IDENTIFICAÇÃO DOS EFEITOS DA CRISE FINANCEIRA NO BALANÇO PATRIMONIAL DE EMPRESAS BRASILEIRAS ATRAVÉS DA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

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1 FACULDADE LOURENÇO FILHO BACHARELADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS FRANCISCO FÁBIO SILVA IDENTIFICAÇÃO DOS EFEITOS DA CRISE FINANCEIRA NO BALANÇO PATRIMONIAL DE EMPRESAS BRASILEIRAS ATRAVÉS DA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS FORTALEZA 2010

2 FRANCISCO FÁBIO SILVA IDENTIFICAÇÃO DOS EFEITOS DA CRISE FINANCEIRA NO BALANÇO PATRIMONIAL DE EMPRESAS BRASILEIRAS ATRAVÉS DA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Monografia apresentada ao curso de Bacharelado em Ciências Contábeis como requisito parcial necessário à obtenção do grau de Bacharel em Ciências Contábeis da Faculdade Lourenço Filho. Orientação: Professor Ms. Luciano Guerra DEZEMBRO

3 FRANCISCO FÁBIO SILVA IDENTIFICAÇÃO DOS EFEITOS DA CRISE FINANCEIRA NO BALANÇO PATRIMONIAL DE EMPRESAS BRASILEIRAS ATRAVÉS DA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Monografia Apresentada ao curso de Bacharelado em Ciências Contábeis da Faculdade Lourenço Filho, como parte dos requisitos necessários à obtenção do grau de Bacharel em Ciências Contábeis. Aprovada em: / / Conceito: Composição da Banca Examinadora: Prof. Ms. Luciano Guerra (Orientador) Prof. Ms Cristiano Melo Reinaldo Prof.ª Ms Suelene Silva Oliveira Prof. Ms Vagner Viana Dantas Coordenador do Curso

4 A Deus e a minha família: minha mãe Lucimar, minha esposa Leidiane aos meus queridos filhos Eduardo e Gustavo e as minhas irmãs Flávia, Flaviana e Lucélia.

5 AGRADECIMENTOS A Deus, Nosso Pai e Criador, que está sempre guiando meus passos e me levando para o melhor caminho; À minha família, pela compreensão nos momentos de ausência; A todos os amigos e colegas de turma, pelos momentos de carinho e parceria.

6 O degrau da escada não foi inventado para repousar, mas apenas para sustentar o pé o tempo necessário para que o homem coloque o outro pé um pouco mais alto. Aldous Huxley

7 RESUMO Este trabalho tem como objetivo identificar os efeitos da crise financeira no balanço patrimonial de empresas brasileiras através da análise das Demonstrações Contábeis. Ele está dividido em três capítulos: no primeiro busca-se entender as causas e a evolução da crise que deixou todos os países em alerta. No segundo apresentam-se as técnicas de análise das Demonstrações Contábeis que se utilizam nas empresas. Nesse momento enfatiza-se como funciona a análise horizontal, vertical e os índices econômico-financeiros. Na aplicação prática do trabalho procedeu-se uma pesquisa em 3 (três) grandes empresas brasileiras, a saber; Grupo Pão de Açúcar, Natura Cosmético e Editora Saraiva. As Demonstrações contábeis utilizadas foram Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado do Exercício. A pesquisa revela que, durante a crise, empresas com maior dependência de capital de terceiro tendem a reduzir seu endividamento, ao mesmo tempo, a crise incentivou as empresas a reduzirem custos e a controlar gastos. Palavras-chave: Situação Econômico-financeira. Demonstrações Contábeis. Técnicas de Análise.

8 ABSTRACT This work aims to identify the effects of the financial crisis in the balance sheet of Brazilian companies through the analysis of financial statements. It is divided into three chapters the first seeks to understand the causes and evolution of the crisis that has left all countries on alert. The second presents the technical analysis of financial statements that are used in businesses. At this point it is emphasized how the horizontal analysis, vertical and economic-financial indices. In practical application the work proceeded with a search in 3 (three) large Brazilian companies, namely, Grupo Pão de Açúcar, Natura Cosmeticos and Editora Saraiva. The financial statements were used Balance Sheet and Statement of Income. The research reveals that during the crisis, firms with greater dependence on capital from third tend to reduce their indebtedness, at the same time, the crisis has encouraged companies to reduce costs and control spending. Keywords: Economic and financial situation. Financial statements. Analysis techniques

9 LISTA DE QUADROS QUADRO 1: Cronologia das crises (desde 1929) 12 QUADRO 2: Evolução da crise 14 QUADRO 3: Entenda como a crise financeira global afeta o Brasil 16 QUADRO 4: Processo contábil/análise 18 QUADRO 5: Etapas do processo de análise 19 QUADRO 6: Tipos relatórios provenientes da análise 19 QUADRO 7: Índices de estrutura de capital 22 QUADRO 8: Índices de liquidez 24 QUADRO 9: Liquidez seca x liquidez corrente 26 QUADRO 10: Índices de rentabilidade 27 QUADRO 11: Quadro clínico das empresas 37

10 LISTA DE TABELAS TABELA 1: Balanço patrimonial 29 TABELA 2: Resultado do exercício 30 TABELA 3: Índices 30 TABELA 4: Balanço patrimonial 31 TABELA 5: Resultado do exercício 32 TABELA 6: Índices 33 TABELA 7: Balanço patrimonial 34 TABELA 8: Resultado do exercício 35 TABELA 9: Índices 35

11 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 12 1 A CRISE DOS (EUA) O impactos da crise no Brasil A importância da análise das demonstrações contábeis 17 2 TÉCNICAS DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS A análise horizontal A análise vertical A análise através de índices Índices de Estrutura de Capital Índices de Liquidez Índices de Rentabilidade 26 3 ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 29 CONSIDERAÇÕES FINAIS 39 REFERÊNCIAS 40

12 INTRODUÇÃO Crise é um momento de transição para uma recessão ou depressão econômica, uma crise financeira afeta diretamente as operações bancária. É um período em que o andamento normal de um processo econômico sofre de uma avaria provisória. (SANDRONI, 1999) As crises estouram de tempos em tempos, o quadro abaixo mostra as principais crises econômico-financeiras desde 1929 até QUADRO 2: Cronologia das crises (desde 1929) 2008: Crise financeira de : Crise econômica da Argentina: quebra do sistema bancário 1998: Crise financeira russa: desvalorização do rublo e inadimplência da Rússia : Crise financeira asiática: desvalorizações e crise bancária em vários países da Ásia : Crise econômica do México 1994: ataque especulativo e inadimplência do México. Fonte: Adaptado Exame.com (2010) Acessado em 30/09/10 Em momentos como esses, as organizações precisam estar preparadas, a fim de evitar maiores consequências e minimizar danos. As empresas devem tomar decisões e, nesse momento, a informação é fundamental, seja informação interna ou externa. As informações extraídas dos relatórios contábeis, especialmente as necessárias à formação da análise econômico-financeira, são de suma importância para a tomada de decisão. A crise financeira nos Estados Unidos refletiu em todos os países, inclusive no Brasil, em face dessa crise e seus efeitos sobre a economia mundial cabe um questionamento quais foram os impactos da crise financeira mundial de nas grandes empresas do Brasil. Num mundo de constantes mudanças, onde o avanço da tecnologia tem se expandido de forma acelerada, é preciso que as organizações estejam cada vez mais atentas ao analisar a evolução do mercado para identificar ameaças e

13 oportunidades, diagnosticar sua situação econômico-financeira, definir seus objetivos estratégicos, assim como, analisar sistematicamente os resultados obtidos para conseguir uma posição competitiva, vantajosa e sustentável, para serem rentáveis e sobreviverem em meio à crise ou até mesmo a concorrência desleal. As organizações precisam ser geridas com eficácia, de modo que os objetivos propostos sejam alcançados. Partindo dessas considerações, o trabalho em questão tem como objetivo geral identificar os efeitos econômicos financeiro da crise bancária de nas empresas brasileiras. Como objetivos específicos, destacam-se: Levantar as causas e evolução da crise. Entender as técnicas de análise de balanços e sua utilidade. Analisar as Demonstrações Contábeis. Na aplicação do procedimento metodológico para a elaboração do estudo em questão, dentre as tipologias utilizou-se a pesquisa bibliográfica e explicativa. Primeiramente, uma pesquisa sobre a crise econômica mundial de e seus efeitos sobre o Brasil, bem como as técnicas de análise mais utilizadas atualmente para diagnosticar a situação econômico-financeira de uma empresa, em seguida o levantamento de dados através de informações publicadas na internet de grandes empresas Brasileiras e finalizando com uma análise desses Balanços Patrimoniais (BP), Demonstrações do Resultado do Exercício (DRE) e dos indicadores financeiros.

14 A CRISE DOS (EUA) Em um mundo globalizado não existem fronteiras e as organizações precisam estar atentas para as mudanças que ocorrem no mundo. Dentre as crises financeiras que afetaram a economia mundial, destaca-se a crise imobiliária dos Estados Unidos em , que deixou os países em alerta. Segundo Telles (2008, on-line) A crise financeira mundial, que mexeu com os mercados de ações, de crédito e de câmbio em 2008 que começou com uma onda de calotes no mercado imobiliário dos Estados Unidos e os seus efeitos foram sentidos no comércio, nos empregos e no cotidiano de todo o mundo. O momento financeiro entrou no que muitos economistas chamam de crise patrimonial. Como qualquer empresa, bancos e instituições financeiras têm obrigações a pagar (são os chamados passivos) e direitos a receber (os ativos). Uma firma bem das pernas sempre tem mais ativos do que passivos. Quando o valor dos ativos cai abaixo do valor das obrigações, o capital se torna negativo e isto significa que a empresa está falida. Não adianta continuar funcionando porque as receitas que vai receber não cobrem as despesas. Foi isso que aconteceu com os bancos e financeiras norte-americanas que compraram papéis lastreados em hipotecas. Muitos ficaram expostos. Os que tinham mais papéis não resistiram. As autoridades norte-americanas agiram e obrigaram instituições menos afetadas a comprarem as que estavam em maiores dificuldades para evitar o pior. O quadro a seguir apresenta, em linhas gerais, as principais causas que estimularam a eclodir a maior crise internacional dos últimos tempos. QUADRO 2: Evolução da crise Em março de 2001, a economia americana havia entrado em recessão, na esteira do estouro da bolha das empresas "pontocom". O Federal Reserve (Fed, o BC americano) iniciou uma sequência de cortes de juros que levou a taxa a 1% ao ano em junho de 2003 e na qual permaneceu até junho de Com juros baixos, a economia recebeu o impulso que precisava para sair da recessão. Um ano de juros baixos foi o suficiente para estimular o mercado imobiliário americano, além de elevar o consumo e a circulação de crédito de modo geral. Em 2005, o "boom" no mercado imobiliário já estava avançado. Com juros baixos, as companhias hipotecárias passaram a explorar o segmento de clientes "subprime" que contém um risco maior que o de clientes com classificação melhor de crédito, mas compensado por taxas de retorno mais altas. Os papéis de dívidas hipotecárias atraíram gestores de fundos e bancos. Essas instituições compraram esses títulos hipotecários "subprime" e permitiram que uma nova quantia em dinheiro fosse emprestada, antes mesmo de o primeiro empréstimo ser pago. Um outro gestor, interessado no alto retorno envolvido com esse tipo de papel, comprou o título adquirido pelo primeiro, e assim por diante, gerou uma cadeia de venda de títulos. Em 2006, o mercado imobiliário já dava sinais de saturação, com preços e estoques altos de casas, ao lado de uma taxa de juros que vinha subindo desde junho de 2004, chegando a 5,25%. Com os juros mais altos, as correções nos contratos de hipotecas dificultaram os pagamentos de prestações, e a consequência foi o aumento da inadimplência.

15 Com isso, as instituições financeiras, que compraram os títulos hipotecários "subprime" e os revenderam sob a forma de derivativos, também começaram a ter problemas. Se a ponta (o tomador) não consegue pagar sua dívida inicial, ele dá início a um ciclo de não recebimento por parte dos compradores dos títulos. O resultado: todo o mercado passa a ter medo de emprestar e comprar os "subprime", o que termina por gerar uma crise de liquidez (retração de crédito). Em 2007, o setor financeiro sofreu o primeiro golpe, quando o aumento da inadimplência nas hipotecas "subprime" aumentou o risco embutido nos derivativos lastreados nesses papéis de dívida. O banco francês BNP Paribas Investment Partners divisão do banco francês BNP Paribas congelou, em agosto daquele ano, resgates em três fundos, alegando dificuldades de avaliar os valores dos investimentos ligados a essas hipotecas de risco. Com esse primeiro sinal de problemas, a reação foi à mesma de todas as crises que envolvem o mercado financeiro: pânico. Primeiro foram algumas gigantes do setor hipotecário, como a American Home Mortgage (AHM): uma das 10 maiores empresa do setor de crédito imobiliário e hipotecas dos EUA, a empresa teve de pedir concordata. A Countrywide Financial, outra gigante do setor, teve de ser comprada pelo Bank of America. Das empresas hipotecárias, a crise passou para os bancos. O marco inicial da onda de pânico que conduziu a esses resultados foi a quebra do Lehman Brothers. Desde então, alguns dos principais grupos financeiros não só dos EUA, mas do mundo todo, que já vinham sentindo os abalos da crise, entraram em um ritmo acelerado de perdas. A crise provocada pelo problema que começou no mercado imobiliário e que se infiltrou no sistema financeiro acabou por se espalhar para todos os setores da economia. O mercado de trabalho também sofre uma contração, nos EUA e além, causada pela crise de crédito originada nos problemas do mercado imobiliário. A taxa de desemprego nos EUA fechou 2008 em 7,2%, pior nível desde O número de desempregados no país no ano passado chegou a 2,6 milhões, maior desde o fim da Segunda Guerra Mundial, em Fonte: Adaptado Folha online (2010) Acessado em 30/09/ Os impactos da crise no Brasil Segundo Silva e Resende (2008, p. 72) a economia brasileira está sendo menos afetada se comparada a outras economias; entretanto, é uma oportunidade única para o País repensar a discussão sobre políticas alternativas para proteger a economia. Enfatizando, os autores sugerem cautela e destacam: Não raro encontramos na imprensa a avaliação de que a economia brasileira estava preparada para enfrentar a crise do sistema financeiro mundial. Porém, a natureza da inserção externa do País e as tímidas políticas de melhorias do seu Sistema Nacional de Inovações (doravante SI) sugerem cautela em relação a esta assertiva. Ainda que não exista consenso sobre a magnitude da crise, sabe-se que é grave e está afetando o lado real da economia brasileira, visto que o acesso ao crédito bancário já está mais difícil e caro no País, a linhas de crédito externo estão escassas, os projetos de investimento estão sendo abortados e o câmbio está muito volátil e se desvalorizando. A desvalorização cambial dificulta o alcance da meta de inflação, o que ajuda a inibir a redução da taxa básica de juros, comprometendo o crescimento econômico do País. (SILVA; RESENDE, 2008, p. 72)

16 O quadro abaixo procura mostrar como o Brasil foi atingido e o que o país fez para minimizar os efeitos da crise financeira global. QUADRO 3: Entenda como a crise financeira global afeta o Brasil. O Brasil inicialmente não foi atingido em cheio pela crise, os bancos não possuíam papéis ligados às hipotecas de alto risco ("subprime") que originaram os problemas. Mas vários setores sofreram com a contração de crédito e, em seguida, pela queda das exportações e da demanda interna, que foi o "motor" do crescimento do país nos últimos dois anos. O resultado é o avanço do desemprego e a expectativa de desaceleração no crescimento econômico do país, embora, espera-se que fique melhor do que o da maioria dos países desenvolvidos e emergentes. As quebras e os problemas enfrentados por bancos americanos e europeus até então considerados importantes e sólidos geraram o que se chama de "crise de confiança". Em um mundo de incertezas, o dinheiro para de circular: quem possui recursos sobrando não empresta, quem precisa de dinheiro para cobrir falta de caixa não encontra quem forneça. Isso fez cair e encarecer o crédito disponível. E numa economia globalizada, a falta de dinheiro em outro continente afeta empresas no mundo todo. Com a circulação de dinheiro congelada e o consumo comprometido, o resultado esperado é a contração das economias, uma vez que todos passam a encontrar dificuldade em financiarem seus projetos. Justamente para injetar liquidez (dinheiro nos mercados) os Bancos Centrais fazem leilões de moeda e criam linhas especiais de bilhões de dólares. No Brasil, esse foi o principal efeito da crise quando ela estourou: a dificuldade em se obter dinheiro. Grandes empresas que dependiam de financiamento externo passam a encontrar menos linhas de créditos disponíveis. Por consequência, com a dificuldade em captar no exterior, ficam comprometidos projetos de construção dessas empresas, que por sua vez gerariam empregos e renda ao país. E, quando captam no mercado interno, ajudam a reduzir ainda mais a capacidade de empréstimo dos bancos locais a quem já dependia habitualmente deles. Para reduzir os efeitos da crise internacional, o BC (Banco Central) anunciou mudanças nos depósitos compulsórios das instituições financeiras. Por meio do depósito compulsório, o órgão obriga os bancos a depositar em uma conta no próprio BC parte dos recursos captados dos seus clientes nos depósitos à vista, a prazo ou poupança. Assim, quando reduz o compulsório, o BC libera aos bancos mais dinheiro para emprestar. Na esteira da contração do crédito, outra consequência da crise é haver redução no consumo das famílias e do investimento das empresas, dois dos principais pilares de expansão da economia nos últimos anos. Eles cresceram justamente pela farta oferta de crédito. Com menos dinheiro, gasta-se menos, produz-se menos e o crescimento é menor. Também são afetadas as exportações do país, que devem cair porque os países compradores estão se desaquecendo e possuem menos dinheiro para comprar. O próximo passo dos problemas causados pela crise no Brasil é o desemprego. A combinação das reduções do consumo interno, do crédito, das exportações e dos investimentos causa uma diminuição da demanda das empresas, que se veem obrigadas a rever seus quadros de funcionários. Diversas empresas iniciaram no último bimestre do ano uma onda de férias coletivas e demissões que ainda prosseguem. O mês de dezembro deixou isso claro: segundo o

17 Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), o mês apresentou redução de postos de trabalho o maior volume para o mês desde 1999, o início da série histórica do dado divulgado pelo Ministério do Trabalho. Os setores que mais sofrem com a queda da demanda, tanto no Brasil como no resto do mundo, são o automotivo, o imobiliário e o de bens de capital (ligado aos investimentos). Isso ocorre porque vendem produtos que dependem diretamente de financiamento, que está escasso. Devido a esta situação, o governo federal e de alguns Estados tomaram algumas medidas para tentar reforçar as vendas e estancar das demissões. Entre as que mais tiveram repercussão estão a redução temporária das alíquotas do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) sobre automóveis e eletrodomésticos da "linha branca" e a injeção de RR$ 100 bilhões no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para realizar empréstimos. O reflexo da crise se espelhará no desempenho do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. A cada semana, os analistas de mercado ouvidos pelo Banco Central através da pesquisa Focus empurra cada vez mais para baixo a previsão para o desempenho da economia local: na última, projeta uma queda de 0,53% enquanto o governo prevê um crescimento de 1%, de qualquer forma aquém dos 4% previstos antes da crise aportar de vez aqui. Outro reflexo visível da crise no mundo, e que teve especial repercussão no Brasil, foi a forte queda nos mercados acionários. Trata-se de um ciclo sem fim: com medo da crise financeira aumentar, os investidores tiram o dinheiro das Bolsas, consideradas investimentos de risco. Então, faltam recursos para as empresas investirem e a crise aumenta, o que faz os investidores tirarem mais dinheiro. Ou seja, como a crise americana provoca justamente aversão ao risco, os investidores em ações preferem sair das Bolsas, sujeita a oscilações sempre, e aplicar em investimentos mais seguros. Além disso, os estrangeiros que aplicam em mercados emergentes, como o Brasil, vende seus papéis para cobrir perdas lá fora. Com muita gente querendo vender, os preços dos papéis caem e os índices desvalorizam. Fonte: Adaptado Folha online (2010) Acessado em 30/09/ A importância da análise das demonstrações contábeis Segundo Marion (2008, p. 210) A análise das demonstrações contábeis, também conhecida como análise das demonstrações financeiras, desenvolveu-se com o surgimento dos bancos interessados na situação econômico-financeira das empresas tomadoras de financiamento. A abertura de capital por parte das empresas (Corporation - S. A), possibilitando a participação a participação de pequenos ou grandes investidores como acionista, leva-os à escolha de mais bem sucedidas, tornando a análise das demonstrações contábeis um instrumento de grande importância e utilidade para a tomada de decisões.

18 A análise das demonstrações contábeis é muito importante, pois consiste de técnicas de análise que tem como objetivo extrair dos relatórios contábeis informações que mostram os rumos que a empresa está tomando, como por exemplo, se ela está sendo bem ou mal administrada. Segundo Padoveze (2009, p. 439), a análise de balanço constitui-se em um processo de meditação sobre os demonstrativos contábeis, objetivando uma avaliação da situação da empresa, em seus aspectos operacionais, econômicos, patrimoniais e financeiros. Matarazzo (2003, p. 15), por sua vez, afirma que a análise de balanços objetiva extrair informações das demonstrações financeiras para a tomada de decisões. O analista de balanços se preocupa em coletar junto às demonstrações contábeis os dados, processá-los e fornecer informações para os mais variados tipos de decisões que envolvem a empresa. Estas informações podem ser de caráter e utilização interna ou externa e podem esclarecer, por exemplo, se a empresa merece ou não crédito, se está em situação de solvência, se suas atividades estão sendo eficientes, se é ou não lucrativa. (MATARAZZO, 2003, p. 17). Para entender melhor a importância da análise de balanço, precisa-se conhecer seus métodos, quem são seus usuários e o que se pretende inferir com a análise, bem como o processo contábil dentro de uma organização. O quadro 4 abaixo mostra como se dá esse processo. Nele utilizam-se dados ou eventos econômico-financeiro sintetizando-os em demonstrações financeiras que através de técnicas de análise transforma-os em informações que mostram seus efeitos dentro das organizações. QUADRO 4: Processo contábil/análise Fonte: Matarazzo (2003, p. 16)

19 Os quadros 5 e 6 mostram respectivamente: as etapas de processo de tomada de decisões e as informações produzidas por uma dessas etapas. QUADRO 5: Etapas do processo de análise: QUADRO 6 Tipos relatórios: (1ª) escolha dos indicadores; Situação financeira e causas das alterações (2ª) comparação com padrões; Situação econômica e causas das alterações (3ª) diagnóstico ou conclusões; e Desempenho (4ª) decisões. Eficiência e eficácia na utilização dos recursos Adequação das fontes às aplicações de recursos Evolução, tendências e perspectivas Pontos fortes e fracos Fonte: Adaptado Matarazzo (2003, p.19) Fonte: Adaptado Matarazzo (2003, p.18)

20 TÉCNICAS DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Este tópico apresenta as técnicas de análise das demonstrações contábeis: análise vertical, análise horizontal e os índices que são muito importantes na geração de informações. Permite verificar resultados e tendências através dos dados coletados nas demonstrações contábeis, podendo posteriormente fazer comparações com outros resultados para ajudar na tomada de decisão. 2.1 A análise vertical Segundo Padoveze (2009, p. 439): Denominamos de análise vertical a análise de participação ou de estrutura dos elementos dos Demonstrativos Contábeis. Assume-se como 100% um determinado elemento patrimonial, que, em princípio, deve ser o mais importante, e se faz uma relação percentual de todos os demais elementos sobre ele. A análise vertical mostra a relevância de cada item de um grupo em termos percentuais, ou seja, quanto por cento cada elemento contribui para a formação do grupo. Em linha com o pensamento de Matarazzo (2003) a análise vertical mostra que o percentual de cada conta tem sua real importância no conjunto, e para isso é necessário calcular esses percentuais em relação a um valor- base. 2.2 A análise horizontal Segundo Iudícibus (2009, p. 83) A finalidade principal da análise horizontal é apontar o crescimento de itens dos Balanços e das Demonstrações de Resultado (bem como de outros demonstrativos) através dos períodos, a fim de caracterizar tendências. De acordo com Matarazzo (2003, p. 245) análise horizontal Baseia-se na evolução de cada conta de uma série de demonstrações financeiras em relação à demonstração anterior e/ou em relação a uma demonstração financeira básica, geralmente a mais antiga da série. A análise horizontal revela a evolução de cada item de um grupo, tomando um período como base (base cem) e comparando-o com período(s) subsequente.

21 A análise através de índices Segundo Padoveze (2009, p. 440): Compreende a geração de um painel básico de indicadores para complementar a análise vertical e horizontal. Estes indicadores podem ser tanto de relações entre elementos do Balanço Patrimonial, como de elementos da Demonstração de Resultados que se relacionem com o Balanço Patrimonial. Como ressaltado por Matarazzo (2003, p. 147), Índice é a relação entre contas ou grupo de contas das Demonstrações Financeiras, que visa evidenciar determinado aspecto da situação econômica ou financeira de uma empresa. A seguir apresentam-se os principais índices que devem ser utilizados na análise de balanços. Estrutura de Capital Liquidez Rentabilidade Índices de Estrutura de Capital Conforme Marion (2005, p. 105) Não há dúvida de que, principalmente em época inflacionária, é apetitoso trabalhar mais com Capital de Terceiros que com Capital Próprio. Essa tendência é acentuada quando a maior parte do Capital de Terceiros é composta de exigíveis não onerosos, isto é, exigíveis que não geram encargos financeiros explicitamente para a empresa (não há juros nem correção monetária: fornecedores, impostos, encargos sociais a pagar etc.). E continua: Por outro lado, uma participação de Capital de Terceiros exagerada em relação ao Capital Próprio torna a empresa vulnerável a qualquer intempérie. Normalmente, as instituições financeiras não estarão dispostas a conceder financiamentos para as empresas que apresentarem esta situação desfavorável. Em média, as empresas que vão à falência apresentam endividamento elevado em relação ao patrimônio Líquido. Os índices desse grupo mostram as grandes linhas de decisões financeiras, em termos de obtenção e aplicação de recursos. Os índices de endividamento revelam o montante de capital de terceiro em poder da empresa e qual a proporção desses recursos no curto e longo prazo.

22 O quadro 7 apresenta os principais índices de endividamento, suas fórmulas e como interpretá-los. QUADRO 7: Índices de estrutura de capital Índice Participação de Capital de Terceiros (Endividamento) Composição do Endividamento Imobilização do Patrimônio Líquido Fórmula Capital de Terceiros Patrimônio Líquido Passivo Circulante Capital Terceiros Ativo Permanente Patrimônio Líquido Análise Quanto a empresa tomou de capital de terceiros para cada R$ 100 de capital próprio Qual o percentual de obrigações a curto prazo em relação às obrigações totais Quantos R$ se aplicou no Ativo Permanente para cada R$ 100 de Patrimônio Líquido Interpretação Quanto menor, melhor Quanto menor, melhor Quanto menor, melhor Fonte: Adaptado Matarazzo (2003, p. 152) a) Participação de Capital de Terceiros Capital de Terceiros Patrimônio Líquido X 100 Neste quociente, encontram-se relacionados os dois grandes blocos componentes das fontes de recursos que a empresa possui: Capital de Terceiros e Capital Próprio. Da sua análise é possível detectar quanto a empresa tomou de capitais de terceiros para cada R$ 100 de capital próprio investido. Do ponto de vista de obtenção de lucro, Matarazzo (1997, p.160) afirma que "... pode ser vantajoso para a empresa trabalhar com capitais de terceiros, se a remuneração paga a esses capitais de terceiros for menor que o lucro obtido com a sua aplicação nos negócios".

23 b) Composição do Endividamento Passivo Circulante Capital de Terceiros X 100 O índice de Composição do Endividamento consiste em identificar o percentual das obrigações totais da empresa correspondente às dívidas de curto prazo. De forma geral, quanto menor for este índice, melhor, ou seja, é muito mais conveniente para a empresa que suas dívidas sejam de longo prazo, pois assim ela terá mais tempo para buscar ou gerar recursos para saldá-las. c) Imobilização do Patrimônio Líquido Ativo Permanente Patrimônio Líquido X 100 O quociente tem como intuito revelar a porcentagem dos recursos próprios que está imobilizada ou que não está em giro. O cálculo da Imobilização do Patrimônio Líquido deverá revelar quanto a empresa aplicou no Ativo Permanente para cada R$ 100 de Patrimônio Líquido. Matarazzo (1997, p. 164 ) afirma com muita propriedade: O ideal em termos financeiros é a empresa dispor de Patrimônio Líquido suficiente para cobrir o Ativo Permanente e ainda sobrar uma parcela CCP = Capital Circulante Próprio suficiente para financiar o Ativo Circulante. (Por suficiente entende-se que a empresa deve dispor da necessária liberdade de comprar e vender sem precisar sair o tempo todo correndo atrás de bancos Índices de Liquidez Estes índices, assim como os de estrutura de capital, evidenciam a base da situação financeira da empresa. É por meio dos indicadores de liquidez que se procura identificar a capacidade de pagamento da empresa, ou seja, mostra se a

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