A IMPORTÂNCIA DO CONTROLLER NO TERCEIRO SETOR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A IMPORTÂNCIA DO CONTROLLER NO TERCEIRO SETOR"

Transcrição

1 CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO MBA EXECUTIVO EM CONTROLADORIA E AUDITORIA JACKSON ANTÔNIO DE A. OLIVEIRA A IMPORTÂNCIA DO CONTROLLER NO TERCEIRO SETOR Belo Horizonte 2008

2 2 JACKSON ANTÔNIO DE A. OLIVEIRA A IMPORTÂNCIA DO CONTROLLER NO TERCEIRO SETOR Monografia apresentada em cumprimento parcial às exigências para a obtenção do título de MBA em Controladoria e Auditoria. Orientador: Prof: Edvander Luis de Moura Belo Horizonte 2008

3 3 CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO MBA EXECUTIVO EM CONTROLADORIA E AUDITORIA JACKSON ANTÔNIO DE A. OLIVEIRA A IMPORTÂNCIA DO CONTROLLER NO TERCEIRO SETOR Monografia apresentada em cumprimento parcial às exigências para a obtenção do título de MBA em Controladoria e Auditoria. Orientador: Prof: Edvander Luis de Moura Avaliada em27 de de PARECER FINAL: Professor- Orientador: Belo Horizonte 2008

4 4 AGRADECIMENTO A conclusão do curso foi um desafio que demandou esforço, dedicação e perseverança. Agradeço a Fundação Guimarães Rosa por ter propiciado a experiência profissional na área de Controladoria. Neste caminho foi fundamental a presença e convivência dos colegas da turma de Controladoria e Auditoria da UNA-BH Agradeço ao professor Edvander, meu orientador, pela disposição e colaboração no desenvolvimento da pesquisa.

5 5 A Deus. Aos meus pais, Antônio de Oliveira e Anna Catharina, pelo amor e dedicação que sempre proporcionaram. A Marisa e Eduardo pelo carinho, amor e compreensão que me propiciaram durante o desenvolvimento desta pesquisa.

6 6 RESUMO O Terceiro Setor abrange todas as sociedades civis sem fins lucrativos, quais sejam: as fundações, as associações, as escolas particulares, os institutos, as cooperativas, os clubes de recreação, os clubes de futebol entre outros. Apesar da proliferação das organizações do Terceiro Setor na última década, o seu desaparecimento também é alarmante. Isto se dá devido a pouca profissionalização do setor que tem em sua equipe de colaboradores a maioria voluntários. A necessidade de uma gestão mais profissional para essas empresas faz surgir um novo campo de trabalho para o profissional da contabilidade, o Controller. A Controladoria pode ser considerada como forma de evolução da contabilidade, onde a geração de informações para os gestores tem maior importância do que a divulgação de informações para os usuários externos da empresa. O objetivo principal desta monografia é mostrar como as empresas do Terceiro Setor percebem este profissional, uma vez que muitas delas desconhecem a sua importância. Palavras-chave: Terceiro Setor. Controladoria. Organizações.

7 7 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ONG S Organizações não governamentais OTS Organização do Terceiro Setor SIG Sistema de Informações Gerenciais

8 8 LISTA DE QUADROS Quadro 1 Elementos definidores do Terceiro Setor Quadro 2 Competências do Controller... 39

9 9 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Administração Financeira A Controladoria O Controller O Terceiro Setor Organização e Desenvolvimento do Terceiro Setor Força de Trabalho Controladoria no Terceiro Setor CONCLUSÃO REFERÊNCIAS... 41

10 10 1 INTRODUÇÃO O Terceiro Setor vem se apresentando como uma alternativa para amenizar os problemas gerados pela ineficiência do Estado em atender às demandas da sociedade. O que proporcionou um grande crescimento deste setor e, conseqüentemente, de sua relevância econômica. À medida que se multiplicam as iniciativas no chamado Terceiro Setor, cresce também a exigência por profissionalização. Sai de cena o mero voluntariado e ascende a necessidade de visão gerencial e rigor financeiro. Dessa forma, verificase que as ONG s vêm se adaptando constantemente às exigências que o ambiente impõe. Pressupõe-se que tais adaptações ocorrem por intermédio de decisões estratégicas, uma vez que mudanças exigiram dessas organizações uma reestruturação, em especial, nas suas formas de gestão. Assim, acredita-se que, cada vez mais, a formulação de estratégias faz parte do contexto das ONG s. As organizações do Terceiro Setor estão buscando ferramentas adequadas para auxiliarem na gestão empresarial e com isso começam a adotar sistemas que facilitam no processo de tomada de decisão da empresa. Neste contexto, diversas são as razões que levam a estudar sobre a Controladoria no Terceiro Setor, principalmente quando abrange o seu papel dentro das fundações, as suas aplicações e a necessidade de planejar a arquitetura de informação da empresa. Os gestores das Organizações do Terceiro Setor apontam a necessidade de profissionalização da administração dessas organizações (CABRAL, 2007).

11 11 Atualmente, as empresas privadas possuem setores ou departamentos de Controladoria com o intuito de alcançar uma administração eficaz (CHIAVENATO, 2000). O mesmo não tem ocorrido com as Organizações do Terceiro Setor (OTS). Em virtude da necessidade de profissionalização da administração, o Controller deveria ser visto como profissional imprescindível nas Organizações do Terceiro Setor. À medida que uma empresa cresce no mercado, ela vê pela frente a necessidade de se traçar estratégias que possa analisar, identificar e apresentar corretamente decisões e ações. Neste sentido, torna-se necessário o desenvolvimento de um sistema que se relaciona com a organização onde se tem informação precisa para o controle geral e a tomada de decisão desempenhando um papel estratégico na empresa. O gestor deste sistema de informação deve cuidar para que as atividades desenvolvidas na empresa alcancem resultados satisfatórios. Por este motivo, se cria um Controller que estará diretamente ligado à diretoria e será responsável por reunir e conferir todas as informações financeiras de modo a verificar toda a política econômica da empresa para propor soluções. O planejamento deve desenvolver a relação entre a organização e o seu ambiente e cabe ao Controller participar da escolha da melhor alternativa para as estratégias econômicas, garantindo a eficácia da empresa. Portanto, qualquer organização deve preocupar-se com um sistema de informação gerencial, onde possibilita ao gestor ou Controller visualizar o desempenho dos departamentos e mesmo da organização como um todo.

12 12 O que se pretende mostrar com esta revisão bibliográfica é a influência e o papel do Controller como sendo indispensável para a tomada de decisões na organização.

13 13 2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 2.1 Administração Financeira A administração financeira, assim como a empresa, tem passado por muitas mudanças, com o aumento da competitividade, principalmente quanto a sua função (CREPALDI, 2004). O principal enfoque da administração financeira, na atualidade, deve ser o processo decisório e as ações que afetam este processo, e seu objetivo deve ser a valorização do negócio da empresa. A questão da gestão financeira nas empresas é de extrema importância. Praticamente tudo que se pensa dentro de uma corporação tem um impacto financeiro no orçamento sendo então necessário uma avaliação profunda no que diz respeito à novos investimentos e seus prováveis retornos e custos reais. Tradicionalmente, a função da área financeira na empresa tem sido administrar, de modo centralizado, todos os seus recursos financeiros. Essa função tem variado conforme o tipo de empresa e as circunstâncias em que ela se encontra, havendo fases de maior ou menor predomínio e controle da área financeira sobre as demais áreas da empresa (PADOVEZE, 2004). Segundo Sanvicente (2001), a área financeira tem como atribuição controlar os recursos e fornecer informações requeridas pelas diversas áreas de responsabilidade, receber e gerenciar os recursos financeiros gerados nas atividades da empresa, além de aplicar os recursos excedentes, com a melhor

14 14 rentabilidade possível. Para Gitman (2001, p. 16), o objetivo da administração financeira está ligado ao objetivo da empresa: maximização de seu lucro e de seus acionistas. Sua função é criar mecanismos de análise e controle, para orientar e influir nas tomadas de decisão que resultem em maior retorno financeiro para a empresa. A administração financeira, seguindo a tendência do mercado, precisa manter-se na vanguarda das transformações, para detectar as oportunidades que surgem. Ela deve compilar todas as informações e adiantar-se nas projeções de viabilidade para as futuras alternativas de investimento das empresas, a qualquer tempo e em qualquer parte do mercado mundial. Nesse contexto o sistema de apoio à gestão está estritamente ligado à vida econômico-financeira da empresa. A administração financeira possui importância estratégica para avaliar o desempenho interno da empresa, utilizando-se desse sistema, uma vez que, trata de um produto cada vez mais valorizado a informação. A informação vem sendo um fator muito importante para tomada de decisão e determinante para o sucesso gerencial, mas a partir da grande evolução das tecnologias da comunicação e informação que sua relevância vem tendo um papel decisivo para a sobrevivência e desenvolvimento das organizações. As pessoas vivem um momento em que a informação está tornando-se instrumento eficaz para um profissional obter êxito em suas atividades, ela se tornou um recurso chave importante no gerenciamento e na organização daqueles que buscam uma solidez no mercado. Quando se gerencia a informação, explorando seus benefícios de acordo com os interesses na qual esta será aplicada, ela torna-se base inquestionável para a competição, onde aliada às tecnologias e ao gerenciamento estratégico, faz com que a empresa esteja à frente no mercado.

15 15 No mundo globalizado, organizações e instituições, buscam reformularem seus conceitos, quanto administração, visão empresarial e seus processos para competir. Não se pode competir sem tomar decisões, e para tomar decisões é preciso ter a informação certa no momento oportuno. Vivemos na era da informação e do conhecimento, e para fazermos parte deste mercado é preciso interagir com tudo a nossa volta, principalmente com as novas tecnologias. O mundo gira em torno de informação e conhecimento. Informações, essas advindas dos mais variados conteúdos e suportes. É verdade que a tecnologia entra como fator facilitador capaz de administrar grande volume de informação. A todo o momento as empresas ensejam informações, desde as mais corriqueiras até as mais complexas. O sucesso da conduta, da forma de pensar, criar, do agir, expressar, depende da cultura informacional, aliada ao grau de familiaridade e manipulação de busca e recuperação de documentos e dados. Isto significa, pois, interesse primordialmente de conhecer detalhes sobre o que procurar, onde, como, e quando procurar, como interpretar, como acessar e como utilizar formas de se obter os melhores resultados ou benefícios conseguidos. Assim, é cada vez mais importante para as organizações de uma forma geral, o tomar de decisões a obtenção de informação que subsidie as suas determinações que Ihes possibilitem analisar as mutações do ambiente social econômico e tecnológico, planejar e formular ações em um processo contínuo de evolução. É preciso determinar quais as informações relevantes e disponíveis para cada necessidade. Isto implica que a utilização das informações está ficando cada vez mais complicada e sofisticada, exigindo uma elaboração criteriosa mais cuidadosa para evitar transtornos, excesso de dados irrelevantes a um custo alto.

16 A Controladoria A função da contabilidade é controlar os fenômenos ocorridos no patrimônio de uma entidade, por meio do registro, da classificação, da demonstração expositiva, da análise e interpretação dos fatos neles ocorridos, objetivando fornecer informações e orientações necessárias à tomada de decisões (GITMAN, 2001). A Controladoria pode ser considerada como forma de evolução da contabilidade, onde a geração de informações para os gestores tem maior importância do que a divulgação de informações para os usuários externos da empresa. Para Mosimann e Fisch (1999), a Controladoria consiste em um corpo de doutrinas e conhecimentos relativos à gestão econômica. Pode ser visualizada sob dois enfoques: a) Como um órgão administrativo com uma missão, funções e princípios norteadores definidos no modelo de gestão do sistema empresa; e, b) Como uma área do conhecimento humano com fundamentos, conceitos, princípios e métodos oriundos de outras ciências. Os mesmos autores concluem que sob esse enfoque, a Controladoria pode ser conceituada como um conjunto de princípios, procedimentos e métodos oriundos das ciências da Administração, Economia, Psicologia, Estatística e principalmente Contabilidade, que se ocupa da gestão econômica das empresas, com o fim de orientá-las para a eficácia. Segundo Catelli (2001) a Controladoria não pode ser vista como um método, voltado ao como fazer. Para uma correta compreensão do todo, devemos cindi-la em

17 17 dois vértices: o primeiro como ramo de conhecimento responsável pelo estabelecimento de toda base conceitual, e o segundo como órgão administrativo respondendo pela disseminação de conhecimento, modelagem e implantação de sistemas de informações. Já Padoveze (2004) diz que a Controladoria pode ser definida, então, como a unidade administrativa responsável pela utilização de todo o conjunto da Ciência Contábil dentro da empresa. Continua dizendo que à Controladoria cabe a responsabilidade de implantar, desenvolver, aplicar e coordenar todo o ferramental da Ciência Contábil dentro da empresa, nas mais diversas necessidades (PADOVEZE, 2004). Como se vê, a definição da Controladoria envolve duas correntes: uma como ciência; e outra como órgão administrativo. A Controladoria enquanto ramo do conhecimento, apoiada na Teoria da Contabilidade e numa visão multidisciplinar, é: responsável pelo estabelecimento das bases teóricas e conceituais necessárias para a modelagem, construção e manutenção de Sistemas de Informações e Modelo de Gestão Econômica, que supram adequadamente as necessidades informativas dos Gestores e os induzam duramente o processo de gestão, quando requerido, a tomarem decisões ótimas (CATELLI, 2001, p. 344). Padoveze (2004) entende a Controladoria como uma evolução da Ciência Contábil, enfatiza ainda que representa um alargamento do campo de atuação da contabilidade. Para Peleias (2002), a Controladoria é uma área da organização à qual é delegada a autoridade para tomar decisões sobre eventos, transações e atividade que possibilitem o adequado suporte ao processo de gestão. Segundo Catelli (2001) a Controladoria se baseia em princípios,

18 18 procedimentos e métodos oriundos de outras áreas do conhecimento, tais como: contabilidade, administração, planejamento estratégico, economia estatística, psicologia e sistemas. Ao buscar subsídios de outras áreas de conhecimento para desempenhar as funções que lhe são atribuídas, a Controladoria pode estabelecer as bases teóricas da sua atuação na totalidade da organização. De acordo com Figueiredo e Caggiano (1997), a Controladoria tem por finalidade garantir informações adequadas ao processo decisório, colaborando com os gestores na busca da eficácia gerencial. Tem ainda a função de colaborar com os gestores em seus esforços para obtenção da eficácia de suas áreas quanto aos aspectos econômicos e assegurar a eficácia empresarial, também sob aspectos econômicos, através da coordenação dos esforços dos gestores das áreas (MOSIMANN; FISCH, 1999). Neste contexto, indaga-se qual seria a missão da Controladoria. Mosimann e Fisch (1999) afirmam que a Controladoria, assim como todas as áreas de responsabilidade de uma empresa, deve esforçar-se para garantir o cumprimento da missão e continuidade da organização. Seu papel fundamental, nesse sentido, consiste em coordenar os esforços para conseguir um resultado global sinérgico, isto é, superior à soma dos resultados de cada área. Figueiredo e Caggiano (1997) dizem que a missão da Controladoria consiste em zelar pela continuidade da empresa, assegurando a otimização do resultado global. Para Catelli (2001), a missão da Controladoria é assegurar a otimização do resultado econômico da organização. Para que essa missão seja atingida, faz-se necessário o atendimento dos seguintes objetivos: promoção da eficácia organizacional, viabilização da gestão econômica e promoção da integração das

19 19 áreas de responsabilidade. Por ser a Controladoria o órgão responsável pela gestão da informação, servindo de suporte aos gestores no processo administrativo, cujo objetivo final é a otimização do resultado da empresa, convém identificar suas atribuições (Figura 1). FIGURA 1 - Estrutura da Controladoria Fonte: CATELLI, 2001, p. 346 O Financial Executive Institute diz que as atribuições da Controladoria incluem (OLIVEIRA; PEREZ Jr.; SILVA, 2007): a) Estabelecer, coordenar e manter um plano para o controle das operações; b) Medir o desempenho entre os planos operacionais aprovados e os padrões, divulgar e interpretar os resultados das operações dos diversos níveis gerenciais; c) Medir e divulgar a eficiência dos negócios e a efetividade das políticas, estrutura organizacional e procedimentos implantados para que os objetivos sejam atingidos; d) Fornecer adequada proteção para os ativos da empresa; e) Avaliar a eficiência dos sistemas de controles internos;

20 20 f) Gerir os custos da empresa, através de sugestões para a redução de custos; g) Acompanhar o cumprimento dos planos e objetivos traçados pela organização; h) Analisar as causas de desvios nos planos da empresa ou nos sistemas de controle interno e sugerir correção dos mesmos; i) Analisar a adequação na utilização dos recursos da empresa, sejam materiais ou humanos; j) Revisar e analisar os objetivos e métodos de todas as áreas da empresa. Em linhas gerais, essas mesmas funções, com pequenas variações, são citadas por Kanitz (1977), Figueiredo e Caggiano (1987), Catelli (2001), Roehl- Anderson e Bragg (2000) e Dale, Heckert e Wilson, Anderson e Schmidt, Russel e Frasure (MOSSIMANN; FISH, 1999). Após a definição das principais funções da Controladoria, buscou-se identificar as áreas das empresas que estão sob sua gestão direta. Assim como as funções, os diversos autores, tais como Catelli (2001), Mosimann e Fisch (1999), Crepaldi (2004) e Roehl-Anderson e Bragg (2000) apresentam áreas em comum. A seguir são relacionadas as áreas comumente subordinadas à Controladoria, considerando a contribuição dos diversos autores: a) Contabilidade financeira: responsável pela escrituração contábil e preparação das demonstrações financeiras. b) Contabilidade gerencial: responsável pela preparação de orçamentos e relatórios gerenciais sobre o desempenho das áreas e da empresa como um todo.

21 21 c) Contabilidade de custos: acompanhamento e apuração dos custos de produção. d) Gestão fiscal: responsável pelo registro, apuração e liquidação das obrigações fiscais, nos âmbitos federal, estadual e municipal. e) Gestão patrimonial: controle dos bens do ativo fixo. f) Relacionamento com terceiros: relacionamento com os auditores externos e demais órgãos externos. g) Gestão financeira: preparação e acompanhamento do fluxo de caixa, além de gerir as áreas de crédito e cobrança, suprimentos, contas a receber e a pagar. h) Gestão da tecnologia da informação: participação ativa na aquisição e/ou desenvolvimento de sistemas de informação. 2.3 O Controller De acordo com Tung (2003), a palavra Controller não existe em nosso vocabulário. Foi recentemente incorporada à linguagem comercial e administrativa das empresas no Brasil, através da experiência prática dos países como os Estados Unidos e a Inglaterra. As palavras Controller ou Contropller serviam inicialmente, nesses respectivos países, para designar o executivo que tinha a tarefa de controlar ou verificar as contas. Controller é o executivo financeiro de uma grande ou média empresa que combina as responsabilidades por contabilidade, auditoria, orçamento, planejamento

22 22 de lucros, relatórios de desempenho, controle de impostos e outras atividades da empresa (TUNG, 2003, p. 41). O Controller é o responsável pelo departamento da Controladoria, tendo a missão de reunir, analisar, conferir e preparar os registros de todos os setores da empresa para remetê-los aos diretores para que se tomem decisões de acordo com os objetivos planejados pela empresa. A maioria dos autores entende que o Controller deve fazer parte da cúpula administrativa e participar dos processos de planejamento e controle da gestão empresarial. Como principal gestor do sistema de controle interno, conseqüentemente das informações, está em posição de exercer o controle através da divulgação e interpretação das informações necessárias à tomada de decisões. Através do exercício de fornecer e interpretar, tempestivamente, as informações relevantes, o Controller influencia as decisões, desempenhando um papel fundamental no direcionamento da empresa para o atendimento de seus objetivos. O Controller deve atuar como o executivo que cria e divulga as informações na empresa. Para tanto, cabe-lhe a tarefa de projetar, implementar, coordenar e manter um sistema de controles internos capazes de atender adequadamente às necessidades de informação do processo de planejamento e controle da empresa. Na opinião de Nakagawa (2005) o Controller organiza e reporta dados relevantes para os diretores e exerce uma influência muito forte para que eles tomem decisões conscientes de acordo com os objetivos da empresa. Diante desta situação, o Controller torna-se o gestor do sistema de informação utilizando com eficiência e eficácia todas as informações que são transmitidas a ele.

23 23 A posição do Controller tem evoluído a partir do início do século XIX, para uma abrangência de todas as facetas da organização moderna. Através de observações empíricas, Yoshitake (1982) conclui que, no Brasil, o Controller ocupa uma posição hierárquica de staff do presidente ou do diretor financeiro. No planejamento estratégico, cabe ao Controller assessorar o principal executivo e os demais gestores na definição estratégica, fornecendo informações rápidas e confiáveis sobre a empresa. No planejamento operacional, cabe a ele desenvolver um modelo de planejamento baseado no sistema de informação atual, integrando-o para a otimização das análises. O papel do Controller é, por meio do gerenciamento de um eficiente sistema de informação, zelar pela continuidade da empresa fazendo com que as atividades desenvolvidas alcancem resultados superiores aos que alcançariam se fossem desenvolvidos independentemente. A área financeira funciona como um banco de suporte para as demais áreas, suprindo com os recursos financeiros ao bom andamento de suas atividades. O controle da função financeira dentro da empresa poderá estar a cargo do responsável por outra atividade ou mesmo por um indivíduo com diversas ocupações em áreas especializadas sob sua responsabilidade. Com o desenvolvimento da empresa e com o crescimento de colaboradores e, por conseguinte a descentralização das funções, surge então o indivíduo responsável pela função financeira, ficando a cargo deste mesmo indivíduo a possibilidade de se encarregar da gestão econômica da empresa, mesmo que não existisse o órgão de Controladoria. É de responsabilidade do Controller no setor financeiro, encarregar da gestão econômica da empresa dando suporte às demais decisões administrativas.

24 24 funcional. Pelo sistema de informação é identificada a receita e despesa de cada área Segundo Mosimann e Fisch (1999, p. 98), Todas as áreas que tem seu fluxo financeiro e, portanto, seus efeitos econômicos são captados no sistema de informações econômicofinanceiras e se refletem nos relatórios gerenciais de cada área, tornando-se objeto de preocupação da Controladoria, sendo que o próprio fluxo financeiro é mais intenso na própria área financeira. Também se pode verificar que o papel do Controller no sistema de informação é primordial, pois o Controller tem em seu papel de atividades a responsabilidade pela concepção, implantação, operação e manutenção do sistema de informação na empresa. Segundo ensina Mosimann e Fisch (1999, p. 54) os sistemas de informações classificam-se em dois grandes grupos inter-relacionados: a) os sistemas de apoio às operações: que consistem em sistemas processadores de transações, isto é, redes de procedimentos rotineiros com a finalidade de processar transações recorrentes; b) os sistemas de apoio à gestão: consistem em um auxilio aos processos decisórios, não sendo orientados para o processamento de operações rotineiras. Dão suporte as avaliações e aos julgamentos dos gestores e aumentam a eficácia de seu processo decisório. Nos dias atuais é de grande relevância para as organizações, seja pela concorrência, exigência dos clientes e dos desafios do mercado, um sistema apto a dar suporte aos administradores em suas tomadas de decisões e um Controller para dar suporte às organizações que querem se manter no mercado exigente. Para Oliveira, Perez Jr. e Silva (2007) as funções e atividades exercidas pela moderna Controladoria tornaram-se fatores vitais para o controle e planejamento a médio e longo prazos de qualquer tipo de organização, com ou sem finalidades lucrativas, como é o caso das organizações do Terceiro Setor.

25 O Terceiro Setor Entre os principais problemas da sociedade brasileira, assim como de quase todos os países em desenvolvimento, estão a enorme desigualdade de renda e a disparidade de níveis de educação entre os trabalhadores. A definição de Terceiro Setor surgiu já na primeira metade do século, nos Estados Unidos. Ele seria uma mistura dos dois setores econômicos clássicos da sociedade: o público, representado pelo Estado, e o privado, representado pelo empresariado em geral (MELO NETO, 2004). O Terceiro Setor recebe várias denominações, sendo as mais usuais Setor Solidário, Setor Coletivo e Setor Independente. É, por excelência um setor solidário, onde alguns velam por muitos, onde o individual dá lugar ao coletivo, e recebe a denominação de Setor Independente por se mostrar eqüidistante do Poder Estatal e do Poder Econômico, gerador de riquezas. Para Junqueira (2002), o Terceiro Setor é compreendido como um conjunto de valores que privilegia a iniciativa individual, a auto-expressão, a solidariedade e a ajuda mútua, deve considerar também aspectos institucionais e econômicos. Segundo Vilanova (2004) o Terceiro Setor é o conjunto de organizações privadas que desenvolvem ações que visam à prestação de serviços considerados de interesse público, cujos resultados alcançados se revertem à própria sociedade. O quadro 1 apresenta os principais elementos definidores do conceito e das características do Terceiro Setor:

26 26 Quadro 1 Elementos definidores do Terceiro Setor ELEMENTOS DEFINIDORES FOCO QUESTÕES CENTRAIS ENTIDADES PARTICIPANTES NÍVEL DE ATUAÇÃO TIPOS DE AÇÕES Fonte: MELO NETO, 2004, p. 8 Bem-estar público Interesse comum DESCRIÇÃO Pobreza, desigualdade e exclusão social Empresas privadas, Estado, ONG s e sociedade civil Comunitário e de base Ações de caráter público e privado, associativas e voluntaristas Atualmente, o Terceiro Setor movimenta recursos equivalentes a 5,7% do PIB mundial. No Brasil, o total de investimentos das empresas privadas em atividades sociais gera atualmente US$300 milhões. As principais razões que têm levado o Terceiro Setor a esse crescimento são: a) crescimento das necessidades socioeconômicas; b) crise do setor público; c) fracasso das políticas sociais tradicionais; d) crescimento dos serviços voluntários; e) colapso do socialismo na Europa Central e do Leste; f) degradação ambiental, que ameaça a saúde humana; g) crescente onda de violência que ameaça a segurança das populações; h) incremento das organizações religiosas; i) maior disponibilidade de recursos a serem aplicados em ações sociais; j) maior adesão das classes alta e média a iniciativas sociais; k) maior apoio da mídia; l) maior participação das empresas que buscam a cidadania empresarial.

27 27 Melo Neto (2004) caracteriza as principais categorias do Terceiro Setor no Brasil como: associação, organizações filantrópicas, beneficentes e de caridade, organizações não governamentais (ONG s) e as fundações privadas. As associações são organizações voltadas para os próprios gestores e compreendem várias atividades esportivas, culturais, artísticas, comunitárias, entre outras (IOSCHPE, 2000). As organizações filantrópicas são voltadas para a promoção da assistência social e de vários outros serviços sociais nas áreas de saúde e educação. As organizações não governamentais (ONG s) são diferentes das associações por estarem orientadas para objetivos externos aos membros que compõem. As fundações privadas têm conotação essencialmente jurídica. A criação de uma fundação se dá, segundo o Código Civil, pelo instituidor, que, através de uma escritura ou testamento, destina bens livres, especificando o fim a ser alcançado (FERNANDES, 2004). Apesar do crescimento estrondoso das organizações do Terceiro Setor, muitas desaparecem precocemente, pois funcionam em precárias condições, com carência de recursos financeiros, baixas qualificação técnica e gerencial, dificuldade de intercâmbio com outros agentes sociais e dificuldade de estabelecer indicadores de desempenho. A informalidade, tão útil nos primeiros passos de uma associação de interesse público, torna-se rapidamente uma ameaça à sua perenidade. Além do fato de que a ineficiência do processo de gestão das ONG s pode significar perda de parceiros para a organização, uma vez que, este processo é um fator determinante para que se alcance uma maior confiabilidade junto aos

28 28 financiadores. A profissionalização da gestão das instituições de Terceiro Setor está sendo esperada. A profissionalização decorre de três condições: reconhecimento social, mercado de trabalho e oportunidade de formação. O reconhecimento social concede aos responsáveis legitimidade (NEVES JR.; LINS, 2007). O mercado de trabalho permite fazer do exercício profissional um meio de subsistência remunerada. Os jovens egressos da universidade esperam visualizar as oportunidades decorrentes de uma trajetória profissional do Terceiro Setor. Quanto à formação, cabe a ela oferecer conhecimentos e habilidades para aqueles que ambicionam tornar-se profissionais da área Organização e Desenvolvimento do Terceiro Setor A participação das pessoas jurídicas filantrópicas em torno de projetos comuns de forma alguma retirará delas seus principais traços identificadores, quais sejam, a multiplicidade das suas formas organizativas, o cuidado com sua autonomia e independência e o cumprimento de finalidades, quase sempre, voltadas para o social. A primeira premissa a ser perseguida é que haja maior organização do Terceiro Setor de modo a permitir a obtenção de dados mais confiáveis quanto às ações deflagradas e aos recursos disponíveis para a consecução de suas finalidades filantrópicas (NEVES JR.; LINS, 2007). Todas as entidades do Terceiro Setor, bem como as próprias organizações

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL Cristiane de Oliveira 1 Letícia Santos Lima 2 Resumo O objetivo desse estudo consiste em apresentar uma base conceitual em que se fundamenta a Controladoria.

Leia mais

CONTROLADORIA: TOMANDO DECISÕES EM BUSCA DA EFICÁCIA

CONTROLADORIA: TOMANDO DECISÕES EM BUSCA DA EFICÁCIA CONTROLADORIA: TOMANDO DECISÕES EM BUSCA DA EFICÁCIA NETO, Antonio Rodrigues¹ PORFÍRIO, Anderson Cassiano¹ SILVA, Carlos Eduardo Candido da¹ OLIVEIRA, Dirce Benedita de¹ SARAIVA, Antonio W. Pereira² RESUMO

Leia mais

CONTROLADORIA COMO FERRAMENTA PARA TOMADAS DE DECISÕES

CONTROLADORIA COMO FERRAMENTA PARA TOMADAS DE DECISÕES CONTROLADORIA COMO FERRAMENTA PARA TOMADAS DE DECISÕES Samira da Silva Scodeler* Acadêmico do Curso Ciências Contábeis Univás - Pouso Alegre/MG Fabio Luiz Carvalho** Univás - Pouso Alegre/MG e-mail: fabio@ipecont.com.br

Leia mais

Sistemas de Informação e o Processo de Gerência

Sistemas de Informação e o Processo de Gerência Sistemas de Informação e o Processo de Gerência É necessário que seja feita uma visão integrada do processo de administrar, para que se possa localizar adequadamente o sistema de informação neste mesmo

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

MÁRCIA DE LUCA Universidade Federal do Ceará

MÁRCIA DE LUCA Universidade Federal do Ceará Controladoria e Gerenciamento do Risco Operacional: Um Estudo Nas Grandes Empresas do Estado do Ceará Autores PAOLO GIUSEPPE LIMA DE ARAÚJO Universidade Federal do Ceará MÁRCIA DE LUCA Universidade Federal

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS Gilmar da Silva, Tatiane Serrano dos Santos * Professora: Adriana Toledo * RESUMO: Este artigo avalia o Sistema de Informação Gerencial

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUIZ PAULO RONCHI FREITAS

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUIZ PAULO RONCHI FREITAS 0 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUIZ PAULO RONCHI FREITAS AS FUNÇÕES DA CONTROLADORIA E O PERFIL DO CONTROLLER NAS EMPRESAS INTEGRANTES DOS PRINCIPAIS

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

A Controladoria no Processo de Gestão. Clóvis Luís Padoveze

A Controladoria no Processo de Gestão. Clóvis Luís Padoveze 1 A Controladoria no Processo de Gestão Clóvis Luís Padoveze Cascavel - 21.10.2003 2 1. Controladoria 2. Processo de Gestão 3. A Controladoria no Processo de Gestão 3 Visão da Ciência da Controladoria

Leia mais

Roteiro para orientar o investimento social privado na comunidade 1

Roteiro para orientar o investimento social privado na comunidade 1 Roteiro para orientar o investimento social privado na comunidade 1 O IDIS Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social é uma organização da sociedade civil de interesse público, que tem como

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

AUDITORIA INTERNA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AS ORGANIZAÇÕES

AUDITORIA INTERNA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AS ORGANIZAÇÕES 1 AUDITORIA INTERNA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AS ORGANIZAÇÕES Alessandra Cristina Rubio¹ Josiane Marcacini Silva² RESUMO Thiago Silva Guimarães³ A auditoria interna é de suma importância para as organizações,

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

Ementa do MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Locação de Equipamento Turma: SINDILEQ

Ementa do MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Locação de Equipamento Turma: SINDILEQ Um jeito Diferente, Inovador e Prático de fazer Educação Corporativa Ementa do MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Locação de Equipamento Turma: SINDILEQ Objetivo: Auxiliar o desenvolvimento

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS.

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. DIPLOMA CONFERIDO: TECNÓLOGO DE

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

Auditoria Interna Como assessoria das entidades

Auditoria Interna Como assessoria das entidades Auditoria Interna Como assessoria das entidades Francieli Hobus 1 Resumo A auditoria interna vem se tornando a cada dia, uma ferramenta indispensável para as entidades. Isso está ocorrendo devido à preocupação

Leia mais

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE 1. INTRODUÇÃO A contabilidade foi aos poucos se transformando em um importante instrumento para se manter um controle sobre o patrimônio da empresa e prestar contas e informações sobre gastos e lucros

Leia mais

Política de Logística de Suprimento

Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento 5 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas Eletrobras, através da integração

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1.1. Diretoria Executiva (DEX) À Diretora Executiva, além de planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar as atividades da Fundação, bem como cumprir e fazer cumprir

Leia mais

Pessoas e Negócios em Evolução

Pessoas e Negócios em Evolução Empresa: Atuamos desde 2001 nos diversos segmentos de Gestão de Pessoas, desenvolvendo serviços diferenciados para empresas privadas, associações e cooperativas. Prestamos serviços em mais de 40 cidades

Leia mais

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ SABER Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

ESCRITÓRIO MODELO DA FACULDADE DO GUARUJÁ.

ESCRITÓRIO MODELO DA FACULDADE DO GUARUJÁ. ESCRITÓRIO MODELO DA FACULDADE DO GUARUJÁ. Prof. Marat Guedes Barreiros Agosto/2013 Introdução É notória nos dias de hoje a dificuldade dos alunos egressos das Faculdades em obter emprego nas empresas

Leia mais

Princípios de Finanças

Princípios de Finanças Princípios de Finanças Apostila 03 O objetivo da Empresa e as Finanças Professora: Djessica Karoline Matte 1 SUMÁRIO O objetivo da Empresa e as Finanças... 3 1. A relação dos objetivos da Empresa e as

Leia mais

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Uma evolução nos sistemas de controle gerencial e de planejamento estratégico Francisco Galiza Roteiro Básico 1 SUMÁRIO:

Leia mais

Princípios de Finanças

Princípios de Finanças Princípios de Finanças Apostila 02 A função da Administração Financeira Professora: Djessica Karoline Matte 1 SUMÁRIO A função da Administração Financeira... 3 1. A Administração Financeira... 3 2. A função

Leia mais

Profa. Ligia Vianna. Unidade II PRINCÍPIOS BÁSICOS DA

Profa. Ligia Vianna. Unidade II PRINCÍPIOS BÁSICOS DA Profa. Ligia Vianna Unidade II PRINCÍPIOS BÁSICOS DA ADMINISTRAÇÃO Num passado não muito distante, a ordem sociopolítica compreendia apenas dois setores, ou seja, um público e outro privado. Esses setores

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 Aprova a NBC T 11.8 Supervisão e Controle de Qualidade. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Considerando que as Normas

Leia mais

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO)

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO) EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 CONCESSÃO PARA AMPLIAÇÃO, MANUTENÇÃO E EXPLORAÇÃO DOS AEROPORTOS INTERNACIONAIS BRASÍLIA CAMPINAS GUARULHOS EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG

RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE GERÊNCIA DE CONTROLE DE TESOURARIA ANÁLISE DE RISCO OPERACIONAL RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG Belo Horizonte 01 de Julho de 2008 1 SUMÁRIO 1. Introdução...02

Leia mais

5 CCN 1 Apostila baseada exclusivamente na Obra de Clovis Luis Padoveze 1

5 CCN 1 Apostila baseada exclusivamente na Obra de Clovis Luis Padoveze 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS PROFESSOR Edmundo Tork APOSTILA 3 TURMA: EMPRESA E SISTEMA 5 CCN 1 Apostila baseada exclusivamente na Obra de Clovis Luis Padoveze 1 2 EMPRESA COMO SISTEMA E SEUS SUBSISTEMAS

Leia mais

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS AUDITORIA INTERNA DA ATLAS A auditoria interna serve à administração como meio de identificação de que todos os processos internos e políticas definido pela ATLAS, assim como sistemas contábeis e de controle

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

CINTIA BARBARA DA CUNHA CONTROLADORIA PARA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS CURITIBA

CINTIA BARBARA DA CUNHA CONTROLADORIA PARA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS CURITIBA CINTIA BARBARA DA CUNHA CONTROLADORIA PARA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS CURITIBA 2012 CINTIA BARBARA DA CUNHA CONTROLADORIA VOLTADA PARA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Monografia apresentada ao Departamento

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO

IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO 503 IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO Christina Garcia(1); Franciane Formighieri(2); Taciana Tonial(3) & Neimar Follmann(4)(1) Acadêmica do 4º Ano do Curso de

Leia mais

Administração Financeira e Orçamentária I. Introdução à Administração Financeira

Administração Financeira e Orçamentária I. Introdução à Administração Financeira Administração Financeira e Orçamentária I Introdução à Administração Financeira Conteúdo O Campo das Finanças A Função Financeira na Empresa As Funções do Administrador Financeiro O Objetivo da Empresa

Leia mais

CONTABILIDADE SOCIAL: O BALANÇO SOCIAL EVIDENCIANDO A RESPONSABILIDADE SOCIAL NAS ORGANIZAÇÕES.

CONTABILIDADE SOCIAL: O BALANÇO SOCIAL EVIDENCIANDO A RESPONSABILIDADE SOCIAL NAS ORGANIZAÇÕES. Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 417 CONTABILIDADE SOCIAL: O BALANÇO SOCIAL EVIDENCIANDO A RESPONSABILIDADE SOCIAL NAS ORGANIZAÇÕES. Alice da Silva

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

CONTROLADORIA: UM MECANISMO DE AUXILIO A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E A TOMADA DE DECISÃO 1 RESUMO

CONTROLADORIA: UM MECANISMO DE AUXILIO A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E A TOMADA DE DECISÃO 1 RESUMO CONTROLADORIA: UM MECANISMO DE AUXILIO A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E A TOMADA DE DECISÃO 1 GELAIN, Anna Júlia Lorenzzon 2 ; LORENZETT, Daniel Benitti 3 ; GODOY, Taís Pentiado 4 ; LOSEKANN, Andresa Girardi

Leia mais

3. Estratégia e Planejamento

3. Estratégia e Planejamento 3. Estratégia e Planejamento Conteúdo 1. Conceito de Estratégia 2. Vantagem Competitiva 3 Estratégias Competitivas 4. Planejamento 1 Bibliografia Recomenda Livro Texto: Administração de Pequenas Empresas

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

AUDITORIA COMO FERRAMENTA DE CONTROLE. Jackson

AUDITORIA COMO FERRAMENTA DE CONTROLE. Jackson AUDITORIA COMO FERRAMENTA DE CONTROLE 1 Jackson Auditoria É um conjunto de técnicas que devem ser aplicadas, para permitir ao auditor emitir uma opinião sobre a razoabilidade das demonstrações contábeis

Leia mais

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável Felipe de Oliveira Fernandes Vivemos em um mundo que está constantemente se modificando. O desenvolvimento de novas tecnologias

Leia mais

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia.

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Introdução Sávio Marcos Garbin Considerando-se que no contexto atual a turbulência é a normalidade,

Leia mais

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL 1. Apresentação O Programa de Voluntariado da Classe Contábil, componente do plano de metas estratégicas do Conselho

Leia mais

FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA

FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA Laércio Dahmer 1 Vandersézar Casturino2 Resumo O atual mercado competitivo tem evidenciado as dificuldades financeiras da microempresa.

Leia mais

DURAÇÃO DO CURSO O Curso de Ciências Contábeis, bacharelado poderá ser integralizado em um período de no mínimo 8 (oito) semestres e no máximo 16

DURAÇÃO DO CURSO O Curso de Ciências Contábeis, bacharelado poderá ser integralizado em um período de no mínimo 8 (oito) semestres e no máximo 16 DURAÇÃO DO CURSO O Curso de Ciências Contábeis, bacharelado poderá ser integralizado em um período de no mínimo 8 (oito) semestres e no máximo 16 (dezesseis) semestres. PERFIL DO EGRESSO O perfil desejado

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO FEEDBACK NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO REALIZADO NAS ORGANIZAÇÕES DA ZONA DA MATA MINEIRA RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO FEEDBACK NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO REALIZADO NAS ORGANIZAÇÕES DA ZONA DA MATA MINEIRA RESUMO 1 A IMPORTÂNCIA DO FEEDBACK NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO REALIZADO NAS ORGANIZAÇÕES DA ZONA DA MATA MINEIRA Daniel de Souza Ferreira 1 RESUMO Ferreira, Daniel de Souza. A Impostância do Feedback

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 553 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Irene Caires da Silva 1, Tamires Fernanda Costa de Jesus, Tiago Pinheiro 1 Docente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Discente

Leia mais

CONTROLADORIA: DIFERENCIAL COMPETITIVO NO PROCESSO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL

CONTROLADORIA: DIFERENCIAL COMPETITIVO NO PROCESSO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL CONTROLADORIA: DIFERENCIAL COMPETITIVO NO PROCESSO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL Ítalo Alves Gomes Rafael Rocha Salvador Prof Esp. Francisco César Vendrame Profª Esp. Jovira Maria Saraceni Profª M. Sc. Máris

Leia mais

Luiz Ildebrando Pierry Porto Alegre, Maio de 2006

Luiz Ildebrando Pierry Porto Alegre, Maio de 2006 Luiz Ildebrando Pierry Porto Alegre, Maio de 2006 Evolução Estratégica do Movimento Qualidade RS 13 anos de atividade Instalação do Programa Cumulativo Consolidação do Programa como Promotor da Causa Evolução

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2009 CD49.R10 (Port.) ORIGINAL:

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTANCIA DA GESTÃO DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS PARA AS TOMADA DE DECISÕES

TÍTULO: A IMPORTANCIA DA GESTÃO DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS PARA AS TOMADA DE DECISÕES TÍTULO: A IMPORTANCIA DA GESTÃO DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS PARA AS TOMADA DE DECISÕES CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE JAGUARIÚNA

Leia mais

Escritório Modelo da Faculdade de Diadema

Escritório Modelo da Faculdade de Diadema Escritório Modelo da Faculdade de Diadema Profª. Vânia Amaro Gomes Coordenação de Curso DIADEMA, 2015 Introdução Atualmente há uma grande dificuldade dos alunos egressos das Faculdades em obter emprego

Leia mais

Aula Nº 12 Auditoria Externa

Aula Nº 12 Auditoria Externa Aula Nº 12 Auditoria Externa Objetivos da aula: Apresentar a atividade de auditoria externa (independente) como meio para aferir a eficiência dos controles e como ferramenta administrativa para validação

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL

RESPONSABILIDADE SOCIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares TODO COMPORTAMENTO TEM SUAS RAZÕES. A ÉTICA É SIMPLESMENTE A RAZÃO MAIOR DAVID HUME DEFINIÇÕES

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Coordenadoria Geral de Pós-Graduação Lato Sensu

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Coordenadoria Geral de Pós-Graduação Lato Sensu PORTFÓLIO ESPECIALIZAÇÃO / MBA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Sumário ÁREA: CIÊNCIAS DA SAÚDE... 2 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO: PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO... 2 ÁREA: COMUNICAÇÃO E LETRAS...

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Dimensões de análise dos SI Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + Introdução n Os sistemas de informação são combinações das formas de trabalho, informações, pessoas

Leia mais

Planejamento de Recursos Humanos

Planejamento de Recursos Humanos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Planejamento de Recursos Humanos Profa. Marta Valentim Marília 2014 As organizações

Leia mais

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL. Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL. Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br Prof. Elias Garcia Bacharel em Ciências Contábeis 1988 Especialização em Contabilidade

Leia mais

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS Cesar Aparecido Silva 1 Patrícia Santos Fonseca 1 Samira Gama Silva 2 RESUMO O presente artigo trata da importância do capital

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias Coordenação Acadêmica: Maria Elizabeth Pupe Johann 1 OBJETIVOS: Objetivo Geral: - Promover o desenvolvimento

Leia mais

Tem a missão de assessorar a Presidência em assuntos a ela delegados, agindo em apoio aos demais órgãos da empresa.

Tem a missão de assessorar a Presidência em assuntos a ela delegados, agindo em apoio aos demais órgãos da empresa. PRESIDÊNCIA (DIPRE) A missão da Presidência é assegurar a sobrevivência, o crescimento e a diversificação sinergética da Guimar, em consonância com as orientações estratégicas emanadas do Conselho de Administração,

Leia mais

Administração Judiciária

Administração Judiciária Administração Judiciária Planejamento e Gestão Estratégica Claudio Oliveira Assessor de Planejamento e Gestão Estratégica Conselho Superior da Justiça do Trabalho Gestão Estratégica Comunicação da Estratégia

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

O Uso do Sistema de Informação Contábil como Ferramenta para a Tomada de Decisão nas Empresas da Região de Contagem - Minas Gerais.

O Uso do Sistema de Informação Contábil como Ferramenta para a Tomada de Decisão nas Empresas da Região de Contagem - Minas Gerais. O Uso do Sistema de Informação Contábil como Ferramenta para a Tomada de Decisão nas Empresas da Região de Contagem - Minas Gerais. Elaine Raquel Fernandes carlosadm@bol.com.br SENAC Flávia Cristina Pereira

Leia mais

REFLEXÃO. (Warren Bennis)

REFLEXÃO. (Warren Bennis) RÉSUMÉ Consultora nas áreas de Desenvolvimento Organizacional e Gestão de Pessoas; Docente de Pós- Graduação; Coaching Experiência de mais de 31 anos na iniciativa privada e pública; Doutorado em Administração;

Leia mais

Estruturação do sistema de informação contábil no ERP

Estruturação do sistema de informação contábil no ERP Estruturação do sistema de informação contábil no ERP Clóvis Luís Padoveze (UNIMEP) cpadoveze@romi.com.br Resumo A característica gerencial da informação contábil determina que o sistema de informação

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DO BANCO DA AMAZÔNIA

CÓDIGO DE ÉTICA DO BANCO DA AMAZÔNIA CÓDIGO DE ÉTICA DO BANCO DA AMAZÔNIA APRESENTAÇÃO O Banco da Amazônia S.A., consciente da importância da ética nas relações com a comunidade em que atua, divulga este Código de Ética, que contém os padrões

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS INTRODUÇÃO Com base no Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais - REHUF, destinado à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis Resumo Demonstrações contábeis são informações e dados que as empresas oferecem ao fim de cada exercício, com a finalidade de mostrar aos acionistas, ao governo e todos os interessados,

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

Gestão. Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade. Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos

Gestão. Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade. Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da Qualidade Gestão O tecnólogo em Gestão da Qualidade é o profissional que desenvolve avaliação sistemática dos procedimentos, práticas e rotinas internas e externas de uma entidade, conhecendo e aplicando

Leia mais

PARTE III Auditoria Conceitos Introdutórios

PARTE III Auditoria Conceitos Introdutórios FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Auditoria em Sistemas de Informação Prof. Fabio Costa

Leia mais

4 F E R R A M E N TA S E S S E N C I A I S

4 F E R R A M E N TA S E S S E N C I A I S como organizar as finanças da sua empresa 4 F E R R A M E N TA S E S S E N C I A I S AUTHOR NAME ROBSON DIAS Sobre o Autor Robson Dias é Bacharel em Administração de Empresas e Possui MBA em Gestão Estratégica

Leia mais

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE:

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE: 1 - INTRODUÇÃO Neste trabalho iremos enfocar a função do controle na administração. Trataremos do controle como a quarta função administrativa, a qual depende do planejamento, da Organização e da Direção

Leia mais

7º Simpósio de Ensino de Graduação AS ALTERAÇÕES GERADAS PELA APROVAÇÃO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE PARA O SETOR PÚBLICO NBC T 16

7º Simpósio de Ensino de Graduação AS ALTERAÇÕES GERADAS PELA APROVAÇÃO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE PARA O SETOR PÚBLICO NBC T 16 7º Simpósio de Ensino de Graduação AS ALTERAÇÕES GERADAS PELA APROVAÇÃO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE PARA O SETOR PÚBLICO NBC T 16 Autor(es) LEONARDO GARCIA PAIS DE ARRUDA Orientador(es) ELAINE

Leia mais

O CONTADOR E O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NO TERCEIRO SETOR

O CONTADOR E O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NO TERCEIRO SETOR O CONTADOR E O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NO TERCEIRO SETOR RESUMO A informação é a mais poderosa ferramenta de gestão das organizações. Diante dessa constatação, o objetivo deste artigo é demonstrar a importância

Leia mais

PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS

PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS Marino, Reynaldo Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde - FASU/ACEG GARÇA/SP-

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL NO CENÁRIO EMPRESARIAL ¹ JACKSON SANTOS ²

RESPONSABILIDADE SOCIAL NO CENÁRIO EMPRESARIAL ¹ JACKSON SANTOS ² RESPONSABILIDADE SOCIAL NO CENÁRIO EMPRESARIAL ¹ JACKSON SANTOS ² A Responsabilidade Social tem sido considerada, entre muitos autores, como tema de relevância crescente na formulação de estratégias empresarias

Leia mais

Política de Sustentabilidade

Política de Sustentabilidade Política de Sustentabilidade Sul Mineira 1 Índice Política de Sustentabilidade Unimed Sul Mineira Mas o que é Responsabilidade Social? Premissas Básicas Objetivos da Unimed Sul Mineira Para a Saúde Ambiental

Leia mais

PROJETO UTILIZANDO QLIKVIEW PARA ESTUDO / SIMULAÇÃO DE INDICADORES

PROJETO UTILIZANDO QLIKVIEW PARA ESTUDO / SIMULAÇÃO DE INDICADORES PROJETO UTILIZANDO QLIKVIEW PARA ESTUDO / SIMULAÇÃO DE INDICADORES Fábio S. de Oliveira 1 Daniel Murara Barcia 2 RESUMO Gerenciar informações tem um sido um grande desafio para as empresas diante da competitividade

Leia mais