UNICENP CENTRO UNIVERSITÁRIO POSITIVO NÚCLEO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNICENP CENTRO UNIVERSITÁRIO POSITIVO NÚCLEO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO"

Transcrição

1 UNICENP CENTRO UNIVERSITÁRIO POSITIVO NÚCLEO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO SISTEMA DE BIOTELEMETRIA PARA MONITORAÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA EM TEMPO REAL Autor: Bruna Segantini Prof. Orientador: José Carlos da Cunha Curitiba 2003

2 Sistema de Biotelemetria Para Monitoração de Atividade Física em Tempo Real José Carlos da Cunha 1, Bruna Segantini 2 1 Professor de Engenharia da Computação 2 Aluna do 4 o ano do Curso de Engenharia da Computação Departamento de Engenharia da Computação, Centro Universitário Positivo (UNICENP), Brasil, Fone: , Fax: Resumo Problemas cardíacos são uma das grandes causas de mortes no Brasil. O eletrocardiograma (ECG), que consiste no registro da atividade elétrica do coração, é um exame essencial para o acompanhamento da função cardíaca e, conseqüentemente, é de extrema importância no diagnóstico de suas patologias.com a monitoração da freqüência cardíaca, a pessoa tem maior segurança e eficiência durante a realização do exercício físico. A freqüência cardíaca deve variar sempre entre um limite máximo e mínimo. Esta varia de pessoa para pessoa. No caso de alguma variação que não esteja nesses limites, pode-se constatar desde uma baixa eficiência do condicionamento físico e em caso extremo, até o óbito do indivíduo.o monitoramento cardíaco em práticas de exercícios físicos é de extrema importância para se detectar um possível problema ou alguma alteração indesejada. Em face disso, o projeto objetiva ser uma ferramenta que fará uma monitoração contínua da freqüência cardíaca durante a prática do exercício, proporcionando uma maior segurança à saúde da pessoa e uma maior eficiência no processo de condicionamento físico. Este trabalho tem o intuito de desenvolver um equipamento eletrônico portátil, capaz de transmitir o eletrocardiograma do indivíduo a ser monitorado. Este dispositivo é interfaceado a um computador para o cálculo da freqüência registrada em tempo real, bem como, a visualização do eletrocardiograma. Com este projeto pretende-se facilitar o monitoramento da atividade física para uma detecção rápida e eficiente de algum problema indesejado. Palavras-chave: Eletrocardiograma, Biotelemetria, Freqüência Cardíaca. Abstract Cardiac problems are one of the biggest causes of death in Brazil. The electrocardiogram (ECG), which is a registry of the electrical activity from the heart, is a very important examination for accompaniment s heart function and, consequently, is a great tool in diagnostic s pathologies. The accompaniment of the cardiac frequency offers more security and efficiency along physical exercises. Cardiac frequency must be, always, between a maximum value and a minimum one. If appears a different value from those limits, it can cause a low efficiency in the physical activity or, in a extreme case, causes the death. In face of this, the project pretends to be a tool to accompany cardiac frequency in real time though the exercises, offering a better security to person s health and a bigger efficiency in physical activity. Keywords: Electrocardiogram, Biotelemetry, Heart Frequency.

3 SUMÁRIO, i LISTA DE ABREVIATURAS...ii LISTA DE FIGURAS...iii LISTA DE TABELAS...iv 1. INTRODUÇÃO ESPECIFICAÇÃO Descrição Objetivo geral Objetivo específico Fundamentação Teórica Arritmias e freqüência cardíaca durante o exercício físico Fisiologia do coração Eletrocardiograma A aquisição e o registro do eletrocardiograma Transmissão via rádio Especificação do Hardware Amplificador de instrumentação Filtros ativos Conversor A/D Módulo de transmissão e recepção Porta paralela Eletrodos Conversão tensão-freqüência e freqüência-tensão Diagrama de blocos do hardware Especificação do Software Ferramentas de desenvolvimento Linguagem C/C Software no sistema Diagrama de blocos do software DFD

4 2.5. Especificação de Validação PROJETO Visão geral Funcionamento Módulos Descrição do hardware Lista de componentes Diagrama do hardware Descrição do software Casos de uso Diagrama de classes Diagrama de seqüência Interface Ciclo de execução IMPLEMENTAÇÃO Circuito de alimentação Amplificador de instrumentação e filtros Conversão tensão/ freqüência e transmissão Aquisição do sinal Conversão A/D Software RESULTADOS CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS

5 LISTA DE ABREVIATURAS,ii A/D - Analógico /Digital AI Amplificador de instrumentação Bpm Batimentos por minuto CMRR Common mode rejection rate ou Razão de rejeição em modo comum db decibéis ECG Eletrocardiograma EEG Eletroencefalograma EMG Eletromiograma FCM Freqüência cardíaca máxima FM - Frequency Modulation (Modulação em freqüência) FPF Filtro passa faixa freq Freqüência F/V freqüência/ tensão kbps Kilo bits por segundo ma Mili Ampères MHz - Mega Hertz RC Resistor /capacitor Rx Módulo de recepção Tx Módulo de transmissão V Volts V/F tensão/ freqüência 5

6 LISTA DE FIGURAS,iii Fig.1. As partes principais do coração...15 Fig.2. Eletrofisiologia do coração...16 Fig.3. Ondas do Eletrocardiograma...17 Fig.4. Eletrocardiograma padrão...19 Fig.5. Circuito de amplificador do ECG...21 Fig.6. Circuito mais simplificado de amplificador do ECG...21 Fig.7. Amplificador de instrumentação INA118 da Texas Instruments...25 Fig.8. Curva de resposta em freqüência de um filtro passa faixa...27 Fig.9. Tipos de antenas...30 Fig.10. Eletrodos metal plate...31 Fig.11. Diagrama em blocos do conversor V/F...32 Fig.12. Diagrama em blocos do conversor F/V...33 Fig.13. Exemplo da conversão V/F e F/V...33 Fig.14.Diagrama em blocos do hardware...34 Fig.15. Cálculo usado para saber a faixa de freqüência indicada para o individuo...36 Fig.16. Diagrama em blocos do software...37 Fig.17. DFD (Diagrama de Fluxo de Dados)...38 Fig.18. Diagrama em blocos do projeto...41 Fig.19. Módulo de transmissão do projeto...44 Fig.20. Módulo de aquisição do projeto...44 Fig.21. Protótipo da tela do software...47 Fig.22. Fluxograma do ciclo de processamento do software...48 Fig.23. Circuito de estabilização de tensão...49 Fig.24. Circuito de aquisição do ECG e do filtro passa-faixa...50 Fig.25. Forma de onda do ECG capturado do simulador...51 Fig.26. Forma de onda do ECG capturado do simulador...51 Fig.27. Circuito do conversor V/ F LM331 (Texas Instruments)...52 Fig.28. Formas de onda do ECG capturado e de sua modulação digital...52 Fig.29. Circuito de transmissão via rádio...53 Fig.30. Circuito de aquisição via rádio

7 Fig.31. Circuito do comparador de zero...54 Fig.32. Circuito do conversor F/V LM331 (Texas Instruments)...55 Fig.33. Formas de onda do sinal recuperado após a transmissão e o sinal de ECG após a conversão F/V...56 Fig.34. Circuito de conversão A/D...57 Fig.35. Teste realizado com simulador Fig.36. Teste realizado com indivíduo Fig.37. Teste realizado com indivíduo Fig.38. Teste realizado com indivíduo Fig.39. Tela do software do teste com simulador...61 Fig.40. Tela do software do teste com simulador

8 LISTA DE TABELAS,iv Tab.1. Tabela das atividades de teste do sistema proposto

9 1. INTRODUÇÃO Problemas cardíacos são uma das grandes causas de mortes no Brasil. O eletrocardiograma (ECG), que consiste no registro da atividade elétrica do coração, é um exame essencial para o acompanhamento da função cardíaca e, conseqüentemente, é de extrema importância no diagnóstico de suas patologias. O projeto tem como objetivo fazer a monitoração da freqüência cardíaca e do eletrocardiograma (ECG) da pessoa, em tempo real, enquanto a mesma está praticando sua atividade física. Tal monitoração é de extrema importância, tanto para indivíduos com histórico de problemas cardíacos quanto para indivíduos tidos como saudáveis, pois podem ser diagnosticadas patologias cardíacas e arritmias que se detectadas precocemente, podem ser tratadas e não ocasionar danos ao indivíduo. Além disso, o monitoramento pode ser interpretado de maneira que um professor de educação física, fisioterapeuta, médico ou qualquer outro profissional da saúde possa dizer se a atividade está de acordo com as expectativas. Esta pode estar resultando em um desempenho físico baixo, ocasionando uma baixa eficiência do exercício físico, e por outro lado, o paciente pode estar excedendo a freqüência cardíaca máxima, o que pode comprometer sua saúde. Para realizar este procedimento, a pessoa a ser monitorada deve estar conectada a eletrodos, os quais levantarão os dados os dados de sua atividade elétrica cardíaca, que serão transmitidos em tempo real a um módulo de aquisição. Este módulo está conectado a um computador com o software do projeto, que permite a visualização do ECG da pessoa e a freqüência cardíaca da mesma em tempo real. Além disso, um flag de alerta é acionado sempre que a freqüência da pessoa esteja fora da faixa ideal para a mesma durante a prática do exercício físico. Vários tópicos foram estudados para a realização desse projeto, entre eles, pode-se citar: transmissão via rádio, aquisição do sinal de ECG, circuitos de tratamento e recuperação do sinal, conversão analógica/ digital. Nesse documento estão os princípios de funcionamento de tais circuitos, bem como, o estudo da parte teórica necessária para o entendimento do assunto para a realização do projeto. 9

10 2. ESPECIFICAÇÃO 2.1. Descrição Durante a prática de exercícios físicos, alterações indesejadas podem ocorrer colocando em risco a vida da pessoa. Desta forma, o monitoramento da freqüência cardíaca durante a atividade é de extrema importância para a segurança da pessoa bem como para a eficiência do treinamento ou condicionamento. Problemas cardíacos são uma das grandes causas de mortes no Brasil. O eletrocardiograma (ECG), que consiste no registro da atividade elétrica do coração, é um exame essencial para o acompanhamento da função cardíaca e, conseqüentemente, é de extrema importância no diagnóstico de suas patologias [2] Objetivo Geral O monitoramento cardíaco em práticas de exercícios físicos é de extrema importância para se detectar um possível problema ou alguma alteração indesejada. Em face disso, o projeto teve por objetivo ser uma ferramenta que fará um monitoramento contínuo da freqüência cardíaca durante a prática do exercício, proporcionando uma maior segurança à saúde da pessoa e uma maior eficiência no processo de condicionamento físico Objetivo Específico Para monitorar o indivíduo durante a prática do exercício, será necessário conhecer a idade do mesmo e sua freqüência basal, que consiste na freqüência em repouso. Esta será medida durante a calibração do sistema. Antes de começar a atividade física, a pessoa coloca três eletrodos no tórax. Com base na idade calcula - se a freqüência mínima e máxima da pessoa [10]. 10

11 A freqüência cardíaca em tempo real será mostrada na tela, bem como flags de okay e alerta. Se a freqüência registrada estiver entre a freqüência mínima e a máxima, o flag de okay estará acionado, do contrário, o flag alerta será acionado Fundamentação Teórica Arritmias e freqüência cardíaca durante o exercício físico O ECG [6] pode ser valioso na detecção de anormalidades cardíacas anatômicas, fisiológicas ou funcionais. Devido ao seu baixo custo, simplicidade e uso comum durante os últimos 50 anos, o ECG ainda é um dos instrumentos clínicos mais eficiente em toda medicina. Além do ECG de repouso, que se tornou um estudo diagnóstico essencial na investigação cardiológica, existem duas aplicações especiais do ECG que têm utilidade clínica em situações: eletrocardiografia ambulatorial e eletrocardiografia durante esforço. A freqüência cardíaca nos indivíduos normais é determinada pela freqüência de descarga das células marcapasso no nódulo sinoatrial. Embora as células marcapasso tenham uma freqüência intrínseca da formação do impulso, a freqüência cardíaca normal é influenciada por controle extrínseco que inclui o sistema nervoso autônomo, as catecolaminas circulantes e outras substâncias bioquímicas produzidas no organismo ou administradas como drogas [10]. Em repouso, a freqüência cardíaca está em geral entre 60 e 90 batimentos por minuto (bpm) e fica, predominantemente, sob influência do sistema nervoso parassimpático. Durante atividades físicas, a freqüência cardíaca aumenta, na medida em que a atividade nervosa parassimpática diminui e os estímulos simpáticos e catecolaminas circulantes aumentam [10]. Nos indivíduos sadios a freqüência máxima de descarga do nódulo sinoatrial é determinada pela idade, sendo aproximadamente 220 menos a idade. Existe uma variação considerável da freqüência cardíaca máxima entre os indivíduos da mesma idade, com desvio-padrão de mais ou menos 10 bpm. Por essa razão, com o avanço da idade, a freqüência cardíaca máxima diminui em aproximadamente 1 bpm/ano [6]. 11

12 A realização bem-sucedida de exercícios físicos requer a interação coordenada de três importantes sistemas orgânicos: os músculos esqueléticos, o sistema cardiovascular e o sistema respiratório. Esses três sistemas estão diretamente acoplados para prover a troca gasosa homeostática, isto é, oxigênio e dióxido de carbono entre o ambiente externo e as fibras musculares em atividade. Durante atividades progressivas de exercício cada sistema ajusta sua função em uma base de momento a momento, de acordo com as necessidades metabólicas do organismo, principalmente aquelas dos músculos em exercício [7]. É importante observar que um distúrbio ou queda dentro de um ou mais desses sistemas orgânicos pode ser a causa de uma tolerância limitada do individuo ao exercício [7]. O trabalho de constatação de uma incapacidade suspeita ou da intolerância ao exercício pode necessitar de uma avaliação abrangente de todos os três sistemas orgânicos a fim de determinar os mecanismos específicos responsáveis pela alteração do paciente. O ecocardiograma e o eletrocardiograma têm um papel essencial no diagnostico de distúrbios cardiovasculares que podem predispor atletas jovens à morte cardíaca repentina durante atividades relacionadas a esportes. Com este método de diagnóstico, anormalidades estruturais do miocárdio, da aorta e das válvulas cardíacas podem ser detectadas e acompanhadas permitindo verificar a progressão da enfermidade que pode impedir a participação segura em esportes [8]. Métodos especiais de registro da freqüência e do ritmo cardíaco podem ser eficazes na detecção de alterações do ECG. A telemetria, ou registro do ECG sem fio, pode ser apropriada em quadros nos quais a freqüência e o ritmo podem ser acompanhados visualmente por um técnico em ECG: isto pode ser realizado durante jogos como basquete ou futebol. O registro de eventos (com o uso de um dispositivo de gravação portátil acionado pelo individuo) pode revelar distúrbios do ritmo de uma pessoa sintomática durante o evento e que consegue acionar a gravação durante o quadro clínico [9]. O músculo cardíaco, ao contrário do que ocorre com os músculos esqueléticos, encontra-se em constante atividade. A mobilização energética para o constante trabalho de contração dá-se, sobretudo através de processos aeróbicos. A grande quantidade de mitocôndrias das células cardíacas denota sua especialização neste tipo de mobilização energética até 30% do volume cardíaco pode se dever às mitocôndrias, enquanto que em células musculares esqueléticas de pessoas treinadas este percentual atinge de 5 a 10%-, as 12

13 células cardíacas apresentam também uma grande atividade de enzimas envolvidas na mobilização aeróbica de energia. A oxidação de ácidos graxos é responsável pelo fornecimento de até 80% da energia; a glicose e lactose, por 10% [10]. Um grande débito cardíaco é a base para o trabalho cardíaco de atletas treinados em resistência em âmbito submáximo e um pré-requisito para o trabalho cardíaco sob carga máxima. É interessante notar que o volume cardíaco não apresenta correlação somente com o volume sistólico, com a concentração de oxigênio fornecida (menos a quantia de oxigênio consumida para o trabalho cardíaco), com o consumo máximo de oxigênio e com a capacidade de resistência, mas também com o volume total de sangue, com a quantidade total de hemoglobina, com a capilarização na musculatura, e com um intenso funcionamento hepático, devido ao fato do fígado ser um órgão central nas trocas metabólicas. Deste modo observa-se que o treinamento possibilita o aprimoramento dos parâmetros participantes do desempenho esportivo e da correlação harmônica entre os mesmos Fisiologia do Coração A função primária do sistema cardiovascular é a de levar sangue para os tecidos, fornecendo, dessa maneira, os nutrientes essenciais para o metabolismo das células, enquanto, ao mesmo tempo, remove os produtos finais de metabolismo das células [2]. O coração atua como uma bomba, ao se contrair, gerando a pressão necessária para deslocar o sangue ao longo da seqüência dos vasos sangüíneos. Os vasos que conduzem o sangue do coração para os tecidos são chamados de artérias. As artérias funcionam com pressão elevada e contém porcentagem pequena de volume sangüíneo. Já as veias são aquelas que conduzem o sangue dos tecidos de volta ao coração; estas funcionam com pressão baixa e contém a maior porcentagem do volume sangüíneo. As trocas de nutrientes de produtos finais do metabolismo e de líquido ocorrem através das paredes dos vasos capilares. Estes são vasos sangüíneos de paredes muito finas localizados nos tecidos [2]. 13

14 O sistema cardiovascular também participa de diversas funções homeostáticas, como: Regulação da pressão arterial; Entrega de hormônios reguladores, de seus locais de secreção, as glândulas endócrinas, a seus locais de ação, nos órgãos-alvo; Regulação da temperatura corporal; Está envolvido nos ajustes homeostáticos em estados fisiológicos alterados, como hemorragia, exercício e alterações posturais. O coração pode ser visto como uma bomba pulsátil, que possui fibras musculares especializadas na produção e condução de estímulos elétricos que promovem a contração sincronizada do músculo cardíaco e assim, impulsionando o sangue para a circulação dos pulmões e de todo o corpo. Para atuar como uma bomba, os ventrículos devem ser eletricamente ativados e, em seguida, contrair. No músculo cardíaco, a ativação elétrica se deve ao potencial de ação cardíaco que, normalmente, se origina do nodo sinoatrial (SA ou NSA). Os potenciais de ação, gerados no nodo SA são conduzidos para todo o miocárdio, em seqüência ordenada e temporalmente definida. A contração também segue uma seqüência ordenada. Esta seqüência é crítica, visto que os átrios devem ser ativados e contraídos antes dos ventrículos e, os ventrículos devem contrair, do ápice para a base, para a ejeção eficiente de sangue [2]. A Fig.1 ilustra um coração, mostrando suas partes principais. 14

15 Fig.1- As partes principais do coração Eletrocardiograma Nas células dos músculos do coração, a ativação elétrica acontece pela mesma razão que nas células nervosas, pelo fluxo de íons de sódio cruzando a membrana da célula. A amplitude também é similar (100 mv) para os nervos e músculos. A duração do impulso do músculo cardíaco é duas vezes superior que qualquer célula nervosa ou muscular do corpo humano. Uma fase de platô segue a despolarização cardíaca, e a seguir ocorre a repolarização que é conseqüência do fluxo de íons de potácio saindo pela membrana da célula. Associado a ativação elétrica das células do músculo cardíaco, existe a sua contração mecânica, que ocorre com um pequeno atraso [5]. Uma importante diferença entre os músculos cardíacos e os músculos comuns é que no músculo cardíaco a ativação pode se propagar de uma célula para qualquer outra 15

16 direção, por isso o sinal do coração possui uma onda característica de forma mais complexa. A única exceção é a barreira entre o átrio e os ventrículos, onde a ativação normalmente não pode atravessar visto que uma barreira não-condutora está presente [5]. A Fig.2 ilustra a eletrofisiologia da célula cardíaca. Direção de condução Tempo Despolarização Repolarização Restauração iônica Fig.2- Eletrofisiologia do coração O eletrocardiograma é a medida das pequenas diferenças de potencial que refletem a atividade elétrica do coração. Essas diferenças de potencial podem ser medidas, na superfície do corpo, em função das seqüências temporal e da despolarização e repolarização do coração. Observa-se que o miocárdio não é despolarizado a um só tempo [5]. Os átrios despolarizam antes dos ventrículos e estes despolarizam em seqüência definida. Os átrios repolarizam enquanto os ventrículos estão despolarizando e os ventrículos repolarizam em seqüência específica. Em virtude dessa seqüência e dos tempos da propagação e da repolarização, são produzidos no miocárdio diferenças de potencial entre as diversas regiões do coração, que podem ser detectadas por eletrodos colocados na superfície do tórax. 16

17 As diferentes formas de onda para cada uma das células especializadas encontradas no coração são demonstradas na Fig.3. As diferenças de tempo são referentes ao que é comumente encontrado em um coração saudável [2]. Para um estudo completo das formas de ondas, foi isolado um coração de um indivíduo que tinha tido morte cerebral, e que não apresentava nenhum histórico de doenças cardíacas. O coração foi removido somente 30 minutos após ser decretada a morte cerebral. Posteriormente, 870 eletrodos foram colocados nos músculos cardíacos e a atividade elétrica do coração foi gravada e reproduzida em papel, com uma resolução de amostragem de 1 ms [2]. A Fig.3 mostra o resultado destes dados. Os ventrículos são mostrados com a parede anterior e parte do ventrículo direito abertos; as superfícies isocrônicas mostram claramente que a ativação ventricular começa na parede interna do ventrículo esquerdo e procede radialmente para o epicárdio. Na parte terminal da ativação ventricular, a excitação procede mais tangencialmente. Este fenômeno e seus efeitos são utilizados no eletrocardiograma, para avaliação da saúde de um paciente [2]. Fig.3- Ondas do eletrocardiograma 17

18 As diversas ondas representam despolarizações ou repolarizações das diferentes partes do miocárdio e recebem rótulos por letras, como pode ser visto pela Fig.4. Os intervalos e os segmentos, entre essas ondas, também são identificados. A diferença entre intervalos e segmentos é a de que os intervalos incluem as ondas, enquanto os segmentos não o fazem. As seguintes ondas, intervalos e segmentos estão representados no ECG [5]: 1. Onda P: representa a despolarização dos átrios. A duração da onda P está correlacionada com o tempo de condução pelos átrios. Por exemplo, se a velocidade de condução ficar diminuída, a onda P aparecerá alargada; 2. Onda Q: representa a deflexão negativa inicial da despolarização ventricular; normalmente é uma onda pequena e negativa; 3. Onda R: primeira deflexão positiva. É geralmente mais pronunciada e positiva; 4. Onda S: deflexão negativa que segue a onda R. É similar à Q; 5. Intervalo PR: é o tempo decorrido, desde a despolarização inicial dos átrios até a despolarização inicial dos ventrículos. Assim, o intervalo PR inclui a onda P e o segmento PR, parte isoelétrica (em linha reta) do ECG. Normalmente, o intervalo PR é de 160ms, tempo da primeira despolarização dos átrios até a primeira despolarização dos ventrículos; 6. Complexo QRS: consiste em três ondas, Q, R e S. Em seu conjunto, essas ondas representam a despolarização dos ventrículos. A duração total do complexo QRS é semelhante à da onda P. Isso acontece pois os ventrículos despolarizam tão rapidamente quanto os átrios, visto que sua velocidade de condução é muito maior do que a do sistema condutor dos átrios; 7. Onda T: representa a repolarização dos ventrículos; 8. Intervalo QT: inclui o complexo QRS, o segmento ST e a onda T. Representa a primeira despolarização ventricular até a última repolarização ventricular. O segmento ST é um trecho isoelétrico do intervalo QT; 9. Onda U: raramente vista, ainda não se conhece seu significado. 18

19 Fig.4- Eletrocardiograma padrão A Aquisição e o Registro do Eletrocardiograma Os batimentos cardíacos geram um sinal elétrico que pode ser usado como ferramenta de diagnóstico para examinar algumas das funções do coração. Esses sinais podem ser captados através de quaisquer pontos com a mesma diferença de potencial da linha de campo elétrico do coração, como pulsos direito e esquerdo do paciente. Os amplificadores são bastante importantes na medida dos biopotenciais do corpo. Eles são necessários para aumentar a amplitude do sinal mantendo sua forma original. A função essencial dos amplificadores de biopotenciais é pegar um sinal original biológico elétrico, geralmente de baixíssima amplitude, e aumentá-la. Para que, posteriormente, seja possível o processamento, gravação, análise e a apresentação dos sinais capturados do corpo do indivíduo. 19

20 como: Os amplificadores de ECG possuem alguns requisitos para um bom funcionamento, Alta impedância de entrada; Alto CMRR; Alto ganho; Baixo ruído; Resposta em freqüência de 0,1 a 100Hz. O sinal captado diretamente do paciente possui uma diferença de potencial muito baixa, sendo necessário um circuito capaz de amplificar essa diferença de potencial, para que o sinal possa ser representado na forma de um ECG. Um ganho considerável seria maior ou igual a 500. Na tentativa de diminuir os ruídos existentes no circuito, é aconselhável utilizar baterias, ao invés da fonte de alimentação que gera mais ruído, principalmente 60 Hz. Além disso, em especial nesse projeto, o equipamento final deveria ser bastante pequeno, já que será carregado durante o exercício físico, reforçando a necessidade do uso de baterias. Dois exemplos do circuito de aquisição do ECG são descritos. O primeiro deles, visto na Fig. 5, mostra que o eletrodo da perna da pessoa é ligado à saída de um amplificador operacional auxiliar. Este feedback negativo aumenta a rejeição de modo comum, diminuindo os ruídos. Além disso, esse tipo de circuito proporciona maior segurança elétrica. Em caso de uma tensão entre o paciente e o terra, o amplificador auxiliar satura, isolando o paciente. Já na Fig.6, observa-se um circuito bastante similar, porém com a perna do indivíduo ligada diretamente no terra. 20

21 Fig.5- Circuito de amplificador do ECG Fig.6- Circuito mais simplificado de amplificador do ECG 21

22 A freqüência cardíaca é medida pela contagem dos complexos QRS por minuto [5]. O comprimento do ciclo é o intervalo R-R (período de tempo entre duas ondas R sucessivas). A freqüência cardíaca é relacionada à duração do ciclo da forma seguinte: Freqüência cardíaca = 1/ duração do ciclo (unidade bpm) As variações de freqüência cardíaca provocam variações na duração do potencial de ação e, por isso, alterações nas durações dos períodos refratários e da excitabilidade [2]. Se a freqüência cardíaca aumenta, ocorre redução da duração do potencial de ação. Não apenas serão gerados mais potenciais de ação, por unidade de tempo, como esses potenciais de ação terão menor duração e menores períodos refratários. Devido à relação entre freqüência cardíaca e período refratário, o aumento da freqüência cardíaca poderá ser fator para a gênese de arritmias, isto é, ritmos cardíacos anormais. À medida que a freqüência cardíaca aumenta e os períodos refratários encurtam, as células miocárdias passam a ficar excitáveis precocemente e com maior freqüência Transmissão via Rádio Neste projeto, a transmissão do eletrocardiograma adquirido da pessoa deve ser transmitido via rádio. Para esse tipo de transmissão faz-se necessário a modulação do sinal que se deseja transmitir. Para melhor entender essa teoria temos os seguintes conceitos: o sinal que contém a informação é dito sinal modulante e o sinal de alta freqüência é chamado de onda portadora. O resultado da interferência de um sinal sobre o outro é um terceiro sinal elétrico chamado sinal modulado e o processo que envolve a geração desse sinal a partir dos dois primeiros é conhecido por modulação. Resumindo, modulação é um processo que consiste em se alterar uma característica da onda portadora, proporcionalmente ao sinal modulante[4]. 22

23 A partir desse conceito de modulação, podemos dividir os sistemas de comunicação em dois grandes grupos: - um que usa portadora senoidal - outro que utiliza como portadora um trem de pulsos. Para portadora senoidal, há duas características alteráveis: a amplitude e a freqüência, gerando a modulação em amplitude AM (Amplitude Modulation) e a modulação em fase PM(Phase Modulation) ou em freqüência FM (Frequency Modulation). Devido a grande semelhança entre PM e FM, estas são classificadas como Modulação Angular. Na implementação do projeto deu-se a prioridade em utilizar a modulação do tipo Angular, já que esta é menos vulnerável aos ruídos. Esse tipo de modulação pode ser classificado em dois tipos[4]: - FM de Faixa Estreita Essa técnica é utilizada quando se necessita agrupar vários sinais modulados em FM em uma faixa relativamente restrita de freqüências, que consiste basicamente em limitar o índice de modulação para restringir a largura de faixa ocupada. - FM de Faixa Larga O processo consiste em escolher uma freqüência do gerador senoidal, suficientemente grande, para não causar problemas na filtragem do filtro mecânico e reduzir a amplitude da senóide a praticamente zero. Basicamente, existem dois métodos de se obter um sinal modulado em freqüência. Um deles age diretamente sobre a freqüência de ressonância de um circuito oscilador e outro método, indireto, é o sistema Armstrong de obtenção do sinal FM de Faixa Estreita, seguido de uma multiplicação de freqüência e heterodinação. Uma terceira alternativa 23

UNICENP CENTRO UNIVERSITÁRIO POSITIVO NÚCLEO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO

UNICENP CENTRO UNIVERSITÁRIO POSITIVO NÚCLEO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO UNICENP CENTRO UNIVERSITÁRIO POSITIVO NÚCLEO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO SISTEMA DE BIOTELEMETRIA PARA MONITORAÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA EM TEMPO REAL Autor: Bruna

Leia mais

Em um estudo sobre sinais, o passo inicial é de conceituação dada a diversidade semântica da palavra SINAL (figura 1). Figura 1 Conceito de sinal

Em um estudo sobre sinais, o passo inicial é de conceituação dada a diversidade semântica da palavra SINAL (figura 1). Figura 1 Conceito de sinal CONCEITO DE SINAL Em um estudo sobre sinais, o passo inicial é de conceituação dada a diversidade semântica da palavra SINAL (figura 1). Figura 1 Conceito de sinal RECONSTRUÇÃO DE SINAIS A PARTIR DE SENÓIDES

Leia mais

PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ELETROCARDIOGRAMA

PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ELETROCARDIOGRAMA UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA da REGIÃO DE CHAPECÓ - UNOCHAPECÓ ÁREA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE ENFERMAGEM PROFESSORA TÂNIA MARIA ASCARI PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ELETROCARDIOGRAMA O eletrocardiograma é o registro

Leia mais

2- Conceitos Básicos de Telecomunicações

2- Conceitos Básicos de Telecomunicações Introdução às Telecomunicações 2- Conceitos Básicos de Telecomunicações Elementos de um Sistemas de Telecomunicações Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Telecomunicações 2 1 A Fonte Equipamento que origina

Leia mais

Hemodinâmica. Cardiovascular. Fisiologia. Fonte: http://images.sciencedaily.com/2008/02/080226104403-large.jpg

Hemodinâmica. Cardiovascular. Fisiologia. Fonte: http://images.sciencedaily.com/2008/02/080226104403-large.jpg Fonte: http://images.sciencedaily.com/2008/02/080226104403-large.jpg Fisiologia Cardiovascular Hemodinâmica Introdução O sistema circulatório apresenta várias funções integrativas e de coordenação: Função

Leia mais

Fisiologia Cardiovascular

Fisiologia Cardiovascular Fisiologia Cardiovascular Conceitos e funções do sistema circulatório O coração Eletrocardiograma A circulação Regulação da circulação Conceitos e funções do sistema circulatório Sistema Circulatório O

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA SÉRIE DE EXERCÍCIO #A (1) CONVERSOR A/D APROXIMAÇÃO SUCESSIVA (SAR) A figura

Leia mais

Eventos mecânicos do ciclo cardíaco

Eventos mecânicos do ciclo cardíaco O músculo cardíaco Introdução As variedades de músculos cardíacos O músculo cardíaco como um sincício O longo potencial de ação e o seu platô no músculo cardíaco Introdução O coração pode ser considerado

Leia mais

Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina do Cariri Liga de Medicina Intensiva e Emergências Médicas do Cariri

Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina do Cariri Liga de Medicina Intensiva e Emergências Médicas do Cariri Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina do Cariri Liga de Medicina Intensiva e Emergências Médicas do Cariri Introdução ao Eletrocardiograma ACD: Damito Robson Xavier de Souza Enganoso é o

Leia mais

Fisiologia Geral. Biofísica da Circulação: artérias

Fisiologia Geral. Biofísica da Circulação: artérias Fisiologia Geral Biofísica da Circulação: O ciclo cardíaco; Interconversão de energias nas artérias SISTEMA CARDIOVASCULAR Sistema de ductos fechados com uma bomba hidráulica: O coração. Artérias: vasos

Leia mais

Conceitos básicos do

Conceitos básicos do Conceitos básicos Conceitos básicos do Este artigo descreve os conceitos de memória eletrônica. Apresentar os conceitos básicos dos flip-flops tipo RS, JK, D e T, D Apresentar o conceito da análise de

Leia mais

POTENCIAL ELÉTRICO. alvaro.unespbauru@hotmail.com

POTENCIAL ELÉTRICO. alvaro.unespbauru@hotmail.com POTENCIAL ELÉTRICO alvaro.unespbauru@hotmail.com Potenciais elétricos Potencial de membrana: é a diferença de potencial elétrico, em Volts (V), gerada a partir de um gradiente eletroquímico através de

Leia mais

SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade

SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA PROFESSOR: LUCIANO CAVALCANTI SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade

Leia mais

Sistema circulatório

Sistema circulatório Sistema circulatório O que é: também conhecido como sistema cardiovascular é formado pelo coração e vasos sanguíneos. Tal sistema é responsável pelo transporte de nutrientes, gases, hormônios, excreções

Leia mais

CAPÍTULO 5. INTERFACES PARA PERIFÉRICOS DE ARMAZENAMENTO INTERFACES DIVERSAS: FIREWIRE, SPI e I 2 C INTERFACES COM O MUNDO ANALÓGICO

CAPÍTULO 5. INTERFACES PARA PERIFÉRICOS DE ARMAZENAMENTO INTERFACES DIVERSAS: FIREWIRE, SPI e I 2 C INTERFACES COM O MUNDO ANALÓGICO 28 CAPÍTULO 5 INTERFACES PARA PERIFÉRICOS DE ARMAZENAMENTO INTERFACES DIVERSAS: FIREWIRE, SPI e I 2 C INTERFACES COM O MUNDO ANALÓGICO Interfaces para periféricos de armazenamento: Periféricos de armazenamento,

Leia mais

Filtros de sinais. Conhecendo os filtros de sinais.

Filtros de sinais. Conhecendo os filtros de sinais. Filtros de sinais Nas aulas anteriores estudamos alguns conceitos importantes sobre a produção e propagação das ondas eletromagnéticas, além de analisarmos a constituição de um sistema básico de comunicações.

Leia mais

Monitor Cardíaco. Universidade Federal de Santa Maria Centro de Tecnologia Departamento de Eletrônica e Computação

Monitor Cardíaco. Universidade Federal de Santa Maria Centro de Tecnologia Departamento de Eletrônica e Computação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Tecnologia Departamento de Eletrônica e Computação Monitor Cardíaco Proposta de Trabalho de Conclusão de Curso Prof. Giovani Baratto Santa Maria Agosto de

Leia mais

Aplicações com OpAmp. 1) Amplificadores básicos. Amplificador Inversor

Aplicações com OpAmp. 1) Amplificadores básicos. Amplificador Inversor 225 Aplicações com OpAmp A quantidade de circuitos que podem ser implementados com opamps é ilimitada. Selecionamos aqueles circuitos mais comuns na prática e agrupamos por categorias. A A seguir passaremos

Leia mais

Título: EMG Biofeedback por Eletro-estimulação Autores:

Título: EMG Biofeedback por Eletro-estimulação Autores: Título: EMG Biofeedback por Eletro-estimulação Autores: Alan Nogueira Sanches Felippe de Carvalho Barros Fernando Felizate Pereira Leandro de Marchi Sérgio Antônio Mathias da Silva Professor Orientador:

Leia mais

Índice. Utilizando o integrado 555... 03. Operação monoestável (Temporizador)... 06. Operação astável (Oscilador)... 07

Índice. Utilizando o integrado 555... 03. Operação monoestável (Temporizador)... 06. Operação astável (Oscilador)... 07 Utilizando o CI 555 Índice Utilizando o integrado 555... 03 Operação monoestável (Temporizador)... 06 Operação astável (Oscilador)... 07 O circuito integrado 556... 10 Aplicações úteis... 11 Gerador de

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Parte II: Camada Física Dezembro, 2012 Professor: Reinaldo Gomes reinaldo@computacao.ufcg.edu.br Meios de Transmissão 1 Meios de Transmissão Terminologia A transmissão de dados d

Leia mais

EXAMES COMPLEMENTARES: ECG NORMAL. Diego A. H. Ortega dos Santos 07/11/12

EXAMES COMPLEMENTARES: ECG NORMAL. Diego A. H. Ortega dos Santos 07/11/12 EXAMES COMPLEMENTARES: ECG NORMAL Diego A. H. Ortega dos Santos 07/11/12 OBJETIVOS 1) Revisar Eletrofisiologia Cardíaca 2) Compreender o ECG - Quanto aos valores - Quanto à técnica - Quanto às derivações

Leia mais

A Atividade Elétrica do Coração http://www.geocities.ws/equipecv/fisiologia/ativeletrica.html

A Atividade Elétrica do Coração http://www.geocities.ws/equipecv/fisiologia/ativeletrica.html A Atividade Elétrica do Coração http://www.geocities.ws/equipecv/fisiologia/ativeletrica.html 1. A contração das células musculares cardíacas é acionada por um potencial de ação elétrico Conforme o músculo

Leia mais

Ondas sonoras: Experimentos de Interferência e Ondas em Tubos

Ondas sonoras: Experimentos de Interferência e Ondas em Tubos Ondas sonoras: Experimentos de Interferência e Ondas em Tubos Relatório Final de Atividades apresentado à disciplina de F-809. Aluna: Cris Adriano Orientador: Prof. Mauro de Carvalho Resumo Este trabalho

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA UNIDADE ACADEMICA DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA UNIDADE ACADEMICA DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA UNIDADE ACADEMICA DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA LISTA DE EXERCÍCIOS #12 (1) FILTRO PASSA-FAIXA Mostre que o circuito

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES 1 INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES 1.1 - Instrumentação Importância Medições experimentais ou de laboratório. Medições em produtos comerciais com outra finalidade principal. 1.2 - Transdutores

Leia mais

Fisiologia Cardiovascular

Fisiologia Cardiovascular Fisiologia Cardiovascular Conceitos e funções do sistema circulatório O coração Eletrocardiograma A circulação Regulação da circulação Aula prática - ECG Aula prática Medida de PA Conceitos e funções do

Leia mais

O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA

O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Quim. Nova, Vol. 38, No. 3, S1-S6, 2015 O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Fernando Arruda Mendes de Oliveira a,b, Eduardo Ribeiro

Leia mais

Definições de Sinais e Sistemas

Definições de Sinais e Sistemas Definições de Sinais e Sistemas O que é um Sinal? O que é um Sistema? Visão Geral de Sistemas Específicos Processamento de Sinais Analógicos Versus Digitais Definições de Sinais e Sistemas 1 O que é um

Leia mais

Video Lecture RF. Laps

Video Lecture RF. Laps Video Lecture RF Laps Agenda 1. Considerações no projeto de circuitos RF 2. Casamento de impedância 3. Parâmetros S e Carta de Smith 4. Dispositivos/blocos comumente usados 5. Arquiteturas de transceptores

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA UNIDADE ACADEMICA DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA UNIDADE ACADEMICA DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA UNIDADE ACADEMICA DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA LISTA DE EXERCÍCIOS #11 (1) O circuito a seguir é usado como pré-amplificador

Leia mais

Tecidos Nervoso e Muscular

Tecidos Nervoso e Muscular Material de apoio para Monitoria Questão 1 (Feio-Lemos, 2014) No esquema abaixo está representada a anatomia geral de um neurônio. Acerca da mesma, responda o que se pede. a b c d e f Meio intracelular

Leia mais

Amplificador Operacional Básico. Amplificador Operacional Básico

Amplificador Operacional Básico. Amplificador Operacional Básico Amplificador Operacional Básico Eng.: Roberto Bairros dos Santos. Um empreendimento Bairros Projetos didáticos www.bairrospd.kit.net Este artigo descreve como identificar o amplificador operacional, mostra

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO FREQÜENCÍMETRO PARA CONTROLE REMOTO MODELO FC-650

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO FREQÜENCÍMETRO PARA CONTROLE REMOTO MODELO FC-650 MANUAL DE INSTRUÇÕES DO FREQÜENCÍMETRO PARA CONTROLE REMOTO MODELO FC-650 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do instrumento ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 1 2. REGRAS

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA UNIVERIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA LITA DE EXERCÍCIO # () Mostre que o circuito a seguir pode ser usado como

Leia mais

Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados

Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados Mauricélio Alves de Sousa, Eng o Fernando Luiz Marcelo Antunes, PhD Ricardo Silva Thé Pontes, MSc Grupo de Processamento de

Leia mais

Modulador e demodulador PWM

Modulador e demodulador PWM Modulador e demodulador PWM 2 ATENÇÃO O autor não se responsabiliza pelo uso indevido das informações aqui apresentadas. Danos causados a qualquer equipamento utilizado juntamente com os circuitos aqui

Leia mais

Programa da disciplina, i metodologia de ensino, avaliações e bibliografia básica. Objetivos da Disciplina

Programa da disciplina, i metodologia de ensino, avaliações e bibliografia básica. Objetivos da Disciplina Circuitos Digitais Cap. 1 Prof. José Maria P. de Menezes Jr. Circuitos Digitais Tópicos Digitais I- Engenharia Elétrica -UFPI Programa da disciplina, i metodologia de ensino, avaliações e bibliografia

Leia mais

RECEPTOR AM DSB. Transmissor. Circuito Receptor AM DSB - Profº Vitorino 1

RECEPTOR AM DSB. Transmissor. Circuito Receptor AM DSB - Profº Vitorino 1 RECEPTOR AM DSB Transmissor Circuito Receptor AM DSB - Profº Vitorino 1 O receptor super-heteródino O circuito demodulador que vimos anteriormente é apenas parte de um circuito mais sofisticado capaz de

Leia mais

(1) Slide 1. Osciladores e temporizadores

(1) Slide 1. Osciladores e temporizadores (1) Slide 1 Osciladores e temporizadores A maioria dos equipamentos eletrônicos inclui alguma forma de oscilador ou temporizador, que podem ser com formatos de onda pulsada, senoidal, quadrada, em dente-de-serra

Leia mais

Aula 4 Corrente Alternada e Corrente Contínua

Aula 4 Corrente Alternada e Corrente Contínua FUNDMENTOS DE ENGENHI ELÉTIC PONTIFÍCI UNIVESIDDE CTÓLIC DO IO GNDE DO SUL FCULDDE DE ENGENHI ula 4 Corrente lternada e Corrente Contínua Introdução Corrente lternada e Corrente Contínua Transformadores

Leia mais

ELETROCARDIOGRAMA. Profº Enf Eduwaldo Araújo Ferreira

ELETROCARDIOGRAMA. Profº Enf Eduwaldo Araújo Ferreira ELETROCARDIOGRAMA História do Eletrocardiograma A história do eletrocardiograma (ECG) remonta ao século XIX Acredita-se que o primeiro registro de de ECG tenha sido realizado em 1872, por Alexander Muirhead

Leia mais

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010 Questão 21 Conhecimentos Específicos - Técnico em Eletrônica Calcule a tensão Vo no circuito ilustrado na figura ao lado. A. 1 V. B. 10 V. C. 5 V. D. 15 V. Questão 22 Conhecimentos Específicos - Técnico

Leia mais

O Capacitor Q = V. C. V C = Vcc. (1 e t/τ ) τ = R. C

O Capacitor Q = V. C. V C = Vcc. (1 e t/τ ) τ = R. C O Capacitor Componente eletrônico constituído de duas placas condutoras, separadas por um material isolante. É um componente que, embora não conduza corrente elétrica entre seus terminais, é capaz de armazenar

Leia mais

Ponte de Wien Oscilador de quadratura Oscilador duplo T Oscilador Colpitt Etc.

Ponte de Wien Oscilador de quadratura Oscilador duplo T Oscilador Colpitt Etc. Amplificadores operacionais como Osciladores Em muitas aplicações é necessário gerar um sinal, que pode ter as mais diversas formas, retangular, senoidal, triangular, etc. Entretanto, o único sinal disponível

Leia mais

32. Um sistema termodinâmico realiza um ciclo conforme representado na figura abaixo:

32. Um sistema termodinâmico realiza um ciclo conforme representado na figura abaixo: 0 GABARITO O DIA o PROCESSO SELETIVO/005 FÍSICA QUESTÕES DE 3 A 45 3. Uma fonte de luz monocromática está imersa em um meio líquido de índice de refração igual a,0. Os raios de luz atingem a superfície

Leia mais

Prof. Me. Leandro Parussolo

Prof. Me. Leandro Parussolo HISTOFISIOLOGIA ANIMAL AULA - SISTEMA CARDIOVASCULAR Prof. Me. Leandro Parussolo SISTEMA CARDIOVASCULAR INTRODUÇÃO A função da circulação é realizada pelo sistema cardiovascular sistema vascular sanguíneo

Leia mais

APOSTILA MÓDULO - 4. figura 2 HALL. figura 3. tomada de entrada balanceada CANON

APOSTILA MÓDULO - 4. figura 2 HALL. figura 3. tomada de entrada balanceada CANON APOSTILA MÓDULO 4 AULA 4 AMPLIFICADORES OPERACIONAIS 2 Amplificação de sinais diferenciais bobina magnética e HALL O circuito Schmitt Trigger analisado detalhadamente Os pontos NSD e NID (Nível Superior

Leia mais

Eletrônica Industrial Apostila sobre Modulação PWM página 1 de 6 INTRODUÇÃO

Eletrônica Industrial Apostila sobre Modulação PWM página 1 de 6 INTRODUÇÃO Eletrônica Industrial Apostila sobre Modulação PWM página 1 de 6 Curso Técnico em Eletrônica Eletrônica Industrial Apostila sobre Modulação PWM Prof. Ariovaldo Ghirardello INTRODUÇÃO Os controles de potência,

Leia mais

ELETROCARDIOGRAMA AS BASES FISIOLÓGICAS DA ELETROCARDIOGRAFIA. Grupo de Fisiologia Geral da Fundação Universidade de Caxias do Sul

ELETROCARDIOGRAMA AS BASES FISIOLÓGICAS DA ELETROCARDIOGRAFIA. Grupo de Fisiologia Geral da Fundação Universidade de Caxias do Sul ELETROCARDIOGRAMA AS BASES FISIOLÓGICAS DA ELETROCARDIOGRAFIA Grupo de Fisiologia Geral da Fundação Universidade de Caxias do Sul Grupo de Fisiologia Geral da Universidade de Caxias do Sul AS BASES FISIOLÓGICAS

Leia mais

Teoria das Descargas Parciais

Teoria das Descargas Parciais Teoria das Descargas Parciais Quando uma tensão é aplicada aos terminais de um equipamento elétrico que possui isolamento elétrico (dielétricos - ar, SF 6, óleo isolante, fenolite, resinas, vidros, etc.)

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO - FEEC DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA BIOMÉDICA EA-097 - Técnicas Experimentais em Engenharia Biomédica (Preparado

Leia mais

DESFIBRILADORES CARDIOVERSORES. Túlio Cunha. M. Sc. Engenharia Biomédica.

DESFIBRILADORES CARDIOVERSORES. Túlio Cunha. M. Sc. Engenharia Biomédica. DESFIBRILADORES E CARDIOVERSORES Túlio Cunha. M. Sc. Engenharia Biomédica. INTRODUÇÃO : Este é um resumo de informações importantes sobre desfibriladores e cardioversores. Consta de dados técnicos sobre

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM ELETROCARDIÓGRAFO COM MICROCONTROLADOR MSP 430

DESENVOLVIMENTO DE UM ELETROCARDIÓGRAFO COM MICROCONTROLADOR MSP 430 19 a 21 de mar o de 2010 152 DESENVOLVIMENTO DE UM ELETROCARDIÓGRAFO COM MICROCONTROLADOR MSP 430 Luiz Dionisio Pedrini, Walter Antonio Gontijo Engenharia de Computação Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI)

Leia mais

1 Problemas de transmissão

1 Problemas de transmissão 1 Problemas de transmissão O sinal recebido pelo receptor pode diferir do sinal transmitido. No caso analógico há degradação da qualidade do sinal. No caso digital ocorrem erros de bit. Essas diferenças

Leia mais

MEDIÇÃO DE TAXA DE ERRO DE BIT Alba Angélica Ratis

MEDIÇÃO DE TAXA DE ERRO DE BIT Alba Angélica Ratis Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Instrumentação Eletrônica Professor: Luciano Cavalcanti MEDIÇÃO DE TAXA DE ERRO DE BIT Alba Angélica Ratis Este

Leia mais

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível.

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível. VALÊNCIAS FÍSICAS RESISTÊNCIA AERÓBICA: Qualidade física que permite ao organismo executar uma atividade de baixa para média intensidade por um longo período de tempo. Depende basicamente do estado geral

Leia mais

Disciplina: Eletrônica de Potência (ENGC48)

Disciplina: Eletrônica de Potência (ENGC48) Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Eletrônica de Potência (ENGC48) Tema: Conversores CA-CC Monofásicos Controlados Prof.: Eduardo Simas eduardo.simas@ufba.br

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO Amanda 5ª Atividade: Codificador e codificação de linha e seu uso em transmissão digital Petrópolis, RJ 2012 Codificador: Um codoficador

Leia mais

Conversor Analógico /Digital

Conversor Analógico /Digital O que é: Um sistema eletrônico que recebe uma tensão analógica em sua entrada e converte essa tensão para um valor digital em sua saída. Processo de conversão Consiste basicamente em aplicar uma informação

Leia mais

O AMPLIFICADOR LOCK-IN

O AMPLIFICADOR LOCK-IN O AMPLIFICADOR LOCK-IN AUTORES: RAFAEL ASTUTO AROUCHE NUNES MARCELO PORTES DE ALBUQUERQUE MÁRCIO PORTES DE ALBUQUERQUE OUTUBRO 2007-1 - SUMÁRIO RESUMO... 3 INTRODUÇÃO... 4 PARTE I: O QUE É UM AMPLIFICADOR

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DESENVOLVIMENTO DE UM PAR DE LUVAS INSTRUMENTALIZADAS PARA AQUISIÇÃO DE MOVIMENTOS APLICADAS AO PROCESSAMENTO E RECONHECIMENTO

Leia mais

ANATOMIA HUMANA II. Roteiro Sistema Circulatório

ANATOMIA HUMANA II. Roteiro Sistema Circulatório ANATOMIA HUMANA II Sistema Circulatório Prof. Me. Fabio Milioni Roteiro Sistema Circulatório Conceito Função Divisão Sistemacardiovascular Sistemalinfático 1 CONCEITO O sistema cardiovascular é responsável

Leia mais

CAPÍTULO 9 OSCILADORES TRANSISTORIZADOS

CAPÍTULO 9 OSCILADORES TRANSISTORIZADOS CAPÍTULO 9 OSCILADORES TRANSISTORIZADOS INTRODUÇÃO Os osciladores são dispositivos cuja função principal é transformar energia CC aplicada, em energia AC. Para que haja essa transformação é necessário

Leia mais

Aula V Medição de Variáveis Mecânicas

Aula V Medição de Variáveis Mecânicas Aula V Medição de Variáveis Mecânicas Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica Disciplina: Instrumentação e Automação Industrial I(ENGF99) Professor: Eduardo Simas(eduardo.simas@ufba.br) Sensores

Leia mais

Sinal analógico x sinal digital. Sinal analógico. Exemplos de variações nas grandezas básicas. Grandezas básicas em sinais periódicos

Sinal analógico x sinal digital. Sinal analógico. Exemplos de variações nas grandezas básicas. Grandezas básicas em sinais periódicos Plano Redes de Computadores Transmissão de Informações nálise de Sinais ula 04 Introdução Dados, sinais e transmissão Sinal analógico x sinal digital Sinais analógicos Grandezas básicas Domínio tempo x

Leia mais

APLICADO AO EXERCÍCIO

APLICADO AO EXERCÍCIO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS DEPARTAMENTO DE HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA LABORATÓRIO DE METABOLISMO DE LIPÍDEOS SISTEMA CARDIORRESPIRATÓRIO APLICADO AO EXERCÍCIO Prof. Dr: Luiz

Leia mais

Eletrônica Aula 07 CIN-UPPE

Eletrônica Aula 07 CIN-UPPE Eletrônica Aula 07 CIN-UPPE Amplificador básico Amplificador básico É um circuito eletrônico, baseado em um componente ativo, como o transistor ou a válvula, que tem como função amplificar um sinal de

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO CURVE TRACER

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO CURVE TRACER PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO CURVE TRACER CURITIBA 2011 GUSTAVO MURILO SCHMITT MASSANEIRO CURVE TRACER Documentação apresentada

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA CCET CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO Henrique Soares Hinke José Eduardo da Silva Rodrigues Matheus Augusto de Queiroz

Leia mais

EPUSP PCS 2021/2308/2355 Laboratório Digital GERADOR DE SINAIS

EPUSP PCS 2021/2308/2355 Laboratório Digital GERADOR DE SINAIS GERADOR DE SINAIS E.T.M./2007 (adaptação) E.T.M./2011 (revisão) RESUMO Esta experiência tem como objetivo a familiarização com o problema da conversão de sinais digitalizados em sinais analógicos, o conversor

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM CENTRO DE TECNOLOGIA CT GRUPO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA E CONTROLE - GEPOC SEPOC 2010

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM CENTRO DE TECNOLOGIA CT GRUPO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA E CONTROLE - GEPOC SEPOC 2010 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM CENTRO DE TECNOLOGIA CT GRUPO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA E CONTROLE - GEPOC SEPOC 2010 FILTRO ATIVO DE POTÊNCIA SÉRIE PARALELO APRESENTADOR: MÁRCIO STEFANELLO,

Leia mais

AUTOMAÇÃO DE CÚPULA DE OBSERVATÓRIO ASTRONÔMICO

AUTOMAÇÃO DE CÚPULA DE OBSERVATÓRIO ASTRONÔMICO AUTOMAÇÃO DE CÚPULA DE OBSERVATÓRIO ASTRONÔMICO Marcella Scoczynski Ribeiro (UTFPR/UEPG) marcella_engcomp@yahoo.com.br Matheus Safraid (UEPG) msafraid@hotmail.com Resumo Este trabalho apresenta os benefícios

Leia mais

EXERCÍCIOS ON LINE DE CIÊNCIAS 8 AN0

EXERCÍCIOS ON LINE DE CIÊNCIAS 8 AN0 EXERCÍCIOS ON LINE DE CIÊNCIAS 8 AN0 1- Que órgão do sistema nervoso central controla nosso ritmo respiratório? Bulbo 2- Os alvéolos são formados por uma única camada de células muito finas. Explique como

Leia mais

Apresentação. ECG Digital. Life Card. Telemedicina

Apresentação. ECG Digital. Life Card. Telemedicina ECG Digital Apresentação O WinCardio é composto por um eletrocardiógrafo USB em 12 derivações simultâneas, software compatível com Windows XP, Vista (32 bits), Windows 7 (32 bits) e filtros digitais que

Leia mais

Capítulo 4 Conversores AD e DA

Capítulo 4 Conversores AD e DA Capítulo 4 Conversores AD e DA Conteúdo Processamento de quantidades digitais e analógicas Conversão Digital-Analógico DA Circuitos conversores D/A Conversão Analógico-Digital AD AD de rampa digital Aquisição

Leia mais

Sistema circulatório

Sistema circulatório Texto de apoio ao professor T3 Nesta aula irá estudar-de o ciclo cardíaco (diástole, sístole, pressão sanguínea e arterial) e os meios utilizados para o diagnóstico e prevenção de anomalias que possam

Leia mais

Imprimir. Influência das Harmônicas na Alimentação de Dispositivos Eletrônicos: Efeitos, e como eliminá-los

Imprimir. Influência das Harmônicas na Alimentação de Dispositivos Eletrônicos: Efeitos, e como eliminá-los 1/ 9 Imprimir PROJETOS / Energia 20/08/2012 10:20:00 Influência das Harmônicas na Alimentação de Dispositivos Eletrônicos: Efeitos, e como eliminá-los Na primeira parte deste artigo vimos que a energia

Leia mais

Serial Paralela USB FireWire(IEEE1394)

Serial Paralela USB FireWire(IEEE1394) Serial Paralela USB FireWire(IEEE1394) histórico Tudo começou em 1980 quando a IBM estava desenvolvendo seu primeiro micro PC. Já haviam definido que o barramento ISA seria usado para permitir que o IBM

Leia mais

EA075 Conversão A/D e D/A

EA075 Conversão A/D e D/A EA075 Conversão A/D e D/A Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) Prof. Levy Boccato 1 Introdução Sinal digital: possui um valor especificado

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE CIRCUITOS CONVERSORES DIGITAL-ANALÓGICOS PARA CONTROLE DE POLARIZAÇÃO

DESENVOLVIMENTO DE CIRCUITOS CONVERSORES DIGITAL-ANALÓGICOS PARA CONTROLE DE POLARIZAÇÃO DESENVOLVIMENTO DE CIRCUITOS CONVERSORES DIGITAL-ANALÓGICOS PARA CONTROLE DE POLARIZAÇÃO Aluno: Joaquim Masset Lacombe Dias Garcia Aluna: Ana Sofia Viotti Daker Aranha Orientador: Guilherme Penello Temporão

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I EEL420. Módulo 2

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I EEL420. Módulo 2 Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL420 Módulo 2 Thévenin Norton Helmholtz Mayer Ohm Galvani Conteúdo 2 Elementos básicos de circuito e suas associações...1 2.1 Resistores lineares

Leia mais

Amostrador PAM A/D PCM D/A PAM Filtro. Figura 1 Digrama de Blocos PCM

Amostrador PAM A/D PCM D/A PAM Filtro. Figura 1 Digrama de Blocos PCM UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES I AULA PRÁTICA MODULAÇÃO POR AMPLITUDE DE PULSOS 1. Introdução Como o sinal

Leia mais

Sistema de formação e condução de estímulos no coração. Gerar impulsos ritmados Conduzir os impulsos rapidamente, através do coração

Sistema de formação e condução de estímulos no coração. Gerar impulsos ritmados Conduzir os impulsos rapidamente, através do coração Sistema de formação e condução de estímulos no coração Gerar impulsos ritmados Conduzir os impulsos rapidamente, através do coração O sistema condutor Nodo sinusal Potencial de repouso 55 a 60mV Os canais

Leia mais

IFBA MOSFET. CELET Coordenação do Curso Técnico em Eletrônica Professor: Edvaldo Moraes Ruas, EE. Vitória da Conquista - 2009

IFBA MOSFET. CELET Coordenação do Curso Técnico em Eletrônica Professor: Edvaldo Moraes Ruas, EE. Vitória da Conquista - 2009 IFBA MOSFET CELET Coordenação do Curso Técnico em Eletrônica Professor: Edvaldo Moraes Ruas, EE Vitória da Conquista - 2009 MOSFET s - introdução Semicondutor FET de óxido metálico, ou Mosfet (Metal Oxide

Leia mais

O circuito integrado 555 (ART011)

O circuito integrado 555 (ART011) O circuito integrado 555 (ART011) Pela utilidade do circuito integrado 555, este artigo é um dos mais acessados deste site. Nele explicamos quase tudo (pois tudo que ele pode fazer é impossível de descrever)

Leia mais

Amplificador de Radiofreqüência

Amplificador de Radiofreqüência Laboratório de Telecomunicações 1 Amplificador de Radiofreqüência Objetivos Comportamentais 1 Identificar um estágio amplificador de radiofreqüência utilizado em um transmissor típico e medir as tensões

Leia mais

TRANSMISSÃO DE TV 1 TRANSMISSÃO COM POLARIDADE NEGATIVA

TRANSMISSÃO DE TV 1 TRANSMISSÃO COM POLARIDADE NEGATIVA STV 18 ABR 2008 1 TRANSMISSÃO DE TV método de se transmitir o sinal de imagem modulado em amplitude a amplitude de uma portadora de RF varia de acordo com uma tensão moduladora a modulação é o sinal de

Leia mais

Flip-Flops (Aplicações) Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara

Flip-Flops (Aplicações) Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara Flip-Flops (Aplicações) Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara Carga Horária: 2h/60h Pulsos Digitais Pulso positivo: executa sua função quando está em nível alto Pulso negativo: executa sua função quando

Leia mais

COMUNICAÇÃO SERIAL ENTRE EQUIPAMENTOS

COMUNICAÇÃO SERIAL ENTRE EQUIPAMENTOS COMUNICAÇÃO SERIAL ENTRE EQUIPAMENTOS 1 Introdução Para transmitir ou receber informações de outros dispositivos é necessário que os sistemas automáticos sejam capazes de comunicarem-se com estes dispositivos.

Leia mais

Multiplexação. Multiplexação. Multiplexação - FDM. Multiplexação - FDM. Multiplexação - FDM. Sistema FDM

Multiplexação. Multiplexação. Multiplexação - FDM. Multiplexação - FDM. Multiplexação - FDM. Sistema FDM Multiplexação É a técnica que permite a transmissão de mais de um sinal em um mesmo meio físico. A capacidade de transmissão do meio físico é dividida em fatias (canais), com a finalidade de transportar

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES EFA72C35-A/00

MANUAL DE INSTRUÇÕES EFA72C35-A/00 Histórico N. Doc. Revisão Data Descrição Aprovado 601165 A 24/01/14 Inicial Faria Executado: Edson N. da cópia: 01 Página 1 de 7 SUMÁRIO 1- INTRODUÇÃO 2- CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS E MECÂNICAS 2.1 - Entrada

Leia mais

Encoder Magnético. Contexto Social e Profissional da Engenharia Mecatrônica. Grupo 8: Danilo Zacarias Júnior. Leonardo Maciel Santos Silva

Encoder Magnético. Contexto Social e Profissional da Engenharia Mecatrônica. Grupo 8: Danilo Zacarias Júnior. Leonardo Maciel Santos Silva Encoder Magnético Contexto Social e Profissional da Engenharia Mecatrônica Grupo 8: Danilo Zacarias Júnior Leonardo Maciel Santos Silva Yuri Faria Amorim Índice Resumo... 03 1. Introdução... 04 2. Desenvolvimento...

Leia mais

PO TIFÍCIA U IVERSIDADE CATÓLICA DO PARA Á CE TRO DE CIÊ CIAS EXATAS E DE TEC OLOGIA

PO TIFÍCIA U IVERSIDADE CATÓLICA DO PARA Á CE TRO DE CIÊ CIAS EXATAS E DE TEC OLOGIA PO TIFÍCIA U IVERSIDADE CATÓLICA DO PARA Á CE TRO DE CIÊ CIAS EXATAS E DE TEC OLOGIA CURITIBA 2009 GEOVA E VI ICIUS FERREIRA JHO Y KAESEMODEL PO TES ATRIUS ECG Proposta de trabalho apresentado ao curso

Leia mais

Projetos de Eletrônica Básica II

Projetos de Eletrônica Básica II Projetos de Eletrônica Básica II MUITO CUIDADO NA MONTAGEM DOS CIRCUITOS, JÁ QUE SE ESTÁ TRABALHANDO COM A REDE ELÉTRICA. Projete um sistema para uma casa inteligente, com as seguintes características:

Leia mais

Eletrônica II. Amplificadores de Potência. Notas de Aula José Maria P. de Menezes Jr.

Eletrônica II. Amplificadores de Potência. Notas de Aula José Maria P. de Menezes Jr. Eletrônica II Amplificadores de Potência Notas de Aula José Maria P. de Menezes Jr. Amplificadores Amplificador é um equipamento que utiliza uma pequena quantidade de energia para controlar uma quantidade

Leia mais

Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Março de 2006

Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Março de 2006 Redes de Computadores Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Março de 2006 Sinal no domínio do tempo Redes de Computadores 2 1 Sinal sinusoidal no tempo S(t) = A sin (2πft

Leia mais

Instituição Escola Técnica Sandra Silva. Direção Sandra Silva. Título do Trabalho Fonte de Alimentação. Áreas Eletrônica

Instituição Escola Técnica Sandra Silva. Direção Sandra Silva. Título do Trabalho Fonte de Alimentação. Áreas Eletrônica Instituição Escola Técnica Sandra Silva Direção Sandra Silva Título do Trabalho Fonte de Alimentação Áreas Eletrônica Coordenador Geral Carlos Augusto Gomes Neves Professores Orientadores Chrystian Pereira

Leia mais

Conversão Analógica Digital

Conversão Analógica Digital Slide 1 Conversão Analógica Digital Até agora, discutimos principalmente sinais contínuos (analógicos), mas, atualmente, a maioria dos cálculos e medições é realizada com sistemas digitais. Assim, precisamos

Leia mais

Módulo 4 Testes de Cabos

Módulo 4 Testes de Cabos CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes Módulo 4 Testes de Cabos Fundamentos para o Teste de Cabos em Frequência Ondas Uma onda é energia que se propaga de um lugar para outro. Pode ser definida como um distúrbio

Leia mais