O CONCEITO DE CREDIBILIDADE JORNALÍSTICA NOS BLOGS DE REPÓRTERES RECÉM-SAÍDOS DA GRADUAÇÃO

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1 O CONCEITO DE CREDIBILIDADE JORNALÍSTICA NOS BLOGS DE REPÓRTERES RECÉM-SAÍDOS DA GRADUAÇÃO Por CRISTIAN BORAGAN GUGLIANO FACULDADE PAULUS DE TECNOLOGIA E COMUNICAÇÃO São Paulo novembro 2009

2 O CONCEITO DE CREDIBILIDADE JORNALÍSTICA NOS BLOGS DE REPÓRTERES RECÉM-SAÍDOS DA GRADUAÇÃO Trabalho de Conclusão de Curso de Jornalismo para obtenção do título de Bacharel em Jornalismo da Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação. Professor Orientador: Ary José Rocco Jr. São Paulo novembro 2009

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4 RESUMO Este trabalho tem como objetivo lidar com a questão da credibilidade jornalística dentro dos blogs. Para isso, será definido em uma primeira fase o que alguns autores conceituam como credibilidade jornalística. Explicado esse ponto, será contada a história da internet e dos blogs. Já próximo ao fim, dois blogs serão analisados blogs de jornalistas recém-saídos da graduação, pois o autor acredita que apenas dessa forma, de maneira em que o fenômeno blog fica isolado em si mesmo (diferentemente de blogs de jornalistas de outros meios, que direta ou indiretamente recebem influências de credibilidade de uma ou outra mídia) pode-se chegar a uma conclusão satisfatória sobre o processo. Palavras-chave: blogs, jornalistas recém-graduados, credibilidade jornalística.

5 SUMÁRIO Introdução A credibilidade jornalística A autoridade do jornalismo O que é um jornalismo de manipulação Os elementos do jornalismo A reputação A reputação e a credibilidade jornalística O manifesto para a reputação O gatekeeper e a reputação Dell computadores: um estudo de caso O jornalismo on-line O empacotamento da notícia Os blogs O que são blogs Os blogs e o jornalismo Cães de guarda do jornalismo Blogs que usam jornalismo Blogs de jornalistas Estudo de Caso Critérios de Seleção dos Blogs do Estudo de Caso Metodologia O blog da comunicação O Vivicious Conclusão Referências Bibliográficas... 34

6 INTRODUÇÃO Desde a chegada da internet ao Brasil em 1995 que vozes levantam-se a favor do jornalismo on-line. A rede digital passou então pela chamada bolha 1 no setor no começo do novo século, em que se vislumbrava uma era tão inovadora quanto foi a Revolução Industrial nos séculos XVIII e XIX, chegando a criação dos blogs, termo em inglês que agrupa as palavras web e log, o que de maneira usual, pode ser entendido nesta introdução como uma página na internet cuja estrutura permite atualização rápida através de textos, fotos e vídeos. Particularmente os blogs, pela rápida atualização que é permitida a eles e mesmo que seu autor tenha pouco ou nenhum conceito de programação computacional, são tidos como forma de oportunidade para novos jornalistas, seja para dar visibilidade ao seu portfólio recém-iniciado, seja para trabalhar por conta própria tendo os blogs como meio de comunicação numa área em que outras mídias como o jornal impresso, a revista, o rádio e a televisão estão saturadas de profissionais e um quadro de capital humano cada vez mais reduzido se afirma de modo cruel aos novos profissionais. Em uma era de transformações como a que vivemos hoje, as especulações são muitas e as pesquisas acadêmicas ainda não possuem a mesma velocidade das mudanças da nova mídia interativa, por isso, a primeira dúvida: blogs de jornalistas recémformados têm futuro? Esta primeira pergunta na atualidade só pode ser respondida com base em uma suposição que não é base deste trabalho acadêmico. Para tanto, algo mais mensurável para o atual estágio de conhecimento nesta área: em termos de credibilidade jornalística, são confiáveis os blogs de recém-formados? No primeiro momento será definido o que é credibilidade segundo o autor Bill Kovach 2. Numa fase posterior, o trabalho de Hassan Masum e Yi Cheng Zhang e seu Manifesto for Reputation Society 3 ajuda a compor o conceito de credibilidade nos meios virtuais. Tal teoria sobre a reputação demanda uma série de filtros de conteúdo e por isso, com o objetivo de compreender como funcionam tais filtragens, mais um autor 1 Crescimento acelerado de empresas de comunicação na internet por volta do ano KOVACH, Bill; ROSENTIEL, Tom. Os elementos do jornalismo o que os jornalistas devem saber e o público exigir. 2. ed: Geração editorial, Disponível em <http://www.firstmonday.org/issues/issues9_7/masum>. Acesso em 14/4/

7 é acrescentado ao trabalho: Felipe Pena e o conceito de gatekeeper 4. A partir de então, torna-se necessário contextualizar o jornalismo on-line através do trabalho da jornalista Pollyana Ferrari 5 e dar as devidas definições ao fenômeno blog segundo os autores espanhóis Octavio I. Rojas Orduña, Julio Alonso, José Luis Antúnez, José Luis Orihuela e Juan Varela, todos no mesmo livro 6. Só então dois blogs de jornalistas recém-graduados, escolhidos segundo o critério de relevância do buscador Google 7 (a ser explicado posteriormente) serão estudados para se atingir uma conclusão. Para se chegar aos blogs escolhidos para análise, foram digitadas a esmo no buscador Google 8 as palavras blog, jornalista e recém-formado, obtendo-se assim, os seguintes domínios eletrônicos: Blog da comunicação 9 : um blog coletivo (vários repórteres) criado em 1 de junho de 2008 pelos ainda estudantes James e Guilherme Freitas da FIAM Faculdades Integradas Alcântara Machado. Trata-se de um projeto voluntário em que, além dos dois criadores, várias pessoas contribuem com o blog, entre recém-formados e estudantes, alguns colegas de classe dos criadores, outros encontrados no site de relacionamentos Orkut 10. O número de colaboradores é variável, algo em torno de 25 pessoas. Segundo James Freitas, não há pessoa jurídica por trás do blog, trata-se realmente da iniciativa de amigos para a criação de um novo espaço jornalístico na internet. Para fins de estudo, apenas os textos dos recém-formados serão analisados; Vivicious 11 : da jornalista Viviam Alcalde. Este blog foi criado em agosto de 2008 enquanto ela também era estudante. Ele, o blog, mistura, além de um 4 PENA, Felipe; Teoria do jornalismo. 2. reimpressão: São Paulo: Editora Contexto, FERRARI, Pollyana; Jornalismo digital. São Paulo: Editora Contexto, ORDUÑA, Octavio I. Rojas... [et al.]; Blogs:revolucionando os meios de comunicação; tradução Vertice Translate; revisão técnica Ana Carmem Thereza Faschini. São Paulo: Thomson Learning, Disponível em:< Acesso em 14/4/ Disponível em < >. Acesso em 07/4/ Disponível em < >. Acesso em 07/4/ Disponível em < >. Acesso em 07/4/ Disponível em < >. Acesso em 07/4/09. 2

8 gênero tipicamente jornalístico, um estilo da vida pessoal de Alcalde. Segue a descrição da própria sobre o que esperar do blog: Jornalista recém-formada na Unimep (Universidade Metodista de Piracicaba), adora escrever sobre comportamento, estética, tecnologia, e alguns outros assuntos da vida moderna. Um pouco de experiência em jornalismo de web, rádio e jornal impresso. Adotou como hobbie a internet, o design, e a fotografia. Não gosta de formalidades e admira o jornalismo que informa corretamente, sem sensacionalismo, e que adiciona um pouco de entretenimento. Estes dois blogs serão acompanhados no período de 1 de abril a 1 de junho de 2009 para, desta forma, apresentarem os aspectos que poderão defini-los como dignos ou não de credibilidade segundo os conceitos aqui definidos. 3

9 1 A CREDIBILIDADE JORNALÍSTICA 1.1 A autoridade do jornalismo A imprensa é resultado direto das tecnologias nela empregadas, é assim desde o surgimento da prensa de Gutenberg no século XV. A impressão em papel, uma tecnologia revolucionária para a época, criou a possibilidade de circulação de textos opinativos, literários e as notícias, estas últimas, a matéria-prima do jornalismo. Mas, por que as pessoas começaram a acreditar na veracidade das informações daqueles primeiros papéis impressos? Segundo Rangel 12, o processo é marcado pela construção da confiança por parte dos leitores no meio recém-surgido. Graças à estrutura que nascia para manter a circulação das notícias, que veio a se transformar nas sucursais, redações organizadas em vários lugares para que se tenha acesso primeiro e melhor a um fato, as informações transmitidas passaram a contar com a confiança da população. A idéia de que os jornalistas estariam sempre no lugar certo quando algo acontece e que investigam o suficiente para descobrir o que de fato acorreu foi decisiva para o processo de confiabilidade no novo meio. A legitimidade do jornalista enquanto autoridade, como se fosse um deus, garantida pela onipotência e onisciência que parecem ter, é à base da relação de credibilidade. Para Eugêncio Bucci 13, a imprensa é a materialização de uma relação de confiança, e não simplesmente um serviço de fornecimento de produtos informativos para o consumo. E explica, posteriormente, como funciona a relação: Uma revista ou um jornal tem leitores porque tem credibilidade. A credibilidade é produzida com qualidade editorial, e pressupõe conhecer o leitor, atender suas necessidades e antecipar-se a elas, fazer valer seus direitos, defendê-lo, informá-lo com exclusividade e em primeira mão, escrever numa linguagem que ele entenda e goste, com a qual ele aprenda e se divirta. Daí nasce uma relação de confiança. 12 RANGEL,M.B.. A Construção da Autoridade Jornalística: Onisciência e Onipresença Fundamentando o Poder Simbólico do Jornalista. In: LAUX, Ana Paula França. Blogs jornalísticos e credibilidade: cinco casos brasileiros, in: revista Communicare, Vol. 6, nº 2 2º semestre de BUCCI, Eugênio; Sobre ética e imprensa. São Paulo: Companhia das Letras, (2000: 52 e 66). 4

10 É a relação de credibilidade entre os veículos e as pessoas (o leitor, telespectador e etc.) uma das formas que transforma o jornalismo em algo a parte da literatura e do texto comum, seja ele nos primeiros papéis impressos do século XV, seja agora na rede mundial de computadores chamada internet. Mas os processos de onisciência e onipotência, características dos primeiros jornalistas e que chegam até os dias de hoje, não são suficientes para sustentar o processo de credibilidade proposto por Rangel. Além de estarem no lugar certo e na hora certa, faz-se necessário também a atitude certa em relação aos fatos. Os princípios de objetividade e veracidade dos acontecimentos, esperadas dos jornalistas, são decisivos para a construção da credibilidade. Se isso não acontece, tem-se a manipulação O que é um jornalismo de manipulação Para o sociólogo, jornalista e fundador, entre outros, do Partido dos Trabalhadores, Perseu Abramo, uma das principais características do jornalismo realizado pelos órgãos de imprensa atuais é a manipulação 14. Apesar de o sociólogo ter falecido em 1996 e o ensaio em que é baseado este subcapítulo seja de 1988, a afirmação ainda se sustenta, uma vez que a configuração dos principais meios de comunicação brasileiros e seus proprietários pouco se alterou de lá para cá. Palavras dele: O principal efeito dessa manipulação é que os órgãos de imprensa não refletem a realidade. A maior parte do material que a imprensa oferece ao público tem algum tipo de relação com a realidade. Mas essa relação é indireta. (...) É uma realidade artificial, não-real, irreal, criada e desenvolvida pela imprensa e apresentada no lugar da realidade real. A relação entre imprensa e realidade é parecida com aquela entre um espelho deformado e um objeto que ele aparentemente reflete: a imagem do espelho tem algo a ver com o objeto, mas não só não é o objeto como também não é a sua imagem; é a imagem de outro objeto que não corresponde ao objeto real ABRAMO, Perseu ( ). Padrões de manipulação na grande imprensa. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, (2003: 23). 15 Idem. 5

11 Para defender o seu ponto de vista, Abramo traça neste mesmo ensaio uma série de linhas sobre o jornalismo manipulador. São, segundo Abramo, padrões sutis que o jornalismo utiliza para conduzir a notícia, a matéria e a reportagem para determinados fins que interessam apenas a alguns poucos. São alguns padrões citados pelo ensaio: Padrão de ocultação 16 : É o padrão que separa o que será e o que não será publicado. Alguns pontos e alguns ângulos ajudam a construir uma matéria jornalística. Tudo é divido como jornalístico e não-jornalístico. Abramo é categórico neste ponto específico: Não se trata de fruto do desconhecimento, e nem mesmo de mera omissão diante do real, É, ao contrário, um deliberado silêncio militante sobre determinados fatos da realidade 17. Padrão de fragmentação 18 : este é conhecido como a descontextualização da informação. Para manipular neste sentido, basta pinçar uma informação de um contexto geral, explicitá-la e dar-lhe nova re-significação. Veja o que diz o ensaio: (...) Isolados como particularidades de um fato, o dado, a informação, a declaração perdem todo o seu significado original e real para permanecer no limbo, sem significado aparente, ou receber outro significado, diferente ou mesmo antagônico ao significado real original. 19 Padrão de inversão e suas diversas subformas 20, como inversão da relevância dos aspectos, dando a aspectos menores, maior relevância e vice-versa. Padrão global para rádio e televisão 21, sendo global aqui entendido como total. Para Perseu Abramo, as matérias de rádio e TV seguem o mesmo roteiro 16 Ibidem. p Ibidem. 18 Ibidem. p Ibidem. p Ibidem. p. 28: Ibidem. p. 35:36. 6

12 comum: o problema acontece, afeta a vida das pessoas, elas dão depoimentos, a autoridade é contatada e tudo resolve, desestimulando o povo da ação autônoma. Na visão do autor do ensaio, todos os padrões acima citados servem para um único fim: a manutenção do poder acumulado pelos órgãos de comunicação 22, o que iguala os órgãos de imprensa a partidos políticos: Assim, é sustentável a afirmação pelo menos em caráter de hipótese de trabalho de que os órgãos de comunicação se transformaram em novos órgãos de poder, em órgãos político-partidários, e é por isso que eles precisam recriar a realidade onde exercem esse poder, e para recriar a realidade precisam manipular as informações. A manipulação, assim, tornase uma necessidade da empresa de comunicação, mas, como a empresa não foi criada nem organizada para exercer diretamente o poder, ela procura transformar-se em partido político. 23 Os métodos que desviam a imprensa da autoridade proposta por Rangel fazem o leitor desconfiar da informação dos órgãos de informação 24. Varela afirma que A crise de credibilidade do jornalismo e a rebelião contra grandes meios e seus interesses econômicos, institucionais, políticos etc. alimentam a revolta do público 25. Em parte, o poeta Carlos Drummond de Andrade fala em seu poema A Flor e a Náusea sobre o ódio aos jornalistas que, de certa forma, não perseguem a credibilidade: [...] Todos os homens voltam para casa. Estão menos livres mas levam jornais E soletram o mundo, sabendo que o perdem. Crimes da terra, como perdoá-los? 22 Ibidem. p Ibidem. 24 In: LAUX, Ana Paula França. Blogs jornalísticos e credibilidade: cinco casos brasileiros : revista Communicare, Vol. 6, nº 2 2º semestre de ORDUÑA, Octavio I. Rojas... [et al.]; Blogs:revolucionando os meios de comunicação; tradução Vertice Translate; revisão técnica Ana Carmem Thereza Faschini. São Paulo: Thomson Learning, (2007: 53). 7

13 Tomei parte em muitos, outros escondi Alguns achei belo, foram publicados. Crimes suaves, que ajudam a viver. Ração diária de erro, distribuída em casa. Os ferozes padeiros do mal. Os ferozes leiteiros do mal (o grifo é meu) [...] Os elementos do jornalismo Foi em um sábado chuvoso de junho de 1997, quando vinte e quatro jornalistas se reuniram no Harvard Faculty Club. Nesse encontro estavam alguns editores dos principais jornais americanos, nomes influentes da televisão e do rádio, além de professores de jornalismo e escritores. O objetivo do encontro era, e ainda é, fazer com que o jornalismo volte a ser um serviço público relevante para a população. A partir desse dia, nasceram o Comitê dos Jornalistas Preocupados, e, pelas mãos de Bill Kovach e Tom Rosenstiel, o livro Os elementos do jornalismo o que os jornalistas devem saber e o público exigir 27, um tratado sobre os fundamentos da credibilidade do jornalismo, que será usada como base neste trabalho para analisar os blogs envolvidos no estudo de caso. Naquele sábado chuvoso, a grande preocupação dos vinte e quatro jornalistas ali reunidos era, entre outras, a descrença cada vez maior da população dos Estados Unidos com os jornalistas. Alguns anos depois, a descrença só aumentaria: (...) o público desconfiava mais e mais dos jornalistas, chegando até a odiálos. E a coisa ficaria ainda pior. Por volta de 1999, somente 21 por cento dos americanos achavam que a imprensa de fato estava preocupada com as pessoas, contra 41 por cento em 1985 (Comitê dos Jornalistas Preocupados e Pew Research Center for the People and the Press, Strinking the Balance: Audience interests, Business Pressures and Journalist s Values - março de 1999, p 79). Só 58 por cento respeitavam o papel de vigilância da imprensa, contra 67 por cento em Menos da metade, 45 por cento, acreditava que 26 ANDRADE, Carlos Drummond de ( ). Literatura comentada : São Paulo. Editora Nova Cultural, p Op. cit. 8

14 a imprensa protegia a democracia. Esse número era dez pontos percentuais mais altos em O cenário de descrédito dos cidadãos com o jornalismo, embora não seja o objeto principal deste estudo, ajudará a entender adiante porque o fenômeno blog ganha tanta força e tanto espaço em tão pouco tempo. Muitas reuniões e muitos sábados chuvosos serviram para que o assunto fosse melhor detalhado por vários jornalistas em diversos locais nos Estados Unidos. Na tentativa de reverter o processo de descrédito em queda livre do jornalismo, Kovach e Rosenstiel apresentaram os pilares do que de fato deve ser um jornalismo de credibilidade: 1. A primeira obrigação do jornalismo é com a verdade. 2. Sua lealdade é com os cidadãos. 3. Sua essência é a disciplina de verificação. 4. Seus praticantes devem manter independência daqueles a quem cobrem. 5. O jornalismo deve ser um monitor independente do poder. 6. O jornalismo deve abrir espaço para a crítica e o compromisso público. 7. O jornalismo deve empenhar-se para apresentar o que é significativo de forma interessante e relevante. 8. O jornalismo deve apresentar as notícias de forma compreensível e proporcional. 9. Os jornalistas devem ser livres para trabalhar de acordo com sua consciência. 29 E a máxima: A principal finalidade do jornalismo é fornecer aos cidadãos as informações de que necessitam para serem livres e se autogovernar KOVACH, Bill; ROSENTIEL, Tom. Os elementos do jornalismo o que os jornalistas devem saber e o público exigir. 2. ed: Geração editorial, (2004 : 19). 29 Idem. p Ibidem. p

15 Para os autores, a idéia de verdade está ligada aos fatos aceitos por uma ordem social em um determinado período de tempo: (...) É importante lembrar que o jornalismo existe dentro de um contexto social. Cidadãos e sociedades dependem e precisam, para funcionar, de um relato preciso e confiável dos fatos. Desenvolvem procedimentos e processos para chegar a esse ponto, o que poderíamos chamar de verdade funcional. A polícia persegue e prende suspeitos baseados em fatos. Os juízes presidem julgamentos. Os jurados dão veredictos de culpa ou inocência (...) Todas as essas verdades, incluindo as leis da ciência, estão sujeitas a revisão, mas enquanto isso nos orientamos por elas porque são necessárias e funcionam. É isso que o jornalismo procura uma forma prática e funcional da verdade. 31 A lealdade para com os cidadãos é a pedra de toque do exercício jornalístico, escorada no conceito que a profissão tem de ser uma das colunas que estruturam a democracia e a liberdade. Kovach e Rosenstiel defendem tal ponto de vista, explicando que dessa forma se atinge a credibilidade: (...) a noção de que os jornalistas não devem encontrar obstáculos na hora de cavar a informação e contá-la com veracidade mesmo à custa de outros interesses financeiros do dono do jornal é um pré-requisito para dar as notícias não só com exatidão, mas também de forma convincente. É dessa maneira que nós, cidadãos, acreditamos numa empresa jornalística. É essa a fonte de sua credibilidade. 32 A disciplina de verificação, mais popularmente conhecida por checagem, é outra fonte que trás crédito ao jornalismo. Nada mais destruidor para o prestígio de um veículo de comunicação que publicar uma informação errada por falta de conferência. A disciplina de verificação é diretamente proporcional a credibilidade de um veículo de comunicação, sendo passível de ser mensurada em jornais impressos, revistas, rádio, televisão e até mesmo em um blog. O ponto de número quatro certamente será aquele em que os blogs se sairão melhor. Existem blogs coletivos, um deles será objeto de estudo deste trabalho, mas o fato é que a maioria dos blogs jornalísticos é individual. Isso faz com que a idéia de 31 Ibidem. p Ibidem. p

16 independência em relação ao veículo proposta por Kovach e Rosenstiel seja mais facilmente praticável em uma empresa de apenas um elemento. No estudo de caso, um item que vale a pena ser analisado: apesar de gratuitos, os blogs demandam assinatura de contratos, que na maioria das vezes poucos lêem. Os contratos padrão dos dois blogs que aqui serão estudados darão, certamente, uma boa pista se a independência total dos blogs é real ou mais um mito. O jornalismo deve ser um monitor independente do poder, este é o próximo ponto da lista dos autores. Em primeiro plano, o conceito de poder não está apenas ligado a órgãos governamentais: O princípio guardião (do jornalismo) significa muito mais do que simplesmente uma forma de monitorar as ações do governo, pois na verdade se estende a todas as instituições poderosas da sociedade. 33 Sobre espaço para críticas, o conceito é claro por si só, mas sobre compromisso público, significativo e relevante, os autores explicam que: Jornalismo é contar uma história com uma finalidade. A finalidade é fornecer às pessoas informação que precisam para entender o mundo. O primeiro desafio é encontrar a informação que as pessoas precisam para tocar suas vidas. O segundo desafio é tornar essa informação significativa, relevante e envolvente. 34 Kovach e Rosenstiel entendem como proporcional, a relação de construção emotiva da notícia com o fato em si: um relato do dia que contém somente o aspecto sério e momentâneo, sem nenhum toque leve ou humano, acaba desequilibrado. 35 O último item, a consciência do jornalista, certamente será o mais difícil de provar cientificamente, pois se trata, na maioria dos casos, de um padrão subjetivo de escolhas. Para finalizar este capítulo, as palavras de Linda Foley, presidente do Sindicato dos Jornalistas Americanos em 1998 dão a clara mensuração da credibilidade no processo jornalístico: 33 Ibidem. p Ibidem. p Ibidem. p

17 É a credibilidade, mais do que a objetividade, o importante para nós na indústria... Deve existir uma cultura nas redações que permita aos jornalistas dispor de liberdade para se manifestar de forma aberta (Linda Foley, num fórum do Comitê dos Jornalistas Preocupados, Ann Arbor, Michigan, 2 de fevereiro de 1998) In: KOVACH, Bill; ROSENTIEL, Tom. Os elementos do jornalismo o que os jornalistas devem saber e o público exigir. 2. ed: Geração editorial, (2004 : 281). 12

18 2 A REPUTAÇÃO 2.1 A reputação e a credibilidade jornalística Reputação e credibilidade jornalística são faces da mesma moeda desde o início dos primeiros periódicos. A relação entre ambas é tão próxima que podem ser sintetizadas em uma única palavra: confiança. Ao falar sobre a credibilidade da imprensa, Bucci afirma: [...] a imprensa é a materialização de uma relação de confiança, e não simplesmente um serviço de fornecimento de produtos informativos para o consumo. O relato jornalístico precisa guardar um mínimo de confiabilidade um mínimo sem o qual a autoridade da imprensa estará perdida [...] 37 Ainda de acordo com Bucci, a credibilidade é o maior patrimônio do jornalista e é o elemento que legitima o fazer profissional: A confiabilidade e a credibilidade advêm da atitude, em relação aos fatos e ao público, daqueles encarregados de relatar os fatos a esse mesmo público. 38 Varela concorda com Bucci ao afirmar: O fundamento da autoridade é a confiança, o pacto implícito entre quem publica e sua audiência. Essa noção de pacto originário está presente em toda teoria do jornalismo desde o seu início O manifesto para a reputação Em pesquisa realizada em 2006, James Baetke afirmou que entre 10 e 15 milhões de blogueiros em todo mundo batalham para se afirmar como verdadeiros jornalistas 40. Varela fala que a quantidade de blogs dobrava a cada 236 dias 41. Em 37 BUCCI, Eugênio; Sobre ética e imprensa. São Paulo: Companhia das Letras, (2000: 52). 38 Idem. p ORDUÑA, Octavio I. Rojas... [et al.]; Blogs:revolucionando os meios de comunicação; tradução Vertice Translate; revisão técnica Ana Carmem Thereza Faschini. São Paulo: Thomson Learning, (2007: 61). 40 In: LAUX, Ana Paula França. Blogs jornalísticos e credibilidade: cinco casos brasileiros : revista Communicare, Vol. 6, nº 2 2º semestre de

19 uma conta simples, em apenas três anos, o número de jornalistas-blogueiros passou para algo entre 120 e 180 milhões. Em um universo tão amplo de fontes de informação, como destacar-se? A resposta vem dos pesquisadores Hassan Masum and Yi Cheng Zhang e o Manifesto para a Sociedade da Reputação 42. Laux explica que na sociedade atual a reputação ainda é ligada ao especialista, ao intelectual e ao organizador 43. Nos novos moldes propostos por Masum e Zhang, as ferramentas da informática e da internet é que forneceriam um valor de reputação, uma espécie de moeda de troca que auxiliará os usuários a encontrarem exatamente aquilo que desejam eu um universo sobrecarregado de informações. No novo modelo, cada indivíduo torna-se responsável em construir a reputação de uma determinada página na internet. Afirmam os autores: Com isso, cada vez que usássemos tais critérios, não trabalharíamos mais com dados crus, e partiríamos para informações já consolidadas e com credibilidade, economizando esforços e tempo. 44 Um mecanismo de reputação semelhante ao proposto pelos autores é utilizado nas páginas de leilões virtuais. No Mercado Livre 45, um site brasileiro especializado em leilões pela internet, ao lado do nome do anunciante do produto sempre estão suas referências, sejam elas negativas ou positivas, postadas por aqueles que anteriormente já fizeram negócios com essa pessoa. Trazendo este conceito de reputabilidade para os blogs, conceito este que já existe no jornalismo como foi explicado, é possível para qualquer jornalista recém-graduado criar seu blog no universo online e ter sucesso na nova empreitada. O que fica reservado ao futuro é saber como a reputação de um blog será convertida em ganho financeiro, o que não é o objeto deste estudo. 41 ORDUÑA, Octavio I. Rojas... [et al.]; Blogs:revolucionando os meios de comunicação; tradução Vertice Translate; revisão técnica Ana Carmem Thereza Faschini. São Paulo: Thomson Learning, (2007: 66). 42 Disponível em inglês: <http://www.firstmonday.org/issues/issues9_7/masum>. Acesso em 14/4/ Idem. p Idem. 45 Disponível em < >. Acesso em 08/8/

20 O que a ferramenta de reputação de Masun e Zhang propõe é criar uma espécie de filtro (gatekeeping em inglês), que tenta direcionar a informação postada na internet (textos, vídeos e sons) para aqueles que realmente a desejam. Um conceito semelhante de filtragens já é aplicado ao jornalismo. 2.3 O gatekeeper e a reputação Elaborado em 1947 pelo psicólogo Kurt Lewin, o conceito de gatekeeper originalmente foi criado para estudar os problemas ligados à modificação de hábitos alimentares em um determinado grupo social. O que o psicólogo percebeu é que existem canais por onde flui uma seqüência de acontecimentos relativos a um tema e esses canais desembocam em um filtro, uma espécie de cancela ou portão (gate em inglês), controlado por alguém (o gatekeeper) que decide qual informação prosseguirá adiante. 46 David Manning White utilizou o gatekeeper no jornalismo em 1950 para detectar os pontos que serviam como cancelas para a informação. Para isso, White acompanhou durante uma semana um jornalista com 25 anos de profissão, morador de uma cidade com 100 mil habitantes e responsável por selecionar quais notícias seriam publicadas naquele jornal 47. Há mais de 50 anos, a função de gatekeeper, como estudado por White, era exercida diretamente pelo jornalista. Com a nova Sociedade da Reputação proposta por Masun e Zhang, a função e o poder do gatekeeper vão para as mãos dos consumidores de notícias. Em um universo online com mais de 100 milhões de jornalistas-blogueiros, o filtro ditado pelos consumidores passa a dar um valor mensurável ao conteúdo produzido nesses blogs. Para os recém-graduados que começam a carreira em um blog, a credibilidade e a reputação, auferidas pelos filtros dos consumidores de notícias, serão decisivas para o sucesso destes blogs enquanto produtos jornalísticos. 46 PENA, Felipe; Teoria do jornalismo. 2. reimpressão: São Paulo: Editora Contexto, (2008: 134). 47 Idem. 15

21 2.4 Dell computadores: um estudo de caso 48 Ao contrário do que se pode imaginar, os conceitos de reputação propostos por Masun e Zhang não são para um futuro longínquo como aqueles dos filmes de ficção científica. A credibilidade na internet é um fator de preocupação entre as empresas já nos dias de hoje. Negligenciá-la é um perigo para os negócios. Um caso que ilustra bem o fato é o da Dell Computadores. Tudo começou com um jornalista-blogueiro americano chamado Jeff Jarvis. Criador de um blog chamado Buzz Machine, seu nome era mais um no universo blogueiro a comentar sobre mídia online e o futuro do jornalismo. As coisas começaram a mudar quando Jarvis comprou um laptop (computador portátil) da marca Dell, uma das mais importantes fabricantes de computadores do mundo. Como a máquina veio com problema e a Dell não resolvia tal problema, Jarvis resolveu partilhar sua experiência na internet em um blog. Usando de ironia, o jornalista chamou o caso de Dell Hell (Dell do Inferno, em inglês). A partir daí a imagem da empresa da sólida empresa de computadores sofreu drásticas transformações. Até o final de 2007, quem digitasse o nome Dell no buscador de sites Google 49 encontraria 5 milhões de resultados relacionados à expressão Dell Hell, quase todos escritos por consumidores insatisfeitos com a empresa. Em um recente encontro, Bob Pearson, vicepresidente da Dell, lamentou: O Google hoje é a nossa mais importante página na internet. Empresas de todo o mundo têm vivido situações semelhantes na internet e os grandes responsáveis são os sites de buscas. Ao mesmo tempo em que esses sites dão visibilidade para as empresas, também expõem corporações a enxurradas de críticas vindas de blogs e outras páginas da internet. Nos Estados Unidos já existem agências de publicidade especializadas em lidar com este outro lado da rede mundial de computadores e trabalhar a imagem das empresas nos buscadores de sites. Esta atividade é conhecida como SEO (Searching 48 BARCELLOS, Paula; Na esteira do Google, in: revista Exame, Edição 922, ano 42, nº 13 16/7/ Disponível em < >. Acesso em 08/8/

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