Fundação CEEE. Educação Previdenciária aprendendo a investir no futuro. A crise financeira e os investimentos da Fundação CEEE

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1 Fundação CEEE Nº 05 - OUTUBRO 2008 em revista Educação Previdenciária aprendendo a investir no futuro Entrevista Paulo de Tarso Dutra Lima Presidente Conselho Deliberativo A crise financeira e os investimentos da Fundação CEEE Empréstimo crédito em 36 parcelas Participantes escolhem novos dirigentes

2 Editorial Para conhecer previdência ducação Previdenciária, tema de capa desta edição de nossa revista, é um Eassunto que movimentará as entidades fechadas de previdência complementar nos próximos anos. Não basta ser participante de um fundo de pensão, é preciso conhecer seu funcionamento, como a entidade aplica suas contribuições para capitalizar as reservas, avalia a saúde dos planos e desenvolve soluções para os problemas que surgem ao longo dos anos. Para aqueles que não mantinham a Educação Previdenciária com ato de gestão, agora passa a ser obrigação imposta por Instrução Normativa da Secretaria de Previdência Complementar. Assim, o fundo de pensão, que pela sua natureza o participante era a razão da sua existência, passa a ter obrigação legal de manter políticas de relacionamento permanente com o participante. A Fundação CEEE já mantém programas para educação de seus participantes, através de cursos e encontros realizados periodicamente e canais de informação. Nossa revista, por exemplo, adota uma linha editorial didática, procurando esclarecer assuntos, indo além da notícia. Mas a Fundação quer mais. E, para isso, adotará um programa coordenado de Educação Previdenciária, ampliando as atividades voltadas para os participantes. Difundir a cultura para formação de poupança de longo prazo também é nosso papel. Criaremos novos instrumentos para que o participante entenda novos conceitos e fixe outros que já vínhamos difundindo ao longo dos Missão Oferecer, desenvolver e administrar soluções de previdência complementar, com transparência, presteza e segurança, apoiando a política de recursos humanos das empresas e garantindo qualidade de vida aos empregados e dependentes. anos. A idéia é que a Fundação CEEE também chegue àquelas pessoas que ainda não se deram conta da importância de ter um plano previdenciário. Há um contingente de empregados de nossas patrocinadoras que não despertaram para a previdência complementar, uma garantia de renda futura com participação paritária da empresa. Enfim, é nosso propósito reformular nossa Política de Relacionamento, com o objetivo de estabelecer a total integração do Participante a sua Fundação. Para isso, publicamos nesta edição matérias bastante esclarecedoras sobre as vantagens dos planos previdenciários e atividades direcionadas aos participantes. A crise financeira também é destaque nesta edição. Procuramos enfatizar os pontos principais da crise e o reflexo sobre os investimentos da Fundação. Aqui, cabe uma observação e, porque não, antecipar uma lição de educação previdenciária. A Fundação CEEE, assim como outros fundos de pensão, trabalha com poupança de longo prazo. Oscilações pontuais no mercado podem frear um pouco o crescimento patrimonial dos fundos previdenciários. Mas, no longo prazo, acumulamos rentabilidade suficiente para manter os planos em ordem. Nosso horizonte é de 20 a 30 anos de investimento. Um ano de baixa rentabilidade tem em contrapartida vários anos de alta rentabilidade para compensar eventuais perdas. Para isso, a Fundação CEEE detém reservas suficientes para honrar seus compromissos, independente da atual crise econômica. Diretoria Executiva Fundação CEEE Nº 05 - OUTUB RO 2008 e m revista EdE ducaa ç çã ãoo PrevP revii d e n ciária á aprend endo a investi r no futuro Entrevista Paulo de Tarso Dutra Lima Presidente Conselho Deliberativo A crise e financeira r a e os ii nvestimentos da Fundaçã a o CEEE Empm préstimo crédit o e m 36 parcelas Participante ess escolhem c n o vo s d ii rigentes Fundação CEEE em Revista é uma publicação da Fundação CEEE de Seguridade Social - ELETROCEEE Rua dos Andradas, 702 Porto Alegre - RS CEP Telefone: (51) Fax: (51) Diretoria Executiva Diretor Administrativo no exercício da Presidência Manuel Antônio Ribeiro Valente Diretor Financeiro Ivan Giordani Diretor de Seguridade Jeferson Luis Patta de Moura Exp e diente Conselho Deliberativo Titulares: Paulo de Tarso Dutra Lima (Presidente), Luis Carlos Saciloto Tadiello, Elemar José Heck, Cláudio Canalis Goulart, Cláudio Grimaldi Pedron, Antônio de Pádua Barbedo Suplentes: Carlos Carpena de Coitinho, Francisco S. Kucera, Rosmary Baldi Marques, Gerson Gonçalves da Silva, Evanir Julio de Freitas Coordenação: Magdarlise Dal Fiume Germany Comitê Editorial Celanira M. Braga Silveira, Marcus Vinicius de Mattos Soares, Liliana Carvalho Pereira, Sigryd Aira Medeiros Beirão Redação: Carlos Salamoni, Daniele Mascherin Pastore 02 Conselho Fiscal Titulares: Jorge Eduardo Bastos (Presidente), João Roberto de Azevedo, Antônio da Silva Andrade, Regina Telli Suplentes: Clarita Maria M. Coutinho, Darlan da Silva Oliveira, Carlos Rocha, Roberto de Azevedo Ferreira Jornalista Responsável: Carlos Salamoni (9060 DRT / RS) Impressão: Ideograf Tiragem: exemplares.

3 Eventos Encontro Mais Vida celebra a capacidade de mudar arte de viver a mudança foi o tema do Encontro Mais Vida 2008, que reuniu mais Ade 300 participantes ativos, aposentados e pensionistas num evento cheio de idéias novas e motivadoras, realizado no dia 14 de outubro em Porto Alegre. A palestrante Dulce Magalhães, Ph.D. em filosofia, estimulou o público a questionar os modelos que utilizamos para agir no mundo e adotar uma perspectiva diferente do que estamos habituados. Sempre há tempo de aprender mais e, segundo a palestrante, para aprender precisamos estar abertos, demonstrar interesse, dar atenção e investir energia. O que consideramos certo ou errado, verdadeiro ou falso, o que é realidade ou fantasia? Que comportamentos, hábitos, conhecimentos e valores adotamos? Tudo é visto por nossas lentes mentais que chamamos de crenças e que moldam nosso aprendizado ao longo da vida, explica a filósofa. Se você se 10º Seminário Econômico Fundação CEEE Uma oportunidade para compreender a crise financeira que abalou os mercados no segundo semestre de 2008 é participar do 10º Seminário Econômico Fundação CEEE. O tradicional evento aborda as perspectivas na economia e na política para o ano seguinte com especialistas de renome nacional. O Seminário será realizado no dia 25 de novembro com a presença dos palestrantes Luis Paulo Rosenberg, Ph.D. em economia e consultor de empresas; Emilio Garofalo, economista com especialização em comércio exterior e câmbio; Márcio Gomes Garcia, Ph.D. em economia e professor da PUC-Rio. O mediador do debate será o jornalista George Vidor, comentarista da Globo News e considera incapaz, seu cérebro vai assimilar essa idéia e enquanto você pensar que não pode atingir um objetivo, não o alcançará. Então, estabeleça propósitos para alcançar o que você quer. É preciso ir em busca de si mesmo e querer mais, estabelecendo propósitos ousados. Afinal, não há limites para quem descobre que a vida pode ser diferente. O Encontro Mais Vida se consolidou como um dos grandes momentos de confraternização dos participantes da Fundação CEEE, abrindo espaço para a reflexão, debate de idéias e apresentações artísticas, a exemplo das palestras proferidas pelo velejador Lars Grael, do médico José Camargo e do espetáculo musical com a Orquestra de Teutônia, realizados em anos anteriores. O presidente Manuel Valente abriu o evento dando as boas-vindas aos presentes e salientou o compromisso da Fundação CEEE em proporcionar qualidade de vida, além do complemento financeiro ao seu participante. O Encontro Mais Vida, em sua nona edição, cumpre este propósito, trazendo sempre novas experiências, além dos momentos prazerosos de reecontrar colegas e amigos. Esta é a verdadeira missão da Fundação. 10º Seminário Econômico Fundação CEEE Cenários Macroeconômicos e Políticos editorialista do jornal O Globo. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site da Fundação CEEE. O Seminário será realizado no Teatro da PUC, em Porto Alegre. O evento é patrocinado pelas seguintes instituições: Banco Safra, Bradesco Asset Management, UBS Pactual, SulAmérica, Unibanco Asset Management e Banco Real. 03

4 Entrevista Paulo de Tarso Dutra Lima Presidente do Conselho Deliberativo Interesses convergentes O novo Presidente do Conselho Deliberativo fala sobre o relacionamento participante/patrocinadora e sobre as perspectivas e desafios da Fundação para os próximos anos. Fundação CEEE: Como será a atuação do Conselho Deliberativo durante seu mandato na presidência do órgão? Quais os projetos e desafios até 2012? Paulo Dutra Lima: Nós, conselheiros recentemente indicados, passamos por um rápido período de ambientação, tomando conhecimento dos diversos e complexos temas que teremos sob a nossa responsabilidade. Mesmo já tendo exercido as funções de conselheiro fiscal e de membro do então conselho de curadores há alguns anos, é necessária uma adaptação às atividades. Em nossa gestão, pensamos em dar continuidade às atividades já desenvolvidas pela administração anterior, buscando um aprimoramento cada vez maior da gestão da Fundação CEEE, objetivando sempre a defesa dos interesses dos participantes e porque não dizer também, das patrocinadoras, que contribuem, significativamente, na manutenção dos fundos de pensão administrados pela Fundação. Os interesses de patrocinadoras e participantes, são comuns e convergentes, no sentido da busca do melhor para os recursos disponibilizados. Como gestores de recursos de terceiros, a responsabilidade da Diretoria Executiva e, acima de tudo, do Conselho Deliberativo é muito grande, razão pela qual, precisamos, nós conselheiros, exercer nossas funções com total independência, como determinam as próprias disposições legais sobre o assunto. Assim, o Conselho Deliberativo continuará fixando os objetivos a serem buscados e colocados em prática pela Diretoria Executiva, na forma prevista estatutariamente. Fundação CEEE: Qual a sua opinião sobre a política de investimentos da empresa? Paulo Dutra Lima: Na Fundação CEEE, como em qualquer outra entidade do ramo, a política de investimentos tem como objetivo fundamental, gerir os recursos financeiros, de forma que os mesmos sejam capazes de atender as especificidades de cada plano e suas obrigações futuras, de acordo com as metas 04 atuariais, mediante um rigoroso controle dos riscos do mercado e sempre buscando o maior grau de segurança possível. Em nossa Fundação, a política de investimentos tem sido elaborada e conduzida por setores internos, que têm se mostrado bastante aptos na atividade, havendo um acompanhamento e uma avaliação de consultoria contratada especificamente para tanto. Recentemente, o Conselho Deliberativo ratificou esta forma de atuação, diante dos resultados bastante positivos que tal forma de condução tem proporcionado. A nossa política de investimentos tem se mostrado adequada aos objetivos da Fundação CEEE, estando o Conselho sempre atento às eventuais necessidades de adequações ou correções de rumo. Até o momento, e considerando o pequeno lapso de tempo desde a renovação parcial do Conselho, existe o entendimento de que estão atendidos os requisitos traçados e as metas sinalizadas. Fundação CEEE: Quais os riscos para o patrimônio da entidade, considerando o atual período de volatilidade do mercado financeiro? Qual a atitude da entidade diante deste cenário? Paulo Dutra Lima: Evidente que a volatilidade do mercado financeiro apresenta reflexos sobre a entidade. Muito embora os fundos de pensão não atuem como instituições financeiras, ao administrarem recursos de terceiros, devem adotar uma gestão de riscos, ou seja, estarem preparados para eventuais fatos que venham a ocorrer no mercado, mantendo investimentos com prazos mais longos e, evidentemente, dando ênfase ao necessário equilíbrio atuarial. A administração de recursos e a fixação de metas de desempenho são rotina em fundos de pensão e, para o cumprimento das metas estabelecidas, deve ser considerado sempre o ambiente incerto e, em decorrência arriscado, sendo fundamental, o uso de mecanismos de controle e mensuração continuada dos eventuais e possíveis riscos, com vistas a mantê-los em patamares aceitáveis e controlados.

5 Atualmente existe um esforço muito grande dos órgãos reguladores em monitorar e certificar que os fundos de pensão estão gerindo seus riscos com qualidade, de modo a proporcionar segurança aos mesmos. A legislação pátria vem se adequando às mudanças para tornar o sistema previdenciário cada vez mais transparente e seguro. A Fundação CEEE, dentro deste contexto, ao que se pode constatar, vem buscando aprimorar suas práticas de gestão, desenvolvendo ações para assegurar o patrimônio que tem sob sua responsabilidade. A completa eliminação dos riscos é tarefa reconhecidamente impossível, mas com a equipe de colaboradores de notória competência, é possível que sejam mantidos em níveis aceitáveis, dando segurança aos participantes. De qualquer forma, o Conselho Deliberativo permanece atento e sempre pronto para atuar, se necessário, no âmbito de sua competência. Fundação CEEE: A entidade está elaborando seu código de ética, quais as premissas desse documento e sua importância em relação aos participantes? Paulo Dutra Lima: Em primeiro lugar é necessário que se deixe claro que existe uma série de atitudes que não estão e nem podem estar descritas nos códigos de qualquer atividade que se proponha a desenvolver, t a i s c o m o c o r d i a l i d a d e e cooperação no trabalho em equipe, pois mesmo quando a atividade é exercida individualmente, ela faz parte de um conjunto maior de atividades que dependem do bom desempenho desta. É sempre p r e c i s o t e r e m m e n t e a necessidade de ser desenvolvida uma postura participativa, para o engrandecimento do trabalho, buscando-se sempre continuar melhorando, aprendendo, experimentando novas soluções e fazendo-se aberto as mudanças eventualmente necessárias. O regramento de cada atividade é elaborado com o objetivo de proteger as relações e as pessoas envolvidas nos processos, mas há muitos aspectos não previstos expressamente e que fazem parte do comprometimento do profissional em ser ético, ou seja, buscar sempre fazer a atividade da maneira mais correta possível. Assim, é preciso ter em mente a necessidade de buscarmos a competência técnica, aprimoramento constante, respeito às pessoas, confidencialidade, privacidade, tolerância, flexibilidade, fidelidade, envolvimento com o trabalho, correção de condutas quando necessário, boas maneiras, responsabilidade, corresponder à confiança em nós depositada além da indispensável honestidade. Feito este comentário, referindo-se ao código de ética da nossa Fundação, entendo que, afora as posturas inerentes aos valores anteriormente descritos e que nem sempre estão expressas, mas que são indispensáveis e insubstituíveis por qualquer regra escrita, trata-se de instrumento importante e positivo, para disciplinar as atitudes de todos os profissionais envolvidos nos diferentes processos da Fundação CEEE, sejam dirigentes de todos os níveis ou colaboradores. O documento busca demonstrar a necessária transparência no cumprimento da missão Os interesses de patrocinadoras e participantes são comuns e convergentes, no sentido da busca do melhor para os recursos disponibilizados. institucional atribuída a todos e a cada um dos profissionais envolvidos na busca da realização dos objetivos da entidade. Fundação CEEE: Considerando a composição paritária dos conselhos nos fundos de pensão, como o senhor avalia a relação entre os representantes das patrocinadoras e os representantes eleitos pelos participantes? Paulo Dutra Lima: A relação entre os conselheiros eleitos pelos participantes e aqueles indicados pelas patrocinadoras tem sido da melhor maneira possível, pois, acima de tudo, todos buscam o melhor para os participantes e patrocinadoras e assim, se empenham para que a gestão seja feita de forma a buscar sempre a realização dos objetivos da entidade. Evidentemente que surgem questões controvertidas e que são objeto de debate intenso e acalorado, mas dentro das melhores normas de conduta e de relacionamento interpessoal, preponderando ao final, a decisão adotada dentro das regras estabelecidas e de uma maneira democrática. Fundação CEEE: Qual a sua opinião em relação ao plano de expansão da Fundação CEEE que visa o ingresso de novas patrocinadoras e instituidores? Paulo Dutra Lima: As informações de vários representantes do s e g m e n t o s ã o d e q u e a administração de planos com modelos diferenciados e a redução d e c u s t o s, e s t ã o l e v a n d o instituidores e patrocinadores a o p t a r p e l o m o d e l o d e multipatrocínio. O entendimento do setor é que, em muitos casos, aderir a um fundo multipatrocinado é m a i s e c o n ô m i c o q u e a constituição de uma entidade específica e esta é a tendência que se observa, dos números de planos registrados na Secretaria de Previdência Complementar. As entidades, embora os fundos sejam administrados de maneira separada, precisam estar preparadas e capacitadas para o gerenciamento, mas esta é uma tendência que vem sendo apontada pelos consultores da área de previdência, principalmente pelo redução significativa de custos administrativos. Na minha concepção, como já referido, muito embora seja uma tendência, o sistema precisa ser melhor observado e os resultados avaliados a médio e longo prazos. Em princípio, são visualizadas apenas vantagens. Fundação CEEE: Como o senhor define a importância de ser participante de um fundo de pensão como a Fundação CEEE? Paulo Dutra Lima: Tenho como de fundamental importância a participação em fundos de pensão, pois, infelizmente a previdência oficial deixa muito a desejar em nosso país. Dentre as várias vantagens devem ser destacadas dentre outras: bem estar econômico e social futuro, participação em estrutura de investimento especializada e contrapartida de contribuições por parte da empresa patrocinadora. 05

6 06 Planos Campanha de adesão traz novos participantes para o CeeePrev campanha de adesão ao CeeePrev está trazendo muitos participantes para a AFundação. De janeiro a outubro de 2008, 124 empregados do Grupo CEEE aderiram ao plano. A Fundação está periodicamente organizando plantões na sede do Grupo CEEE e agendando visitas ao interior para apresentar as vantagens do plano. Há cerca de 700 colaboradores da CEEE-D e GT que ainda estão sem plano previdenciário. O objetivo da Fundação é despertar esses profissionais para a importância da previdência complementar no planejamento da futura aposentadoria. Além dos contatos, a Fundação está desenvolvendo pesquisa entre os colaboradores que ainda não são participantes. O CeeePrev é um plano em que a empresa contribui com valores iguais às CRMprev oferece muitas vantagens para os participantes Ao ingressar no plano CRMPrev, o empregado da Companhia Riograndense de Mineração pode ter a certeza de que está fazendo um ótimo investimento no seu futuro, garantindo proteção para ele e sua família. Confira as vantagens do plano. Desvínculo do INSS: o participante não precisa estar aposentado na Previdência Social para receber benefícios do plano. Flexibilidade nas contribuições: o participante escolhe quanto quer contribuir, nos limites entre 3% e 10% do salário, e a empresa contribui com valores iguais em sua conta individual. O percentual pode ser alterado a qualquer tempo. Cobertura de benefícios de risco: em caso de de incapacidade temporária ou permanente, o participante recebe benefícios do plano. E, na sua falta, seus beneficiários recebem pensão. Abatimento das contribuições no imposto de renda: dedução de até 12% na declaração de ajuste anual (veja mais detalhes sobre o imposto de renda na página 18). contribuições dos participantes, dobrando o valor investido no fundo previdenciário. Além do benefício de aposentadoria, o CeeePrev oferece coberturas de risco ao participante como auxíliodoença, aposentadoria por invalidez e pensão destinada aos beneficiários (filhos, cônjuge). Desde março, o valor da contribuição de risco está mais baixo, tornando o plano mais atrativo para o ingresso de participantes. A contribuição total permanece a mesma, porém com maior investimento no fundo previdenciário. Essas e outras vantagens são apresentadas aos interessados em iniciar sua poupança previdenciária. Quem já é participante também pode incentivar seus colegas a entrar no plano e usufruir dos benefícios sociais que a empresa oferece. Poupança para o futuro: o participante pode resgatar 100% de suas contribuições e 80% das contribuições feitas pela empresa.

7 Planos Como encaminhar a sua aposentadoria stá chegando a hora de se aposentar e você ainda não sabe o que precisa fazer para encaminhar o seu pedido de benefício na Fundação CEEE? O serviço de atendimento ao participante está Edisponível para ajudá-lo, simulando o seu benefício e informando sobre os documentos necessários. Afinal, esta é uma decisão que valerá pelo resto da vida. Participantes do Plano Único (CEEE, CGTEE, AES Sul, RGE) É necessário estar aposentado no INSS. Estar desligado da empresa patrocinadora. Ter idade mínima de 50 anos (para aposentadoria proporcional) ou 55 anos (para aposentadoria integral). Ter pelo menos 10 anos de contribuição para o plano (120 contribuições). Preencher o formulário de solicitação de benefício disponível na Fundação. Apresentar os seguintes documentos: identidade, CPF, comprovante de conta c o r r e n t e, c a r t a d e c o n c e s s ã o d e aposentadoria no INSS e cópia da rescisão de contrato de trabalho. E depois da aposentadoria? Você passará a receber mensalmente o demonstrativo de pagamento de seu benefício (contracheque) com os descontos de empréstimo, seguro, etc. O benefício será reajustado anualmente, no mês de janeiro (planos únicos - CEEE, AES Sul, RGE - CeeePrev e CRMPrev). Os participantes do Plano Único da CGTEE têm seus benefícios reajustados no mês de maio (data base da patrocinadora). Você continuará usufruindo os serviços que a Fundação disponibiliza como empréstimo pessoal (veja matéria na página 10), a t e n d i m e n t o p e l o S e r v i ç o S o c i a l, individualmente ou através dos grupos de aposentados e pensionistas. Participantes do CeeePrev e do CRMPrev Não é necessário ter a carta de concessão do INSS. Estar desligado da empresa patrocinadora. Ter idade mínima de 50 anos (para aposentadoria antecipada) 55 anos (para aposentadoria normal de participantes migrados para o CeeePrev) e 60 anos (para aposentadoria normal de participantes que ingressaram a partir de 2002 no CeeePrev e participantes do CRMPrev). Ter pelo menos 10 anos de contribuição para o plano (120 contribuições). Preencher o formulário de solicitação de benefício disponível na Fundação. Apresentar os seguintes documentos: identidade, CPF, comprovante de conta corrente e cópia da rescisão de contrato de trabalho. Data limite do auxílio-doença O participante que está em auxílio-doença deve ficar atento para a data da próxima perícia médica definida pela Previdência Social. Ela determina o prazo para renovação do benefício. Por isso, para manter seu recebimento, é necessário encaminhar a renovação logo após a perícia do INSS. Requisitos para encaminhar o benefício Carta de concessão do INSS. Documento de prorrogação que informa a data limite de benefício no INSS. Preenchimento do formulário. Documentos pessoais: identidade, CPF e comprovante de conta-corrente. 07

8 Planos Fundação tem novo instituidor Lançado em junho, plano dirigido aos professores da rede privada de ensino já conta com mais de 100 participantes. Fundação CEEE tem um novo instituidor. No dia 10 de junho foi realizado o lançamento do Aplano de previdência complementar do Sindicato dos Professores do Rio Grande do Sul - Sinpro/RS. O SINPRORS Previdência foi desenvolvido para os 18 mil professores associados ao sindicato. Para a Fundação CEEE, administrar o SINPRORS Previdência é uma oportunidade de oferecer aos seus associados segurança e solidez, aliadas à tradição na administração de planos de benefícios previdenciários. A Fundação CEEE, entidade sem Professores procuram plano de aposentadoria O Sinpro/RS organizou um calendário de lançamentos do plano nas principais cidades do interior do estado, ampliando a adesão dos professores. O interesse dos associados do Sindicato dos Professores pelo SINPRORS Previdência pode ser medido pelo volume de pessoas que preencheram o pré-cadastro disponível no site do plano, atingindo a marca de 200 cadastros. Os consultores responsáveis pela comercialização do plano estão priorizando contato com as pessoas que preencheram o précadastro. Um convênio de aporte de recursos foi firmado com a Universidade católica de Pelotas (UCPEL). A entidade de ensino vai depositar periodicamente valores no plano previdenciário de seus professores que forem participantes do SINPRORS Previdência. Outras escolas também estão em tratativas com o Sinpro/RS e a Fundação para estabelecerem convênios com a mesma finalidade. Foto: Gilberto Barreto finalidade lucrativa, aposta na expansão da previdência associativa, como política de socialização da previdência privada e fomento da poupança popular no país. O diretor do Sinpro/RS, Amarildo Cenci, falou sobre a importância da previdência complementar no país e o ingresso do sindicato nesse sistema como instituidor, oferecendo novos benefícios para seus associados. O diretor comercial da Mongeral, Osmar Navarini, destacou as vantagens do plano, como o baixo percentual de taxa de administração e o fato do plano ser administrado pelo maior fundo de pensão do RS. Vantagens Aposentadoria aos 50 anos de idade. Contribuição flexível, mínima de R$ 50,00. Possibilidade de contribuição do empregador. Prazo flexível para recebimento dos benefícios. Benefícios de risco, participante define o valor. Desvínculo da Previdência Social. Capitalização da totalidade da rentabilidade dos investimentos. 08 Assinatura do convênio com a UCPEL. Dedução no IRPF do valor de até 12% da renda bruta da contribuição ao plano.

9 Em Pauta Participantes escolhem novos dirigentes Num clima de organização e transparência a Fundação CEEE encerrou, no dia 19 de junho, o processo eleitoral de 2008 que definiu os dirigentes escolhidos pelo voto dos participantes. Foram eleitos um conselheiro deliberativo, um conselheiro fiscal e um diretor. A Fundação computou votos, totalizando mais de 53% de participação. A metodologia utilizada pela Fundação, realizando as eleições exclusivamente por correspondência, traz mais comodidade para o participante votar e oferece total segurança para que o voto seja secreto. A cerimônia de posse dos dirigentes eleitos pelos participantes e indicados pelas patrocinadoras foi realizada no dia 23 de julho. Permanece na diretoria executiva o Sr. Ivan Giordani como Diretor Financeiro. A diretoria de seguridade passou a ser ocupada pelo Sr. Jeferson Luis Patta de Moura e a diretoria administrativa continua com o Sr. Manuel Valente, reeleito pelos participantes no pleito de junho, com 65,06% dos votos válidos. Valente também está ocupando, interinamente, a presidência da entidade desde agosto. CONSELHO DELIBERATIVO CONSELHEIROS MANDATO PAULO DE TARSO DUTRA LIMA LUIS CARLOS S. TADIELLO ELEMAR JOSÉ HECK CLÁUDIO CANALIS GOULART CLÁUDIO GRIMALDI PEDRON ANTÔNIO DE PÁDUA BARBEDO PATROCINADORA PARTICIPANTES CONSELHO FISCAL CONSELHEIROS MANDATO REGINA TELLI ANTÔNIO DA SILVA ANDRADE JOÃO ROBERTO DE AZEVEDO JORGE EDUARDO BASTOS PATROCINADORA PARTICIPANTES DIRETORIA EXECUTIVA DIRETORES MANDATO Manuel Valente Diretor reeleito pelos participantes. É administrador de empresas e diretor do SENERGISUL. Foi Conselheiro Deliberativo da Fundação. IVAN GIORDANI JEFERSON LUIS P. DE MOURA MANUEL VALENTE PATROCINADORA PARTICIPANTES Paulo de Tarso Dutra Lima Presidente do Conselho Deliberativo, é formado em Direito. Foi Conselheiro Fiscal e Conselheiro Curador da Fundação na década de Antonio de Pádua Barbedo Conselheiro Deliberativo reeleito pelos participantes, é presidente do Sindicato dos Eletricitários do RS. Foi deputado estadual e diretor da CEEE. Luis Carlos Saciloto Tadiello Conselheiro Deliberativo indicado, é engenheiro eletricista e atua como chefe de operação e engenharia do sistema no Grupo CEEE. Jeferson Luis Patta de Moura Diretor de Seguridade, é administrador de empresas e trabalha no Grupo CEEE desde 1982, vinculado à Divisão de Recursos Humanos. Antonio da Silva Andrade Conselheiro Fiscal indicado, é formado em Ciências Contábeis e trabalha atualmente junto à Diretoria Financeira do Grupo CEEE. João Roberto de Azevedo Conselheiro Fiscal eleito pelos participantes, é economista. Foi Diretor de Seguridade da Fundação (91-92) e Conselheiro Fiscal suplente ( ). 09

10 10 Em pauta Fundação concede empréstimo em 36 parcelas Serviço oferece mais vantagens com juros baixos rédito rápido e juros baixos são características que os participantes já Cconhecem e aprovam no serviço de empréstimo oferecido pela Fundação CEEE. Desde julho, eles dispõem de uma nova facilidade: a possibilidade de obter empréstimos com prazo de pagamento em até 36 parcelas. Mensalmente, a Fundação está divulgando uma taxa para empréstimos concedidos em até 24 vezes e outra para as concessões de 25 a 36 vezes. Nesta nova modalidade, o limite do valor concedido será calculado para até 30 parcelas, porém o participante poderá pagar o empréstimo, diluindo as prestações em até 36 vezes. O objetivo é facilitar ainda mais a utilização deste serviço que já oferece muitas vantagens. Quem pode obter empréstimo da Fundação CEEE Participantes ativos, aposentados e pensionistas dos planos CeeePrev, CRMPrev e planos únicos (CEEE, CGTEE, RGE, AES SUL). Como funciona a concessão de empréstimos Limite A partir de seis meses de contribuição, os participantes podem obter empréstimos com limite de comprometimento no valor de 4% até 25% de seu salário líquido referente ao mês anterior. O limite é variável em função do tempo de vinculação com a Fundação. Formas de pagamento As parcelas são descontadas mensalmente na folha de pagamento. O participante tem a possibilidade de liquidar total ou parcialmente seu empréstimo a qualquer momento; antecipar parcelas, reduzindo a incidência de encargos contratuais. Reforma O empréstimo pode ser renovado a qualquer m o m e n t o c o n f o r m e o l i m i t e d e comprometimento ou após 1/3 das prestações pagas. Por exemplo, para empréstimos de 36 parcelas, a reforma pode ser feita após o pagamento de 12 prestações. Encargos Além da taxa de juros também incidem os seguintes encargos: IOF Imposto de Operações Financeiras (0,0082% ao dia, mais alíquota de 0,38% sobre o valor concedido). Taxa de Risco de 0,1% a 4%, conforme idade do participante, sobre o valor da prestação. Taxa administrativa de 3% aos mutuários 100% em dia e aos empréstimos de férias; 10% aos mutuários em débito ou em débito acumulado. Simulador O participante pode utilizar o simulador disponível na área de auto-atendimento do site da Fundação CEEE, verificando o valor máximo de concessão, valor líquido de concessão. (sobre este valor será descontado IOF) e o valor da parcela que deseja pagar. Contratação O participante pode solicitar seu empréstimo pessoalmente na Central de Atendimento da Fundação CEEE, pelo correio e pelo serviço de auto-atendimento por telefone e pela internet com senha de acesso.

11 Previdência Portador de moléstia grave tem isenção do Imposto de Renda m direito garantido há 20 anos, mas que poucos conhecem. Aposentados, Upensionistas e militares reformados são isentos do imposto de renda, caso sejam portadores de moléstias consideradas graves. As moléstias passíveis de isenção estão previstas na lei 7.713/88 e um projeto de lei, tramitando na Câmara dos Deputados desde 2005, prevê a inclusão de outras doenças e extensão do benefício para os trabalhadores na ativa. Até 1995, a legislação exigia, para a comprovação da moléstia, a apresentação de laudo ou parecer de dois médicos. A partir de 1º de janeiro de 1996, passou a ser exigido laudo médico pericial, emitido por serviço médico oficial da União, Estados, Distrito Federal ou Municípios. Os serviços de atendimento, na sede da Fundação e o teleatendimento ( ) estão prontos para orientar os participantes sobre como encaminhar a documentação exigida pela Receita Federal. Aumenta expectativa de vida dos brasileiros A expectativa de vida do brasileiro ao nascer aumentou 3,4 anos em uma década, chegando a 72,7 anos, em média, no ano passado. Em 1997, ela era de 69,3 anos. A informação foi divulgada pelo IBGE, na pesquisa Síntese de Indicadores Sociais Segundo o IBGE, no caso das mulheres, a expectativa de vida é ainda maior, passando de 73,2 anos para 76,5 anos no período. Já a expectativa de vida para os homens saltou de 65,5 para 69 anos nos últimos dez anos. O aumento da expectativa de vida e a queda da mortalidade infantil trazem, como conseqüência, o Identificação de pessoas politicamente expostas é lei om o objetivo de prevenir e combater crimes de lavagem de dinheiro e coibir o Cfinanciamento ao terrorismo, a Secretaria de Previdência Complementar publicou a Instrução Nº 26, em setembro de Agora, os fundos de pensão devem adotar procedimentos para manter um cadastro de participantes que vise a identificação de pessoas politicamente expostas. Nesse cadastro deve constar dados pessoais, além de informações sobre os rendimentos mensais do participante. Pessoas politicamente expostas são aquelas que exercem ou exerceram, nos últimos cinco anos, mandatos nos poderes executivo e legislativo da União, estados e municípios e os ocupantes de cargos no poder executivo da União. Estão isentos do Imposto de Renda aposentados, pensionistas e militares reformados portadores de: Alienação mental Cardiopatia grave Cegueira Contaminação por radiação Doença de Paget em estados avançados (Osteíte deformante) Doença de Parkinson Esclerose múltipla Espondiloartrose anquilosante Fibrose Cística Hanseníase Hepatopatia grave Nefropatia grave Neoplasia maligna Paralisia irreversível e incapacitante Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) Tuberculose ativa crescimento da população idosa no país. A maior expectativa de vida terá ainda efeito sobre os descontos nas aposentadorias. Quando o segurado do INSS se aposenta por tempo de contribuição, é usado no cálculo do benefício o fator previdenciário um índice que tem como base a expectativa de vida, a idade e o número de contribuições do segurado. Quanto maior a expectativa de vida, maior é o desconto do fator no benefício. Há um projeto na Câmara, já aprovado no Senado, que acaba com esse redutor. (Fonte: Folha de São Paulo) Fundação enviará correspondência A Fundação CEEE enviará, nos próximos meses, correspondência solicitando aos participantes que respondam ao cadastro de pessoas politicamente expostas. É importante que todos os participantes respondam para que a Fundação tenha o cadastro completo. As informações prestadas serão sigilosas para uso exclusivo da Fundação CEEE e somente serão disponibilizadas para consulta da Secretaria de Previdência Complementar (SPC) e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). Em caso de dúvida para responder ao questionário, entre em contato com o serviço de atendimento da Fundação pelo

12 Lições de educ Especial Aprender a poupar e investir no futuro é o caminho para uma aposentadoria mais tranqüila e saudável. 12 aber planejar o futuro, investindo parte do salário em um plano previdenciário é coisa Sque pouca gente faz. Hoje, cerca de 2 milhões e meio de brasileiros fazem parte de um fundo de pensão. Ou seja, previdência complementar fechada é privilégio de poucos diante da maioria de trabalhadores ativos e atuais aposentados que dependem apenas da Previdência Social. Sem falar na parcela da população que não vai ter acesso ao sistema por trabalhar na informalidade. Independente da condição econômica ou social, é fundamental que as pessoas entendam que um dia poderão precisar de reservas para viver com dignidade durante sua aposentadoria. Depender somente da Previdência Social não basta para manter um padrão de vida semelhante ao tempo que se estava na ativa. Cultura previdenciária Hoje, a Fundação CEEE beneficia mais de 13 mil pessoas que já recebem aposentadorias, pensões ou que ainda estão economizando e investindo para aproveitar mais adiante quando decidirem tirar o time de campo e se envolverem em projetos pessoais. Mesmo assim, a Fundação CEEE acredita que deve fazer mais, ampliando o número de pessoas vinculadas aos planos de benefícios e difundindo a cultura previdenciária entre os atuais e futuros participantes. Educar as pessoas também é uma das metas da Fundação que já possui programas voltados para esse fim por meio dos cursos de Preparação para Aposentadoria e Planejamento Financeiro e Orçamento Familiar (veja matéria na página ao lado). São programas que já formaram dezenas de pessoas e proporcionaram uma visão mais

13 Controle seus gastos e tenha uma aposentadoria tranqüila Como equilibrar as contas do mês, parar de entrar no cheque especial, que come o salário com juros altos, e começar a poupar e investir? A resposta está no Curso de Educação Financeira e Orçamento Familiar organizado pela Fundação CEEE. Coordenado pelo Serviço Social da Fundação, o curso é ministrado por especialistas em economia. O participante encontra dicas simples mas que pouca gente põe em prática: anotar receitas e despesas, cortar e reduzir despesas desnecessárias, aprender a lidar com a restrição orçamentária e resistir aos apelos de consumo. O curso é gratuito e oferece material didático específico, com planilhas e informações importantes para que o participante aprenda e ponha em prática uma nova atitude em relação ao seu dinheiro. Qual o melhor momento para se aposentar? Como vou encarar essa nova fase da vida? Como vou ocupar meu tempo? Qual meu projeto para o futuro? Essas são dúvidas comuns para quem está próximo da encruzilhada entre o trabalho e a aposentadoria. Para ajudar o participante a encontrar respostas, a Fundação CEEE organiza periodicamente o Curso de Preparação para Aposentadoria, reunindo participantes ativos preocupados com seu futuro. As mudanças de rotina, revisão de projetos de vida e expectativas são temas de debate e dinâmicas com profissionais especializadas do Serviço Social da entidade e palestrantes convidados para falar sobre qualidade de vida, além do cálculo do futuro benefício. As inscrições para esse curso são gratuitas. Seja previdente também com sua saúde e qualidade de vida Não adianta cuidar da saúde financeira e deixar a aposentadoria por longos e saudáveis anos. saúde física em segundo plano. Quem quer Reforçar laços afetivos e procurar novos hábitos aproveitar bem a futura aposentadoria precisa para passar o tempo livre também ajudam a investir também no seu corpo, cultivando bons oxigenar as idéias e manter a mente saudável. hábitos alimentares, controlando o peso e Por isso, a Fundação CEEE passará a publicar fazendo exames periódicos. Saúde preventiva e matérias relacionadas à saúde e qualidade de prática de exercícios físicos acompanhada pelo vida, dando dicas para o participante manter o seu médico é o caminho para você curtir a corpo e a mente funcionando perfeitamente. cação previdenciária ampla sobre previdência e poupança. Em 2009, a Fundação vai ampliar essas ações e criar novos programas para que mais pessoas tenham consciência da importância de ser p r e v i d e n t e e a i n d a a t u a r e m c o m o multiplicadores dessa idéia para seus familiares e gerações futuras. Educação previdenciária depende da difusão de conhecimentos sobre o sistema, características e funcionamento dos planos, estrutura do fundo de pensão, como o dinheiro é investido, benefícios fiscais, possibilidades de ampliação das reservas, entre outros temas pertinentes a esse negócio, cada vez mais importante para manutenção da qualidade de vida. O aumento da expectativa de vida dos brasileiros faz com que as pessoas vivam por mais tempo na condição de aposentados. Por isso, a formação de poupança é fundamental. Previdência complementar, dependendo do desenho do plano, é uma reserva para a vida toda. Se for um plano patrocinado por uma empresa, ela também estará investindo nos seus empregados contribuindo com os mesmos valores que são descontados no salário. Se for um plano de instituidor, no qual o patrocinador é substituído por uma entidade associativa, sindical ou conselho de classe, somente o participante contribui. Nesse tipo de plano, o participante tem maior autonomia para investir suas economias, podendo fazer aportes no valor que considerar pertinente. É lamentável que muitas pessoas só despertem para a necessidade de ter um plano previdenciário quando chegam perto dos 40 anos, faixa etária em que não terão condições de gerar uma poupança razoável sem maiores sacrifícios nos seus rendimentos mensais. A matemática é simples, quanto mais cedo se começa a poupar, menor será o esforço para ter uma reserva para chegar à aposentadoria e manter o padrão de vida próximo ao estabelecido na ativa. Essa idéia deve ser passada de pai para filho e ensinada nas escolas para que as futuras gerações cheguem no mercado de trabalho com noções de previdência. 13

14 Comemoração Aposenta do do Fundação organiza concurso para aposentados O que significa ser aposentado e participante da Fundação CEEE?, esse é o tema do Concurso de Frases e Fotos que a Fundação está promovendo para comemorar o Dia do Aposentado em janeiro de Podem concorrer os participantes aposentados pela Fundação, ex-autárquicos e em Complementação Temporária de Proventos (CTP). Para participar basta escrever uma frase bem criativa ou fazer uma foto sobre o tema proposto. As frases e fotos podem ser enviadas pelo correio ou por , através do formulário disponível no site da Fundação. Os autores das melhores frases e fotos vão participar do passeio comemorativo que a Fundação CEEE realiza anualmente com seus aposentados. Todas as despesas para o passeio serão pagas pela Fundação. Todos os participantes aptos ao concurso já receberam material explicativo com o regulamento. O prazo para envio das fotos e frases é 28 de novembro de A Fundaçã o CEEE levará, no d ia 23 d e jane iro de 2009, 30 aposenta dos par a aproveitare m o seu dia em um resort cheio de atraçõe s e atividade s de lazer. Para participa r, o s aposenta dos precisa m escrever uma frase ou faze r um a foto sobr e o q ue signific a se r aposentado da Fundaçã o CEEE. Passeio será no Vila Ventura Resort 14 O Vila Ventura, localizado a 25 minutos do centro de Porto Alegre, é um ambiente repleto de espaços inteligentes e multifuncionais, aconchegantes e harmônicos para atividades de lazer e bem-estar. Sua estrutura abrange uma área verde de 105 mil metros quadrados. Fortemente ligado às questões ambientais, o Vila Ventura desenvolve ações de preservação junto a universidades, zoológicos, IBAMA e demais instituições, um empreendimento ecologicamente sustentável. O resort abriga em seus viveiros diversas espécies de animais para criação e cuidados especiais.

15 Ponto de Vista A crise financeira e os investimentos da Fundação CEEE Por Ivan Giordani, Diretor Financeiro economia mundial crescerá menos? Os Estados Unidos estão em recessão? Como o Brasil é Aafetado? Por que as bolsas de valores estão sofrendo? Há cerca de um ano, estourava, nos Estados Unidos, a crise do subprime", um crédito à habitação de alto risco, cuja única garantia era o próprio imóvel. Esse crédito é destinado a uma parcela da população com rendimentos mais baixos e uma situação econômica mais instável. Os títulos atraíram muitos investidores que direcionaram grandes quantias de recursos em papéis ligados ao subprime. Quando o governo norteamericano começou a aumentar os juros, juntamente com a desvalorização dos preços dos imóveis, as pessoas não puderam mais pagar as prestações. A falta de pagamento das prestações, que serviam de lastro aos títulos subprime, levou a deterioração gradativa do valor dos títulos até o limite de perda total em alguns casos, impactando nos balanços dos principais agentes do mercado financeiro norte-americano. Essa situação criou um clima de aversão ao risco e oscilação nos mercados, que se alastrou pelo mundo, principalmente sobre as economias emergentes. As autoridades monetárias começaram a intervir no mercado, injetando bilhões de dólares para garantir liquidez, dar estabilidade e credibilidade ao sistema. Como a crise chegou ao Brasil Por algum período, os bons fundamentos da economia brasileira e o recebimento das certificações de grau de investimento levou o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, bater os 73 mil pontos. Entretanto, a saída de capital estrangeiro dos países emergentes, por aversão ao risco ou para honrar compromissos em suas praças, foi o principal motivo que derrubou as ações das principais empresas listadas na bolsa de valores. Essa queda do Ibovespa não reflete os fundamentos da economia brasileira, que vem A Fundação CEEE mantém uma estratégia de investimento no médio e longo prazo. Por isso, permanecerá com os investimentos na bolsa até a recomposição dos preços e aproveitará momentos de baixa, como este, para efetuar novas compras no mercado. crescendo em patamares elevados. A inflação, que ficará acima da meta estipulada pelo governo brasileiro em 2008, é outra preocupação. A ação do Banco Central, contudo, de subir a taxa básica de juros (selic), para desaquecer o consumo e evitar uma pressão nos preços, já parece surtir efeito. Outro fator importante da economia brasileira, é que, mesmo ainda baixo, a taxa de investimento tem aumentado, o que representa maior capacidade de produção, menor pressão inflacionária e crescimento mais sustentável. A crise e a Fundação CEEE A Fundação CEEE obteve excelentes resultados nos últimos anos e continuará tendo como estratégia, focar os seus investimentos no médio e longo prazo, alocando seus recursos de forma diversificada em ativos de qualidade. Consideramos como um fato normal, embora desagradável, que após longos períodos de resultados positivos ocorra em um ou outro exercício um resultado negativo ou abaixo do esperado na carteira de a ç õ e s. E s t e r e s u l t a d o negativo na maioria das vezes é contábil e virtual, pois os ativos são precificados ao final de cada mês/ano pelo seu valor de mercado, o que não quer dizer que a Fundação vendeu aquele ativo, naquele dia e por aquele preço. A situação financeira, patrimonial e de liquidez da Fundação permite que se mantenha em carteira estes ativos até que a situação se acalme e os seus preços sejam recompostos. Como não é racional tomar medidas extremas em situações de crise como esta, continuaremos acompanhando o comportamento do mercado, já que a solução da crise depende de fatores que não estão ao nosso alcance, aproveitando as boas oportunidades de compra surgidas para reforçar nossa posição no segmento de renda variável, que hoje representa em torno de 25% do total dos nossos investimentos. Ano Rentabilidade Fundação CEEE Até agosto 2008 Rentabilidade Nominal 8,91% 41,40% 19,14% 18,56% 18,93% 20,87% 4,30% INPC 14,74% 10,38% 6,13% 5,05% 2,81% 5,16% 5,09% Rentabilidade Real -5,08% 28,10% 12,26% 12,86% 15,68% 14,94% -0,75% O que é Ativos: São os bens que podem ser financeiros (títulos, ações, fundos de investimento que representam dinheiro) ou reais (imóveis). Liquidez: É a facilidade e rapidez com que se pode converter um investimento em dinheiro vivo pelo valor de mercado. Precificação: É o estabelecimento do preço de compra e venda de uma ação ou título. 15

16 Fundação CEEE em números Patrimônio Consolidado dos Planos - R$ milhões (Reservas Técnicas + Fundos) agosto 2008 CEEE Pl. Único 1.521,44 CRM 5,74 CeeePrev 1.525,89 SENGE 0,47 CGTEE 146,59 SINPRO 0,01 AES Sul 257,45 Plano de Gestão Administrativa 42,19 RGE 200,65 TOTAL 3.700,43 Balanço Patrimonial - agosto 2008 Ativo Dezembro 2006 Dezembro 2007 R$ mil Agosto 2008 % Disponível Realizável Programa Previdencial Contribuições Normais Contribuições Contratadas Programa Administrativo Programa de Investimentos Renda Fixa Renda Variável Investimentos Imobiliários Operações com Participantes Permanente Imobilizado Total do Ativo (43,86) 1,77 (1,32) 8,88 (1,69) (34,25) 2,05 5,68 (7,83) (3,38) 16,22 23,57 23,57 1,64 Passivo Dezembro 2006 Dezembro 2007 Agosto 2008 % Exigível Operacional Programa Previdencial Programa Administrativo Programa de Investimentos Exigível Contingencial Programa Previdencial Programa Administrativo Programa de Investimentos Exigível Atuarial Provisões Matemáticas Benefícios Concedidos Benefícios a Conceder Provisões Mat. a Constituir Reservas e Fundos Equilíbrio Técnico Reserva de Contingência Reserva para Revisão de Plano Fundo Previdencial Fundo Administrativo Fundo Oscilação de Empréstimos ( ) ( ) ( ) ,59 208,36 0,24 121,90 (9,72) (27,36) 1,91 7,04 5,48 5,48 7,21 2,29 2,77 (20,57) (35,55) (29,61) (100,00) 38,10 5,91 5,88 Total do Passivo ,64 Rentabilidades e Indicadores Descrição Rentabilidade Nominal (líquida) Meta (juros de 9% ao ano + INPC) CDI INPC/IBGE Mínimo Atuarial agosto 2008 (%) Acumulado até agosto 2008 (%) -0,87 4,30 0,93 11,30 1,01 7,59 0,21 5,09 0,70 9,25 16

17 Número de participantes CEEE agosto 2008 Ativos Aposentados Total Dependentes CEEE Pl. Único CeeePrev AES Sul RGE CGTEE CRM SENGE SINPRO 84 0 TOTAL Pensionistas Composição (Investimentos + Operações com Patrocinadoras - Agosto 2008) ,15% 67,53% 1,08% 1,41% 22,17% 7,66% Renda Fixa Renda Variável Oper. Participantes Oper. Patrocinadoras Imóveis Disponível Demonstrativo de Investimentos - Agosto 2008 FUNDAÇÃO CEEE DE SEGURIDADE SOCIAL - ELETROCEEE Sede: Porto Alegre - RS Fone: (51) Instrução Normativa n 14, de 18/01/07, da Secretaria de Previdência Complementar. Administrador Responsável: Ivan Giordani Auditores: Exacto Auditores S/S Controle de Risco: Banco Itaú S/A Total dos Investimentos Gestão Terceirizada com Diretrizes Definidas pela ELETROCEEE Fundos Exclusivos de Renda Fixa Banco do Brasil Sul Energia Bradesco Sul Energia Safra Sul Energia Pactual Sul Energia Sul América Sul Energia Real Sul Energia Fundos Exclusivos de Renda Variável Bradesco Sul Energia Real Sul Energia Unibanco Sul Energia Investidores Institucionais - FIA Gestão Própria Disponível Títulos de Renda Fixa - Públicos Notas do Tesouro Nacional Letras Financeiras do Tesouro - Estadual Títulos de Renda Fixa - Privados Fundo Invest Direitos Creditórios - FIDC Certificados de Recebíveis Imobiliários - CRIs Debêntures Renda Variável Carteira de Ações Imóveis Uso Próprio Locados a Patrocinadora Locados a Terceiros Alienações a Receber Empréstimos Pessoal a Participantes Obrigações Tributárias Aplicados por segmentos em milhões de reais Agosto , , ,41 345,15 345,19 349,33 351,01 346,87 346,87 254,22 81,72 83,80 81,65 7, ,83 5,77 318,81 280,86 37,96 119,40 64,81 31,70 22,89 574,03 574,03 52,57 2,36 3,39 11,95 34,87 40,28 40,28-0,04 Percentuais por segmentos Agosto ,00% 67,80% 60,43% 10,01% 10,01% 10,13% 10,18% 10,06% 10,06% 7,37% 2,37% 2,43% 2,37% 0,20% 32,20% 0,17% 9,24% 8,14% 1,10% 3,46% 1,88% 0,92% 0,66% 16,64% 16,64% 1,52% 0,07% 0,10% 0,35% 1,01% 1,17% 1,17% 0,00% 17

18 Em pauta Como pagar menos imposto de renda com seu plano previdenciário As contribuições para um plano de previdência são dedutíveis para fins de Imposto de Renda. Elas são utilizadas para dedução na ocasião da apuração da base de cálculo do imposto. O limite é de 12% do total de rendimentos computados na base de cálculo do imposto devido na declaração de ajuste anual. Ta m b é m p o d e m s e r d e d u z i d a s a s contribuições feitas para planos de previdência complementar cujo titular seja dependente. Nesse caso, o declarante deve ser contribuinte do regime geral de previdência social (INSS) ou dos regimes próprios da União, estados, municípios e do Distrito Federal. Os benefícios e resgates dos planos previdenciários são tributados pela aplicação das tabelas progressiva ou regressiva. O participante pode optar pela tabela regressiva até o último dia útil do mês subseqüente ao do ingresso no plano, mediante assinatura do termo de opção. Essa opção é irretratável. A tributação na fonte, pela tabela regressiva, será definitiva, não estando sujeito ao ajuste anual. Quem não optar pela tabela regressiva será enquadrado automaticamente na tabela progressiva. Pela tabela progressiva, há um aumento da alíquota, conforme aumenta o valor dos rendimentos. Pela tabela progressiva, os rendimentos estão sujeitos ao ajuste anual, ocasião em que poderão ser utilizadas todas as deduções previstas na legislação tributária. Tributação do resgate pela tabela progressiva: a retenção é de 15% fixo, sem dedução. O rendimento estará sujeito ao ajuste anual. Pela tabela regressiva, a tributação do resgate mantém os percentuais conforme o tempo de contribuição. Em caso de portabilidade, o participante mantém o mesmo regime tributário sobre os recursos transferidos ou provenientes de outro plano. Deduções pela tabela regressiva: a legislação não prevê a utilização de qualquer dedução para apurar a base de cálculo. Há isenção para portadores de moléstias relacionadas na legislação como rendimento isento. Há parcela isenta de R$ 1.372,81 para participantes maiores de 65 anos. Deduções pela tabela progressiva: são garantidas todas as deduções previstas na legislação 18 Na hipótese do dependente ter mais de 16 anos, a dedução é condicionada também ao recolhimento de contribuição para o INSS ou regime próprio em nome do dependente. Na portabilidade de recursos entre planos de benefícios de previdência complementar, não existe incidência de tributos. Dic a d a Fundação Você pode utilizar parte do seu 13º salário p a r a f a z e r u m a p o r t e n o p l a n o previdenciário e deduzir na declaração de ajuste anual. Como funciona a tributação de benefícios e resgates tributária como dependentes, pensão alimentícia, contribuição para previdência oficial e privada. Há parcela isenta de R$ 1.372,81 para participantes maiores de 65 anos. Taxa 35% 30% 25% 20% 15% 10% TABELA REGRESSIVA Tempo de Contribuição até 2 anos + 2 anos até 4 anos + 4 anos até 6 anos + 6 anos até 8 anos + 8 anos até 10 anos + 10 anos Redução da alíquota, conforme tempo de contribuição. TABELA PROGRESSIVA - vigente em 2008 Base de cálculo (R$) Até 1.372,81 De 1.372,82 até 2.743,25 Acima de 2.743,25 Alíquota % Isento 15% 27,5% Dedução de R$ 137,99 por dependente. Dedução 205,92 548,82

19 Especial Manifestação Conselho Fiscal Controles Internos Posição: 30 de junho Em atendimento à Resolução CMN 3.456, de 01 de junho de 2007, artigos 19 e 20, da Resolução CGPC nº 13, de 01 de outubro de 2004, este Conselho Fiscal, analisou a documentação disponibilizada pela Fundação CEEE de Seguridade Social - ELETROCEEE para avaliação dos controles internos, referente ao primeiro semestre de 2008, e apresentou a seguinte manifestação sobre os pontos verificados. INTRODUÇÃO O Conselho Fiscal da Fundação CEEE, com o objetivo de cumprir os preceitos legais e normativos que regem as Empresas de Previdência Complementar Privadas, desenvolveu seus trabalhos durante o primeiro semestre de 2008, através de reuniões mensais, sendo seis reuniões de caráter ordinário e cinco de caráter extraordinário, onde foram analisados os demonstrativos financeiros, contábeis, aderência à política de investimentos e atuarial bem como indicadores gerenciais. Também foram avaliados assuntos e temas específicos, tais como: análise de relatórios de Auditorias Independentes, novo plano Instituidor SINPRO - RS, processos jurídicos preventivo e contencioso, captação de participantes Plano CEEEPREV, pareceres jurídicos, pesquisa de satisfação dos participantes, política de investimentos, relatório sobre os imóveis locados e Fiscalizações da Secretaria de Previdência Complementar SPC no CEEEPREV, Plano Único CEEE e Plano Único AES- Sul. Esta rotina de trabalho buscou proporcionar uma atuação abrangente e transparente do Conselho no que se refere às suas atribuições legais, assegurando uma atuação preventiva e antecipada nos ajustes e correções que se fizerem necessários. 1.Limites de Participação dos Investimentos Em 27 de dezembro de 2007, foi encaminhado à Secretaria de Previdência Complementar do Ministério da Previdência Social o Plano Estratégico de Investimentos da Fundação CEEE, proposto pelo Comitê Consultivo de Investimentos, homologado pela Diretoria Executiva e aprovado pelo Conselho Deliberativo em 14/12/2007, conforme registrado na Ata 481. O documento estipulou como meta de rentabilidade a ser atingida nos seus investimentos 13,58% (treze vírgula cinqüenta e oito por cento), correspondente ao produto percentual de 9% (nove por cento) de remuneração líquida por 4,20% (quatro vírgula vinte por cento) da variação projetada do INPC no ano, com baixa tolerância a riscos de crédito e de mercado. Com base na documentação disponibilizada, verificou-se que a instituição está mantendo a gestão dos investimentos de acordo com as diretrizes da Política de Investimentos da entidade, dos atos normativos do Conselho Monetário Nacional, do Conselho de Gestão de Previdência Complementar e da Secretaria de Previdência Complementar. Constatou-se que o enquadramento das carteiras de investimentos está de acordo com a Resolução CMN 3.456, de 01 de junho de 2007, sendo que, em junho de 2008, o quadro de composição apresentou-se da seguinte forma: Tabela 1 Limites legais e composição da carteira de investimentos da Fundação CEEE em junho de Carteira de Investimentos Limite de Limite de Participação da Participação Legal Política de Investimentos Participação Real Renda Fixa 100,00% 80% 70,45% Renda Variável 50,00% 30% 26,92% Imóveis 11,00% 5% 1,51% Operações com Participantes 15% 5% 1,02% Caixa nd 0,10% TOTAL 100% Nota: as contribuições contratadas com as Patrocinadoras (CEEE, AES Sul e RGE) investimentos. não compõem os limites de 2 Metas Financeiras e Rentabilidade A tabela 2, a seguir, apresenta o INPC projetado para o primeiro semestre de 2008, além dos ajustes feitos nestes itens a partir do INPC efetivamente ocorrido de 4,26% no período e os respectivos ajustes na meta de rentabilidade e no mínimo atuarial. Tabela 2 Projeção e ajustes no INPC e nas metas no primeiro semestre de Descrição Meta Projetada Meta Realizada INPC IBGE 2,08% 4,26% * Mínimo Atuarial (INPC + 6%) 5,10% 7,35% Meta de Rentabilidade (INPC + 9%) 6,57% 8,85% * é a rentabilidade mínima que o ativo líquido deve apresentar de forma a dar consistência ao plano de benefícios e custeio. 19

20 Especial A rentabilidade auferida na carteira de Investimentos no primeiro semestre de 2008, comparada com as metas estabelecidas, pode ser visualizada na tabela 3. Tabela 3 Metas e rentabilidades efetivas no primeiro semestre de Manifestação Conselho Fiscal Mínimo Atuarial Meta de Rentabilidade Rentabilidade Auferida 7,35% 8,85% 6,56% Com o INPC de 4,26% verificado no primeiro semestre de 2008, o quadro comparativo entre metas realizadas e rentabilidades auferidas por segmento da carteira de investimentos, assim como os valores investidos em cada uma delas, estão apresentados na tabela 4. Tabela 4 Metas, rentabilidades auferidas e valores investidos por segmento no primeiro semestre de Descrição Metas Rentabilidades Auferidas Valor em 30/06/08 R$ mil a) Renda Fixa Títulos Públicos Federais Títulos Públicos Estaduais Títulos Privados b) Renda Variável (Carteira de Ações e Participações) c) Contribuições Contratadas com as Patrocinadoras d) Investimentos Imobiliários e) Empréstimos aos Participantes 7,61% 5,18% ,33% 8,92% ,85% 8,92% ,35% 5,79% ,61% 6,32% Conforme demonstrado na tabela 4, constata-se que a carteira de Operações Contratadas com as Patrocinadoras apresenta rentabilidade superior à meta estabelecida para o semestre. As rentabilidades das carteiras de Renda Fixa, Renda Variável, Investimentos Imobiliários e Empréstimos aos Participantes, entretanto, não atingiram as referidas metas. O Conselho Fiscal entende que a causa principal desse comportamento é decorrente da elevação dos índices de preços internos, realizados em patamares muito superiores às projeções realizadas no final de 2007, em função do comportamento do mercado financeiro internacional, influenciado pela crise imobiliária americana e da elevada cotação do petróleo. Apesar da obtenção do grau de investimento da dívida pública brasileira por duas agências de rating neste ano, as expectativas dos agentes internacionais foram muito influenciadas pela crise americana, gerando uma realocação dos investimentos e causando quedas expressivas na rentabilidade da Renda Variável. Observou-se que a rentabilidade nominal de toda a composição dos investimentos (tabela 3) atingiu 6,56%, contra uma meta estabelecida e ajustada de 8,85%, representando uma realização de 25,88% abaixo da meta. 3. Custos da Gestão Os custos decorrentes da gestão dos investimentos apresentaram-se aderentes às premissas estabelecidas, não se verificando significativas mudanças em relação aos exercícios anteriores: Descrição Valores R$ mil a) Custeio b) Auditoria 16 c) Consultoria 272 d) Custódia 124 e) Corretagem 190 f) Outras (*) 141 TOTAL (*) Risco, controladoria, administração de imóveis, taxa de consignação de empréstimos. Considerando um patrimônio aplicado de R$ mil em 301 de junho de 2008, podemos concluir que o custo acima representou, aproximadamente, 0,085% do montante dos recursos aplicados. 4. Controle de Riscos Verificamos que os riscos de crédito estão em conformidade com os estabelecidos na Política de Investimentos e nos instrumentos normativos do Conselho Monetário Nacional - CMN, Conselho de Gestão de Previdência Complementar - CGPC e Secretaria de Previdência Complementar - SPC. A Divergência Não Planejada, considerando a Taxa Mínima Atuarial consolidada das carteiras de investimentos para o período de jan a jun/08, apresentou o montante acumulado de R$ mil abaixo do esperado. Da mesma forma, com 20

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