INSTITUTO DA CONSTRUÇÃO E DO IMOBILIÁRIO

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1 INSTITUTO DA CONSTRUÇÃO E DO IMOBILIÁRIO IISEMANA DARE- ABILITAÇÃO ASSIMFOI URBANA 14 DE ABRIL / 15H00 CONFERÊNCIA O ARRENDAMENTO COMO BASE DE UMA SOCIEDADE MAIS DINÂMICA C o n f e r ê n c i a s E x p o s i ç õ e s Te r t ú l i a s P r é m i o s W o r k s h o p s LISBOA > 19 ABRIL ORGANIZAÇÃO APOIO PROMEVI PRODUCCIONES, EVENTOS & EXPOSICIONES PLATINA INSTITUCIONAL OURO

2 ANEXOS: APRESENTAÇÕES EM PDF: - IHRU; NÃO É POSSÍVEL REABILITAÇÃO SEM O MERCADO DE ARRENDAMENTO A FUNCIONAR // Luís Menezes Leitão, presidente da direção da ALP; Vítor Reis, presidente IHRU; Gil Machado, Vida Imobiliária; Fernando Silva, presidente do INCI; Ricardo Pedrosa Gomes, vice presidente CPCI O comportamento e a evolução do mercado de arrendamento residencial português esteve no centro das atenções durante a sessão da tarde de dia 14. A discussão aconteceu numa altura em que o arrendamento urbano está mais dinâmico e em que o imobiliário surge novamente como alternativa de investimento, e também num contexto em que já se pode fazer um balanço da aplicação da nova lei das rendas. Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários, abriu a sessão, contextualizando a «grande degradação do parque imobiliário» que se deveu «ao congelamento das rendas». Acredita que «é com o arrendamento urbano num mercado sem estagnação ou favorecimentos que se pode ter um mercado de reabilitação urbana bem sucedido, queremos mostrar isto aqui», referiu. Da mesma opinião é Vítor Reis, presidente do IHRU, que salientou as «bonificações de juros no crédito à habitação» por parte do Estado. Segundo os números por si apresentados, de 1987 a 2011, o executivo gastou com este ponto 73,3% do total das verbas dispendidas no setor da habitação a fundo perdido neste período, o que acabou por levar a um cenário onde a compra de casa é a preferida pelos portugueses, e acabou por levar ao esquecimento da reabilitação e do arrendamento. Vítor Reis salientou que «o país não usou sequer 1/3 das verbas que o Estado disponibilizou para reabilitação nos últimos anos», ao passo que os subsídios da segurança social para as rendas caíram significativamente. Foi «uma péssima mudança. O país afunilou-se quase exclusivamente para a habitação própria», como resultado destas medidas. Embora estejamos numa situação de recessão demográfica, assistimos a «uma alteração da estrutura das nossas famílias, cada vez mais pequenas, pois o numero de famílias cresceu. Esta alteração da estrutura demográfica é extremamente importante para perceber que tipo de oferta queremos no setor da habitação», alertou.

3 O responsável destacou também a questão das rendas de habitação social, questionando-se «como é possível ao IHRU conservar o seu parque com rendas médias de 30 euros?», numa altura em que estas atualizações têm sido controversas. A rendas média deste parque habitacional é agora 50 euros: «daqui a 3 anos queremos que seja 90 euros». Traçando um retrato de Portugal com 45% mais fogos do que o número de famílias em 2011, com maiores tipologias e famílias mais pequenas e com 65% de alojamentos sobrelotados, questionou se «podemos retomar o anterior modelo de promoção habitacional?» e «Quais são hoje as reais necessidades dos portugueses? Que soluções devemos desenvolver para satisfazer essas necessidades». Vítor Reis nota ainda que nos últimos 10 anos a mudança de comportamento e a capacidade das famílias «foi radical. A capacidade económica das famílias não se coaduna com a oferta habitacional que estamos a ter atualmente. Quando oiço falar das necessidades de reabilitação para recompor as nossas cidades não deixo de pensar que só o faremos se levarmos verdadeiramente a sério a implementação do mercado de arrendamento». E conclui que «não acho que seja possível fazer reabilitação sem ter o mercado de arrendamento a funcionar». REPENSAR O PARADIGMA No primeiro painel de debate da tarde, participaram o moderador António Gil Machado, diretor da Vida Imobiliária, Fernando Silva, presidente do INCI, Vítor Reis, Menezes Leitão, e Ricardo Pedrosa Gomes, vice presidente da CPCI. Luís Menezes Leitão referiu que a ALP tem «consciência das limitações que existem. Estamos de facto com um problema muito sério, o que implica uma carência de dinheiro gigantesca para fazer o que é necessário. Só em Lisboa são milhões de euros necessários, e isto é quase tudo o que o Estado gastou nestes apoios nos últimos anos». Completa que «não conseguimos que o Estado faça isto cumprindo o défice, e os proprietários também não os têm. A única hipótese é atrair investidores, pessoas que estejam dispostas a investir o seu capital para obterem lucro», notou. Uma das questões mais polémicas de toda a semana foi o regime excepcional da reabilitação urbana, com o qual o responsável concorda: «este regime é excepcional, só vai durar 7 anos, e nada vai ser conseguido. O regime devia ser definitivo porque se o Estado reconhece que há várias exigências que não são necessárias, deviam ser abolidas definitivamente». O mesmo responsável concluiu que «temos de abandonar de vez o paradigma do regresso à compra de casa. Mas é necessário criar um arrendamento estável. Sem isso, é praticamente impossível conseguirmos a reabilitação urbana». Para Ricardo Pedrosa Gomes, «o problema da reabilitação é o problema do país: investimento, investimento, investimento x10», pois «não há capital no país, historicamente nunca teve, e desde que a troika cá chegou percebemos que não temos mesmo. Tudo o que possa ser é bom, mas é pouco». Este responsável acredita que se perdeu uma «dinâmica de proprietários, entre fundos de pensões, institucionais, etc, que têm grande capacidade financeira». Já Fernando Silva acredita que «o Estado tem de direcionar o país e a economia, empresas e cidadãos num determinado caminho. A regulação ajuda porque estas políticas não podem nascer do nada, tem de nascer tendo por base conhecimento da realidade. É preciso olhar para os números, perceber a população que temos, para podermos traçar este caminho». E num cenário de mudança de paradigma, sustenta que «o cidadão será quem teve menos culpa neste processo, porque simplesmente comprar casa era mais vantajoso que arrendar. Temos de saber o que o consumidor, as empresas, pensam e querem», e é preciso bom senso na regulação, porque nunca conseguimos agradar a gregos e a troianos». E concluiu que «esta crise fez-nos parar e pensa. Estamos em condições de inverter a marcha. Passar da 1ª para a 2ª leva tempo. As empresas saem desta crise mais inteligentes, os cidadãos, também, e os poderes públicos espera-se que também». Vitor Reis salientou ainda que atualmente, nomeadamente com o Portugal 2020, «tudo tem de ser feito numa logica de valores reembolsáveis, o Estado já não tem capacidade para fundo perdido». A REFORMA DA LEI DO ARRENDAMENTO COMO BASE DA RETOMA Na 2ª parte desta conferência, Manteigas Martins, da Manteigas Martins e Associados, deu nota da perspetiva jurídica da nova lei do arrendamento. E destacou que «a meu ver, o grande problema desta lei consistia em que o legislador dizia qualquer obra que queira fazer, desde que implique a desocupação, justifica a denúncia. E no caso de durar um fim-de-semana?», questionou, notando que não existia especificação do tipo de ocupação urbanística que justificasse esta denúncia. Isto acabou por fazer com que várias obras não fossem feitas. Não deixou também de notar algumas «incongruências na nova lei do arrendamento» nomeadamente no que concerne as obras líticas ou as ilícitas. Já Ricardo Guimarães, diretor da Confidencial Imobiliário, mostrou aos presentes como vai o mercado em números. Segundo o responsável, «estamos num período de desagravamento mas não necessariamente de regresso ao pré crise», numa altura em que os preços das rendas estabilizaram em 2013, e tem vindo a aumentar ligeiramente. Explica que os atuais drivers do mercado são, por exemplo, o crédito à habitação: «taxas estão baixas, próximas de 0. Há campanhas a apontar spreads abaixo dos 2%». E nota que existem «dois mercados a completar-se de uma forma diferente». Por exemplo, na gama alta de Lisboa, «os preços desceram 20% desde 2010, e agora subiram 56%. Não é difícil imaginar os efeitos e os motivos que estão por trás, embora com algum nível de ajustamento». «O mercado está bastante segmentado, e nem tudo se contagia reciprocamente, mas há efeitos que não podem ser ignorados quando depois se tenta encontrar uma resposta racional para o mercado de arrendamento», disse Ricardo Guimarães. O responsável destacou uma maior queda das rendas em Lisboa face ao mercado nacional, sofrendo com a concorrência das periferias, e estão a reagir de forma retardada em relação à evolução dos preços da habitação, mas «vai havendo um acompanhamento das duas realidades». Em Lisboa, as rendas pedidas estão cerca de 10% acima das contratadas. Neste contexto, «há vários proprietários que estão a testar a compra e venda». Por isso, acredita que 2015 «vai ser um grande teste para o mercado de arrendamento. Começa agora uma coisa nova que desconhecemos que são os dois mercados com capacidade de oferecer uma alternativa, depois dos investidores à força». E por isso, «o arrendamento precisa de medidas de estímulo muito fortes».

4 // Manteigas Martins, Manteigas Martins e Associados; Manuel Brites, gerente da ECOCIAF; António Gil Machado, Vida Imobiliária; António Rodrigues, presidente da Casais Engenharia e Cosntrução; Francisco Sottomayor, diretor de development da CBRE; Ricardo Guimarães, diretor da Confidencial Imobiliário. O DEBATE Focado nesta temática, este debate foi moderado por António Gil Machado, que juntou no mesmo painel Francisco Sottomayor, diretor de development da CBRE, António Rodrigues, presidente da Casais Engenharia e Cosntrução, Manuel Brites, gerente da ECOCIAF, e Ricardo Guimarães, diretor da Confidencial Imobiliário. Para Francisco Sottomayor, nos dias que correm «há investidores para todos os segmentos, desde as várias centenas de milhões de euros», numa altura em que «muita da reabilitação é para venda. Poucos são os casos desenvolvidos de raiz para colocar no mercado de arrendamento. A partir do momento em que o mercado recupera em termos de financiamento, o arrendamento perde força». Isto porque considera que «aparentemente pessoas continuam a querer comprar casa, e o mercado de arrendamento ainda não rouba quota». Já António Rodrigues, nota que «a banca ainda tem muito stock para escoar. Muitos projetos começam agora a sair da gaveta. Sentimos que os investidores são mais pulverizados, são também os pequenos depositantes que preferem imobiliário, os fundos, etc». Segundo ele, este «será o primeiro ano de alguma tendência de decréscimo» do investimento. // Manuel Brites, gerente da ECOCIAF; António Gil Machado, Vida Imobiliária; Manuel Brites sente «uma grande procura de obras para posterior arrendamento turístico. Grande variedade do tipo e dimensão de obra». // Francisco Sottomayor, diretor de development da CBRE, Ricardo Guimarães, diretor da Confidencial Imobiliário

5 SECIL CONVIDA // Sérgio Alves Martins, comissão executiva da Secil; Rui Furtado, engenheiro; Ivo Polvora, engenheiro; Luís Brás, Gebalis; Paulo Gonçalves, Secil Argamassas; REABILITAÇÃO MAIS DINÂMICA, MAIS OPOR- TUNIDADES PARA A CONSTRUÇÃO O dia de debates encerrou com o Secil Convida, um evento organizado pela Secil, que se focou em vários casos práticos de reabilitação. Sérgio Alves Martins, da comissão executiva da Secil, esteve presente para abrir os trabalhos, afirmando que «o segmento da reabilitação está cada vez mais dinâmico e apresenta cada vez mais oportunidades no mercado da construção». Deu nota do caso da Secil, que «tem apostado neste evento, a Semana da Reabilitação Urbana, que é a prova do dinamismo da realidade que estamos a viver». Isto acontece também num contexto em que o «peso da reabilitação aproxima-se dos 2 dígitos e da média europeia». O primeiro caso prático a ser apresentado foi o do Bairro da Boavista e Bairro do Condado, em Lisboa, focado na Eficiência energética. O tratamento de paredes. A obra foi da responsabilidade da Gebalis Gestão dos Bairros Municipais de Lisboa, e apresentada pelo engenheiro Luís Brás. // Ivo Polvora, engenheiro Foi também apresentado o caso de 2 edifícios habitacionais em Lisboa, sob o mote Fachadas antigas. Cidades modernas, um deles na baixa, na Rua da Glória, e outro na Avenida da República, ambos a cargo da Socciedade de Construções Luís Caçador, apresentadas pelo engenheiro Ivo Polvora. O tema O Betão na Reabilitação e Restauro foi trabalhado a partir da análise do caso do Teatro Thalia, a cargo da Afaconsult, e apresentado pelo engenheiro Rui Furtado. O foco esteve no reforço estrutural, aliado à arquitetura. Esta sessão terminou com o encerramento de Paulo Gonçalves, da Secil Argamassas. // Paulo Gonçalves, Secil Argamassas

6 INSTITUTO DA CONSTRUÇÃO E DO IMOBILIÁRIO IISEMANA DARE- ABILITAÇÃO URBANA C o n f e r ê n c i a s E x p o s i ç õ e s Te r t ú l i a s P r é m i o s W o r k s h o p s LISBOA > 19 ABRIL ORGANIZAÇÃO APOIO PROMEVI PRODUCCIONES, EVENTOS & EXPOSICIONES PLATINA INSTITUCIONAL OURO

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