Desenvolvimento de um sistema de informação de apoio à gestão do domínio público marítimo: uma ferramenta para o ordenamento do litoral.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Desenvolvimento de um sistema de informação de apoio à gestão do domínio público marítimo: uma ferramenta para o ordenamento do litoral."

Transcrição

1 Desenvolvimento de um sistema de informação de apoio à gestão do domínio público marítimo: uma ferramenta para o ordenamento do litoral. Célia Pata Sumário As delimitações do domínio público marítimo (DPM) encontram-se publicadas em Diário da República e, por iniciativa do actual presidente da Comissão do Domínio Público Marítimo, foram compiladas numa base de dados descritiva. Esta actual forma de gestão da informação não é, no entanto, totalmente eficiente no sentido de não incluir a componente de visualização espacial das delimitações do domínio público marítimo. Com a pretensão de colmatar esta dificuldade e uma vez que a base de dados descritiva incluía já dados geo-espaciais (coordenadas) associados aos dados descritivos dos processos das delimitações, desenvolveu-se uma aplicação informática autónoma, baseada nas tecnologias e técnicas associadas aos sistemas de informação geográfica (SIG), sem custos de licenciamento acrescido, para além do programa Microsoft Access. A aplicação desenvolvida envolveu a programação de executáveis em Visual Basic onde se utilizou uma livraria pública (ocx) a qual possibilita a interpretação da base de dados descritiva e a obtenção de ficheiros de dados geo-espaciais. Os ficheiros de dados geoespaciais são por sua vez lidos através de interfaces gráficas, sem custos de licenciamento, permitindo ao gestor da base de dados ter uma percepção espacial, interactiva e dinâmica do estado de cada processo do DPM e de cada zona de interesse, sendo estes dados automaticamente actualizados, de acordo com as alterações produzidas na sua base de dados descritiva. Inclui ainda possibilidade de integrar outros temas administrativos e ambientais, permitindo a confrontação das delimitações do DPM com outros elementos territoriais. Esta aplicação é um exemplo prático da utilização dos SIG como solução para agilizar a gestão integrada de um tema com representação espacial, neste caso numa área específica do ordenamento do litoral, o DPM, sem que para tal se tenha que recorrer a licenças de softwares SIG de custos elevados. 1

2 Introdução e objectivos Na ocupação do espaço da orla marítima, para além das áreas de ocupação privada, existem outras áreas destinadas ao domínio público que em geral, é constituído pelas coisas naturais ou artificiais que a lei sujeita a um regime especial de protecção em ordem a garantir que elas desempenhem o fim de utilidade pública a que se destinam. (José Pedro Fernandes, 2000). Estas áreas correspondem ao domínio público marítimo (DPM), as quais abrangem a zona de interface entre o mar e a terra e são definidas fisicamente por áreas com base nas delimitações entre o domínio privado e entre o domínio do Estado (público e privado). O reconhecimento de áreas privadas em áreas do DPM é levado a cabo pelo Estado através de um processo designado por delimitação do DPM. Até 2005, até à publicação da nova Lei da Água, Lei 58/2005, de 29 de Dezembro cabia à entidade administrante promover a instrução do processo de delimitação do DPM que, seguidamente, enviaria ao Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), por delegação de competências do Ministério da Defesa Nacional. Por despacho do Almirante CEMA o processo seguiria para a Comissão do Domínio Público Marítimo (CDPM), orgão consultivo do CEMA, onde seria distribuído a um vogal incumbido de elaborar o respectivo projecto de parecer. A CDPM analisaria o parecer com a delimitação proposta por uma Comissão de Delimitação a qual segundo este parecer procederia ao reconhecimento no terreno da delimitação e faria colocar estacas nos vértices de forma a delimitar o DPM. Estes vértices seriam ligados e referenciados à rede geodésica nacional. O parecer da CDPM seria posteriormente homologado pelo Almirante CEMA e pelo Ministro da Justiça sendo então o Auto de Delimitação publicado em Diário da República, conforme o disposto no n.º 4 do artigo 10º do Decreto-lei n.º 468/71, de 5 de Novembro. A CDPM, com base na sua actividade (desde 1922, ano em que foi nomeada) e por iniciativa do actual presidente compilou, numa base de dados descritiva, os dados referentes aos processos de delimitação do DPM na qual foram também incluídas as coordenadas de localização das delimitações do DPM. No entanto, atendendo à extensão espacial da orla costeira e a outros factores inerentes à complexidade processual e de tomada de decisão que acompanham os processos de delimitação do DPM, a sua gestão pode tornar-se confusa e difícil de concretizar. Aproveitando a existência desta base de dados, surgiu a oportunidade de agilizar a gestão dos processos de delimitação, recorrendo-se aos sistemas de informação geográfica (SIG). Os SIG são usualmente utilizados como ferramentas de gestão territorial, podendo ser aplicados às diversas áreas intervenientes no ordenamento do território como as de âmbito social, ambiental e económico. Permitem a integração e a compatibilização de opções apoiadas na componente espacial dos factores intervenientes e facilitam o acesso à informação solicitada pelos particulares à Administração, disponibilizando-a de uma forma eficaz. A aplicação SIG proposta foi desenvolvida tendo em conta a legislação aplicável ao processo de delimitação do DPM e as necessidades de exploração requeridas pelo gestor dos processos de delimitação da CDPM. Trata-se de uma aplicação autónoma, sem encargos de licenciamento, à parte do programa Microsoft Access, que permite uma gestão espacial e integrada do DPM. Atendendo que a natureza dos dados utilizados para a análise dos pedidos de delimitação do DPM pode ser muito variada podendo incluir mapas, fotografias aéreas e/ou panorâmicas, listas de coordenadas, manuscritos etc., a análise destes e a sua confrontação com outros limites de ocupação territorial, face à legislação em vigor, com vista a se obter um limite único legal pode tornar-se difícil de interpretar e demorada, com a agravante de serem induzidos erros relacionados com parâmetros geográficos, implicando prejuízos para uma das partes intervenientes no processo de delimitação (Estado e particulares). Neste ponto de vista, o sistema de informação constitui também uma ferramenta de controlo de qualidade dos dados espaciais e referenciados em cada processo de delimitação. 2

3 Uma vez operacional, o sistema de informação pretende ainda constituir uma plataforma capaz de organizar e manter actualizado o registo das margens dominais, contribuindo para o esclarecimento da situação nacional do DPM em cada local, bem como confrontá-lo com outros tipos de limites administrativos já definidos e em qualquer altura integrar novos limites e dados espaciais. Permitirá também disponibilizar informação às entidades que tenham responsabilidade ou que exerçam funções públicas na área bem como ao público em geral. Arquitectura do SIG A arquitectura do SIG foi definida segundo os seguintes critérios requeridos pela CDPM: O SIG não poderia implicar encargos de licenciamento, para além do programa Microsoft Access (já previamente disponível na CDPM), A base de dados a utilizar seria a base de dados em Microsoft Access já implementada na CDPM, a qual poderia sofrer todas as alterações necessárias para o funcionamento do SIG, As funcionalidades a esperar do SIG seriam: Visualizar e pesquisar espacialmente as delimitações do DPM a partir de um mapa digital, Confrontar espacialmente essas delimitações com outros limites administrativos (limites de jurisdição do litoral, limites dos concelhos, freguesias e regiões, etc.) e ambientais (áreas e paisagens protegidas, biótopos Corine, zonas de protecção especial, etc.), Manter actualizada, de uma forma automática, a representação espacial das delimitações, sempre que se procedesse a alterações dos processos das mesmas na base de dados da CDPM. A análise dos requisitos da CDPM, implicou o estudo da estrutura base de dados Microsoft Access da CDPM e a incorporação dos programas Microsoft Access e Microsoft Visual Studio com outros softwares de acesso livre, o ArcExplorer do fabricante ESRI e o Google Earth do fabricante Google, de forma a implementar os procedimentos que permitem satisfazer a operacionalidade das funcionalidades pretendidas. Estipulou-se que a ligação entre o utilizador e o SIG fosse assegurada através da base de dados Microsoft Access da CDPM, a partir da qual corressem as aplicações desenvolvidas em Visual Basic e permitisse o acesso às interfaces gráficas (Figura 1). 3

4 Figura 1 Esquema da relação entre os dados, o SIG e o utilizador. A base de dados Access da CDPM, a BDCDPM, permite a análise dos atributos dos dados segundo várias acções de introdução, alteração, eliminação, pesquisa e apresentação dos dados. As aplicações em Visual Basic, Visual Basic Shapefile (programa CDPM) e Visual Basic KML, tornam possível o acesso aos dados existentes na BDCDPM, processam-nos de forma a gerar e armazenar ficheiros de dados espaciais, de formatos específicos: shapefiles e kml, os quais são lidos pelas ferramentas de interface gráfica incorporadas, ArcExplorer e Google Earth, respectivamente (Figura 2). As aplicações em Visual Basic permitem também a actualização automática dos ficheiros de dados espaciais, no momento em se actualizam os dados na BDCDPM. Figura.2 Funções dos elementos que integram o SIG desenvolvido. 4

5 Desenvolvimento do sistema: Descrição das componentes do SIG para a gestão administrativa do domínio público marítimo A Base de Dados da CDPM (BDCDPM) A base de dados da CDPM contém os dados referentes aos pareceres dos processos de delimitação do DPM emitidos pela CDPM, bem como a situação final dos processos após a sua publicação no Diário da República. O modelo de dados da BDCDPM foi definido pela CDPM e representa conceptualmente a gestão dos dados dos processos de delimitação do DPM. Os dados foram organizados segundo os processos de delimitação que deram entrada na CDPM e aos quais se encontram associados os dados dos intervenientes e os dados de localização da zona a delimitar, Às tabelas que contêm informações sobre a componente geográfica dos dados foram adicionados os campos necessários para tornar possível, através do SIG, a representação espacial das delimitações dos processos. Para o armazenamento, a aquisição e a análise dos atributos dos dados existentes na BDCDPM foram criadas, pela CDPM, várias interfaces (janelas) que permitem executar estas funcionalidades, a partir de controlos activados por botões, o que facilita a exploração por parte do utilizador. Exemplos de funcionalidades já existentes e adicionadas, na sequência da implementação do SIG, podem ser observados na figura 3 e na figura 4. Figura.3 Primeira janela de acesso às funcionalidades de exploração dos dados. A vermelho encontra-se assinalado a funcionalidade alterada para a implementação do SIG. 5

6 1- A exploração dos dados é referente ao nome do processo; 2- Área de acesso à representação gráfica das delimitações do processo seleccionado (adicionada); 3- Barra de botões que executam vários tipos de funções: pesquisar, actualizar, adicionar, apagar e visualizar os resultados da pesquisa em relatórios; 4- Janela de actualização dos campos do processo seleccionado (alterada). 5- Janela de pesquisa de processos. 6- Botão que dá acesso à ficha que contem os dados seleccionados, resultantes da pesquisa efectuada. Figura.4 Janela que contém as funcionalidades de consulta e actualização onde são identificados alguns exemplos das funcionalidades. A vermelho encontram-se assinalados alguns campos e funcionalidades alteradas e adicionadas à BDCDPM original. 6

7 Aplicações desenvolvidas em Visual Basic As aplicações programadas em Visual Basic têm como funcionalidade ler os dados seleccionados durante as tarefas efectuadas na BDCDPM, copia-los e converte-los em formatos de dados espaciais: shapefile e kml. Para a programação em Visual Basic da aplicação Shapefile, Visual Basic Shapefile, também designada programa CDPM, foi utilizada uma livraria pública, um OCX, que contém as funções para a criação, alteração e eliminação de ficheiros espaciais do tipo shapefiles. A programação da aplicação que permite obter os ficheiros do tipo KML, a aplicação Visual Basic KML, foi também desenvolvida no programa Microsoft Visual Studio. Os ficheiros do tipo KML ( Keyhole Markup Language ) correspondem a ficheiros que armazenam apenas a descrição básica sobre o elemento a representar como: a geometria, posicionamento (latitude e longitude) e a referência. Estes tipos de ficheiros são baseados na linguagem XML ( Extensive Markup Language ) e são utilizados especificamente para gerir dados geo-espaciais, a três dimensões, no programa Google Earth. Ambos os ficheiros de dados espaciais, shapefiles e KML, são automaticamente obtidos e actualizados a partir da base de dados BDCDPM, à medida que os atributos dos dados vão sendo adicionados, modificados e eliminados, o que permite manter actualizada a representação gráfica das delimitações dos processos. A obtenção e actualização dos ficheiros shapefile é desencadeada pelo executável adicionados à BDCDPM a partir do qual corre a aplicação programa CDPM (Figura 5). Figura.5 Actualização/criação das shapefiles durante as acções de actualização dos dados na BDCDPM, a partir do accionamento do botão adicionado à BDCPM inicial ACTUALIZAR SHAPEFILES E VOLTAR A CONSULTAR PROCESSO. 7

8 O ficheiro KML, correspondente ao processo seleccionado na BDCDPM, é obtido a partir de um botão que acciona o executável da aplicação Visual Basic KML, a qual para além de gerar o ficheiro KML permite atribuir um nome ao ficheiro e arquiva-lo numa pasta a definir pelo utilizador. A partir deste botão é possível a visualização automática da delimitação do processo através do programa Google Earth (Figura 6). Figura.6 Obtenção e arquivo do ficheiro KML, referente ao processo seleccionado, e visualização da delimitação no programa Google Earth, a partir do botão adicionado à BDCDPM original Obter ficheiro KML e visualizar processo no Google Earth. As delimitações dos processos apenas são representadas nas interfaces gráficas se estes tiverem expressão espacial, ou seja, apenas se na BDCDPM lhes forem atribuídas coordenadas, a ordem dos vértices, o tipo de topologia que representam ponto, linha ou polígono e definida a área em que se encontram delimitadas: continente, Açores grupo Ocidental, Açores grupo Central, Açores grupo Oriental ou Madeira (Figura.7). 8

9 Figura.7 Campos de dados geográficos da BDCDPM. Para a representação espacial dos vértices de delimitação foi adoptada a topologia ponto, para a representação espacial dos limites do DPM a topologia linhas e para as delimitações abertas foram adoptados a topologia polígonos A consideração das cinco áreas de delimitação: continente, Açores grupo Ocidental, Açores grupo Central, Açores grupo Oriental e Madeira, deve-se ao facto de existirem diferentes sistemas de projecção para cada uma destas áreas, dando seguimento às normas a observar pelas comissões de delimitação, definidas pela CDPM no seu parecer nº 5317, de 22 de Fevereiro de Assim, para uma melhor gestão dos dados espaciais foram definidas para a aplicação Visual Basic Shapefile cinco grupos de shapefiles, um para cada área geográfica, e dentro de cada grupo foram definidas três tipos de shapefiles: de pontos, linhas e polígonos (Figura.8). 9

10 Figura.8 Shapefiles definidas para a aplicação Visual Basic Shapefile. Em alternativa, quando se pretende obter ficheiros do tipo shapefile de todos os processos contidos na base de dados, a aplicação Visual Basic Shapefile (programa CDPM) pode ser accionada para este efeito, a partir do botão Aceder ao Programa CDPM. Neste caso, a aplicação acede à BDCDPM e copia os dados de todos os processos com representação espacial, e gera ou substitui, caso já existiam, todos os registos (geometrias) da área seleccionada. Para além desta função esta aplicação permite ainda gerar shapefiles personalizadas de pontos, linhas e polígonos por introdução directa dos dados dos vértices ou a partir de ficheiros pré definidos (Figura 10). Figura 10 Aplicação Visual Basic Shapefile accionada na BDCDPM e suas funcionalidades. 10

11 A funcionalidade de gerar shapefiles personalizadas foi sugerida à CDPM, com o objectivo de auxiliar os intervenientes na análise dos processos, permitindo representar graficamente limites considerados de interesse para a interpretação das delimitações. Para a visualização das delimitações dos processos no programa Google Earth, torna-se necessário transformar os sistemas de coordenadas projectadas (M e P) para coordenadas geográficas (X e Y) no sistema de coordenadas geográficas WGS84. Para proceder a esta transformação foi incorporada na BDCDPM uma ferramenta desenvolvida pelo Instituto Hidrográfico, Programa Coordenada, de uso restrito, que permite converter as coordenadas para o sistema pretendido (Figura.9). Figura.9 Acesso ao programa Coordenada a partir da BDCDPM. Após a definição dos parâmetros, as coordenadas projectadas M e P são introduzidas no programa e são devolvidas com os valores convertidos X e Y. Interfaces gráficas ArcExplorer 9.1 A aplicação ArcExplorer constitui uma boa ferramenta para a integração e a análise de dados espaciais. Tem como vantagens o facto de não ter associados encargos de licenciamento podendo ser obtida a partir do sítio da Internet e de dispor de ferramentas que permitem ao utilizador executar várias operações como: visualizar, adicionar, explorar, pesquisar os dados espaciais, analisar resultados e imprimir mapas. Na janela do sistema (Figura 11 e Figura 12) estão contempladas uma série acções que permitem ao utilizador executar várias tarefas de exploração dos dados espaciais, entre as quais se destacam as seguintes: 11

12 Selecção da visibilidade das camadas temáticas para uma análise por sobreposição; Alteração da sequência da sobreposição das camadas; Personalização da classificação da simbologia e dos rótulos dos dados geográficos; Condicionamento da visualização das camadas a partir de uma determinada escala; Ampliação, redução e movimentação panorâmica do espaço geográfico de interesse; Acesso aos atributos qualitativos dos dados; Selecção interactiva por atributos ou por áreas geográficas; Remoção e adição de novas camadas temáticas provenientes de shapefiles, e de imagens georreferenciadas como fotografias aéreas, ortofotomapas e mapas; Os dados geográficos (shapefiles e os rasters) podem provir de fontes externas ao computador do utilizador, como da Internet e de servidores de base de dados; Medição de distâncias e geração de perímetros à volta de elementos seleccionados; Gravar e imprimir mapas e os resultados de pesquisas; Acesso a um manual de ajuda sobre a aplicação. Figura 11 Janela da aplicação ArcExplorer. 12

13 Figura 12 Imagem georeferenciada (Instituto Geográfico Português) adicionada à aplicação ArcExplorer. As limitações estão associadas à pouca variedade de símbolos disponíveis para a representação dos temas e à baixa capacidade de personificação dos mapas a serem impressos. No SIG, a aplicação ArcExplorer pode ser acedida a partir da BDCDPM (Figura 13). Figura 13 Acesso à aplicação ArcExplorer a partir da BDCDPM. 13

14 Para além das camadas temáticas resultantes da aplicação Visual Baisic Shapefile foram ainda incluídas no SIG outras camadas complementares, designadas como shapefiles de base, (Figura 14), obtidas a partir de diferentes fontes. Figura 14 Listagens das shapefiles complementares incluídas no SIG. Estas listagens foram obtidas a partir da aplicação de acesso e gestão de dados ArcCatalog da ESRI (não incluído neste SIG), onde cada ficheiro representa uma shapefile. A inclusão destas shapefiles complementares no SIG teve como objectivo permitir a integração, no ArcExplorer, dos dados espaciais dos limites do DPM com outros temas, considerados relevantes pela CDPM para a sua gestão. A análise espacial efectuada através do ArcExplorer permite também detectar erros associados aos valores de posicionamento dos vértices introduzido na BDCDPM, funcionando assim como um meio de validação dos dados espaciais, associados a cada processo de delimitação (Figura 15). 14

15 Figura 15 Exemplo de um vértice mal posicionado detectado com a aplicação ArcExplorer. Google Earth A aplicação Google Earth, tal como o ArcExplorer, tem a vantagem de ser gratuita, podendo ser acedida através da Internet no portal Esta aplicação corresponde a um SIG de cobertura mundial que permite combinar imagens de satélite relativamente recentes, de 2003 actualizadas de 3 em 3 anos, com camadas temáticas e a partir de uma série de comandos permite ainda navegar sobre as imagens, incluindo a visualização do modelo digital do terreno em perspectiva. Tem como principais limitações: a necessidade de se estabelecer ligação à Internet para aceder às imagens com melhor qualidade. No entanto, as imagens que vão sendo observadas on line, vão sendo guardadas no disco do computador, por um tempo determinado e com qualidade inferior, o que permite aceder posteriormente às mesmas, mesmo sem ligação à Internet; apenas permite associar um atributo ao tema a representar; em certas zonas do continente, principalmente nas ilhas, as imagens de satélite ainda são de baixa resolução; por vezes, as delimitações podem aparecer deslocadas, em alguns metros, da sua posição real sobre as imagens de satélite. Esta aplicação complementa a utilização da aplicação do ArcExplorer, no sentido de ser mais rápida para efeitos da localização das delimitações do processo que se encontra seleccionado na BDCDPM e de informar o utilizador sobre as características dos terrenos das delimitações, por sobreposição da fotografia de satélite. No SIG, a aplicação Google Earth pode ser acedida na BDCDPM a partir de um botão a partir do qual se obtém o ficheiro KML e a visualização das delimitações do processo seleccionado (figura 6). O facto da acção desencadeada por este botão permitir guardar o ficheiro KML, respeitante ao processo seleccionado, torna-se útil para posteriores visualizações das delimitações do processo e mesmo confronta-lo com as delimitações de outros processo e com outros 15

16 limites territoriais, uma vez que a aplicação Google Earth permite importar vários ficheiros KML na mesma sessão (Figura 16). Figura 0.16 Exemplos de ficheiros KML importados na aplicação Google Earth. Alguns dos temas disponíveis nas shapefile complementares, para o continente, foram convertidos no formato KML, a partir do programa ArcGIS 9.1, para que o utilizador os possa importar para a aplicação Google Earth (Figura 17). Figura 17 Exemplos de ficheiros do tipo KML disponíveis para importação na aplicação Google Earth. 16

17 Resultados obtidos pela CDPM na utilização do SIG desenvolvido. Os processos que constam na BDCDPM datam desde anos 20 até à actualidade, comportando esta base de dados, em Junho de 2006, 5157 registos. Durante a fase de exploração do SIG, decorrida de Janeiro a Agosto de 2006, não deu entrada na CDPM nenhum processo de delimitação tendo-se desenvolvido apenas trabalhos de consulta, de verificação e correcção dos dados dos processos já existentes. Antes da utilização do SIG a verificação das coordenadas era efectuada através da leitura directa das mesmas, uma a uma, e aquelas que apresentassem valores com expressão significativamente diferentes das restantes eram consideradas suspeitas de estarem erradas, sendo a verificação realizada pela suas localizações desta coordenadas na planta da delimitação, no formato em papel. Para este efeito, segundo os utilizadores, o SIG desenvolvido revelou-se uma ferramenta extremamente útil no sentido de tornar muito mais expedita a tarefa de detectar os erros associados às coordenadas dos vértices dos processos de delimitação em curso e mesmo os que se encontram já publicados em Diário da República. A utilização do SIG agilizou também os pedidos de consulta dos processos de delimitação por parte dos particulares ou de entidades externas, geralmente entidades administrantes, permitindo atender à solicitação de forma rápida e completa. Futuras utilizações do SIG por entidades com atribuições no ordenamento do litoral. O SIG desenvolvido para o apoio à gestão do DPM, dado às suas características e funcionalidades, poderia também ser utilizado por outras entidades relacionadas com o DPM e com a gestão do litoral entre as quais se destacam: o Instituto da Água (INAG), como entidade administrante e como autoridade nacional da água à qual compete também, segundo a Lei 58/2005, de 29 de Dezembro, inventariar e manter o registo do domínio público hídrico; as Administrações das Regiões Hidrográficas, como entidades que prosseguem atribuições de gestão das águas, incluindo o respectivo planeamento licenciamento e fiscalização; o Instituto da Conservação da Natureza e as entidades portuárias como entidades administrantes; as capitanias, como entidades fiscalizadoras, as Direcções Regionais do Ambiente e Recursos Naturais, como entidades que asseguram a execução da política e objectivos nacionais da área do ambiente, recursos naturais em coordenação com os serviços centrais e todos os interessados, envolvidos nos processos de delimitação do DPM, particulares e Estado. Poder-se-ia ainda considerar o contributo destas entidades no melhoramento do desempenho do SIG ao sugerirem a inclusão de novos temas no SIG, nomeadamente temas considerados de interesse a serem confrontados com o DPM como poderia ser o caso, a título de exemplo, das áreas de condicionantes definidas nos Planos de Ordenamento da Orla Costeira (POOC). Neste âmbito, o SIG funcionaria como uma plataforma comum contendo camadas temáticas com informação proveniente das diferentes entidades, a qual permitiria uma análise do DPM ainda mais integrada. Permitiria inclusive detectar incoerências resultantes de diferentes interpretações do mesmo tema, como acontece, a título de exemplo, com o caso das interpretações adoptadas pelo INAG e pela CDPM sobre estabelecimento da linha da máxima preia-mar das águas vivas equinociais (LMPAVE), limite esse a partir do qual se define o limite do DPM. Na figura 18 pode-se observar um exemplo da utilização do SIG para este caso específico, onde os dados das camadas temáticas correspondem à zona da Praia do Afife. A camada temática da altimetria foi obtida a partir dos dados do POOC Caminha-Espinho, e representa o limite da praia, e as LMPAVE adoptadas pelo INAG (POOC) e pela CDPM. A 17

18 camada referente ao limite do DPM corresponde a um buffer de 50 metros gerado a partir das duas LMPAVE. Observa-se que a diferença de 0.5 metros de cota entre as duas LMPAVE, LMPAVE INAG (POOC) e LMPAVE CDPM, pode gerar diferenças de valores do limite do DPM na ordem dos 20 metros, até ao limite de praia, e de 30 e 40 metros para além do limite de praia. Figura 18 Representação, no SIG desenvolvido, da LMPAVE e do limite do DPM adoptado pelo INAG e pela CDPM para a praia do Afife. Neste caso, a situação apresentada no POOC Caminha-Espinho, apesar de ser meramente indicativa, favorece os particulares lesando o Estado no que diz respeito ao DPM. Conclusões O SIG desenvolvido para o apoio à gestão do DPM permite visualizar espacialmente as delimitações do DPM e dispõe de uma componente dinâmica, que as mantém actualizadas quando se procede a alterações na base de dados que contém os elementos descritivos dos processos das delimitações. Permite confrontar o DPM com outros limites de ocupação territorial de âmbito social, económico e ambiental e geri-lo segundo uma abordagem multidisciplinar promovendo a articulação e integração espacial entre os diferentes tipos de ocupação territorial. Como resultados iniciais, o SIG revelou-se uma ferramenta bastante útil na detecção de erros associados ao posicionamento das delimitações e agilizou a tarefa de resposta aos pedidos de consulta dos processos, provenientes de entidades interessadas em verificar o estado de delimitação do DPM. O acesso ao SIG, para efeitos de consulta e de colaboração no aumento do número de camadas temáticas, por entidades com atribuições de gestão do litoral e que estejam envolvidas nos processos de delimitação do DPM do litoral poderá fomentar a articulação institucional, uma vez que a representação espacial de temas com origem em diferentes 18

19 instituições responsáveis pela sua criação, gestão e divulgação, numa plataforma comum, contribui para uma partilha de informação com responsabilização identificável. Esta integração de informação no SIG poderá também levar à identificação de pontos de discórdia, resultantes de diferentes interpretações de um mesmo tema, sobre os quais se definem os limites de condicionantes que contribuem para a tomada de opções de gestão territorial. A utilização desta ferramenta poderá contribuir grandemente para uma melhor gestão dos processos do DPM dando a oportunidade de se usufruir de todas as vantagens associadas à utilização da componente espacial e dar a conhecer, parcialmente, sobre o estado do ordenamento do litoral. Bibliografia Amaral, F.; Fernandes, J. (1978). "Comentário à Lei dos Terrenos do Domínio Hídrico", Coimbra Editora, 325p. Boletim da Comissão do Domínio Público Marítimo, número 117, Ministério da Defesa Nacional Marinha, 2003,340p. Costa, M.; Silva, R. e Vitorino, J. (2001). Contribuição para o estudo do clima de agitação marítima na costa portuguesa. Comunicação apresentada nas 2ªs Jornadas de Engenharia Costeira e Portuária. Associação Internacional de Navegação, 20 pag. ESRI (s.d.) "Introdução ao ArcGIS - Nível I". Formação ESRI Portugal, 79p. Marques, F.; Mendes, A.; Henriques, M.; Sena, R. (2001). "Programação de Base de Dados com Visual Basic". FCA - Editora de Informática LDA, 391p. Matos, J. (2001)." Fundamentos de Informação Goegráfica". LIDEL - Edições Técnicas, LDA, 326p. McKeown, P. (1998). "Learning to Program With Visual Basic". University of Geórgia, 494p. Nina, Nuno (1999). Visual Basic 6. Curso Completo. FCA Editora de Informática LDA, 1094 p. Revista da Armada n.º 328 ano XXIV, Fevereiro de Publicação Oficial da Marinha. Pareceres Comissão do Domínio Público Marítimo consultados: Comissão do Domínio Público Marítimo, Parecer n.º 5113 de 26 de Novembro de "Competências da CDPM e do CEMA na delimitação de terrenos do dpm". Ministério da Defesa Nacional, Marinha. Comissão do Domínio Público Marítimo, Parecer n.º 6103 de 06 de Julho de "Lei n.º 54/2005, de 15 de Novembro, que estabelece a Titularidade dos Recursos Hídricos. Tramitação do Processo de delimitação". Ministério da Defesa Nacional, Marinha. Comissão do Domínio Público Marítimo, Parecer n.º 5833 de 11 de Março de "Normas a Observar pelas Comissões de Delimitação". Ministério da Defesa Nacional, Marinha. Comissão do Domínio Público Marítimo, Parecer n.º 5691 de 4 de Janeiro de "Organização dos Processos de Delimitação do Domínio Público Marítimo". Ministério da Defesa Nacional, Marinha. Comissão do Domínio Público Marítimo, Parecer n.º 4922 de 27 de Fevereiro de "Esclarecimentos sobre o procedimento a observar nas delimitações do DPM (LMPAVE)". Ministério da Defesa Nacional, Marinha. Referência N.1187 dirigida à Direcção - Geral do Fomento Marítimo Ministério da Marinha, de 26 de Junho de

20 Legislação consultada: Portaria n.º 752/87, de 2 de Setembro. Aprova o regulamento interno da Comissão do Domínio Público Marítimo. Portaria n.º 344/96, de 8 de Agosto. Alteração do regulamento interno da Comissão do Domínio público Marítimo. Portaria n.º 234/88, de 18 de Abril. Alteração da Portaria n.º 752/87, de 2 de Setembro. Lei n.º 16/2003, de 4 de Junho. Terceira alteração ao Decreto-Lei m.º 468/71, de 5 de Novembro (revê, actualiza e unifica o regime jurídico dos terrenos do domínio público hídrico). Lei n.º 54/2005, de 15 de Novembro. Estabelece a titularidade dos recursos hídricos. Lei n.º 58/2005, de 29 de Dezembro de Aprova a Lei da Água, transpondo para a ordem jurídica nacional a Directiva n.º 2000/60/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 23 de Outubro, e estabelecendo as bases e o quadro institucional para a gestão sustentável das águas. Decreto-Lei n.º 53/74, de 15 de Fevereiro. Altera a redacção do artigo 20.º do decreto-lei n.º 468/71, de 5 de Novembro, relativo ao regime jurídico dos terrenos submetidos ao domínio público marítimo. Resolução do Conselho de Ministros n.º 25/99, de 7 de Abril. Regulamento do Plano de Ordenamento da orla Costeira de Caminha-Espinho. Sítios da Internet consultados de Abril a Agosto de GEOCITIES Yahoo! - Manuel Cavaleiro de Ferreira - "Bens do Domínio Público e privado do estado (parecer)" GISMEDIA Newsletter Instituto da Água Instituto do Ambiente Atlas do Ambiente Digital Instituto da Conservação da Natureza Instituto Geográfico Português Instituto Hidrográfico Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos Instituto das tecnologias de Informação na Justiça. Base Jurídico-Documentais Marinha Rede de Informação de Situações de Emergência - Instituto Geográfico Português 20

GeoMafra SIG Municipal

GeoMafra SIG Municipal GeoMafra SIG Municipal Nova versão do site GeoMafra Toda a informação municipal... à distância de um clique! O projecto GeoMafra constitui uma ferramenta de trabalho que visa melhorar e homogeneizar a

Leia mais

Mapas. Visualização de informação geográfica; Consulta e edição (mediante permissões) de informação geográfica;

Mapas. Visualização de informação geográfica; Consulta e edição (mediante permissões) de informação geográfica; Mapas Destinado especialmente aos Utilizadores do GEOPORTAL, nele são descritas e explicadas as diferentes funcionalidades existentes no FrontOffice (GEOPORTAL). O GEOPORTAL é baseado em tecnologia Web,

Leia mais

A VISTA BACKSTAGE PRINCIPAIS OPÇÕES NO ECRÃ DE ACESSO

A VISTA BACKSTAGE PRINCIPAIS OPÇÕES NO ECRÃ DE ACESSO DOMINE A 110% ACCESS 2010 A VISTA BACKSTAGE Assim que é activado o Access, é visualizado o ecrã principal de acesso na nova vista Backstage. Após aceder ao Access 2010, no canto superior esquerdo do Friso,

Leia mais

Decreto-Lei n.º 213/92 de 12 de Outubro Altera o Decreto-Lei n.º 93/90, de 19 de Março (Reserva Ecológica Nacional).

Decreto-Lei n.º 213/92 de 12 de Outubro Altera o Decreto-Lei n.º 93/90, de 19 de Março (Reserva Ecológica Nacional). A leitura deste documento, que transcreve o conteúdo do Decreto-Lei n.º 213/92, de 12 de Outubro, não substitui a consulta da sua publicação em Diário da República. Decreto-Lei n.º 213/92 de 12 de Outubro

Leia mais

Software GEFISEME Aplicação destinada ao auxílio do serviço de Metrologia. Rua D. Afonso Henriques, 1726 4435-003 Rio Tinto www.worldsolutions.

Software GEFISEME Aplicação destinada ao auxílio do serviço de Metrologia. Rua D. Afonso Henriques, 1726 4435-003 Rio Tinto www.worldsolutions. Software GEFISEME Aplicação destinada ao auxílio do serviço de Metrologia Rua D. Afonso Henriques, 1726 4435-003 Rio Tinto www.worldsolutions.pt Conteúdo Introdução... 2 Gestão de acessos... 3 Ficha de

Leia mais

SAMUO APP: MANUAL DO ADMINISTRADOR

SAMUO APP: MANUAL DO ADMINISTRADOR as novas tecnologias ao serviço do desenvolvimento de projectos w w w. i m a d i p. c o m CABO VERDE: REALIZAÇÃO DE UMA ACÇÃO- PILOTO PARA A MELHORIA DA GESTÃO NUM GABINETE TÉCNICO SELECCIONADO OFITEC

Leia mais

GeoMafra Portal Geográfico

GeoMafra Portal Geográfico GeoMafra Portal Geográfico Nova versão do site GeoMafra Toda a informação municipal... à distância de um clique! O projecto GeoMafra constitui uma ferramenta de trabalho que visa melhorar e homogeneizar

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL 7670 Diário da República, 1.ª série N.º 202 19 de Outubro de 2007 h) Garantir a gestão de serviços comuns no âmbito das aplicações cuja concretização esteja a cargo do II e promover a sua partilha e reutilização;

Leia mais

GeoMafra Portal Geográfico

GeoMafra Portal Geográfico GeoMafra Portal Geográfico Nova versão do site GeoMafra Toda a informação municipal... à distância de um clique! O projecto GeoMafra constitui uma ferramenta de trabalho que visa melhorar e homogeneizar

Leia mais

Projecto de Programação MEEC - 2010/2011-1ºSemestre. Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores

Projecto de Programação MEEC - 2010/2011-1ºSemestre. Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Programação 2010/2011 Enunciado do projecto O projecto a desenvolver pelos alunos consistirá numa sistema de monitorização do estado de

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO BD JURÍDICA base de dados on-line

MANUAL DE UTILIZAÇÃO BD JURÍDICA base de dados on-line MANUAL DE UTILIZAÇÃO BD JURÍDICA base de dados on-line índice Índice Apresentação...3 Vantagens...3 Descrição da BD Jurídica...4 Área de consulta temática...6 Consulta de Códigos...7 Pesquisa...8 Pesquisa

Leia mais

Portal AEPQ Manual do utilizador

Portal AEPQ Manual do utilizador Pedro Gonçalves Luís Vieira Portal AEPQ Manual do utilizador Setembro 2008 Engenharia Informática - Portal AEPQ Manual do utilizador - ii - Conteúdo 1 Introdução... 1 1.1 Estrutura do manual... 3 1.2 Requisitos...

Leia mais

CONJUNTO COMERCIAL CENTRO COMERCIAL DE PORTIMÃO

CONJUNTO COMERCIAL CENTRO COMERCIAL DE PORTIMÃO CONJUNTO COMERCIAL CENTRO COMERCIAL DE PORTIMÃO RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJECTO DE EXECUÇÃO (RECAPE) SUMÁRIO EXECUTIVO JULHO DE 2008 Inovação e Projectos em Ambiente 1 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...

Leia mais

Cadastro, Gestão e Manutenção do Património da REFER com recurso aos Sistemas de Informação Geográfica

Cadastro, Gestão e Manutenção do Património da REFER com recurso aos Sistemas de Informação Geográfica Cadastro, Gestão e Manutenção do Património da REFER com recurso aos Sistemas de Informação Geográfica 1. Introdução Ao longo de mais de 150 anos da existência do caminho de ferro em Portugal, foram muitos

Leia mais

1. Rede de Apoio Topográfico... 2. 1.1. Características da Rede... 2. 2. Acesso e Utilização... 2. 2.1. Visualizador de mapa... 3

1. Rede de Apoio Topográfico... 2. 1.1. Características da Rede... 2. 2. Acesso e Utilização... 2. 2.1. Visualizador de mapa... 3 MANUAL DE UTILIZAÇÃO... 2 1. Rede de Apoio Topográfico... 2 1.1. Características da Rede... 2 2. Acesso e Utilização... 2 2.1. Visualizador de mapa... 3 2.1.1. Elementos do mapa... 3 2.1.2. Tarefas...

Leia mais

Os Investigadores da Universidade de Coimbra e as plataformas

Os Investigadores da Universidade de Coimbra e as plataformas Os Investigadores da Universidade de Coimbra e as plataformas & 1 Índice 2 Introdução...3 3 A Plataforma de Curricula DeGóis...3 3.1 É utilizada porque...3 3.2 Com a utilização do DeGóis ganho...4 3.1

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO. Manual de Utilizador. Portal TRH

MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO. Manual de Utilizador. Portal TRH MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO Manual de Utilizador Portal TRH Novembro de 2009 ÍNDICE 1. Introdução...2 2. Registo...4 3. Visualização e criação de operadores...8 4. Introdução

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Gabinete do Secretário de Estado do Ambiente ANEXO

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Gabinete do Secretário de Estado do Ambiente ANEXO ANEXO REGULAMENTO DAS COMISSÕES DE AVALIAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL Artigo 1º Nomeação e composição 1. A Comissão de Avaliação de Impacte Ambiental (CA) é nomeada pela Autoridade de Avaliação de Impacte

Leia mais

Manual de Utilização. GESTOR DE METADADOS DOS AÇORES (GeMA) Setembro de 2015. Versão 4.0

Manual de Utilização. GESTOR DE METADADOS DOS AÇORES (GeMA) Setembro de 2015. Versão 4.0 Manual de Utilização GESTOR DE METADADOS DOS AÇORES (GeMA) Setembro de 2015 Versão 4.0 FICHA TÉCNICA TÍTULO: Manual de Utilização do Gestor de Metadados dos Açores (GeMA) AUTORIA: Grupo de Trabalho INSPIRE

Leia mais

Manual de Procedimentos. Câmaras Municipais

Manual de Procedimentos. Câmaras Municipais Manual de Procedimentos Câmaras Municipais índice PÁGINA INICIAL... 4 1. Acesso à área reservada... 4 2. Recuperar senha de acesso... 4 3. Lembrar palavra-passe... 5 4. Consulta de legislação relacionada

Leia mais

Procedimento de Gestão PG 02 Controlo de Documentos e Registos

Procedimento de Gestão PG 02 Controlo de Documentos e Registos Índice 1.0. Objectivo. 2 2.0. Campo de aplicação 2 3.0. Referências e definições....... 2 4.0. Responsabilidades... 3 5.0. Procedimento... 3 5.1. Generalidades 3 5.2. Controlo de documentos... 4 5.3. Procedimentos

Leia mais

O WebSig do Município de Guimarães

O WebSig do Município de Guimarães O WebSig do Município de Guimarães Pedro Pereira A Divisão SIG O SIG do Município de Guimarães Gabinete criado em 1998 (no âmbito do PROSIG) Nos 10 anos seguintes, o SIG serviu de apoio aos diversos serviços

Leia mais

Microsoft Office FrontPage 2003

Microsoft Office FrontPage 2003 Instituto Politécnico de Tomar Escola Superior de Gestão Área Interdepartamental de Tecnologias de Informação e Comunicação Microsoft Office FrontPage 2003 1 Microsoft Office FrontPage 2003 O Microsoft

Leia mais

Ministério Público. Guia de Consulta Rápida

Ministério Público. Guia de Consulta Rápida Ministério Público Ministério Público Guia de Consulta Rápida Versão 3 (Outubro de 2009) - 1 - ÍNDICE 1. ACEDER AO CITIUS MINISTÉRIO PÚBLICO... 4 2. BARRA DE TAREFAS:... 4 3. CONFIGURAR O PERFIL DO UTILIZADOR...

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS

REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS (Enquadramento) Conforme o disposto na Resolução do Conselho de Ministros nº. 197/97, de 18 de Novembro e no Despacho Normativo nº. 8/2, de 12 de

Leia mais

SIQuant GeoQuality DGNToShapefile Converter

SIQuant GeoQuality DGNToShapefile Converter SIQuant GeoQuality DGNToShapefile Converter v.1.2.1.0 Manual do Utilizador 2005-2007 Copyright SIQuant 2005, 2006, 2007. Todos os direitos reservados. O sistema SIQuant GeoQuality é licenciado pela empresa

Leia mais

SIARL / Sistema de Administração do recurso Litoral. ajherdeiro@dgterritorio.pt mota.lopes@apambiente.pt

SIARL / Sistema de Administração do recurso Litoral. ajherdeiro@dgterritorio.pt mota.lopes@apambiente.pt SIARL / Sistema de Administração do recurso Litoral Uma Plataforma Colaborativa para apoiar a Gestão do Litoral ajherdeiro@dgterritorio.pt j @ g p mota.lopes@apambiente.pt Lugares comuns de quem lida com

Leia mais

Manual Gestix Guia do Utilizador. Gestix.com

Manual Gestix Guia do Utilizador. Gestix.com Manual Gestix Guia do Utilizador Gestix.com Copyright Este documento é Copyright 2008 Westix TI Lda. Todos os direitos reservados. Todas as marcas registadas referidas neste Manual são propriedade dos

Leia mais

SAMUO APP: MANUAL DO UTILIZADOR

SAMUO APP: MANUAL DO UTILIZADOR as novas tecnologias ao serviço do desenvolvimento de projectos w w w. i m a d i p. c o m CABO VERDE: REALIZAÇÃO DE UMA ACÇÃO- PILOTO PARA A MELHORIA DA GESTÃO NUM GABINETE TÉCNICO SELECCIONADO OFITEC

Leia mais

Disponibilização de Informação sobre Recursos Hídricos via INTERNET

Disponibilização de Informação sobre Recursos Hídricos via INTERNET Disponibilização de Informação sobre Recursos Hídricos via INTERNET INTRODUÇÃO O Ministério do Ambiente, através do Instituto da Água (INAG) e Direcções Regionais do Ambiente (DRA) dispõe actualmente de

Leia mais

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA O Sistema de Certificação de Entidades Formadoras, consagrado na Resolução do Conselho de Ministros nº 173/2007, que aprova

Leia mais

António José Silva d2011090@isegi.unl.pt

António José Silva d2011090@isegi.unl.pt Integração de Dados de Geospatial Crowdsourcing em IDE's Utilizando o INSPIRE António José Silva d2011090@isegi.unl.pt JIIDE 2014 Sumário Motivação e Objectivos Utilizadores e Produtilizadores Desafios

Leia mais

1ªSessão Técnica da Implementação da Directiva Comunitária Inspire na RAA

1ªSessão Técnica da Implementação da Directiva Comunitária Inspire na RAA 1ªSessão Técnica da Implementação da Directiva Comunitária Inspire na RAA 1 Resumo Enquadramento na RAA Directiva INSPIRE Metadados 2 Enquadramento na RAA O DL 362/2007, transfere para a Região as competências

Leia mais

Manual do Nero ControlCenter

Manual do Nero ControlCenter Manual do Nero ControlCenter Nero AG Informações sobre direitos de autor e marcas O manual do Nero ControlCenter e todo o seu conteúdo estão protegidos pelos direitos de autor e são propriedade da Nero

Leia mais

Cypecad Cálculo de esforços de uma estrutura com introdução manual de acções verticais e horizontais

Cypecad Cálculo de esforços de uma estrutura com introdução manual de acções verticais e horizontais Cypecad Cálculo de esforços de uma estrutura com introdução manual de acções verticais e horizontais CAD 2 Rua Comendador Santos da Cunha, 304, Ap. 2330 4701-904 Braga Tel: 00 351 253 20 94 30 Fax: 00

Leia mais

NOÇÕES ELEMENTARES DE BASES DE DADOS

NOÇÕES ELEMENTARES DE BASES DE DADOS 1 NOÇÕES ELEMENTARES DE BASES DE DADOS Este primeiro capítulo aborda conceitos elementares relacionados com bases de dados. Os conceitos abordados neste capítulo são necessários para trabalhar adequadamente

Leia mais

Direcção Regional de Educação do Algarve

Direcção Regional de Educação do Algarve MÓDULO 1 Folha de Cálculo 1. Introdução à folha de cálculo 1.1. Personalização da folha de cálculo 1.2. Estrutura geral de uma folha de cálculo 1.3. O ambiente de da folha de cálculo 2. Criação de uma

Leia mais

CASO DE ESTUDO SOBRE SIG

CASO DE ESTUDO SOBRE SIG Laboratório Regional de Engenharia Civil Agência Regional da Energia e Ambiente da Região Autónoma da Madeira Câmara Municipal do Funchal Sistema Integrado para a Implementação de Sustentabilidade CASO

Leia mais

Implementação do Web SIG para o PGRH

Implementação do Web SIG para o PGRH Implementação do Web SIG para o PGRH ARH Centro, I.P. Requisitos do Sistema Ref.: 30/11/2010 FICHA TÉCNICA Referência: Projecto: Implementação do Web SIG para o PGRH Gestor de Projecto: Miguel Rodrigues

Leia mais

SISTEMA INTEGRADO DE LICENCIAMENTO DO AMBIENTE

SISTEMA INTEGRADO DE LICENCIAMENTO DO AMBIENTE SISTEMA INTEGRADO DE LICENCIAMENTO DO AMBIENTE SILiAmb Felisbina Quadrado (binaq@apambiente.pt) Manuel Lacerda (manuel.lacerda@apambiente.pt) XIII CONFERENCIA DE DIRECTORES IBEROAMERICANOS DEL AGUA Foz

Leia mais

ued - unidade de ensino a distância instituto politécnico de leiria BlackBoard - Moodle Guia rápido

ued - unidade de ensino a distância instituto politécnico de leiria BlackBoard - Moodle Guia rápido ued - unidade de ensino a distância instituto politécnico de leiria BlackBoard - Guia rápido ued - unidade de ensino a distância instituto politécnico de leiria Unidade de Ensino a Distância Equipa Guia

Leia mais

Aplicação da Qualidade. Manual do Utilizador. Versão 1 2006-05-30

Aplicação da Qualidade. Manual do Utilizador. Versão 1 2006-05-30 Aplicação da Qualidade Versão 1 2006-05-30 Índice 1. Introdução 2. Acesso à Aplicação 3. Menu principal 3.1. Processo 3.1.1. Registo da Ocorrência - Fase 1 3.1.2. Análise das Causas - Fase 2 3.1.3. Acção

Leia mais

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS (GRUPO INFORMÁTICA) Ano Letivo de 2014/2015 MÓDULO 1 FOLHA DE CÁLCULO

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS (GRUPO INFORMÁTICA) Ano Letivo de 2014/2015 MÓDULO 1 FOLHA DE CÁLCULO Ensino Regular Diurno Disciplina: T.I.C. Professores: Margarida Afonso Curso Profissional - Técnico de Auxiliar de Saúde Ano: 10.º Turma(s): TAS MÓDULO 1 FOLHA DE CÁLCULO OBJECTIVOS Indicar as principais

Leia mais

Informação Geográfica (SIG) Inês Pinto Instituto de Investigação Cientifica Tropical

Informação Geográfica (SIG) Inês Pinto Instituto de Investigação Cientifica Tropical Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica (SIG) Inês Pinto Instituto de Investigação Cientifica Tropical DEFINIÇÃO DE SIG As definições são condicionadas pelo ambiente em que surgem e pela realidade

Leia mais

Manual de Access 2007

Manual de Access 2007 Manual de Access 2007 Índice Introdução... 4 Melhor que um conjunto de listas... 5 Amizades com relações... 6 A Estrutura de uma Base de Dados... 8 Ambiente do Microsoft Access 2007... 9 Separadores do

Leia mais

Documento de actualização funcional. Refª JURI-DEV-20121221-v1

Documento de actualização funcional. Refª JURI-DEV-20121221-v1 Documento de actualização funcional Refª JURI-DEV-20121221-v1 21 de Dezembro de 2012 Índice 1 Certificação com envio de ficheiro SAFT-PT para AT... 3 1.1 Sobre a Certificação... 3 1.2 Novas regras para

Leia mais

BPstat. manual do utilizador. Banco de Portugal BPstat Estatísticas online Manual do Utilizador 1/24

BPstat. manual do utilizador. Banco de Portugal BPstat Estatísticas online Manual do Utilizador 1/24 BPstat manual do utilizador Banco de Portugal BPstat Estatísticas online Manual do Utilizador 1/24 BANCO DE PORTUGAL Av. Almirante Reis, 71 1150-012 Lisboa www.bportugal.pt Edição Departamento de Estatística

Leia mais

ZS Rest. Manual Avançado. Menus. v2011 - Certificado

ZS Rest. Manual Avançado. Menus. v2011 - Certificado Manual Avançado Menus v2011 - Certificado 1 1. Índice 2. Introdução... 2 3. Iniciar o ZSRest... 3 4. Menus... 4 b) Novo Produto:... 5 i. Separador Geral.... 5 ii. Separador Preços e Impostos... 7 iii.

Leia mais

COMPETÊNCIAS BÁSICAS EM TIC NAS EB1

COMPETÊNCIAS BÁSICAS EM TIC NAS EB1 COMPETÊNCIAS BÁSICAS EM TIC NAS EB1 Oficina do Correio Para saber mais sobre Correio electrónico 1. Dicas para melhor gerir e organizar o Correio Electrónico utilizando o Outlook Express Criar Pastas Escrever

Leia mais

O GPS IKE 1000 oferece velocidade, segurança e verificação. Com este equipamento a carga de trabalho e tempo dispendidos são minimizados devido a:

O GPS IKE 1000 oferece velocidade, segurança e verificação. Com este equipamento a carga de trabalho e tempo dispendidos são minimizados devido a: Os equipamentos IKE 1000 são equipamentos GPS de elevada precisão, robustos, adequados para recolher diferentes tipos de informação no campo, tais como dados geoespaciais com informação alfanumérica associada,

Leia mais

CGA Directa. Manual do Utilizador. Acesso, Adesão e Lista de Subscritores

CGA Directa. Manual do Utilizador. Acesso, Adesão e Lista de Subscritores CGA Directa Manual do Utilizador Acesso, Adesão e Lista de Subscritores Versão 1.00 de 10 de Março de 2008 Índice Pág. Introdução 3 Capítulo 1 Capítulo 2 Capítulo 3 Acesso Acesso 4 Adesão Adesão 5 2.1

Leia mais

Módulo de Administração de Utilizadores

Módulo de Administração de Utilizadores base Módulo de Administração de Utilizadores Versão 2.0 Manual do utilizador Janeiro 2002 Ficha técnica Título BIBLIObase : Módulo de Administração de Utilizadores: versão 2.0 : manual do utilizador Autores

Leia mais

Domine o Word 2007. Professor: Rafael Henriques. Ano Lectivo 2010/2011

Domine o Word 2007. Professor: Rafael Henriques. Ano Lectivo 2010/2011 Domine o Word 2007 1 Professor: Rafael Henriques Ano Lectivo 2010/2011 Sumário Introdução aos Processadores de texto; Microsoft Word 2007 O ambiente de trabalho O Friso Os Tabuladores do Word 2007; Realização

Leia mais

OFICIAL DA ORDEM MILITAR DE CRISTO MEDALHA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E BONS SERVIÇOS. Circular n.º 029/2014 PORTAL FPT Abertura aos atletas

OFICIAL DA ORDEM MILITAR DE CRISTO MEDALHA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E BONS SERVIÇOS. Circular n.º 029/2014 PORTAL FPT Abertura aos atletas Circular n.º 029/2014 PORTAL FPT Abertura aos atletas Exmo. Sr. Presidente, Após muitos meses de desenvolvimento e melhorias contínuas na nova plataforma informática onde se inclui o amplamente divulgado

Leia mais

Guia prático. Rede Judiciária Europeia em matéria civil e comercial

Guia prático. Rede Judiciária Europeia em matéria civil e comercial Utilização da videoconferência para obtenção de provas em matéria civil e comercial, ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 1206/2001 do Conselho, de 28 de Maio de 2001 Guia prático Rede Judiciária Europeia

Leia mais

Versão 1.0. [08.02.2012] 2012, Portugal - Efacec Sistemas de Gestão S.A. Todos os direitos reservados. 1

Versão 1.0. [08.02.2012] 2012, Portugal - Efacec Sistemas de Gestão S.A. Todos os direitos reservados. 1 Copyright 2012 Efacec Todos os direitos reservados. Não é permitida qualquer cópia, reprodução, transmissão ou utilização deste documento sem a prévia autorização escrita da Efacec Sistemas de Gestão S.A.

Leia mais

Ficha prática nº 7. SGBD Microsoft Access e SQL Server

Ficha prática nº 7. SGBD Microsoft Access e SQL Server Instituto Superior Politécnico de Viseu Escola Superior de Tecnologia Departamento de Informática Ficha prática nº 7 SGBD Microsoft Access e SQL Server Objectivo: Criação de uma aplicação em arquitectura

Leia mais

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Ponto de situação em 31 de Outubro de 2007 As listas de consumidores com direito à restituição de caução foram

Leia mais

PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2015 / 2016

PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2015 / 2016 PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2015 / 2016 CURSO/CICLO DE FORMAÇÃO Técnico de Eletrotecnia e Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos / 2015/2018 DISCIPLINA: Tecnologias da Informação e Comunicação

Leia mais

Sistema de Certificação de Competências TIC

Sistema de Certificação de Competências TIC Sistema de Certificação de Competências TIC Portal das Escolas Manual de Utilizador INDICE 1 Introdução... 5 1.1 Sistema de formação e certificação de competências TIC...6 1.1.1 Processo de certificação

Leia mais

Sessão de Esclarecimentos para a Georreferenciação de Processos de Obras Particulares Fevereiro de 2010

Sessão de Esclarecimentos para a Georreferenciação de Processos de Obras Particulares Fevereiro de 2010 Sessão de Esclarecimentos para a Georreferenciação de Processos de Obras Particulares Fevereiro de 2010 Produzido por: DEP () Introdução O recurso a novas tecnologias de informação, nomeadamente no desenvolvimento

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA Na defesa dos valores de integridade, da transparência, da auto-regulação e da prestação de contas, entre outros, a Fundação Casa da Música,

Leia mais

Medidas intersectoriais 2010/11

Medidas intersectoriais 2010/11 Medidas intersectoriais 2010/11 IS01 BALCÃO DO EMPREENDEDOR DISPONIBILIZAÇÃO DE SERVIÇOS Objectivos: Inventariar, introduzir e manter permanentemente actualizados no Balcão do Empreendedor vários serviços,

Leia mais

MICROSOFT POWERPOINT

MICROSOFT POWERPOINT MICROSOFT POWERPOINT CRIAÇÃO DE APRESENTAÇÕES. O QUE É O POWERPOINT? O Microsoft PowerPoint é uma aplicação que permite a criação de slides de ecrã, com cores, imagens, e objectos de outras aplicações,

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão, incluindo os de Corrupção e Infracções conexas

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão, incluindo os de Corrupção e Infracções conexas Plano de Prevenção de Riscos de Gestão, incluindo os de Corrupção e Infracções conexas Relatório Anual O presente relatório pretende demonstrar o acompanhamento e a forma como os diversos serviços do Município

Leia mais

第 三 章 執 行 預 算 第 135/2005 號 行 政 長 官 批 示. 7) Executar o plano de formação de pessoal; ( 七 ) 執 行 人 員 培 訓 計 劃 ;

第 三 章 執 行 預 算 第 135/2005 號 行 政 長 官 批 示. 7) Executar o plano de formação de pessoal; ( 七 ) 執 行 人 員 培 訓 計 劃 ; N.º 19 9-5-2005 BOLETIM OFICIAL DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU I SÉRIE 545 ( 七 ) 執 行 人 員 培 訓 計 劃 ; ( 八 ) 核 實 收 支 文 件, 並 為 船 舶 建 造 廠 的 正 常 運 作 提 供 輔 助 7) Executar o plano de formação de pessoal;

Leia mais

Manual do GesFiliais

Manual do GesFiliais Manual do GesFiliais Introdução... 3 Arquitectura e Interligação dos elementos do sistema... 4 Configuração do GesPOS Back-Office... 7 Utilização do GesFiliais... 12 Outros modos de utilização do GesFiliais...

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES 1783 MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Decreto n.º 7/2008 de 27 de Março A rede ferroviária de alta velocidade constitui um empreendimento público de excepcional interesse nacional

Leia mais

TEMA: PDM Digital Uma metodologia para a conversão analógico-digital e integração em SIG

TEMA: PDM Digital Uma metodologia para a conversão analógico-digital e integração em SIG Autores: Fernando Cruz - E-mail: f2crux@clix.pt Rui Teixeira - E-mail: rtsf@clix.pt Instituição: Câmara Municipal de Salvaterra de Magos Palavras chave: Cartografia digital, PDM, integração em SIG. Sessão

Leia mais

Pesquisa e organização de informação

Pesquisa e organização de informação Pesquisa e organização de informação Capítulo 3 A capacidade e a variedade de dispositivos de armazenamento que qualquer computador atual possui, tornam a pesquisa de informação um desafio cada vez maior

Leia mais

Acronis Servidor de Licença. Manual do Utilizador

Acronis Servidor de Licença. Manual do Utilizador Acronis Servidor de Licença Manual do Utilizador ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 Descrição geral... 3 1.2 Política de licenças... 3 2. SISTEMAS OPERATIVOS SUPORTADOS... 4 3. INSTALAR O SERVIDOR DE LICENÇA

Leia mais

PROGRAMA DE GESTÃO DOS RECENSEAMENTOS

PROGRAMA DE GESTÃO DOS RECENSEAMENTOS PROGRAMA DE GESTÃO DOS RECENSEAMENTOS APLICAÇÃO TRATAIHRU Versão 03.04 INDICE 1. CANDIDATURA...3 a) Tratar... Error! Bookmark not defined. b) Fechar... Error! Bookmark not defined. c) Converter...3 d)

Leia mais

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel.

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. Projecto A Oficina+ ANECRA é uma iniciativa criada em 1996, no âmbito da Padronização de Oficinas ANECRA. Este projecto visa reconhecer a qualidade

Leia mais

FORMAÇÃO EM TÉCNICAS DE PLANEAMENTO DE REDES PRIMÁRIAS DE FAIXAS DE GESTÃO DE COMBUSTÍVEL FASE II ELABORAÇÃO DE PLANOS DE RPFGC

FORMAÇÃO EM TÉCNICAS DE PLANEAMENTO DE REDES PRIMÁRIAS DE FAIXAS DE GESTÃO DE COMBUSTÍVEL FASE II ELABORAÇÃO DE PLANOS DE RPFGC FORMAÇÃO EM TÉCNICAS DE PLANEAMENTO DE REDES PRIMÁRIAS DE FAIXAS DE GESTÃO DE COMBUSTÍVEL FASE II ELABORAÇÃO DE PLANOS DE RPFGC Tecnologias SIG Sistemas de Informação Geográfica Centro de Operações e Técnicas

Leia mais

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0 PLATAFORMA Versão 1.0 31 de Março de 2008 TABELA DE REVISÕES Versão Autores Descrição da Versão Aprovadores Data António Rocha Cristina Rodrigues André Ligeiro V0.1r Dinis Monteiro Versão inicial António

Leia mais

CADASTRO COMÉRCIO E SERVIÇOS

CADASTRO COMÉRCIO E SERVIÇOS TOPONÍMIA CADASTRO COMÉRCIO E SERVIÇOS GEOREFERENCIAÇÃO DE EQUIPAMENTOS COLECTIVOS GEOREFERENCIAÇÃO DE PATRIMÓNIO GEOREFERENCIAÇÃO DE ESPAÇOS VERDES CIRCUITOS RECOLHA SELECTIVA (ECOPONTOS) GEOREFERENCIAÇÃO

Leia mais

A importância institucional da cartografia de solos e a sua evolução do analógico ao digital. António Perdigão -DGADR

A importância institucional da cartografia de solos e a sua evolução do analógico ao digital. António Perdigão -DGADR A importância institucional da cartografia de solos e a sua evolução do analógico ao digital António Perdigão -DGADR Responsabilidades da DGADR, no contexto do Despacho nº 13434/2012 de 15 de Outubro de

Leia mais

SIGRIA. sistema de informação geográfica dos municípios da ria. guião de exploração dos. serviços SIG na web AM RIA. Associação de Municípios da Ria

SIGRIA. sistema de informação geográfica dos municípios da ria. guião de exploração dos. serviços SIG na web AM RIA. Associação de Municípios da Ria SIGRIA. sistema de informação geográfica dos municípios da ria guião de exploração dos serviços SIG na web Associação de Municípios da Ria 02 GUIA WEB ÍNDICE Introdução O que é um SIG? 03 O que é SIGRia?

Leia mais

GUIA PARA O PREENCHIMENTO DOS FORMULÁRIOS ENTIDADE GESTORA ERP PORTUGAL

GUIA PARA O PREENCHIMENTO DOS FORMULÁRIOS ENTIDADE GESTORA ERP PORTUGAL GUIA PARA O PREENCHIMENTO DOS FORMULÁRIOS ENTIDADE GESTORA ERP PORTUGAL Versão: 1.0 Data: 05-06-2009 Índice Acesso e estados dos Formulários... 3 Escolha do Formulário e submissão... 4 Bases para a navegação

Leia mais

Guia de utilização. Gestão de Mensagens. Março 2009

Guia de utilização. Gestão de Mensagens. Março 2009 Guia de utilização Gestão de Mensagens Março 2009 Índice Índice... 2 Novo Serviço de Gestão de Mensagens... 3 Criar Mensagens... 4 Layout Criar Mensagens... 5 Processo Criar Mensagens... 7 Gestão das Mensagens...

Leia mais

APOIO AO BENEFICIÁRIO - FEDER - - MAIS CENTRO - GUIA DE SUBMISSÃO ELECTRÓNICA DOS PEDIDOS DE PAGAMENTO

APOIO AO BENEFICIÁRIO - FEDER - - MAIS CENTRO - GUIA DE SUBMISSÃO ELECTRÓNICA DOS PEDIDOS DE PAGAMENTO APOIO AO BENEFICIÁRIO - FEDER - - MAIS CENTRO - GUIA DE SUBMISSÃO ELECTRÓNICA DOS PEDIDOS DE PAGAMENTO GUIA DE PREENCHIMENTO: - SUBMISSÃO ELECTRÓNICA DOS PEDIDOS DE PAGAMENTO - SUBMISSÃO DE CHECK-LIST

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 145 29 de Julho de 2008 5106-(19)

Diário da República, 1.ª série N.º 145 29 de Julho de 2008 5106-(19) Diário da República, 1.ª série N.º 145 29 de Julho de 2008 5106-(19) Portaria n.º 701-E/2008 de 29 de Julho O Código dos Contratos Públicos consagra a obrigação das entidades adjudicantes de contratos

Leia mais

APOIO AO BENEFICIÁRIO - FEDER - MAIS CENTRO GUIA DE PREENCHIMENTO DE REGISTO DE PEDIDOS DE ALTERAÇÃO A PROJECTO APROVADO

APOIO AO BENEFICIÁRIO - FEDER - MAIS CENTRO GUIA DE PREENCHIMENTO DE REGISTO DE PEDIDOS DE ALTERAÇÃO A PROJECTO APROVADO APOIO AO BENEFICIÁRIO - FEDER - MAIS CENTRO GUIA DE PREENCHIMENTO DE REGISTO DE PEDIDOS DE ALTERAÇÃO A PROJECTO APROVADO Introdução Esta informação foi concebida como apoio ao processo de submissão dos

Leia mais

REGULAMENTO DO ESPAÇOS INTERNET DA PRAÇA DE SANTIAGO E DO CENTRO CULTURAL VILA FLOR EM GUIMARÃES. Nota Justificativa

REGULAMENTO DO ESPAÇOS INTERNET DA PRAÇA DE SANTIAGO E DO CENTRO CULTURAL VILA FLOR EM GUIMARÃES. Nota Justificativa REGULAMENTO DO ESPAÇOS INTERNET DA PRAÇA DE SANTIAGO E DO CENTRO CULTURAL VILA FLOR EM GUIMARÃES Nota Justificativa A aposta do Município de Guimarães nas novas tecnologias de informação, tem sido uma

Leia mais

Índice. Como aceder ao serviço de Certificação PME? Como efectuar uma operação de renovação da certificação?

Índice. Como aceder ao serviço de Certificação PME? Como efectuar uma operação de renovação da certificação? Índice Como aceder ao serviço de Certificação PME? Como efectuar uma operação de renovação da certificação? Como efectuar uma operação de confirmação de estimativas? Como aceder ao Serviço de Certificação

Leia mais

Software de Apoio a Gabinetes na Elaboração de Projetos

Software de Apoio a Gabinetes na Elaboração de Projetos SAGEP Software de Apoio a Gabinetes na Elaboração de Projetos www.sofware-global.info SAGEP geral@software-global.info Página 1 de 30 Destina-se a Gabinetes de Engenharia, Arquitectura ou idênticos, onde

Leia mais

4.3 Ferramentas para criar conteúdos/recursos educativos

4.3 Ferramentas para criar conteúdos/recursos educativos 4.3 Ferramentas para criar conteúdos/recursos educativos 4.3.2. Google Sites Célio Gonçalo Marques a) Introdução O Google Sites foi lançado oficialmente no dia 23 de Outubro de 2008 em mais de 37 línguas,

Leia mais

Aplicações de Escritório Electrónico

Aplicações de Escritório Electrónico Universidade de Aveiro Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda Curso de Especialização Tecnológica em Práticas Administrativas e Tradução Aplicações de Escritório Electrónico Folha de trabalho

Leia mais

ZS Rest. Manual Avançado. Instalação em Rede. v2011

ZS Rest. Manual Avançado. Instalação em Rede. v2011 Manual Avançado Instalação em Rede v2011 1 1. Índice 2. Introdução... 2 3. Hardware... 3 b) Servidor:... 3 c) Rede:... 3 d) Pontos de Venda... 4 4. SQL Server... 5 e) Configurar porta estática:... 5 5.

Leia mais

CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 14 1999 27

CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 14 1999 27 CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 14 1999 27 3 - MANUAL DO UTILIZADOR Diogo Mateus 3.1. REQUISITOS MÍNIMOS * Computador Pessoal com os seguintes Programas * Microsoft Windows 95 * Microsoft Access 97 A InfoMusa

Leia mais

FAQ Sistema de Informação do Licenciamento de Operações de Gestão de Resíduos (SILOGR)

FAQ Sistema de Informação do Licenciamento de Operações de Gestão de Resíduos (SILOGR) FAQ Sistema de Informação do Licenciamento de Operações de Gestão de Resíduos (SILOGR) 1. O que é o SILOGR?... 2 2. O que mudou no novo SILOGR?... 2 3. Como posso pesquisar no SILOGR os estabelecimentos

Leia mais

Guia de utilizador Plataformas de Consulta SPOTIA

Guia de utilizador Plataformas de Consulta SPOTIA Guia de utilizador Plataformas de Consulta SPOTIA Este documento serve de apoio à utilização das Plataformas de Consulta do Projecto SPOTIA - Orientações de política territorial sustentável e avaliação

Leia mais

4ª aba do cadastro: Mapa Orientações para upload de shapefiles

4ª aba do cadastro: Mapa Orientações para upload de shapefiles Conteúdo: 1. Como fazer upload de arquivos espaciais no SiCAR-SP? Formato dos arquivos Características do shapefile Sistema de Coordenadas requerido Como preparar o shapefile para o upload 2. O que fazer

Leia mais

MICROSOFT ACCESS MICROSOFT ACCESS. Professor Rafael Vieira Professor Rafael Vieira

MICROSOFT ACCESS MICROSOFT ACCESS. Professor Rafael Vieira Professor Rafael Vieira MICROSOFT ACCESS MICROSOFT ACCESS Professor Rafael Vieira Professor Rafael Vieira - Access - Programa de base de dados relacional funciona em Windows Elementos de uma Base de Dados: Tabelas Consultas Formulários

Leia mais

SIARL Sistema de Administração do Recurso Litoral

SIARL Sistema de Administração do Recurso Litoral SIARL Sistema de Administração do Recurso Litoral João HERDEIRO 1, Marisa SILVA 1 e Paulo PATRÍCIO 1 1 Direção-Geral do Território, Portugal (ajherdeiro@dgterritorio.pt; marisas@dgterritorio.pt; ppatricio@dgterritorio.pt)

Leia mais

PROJECTO DE LEI Nº 361/XI

PROJECTO DE LEI Nº 361/XI PROJECTO DE LEI Nº 361/XI ALTERA O REGIME JURÍDICO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL ESTABELECIDO PELO DECRETO-LEI Nº 69/2000, DE 3 DE MAIO, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO DECRETO-LEI Nº 74/2001,

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003 Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 1 SISTEMÁTICA DE AUDITORIA - 1 1 - Início da 4 - Execução da 2 - Condução da revisão dos documentos

Leia mais

E- Marketing - Estratégia e Plano

E- Marketing - Estratégia e Plano E- Marketing - Estratégia e Plano dossier 2 http://negocios.maiadigital.pt Indíce 1 E-MARKETING ESTRATÉGIA E PLANO 2 VANTAGENS DE UM PLANO DE MARKETING 3 FASES DO PLANO DE E-MARKETING 4 ESTRATÉGIAS DE

Leia mais