FACULDADE CEARENSE. Bacharelado em Comunicação Social. Habilitação em Publicidade e Propaganda. José Estácio dos Santos Júnior

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1 FACULDADE CEARENSE Bacharelado em Comunicação Social Habilitação em Publicidade e Propaganda José Estácio dos Santos Júnior A CONSTRUÇÃO DA IMAGEM FOTOGRÁFICA: A FOTOGRAFIA COMO MEIO DE EXPRESSÃO E FONTE DE SUBJETIVIDADES PARTICULARIDADES FORTALEZA 2012

2 José Estácio dos Santos Júnior A CONSTRUÇÃO DA IMAGEM FOTOGRÁFICA: A FOTOGRAFIA COMO MEIO DE EXPRESSÃO E FONTE DE SUBJETIVIDADES PARTICULARIDADES Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade Cearense, como parte dos requisitos para obtenção do título de Bacharel em Comunicação, com habilitação em Publicidade e Propaganda. Orientador: Prof. Paulo Augusto Paiva FORTALEZA 2012

3 1 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus, por colocar no meu caminho pessoas valorosas. A minha mãe Terezinha Alves dos Santos (in memoriam), pois os seus ensinamentos e amor estão sempre presentes em minha vida. A minha amada companheira Francisca Cardoso, pelo seu amor, inteligência e sua paciência nos momentos de ausência desse percurso acadêmico. A Neidinha, que entrou em nossas vidas trazendo alegrias e surpresas. Ao amigo e irmão de coração Clewton Nascimento, pelo seu apoio. Aos amigos da faculdade, em especial Rafael e Guimarães, pelo companheirismo. Aos professores, por sua dedicação. Ao meu orientador Prof. Paulo Augusto Paiva, pela sua atenção e ajuda. A todos que direta ou indiretamente me apoiaram nesse percurso acadêmico.

4 2 RESUMO O referido trabalho de conclusão de curso (TCC) é dividido em duas partes: relatório e documentário. As partes se complementam no esclarecimento do assunto abordado, sendo que o primeiro é o relatório que serve como fundamentação teórica e é fruto de pesquisa realizada com vários autores os quais ao longo de décadas vêm pensando o fazer fotográfico. Entre eles temos, Philipper Dubois, Roland Barthes, Rosane Andrade, entre outros. A segunda parte é o documentário em si (audiovisual). Tem por finalidade realizar uma reflexão sobre o processo de construção/composição da imagem fotográfica. Procura-se aqui compreender o caminho percorrido pelo fotógrafo na concepção da sua fotografia. O documentário e composto por 8 entrevistas, entre fotógrafos de várias áreas, artista gráfico (desenhista), professores de psicologia, semiótica e editores de fotografia de jornais impressos. Não há pretensão de se chegar a uma conclusão definitiva e fechada sobre o assunto aqui abordado, pois entendemos que o processo de construção da imagem fotográfica é dinâmico, subjetivo e particular de cada indivíduo. Palavras-chave: documentário, o processo subjetivo, a construção da imagem fotográfica

5 3 ABSTRACT That Final Paper is divided in two parts: report and documentary. The parties complement each other in explaining the subject matter. The first is the report that serves as the theoretical foundation, is the result of research conducted with several authors who for decades, they thought about doing photography. Among them are, Philipper Dubois, Roland Barthes,Rosane Andrade, among others. The second part is the documentary (audio-visual), which aims to reflect on the process of construction / composition of the photographic image, seeks to understand the path taken by the photographer in the design of your photo. The documentary is composed of eleven interviews between photographers from various areas, teachers and semiotics of photography and cinematographers in newspapers. There is no intention to reach a definitive conclusion on this matter closed and completed here, because we understand that the process of building dynamic photographic image is subjective and particular to each individual. Keywords: documentary, process subjective, the construction of image photographic.

6 4 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO A FOTOGRAFIA Imagem e a Semiótica O Surgimento da fotografia Em três tempos A fotografia como espelho do real A fotografia como transformação do real A fotografia como traço de um real O DOCUMENTÁRIO Roteiro básico Os entrevistados Trabalho de campo Dados técnicos CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS... 12

7 5 1. INTRODUÇÃO A fotografia nunca esteve tão presente em nossas vidas como nas últimas décadas. Desde seu surgimento no século XIX, ela vem se aperfeiçoando tanto na tecnologia como no pensar fotográfico. De acordo com Dubois (1993, p. 15) "com a fotografia, não nos é mais possível pensar a imagem fora do ato que a faz ser". A construção da imagem fotográfica vai além do conhecer a técnica e do manuseio da câmera fotográfica. A foto não se limita a simples representação em papel ou em pixos, a imagem é algo que não pode ser concebida fora das suas circunstâncias, seu momento e realidade. Em termo de todo este contexto, pergunta-se: A imagem fotográfica pode ser considerada como fruto das experiências e referências social, cultural, valores, crenças e intenções do fotógrafo? Será através de um documentário que este trabalho se propõe a fazer uma reflexão sobre o processo de elaboração e construção da imagem. Teremos como fonte dessa reflexão 8 (oito) entrevistados, entre professores de psicologia e semiótica, artista gráfico (desenhista), editores de fotografia de jornais impresso e fotógrafos de várias áreas. Eles irão discorrer sobre o processo de construção da sua fotografia. Também teremos como complemento dessa reflexão o relatório, que é composto de estudos de vários autores que vêm pensando a fotografia ao longo da nossa história. Nesse percurso de análises e diálogos é que será vislumbrado as particularidades e semelhanças que cada indivíduo traz no seu fazer fotográfico.

8 6 2. A FOTOGRAFIA 2.1 A imagem e a Semiótica A palavra imagem vem sendo exaustivamente utilizada, muitas vezes sem significação ou vínculo aparente. Definir o termo imagem e recobrir todos os seus empregos não é uma tarefa fácil. Vejamos o que há em comum entre uma pintura, grafite em um muro, logotipo, desenho de uma criança, imagem mental, imagem narrada, cartazes e fotografias, etc. O que mais surpreende é que, apesar da grande variação de significados da palavra, conseguimos compreendê-la. Compreendemos que mesmo não sendo algo visível, ela traz em si alguns traços do visual. A imagem, seja ela concreta ou imaginária, obrigatoriamente passa por alguém, um sujeito que a produz ou reconhece. A imagem pode ser classificada como uma mediação; existe nela um caráter de representação, e dessa forma, ela é considerada como signo. Podemos dizer que signo é algo que está ali, presente, para designar ou significar outra coisa, ausente, concreta ou abstrata. Seguindo esta linha de raciocínio, inevitavelmente estamos entrando na seara da Semiótica, e nesse caso se faz necessário entendermos o que significa. A semiótica pertence às ciências humanas, é uma disciplina recente, surgiu no início do século XX. Ela tem como objeto de estudo os signos e seu poder de comunicação, e é produtora de sentido no processo de significação, ela serve para estabelecer as ligações entre um código e outro código, entre uma linguagem e outra linguagem, serve para ler uma fotografia e para ensinar a ler o mundo verbal em ligação com o mundo icônico ou não verbal. abordar ou estudar certos fenômenos em seu aspecto semiótico é considerar seu modo de produção de sentido, ou seja, a maneira como provocam significações, isto é, interpretações (MARTINE JOLY, 1996, p. 29).

9 7 2.2 O Surgimento da fotografia A fotografia é uma obra de criação coletiva. Ao longo da nossa história diversas pessoas contribuíram para a sua criação e aperfeiçoamento. A primeira descoberta importante para a fotografia foi a câmara escura, o conhecimento de seus princípios óticos foi atribuido a Aristóteles, muitos anos antes de Cristo. Era construida em um quarto escuro com um pequeno orificio que refletia tudo que estava a sua frente, nesse período era muito utilizado na observação de eclipses. Já no século XIV a câmara escura teve um formato portatil, era uma grande caixa e sua função era auxílio os artistas nos seus desenho e pintura. Leonardo da Vinci fez uma descrição da câmara escura em seu livro de notas No decorrer dos anos a fotografia foi sendo aperfeiçoada até chegar ao francês Joseph Nicéphore Niépce, que é autor da primeira fotografia registrada em 1826, desse tempo até os dias de hoje, com a câmera digital, a fotografia passou por uma verdadeira revolução tecnológica e de conceitos. O surgimento da fotografia foi o resultado do conjunto de dois fatores preliminares e distintos: ótico (dispositivo de captação da imagem) e químico (dispositivo de sensibilização à luz de certas substâncias à base de sais de prata). A fotografia instalou o hábito da percepção imóvel da realidade sob o prisma do testemunho em recorte espaço-temporal. Ou seja, desde o seu surgimento ela atua como tecnologia da informação e memória. 2.3 Em três tempos Tem por objetivo fazer um breve resgate histórico das diversas posições defendidas pelos teóricos e críticos da fotografia diante do seu princípio de realidade, que é a relação da imagem fotográfica com o seu referente A fotografia como espelho do real Nesse primeiro discurso, a fotografia é conceituada como similaridade e realidade, verdade e autenticidade, uma forma ingênua do processo de construção da imagem fotográfica. No inicio do século XIX a fotografia surge acompanhada de muitas críticas a favor e contra. Até então, somente os artistas tinham a capacidade técnica de retratar a realidade com suas mãos, tintas e pincéis. Mas, no entanto a fotografia apareceu trazendo em si uma tecnologia inusitada para a época, a captação e fixação de imagens por meio ótico e químico, sem a necessidade de interferência das mãos do artista. Por esses aspectos a fotografia era entendida como reflexo do real, um espelho do mundo, mimética do real.

10 8 A fotografia como espelho do real (o discurso da mimese). O efeito de realidade ligada à imagem fotográfica foi a princípio atribuído à semelhança existente entre a foto e seu referente. De início a fotografia só é percebida pelo olhar ingênuo como um "analogon" objetivo do real. Parece mimética por essência. Philippe Dubois (1993, p. 26) A fotografia como transformação do real Em seu segunda discurso houve uma desconstrução da fotografia como uma cópia fiel, um espelho do real. Entende-se agora que é através da percepção que o indivíduo vai organizar e interpretar as suas impressões sensoriais com objetivo de atribuir significados, a imagem fotográfica sendo fruto das experiências, interferência e interpretação do sujeito sobre a realidade. A fotografia como transformação do real (o discurso do código e da desconstrução). Logo se manifestou uma reação contra esse ilusionismo do espelho fotográfico. O principio de realidade foi então designado como pura "impressão", um simples "efeito". Com esforço tentou-se demostrar que a imagem fotográfica não é um espelho neutro, mas um instrumento de transposição, de análise, de interpretação e até de transformação do real, como a língua, por exemplo, e assim, também, culturalmente codificada. Philippe Dubois (1993, p. 26) A fotografia como traço de um real Nessa terceiro discurso sobre a fotografia e o realismo, temos um certo retorno ao referente, ao assunto a ser fotografado que carrega em si todas as suas características da realidade, com uma diferencia, agora estamos livres da mimética do real. A imagem da foto se torna inseparável de sua experiência referencial, do ato que a faz. Sua realidade principal e a afirmação de existência. A foto é índice, se torna parecida (ícone), o ícone mantém uma relação de analogia com o que representa, e depois adquirir sentido (símbolo), o símbolo corresponde à classe dos signos que mantém uma relação arbitrária e de convenção com o objeto. A fotografia como traço de um real (o discurso do índice e da referência). Algo de singular, que a diferencia dos outros modos de representação, subsiste apesar de tudo na imagem fotográfica: um sentimento de realidade inconsolável do qual não conseguimos nos livrar apesar da consciência de todos os códigos que estão em jogo nela e que se combinaram para sua elaboração. Philippe Dubois (1993, p. 53)

11 9 3. O DOCUMENTÁRIO Será abordada através da pesquisa bibliográfica a fotografia como um sistema de elaboração de realidades, o processos de construção da imagem fotográfica e o de sua interpretação, as referências e relações entre o fotógrafo e o assunto a ser fotografado. Enxergar paisagens, animas, pessoas, cores, etc. que estão ao redor, é uma atividade bem mais complexa do que se imagina. A nossa forma de percepção do mundo é pessoal, única de cada indivíduo. Percebemos as coisas não somente pelos os olhos, mais por outros sentidos, olfato, audição, paladar, e outros. A visão é fruto das nossas experiências cultural, étnica, religiosas e crenças. Felizmente, a maioria de nós é capaz de ver com os ouvidos de ouvir, e ver com o cérebro, com o estômago e com a alma, creio que vemos em parte com os olhos, mas não exclusivamente [ ] (WENDERS, win, Janela da alma) [ ]Cada experiência de olhar e um limite, a gente não conheci as coisas como elas são, mas mediado pelas nossas experiências [ ] (CESAR, Paulo, Janela da Alma) A produção do trabalho final será executada a partir do estudo do referencial bibliográfico apresentado. Serão analisados a visão e argumentação dos autores aqui estudados, em um diálogo entre os mesmos, no processo de construção/composição da imagem fotográfica. Teremos como embasamento prático 8 (oito) entrevistados entre fotógrafos, artista gráfico (desenhista), e professores de semiótica e de psicologia. Qualquer espécie de pesquisa, em qualquer área, supõe e exige uma pesquisa bibliográfica prévia, quer para o levantamento do estado da arte do tema, quer para a fundamentação teórica ou ainda para justificar os limites e as contribuições da própria pesquisa. (CERVO, AMADO, BERVIAN. 2007, p. 60)

12 10 O fotografar vai bem mais além do que um simples ato de apertar o botão de uma câmera, construir a imagem fotográfica e um ato de percepção e contemplação do referente (assunto a ser fotografado), de acordo com Philippe Dubois (1993, p. 25) "a relação existente entre o referente externo e a mensagem produzida por esse meio (a fotografia). Trata-se da questão dos modos de representação do real ou, se quisermos, da questão do realismo". A fotografia como meio de expressão e fonte de subjetividades e particularidades. O ato de fotografar no espaço-tempo que leva o fotógrafo a selecionar um recorte da realidade no instante único da apreensão da mesma. A fotografia definida como um sistema de elaboração da realidade, que comporta dois processos, o de construção da imagem fotográfica e o de sua interpretação, a relação do fotógrafo com a realidade. De acordo com Rosane de Andrade (2002, p.18, 19): [ ] mais do que simplesmente questionar a visualidade[ ] meu objetivo é dissertar sobre a maneira de como essas imagens podem ser elaboradas e analisadas posteriormente{ ] O homem carrega crenças, mitos, símbolos que absorve de sua cultura e de sua sociedade. E ele necessita encontrar um meio de expressar essa religiosidade no tempo e no espaço [ ].

13 Roteiro da edição Tempo total: 24 min 38 seg 00: 04-00:25 - Apresentação do tema 00:25-02:03 - José Albano, sua primeira foto O que significa a fotografia para você? 02:03-02:29 - Imagens de apoio (fotos de José Albano) 02:29-02:58 - Chico Gomes 02:58-03:28 - Eduardo Queiroz 03:28-04:20 - Igor Câmara 04:20-05:02 - Fco. Fontenele 05:02-06:20 - José Albano 06:20-06:42- Imagens de apoio Imagem/ mensagem 06:42-08:36 - Clewton Nascimento 08:36-09:26 - Eduardo Queiroz 09: 26-10:08 - Igor Câmara 10:08-10:25 - Clewton Nascimento 10:25-12:08 - Maria do Céu 12:08-12:29 - Imagem de apoio José Albano e Chico Gomes

14 12 Percepção/ particularidades 12:29-13:08 - Chico Gomes 13:08-13:53 - Igor Câmara 13:53-15:49 - Eduardo Queiroz 15:49-18:03 - Fco. Fontenele 18:03-18:48 - Walter 18:48-20:27 - José Albano 20:27-22:15 - Maria do Céu 22:15-22: 59 - Igor Câmara O momento do clic 22:59-23:30 - José Albano 23:30-23:49 - Imagens de apoio 23:49 24:38 Ficha Técnica

15 Os entrevistados 01 Chico Gomes Repórter fotográfico e fotógrafo documentarista 02 Clewton Nascimento Prof. Dr. em Arquitetura UFRN, artista gráfico (desenhista) 03 Eduardo Queiroz Repórter fotográfico e editor de fotografia do Jornal Diário Nordeste 04 Igor de Melo Fotógrafo e Coordenador de Fotografia da Secultfor 05 José Albano Repórter fotográfico e fotógrafo publicitário, estudos na Comissão Fullbrigh do Governo dos Estados Unidos da América. Obteve o Mestrado em Fotografia na Newhouse School of Public Communications da Syracuse University 06 Francisco Fontenele Repórter fotográfico e editor-adjunto do núcleo de imagem do Jornal Opovo 07 Maria do Céu Profa. em Semiótica, graduada em publicidade e propaganda com MBA e mestrado em gestão estratégica de marketing 08 Walter Lacerda Prof. em Psicologia da comunicação, com mestrado em letras

16 Trabalho de campo 11/10/ h45min até 19h30min Entrevista com o fotógrafo Chico Gomes, em seu trabalho, na Faculdade Marista. 26/10/ h10min até 10h09min Entrevista com a profa. Maria do Céu, em seu trabalho, na Faculdade Cearense. 04/11/ h:05min até 14h:55min Entrevista com Fco. Fontenele, em sua residência. 07/11/ h35min até 20h15min Entrevista com prof. Walter Lacerda 09/11/ h25min até 15h12min Entrevista com Eduardo Queiroz 16/11/ h25min até 17h39min Entrevista com o fotógrafo José Albano 17/11/ h40min até 16h55min Entrevista com Clewton do Nascimento 30/11/ h40min até 17h15min Entrevista com Igor Câmara 3.4 Dados técnicos Captação das imagens: Câmera Canon EOS 5D Mark II Lentes: EF 17-40mm 1:4 L USM, EF mm 1: II USM, EF 50mm 1: 1.8 II Edição: Adobe Premiere Pro CS5

17 15 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS O documentário sobre o processo de construção da imagem fotográfica foi o resultado de inquietações que ao longo da minha trajetória de fotógrafo vem se acentuando. O oficio de ser fotógrafo, seu dia-a-dia, nos leva a centrar o foco no trabalho diário, muitas vezes deixamos de lado o embasamento teórico, o conceitual da nossa profissão. Entender o percurso que nos faz criar, compor, construir uma imagem fotográfica, no primeiro momento pode parecer simples descrever, mas não é. No semestre passado, 2012/1, quando iniciei o projeto de pesquisa, senti que não seria tão fácil pensar a fotografia e seus conceitos. Questionei: "como um fotógrafo pode sentir tanta dificuldades para escrever sobre a sua profissão?" E foi nesse sentido que encarei o desafio de desenvolver meu TCC fazendo uma reflexão sobre esse assunto. Escolhi a linguagem de documentário para fazer essa reflexão sobre o processo de construção da imagem fotográfica com suas particularidades e subjetividades. Achei importante dividir essa responsabilidades com outros fotógrafos, para se chegar a um resultado mais rico de visões e de conteúdos. Foi uma construção coletiva, de muitas reflexões sobre nossa profissão. Saio desse processo de elaboração e execução do documentário, com a certeza de que estou contribuindo para o enriquecimento do meu ofício, seja ele o fotojornalismo, a fotográfia publicitária, entre outros. Este trabalho abre caminhos para outros voos maiores, as portas foram abertas.

18 16 5. REFERÊNCIAS ANDRADE, Rosane de. Fotografia e antropologia: olhares fora-dentro. São Paulo: EDUC, p. BARTHES, Roland. A câmera clara. Rio de Janeiro, 1984: Nova Fronteira CERVO, Amado L.; BERVIA Pedro A.; SILVA, Roberto da. Metodologia cientifica. São Paulo: Pearson, p. CECÍLIA, Maria de Souza et al. Pesquisa social: teoria método e criatividade. São Paulo: Vozes, p. DUBOIS, Philipper. O ato fotográfico: e outros ensaios. São Paulo: Papirus, p. JANELA da alma. Produção de João Jardim e Walter Carvalho. São Paulo. Europa filmes DVD vídeo documentário (73 mim): sonoro, legendado, colorido JOLY, Martine; Introdução à análise da imagem. Campinas Papirus, p. SANTANA, Tiago; DANTAS, Audálio: O chão de Graciliano. Fortaleza: Tempo d imagem, p.

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