2012 teve um início glorioso a julgar ESTRATÉGIAS UMA PRIMAVERA ANTECIPADA

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1 E X C L U S I V A M E N T E PA R A U S O I N S T I T U C I O N A L ESTRATÉGIAS UMA PRIMAVERA ANTECIPADA J A N E I R O teve um início glorioso a julgar pelos indicadores de mercado: bolsas com crescimento de dois dígitos, juros cadentes e o real se valorizando. A atmosfera internacional parece bem mais leve, os influxos de recursos em fundos dedicados a investimentos em mercados emergentes vêm aumentando brutalmente, para não falar do extraordinário comportamento do investimento direto no ano que passou, de tal sorte que o mês termina sob o signo da abundância cambial, com o BCB de volta ao mercado empregando o seu habitual arsenal de intervenções. As notícias sobre a economia real em toda parte parecem animadoras, parecendo indicar uma pequena primavera antecipada e muito bem-vinda. 4

2 U M A P R I M A V E R A A N T E C I PA D A Esta mudança de sentimento pode ser associada diretamente a movimentos específicos de alguns bancos centrais, inclusive o nosso. Nos EUA, o Fed alterou de forma inesperada e surpreendente o seu rito de comunicação, divulgando a trajetória esperada da taxa de juros para os próximos anos e também uma meta, ainda que informal, de inflação. Adicionalmente, mudou, em seu "statement", a previsão de alta da taxa de juros, e durante a entrevista coletiva, Bernanke deixou a impressão de que a possibilidade de uma nova rodada de quantitative easing é maior do que se esperava. A combinação de bons indicadores macroeconômicos e uma reafirmação do atual curso da política americana teve excelente efeito sobre a atmosfera dos mercados. Na Europa, o grande movimento foi o programa pelo qual o ECB injeta liquidez nos bancos, por prazos de até três anos, em montantes até 500 bilhões de euros. Não apenas a operação reforça o sentimento de apoio ao sistema bancário europeu, de certo modo isolando cada vez mais os bancos dos problemas de dívida soberana, como também, indireta e tacitamente, se admite que parte desses recursos, em última instância, será utilizada para a rolagem de títulos soberanos. Dessa maneira, o ECB estaria patrocinando o carregamento de carteiras de papeis, exatamente como o Fed tem feito com relação aos ativos de base imobiliária nos EUA. É um "quase-qe", indireto e adaptado aos limites institucionais do ECB e ao zelo em se guardar as aparências (e agradar os alemães). No Brasil, o BCB também inovou ao falar sobre suas ações futuras, também com o intuito de melhorar expectativas. Na ata da reunião de janeiro, a autoridade deixou claro que a probabilidade de a Selic chegar a um dígito é muito elevada: "Diante do exposto, considerando ainda que a desaceleração da economia brasileira no segundo semestre do ano passado foi maior do que se antecipava e que eventos recentes indicam postergação de uma solução definitiva para a crise financeira europeia, neste momento, o Copom atribui elevada probabilidade à concretização de um cenário que contempla a taxa Selic se deslocando para patamares de um dígito." Outra inovação conceitual curiosa e de amplo potencial para o futuro da política monetária brasileira é o recurso ao argumento de que há razões para afirmar que houve uma queda na "taxa de juros neutra", ou que o trade-off inflação-juros se deslocou para baixo, conforme estaria a indicar a queda tendencial nas A atmosfera internacional parece bem mais leve ESTRATÉGIAS JAN / 12 2

3 U M A P R I M A V E R A A N T E C I PA D A taxas de juros reais no decorrer da última década. A resposta a esse conjunto de estímulos não podia deixar de ser positiva. Nos EUA o desemprego caiu para 8,5% e os índices de atividade melhoraram. A inflação está caindo, a despeito de muitos vaticínios em sentido contrário. Apesar disso, o PIB do último trimestre de 2011 decepcionou, pois o crescimento foi menor e boa parte foi devido à acumulação de estoques. Os indicadores antecedentes de atividade, todavia, continuam animadores. Na Europa, comportaram-se melhor do que o esperado. A recessão deverá ser menor do que se esperava. Os leilões de rolagem de títulos de países com problemas vêm sendo bem sucedidos sobretudo depois do início da operação de longo prazo do ECB, principalmente na Espanha e na França. A Itália ainda continua pagando, na margem, juros superiores a 6%, e o mercado continua punindo Portugal no mercado secundário, a despeito de haver considerável dose de compliance com as demandas da "troyka". O mesmo não se observa com a Grécia, onde não parece haver sentimento de culpa pelos excessos e resignação com os remédios. A Grécia continua sendo a principal fonte de problemas. As conversas com os credores privados representados pelo IIF têm mostrado poucos progressos, pois os credores relutam em aceitar um haircut maior que 70% e um cupom inferior a 4% para os novos títulos. As reformas não são aprovadas e muito menos implementadas. Em março vencem quase 15 bilhões de euros e provavelmente haverá mais condicionalidades para o pagamento dessa parcela do empréstimo feito pela UE/FMI. Entretanto, parece haver menos ansiedade e preocupação com o desfecho dessa tragédia. A tolerância com a inflação não é mais a de antigamente No Brasil, enquanto isso, o IPCA de 2011 fechou em exatos 6,50%, o topo da banda de tolerância da meta de inflação. Foi, portanto, na terceira casa decimal que se verificou que o BCB não precisaria escrever uma carta justificando a perda da meta, mesmo com a margem estabelecida pelo CMN. Talvez o BCB devesse escrever a dita carta de todo jeito para diminuir a impressão de que a meta deixou de ser os 4,5%, o centro da banda, e passou a ser o "teto" do intervalo, 6,5%. Há certo consenso em que a tolerância com relação a inflação não é mais a de antigamente. Sem embargo, em janeiro, os indicadores antecedentes parecem mostrar que a inflação está melhor do que se esperava, mas, por outro lado, a atividade ESTRATÉGIAS JAN / 12 3

4 U M A P R I M A V E R A A N T E C I PA D A econômica, também de forma inesperada, está se recuperando mais rapidamente. O IBC, índice de atividade do BCB, subiu mais de 1% em novembro, puxado tanto pela indústria, quanto pelo varejo. O desemprego em dezembro atingiu o menor nível já registrado, 4,7%, e a renda voltou a crescer. Nessas condições, o "balanço dos riscos", expressão consagrada do BCB, enviesou na direção da inflação. Ademais, será no segundo semestre que a política monetária expansionista do BCB terá mais efeito. A ideia de convergência para o centro da meta em 2012 parece cada vez mais distante. O ano começa, portanto, com bons desígnios. É provável que haja dificuldades com a inflação, mas a atividade econômica viverá um bom ano, e nesse aspecto é preciso não se deixar enganar com crescimento do PIB, em cujo "carry over" estatístico dificilmente deixará aparecer uma taxa maior que 4%. Desta vez teremos taxas de juros de um dígito fora do ambiente excepcional criado pela crise de 2008, de tal sorte que o efeito dessa novidade sobre os ativos brasileiros será maior, mais pleno e claro, ressalvado algum acidente externo na Europa ou alhures. ESTRATÉGIAS JAN / 12 4

5 COMITÊ DE GESTORES TODAS AS ESTRATÉGIAS DE INVESTIMENTOS na Rio Bravo são discutidas e coordenadas por um comitê de gestores que se reúne mensalmente. O objetivo principal desta reunião é discutir preços e riscos em cada um dos diferentes mercados em que operamos. Fazemos considerações top down (do macro para o micro) sobre as estratégias e procuramos coerência ainda que não coincidência entre elas. A partir de agora, todo mês vamos apresentar aqui os destaques destas discussões. Se algo pode resumir nossa reunião de janeiro é a ideia de que, com o juro no Brasil num patamar de 10%, e a inflação rodando entre 4% e 5%, o juro real de 4-5% vai transformar fundamentalmente a vida dos gestores institucionais, particularmente aqueles ligados a fundações e endowments. Este novo patamar de juro real faz com que virtualmente todas as metas atuariais no Brasil não sejam mais atingíveis com facilidade, e a consequência disto na visão dos gestores da Rio Bravo é que haverá uma importante alocação de recursos para infraestrutura, renda fixa privada e renda imobiliária. A Bolsa também se beneficiará, mas acreditamos que a segurança (ou talvez a melhor palavra aqui seja "recorrência") na rentabilidade levará mais caixa para as estratégias citadas. Por permitir alocações em grande volume a longo prazo, a área de infraestrutura, em particular, será beneficiária desta realocação, como demonstrado pelos leilões dos aeroportos agora no início de fevereiro. Outro exemplo recente que atesta a disponibilidade de capital para infraestrutura Brasil foi a transação pela qual a alemã E.ON colocou US$471 milhões na MPX Energia em troca de uma participação de 10% na companhia. Através de sua área de infraestrutura, a Rio Bravo tem tido acesso a um número interessante de transações e oportunidades no setor. É visível para nós que é possível ao investidor escolher bem entre muitas alternativas, mais do que no mundo de private equity por exemplo. Na análise macro do comitê, a análise feita no início desta carta por nosso estrategista-chefe dá o tom do consenso entre os gestores. Identificamos melhoras na atividade econômica dos EUA e acreditamos que os principais riscos internacionais são ainda (a) questões de financiamento soberando na Europa e (b) acerto na velocidade dos ajustes fiscais na Europa e eventualmente nos EUA. Discutimos se governos tecnocratas na Grécia e na Itália seriam sustentáveis a médio prazo (assim que as dificuldades urgentes forem vencidas, provavelmente enfrentarão dificuldades de sobrevivência frente às inevitáveis divergências partidárias). De qualquer forma, devemos lembrar que a Itália é o que importa, e que Grécia ESTRATÉGIAS JAN / 12 5

6 C O M I T Ê D E G E S TO R E S é pequena para causar efeitos importantes nos mercados. O comitê de gestores também discutiu a situação da indústria brasileira. Custos de produção altos, tributação pesada, infraestrutura deficiente e a concorrência com os importados num momento de câmbio forte foram os responsáveis por um ano difícil e devem pesar ainda mais em Por outro lado, serviços e varejo continuam pujantes, em meio à discussão sobre quão rápido a Selic chegará a 9.5% ou 9.75%. (A questão aqui é se estas taxas de um dígito serão sustentáveis, ou se a inflação levará à necessidade de uma Selic a 11%, digamos, em 2013.) Em janeiro, vimos os gestores globais aumentando suas alocações e diminuindo suas posições em caixa (que ainda continuam altas em termos históricos). Ao fazer uma captação internacional soberana para 2027 a belíssima taxa de 4% ao ano, o Brasil demonstrou que continua atraente na visão dos gestores estrangeiros. Na estratégia de investimentos imobiliários, o número de fundos continua crescendo e aumentando em liquidez. O mercado tem que fazer um trabalho mais aprofundado para discenir os diferentes riscos dos diferentes tipos de ativos que estão sendo colocados em veículos. As oportunidades ainda existem em especial em shopping centers e logística. Na estratégia de equities, os fundamentos para as empresas norte-americanas continuam bons, e acreditamos que os preços estejam atrativos em relação à renda fixa. Os balance sheets nos EUA continuam excelentes, com altos fluxos de caixa livre em relação ao PIB do país. Ainda assim, os CEOs continuam cautelosos, avessos a risco. Há muito caixa e pouco investimento acontecendo nas empresas. Numa redução eventual das percepções de risco as alocações de capital a investimentos devem ser rápidas e em grande volume. ESTRATÉGIAS JAN / 12 6

7 RENDA FIXA O COPOM DEU SEQUÊNCIA ao processo de redução da taxa de juros, levando a Selic a 10,50% a.a. em sua última reunião. A curva de juros futuros encerrou o mês projetando uma taxa de 9,5% a.a. ao final do ano. Ao longo do mês de janeiro, as taxas futuras fecharam (reduziram-se) ao longo de toda a curva, revertendo a tendência do mês anterior em que verificamos a abertura da mesma (elevação das taxas projetadas). De alguma forma esse movimento reflete a melhora das expectativas de mercado para o cenário de inflação, que apresentou-se contida nesse início de ano. O IGP-M fechou janeiro em 0,25%, abaixo das projeções do mercado (0,30%). O IPCA projetado para o mês é de 0,57%. Vale lembrar que, em sua última ata de reunião, o Copom deixou bem explícita a possibilidade de a taxa de juros atingir um dígito este ano. O cenário externo também contribui para justificar o movimento verificado na curva de juros futuro este mês, na medida em que fica cada vez mais claro que o afrouxamento monetário perdurará nas principais economias globais. O ano começou com um volume recorde de emissões de títulos corporativos anunciadas em janeiro no mercado doméstico. A queda das taxas de juros tem levado os investidores institucionais a buscar retornos em ativos de crédito privado. Neste sentido, os spreads de crédito domésticos continuam sob pressão, tendência que deve prevalecer ao longo do ano. Note-se, por exemplo, a emissão de debêntures recentemente realizada pela Iguatemi: para o prazo de 6 anos, a captação se deu a CDI + 1% a.a. (e o teto da taxa de juros no processo de bookbuilding era de CDI + 1,15% a.a.). Em fevereiro de 2011, essa mesma companhia emitiu título similar mais curto ( 5 anos) que foi colocado com taxa de CDI + 1,35% a.a. (tendo sido o teto da taxa no processo de bookbuilding, CDI + 1,55% a.a.). Apesar da grande oferta de novos títulos, temos sido bastante seletivos na análise dos prêmios de risco praticados, de forma que o Rio Bravo Crédito Privado deve passar ao largo da maior parte dessas emissões ora em andamento. O Rio Bravo Crédito Privado encerrou janeiro com rentabilidade de 103,5% do CDI. Neste mês foram as posições em cotas de fundos de direitos creditórios (FIDCs) as que mais contribuíram para o desempenho do fundo acima do ESTRATÉGIAS JAN / 12 7

8 R E N D A F I X A CDI, seguidas pelas posições em financiamento de operações de termo e pela carteira de debêntures. A alocação da carteira em cotas de FIDCs encerrou o mês em 12,5% do total, contra 14,8% ao final de A exposição média a essa classe de ativos ao longo do mês foi maior (14%, versus 12% em dezembro/11), por conta da posição adquirida no FIDC Cedae ao final de dezembro. A redução dessa exposição ao final de janeiro se deu em especial por conta da amortização extraordinária de parte do FIDC Cadeias Produtivas de Minas Gerais. Este FIDC não conseguiu originar ativos de crédito em volume suficiente e portanto devolveu parte dos recursos a seus investidores. No fundo de crédito estruturado Rio Bravo Cibrasec FII, que iniciou suas operações em agosto de 2011, a rentabilidade acumulada no mês de janeiro foi de 0,76%, equivalente a IGP-M + 6,3% a.a. O fundo ainda se encontra em fase de investimento e, por conta disto, sua rentabilidade ainda está abaixo do alvo pretendido para o fundo. O fundo encerrou janeiro com 43,9% de seu patrimônio alocado em ativos-alvo (CRIs). Das duas operações de investimento programadas para liquidação ao longo do mês, apenas uma foi efetivamente concluída. A parcela do patrimônio do fundo que não está aplicada em CRIs encontrase essencialmente alocada em Letras de Crédito emitidas pelo BNB, ativo que mantém a isenção fiscal sobre os rendimentos distribuídos para os quotistas do fundo e que representa risco de crédito quase soberano. P ara efeito de comparação com fundos tributados, o rendimento do fundo em janeiro equivaleria a IGPM+7,9% a.a. (considerando o gross-up do IR à alíquota de 15%), acima da rentabilidade real atual dos títulos públicos longos indexados a inflação (NTN-B 2020: 5,41%; NTN-C 2021: 5,55%). ESTRATÉGIAS JAN / 12 8

9 RENDA VARIÁVEL EM JANEIRO, o Rio Bravo Fundamental FIA teve uma performance de 8,4%. Desde seu início, em setembro de 2004, o fundo acumula uma rentabilidade de 389,3%, ou 308,1% do benchmark, IGP-M+ 6%. O Rio Bravo Fundamental Institucional FIA teve uma performance de 7,3%. Desde seu início, em abril de 2010, o fundo acumula uma rentabilidade -0,3%, contra -11,3% do benchmark, Ibovespa. Metalúrgica Gerdau As ações da Metalúrgica Gerdau começaram bem o ano: subiram 17,3% em janeiro, contra 11,1% do Ibovespa. Essa melhora de humor com a empresa se deve basicamente ao cenário mais benigno para a siderurgia mundial observado nos últimos meses. Nos EUA, os preços do vergalhão parecem ter se estabilizado em US$ 770/t, 4% a mais (ou US$ 30/t) que o nível de novembro de Esses preços mais altos refletem a sustentação da demanda norte-americana na virada do ano, explicada principalmente por uma maior atividade nas construções civil e pesada. Além disso, a alta nos preços da sucata (um dos principais insumos na produção de aços longos) ajudou a justificar os aumentos, sob o argumento de repasse de custos que, aliás, se elevaram muito mais que os preços desde a crise de 2008/2009. Concomitantemente, na Turquia, uma importante exportadora de longos, os preços também melhoraram e estão há várias semanas acima de US$ 600/t (base exportação). A crise das dívidas soberanas na Europa não produziu ao menos por enquanto efeitos tão prejudiciais à produção industrial da região, o que manteve em certa medida a demanda por produtos siderúrgicos daquele país. Uma atividade econômica razoável no Oriente Médio e Norte da África também contribuiu para absorver as exportações turcas. Também os preços de exportação na China seguem firmes há algum tempo, acima dos US$ 620/t, corroborando a tese de que a demanda por longos melhorou ao redor do mundo. Com isso, produtores turcos e chineses passaram os últimos meses menos incentivados a enviar seus vergalhões (e outros tipos de aços longos) para o Brasil em 2011, a penetração das importações de longos no Brasil foi de 9%, contra 13% em 2010 (sem excluir produtos ferroviários, que não produzimos). Esse fator, aliado a uma resistente demanda da construção e da indústria automobilística neste caso, beneficiando o segmento de aços especiais permitiu à Gerdau anunciar um aumento de preços médio de ESTRATÉGIAS JAN / 12 9

10 R E N D A VA R I Á V E L 5% no país agora no início de Esse aumento será implementado com cautela, em clientes selecionados. Sem dúvida ainda é cedo para afirmar que os dias nebulosos da siderurgia ficaram para trás. O mundo ainda convive com um incômodo excesso de oferta de cerca de 20%, ou 300 milhões de toneladas por ano. Isso equivale a quase 9 anos da produção brasileira. Por outro lado, acreditamos que podemos estar vivendo o início da recuperação do setor, que, conforme já comentamos, desde a crise de 2008/2009 está vulnerável. Se confirmada essa recuperação, estimamos que os lucros da Gerdau devem crescer algo como 20% ao ano nos próximos cinco anos, o que sem dúvida se traduziria numa importante reprecificação de suas ações e, consequentemente, num atrativo retorno para nosso fundo. Itaú Unibanco As ações do Itaú Unibanco avançaram 3,4% em janeiro, consideravalmente menos que o Índice Bovespa, que subiu 11,1%. Em 2011, Itaú caiu 11,2%, cerca de sete pontos percentuais a menos que o Ibovespa. Um ano atrás, eram diversos os ventos contrários às ações do Itaú. Medidas macroprudenciais visavam de toda forma reduzir a liquidez dos bancos e a expansão do crédito, inflação e juros em alta configuravam um cenário mais arriscado, e na mídia internacional eram abundantes os artigos sugerindo que o Brasil estava à beira do estouro de uma bolha de crédito, ou o que seria a nossa crise de subprime. De fato, a combinação dos fatores macro acima com uma certa redução na expansão das carteiras gerou um aumento na inadimplência da ordem de 1,5 ponto percentual, trazendo o percentual de créditos inadimplidos de pessoas físicas para 7,3%. Acreditamos que este ciclo de alta já tenha se esgotado. O índice de inadimplência hoje é simplesmente igual ao de quatro anos atrás, quando o Itaú negociava com 50% de prêmio em relação ao patamar atual. Portanto, nada que fuja à normalidade do negócio bancário, especialmente após períodos de forte expansão de carteiras. Além de acreditarmos que as previsões catastróficas já não têm mais espaço, também vemos um cenário mais positivo do que o de um ano atrás. A inflação esperada para o ano é menor, os juros estão em declínio, as medidas macroprudenciais foram relaxadas e o mercado de trabalho está ainda mais aquecido. Ainda que a expansão do crédito para 2012 já pareça mais próxima dos 15% do que dos antes ESTRATÉGIAS JAN / 12 10

11 usuais 20%, há nisto um benefício para a qualidade da originação. Os spreads devem voltar a cair, mas não sem a companhia do recuo da inadimplência. As preocupações quanto à queda da Selic, que grosso modo remuneram a aplicação do patrimônio líquido do banco (cerca de R$ 70 bilhões no Itaú), são mitigadas por uma melhora na qualidade do crédito. A redução do custo final dos empréstimos não apenas facilita o repagamento como também atrai tomadores de maior qualidade, cuja propensão ao endividamento é profundamente dependente de taxas mais baixas. Portanto, enxergamos um cenário benigno para o Itaú Unibanco. O banco ainda tem desafios como a manutenção das margens e mostrar que o Projeto Eficiência dará resultados, mas rodando e reinvestindo lucros a retornos superiores a 20%, crescendo acima do ritmo do PIB e negociando a cerca de 9x o lucro esperado para 2012, entendemos assim como nas vezes anteriores em que mencionamos este investimento que estas ações permanecem atrativas. ESTRATÉGIAS JAN / 12 11

12 INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS EM RECENTE ENTREVISTA AO PORTAL EXAME, aconselhamos que os investimentos em Fundos Imobiliários sejam encarados como um investimento em renda variável, no sentido de que é necessário avaliar quem é o administrador/gestor, o(s) inquilino(s), a localização e tipo do imóvel, as despesas do Fundo e garantia de rentabilidade (quando aplicável). Ao fim da entrevista, explicamos que como a economia está indo bem, o retorno médio dos fundos imobiliários entre 2005 e 2010 foi superior a 20% ao ano. Por conta disso, o investidor tem impressão de que é uma renda fixa turbinada. Mas não é. Porém, com a tendência de queda da taxa de juros, esse tipo de investimento está cada vez mais promissor. FII Rio Bravo Renda Corporativa O encerramento da 4ª Emissão de Cotas do FII Rio Bravo Renda Corporativa ocorreu em 29 de janeiro de 2012, com a captação de 100% do volume ofertado, no montante de R$ ,50 (cinquenta milhões de reais e cinquenta centavos). O comunicado de encerramento foi divulgado no jornal "O Estado de S. Paulo" no dia 29 de janeiro de 2011, e está disponível no site da Rio Bravo através do link (na página do Fundo, na seção 4ª Emissão de Cotas): aspx Aquisições Até o presente momento já foram analisados mais de 200 imóveis na região Sudeste. Destes, 54 foram encaminhados para o Comitê de Investimentos do Fundo, que é o responsável por avaliar diversas características dos imóveis e a viabilidade dos investimentos. Todos os imóveis analisados foram aprovados no Comitê, de forma que foram realizadas propostas para a aquisição dos 54 imóveis. O Fundo já realizou a aquisição de dois imóveis (um andar) no Edifício New Century, e temos a expectativa de concluir a aquisição de dois ou três novos imóveis brevemente. FII Shopping Pátio Higienópolis A Rio Bravo, na qualidade de administradora do Fundo de Investimento Imobiliário Shopping Pátio Higienópolis, e em conjunto com os empreendedores totalizando 70% dos condôminos do shopping, tomou a decisão de destituir a atual administradora Brookfield Brasil Shopping Centers ESTRATÉGIAS JAN / 12 12

13 I N V E S T I M E N T O S I M O B I L I Á R I O S Ltda., com o objetivo de buscar uma administração mais eficiente e menos onerosa. Nesta votação, a condômina Brookfield Brasil Higienópolis Ltda. ( Brookfield ) não votou por haver nítido conflito de interesses. A administração do Shopping hoje, nos termos da sua Convenção de Condomínio, é exercida interinamente pela síndica, até que seja contratada uma nova administradora. A Rio Bravo está acompanhando atentamente todo o processo de transição de gestão da administração do Shopping de forma a resguardar o interesse do Fundo e seus cotistas. O Fato Relevante divulgado pode ser encontrado nos links abaixo: Página do Fundo na BM&FBovespa (seção de Comunicados): ResumoFundosImobiliarios.aspx?Idioma=pt-br Página do Fundo no site da Rio Bravo (seção de Avisos ao Mercado): higienopolis.asp FII The One Foi retomada a 2ª Emissão de Cotas do Fundo. Os atuais cotistas do Fundo puderam exercer o direito de preferência até o dia 24 de janeiro. O investidor que tiver interesse na aquisição das cotas da Oferta do Fundo poderá fazer seu pedido de reserva até dia 23 de fevereiro de 2012 para liquidação no dia 27 de fevereiro de Informações podem ser encontradas no Prospecto da Emissão, no link abaixo (seção Prospecto): O Edifício The One é um edifício comercial estrategicamente posicionado na sofisticada região da Avenida Faria Lima. Seu projeto arquitetônico é assinado por Itamar Berezin, paisagismo a cargo de Marta Gavião e áreas comuns decoradas por Débora Aguiar. Consolidada como importante pólo de negócios, a área da região da Avenida Faria Lima é caracterizada por possuir uma alta concentração de edifícios corporativos da categoria triple A, onde estão instaladas grandes empresas nacionais e multinacionais, sendo considerada o principal centro financeiro da cidade de São Paulo. Para obter mais informações sobre esta nova emissão, por favor, entre em contato com a Rio Bravo pelo telefone (011) ou pelo ESTRATÉGIAS JAN / 12 13

14 I N V E S T I M E N T O S I M O B I L I Á R I O S 100 ÍNDICE FII - TIR ANUALIZADA (%) TIR Índice FII CDI Ibovespa ACUMULADO ATÉ JAN/2012 Índice FII da Rio Bravo O índice de FII elaborado pela Rio Bravo apresenta um retorno positivo de 5,03% no ano. O índice compreende tanto os rendimentos pagos aos cotistas durante o ano, bem como a variação de preço da cota. No gráfico, é possível acompanhar a comparação entre o CDI, o Ibovespa e o Índice de FII desde 2005 até janeiro de ESTRATÉGIAS JAN / 12 14

15 FUNDO DE FUNDOS CONFIRMANDO AS EXPECTATIVAS DA EQUIPE de Fundo de Fundos, a estratégia dos multimercados Macro começou o ano como destaque de rentabilidade na indústria. A forte entrada de investidores externos no Brasil teve forte influência no Ibovespa (alta de 11% no mês) e no dólar (desvalorização de 6% no mês frente ao real). A forte alta da bolsa pegou alguns gestores com posições conservadoras de surpresa, mas a seleção de fundos do Rio Bravo Multi Estratégia com apostas na desvalorização do dólar, queda de juros domésticos e alta da bolsa brasileira garantiram o fechamento do mês acima do benchmark (rentabilidade de 0,99% contra 0,88% do CDI). Alguns fundos das estratégias Long & Short e Equity Hedge (que apostam no diferencial de rentabilidade entre papéis) sofreram com eventos específicos, como as especulações de compra da Hypermarcas (empresa de consumo e varejo) e de rumores de entrada de capital estrangeiro na Gafisa (empresa de contrução civil). Novamente, a diversificação em nossa carteira foi importante para evitar os riscos de eventos. Novas alocações também foram implementadas durante o mês, aumentando a exposição na estratégia de Arbitragem, diversificando os instrumentos de investimentos e permitindo a redução no risco do fundo. A preocupação com a crise na Europa diminuiu depois do Banco Central Europeu ter garantido liquidez aos bancos privados da zona do Euro a taxas muito baixas e injetar quase 500 milhões de euros no primeiro leilão realizado em dezembro. A medida foi entendida como um afrouxamento monetário disfarçado e ajudou a diminuir a aversão a risco no mundo. As posições de alguns gestores contra a moeda única européia continuam trazendo prejuízo às carteiras, mas se a percepção de risco voltar a aumentar este quadro se reverteria rapidamente. A estratégia do Fed, declarando preocupação com o crescimento dos EUA, abriu espaço para mais um afrouxamento monetário (QE3) e trouxe otimismo para os mercados, levando os gestores a alterarem suas apostas na alta dos juros soberanos e a buscarem investimentos em commodities e moedas de países emergentes. No Brasil, o mercado de juros continuou bastante movimentado e sofreu ajustes ESTRATÉGIAS JAN / 12 15

16 F U N D O D E F U N D O S depois da ata do Copom apontar juros de um dígito ainda este ano. Os gestores que anteciparam a tendência aproveitaram a queda nas expectativas do mercado futuro para realizar ganhos expressivos para os fundos e reforçarem as apostas em papéis indexados à inflação. As dúvidas em relação a convergência da inflação para o centro da meta (4,5% ao ano) permanecem, mesmo depois da desaceleração da atividade doméstica no fim de 2011 e da alteração da ponderação do IPCA (o índice oficial de inflação) colaborarem para a redução das projeções para O comprometimento do governo federal com os ajustes fiscais e a cautela do Banco Central na redução da Selic serão imprescindíveis para dar tempo de resposta aos estímulos governamentais na economia. ESTRATÉGIAS JAN / 12 16

17 PERFORMANCE (%) Rio Bravo Fundamental FIA Rio Bravo Fundamental Institucional FIA Rio Bravo Multi Estratégia FIC FIM Rio Bravo Crédito Privado FIRF Rio Bravo Liquidez DI FI Referenciado CDI Ibovespa IGP-M + 6% Dólar janeiro-12 8,36 7,27 0,99 0,92 0,85 0,89 11,13 0,74-7,29 dezembro-11 2,00 2,75 0,59 0,95 0,86 0,91-0,21 0,42 3,58 novembro-11-2,38-4,27 1,19 0,90 0,82 0,86-2,51 0,96 7,25 outubro-11 7,61 10,21 0,54 0,94 0,85 0,88 11,49 1,00-8,95 setembro-11-3,29-3,59 1,37 1,14 1,00 1,04-4,62 1,21 16,09 agosto-11-8,02-6,54 1,39 1,23 0,94 0,98-6,74 0,87 2,64 julho-11-7,84-8,70 0,85 0,96 0,93 0,97-5,74 0,37-0,31 junho-11 1,17-0,22 0,71 0,99 0,95 1,00-2,42 0,38-2,17 maio-11-3,94-3,17 0,44 0,99 0,90 0,94-3,29 0,90 1,43 abril-11 0,24 7,85 1,13 0,84 0,81 0,84-3,58 0,90-3,40 março-11 3,78 3,17 0,53 0,92 0,88 0,92 1,79 1,15-1,96 fevereiro-11 0,93-0,44 0,78 0,84 0,80 0,84 1,22 1,42-0, ,36 7,27 0,99 0,92 0,85 0,89 11,13 0,74-7,29 12 meses -2,86-4,02 11,04 12,27 11,13 11,63-5,26 10,83 3,93 24 meses 4,02 N/A 21,48 23,68 21,58 22,75-3,56 31,00-7,24 36 meses 97,42 N/A 34,25 35,96 32,57 34,37 60,49 38,12-24,92 48 meses 72,80 N/A N/A N/A 48,54 51,18 6,02 58,49-1,20 60 meses 111,09 N/A N/A N/A N/A 68,80 41,29 81,95-18,15 Desde o início 389,33-0,32 39,44 44,36 50,00 PL médio (R$Mil) , , , , ,28 PL Atual , , , , ,37 Data de início 8-set-04 6-abr out ago dez-07 Taxa de administração (a.a) 2,00% 2,00% 0,20% 0,45% 0,35% Taxa de performance 20% 20% 10% do que do que do que exceder exceder exceder IGP-M+6 Ibovespa CDI * Patrimônio líquido médio dos últimos 12 meses. ESTRATÉGIAS JAN / 12 17

18 Contatos RIO BRAVO INVESTIMENTOS Mario Fleck Chief Executive Officer Gustavo Franco Estrategista-chefe Paulo Bilyk Chief Investment Officer Rafael Alves Rodrigues, CFA Diretor Responsável Renda Variável Luiz Eugenio Figueiredo Diretor Responsável Private Equity José Alberto Diniz Diretor Responsável Investimentos Imobiliários João Alberto Domenici Diretor Responsável Fundos de Fundos Miguel Russo Neto Diretor de Operações Geraldo Samor Editor de Conteúdo INVESTIDORES INSTITUCIONAIS Fabio Ohara Ishigami Diretor Responsável Scheila Lofrano Rodrigo Butti Daniel Pettine G. Santos Barbara Farhat PRIVATE BANKING Felipe Vaz Guimarães Diretor Responsável Julio Ortiz Neto Diretor Responsável Rio Bravo Investimentos S.A. Av. Chedid Jafet, 222, Bloco B, 3.º andar São Paulo SP Brasil Tel. (55 11) / Fax (55 11) / Recomendações ao investidor: As informações contidas neste material são de caráter exclusivamente informativo. Fundos de investimento não contam com garantia do administrador do fundo, do gestor da carteira, de qualquer meca nismo de seguro ou, ainda, do Fundo Garantidor de Crédito FGC. A rentabi lidade divulgada não é líquida de impostos. A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de rentabilidade futura. Ao investidor é recomendada a leitura cuidadosa do regulamento do fundo de investimento ao aplicar seus recursos. Para avaliação da performance dos fundos de investimento, é recomendável uma análise de períodos de, no mínimo, 12 (doze) meses. A Fundamental Investimentos Ltda. não se responsabiliza pela publicação acidental de informações incorretas, nem por decisões de investimentos tomadas com base neste material. A presente instituição aderiu ao Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para os Fundos de Investimento. ESTRATÉGIAS JAN / 12 18

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