Os candidatos recorrentes alegam, em síntese, o equívoco na alternativa indicada no gabarito oficial, ou seja, a letra C.

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1 1 C 41 C 41 C 61 C Os candidatos recorrentes alegam, em síntese, o equívoco na alternativa indicada no gabarito oficial, ou seja, a letra C. Os argumentos formulados não procedem, em síntese, porque (a) tratava-se de pergunta de Teoria Geral, conforme consta no item 3 do Programa, e não necessariamente do vigente regime constitucional positivo pátrio, (b) é sim procedente a aplicação na redação da letra indicada no gabarito oficial ao aplicar a conjunção alternativa ou, e não a aditiva e, porque nem todos os limites tem de estar concomitantemente presentes para que se caracterize a sua ocorrência e (c) data venia a eventuais entendimentos contrários e isolados os aspectos formais/processuais não são limites e nem estão assim afirmados/considerados pela franca maioria da doutrina pátria, inclusive a mais tradicional mas sim requisitos/condições de exercício.

2 2 D 42 D 42 D 62 D O candidato recorrente traz, em síntese, argumento em torno a que o contido na letra C das alternativas da questão seria correto em face do quanto articulado no Parecer PGFN/CRJ/Nº 492/2010. O recurso não apresenta pertinência material com a questão recorrida, que não versa em geral e/ou especificamente na letra acima mencionada sobre qualquer aspecto relacionado à temática desenvolvida no referido Parecer da PGFN.

3 3 B 43 B 43 B 63 B Os candidatos recorrentes alegam, em síntese, por um lado que haveria uma outra alternativa correta (ou seja, a letra A ) além daquela alternativa indicada no gabarito oficial, ou seja, a letra B, e por outro lado que a alternativa indicada no gabarito oficial (ou seja, repita-se, a letra B ) seria incorreta. Os argumentos formulados não procedem, em síntese, porque: (a) a letra A não é correta porque no sistema brasileiro de controle difuso de constitucionalidade o juiz não se limita pela existência de pronunciamento pelo respectivo tribunal ou tribunal superior, salvo se for o caso de (a.1) pronunciamento meritório do STF em ADI, ADC ou por meio de Súmula Vinculante ou, ainda, (a.2) de pronunciamento pelo respectivo tribunal mediante regular processamento de incidente de inconstitucionalidade (na forma do art. 97 da CF-88 c/c arts. 480/482 do CPC); e (b) a letra B, apontada no gabarito oficial, sim é correta porque ressaltava em seu texto, expressamente, que a questão se fazia nos termos expressos da Constituição de 1988 (grifei), e nesta o art. 52, inciso X, é inequívoco no particular do quanto ali demandado (a interpretação do STF, ou de alguns de seus membros, para fins do pronunciamento exarado em ADI e/ou ADC e, em parte e relativamente, para outros pronunciamentos, não se confunde como sabe qualquer intérprete qualificado não se confunde com os termos expressos da Constituição ): aliás, aqui não se trata de boa-fé objetiva, mas de literalidade dos termos da questão (a situação é idêntica àquela onde a questão indique, expressamente, o apontamento da alternativa de resposta conforme a jurisprudência do STF, porém haja eventual divergência doutrinária ainda que não jurisprudencial perante a Corte Máxima em torno do mesmo ponto)!

4 4 D 44 D 44 D 64 D NÃO FOI APRESENTADO RECURSO PARA ESTAS QUESTÔES.

5 5 E 45 E 45 E 65 E Os candidatos recorrentes alegam, em síntese, que haveria uma outra alternativa correta (ora a letra A, ora a letra C ) além daquela alternativa indicada no gabarito oficial, ou seja, a letra E. Os argumentos formulados não procedem, em síntese, porque (a) a letra A não é correta porque ali se fala em união dissolúvel (grifei) e (b) para a letra C a União não tem dupla personalidade, uma interna e outra externa, ainda que eventualmente a República, que com aquela juridicamente não se confunde, possa eventualmente tê-la.

6 6 A 46 A 46 A 66 A O candidato recorrente alega, em síntese, que ademais da alternativa indicada como incorreta (e, portanto, adequada à questão) pelo gabarito oficial ou seja, a letra A também haveria outra alternativa igualmente adequada ( incorreta ) consubstanciada na letra E. O argumento formulado não procede, em síntese, porque a letra E contempla, precisamente, a orientação jurisprudencial assentada pelo STF em torno da matéria, conforme aliás, assim expressamente solicitado no enunciado da questão.

7 8 D 48 D 48 D 68 D Os candidatos recorrentes alegam, em síntese, que haveria uma outra alternativa correta (ora a letra B, ora a letra E ) além daquela alternativa indicada no gabarito oficial, ou seja, a letra D. Os argumentos formulados não procedem, em síntese, porque: (a) a letra B não é correta porque analfabeto funcional é conceito mais amplo que analfabeto ou, ainda, mesmo se aquele fosse tomado em seu sentido literal como articulado em alguns recursos ter-se-ia, então, afirmativa mais restritiva da cidadania que o contemplado na CF-88, resultando, de qualquer forma, na incorreção da alternativa; e (b) a letra E não é correta porque limita apenas à hipótese ali contemplada ( só se dará, grifei) quando pelo art. 15 da CF-88 há outras hipóteses e, ainda, a partir do quanto articulado em alguns recursos, verifique-se que a expressão enquanto durarem os seus efeitos é adendo separado por vírgula frente ao restante do texto, e apenas assim pode ser adequadamente lido e compreendido.

8 9 A 49 A 49 A 69 A Os candidatos recorrentes alegam, em síntese: (I) ou que o enunciado da questão que solicitava o apontamento da alternativa incorreta de um lado não seria atendido pela letra apontada no gabarito oficial (ou seja, a letra A ), pois esta seria correta porque o princípio da legalidade, em todas as suas manifestações constitucionais, se consubstanciaria como reserva de lei ou estrita legalidade ; ou (II) que a letra D sim seria ( exclusivamente ou também ) incorreta porque (a) não apenas a lei, em sentido estrito/formal, atenderia ao suprimento do princípio da legalidade em matéria tributária, mas também a medida provisória, e/ou (b) a excepcionalidade constitucional ao princípio da legalidade tributária (b.1) por um lado, e mesmo para os impostos da União de caráter econômico-regulatório, estaria excepcionalizado pelo 1º do art. 153 apenas para fins da alteração de sua alíquota e não para qualquer outra forma de majoração (conforme referido, em caráter aparentemente amplo, na redação da letra aqui em análise), e (b.2) por outro lado também estaria constitucionalmente contemplada para a CIDE-Combustíveis na forma do art. 177, 4º, I, b da mesma CF-88 (não se limitando, pois, e conforme constou no enunciado da redação da letra aqui em análise, aos impostos ), e/ou (c) também o denominado ICMS-Monofásico, ao menos na hipótese referida no art. 155, 4º, IV, da CF- 88, também compreenderia exceção ao princípio da legalidade, mediante lei, na matéria tributária, por contemplar fixação de alíquota tributária mediante convênio entre os Estados da Federação. Os argumentos formulados em torno à correção e, portanto, à sua inadequação ao comando da questão da letra A, conquanto muito bem apresentados e contundentes, não procedem, em síntese, porque é absolutamente pacífico na doutrina e na jurisprudência que o princípio da legalidade, em suas várias manifestações constitucionais, tanto pode ora se apresentar como legalidade geral ou lato sensu como francamente ocorre com sua expressão enquanto direito fundamental individual, pois se assim não fosse (v.g.) todas as pactuações de natureza contratual não expressamente autorizadas e/ou disciplinadas em lei formal seriam inválidas! ou então como reserva de lei ou estrita legalidade como ocorre, por exemplo, na matéria penal e, com algumas exceções admitidas na própria CF- 88, na matéria tributária. Por outro lado, os argumentos formulados em torno à incorreção e, portanto, à sua adequação ao comando da questão da letra D efetivamente procedem, nos mesmos termos em que acima sumariados. Com estes fundamentos, e à vista dos critérios corretivos indicados pela ESAF, proponho a anulação da questão.

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10 10 D 50 D 50 D 70 D Os candidatos recorrentes alegam, em síntese, ou que o enunciado da questão que solicitava o apontamento da alternativa correta de um lado não seria atendido pela letra apontada no gabarito oficial (ou seja, a letra D ) pois esta seria incorreta seja porque ela representaria apenas uma excepcionalidade (e não a regra geral ) de tratamento da matéria pela CF-88, e especialmente por seu art. 5º, seja ainda porque não apenas a própria CF quanto também as leis podem distinguir homens e mulheres em obrigações e/ou direitos, e, por outro lado, que a letra E sim seria ( exclusivamente ou também ) correta especialmente em face do disposto nos arts. 150, II, e 145, 1º, ambos da CF-88 atendendo, pois, alternativa ou concomitantemente, ao solicitado na questão. Os argumentos formulados em torno à incorreção e, portanto, à sua inadequação ao comando da questão da letra D, conquanto muito bem apresentados e contundentes, não procedem, em síntese, porque (a) a afirmativa ali consignada, conquanto em construção redacional negativa, expressamente precisamente o mesmo conteúdo extraível em particular do caput e do inciso I do art. 5º da CF-88, e (b) conforme pacífico na doutrina e na jurisprudência somente é lícito à legislação infraconstitucional promover distinções de gênero, na fixação apartada/diferenciada de direitos e/ou obrigações, ou quando assim expressamente já consignado na própria CF-88, ou quando assim seja ajuizado pelo legislador como meio à implementação de distinções, proposições ou franquias por igual diretamente reconhecidas na própria CF-88. Por outro lado, os argumentos formulados em torno à correção e, portanto, à sua adequação ao comando da questão da letra E efetivamente procedem, nos mesmos termos em que acima sumariados. Com estes fundamentos, e à vista dos critérios corretivos indicados pela ESAF, proponho a anulação da questão.

11 11 B 51 B 51 B 71 B Os candidatos recorrentes alegam, em síntese, que o enunciado da questão que solicitava o apontamento da alternativa incorreta tanto seria atendido pela letra apontada no gabarito oficial (ou seja, a letra B ) quanto, ainda e por igual, pela letra E, o que imporia a anulação da questão. Os argumentos formulados, conquanto muito bem apresentados e contundentes, não procedem, em síntese, porque também a forma de pagamento pela indenização de imóvel urbano na hipótese referida pelo art. 182, 4º, III, da CF-88 é prévia ou seja, primeiramente se dá o pagamento pelo Poder Público Municipal ao titular do imóvel por sua posse e/ou propriedade (ainda que sob a forma de títulos públicos municipais), e apenas posteriormente ocorre a assunção pelo mesmo Poder Público Municipal da legítima titularidade da área em foco, conforme inclusive ressalta a exigência, expressamente contemplada no mesmo dispositivo constitucional, no sentido que a emissão dos referidos títulos seja previamente aprovada pelo Senado Federal. Assim, a assertiva contemplada na letra E da questão estava correta, e consequentemente não atendia ao enunciado da mesma questão.

12 12 C 52 C 52 C 72 C Os candidatos recorrentes alegam, em síntese, que o enunciado da questão que solicitava o apontamento da alternativa correta de um lado não seria atendido pela letra apontada no gabarito oficial (ou seja, a letra C ), pois esta seria incorreta, e, por outro lado, que ou a letra A, ou a letra B ou a letra D sim seriam (exclusivamente ou também) corretas atendendo, pois, alternativa ou concomitantemente, ao solicitado na questão. Os argumentos formulados, conquanto muito bem apresentados e contundentes, não procedem, em síntese, porque: (a) a letra C, apontada no gabarito oficial, é realmente correta, conforme solicitado no enunciado da questão, porque fala na legitimidade dos partidos políticos para a impetração de mandado de segurança coletivo em favor de pessoas e/ou coletividades independentemente (...) da condição da(s) pessoa(s) beneficiada(s) pela impetração como sua(s) filiada(s), o que: (a.1) nunca foi negado pela jurisprudência do STF, destacadamente o pronunciado no RE nº (rel. Min. Ellen Gracie, 1ª Turma), pois neste precedente analisou-se exclusivamente a legitimidade do partido político para mandado de segurança coletivo em matéria de impugnação à constitucionalidade/validade de exigência tributária, tratando-se, pois de questão afeta à natureza dos interesses tuteláveis pelo remédio constitucional, e não propriamente como referido na letra C da questão à legitimidade, ou não, de atuação do partido político em favor, inclusive, de seus não-filiados; (a.2) sim foi negado por alguma jurisprudência muito antiga do STJ (p.e, e por todos, MS nº 197, publicado na RSTJ 12/215 e julgado ainda em 1990), já superada na própria Corte em favor de um entendimento análogo ao acima referido e adotado pelo STF (vide, em referência, RMS10.131, rel. Min. Peçanha Martins, 2ª Turma, julg ); e (a.3) por igual não foi negado/contrariado pelo advento da nova/vigente Lei do Mandado de Segurança, Lei nº /2009, que em seu art. 21 expressamente distingue, para fins do mandado de segurança coletivo, entre, por um lado, a legitimidade subjetiva tutelável por iniciativa de organização sindical, entidade de classe ou associação ( em defesa de direitos líquidos e certos da totalidade, ou de parte, dos seus membros ou associados, na forma dos seus estatutos e desde que pertinentes às suas finalidades grifei), e, por outro lado, a legitimidade subjetiva tutelável por iniciativa de partido político ( na defesa de seus interesses legítimos relativos a seus integrantes ou à finalidade partidária grifei e negritei), ou seja, inexigindo, quanto a estes últimos (partidos políticos) a afetação entre a legitimidade de iniciativa para o writ e a afiliação que era, afinal e como já acima destacado, a questão propriamente contemplada na letra C da questão;

13 (b) a letra A é realmente incorreta, desatendendo pois ao quanto solicitado no enunciado da questão, porque o habeas corpus não se presta à tutela da liberdade de manifestação, mas apenas à liberdade de locomoção ( direito de ir-e-vir ); (c) a letra B é realmente incorreta, desatendendo pois ao quanto solicitado no enunciado da questão, porque (c.1) afirma, inicialmente, ser cabível mandado de segurança individual, nas situações ali genericamente referidas, quando o correspondente direito líquido e certo não for amparado por habeas corpus sem, contudo, fazer referência igualmente excludente ao campo próprio do habeas data, o que por si só representa que a alternativa deixa campo ao mandamus mais amplo que aquele a ele efetivamente contemplado pela CF-88, e (c.2) independentemente da questão supra afirma, dentre outros aspectos, ser o mandado de segurança individual o remédio constitucional adequado ao ataque à ilegalidade ou ao abuso de poder, que afete a direito líquido e certo de sujeito de direito, quando a aquelas impropriedades forem perpetradas por titular de banco de dados de caráter público, o que não procede porque sendo este um sujeito de direito privado não exercente de poder público não confundir, aqui, com a situação dos titulares de bancos de dados públicos! ou seus atos de natureza propriamente informacional são acionáveis mediante habeas data, ou seus atos de natureza não propriamente informacional são acionáveis mediante ações ordinárias ou cautelares comuns, e não por meio dos remédios constitucionais; e (d) a letra D é realmente incorreta, desatendendo pois ao quanto solicitado no enunciado da questão, porque o mandado de injunção é cabível, apenas, quando a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício de direitos fundamentais, e não como descrito na letra aqui em análise quando aquela omissão normativa justamente torne viável o exercício dos direitos fundamentais.

14 13 D 53 D 53 D 73 D Os candidatos recorrentes alegam, em síntese, ou que o enunciado da questão que solicitava o apontamento da alternativa incorreta não seria atendido pela letra apontada no gabarito oficial (ou seja, a letra D ), ou que tanto aquela alternativa quanto, ainda e por igual, as letras B e/ou E atenderiam ao solicitado na questão. Os argumentos formulados, conquanto muito bem apresentados e contundentes, não procedem, em síntese, porque: (a) a redação contida na letra D sim está incorreta, conforme solicitado na questão, porque a expressão do comando verbal central ali contido exercerão (...) para configura limitação/vinculação entre a premissa posta (ausência de norma geral federal) e a consequência admitida (possibilidade de legislação pelos Estados para dispor sobre situações urgentes e transitórias de suas peculiaridades administrativas ), resultando pois na assertiva de realidade normativa à matéria francamente distinta àquela no caso, mais ampla admitida pelo art. 24 da CF-88; (b) a letra B está correta, desatendendo pois o solicitada na questão, porque (b.1) seu enunciado não limita a competência material comum aos Estados, Municípios e ao DF (supostamente, como argumentado, excluindo a União), mas apenas apresenta proposição correta em si referida àquela parcela da competência material comum exercível pelos Estados, Municípios e DF, e (b.2) a letra em foco tem redação negativa ( não está atribuída ) e, assim, está materialmente correta frente ao art. 23 da CF-88; e (c) a letra E também está correta, por igual desatendendo pois o solicitado na questão, porque data venia a redação da assertiva é perfeitamente simples, direta e compreensível, conforme inclusive demonstra a existência de um único recurso questionando este aspecto.

15 14 E 54 E 54 E 74 E NÃO FOI APRESENTADO RECURSO PARA ESTAS QUESTÔES.

16 15 A 55 A 55 A 75 A Os candidatos recorrentes alegam, em síntese, ou que o enunciado da questão que solicitava o apontamento da alternativa incorreta de um lado não seria atendido pela letra apontada no gabarito oficial (ou seja, a letra A ) pois esta seria correta especialmente em face do inciso I do art. 26 da CF-88, e, por outro lado, que a letra E sim seria ( exclusivamente ou também ) incorreta especialmente por fazer referência a recursos naturais, e não a recursos minerais como proclamado pelo 1º do art. 20 da CF em conceito que seria mais específico/restrito que aquele constante na alternativa ora em foco atendendo, pois, alternativa ou concomitantemente, ao solicitado na questão. Os argumentos formulados em torno à correção e, portanto, à sua inadequação ao comando da questão da letra A, conquanto muito bem apresentados e contundentes, não procedem, em síntese, porque deixando de contemplar a assertiva em questão a ressalva que expressamente consigna no inciso I do art. 26 da CF-88 em favor da União e que, portanto, reduz o alcance do comando normativo da primeira parte daquele mesmo dispositivo ela se faz, necessariamente, incorreta. Por outro lado, os argumentos formulados em torno à incorreção e, portanto, à sua adequação ao comando da questão da letra E efetivamente procedem, nos mesmos termos em que acima sumariados. Com estes fundamentos, e à vista dos critérios corretivos indicados pela ESAF, proponho a anulação da questão.

17 16 B 56 B 56 B 76 B Os candidatos recorrentes alegam, em síntese, ou que o enunciado da questão que solicitava o apontamento da alternativa correta não seria atendido pela letra apontada no gabarito oficial (ou seja, a letra B ), ou que tanto aquela alternativa quanto, ainda e por igual, a letra A atenderiam ao solicitado na questão. Os argumentos formulados, conquanto muito bem apresentados e contundentes, não procedem, em síntese, porque: (a) a redação contida na letra A configura limitação/vinculação da acessibilidade aos cargos e empregos públicos aos brasileiros natos, exigência que a CF-88 não contempla para os cargos e empregos públicos em geral isto é, ressalvados aqueles por ela mesma distinguidos para este fim; e (b) a redação contida na letra B sim está correta, conforme solicitado na questão, porque a expressão ali contida desde que exclusivamente configura realidade normativa à matéria francamente distinta àquela no caso, mais ampla admitida pelo inciso IX do art. 37 da CF-88.

18 17 A 57 A 57 A 77 A Os candidatos recorrentes alegam, em síntese, ou que o enunciado da questão que solicitava o apontamento da alternativa incorreta não seria atendido pela letra apontada no gabarito oficial (ou seja, a letra A ) pois esta seria correta, e/ou que, por outro lado, ou a letra C, ou a letra D ou a letra E sim seriam (exclusivamente ou também) incorretas atendendo, pois, alternativa ou concomitantemente, ao solicitado na questão. Os argumentos formulados não procedem, em síntese, porque: (a) a letra A é realmente incorreta, conforme solicitado no enunciado da questão, porque fala em maioria absoluta, que não é o critério do art. 47 da CF-88; (b) a letra C está correta não atendendo, assim, ao enunciado da questão porque (b.1) ao falar sobre a CD em nada limita ou exclui (expressamente ou pelo seu contexto) qualquer competência do CN, do SF e/ou de suas Comissões, e (b.2) porque a questão contém duas assertivas, perfeitamente separadas pela passagem, ou, ainda,, de forma que a sanção expressa na parte final da alternativa aqui analisada claramente se refere apenas à segunda passagem, que está ancorada não no art. 58, 2º, III, da CF-88, mas sim no seu art. 50, 2º; (c) a letra D também está correta não atendendo, assim e mais uma vez, ao enunciado da questão porque fala em crime de responsabilidade (art. 52, III, da CF-88), e não em crime comum (art. 103, I, b, da CF-88); e (d) a letra E por igual está correta não atendendo, novamente, ao enunciado da questão porque o quanto ali descrito está compreendido no art. 54, I, a, da CF-88, e o enunciado desta alternativa em nada limita ou exclui (expressamente ou pelo seu contexto) qualquer outro eventual impedimento por igual existente aos ali referidos agentes políticos.

19 18 C 58 C 58 C 78 C O candidato recorrente alega, em síntese, que a alternativa indicada como correta pelo gabarito oficial ou seja, a letra C seria, na verdade, incorreta. O argumento formulado não procede, em síntese, porque a alternativa em tela, ao afirmar a competência que ali consta, absolutamente não excluiu outras, pois não empregou em seu enunciado nenhuma expressão direta, conotativa ou denotativa de exclusividade. Prova Objetiva 19 E 59 E 59 E 79 E Os candidatos recorrentes alegam, em síntese, que o enunciado da questão que solicitava o apontamento da alternativa incorreta tanto seria atendido pela letra apontada no gabarito oficial (ou seja, a letra E ) quanto, ainda e por igual, pela letra C. Os argumentos formulados, conquanto muito bem apresentados e contundentes, não procedem, em síntese, porque também o pagamento devido aos precatórios alimentares far-se-ão, exclusivamente, na ordem cronológica de sua apresentação ainda que correspondendo a ordenação cronológica própria, o que não é negado/contraditado, expressamente ou pelo seu contexto, pelo texto contido na letra E, de forma que a mesma sim se apresentava como correta e consequentemente não atendia ao enunciado da mesma questão.

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