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1 UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO Felipe Martins da Cunha R.A O CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE DAS ESPÉCIES NORMATIVAS E SUA APLICAÇÃO À LEI DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA (LEI N 8.429/92). São Paulo 2008

2 Felipe Martins da Cunha R.A O CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE DAS ESPÉCIES NORMATIVAS E SUA APLICAÇÃO À LEI DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA (LEI N 8.429/92). Trabalho de Conclusão de Curso II apresentado à Coordenação do Curso de Direito da Universidade São Francisco, como requisito parcial para a obtenção do Título de Bacharel em Direito, orientado pelo Professor M.s Cícero Germano da Costa. São Paulo 2008

3 Felipe Martins da Cunha R.A O CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE DAS ESPÉCIES NORMATIVAS E SUA APLICAÇÃO À LEI DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA (LEI Nº 8.429/92). Trabalho de Conclusão de Curso aprovado em 10 /12/ 2008, na Universidade São Francisco, pela Banca Examinadora constituída pelos professores:... Prof. MS. Cícero Germano da Costa USF... Prof ª. DRA. Eunice Aparecida de Jesus Prudente USF. Prof. MS. Grover Ricardo Calderon Quispe USF

4 Dedico este trabalho: A Deus por iluminar meus caminhos incansavelmente. A minha mãe Sandra e ao meu pai Carlos, pilares insubstituíveis da minha vida. Ao meu irmão Caio, meu amigo e companheiro imprescindível. Aos meus avós Ivone e Francisco pelo carinho e participação em minha criação.

5 Agradeço: Ao pai celestial por ter me brindado com saúde, força e perseverança para a conclusão de mais uma etapa de minha vida, sobretudo, por ter iluminado meus dias com o direito. Aos meus queridos amigos, Marinilsa Damásio Trevelato, Renata Vasconcelos, Roberto de Freitas Martins, Antonio de Pádua Macedo, Samuel Ricardo Pereira e Alessandro Pereira, a minha gratidão. Aos professores pela ajuda na construção do alicerce de meus conhecimentos Em especial ao Mestre Cícero Germano da Costa pela orientação neste trabalho.

6 A justiça sustenta numa das mãos a balança que pesa o direito, e na outra, a espada de que se serve para o defender. A espada sem a balança é a força brutal; a balança sem a espada é a impotência do direito. (Rudolf Von Lhering).

7 CUNHA, Felipe Martins. O Controle de Constitucionalidade das Espécies Normativas e Sua Aplicação a Lei da Improbidade Administrativa (Lei n 8.429/92), n 232. TCC, Curso de Direito, São Paulo: USF, RESUMO Controlar a Constitucionalidade das normas significa implantar determinado filtro à pureza constitucional do ordenamento jurídico, que por vezes, é contaminado por leis desrespeitosas à Constituição Federal, que é a Lei Suprema de um Estado Democrático de Direito, onde há de se apoiar não só a validade das espécies normativas, mas também todos os atos do Governo. Assim, desrespeitada a Lei Fundamental, entra em cena o instituto em testilha, que tem a prima função de operar a eliminação das leis viçosas por meio da declaração de nulidade, garantindo-se, assim, a supremacia da Carta da República. Este estudo analisará, portanto, as espécies infraconstitucionais, seus criadores, o tramite destas, e o que as leva a nascerem com o véu negro da inconstitucionalidade. Aplicando-se, ainda, todo o estudo ao caso em concreto. Palavras-Chave: Controle de Constitucionalidade, Improbidade Administrativa, Espécies Normativas, Poder Legislativo, Soberania.

8 LISTA DE SIGLAS ADC: Ação declaratória de constitucionalidade ADCT: Ato das disposições constitucionais transitórias ADECON: Ação declaratória de constitucionalidade ADI: Ação direta de inconstitucionalidade ADIN: Ação direta de inconstitucionalidade ADPF: Argüição de descumprimento de preceito fundamental CCJ: Comissão de constituição justiça e cidadania CD: Câmara dos deputados CF: Constituição federal CF/88: Constituição federal de 1988 CN: Congresso nacional CPC: Código de processo civil CPI: Comissão parlamentar de inquérito CPP: Código de processo penal DJ: Diário da justiça DOU: Diário oficial da união EC: Emenda constitucional HC: Habeas corpus LC: Lei complementar LICC: Lei de introdução ao código civil LO: Lei ordinária MP: Medida provisória MP: Ministério público MS: Mandado de segurança OAB: Ordem dos advogados do brasil PEC: Projeto de emenda constitucional PTN: Partido trabalhista nacional RDA: Revista de direito administrativo RE: Recurso extraordinário RI: Regimento interno

9 RISTF: Regimento interno do supremo tribunal federal SF: Senado federal STF: Supremo tribunal federal STJ: Superior tribunal de justiça TCU: Tribunal de contas da união TJ: Tribunal de justiça

10 SUMÁRIO INTRODUÇÃO SEÇÃO 1. DO PODER LEGISLATIVO Organização do poder legislativo federal Breves comentários quanto à organização do poder legislativo estadual, municipal, distrital e dos territórios federais Organização do poder legislativo estadual Organização do poder legislativo municipal Organização do poder legislativo distrital Organização do poder legislativo dos territórios federais Atribuições do congresso nacional (poder legislativo federal) Atribuições exclusivas do congresso nacional A câmara dos deputados (características fundamentais) Exigências para a candidatura dos deputados federais Atribuições privativas da câmara dos deputados O senado federal Exigências para a candidatura dos senadores da república Atribuições privativas do senado federal Organização interna das casas do congresso Regimento interno Mesas diretoras (casas legislativas e congresso nacional) Polícia e serviços administrativos Funcionamento do congresso nacional sessões legislativas (reuniões) ordinárias e extraordinárias Momentos de convocação extraordinária (sessão extraordinária) Sessão legislativa conjunta Sessão preparatória Quorum para deliberação... 34

11 1.8 Comissões parlamentares Comissão temática (por razão da matéria) Comissão especial (temporária) Comissão parlamentar de inquérito (cpi) Comissão mista Comissão representativa Convocação e comparecimento de ministros Imunidades parlamentares (esfera federal características) Imunidade parlamentar material (inviolabilidade real) Imunidade formal (processual) para a prisão / para a instauração do processo Imunidade (garantia) quanto ao sigilo de fonte Imunidade (garantia) quanto à incorporação às forças armadas de deputados federais e senadores da república Imunidade (garantia) na vigência de estado de sítio e de defesa Foro privilegiado (esfera federal prerrogativa em razão da função) Incompatibilidade e impedimentos dos parlamentares na esfera federal Situações de perda do mandato eletivo (esfera federal) Hipóteses de manutenção do mandato eletivo (esfera federal) Breves comentários quanto aos parlamentares da esfera estadual Breves comentários quanto aos parlamentares da esfera municipal Função fiscalizatória do poder legislativo (atípica) e o tribunal de contas Do tribunal de contas da união (características) Tribunal de contas da união (composição) Do processo legislativo conceito Processos legislativos e suas espécies Processo legislativo ordinário Fase introdutória (iniciativa / competência para apresentação do projeto de lei) Iniciativa de lei do poder judiciário Iniciativa legislativa do presidente da república (privativa, art. 61,c.f / 88) Vício de iniciativa e sanção presidencial Iniciativa legislativa do ministério público Iniciativa popular para apresentação de projeto de lei... 60

12 Fase constitutiva (deliberação parlamentar discussão e votação / deliberação executiva sanção ou veto) Deliberação parlamentar discussão e votação Prazo para deliberação parlamentar e regime de urgência ou processo legislativo sumário Deliberação executiva sanção e veto Fase complementar promulgação e publicação SEÇÃO 2. DAS ESPÉCIES NORMATIVAS Considerações gerais Emendas constitucionais (conceito) Limitações expressas Limitações implícitas Lei complementar e lei ordinária (conceito) Diferenças entre lei complementar e lei ordinária Processo legislativo especial da lei complementar Hierarquia entre lei complementar e lei ordinária Medidas provisórias (conceito) Processo de edição das medidas provisórias Aprovação da medida provisória sem alteração Aprovação da medida provisória com alterações Rejeição tácita da medida provisória (não apreciação no prazo de 60 dias pelo congresso nacional) Rejeição expressa da medida provisória Medida provisória versus ordenamento jurídico Vedação ao presidente da república retirar da apreciação do congresso nacional medida provisória já editada Efeitos da medida provisória no ordenamento jurídico (no caso de rejeição) Restrição material a edição de medidas provisórias, conforme a ec. n 32/ Medidas provisórias e a censura jurisdicional (controle de constitucionalidade)... 88

13 Breves considerações quanto à possibilidade de edição de medida provisória pelos estados - membros e municípios Leis delegadas (conceito) Natureza jurídica Processo legislativo concernente à lei delegada Vedação material a delegação (sustação da lei delegada pelo cn) Decreto legislativo (conceito) Processo legislativo concernente à edição do decreto legislativo Recepção de atos e tratados internacionais com força ordinária ou força constitucional se de direitos humanos mediante decreto legislativo (arts. 49, I e 5º 3º da cf / 88 adicionado pela ec. n 4/2004) Etapas de recepção dos atos e tratados internacionais (procedimento) Características essenciais da recepção de atos ou trados internacionais no ordenamento jurídico interno Resolução (conceito) Resolução e suas espécies Processo legiferante concernente à resolução SEÇÃO 3. DO CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE DAS ESPÉCIES NORMATIVAS E SUA APLICAÇÃO À LEI DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA (LEI Nº 8.429/92) Controle de constitucionalidade e sua essência Controle de constitucionalidade (conceito) Comentários à evolução do sistema de controle de constitucionalidade brasileiro (constituição de 1824 inexistência de controle) A constituição de 1891 (iniciação ao controle) A constituição de 1934 (lapidação do sistema implantação do controle por via de ação) A constituição de 1937 (supressão do poder judiciário retrocesso e insegurança jurídica) A constituição de 1946 e a ec nº 16/1965 (sistema reestruturado)

14 3.3.5 A Constituição de 1967 ante a ec n 1/69 (manutenção da amplitude do sistema inserido pela ec nº 16/1965) A constituição de 1988 (vigente) Espécies de inconstitucionalidade (por ação, formal; material / por omissão) Inconstitucionalidade por ação ante vício formal Inconstitucionalidade por ação ante vício formal orgânico (vício de competência legislativa) Inconstitucionalidade por ação ante vício formal propriamente dito (vício no processo legislativo) Inconstitucionalidade por vício material (substancial) Descumprimento de ato normativo ou lei inconstitucional pelo presidente da república Momentos de controle de constitucionalidade Controle de constitucionalidade prévio ou preventivo (conceito) Controle de constitucionalidade prévio ou preventivo realizado pelo poder legislativo (1ª hipótese / comissão de constituição justiça e cidadania) Controle de constitucionalidade prévio ou preventivo realizado pelo poder executivo (2ª hipótese / sanção presidencial) Possibilidade de controle de constitucionalidade prévio ou preventivo realizado pelo Poder Judiciário (via de exceção, defesa de direito parlamentar) Controle de constitucionalidade posterior ou repressivo (conceito) Controle de constitucionalidade posterior ou repressivo perante o órgão controlador Controle político Controle jurídico ou jurisdicional Controle híbrido (misto) Controle de constitucionalidade posterior ou repressivo realizado pelo poder judiciário Exceção quanto à aplicação do controle posterior ou repressivo exercido pelo poder judiciário Controle de constitucionalidade posterior ou repressivo exercido pelo poder legislativo (exceção) Breve noção dos principais modelos de controle de constitucionalidade (norte americano, austríaco e francês) Sistemas e vias de controle de constitucionalidade

15 3.9 Controle de constitucionalidade difuso ou aberto (por via de exceção ou defesa) Controle de constitucionalidade difuso exercido nos tribunais (cláusula de reserva de plenário) Controle difuso de constitucionalidade e o senado federal (art. 52, X, cf / 88) Efeitos da declaração de inconstitucionalidade no controle difuso para as partes (inter partes) e sua ampliação (extra partes / erga omnes) Teoria da transcendência no controle difuso (abstrativização do controle difuso de constitucionalidade) Controle difuso de constitucionalidade incidental em sede de ação civil pública Controle concentrado de constitucionalidade ou abstrato (por via de ação direta) Ação direta de inconstitucionalidade genérica (art. 102, I, a cf / 88) Objeto da adin Lei ou atos normativos (conceito) Inaplicabilidade do controle de constitucionalidade concentrado nas normas originárias (cláusulas pétreas) Inaplicabilidade do controle de constitucionalidade concentrado em sede de atos estatais de efeitos concretos Inaplicabilidade do controle de constitucionalidade concentrado nas súmulas Controle concentrado de constitucionalidade de lei ou ato normativo anterior à constituição federal de 88 (recepção) Aplicação do controle de constitucionalidade concentrado em sede de emendas constitucionais Aplicação do controle de constitucionalidade concentrado em sede de medidas provisórias Aplicação do controle de constitucionalidade concentrado em sede de decretos Competência para julgamento e processamento da adin Julgamento e processamento de lei ou ato normativo federal ou estadual em face da cf / Julgamento e processamento de lei ou ato normativo estadual ou municipal em face da constituição do estado Julgamento e processamento de lei ou ato normativo municipal em face da cf /

16 Julgamento e processamento de lei ou ato normativo distrital em face da cf / Legitimidade para intento da adin Pedido cautelar na ação direta de inconstitucionalidade (art. 102, I, p, cf / 88) Prazo para propositura da adin Procedimento da adin Efeitos da decisão do supremo tribunal federal em sede de adin genérica Reclamação como meio de garantia do cumprimento das decisões emanadas pelo supremo tribunal federal em sede de adin Ação direta de constitucionalidade interventiva (art. 34, VII, cf / 88) Adin interventiva federal; objeto, competência, legitimidade e procedimento Adin interventiva em âmbito estadual; objeto, competência, legitimidade e procedimento (art. 35, IV, cf / 88) Ação direta de inconstitucionalidade por omissão Objeto da adin por omissão Competência para julgamento da adin por omissão Legitimidade e procedimento da adin por omissão Efeitos da decisão do supremo tribunal federal em sede de adin por omissão Ação declaratória de constitucionalidade (adecon ou adc) Objeto da adecon Competência para o julgamento da adecon Legitimidade para a propositura da adecon Procedimento da adecon Efeitos da decisão do supremo tribunal federal em sede de adecon Medida cautelar em sede de adecon Argüição de descumprimento de preceito fundamental (art. 102, 1º da cf / 88 c.c lei 9.882/99) Preceito fundamental Objeto da argüição de descumprimento de preceito fundamental (possibilidades de cabimento) Competência para julgamento da adpf

17 Legitimidade para a propositura da adpf Procedimento da adpf Efeitos da decisão do supremo tribunal federal em sede de adpf Medida liminar em sede de adpf O controle de constitucionalidade das normas aplicado à lei de improbidade administrativa (lei nº 8429/92) A lei de improbidade administrativa e a adin n 2182 aforada no supremo tribunal federal Do posicionamento dos ministros Marco Aurélio, Ricardo Lewandowski e da ministra Cármem Lúcia sobre o argumento da adin n CONCLUSÃO REFERÊNCIAS ANEXOS Anexo A - Petição inicial da adin n Anexo B Acompanhamento processual da adin n

18 17 INTRODUÇÃO Apoiado no Direito Constitucional e no Direito Administrativo o presente trabalho tem como espinha dorsal o controle de constitucionalidade das espécies normativas como forma de manutenção da supremacia da Carta da República. Portanto, a problemática deste estudo tem como premissa a impossibilidade de inserção ou ainda manutenção de leis no ordenamento jurídico que atentem contra os preceitos fundamentais consagrados pela Carta da República, uma vez que esta é a base e a expressão máxima do Estado Democrático de Direito. Para tanto, sistematizou-se o presente trabalho da seguinte forma: Seção 1. Do Poder Legislativo, Seção 2. Das Espécies Normativas, Seção 3. O Controle de Constitucionalidade das Espécies Normativas e Sua Aplicação a Lei de Improbidade Administrativa (Lei n 8429/92), apresentando-se por fim a Conclusão.

19 18 SEÇÃO 1. DO PODER LEGISLATIVO 1.1 Organização do poder legislativo federal A atividade legiferante da União é desempenhada pelo Congresso Nacional, que se subdivide em duas Casas. A primeira denomina-se Câmara dos Deputados e tem por escopo representar o povo. A outra, Senado Federal, que, por sua vez, representa os Estados Federados. Tal subdivisão dá nome ao sistema bicameral, adotado pelo Brasil. (artigo 44º da CF). Nesse passo, leciona Pedro Lenza: A análise do poder Legislativo (ou, de modo mais técnico, órgão legislativo) deve ser empreendida levando-se em conta a forma de Estado introduzida no Brasil, verificando-se de que modo ocorre a sua manifestação em âmbito federal, estadual, distrital ou municipal. Assim, di-se que no Brasil vigora o bicameralismo federativo, no âmbito federal. Ou seja, o Poder Legislativo no Brasil, em âmbito federal, é bicameral, isto é, composto por duas Casas: a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, a primeira composta por representantes do povo e a segunda representando os Estados-membros e o Distrito Federal, adjetivando assim, o nosso bicameralismo, que é do tipo federativo, como visto. Pelo exposto, outra não poderia ser a redação do artigo.44 da CF/88, que diz: O Poder Legislativo é exercido pelo Congresso Nacional, que se compõe da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. (LENZA, 2008, p.297). 1.2 Breves comentários quanto a organização do poder legislativo estadual, municipal, distrital e dos territórios federais O poder legislativo federal como visto é do tipo bicameral federal. De outro lado, os órgãos legislativos em esfera estadual, municipal, distrital e dos territórios federais, ao serem criados, foram estruturados apenas por uma única Casa, assim, são estes do tipo unicameral, o que se depreende da leitura dos artigos 27, 29, 32 e 33 3º, última parte, todos da CF/88.

20 Organização do poder legislativo estadual O órgão legiferante estadual é formado pela Assembléia Legislativa, composta pelos Deputados Estaduais, estes, representantes dos cidadãos do Estado. Observe-se que o número de Deputados à Assembléia Legislativa corresponderá ao triplo da representação do Estado na Câmara dos Deputados, e, atingindo o número de trinta e seis, será acrescido de quantos forem os Deputados Federais acima de doze, conforme art. 27, caput. Para melhor compreensão do aqui disposto, colaciono a lição de Pedro Lenza: Assim, até o número de 12 Deputados Federais, o número de Deputados Estaduais será obtido pela multiplicação por 3 (o triplo). Acima de 12, segue a seguinte fórmula: y = (x-12) + 36, onde y corresponde ao numero de Deputados Estaduais e x ao número de Deputados Federais. A fórmula, para facilitar, pode ser assim resumida: y = x + 24, onde y corresponde ao número de deputados Estaduais e x ao número de Deputados Federais (quando forem acima de 12). (LENZA, 2008, p.298). Observe-se ainda que o mandato dos Deputados Estaduais será de quatro anos. E não é só. As regras da Lei Maior quanto o sistema eleitoral, inviolabilidade, imunidades, remuneração, perda de mandato, licença, impedimentos e incorporação às Forças Armadas serão aplicadas aos parlamentares estaduais conforme art.27, 1º da CF/88. Portanto, o regime estabelecido aos parlamentares federais será o mesmo a ser observado pelos estaduais. No que toca a remuneração dos parlamentares estaduais, leciona Pedro Lenza: Conforme estabelece o 2º do art. 27, o subsídio dos Deputados Estaduais será fixado por lei de iniciativa da Assembléia Legislativa, não podendo ser superior a 75% daquele estabelecido, em espécie, para os Deputados Federais, observado o que dispõem os arts. 39, 4º, 57, 7º, 150, II, 153, III e 153, 2º, I. Trata-se de subteto do funcionalismo a ser observado no âmbito do Poder Legislativo Estadual, conforme a regra trazida pela Reforma da Previdência (art. 37, XI EC n. 41/2003). Entendemos que o subteto do funcionalismo a ser observado no âmbito do Poder Legislativo Estadual continua sendo o subsídio do Deputado Estadual, apesar da novidade trazida no art 37, 12º, pela EC n. 47/2005. Isso porque a parte final é bem clara ao dizer que a flexibilização da PEC Paralela não se aplica ao subsídio do Deputado Estadual, que continua sendo parâmetro e limite, nos termos do art 37, XI, que não foi modificado. (LENZA, 2008, p.299).

21 Organização do poder legislativo municipal O órgão legiferante municipal é formado pela Câmara Municipal (Câmara de Vereadores), composta pelos Vereadores, estes representantes dos cidadãos do Município. Assim, o número de Vereadores será proporcional à população do Município. Todavia, devem ser observados: 1) mínimo de 9 e máximo de 21 nos municípios de até 1 milhão de habitantes; 2) mínimo de 33 e máximo de 41 nos municípios que tiverem mais de 1 milhão e menos de 5 milhões de habitantes; 3) mínimo de 42 e máximo de 55 nos Municípios de mais de 5 milhões de habitantes. Observe-se ainda que o mandato dos vereadores será de 4 anos. Tendo estes, inviolabilidade em razão de suas opiniões, palavras e votos no exercício do mandato e na circunscrição do Município. Portanto, trata-se da imunidade material, ou inviolabilidade, prevista no art.29, VIII. Quanto à remuneração, bem Leciona Pedro Lenza: As regras sobre a remuneração dos Vereadores, inicialmente, foram fixadas no art 29, V, da CF/88. Em seguida, a EC n. 1/92 acrescentou o inciso VI ao referido art. 29, que, por sua vez, foi alterado pela reforma administrativa (EC n. 19/98). Tanto na primeira reforma como na segunda, fixou-se que o valor da remuneração dos Vereadores corresponderia a, no máximo, 75% do subsídio, em espécie, fixado para os Deputados Estaduais, sendo fixado por lei de iniciativa da Câmara dos Vereadores. Felizmente, de maneira mais transparente, outra reforma sofreu o texto constitucional, por meio da EC n. 25, de , que alterou o inciso VI do art 29 e acrescentou o art. 29- A à Constituição Federal, estipulando critérios mais claros e objetivos para o controle dos gastos públicos, no caso, em análise, do Poder Legislativo Municipal. Agora, com as novas regras, a fixação de percentuais não ficará mais ao puro arbítrio dos Vereadores, através de lei de iniciativa da Câmara dos Vereadores, na medida em que os percentuais máximos já foram fixados pelo poder constituinte derivado reformador, na EC n. 25/2000. De acordo com as novas regras, o limite máximo dos subsídios dos Vereadores continua a ser 75% do subsídio dos Deputados Estaduais, porém, variável de acordo com o número de habitantes de cada Município..., não podendo o total da despesa com a remuneração dos Vereadores ultrapassar o montante de 5% da receita do Município. Cabe lembrar, ainda, o subteto fixado pela Reforma da Previdência (art. 37, XI, da EC n.41/2003, qual seja, no Município, nenhum subsídio poderá ser superior àquele fixado para o Prefeito. (LENZA, 2008, p ).

22 Organização do poder legislativo distrital O órgão legiferante distrital é formado pela Câmara Legislativa (art 32, caput), composta pelos Deputados Distritais, estes, representantes dos cidadãos do Distrito Federal. Aos Deputados Distritais e à Câmara Legislativa por inteligência do art. 32, 3º da CF/88 aplica-se a ordem do art. 27, do mesmo diploma legal, qual seja, todas as regras estabelecidas para os Estados valem para o Distrito Federal Organização do poder legislativo dos territórios federais Quanto à organização do Poder Legislativo dos Territórios Federais, cabe salientar, que o art 33, 3º, última parte da Lei Maior estabelece que a lei disporá sobre as eleições para a Câmara Territorial e sua competência deliberativa. Todavia, como não existem Territórios Federais (apesar da possibilidade de criação destes), ainda não houve a regulamentação prevista no dispositivo constitucional. Assim, pertinente observar que, quando criados, conforme o disposto no artigo 45, 2º, da Lei Maior, cada Território elegerá o número fixo de 4 Deputados Federais, para integrar a Câmara dos Deputados no Congresso Nacional. 1.3 Atribuições do congresso nacional (poder legislativo federal) O Congresso Nacional é o órgão legislativo da União, tendo por função precípua legislar. Contudo, esta não é a sua única função, exerce ainda outras de importância fundamental, quais sejam: a) atribuições legislativas; b) atribuições meramente deliberativas; c) atribuições de fiscalização e controle, d) atribuições de julgamento de crimes de responsabilidade e por fim atribuições constituintes. A despeito do tema, observa José Afonso da Silva :

23 22 1) atribuições legislativas, pelas quais lhe cabe, com a sanção do Presidente da República, elaborar as leis sobre todas a matérias de competência da União, conforme específica o artigo 48, o que é feito segundo o processo legislativo, estabelecido nos arts. 61 a 69. 2) atribuições meramente deliberativas, envolvendo a prática de atos concretos, de resoluções referendárias, de autorizações, de aprovações, de sustação de atos, de fixação de situações e de julgamento técnico, consignados no art.49, o que é feito por via de decreto legislativo ou de resoluções, segundo procedimento deliberativo especial de sua competência exclusiva, vale dizer, sem participação do Presidente da República, de acordo com as regras regimentais. 3) atribuições de fiscalização e controle, que exerce por vários procedimentos, tais como: a) pedidos de informação, por escrito, encaminhados pelas Mesas aos Ministros ou quaisquer titulares de órgãos diretamente subordinados à Presidência da República (art 50, 2º) importando em crime de responsabilidade a recusa, ou o não-atendimento no prazo de 30 dias, bem como a prestação de informações falsas; b) comissão parlamentar de inquérito, nos termos do art.58, 3º; c) controle externo com auxílio do tribunal de Contas e da Comissão Mista a que se refere o art 166, 1º, que compreenderá toda a gama de medidas constantes dos arts. 71 e 72, culminando o julgamento das contas que anualmente o Presidente da República há de prestar (art.49, IX); d) fiscalização e controle dos atos do Poder Executivo, incluídos os da administração indireta (art.49, X); e) tomada de contas pela Câmara dos Deputados, quando o Presidente não as prestar no prazo que a Constituição assina, ou seja, dentro de sessenta dias após a abertura de sessão legislativa. (arts.51,ii e 84, XXIV); 4) atribuições de julgamento de crimes de responsabilidade, com a particularidade de que, no julgamento do Presidente da República ou Ministros de Estado, a Câmara dos Deputados funciona como órgão de admissibilidade do processo e o Senado Federal como tribunal político sob a presidência do Presidente do Supremo Tribunal Federal (arts.51,i, 52, I e 86), e, no julgamento dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, do Procurador Geral da República e do Advogado Geral da União, o Senado Federal funcionará a um tempo como tribunal do processo e julgamento (art.52,ii). 5) atribuições constituintes mediante elaboração de emendas à Constituição (art.60), com o que o Congresso cria normas constitucionais. (SILVA, 2005, p ). Portanto, o art. 48 e seus incisos determinam as atribuições do Congresso Nacional. Contudo, estas matérias dependerão de sanção Presidencial para que se convalidem. Por fim, quanto ao disposto, pontua Pedro Lenza: Convém lembrar que a nova redação dada pela EC n. 32, de , aos incisos X e XI do referido artigo 48, determinando caber ao Congresso Nacional, com a sanção do Presidente da República, dispor sobre: Criação, transformação e extinção de cargos, empregos e funções públicas, observado o que estabelece o art. 84, VI, b, já que quando vagos os cargos ou funções públicas, caberá ao Presidente, mediante decreto, dispor sobre a extinção. Criação e extinção de Ministérios e órgãos da administração pública (confira, também, o art. 88 da CF/88, alterado pela EC n. 32/2001). Lembramos que, de acordo com o art. 84, VI, a, também na nova redação fixada pela EC n. 32/2001, compete privativamente ao presidente da

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