Entendendo o Conectiva Linux

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1 Anterior Entendendo o Conectiva Linux Próxima Prefácio A capacidade de transmitir uma informação para qualquer pessoa em qualquer lugar e a qualquer momento é uma das maiores conquistas da humanidade, em todos os tempos. Todas as inovações tecnológicas têm buscado facilitar a capacidade de comunicação, seja reduzindo o tamanho dos equipamentos utilizados, seja adaptando-os às hostilidades ambientais ou ainda, através da criação de novos métodos, como a telefonia móvel e os computadores portáteis. Assimilamos essas novidades rapidamente e acostumamo-nos com elas a tal ponto de não mais conseguirmos imaginar como seria o mundo atual sem essas inovações. Esse livro tem por objetivo trazer um pouco mais de luz à tarefa de administrar um servidor Internet/ Intranet para que essa acessibilidade seja garantida. Os autores têm ampla experiência na área e com os serviços sobre os quais se dispõem a tratar neste livro, trabalhando com Linux em seu cotidiano, podendo trazer uma linguagem mais adaptada ao público e às condições nacionais. A idéia de escrever em capítulos curtos e separar o livro por partes, de acordo com o que é apresentado, procura trazer uma maior dinâmica à leitura e facilitar a busca por informações específicas. O Capítulo 1 descreve alguns conceitos que servem como base para a leitura do livro. São conceitos muitas vezes desconhecidos ou confundidos, mas que são importantes para uma melhor compreensão do mundo Linux. O aplicativo que será descrito no Capítulo 2 é o Linuxconf, o configurador geral do sistema. Sua estrutura e opções serão detalhadas neste capítulo. O Capítulo 3 explica toda a estrutura de usuários e grupos encontrados em um sistema, suas importâncias e de que forma é possível trabalhar com eles. Gerenciar usuários, acrescentá-los ao sistema, organizá-los e até fazer a recuperação de antigos usuários do sistema, serão tópicos abordados neste capítulo. No Capítulo 4 serão descritos conceitos fundamentais de arquivos, diretórios e dispositivos. Dono e grupo dos arquivos, permissões, métodos de alteração, como proteger o sistema usando estes recursos e a automatização de processos executados em sistemas de arquivos serão assuntos estudados neste capítulo.

2 Um conceito importante que um administrador deve conhecer é o conceito de serviço. No Capítulo 5 pode-se encontrar uma boa definição de serviço, como inicializar e parar serviços e quais são os principais serviços existentes em um sistema Linux. A interação entre o software e o hardware deve ser perfeita para que um sistema funcione. O Capítulo 6 fornece uma descrição de como os dispositivos são tratados no Linux e como a interação hardware/ software é feita, e o Capítulo 7 mostra com clareza um dos principais problemas enfrentados por administradores de sistemas Linux: a configuração de dispositivos. O Capítulo 8 trata de um dos temas mais importantes de um sistema Linux: o XFree86. Você poderá ter uma definição mais exata de qual a sua função e quais suas principais características e opções. O Linux é um sistema baseado em pacotes. O Capítulo 9 mostra como gerenciar estes pacotes, instalar novos, removê-los e fazer pesquisas. Todo o sistema de inicialização será relatado no Capítulo 10. Arquivos fundamentais para o processo, alterações nestes arquivos e como trabalhar com os diferentes níveis de inicialização serão explicados neste capítulo. O próximo capítulo (Capítulo 11) trata do processo de recuperação do sistema, mostrando como é possível localizar e corrigir possíveis erros do sistema. O centro de um sistema Linux é o chamado kernel. No Capítulo 12 ele é discutido com detalhes teóricos tais como sua atualização, seu módulos, enfim, conceitos importantes para o seu entendimento. No Capítulo 13 serão mostrados alguns costumes adotados por bons administradores de sistema, ações que ajudam a evitar falhas na segurança, perdas de dados ou desorganização das estruturas de arquivos, usuários e grupos. Esperamos que a informação deste guia possa esclarecer muitas de suas dúvidas e também possa ajudálo a participar da revolução que a informática viabiliza no dia-a-dia. Anterior Principal Próxima Entendendo o Conectiva Linux Básico

3 Anterior Entendendo o Conectiva Linux Próxima Capítulo 1. Básico Índice Definindo o Linux O surgimento do Linux Distribuições Linux Visão geral do sistema operacional Linux Neste capítulo será feito um estudo sobre o Linux e suas principais características. Definindo o Linux De maneira simples pode-se dizer que o Linux é um sistema operacional multiusuário, multitarefa e multiprocessado, de livre distribuição, baseado no sistema operacional UNIX - o nome Linux vem do nome de seu criador, o finlandês Linus Torvalds. Mas o que tudo isso quer dizer? Ser multiusuário significa que é possível várias pessoas utilizarem o mesmo computador ao mesmo tempo, através de conexões remotas ou de terminais. Esse conceito é particularmente importante, pois, mesmo que apenas uma pessoa utilize o computador os vários processos (programas) que estão rodando nele podem pertencer a usuários diferentes, com permissões diferentes. Multitarefa significa que o Linux é capaz de executar diversos programas ou serviços ao mesmo tempo, ou seja, é possível rodar simultaneamente um servidor web, um servidor de e um banco de dados. E tudo isso de maneira eficiente e transparente ao usuário. Multiprocessado se refere ao fato de que o Linux pode ser instalado em máquinas com mais de um processador e é capaz de utilizar de maneira inteligente esses vários processadores, de maneira o obter a melhor desempenho possível. E por fim, livre distribuição significa que o Linux pode ser copiado e distribuído sem que se tenha que comprar licenças ou pagar por isso. Além do mais, os códigos-fontes do sistema estão ao alcance de quem quiser vê-los e modificá-los. Além disso, o Linux possui capacidades avançadas de rede. Uma vez que o desenvolvimento do Linux se deu através da colaboração pela Internet, o suporte a rede entrou em um estágio bastante cedo do

4 desenvolvimento do Linux. O Linux tem sido usado por centenas de laboratórios de informática de universidades e empresas, além de um grande número de entusiastas que auxiliam a melhorar o sistema. Todas essas pessoas procuram um servidor confiável e com bom desempenho de rede nas mais diversas situações. O Linux suporta os mais diversos protocolos utilizados na Internet, como , News, Gopher, Telnet, WWW, FTP, Talk, POP, NTP, IRC, NFS, DNS, NIS, SNMP, Kerberos, WAIS e muitos outros. O Linux pode operar como um cliente ou como servidor de qualquer um dos protocolos citados acima. O Linux pode se integrar facilmente à sua rede local, não importando a combinação de sistemas que já estejam sendo utilizados, pois ele é capaz de usar os protocolos de comunicação nativos do Macintosh, DOS, Windows, Windows NT, Novell e OS/2, entre outros. O surgimento do Linux O Linux foi criado por um jovem estudante de Ciência da Computação da Universidade de Helsinque, na Finlândia, chamado Linus Torvalds. O Linux foi inicialmente concebido como uma alternativa aos caros sistemas UNIX da época. A primeira versão pública do kernel do Linux (a versão 0.02) foi distribuída em 1991 pela Internet, juntamente com o seu código-fonte. A idéia de lançar o Linux seguindo a licença GPL[1], um tipo de licença que garante que um software possa ser distribuído e copiado livremente, juntamente com o seu código-fonte, se mostrou bastante acertada, e uma verdadeira legião de programadores começou a contribuir através da Internet para o desenvolvimento do sistema. Linus Torvalds criou apenas o kernel do sistema. Muitos dos aplicativos que acompanham o kernel, como compiladores e editores de texto, foram criados pela GNU[2]; por isso, é comum se referir ao sistema como GNU/Linux. Embora o mais correto seja utilizar o termo Linux para se referir apenas ao kernel, será adotado ao longo desse livro, o termo Linux para identificar o sistema como um todo. Software Livre, freeware, shareware e software Comercial Vamos aqui abrir um parênteses para uma pequena explicação do que vem a ser cada um dos termos citados. O termo software livre, algumas vezes também chamado de livre distribuição, é usado para designar o software que pode ser livremente copiado e que possui código fonte disponível para quem quiser vê-lo e alterá-lo. Existem várias tipos de licença de software livre, sendo a mais comum delas a já citada GPL (para saber mais sobre ela consulte o site da GNU ).

5 Freeware é o software que é gratuito apenas, ou seja, embora não se pague nada para usá-lo, não se tem acesso ao código-fonte e não se pode alterá-lo de acordo com as necessidades. Shareware é uma modalidade de distribuição e comercialização de software, onde o software pode ser livremente copiado, mas ele funciona em um modo "demonstração" por determinado período de tempo. O usuário deve então, após esse período de tempo, comprar o software e ao fazer isso adquirir uma chave (normalmente um número serial) que desbloqueia as funções não disponíveis no modo demonstração. O software comercial é aquele produzido e comercializado por uma determinada empresa, pelo qual o usuário deve adquirir uma licença de uso, e normalmente tem o seu código-fonte não disponível. Distribuições Linux Como será mostrado adiante, o Linux pode ser composto por um grande número de programas; logo, surgiu a necessidade de se agrupar esses programas de forma coerente e funcional, e de criar mecanismos que permitissem o gerenciamento deles; é aí que entra o conceito de distribuições Linux. Uma distribuição Linux é o conjunto dos vários programas que compõem o Linux, o kernel e, com freqüência, um sistema gerenciador de programas e um instalador. As distribuições Linux podem ser tão pequenas a ponto de caber em apenas alguns disquetes ou grandes e completas a ponto de utilizar vários CDs. A distribuição Conectiva Linux é a primeira distribuição em português e totalmente voltada para o mercado latino-americano, contando também com versões em espanhol e inglês. Além do mais, é função de uma distribuição reunir os programas criados por programadores dos mais diversos lugares do mundo, compilá-los e testá-los. Visão geral do sistema operacional Linux O sistema operacional Linux é composto pelo kernel, aplicações de sistema e aplicações de usuário. O kernel do Linux Embora o kernel seja uma parte importante do Linux, ele sozinho não constitui o sistema GNU/Linux. O kernel é o "núcleo" do sistema e é responsável pelas funções de mais baixo nível, como o gerenciamento de memória, gerenciamento de processos e da CPU. O kernel também é o responsável pelo suporte aos sistemas de arquivos, dispositivos e periféricos conectados ao computador, como placas SCSI, placas de rede, de som, portas seriais, etc. Chamamos de Linux o conjunto do kernel e demais programas, como shells, compiladores, bibliotecas de funções, etc. Algum cuidado deve ser tomado ao se verificar que versão de Linux está sendo utilizada, porque o kernel possui um número de versão e a sua distribuição pode possuir outro. O número que identifica a versão da distribuição é decidido pela empresa responsável pela versão, de acordo com padrões próprios.

6 Já o kernel possui um número de versão composto por 3 partes: um número maior, um número menor e um número de release, e este número é dado pelo grupo de programadores que cuidam do desenvolvimento do kernel. O número de série de seu kernel pode ser facilmente identificado digitandose no prompt o comando uname -r, como no exemplo abaixo: # uname -r cl No exemplo acima, este kernel possui o número maior 2, o menor 4 também e é a vigésima primeira release da série 2.4. Em alguns casos é adicionado também um número que identifica uma compilação feita por uma determinada distribuição (14cl no exemplo, ou seja 14ª compilação da distribuição Conectiva Linux). O número menor é particularmente importante, pois números pares identificam versões de kernel testadas e consideradas estáveis, enquanto que números ímpares identificam versões de desenvolvimento, onde novos recursos estão sendo testados. O kernel do Linux pode ser compilado[3] para se adequar melhor ao tipo de máquina e ao tipo de tarefa que essa máquina vai executar. Por exemplo, se o servidor precisa se comunicar com outras máquinas usando o protocolo IPX, o administrador poderá compilar o kernel com suporte a esse protocolo, ou, se não houver necessidade de usar um determinado tipo de placa de rede, é possível compilar o kernel sem suporte a essa placa, resultando assim em um kernel de menor tamanho. O kernel do Conectiva Linux foi compilado para atender os mais diversos tipos de necessidades e de máquinas, além do mais, é possível incluir novos recursos sem a necessidade de compilar novamente o kernel, através do uso de módulos (veja mais no Capítulo 12). O processo de compilação de um kernel não é muito simples e é recomendado apenas a administradores de sistemas mais experientes. Para saber como se compila um kernel consulte o documento Como fazer kernel. Aplicações do Sistema O kernel faz muito pouco sozinho, uma vez que ele só provê os recursos que são necessários para que outros programas sejam executados. Logo, é necessária a utilização de outros programas para implementar os vários serviços necessários ao sistema operacional. Do "ponto de vista" do kernel, as aplicações do sistema, bem como qualquer outro programa, rodam no que é chamado "modo usuário", logo, a diferença entre aplicações de sistema e aplicações do usuário se dá pelo propósito de cada aplicação. Aplicações do sistema são necessárias para fazer o sistema funcionar, enquanto as aplicações do usuário são todos programas utilizados pelo usuário para realizar uma determinada tarefa (como um processador de texto, por exemplo). Entre as aplicações de sistema podemos citar o init, o getty e o syslog.

7 O init é o primeiro processo lançado após o carregamento do kernel na memória, e é ele o responsável por continuar o processo de boot lançando os outros programas. É o init o responsável, também, por garantir que o getty esteja sendo executado (para que os usuários possam entrar no sistema) e por adotar processos órfãos (processos filhos no qual o pai morreu), pois no Linux todos os processos devem estar em uma mesma árvore, e possuírem um pai (excluindo o processo init, que não tem pai). O getty provê o serviço responsável pelo login dos usuários em terminais textos (virtuais ou não). É ele que lê o nome do usuário e a senha e chama o programa login[4] para validá-los; caso estejam corretos é lançado um shell, caso contrário o processo todo é reiniciado. O syslog é responsável por capturar as mensagens de erro geradas pelo kernel ou por outras aplicações de sistema, e por mostrá-las posteriormente quando o administrador do sistema solicitá-las. Aplicações do usuário As aplicações do usuário são todas aquelas utilizadas pelo usuário para executar uma determinada tarefa. Editores de texto, editores de imagens, navegadores e leitores de se encaixam nessa categoria. O ambiente gráfico No Linux a responsabilidade pelo ambiente gráfico não é do kernel e sim de um programa especial, o XFree86. No entanto, o XFree86 provê apenas as funções de desenho de elementos gráficos e interação com a placa de vídeo. A interação final do usuário com a interface gráfica se dá através de programas gerenciadores de janelas, como o KDE, o WindowMaker e o GNOME, e são eles os responsáveis pela "aparência" do seu Linux. A separação do ambiente gráfico do resto do sistema apresenta muitas vantagens. Como o ambiente gráfico consome recursos do sistema, é possível desativá-lo, principalmente em servidores, resultando assim em um melhor desempenho de outras aplicações, uma vez que o tanto de tempo de CPU que seria utilizado para o XFree86 pode ser utilizado para essas aplicações. Além do mais, o desenvolvimento do ambiente gráfico pode ocorrer de maneira independente ao do kernel. O Linux também pode funcionar em modo texto. Nesse caso a interação com o usuário se dá por meio de um shell, como o Bash, que é capaz de interpretar e executar comandos digitados pelo usuário. Notas [1] General Public License - Licença Pública Geral.

8 [2] GNU é uma sigla recursiva que significa Gnu is Not Unix; é uma organização dedicada à criação de software livre. [3] Compilação é o processo de transformação de um código-fonte em um programa executável. [4] O kernel não se envolve no processo de login. Tudo é feito por outros programas. Anterior Principal Próxima Prefácio Linuxconf

9 Anterior Entendendo o Conectiva Linux Próxima Capítulo 2. Linuxconf Índice Interface do Linuxconf Iniciando o Linuxconf Ambiente do Linuxconf Efetivando as Configurações Ativando ou Desativando Módulos Permissão e Propriedade de Arquivos Arquivos de Configuração Comandos e Programas Residentes Escrevendo Módulos - Shellmod O Linuxconf é um aplicativo avançado de administração para um sistema Linux. Ele centraliza tarefas como configuração do sistema e monitoração dos serviços existentes na máquina. Na verdade, o Linuxconf é um gerenciador de módulos, cada qual responsável por executar uma tarefa específica. Tendo em vista a maneira como o Linuxconf foi projetado, para adicionar uma funcionalidade basta que alguém escreva um novo módulo para executar a tarefa. Com isto, consegue-se uma ferramenta que pode centralizar a configuração de todo o sistema. O presente capítulo é destinado a este aplicativo, onde será descrito o seu ambiente, quais as principais configurações que podem ser feitas através dele, e como sua interface é organizada. Interface do Linuxconf A maioria das interfaces de administração possui uma interface fixa, que não se adapta ao ambiente. Muitas vezes, o administrador pode desejar executar o aplicativo de configuração em um modo que não gaste tanta memória, para que esta possa ser utilizada para outras finalidades. O Linuxconf, entretanto, possui várias interfaces, dependendo da aplicação e do gosto do administrador: Interface texto Interface indispensável, pois pode ser utilizada a qualquer momento, seja via console ou via acesso remoto (telnet ou ssh). Esta interface elimina a necessidade de manter instalado um servidor gráfico X apenas para configurar a máquina. Esta interface é acionada ao se digitar linuxconf em um

10 terminal, caso esteja em modo gráfico, basta abrir um terminal e digitar linuxconf --text. Interface web A possibilidade de configurar uma máquina através de uma interface web é cômoda, pois basta ter acesso a um navegador. Com isto, é possível configurar uma máquina através de praticamente qualquer plataforma de hardware e software, bastando utilizar um navegador. A interface web pode ser acessada através da URL mas para isto você deve primeiramente configurar o Linuxconf para que ele aceite conexões via rede. Interfaces gráficas Interfaces amigáveis para usuários que preferem configurar o sistema através de uma interface gráfica, tendo à sua disposição janelas, caixas de diálogo e botões. Estas interfaces devem ser executadas em um servidor gráfico X, como o XFree86 (servidor gráfico padrão do Linux). Geralmente, as interfaces gráficas contidas nas distribuições que suportam o Linuxconf contêm menus de acesso para o aplicativo. Para executar esta interface, basta abrir um terminal gráfico e executar o comando linuxconf. Nota: É necessário ter o pacote gnome-linuxconf instalado para ter acesso às interfaces gráficas; durante o guia, será utilizada a interface gráfica de árvore de menus (treemenu), e se você desejar desabilitá-la, vá em Controle -> Gerenciamento do Linuxconf -> Módulos, no Linuxconf. Interface de linha de comando Alguns módulos do Linuxconf podem ser utilizados via linha de comando, o que, entre outras possibilidades, permite a sua utilização em scripts. Se você quiser utilizar essa interface, poderá iniciá-la através de dois comandos básicos: linuxconf --status exibe o relatório do que precisa ser feito para sincronizar a configuração do sistema, e o comando linuxconf --update efetua as alterações. Você pode executar o comando linuxconf --help para ver mais detalhes. Você poderá utilizar qualquer uma destas interfaces, dependendo apenas da sua necessidade ou do que há disponível na máquina que está sendo administrada. Iniciando o Linuxconf Como será utilizada a interface gráfica do Linuxconf para demonstrá-lo, ele pode ser executado a qualquer momento através da linha de comando de um terminal (digitando linuxconf na linha de comando) ou pode-se clicar no ícone/menu do ambiente gráfico, sempre como superusuário. No KDE, você pode acessá-lo através do menu K, localizado no painel.

11 A configuração padrão da maioria das distribuições permite que apenas o superusuário acesse o Linuxconf. Esta política foi escolhida por questões de segurança. Para que outros usuários possam executá-lo é necessário que o programa tenha o bit suid habilitado. Para isso, execute o seguinte comando como superusuário: # chmod +s /bin/linuxconf Após ser iniciado, o Linuxconf verifica uma série de configurações, como por exemplo se a variável de ambiente DISPLAY está configurada. Caso todas as configurações estejam corretas, ele será iniciado, conforme mostra a Figura 2-1. Figura 2-1. Interface Inicial do Linuxconf Como pode ser observado, o Linuxconf possui quatro abas: Configuração, Controle, Estado e Tarefas. A primeira trata de configurações relacionadas

12 basicamente a uma rede ou servidor. A aba Controle trata basicamente de padrões e do gerenciamento do próprio Linuxconf; a aba Estado permite a visualização de logs e informações gerais do sistema e a aba Tarefas possui uma série de diálogos que podem ser úteis em algumas configurações mais complexas. Além destas abas, uma tela de status é mostrada, indicando o comportamento da máquina tanto em relação ao software (por exemplo, arquivos e número de usuários) quanto ao hardware (por exemplo, memória e swap utilizados). Se arquivos foram atualizados, surgirá também uma tela na parte inferior do Linuxconf, mostrando o horário e os arquivos atualizados, além das ações feitas. Outra parte importante que deve ser lembrada durante a utilização do Linuxconf é o botão de ajuda. A maioria das telas contém este botão, que possui informações úteis e interessantes para a utilização do Linuxconf e para a configuração do sistema em geral. Porém, como o Linuxconf é um projeto em andamento, algumas telas de ajuda ainda não foram traduzidas para a língua portuguesa, e outras não foram nem mesmo escritas. Portanto, pode aparecer alguma tela de ajuda em inglês, ou alguma mensagem dizendo que o arquivo de ajuda não existe. Ambiente do Linuxconf O Linuxconf oferece o ambiente ideal para a atuação de um administrador. Na aba Configuração são fornecidas opções para a configuração de uma rede de modo geral. A principal opção nesta seção é a opção Rede. Através dela é possível configurar uma máquina na rede, um servidor de rede (para os mais diversos fins), um firewall e pode-se buscar informações sobre a rede e também de outras redes. Vejamos com detalhes cada uma das abas: Tarefas de cliente Aqui é possível configurar uma máquina cliente que será incluída na rede. Para tanto, deve-se configurar o nome da máquina, seu endereço IP e qual o servidor DNS que irá "resolver"[1] sua máquina, que são as configurações básicas. Além disso, são configuradas opções de conexão com a Internet (ADSL, modem - protocolo PPP), com outras redes (roteamento com outras redes, protocolo IPX) ou com a rede interna (cliente LDAP, serviço NIS[2], servidor de utilizando o fetchmail). Tarefas de servidor São fornecidas opções para a configuração de um servidor, para os mais diversos objetivos. É possível configurar, entre outros serviços: Servidor de Arquivos de Rede (NFS); Servidor Web (Apache); Servidor de nomes de domínio (DNS);

13 Servidor de (Postfix); Servidor SSH (openssh); Servidor de Alta Disponibilidade; Servidor SAMBA; Servidor de Serviços Internet (por exemplo, Telnet e FTP); Servidor de Autenticação de usuários (Radius e Portslave); Servidor Proxy (Squid); Esta aba fornece praticamente todas as opções para que se construa qualquer tipo de servidor que se deseje. É possível configurar uma rede TCP/ IP a partir do zero. Serviços de inicialização Firewall Diversos Essas configurações determinam redes com particularidades. Pode ser montada uma rede com boot remoto, onde um servidor com disco rígido serve outras máquinas que não possuem tal dispositivo. Através destas opções pode ser também montado um servidor que utiliza o protocolo RARP (que determina o endereço IP a partir de um endereço físico da rede) e um servidor DHCP/BOOTP, para a configuração de IPs dinamicamente. Opções para a configuração de um firewall, muito importante para a segurança de uma rede. Opção utilizada para configurações adicionais à rede, como um gerador de gráficos para múltiplas rotas (MRTG) e a configuração de acesso ao Linuxconf via rede, além da inclusão de informações sobre outras máquinas ou outras redes. Praticamente uma rede completa pode ser configurada através da opção Rede, incluindo a configuração TCP/IP básica, roteamento, localização do DNS e configuração do ambiente do servidor. A maioria das subseções da aba Configuração são tratadas durante o guia (Usuários, Sistema de Arquivos, Periféricos e Inicialização). Elas tratam de

14 configurações de um modo geral, tanto de cliente como servidor, de rede ou apenas de uma máquina. Além da opção Rede, pode-se utilizar uma espécie de "ajudante" ou wizard, para auxiliar na configuração de uma rede. Esta opção está localizada no menu Tarefas -> Ajudantes Amigáveis -> Configuração básica de rede. A aba Controle define o comportamento do Linuxconf em relação à máquina e em relação a outros aplicativos. Ela também fornece opções de ativação, ou seja, controla atividade de serviços e configurações feitos na aba Configuração. Esta opção é subdividida nas seguintes seções: Painel de Controle Controla execução de tarefas, como inicialização de serviços, montagem de sistema de arquivos e controle de conexões de serviços. Não permite tais configurações, apenas ativa/desativa as mesmas. Gerenciamento do Linuxconf Permite o gerenciamento do Linuxconf em relação a propriedades, permissões, arquivos de configuração e módulos. Esta opção personaliza o Linuxconf. Data & Horário Configura a data e o horário de uma máquina cliente. Gerenciamento de pacotes RPM Permite a instalação ou atualização de pacotes RPM individualmente ou por grupo. Pode-se também fazer pesquisas e ver o estado dos pacotes. A aba Estado permite a visualização do estado do sistema, estado e detalhes sobre o hardware e descrição de registros referentes ao sistema e à inicialização de aplicativos. Por fim, a aba Tarefas fornece assistentes ou wizards, que auxiliam em três tarefas importantes: Configuração básica de rede, Conectando a um PDC e Configuração dialin e dialout (modems). Nota: A barra de menus, na parte superior da janela do Linuxconf, contém itens que podem auxiliar consultas e tarefas. De qualquer forma, as ações fornecidas pela barra de menus podem ser feitas em outras partes do Linuxconf. Efetivando as Configurações

15 Uma das primeiras características a se conhecer do Linuxconf é que muitas das configurações realizadas através dele somente terão efeito quando explicitamente efetivadas. Existem várias maneiras para efetivar estas mudanças. Uma delas é saindo do Linuxconf. Ao sair do programa, após ter efetuado alguma modificação em configurações. Nota: As telas e os procedimentos descritos neste capítulo são baseados na interface gráfica do Linuxconf. A diferença de operação entre uma interface e outra é mínima, portanto você não terá problemas em utilizar quaisquer das outras interfaces, se desejar. A janela apresenta um relatório do que será executado, no caso de você desejar que as configurações sejam feitas. Se você desistir de sair do programa, basta selecionar a opção Volta ao linuxconf, o que fará com que você volte à tela principal do Linuxconf. A opção Não faça nada permite que você saia do programa sem efetuar as alterações, ao contrário da opção Faça isso, através da qual você sai do programa efetivando todas as alterações necessárias. Uma outra maneira de ativar as mudanças na configuração do sistema é através da opçãocontrole -> Painel de Controle -> Ativar a configuração. Ativando ou Desativando Módulos O Linuxconf é composto por vários módulos, cada um com uma função específica. É possível desativar módulos desnecessários ou ativar os existentes para utilização. Acessando o seguinte menu Controle -> Gerenciamento do Linuxconf -> Módulos você terá acesso à lista de módulos (Figura 2-2).

16 Figura 2-2. Lista de Módulos do Linuxconf Esta lista mostra os módulos existentes, sua descrição e uma caixa de verificação (checkbox), que informa se o módulo está ativo. Para confirmar qualquer alteração nesta tela deve-se clicar no botão Aceitar. Permissão e Propriedade de Arquivos O Linuxconf mantém uma base de dados com permissões e propriedades de arquivos e diretórios importantes do sistema. Estas características podem ser encontradas no menu Controle-> Gerenciamento do Linuxconf -> Permissões e propriedades. A primeira tela pede por um prefixo, podendo ser um diretório que contém o arquivo desejado ou o caminho até o arquivo. Após isto, será mostrada uma lista contendo os resultados. Basta escolher o arquivo que se deseja modificar, e será mostrada a tela de edição. Você pode modificar as permissões de leitura, escrita e execução para o usuário (dono do arquivo), para o grupo ao qual o arquivo pertence, ou as permissões para os outros usuários. Além

17 disso, pode também ajustar bits adicionais (Setuid, por exemplo); caso tenha dúvidas sobre estas configurações, verifique o capítulo destinado a arquivos e diretórios, que explica melhor o conceito de permissões. Por exemplo, se você escolher modificar a permissão do arquivo /etc/passwd para 664 (inclui o modo escrita para o grupo), onde 644 é o modo padrão, ao ativar as configurações o Linuxconf irá configurá-lo para este modo. Este exemplo está ilustrado na Figura 2-3.

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