3376.1438/ 2151 Fax: (0xx32) 3376.1503 pmstsaude@portalvertentes.com. - SECRETARIA DE SAÚDE - SÃO TIAGO MINAS GERAIS PROGRAMA DE EDUCAÇÃO ALIMENTAR E INCENTIVO À ATIVIDADE FÍSICA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES DE 04 A 19 ANOS 1 PROGRAMA DE EDUCAÇÃO ALIMENTAR E INCENTIVO À ATIVIDADE

Leia mais

CRS Leste/ST Guaianases UBS Jd. Aurora

CRS Leste/ST Guaianases UBS Jd. Aurora CRS Leste/ST Guaianases UBS Jd. Aurora Estudo do Controle da HA Hipertensão Arterial e Perfil Farmacológico pacientes cadastrados no PRC Programa Remédio em Casa UBS Jd. Aurora Subprefeitura de Guaianases

Leia mais

Prevalência, Conhecimento, Tratamento e Controle da Hipertensão em Adultos dos Estados Unidos, 1999 a 2004.

Prevalência, Conhecimento, Tratamento e Controle da Hipertensão em Adultos dos Estados Unidos, 1999 a 2004. Artigo comentado por: Dr. Carlos Alberto Machado Prevalência, Conhecimento, Tratamento e Controle da Hipertensão em Adultos dos Estados Unidos, 1999 a 2004. Kwok Leung Ong, Bernard M. Y. Cheung, Yu Bun

Leia mais

O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE

O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE UM ESTUDO QUANTO À APLICABILLIDADE DO PROGRAMA PARA COLETORES DE LIXO DO MUNICÍPIO DE NITERÓI ALESSANDRA ABREU LOUBACK, RAFAEL GRIFFO

Leia mais

7º Congresso Unidas de

7º Congresso Unidas de 7º Congresso Unidas de Gestão o de Assistência à Saúde Dra. Rozana Ciconelli Centro Paulista de Economia da Saúde Escola Paulista de Medicina A epidemia da obesidade Como as doenças crônicas afetam a gestão

Leia mais

Art. 2º - São diretrizes da Política Municipal de Educação Alimentar e Combate à Obesidade:

Art. 2º - São diretrizes da Política Municipal de Educação Alimentar e Combate à Obesidade: PROJETO DE LEI N. 426/2013 ESTADO DO AMAZONAS ESTABELECE diretrizes para a Política Municipal de Educação Alimentar Escolar e Combate à Obesidade, e dá outras providências. Art.1º - O Poder Público Municipal,

Leia mais

INDICE ANTROPOMÉTRICO-NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE BAIXA RENDA INCLUSAS EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS

INDICE ANTROPOMÉTRICO-NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE BAIXA RENDA INCLUSAS EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS INDICE ANTROPOMÉTRICO-NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE BAIXA RENDA INCLUSAS EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS Carla Andréa Metzner 1 Ana Paula Falcão 2 RESUMO No presente trabalho coletou-se dados referente ao Indicador

Leia mais

Sistema de Avaliação, Motivação e Prescrição de Treinamento

Sistema de Avaliação, Motivação e Prescrição de Treinamento Sistema de Avaliação, Motivação e Prescrição de Treinamento Nome: WALMAR DE HOLANDA CORREA DE ANDRADE Matrícula: 004905 Sexo: Masculino Data Avaliação Funcional: Idade: 31 anos Professor: Email: EURIMAR

Leia mais

Treinamento de Força e Diabetes. Ms. Sandro de Souza

Treinamento de Força e Diabetes. Ms. Sandro de Souza Treinamento de Força e Diabetes Ms. Sandro de Souza Taxa de prevalência de Diabetes Mellitus Período: 2009 Relevância Diagnóstico de DIABETES MELLITUS Diabetes Care. 2007;30:S4 41. Resistência a Insulina

Leia mais

AÇÕES EDUCATIVAS COM UNIVERSITÁRIOS SOBRE FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA

AÇÕES EDUCATIVAS COM UNIVERSITÁRIOS SOBRE FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA AÇÕES EDUCATIVAS COM UNIVERSITÁRIOS SOBRE FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA Reângela Cíntia Rodrigues de Oliveira Lima UFPI/cynthiast_89@hotmail.com Gislany da Rocha Brito - UFPI/gislanyrochasj@hotmail.com

Leia mais

Os programas de promoção da qualidade de vida buscam o desenvolvimento

Os programas de promoção da qualidade de vida buscam o desenvolvimento 9 Estilo de Vida Ativo: A Importância do Estímulo por parte dos Adultos Erika da Silva Maciel Mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos - USP Os programas de promoção da qualidade de vida buscam o desenvolvimento

Leia mais

AVALIAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA: UMA ABORDAGEM DA EDUCAÇÃO FÍSICA ATRAVÉS DAS INTERVENÇÕES DO PIBID/UEPB.

AVALIAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA: UMA ABORDAGEM DA EDUCAÇÃO FÍSICA ATRAVÉS DAS INTERVENÇÕES DO PIBID/UEPB. AVALIAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA: UMA ABORDAGEM DA EDUCAÇÃO FÍSICA ATRAVÉS DAS INTERVENÇÕES DO PIBID/UEPB. Lucas Ferreira da Silva¹; Karolyne de Fátima Nunes da Silva²; Mikaely Araújo Barros³; Jozilma de Medeiros

Leia mais

Sybelle de Araujo Cavalcante Nutricionista

Sybelle de Araujo Cavalcante Nutricionista Secretaria de Estado da Saúde - SESAU Superintendência de Assistência em Saúde SUAS Diretoria de Atenção Básica - DAB Gerência do Núcleo do Programa Saúde e Nutrição Sybelle de Araujo Cavalcante Nutricionista

Leia mais

TÍTULO: DESCRIÇÃO DA PRÁTICA DE ATIVIDADES FÍSICAS EM CRIANÇAS DE 8 E 9 ANOS DE IDADE, DE UMA ESCOLA DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO DE ITAJOBÍ/SP

TÍTULO: DESCRIÇÃO DA PRÁTICA DE ATIVIDADES FÍSICAS EM CRIANÇAS DE 8 E 9 ANOS DE IDADE, DE UMA ESCOLA DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO DE ITAJOBÍ/SP Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: DESCRIÇÃO DA PRÁTICA DE ATIVIDADES FÍSICAS EM CRIANÇAS DE 8 E 9 ANOS DE IDADE, DE UMA ESCOLA

Leia mais

SUMÁRIO OBESIDADE...4 OBESIDADE EM ADULTOS...5 PREVENÇÃO...6 EM BUSCA DO PESO SAUDÁVEL...7 TRATAMENTO...9 CUIDADOS DIÁRIOS COM A ALIMENTAÇÃO...

SUMÁRIO OBESIDADE...4 OBESIDADE EM ADULTOS...5 PREVENÇÃO...6 EM BUSCA DO PESO SAUDÁVEL...7 TRATAMENTO...9 CUIDADOS DIÁRIOS COM A ALIMENTAÇÃO... 2 SUMÁRIO OBESIDADE...4 OBESIDADE EM ADULTOS...5 PREVENÇÃO...6 EM BUSCA DO PESO SAUDÁVEL...7 TRATAMENTO...9 CUIDADOS DIÁRIOS COM A ALIMENTAÇÃO...12 OUTROS HÁBITOS SAUDÁVEIS...14 ATIVIDADE FÍSICA...14 CUIDADOS

Leia mais

EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA

EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA Maria Lucia Ziroldo 1 ; Mateus Dias Antunes 2 ; Daniela Saldanha Wittig 3 ; Sonia Maria Marques Gomes Bertolini 4 RESUMO: A dor lombar é uma das

Leia mais

Congresso do Desporto Desporto, Saúde e Segurança

Congresso do Desporto Desporto, Saúde e Segurança Congresso do Desporto Desporto, Saúde e Segurança Projecto Mexa-se em Bragança Organização: Pedro Miguel Queirós Pimenta Magalhães E-mail: mexaseembraganca@ipb.pt Web: http://www.mexaseembraganca.ipb.pt

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA ENSINO MÉDIO INTRODUCÃO

PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA ENSINO MÉDIO INTRODUCÃO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA ENSINO MÉDIO Docente: André Luiz Sponhardi ANO:2013 INTRODUCÃO Há muitos benefícios provenientes das aulas de educação física para os alunos

Leia mais

Prescrição Dietética

Prescrição Dietética Prescrição Dietética Quantitativo Cálculo de Dietas Cálculo de dietas estimar as necessidades energéticas de um indivíduo (atividade física, estágio da vida e composição corporal) Necessidades energéticas

Leia mais

PADRÃO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS ADULTOS NOS PERÍODOS PRÉ E PÓS-CIRURGIA BARIÁTRICA

PADRÃO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS ADULTOS NOS PERÍODOS PRÉ E PÓS-CIRURGIA BARIÁTRICA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 PADRÃO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS ADULTOS NOS PERÍODOS PRÉ E PÓS-CIRURGIA BARIÁTRICA Bruno Guilherme Morais Pagan 1 ; Luzia Jaeger Hintze 2 ; Alexandre dos

Leia mais

Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP

Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP (1 a 3 de dezembro de 2010) Objetivos da Pesquisa: 1) Gerais: Conhecer mais profundamente a saúde e condições de trabalho

Leia mais

TÍTULO: AVALIAÇÃO DE UM PROGRAMA ESPECÍFICO DE ATENÇÃO À SAÚDE DO ADOLESCENTE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA MG.

TÍTULO: AVALIAÇÃO DE UM PROGRAMA ESPECÍFICO DE ATENÇÃO À SAÚDE DO ADOLESCENTE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA MG. TÍTULO: AVALIAÇÃO DE UM PROGRAMA ESPECÍFICO DE ATENÇÃO À SAÚDE DO ADOLESCENTE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA MG. AUTORES: Kiriaque Barra Ferreira Barbosa bolsista CNPq (kiribarra@hotmail.com.br),

Leia mais

Incorporação da curvas de crescimento da Organização Mundial da Saúde de 2006 e 2007 no SISVAN

Incorporação da curvas de crescimento da Organização Mundial da Saúde de 2006 e 2007 no SISVAN Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição Incorporação da curvas de crescimento da Organização Mundial da

Leia mais

Ginástica Laboral como Meio de Promoção da Qualidade de Vida no Trabalho

Ginástica Laboral como Meio de Promoção da Qualidade de Vida no Trabalho 6 Ginástica Laboral como Meio de Promoção da Qualidade de Vida no Trabalho José Cicero Mangabeira Da Silva Gestor Em Recursos Humanos - Anhanguera Educacional - Campinas-SP Especialista Em Gestão Da Qualidade

Leia mais

A influência da prática de atividade física no estado nutricional de adolescentes

A influência da prática de atividade física no estado nutricional de adolescentes A influência da prática de atividade física no estado nutricional de adolescentes Quelita Araújo Alves Freitas¹*(IC), Paulo Fabrício dos Santos Lima ²(IC), Emanuel Bruno da Silva Cruz³ (IC), Camila Pinheiro

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS FATORES DE RISCO PARA DOENÇAS CARDIOVASCULARES DOS FREQUENTADORES DE PARQUES DA CIDADE DE SÃO PAULO

AVALIAÇÃO DOS FATORES DE RISCO PARA DOENÇAS CARDIOVASCULARES DOS FREQUENTADORES DE PARQUES DA CIDADE DE SÃO PAULO Ciências da Vida - Nutrição AVALIAÇÃO DOS FATORES DE RISCO PARA DOENÇAS CARDIOVASCULARES DOS FREQUENTADORES DE PARQUES DA CIDADE DE SÃO PAULO Fernanda Cristina Guevara 1 Camila Maria Melo 2 Tatiane Vanessa

Leia mais

Avaliação do Programa de Alimentação do Trabalhador na Região Metropolitana do Recife (1976-2013) Tema 4: Segurança Alimentar e Nutricional

Avaliação do Programa de Alimentação do Trabalhador na Região Metropolitana do Recife (1976-2013) Tema 4: Segurança Alimentar e Nutricional CHAMADA MCTI-CNPq/MDS-SAGI Nº 24/2013 DESENVOLVIMENTO SOCIAL Avaliação do Programa de Alimentação do Trabalhador na Região Metropolitana do Recife (1976-2013) Tema 4: Segurança Alimentar e Nutricional

Leia mais

ATIVIDADE FISÍCA E CRESCIMENTO FÍSICO NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA PHYSICAL ACTIVITY AND PHYSICAL GROWTH IN CHILDHOOD AND ADOLESCENCE

ATIVIDADE FISÍCA E CRESCIMENTO FÍSICO NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA PHYSICAL ACTIVITY AND PHYSICAL GROWTH IN CHILDHOOD AND ADOLESCENCE ATIVIDADE FISÍCA E CRESCIMENTO FÍSICO NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA PHYSICAL ACTIVITY AND PHYSICAL GROWTH IN CHILDHOOD AND ADOLESCENCE Marco Cossio-Bolaños Miguel de Arruda Faculdade de Educação Física UNICAMP

Leia mais

Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física

Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física 10 Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física Juliana Marin Orfei Especialista em Atividade Física: Treinamento Esportivo UNICASTELO Viviane Portela Tavares Especialista em Atividade

Leia mais

PROMOVENDO A REEDUCAÇÃO ALIMENTAR EM ESCOLAS NOS MUNICÍPIOS DE UBÁ E TOCANTINS-MG RESUMO

PROMOVENDO A REEDUCAÇÃO ALIMENTAR EM ESCOLAS NOS MUNICÍPIOS DE UBÁ E TOCANTINS-MG RESUMO 1 PROMOVENDO A REEDUCAÇÃO ALIMENTAR EM ESCOLAS NOS MUNICÍPIOS DE UBÁ E TOCANTINS-MG RESUMO Iara de Souza Assunção 1 Josiane Kênia de Freitas 2 Viviane Modesto Arruda 3 Silvana Rodrigues Pires Moreira 4

Leia mais

Atividade física. Sexo Capital Total n % IC 95%

Atividade física. Sexo Capital Total n % IC 95% Atividade física Resultados De acordo com o nível de atividade física verificada no total da amostra, o percentual de indivíduos classificados como insuficientemente ativos foi maior em João Pessoa (55,1%)

Leia mais

Dra Adriana de Freitas Torres

Dra Adriana de Freitas Torres Dra Adriana de Freitas Torres 2020 15 milhões de novos casos 12 milhões de mortes 2002 10 milhões de casos novos 6 milhões de mortes Mundo cerca 1 milhão de novos casos de CM Fonte: União Internacional

Leia mais

NTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS

NTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS Características socioeconômicas, demográficas, nutricionais, controle glicêmico e atividade física de adolescentes portadores de diabetes melito tipo 1 Izabela Zibetti de ALBUQUERQUE 1 ; Maria Raquel Hidalgo

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A COMPOSIÇÃO CORPORAL DE HOMENS TREINADOS E DESTREINADOS Aristófanes Lino Pinto de Sousa David Marcos Emérito de Araújo

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A COMPOSIÇÃO CORPORAL DE HOMENS TREINADOS E DESTREINADOS Aristófanes Lino Pinto de Sousa David Marcos Emérito de Araújo ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A COMPOSIÇÃO CORPORAL DE HOMENS TREINADOS E DESTREINADOS Aristófanes Lino Pinto de Sousa David Marcos Emérito de Araújo RESUMO: O presente estudo compara a composição corporal

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Hiperdia. PET-SAÚDE. Hipertensão arterial. Diabetes mellitus

PALAVRAS-CHAVE Hiperdia. PET-SAÚDE. Hipertensão arterial. Diabetes mellitus 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

HELMA PINCHEMEL COTRIM FACULDADE DE MEDICINA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

HELMA PINCHEMEL COTRIM FACULDADE DE MEDICINA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA Doença Hepática Gordurosa Não-Alcoólica, Obesos Graves & Cirurgia Bariátrica HELMA PINCHEMEL COTRIM FACULDADE DE MEDICINA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA A prevalência de obesidade é crescente nos últimos

Leia mais

PREVALÊNCIA DOS FATORES DE RISCO PARA DIABETES MELLITUS TIPO 2 EM POPULAÇÃO ATENDIDA EM APARECIDA DE GOIÂNIA PELA LIGA ACADÊMICA DE DIABETES DA UFG

PREVALÊNCIA DOS FATORES DE RISCO PARA DIABETES MELLITUS TIPO 2 EM POPULAÇÃO ATENDIDA EM APARECIDA DE GOIÂNIA PELA LIGA ACADÊMICA DE DIABETES DA UFG PREVALÊNCIA DOS FATORES DE RISCO PARA DIABETES MELLITUS TIPO 2 EM POPULAÇÃO ATENDIDA EM APARECIDA DE GOIÂNIA PELA LIGA ACADÊMICA DE DIABETES DA UFG CAMPOS NETO, Moacir Batista de¹; SANTOS, Débora Ferreira

Leia mais

ESTIMULANDO A PRÁTICA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS E BONS HÁBITOS ALIMENTARES EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES DE ESCOLAS PÚBLICAS

ESTIMULANDO A PRÁTICA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS E BONS HÁBITOS ALIMENTARES EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES DE ESCOLAS PÚBLICAS ESTIMULANDO A PRÁTICA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS E BONS HÁBITOS ALIMENTARES EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES DE ESCOLAS PÚBLICAS SILVA 1,Sabrina RadamesFerreira MASSA 2, Joquebéde Barbosa OLIVEIRA 2, Anderson Juliano

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE LONDRINA-PARANÁ

PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE LONDRINA-PARANÁ PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE LONDRINA-PARANÁ SCHUINDT, P. S; ANDRADE, A. H. G. RESUMO A grande incidência de desnutrição hospitalar enfatiza a necessidade de estudos sobre

Leia mais

EXERCÍCIO FÍSICO SEGURANÇA E BEM ESTAR

EXERCÍCIO FÍSICO SEGURANÇA E BEM ESTAR EXERCÍCIO FÍSICO SEGURANÇA E BEM ESTAR VINHAIS FEVEREIRO 2006 Berta Nunes SEDENTARISMO UM PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA O Sedentarismo e a obesidade são os principais factores de risco para várias doenças

Leia mais

Palavras-chave: obesidade infantil, alimentação saudável, diabetes.

Palavras-chave: obesidade infantil, alimentação saudável, diabetes. RELATO DE EXPERIÊNCIA: AVALIAÇÃO DO PERFIL DE DESENVOLVIMENTO PONDERO-ESTATURAL E ORIENTAÇÃO SOBRE OBESIDADE INFANTIL REALIZADA PELOS MEMBROS DA LIGA ACADÊMICA DE PEDIATRIA DA UFG NO III ENCONTRO DO DIA

Leia mais

DIRETRIZES PARA ATIVIDADE FÍSICA: CRIANÇAS E ADOLESCENTES, ADULTOS E IDOSOS

DIRETRIZES PARA ATIVIDADE FÍSICA: CRIANÇAS E ADOLESCENTES, ADULTOS E IDOSOS UNIME UNIÃO METROPOLITANA DE EDUCAÇÃO DIRETRIZES PARA ATIVIDADE FÍSICA: CRIANÇAS E ADOLESCENTES, ADULTOS E IDOSOS Professora Dra Carmem Cristina Beck Professor Dr Francisco José Gondim Pitanga Salvador,

Leia mais

Linha de Cuidado da Obesidade. Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas

Linha de Cuidado da Obesidade. Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas Linha de Cuidado da Obesidade Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas Evolução do excesso de peso e obesidade em adultos 0,8% (1.550.993) da população apresenta obesidade grave 1,14% das

Leia mais

PROJETO. Saúde, um direito Cívico

PROJETO. Saúde, um direito Cívico PROJETO Saúde, um direito Cívico Projeto Mexa-se - Ano de 2014-2015 Página 1 " A manutenção da saúde assenta no contrariar a tendência para a redução de exercício. Não existe nenhuma forma de substituir

Leia mais

LEIA ATENTAMENTE AS SEGUINTES INSTRUÇÕES:

LEIA ATENTAMENTE AS SEGUINTES INSTRUÇÕES: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - CGIC Teste de Competência em Leitura em Língua Estrangeira INGLÊS Edital 109/2012 (Aplicação: 21/10/2012) LEIA ATENTAMENTE AS SEGUINTES INSTRUÇÕES:

Leia mais

CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DA OBESIDADE

CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DA OBESIDADE 01 CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DA OBESIDADE A obesidade é uma doença crónica que se caracteriza pelo excesso de gordura corporal e que atinge homens, mulheres e crianças de todas as etnias e idades. A sua prevalência

Leia mais

Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação-Porto\Portugal. Uma perspectiva comportamental em Adolescentes Obesos: Brasil x Portugal

Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação-Porto\Portugal. Uma perspectiva comportamental em Adolescentes Obesos: Brasil x Portugal Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação-Porto\Portugal Discente: Genaina Bibiano Vieira Disciplina: Desenvolvimento Humano Uma perspectiva comportamental em Adolescentes Obesos: Brasil x Portugal

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE IDOSOS ATENDIDOS EM HOSPITAL PÚBLICO DA CIDADE DE MARINGÁ

PERFIL NUTRICIONAL DE IDOSOS ATENDIDOS EM HOSPITAL PÚBLICO DA CIDADE DE MARINGÁ ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PERFIL NUTRICIONAL DE IDOSOS ATENDIDOS EM HOSPITAL PÚBLICO DA CIDADE DE MARINGÁ Rita de Cássia Felix

Leia mais

LEVANTAMENTO DOS HÁBITOS DE HIGIENE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM ESCOLAS DE REALENGO

LEVANTAMENTO DOS HÁBITOS DE HIGIENE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM ESCOLAS DE REALENGO Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2013, v. 17, n. 17, p. 178 183 LEVANTAMENTO DOS HÁBITOS DE HIGIENE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM ESCOLAS DE REALENGO FERREIRA, Luana Jesus da Silva

Leia mais

PLANO DE TRABALHO IDOSO

PLANO DE TRABALHO IDOSO PLANO DE TRABALHO IDOSO Telefone: (44) 3220-5750 E-mail: centrosesportivos@maringa.pr.gov.br EQUIPE ORGANIZADORA SECRETARIO MUNICIPAL DE ESPORTES E LAZER Francisco Favoto DIRETOR DE ESPORTES E LAZER Afonso

Leia mais

DIFICULDADES ENCONTRADAS NA AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE IDOSOS

DIFICULDADES ENCONTRADAS NA AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE IDOSOS DIFICULDADES ENCONTRADAS NA AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE IDOSOS Vanessa Almeida Santos Vanessa Perez Casado Laudicéia Soares Urbano INTRODUÇÃO De acordo com Mahan, Escott- Stump (2010) o envelhecimento é um

Leia mais

Aléxio Puim. alexiopuim@sdmsa.pt

Aléxio Puim. alexiopuim@sdmsa.pt Aléxio Puim Mestrado em Educação Física (FMH) Licenciatura em Ciências do Desporto (FMH) Instrutor de Musculação e Cardiofitness (CEF) Treinador de Andebol Grau 2 (FAP) alexiopuim@sdmsa.pt 21 de novembro

Leia mais

AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE CRIANÇAS DO ENSINO PRÉ-ESCOLAR DA REDE PÚBLICA DO MUNICÍPIO DA AZAMBUJA

AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE CRIANÇAS DO ENSINO PRÉ-ESCOLAR DA REDE PÚBLICA DO MUNICÍPIO DA AZAMBUJA AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE CRIANÇAS DO ENSINO PRÉ-ESCOLAR DA REDE PÚBLICA DO MUNICÍPIO DA AZAMBUJA Clara Monteiro 1, Filipa Franco 2, Ana Santos 2, Sara Neves 2 & Ana Neves 1 1 Departamento de Tecnologia

Leia mais

A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte

A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte Prof. Antonio Carlos Fedato Filho Prof. Guilherme Augusto de Melo Rodrigues Monitorando e conhecendo melhor os trabalhos

Leia mais

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ATLETAS DA SELEÇÃO GOIANA DE JUDÔ: ATIVIDADE DO ATENDIMENTO NUTRICIONAL 1

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ATLETAS DA SELEÇÃO GOIANA DE JUDÔ: ATIVIDADE DO ATENDIMENTO NUTRICIONAL 1 AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ATLETAS DA SELEÇÃO GOIANA DE JUDÔ: ATIVIDADE DO ATENDIMENTO NUTRICIONAL 1 LEITE, Raíssa Moraes 1 ; FRANCO, Lana Pacheco 2 ; SOUZA, Isabela Mesquita 3 ; ALVES, Ana Gabriella Pereira

Leia mais

Avaliação do Índice de Massa Corporal de escolares de 7 a 10 anos da Rede Municipal de Ensino de Lagoa Formosa, MG

Avaliação do Índice de Massa Corporal de escolares de 7 a 10 anos da Rede Municipal de Ensino de Lagoa Formosa, MG Revista Mineira de Ciências da Saúde Patos de Minas: UNIPAM, (1): 81-91, ano 1, n. 1, 2009 Avaliação do Índice de Massa Corporal de escolares de 7 a 10 anos da Rede Municipal de Ensino de Lagoa Formosa,

Leia mais

PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS DO PONTO DE VISTA FÍSICO E NUTRICIONAL

PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS DO PONTO DE VISTA FÍSICO E NUTRICIONAL PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS DO PONTO DE VISTA FÍSICO E NUTRICIONAL Nilza Matias Oliver Cruz Faculdade Maurício de Nassau/CG nilzamoc31@hotmail.com Débora de Araújo Targino Faculdade Maurício

Leia mais

Relatório e Proposta de Programa para Grupos Corporativos: Atividade Física na Promoção da Saúde e Qualidade de Vida

Relatório e Proposta de Programa para Grupos Corporativos: Atividade Física na Promoção da Saúde e Qualidade de Vida 27 Relatório e Proposta de Programa para Grupos Corporativos: Atividade Física na Promoção da Saúde e Qualidade de Vida Simone Simões de Almeida Sganzerla Graduada em Educação Física Especialista em Gestão

Leia mais

TÍTULO: A GINÁSTICA LABORAL RELACIONADA À QUALIDADE DE VIDA NO AMBIENTE DE TRABALHO

TÍTULO: A GINÁSTICA LABORAL RELACIONADA À QUALIDADE DE VIDA NO AMBIENTE DE TRABALHO TÍTULO: A GINÁSTICA LABORAL RELACIONADA À QUALIDADE DE VIDA NO AMBIENTE DE TRABALHO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA INSTITUIÇÃO: FACULDADES INTEGRADAS PADRE

Leia mais

PROGRAMA DE INTERVENÇÃO EM OBESIDADE INFANTIL. Centro de Saúde da Marinha Grande Ana Laura Baridó

PROGRAMA DE INTERVENÇÃO EM OBESIDADE INFANTIL. Centro de Saúde da Marinha Grande Ana Laura Baridó PROGRAMA DE INTERVENÇÃO EM OBESIDADE INFANTIL Centro de Saúde da Marinha Grande Ana Laura Baridó 1 A obesidade é considerada a epidemia do séc. XXI (OMS) Em Portugal tem vindo a aumentar vertiginosamente

Leia mais

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ESCOLARES E A INFLUÊNCIA DA MÍDIA NO CONSUMO DE ALIMENTOS

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ESCOLARES E A INFLUÊNCIA DA MÍDIA NO CONSUMO DE ALIMENTOS AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ESCOLARES E A INFLUÊNCIA DA MÍDIA NO CONSUMO DE ALIMENTOS CARNEIRO, Alessandra Rosa de Araújo ARAÚJO, Ana Cristina Tomaz (UNITRI) anacrisnutricao@yahoo.com.br RESUMO: Introdução:

Leia mais

Este capítulo tem como objetivo, tecer algumas considerações. Epidemiologia, Atividade Física e Saúde INTRODUÇÃO

Este capítulo tem como objetivo, tecer algumas considerações. Epidemiologia, Atividade Física e Saúde INTRODUÇÃO 1 Epidemiologia, Atividade Física e Saúde Efi gênia Passarelli Mantovani Especialista em Atividade Física e Qualidade de Vida Unicamp Vera Aparecida Madruga Forti Profa. Dra. do Departamento de Estudos

Leia mais

Pesquisa Nacional de Saúde

Pesquisa Nacional de Saúde Diretoria de Pesquisas Coordenação de Trabalho e Rendimento Pesquisa Nacional de Saúde 21/08/15 Histórico INVESTIGAÇÃO DO TEMA SAÚDE... 1998 2003 2008 2013 PNAD Características da PNS Pesquisa Domiciliar

Leia mais