ANÁLISE FINANCEIRA DE EMPRESAS DO SETOR IMOBILIÁRIO NO PERÍODO DA CRISE FINANCEIRA

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1 ANÁLISE FINANCEIRA DE EMPRESAS DO SETOR IMOBILIÁRIO NO PERÍODO DA CRISE FINANCEIRA Luciane Maria Goncalves Franco (UFPR) Cristiano do Nascimento (UFPR) Marcia Maria dos Santos Bortolocci Espejo (UFPR) ADEMIR CLEMENTE (UFPR) O objetivo do estudo é verificar se a crise financeira deflagrada nos Estados Unidos influenciou o nível de liquidez das empresas brasileiras atuantes no setor imobiliário, no Brasil. Trata-se de estudo descritivo, ex post facto, transversaal, com a aplicação do teste estatístico ANOVA. A amostra é composta por 40 empresas listadas na BM&FBOVESPA (Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros). Analisam-se demonstrativos contábeis dos exercícios financeiros de 2006, 2007 e Dentre os resultados do estudo, destacam-se: as empresas da amostra apresentarem acréscimo no indicador liquidez geral - ILG no período de prosperidade na variação do ano de 2006 para o de 2007, e de forma contrária, evidenciaram efeitos desfavoráveis no indicador ILG na variação entre 2007 e 2008, período classificado de auge da crise. Portanto, se comprovou, por meio do teste estatístico ANOVA, o potencial da crise em influenciar a dinâmica financeira e operacional das empresas do setor imobiliário. Palavras-chaves: Crise Financeira, Setor Imobiliário, Liquidez Geral

2 1. Introdução A crise financeira internacional iniciada no ano de 2007, resultante da elevação da inadimplência hipotecária nos Estados Unidos (EUA), assumiu contornos sistêmicos ao deflagrar, em 2008, prejuízos conjunturais como a falência de instituições financeiras. Seus reflexos suscitaram intervenções públicas para minorar a insolvência empresarial e os impactos da brusca redução do crédito (FARHI; BORGHI, 2009). Conforme Carneiro e Maranhão (2009) a crise financeira passou a ser percebida no Brasil por meio do corte nas linhas internacionais de financiamento seguido do aumento na cautela dos bancos locais, cuja condição remeteu as empresas a terem problemas de liquidez, passando a ter dificuldades na obtenção de capital de giro. Contudo, em se tratando de mercado imobiliário, salienta-se que o investimento em imóveis sempre havia sido considerado o porto seguro mesmo em tempos de crise, tanto para investidores quanto para empresários (BOTELHO, 2007). Segundo Tenerello (2008), o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) aplicou cerca de R$ 25 bilhões no setor habitacional em O advento da crise financeira em meio ao ambiente macroeconômico nacional tende a ter desencadeado restrições na disponibilidade de recursos financeiros, podendo vir a prejudicar as atividades econômicas nos diferentes setores da economia. Diante do exposto, emerge a seguinte questão de pesquisa: o advento da crise financeira em 2007 nos Estados Unidos influenciou o nível de liquidez geral das empresas do setor imobiliário no Brasil? Neste contexto, expõe-se que o objetivo principal de pesquisa consiste em verificar se a crise deflagrada nos EUA influenciou o nível de liquidez das empresas atuantes nos segmentos do mercado imobiliário, no Brasil. A proposição de construção deste estudo justifica-se na possível dificuldade do empresário gerar caixa, em meio a um cenário de crise financeira, cujo fato tende a resultar em desdobramentos sociais relevantes como, inclusive, o desemprego, em razão do comprometimento da disponibilidade de recursos destináveis às atividades operacionais e financeiras. Dessa forma, este estudo busca contribuir, por meio dos resultados identificados, pautados na verificação da evidenciação dos efeitos da crise diretamente no nível de liquidez geral das empresas atuantes no mercado imobiliário, no Brasil. Pois, a aquisição de imóveis e compra de materiais para construção de imóveis, comumente, tendem a serem adquiridos mediante financiamentos de longo prazo. 2. Crise financeira A palavra "crise" é amplamente entendida como uma situação aguda que, no caso da gestão empresarial, se refere à organização, regulação, aos meios de se prever, dimensionar e dissolver uma crise futura (BLOCKMANS; WESSEL, 2009). O cenário de crise financeira passou a dar sinais de risco no terceiro trimestre de 2005 em razão da redução no volume de negócios no setor imobiliário dos EUA, em decorrência da alta dos preços das moradias, cuja condição começou a inviabilizar a compra por parte das famílias, mesmo com juros reduzidos (SOROS, 2008). 2

3 Os juros baixos aplicados pelo Federal Reserve System (FED), com foco na recuperação da economia, no início do século XXI, favoreceu o aumento no volume de negócios em meio ao mercado imobiliário, cujo crédito fora concedido, por vezes, a indivíduos com renda insuficiente para horar o pagamento da dívida. A dívida hipotecária assumida pelo comprador do imóvel passa por processo de securitização, sendo convertida em títulos denominados de subprime, posteriormente negociados no mercado. A falta de liquidez dos títulos subprime, por processo de securitização, foram o epicentro da crise financeira que alcançou os demais setores econômicos, mediante pacotes de títulos montados e vendidos a investidores, como fundos de pensão e fundos de investimentos. Deste modo, salienta-se a importância da transferência dos ativos de risco, o que denota a formação de um cenário de descontrole e impossibilidade de avaliação do risco real de cada título (USA, 2011). Santos et al (2010) analisaram o impacto da crise subprime no comportamento do retorno das ações ordinárias de quatro empresas do setor de construção civil, sendo duas brasileiras e duas americanas. Os autores destacam como resultado ocorrência da geração de retornos anormais estatisticamente significativos das ações ordinárias das empresas americanas, na janela de evento, enquanto que para as empresas brasileiras não foi observada a geração de retornos anormais estatisticamente significativos, após o anúncio da crise financeira. Destaca-se a relevância da comparação de resultados entre as empresas dos dois países, EUA e Brasil, epicentro e periferia da crise, cujos resultados mostram maior coerência do comportamento de ajuste do preço das ações ordinárias e da taxa de retorno para as empresas brasileiras (SANTOS et al, 2010). 3. O setor imobiliário brasileiro O setor imobiliário é o que lida com transações como terreno ou qualquer coisa construída neste terreno, segundo o dicionário Sacconi de língua portuguesa (2009). Apresenta-se como um importante complexo da economia, é constituído de três subsetores: a indústria da construção civil, atividades da indústria produtora de materiais de construção e as ligadas ao setor terciário de atividades imobiliárias, de loteamento, compra, venda e locação de imóveis e manutenção predial (BOTELHO (2007). O Instituto Brasileiro de geografia e Estatística IBGE (2008), sobre o ano de 2007, identificou dados expressivos da indústria da construção, pois essas empresas realizaram obras e serviços no valor de R$ 128,0 bilhões e obtiveram receitas operacionais na cifra de R$ 122,7 bilhões, além de 110 mil empresas no setor ocuparem mais de 1,8 milhões de pessoas. Na comparação com 2006, as construções executadas cresceram 16,9%, assinalando um aumento real de 10,9% ao setor. O crédito imobiliário praticado no Brasil atende a um rigoroso critério de concessão mediante avaliações de imóveis com regime burocrático de estabelecimento de valores, de outra forma, destaca-se a edição de normativas como a Lei Federal n /2004, a disciplinar os créditos imobiliários e as taxas de juros. A referida lei disciplinou também o patrimônio de cada empreendimento e estabeleceu contabilidade apartada das operações do incorporadorconstrutor, o que conferiu maior transparência e credibilidade às finanças do setor imobiliário brasileiro. 3

4 Segundo Botelho (2007) o investimento em imóveis é considerado, em geral, o porto seguro em tempos de crise. Em 2002, o ano das incertezas econômicas e políticas no Brasil, por exemplo, houve um aumento expressivo na venda de imóveis, como foi registrado por empresas da área imobiliária naquele ano, principalmente de imóveis residenciais de alto padrão. A coadunar com esse posicionamento, conforme Tenerello (2008), o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) aplicou cerca de R$ 25 bilhões no setor habitacional em 2008 com o financiamento de aproximadamente 250 mil moradias. Em 2007, o montante aplicado foi de R$ 18,30 bilhões para a produção de 195 mil imóveis. 4. Análise da liquidez Conforme o exposto por Gitman (2004) a liquidez de uma empresa é mensurada por sua capacidade de atender às suas obrigações de curto e de longo prazo e diz respeito à solvência da situação financeira global da empresa, ou seja, a facilidade com que ela pode pagar as suas contas. Os índices de liquidez têm a finalidade de avaliar a capacidade de pagamento e interessam aos credores na avaliação das condições de risco na concessão de novos créditos ou na expectativa de pagamento de dívidas já contratadas (GITMAN, 2004). O indicador de liquidez geral retrata a saúde financeira de longo prazo das empresas e mede a proporção dos bens e direitos a serem realizados a curto e longo prazos em relação às dívidas totais. O índice de liquidez geral pode ser obtido a partir dos dados do Balanço Patrimonial, mediante a divisão da soma dos ativos circulante (AC) e realizável a longo prazo (RLP) pela soma dos passivos circulante (PC) e exigível a longo prazo (ELP) (ASSAF NETO, 2010). A liquidez geral mostra-se como a mais adequada ferramenta de avaliação de liquidez contábil-financeira, ao considerar-se a frequência das transações de longo prazo, como típicas de negociações no mercado imobiliário. Notadamente, tanto as famílias quanto as organizações empresariais, ao desejarem obter um imóvel, buscarão um empreendimento que possa ser pago a longo prazo para fazer seu negócio, logo, advém a parceria e a conjugação de esforços entre instituições financeiras e empresas do setor imobiliário na busca do cliente potencial. 5. Metodologia Este estudo tem caráter descritivo, ex post facto, transversal, em fonte secundária de dados. Cooper e Schindler (2003) atestam que a abordagem descritiva visa a descobrir quem, o que, onde, quando ou quanto, e os estudos ex post facto ocorrem quando os pesquisadores não têm controle sobre as variáveis no sentido de poderem manipulá-las. Estudos transversais são feitos uma vez e representam um instante de um determinado momento e a fonte secundária de dados é a exploração realizada a partir de documentos preparados por autores externos, de fora da organização (COOPER e SCHINDLER, 2003). A construção do estudo tem como base os demonstrativos financeiros dos exercícios de 2006, 2007 e 2008, das empresas do setor imobiliário listadas na BM&FBOVESPA. O método de coleta de dados utilizado classifica-se como de monitoramento, mediante o qual o pesquisador observa e registra informações disponíveis a partir da observação (COOPER e SCHINDLER, 2003). Os dados coletados são de empresas do setor imobiliário, com ações negociadas na BM&FBOVESPA, atuantes nos segmentos específico de construção civil, construção pesada, intermediação imobiliária e materiais de construção. Os dados para 4

5 apuração do Índice de Liquidez Geral (ILG) foram calculados conjugando-se os valores do Ativo Circulante (AC), do Ativo Realizável a Longo Prazo (RLP), do Passivo Circulante (PC) e do Passivo Exigível a Longo Prazo (ELP), cuja fórmula é apresentada a seguir: Na Tabela 1, apresentam-se os valores dos respectivos ILGs das 40 Companhias pesquisadas, por ano de encerramento das contas. 5

6 COMPANHIAS ANO PROSPERIDADE INÍCIO DA CRISE AUGE DA CRISE ABYARA PLANEJAMENTO IMOBILIARIO S.A. 28, , , AGRA EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS S.A. 0 1, , AGRE EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. (não disponível) não disponível não disponível não disponível BROOKFIELD INCORPORAÇÕES S.A. 81, , , BROOKFIELD SÃO PAULO EMPREEND 1, , , IMOBILIÁRIOS S.A. CAMARGO CORREA DESENV. IMOBILIARIO S.A. 1, , , CIMOB PARTICIPACOES S.A. 0, , , CONSTRUTORA ADOLPHO LINDENBERG S.A. 0, , , CONSTRUTORA TENDA S.A. 1, , , CR2 EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS S.A. 36, , , CYRELA BRAZIL REALTY S.A.EMPREEND E PART não disponível 0, , DIRECIONAL ENGENHARIA S.A. 5, , , EVEN CONSTRUTORA E INCORPORADORA S.A. 1, , , EZ TEC EMPREEND. E PARTICIPACOES S.A. 13, , , GAFISA S.A. 1, , , HELBOR EMPREENDIMENTOS S.A. 0, , , INPAR S.A. 0, , , JHSF PARTICIPACOES S.A. 1, , , JOAO FORTES ENGENHARIA S.A. 1, , , KLABIN SEGALL S.A. 6, , , MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. 0, , , PDG REALTY S.A. EMPREEND E PARTICIPACOES 1, , , RODOBENS NEGOCIOS IMOBILIARIOS S.A. 2, , , ROSSI RESIDENCIAL S.A. 3, , , SERGEN SERVICOS GERAIS DE ENG S.A. 2, , , TECNISA S.A. não disponível 5, , TRISUL S.A. não disponível 3, , AZEVEDO E TRAVASSOS S.A. 0, , , CONSTRUTORA BETER S.A. 2, , não disponível CONSTRUTORA LIX DA CUNHA S.A. 1, , , CONSTRUTORA SULTEPA S.A. 0, , , MENDES JUNIOR ENGENHARIA S.A. 0, , , BRASIL BROKERS PARTICIPACOES S.A. não disponível 112, , LPS BRASIL - CONSULTORIA DE IMOVEIS S.A. 0, , , CAMARGO CORREA CIMENTOS S.A. 0, , , CERAMICA CHIARELLI S.A. 0, , não disponível CP CIMENTO E PARTICIPACOES S.A. não disponível 0, , ETERNIT S.A. 2, , , HAGA S.A. INDUSTRIA E COMERCIO 0, , , PORTOBELLO S.A. 0, , , N* = 40 Fonte: Elaborada pelos autores. 6

7 *N= número de observações. Tabela 1 Índice de liquidez geral das empresas componentes da amostra As variáveis em estudo são preliminarmente estabelecidas em qualitativas e quantitativas. As variáveis qualitativas compreendem os exercícios financeiros de 2006, 2007 e 2008, bem como indicados como fatores, respectivamente, da prosperidade, do advento da crise e do auge da crise conforme a Tabela 2. Exercício financeiro Característica da Variável Fator n. de Cias observadas n. de Cias (-) dados não disponíveis n. de Cias (-) outliers 2006 Prosperidade Início da Crise Auge da Crise Total Tabela 2 Variáveis em estudo Como variáveis quantitativas, são utilizados os índices de Liquidez Geral das 40 (quarenta) empresas, definidas na Tabela 1, excluídos os outliers (ou valores de extremos) e as menções de não divulgados. Requer-se avaliar o comportamento dos ILGs das empresas conforme o período. Considera-se, para tanto, que haverá influencia da crise financeira em 2008, caso os ILGs de 2008 reduzam em relação a 2007, argumento que será reforçado pela ocorrência de acréscimo nestes índices, nos exercícios de 2006 e O Quadro 1, a seguir, expõe as hipóteses a serem testadas. Hipóteses relativas aos anos de 2007 e 2006 Hipóteses relativas aos anos de 2008 e 2007 Quadro 1 Hipóteses a serem testadas H0 = hipótese nula = as companhias do segmento imobiliário NÃO tiveram acréscimo no ILG no período de prosperidade do ano de 2006, para o de H1 = hipótese alternativa = as companhias do segmento imobiliário tiveram acréscimo no ILG no período de prosperidade do ano de 2006, para o de H2 = hipótese nula = as companhias do segmento imobiliário NÃO sofreram efeitos desfavoráveis no ILG durante o auge da crise financeira. H3 = hipótese alternativa = as companhias do segmento imobiliário sofreram efeitos desfavoráveis no ILG durante o auge da crise financeira. Fonte Elaborado pelos autores. A análise será realizada em sentido temporal regressivo, tal como identificam as hipóteses H0 e H1, do ano de 2006 para o de 2007, enquanto a avaliação terá o sentido temporal progressivo do ano de 2007 para o de 2008 como mostra a Figura 1. 7

8 PROSPERIDADE INÍCIO DA CRISE AUGE DA CRISE Figura 1 Sentido temporal da análise Para testar as hipóteses do estudo, foi utilizado o procedimento estatístico univariado ANOVA, originalmente concebida como Análise da Variância. O nível de significância (α) admitido para efeito deste estudo é de o α = 0,05 ou de 5%. Os cálculos foram realizados a partir do software minitab, ferramenta produzida pela empresa de mesmo nome. Para HAIR et al (2009, p. 303) a ANOVA é chamada de procedimento univariado pelo fato de usarmos a mesma para avaliar diferenças de grupos de uma única variável dependente métrica. Compreende técnica estatística usada para determinar se as amostras de dois ou mais grupos surgem de populações com médias iguais, ou seja, verifica se as médias dos grupos diferem significativamente. 6. Análise dos dados A análise dos dados a partir da aplicação de procedimentos estatísticos terá o condão de garantir cientificidade aos resultados do estudo. Sendo assim, a pesquisa averiguou o acréscimo e/ou decréscimo sob dois períodos-base: (i) exercício financeiro de 2006 para 2007 e (ii) exercício financeiro de 2007 para o de Resultados observados no período de 2006 para 2007 Ao proceder-se à análise dos dados em conjunto com a formulação teórica, observou-se que no ano de 2006, as médias dos índices de liquidez geral eram regulares diante das perspectivas internacionais decorrentes de crise no setor, dado o quadro econômico de prosperidade no setor. O histograma a seguir evidencia as médias do ILG do período, das 29 empresas do setor imobiliário pesquisadas, excluídas as empresas com dados não divulgados e outliers. 8

9 Frequency XXXII ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO Histogram of PROSPERIDADE Normal Mean 0,9815 StDev 0,2957 N ,0 0,5 1,0 PROSPERIDADE 1,5 2,0 Histograma 1 Ano de Período de prosperidade No ano de 2007, os efeitos da crise econômica, segundo a doutrina, começaram a influenciar os mercados emergentes, e portanto, importa vislumbrar os níveis dos indicadores de liquidez registrados pelas companhias brasileiras. Para tanto, a Tabela 2 mostra que das 40 observações realizadas naquele exercício, 36 puderam ser validadas, ao serem excluídos os dados não disponibilizados pelas organizações e os outliers. O Histograma 2 revela o comportamento da média dos índices de liquidez geral (ILG) para o período de 2007, este que recebe a designação de variável de início da crise. 9

10 Histograma 2 Ano de Início da crise Ao se ponderar as médias para avaliar a evolução dos indicadores de liquidez geral das companhias, no período de 2006 para 2007, utilizou-se a ANOVA conforme os dados da Tabela 3. Source (fonte) DF (graus de liberdade) SS (soma dos quadrados) MS (média ao quadrado) Índice F valor de ρ PROSPERIDADE 26 1, , ,19 0,028 Error 3 0, ,00595 Total 29 1,98006 Variância = 0,07714 R-Sq = 99,10% R-Sq(adj) = 91,59% Pooled StDev (desvio padrão) = 0,0771 Tabela 3 Análise da variância ANOVA do período de início da crise versus prosperidade Notadamente, o índice F registra o valor de 13,19, para, assim, ser comparado com o valor crítico de F em tabela fixa, no objetivo de avaliar a possibilidade de rejeição ou não da hipótese nula. Ao examinar-se o grau de liberdade, atribui-se para o numerador o valor de (k- 1) ou 2-1 = 1. Para o denominador calcula-se (n-k), ou seja, [(29+34)-2]=61. Assim, tem-se que o numerador é indicado por 2 e o denominador por 61. A Tabela F-9 do Apêndice (COOPER e SCHINDLER, p. 601) indica os valores críticos da distribuição F, e, ao cotejarse os graus de liberdade 2x57, obtém-se o valor crítico aproximado de 3,15. Ao exercício da confrontação do índice F calculado em 13,19 e 3,15 infere-se que 13,19 é maior que 3,15 (13,19>3,15), logo, a hipótese nula = H0, indicada no Quadro 1, há que ser rejeitada, e, portanto, aceita a hipótese alternativa H1 contida naquele quadro. A corroborar com o resultado do índice F, verifica-se que o valor de ρ, identificado em 0,028, ou seja, de 2,8% é inferior ao grau de significância de 5%, demonstrando que também nessa ótica a hipótese nula há que ser rejeitada. Portanto, acata-se a hipótese alternativa H1, qual seja, as companhias do segmento imobiliário tiveram acréscimo no ILG no período de prosperidade do ano de 2006, para o de Resultados observados no período de 2007 para o ano de 2008 A análise dos índices de liquidez geral de 2008, relativamente ao ano de 2007, no sentido inverso ao tópico anterior, permite obter o nível de significância das alterações. Ressaltar que o ano de 2008, cujos efeitos da crise financeira verteram sobre os mercados financeiros do mundo prejuízos tidos como expressivos, também mostrou decréscimo nos ativos das companhias pesquisadas. Em 2008, dentre as 40 observações realizadas junto às demonstrações financeiras das Companhias, 36 puderam ser validadas, após serem excluídas empresas com dados não disponibilizados e outliers. O Histograma 3 apresenta os níveis das médias dos ILGs no ano de 2008, identificado como o período do auge da crise financeira. 10

11 Histograma 3 Encerramento do ano de Auge da crise Na intenção de detectar os acréscimos e decréscimos nas médias de liquidez geral das empresas, no período de 2007 para o de 2008, novamente recorreu-se à ANOVA, para o exame do grau positivo ou negativo da evolução, bem como o nível de significância do grupo observado, expostos na Tabela 4. Source (fonte) DF (graus de liberdade) SS (soma dos quadrados) MS (média ao quadrado) Índice F valor de ρ AUGE DA CRISE 31 4, , ,20 0,000 Error 5 0, ,00444 Total 36 4,97225 Variância = 0,06660 R-Sq = 99,55% R-Sq(adj) = 96,88% Pooled StDev (desvio padrão) = 0,0666 Tabela 4 Análise da variância ANOVA do período de início da crise versus auge da crise No presente caso, o índice F passou a determinar 37,20, a ser comparado com o F da tabela de valores críticos. O grau de liberdade manteve o indicador de (k-1) ou 2-1 = 1 para o numerador, enquanto que o denominador foi revertido em (n-k), ou seja, [(36+36)-2]=70. A Tabela F-9 do Apêndice (COOPER e SCHINDLER, p. 601) expressa os valores críticos da distribuição F, e, ao se cotejar os graus de liberdade 2x70, obtém-se o valor crítico aproximado de 3,07. Da comparação do índice F de 37,20 com o valor crítico tabelado para F, de 3,07, infere-se que 37,20 é maior que 3,07 (37,20>3,07), portanto, a hipótese nula H2, do Quadro 1, deve ser rejeitada, e, aceita a hipótese alternativa H3. A confirmar com o resultado do índice F, verifica-se que o valor de ρ, identificado em 0,000, ou seja, tendente a nulo, e que demonstra a necessidade de rejeição da hipótese nula H2. Por 11

12 consequência se aceita a hipótese alternativa H3, do Quadro 1, qual seja, as companhias do segmento imobiliário sofreram efeitos desfavoráveis no ILG durante o auge da crise financeira. 7. Considerações finais O estudo objetivou verificar se a crise financeira influenciou o nível de liquidez das empresas dos setores imobiliário, no Brasil, mediante confrontação entre os ILGs dos Balanços Patrimoniais de 2006, 2007 e Os resultados da análise de dados revelaram que houve acréscimo nos ILGs durante o período denominado de prosperidade (ano de 2006), a sugerir que naquele ano os efeitos da crise financeira internacional não exerciam influência significante nas empresas atuantes no Brasil, as quais desfrutavam da perspectiva positiva de um período de expansão. No ano de 2007, ainda irrompiam-se os efeitos da prosperidade que logo passou a dar lugar aos temores internacionais do advento da crise. Na finalização do exercício de 2007, as demonstrações financeiras das companhias pesquisadas registraram acréscimo nos ILGs. Contatou-se que no ano de 2008, quando a crise deflagrou em ampla proporção, os setores de construção e intermediação imobiliária, sediados no Brasil, sofreram consequências de baixas em seus ativos, também, os índices de liquidez geral passaram a refletir decréscimo na maior parte dos relatórios financeiros. Por fim, destaca-se o fato das empresas do segmento imobiliário apresentarem acréscimo no ILG no período de prosperidade na variação do ano de 2006 para o de 2007, e de forma contrária, evidenciaram efeitos desfavoráveis no indicador ILG na variação entre 2007 e 2008, período denominado de auge da crise. Ressalta-se a associação investigativa fundamentada na análise da liquidez geral de empresas dos setores imobiliário, no Brasil, em meio ao cenário da crise financeira, em que se comprovou, por meio do teste estatístico ANOVA, o potencial da crise em influenciar a dinâmica financeira e operacional das empresas, logo, por extensão, também, influenciar a vida das pessoas em geral. Referências ASSAF NETO, A. Estrutura e análise de balanços: um enfoque econômico-financeiro. 9. ed. São Paulo: Atlas, BLOCKMANS, S. WESSEL, A. R. The European Union and Crisis Management: Will the Lisbon Treaty Make the EU More Effective? Oxford: Journal of Conflict & Security Law. Oxford University Press. Published on October 1, BOLSA DE VALORES, MERCADORIAS E FUTUROS BM&FBOVESPA. Disponível em: <http://www.bmfbovespa.com.br>. Acesso em: 07 dez BOTELHO, A. O Urbano em Fragmentos: a produção do espaço e da moradia pelas práticas do setor imobiliário. São Paulo: Annblume, FAPESP, CARNEIRO, F. & MARANHÃO, T. A escolha das melhores. In: EXAME. Melhores e maiores São Paulo: Ed. Abril, jul COOPER, D. R. & SCHINDLER, P. S. Métodos de Pesquisa em Administração. 7. ed. Porto Alegre: Bookman,

13 FARHI M. & BORGHI, R. A. Z. Operações com derivativos financeiros das corporações de economias emergentes. São Paulo: Estudos Avançados, Vol. 23 n. 66, GITMAN, L. J. Princípios de Administração Financeira. 10. ed. São Paulo: Ed. Pearson, HAIR, J. F.; ANDERSON, R. E.; TATHAM, R. L. & BLACK, W. C. Análise Multivariada de Dados. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA IBGE. Pesquisa Anual de Serviços Contas Nacionais Trimestrais-Indicadores de Volume e Valores Correntes. Disponível em: <www.ibge.gov.br>. Acesso em: 21 jan.10. SACCONI, L. A. Pequeno Dicionário de Língua Portuguesa. São Paulo: Nova Geração, SANTOS, J. O.; PETROKAS, L. A.; MODRO, W. M. & ALMEIDA, A. C. S. Análise do impacto da crise subprime no retorno das ações ordinárias de empresas do setor da construção civil: um estudo de caso confrontando o desempenho de empresas brasileiras e americanas. In: SEMEAD, 13, 2010, Anais... São Paulo: SEMEAD, Disponível em: <http://www.ead.fea.usp.br/semead/13semead/resultado/trabalhospdf/68.pdf>. Acesso em: 20 set SOROS, G. O novo paradigma dos mercados financeiros: a crise de crédito em 2008 e suas implicações. Coimbra: Edições Almedina SA, TENERELLO, D. Mercado Imobiliário: até 2010 serão investidos cerca de R$ 96 bilhões pelo SBPE. Sindicato da Indústria de Construção Civil do Estado do Rio Grande do Sul (SINDUSCON-RS), Disponível em: <www.sinduscon-rs.com.br>. Acesso em: 21 jan.10. UNITED STATES OF AMERICA USA. The financial crisis inquiry report: final report of the National Commission on the causes of the financial and economic crisis in the United States. Washington: Official Government Edition, jan

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