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1 PARA DPU Ribeirão Preto, SP 2014

2 IELD Locação, Edição e Vendas de livros Ltda. Rua Amadeu Amaral, 340 cj 42 Vila Seixas Ribeirão Preto-SP CEP: Capa e projeto gráfico: Marcos Roberto Nicoli Jundurian ISBN:

3 SUMÁRIO Apresentação Douglimar da Silva Morais Pedro Aurélio de Queiroz... 5 Princípios Institucionais da Defensoria Pública Douglimar da Silva Morais... 7 Direito Constitucional Renato Tavares de Paula Direitos Humanos Renato Tavares de Paula Direito Internacional Alexandre Mendes Lima de Oliveira Direito Administrativo Alexandre Mendes Lima de Oliveira Direito Tributário Carlos Gonzales Pedro Aurélio de Queiroz Direito Penal Douglimar da Silva Morais Direito Penal Militar Edilon Volpi Peres

4 Direito Processual Penal Douglimar da Silva Morais Direito Processual Penal Militar Edilon Volpi Peres Direito Civil Renato Tavares de Paula Direito Processual Civil Alexandre Mendes Lima de Oliveira Direito Empresarial Renato Tavares de Paula Direito do Trabalho Edilon Volpi Peres Direito Processual do Trabalho Edilon Volpi Peres Direito Previdenciário Alexandre Mendes Lima de Oliveira Douglimar da Silva Morais Direito Eleitoral Edilon Volpi Peres Renato Tavares de Paula

5 douglimar da silva morais APRESENTAÇÃO Os livros da série ESTUDOS A JATO da Editora IELD objetivam suprir uma lacuna existente nesse segmento, alcançando provas e questões dos principais concursos federais e estaduais. Os livros apresentam um grande diferencial: foram comentados por membros que integram as próprias carreiras e por Professores especializados em concursos públicos. Além disso, constituem um guia rápido e descomplicado para consulta dos pontos mais cobrados nos concursos, funcionando, assim, como uma espécie de otimizador dos estudos. Para facilitar ainda mais a vida do candidato, os livros, além de irem direto ao ponto, apresentam um formato padrão com questões comentadas, resumo básico da disciplina, súmulas e jurisprudência selecionada por matéria. Esperamos que a série ESTUDOS A JATO constitua uma ferramenta bastante útil ao candidato, contribuindo, assim, para a sua rápida aprovação. Douglimar da Silva Morais Pedro Aurélio de Queiroz estudos a jato para dpu 5

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7 PRINCÍPIOS INSTITUCIONAIS DA DPU DOUGLIMAR DA SILVA MORAIS Defensor Público Federal Defensor Público Federal há seis anos. Titular do 9º Ofício Criminal da DPU/SP por dois anos. Há três anos é titular do 2º Ofício Geral da DPU/Ribeirão Preto/SP. Graduado pelo Centro Universitário de São José do Rio Preto/SP UNIRP. Foi aprovado ainda no concurso de analista processual do Ministério Público Estadual de Minas Gerais. É autor do livro Direito Penal e Direito Processual Penal, série Carreiras da AGU (editora IELD).

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9 douglimar da silva morais 1. QUESTÕES COMENTADAS DE PRINCÍPIOS INSTITUCIONAIS DA DPU 1.1. Disposições gerais da Defensoria CF, arts. 5º, LXXIV, e 134 Arts. 1º a 4º, da LC 80/94 alterada pela LC 132/09 Lei 1.060/50 1. (CESPE Defensor Público - DPU/ 2001) A respeito da Defensoria Pública da União (DPU), julgue o item que se segue (adaptada). É inconstitucional o preceito de lei complementar que atribui ao Senado Federal o mister de aprovar a indicação feita pelo presidente da República para o desempenho do cargo de defensor público-geral, haja vista tal atribuição não constar do texto da Constituição. Comentários A questão está incorreta. O 1º do artigo 134, da CF, estabelece que Lei Complementar organizará a Defensoria Pública da União (DPU), do Distrito Federal e dos Territórios e prescreverá normas gerais para sua organização nos Estados. Regulamentando o dispositivo constitucional, o legislador editou a LC 80/94 (alterada pela LC 132/09), cujo artigo 6º estabelece os requisitos para ser Defensor Público-Geral Federal DPGF. Segundo este dispositivo, o DPGF será nomeado pelo Presidente da República, após aprovação de seu nome pela maioria absoluta dos membros do Senado Federal. Assim, ao contrário do que afirma o enunciado, a LC 80/94 é constitucional, pois foi editada porque a própria Constituição Federal, no art. 134, 1º, determinou que Lei Complementar iria organizar a instituição. Resposta: incorreta 2. (CESPE Defensor Público - DPU/ 2004) Acerca da Defensoria Pública da União (DPU), do direito administrativo e do direito constitucional, julgue o item a seguir. Considere a seguinte situação hipotética. Ronaldo, cidadão brasileiro pobre, necessita de assistência jurídica extrajudicial. Nessa situação, a DPU não pode prestar a referida assistência, porque os órgãos que compõem essa instituição voltam-se exclusivamente à prestação de assistência judicial. Comentários A questão está incorreta. A assistência jurídica prestada pela Defensoria engloba a assistência judicial (dentro do processo) e a assistência extrajudicial, como a orientação jurídica, a atuação em processos administrativos ou mesmo a conciliação e a mediação. Assim, a assistência jurídica = assistência judicial + assistência extrajudicial. O artigo 4º, da LC 80/94, que prevê as funções institucionais da Defensoria Pública, descreve nos estudos a jato para dpu 9

10 princípios institucionais da dpu incisos I a IV algumas hipóteses de assistência extrajudicial. Por fim, a nova redação do caput do artigo 134, da CF, com a alteração promovida pela EC 80/14, prevê expressamente que é missão da Defensoria a orientação jurídica e a defesa judicial e extrajudicial dos necessitados. Resposta: incorreta 3. (CESPE Defensor Público - DPU/ 2007) Julgue o item seguinte. Presume-se pobre, até prova em contrário, quem afirmar essa condição, nos termos da Lei n /1950, sob pena de pagamento até o décuplo das custas judiciais. Comentários A questão está correta. Dispõe o artigo 4º, da Lei 1.060/50, que disciplina o benefício da justiça gratuita, que: A parte gozará dos benefícios da assistência judiciária, mediante simples afirmação, na própria petição inicial, de que não está em condições de pagar as custas do processo e os honorários de advogado, sem prejuízo próprio ou de sua família. Já o 1º deste artigo prevê que: Presume-se pobre, até prova em contrário, quem afirmar essa condição nos termos desta lei, sob pena de pagamento até o décuplo das custas judiciais. Tanto as pessoas físicas quanto as pessoas jurídicas fazem jus ao benefício da justiça gratuita, porém o tratamento é diferente, conforme quadro: Pessoas físicas Para ser concedido o benefício da justiça gratuita basta a parte declarar que é pobre, sem necessidade de provar a ausência de rcursos financeiros. Presume-se a situação de necessidade. Se for constatado que a parte mentiu e, na verdade, possui condições financeiras, será imposta multa até o décuplo das custas judiciais. JUSTIÇA GRATUITA Pessoas Jurídicas Para ser concedido o benefício da justiça gratuita devem comprovar a dificuldade financeira, independente se possuem ou não fins lucrativos, nos termos da Súmula 481 do STJ: Faz jus ao benefício da justiça gratuita a pessoa jurídica com ou sem fins lucrativos que demonstrar sua impossibilidade de arcar com os encargos processuais. Resposta: correta 4. (CESPE Defensor Público - DPU/ 2010) Com relação ao patrocínio de pessoas jurídicas e à atuação do defensor em conflitos coletivos, julgue os itens subsequentes. 1. Segundo entendimento do STJ, é vedado à Defensoria Pública prestar assistência judiciária a pessoa jurídica. 2. De acordo com entendimento do STJ, a Defensoria Pública tem legitimidade para propor tanto a ação principal quanto a ação cautelar em ações civis coletivas que buscam auferir responsabilidade por danos causados ao meio ambiente. 10 estudos a jato para dpu

11 douglimar da silva morais Comentários O item I está incorreto. Inicialmente, acreditamos que, embora o enunciado usou o termo assistência judiciária, quis se referir à assistência jurídica, termo mais amplo, pois engloba a assistência processual/judiciária e a assistência extrajudicial, nos termos do artigo 5º, LXXIV, CF. A assistência jurídica integral e gratuita está inserida no texto constitucional no capítulo dos direitos fundamentais (art. 5º, LXXIV, CF), que, por sua vez, podem ser titularizados pelas pessoas jurídicas, desde que compatíveis com a sua natureza. Assim, as pessoas jurídicas podem ser beneficiárias da assistência jurídica prestada pela Defensoria, sendo necessária apenas a comprovação da dificuldade financeira da empresa. A própria LC 80/94, no seu artigo 4º, V, estabelece a possibilidade da Defensoria Pública atuar em favor das pessoas jurídicas. O item II está correto. A Defensoria Pública tem legitimidade para propor a ação principal e a ação cautelar em ações civis públicas que buscam auferir a responsabilidade por danos causados ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, histórico, turístico e a outros valores coletivos, nos termos do artigo 1º, I, e 5º, II, da Lei 7.347/85, c/c artigo 4º, VII e VIII, da LC 80/94. Nesse sentido, é a posição do STJ, Resp /RS e Resp /RJ. Resposta: 1 incorreta e 2 correta 5. (CESPE Defensor Público - DPU/ 2010) A respeito dos princípios institucionais e do poder de requisição da Defensoria Pública, julgue os itens a seguir. 1. Considere que determinado cidadão tenha sido condenado em processo criminal e o defensor público que o defendeu tenha entendido caber recurso da decisão, mas, por motivo de saúde, esse defensor tenha se afastado da função e tenha sido substituído, e seu substituto tenha considerado incabível o recurso. Nessa situação, pelo princípio da unidade, o defensor substituto está obrigado a recorrer da decisão, haja vista tratar- se de substituição. 2. O princípio da indivisibilidade da Defensoria Pública está caracterizado, entre outras formas, pela prerrogativa da intimação pessoal e pela proibição do exercício da advocacia fora de suas atribuições. Comentários A unidade e a indivisibilidade são princípios institucionais da Defensoria Pública previstos no art. 134, 4º, da CF, e art. 3º, da LC 80/94. A unidade significa que a Defensoria Pública faz parte de um todo orgânico, integra um mesmo órgão, sob a mesma direção e fundamentos e que possui as mesmas finalidades. Já a indivisibilidade significa que os membros da Defensoria, assim como os membros do Ministério Público, podem ser substituídos uns pelos outros, em caso de férias, afastamentos etc., sem que haja prejuízo ao exercício das funções do órgão, a fim de que a prestação de assistência jurídica aconteça de forma estudos a jato para dpu 11

12 douglimar da silva morais 26. (CESPE Defensor Público - DPU/ 2004) Considerando que Antônio é defensor público da União de 1. a categoria, julgue o item subseqüente (adaptada). Antônio tem direito a férias anuais de trinta dias. Comentários A questão está correta. O artigo 85, da LC 80/94, previa o direito a férias anuais de sessenta dias aos membros da DPU e do Distrito Federal, bem como a possibilidade de conversão de um terço das mesmas em abono pecuniário, porém o dispositivo foi revogado pela LC 98/1999. Diante da lacuna que ficou na LC 80/94 em prever o período de férias dos Defensores federais e distritais, a alternativa encontrada foi aplicar subsidiariamente o artigo 77, da Lei 8.112/90, com base na regra do artigo 136, da LC 80/94, de modo que os Defensores passaram a gozar do mesmo período de férias dos demais servidores públicos, ou seja, trinta dias. Assim, os Defensores possuem direito a férias de trinta dias, não tendo direito a sessenta dias de férias, tal como os Magistrados e membros do Ministério Público. Resposta: correta 2. RESUMO DE PRINCÍPIOS INSTITUCIONAIS DA DPU 2.1. Disposições gerais da Defensoria Previsão constitucional: a Defensoria Pública está prevista no artigo 134, da CF, na seção IV do capítulo IV que trata das funções essenciais à Justiça, dentro do título IV que versa sobre a organização dos poderes. Antes da EC 80/14, a Defensoria Pública estava prevista na seção III, do capítulo IV, juntamente com a Advocacia. A EC 80/14 criou a seção IV especificamente destinada à Defensoria Pública. A alteração fortalece a Defensoria como instituição autônoma e essencial à função jurisdicional do Estado. Constituição Federal TÍTULO IV DA ORGANIZAÇÃO DOS PODERES CAPÍTULO IV DAS FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA Seção I Do Ministério Público Seção II Da Advocacia Pública Seção III Da Advocacia Seção IV Da Defensoria Pública estudos a jato para dpu 27

13 princípios institucionais da dpu Finalidade: o artigo 134, da CF, alterado pela EC 80/14, estabelece que a Defensoria Pública tem por finalidade a orientação jurídica, a promoção dos direitos humanos e a defesa, em todos os graus, judicial e extrajudicial, dos direitos individuais e coletivos, de forma integral e gratuita, dos necessitados na forma do art. 5º, LXXIV, da CF. Em suma, é a instituição prevista na Constituição Federal para prestar assistência jurídica integral e gratuita aos hipossuficientes. Com o advento da EC 80/14, a redação do caput do artigo 134 da CF foi alterada e passou a definir a Defensoria Pública como instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado e expressão e instrumento do regime democrático. Com isso, houve o fortalecimento da Defensoria em relação às demais funções essenciais à Justiça. Em razão do advento da EC 80/14, algumas atribuições da Defensoria previstas apenas na LC 80/94, no seu artigo 4º, receberam assento constitucional, como: a) a defesa judicial e extrajudicial dos conflitos. Neste último caso, temos a orientação jurídica, a atuação em processos administrativos ou mesmo a conciliação e a mediação; b) a defesa individual ou coletiva dos necessitados. Neste último caso, para afastar qualquer alegação de inconstitucionalidade sobre a legitimidade da Defensoria para o ajuizamento de ações civis pública. Agora, a legitimidade da Defensoria para ajuizar ações coletivas decorre expressamente da CF; c) a promoção de direitos humanos, que se traduz na possibilidade da Defensoria adotar ações relacionadas à difusão, conscientização e efetivação de direitos humanos, ainda que beneficie pessoas não necessitadas. Regulamentação: o artigo 134, 1º, da CF, estabelece que Lei Complementar organizará a Defensoria Pública da União e do Distrito Federal e dos Territórios e prescreverá normas gerais para sua organização nos Estados. A Lei Complementar n. 80/94, alterada pela LC 132/09, é o diploma legal que disciplina a Defensoria Pública da União, do Distrito Federal e dos Territórios, e prescreve normas gerais para as Defensorias Estaduais. Medida provisória e Defensoria Pública: a medida provisória não pode tratar de matéria reservada à Lei Complementar, logo, não pode versar sobre a Defensoria Pública (art. 62, 1º, III, CF). Estrutura: nos termos do artigo 2º, da LC 80/94, a Defensoria abrange: Defensoria Pública da União DEFENSORIA PÚBLICA Defensoria Pública do Distrito Federal e Territórios Defensoria Pública dos Estados Emendas Constitucionais n. 45/2005, 69/2012, 74/2013 e 80/2014 Nova Estrutura Constitucional da Defensoria Pública Introdução: as Emendas Constitucionais n. 45/2005, 69/2012, 74/2013 e 80/2014 promoveram um fortalecimento na estrutura da Defensoria Pública. A Defensoria passou a ser uma instituição autônoma, desvinculando de forma definitiva do Poder Executivo, permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbida de prestar assistência jurídica integral e gratuita aos necessitados, bem como passa a receber o mesmo tratamento constitucional do Poder Judiciário e do Ministério Público. 28 estudos a jato para dpu

14 douglimar da silva morais Emenda constitucional n. 45/2005: essa emenda constitucional incluiu o 2º no artigo 134, da CF, que assim dispõe: Às Defensorias Públicas Estaduais são asseguradas autonomia funcional e administrativa e a iniciativa de sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias e subordinação ao disposto no art. 99, 2º. Como visto, a EC 45/05 concedeu apenas às Defensorias Públicas Estaduais a autonomia funcional e administrativa e a iniciativa para apresentar a sua proposta orçamentária. Assim, para as Defensorias Públicas Estaduais representou um grande avanço constitucional, permitindo o crescimento do órgão e a sua desvinculação do Poder Executivo. Crítica a EC 45/2005: ao conceder autonomia apenas apara as Defensorias Públicas Estaduais, e negar o mesmo tratamento à Defensoria Pública da União, do Distrito Federal e dos Territórios, o constituinte derivado afrontou o princípio da unidade da Defensoria e da simetria entre as instituições federais e estaduais com a mesma função. Esta diferenciação de tratamento não se justifica, porque a Defensoria é una. Desta forma, com base no princípio da unidade e da simetria constitucional, a Associação dos Defensores Públicos Federais ANADEF ajuizou uma ADIN no STF (ADIN ), visando dar interpretar conforme ao citado 2º, do artigo 134, da CF, para estender a autonomia para a Defensoria Pública da União. A ação não chegou a ser julgada no mérito, perdendo objeto, em razão do advento das Emendas Constitucionais n. 69/2012 e 74/2013, que concederam autonomia para a Defensoria do Distrito Federal e da União, respectivamente. Emenda constitucional n. 69/2012: essa emenda trouxe três mudanças para a Defensoria Pública: Alterou a redação dos artigos 21, XIII, e 22, XVII, da CF, para estabelecer que compete a União manter e legislar privativamente sobre a Defensoria Pública dos Territórios. Mudanças advindas com a EC 69/2012 Alterou a redação do artigo 48, IX, da CF, para estabelecer que compete ao Congresso Nacional legislar sobre a organização administrativa e judiciária da Defensoria Pública da União e dos Territórios. Desta forma, a partir da EC 69/12 o Distrito Federal passou a ter competência para organizar, manter e legislar sobre a Defensoria do Distrito Federal. Antes, a competência para manter e legislar sobre a Defensoria Pública do DF era da União. O art. 2º, da EC 69/2012, estendeu a autonomia funcional e a iniciativa de apresentar a proposta orçamentária para à Defensoria Pública do Distrito Federal. Emenda constitucional n. 74/2013: essa emenda constitucional incluiu o 3º no artigo 134, da CF, que assim dispõe: Aplica-se o disposto no 2º às Defensorias Públicas da União e do Distrito Federal. O dispositivo determina que seja aplicado à Defensoria Pública da União e do Distrito Federal a regra do 2º, do artigo 134, que concedeu autonomia e iniciativa de apresentar sua proposta orçamentária para as Defensorias Públicas Estaduais. Desta forma, o que o 3º fez foi estender a autonomia funcional e administrativa e a iniciativa para apresentar a sua proposta orçamentária para a Defensoria Pública da União e do Distrito Federal. Portanto, atualmente todas as Defensorias Públicas (da União, do Distrito Federal e as Estaduais) possuem autonomia funcional, administrativa, financeira e a iniciativa para apresentar a sua proposta orçamentária, bem como iniciativa de lei (conforme será visto abaixo estudos a jato para dpu 29

15 princípios institucionais da dpu nos comentários da EC 80/14, que inseriu o 4º no artigo 134, da CF, e determinou seja aplicado à Defensoria Pública a regra do artigo 96, II, da CF). Autonomia funcional Autonomia administrativa Autonomia financeira Significa que a Defensoria Pública é uma instituição que possui liberdade para exercer as suas funções, não estando subordinada a nenhum outro órgão público, apenas à Constituição Federal e às Leis. Essa autonomia impede uma ingerência externa dentro da própria instituição. Internamente, a autonomia funcional é sinônima de independência funcional, que é uma prerrogativa assegurada aos Defensores Públicos de, no exercício de suas funções, não estarem subordinados tecnicamente a ninguém, nem mesmo ao Defensor Público Geral, devendo atuar de acordo com seu convencimento técnico-jurídico e sempre no interesse do assistido. Significa que é a própria Defensoria Pública que irá se governar, tomando as decisões administrativas, sem necessidade de autorização prévia ou ratificação posterior por parte de outros órgãos ou entidades. Significa que é a própria Defensoria Pública quem, dentro dos limites estabelecidos na LDO, decide qual será a proposta de seu orçamento que será encaminhada ao Poder Legislativo para lá ser votada. Funcionamento da autonomia financeira: a partir do momento em que a Constituição Federal assegurou às Defensorias Públicas a autonomia financeira, cabe a cada Defensoria Pública elaborar a sua proposta orçamentária, observando os limites impostos pela LDO, e encaminhar o projeto para o chefe do Poder Executivo, que, por sua vez, irá reunir a proposta no projeto de Lei Orçamentária, juntamente com as propostas orçamentárias do Executivo, do Judiciário e do MP e encaminhá-lo para deliberação pelo Poder Legislativo. Regras importantes sobre a autonomia financeira: a) cabe a cada Defensoria elaborar a sua proposta orçamentária; b) essa proposta deve obedecer aos limites impostos pela LDO; c) a proposta deve ser encaminhada para o chefe do Executivo, não para o Legislativo; d) o chefe do Poder Executivo não pode reduzir o valor apresentado na proposta orçamentária, caso ela obedeça aos limites impostos pela LDO. ADPF 307: no final de 2013, a Defensoria Pública da Paraíba encaminhou a sua proposta orçamentária para o Governador local, que, por sua vez, reduziu os valores apresentados pela instituição e encaminhou o projeto para deliberação na Assembleia Legislativa daquele estado. A Associação Nacional dos Defensores Públicos (ANADEP) ajuizou uma ação de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) contra o Governador perante o STF, sustentando que a redução representa violação à autonomia orçamentária da Defensoria, garantida pelo art. 134, 2º, da CF/88. O Min. Relator, Dias Toffoli, deferiu liminar, posteriormente referendada pela Corte, determinando que o Governador do Estado da Paraíba e o Secretário de Planejamento façam a imediata complementação do Projeto de Lei Orçamentária para nele incluir a Proposta Orçamentária da Defensoria Pública como Órgão Autônomo e nos valores por ela aprovados. STF. Plenário. ADPF 307 Referendo-MC/DF, rel. Min. Dias Toffoli, julgado em 19/12/2013. Ou seja, o STF determinou que a proposta orçamentária da Defensoria Pública seja submetida à Assembleia Legislativa na forma como foi aprovada pela Instituição. Emenda Constitucional n. 80/2014: essa emenda constitucional, cujo texto é proveniente da PEC Defensoria para todos (PEC n. 04/14 do Senado Federal), trouxe duas grandes 30 estudos a jato para dpu

16 DIREITO CONSTITUCIONAL RENATO TAVARES DE PAULA Defensor Público Federal Defensor Público Federal há cinco anos. Há três anos é titular do 3º Ofício Geral da DPU/ Ribeirão Preto/SP. Graduado pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP). Foi aprovado ainda nos concursos do TRE/SP e de Procurador da Fazenda Nacional.

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18 renato tavares de paula 1. QUESTÕES COMENTADAS DE DIREITO CONSTITUCIONAL 1.1. Teoria da Constituição e Eficácia e Aplicabilidade das Normas Constitucionais 1. (CESPE Defensor Público - DPU/ 2004) Quanto à aplicabilidade e à interpretação das normas constitucionais, julgue os itens que se seguem. 1.1 Embora as normas programáticas sejam alvo de críticas, ao menos parte da doutrina as reconhece; considerando-as existentes, o destinatário dessas normas, juridicamente, é o Poder Executivo. 1.2 A doutrina constitucionalista aponta diferenças importantes entre as técnicas hermenêuticas da interpretação conforme a Constituição da República e da declaração de nulidade sem redução de texto; ademais, elas são mutuamente excludentes, ou seja, frente a determinada situação, o intérprete não se pode valer de ambas ao mesmo tempo. Comentários Nas pegadas do professor Uadi Lammêgo (Direito Constitucional ao Alcance de Todos, 2ª.ed, São Paulo: Saraiva, 2010, págs.130/131) podemos consignar que as normas programáticas possuem as seguintes características: a) estabelece ao legislador ordinário a função de regulamentá-las; b) vinculam a função legislativa, administrativa e jurisdicional (eficácia vinculante); c) impedem que o legislador ordinário edite normas em sentido contrário; d) condicionam de modo pleno e integral, a produção legislativa futura, paralisando leis que venham a vulnerá-las (o que se chama de eficácia de bloqueio) e e) apontam o regime jurídico e os fins sociais que informa a ordem jurídica). Item 1.1: incorreto. A totalidade da doutrina reconhece as normas programáticas. Calha lembrar, consoante entendimento do mestre José Afonso da Silva que as normas programáticas são advindas das normas de eficácia limitada que se bipartem em normas de principio programático (veiculam programas a serem implementados pelo Estado) e normas de princípio institutivo (veiculam normas gerais de estruturação de instituições, órgãos e entidades). No entanto, como assinalado na questão, a mesma é alvo de críticas que se resumem em três aspectos básicos: a) as normas programáticas têm por conteúdo princípios abstratos e na maioria implícitos; b) as normas enunciam programas políticos não vinculantes; c) as normas estampam regras genéricas, vagas e abstratas que acabam por escapar de uma aplicação positiva. No entanto, ao contrário do que estabelecido no presente item, as normas programáticas tem como destinatário primacial - embora não único - o legislador, que deve completar posteriormente os comandos valores estabelecidos pelas normas de eficácia limitada. Item 1.2: incorreto. Interpretação conforme a Constituição é a declaração de constitucionalidade de determinada interpretação da lei, ou seja, neste caso o STF indica qual seria a interpretação conforme a Constituição, pela qual não se configura a inconstitucionalidade. Este instituto somente é possível diante de normas plurívocas. A declaração estudos a jato para dpu 61

19 direito constitucional de nulidade sem redução de texto, ou, declaração de inconstitucionalidade parcial sem redução e texto é possibilidade do STF declarar a inconstitucionalidade de uma variante da aplicação da norma jurídica sem reduzir seu texto. Embora o texto continue o mesmo, uma hipótese de aplicação da norma é extirpada do ordenamento jurídico por inconstitucionalidade. A declaração de inconstitucionalidade parcial sem redução de texto guarda relação estreita com a interpretação conforme a Constituição, pois ambas possuem uma perspectiva hermenêutica. No entanto, claro a diferença entre as mesmas: a interpretação conforme salva uma interpretação de uma norma, a declaração de inconstitucionalidade parcial faz o contrário, declara a inconstitucionalidade de determinada interpretação normativa. A alternativa, no entanto, é incorreta por uma sutileza, as técnicas hermenêuticas da interpretação conforme a Constituição da República e da declaração de nulidade sem redução de texto não são mutuamente excludentes, ou seja, frente a determinada situação, é possível que o intérprete se valha de ambas ao mesmo tempo. Resposta: 1.1 e 1.2 incorreta 2. (CESPE Defensor Público - DPU/ 2010) Acerca da aplicabilidade e da interpretação das normas constitucionais, julgue os itens seguintes. 2.1 Atendendo ao princípio denominado correção funcional, o STF não pode atuar no controle concentrado de constitucionalidade como legislador positivo. 2.2 Os direitos sociais previstos na Constituição, por estarem submetidos ao princípio da reserva do possível, não podem ser caracterizados como verdadeiros direitos subjetivos, mas, sim, como normas programáticas. Dessa forma, esses direitos devem ser tutelados pelo poder público, quando este, em sua análise discricionária, julgar favoráveis as condições econômicas e administrativas. Comentários A maioria das questões sobre Direitos Sociais envolvem matérias teóricas sobre tais direitos, mormente quanto à natureza jurídica e demandas relacionadas a eficácia e aplicabilidade de normas constitucionais. São direitos sociais: educação, saúde, alimentação, trabalho, moradia, lazer, segurança, previdência social, proteção à maternidade e à infância e assistência aos desamparados. Item 2.1: correto. Segundo Zulmar Fachin (Curso de direito constitucional. 3ª ed. São Paulo: Método, pg. 135/136): O princípio da correção funcional, da justeza ou da conformidade funcional (Canotilho) impõe um limite à atividade interpretativa da norma constitucional. O intérprete não pode, como resultado do seu trabalho, alterar a competência constitucionalmente atribuída ao órgão público. Para Friedrich Müller, o critério de aferição da correção funcional afirma que a instância concretizadora não pode modificar a discussão constitucionalmente normatizada das funções nem pelo modo da concretização nem pelo resultado desta. Por mais fundamentados que sejam os seus argumentos, o intérprete está impedido, por exemplo, de atribuir à União a competência 62 estudos a jato para dpu

20 renato tavares de paula que foi atribuída em favor do Estado-membro. No direito brasileiro, a definição das competências públicas é tarefa exclusiva da Constituição Federal. Logo, em observância ao princípio da correção funcional, o intérprete não pode subverter o esquema traçado pelo constituinte. No mesmo sentido a lição do STF: AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDA- DE - TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL - RESOLUÇÃO Nº /90 - INCONS- TITUCIONALIDADE POR AÇÃO - MESA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS - IN- CONSTITUCIONALIDADE POR OMISSÃO - BANCADA PAULISTA NA CÂMARA FEDERAL - ELEVAÇÃO IMEDIAT A PARA 70 DEPUTADOS FEDERAIS - FUNÇÃO DO S.T.F. NO CONTROLE CONCENTRADO DE CONSTITUCIONALIDADE - SUA ATUAÇÃO COMO LEGISLADOR NEGATIVO - CONSTITUIÇÃO FEDERAL (ART. 45, 1º) - REGRA QUE NÃO É AUTO- APLICÁVEL - MORA CONSTITUCIONAL - IMPOSSIBILIDADE DE ELEVAÇÃO AUTOMÁTICA DA REPRESENTAÇÃO PAR- LAMENTAR - SUSPENSÃO CAUTELAR INDEFERIDA. - A norma consubstanciada no art. 45, 1º, da Constituição Federal de 1988, reclama e necessita, para efeito de sua plena aplicabilidade, de integração normativa, a ser operada, mediante adequada intervenção legislativa do Congresso Nacional (interpositio legislatoris), pela edição de lei complementar, que constitui o único e exclusivo instrumento juridicamente idôneo, apto a viabilizar e concretizar a fixação do número de Deputados Federais por Estado-membro. - A ausência dessa lei complementar (vacuum juris), que constitui o necessário instrumento normativo de integração, não pode ser suprida por outro ato estatal qualquer, especialmente um provimento de caráter jurisdicional, ainda que emanado desta Corte. - O reconhecimento dessa possibilidade implicaria transformar o S.T.F., no plano do controle concentrado de constitucionalidade, em legislador positivo, condição que ele próprio se tem recusado a exercer. - O Supremo Tribunal Federal, ao exercer em abstrato a tutela jurisdicional do direito objetivo positivado na Constituição da República, atua como verdadeiro legislador negativo, pois a declaração de inconstitucionalidade em tese somente encerra, em se tratando de atos (e não de omissões) inconstitucionais, um juízo de exclusão, que consiste em remover, do ordenamento positivo, a manifestação estatal inválida e desconforme ao modelo jurídico-normativo consubstanciado na Carta Política. - A suspensão liminar de eficácia de atos normativos, questionados em sede de controle concentrado, não se revela compatível com a natureza e a finalidade da ação direta de inconstitucionalidade por omissão, eis que, nesta, a única conseqüência político-jurídica possível traduz-se na mera comunicação formal, ao órgão estatal inadimplente, de que está em mora constitucional. Processo ADI-MC 267 ADI-MC - MEDIDA CAUTELAR NA AÇÃO DIRETA DE IN- CONSTITUCIONALIDADE Relator(a) CELSO DE MELLO. Portanto, correta a questão, já que o Supremo Tribunal Federal, ao exercer em abstrato a tutela jurisdicional do direito objetivo positivado na Constituição da República, atua como verdadeiro legislador negativo e não positivo. Item 2.2: incorreto. A Constituição brasileira não só prevê expressamente a existência de direitos fundamentais sociais (artigo 6º), especificando seu conteúdo e forma de pres- estudos a jato para dpu 63

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