A prática do Karatê para pessoas em cadeira de rodas.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A prática do Karatê para pessoas em cadeira de rodas."

Transcrição

1 CONVÊNIOS CNPq/UFU & FAPEMIG/UFU Universidade Federal de Uberlândia Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação DIRETORIA DE PESQUISA COMISSÃO INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 2008 UFU 30 anos A prática do Karatê para pessoas em cadeira de rodas. João Paulo Pereira Rosa¹ Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Uberlândia Rua Benjamin Constant, 1286 Bairro Aparecida UBERLÂNDIA MG. Sílvio Soares dos Santos² Patrícia Silvestre de Freitas² Resumo: Introdução: Dentro dos esportes adaptados já praticados pelas pessoas com deficiência, nota-se que há pouco espaço para as artes marciais, tornando-se necessário desenvolver ou adaptá-las para esta população. Nesse sentido o ensino teórico-prático do Karatê para os usuários de cadeira de rodas, justifica-se por possibilitar ao deficiente mais uma atividade física a ser praticada, melhorando e proporcionando uma qualidade de vida as pessoas com deficiência através do Karatê. Objetivo: proceder uma análise das alterações fisiológicas agudas com a prática do Karatê, bem como a possibilidade das pessoas com deficiência, usuários de cadeira de rodas usufruírem da prática do Karatê adaptado melhorando sua qualidade de vida. Metodologia: As aulas de Karatê adaptado foram ministradas durante 9 meses, 2 vezes por semana, sendo realizados 3 testes com intervalo de 3 meses a cada teste. Como instrumento de coleta de dados, foi utilizado o questionário escala para medida de satisfação com a vida (NERI, 1998). Realizou-se também avaliações para determinar a agilidade dos indivíduos em cadeira de rodas, sendo adotado o teste ziguezague de agilidade (Texas Fitness Test, adaptado por Belasco Júnior & Silva, 1998). Resultados: Os voluntários obtiveram uma queda de 9,59% no tempo e de 14,28% na freqüência cardíaca do primeiro para o terceiro teste ziguezague de agilidade. Além disso, ao verificar a satisfação com a vida atual comparada com a do início das aulas de Karatê, observou-se que os sujeito passaram de "mais ou menos" satisfeito para "muito satisfeito" nos aspectos saúde mental, saúde física e capacidade física. Palavras-chave: Atividade Física, Necessidades especiais, Artes Marciais INTRODUÇÃO A questão pertinente a Educação Física Adaptada, tem atualmente sido motivo de muitas discussões desenvolvidas no meio acadêmico e científico, por profissionais da área em questão. Nesse sentido, observa-se a grande importância de procedimentos de pesquisa nessa população, dando subsídios para atuação dos profissionais da área. Autores como DUARTE (1992), consideram que apenas recentemente, a Educação Física começou a se preocupar com a atividade física para pessoas com deficiência. Ele considera que o desenvolvimento do quadro qualitativo e quantitativo de pesquisas nessa área vai depender basicamente das iniciativas de pesquisas das Universidades. ¹ Acadêmico da Faculdade de Educação Física / Universidade Federal de Uberlândia. ² Prof. Dr. da Faculdade de Educação Física / Universidade Federal de Uberlândia. ³ Profª Drª.da Faculdade de Educação Física / Universidade Federal de Uberlândia.

2 Os problemas que envolvem deficientes estão presentes na sociedade desde os mais remotos tempos, SILVA (1987). A evolução no processo civilizatório da humanidade nos orienta como foi e tem sido a forma de tratamento atribuído a pessoa deficiente. Os jogos organizados sobre cadeira de rodas forma conhecidos após a Segunda Guerra Mundial, onde esta tragédia na história da humanidade fez com que muito dos soldados que combateram nas frentes de batalha voltassem aos seus países com seqüelas permanentes. Porem este evento,proporcionou a pessoa com deficiência, melhores condições de vida, pois os deficientes pósguerras eram heróis e tinham o respeito da população por isto, bem como uma preocupação governamental (GUTTMANN, 1981, ADMS E COL 1985; ALENCAR, 1986 CIDADES E FREITAS, 1999). A partir das duas Guerras Mundiais, a necessidade das modernas sociedades em aumentar o rendimento com a diminuição do investimento, e sustentar elementos não produtivos, houve uma preocupação nas descobertas de métodos que visassem uma reintegração social do deficiente e, na medida do possível, torna-lo um fator de produção para a sociedade. Surgiu então a atividade física, que tem demonstrado sua eficiência como um dos métodos a serem utilizados no arsenal terapêutico desta recuperação. Com o avanço científico moderno, o progresso dos conhecimentos o terreno da fisiologia do exercício, da psicologia, dos fatores biomecânicos, dos métodos de avaliação, da sociobiologia vieram despertar ainda mais, tais atividades. (ROSADAS, 1991), Para ARAÚJO (1998) o desporto adaptado se propunha a minimizar as seqüelas nos soldados acometidos pelos traumatismos, em decorrência das guerras, mais especificamente em relação à Segunda Guerra Mundial, na década de 40. O objetivo da reabilitação dos soldados feridos em decorrência da guerra, naquele momento era prioridade do governo dos países envolvidos no conflito e também da classe científica, pois a expectativa e a qualidade de vida chamavam a atenção para a necessidade de estudos. Por outro lado, estes governos sentiam-se na obrigação de dar uma resposta à sociedade, no sentido de estar fazendo alguma coisa para minimizar as adversidades causadas pela guerra. Os primeiros passos, neste sentido ocorreram em fevereiro de 1944, quando médico alemão, de origem judaica, exilado na Inglaterra, Sir Ludwig Guttmann, neurologista e neurocirurgião, foi convidado pelo governo britânico para fundar o centro de reabilitação para tratamento dos soldados lesionados medulares no Hospital de Stoke Mandeville, próximo à cidade de Aylesburg. Dr. Guttmann dedicou-se a esta atividade de 1943 a O primeiro programa de esporte em cadeira de rodas foi iniciado no Hospital de Stoke Mandeville em 1945, com o objetivo de trabalhar o tronco e os membros superiores e diminuir o tédio da vida hospitalar e prepara-los para o trabalho. 2

3 Em 1960, o Dr. Guttmann concretizou seu sonho, idealizado em 1948, de realizar um evento que tivesse o mesmo impacto de uma olimpíada. Realizado em Roma, o IX jogos de Stoke Mandiville, teve a presença de 400 participantes de 23 países, com apoio do Comitê Olímpico Italiano (COI), que passaram anos depois a se chamar Paraolympics (Olimpíadas para paraplégicos). A introdução do esporte adaptado no Brasil se deu por meio de Del Grande com grupo que veio fazer jogos de exibições nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Um dos elementos que se chamava Jean Quellog sugeriu a Del Grande que fundasse um clube dos paraplégicos no Brasil. Ele despachou uma cadeira esportiva dos Estados Unidos e Balmer (um antigo fabricante de cadeira de rodas) fez as outras. As modalidades esportivas para as pessoas com deficiências físicas são baseadas na classificação funcional e atualmente apresentam uma grande variedade de opções. As modalidades olímpicas são o arco e flecha, atletismo, basquetebol, bocha, ciclismo, equitação, futebol, halterofilismo, iatismo, natação, rugby, tênis de campo, tênis de mesa, tiro e voleibol (ABRADECAR, 2002). A participação de pessoas com deficiência física em eventos competitivos no Brasil e no mundo vem sendo ampliada. Por serem um elemento ímpar no processo de reabilitação, as atividades físicas e esportivas, competitivas ou não devem ser orientadas e estimuladas, visando assim possibilitar ao portador de deficiência física, mesmo durante seu programa de reabilitação alcanças os benefícios que estas atividades podem oferecer, visando uma melhor qualidade de vida. Dentro dos esportes adaptados apresentados, nota-se que há muito pouco espaço para as artes marciais, tornando-se necessário desenvolver ou adaptar artes marciais para esta população. De acordo com dados do Censo, 24,5 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência, o que corresponde a 14,5% da população e a prática de uma atividade física adaptada, proporciona á pessoa com deficiência física condições através da pratica do esporte, da recreação e do lazer uma melhor qualidade de vida. Alguns autores como GUTTMAN (1976b), SEAMAN (1982), LIANZA (1985), SHERRILL (1986), ROSADAS (1989), SOUZA (1994), SCHUTZ (1994) e GIVE IT A GO (2001) ressaltam que o esporte adaptado traz inúmeros benefícios como melhoria e desenvolvimento de auto-estima, auto-valorização e auto-imagem; o estímulo à independência e autonomia; a socialização com outros grupos; a experiência com suas possibilidades, potencialidades e limitações; a vivência de situações de sucesso e superação de situações de frustração; a melhoria das condições organo-funcional (aparelhos circulatório, respiratório, digestivo, reprodutor e excretor); melhoria na força e resistência muscular global; a possibilidade de acesso à prática do esporte como lazer, reabilitação e competição; prevenção de deficiências secundárias entre outras 3

4 Em Paises como a Irlanda, Japão e Portugal, já existe a prática do Karatê para cadeirantes. No Brasil existem vários esportes para deficientes como arco e flecha, bocha, halterofilismo, hipismo, natação, tênis, dentre outros, porém não se tem registro do ensino teórico-prático do Karatê para esta população. A partir de pesquisas incipientes, há registros que a prática do Karatê para pessoas portadoras de deficiência física temporária ou permanente pode ser viável, uma vez que já existe a prática do Karatê para essas pessoas, o Karatê em Cadeira de Rodas. O Karatê em Cadeira de Rodas atua simultaneamente como autodefesa e como bom exercício, no desenvolvimento de capacidades, de reflexos e força, para pessoas deficientes. Para isso, adaptou-se um sistema similar aos métodos aplicados no Karatê Tradicional, para o Karatê em Cadeira de Rodas. Os métodos utilizados no ensino do Karatê adaptado são os ideais para as pessoas que estão recuperando de doenças ou se encontram fisicamente fracas ou que por alguma razão estão incapacitadas de praticar essa modalidade. Deste modo podem praticar o Karatê em Cadeira de Rodas até que estejam aptos para voltar ao treino regular. A ACMS (Colégio Americano de Medicina do Esporte) (1997), relata que um programa de atividades físicas para as pessoas com deficiência física devem observar a princípio se a adaptação dos esportes ou atividades mantendo os mesmos objetivos e vantagens da atividade e dos esportes convencionais, ou seja, aumentar a resistência cárdio-respiratória, a força, a resistência muscular, a flexibilidade, etc. Um outro ponto a considerar na elaboração de atividades para as pessoas de necessidades educativas especiais, em destaque aqui o indivíduo com deficiência física, é a necessidade de adaptação dos materiais e equipamento, bem como a adaptação do local onde esta atividade será realizada. O projeto de pesquisa torna-se importante por serem inexpressivos trabalhos a nível acadêmico sobre o assunto. A escolha de uma modalidade esportiva pode depender em grande parte das oportunidades que são oferecidas as pessoas com deficiência física, da sua condição sócioeconômica, das suas limitações e potencialidades, da suas preferências esportivas, facilidade nos meios de locomoção e transporte, de materiais e locais adequados, do estímulo e respaldo familiar, de profissionais preparados para atendê-los, dentre outros fatores. O objetivo desta pesquisa foi: Oferecer e avaliar os benefícios físicos e psicossociais para os usuários de cadeira de rodas a partir da prática do Karatê adaptado, 4

5 Proporcionar aos cadeirantes uma nova modalidade esportiva, no qual irão aprender técnicas de defesa pessoal que possam ser usadas para melhora na sua qualidade de vida. Propiciar subsídios teóricos e práticos dessa arte marcial para os professores da área para a expansão da modalidade de esporte adaptado, Possibilitar processos metodológicos do ensino teórico prático do Karatê para cadeirantes Verificar os benefícios da prática de exercícios físicos na melhora da qualidade de vida de pessoas que utilizam cadeiras de rodas. MATERIAIS E MÉTODOS Critérios de inclusão: Deficiente físico que utiliza cadeira de rodas Ser maior de idade. Residente em Uberlândia MG Apresentar atestado médico e encaminhamento para as atividades físicas. Critérios de exclusão: Já ter praticado Karatê ou qualquer arte marcial semelhante CARACTERÍSTICAS DA POPULAÇÃO: A população do estudo foi constituída de 15 pessoas deficientes físicas que utilizam cadeiras de rodas para as atividades diárias, que possuem faixa etária de 18 a 28 anos, residentes em Uberlândia. O processo de seleção dos sujeitos ocorrerá por meio de convite ou por indicação. Para participar da pesquisa, os sujeitos deverão apresentar atestado médico e encaminhamento para as atividades físicas. Os sujeitos que preencherem os requisitos acima citados serão informados sobre o objetivo da pesquisa e a forma de sua participação, bem como, deverão assinar o termo de livre consentimento. JUSTIFICATIVA DE USO DESTE GRUPO: O uso desta população de deficientes físicos usuários de cadeira de rodas se justifica pela proposta da pesquisa em adaptar a arte marcial Karatê para os cadeirantes, possibilitando a inclusão de mais uma modalidade a ser praticada pelos usuários de cadeira de rodas, bem como auxiliar no aprendizado de defesa pessoal. 5

6 LOCAL: A pesquisa foi realizada na Faculdade de Educação Física (FAEFI) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), no ginásio 7 (G7). A escolha do local se deu pelo amplo espaço físico e pela presença de espelhos, o que facilitará a visão do professor de Karatê dos movimentos feitos por parte dos cadeirantes para que os mesmos sejam corrigidos se necessário. INSTRUMENTOS: Como instrumento de coleta de Dados, na busca de informações sobre o objeto de estudo foi utilizados questionários e entrevistas que serão realizadas com os alunos, sendo os questionários e entrevistas preparados com o auxílio e amparo do orientador do projeto. Será confeccionado também uma ficha de descrição das atividades e avaliação dos alunos, que será feita e preenchida pelo discente - pesquisador. PROCEDIMENTOS: a) Acesso a amostra: O acesso ao grupo de estudo será por meio de indicação do Núcleo Interdisciplinar de Atividade Física e Saúde (NIAFS) e Associações de pessoas com deficiência para participação do projeto, explicando os motivos pelos quais estão sendo convidadas a participar da pesquisa. b) Coleta de dados: A coleta de dados inclui a entrega da ficha de avaliação sóciodemográfica (NERI e SIMSON, 2001), que será preenchida no mesmo instante da assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido, pelos pais ou responsáveis legais. Serão repassadas também as fichas de avaliação de qualidade de vida descritas por NERI, 1998; WHOQOL, 1998; que depois de preenchidas, servirão de modelo para comparação com as mesmas, que serão preenchidas novamente pelos pais ou responsáveis legais, no quarto, oitavo, e décimo segundo mês de pesquisa, com intuito de preencher as lacunas do nosso trabalho. c) Teste de agilidade em cadeira de rodas: Para a determinação da medida da agilidade dos indivíduos, foi adotado o teste teste ziguezague de agilidade (Texas Fitness Test, adaptado por Belasco Júnior & Silva, 1998). O objetivo do teste é percorrer a sua distância, que requer mudanças de direção, com o máximo de velocidade e eficiência possível. O teste original consistia de um percurso situado em um retângulo com medidas de 3,8 m x 4,0 m e foi criado e validado para a aplicação com jovens e adultos que tivessem a capacidade de correr. O percurso do teste original foi mantido, entretanto as distâncias foram aumentadas para que sua realização fosse possível em 6

7 cadeira de rodas. O teste foi aplicado nesses indivíduos duas vezes, com intervalo de uma semana, sendo que três cronometristas mediram o tempo dos participantes. Para a realização do teste foram utilizados: uma área para o percurso do teste de tamanho apropriado, um cronômetro com precisão de décimos de segundo, uma cadeira de rodas e cinco marcadores para delimitar o percurso do teste, tomando-se o cuidado para que estes não pusessem em risco a integridade física dos alunos. Todos os indivíduos da amostra realizaram o teste com a mesma cadeira de rodas, a fim de se evitar que o tipo de cadeira influenciasse nos resultados. As medidas dessa cadeira de rodas foram consideradas médias para o nível de lesão específico da população da amostra. A opção por uma cadeira única com medidas padronizadas visou elevar a validade interna do experimento. O fato dos indivíduos utilizarem modelos variados de cadeiras, com pesos e dimensões diferentes, poderia gerar valores irreais na avaliação, os quais não estimariam a condição de agilidade. Ao sinal, o avaliando começava o teste de trás da linha de início e impulsionava a cadeira através do percurso tão rápido quanto possível. Se o avaliando batesse em um marcador ou errasse o percurso, poderia repetir a tentativa. O resultado do teste foi expresso através do tempo utilizado para percorrer o circuito, com precisão de décimos de segundos. Foram efetuadas cinco tentativas. A primeira foi para o reconhecimento do percurso e deveria ser realizada em velocidade lenta. A segunda foi para o reconhecimento do percurso em alta velocidade e as três seguintes foram consideradas válidas para o teste. O resultado final foi a melhor dessas três últimas tentativas. O descanso entre cada tentativa foi de cerca de cinco minutos, a fim de se evitar os efeitos da fadiga. Esse tempo foi determinado através da aferição da freqüência cardíaca dos alunos antes e após o teste. Após o intervalo de cinco minutos, todos os alunos retornaram para suas freqüências pré-teste. Todos os indivíduos da amostra assinaram, antes do início das avaliações, um termo de consentimento, no qual afirmavam concordar com os procedimentos da pesquisa e com a utilização dos resultados obtidos para publicações. ANÁLISE ESTATÍSTICA: 1 TESTE AGILIDADE EM CADEIRA DE RODAS 1º 2º 3º FC (média) 163 bpm 166 bpm 168 bpm Tempo (média) s s s 2 TESTE AGILIDADE EM CADEIRA DE RODAS 1º 2º 3º FC (média) 148 bpm 160 bpm 151 bpm Tempo (média) s s s 7

8 3 TESTE AGILIDADE EM CADEIRA DE RODAS 1º 2º 3º FC (média) 145 bpm 145 bpm 144 bpm Tempo (média) s s s Os voluntários obtiveram uma queda de 9,59% no tempo e de 14,28% na freqüência cardíaca do primeiro para o terceiro teste ziguezague de agilidade (Tabela 1). No estudo conjunto dos 15 alunos, ao se analisar as médias nos vários domínios detectamos que os domínios psicológico e físico alcançaram os melhores escores (52,5 e 51 respectivamente), seguindo-se pelas relações sociais (47,2) e por último o meio ambiente (47) (Tabela 2). Tabela 1: Valores finais da freqüência cardíaca e tempo no Teste ziguezague de agilidade adaptado (Texas Fitness Test). 1 Teste 2 Teste 3 Teste FC (Bpm) Tempo (seg) 20,94 19,90 18,93 Tabela 2: Médias dos vários domínios da ficha de avaliação de qualidade de vida descritas por NERI, 1998; WHOQOL, 1998 Domínio Média (n=15) Físico 52,5 Psicológico 51 Relações Sociais 47,2 Meio Ambiente 47 DISCUSSÃO E CONCLUSÃO: Os resultados desta pesquisa demonstram que todos os cadeirantes submetidos ao treinamento regular de Karatê obtiveram resultados significativos em todas as variáveis analisadas. No Teste ziguezague de agilidade adaptado (Texas Fitness Test), houve um aumento na eficiência cardíaca dos alunos, permitindo reduzir a freqüência cardíaca em repouso e durante a atividade física. Na avaliação de qualidade de vida (WHOQOL), a satisfação com a vida atual ao final da pesquisa comparada com a do início das aulas de Karatê, observou-se que na média os sujeitos 8

9 passaram de "mais ou menos" satisfeito para "muito satisfeito". A pesquisa também proporcionou aos usuários de cadeira de rodas a aprendizagem de técnicas de defesa pessoal para serem utilizadas de maneira funcional nas AVDs, em busca de uma melhor qualidade de vida. Durante o projeto de pesquisa, a constante adaptação nos processos metodológicos do ensino teórico prático do Karatê para cadeirantes se tornou necessário devido aos diferentes tipos de lesão e limitações encontradas nos alunos usuários de cadeira de rodas. È importante observar que o Karatê para cadeirantes possui um caráter terapêutico, que poderá auxiliar no processo de reabilitação pessoas usuárias de cadeira de rodas. Assim, a escolha do ensino teórico-prático do Karatê para os usuários de cadeira de rodas, justificou-se por vários aspectos sendo o mais importante deles o conhecimento científico a ser adquirido acerca do assunto. Nesse sentido, o Karatê em Cadeira de Rodas pode ser disponibilizado para pessoas com deficiência física, como iniciação à atividade física. RERERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: 1- IJKA (International Japan Karatê Association Portugal). Disponível em: <http://www.ijkaportugal.pt>. Acesso em: 22 jun ABRADECAR (2002) Organização do desporto. Disponível em <http://www.abradecar.gov.br/>. Acesso em: 15 ago Adms, R.C.; Daniel, A. N.; Cubbin, J.A.; Rullman, L. (1985) Jogos, Esportes e Exercícios para o Deficiente Físico. São Paulo: Editora Manole. 4-Alencar, B. (1986) Paraolimpíada - O Brasil no pódio. Rio de Janeiro: Comitê Paraolímpico Brasileiro. 5-Assumpção, E. (2002) Um novo desafio da psicologia. Disponível em <http://www.esporteadaptado.com.br/>. Acesso em: 20 ago Freitas, P. S. & Cidade, R. E. A. (1997) Noções sobre Educação Física e Esporte para pessoas portadoras de deficiência: uma abordagem para professores de 1º e 2º graus. Uberlândia, MG: Gráfica Breda. 7-MEIER, Marcel. (1981) Atividade Física para Deficiente. 9

10 8-FREITAS, Patrícia Sivestre de. Educação Física e Esporte para Deficientes, coletânea. Uberlândia, MG: Gráfica Breda. 9- FLECK MPA, FACHEL O, LOUZADA S, Xavier M, CHACHAMOVICK E, VIEIRA G et al. Aplicação da versão em português do instrumento abreviado de avaliação de qualidade de vida WHOQOL-bref Rev Saúde Pública, BELASCO JUNIOR, D.; OLIVEIRA, F.R. Consistência dos resultados do teste de corrida em ziguezague de Barrow (modificado) em jogadores de basquetebol em cadeira de rodas. In.: SIMPÓSIO DE PÓS GRADUAÇÃO, 2., São Paulo, Anais São Paulo: Escola Paulista de Medicina, The practice of Karate for people in the wheelchair. João Paulo Pereira Rosa Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Uberlândia Rua Benjamin Constant, 1286 Bairro Aparecida UBERLÂNDIA MG. Sílvio Soares dos Santos Patrícia Silvestre de Freitas Abstract Introduction: Within the already adapted sports practiced by people with disabilities, it is noted that there is little room for martial arts, making it necessary to develop or adapt them to this population. In this sense the theoretical and practical Karate for users of wheelchairs, is justified by enabling the poor more a physical activity to be practiced, and providing a better quality of life people with disabilities through Karate. Objective: To make an analysis of the physiological changes acute with the practice of Karate, and the possibility of the disabled, wheelchair users to enjoy the practice of Karate adapted improving their quality of life. Methodology: The classes were taught in Karate adapted for 9 months, 2 times a week, and play 3 tests at intervals of 3 months after each test. As a tool for data collection, the questionnaire was used "scale to measure of satisfaction with life (NERI, 1998). There was also evaluations to determine the agility of individuals in wheelchairs, and adopted the test of agility zigzag (Texas Fitness Test, adapted by Belasco & Silva Junior, 1998). Results: The volunteers received a drop of 9.59% in time and 14.28% in the heart of the first to the third test of zigzag speed. Also, in reviewing the current satisfaction with life compared to the start of classes in Karate, it was observed that the sujeitso gone from "more or less" satisfied to "very satisfied" in mental health issues, physical health and physical capacity. Keywords: Physical Activity, Special needs, Martial arts. 10

VI Seminário de Educação Inclusiva Direito à Diversidade ESPORTE ADAPTADO Ana Leonídia Soares Prof. Educação Física analeonsoares@bol.com.

VI Seminário de Educação Inclusiva Direito à Diversidade ESPORTE ADAPTADO Ana Leonídia Soares Prof. Educação Física analeonsoares@bol.com. VI Seminário de Educação Inclusiva Direito à Diversidade ESPORTE ADAPTADO Ana Leonídia Soares Prof. Educação Física analeonsoares@bol.com.br Quem somos? Onde estamos? Pessoa com deficiência; quase ¼ da

Leia mais

AVALIAÇÃO DA AGILIDADE DOS JOGADORES DE BASQUETEBOL EM CADEIRA DE RODAS COM PARAPLEGIA POR LESÃO MEDULAR

AVALIAÇÃO DA AGILIDADE DOS JOGADORES DE BASQUETEBOL EM CADEIRA DE RODAS COM PARAPLEGIA POR LESÃO MEDULAR AVALIAÇÃO DA AGILIDADE DOS JOGADORES DE BASQUETEBOL EM CADEIRA DE RODAS COM PARAPLEGIA POR LESÃO MEDULAR Hugo Rodrigo Menha 1 Rosangela Marques Busto 2 Universidade Estadual de Londrina 3 Resumo: Este

Leia mais

Os Jogos Paraolímpicos: o contexto histórico e atual

Os Jogos Paraolímpicos: o contexto histórico e atual Os Jogos Paraolímpicos: o contexto histórico e atual Jane da Silva Gonzalez educacao-fisica@pucrs.br Rodrigo Pereira da Silva Grupo de Pesquisa em Estudos Olímpicos Pontifícia Universidade Católica do

Leia mais

TÍTULO: AUTORES: e-mail: INSTITUIÇÃO: Universidade Federal de São Carlos ÁREA TEMÁTICA: INTRODUÇÃO:

TÍTULO: AUTORES: e-mail: INSTITUIÇÃO: Universidade Federal de São Carlos ÁREA TEMÁTICA: INTRODUÇÃO: TÍTULO: ATIVIDADE MOTORA PARA CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS: INICIAÇÃO ESPORTIVA AUTORES: DUARTE,A.C.G.O.; MARQUES,A.E.; EMMEL,M.G.; FOGANHOLI,C.; ARTUSSA,D.A.; DAGOSTINO JR,S.; CEREDA,F,L,; SUPERTI,I.G.

Leia mais

Educação física e esporte: acesso e inclusão dos alunos portadores de deficiências

Educação física e esporte: acesso e inclusão dos alunos portadores de deficiências 1 Educação física e esporte: acesso e inclusão dos alunos portadores de deficiências Prof. Dr. Luzimar Teixeira Centro de Práticas Esportivas Escola de Educação Física e Esporte Universidade de São Paulo

Leia mais

CURSO: EDUCAÇÃO FÍSICA (bacharelado)

CURSO: EDUCAÇÃO FÍSICA (bacharelado) CURSO: EDUCAÇÃO FÍSICA (bacharelado) Missão Sua missão é tornar-se referência na formação de profissionais para atuar nos diferentes segmentos humanos e sociais, considerando a atividade física e promoção

Leia mais

Centro Paraolímpico Brasileiro, em São Paulo, é legado do Rio 2016 para os esportes adaptados

Centro Paraolímpico Brasileiro, em São Paulo, é legado do Rio 2016 para os esportes adaptados Centro Paraolímpico Brasileiro, em São Paulo, é legado do Rio 2016 para os esportes adaptados Governo federal e governo do Estado de São Paulo constroem o maior legado dos Jogos Paraolímpicos de 2016 para

Leia mais

ESPORTE ADAPTADO: CONCEITO HISTÓRICO E EVOLUÇÃO NA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE

ESPORTE ADAPTADO: CONCEITO HISTÓRICO E EVOLUÇÃO NA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE ESPORTE ADAPTADO: CONCEITO HISTÓRICO E EVOLUÇÃO NA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE 1. A HISTORIA DO ESPORTE ADAPTADO ISAQUE AUGUSTO PAULO ROBERTO BRANCATTI Universidade Estadual Paulista Campus Presidente

Leia mais

Andrew PARSONS Presidente Comitê Paraolímpico Brasileiro Membro do Conselho Executivo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Para Membro do Comitê

Andrew PARSONS Presidente Comitê Paraolímpico Brasileiro Membro do Conselho Executivo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Para Membro do Comitê Andrew PARSONS Presidente Comitê Paraolímpico Brasileiro Membro do Conselho Executivo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Para Membro do Comitê Executivo Comitê Paraolímpico Internacional Presidente

Leia mais

ACESSIBILIDADE EM INSTALAÇÕES ESPORTIVAS EM PRESIDENTE PRUDENTE: A IMPORTÂNCIA DE UM AMBIENTE PROJETADO PARA O DEFICIENTE FÍSICO.

ACESSIBILIDADE EM INSTALAÇÕES ESPORTIVAS EM PRESIDENTE PRUDENTE: A IMPORTÂNCIA DE UM AMBIENTE PROJETADO PARA O DEFICIENTE FÍSICO. Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 172 ACESSIBILIDADE EM INSTALAÇÕES ESPORTIVAS EM PRESIDENTE PRUDENTE: A IMPORTÂNCIA DE UM AMBIENTE PROJETADO PARA O

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Anais. IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Anais. IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Anais IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Propostas e ações inclusivas: impasses e avanços Belo Horizonte 17 a 20 de outubro de 2006 Sessões

Leia mais

EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA

EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA Maria Lucia Ziroldo 1 ; Mateus Dias Antunes 2 ; Daniela Saldanha Wittig 3 ; Sonia Maria Marques Gomes Bertolini 4 RESUMO: A dor lombar é uma das

Leia mais

FACULDADE DE MEDICINA DO ABC MANTIDA PELA FUNDAÇÃO DO ABC EXAMES REALIZADOS NOS ÁRBITROS DA DO ABC FMABC

FACULDADE DE MEDICINA DO ABC MANTIDA PELA FUNDAÇÃO DO ABC EXAMES REALIZADOS NOS ÁRBITROS DA DO ABC FMABC RELATÓRIO DOS EXAMES REALIZADOS NOS ÁRBITROS DA FEDERAÇÃO PAULISTA DE FUTEBOL PELA FACULDADE DE MEDICINA DO ABC FMABC O Núcleo de Saúde no Esporte da Faculdade de Medicina do ABC FMABC, utilizando as suas

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS PRESSÕES RESPIRATÓRIAS MÁXIMAS EM CADEIRANTES PRÉ E PÓS BASQUETE ADAPTADO EM CADEIRA DE RODAS

AVALIAÇÃO DAS PRESSÕES RESPIRATÓRIAS MÁXIMAS EM CADEIRANTES PRÉ E PÓS BASQUETE ADAPTADO EM CADEIRA DE RODAS AVALIAÇÃO DAS PRESSÕES RESPIRATÓRIAS MÁXIMAS EM CADEIRANTES PRÉ E PÓS BASQUETE ADAPTADO EM CADEIRA DE RODAS MICHELLI, KÁTIA.¹ TAGLIETTI, MARCELO ² ROMERO, CRISTINA.³ Faculdade Assis Gurgacz-FAG, Cascavel-PR,

Leia mais

REVISTA EPISTEME TRANSVERSALIS V. 4, N.2, 2013 BASQUETEBOL EM CADEIRA DE RODAS E A LESÃO MEDULAR

REVISTA EPISTEME TRANSVERSALIS V. 4, N.2, 2013 BASQUETEBOL EM CADEIRA DE RODAS E A LESÃO MEDULAR REVISTA EPISTEME TRANSVERSALIS V. 4, N.2, 2013 BASQUETEBOL EM CADEIRA DE RODAS E A LESÃO MEDULAR RESUMO Guilherme Raymundo Costa 1 Pessoas com Deficiências (PCD) necessitam para um desenvolvimento psicofísico

Leia mais

AS DIMENSÕES HUMANAS DO ESPORTE

AS DIMENSÕES HUMANAS DO ESPORTE REALIDADE AS DIMENSÕES HUMANAS DO ESPORTE Prof. Dr. Elio Carravetta ESPORTE PRÁTICA REALIDADE JOGO REGRAS EXERCICIOS FÍSICOS COMPETIÇÃO ESTRUTURA DE DESENVOLVIMENTO FEDERAÇÕES TENIS BASQUETEBOL VELA JUDÔ

Leia mais

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC Curso de Educação Física

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC Curso de Educação Física EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS Disciplina: BIOLOGIA Características gerais dos seres vivos. Química da célula. Citologia. Microscopia. Divisão celular. Formas de reprodução. Histologia. Disciplina: ANATOMIA

Leia mais

ATLETISMO PARA TETRAPLÉGICO POR LESÃO MEDULAR: ESTUDO DE UM CASO. RESUMO

ATLETISMO PARA TETRAPLÉGICO POR LESÃO MEDULAR: ESTUDO DE UM CASO. RESUMO 1 ATLETISMO PARA TETRAPLÉGICO POR LESÃO MEDULAR: ESTUDO DE UM CASO. Lincoln dos Santos Andrade 1 Lucas Camilo Richter Barbosa da Silva 1 Gisele Cristina Galli 1 Rosangela Marques Busto 2 Abdallah Achour

Leia mais

O BASQUETE EM CADEIRAS DE RODAS COM PAPEL DE INCLUSÃO E INTEGRAÇÃO DOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA

O BASQUETE EM CADEIRAS DE RODAS COM PAPEL DE INCLUSÃO E INTEGRAÇÃO DOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA O BASQUETE EM CADEIRAS DE RODAS COM PAPEL DE INCLUSÃO E INTEGRAÇÃO DOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA Prof. Társio Monteiro Lago Acad. Alessandra Agra Amorim Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Brasil

Leia mais

ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL EM SAÚDE OCUPACIONAL E GINÁSTICA LABORAL O

ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL EM SAÚDE OCUPACIONAL E GINÁSTICA LABORAL O Educação Física A profissão de Educação Física é caracterizada por ter um vasto campo de atuação profissional, tendo um leque com várias opções para realização das atividades pertinentes ao Educador Físico.

Leia mais

A percepção da melhora da capacidade funcional em indivíduos da Terceira Idade praticantes de hidroginástica

A percepção da melhora da capacidade funcional em indivíduos da Terceira Idade praticantes de hidroginástica A percepção da melhora da capacidade funcional em indivíduos da Terceira Idade praticantes de hidroginástica Lillian Garcez Santos 1 Marcus Vinícius Patente Alves 2 RESUMO O número de pessoas acima de

Leia mais

Londrina, 29 a 31 de outubro de 2007 ISBN 978-85-99643-11-2

Londrina, 29 a 31 de outubro de 2007 ISBN 978-85-99643-11-2 BASQUETEBOL SOBRE RODAS: LIMITES E POSSIBILIDADES DE TREINAMENTO DA EQUIPE DO UNIPAM Profª. Lílian Soares de Oliveira Marques(Autora) UNIPAM/FACISA/Curso de Educação Física Profª Ms. Sônia Bertoni Sousa(Co-Autora)

Leia mais

Experimentação Esportiva

Experimentação Esportiva Experimentação Esportiva Aula 3 A categorização dos esportes Olímpicos e Rio 2016 Versão 1.0 Objetivos 1 Compreender a categorização dos esportes Olímpicos e por similaridade de movimentos, ações ou local

Leia mais

PROJETO ESCOLINHA DE FUTEBOL FORMANDO CIDADÃOS E ATLETAS PARA O FUTURO. 1 P á g i n a

PROJETO ESCOLINHA DE FUTEBOL FORMANDO CIDADÃOS E ATLETAS PARA O FUTURO. 1 P á g i n a PROJETO ESCOLINHA DE FUTEBOL FORMANDO CIDADÃOS E ATLETAS PARA O FUTURO 1 P á g i n a DESEMBARGADOR OTONI/MG 2014 ÍNDICE 1. SÍNTESE 2. JUSTIFICATIVA 3. OBJETIVOS GERAIS 4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 5. METODOLOGIA

Leia mais

A INFLUÊNCIA DO ESPORTE COMO FATOR ESTIMULADOR DA INCLUSÃO NA VIDA DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

A INFLUÊNCIA DO ESPORTE COMO FATOR ESTIMULADOR DA INCLUSÃO NA VIDA DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 252 A INFLUÊNCIA DO ESPORTE COMO FATOR ESTIMULADOR DA INCLUSÃO NA VIDA DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL Amália

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1. ª SÉRIE CÓDIGO DISCIPLINAS TEOR PRAT CHA PRÉ-REQUISITO 99-7233-02

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1. ª SÉRIE CÓDIGO DISCIPLINAS TEOR PRAT CHA PRÉ-REQUISITO 99-7233-02 MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA SERIADO ANUAL - MATUTINO/NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA Apresentação e contextualização da Educação Física e da cultura universitária em geral; Discussão

Leia mais

T.C.A. Trabalho Colaborativo de Autoria

T.C.A. Trabalho Colaborativo de Autoria T.C.A Trabalho Colaborativo de Autoria Jogos Paraolímpicos Logo do Comitê Paraolímpico Internacional Integrantes : Guilherme Souza Dantas Nº08 Gustavo Haruki Nº09 Marcelo Henrique Cordeiro Moraes Nº14

Leia mais

AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO DE IDOSOS COM LOMBALGIA E SUA INTERFERÊNCIA NA QUALIDADE DE VIDA

AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO DE IDOSOS COM LOMBALGIA E SUA INTERFERÊNCIA NA QUALIDADE DE VIDA 1 AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO DE IDOSOS COM LOMBALGIA E SUA INTERFERÊNCIA NA QUALIDADE DE VIDA FEITOSA P. O. ; FELIPE D. M. Resumo: Entre os declínios fisiológicos relacionados ao envelhecimento

Leia mais

GINÁSTICA FUNCIONAL: IMPACTOS NA AUTOESTIMA E AUTOIMAGEM DE IDOSOS DA UNIVERSIDADE ABERTA À MATURIDADE

GINÁSTICA FUNCIONAL: IMPACTOS NA AUTOESTIMA E AUTOIMAGEM DE IDOSOS DA UNIVERSIDADE ABERTA À MATURIDADE GINÁSTICA FUNCIONAL: IMPACTOS NA AUTOESTIMA E AUTOIMAGEM DE IDOSOS DA UNIVERSIDADE ABERTA À MATURIDADE RESUMO Esterfania Silva Lucena; Manoel Freire de Oliveira Neto Universidade Estadual da Paraíba, Email:

Leia mais

EFEITOS DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM-TREINAMENTO NO DESEMPENHO DE HABILIDADES TÉCNICAS DE JOGADORES DE FUTEBOL DA CATEGORIA SUB-13

EFEITOS DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM-TREINAMENTO NO DESEMPENHO DE HABILIDADES TÉCNICAS DE JOGADORES DE FUTEBOL DA CATEGORIA SUB-13 EFEITOS DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM-TREINAMENTO NO DESEMPENHO DE HABILIDADES TÉCNICAS DE JOGADORES DE FUTEBOL DA CATEGORIA SUB-13 Pablo Vecchi Moreira/ NUPEF UFV Mariana Calábria Lopes/ NUPEF UFV

Leia mais

A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte

A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte Prof. Antonio Carlos Fedato Filho Prof. Guilherme Augusto de Melo Rodrigues Monitorando e conhecendo melhor os trabalhos

Leia mais

M I N I S T É RI O D OS D ES B RA V A DO R ES ESPORTES ADAPTADOS

M I N I S T É RI O D OS D ES B RA V A DO R ES ESPORTES ADAPTADOS M I N I S T É RIO DOS D E S B RA V A DO R E S ESPORTES ADAPTADOS Esta é mais uma publicação do site, Guias de estudo para as especialidade do Clube de Desbravadores Volume 42 1ª Edição: Disponível em www.mundodasespecialidades.com.br

Leia mais

HANDEBOL EM CADEIRA DE RODAS: UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA

HANDEBOL EM CADEIRA DE RODAS: UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA HANDEBOL EM CADEIRA DE RODAS: UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA Resumo ANA CAROLINA SANTANA DE OLIVEIRA 1 MEY DE ABREU VAN MUNSTER 2 Universidade Federal de São Carlos Programa de Pós-Graduação em Educação Especial

Leia mais

MODIFICAÇÕES NA FLEXIBILIDADE E NA FORÇA MUSCULAR EM PACIENTES COM DOR LOMBAR TRATADOS COM ISOSTRETCHING E RPG

MODIFICAÇÕES NA FLEXIBILIDADE E NA FORÇA MUSCULAR EM PACIENTES COM DOR LOMBAR TRATADOS COM ISOSTRETCHING E RPG 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 MODIFICAÇÕES NA FLEXIBILIDADE E NA FORÇA MUSCULAR EM PACIENTES COM DOR LOMBAR TRATADOS COM ISOSTRETCHING E RPG Fábio Alexandre Moreschi Guastala 1, Mayara

Leia mais

PROJETO ALÉM DAS RODAS: a prática do handebol em cadeira de rodas em Maceió - Alagoas

PROJETO ALÉM DAS RODAS: a prática do handebol em cadeira de rodas em Maceió - Alagoas PROJETO ALÉM DAS RODAS: a prática do handebol em cadeira de rodas em Maceió - Alagoas Lucas Roberto dos Santos 1 ; Maria Natálha Gomes da Silva 2 ; Renato Vitor da Silva Tavares 3 ; Flávio Anderson Pedrosa

Leia mais

PROGRAMA DE ENSINO NA HIDROTERAPIA PARA LESADOS MEDULARES PARAPLEGIA

PROGRAMA DE ENSINO NA HIDROTERAPIA PARA LESADOS MEDULARES PARAPLEGIA PROGRAMA DE ENSINO NA HIDROTERAPIA PARA LESADOS MEDULARES PARAPLEGIA Vera Lúcia Israel (PUCPR/Fisioterapia, UFSCar/PPG-EES/SP) *Maria Benedita Lima Pardo (UFSCar/SP) RESUMO O objetivo desta pesquisa foi

Leia mais

Experimentação Esportiva

Experimentação Esportiva Experimentação Esportiva Aula 2 O Movimento e o Rio 2016 Versão 1.0 Objetivos 1 Analisar o desenvolvimento e o amadurecimento dos aspectos motores. 2 Relacionar os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs)

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES PARA A QUALIDADE DE VIDA DOS PRATICANTES DE BIKE INDOOR

CONTRIBUIÇÕES PARA A QUALIDADE DE VIDA DOS PRATICANTES DE BIKE INDOOR Revista CPAQV - Centro de Pesquisas Avançadas em Qualidade de Vida - ISSN: 2178-7514 v.1, n. 2, 2009 CONTRIBUIÇÕES PARA A QUALIDADE DE VIDA DOS PRATICANTES DE BIKE INDOOR Thiago Vinicius Krzesinski Guanis

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - Bacharelado (Currículo iniciado 2012)

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - Bacharelado (Currículo iniciado 2012) EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - Bacharelado (Currículo iniciado 2012) ANÁLISE BIOMECÂNICA DO MOVIMENTO (1504) C/H 68 Análise anátomo-funcional do movimento humano com ênfase no

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE PLANO DE ENSINO UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE PLANO DE ENSINO Unidade Universitária: CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Curso: EDUCAÇÃO FISICA Disciplina: EDUCAÇÃO

Leia mais

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível.

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível. VALÊNCIAS FÍSICAS RESISTÊNCIA AERÓBICA: Qualidade física que permite ao organismo executar uma atividade de baixa para média intensidade por um longo período de tempo. Depende basicamente do estado geral

Leia mais

DESCRIÇÃO DA PERCEPÇÃO DE ESFORÇO FRENTE ÀS MODIFICAÇÕES DE REGRAS EM JOGOS-TREINO NO BASQUETEBOL.

DESCRIÇÃO DA PERCEPÇÃO DE ESFORÇO FRENTE ÀS MODIFICAÇÕES DE REGRAS EM JOGOS-TREINO NO BASQUETEBOL. Revista Hórus, volume 7, número 1 (Jan-Mar), 2013. 24 DESCRIÇÃO DA PERCEPÇÃO DE ESFORÇO FRENTE ÀS MODIFICAÇÕES DE REGRAS EM JOGOS-TREINO NO BASQUETEBOL. Murilo José de Oliveira Bueno¹ e Felipe Arruda Moura

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Educação Física do Centro Universitário Estácio Radial de São Paulo busca preencher

Leia mais

Espaços e Contextos da Atividade Física para a Pessoa em Condição de Deficiência

Espaços e Contextos da Atividade Física para a Pessoa em Condição de Deficiência Capítulo 8 Espaços e Contextos da Atividade Física para a Pessoa em Condição de Deficiência Josiane Fujisawa Filus Doutoranda em Educação Física na UNICAMP Marina Brasiliano Salerno Mestre em Educação

Leia mais

salto em distância. Os resultados tiveram diferenças bem significativas.

salto em distância. Os resultados tiveram diferenças bem significativas. 1 Análise de comparação dos resultados dos alunos/atletas do Atletismo, categoria infanto, nos Jogos Escolares Brasiliense & Olimpíadas Escolares Brasileira. Autora: Betânia Pereira Feitosa Orientador:

Leia mais

Avaliação do desenvolvimento motor: uma análise acerca do conhecimento dos professores de educação física. 1-Resumo

Avaliação do desenvolvimento motor: uma análise acerca do conhecimento dos professores de educação física. 1-Resumo Avaliação do desenvolvimento motor: uma análise acerca do conhecimento dos professores de educação física Professora Denise Cristina Mazia Facio Pires -Resumo O objetivo desta pesquisa foi verificar o

Leia mais

FORMAÇÃO INICIAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA EM UM PROGRAMA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA COM PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

FORMAÇÃO INICIAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA EM UM PROGRAMA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA COM PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FORMAÇÃO INICIAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA EM UM PROGRAMA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA COM PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Resumo Juliana Silva Cristina 1 - UFU Maria Clara Elias Polo 2 - UFU Grupo de Trabalho - Formação

Leia mais

Atividade Física e Esporte Adaptado. Profª. Carolina Ventura Fernandes Pasetto

Atividade Física e Esporte Adaptado. Profª. Carolina Ventura Fernandes Pasetto Atividade Física e Esporte Adaptado Profª. Carolina Ventura Fernandes Pasetto Introdução No mundo: 610 milhões de pessoas deficientes No Brasil: 14,5% algum tipo de deficiência (WHO, 2003) 27% física/motora

Leia mais

APRESENTAÇÃO Quem pode participar? Como chegar ao evento? Quem organiza? O que é necessário para participar? Em que consiste a Feira da Saúde?

APRESENTAÇÃO Quem pode participar? Como chegar ao evento? Quem organiza? O que é necessário para participar? Em que consiste a Feira da Saúde? APRESENTAÇÃO 24horas de Desporto e Saúde, mais que um evento, UMA CAUSA SOCIAL desporto para todos em prol de uma vida longa e saudável. Começa dia 18 de Maio às 20h e tem como objectivos: Fazer a ponte

Leia mais

PROJETO BOM CIDADÃO INVESTIR NO CIDADÃO DO FUTURO ATRAVÉS DO ESPORTE KARATÊ

PROJETO BOM CIDADÃO INVESTIR NO CIDADÃO DO FUTURO ATRAVÉS DO ESPORTE KARATÊ PROJETO BOM CIDADÃO INVESTIR NO CIDADÃO DO FUTURO ATRAVÉS DO ESPORTE KARATÊ ÍNDICE 1 APRESENTAÇÃO DO PROJETO 2 JUSTIFICATIVA 3 A IMPORTÂNCIA DO PROJETO NA ACADEMIA 4 OBJETIVO 5 METAS 6 METODOLOGIA 7 O

Leia mais

LEGADO DAS OLIMPÍADAS DE LONDRES

LEGADO DAS OLIMPÍADAS DE LONDRES LEGADO DAS OLIMPÍADAS DE LONDRES Londres apresentou a proposta de legado para o esporte para o Reino Unido na sua candidatura para sede olímpica de 2012. Dois grandes projetos para esporte participação

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA FEFD/UFG 1 NA ÁREA DO ENVELHECIMENTO

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA FEFD/UFG 1 NA ÁREA DO ENVELHECIMENTO O ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA FEFD/UFG 1 NA ÁREA DO ENVELHECIMENTO Juliana Paula Balestra Soares Joelma Cristina Gomes Carmencita Márcia Balestra Faculdade

Leia mais

O FUTEBOL COMO ELEMENTO CONTEXTUALIZADOR NO ENSINO DE FÍSICA NO ENSINO MÉDIO

O FUTEBOL COMO ELEMENTO CONTEXTUALIZADOR NO ENSINO DE FÍSICA NO ENSINO MÉDIO O FUTEBOL COMO ELEMENTO CONTEXTUALIZADOR NO ENSINO DE FÍSICA NO ENSINO MÉDIO BILESKY, Luciano Rossi Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva BILESKY, Paulo Rossi Centro Paula Souza - ETEC Demétrio

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA MUNICIPAL DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ESPORTES DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ

ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA MUNICIPAL DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ESPORTES DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ 1 EDITAL FMEBC 005/2011 A Fundação Municipal de Esportes de Balneário Camboriú comunica aos interessados que se encontram abertas, no período de 12 a 16/12/2011, as inscrições para Admissão em Caráter

Leia mais

LEI PAULISTA DE INCENTIVO AO ESPORTE PIE PROGRAMA DE INCENTIVO AO ESPORTE DECRETO 55.636/2010

LEI PAULISTA DE INCENTIVO AO ESPORTE PIE PROGRAMA DE INCENTIVO AO ESPORTE DECRETO 55.636/2010 LEI PAULISTA DE INCENTIVO AO ESPORTE PIE PROGRAMA DE INCENTIVO AO ESPORTE DECRETO 55.636/2010 ESCOLA DE Pedal Batatais Histórico da Entidade e Descritivo de Atividades Fundada em 1999 por JOSÈ REGINALDO

Leia mais

INTERFERÊNCIA DO DIABETES MELLITUS NA QUALIDADE DE VIDA DE USUÁRIOS DA ATENÇÃO BÁSICA EM BLUMENAU - SC

INTERFERÊNCIA DO DIABETES MELLITUS NA QUALIDADE DE VIDA DE USUÁRIOS DA ATENÇÃO BÁSICA EM BLUMENAU - SC INTERFERÊNCIA DO DIABETES MELLITUS NA QUALIDADE DE VIDA DE USUÁRIOS DA ATENÇÃO BÁSICA EM BLUMENAU - SC Autores: Eduardo José Cecchin(1), Luiza Pinto de Macedo Soares(1), José Augusto Bach Neto(1), João

Leia mais

MANUAL DO ATLETA São Paulo, 2013

MANUAL DO ATLETA São Paulo, 2013 MANUAL DO ATLETA São Paulo, 2013 1 APRESENTAÇÃO O Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, também identificado pela sigla COTP, é um equipamento da Coordenadoria de Gestão do Esporte de Alto Rendimento

Leia mais

APRENDER A APRENDER EDUCAÇÃO FÍSICA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES HOJE EU APRENDI. AULA: 11.2 Conteúdo: Formas de praticar futebol

APRENDER A APRENDER EDUCAÇÃO FÍSICA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES HOJE EU APRENDI. AULA: 11.2 Conteúdo: Formas de praticar futebol AULA: 11.2 Conteúdo: Formas de praticar futebol AULA: 11.2 Habilidades: Compreender as diferenças entre os esportes: educacional, de rendimento e de participação As dimensões sociais do esporte: Forma

Leia mais

O SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL PARA ATLETAS PORTADORES DE PARALISIA CEREBRAL

O SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL PARA ATLETAS PORTADORES DE PARALISIA CEREBRAL O SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL PARA ATLETAS PORTADORES DE PARALISIA CEREBRAL Prof. MsC Cláudio Diehl Nogueira Professor Assistente do Curso de Educação Física da UCB Classificador Funcional Sênior

Leia mais

mas também pelo envolvimento crescente de praticantes que apresentavam outros tipos de seqüelas físicas como amputação, poliomielite, ou mesmo

mas também pelo envolvimento crescente de praticantes que apresentavam outros tipos de seqüelas físicas como amputação, poliomielite, ou mesmo Uefs-Roda Viva: o basquetebol adaptado da Universidade Estadual de Feira de Santana Extensión, docencia e investigación Trazibulo Henrique Universidade Estadual de Feira de Santana Uefs, Brasil henrique@uefs.br

Leia mais

DE ESPORTE E QUALIDADE DE VIDA DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA PRATICANTES DE NATAÇÃO E ATLETISMO: ESTUDO PILOTO

DE ESPORTE E QUALIDADE DE VIDA DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA PRATICANTES DE NATAÇÃO E ATLETISMO: ESTUDO PILOTO 9º Congresso de Pós-Graduação PRÁTICA DE ESPORTE E QUALIDADE DE VIDA DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA PRATICANTES DE NATAÇÃO E ATLETISMO: ESTUDO PILOTO Autor(es) ROGERIO JOSE MARIA BORGES Orientador(es)

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA 2014/01 a 2014/02 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1. Análise dos resultados

Leia mais

EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt

EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt Resumo O objetivo deste estudo foi analisar a realização de dois treinamentos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DELIBERAÇÃO Nº 385, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2009. O DA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO, tendo em vista a decisão tomada em sua 240ª Reunião Extraordinária, realizada em 11 de dezembro de 2009,

Leia mais

FP 108501 FUNDAMENTOS DA GINÁSTICA

FP 108501 FUNDAMENTOS DA GINÁSTICA Ementas das Disciplinas de Educação Física Estão relacionadas abaixo, as ementas e a bibliografia dos diferentes eixos curriculares do Curso, identificadas conforme os ciclos de formação: Ciclo de Formação

Leia mais

Análise das dificuldades de cadeirantes para a prática do basquetebol em cadeira de rodas.

Análise das dificuldades de cadeirantes para a prática do basquetebol em cadeira de rodas. 149 ARTIGO Análise das dificuldades de cadeirantes para a prática do basquetebol em cadeira de rodas. Camila Ferreira Leoni Graduada em Educação Física - Unip Carlos Aparecido Zamai Docente do Curso de

Leia mais

ESTILOS DE LIDERANÇA ESPORTIVA: O IMPACTO EM EQUIPES DE HANDEBOL

ESTILOS DE LIDERANÇA ESPORTIVA: O IMPACTO EM EQUIPES DE HANDEBOL ISBN 978-8-9--7 V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 7 a de outubro de 9 ESTILOS DE LIDERANÇA ESPORTIVA: O IMPACTO EM EQUIPES DE HANDEBOL Talita Caparróz dos Santos Cruz ; Geni

Leia mais

PROPOSTA DE INICIAÇÃO AO HANDEBOL EM CADEIRA DE RODAS PROPOSAL FOR THE INITIATION IN WHEELCHAIR HANDBALL

PROPOSTA DE INICIAÇÃO AO HANDEBOL EM CADEIRA DE RODAS PROPOSAL FOR THE INITIATION IN WHEELCHAIR HANDBALL PROPOSTA DE INICIAÇÃO AO HANDEBOL EM CADEIRA DE RODAS PROPOSAL FOR THE INITIATION IN WHEELCHAIR HANDBALL Jaime Torres 1 e Paulo Eduardo Torres Tondato 2 1 Licenciado em Educação Física, pela Universidade

Leia mais

A EDUCAÇÃO FÍSICA COM AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA: RESGATE HISTÓRICO

A EDUCAÇÃO FÍSICA COM AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA: RESGATE HISTÓRICO 1 A EDUCAÇÃO FÍSICA COM AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA: RESGATE HISTÓRICO Gabriella Andreeta Figueiredo 1 Universidade Federal de Uberlândia - gabi_afigueiredo@hotmail.com

Leia mais

GRADE CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM EDUCAÇAO FÍSICA DA FAEFID / UFJF

GRADE CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM EDUCAÇAO FÍSICA DA FAEFID / UFJF 1 GRADE CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM EDUCAÇAO FÍSICA DA FAEFID / UFJF JANEIRO DE 2007. APROVADA EM 31 DE JANEIRO DE 2007 HABILITAÇAO EM LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA (L) HABILITAÇAO EM BACHARELADO

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO DA REGIÃO DE SÃO CARLOS - SÃO PAULO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO DA REGIÃO DE SÃO CARLOS - SÃO PAULO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO DA REGIÃO DE SÃO CARLOS - SÃO PAULO E.E. PROFª ALICE MADEIRA JOÃO FRANCISCO SANTA EUDÓXIA-DISTRITO DE SÃO CARLOS RUA

Leia mais

Os Benefícios do Taekwon-do na Infância e na Adolescência

Os Benefícios do Taekwon-do na Infância e na Adolescência Liga Desportiva de Taekwon-do do Estado de Minas Gerais - LDTEMG Mestre Ronaldo Avelino Xavier Os Benefícios do Taekwon-do na Infância e na Adolescência Belo Horizonte, 06 de Fevereiro de 2013. Mestre

Leia mais

Mapeamento da atuação de psicólogos do esporte no Estado de São Paulo, desafios e perspectivas de futuro profissional.

Mapeamento da atuação de psicólogos do esporte no Estado de São Paulo, desafios e perspectivas de futuro profissional. Mapeamento da atuação de psicólogos do esporte no Estado de São Paulo, desafios e perspectivas de futuro profissional. Em 2012, durante a realização da I Mostra Paulista de Psicologia do esporte, foi realizado

Leia mais

Pesquisa paraolímpica: atividade física adaptada e inclusão social

Pesquisa paraolímpica: atividade física adaptada e inclusão social Pesquisa paraolímpica: atividade física adaptada e inclusão social Leonardo Mataruna prof.mataruna@uol.com.br Universidade de Campinas, São Paulo, Brasil Grupo de Pesquisa em Estudos Olímpicos - UGF 0

Leia mais

Esportes de Invasão. Aula 3. Rugby, rugby em cadeira de rodas e polo aquático. Rio 2016 Versão 1.0

Esportes de Invasão. Aula 3. Rugby, rugby em cadeira de rodas e polo aquático. Rio 2016 Versão 1.0 Esportes de Invasão Aula 3 Rugby, rugby em cadeira de rodas e polo Rio 2016 Versão 1.0 Objetivos 1 Apresentar mais três esportes da categoria INVASÃO. 2 Conhecer a história desses esportes e a sua entrada

Leia mais

Esportes de Invasão. Aula 1. Basquetebol, basquetebol em cadeira de rodas e handebol. Rio 2016 Versão 1.0

Esportes de Invasão. Aula 1. Basquetebol, basquetebol em cadeira de rodas e handebol. Rio 2016 Versão 1.0 Esportes de Invasão Aula 1 Basquetebol, de rodas e handebol Rio 2016 Versão 1.0 Objetivos 1 Apresentar três esportes da categoria INVASÃO e suas principais regras. 2 Conhecer a história desses esportes

Leia mais

OS EFEITOS DO TREINAMENTO FORÇA SOBRE A POTÊNCIA E A VELOCIDADE EM ATLETAS DE FUTSAL DA CATEGORIA ADULTO MASCULINO.

OS EFEITOS DO TREINAMENTO FORÇA SOBRE A POTÊNCIA E A VELOCIDADE EM ATLETAS DE FUTSAL DA CATEGORIA ADULTO MASCULINO. OS EFEITOS DO TREINAMENTO FORÇA SOBRE A POTÊNCIA E A VELOCIDADE EM ATLETAS DE FUTSAL DA CATEGORIA ADULTO MASCULINO. THE EFFECTS OF STRENGTH TRAINING ON THE POWER AND THE SPEED IN ATHLETES OF FUTSAL OF

Leia mais

SAÚDE. Apresentação do tema: Saúde. É um completo bem estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença ou enfermidade.

SAÚDE. Apresentação do tema: Saúde. É um completo bem estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença ou enfermidade. Apresentação do tema: Saúde É um completo bem estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença ou enfermidade. 1.Desenvolvimento das Capacidades Motoras - Resistência - Força - Velocidade

Leia mais

Distribuição Eletrônica na Hotelaria: Desenvolvimento de Serviços para a Internet

Distribuição Eletrônica na Hotelaria: Desenvolvimento de Serviços para a Internet Leonardo Pimenta de Mello Distribuição Eletrônica na Hotelaria: Desenvolvimento de Serviços para a Internet Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do título

Leia mais

Departamento de Educação Física e Desporto

Departamento de Educação Física e Desporto ESCOLA SECUNDÁRIA VITORINO NEMÉSIO Ano Letivo 2013-2014 Departamento de Educação Física e Desporto CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico Disciplina de Educação Física Revisto em Departamento no dia

Leia mais

Fundamentos Teórico-Práticos do Aquecimento no Futsal

Fundamentos Teórico-Práticos do Aquecimento no Futsal futsalcoach.com la web para el técnico de fútbol sala C Copyright 2005, F U T S A L C O A C H, Spain Todos los derechos reservados Autor: Prof. João Carlos Romano Preparador Físico de la Selección Brasileña

Leia mais

Estudo clínico randomizado para avaliar o impacto de um programa de exercício em doentes com perturbação depressiva

Estudo clínico randomizado para avaliar o impacto de um programa de exercício em doentes com perturbação depressiva Estudo clínico randomizado para avaliar o impacto de um programa de exercício em doentes com perturbação depressiva Autores Lara Carneiro 1 António Fonseca 2 Maria Vieira Coelho 3 Maria Paula Mota 4 José

Leia mais

ATUALIZAÇÃO EM FERIDAS CUTÂNEAS E CURATIVOS

ATUALIZAÇÃO EM FERIDAS CUTÂNEAS E CURATIVOS ATUALIZAÇÃO EM FERIDAS CUTÂNEAS E CURATIVOS Taís Lopes Saranholi Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: tais_saranholi@hotmail.com Cássia Marques da Rocha Hoelz E-mail: cassiarocha@bauru.sp.gov.br

Leia mais

Palavras-chave: Controle Autonômico; Recuperação; Treinamento Esportivo; Esportes Coletivos.

Palavras-chave: Controle Autonômico; Recuperação; Treinamento Esportivo; Esportes Coletivos. RESUMO O futsal é um esporte intermitente com muitas substituições e pausas durante a partida, o que possibilita a recuperação de variáveis fisiológicas durante esses momentos, proporcionando ao jogador,

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO (Currículo de início em 2015)

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO (Currículo de início em 2015) EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO (Currículo de início em 2015) ANATOMIA HUMANA C/H 102 3248 Estudo da estrutura e função dos órgãos em seus respectivos sistemas no corpo

Leia mais

UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA

UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA Aline Alcalá; Amanda Fernandes Dayrell; Danielle Martins Rezende; Gabriela Camacho; Renata Carmo-Oliveira O processo de inclusão de pessoas com necessidades

Leia mais

INCLUSÃO DE PORTADORES DE DEFICIÊNCIA O PROGRAMA DE ATIVIDADE FÍSICA PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIA

INCLUSÃO DE PORTADORES DE DEFICIÊNCIA O PROGRAMA DE ATIVIDADE FÍSICA PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIA INCLUSÃO DE PORTADORES DE DEFICIÊNCIA O PROGRAMA DE ATIVIDADE FÍSICA PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIA Vitor Alberto Matos 1 Rogério José Maria Borges 2 RESUMO Av. Levindo de Sousa 2028, Jd. Umuarama, CEP

Leia mais

ANÁLISE DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA DE DEZ ANOS DOS CADERNOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DISTÚRBIOS DO DESENVOLVIMENTO.

ANÁLISE DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA DE DEZ ANOS DOS CADERNOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DISTÚRBIOS DO DESENVOLVIMENTO. ANÁLISE DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA DE DEZ ANOS DOS CADERNOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DISTÚRBIOS DO DESENVOLVIMENTO. ANALYSES OF TEN YEARS OF SCIENTIFIC PRODUCTION OF THE JOURNAL CADERNOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DISTÚRBIOS

Leia mais

SÃO PAULO, DEZEMBRO 2014

SÃO PAULO, DEZEMBRO 2014 SÃO PAULO, DEZEMBRO 2014 Objetivo e público Programa para incentivar a prática esportiva nas escolas, democratizar o acesso ao esporte, desenvolver e difundir valores olímpicos e paraolímpicos entre estudantes

Leia mais

CICLO VIRTUOSO DA EDUCAÇÃO FÍSICA

CICLO VIRTUOSO DA EDUCAÇÃO FÍSICA CICLO VIRTUOSO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ATUAÇÃO DO PROFESSOR no Nível de Habilidade no Nível de Desempenho DIVERSIDADE DE CONTEÚDO Inserção no Grupo na Auto-estima CONCEITOS E INFORMAÇÕES Comportamentos e Atitudes

Leia mais

PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA POR PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS FÍSICAS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE ATIVIDADES DE LAZER

PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA POR PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS FÍSICAS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE ATIVIDADES DE LAZER PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA POR PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS FÍSICAS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE ATIVIDADES DE LAZER Recebido em: 15/04/2012 Aceito em: 21/11/2012 Rejane Martins Canedo Lima Universidade

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE E SUA ASSOCIAÇÃO COM EXCESSO DE PESO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES

QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE E SUA ASSOCIAÇÃO COM EXCESSO DE PESO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE E SUA ASSOCIAÇÃO COM EXCESSO DE PESO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES Sandra Fiorelli de Almeida Penteado Simeão e-mail: ssimeao@usc.br; Márcia Aparecida Nuevo Gatti e-mail:

Leia mais

NOVOS OLHARES NA FORMAÇÃO DO LICENCIADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS: O CASO DA DISCIPLINA ATIVIDADES MOTORAS COM BOLAS

NOVOS OLHARES NA FORMAÇÃO DO LICENCIADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS: O CASO DA DISCIPLINA ATIVIDADES MOTORAS COM BOLAS Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte 2007, 6(2):71-75 NOVOS OLHARES NA FORMAÇÃO DO LICENCIADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS: O CASO DA DISCIPLINA ATIVIDADES MOTORAS

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA 1. APRESENTAÇÃO De acordo com a nova LDB, no Artigo 82, fica estabelecido que: Os sistemas de ensino estabelecerão as normas para a realização dos estágios dos alunos regularmente matriculados no ensino

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: UMA FERRAMENTA PARA A PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO E SUA UTILIZAÇÃO EM DISCENTES DOS DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO.

EMPREENDEDORISMO: UMA FERRAMENTA PARA A PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO E SUA UTILIZAÇÃO EM DISCENTES DOS DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO. EMPREENDEDORISMO: UMA FERRAMENTA PARA A PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO E SUA UTILIZAÇÃO EM DISCENTES DOS DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO. MICHEL, Murillo Docente do Curso de Administração da Faculdade de Ciências

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/9/2009, Seção 1, Pág. 47. Portaria n 890, publicada no D.O.U. de 18/9/2009, Seção 1, Pág. 47. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL

Leia mais

Efeitos da Inactividade e Readaptação Física do Desportista após uma lesão

Efeitos da Inactividade e Readaptação Física do Desportista após uma lesão Efeitos da Inactividade e Readaptação Física do Desportista após uma lesão por Mestre Francisco Batista Escola Superior de Educação de Almeida Garrett - Lic. Educação Física 1 Introdução Como sabemos uma

Leia mais

Histórico de Medalhas e Modalidades Paralímpicas - Portugal

Histórico de Medalhas e Modalidades Paralímpicas - Portugal Histórico de Medalhas e Modalidades Paralímpicas - Portugal Igualdade, Inclusão & Excelência Desportiva Departamento Técnico, Fevereiro de Índice Introdução... Medalhas... Gráficos de Medalhas... Atletas

Leia mais

Políticas para o Esporte de Alto Rendimento. Ricardo Leyser Secretário Nacional de Esporte de Alto Rendimento

Políticas para o Esporte de Alto Rendimento. Ricardo Leyser Secretário Nacional de Esporte de Alto Rendimento Políticas para o Esporte de Alto Rendimento Ricardo Leyser Secretário Nacional de Esporte de Alto Rendimento Oportunidade histórica III Conferência Nacional do Esporte Junho de 2010: Por Um Time Chamado

Leia mais