DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE CONTROLE DE PRODUÇÃO

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1 UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO Curso de Engenharia de Computação DANILO ZABEU DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE CONTROLE DE PRODUÇÃO Itatiba SP 2011

2 UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO Curso de Engenharia de Computação DANILO ZABEU DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE CONTROLE DE PRODUÇÃO Monografia apresentada à Banca Examinadora, do Curso de Engenharia de Computação, da Universidade São Francisco, como requisito parcial para a obtenção do diploma de graduação em Engenharia de Computação. Orientadora Profa. Ms. Vânia Franciscon Vieira Itatiba SP

3 Dedicatória Dedico este projeto primeiramente a Deus, pela saúde e fé depositada em min. À minha família que me ajudou em todos os momentos difíceis que enfrentei me dando forças para continuar. À minha namorada que sempre esteve presente, incentivando meus estudos. Minha eterna gratidão. 3

4 Agradecimentos O trabalho desenvolvido não seria realizado sem a ajuda de algumas pessoas, as quais necessito agradecer: Primeiramente agradeço a Deus por permitir que eu conclua mais esta etapa na minha vida. Agradeço minha família pelo incentivo e apoio que me prestaram ao longo do meu curso, pois estavam presentes em todos os momentos que necessitei, aos meus colegas de faculdades onde tive o prazer de executar trabalhos e estudos juntos, aos excelentes professores que conheci nesta jornada, que me ofereceram inúmeros conhecimentos que levarei para o resto da vida. Agradeço em especial à Professora Vânia Franciscon Vieira que me orientou com muita eficiência no desenvolvimento deste trabalho. Com certeza esta etapa em minha vida não seria concluída sem a ajuda de vocês, deixo aqui o meu muito obrigado a todos. 4

5 RESUMO Com a competitividade no mercado, controle no processo é requisito mínimo para uma empresa se manter no mercado de trabalho. O trabalho proposto neste projeto é informatizar o controle de produção de empresas do ramo moveleiro. A empresa em que o software será implantado contém uma grande diversidade de produtos e necessitam do controle total de pedidos, produtos, produção e expedição. O trabalho tem como base o estudo das necessidades da empresa através da engenharia de requisitos, reconhecendo as prioridades e desenvolvendo um software com melhor qualidade, atendendo as necessidades e prazos exigidos. 5

6 ABSTRACT With the competitiveness in the market, control the process is minimum requirement for a company to stay in the labor market. The work proposed in this project is to computerize the control of production companies in the furniture industry. The company will deploy the software contains a wide variety of products and need total control of applications, products, production and shipping. The work is based on the study of business needs through the requirements engineering, recognizing priorities and developing software with better quality and meet the needs and deadlines required. 6

7 SUMÁRIO 1. Introdução A empresa Objetivo Metodologia Fundamento do sistema atual Analise de requisitos Analise de requisitos para o sistema Requisitos funcionais (RF) Requisitos não-funcionais (RNF) Infra-estrutura existentes na empresa Modelagem do banco de dados Banco de dados Microsoft Access Caracerísticas técnicas do MS Access Pontos fortes da utilização do MS Access Pontos fracos da utilização do MS Access Descrição e características do sistema Descrição geral Modelagem do banco de dados Modelagem de produtos e subprodutos Modelagem de peças especiais Modelagem de armários Desenvolvimento das interfaces Menu de controle Categorias Produtos Subprodutos Peças especiais Construção de Pedidos Configuração de armários Configuração do módulo do armário Relatórios Relatório de ordem de produção Relatório de ferragens Relatório de lotes Módulo de expedição Etiquetas de expedição Tela de embalagens Tela de expedição Tela de consulta Relatório de saída da expedição Treinamentos Conclusão Bibliografia Apêndices

8 LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Diagrama de atividades do processo de fabricação do armário Figura 2 - Modelos de Entidades e Relacionamentos (MER) do cadastro de produtos e subprodutos Figura 3 - Modelo de Entidades e Relacionamentos (MER) do cadastro de peças especiais Figura 4 - Modelos de Entidades e Relacionamentos (MER) do cadastro de pedidos 31 Figura 5 - Menu principal do sistema Figura 6 - Tela de cadastro de categorias Figura 7 - Cabeçalho do cadastro de produtos e inserção de ferragens Figura 8 - Inserção de insumos no cadastro de produtos Figura 9 - Inserção de subprodutos no cadastro de produtos Figura 10 - Inserção de preço de redução e venda no cadastro de produtos Figura 11 - Cabeçalho do cadastro de subprodutos Figura 12 - Inserção de insumos no cadastro de subprodutos Figura 13 - Inserção de ferragens no cadastro de subprodutos Figura 14 - Cabeçalho do cadastro de subprodutos Figura 15 - Função de gerar componentes a partir de um produto cadastrado Figura 16 - Inserção de ferragens no cadastro das peças especiais Figura 17 - Inserção de insumos no cadastro das peças especiais Figura 18 - Inserção de subprodutos no cadastro das peças especiais Figura 19 - Tela de construção de pedidos do sistema Figura 20 - Tela de forma de pagamento Figura 21 - Tela de configuração do armário Figura 22 - Tela de configuração do armário Figura 23 - Tela de características dos módulos Figura 24 - Tela de inserção de produtos nos módulos do armário Figura 25 - Tela de inserção de produtos nos módulos do armário Figura 26 - Relatório de ordem de produção Figura 27 - Relatório de ferragens locais Figura 28 - Relatório de ferragens da obra Figura 29 - Relatório de Lotes (Seccionadora) Figura 30 - Relatório de Lotes (Prensa) Figura 31 - Relatório de Lotes (Esquadrabordo) Figura 32 - Relatório de Lotes (Usinagem) Figura 33 - Etiquetas de expedição

9 Figura 34 - Tela de embalagens Figura 35 - Cadastro da transportadora Figura 36 - Tela de expedição Figura 37 - Consulta de Pedidos no Magazine Figura 38 - Relatório de expedição

10 1. Introdução Ao longo dos anos, os sistemas informatizados estão cada vez mais presente nas empresas, isto se deve a surpreendente evolução tecnológica da área de Tecnologia da Informação. Na era da informação, a comunicação, que é basicamente o processo de troca de informações, tem um papel decisivo. Este processo é fundamental na vida de uma empresa porque nenhum indivíduo pode gerar sozinho todas as informações necessárias para a tomada de uma decisão. Conforme Oliveira (1996, p. 23), Sistema de Informação (SI) é uma combinação de técnicas, informações, pessoas e tecnologias da informação organizadas para atingir os objetivos em uma organização. Pode-se dizer que SI é uma série de elementos ou componentes inter-relacionados que coletam (entrada), manipulam (processo), disseminam (saída) os dados e informações e fornecem mecanismos de feedback. A não utilização das informações como recursos estratégicos, leva o executivo, muitas vezes, a administrar por impulsos, ou baseado em modismos (DALFOVO; AMORIM, 2000, p. 56). Esses avanços fizeram com que os sistemas informatizados fossem imprescindíveis para o crescimento das empresas, tornando a área essencial para que uma empresa possa ser competitiva no mercado de trabalho. Segundo Pressman (2006), hoje o software de computadores é a tecnologia única mais importante do palco mundial. A Tecnologia da Informação proporciona às empresas maior produtividade e controle do negocio, fatores fundamentais para que a empresa possa se manter no mercado. Para que uma empresa possa produzir com qualidade e controle, é de extrema importância que ela tenha um sistema que gerencie toda a área de produção. Mesmo atualmente, com esta real necessidade, muitas empresas não utilizam sistemas eficazes ou até mesmo nenhum sistema que gerencie o setor de chão de fabrica, utilizando assim controles através de papeis e trabalhos manuais. Além da real necessidade de maior tempo para gerenciar o setor de produção, a falta de um sistema eficiente causa inúmeras falhas a empresa, como por exemplo, erros humanos, perda de documentos essenciais para o gerenciamento e atraso na produção.isto implica em problemas que podem dificultar a evolução da organização e sua competitividade no mercado de trabalho. Com a implantação de um sistema de gerenciamento de produção pode-se garantir o controle de toda a cadeia da fabricação de um produto, podendo assim garantir o controle da sua produção e maior velocidade na execução, gerando um menor custo de mão de obra e conseqüentemente um preço mais competitivo no mercado de trabalho. Com base na importância de um sistema de gerenciamento do chão de fabrica para a empresa é que este tema foi o escolhido para o desenvolvimento do trabalho. 10

11 1.1 A Empresa A Móveis Fenix é uma empresa do ramo mobiliário e altamente especializada na execução de projetos para espaços comerciais. Ela desenvolve soluções para móveis especiais e armários de linha de alta qualidade, executando serviços de marcenaria no mercado nacional e internacional, já realizado obras em mais de 15 países. Possui maquinas modernas com tecnologia avançada para o setor de marcenaria com ferramentas e dispositivos de ultima geração. Para isso conta com colaboradores altamente qualificados que recebem treinamento continuo e completo programa de segurança no trabalho. Empresas globais como Air France, Brasif Duty Free Shopping, Christian Dior, Salvatore Ferragamo, Chanel, Dolce & Gabbana, Ermergenildo Zegna, Giorgio Armani entre outras, foram e são clientes da empresa. Atualmente a empresa Móveis Fenix não utiliza nenhum sistema informatizado que gerencia a fabricação dos armários de linha seriada, dependendo assim de trabalhos manuais e planilhas eletrônicas para suprir a falta de um sistema que desenvolva relatórios de ordem de produção, controle de insumos, precificações de armários e controle de expedição 11

12 2. Objetivo O objetivo deste trabalho é desenvolver um sistema que apresente uma solução de alto nível tecnológico para empresa do setor moveleiro, permitindo realizar o controle de produção com maior confiabilidade. Para isso serão levantados os requisitos e necessidades da empresa Móveis Fenix para o desenvolvimento de um sistema informatizado que supra muitos procedimentos manuais que são executados pelos colaboradores da empresa, podendo assim melhorar os processos de fabricação dos produtos utilizando a Tecnologia da Informação como um meio de obter maior eficiência para a empresa. 12

13 3. Metodologia Através do levantamento das necessidades da empresa, foi desenvolvido a modelagem do banco de dados do sistema a ser implementado.para desenvolvê-la foi necessário analisar a infra-estrutura e escolher a plataforma que armazenará os dados do sistema. Com o banco modelado e implementado foi iniciada a codificação do sistema, com o desenvolvimento dos formulários, relatórios e consultas do sistema. Na etapa de desenvolvimento foi necessário considerar inúmeros fatores para a escolha da plataforma de codificação, como por exemplo, previsão de quantidade de dados inseridos no sistema e a complexidade dos relatórios. Na etapa final do projeto foram realizados os testes evitando assim possíveis falhas na fase de implantação. Após esta validação, a implantação foi realizada na empresa e assim sendo todos os usuários passaram a utilizar o sistema melhorando todos os processos que dependiam de procedimentos manuais e sem controle eficaz. 13

14 4. Funcionamento do sistema atual Para que possa ser desenvolvido um sistema adequado é necessário antes de qualquer ação, conhecer o funcionamento do setor industrial da empresa, analisando quais e como são os processos de fabricação de seus produtos. Como o sistema será restrito ao produto denominado armário, é adequado conhecer os componentes do armário, como é feito o controle das peças produzidas e de que forma os operadores e as maquinas recebem as informações das peças a serem produzidas. Esta etapa é muito importante, pois a partir de um bom entendimento dos processos pode-se garantir o desenvolvimento de um sistema que supra todas as necessidades ali apresentadas. Assim sendo, a fabricação de um armário se inicia quando a empresa recebe um pedido do cliente solicitando a fabricação dos componentes do armário. A empresa trabalha de forma entrosada com o cliente, isto é, todos os itens que o fornecedor contém cadastrado em seu sistema a Móveis Fênix também devem contem. O departamento de vendas e orçamento recebe os relatórios dos itens a serem produzidos e validam os componentes. A validação é feita de forma manual e o departamento confere item por item do relatório recebido pelo cliente e desenvolve um relatório de preço contendo o valor total do pedido, informando o valor de cada peça a ser produzida. Este processo de criação do relatório de precificação também é criado manualmente e o valor a ser cobrado por cada item é baseado em um formulário que o colaborador consulta. Como pode ser observado, este processo é lento e sujeito a erros nos valores, podendo demorar dias para seu desenvolvimento. Após a aprovação do orçamento, a equipe responsável por gerir os processos de produção desenvolve um relatório em planilha eletrônica de todos os componentes que deverão ser produzidos e dentre os relatórios desenvolvidos estão a ordem de produção, relatório de ferragens, relatório de insumos, etc. 14

15 Com os relatórios em mãos, os operadores identificam os itens a serem produzidos e dão inicio a produção. Após a produção dos itens, o setor de expedição embala os produtos e fica responsável pelo controle de itens enviados e itens pendentes. Este controle é feito de forma manual utilizando-se de canetas marca texto. Pode ser verificado que os atuais processos que são aplicados para venda de armários para o cliente, desde o orçamento até a entrega, contêm inúmeros pontos que podem ser melhorados utilizando-se da Tecnologia da Informação. Na Figura 1 é apresentado o diagrama de atividades com os passos das etapas do processo de fabricação do armário. Figura 1 - Diagrama de atividades do processo de fabricação do armário. 15

16 5. Análise de requisitos A análise de requisitos é uma das partes mais importantes do processo que resultará no desenvolvimento eficaz ou não de um sistema. Segundo Pressman (2006), uma compreensão completa dos requisitos de software é fundamental para um bem-sucedido desenvolvimento de software. Não importa quão bem projetado ou quão bem codificado seja, um programa mal analisado e especificado desapontará o usuário e poderá trazer problemas ao desenvolvedor. Analisar os requisitos deve ser uma etapa sempre presente na fase de definição do software, não importando o modelo anotado para esta análise. Um sistema será útil aos seus usuários se atender aos requisitos definidos. Na fase de requisitos é recomendado um texto com a visão geral, a identificação dos clientes, dos objetivos, das funções do sistema e dos atributos do sistema (LARMAN, 2000). Sendo a primeira atividade técnica no desenvolvimento do software, a analise de requisitos pode ser entendida como a responsável por definir as funcionalidades que um sistema deve realizar, quais as restrições que o sistema deve trabalhar e a interface com os demais elementos. Pressman (2006), define que o registro inicial do documento de requisitos deve ser um conjunto de perguntas que leve a uma compreensão básica do problema às pessoas que querem a solução, a natureza da solução, ou seja, um conjunto de perguntas de livre contexto que concentram-se no cliente e no domínio da solução e seu ambiente. Conforme Pressman (2006) entre as técnicas de levantamento de requisitos destacam-se: ENTREVISTAS Neste item o objetivo é que o entrevistador efetue perguntas ao interlocutor em questão com o objetivo de discutir sobre o conhecimento do domínio de aplicação, sem que sejam necessárias perguntas pré-definidas. 16

17 Nesta etapa, o analista deve fazer perguntas que o leve a uma compreensão básica do problema, quais são os colaboradores que necessitam de uma solução, quais são elas, etc. REUNIÕES Clientes e engenheiros de software freqüentemente tem uma mentalidade de nós e eles. Em vez de trabalhar como uma equipe para identificar e refinar as exigências, cada pessoa envolvida define seu próprio território e comunica-se por meio de memorandos, notas formais, documentos e sessões de pergunta e reposta. A história tem demonstrado que essa abordagem não funciona muito bem. Surgem muitos mal-entendidos, informações importantes são omitidas e um relacionamento de trabalho bem sucedido jamais é estabelecido. Com esses problemas em mente, pesquisadores independentes desenvolveram uma abordagem para a coleta de exigências, orientada a reuniões de equipe. Essa abordagem estimula a criação de uma equipe conjunta de clientes e desenvolvedores que trabalhem juntos para identificar o problema, propor elementos de solução, negociar diferentes abordagens e especificar um conjunto preliminar de requisitos de solução. CENÁRIOS Consistem na produção de exemplos de seções de interação entre o usuário final e o sistema em uma única situação. Facilitam o trabalho dos usuários, simulando tarefas reais, além de auxiliar no entendimento dos requisitos. A simples construção dos cenários envolve o tratamento de detalhes que não poderiam ser observados de outra forma. É, contudo, uma tarefa que consome tempo e, para sistemas complexos são necessários um grande número de cenários. Uma grande vantagem dos cenários é que, uma vez desenvolvidos, podem ser reutilizados através do próprio sistema ou em outros sistemas no qual se aplique o mesmo contexto. MÉTODOS SOFT SYSTEMS Consiste na construção de modelos menos formais de todo o sistema sóciotécnico, baseados em três pilares: o sistema automatizado, as pessoas e a organização. São particularmente importantes quando há incerteza sobre que tipo de sistema deve ser de fato produzido em determinado contexto. Produzem 17

18 modelos abstratos que precisam ser refinados através da utilização de outras técnicas de levantamento de requisitos. OBSERVAÇÃO E ANÁLISE SOCIAL Consiste na observação das pessoas na execução de seu trabalho e na produção de registros detalhados dessas observações. Um enfoque, denominado análise etnográfica, envolve a inserção de um indivíduo em uma sociedade ou cultura por um longo período. Esse convívio e relacionamento com as pessoas permitem que o observador identifique detalhes importantes de cada atividade, e das pessoas com quem se relacionou. Esta técnica é capaz de identificar requisitos não levantados através de outras técnicas. DOCUMENTO DE REQUISITOS Conforme Lopes (1999), um dos resultados do processo de requisitos é o documento de requisitos que é uma declaração oficial dos requisitos do sistema, destinada a usuários, clientes e desenvolvedores. Dependendo da organização esse documento pode ser denominado: especificação funcional, definição de requisitos, especificação de requisitos de software. Kotonya e Sommerville (1998), propõem o seguinte modelo para o documento de requisitos: a) prefácio: deve especificar os leitores prováveis do documento e descrever brevemente a história de sua versão; b) introdução: deve definir o produto no qual o software estará agregado, seu provável uso e uma visão geral de sua funcionalidade; c) glossário: deve especificar os termos técnicos e abreviações utilizadas; d) requisitos gerais do usuário: deve especificar os requisitos do ponto de vista dos usuários; e) arquitetura do sistema: deve apresentar uma visão geral da arquitetura provável do sistema, com a divisão das funções entre seus módulos; f) especificação de hardware: capítulo opcional que deve conter especificações do hardware que o software deverá controlar; 18

19 g) especificação detalhada do software: deve conter uma descrição detalhada da funcionalidade do software, incluindo, onde necessário, algoritmos específicos. Essa fase pode ser omitida se for desenvolvido um protótipo; h) requisitos de confiabilidade e desempenho; i) apêndices. 5.1 Análise de requisitos para o sistema Nesta etapa são apresentadas as necessidades do software, que foram listadas por meio de levantamento de requisitos, classificados como requisitos funcionais (RF) e requisitos não funcionais (RNF). Os requisitos funcionais tratam de funções que o sistema deve fornecer, como o sistema deve se comportar a entradas e a determinadas situações. (PRESSMAN, 2001). Os requisitos funcionais descrevem as diversas funções que clientes e usuários querem ou precisam que o software ofereça. Dependem do tipo do software que está sendo desenvolvido, dos usuários de software e do tipo de sistema que está sendo desenvolvido (SOMMERVILLE, 2003). Como exemplo, podemos identificar que o software deve emitir relatórios sobre as atas de reuniões. Os requisitos não funcionais dizem respeito às restrições sobre os serviços ou funções do sistema. Por exemplo, restrição de tempo, restrição do processo de desenvolvimento, padrões, etc. (PRESSMAN, 2001). Utilizando os conceitos e metodologias para uma boa análise de requisitos, foram levantados junto aos colaboradores da empresa Móveis Fenix, os requisitos funcionais e não funcionais. Tendo em vista que o foco deste trabalho é apresentar a forma de implementação do sistema, serão descritos a seguir somente alguns dos requisitos levantados. 19

20 5.1.1 Requisitos Funcionais (RF) Após executar o levantamento de requisitos, estão destacados neste trabalho apenas os principais requisitos funcionais que o sistema deverá conter, pois desta forma o leitor entenderá melhor a forma de implementação adotada. RF1 Entrada de dados Clientes Descrição: O sistema deverá permitir que o usuário possa cadastrar todas as informações pertinentes aos clientes eessas informações serão utilizadas nos diversos relatórios do sistema. RF2 Entrada de dados Insumos Descrição: O sistema deverá fornecer ao usuário a possibilidade de cadastrar os insumos da empresa. Entendendo-se como insumo a matéria-prima dos componentes do armário e será vinculado ao cadastro de produtos. RF3 Entrada de dados Ferragens Descrição: O sistema deverá fornecer ao usuário a possibilidade de cadastrar ferragens dos armários. As ferragens são itens dos componentes do armário e serão vinculadas ao cadastro de produtos. RF4 Entrada de dados Produtos Descrição: O sistema deverá fornecer ao usuário a possibilidade de cadastrar os produtos do sistema, como prateleiras, fiancos, gavetas etc. Esta funcionalidade é de extrema importância, pois será utilizada para a construção dos componentes dos armários inseridos nos pedidos de vendas. RF5 Entrada de dados Pedidos e armários Descrição: O sistema deverá fornecer ao usuário a possibilidade de cadastrar os pedidos dos clientes, esta interface deve possibilitar que o usuário crie os pedidos e seus respectivos armários que serão fabricados. O sistema deverá apresentar soluções eficientes para a construção do armário, por exemplo, filtro de medidas em relação aos módulos do armário, configuração de altura, largura, acabamento e todas as outras características levantadas junto ao usuário. 20

21 RF4 Saída de dados Ordem de produção Descrição: O sistema deverá fornecer ao usuário um relatório referente a quais componentes do armário serão produzidos, isto é, a ordem de produção, neste relatório foi definido que sejam fornecidos os itens e suas medidas, já com reajuste de corte. RF4 Saída de dados Relatório de ferragens Descrição: O sistema deverá fornecer ao usuário um relatório referente às ferragens necessárias para cada componente do armário. Foi levantado que o sistema fornecerá dois relatórios distintos de ferragens, sendo o primeiro as ferragens que serão utilizadas na fabricação interna da peça, e o segundo relatório as ferragens que serão utilizadas já no cliente (ferragens locais e de obra ). RF4 Saída de dados Relatório de preço Descrição: O sistema deverá fornecer ao usuário um relatório referente o valor total do pedido, informando ao cliente o preço total do armário e o valor de cada peça produzida Requisitos não-funcionais (RNF). Após executar o levantamento de requisitos, foram destacados neste trabalho apenas alguns dos requisitos não-funcionais que o sistema deverá conter. RNF1 Proteção do banco de dados Descrição: A base de dados deverá estar num diretório fixo na rede com políticas de segurança, tendo como permissão somente leitura e escrita. As políticas de segurança devem bloquear a exclusão do arquivo. RNF2 Ambiente de desenvolvimento Descrição: O sistema será desenvolvido em ambiente intranet, plataforma MS Access, tendo em vista que não há a necessidade de acesso via web. RNF3 Prazo para o desenvolvimento Descrição: O sistema deverá ser desenvolvido e implantado no prazo máximo de um ano, pois há uma extrema urgência do funcionamento do software. 21

22 5.1.3 Infra-estrutura existente na empresa. A empresa Móveis Fênix apresenta uma boa infra-estrutura em Tecnologia da Informação e após esta analise foi verificado que esta atende aos requisitos de hardware e software necessários para a implantação do software. A empresa possui a seguinte configuração para a implantação do sistema em desenvolvimento : Micro computador HP P6215, Processador Intel Core Duo E7500 (2.93 GHz) com HD 320 GB e 4 GB de Memória Impressora HP Multifuncional Photosmart C 4780(Impressora Copiadora Scanner Wireless) e impressora HP Officejet 4355 all-in-one(fax Impressora Copiadora Scanner) Servidor Dell PowerEdge T110 II, Processador Intel Pentium Dual-Core G850 com HD 320 GB e memória de 2 GB Sistema Operacional Windows XP Professional 32 Bits SP3 e Antivírus 22

23 6. Modelagem do banco de dados Nesta etapa serão discutidas as questões relativas ao banco de dados do sistema a ser implementado. 6.1 Banco de dados Segundo Korth (1994), um banco de dados é uma coleção de dados interrelacionados, representando informações sobre um domínio específico, ou seja, sempre que for possível agrupar informações que se relacionam e tratam de um mesmo assunto, posso dizer que tenho um banco de dados. As realidades atuais são complexas e nos obrigam a utilizar sistemas de banco de dados através de computadores, que nos garantem confiabilidade, segurança e rapidez na manipulação dos dados. 6.2 Microsoft Access O Microsoft Access, também conhecido como MS Access, é um sistema relacional de gerenciamento e manipulação de dados da empresa Microsoft, incluído dentro do pacote Microsoft Office versão Professional. O MS Access surgiu em 1992 sendo o primeiro Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados(SGDB) da Microsoft. Foi o primeiro software executável de banco de dados em plataforma Windows, enquanto a concorrência, liderada pela dba-se era voltada para o ambiente DOS. A primeira versão do MS Access foi a versão 1.0, porém esta versão logo foi substituída pela versão 1.1, pois ela não continha um pacote de ferramentas para os desenvolvedores e possuía uma limitação do software desenvolvido em 128 MB de memória. A versão 1.1 foi lançada em 1993 e já contava com uma ampliação para 1 GB de memória para o software e junto a ele veio o Distribution Kit, incentivando que os desenvolvedores criassem seus aplicativos e os vendessem sem a necessidade de o cliente ter o MS Access instalado, bastava utilizar o Access Runtime (gratuito). 23

24 Dois anos depois, a Microsoft lança a versão 2.0 que continha ajustes e algumas modificações. Agora era possível trabalhar com até 254 tabelas ao mesmo tempo e no mesmo arquivo de dados. O ambiente de desenvolvimento continha novas funcionalidades e linhas imensas de códigos já não eram necessárias. A nova versão 7.0 foi lançada em 1995, já trabalhando na era de 32 bits, nesta versão foi adicionada a linguagem Visual Basic for Application (VBA) que já continha seu próprio ambiente de programação, recursos de replicação de dados para oferecer ao programador a possibilidade de trabalhar off-line sincronizando com a base central. Em março de 1997, a versão 8.0 foi publicada, com a possibilidade de trabalhar com hiperlinks e salvar arquivos HTML. Em 1999 a Microsoft lançou a versão 9.0, conhecida como Ms Access 2000, nesta versão já havia suporte a OLE DV e relacionamento com bases de dados corporativa. Foi nesta versão que a Microsoft retirou o FoxPro do pacote Visual Studio mantendo como um produto independente. A versão Ms Access 2003 trouxe inúmeras novas soluções, como a melhoria com a integração do browser, melhorias na linguagem VBA e marcações XML. No Ms Access 2007, além de melhorias na segurança e interface aperfeiçoada, foi introduzido um novo formato de dados o ACCDB, que suportava mais tipos de dados complexos, tais como anexos e campos multi-valorizados. Estes novos tipos de campos permitem o armazenamento de valores múltiplos em um campo. Atualmente o Ms Access conta com a versão 2010, que além de compatível com as versões anteriores também conta com recursos de segurança avançada e a forte integração com o Microsoft SharePoint Foundation 2010, permitindo assim gerenciar dados de forma mais eficaz e que tornam os aplicativos de rastreamento de informações mais seguros do que antes. Armazenando os dados de aplicativos de rastreamento em listas no SharePoint Foundation 2010, pode-se auditar o histórico de revisões, recuperar informações excluídas e definir permissões de acesso a dados. A versão 2010 também contou com o suporte a tipos de dados do SQL Server 2008: 24

25 Date Data comum Datetime2 Define uma data que é combinada com uma hora de um dia de 24 horas) Datetimeoffset Define a data combinada com uma hora com suporte de fuso horário Time Hora comum Geography Dados do tipo espacial Geometry Dados do tipo espacial HierarchyID Tipo de dados de tamanho variável que representa uma posição em uma hierarquia de árvore Características técnicas do MS Access Para garantir a escolha do Ms Access como banco de dados da aplicação desenvolvida neste trabalho, foi verificada a característica técnica da plataforma podendo assim garantir se suportará o novo sistema. Cada característica foi comparada à necessidade atual da empresa, levando em consideração todas as funcionalidades e necessidades que o novo sistema terá. O Quadro 1 mostra as características técnicas mais importantes para este sistema e que foram analisadas na plataforma MS Access. 25

26 Atributo Limite da Plataforma Compatível Tamanho do arquivo (.accdb) do banco 2 GB Sim Numero de módulos 1000 ( 1 mil ) Sim Número de usuários simultâneos 255 Sim Número de campos em uma tabela 255 Sim Número de tabelas abertas 2048 Sim Tamanho da tabela 2 GB Sim Número de índices em uma tabela 32 Sim Número de relações aplicadas 32 por tabela Sim Número de tabelas em uma consulta 32 Sim Número de junções em uma consulta 16 Sim Tamanho do conjunto de registros 1 GB Sim Número de ações em uma macro 999 Sim Quadro 1 Características técnicas do Ms Access 26

27 6.2.2 Pontos Fortes da utilização do MS Access A escolha da plataforma MS Access para o desenvolvimento do sistema foi baseada em alguns pontos fortes, dentre eles destacam-se: O Ms Access é uma plataforma de desenvolvimento adequada para pequenos e médios negócios. Rapidez no desenvolvimento, pois contém linguagem de codificação relativamente simples. Compatível com SQL Server, garantindo a integridade dos dados. Compatível com todo o Pacote Office ( Word, Excel, Outlook, etc ). Ampla base de conhecimento disponível na internet. Aplicativos desenvolvidos no MS Access só necessitam do runtime (freeware) para funcionar. Possui um ótimo gerador de relatório, suprindo a necessidade de softwares terceiros. Custo baixo para desenvolver o projeto Pontos Fracos do MS Access Além dos pontos fortes do MS Access, há a necessidade de se analisar algumas dificuldades e preocupações que a plataforma contém, dentre elas: Não suporta consultas complexas. Limite de 2 GB de banco de dados, impossibilitando gerenciar grandes volumes de dados. Não possui alguns componentes e recursos de novas linguagens como o vb.net. Acesso ao servidor de arquivos gera mais trafego de dados comparado aos outros Banco de dados como MySql, Oracle, etc. Mais propicio ao corrompimento da base de dados. Não suporta muitos usuários conectados simultaneamente. 27

28 7. Descrição e características do sistema 7.1 Descrição Geral. O sistema ADMPRO (Administração de Projetos) foi desenvolvido para atender o ramo moveleiro de produção armários. Tem como objetivo gerenciar todos os itens envolvidos na produção dos componentes, contendo os cadastros relacionados aos pedidos, clientes, categorias, insumos e produtos finais. Os módulos do sistema oferecem de forma muito clara a construção e gerenciamento de armários, possibilitando que o usuário o construa de forma organizada através de módulos. O sistema ADMPRO conta com vários tipos de relatórios necessários para que o setor de produção possa tomar decisões baseados nos controles efetuados automaticamente pelo sistema, desde o controle de preço de cada peça a ser produzida até as requisições de estoque, como por exemplo os relatórios de produção, lotes, ferragens locais e de obras, expedição. Este trabalho não tem como intuito detalhar todo o desenvolvimento do sistema, mas sim mostrar as principais funcionalidades abordando assim uma visão ampla da estrutura de codificação utilizada e os respectivos formulários. 7.2 Modelagem do banco de dados. Ao apresentar aqui uma parte da modelagem do sistema, são apresentados as principais estruturas das tabelas do banco de dados e seus relacionamentos. O intuito não é detalhar toda a construção do sistema, mas sim explicar quais são os principais itens envolvidos na modelagem e desenvolvimento dos formulários do software. Para uma melhor compreensão do armazenamento das informações no banco de dados é apresentado na Figura 2 um Modelo Entidade-Relacionamento (MER) com os principais itens que compõem o banco de dados do sistema. Para melhor entender as estruturas das tabelas, são mostrados um MER para cada item necessário no software. 28

29 7.2.1 Modelagem de Produtos e Subprodutos Através da analise de requisitos, foi verificado que um componente (produto) de um armário deverá ser composto por ferragens, insumos e subprodutos. O sistema utiliza o conceito de que um produto pode ser composto de subproduto. Esta necessidade foi levantada pois existem alguns produtos que são construídos a partir da junção de componentes fabricados pela empresa. Para exemplificar esta idéia pode-se citar um produto final denominado gaveteiro, que é construído a partir da junção das chapas laterais, fundo, base e teto. Todos esses sub-componentes são fabricados separadamente e após a fabricação, são montados formando o produto final (figura 2) Figura 2 - Modelos de Entidades e Relacionamentos (MER) do cadastro de produtos e subprodutos. 29

30 7.2.2 Modelagem de Peças especiais Na etapa de analise de requisitos foi verificado a necessidade de o sistema trabalhar com peças especiais, isto é, produtos não compatíveis com os itens já cadastrados. Isto ocorre quando há uma alteração em medidas, insumos ou ferragens, tornando este produto especifico para atender a necessidade do cliente. Estas peças contem as mesmas características de um produto já cadastrado, mas por conter valores alterados, há a necessidade de inseri-las em tabelas separadas (figura 3). Figura 3 - Modelo de Entidades e Relacionamentos (MER) do cadastro de peças especiais 30

31 7.2.3 Modelagem de Armários O cadastro de armários será feito através da solicitação de um pedido feito pelo cliente, o sistema dará a opção para que o usuário construa o armário a partir de módulos. Este requisito foi levantado a partir da idéia que os armários vendidos na empresa são de grande dimensão, assim a visualização dos itens de cada módulos será mais eficaz, conforme ilustrado na figura 4. Figura 4 - Modelos de Entidades e Relacionamentos (MER) do cadastro de pedidos 7.3 Desenvolvimento das interfaces Este capítulo aborda todas as interfaces que o sistema proporciona ao usuário, como formulários de cadastros, relatórios e consultas Menu de Controle A partir da versão 2007, o pacote da Microsoft Access substituiu os menus e barras de ferramentas por Faixa de Opções ( Ribbons, em inglês ). Todas as funcionalidades oferecidas pelo Office são organizadas em guias. Essas guias podem ser programadas através da linguagem XML (Extensible Markup Language). Baseado nisto foi necessário estudar a implantação das ribbons para construção de menus no sistema ADMPRO, pois o mesmo utilizou versão a 2007 (Figura 5) 31

32 Figura 5 - Menu principal do sistema Categorias Este formulário é responsável por cadastrar todas as categorias que o sistema contém, podendo assim diferenciar cada tipo de item e suas funcionalidades. O formulário permite que o usuário defina o nome da categoria e para onde será utilizada. As opções oferecidas para o usuário são insumos, produtos, ferragens, sub-produtos, peças especiais, expedição. O usuário poderá escolher mais de uma utilização, pois uma categoria pode ser utilizada em vários lugares do sistema. Um exemplo para esta situação é a categoria Acessórios, pois esta atende a produtos, sub-produtos e peças especiais da fabrica.o sistema disponibiliza também o tipo de corte da categoria (Figura 6), uma vez que foi levantada a necessidade de haver redução de medidas dos produtos produzidos. Através do formulário de cadastro de categoria pode-se definir o corte para M1 (medida 1), M2 (medida 2), M3 (medida 3). Figura 6 Tela de cadastro de categorias 32

33 7.3.3 Produtos Todos os produtos desenvolvidos pela empresa possuem seus componentes previamente registrados no formulário, onde são informadas todas as características do produto, como por exemplo, grupo de itens, a medida de altura, largura e profundidade. Os componentes necessários para a produção do produto são informados em sub formulários, dentre eles: ferragens (figura 7), insumos (figura 8), subprodutos (figura 9), precificações (figura 10) Como a empresa utiliza desenhos feitos no software AutoCAD para todos os produtos registrados no sistema, foi desenvolvido a opção de link direto com o arquivo.dwg e.pdf, sendo assim, quando o usuário for consultar um produto, ele pode visualizar diretamente o desenho para tirar duvidas O sub formulário Precificação permite que o usuário informe os valores do produto conforme o acabamento escolhido para o armário, sendo assim é possível informar N valores para o item em questão, o valor apropriado para o momento da venda será escolhido através de uma consulta SQL. Figura 7 Cabeçalho do cadastro de produtos e inserção de ferragens 33

34 Figura 8 Inserção de insumos no cadastro de produtos Figura 9 Inserção de subprodutos no cadastro de produtos Figura 10 Inserção de preço de redução e venda no cadastro de produtos Subprodutos Os subprodutos são informações que devem ser previamente registrados no sistema para poder utilizá-los como componentes de um produto final a ser produzido. As informações a serem inseridas neste formulário são muito parecidas com o cadastro de produto, como a categoria, medidas de comprimento, largura e profundidade (Figura 11). Como os subprodutos são peças a serem montadas para formar um produto final, todas as informações de cadastro de insumos (Figura 12), ferragens (Figura 13) devem ser incluídas, porém diferentemente do cadastro de produtos não é possível informar precificações, o preço deve estar diretamente ligado ao produto final. 34

35 Figura 11 Cabeçalho do cadastro de subprodutos Figura 12 Inserção de insumos no cadastro de subprodutos Figura 13 Inserção de ferragens no cadastro de subprodutos Peças Especiais Todos os itens a serem produzidos para um pedido onde contenham informações distintas de um produto cadastrado são informados no formulário de Peças Especiais, informações como descrição da peça, medidas e categoria são informadas de forma única (Figura 14), afetando unicamente o item do pedido em questão distinguindo-os do cadastro original. Os componentes necessários para a produção da peça especial são informados nos sub formulários, dentre eles : ferragens (Figura 16), insumos (Figura 17), subprodutos (Figura 18). 35

36 Através do formulário de cadastro de Peças Especiais, é possível utilizar o botão Gerar Componentes (Figura 15) e importar todas as características padrões de um item registrado do formulário de produtos ( botão gerar componentes ), assim todas as informações do produto escolhido são inseridos no formulário e as alterações necessárias podem ser feitas normalmente, agilizando todo o processo de cadastro do produto especial. O formulário oferece a opção de mudar qualquer característica do item, como por exemplo, inserir subprodutos especiais.. Figura 14 Cabeçalho do cadastro de subprodutos Figura 15 Função de gerar componentes a partir de um produto cadastrado Figura 16 Inserção de ferragens no cadastro das peças especiais 36

37 Figura 17 Inserção de insumos no cadastro das peças especiais Figura 18 Inserção de subprodutos no cadastro das peças especiais Construção de Pedidos Os armários que a empresa produz para os clientes são registrados no formulário de Pedidos conforme apresentado na Figura 19. A tela inicial conta com a entrada de informações relativas ao novo pedido que será inserido, conforme necessidade apresentada pela empresa. É possível registrar um ou mais armários para um único pedido. As informações como descrição geral, quantidade de módulos, quantidade de armários e ambiente de instalação dos armários são inseridas já tela de pedidos. Todos esses itens foram levantados como necessidade através da analise de requisito feita na empresa. Figura 19 Tela de construção de pedidos do sistema 37

38 Conforme requisitado, o sistema de pagamentos dos pedidos trabalha com parcelas (Figura 20). Estas parcelas terão o valor baseado na porcentagem relativa ao preço total no pedido, o sistema calcula automaticamente todos os valores com base na porcentagem informada. Figura 20 Tela de forma de pagamento Configuração do Armário. As informações detalhada sobre a configuração do armário é feito através do formulário Característica do Armário. Nele é inserido qual é a linha, o tipo, altura, cortes de medidas e acabamentos interno, externo, fundo e dos componentes do armário (Figura 21). O sistema foi projetado para tratar cada módulo do armário de forma única, isto é feito através da inserção no subformulário de módulos, onde é possível descrever a largura do módulo e seu respectivo corte de largura, altura e profundidade (Figura 22). Os valores de cortes serão utilizados pelo sistema que ira reduzir automaticamente as medidas das peças incluídas no módulo, assim todos os relatórios para a produção da peça instrui o funcionário a reduzir o produto para que caiba no armário. A informação que os produtos podem sofrer redução de medidas foi levantada através da analise de requisitos efetuada na empresa. 38

39 Figura 21 Tela de configuração do armário Figura 22 Tela de configuração do armário Configuração do Módulo do Armário. O sistema oferece informações detalhadas de todas as divisões do armário, chamadas de módulos através do formulário de configuração de módulos (Figura 23). Estas configurações foram desenvolvidas a partir da necessidade levantada na empresa. Os módulos dos armários podem conter medidas de cortes e características distintas, apesar de ser do mesmo armário. As informações que devem ser inseridas no módulo são basicamente as mesmas do armário, os sistemas contem algoritmos que preenche todas as informações automaticamente para evitar retrabalho do usuário, caso haja a necessidade de alterações o próprio usuário pode fazer. A variedade de produtos que a empresa desenvolve é muito extensa, para facilitar a busca do item para inserção no módulo o sistema contem o filtro de categoria, na aba produtos, basta o usuário selecionar a categoria desejada e todos os produtos desta categoria serão carregados (Figura 24 ). Desta forma evita desperdício de tempo e diminui erros de inserções. A lista de itens já inseridos no módulo será listada logo abaixo dos botões de inserção. As informações referentes a portas e puxadores do armário são tratadas de forma distinta baseado na necessidade de informações mais detalhadas que ela deve mostrar na ordem de produção (Figura 25). 39

40 Figura 23 Tela de características dos módulos Figura 24 Tela de inserção de produtos nos módulos do armário Figura 25 Tela de inserção de produtos nos módulos do armário 40

41 8. Relatórios. O sistema ADMPRO contém todos os relatórios que foram levantados como necessidade pela empresa para controlar a fabricação dos produtos. Assim sendo, inclui relatórios como : Relatório de clientes Informações dos clientes cadastrados no sistema. Relatório de produtos Informações detalhada dos produtos cadastrados no sistema. Relatório de subprodutos Informações detalhada dos componentes desmembrados dos produtos finais. Relatório de ferragens Informações detalhada das ferragens cadastradas no sistema. Relatório de portas Informações detalhada dos tipos de portas possíveis de serem fabricadas. Relatório de puxadores Informações detalhada dos puxadores cadastrados no sistema. Relatório de preço Informações detalhada dos preços de cada componente do armário, informando ao usuário o preço final do pedido. Relatório de romaneio Listagem da seqüência para embalagem dos produtos na expedição. Relatório de etiquetas Etiquetas de controle de expedição para serem coladas nos produtos embalados. Relatório de status da expedição Informações detalhada do estado de cada produto na expedição, isto é, as pendências, localizações em magazines etc. Relatório de ordens de produções Listagem de todas as peças a serem produzidas, já com os medidas finais ajustadas conforme necessidade do cliente. Relatórios de insumos Listagem de todos os insumos que serão necessários para a produção das peças. 41

42 Relatório de ferragens Listagem de todas as ferragens locais e de obras necessárias para a montagem das peças, Relatório de Lotes Listagem de insumos que serão preparados para corte, colação de bordas, prensagem e usinagem. 8.1 Relatório de Ordem de produção. O relatório de ordem de produção ( O.P ) contem todos os produtos do armário que foi solicitado pelo pedido. O cabeçalho do relatório traz informações vitais do pedido, como nome do cliente, ambiente de instalação, data de entrega, etc. Em seguida o relatório informa os produtos e medidas dos produtos a serem produzidos (Figura 26). Figura 26 Relatório de ordem de produção. 42

43 8.2 Relatório de ferragens. Este relatório tem como objetivo informar todas as ferragens necessárias para a produção do armário, através de uma consulta SQL o sistema busca as ferragens que estão inseridas nos produtos. Após o levantamento de requisitos foi verificado a necessidade da divisão deste relatório em duas partes: Relatório de ferragens locais (Figura 27) e Relatório de ferragens de obra (Figura 28).Esta necessidade foi levantada pois existem ferragens que são usadas na produção do produto e outras ferragens para a montagem do armário no cliente. O sistema possibilita escolher qual lista deseja visualizar. Os relatórios de ferragens de obra são usados para separar as ferragens e levar até o cliente, assim poderá ser usado para montar o armário. Figura 27 Relatório de ferragens locais. Figura 28 Relatório de ferragens da obra. 43

44 8.3 Relatório de Lotes Este relatório é utilizado para preparar os insumos que serão utilizados para a produção das peças. Baseado nos itens requisitados foi levantado a necessidade da criação de quatro relatórios de lotes, cada um é enviado para um setor de trabalho na peça, os setores são explicados abaixo: - Setor de Seccionadora: Esta etapa é responsável pelo corte das chapas para criarem a peças do armário, o relatório de seccionadora contém os insumos e suas medidas de cortes (Figura 29). - Setor de Prensa: Esta etapa é responsável pela prensagem das chapas com a casca da madeira para poder utilizar posteriormente acabamentos nas peças, o relatório contem quais são as combinações de prensagem para serem executadas (Figura 30). - Setor de Esquadrabordo: Esta etapa é responsável por incluir em todas as peças necessárias as bordas, para que futuramente possa utilizar acabamentos. O relatório contém todas as peças que deverão conter bordas (Figura 31). - Setor de Usinagem: Este setor é responsável pela etapa final da peça, a usinagem e todas as ultimas pendências são verificadas nesta etapa, o relatório traz informações das peças que necessitam ser usinadas (Figura 32). Figura 29 Relatório de Lotes (Seccionadora). 44

45 Figura 30 Relatório de Lotes (Prensa) Figura 31 Relatório de Lotes (Esquadrabordo) Figura 32 Relatório de Lotes (Usinagem) 45

46 9 Módulo de Expedição Após o termino de produção dos itens do pedido, os produtos são embalados e armazenados em magazines para posteriormente serem enviados ao cliente. O controle de todo este processo era feito manualmente pelo funcionário do setor, através de um relatório o funcionário controlava todos os itens embalados e pendentes. O módulo de expedição foi criado para gerenciar todo o processo e embalagem e entrega dos armários ao cliente. Todo o processo fica automatizado e dispensa a necessidade de controle via papeis. Para a empresa isto implica em controle total das peças na expedição. O funcionário consegue descobrir qual a situação atual de uma peça, onde ela esta e quais suas pendências. 9.1 Etiquetas de expedição Para haver um manuseio ágil neste processo, todo este controle é feito através de etiquetas com código de barras, todas as etiquetas que o sistema ADMPRO disponibiliza contem o código de barras referente ao item do produto, este código é único, não se repete de nenhuma forma. Isto garante que não haverá erro por parte do sistema no controle desses produtos na expedição. A etiqueta colocada nos produtos contém o nome do cliente, número do pedido, armário e o numero de seqüência (Figura 33). As etiquetas podem conter combinações de produtos, um ou mais produtos podem estar na mesma etiqueta, esta característica é totalmente configurada pelo usuário. Os produtos descritos nas etiquetas contem as informações mais vitais para o controle das embalagens, como a quantidade, código interno, acabamento, descrição geral e medidas. Todas essas características foram adquiridas através da analise de requisitos feita na empresa. 46

47 Figura 33 Etiquetas de expedição 9.2 Tela de Embalagens O módulo de expedição é dividido em duas etapas, a primeira etapa é o processo de embalagem do item. Todos os itens que chegam até a expedição são embalados conforme a etiquetas informam (Figura 33) e posteriormente armazenados nos magazines, isto é feito para organizar todos os itens do pedido. Para executar esta tarefa o sistema fornece o formulário de embalagens, onde deve ser informado o numero do pedido e para qual magazine ele será destinado (Figura 34). O funcionário responsável pela inserção das informações do sistema utiliza um leitor de código de barras para fazer a leitura. O sistema lê o código da etiqueta e baixa automaticamente as informações necessárias, dispensando digitação. É possível verificar quantos itens estão pendentes para serem embalados e a ultima etiqueta lançada. O sistema informa onde esta localizada cada etiqueta que foi embalada, auxiliando o funcionário a localizar os produtos. 47

48 Figura 34 Tela de embalagens 9.3 Tela de expedição A segunda etapa da expedição trata do controle de saída dos produtos na empresa, depois que o produto foi embalado e armazenado num magazine, o funcionário pode dar saída para que sejam entregues ao cliente. Para esta etapa, é necessário que insira informações da transportadora responsável pela entrega dos produtos, como nome, celular, R.G do motorista, placa do veículo, modelo do veículo, e nome da transportadora (Figura 35). Essas informações são essenciais para que a empresa possa consultar posteriormente como e por quem foram transportados os produtos. Com essas informações inseridas pode-se iniciar uma nova saída de produtos da expedição. O sistema ADMPRO oferece uma interface para a expedição muito similar a de embalagem, com intuito de facilitar o uso do sistema, a baixa das etiquetas também é feita através dos códigos de barras (Figura 36). Como na embalagem, na tela de expedição é necessário informar qual pedido esta sendo expedido, através desta tela o funcionário consegue localizar com facilidade em quais magazines estão os produtos. O sistema só permitirá dar saída nos produtos que 48

49 foram embalados, caso ao contrario é informado ao funcionário que a embalagem da etiqueta ainda esta pendente, com o decorrer das inserções o sistema informa as etiquetas pendentes e a ultima etiqueta lida, conforme são incluídas as etiquetas, o sistema informa na tela às etiquetas que já foram expedidas, assim é possível verificar quais etiquetas estão pendentes e qual é sua situação. Caso necessário, é possível também cancelar ou pausar a expedição. Figura 35 Cadastro da transportadora Figura 36 Tela de expedição 49

50 9.4 Tela de Consulta A tela de consulta foi criada com o objetivo de oferecer funcionalidades para o setor de expedição. Nesta tela é possível consultar todas as expedições finalizadas, nesta opção é possível verificar quais armários foram entregues na expedição selecionada, caso necessário pode-se também imprimir essas informações. Outra funcionalidade que esta tela oferece é a consulta de pedidos de um magazine, o usuário pode selecionar o magazine e verificar quais componentes de armários estão nele (Figura 37), isto dispensa a conferencia manual. Também é possível localizar um pedido em especifico, através desta opção é possível verificar em quais magazines estão localizados os componentes do pedido em questão, esta opção é muito útil para ser utilizado na saída de produtos da empresa, consultando esta funcionalidade o funcionário consegue descobrir todos os magazines que precisam ser selecionados para saída de peças embaladas. Caso seja necessário uma consulta para verificar a localização de uma etiqueta especifica em magazines o usuário pode utilizar a opção de localização de etiqueta. Figura 37 Consulta de Pedidos no Magazine 50

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