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2 ajudar é humano

3 Objectivo da apresentação 0Demonstrar a importância e necessidade premente da capacitação/ formação dos voluntários e técnicos que coordenam os voluntários no âmbito das OSFL como meio efetivo de combater a pobreza e a exclusão social em Portugal (e no mundo).

4 Apresentação percurso de ação humanitária

5 0UMA RÁPIDA ABORDAGEM AO VOLUNTARIADO Sónia Fernandes 5

6 Definição planetária de voluntariado 1. é uma atividade relativamente incoerciva; 2. é realizada com intenção de ajudar; 3. é realizada sem pensamento primário ou imediato de ganho financeiro ; 4. é trabalho, não divertimento. Ivan Scheier Sónia Fernandes 6

7 9 Equívocos acerca do voluntariado Apenas formal Do domínio de amadores sem competências nem experiência Realizado através de atividades face-a-face Sociedade civil apenas As mulheres constituem a maior parte dos voluntários Deveria estar forma dos limites da intervenção do Estado Levado a cabo por pessoas instruídas e abastadas Jovens não praticam voluntariado Não tem custos Sónia Fernandes 7 Fonte: UNV (2011). State of the World s Volunteerism Report. [Em linha] Disponível em <http://www.unv.org/en/swvr2011.html>. [Consultado em 10/04/2012], p. 8-12

8 Se existisse um país chamado a Terra do Voluntariado Milhões de pessoas 1China India EUA 296 4Indonésia 229 5Brasil 186 6Paquistão 158 7Bangladesh 144 8Rússia TerradoVoluntariado ca Nigéria Japão 128 Fonte: Volunteering Johns Hopkins Comparative Nonprofit Sector Project; Population: United States Census Bureau Sónia (UNV, Fernandes 2011, p. 20) 8

9 Voluntariado em Portugal 0Estima-se que 12% da população exerce o voluntariado (em comparação com 24% na EU) O sector não lucrativo e o voluntariado têm uma longa tradição em Portugal. No entanto, devido ao facto de Portugal ter estado sob o domínio do Absolutismo (monarquias) e Autoritarismo por muitos séculos, a democracia foi implementada tarde. Isto prejudicou o terceiro sector no seu desenvolvimento e não cresceu significativamente. Os níveis de participação individual na sociedade são menores do que noutros países Europeus (CEV, 2008, p. 17). Sónia Fernandes 9

10 Voluntariado em Portugal 0Estudo realizado sobre voluntariado em 2001 abrangeu 2,366 OSFL que acolhiam 50,000 voluntários 0A maioria das org. eram associações juvenis e de bombeiros 0 53% da população era masculina 068% encontravam-se entre os 20 e 65 anos 017% tinham menos de 20 anos de idade 0 33% tinham menos de estudos secundários 0 16% tinham diploma universitário Sónia Fernandes 10

11 % de instituições com actividades desenvolvidas por voluntários Outras Actividades 18,4 Venda de Produtos 18,7 Divulgação/Promo. Instituição/ Campanhas Inform. Ao Público 44,4 Angariação de fundos 44,1 Apoio directo aos beneficiários 40,8 Tarefas administrativas 63,9 Tarefas de Gestão/Direcção 80,6 participação nos órgãos sociais 88, Sónia Fernandes Fonte: (OEFP, 2008, p. 1112)

12 Mudar de paradigma 0Já é tempo de o voluntariado passar a ser exercido com o máximo de responsabilidade e qualidade. 0Ser voluntário é muito mais do que ter um coração bondoso. É comprometer-se a -de forma assídua, responsável, de acordo com as regras organizacionais -levar a cabo as funções atribuídas pela instituição acolhedora. 12

13 Requisitos para fazer voluntariado 0Então, que requisitos genéricos deve ter um indivíduo para praticar o voluntariado? 0Pode parecer estranho para muitos mas não são muito diferentes daqueles exigidos a um profissional assalariado. 13

14 Requisitos para fazer voluntariado 0Porquê? Porque o sector não lucrativo tem tantas pretensões de realizar um trabalho de qualidade quanto o sector lucrativo ou governamental. E, dado que a maioria das organizações lida com a vida humana, mais exigentes devemos ser na qualidade da atuação. Como tal, os colaboradores voluntários precisam ter as mesmas premissas de excelência de atuação seja exercendo uma hora de voluntariado ou milhares ao longo da vida. 14

15 Requisitos para ser Voluntário 0 Partilhar da missão, da visão e dos valores organizacionais da entidade acolhedora; 0 Assumir com responsabilidade o compromisso de voluntariado estabelecido com a organização acolhedora (cumprindo com o estipulado, sendo inclusive entre muitas outras coisas, assíduo e pontual); 0 Aceitar e cumprir as regras organizacionais; 0 Encarar a formação inicial e contínua como essencial para um bom desenvolvimento da actividade de voluntariado (numa lógica de melhoria da atuação contínua); 0 Ter a capacidade de trabalhar em equipa, respeitando as hierarquias existentes; 0 Ter a humildade de descobrir os seus preconceitos e desfazê-los, de modo a respeitar os beneficiários e, como tal, não comprometer a actuação; 0 Ter as condições físicas e psicológicas necessárias para o perfil de posto atribuído. 15

16 Requisitos p/ acolher Voluntários 0 Ter bom ambiente organizacional; 0 Os profissionais da organização que lidam directamente com os voluntários aceitarem trabalhar com voluntários; 0 Ter um colaborador designado para a função de coordenação/gestão de voluntários que será a pessoa responsável pelos voluntários na organização; 0 Terem desenhado perfis de posto (dos voluntários que querem recrutar); 0 Realizar entrevistas com os voluntários proponentes para posterior selecção; 0 Ter estabelecidas regras e procedimentos no âmbito do trabalho em que os voluntários estão envolvidos; 0 Dar orientação, formação inicial e contínua aos voluntários; 0 Existirem pessoas nomeadas na organização para o acompanhamento e supervisão direta dos voluntários; 0 Estar contemplada a avaliação do trabalho de voluntariado; 0 Terem estabelecido formas de reconhecimento dos voluntários. 16

17 17

18 A Escola de Voluntariado 0É a materialização de um projecto desenhado há já alguns anos. 0Surgiu da constatação da necessidade de capacitar os agentes da solidariedade em Portugal, especificamente na área do voluntariado. 0Porque boa-vontadenão basta, é necessário agir com qualidade e competência. 18

19 ONGD Somos uma ONGD (Organização Não-Governamental para o Desenvolvimento) reconhecimento dado pelo IPAD (MNE) nos termos do art.º8, da Lei n.º66/98 de 14 de Outubro 19

20 Somos a primeira Escola de Voluntariado em Portugal 0Trata-se de um projecto inovador na área social e com elevadíssimo potencial, dado ser composto por pessoas com altos níveis de exigência e competências. 20

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22 A equipa 0Os seus fundadores e dinamizadores são elementos com experiência e capacitação na área, provenientes de universos complementares, nomeadamente no âmbito do voluntariado, cooperação internacional, saúde, economia, gestão, formação profissional, artes, entre outros. 0Acumulam-se e consubstanciam-se saberes e experiências dos sectores governamental, não governamental e empresarial. 22

23 PISTA MÁGICA Escola de Voluntariado 23

24 Natureza e âmbito 0É uma pessoa colectiva de direito privado sem fins lucrativos, de âmbito nacional e de cooperação e educação para o desenvolvimento. 0Sem filiação partidária ou religiosa, seguindo como guia a Declaração Universal dos Direitos do Homem. 24

25 Missão 0 «Construir competências para o exercício do voluntariado, resultando num efectivo instrumento da acção humanitária» 25

26 Visão 0Aspiramos criar as bases para que o voluntariado seja as mãos do combate às desigualdades em Portugal e no Mundo. 0Também na batalha por um mundo melhor é necessário possuir competências. Queremos mudar o caducado paradigma da solidariedade que sustenta os seus pilares na «boa-vontade», para um novo e emergente paradigma que se deve sustentar no «fazer-bem». 26

27 Áreas de intervenção 0Formação; 0 Consultoria; 0 Educação para a cidadania ativa e voluntariado; 0 Acções de cariz humanitário; 27

28 Cursos em Vigor 0 Gestão de Voluntariado 0 Iniciação ao voluntariado 0 Voluntariado Internacional workshops 0 Como criar uma associação 0Como fazer um projeto (de âmbito nacional ou local) 0Como fazer o planeamento estratégico de 1 OSFL 28

29 Contactos tel (+351)

30 Muito obrigada!

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