APTIDÃO FÍSICA EM COLETORES DE LIXO DA CIDADE DE BAURU/SP

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "APTIDÃO FÍSICA EM COLETORES DE LIXO DA CIDADE DE BAURU/SP"

Transcrição

1 Recebido em: 28/02/2009 Emitido parece em: 17/03/2009 Artigo original APTIDÃO FÍSICA EM COLETORES DE LIXO DA CIDADE DE BAURU/SP André Luis Braga 1, Paulo César Borges de Oliveira 1, Marcelo Papoti 1,2, Olga de Castro Mendes 1. RESUMO Aptidão física (AF) é fator determinante no dia a dia, e principalmente na execução de tarefas durante a jornada de trabalho. A literatura é escassa em relação ao estudo da AF nas diferentes profissões, principalmente em pessoas submetidas a condições adversas à saúde, como os coletores de lixo. Este trabalhador, além de realizar tarefas que demandam esforço físico na presença de ruídos e em ritmo acelerado, não possui pausas oficializadas para descanso e está exposto a vários tipos de fatores de risco. O principal objetivo deste estudo foi avaliar a AF dos trabalhadores coletores de lixo da cidade de Bauru/SP e a intensidade do trabalho realizado em sua jornada diária. Foram avaliados 11 coletores de lixo, com idade 32,45±5,66anos, tempo efetivo na função de seis a quinze anos. Foram determinados medidas antropométricas, RAST (running anaerobic speed test), força de preensão manual e peitoral, frequência cardíaca (FC), gasto calórico e distância total percorrida durante a jornada de trabalho. Os valores observados foram 67,42±7kg (massa corporal), 173,44±6,74cm (estatura), 22,43±2,29kg/m² (IMC), 12,37±5,99% (%gordura corporal), 45,18±6,66kgf e 32,09±4,3 kgf (força de preensão manual e escapular). A potência máxima (Pmáx) absoluta (455,55±101,65w) e relativa (6,77±1,44w/kg) foram estabelecidas pelo RAST, bem como a FC máxima (178±14,07bpm). A FC (157±25,70bpm), o gasto calórico (1502±552,64kcal) e a distância média percorrida (15145±1823,13m) foram avaliados durante a jornada de trabalho. Conclui-se que os coletores avaliados realizam atividade física de intensidade moderada durante a execução do seu trabalho. Além disso, apresentam um excelente estado de AF muito embora não tenham um acompanhamento especializado. Mesmo sem orientação de um profissional, os trabalhadores desse setor, conseguem manter o percentual de gordura e peso corporal dentro dos padrões normais. Estas características podem ser atribuídas à própria atividade física que desenvolvem no trabalho diário realizado. Palavras chave: Coletores de lixo; aptidão física; carga de trabalho; treinamento; RAST. ABSTRACT Physical fitness is considered to be a determining factor on the day-by-day, and especially during the execution of tasks during the working hours. The literature falls short regarding physical fitness on different professions, especially on people who are exposed to health hazards conditions, such as trash collectors. These workers, in addition to perform tasks that demand physical strength are exposed to loud noises and work in a fast pace, without official breaks, being exposed to several risk factors. The main purpose of this research was to determine the physical fitness of trash collectors of the city of Bauru/Sao Paulo and the work intensity performed during their working hours. We investigated 11 trash collectors, ages 32, 45±5, 66, and they had been working 6 to 15 years. Anthropometric measures were taken, as well the RAST (running anaerobic speed test), tests of manual strength prehension and pectoral, heart rate (HR), calories expenditure, and total covered distance during the working hours. The workers presented results of body mass (67, 42± 7kg) height (173,44±6,74cm),BMI (22,43±2,29kg/m2) and scapular (32,09 ±4,3 kgf ), absolute maximal muscular power (455,55±101,65w) and relative (6,77±1,44 w/kg) were established by RAST, and as well the maximal heart rate (178±14,07 bpm). The heart rate (HR) (157±25, 70 bpm), calories expenditure (1502±552,64kcal) and the average covered distance (15145±1823, 13m) were evaluated during the working hours. In conclusion, the trash collectors evaluated perform physical activity of moderate intensity during the execution of their job. Besides, they present an excellent state of physical fitness even though they do not have a specialized support. Even without the backup of a professional, workers from this field are able to maintain the percentage of fat and corporal weight inside the normal standards. These characteristics can be attributed to the own physical activity developed through daily work. Key words: Coletores de lixo; aptidão física; carga de trabalho; treinamento; RAST. 37

2 INTRODUÇÃO Ao longo do tempo surgiram inúmeras definições de aptidão física (AF), que no inicio do século eram voltadas para as medidas de força muscular. O American College of Sports Medicine (ACSM, 2004) considera AF relacionada à saúde como a capacidade de realizar atividades diárias com vigor e demonstração de particularidades e potencialidades. Além da AF ser fator determinante no dia a dia, ao executarmos tarefas durante a jornada de trabalho, ela torna-se muito mais importante. A literatura é escassa em relação ao estudo da AF nas diferentes profissões, principalmente em pessoas submetidas a condições adversas à saúde, como os coletores de lixo. A denominação "lixeiro", dada ao indivíduo que trabalha na coleta, sempre teve um cunho pejorativo, sendo esta posição sido ocupada por pessoas de baixo nível socioeconômico e pouca remuneração. Só mais recentemente, com melhor estrutura das companhias coletoras de lixo, estes trabalhadores têm sido mais valorizados (DUARTE, 1998). O trabalhador, apesar de realizar tarefas que demandam esforço físico na presença de ruídos e em ritmo acelerado, não possui pausas oficializadas para descanso. Além disso, esse profissional está exposto a seis tipos de fatores de risco, físicos, químicos, mecânicos, ergonômicos, biológicos e sociais (VELLOSO et al., 1997). Existem alguns estudos relacionados aos trabalhadores na coleta de lixo, que verificaram diferentes fatores, como lesões causadas decorrentes da atividade (RODRIGUES et al., 2004) e a carga de trabalho em relação à legislação brasileira vigente (ANJOS e FERREIRA, 2000). Porém, poucos pesquisadores se preocupam com a capacidade física destes indivíduos. Rodrigues et al. (2004), analisaram níveis de intensidade da atividade desenvolvida por estes profissionais para a adequação do programa de ginástica laboral, visando a melhora da qualidade de vida do trabalhador e um consequente ganho em produtividade, pois com as condições ideais, os riscos de acidentes e lesões são reduzidos. Os autores observaram uma média de 162 saltos por hora de trabalho realizado, o que corresponde a 2,7 saltos por minuto. Em uma carga diária de trabalho de oito horas o coletor realizaria uma média de 1296 saltos com um respectivo número de saltos de retorno à plataforma estribo. Outra questão observada foi o deslocamento do coletor em marcha acelerada. Os resultados apresentados variam conforme o terreno a ser percorrido e a quantidade de lixo a ser coletada. Em uma jornada de trabalho normal, um coletor percorre uma distância média de 2,1 km por hora de trabalho. Logo, se este coletor for submetido a uma jornada de oito horas o deslocamento ficará em torno de 16,8 km. Uma pesquisa realizada por Paula et al. (2003), observou que, conforme sua capacidade aeróbia no teste de 12 minutos, os coletores são considerados como excelentes na classificação de Cooper. Duarte (1998) avaliou a antropometria e algumas variáveis de AF, como: flexibilidade, força e capacidade cardiorrespiratória de 26 garis de Florianópolis/SC. Verificou também os níveis gerais de saúde, acidentes de trabalho e, como foco principal, o gasto energético durante dois períodos de trabalho, além da ingestão calórica. O trabalho realizado variava de intensidade, entre moderada e alta, com um grande gasto calórico, o que só era possível devido ao bom nível de aptidão cardiorrespiratória do grupo. Alguns estudos (ANJOS e FERREIRA, 2000; PAULA et al., 2007; VELLOSO et al., 1997) revelam que o trabalho realizado pelos coletores de lixo pode ser considerado de moderado a pesado, sendo sua condição física excelente na maioria dos casos. No entanto, os estudos disponíveis na literatura que avaliam a AF destes trabalhadores e sua predisposição para atividades esportivas são limitados, o principal objetivo do presente estudo foi avaliar a AF dos trabalhadores coletores de lixo da cidade de Bauru/SP e a intensidade do trabalho realizado em sua jornada diária. METODOLOGIA Participantes Foram avaliados 11 trabalhadores do sexo masculino; com idade de 32,45±5,66 anos, massa corporal de 67,42±7,00 kg e estatura de 173,44±6,74 cm, com tempo efetivo na função de coleta de lixo domiciliar da cidade de Bauru/SP de 10,18±3,12 anos. A jornada de serviço dos avaliados tem duração de seis horas, seis dias na semana Todos avaliados participaram do estudo voluntariamente e assinaram um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Este trabalho foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa, das Faculdades Integradas de Bauru, sob nº 0083/08 OSH. 38

3 MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS E COMPOSIÇÃO CORPORAL Para a determinação da composição corporal foram realizadas as seguintes medidas antropométricas: Massa corporal: com o indivíduo em posição anatômica, usando roupas leves, o registro da balança digital marca Plenna era anotado, com aproximação de 100g (COSTA, 1999). Estatura: na posição anatômica sobre a base do estadiômetro de madeira, em inspiração profunda sem alterar sua posição, sendo o cursor do aparelho colocado no ponto mais alto da cabeça com pressão suficiente para comprimir os cabelos. A medida foi registrada com aproximação de 0,1 (COSTA, 1999). Dobras cutâneas: medidas nos locais tríceps, subescapular, suprailíaca, torácica, axilar média, abdominal e coxa, com o uso do Compasso Científico de Dobras Cutâneas marca CESCORF seguindo a padronização de Pollock e Wilmore (1993). A distribuição da gordura corporal foi verificada pelo somatório das sete dobras (POLLOCK et al., 1980 apud POLLOCK e WILMORE, 1993). O percentual de gordura foi calculado utilizando a equação de Siri (1961 apud POLLOCK e WILMORE, 1993). O índice de massa corporal (IMC) também foi determinado. FORÇA DE PREENSÃO MANUAL E ESCAPULAR Foram realizados testes de força de preensão manual utilizando-se o dinamômetro da marca Kratos modelo ZM - manual. Para a determinação da força da musculatura escapular foi utilizado o dinamômetro da marca Kratos modelo ZS escapular. DETERMINAÇÃO DO ANAEROBIC RUNNING SPRINT TEST (RAST) Este teste consiste em seis tiros de 35 metros onde o participante deverá percorrer na maior velocidade possível, com intervalo de dez segundos de descanso entre os tiros. Os avaliados foram informados que este é um teste máximo, e que a faixa de chegada deve ser ultrapassada também na máxima velocidade. A posição de saída deve ser em afastamento ânteroposterior das pernas e com o pé da frente o mais próximo possível da faixa. A voz de comando de início será dada pelas palavras: Atenção!!! Vai!!, devendo o avaliado se preparar ao escutar a palavra Atenção!!! e sair correndo quando escutar a palavra Vai!!!. Foram utilizados nesta coleta três avaliadores, cada um com um cronômetro digital, marca Citzen, sendo que um permaneceu posicionado no meio da distância a ser percorrida, para marcar os tempos dos tiros (pesquisador). Os outros dois (técnico e auxiliar), cada um de um lado na linha final dos 35 metros, marcaram os 10 segundos de descanso. A potência produzida para cada corrida de curta distância é calculada usando a equação: Pot = P X D³ / t³. Onde, Pot=potência; P=peso (kg); D=distância (m); t=tempo (seg) DETERMINAÇÃO DA DISTÂNCIA PERCORRIDA DURANTE O PERÍODO DE TRABALHO Para mensurar a distância total durante o turno de trabalho dos participantes foi utilizado um pedômetro eletrônico Techline, modelo BP-148. O pedômetro é um aparelho simples, desenhado para avaliar o comportamento do indivíduo durante a marcha, efetuando o registro do número de passos dados e da distância percorrida, através do registro das oscilações verticais do corpo (OLIVEIRA e MAIA, 2001). Quando se introduz o valor calculado do comprimento da passada no microprocessador, o aparelho indicará a distância percorrida. Desse modo os participantes foram monitorados durante uma semana de trabalho e a distância total percorrida correspondeu à somatória dos cinco turnos semanais. Esse cuidado foi tomado pelo fato de que os percursos são modificados a cada turno de trabalho. RESULTADOS Os coletores avaliados apresentaram um índice de massa corporal (IMC) de 22,43±2,29kg/m², valor que se apresenta dentro de padrões normais segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS, 1997 apud BORBA et al., 2007). 39

4 A Tabela 1 apresenta as dobras cutâneas avaliadas, a densidade corporal e o percentual de gordura, determinado pela fórmula de POLLOCK et al. (1980 apud POLLOCK e WILMORE, 1993). Tabela 1. Características antropométricas de coletores de lixo da cidade de Bauru/SP TO (mm) SI (mm) SE (mm) AB (mm) TR (mm) CX (mm) AM (mm) DCORP GC (%) Média 8,01 6,77 12,32 9,43 9,27 10,29 7,74 1,07 12,37 Desvio ±3,47 ±3,62 ±3,03 ±3,39 ±3,37 ±3,19 ±3,87 ±0,01 ±5,99 TO: torácica; SI: suprailíaca; SE: subescapular; AB: abdominal; TR: triciptal; CX: coxa; AM: axilar média; DCORP: densidade corporal; GC: percentual de gordura corporal. n=11. A maior dobra apresentada foi a subescapular e a menor a suprailíaca. A porcentagem de gordura corporal foi de 12,37%. O tempo de corrida dos seis tiros do anaerobic running sprint test (RAST) são mostrados na Figura 1. Figura 1. Tempo de corrida dos seis tiros de 35m (T1 a T6) no anaerobic running sprint test (RAST) de coletores de lixo da cidade de Bauru/SP. Resultados em média e desvio padrão. A média do tempo dos tiros de corrida de 35m (T1 a T6) variou entre 5,86 a 6,07seg. Observamse na Tabela 2 os valores absolutos e na Tabela 3 os valores relativos das potências máxima, média e mínima, bem como o índice de fadiga, obtidos no RAST. Tabela 2. Valores absolutos (w) das potências máxima (Pmáx), média (Pméd), mínima (Pmin) e índice de fadiga (IFad), determinados pelo anaerobic running srint test (RAST) em coletores de lixo. Pmáx (w) Pméd (w) Pmin (w) IFad (w.seg-¹) Média 455,55 393,83 325,16 3,69 Desvio ±101,65 ±74,01 ±61,81 ±1,69 W: watts. n=11. Tabela 3. Valores relativos ao peso (w/kg) das potências máxima (Pmáx), média (Pméd), mínima (Pmin) e índice de fadiga (Ifad), determinados pelo anaerobic running sprint test (RAST) em coletores de lixo. Pmáx (w/kg) Pméd (w/kg) Pmin (w/kg) IFad (w/kg.seg-¹) Média 6,77 5,85 4,83 0,16 Desvio ±1,44 ±0,99 ±0,83 ±0,08 n=11. 40

5 O maior valor absoluto de potência observado foi de 455,55 watts e o menor de 325,16watts. Os relativos variaram de 6,77 a 4,83w/kg. A frequência cardíaca aferida nos coletores durante o teste de RAST é demonstrada na Tabela 4. A FC máxima medida durante a realização do teste RAST foi de 178±14,07bpm e se apresentou a 10 batimentos abaixo da FC predita. A Tabela 5 apresenta a frequência cardíaca máxima e média dos coletores, sendo estes valores correspondentes à média dos resultados aferidos em cinco dias de trabalho efetivo, em diferentes percursos. A FC máxima observada durante a coleta de lixo foi de 157bpm, sendo que o desvio indica uma grande variabilidade dos resultados (±25,70bpm). Tabela 4. Valores aferidos de frequência cardíaca em repouso (FCrep), FC predita (FCpred), FC máxima, FC média e FC mínima durante o teste de RAST em coletores de lixo. FCrep (bpm) FCpred (bpm) FCmáx (bpm) FCméd (bpm) FCmin (bpm) Média Desvio ±8,40 ±5,84 ±14,07 ±9,91 ±23,63 Máximo Mínimo RAST: anaerobic running sprint test n=10. FCmáx pred pela formula 220-idade. Tabela 5. Frequência cardíaca máxima (FCmáx), média (FCméd) e gasto calórico, aferidas por meio de frequencímetro e distância percorrida, pelo pedômetro, durante o período de coleta de lixo domiciliar coletores da cidade de Bauru/SP. FCmáx (bpm) FCméd (bpm) Calorias (kcal) Distância (m) Média 157 bpm 96 bpm Desvio ±25,70 ±12,94 ±552,64 ±1823,13 n=02 Após sete dias de monitoramento em diferentes percursos da cidade foi calculada uma distância média de trabalho (andar/correr) de 15145±1823,13m por dia de trabalho. Estas distâncias variam de acordo com o itinerário da coleta no dia. Durante a jornada de trabalho (6horas), o gasto calórico foi de 1502±552,64kcal. Sabendo que a TMB (taxa metabólica basal) estimada (McARDLE et al., 2003) é de 1607,42kcal por dia, chegamos a um gasto calórico diário de aproximadamente 3109,42kcal, sem contar as demais tarefas diárias. As forças de preensão manual e escapular foram avaliadas por meio do dinamômetro e os resultados são descritos na Tabela 6. Tabela 6. Dinamometria da preensão manual e da escápula de coletores de lixo da cidade de Bauru/SP. PREENSÃO MANUAL(kgf) ESCAPULAR (kgf) Média 45,18 32,09 Desvio ±6,66 ±4,39 n=11. Os valores de força variaram de 45,18 a 32,09kgf para as medidas de preensão manual e escapular, respectivamente. 41

6 DISCUSSÃO O IMC observado pode ser considerado dentro da faixa de normalidade, de acordo com a classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS, 1997 apud BORBA et al., 2007). Um dos avaliados apresentou um valor na faixa de sobrepeso (28,2kg/m²). A normalidade pode ser justificada em função da grande atividade física envolvida na atuação profissional dos avaliados, gerando um elevado gasto energético, e provocando alterações positivas na composição corporal destes. Duarte (1998) observou IMC de 23,86±2,90kg/m² em coletores de lixo na cidade de Florianópolis/SC, valor ligeiramente superior a esta pesquisa, porém, ainda dentro dos padrões de normalidade. Pontes (2008) encontrou IMC de 26,2±3,39kg/m² em garis de João Pessoa/PB, que corresponde a faixa de classificação de sobrepeso nível I. Nascimento e Souza (2007) ao analisarem corredores de meio fundo de Santa Catarina, na mesma faixa etária deste estudo, verificaram IMC de 22,28kg/m², bem próximo aos deste trabalho. Estes dados confirmam que os participantes desta pesquisa estão dentro de padrões de normalidade ou até mesmo, podem ser comparáveis a atletas, em relação ao IMC. O trabalho desgastante e a alimentação sem orientação, na maioria das vezes inadequada para o gasto diário, são fortes influenciadores da composição corporal e condição física dos coletores. Pontes (2008) encontrou %GC em garis de João Pessoa/PB de 16,6±7,68%. Paula et al. (2007), obtiveram resultados de 9,8±6,0% em coletores de Franca/SP, valores dentro da normalidade, levandose em conta a média de 28 anos de idade dos sujeitos. Segundo Cooper (1987), %GC ideal é 12,5%. Estes valores corroboram com os identificados nesta pesquisa (12,37%). A potência máxima relativa aferida neste estudo foi de 6,77w/kg, a média foi de 5,85w/kg e a mínima de 4,83w/kg, sendo o índice de fadiga 0,16 w/kg.seg-¹. Roseguini et al. (2008) avaliando jogadores de handebol, observaram potência relativa máxima (7,68 w/kg), média (6,26 w/kg) e mínima (5,13w/kg) e índice de fadiga (0,42w/kg.seg -1 ), valores relativamente maiores que desta pesquisa. Moraes (2006) avaliou jogadores de basquetebol, categoria infantil, e observou valores de 5,0w/kg, 4,8w/kg e 3,0 w/kg para as potências relativas máxima, média e mínima, respectivamente. Estes valores foram determinados antes da aplicação de treinamento específico para aquele estudo, apresentando valores inferiores aos dos coletores deste estudo. Os resultados de potência máxima absoluta, média e índice de fadiga determinados na presente pesquisa foram inferiores e a potência mínima, superior, quando se considera o trabalho de Moraes (2006) que encontrou potência absoluta máxima de 461,0w, média de 421,5w, mínima de 299,0w e IF de 4,00w/seg-¹. Foram encontrados poucos estudos que utilizaram os mesmos parâmetros para determinação da potência anaeróbia. A frequência máxima aferida durante a realização do teste RAST apresentou uma diferença de 10 batimentos abaixo da frequência predita. Durante a jornada de trabalho os avaliados apresentaram FC máxima de 157bpm, que representa 88,21% da FC máxima no RAST (178bpm) e 83,53% da FC máxima predita (188bpm). A média da FC durante o trabalho (96 bpm) foi inferior aos demais estudos, porém, corresponde a uma intensidade de 54% da FCmáx. A intensidade do trabalho realizado é bem próximo ao encontrado por Duarte (1998), de 55,16% da FCmáx e FC média de 105 bpm. Outro estudo (ANJOS, 2007) observou FC média durante a coleta de lixo de 104,0±11,7 bpm, o que representa 56,9±7,5% da FCmáx. A intensidade da FC média e máxima aferidas durante o trabalho, foram respectivamente 54% e 88% da FCmáx. Fazendo uma relação com a intensidade de trabalho recomendado pela ACSM (2004) de 60% a 90% da FCmáx podemos considerar que o esforço durante o trabalho é moderado. Paula et al. (2007) ao avaliarem coletores de lixo da cidade de Franca/SP verificaram FC média de 156±4,9bpm determinada durante a realização do teste de 12 minutos, frequência bem próxima ao desta pesquisa. O gasto calórico durante a jornada de trabalho, predito pelo pedômetro, foi de 1502kcal, sendo considerado alto. O dispêndio energético diário compreende o dispêndio basal, o dispêndio da atividade física e o efeito térmico dos alimentos. O dispêndio basal representa a energia gasta por um indivíduo mantido em repouso, em um ambiente termicamente neutro, pela manhã, ao acordar após 12 horas de jejum, e depende da massa corporal magra e, em menor extensão, da idade, do sexo e de fatores familiares (DIENER, 1997). A medição do gasto energético durante o trabalho tem importância prática, pois o comparando com a capacidade de trabalho físico do indivíduo pode-se estabelecer períodos de trabalho e descanso adequados. Ao mesmo tempo pode-se determinar os requerimentos alimentares do 42

7 trabalhador evitando tanto sua deficiência em trabalhos pesados como seu excesso em trabalhos sedentários, ambos prejudiciais a saúde (BATIZ, 2003). Almeida et al. (2004) avaliaram carteiros de São José/SC que realizam entregas com bicicletas e observaram um gasto de 1818 kcal por dia, sendo estes valores superiores os encontrados neste estudo. Anjos (2007) avaliando coletores da cidade do Rio de Janeiro verificou gasto energético de 1608,3±738,5kcal para uma média de 293,1±103,9minutos de trabalho por dia. Em outro estudo, Anjos 1997 apud Duarte (1998) observou valores parecidos de gasto energético, 1679,1kcal por dia de trabalho. Estes valores são bem próximos ao deste estudo. Vale ressaltar que estes dados referem-se apenas a atividade durante a jornada de trabalho. No presente estudo, adicionando-se apenas a TMB (taxa metabólica basal), já seriam atingidos valores próximos a 3000kcal diárias. Uma pesquisa de Duarte (1998) também com coletores de lixo, porém da cidade de Florianópolis/SC verificou gasto calórico superior, 2488,3kcal por dia de trabalho. Este fato pode ser justificado em função da maior jornada diária de coleta que chegou até 10 horas de coleta em dias de grande volume de lixo. Rogato (2003) avaliou homens jovens com idade de 21,3+2,3anos e verificou valor de preensão manual de 42,5±2,8kgf. Duarte (1998) avaliou coletores de lixo da cidade de Florianópolis/SC e encontrou valor médio de 48,48kgf para mão direita. Da Silveira et al. (2007) avaliaram trabalhadores da indústria farmacêutica de Montes Claros/MG e após submeter um grupo ao programa de ginástica laboral verificou uma diferença para o grupo controle de 45,46±6,77kgf para 44,99±6,48kgf. Estes valores corroboram os achados desta pesquisa, considerado fraco segundo a classificação de Howley e Franks (2000). A falta de um treinamento adequado, má alimentação e desgaste físico a que são submetidos os trabalhadores da coleta de lixo, podem ser fatores influenciadores. Não foram encontrados trabalhos utilizando a dinamometria escapular. De maneira geral, acredita-se que uma boa condição física seja de grande importância para a saúde destes coletores, principalmente tendo vista a elevada exigência física e condições adversas envolvidas na sua labuta diária. CONCLUSÃO Conclui-se que os coletores avaliados realizam atividade física de intensidade moderada durante a execução do seu trabalho. Além disso, apresentam um bom estado de condicionamento físico, muito embora não tenham um acompanhamento especializado. Mesmo sem orientação de um profissional, os trabalhadores desse setor conseguem manter o percentual de gordura e peso corporal dentro dos padrões normais. Estas características podem ser atribuídas à própria atividade física que desenvolvem no trabalho diário realizado, apesar das condições adversas enfrentadas na jornada diária. REFERÊNCIAS ACSM - American College of Sports Medicine. Testes de aptidão física. In:. Manual do ACSM para teste de esforço e prescrição de exercícios. 5ª ed., Rio de Janeiro: Revinter.p , ALMEIDA, E. B; XAVIER, G. N. A.; CARMINATTI, L. J.; GIUSTINA, M.C. D. Gasto calórico nas atividades de trabalho e cotidianas, dos carteiros que utilizam bicicleta. Rev Bras Cineant Des Hum, vol 6, p. :53-61, 2004 ANJOS, L. A.; FERREIRA, J. A.; DAMIÃO, J. J. Frequência cardíaca e gasto energético durante a coleta de lixo domiciliar no Rio de Janeiro, Brasil. Cad Saúde Pública, vol 23, p , ANJOS, L. A. Relação entre a percepção de esforço e medidas fisiológicas e antropométricas em coletores de lixo domiciliar. Anais do XVII Congresso Panamericano de Medicina do Esporte, p. 57, ANJOS, L. A.; FERREIRA, J. A. A avaliação da carga fisiológica de trabalho na legislação brasileira deve ser revista! O caso da coleta de lixo domiciliar no Rio de Janeiro. Cad Saúde Publica, vol 16, p , BATIZ, E. C. Fisiologia do trabalho. Apostila. Disponível em: < download/fisiologia-trabalho-eduardo_c_batiz.pdf>. Acesso em: 22 nov BORBA, A. M. N. L.; WOLFF, J. H.; LIBERALI, R. Avaliação do perfil antropométrico e alimentar de idosos institucionalizados em Blumenau Santa Catarina. Rev Bras Obesidade, Nutrição e Emagrec, vol 1, p , COOPER, K. H. Correndo sem medo. Rio de Janeiro: Nórdica,

8 COSTA RF. Avaliação da Composição Corporal. Santos: F.G. A. Multimídia, 1999,1CD ROM. DA SILVEIRA, M. G.; DA SILVA, R. P.; REIS, V. M.; NOVAES, J. S. Efeitos da ginástica laboral nas variáveis morfológicas, funcionais, estilo de vida e absenteísmo dos trabalhadores da indústria farmacêutica de Montes Claros/MG. Fit Perf J, vol 6, p , DIENER, J. R. C. Calorimetria indireta. Rev Ass Med Brasil, vol 43, p. 43:245-53, DUARTE, C. R. Gasto energético, ingestão calórica e condições gerais de saúde de coletores de lixo de Florianópolis. Florianópolis UFSC (mestrado), Disponível em: <www.eps.ufsc.br/ disserta98/duarte/index.htm>. Acesso em:12 abr HOWLEY, E. T.; FRANKS, B. D. Manual do instrutor de condicionamento físico para a Saúde. Porto Alegre: Artmed McARDLE, W. D.; KATCH, F.I.; KATCH, V. L. Consumo de energia humana durante o repouso e a atividade física. In:. Fisiologia do exercício energia, nutrição e desempenho humano. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p , MORAES, A. M.; PELLEGRINOTI, I. L. Evolução da potência dos membros inferiores durante um ciclo de treinamento de pliometria no basquetebol masculino. Lecturas Educación Física y Deportes, 10(94), Disponível em: <htpp://www.efdeportes.com/>. Acesso em: 15 out NASCIMENTO, P. C.; SOUZA, E. R. Compreendendo e analisando os aspectos morfofuncionais de corredores. Anais do 6º Fórum Internacional de Esportes 2007; Disponível em <http://www.unesporte.org.br/forum2007/>. Acesso em: 10 out OLIVEIRA, M.; MAIA, J. Avaliação da actividade física em contextos epidemiológicos. Rev Portuguesa de Ciências do Desporto, vol 3, p , PAULA, R. F.; TONELLO, M. G. M.; LUCAS, R. D. Análise da aptidão em indivíduos coletores de lixo. Revista Motriz-UNESP, vol. 9, p.141, PAULA, R. F.; TONELLO, M. G. M.; NEIVA, C. M. Avaliação da capacidade aeróbia máxima e de variáveis antropométricas em trabalhadores da coleta pública de lixo: a importância do treino físico orientado. Lecturas Educación Física y Deportes, 12(110), Disponível em: <htpp://www.efdeportes.com/>. Acesso em: 05 abr POLLOCK, M. L.; WILMORE, J. H. Exercícios na saúde e na doença. 2ªed., Rio Janeiro: Medsi, PONTES, L. M.; SENA, J. E. A.; FERREIRA, U. M. G. Perfil antropométrico e da composição corporal de garis de ambos os sexos que trabalham em setores diferenciados. Lecturas Educación Física y Deportes, 13(120), Disponível em: <htpp://www.efdeportes.com/>. Acesso em: 10 abr RODRIGUES, A.; PILATTI, L. A.; XAVIER, A. A. P.; KOVALESKI, J. L. Ergonomia aplicada a coletores de lixo domiciliar. Anais do XI Simpósio de Engenharia de Produção. Bauru, p , ROGATTO, G. P. Força isométrica máxima de indivíduos fisicamente ativos: influência do envelhecimento e do sexo. Lecturas Educación Física y Deportes, 9(67), Disponível em: <htpp://www.efdeportes.com/>. Acesso em: 12 set ROSEGUINI, A. Z.; SILVA, A. S. R.; GOBATTO, C. A. Determinações e relações dos parâmetros anaeróbios do RAST, do limiar anaeróbio e da resposta lactacidêmica obtida no início, no intervalo e ao final de uma partida oficial de handebol. Rev Bras Medic Esporte, vol 14, p , VELLOSO, M. P.; SANTOS, E. M.; ANJOS, L. A. Processo de trabalho e acidente de trabalho em coletores de lixo domiciliar na cidade do Rio de Janeiro. Cad Saúde Pública, vol 4, p , Faculdades Integradas de Bauru - FIB; 2 Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG 44

Sistema de Avaliação, Motivação e Prescrição de Treinamento

Sistema de Avaliação, Motivação e Prescrição de Treinamento Sistema de Avaliação, Motivação e Prescrição de Treinamento Nome: WALMAR DE HOLANDA CORREA DE ANDRADE Matrícula: 004905 Sexo: Masculino Data Avaliação Funcional: Idade: 31 anos Professor: Email: EURIMAR

Leia mais

Portal da Educação Física Referência em Educação Física na Internet

Portal da Educação Física Referência em Educação Física na Internet Portal da Educação Física Referência em Educação Física na Internet MENSURAÇÃO DAS CAPACIDADES ENERGÉTICAS Existe um nível mínimo de energia necessária para manter as funções vitais do organismo no estado

Leia mais

Prof.. Claudio Pavanelli

Prof.. Claudio Pavanelli Comparação de resultados de testes por posição em jogadores de futebol profisional Prof.. Claudio Pavanelli CEMAFE Universidade Federal de São Paulo - EPM Exigência Fisiológica no Futebol: Grau de intensidade

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A COMPOSIÇÃO CORPORAL DE HOMENS TREINADOS E DESTREINADOS Aristófanes Lino Pinto de Sousa David Marcos Emérito de Araújo

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A COMPOSIÇÃO CORPORAL DE HOMENS TREINADOS E DESTREINADOS Aristófanes Lino Pinto de Sousa David Marcos Emérito de Araújo ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A COMPOSIÇÃO CORPORAL DE HOMENS TREINADOS E DESTREINADOS Aristófanes Lino Pinto de Sousa David Marcos Emérito de Araújo RESUMO: O presente estudo compara a composição corporal

Leia mais

PRESCRIÇÃO DO TREINAMENTO PARA EMAGRECIMENTO. obesa envolve um plano de ação muito mais complexo, sendo prescrito de acordo com a condição

PRESCRIÇÃO DO TREINAMENTO PARA EMAGRECIMENTO. obesa envolve um plano de ação muito mais complexo, sendo prescrito de acordo com a condição PRESCRIÇÃO DO TREINAMENTO PARA EMAGRECIMENTO Em condições normais a obesidade deveria ser prevenida, porem o tratamento da pessoa obesa envolve um plano de ação muito mais complexo, sendo prescrito de

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE IDOSAS PARTICIPANTES DE GRUPOS DE ATIVIDADES FÍSICAS PARA A TERCEIRA IDADE Liziane da Silva de Vargas;

Leia mais

Prof. Fernando R. Ferreira frf.frf@hotmail.com

Prof. Fernando R. Ferreira frf.frf@hotmail.com Prof. Fernando R. Ferreira frf.frf@hotmail.com Esquema de Aula Atividade Física Bioenergética - Sistemas Produtores de Energia Princípio do Treinamento Identificação de Índices Fisiológicos Capacidade

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA CORPORAL EM HOMENS E MULHERES QUE FREQUENTAM ACADEMIAS EM TERESINA PI Francisco Avelar Lopes

DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA CORPORAL EM HOMENS E MULHERES QUE FREQUENTAM ACADEMIAS EM TERESINA PI Francisco Avelar Lopes DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA CORPORAL EM HOMENS E MULHERES QUE FREQUENTAM ACADEMIAS EM TERESINA PI Francisco Avelar Lopes RESUMO: Esta pesquisa teve como objetivo a análise da distribuição de gordura em homens

Leia mais

CONSUMO MÁXIMO DE OXIGÊNIO DE FISICULTURISTAS UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DIRETO E INDIRETO

CONSUMO MÁXIMO DE OXIGÊNIO DE FISICULTURISTAS UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DIRETO E INDIRETO CONSUMO MÁXIMO DE OXIGÊNIO DE FISICULTURISTAS UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DIRETO E INDIRETO MAXIMUM CONSUMPTION OF OXYGEN - A COMPARATIVE ANALYSIS BETWEEN DIRECT AND INDIRECT

Leia mais

Anamnese Clínica. Dados pessoais. Geral. Patologias. Nome: Modelo Masculino. Sexo: Masculino. Idade: 32 anos Avaliador: André Almeida

Anamnese Clínica. Dados pessoais. Geral. Patologias. Nome: Modelo Masculino. Sexo: Masculino. Idade: 32 anos Avaliador: André Almeida Nome: Modelo Masculino Idade: 32 anos Avaliador: André Almeida Sexo: Masculino Data da Avaliação: 23/07/2010 Hora: 16:11:09 Anamnese Clínica Dados pessoais Nome: Modelo Masculino Data de Nascimento: 23/12/1977

Leia mais

Avaliaç o antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade

Avaliaç o antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade Vargas, Liziane da Silva de; Benetti, Chane Basso; Santos, Daniela Lopes dos Avaliaç o antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade 10mo Congreso Argentino

Leia mais

TESTES FÍSICOS E MOTORES DAS VARIÁVEIS NEUROMUSCULARES

TESTES FÍSICOS E MOTORES DAS VARIÁVEIS NEUROMUSCULARES TESTES FÍSICOS E MOTORES DAS VARIÁVEIS NEUROMUSCULARES As variáveis neuromusculares são aquelas em que a performance física depende dos componentes neurais e musculares. Dessa forma, os resultados expressarão

Leia mais

Health Care & Human Care

Health Care & Human Care Health Care & Human Care O sistema ideal para cuidar da saúde e bem-estar A tecnologia BIA criou um novo standard Liderar a nova tecnologia proporciona resultados precisos em que pode confiar - Composição

Leia mais

Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular

Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular Object 1 Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular Curso de Educação Física. Centro Universitário Toledo de Araçatuba - UNITOLEDO. (Brasil) Prof. Mário Henrique

Leia mais

CORRELAÇÃO ENTRE A APTIDÃO CARDIORESPIRATÓRIA E O PERCENTUAL DE GORDURA CORPORAL DE ATLETAS AMADORES DE MOUNTAIN BIKE

CORRELAÇÃO ENTRE A APTIDÃO CARDIORESPIRATÓRIA E O PERCENTUAL DE GORDURA CORPORAL DE ATLETAS AMADORES DE MOUNTAIN BIKE CORRELAÇÃO ENTRE A APTIDÃO CARDIORESPIRATÓRIA E O PERCENTUAL DE GORDURA CORPORAL DE ATLETAS AMADORES DE MOUNTAIN BIKE Tiago de Oliveira Santos 1 ; Renato Aparecido de Souza 1 LAFIPE/Faculdade Educação

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Graduação em Educação Física e Desportos. Leonardo Rotondo Pinto

Universidade Federal de Juiz de Fora Graduação em Educação Física e Desportos. Leonardo Rotondo Pinto Universidade Federal de Juiz de Fora Graduação em Educação Física e Desportos Leonardo Rotondo Pinto FREQUÊNCIA CARDÍACA DO ÁRBITRO DE FUTEBOL DURANTE JOGOS DE EQUIPES AMADORAS Juiz de Fora 2010 Leonardo

Leia mais

FACULDADE DE MEDICINA DO ABC MANTIDA PELA FUNDAÇÃO DO ABC EXAMES REALIZADOS NOS ÁRBITROS DA DO ABC FMABC

FACULDADE DE MEDICINA DO ABC MANTIDA PELA FUNDAÇÃO DO ABC EXAMES REALIZADOS NOS ÁRBITROS DA DO ABC FMABC RELATÓRIO DOS EXAMES REALIZADOS NOS ÁRBITROS DA FEDERAÇÃO PAULISTA DE FUTEBOL PELA FACULDADE DE MEDICINA DO ABC FMABC O Núcleo de Saúde no Esporte da Faculdade de Medicina do ABC FMABC, utilizando as suas

Leia mais

Avaliação da Aptidão Cardiorrespiratória

Avaliação da Aptidão Cardiorrespiratória Avaliação da Aptidão Cardiorrespiratória VO2 Máximo Depende do estado funcional do sistema respiratório, cardiovascular e dos músculos esquelé>cos É um indicador do estado de saúde: Baixos níveis de VO2

Leia mais

Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo

Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo Unidade II Controle e Prescrição do Treinamento Prof. Esp. Jorge Duarte Prescrição de Atividades Físicas Condições de saúde; Estado geral do aluno (cliente);

Leia mais

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ATLETAS DA SELEÇÃO GOIANA DE JUDÔ: ATIVIDADE DO ATENDIMENTO NUTRICIONAL 1

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ATLETAS DA SELEÇÃO GOIANA DE JUDÔ: ATIVIDADE DO ATENDIMENTO NUTRICIONAL 1 AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ATLETAS DA SELEÇÃO GOIANA DE JUDÔ: ATIVIDADE DO ATENDIMENTO NUTRICIONAL 1 LEITE, Raíssa Moraes 1 ; FRANCO, Lana Pacheco 2 ; SOUZA, Isabela Mesquita 3 ; ALVES, Ana Gabriella Pereira

Leia mais

Saúde: Possivelmente, se perguntarmos a todos os nossos amigos e familiares quais são seus desejos para uma vida satisfatória...

Saúde: Possivelmente, se perguntarmos a todos os nossos amigos e familiares quais são seus desejos para uma vida satisfatória... Atualmente, verificamos em programas de TV, nas revistas e jornais e em sites diversos na internet, uma grande quantidade de informações para que as pessoas cuidem da sua saúde. Uma das recomendações mais

Leia mais

CONSUMO MÁXIMO DE OXIGÊNIO CONSUMO MÁXIMO DE OXIGÊNIO CONSUMO MÁXIMO DE OXIGÊNIO. pindiceconicidade.exe 19/08/2014

CONSUMO MÁXIMO DE OXIGÊNIO CONSUMO MÁXIMO DE OXIGÊNIO CONSUMO MÁXIMO DE OXIGÊNIO. pindiceconicidade.exe 19/08/2014 CAPACIDADE AERÓBICA pindiceconicidade.exe CAPACIDADE DO ORGANISMO EM SE ADAPTAR A ESFORÇOS FÍSICOS MODERADOS, ENVOLVENDO A PARTICIPAÇÃO DOS GRANDES GRUPOS MUSCULARES, POR PERÍODOS DE TEMPO RELATIVAMENTE

Leia mais

OS PRINCIPAIS MÉTODOS DE PRATICAR EXERCÍCIOS AERÓBICOS *

OS PRINCIPAIS MÉTODOS DE PRATICAR EXERCÍCIOS AERÓBICOS * OS PRINCIPAIS MÉTODOS DE PRATICAR EXERCÍCIOS AERÓBICOS * Marcos Gueths * Daniela Pontes Flor ** RESUMO Desde que Cooper desenvolveu os fundamentos dos exercícios aeróbicos, os mesmos multiplicaram-se em

Leia mais

Força e Resistência Muscular

Força e Resistência Muscular Força e Resistência Muscular Prof. Sergio Gregorio da Silva, PhD Objetivos do Treinamento com Pesos Aumento da massa muscular Força Potência Velocidade Resistência Muscular Localizada Equilibro Coordenação

Leia mais

ANALISE COMPARATIVA DA COMPOSIÇÃO CORPORAL DE POLICIAIS MILITARES RECÉM-ADMITIDOS COM MILITARES COM MAIS DE 10 ANOS DE CARREIRA DO 2º BPM DA PARAÍBA

ANALISE COMPARATIVA DA COMPOSIÇÃO CORPORAL DE POLICIAIS MILITARES RECÉM-ADMITIDOS COM MILITARES COM MAIS DE 10 ANOS DE CARREIRA DO 2º BPM DA PARAÍBA ANALISE COMPARATIVA DA COMPOSIÇÃO CORPORAL DE POLICIAIS MILITARES RECÉM-ADMITIDOS COM MILITARES COM MAIS DE 10 ANOS DE CARREIRA DO 2º BPM DA PARAÍBA Analisando o estilo de vida de algumas pessoas, constatou-se

Leia mais

ALTERAÇÕES MORFÓLOGICAS E FUNCIONAIS EM MULHERES OBESAS, DECORRENTES DE TREINAMENTO AERÓBICO, DIETA HIPOCALÓRICA E ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO.

ALTERAÇÕES MORFÓLOGICAS E FUNCIONAIS EM MULHERES OBESAS, DECORRENTES DE TREINAMENTO AERÓBICO, DIETA HIPOCALÓRICA E ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO. ALTERAÇÕES MORFÓLOGICAS E FUNCIONAIS EM MULHERES OBESAS, DECORRENTES DE TREINAMENTO AERÓBICO, DIETA HIPOCALÓRICA E ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO. Roberto Fernandes da Costa (Prof. Curso de Ed. Física da USP)

Leia mais

INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO E ORIENTAÇÃO ALIMENTAR EM NÍVEIS DE TRIGLICERIDEMIA DE ADOLESCENTES OBESOS

INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO E ORIENTAÇÃO ALIMENTAR EM NÍVEIS DE TRIGLICERIDEMIA DE ADOLESCENTES OBESOS Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO E ORIENTAÇÃO ALIMENTAR EM NÍVEIS DE TRIGLICERIDEMIA DE ADOLESCENTES OBESOS Ciliane Valerio

Leia mais

RESUMOS SIMPLES...156

RESUMOS SIMPLES...156 155 RESUMOS SIMPLES...156 156 RESUMOS SIMPLES CARNEIRO, NELSON HILÁRIO... 159 CARNEIRO, NELSON HILÁRIO... 157 CORTE, MARIANA ZANGIROLAME... 159 CORTE, MARIANA ZANGIROLAME... 157 GARCIA JUNIOR, JAIR RODRIGUES...

Leia mais

EFEITO DO TREINAMENTO DE FORÇA NO DESEMPENHO DA FORÇA MÁXIMA DE PRATICANTES DA MODALIDADE DE MUSCULAÇÃO

EFEITO DO TREINAMENTO DE FORÇA NO DESEMPENHO DA FORÇA MÁXIMA DE PRATICANTES DA MODALIDADE DE MUSCULAÇÃO EFEITO DO TREINAMENTO DE FORÇA NO DESEMPENHO DA FORÇA MÁXIMA DE PRATICANTES DA MODALIDADE DE MUSCULAÇÃO Andrey Portela 1, Arnaldo Guilherme Borgo 2 1 UNIGUAÇU; 2 Licenciado em Educação Física e Esportes.

Leia mais

Atualmente muito se tem ouvido falar e os estudos científicos. comprovam que a prática física diária é considerada um dos fatores

Atualmente muito se tem ouvido falar e os estudos científicos. comprovam que a prática física diária é considerada um dos fatores Atualmente muito se tem ouvido falar e os estudos científicos comprovam que a prática física diária é considerada um dos fatores que contribui efetivamente para uma melhor qualidade de vida do indivíduo.

Leia mais

A eficácia do controle do exercício físico através de um trabalho personalizado

A eficácia do controle do exercício físico através de um trabalho personalizado ISSN-1980-7341 1 A eficácia do controle do exercício físico através de um trabalho personalizado Rafael Bordini da Silva 1 Eduardo Adrião de Araújo Silva 2 RESUMO Através do presente estudo verificamos

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DO NÍVEL DA APTIDÃO FÍSICA DOS ALUNOS PARTICIPANTES DO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO DO NÚCLEO IFSULDEMINAS CÂMPUS MUZAMBINHO.

CLASSIFICAÇÃO DO NÍVEL DA APTIDÃO FÍSICA DOS ALUNOS PARTICIPANTES DO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO DO NÚCLEO IFSULDEMINAS CÂMPUS MUZAMBINHO. MATEUS RIBEIRO SANTANELLI RENAN JÚLIO SILVA CLASSIFICAÇÃO DO NÍVEL DA APTIDÃO FÍSICA DOS ALUNOS PARTICIPANTES DO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO DO NÚCLEO IFSULDEMINAS CÂMPUS MUZAMBINHO. Trabalho de Conclusão de

Leia mais

PROGRAMA DE TREINAMENTO PARA O CURSO BÁSICO PÁRA QUEDISTA

PROGRAMA DE TREINAMENTO PARA O CURSO BÁSICO PÁRA QUEDISTA PROGRAMA DE TREINAMENTO PARA O CURSO BÁSICO PÁRA QUEDISTA Título: PROGRAMA DE TREINAMENTO PARA O CURSO BÁSICO PÁRA-QUEDISTA Categoria/Assunto: ASSUNTO PROFISSIONAL DE INTERESSE MILITAR Autor: CAPITÃO DE

Leia mais

A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte

A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte Prof. Antonio Carlos Fedato Filho Prof. Guilherme Augusto de Melo Rodrigues Monitorando e conhecendo melhor os trabalhos

Leia mais

EXERCÍCIOS RESISTIDOS : Uma visão dentro da Escola

EXERCÍCIOS RESISTIDOS : Uma visão dentro da Escola EXERCÍCIOS RESISTIDOS : Uma visão dentro da Escola Professora Mestre em Ciências Escola de Educação Física e Esporte Universidade de São Paulo CONTEÚDO Conceitos básicos. Princípios biológicos do treinamento.

Leia mais

AVALIAÇÃO DA CARGA FÍSICA DE TRABALHO EXIGIDA EM ATIVIDADES DE FABRICAÇÃO DE MÓVEIS NO DISTRITO FEDERAL

AVALIAÇÃO DA CARGA FÍSICA DE TRABALHO EXIGIDA EM ATIVIDADES DE FABRICAÇÃO DE MÓVEIS NO DISTRITO FEDERAL Avaliação da carga física de trabalho exigida em atividades de fabricação de... 117 AVALIAÇÃO DA CARGA FÍSICA DE TRABALHO EXIGIDA EM ATIVIDADES DE FABRICAÇÃO DE MÓVEIS NO DISTRITO FEDERAL Nilton Cesar

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO NUTRICIONAL DE INDIVÍDUOS PARATLETAS FREQUENTADORES DE UMA ASSOCIAÇÃO PARADESPORTIVA DE MARINGÁ, PARANÁ

CARACTERIZAÇÃO NUTRICIONAL DE INDIVÍDUOS PARATLETAS FREQUENTADORES DE UMA ASSOCIAÇÃO PARADESPORTIVA DE MARINGÁ, PARANÁ CARACTERIZAÇÃO NUTRICIONAL DE INDIVÍDUOS PARATLETAS FREQUENTADORES DE UMA ASSOCIAÇÃO PARADESPORTIVA DE MARINGÁ, PARANÁ Débora de Moura¹; Débora Augusto Sampaio²; Geziane Deldoto 2 ; Sonia Maria Marques

Leia mais

PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIO AERÓBIO

PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIO AERÓBIO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA BE066 FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIO AERÓBIO PROF. SERGIO GREGORIO DA SILVA, PHD AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE (COLÉGIO

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES PARA A QUALIDADE DE VIDA DOS PRATICANTES DE BIKE INDOOR

CONTRIBUIÇÕES PARA A QUALIDADE DE VIDA DOS PRATICANTES DE BIKE INDOOR Revista CPAQV - Centro de Pesquisas Avançadas em Qualidade de Vida - ISSN: 2178-7514 v.1, n. 2, 2009 CONTRIBUIÇÕES PARA A QUALIDADE DE VIDA DOS PRATICANTES DE BIKE INDOOR Thiago Vinicius Krzesinski Guanis

Leia mais

Palavras-chave: potência muscular, Judô, teste de Sterkowicz.

Palavras-chave: potência muscular, Judô, teste de Sterkowicz. ARTIGO ORIGINAL MENSURAÇÃO DA POTÊNCIA MUSCULAR EM JUDOCAS JUVENIS ATRAVÉS DO TESTE DE STERKOWICZ André Maia dos Santos André Ricardo N. Nascimento Carolina Groszewicz Brito Kelly Cristina Serafim Pós

Leia mais

AVALIAÇÃO FÍSICA O QUE PODEMOS MEDIR? PRAZOS PARA REAVALIAÇÃO.

AVALIAÇÃO FÍSICA O QUE PODEMOS MEDIR? PRAZOS PARA REAVALIAÇÃO. AVALIAÇÃO FÍSICA Antes de iniciarmos qualquer atividade física é necessário realizar uma avaliação Física. Somente através de uma avaliação podemos : - Identificar a nossa condição inicial (check-up) -

Leia mais

PLATAFORMA VIBRATÓRIA EMAGRECE?

PLATAFORMA VIBRATÓRIA EMAGRECE? PLATAFORMA VIBRATÓRIA EMAGRECE? Amaral, Mayra Ternes¹; Noronha, Alessandra Ferreira de² ¹Pós Graduanda em Fisioterapia Dermatofuncional Centro de Estudos Avançados e Formação Integrada (CEAFI - Pós graduação);

Leia mais

Aula 3 Perimetria, Dobras Cutâneas e Protocolos

Aula 3 Perimetria, Dobras Cutâneas e Protocolos Aula 3 Perimetria, Dobras Cutâneas e Protocolos Perimetria Medida da circunferência de determinados segmentos corporais, podendo ser realizados estando o corpo relaxado ou contraído. 2. Fita Métrica Equipamentos

Leia mais

AUMENTO DRAMÁTICO DO INTERESSE E PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS NO ESPORTE DE ALTO NÍVEL

AUMENTO DRAMÁTICO DO INTERESSE E PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS NO ESPORTE DE ALTO NÍVEL AUMENTO DRAMÁTICO DO INTERESSE E PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS NO ESPORTE DE ALTO NÍVEL NECESSIDADE DO MELHOR CONHECIMENTO EM ÁREAS COMO: CRESCIMENTO NORMAL, DESENVOLVIMENTO, EFEITOS DO EXERCÍCIO EM CRIANÇAS

Leia mais

MÉTODOS DE TREINAMENTO AERÓBICO *

MÉTODOS DE TREINAMENTO AERÓBICO * MÉTODOS DE TREINAMENTO AERÓBICO * Marlos Rodrigues Domingues Qualidades físicas divididas fisiologicamente e pedagogicamente em: - Orgânicas: as principais são as resistências aeróbica, anaeróbica lática

Leia mais

CURSO MUSCULAÇÃO E CARDIO 2011

CURSO MUSCULAÇÃO E CARDIO 2011 1 CURSO MUSCULAÇÃO E CARDIO 2011 %MASSA GORDA SAUDÁVEL Homens 20 anos %MGsaudável = 10% (a partir dos 20 anos acresce-se 1% por cada 3 anos de idade, até ao limite de 25% ou até 50 anos de idade). Ou usando

Leia mais

ANÁLISE DO NÍVEL DE APTIDÃO FÍSICA DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA UNIVERSIDADE DE FORTALEZA UNIFOR

ANÁLISE DO NÍVEL DE APTIDÃO FÍSICA DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA UNIVERSIDADE DE FORTALEZA UNIFOR Recebido em: 19/03/2011 Emitido parece em: 18/04/2011 Artigo inédito ANÁLISE DO NÍVEL DE APTIDÃO FÍSICA DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA UNIVERSIDADE DE FORTALEZA UNIFOR Anderson Monteiro dos Santos¹,

Leia mais

PÓS GRADUAÇÃO LATO- SENSU EM ATIVIDADES MOTORAS PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA.

PÓS GRADUAÇÃO LATO- SENSU EM ATIVIDADES MOTORAS PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA. FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE CARATINGA-FUNEC ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA DE CARATINGA-EFISC PÓS GRADUAÇÃO LATO- SENSU EM ATIVIDADES MOTORAS PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA. AUTOR: ANDRÉ SALUSTIANO

Leia mais

A R TIGOS ANÁLISE DA COMPOSIÇÃO CORPORAL E DO ÍNDICE DE MASSA CORPORAL

A R TIGOS ANÁLISE DA COMPOSIÇÃO CORPORAL E DO ÍNDICE DE MASSA CORPORAL A R TIGOS ANÁLISE DA COMPOSIÇÃO CORPORAL E DO ÍNDICE DE MASSA CORPORAL DE INDIVÍDUOS DE 18 A 50 ANOS Body composition and body mass index in individuals from 18 to 50 years old Adriana Lopes Martins 1,

Leia mais

Perfil antropométrico e da composição corporal de garis. de ambos os sexos que trabalham em setores diferenciados

Perfil antropométrico e da composição corporal de garis. de ambos os sexos que trabalham em setores diferenciados Perfil antropométrico e da composição corporal de garis de ambos os sexos que trabalham em setores diferenciados *Programa de Pós-graduação em Saúde da Criança e do Adolescente - (UFPE). **Centro Universitário

Leia mais

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ATLETAS DE HANDEBOL ADAPTADO NO MUNICIPIO DE TOLEDO PR.

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ATLETAS DE HANDEBOL ADAPTADO NO MUNICIPIO DE TOLEDO PR. Os textos são de responsabilidade de seus autores. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ATLETAS DE HANDEBOL ADAPTADO NO MUNICIPIO DE TOLEDO PR. Diana Rissato Ribeiro 1 2 3 RESUMO O objetivo deste estudo foi avaliar

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias EFEITO DE UM PROTOCOLO DE EXERCÍCIOS FÍSICOS SOBRE O ÍNDICE DE MASSA CORPORAL E CIRCUNFERÊNCIA DA CINTURA EM ADULTOS COM SÍNDROME

Leia mais

REVISÃO E AVALIAÇÃO DA UNIDADE

REVISÃO E AVALIAÇÃO DA UNIDADE REVISÃO E AVALIAÇÃO DA UNIDADE Adolescência 11 aos 20 anos Mudanças: Amadurecimento biológico Sexual Psicológico Social Características Adolescência Mudança de interesses Conflitos com a família Maior

Leia mais

SUMÁRIO. Página LISTA DE TABELAS LISTA DE FIGURAS

SUMÁRIO. Página LISTA DE TABELAS LISTA DE FIGURAS i DEDICATÓRIA Dedico esse trabalho aos meus pais Helcio (in memorian) e Alina, com todo meu amor e gratidão, por tudo que fizeram por mim ao longo de minha vida. Desejo poder ter sido merecedor do esforço

Leia mais

O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE

O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE UM ESTUDO QUANTO À APLICABILLIDADE DO PROGRAMA PARA COLETORES DE LIXO DO MUNICÍPIO DE NITERÓI ALESSANDRA ABREU LOUBACK, RAFAEL GRIFFO

Leia mais

Por que devemos avaliar a força muscular?

Por que devemos avaliar a força muscular? Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com Docência Docência Personal Trainer Por que devemos avaliar a força muscular? Desequilíbrio Muscular;

Leia mais

Programa de Controle de Peso Corporal

Programa de Controle de Peso Corporal 15 Programa de Controle de Peso Corporal Denis Marcelo Modeneze Mestre em Educação Física na Área de Atividade Física, Adaptação e Saúde na UNICAMP principal objetivo de desenvolver este tema com os alunos

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS COLABORADORES ATRAVÉS DA BIOMECÂNICA OCUPACIONAL

AVALIAÇÃO DOS COLABORADORES ATRAVÉS DA BIOMECÂNICA OCUPACIONAL AVALIAÇÃO DOS COLABORADORES ATRAVÉS DA BIOMECÂNICA OCUPACIONAL Daniela da Maia José Marques de Carvalho Júnior Antonio Vinicius Soares 2010 INTRODUÇÃO É um laboratório especializado em análise biomecânica

Leia mais

NUTRIÇÃO APLICADA À FARMÁCIA

NUTRIÇÃO APLICADA À FARMÁCIA NUTRIÇÃO APLICADA À FARMÁCIA METABOLISMO BASAL GASTO ENERGÉTICO TOTAL Profª. Alcinira Furtado Farias METABOLISMO BASAL Conjunto de processos por meio dos quais o organismo vivo recolhe e transforma as

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS Prof. Mestrando: Marcelo Mota São Cristóvão 2008 POPULAÇÕES ESPECIAIS

Leia mais

! "#! #" $ % & $ % '! " #"!' ((() ((() (((((( '

! #! # $ % & $ % '!  #!' ((() ((() (((((( ' !"#! #"$ % &$ %'! " #"!'((()((()(((((( ' *+"","+*" &!"' " "-'. *+"","+*" " ' /0"1"*" /0"+1 *+"","+*""+"! + '1"!"#! #$% $ #$%& /02 3 &$ # 4 56 $ *+"","+*" 4 +% 1"+6 4 56"#*"+"! 0"# $ *+"","+*" " % Dispões

Leia mais

Métodos Treino e. CEF Cardio - Resumo

Métodos Treino e. CEF Cardio - Resumo Métodos Treino e Máquinas Cardiovasculares CEF Cardio - Resumo 3 Vias de ressíntese Energia (revisão) Conceito Resistência (fadiga) Níveis de Intensidade Metabólica Métodos de Treino Cardiovascular Máquinas

Leia mais

EFEITO DE UM PROGRAMA PERSONALIZADO DE EXERCÍCIOS FÍSICOS NA COMPOSIÇÃO CORPORAL: UM ESTUDO DE CASO

EFEITO DE UM PROGRAMA PERSONALIZADO DE EXERCÍCIOS FÍSICOS NA COMPOSIÇÃO CORPORAL: UM ESTUDO DE CASO EFEITO DE UM PROGRAMA PERSONALIZADO DE EXERCÍCIOS FÍSICOS NA COMPOSIÇÃO CORPORAL: UM ESTUDO DE CASO CELI, Jonathan Antônio 1 ; PANDA, Maria Denise Justo 2 Resumo: Esta pesquisa teve como objetivo analisar

Leia mais

Treinamento de Força e Diabetes. Ms. Sandro de Souza

Treinamento de Força e Diabetes. Ms. Sandro de Souza Treinamento de Força e Diabetes Ms. Sandro de Souza Taxa de prevalência de Diabetes Mellitus Período: 2009 Relevância Diagnóstico de DIABETES MELLITUS Diabetes Care. 2007;30:S4 41. Resistência a Insulina

Leia mais

INGESTÃO DIETÉTICA E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE DANÇARINAS DA UFPA (BELÉM PA).

INGESTÃO DIETÉTICA E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE DANÇARINAS DA UFPA (BELÉM PA). INGESTÃO DIETÉTICA E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE DANÇARINAS DA UFPA (BELÉM PA). GLEICIANE MARTINS GOMES ADRIANA MOURA DOS SANTOS JOSEANA MOREIRA ASSIS RIBEIRO FERNANDO VINÍCIUS FARO REIS JÚLIO ALVES PIRES FILHO

Leia mais

Ginástica Laboral como Meio de Promoção da Qualidade de Vida no Trabalho

Ginástica Laboral como Meio de Promoção da Qualidade de Vida no Trabalho 6 Ginástica Laboral como Meio de Promoção da Qualidade de Vida no Trabalho José Cicero Mangabeira Da Silva Gestor Em Recursos Humanos - Anhanguera Educacional - Campinas-SP Especialista Em Gestão Da Qualidade

Leia mais

Jorge Storniolo. Henrique Bianchi. Reunião Locomotion 18/03/2013

Jorge Storniolo. Henrique Bianchi. Reunião Locomotion 18/03/2013 Jorge Storniolo Henrique Bianchi Reunião Locomotion 18/03/2013 Histórico Conceito Cuidados Protocolos Prática Antiguidade: Gregos e egípcios estudavam e observavam as relações de medidas entre diversas

Leia mais

OS EFEITOS DO TREINAMENTO FORÇA SOBRE A POTÊNCIA E A VELOCIDADE EM ATLETAS DE FUTSAL DA CATEGORIA ADULTO MASCULINO.

OS EFEITOS DO TREINAMENTO FORÇA SOBRE A POTÊNCIA E A VELOCIDADE EM ATLETAS DE FUTSAL DA CATEGORIA ADULTO MASCULINO. OS EFEITOS DO TREINAMENTO FORÇA SOBRE A POTÊNCIA E A VELOCIDADE EM ATLETAS DE FUTSAL DA CATEGORIA ADULTO MASCULINO. THE EFFECTS OF STRENGTH TRAINING ON THE POWER AND THE SPEED IN ATHLETES OF FUTSAL OF

Leia mais

Influência do treinamentocombinado de força e endurance nas respostas do taf de militares do 14º gac

Influência do treinamentocombinado de força e endurance nas respostas do taf de militares do 14º gac 163 ARTIGO Influência do treinamentocombinado de força e endurance nas respostas do taf de militares do 14º gac Prof. ALexandre dos Santos Universidade do Vale do Sapucaí Prof. Arthur Paiva Neto Universidade

Leia mais

ATIVIDADE FÍSICA, ESTADO NUTRICIONAL E PREOCUPAÇÕES COM A IMAGEM CORPORAL EM ADOLESCENTES

ATIVIDADE FÍSICA, ESTADO NUTRICIONAL E PREOCUPAÇÕES COM A IMAGEM CORPORAL EM ADOLESCENTES ATIVIDADE FÍSICA, ESTADO NUTRICIONAL E PREOCUPAÇÕES COM A IMAGEM CORPORAL EM ADOLESCENTES Maria Fernanda Laus; Diana Cândida Lacerda Mota; Rita de Cássia Margarido Moreira;Telma Maria Braga Costa; Sebastião

Leia mais

OBESIDADE INFANTIL ESCOLAR

OBESIDADE INFANTIL ESCOLAR Pró-Reitoria de Graduação Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso II OBESIDADE INFANTIL ESCOLAR Autora: Damielle J. Costa Orientador: Prof. Dr. Ricardo Bernardo Mayolino Brasília - DF 2011 OBESIDADE

Leia mais

* Exercício físico. Equipe: Divair Doneda, Vanuska Lima, Clevi Rapkiewicz, Júlia Prates

* Exercício físico. Equipe: Divair Doneda, Vanuska Lima, Clevi Rapkiewicz, Júlia Prates * Exercício físico Equipe: Divair Doneda, Vanuska Lima, Clevi Rapkiewicz, Júlia Prates Você pratica exercícios físicos diariamente? 1 * Elemento fundamental para manutenção da saúde e do peso saudável

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA A PROVA DE APTIDÃO FÍSICA PARA O CARGO DE AGENTE DE DEFESA CIVIL

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA A PROVA DE APTIDÃO FÍSICA PARA O CARGO DE AGENTE DE DEFESA CIVIL ANEXO III DO EDITAL N o 075/2011 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA A PROVA DE APTIDÃO FÍSICA PARA O CARGO DE AGENTE DE DEFESA CIVIL 1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.1 - Os testes de aptidão física, de caráter

Leia mais

Avaliação antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade.

Avaliação antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade. 10mo Congreso Argentino de Educación Física y Ciencias. Universidad Nacional de La Plata. Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación. Departamento de Educación Física, La Plata, 2013. Avaliação

Leia mais

CAPITULO III METODOLOGIA

CAPITULO III METODOLOGIA CAPITULO III METODOLOGIA A metodologia seguida neste trabalho é referente a um estudo descritivo e quantitativo. Isto porque a natureza do trabalho desenvolve-se na correlação e comparação entre as diferentes

Leia mais

TÍTULO: RELAÇÃO DE ALUNOS QUE CONSIDERAM A PAUSA NO TREINAMENTO DE HIPERTROFIA MUSCULAR

TÍTULO: RELAÇÃO DE ALUNOS QUE CONSIDERAM A PAUSA NO TREINAMENTO DE HIPERTROFIA MUSCULAR TÍTULO: RELAÇÃO DE ALUNOS QUE CONSIDERAM A PAUSA NO TREINAMENTO DE HIPERTROFIA MUSCULAR CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE JAGUARIÚNA

Leia mais

2ª SÉRIE 1º BIMESTRE Caracterização da musculação e faixa etária; objetivos da musculação e contribuição dos suplementos nutricionais

2ª SÉRIE 1º BIMESTRE Caracterização da musculação e faixa etária; objetivos da musculação e contribuição dos suplementos nutricionais 2ª SÉRIE 1º BIMESTRE Caracterização da musculação e faixa etária; objetivos da musculação e contribuição dos suplementos nutricionais Musculação na academia De acordo com Chiesa (2002), a musculação, classicamente

Leia mais

Breno de Assis Gonçalves Keila Janice Pereira Natália Ferreira Moreira

Breno de Assis Gonçalves Keila Janice Pereira Natália Ferreira Moreira COMPARAÇÃ ÇÃO O DA RECUPERAÇÃ ÇÃO O ATIVA EM INDIVIDUOS TREINADOS E NÃO N O TREINADOS EM MEIOS AQUÁTICO E TERRESTRE Breno de Assis Gonçalves Keila Janice Pereira Natália Ferreira Moreira Orientador: Prof.Ms.

Leia mais

Prof. Leandro Carvalho CEMAFE Unifesp/EPM

Prof. Leandro Carvalho CEMAFE Unifesp/EPM Prof. Leandro Carvalho CEMAFE Unifesp/EPM FISIOLOGIA DO LACTATO LACTATO x EXERCÍCIO FÍSICO METODOLOGIA DA AVALIAÇÃO DO LACTATO FISIOLOGIA DO LACTATO Metabolismo anaeróbio lático; Formação do lactato; Acúmulo

Leia mais

Metabolismo Basal. Julia do Valle Bargieri

Metabolismo Basal. Julia do Valle Bargieri Metabolismo Basal Julia do Valle Bargieri Complicações da obesidade mórbida Obesidade traz prejuízos à saúde, como: Dificuldades respiratórias; Problemas dermatológicos; Distúrbios do aparelho locomotor;

Leia mais

Introdução. Palavras-chave: Composição corporal. Antropometria. Escola pública. Escola privada.

Introdução. Palavras-chave: Composição corporal. Antropometria. Escola pública. Escola privada. I Comparação de Composição Corporal Entre Alunos de Escolas Públicas e Privadas Por: André Shigueo F. Vieira Orientador: Prof. Dr. Ricardo Bernardo Mayolino Resumo: O objetivo do presente estudo foi analisar

Leia mais

Prescrição Dietética

Prescrição Dietética Prescrição Dietética Quantitativo Cálculo de Dietas Cálculo de dietas estimar as necessidades energéticas de um indivíduo (atividade física, estágio da vida e composição corporal) Necessidades energéticas

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL E CONSUMO DE MACRONUTRIENTES POR CORREDORES DA CIDADE DE MARINGÁ, PR

PERFIL NUTRICIONAL E CONSUMO DE MACRONUTRIENTES POR CORREDORES DA CIDADE DE MARINGÁ, PR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 PERFIL NUTRICIONAL E CONSUMO DE MACRONUTRIENTES POR CORREDORES DA CIDADE DE MARINGÁ, PR Daniele Aparecida Capelato 1 ; Bruno Guilherme Morais Pagan 2 ;

Leia mais

ANÁLISE DO NÍVEL DE OBESIDADE DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM SINDROME DE DOWN

ANÁLISE DO NÍVEL DE OBESIDADE DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM SINDROME DE DOWN ANÁLISE DO NÍVEL DE OBESIDADE DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM SINDROME DE DOWN Resumo: A obesidade é reconhecida como um dos maiores problemas de saúde pública no mundo, sabe-se que na população com SD

Leia mais

Biomecânica. A alavanca inter-resistente ou de 2º grau adequada para a realização de esforço físico, praticamente não existe no corpo humano.

Biomecânica. A alavanca inter-resistente ou de 2º grau adequada para a realização de esforço físico, praticamente não existe no corpo humano. Biomecânica Parte do conhecimento da Ergonomia aplicada ao trabalho origina-se no estudo da máquina humana. Os ossos, os músculos, ligamentos e tendões são os elementos dessa máquina que possibilitam realizar

Leia mais

ATIVIDADE FÍSICA, APTIDÃO FÍSICA, SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

ATIVIDADE FÍSICA, APTIDÃO FÍSICA, SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA ATIVIDADE FÍSICA, APTIDÃO FÍSICA, SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA Revolução industrial Antes da revolução industrial as pessoas eram mais ativas porque viviam constantemente se movimentando no trabalho na escola,

Leia mais

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres 2 Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres Ana Paula Bueno de Moraes Oliveira Graduada em Serviço Social Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUC Campinas Especialista

Leia mais

SAÚDE. Apresentação do tema: Saúde. É um completo bem estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença ou enfermidade.

SAÚDE. Apresentação do tema: Saúde. É um completo bem estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença ou enfermidade. Apresentação do tema: Saúde É um completo bem estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença ou enfermidade. 1.Desenvolvimento das Capacidades Motoras - Resistência - Força - Velocidade

Leia mais

Atividade Física e Saúde na Escola

Atividade Física e Saúde na Escola Atividade Física e Saúde na Escola *Eduardo Cardoso Ferreira ** Luciano Leal Loureiro Resumo: Atividade física pode ser trabalhada em todas as idades em benefício da saúde. O objetivo do artigo é conscientizar

Leia mais

MÉTODOS DE TREINAMENTO INTERVALADOS 2 COMPONENTES DO MÉTODO DE TREINO INTERVALADO

MÉTODOS DE TREINAMENTO INTERVALADOS 2 COMPONENTES DO MÉTODO DE TREINO INTERVALADO MÉTODOS DE TREINAMENTO INTERVALADOS 1 INTRODUÇÃO O método de treino por intervalos caracteriza-se por exercícios onde o organismo é submetido a períodos curtos, regulares e repetidos de trabalho com períodos

Leia mais

Relação entre o nível de atividade e aptidão física e o desenvolvimento de doenças e agravos não transmissíveis

Relação entre o nível de atividade e aptidão física e o desenvolvimento de doenças e agravos não transmissíveis Relação entre o nível de atividade e aptidão física e o desenvolvimento de doenças e agravos não transmissíveis Relatório do projeto de pesquisa Promoção de modos saudáveis de vida em adultos e idosos

Leia mais

A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas

A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas A juventude americana não participa de

Leia mais

O QUE CONTA É A QUALIDADE DO PESO E NÃO A QUANTIDADE Pode parecer magro e afinal estar obeso!!!

O QUE CONTA É A QUALIDADE DO PESO E NÃO A QUANTIDADE Pode parecer magro e afinal estar obeso!!! O QUE CONTA É A QUALIDADE DO PESO E NÃO A QUANTIDADE Pode parecer magro e afinal estar obeso!!! Por Personal Trainer Rui Barros PESO / ANÁLISE DA COMPOSIÇÃO CORPORAL VS. PESO IDEAL O peso ideal é aquele

Leia mais

A importância da alimentação no desempenho esportivo e competitivo

A importância da alimentação no desempenho esportivo e competitivo A importância da alimentação no desempenho esportivo e competitivo A alimentação adequada e nutricionalmente equilibrada é um dos fatores importantes e essenciais para a otimização do desempenho, sendo

Leia mais

PERSONAL TRAINER INTRODUÇÃO

PERSONAL TRAINER INTRODUÇÃO PERSONAL TRAINER INTRODUÇÃO O fenômeno do personal trainer teve seu início na década de 90. Nesta mesma época, com os avanços tecnológicos como a internet, que permitiram que um grande número de estudos

Leia mais

POLÍCIA MILITAR DA BAHIA. Subcomando-Geral - n.º 166-05 de setembro de 2006 S E P A R A T A B G O

POLÍCIA MILITAR DA BAHIA. Subcomando-Geral - n.º 166-05 de setembro de 2006 S E P A R A T A B G O POLÍCIA MILITAR DA BAHIA Subcomando-Geral - n.º 166-05 de setembro de 2006 S E P A R A T A B G O a. MANUAL DE AVALIAÇÃO FÍSICA DA PMBA APRESENTAÇÃO O presente trabalho foi fruto de pesquisa monográfica

Leia mais

DIRETRIZES PARA ATIVIDADE FÍSICA: CRIANÇAS E ADOLESCENTES, ADULTOS E IDOSOS

DIRETRIZES PARA ATIVIDADE FÍSICA: CRIANÇAS E ADOLESCENTES, ADULTOS E IDOSOS UNIME UNIÃO METROPOLITANA DE EDUCAÇÃO DIRETRIZES PARA ATIVIDADE FÍSICA: CRIANÇAS E ADOLESCENTES, ADULTOS E IDOSOS Professora Dra Carmem Cristina Beck Professor Dr Francisco José Gondim Pitanga Salvador,

Leia mais

ANÁLISE DOS NÍVEIS DE APTIDÃO FÍSICA DE MENINOS PRATICANTES DE FUTSAL NA CATEGORIA SUB 12 13 DA CIDADE DE GUARAPUAVA PR

ANÁLISE DOS NÍVEIS DE APTIDÃO FÍSICA DE MENINOS PRATICANTES DE FUTSAL NA CATEGORIA SUB 12 13 DA CIDADE DE GUARAPUAVA PR Os textos são de responsabilidade de seus autores. ANÁLISE DOS NÍVEIS DE APTIDÃO FÍSICA DE MENINOS PRATICANTES DE FUTSAL NA CATEGORIA SUB 12 13 DA CIDADE DE GUARAPUAVA PR RESUMO Daiane Grando 1 2 O propósito

Leia mais

DESCRIÇÃO DA PERCEPÇÃO DE ESFORÇO FRENTE ÀS MODIFICAÇÕES DE REGRAS EM JOGOS-TREINO NO BASQUETEBOL.

DESCRIÇÃO DA PERCEPÇÃO DE ESFORÇO FRENTE ÀS MODIFICAÇÕES DE REGRAS EM JOGOS-TREINO NO BASQUETEBOL. Revista Hórus, volume 7, número 1 (Jan-Mar), 2013. 24 DESCRIÇÃO DA PERCEPÇÃO DE ESFORÇO FRENTE ÀS MODIFICAÇÕES DE REGRAS EM JOGOS-TREINO NO BASQUETEBOL. Murilo José de Oliveira Bueno¹ e Felipe Arruda Moura

Leia mais

APTIDÃO FÍSICA PARA A SAÚDE DOS ESCOLARES DOS PRIMEIROS ANOS PARTICIPANTES DAS OFICINAS DE EDUCAÇÃO PSICOMOTORA DO PIBID/UNICRUZ/EDUCAÇÃO FÍSICA 1

APTIDÃO FÍSICA PARA A SAÚDE DOS ESCOLARES DOS PRIMEIROS ANOS PARTICIPANTES DAS OFICINAS DE EDUCAÇÃO PSICOMOTORA DO PIBID/UNICRUZ/EDUCAÇÃO FÍSICA 1 APTIDÃO FÍSICA PARA A SAÚDE DOS ESCOLARES DOS PRIMEIROS ANOS PARTICIPANTES DAS OFICINAS DE EDUCAÇÃO PSICOMOTORA DO PIBID/UNICRUZ/EDUCAÇÃO FÍSICA 1 SCHNEIDER, Camila 2 PEDROTTI, Paulo Henrique de Oliveira²

Leia mais