MARCELO NAGY CICLO DE PALESTRAS EM TI

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MARCELO NAGY CICLO DE PALESTRAS EM TI"

Transcrição

1 BIG DATA NA PRÁTICA MARCELO NAGY CICLO DE PALESTRAS EM TI Marcelo Nagy Formação Tecnologias

2 Big Data A era das grandes massas de dados já começou. Usuários são agora fontes de dados. Empresas armazenam incontáveis informações de clientes e milhões de sensores monitoram o mundo real, criando e trocando dados na Internet das coisas. Uma variedade de informações é gerada não só por cientistas, empresas e governos, como acontecia antes, mas também pela população em geral. As arquiteturas em nuvem obrigam indivíduos e organizações a lidam com um verdadeiro dilúvio de dados. Estes dados são úteis? Estes dados estão correlacionados? Como garimpar informações destes dados? Aumento dos dados armazenados estimados pela IDC Fonte: IDC s Digital Universe Study, patrocinado pela EMC, Junho de 2011 Armazenamento em exabytes Curiosidades

3 20 gigabytes tem a coleção de trabalhos do Beethoven 2 terabytes em média uma biblioteca acadêmica 11 petabytes total de mensagens de correio eletrônico em um ano 5 exabytes total de palavras ditas pelos humanos 200 petabytes todo material impresso no mundo Escalas 3 V's Velocidade Volume Variedade Volume + variedade + velocidade de geração de dados são os elementos que compõe o Big Data. Possibilidade de localizar, peneirar e analisar informações úteis.

4 A proposta ambiciosa do Big Data é ajudar empresas a decidir com base em evidências e analisadas continuamente. 3 V's Os sistemas tradicionais atuais não estão preparados para tratar certas coleções de dados: A previsão é que passaremos da faixa de muitos gigabytes (bilhões de bytes) ou poucos terabytes (trilhões) para a faixa de petabytes (milhares de trilhões) ou até mesmo exabytes (milhões de trilhões). Um disco rígido comum tem atual mente em torno de 1 terabyte. O LHC, o maior acelerador de partículas do mundo armazena 15 petabytes por ano de dados na forma original. É o equivalente a 15 mil discos rígidos cheios. Velocidade significa que esses dados são enviados aos nossos sistemas com uma taxa de bytes por intervalo de tem po muito alta. Como saber o que guardar e guardar cada vez mais rápido é o desafio! Guardar informação qualquer que seja permite que, mais tarde, exista uma disponibilidade que pode ser aproveitada em uma oportunidade não identificada previamente. Uma das principais aplicações de ter à disposição uma grande quantidade de dados é descobrir algo novo. Analisando e criando um modelo de execução a partir de exemplos, podemos fazer com que um computador aprenda a reconhecer padrões ou fazer previsões.

5 3 V's Os dados gerados ultrapassam significativamente as capacidades de armazenamento das estruturas. Desta forma, se torna imprescindível a concepção de novos procedimentos para o tratamento de dados. Não é descartada a possibilidade de que novas observações sejam feitas com relação aos mesmos dados. Para comparar todos os pares de uma coleção qualquer (nomes, CPFs, número de telefones, compras, endereços etc.), precisamos gastar um tempo proporcional ao quadrado da quantidade de dados. Variedade significa que os dados aparecem em formas diferentes, facilmente descritos na forma de tabelas, textos, imagens, etc. Precisamos melhorar nossos algoritmos, buscar soluções aproximadas caso contrário, o processamento se torna inviável. Soluções paralelas permitem desempenho superlinear, isto é, o aumento de velocidade é maior do que o aumento do número exigido de processadores. Exemplos de classificação de Big Data Uma apresentação de 40 megabytes representa uma grande massa de dados se não for possível enviá la por correio eletrônico a um colega ou cliente; Uma imagem médica de 1 terabyte representa uma grande massa de dados se não for possível exibi la de forma simples e acurada em uma tela remota em tempo real durante uma consulta médica com um paciente; Um filme de 1 petabyte representa uma grande massa de dados se não for possível editálo a tempo.

6 Big Data no comércio Quantas informações são geradas em cada venda em uma rede de supermercados? E se essas informações forem cruzadas com mensagens em redes sociais sobre mercados, produtos, receitas e notícias na mídia e de cartão de crédito? Raciocinando dessa forma, sistemas que analisam toda essa informação permitem a obtenção tanto de perfis de consumo individualizados quanto da experiência de compra do cliente e seus gastos. Big Data na indústria Um dos fatores que aumentaram a quantidade de dados foi a multiplicação dos sensores de vários tipos de câmeras de alta definição a simples contadores ou termômetros. A maioria das casas já tem equipamentos que fornecem informação aos seus produtores ou provedores de serviço, como computadores, equipamentos de TV a cabo e celulares. Já temos geladeiras ligadas à internet,para informar seu estado ou ritmo de consumo. Isto mostra que Big Data já esta bem próximo do nosso dia a dia.

7 Big Data no Brasil No Brasil, em especial, a indústria de petróleo é grande criadora de dados. Em dezembro do ano passado, o Banco de Dados de Exploração, mantido pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), continha 4,57 petabytes. Os dados desse banco da ANP são usados por várias empresas de petróleo, que produzem ainda mais informação.a partir deles, são gerados imagens e filmes que são analisados e geram textos e relatórios, que, por sua vez, geram investimentos financeiros,

8 movimentos da bolsa e notícias na mídia. Como país de grandes proporções e com uma população de aproximadamente 200 milhões de pessoas, algumas bases de dados aqui já traziam problemas de Big Data antes que esse nome fosse criado. Desafios i) Como adquirir; ii) Armazenar; iii) Processar; iv) Transmitir e disseminar; v) Gerenciar e manter; vi) Arquivar por longo prazo; vii) Garantir a segurança; viii) Treinar pessoas para usá los; ix) Pagar por tudo isso.

9 Ainda podemos adicionar a esses desafios, como entendê los de forma isolada e como relacioná los. Desafios Um desafio importante é entender como esses dados evoluem. Essa tarefa criará, em 2015, segundo a grande empresa norte americana de consultoria Gartner Group, cerca de 4,4 milhões de empregos muitos deles para profissionais capacitados a analisar esses dados, em um mercado mundial avaliado, já para este ano, em US$ 34 bilhões (cerca de R$ 70 bilhões). Grandes empresas de computação já orientam suas linhas de produtos e serviços para atender a esse mercado. Uma questão crítica é como armazená los de forma que possam ser rapidamente encontrados e manipulados.um dos grandes desenvolvimentos tecnológicos em computação do século passado foram os Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBDs). Desafios

10 São eles que permitem que tratemos de forma eficiente milhões de contas bancárias e outros sistemas que basicamente fazem o gerenciamento de transações. Os SGBDs compartilham uma linguagem chamada SQL (sigla, em inglês, para linguagem de consulta estruturada), e o modo de organizar essas tabelas para condições ótimas de acesso é bem conhecida. Com novos tipos de dados, essa tecnologia não é eficiente. Para alguns, o caminho parece ser o que denominamos bancos de dados No SQL ou outros ainda mais especializados. Desafios Outro caminho é a paralelização do processamento. Essa paralelização se dá em muitos níveis, como um computador com vários processadores (chips); em processadores com vários núcleos; ou pela união de computadores para formar uma rede que age como um supercomputador, por exemplo. Há ainda a opção do processamento em nuvem. Propostas como o programa livre Hadoop baseado no MapReduce, um dos mecanismos que fazem o Google funcionar permitem que um problema seja dividido por várias máquinas e, depois, tenha seu resultado agregado em uma máquina central. Exemplos

11 No Japão, uma rede de milhares de sensores permite detectar terremotos e avisar a população. Empresas de cotação de preços, bem como as de vendas pela internet, analisam o perfil dos clientes, para dar sugestões de consumo. Instituições financeiras e governos avaliam milhões de transações financeiras em busca de fraudes. Ética e Big Data Não podemos deixar de lembrar que Big Data também traz à tona novos problemas éticos. O que empresas e governos fazem com tantos dados privados? Que informação pode ser deduzida a partir de dados? O uso das informações que estamos guardando e analisando pode ter resultados não

12 desejados. É famosa a história do caso de um pai que descobriu, por meio da propaganda direcionada de uma rede norte americana de lojas de varejo, que sua filha adolescente estava grávida fato que havia sido detectado pelos algoritmos da empresa. Ética e Big Data A disponibilidade dessas grandes bases de dados e a viabilidade de sua interligação permitem que imaginemos aplicações que salvam ou prejudicam vidas. Fazer

13 um julgamento ético ou moral de uma tecnologia não é questão simples. Melvin Kranzberg ( ), que disse: A tecnologia não é boa nem é má, nem é neutra. Não devemos esquecer o ditado que diz: informação é poder. Clusters Uma solução para agilizar e viabilizar a análise das grandes massas de dados é a partir das arquiteturas em aglomeração (cluster). Escalabilidade, a agilidade e a elasticidade dos recursos são pré requisitos muito importantes para a análise das grandes massas de dados. Uma questão chave, entretanto, é como as arquiteturas em aglomeração podem atingir todas essas características. Considerando, por exemplo, que a Google possua milhões de núcleos de processadores em todos os seus centros de dados, apesar desses componentes falharem com frequência, componentes redundantes fazem com que essas falhas sejam imperceptíveis aos usuários.

14 Hadoop O Hadoop foi desenvolvido para aproveitar os recursos e a estrutura disponível em uma arquitetura em aglomeração (cluster). O objetivo é possibilitar que as aplicações utilizem todo o potencial de um aglomerado ao levar em consideração dois pontos chave: (i) a distribuição dos dados pelo aglomerado, assegurando que os dados estejam distribuídos igualmente; (ii) o desenvolvimento de aplicações que se beneficiem da localização dos dados. Hadoop Esses dois pontos fundamentais levam o projeto do Hadoop a empregar dois mecanismos: Sistema de Arquivos Distribuído (Hadoop Distributed File System HDFS) que é um sistema de arquivos para dividir, espalhar, replicar e gerenciar dados ao longo dos nós em um cluster; Namenode Datanode

15 Hadoop O MapReduce que é um mecanismo computacional para executar aplicações em paralelo. As aplicações são executadas através da divisão em tarefas que manipulam apenas uma parcela dos dados, coletando e redistribuindo resultados intermediários e gerenciando falhas através de todos os nós do aglomerado. JobTracker Coordena todas as tarefas executadas no sistema através da divisão da tarefa em rotinas e para agendar cada uma dessas tarefas para serem executadas em um nó. O JobTracker também mantém informações de todos os nós participantes da computação, monitora os status individuais, orquestra o fluxo de dados e se encarrega de contornar as falhas dos nós; TaskTracker Executam tarefas e enviam relatórios de progresso ao JobTracker. Caso a tarefa falhe, o JobTracker pode reagendá la em um TaskTracker diferente. O TaskTracker mantém informacões de todas as tarefas em execução em seus nós, seja uma tarefa de mapeamento ou redução. Instalação do Hadoop Instalação de um pseudo cluster em uma máquina linux. Alterar os hosts das máquinas

16 para as máquinas poderem se conectar. Instalar o ssh nas máquinas do cluster. Configurar o repositório da cloudera no linux. Instalando sudo apt get install hadoop 0.20 conf pseudo Instala o core do hadoop configurado para rodar em uma máquina. sudo u hdfs hdfs namenode format Formata o NameNode os metadados do namenode ficam na pasta /var/lib/hadoop

17 hdfs/cache/hdfs/dfs/name Configurar o alternatives /etc/hadoop/conf link simbólico para /etc/alternatives/hadoop conf Instalação do Hadoop $ for service in /etc/init.d/hadoophdfs * do sudo $service start done iniciar os serviços da hdfs

18 criar a pasta temporária do hdfs $ sudo u hdfs hadoop fs mkdir /tmp alterar a permissão da pasta para que todos o componentes do hadoop possam utilizá la $ sudo u hdfs hadoop fs chmod R 1777 /tmp criar as pastsas que o mapreduce utilizam e dar suas permissões $ sudo u hdfs hadoop fs mkdir \ /var/lib/hadoophdfs/cache/mapred/mapred/staging Instalação do Hadoop

19 $ sudo u hdfs hadoop fs chmod 1777 \/var/lib/hadoophdfs/cache/mapred/mapred/staging $ sudo u hdfs hadoop fs chown R \mapred /var/lib/hadoophdfs/cache/mapred for service in /etc/init.d/hadoop 0.20 mapreduce * do sudo $service start done iniciar os serviços do MapReduce sudo jps verificar os serviços comandos básicos $ hadoop fs mkdir input

20 $ hadoop fs put shakespeare.txt input $ hadoop fs ls input $ hadoop fs tail input/shakespeare.txt Flume O flume é utilizado para inserir logs no hdfs em real time. Implementa transações. Instalando o flume sudo apt get install flume ng Criando a pasta no hdfs que receberá os logs hadoop fs mkdir flume/collector1 Criando o arquivo de configuração do flume /etc/hadoop/conf/ flume conf.properties Flume

21 conteúdo do arquivo tail1.sources = src1 tail1.channels = ch1 tail1.sinks = sink1 tail1.sources.src1.type = exec tail1.sources.src1.command = tail F /tmp/access_log tail1.sources.src1.channels = ch1 tail1.channels.ch1.type = memory tail1.channels.ch1.capacity = 500 tail1.sinks.sink1.type = avro tail1.sinks.sink1.hostname = localhost tail1.sinks.sink1.port = 6000 tail1.sinks.sink1.batch size = 1 tail1.sinks.sink1.channel = ch1

22 ## collector1.sources = src1 collector1.channels = ch1 collector1.sinks = sink1 collector1.sources.src1.type = avro collector1.sources.src1.bind = localhost collector1.sources.src1.port = 6000 collector1.sources.src1.channels = ch1 collector1.channels.ch1.type = memory collector1.channels.ch1.capacity = 500 collector1.sinks.sink1.type = hdfs collector1.sinks.sink1.hdfs.path =

23 flume/collector1 collector1.sinks.sink1.hdfs.fileprefix = access_log collector1.sinks.sink1.channel = ch1 Flume Startar o flume sudo service flume ng agent start sudo hadoop fs ls flume/collector1 Scoop Instalando Scoop sudo apt get install scoop Criar um link simbolico para o jdbc que o scoop ira' utilizar.

24 sudo ln s /usr/share/java/mysql connector java.jar /usr/lib/sqoop/lib/ Scoop importa/exporta dados de um banco de dados relacional. Utiliza de um JDBC para se conectar a uma base de dados. sqoop import connect jdbc:mysql://localhost/movielens table movie fields terminated by '\t' username training password training MapReduce cat /my/log grep '\.html' sort uniq c > /my/outfile 1 mapeamento 2 ordenacao 3 reduce MapReduce exemplo contador de palavras 1 entrada the cat sat on the mat the aardvark sat on the sofa

25 2 dados intermediarios (the, 1), (cat, 1), (sat, 1), (on, 1), (the, 1), (mat, 1), (the, 1), (aardvark, 1), (sat, 1), (on, 1), (the, 1), (sofa, 1) MapReduce 3 entrada no reducer (aardvark, [1]) (cat, [1]) (mat, [1]) (on, [1, 1]) (sat, [1, 1]) (sofa, [1]) (the, [1, 1, 1, 1]) MapReduce

26 4 saida do reducer (aardvark, 1) (cat, 1) (mat, 1) (on, 2) (sat, 2) (sofa, 1) (the, 4) sudo hadoop jar seujar.java /diterotrio/hdfs/entrada /diterotrio/hdfs/saida Hive Criado pelo facebook. Hive foi criado para aproveitar o conhecimento previo em Sql. Suporta somente instrucoes de select, não realiza updates nem deletes. Transforma uma hivequery em um job MapReduce. Para o Hive Hive uma pasta no hdfs e' vista como uma tabela. Com o Hive e' possível unir diferentes bases. Os arquivos dentro da pasta em questao serao os dados da tabela. Intalando o hive sudo apt get install hive metastore sudo service hive metastore start shell hive hive Impala Projeto apache.o impala utiliza

27 hivequery, é cerca de 20 X mais rápido que o hive. O impala não utiliza jobs mapreduce. instalar o impala instalar o server em todos os datas nodes: sudo yum install impala server sudo service impala server start instalar o impala meta store em uma máquina: sudo apt get install impala statestore sudo service impala state store start

28 Instalar o shel do impala em uma ou mais ma'quinas: sudo yum install impala shell impala shell PIG Criado pelo yahoo. Abstracao em alto nivel de MapReduce. Linguagem similar ao Perl e Ruby. Maior facilidade para se criar MapReduces. Instalando o Pig sudo install pig Exemplo de codigo pig

29 movies = LOAD '/data/films' AS (id:int, name:string, year:int); ratings = LOAD '/data/ratings' AS (movie_id: int, user_id: int, score:int); jnd = JOIN movies BY id, ratings BY movie_id; recent = FILTER jnd BY year > 1995; srtd = ORDER recent BY name DESC; justafew = LIMIT srtd 50; STORE justafew INTO '/data/pigoutput'; para rodar um script pig

30 pig f seuscript.pig Solr Base de dados totalmente customizável, ferrammenta especializada, faz melhor o trabalho para buscas textuais. Performance melhor. Solr entende diferentes línguas. Solr tem funcoes especiais para buscas de texto ex. Highlighting. Busca com relevancia. Busca geoespacial. Redis Base de dados que trabalha como hash Consulta rapida aguenta muitas requisicoes. Excelente para implementar contadores e filas.

31 Temas relacionados Ozzie Yarn Hue Presto Mahout Ciclo de vida dos dados geração agregação análise apagamento

BIG DATA: UTILIZANDO A INTERNET PARA TOMADA DE DECISÕES

BIG DATA: UTILIZANDO A INTERNET PARA TOMADA DE DECISÕES BIG DATA: UTILIZANDO A INTERNET PARA TOMADA DE DECISÕES Alex Travagin Chatalov¹, Ricardo Ribeiro Rufino ¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil alex_tr1992@hotmail.com ricardo@unipar.br

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid)

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

BIG DATA INTRODUÇÃO. Humberto Sandmann humberto.sandmann@gmail.com

BIG DATA INTRODUÇÃO. Humberto Sandmann humberto.sandmann@gmail.com BIG DATA INTRODUÇÃO Humberto Sandmann humberto.sandmann@gmail.com Apresentação Humberto Sandmann humberto.sandmann@gmail.com Possui graduação em Ciências da Computação pelo Centro Universitário da Faculdade

Leia mais

INTERNET HOST CONNECTOR

INTERNET HOST CONNECTOR INTERNET HOST CONNECTOR INTERNET HOST CONNECTOR IHC: INTEGRAÇÃO TOTAL COM PRESERVAÇÃO DE INVESTIMENTOS Ao longo das últimas décadas, as organizações investiram milhões de reais em sistemas e aplicativos

Leia mais

Processamento Distribuído em Cluster do Tipo Beowulf

Processamento Distribuído em Cluster do Tipo Beowulf UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JULIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE TECNOLOGIA DA BAIXADA SANTISTA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA GESTÃO DE NEGÓCIOS Processamento Distribuído em Cluster do Tipo Beowulf ALEXANDRE

Leia mais

Lab 2 MapReduce e o Console Web

Lab 2 MapReduce e o Console Web Lab 2 MapReduce e o Console Web Objetivos do Laboratório Neste laboratório você irá praticar o que você aprendeu nesta lição, mais especificamente você ira praticar as operações de MapReduce e aprender

Leia mais

for Information Interchange.

for Information Interchange. 6 Memória: 6.1 Representação de Memória: Toda a informação com a qual um sistema computacional trabalha está, em algum nível, armazenada em um sistema de memória, guardando os dados em caráter temporário

Leia mais

3 0 ENCONTRO DE USUÁRIOS DE BI

3 0 ENCONTRO DE USUÁRIOS DE BI 3 0 ENCONTRO DE USUÁRIOS DE BI Contextualizando Durante o segundo encontro de usuários de BI, o tema Big Data surgiu várias vezes durante as discussões e prometemos que seria assunto de um próximo evento.

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E ANALISTA (EXCETO PARA O CARGO 4 e 8) GABARITO 1. (CESPE/2013/MPU/Conhecimentos Básicos para os cargos 34 e 35) Com a cloud computing,

Leia mais

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Disciplina: Programação Orientada a Objetos II Professor: Cheli dos S. Mendes da Costa Modelo Cliente- Servidor Modelo de Aplicação Cliente-servidor Os

Leia mais

CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA

CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA Introdução a microinformática William S. Rodrigues HARDWARE BÁSICO O hardware é a parte física do computador. Em complemento ao hardware, o software é a parte lógica, ou seja,

Leia mais

Boas Práticas em Sistemas Web muito além do HTML...

Boas Práticas em Sistemas Web muito além do HTML... Boas Práticas em Sistemas Web muito além do HTML... Adriano C. Machado Pereira (adrianoc@dcc.ufmg.br) De que Web estamos falando? De que Web estamos falando? A Web foi concebida para ser uma biblioteca

Leia mais

PÚBLICA, PRIVADA OU HÍBRIDA: QUAL É A MELHOR NUVEM PARA SEUS APLICATIVOS?

PÚBLICA, PRIVADA OU HÍBRIDA: QUAL É A MELHOR NUVEM PARA SEUS APLICATIVOS? PÚBLICA, PRIVADA OU HÍBRIDA: QUAL É A MELHOR NUVEM PARA SEUS APLICATIVOS? As ofertas de nuvem pública proliferaram, e a nuvem privada se popularizou. Agora, é uma questão de como aproveitar o potencial

Leia mais

Algoritmos e Programação I

Algoritmos e Programação I Algoritmos e Programação I Introdução a Computação Prof. Fernando Maia da Mota mota.fernandomaia@gmail.com CPCX/UFMS Fernando Maia da Mota 1 Computadores são dispositivos que só sabem fazer um tipo de

Leia mais

Manual Sistema MLBC. Manual do Sistema do Módulo Administrativo

Manual Sistema MLBC. Manual do Sistema do Módulo Administrativo Manual Sistema MLBC Manual do Sistema do Módulo Administrativo Este documento tem por objetivo descrever as principais funcionalidades do sistema administrador desenvolvido pela MLBC Comunicação Digital.

Leia mais

CLOUD COMPUTING NAS EMPRESAS: NUVEM PÚBLICA OU NUVEM PRIVADA? nubeliu.com

CLOUD COMPUTING NAS EMPRESAS: NUVEM PÚBLICA OU NUVEM PRIVADA? nubeliu.com CLOUD COMPUTING NAS EMPRESAS: NUVEM PÚBLICA OU NUVEM PRIVADA? nubeliu.com SUMÁRIO Introdução... 4 Nuvem pública: quando ela é ideal... 9 Nuvem privada: quando utilizá-la... 12 Alternativas de sistemas

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL 2015 Sabemos que as empresas atualmente utilizam uma variedade muito grande de sistemas de informação. Se você analisar qualquer empresa que conheça, constatará que existem

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

A mudança na aquisição de soluções de tecnologia da informação. O que significa para a TI e a linha de negócios (LOB)

A mudança na aquisição de soluções de tecnologia da informação. O que significa para a TI e a linha de negócios (LOB) A mudança na aquisição de soluções de tecnologia da informação Maio de 2014 O novo comprador de tecnologia e a mentalidade de aquisição Existe hoje um novo comprador de tecnologia da informação Esse comprador

Leia mais

Guia do usuário do Seagate Dashboard

Guia do usuário do Seagate Dashboard Guia do usuário do Seagate Dashboard Guia do usuário do Seagate Dashboard 2013 Seagate Technology LLC. Todos os direitos reservados. Seagate, Seagate Technology, o logotipo Wave e FreeAgent são marcas

Leia mais

DIGIMAN. WTB Tecnologia 2009. www.wtb.com.br

DIGIMAN. WTB Tecnologia 2009. www.wtb.com.br DIGIMAN MANDADO JUDICIAL ELETRÔNICO Arquitetura WTB Tecnologia 2009 www.wtb.com.br Arquitetura de Software O sistema DIGIMAN é implementado em três camadas (apresentação, regras de negócio e armazém de

Leia mais

Internet of Things. utilizá-la em diversos tipos de negócios.

Internet of Things. utilizá-la em diversos tipos de negócios. Internet of Things 10 formas de utilizá-la em diversos tipos de negócios. INTRODUÇÃO As interfaces Machine to Machine (M2M) estão facilitando cada vez mais a comunicação entre objetos conectados. E essa

Leia mais

Análises Preditivas com uso do BIG DATA. Um estudo de caso

Análises Preditivas com uso do BIG DATA. Um estudo de caso Análises Preditivas com uso do BIG DATA Um estudo de caso BIG DATA Conceitualmente um ambiente de infinitas possibilidades O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano (Isaac Newton) BIG DATA

Leia mais

Como Configurar Catálogos de Correio Eletrônico com o MDaemon 6.0

Como Configurar Catálogos de Correio Eletrônico com o MDaemon 6.0 Como Configurar Catálogos de Correio Eletrônico com o MDaemon 6.0 Alt-N Technologies, Ltd 1179 Corporate Drive West, #103 Arlington, TX 76006 Tel: (817) 652-0204 2002 Alt-N Technologies. Todos os Direitos

Leia mais

Roteiro 2 Conceitos Gerais

Roteiro 2 Conceitos Gerais Roteiro 2 Conceitos Gerais Objetivos: UC Projeto de Banco de Dados Explorar conceitos gerais de bancos de dados; o Arquitetura de bancos de dados: esquemas, categorias de modelos de dados, linguagens e

Leia mais

Aula 7 Componentes de um Sistema de Informação Recursos e Atividades

Aula 7 Componentes de um Sistema de Informação Recursos e Atividades Aula 7 Componentes de um Sistema de Informação Recursos e Atividades Curso: Gestão de TI - UNIP Disciplina: Sistemas de Informação Professor: Shie Yoen Fang Ementa: Item 11 e Item 12 2ª semestre de 2011

Leia mais

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC RESUMO EXECUTIVO O PowerVault DL2000, baseado na tecnologia Symantec Backup Exec, oferece a única solução de backup em

Leia mais

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados:

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados: MC536 Introdução Sumário Conceitos preliminares Funcionalidades Características principais Usuários Vantagens do uso de BDs Tendências mais recentes em SGBDs Algumas desvantagens Modelos de dados Classificação

Leia mais

EAGLE TECNOLOGIA E DESIGN CRIAÇÃO DE SERVIDOR CLONE APCEF/RS

EAGLE TECNOLOGIA E DESIGN CRIAÇÃO DE SERVIDOR CLONE APCEF/RS EAGLE TECNOLOGIA E DESIGN CRIAÇÃO DE SERVIDOR CLONE APCEF/RS Relatório Nº 03/2013 Porto Alegre, 22 de Agosto de 2013. ANÁLISE DE SOLUÇÕES: # RAID 1: O que é: RAID-1 é o nível de RAID que implementa o espelhamento

Leia mais

INTERNET CONCEITOS. Internet é a "grande rede mundial de computadores"

INTERNET CONCEITOS. Internet é a grande rede mundial de computadores INTERNET CONCEITOS O que é Internet Estamos acostumados a ouvir que Internet é a "grande rede mundial de computadores" Entretanto, essa definição não é muito simplista. Na realidade, Ela é uma coleção

Leia mais

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE A proposta para o ambiente apresentada neste trabalho é baseada no conjunto de requisitos levantados no capítulo anterior. Este levantamento, sugere uma

Leia mais

Introdução à Computação: Sistemas de Computação

Introdução à Computação: Sistemas de Computação Introdução à Computação: Sistemas de Computação Beatriz F. M. Souza (bfmartins@inf.ufes.br) http://inf.ufes.br/~bfmartins/ Computer Science Department Federal University of Espírito Santo (Ufes), Vitória,

Leia mais

1 Como seu Cérebro Funciona?

1 Como seu Cérebro Funciona? 1 Como seu Cérebro Funciona? UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC (UFABC) O cérebro humano é capaz de processar as informações recebidas pelos cinco sentidos, analisá-las com base em uma vida inteira de experiências,

Leia mais

ACESSIBILIDADE INOVADORA. UMA ÁREA DE TRABALHO ÚNICA. BENEFÍCIOS INCONTÁVEIS PARA O SEU FLUXO DE TRABALHO. Radiology

ACESSIBILIDADE INOVADORA. UMA ÁREA DE TRABALHO ÚNICA. BENEFÍCIOS INCONTÁVEIS PARA O SEU FLUXO DE TRABALHO. Radiology Vue PACS Radiology UMA ÁREA DE TRABALHO ÚNICA. BENEFÍCIOS INCONTÁVEIS PARA O SEU FLUXO DE TRABALHO. Já está aqui: acesso rápido e fácil a todas as ferramentas e aplicações clínicas dos quais os radiologistas

Leia mais

Minicurso Computação em Nuvem Prática: Openstack

Minicurso Computação em Nuvem Prática: Openstack Grupo de Pesquisa em Software e Hardware Livre André Rover de Campos Membro Colméia andreroverc@gmail.com Joinville Minicurso Computação em Nuvem Prática: Openstack Roteiro Definições Virtualização Data

Leia mais

XDR. Solução para Big Data.

XDR. Solução para Big Data. XDR Solução para Big Data. ObJetivo Principal O volume de informações com os quais as empresas de telecomunicações/internet têm que lidar é muito grande, e está em constante crescimento devido à franca

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Aula 6 Estrutura de Sistemas Operacionais Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Baseado no material disponibilizado por: SO - Prof. Edilberto Silva Prof. José Juan Espantoso

Leia mais

O Big Data em microfinanças: Como os bancos de dados ajudam na tomada de decisão e uma melhor compreensão do comportamento dos clientes

O Big Data em microfinanças: Como os bancos de dados ajudam na tomada de decisão e uma melhor compreensão do comportamento dos clientes 1 O Big Data em microfinanças: Como os bancos de dados ajudam na tomada de decisão e uma melhor compreensão do comportamento dos clientes Elias Sfeir, Presidente Equifax Brasil e Vice-Presidente Sénior

Leia mais

Prof. Esp. Lucas Cruz

Prof. Esp. Lucas Cruz Prof. Esp. Lucas Cruz O hardware é qualquer tipo de equipamento eletrônico utilizado para processar dados e informações e tem como função principal receber dados de entrada, processar dados de um usuário

Leia mais

Universidade Federal do Espírito Santo Centro de Ciências Agrárias CCA-UFES Departamento de Computação

Universidade Federal do Espírito Santo Centro de Ciências Agrárias CCA-UFES Departamento de Computação - Centro de Ciências Agrárias Departamento de Computação Os sistemas de informação empresariais na sua carreira Introdução à Ciência da Computação Introdução à Ciência da Computação COM06850-2015-II Prof.

Leia mais

Kerio Exchange Migration Tool

Kerio Exchange Migration Tool Kerio Exchange Migration Tool Versão: 7.3 2012 Kerio Technologies, Inc. Todos os direitos reservados. 1 Introdução Documento fornece orientações para a migração de contas de usuário e as pastas públicas

Leia mais

Curso Introdução à Educação Digital - Carga Horária: 40 horas (30 presenciais + 10 EaD)

Curso Introdução à Educação Digital - Carga Horária: 40 horas (30 presenciais + 10 EaD) ******* O que é Internet? Apesar de muitas vezes ser definida como a "grande rede mundial de computadores, na verdade compreende o conjunto de diversas redes de computadores que se comunicam e que permitem

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 1 Conceitos da Computação em Nuvem A computação em nuvem ou cloud computing

Leia mais

Soluções em. Cloud Computing. Midia Indoor. para

Soluções em. Cloud Computing. Midia Indoor. para Soluções em Cloud Computing para Midia Indoor Resumo executivo A Midia Indoor chegou até a Under buscando uma hospedagem para seu site e evoluiu posteriormente para uma solução cloud ampliada. A empresa

Leia mais

CASO DE SUCESSO. Transformando Dados em Informação Certa no Tempo Certo. A solução auxiliou na redução de custos com manutenção MICROWARE

CASO DE SUCESSO. Transformando Dados em Informação Certa no Tempo Certo. A solução auxiliou na redução de custos com manutenção MICROWARE CASO DE SUCESSO MICROWARE CLIENTE: SUSEP - Superintendência de Seguros Privados SEGMENTO: Público Transformando Dados em Informação Certa no Tempo Certo A SUSEP amplia sua estrutura de Datacenter e adquire

Leia mais

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1 Introdução

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1 Introdução Sistemas Operacionais Prof.: Roberto Franciscatto Capítulo 1 Introdução Conceituação Um Sistema Operacional tem como função principal gerenciar os componentes de hardware (processadores, memória principal,

Leia mais

Para construção dos modelos físicos, será estudado o modelo Relacional como originalmente proposto por Codd.

Para construção dos modelos físicos, será estudado o modelo Relacional como originalmente proposto por Codd. Apresentação Este curso tem como objetivo, oferecer uma noção geral sobre a construção de sistemas de banco de dados. Para isto, é necessário estudar modelos para a construção de projetos lógicos de bancos

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Basedos na Web Capítulo 12 Agenda Arquitetura Processos Comunicação Nomeação Sincronização Consistência e Replicação Introdução

Leia mais

Software Control Center

Software Control Center Software Control Center Uma solução empresarial de segurança IP, com capacidade de gerenciamento de vídeos, áudio e alarmes sobre redes IP Soluções completas de segurança em vídeo IP www.indigovision.com

Leia mais

Sistemas operacionais de rede: Windows e Linux

Sistemas operacionais de rede: Windows e Linux Sistemas operacionais de rede: Windows e Linux Introdução Um sistema operacional de rede é simplesmente um sistema operacional com serviços de rede, que chamamos de um modo geral de servidor. Dependendo

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Modelo Cliente-Servidor: Introdução aos tipos de servidores e clientes Prof. MSc. Hugo Souza Iniciando o módulo 03 da primeira unidade, iremos abordar sobre o Modelo Cliente-Servidor

Leia mais

6 - Gerência de Dispositivos

6 - Gerência de Dispositivos 1 6 - Gerência de Dispositivos 6.1 Introdução A gerência de dispositivos de entrada/saída é uma das principais e mais complexas funções do sistema operacional. Sua implementação é estruturada através de

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS NO WINDOWS. Professor Carlos Muniz

SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS NO WINDOWS. Professor Carlos Muniz SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS NO WINDOWS Se todos os computadores da sua rede doméstica estiverem executando o Windows 7, crie um grupo doméstico Definitivamente, a forma mais

Leia mais

Gerência de Banco de Dados

Gerência de Banco de Dados exatasfepi.com.br Gerência de Banco de Dados Prof. Msc. André Luís Duarte Banco de Dados Os bancos de dados são coleções de informações que se relacionam para criar um significado dentro de um contexto

Leia mais

Facebook Instruções de integração com PayPal

Facebook Instruções de integração com PayPal Facebook Instruções de integração com PayPal Há diversas formas de utilizar o PayPal para receber pagamentos na plataforma do Facebook. Primeiro você precisa decidir suas necessidades para a opção mais

Leia mais

Hardware e Software. Exemplos de software:

Hardware e Software. Exemplos de software: Hardware e Software O hardware é a parte física do computador, ou seja, é o conjunto de componentes eletrônicos, circuitos integrados e placas, que se comunicam através de barramentos. Em complemento ao

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Princípios de Software Sistema de Entrada/Saída Princípios de Software Tratadores (Manipuladores) de Interrupções Acionadores de Dispositivos (Device Drivers)

Leia mais

1. Objetivo do Projeto

1. Objetivo do Projeto PROPOSTA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS VISNET - INTERNET E COMUNICAÇÃO Desenvolvimento de Site para CDL 1. Objetivo do Projeto O CDL Online é o mais novo sistema interativo especialmente projetado para criar

Leia mais

Testbed para métricas de dependabilidade em cloud computing.

Testbed para métricas de dependabilidade em cloud computing. Testbed para métricas de dependabilidade em cloud computing. Jonathan Brilhante(jlgapb@cin.ufpe.br), Bruno Silva (bs.cin.ufpe.br) e Paulo Maciel(prmm@cin.ufpe.br) Agenda 1. 2. 3. 4. 5. Motivação Objetivos

Leia mais

Hardware e Software. Professor: Felipe Schneider Costa. felipe.costa@ifsc.edu.br

Hardware e Software. Professor: Felipe Schneider Costa. felipe.costa@ifsc.edu.br Hardware e Software Professor: Felipe Schneider Costa felipe.costa@ifsc.edu.br Agenda Hardware Definição Tipos Arquitetura Exercícios Software Definição Tipos Distribuição Exercícios 2 Componentesde um

Leia mais

1 http://www.google.com

1 http://www.google.com 1 Introdução A computação em grade se caracteriza pelo uso de recursos computacionais distribuídos em várias redes. Os diversos nós contribuem com capacidade de processamento, armazenamento de dados ou

Leia mais

http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho

http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho vi http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Administração de Redes de Computadores Resumo de Serviços em Rede Linux Controlador de Domínio Servidor DNS

Leia mais

O SITE DA MINHA EMPRESA por Ivan F. Cesar

O SITE DA MINHA EMPRESA por Ivan F. Cesar O SITE DA MINHA EMPRESA por Ivan F. Cesar Muitos empresários e profissionais liberais gostariam de estar na Internet, mas, na maioria dos casos, não sabem muito bem por que e nem mesmo sabem a diferença

Leia mais

SISTEMAS DE ARQUIVOS Sistemas operacionais

SISTEMAS DE ARQUIVOS Sistemas operacionais Técnico em Informática SISTEMAS DE ARQUIVOS Sistemas operacionais Professor Airton Ribeiro de Sousa Sistemas operacionais Sistema de Arquivos pode ser definido como uma estrutura que indica como os dados

Leia mais

GUIA DE BOAS PRÁTICAS

GUIA DE BOAS PRÁTICAS GUIA DE BOAS PRÁTICAS Sumário Requisitos para um bom funcionamento...3 Menu Configurações...7 Como otimizar o uso da sua cota...10 Monitorando o backup...8 Manutenção de arquivos...12 www.upbackup.com.br

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Felipe Pontes felipe.pontes@gmail.com

Planejamento Estratégico de TI. Felipe Pontes felipe.pontes@gmail.com Planejamento Estratégico de TI Felipe Pontes felipe.pontes@gmail.com VPN Virtual Private Network Permite acesso aos recursos computacionais da empresa via Internet de forma segura Conexão criptografada

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br @ribeirord Pesquisa e Propagação do conhecimento: Através da Web, é possível

Leia mais

O que são DNS, SMTP e SNM

O que são DNS, SMTP e SNM O que são DNS, SMTP e SNM O DNS (Domain Name System) e um esquema de gerenciamento de nomes, hierárquico e distribuído. O DNS define a sintaxe dos nomes usados na Internet, regras para delegação de autoridade

Leia mais

Guia definitivo de ferramentas de Planejamento para Micro Empreendedores Individuais

Guia definitivo de ferramentas de Planejamento para Micro Empreendedores Individuais Guia definitivo de ferramentas de Planejamento para Micro Empreendedores Individuais Introdução O Brasil já tem 4,7 milhões de microempreendedores individuais, segundo dados de janeiro de 2015 da Receita

Leia mais

Manual de Instalação PIMSConnector em Linux

Manual de Instalação PIMSConnector em Linux Manual de Instalação PIMSConnector em Linux Julho/2015 Sumário 1. Contexto de negócio (Introdução)... 3 2. Pré-requisitos instalação/implantação/utilização... 4 3. JBOSS... 6 3.1. Instalação... 6 3.2.

Leia mais

BIG DATA Armazenamento e Gerenciamento de grandes volumes de dados

BIG DATA Armazenamento e Gerenciamento de grandes volumes de dados BIG DATA Armazenamento e Gerenciamento de grandes volumes de dados Carlos Marques Business Development Manager, Data Connectivity and Integration Latin America & Caribbean Market (CALA) O que veremos hoje?

Leia mais

INTRODUÇÃO E CONCEITOS BÁSICOS. Prof. Ronaldo R. Goldschmidt

INTRODUÇÃO E CONCEITOS BÁSICOS. Prof. Ronaldo R. Goldschmidt INTRODUÇÃO E CONCEITOS BÁSICOS Prof. Ronaldo R. Goldschmidt Hierarquia Dado - Informação - Conhecimento: Dados são fatos com significado implícito. Podem ser armazenados. Dados Processamento Informação

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais Arquitetura de Computadores Introdução aos Sistemas Operacionais O que é um Sistema Operacional? Programa que atua como um intermediário entre um usuário do computador ou um programa e o hardware. Os 4

Leia mais

O melhor do PHP. Por que PHP? CAPÍTULO 1. Uma Pequena História do PHP

O melhor do PHP. Por que PHP? CAPÍTULO 1. Uma Pequena História do PHP CAPÍTULO 1 O melhor do PHP Este livro levou bastante tempo para ser feito. Venho usando agora o PHP por muitos anos e o meu amor por ele aumenta cada vez mais por sua abordagem simplista, sua flexibilidade

Leia mais

FAT32 ou NTFS, qual o melhor?

FAT32 ou NTFS, qual o melhor? FAT32 ou NTFS, qual o melhor? Entenda quais as principais diferenças entre eles e qual a melhor escolha O que é um sistema de arquivos? O conceito mais importante sobre este assunto, sem sombra de dúvidas,

Leia mais

Microsoft Internet Explorer. Browser/navegador/paginador

Microsoft Internet Explorer. Browser/navegador/paginador Microsoft Internet Explorer Browser/navegador/paginador Browser (Navegador) É um programa que habilita seus usuários a interagir com documentos HTML hospedados em um servidor web. São programas para navegar.

Leia mais

Laboratório de Hardware

Laboratório de Hardware Laboratório de Hardware Prof. Marcel Santos Responsável por implementar em software um recurso que não existe no hardware. O hardware oferece simplesmente um grande conjunto de bytes contíguos, e a tarefa

Leia mais

Tel. (0xx11) 3038-1150 Fax (0xx11) 3038-1166

Tel. (0xx11) 3038-1150 Fax (0xx11) 3038-1166 Sistema Nota Já Este manual tem por objetivo apresentar o sistema NotaJá a fim de auxiliar o usuário com todos os processos de cadastro, lançamentos de notas, cancelamentos, inutilizações, notas complementares

Leia mais

ENDEREÇOS DE REDE PRIVADOS. 10.0.0.0 até 10.255.255.255 172.16.0.0 até 172.31.255.255 192.168.0.0 até 192.168.255.255. Kernel

ENDEREÇOS DE REDE PRIVADOS. 10.0.0.0 até 10.255.255.255 172.16.0.0 até 172.31.255.255 192.168.0.0 até 192.168.255.255. Kernel ENDEREÇOS DE REDE PRIVADOS Foram reservados intervalos de endereços IP para serem utilizados exclusivamente em redes privadas, como é o caso das redes locais e Intranets. Esses endereços não devem ser

Leia mais

SERVIDOR WEB + LOG DE ACESSO LABORATÓRIO DE REDES DE COMPUTADORES Responsável: Ana Luíza Cruvinel

SERVIDOR WEB + LOG DE ACESSO LABORATÓRIO DE REDES DE COMPUTADORES Responsável: Ana Luíza Cruvinel Versão 2.0 1. INTRODUÇÃO SERVIDOR WEB + LOG DE ACESSO LABORATÓRIO DE REDES DE COMPUTADORES Responsável: Ana Luíza Cruvinel Data: 02/12/2014 Logs são muito importantes para a administração segura de sistemas,

Leia mais

MÓDULO 8 ARQUITETURA DOS SISTEMAS DE BANCO DE DADOS

MÓDULO 8 ARQUITETURA DOS SISTEMAS DE BANCO DE DADOS MÓDULO 8 ARQUITETURA DOS SISTEMAS DE BANCO DE DADOS Quando falamos em arquitetura, normalmente utilizamos esse termo para referenciar a forma como os aplicativos computacionais são estruturados e os hardwares

Leia mais

Copyright 2015 Mandic Cloud Solutions - Somos Especialistas em Cloud. www.mandic.com.br

Copyright 2015 Mandic Cloud Solutions - Somos Especialistas em Cloud. www.mandic.com.br Sumário 1. Boas vindas... 4 2. Dashboard... 4 3. Cloud... 5 3.1 Servidores... 5 o Contratar Novo Servidor... 5 o Detalhes do Servidor... 9 3.2 Cloud Backup... 13 o Alteração de quota... 13 o Senha do agente...

Leia mais

Arquitetura de Banco de Dados

Arquitetura de Banco de Dados Arquitetura de Banco de Dados Daniela Barreiro Claro MAT A60 DCC/IM/UFBA Arquitetura de Banco de dados Final de 1972, ANSI/X3/SPARC estabeleceram o relatório final do STUDY GROUP Objetivos do Study Group

Leia mais

Informática. Prof. Macêdo Firmino. Macêdo Firmino (IFRN) Informática Setembro de 2011 1 / 25

Informática. Prof. Macêdo Firmino. Macêdo Firmino (IFRN) Informática Setembro de 2011 1 / 25 Informática Prof. Macêdo Firmino Introdução a Informática Macêdo Firmino (IFRN) Informática Setembro de 2011 1 / 25 O Que é um Computador? É uma máquina composta de um conjunto de partes eletrônicas e

Leia mais

Conceitos de Banco de Dados

Conceitos de Banco de Dados Conceitos de Banco de Dados Autor: Luiz Antonio Junior 1 INTRODUÇÃO Objetivos Introduzir conceitos básicos de Modelo de dados Introduzir conceitos básicos de Banco de dados Capacitar o aluno a construir

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Processos- Clientes, Servidores, Migração Capítulo 3 Agenda Clientes Interfaces de usuário em rede Sistema X Window Software do lado cliente para

Leia mais

1.1. Organização de um Sistema Computacional

1.1. Organização de um Sistema Computacional 1. INTRODUÇÃO 1.1. Organização de um Sistema Computacional Desde a antiguidade, o homem vem desenvolvendo dispositivos elétricoeletrônicos (hardware) que funciona com base em instruções e que são capazes

Leia mais

04/08/2012 MODELAGEM DE DADOS. PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS. Aula 1. Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc.

04/08/2012 MODELAGEM DE DADOS. PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS. Aula 1. Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc. MODELAGEM DE DADOS PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS Aula 1 Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc. @ribeirord 1 Objetivos: Apresenta a diferença entre dado e informação e a importância

Leia mais

Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro

Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro Julho / 2.012 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 29/07/2012 1.0 Versão inicial Ricardo Kiyoshi Página 2 de 11 Conteúdo 1. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

Camada de Aplicação. DNS Domain Name System. Redes de Computadores Prof. Leandro C. Pykosz

Camada de Aplicação. DNS Domain Name System. Redes de Computadores Prof. Leandro C. Pykosz Camada de Aplicação Redes de Computadores Prof. Leandro C. Pykosz Camada de Aplicação A camada de aplicação fornece os serviços "reais" de rede para os usuários. Os níveis abaixo da aplicação fornecem

Leia mais

Conteúdo 1 Comandos Básicos. Questão 1: Que comando permite encerrar o sistema definitivamente?

Conteúdo 1 Comandos Básicos. Questão 1: Que comando permite encerrar o sistema definitivamente? Conteúdo 1 Comandos Básicos Questão 1: Que comando permite encerrar o sistema definitivamente? a) shutdawn b) shutdown t now c) shutdown r now d) shutdwon h now e) shutdown h now Questão 2: Que comando

Leia mais

Fundamentos de Sistemas de Informação Hardware: Dispositivos de Entrada, Processamento e Saída

Fundamentos de Sistemas de Informação Hardware: Dispositivos de Entrada, Processamento e Saída Fundamentos de Sistemas de Informação Hardware: Dispositivos de Entrada, Processamento e Saída Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Introdução O uso apropriado da tecnologia pode garantir

Leia mais

Curso de Informática Básica

Curso de Informática Básica Curso de Informática Básica O e-mail Primeiros Cliques 1 Curso de Informática Básica Índice Introdução...3 Receber, enviar e responder mensagens...3 Anexando arquivos...9 Cuidado com vírus...11 2 Outlook

Leia mais

Gerenciamento inteligente de dados

Gerenciamento inteligente de dados Gerenciamento inteligente de dados Sanjeet Singh Grupo de produtos de armazenamento de dados da Dell ÍNDICE Índice RESUMO EXECUTIVO... 3 O GERENCIAMENTO DE DADOS DE HOJE... 3 VISÃO DA DELL: IDM... 4 OBJETIVOS

Leia mais

Norma de Segurança Estadual para Gerenciamento de Senhas

Norma de Segurança Estadual para Gerenciamento de Senhas GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO GERAL CONSELHO SUPERIOR DO SISTEMA ESTADUAL DE INFORMAÇÃO E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ANEXO I - RESOLUÇÃO Nº. 011/2011

Leia mais

Conceitos ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Comunicação; Formas de escritas; Processo de contagem primitivo;

Conceitos ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Comunicação; Formas de escritas; Processo de contagem primitivo; Conceitos Comunicação; Formas de escritas; Bacharel Rosélio Marcos Santana Processo de contagem primitivo; roseliomarcos@yahoo.com.br Inicio do primitivo processamento de dados do homem. ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador Sistemas de Informação Prof. Anderson D. Moura Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um

Leia mais