Evandro de Laet Junior Luciana Valle Machado Maria Alice Egidio Monique Vieira Kelelr Sarah Bartels Kirchmeyer Vieira. PROFISSÕES AUTÔNOMAS: camelôs

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1 FACULDADES INTEGRADAS VIANNA JÚNIOR FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS Evandro de Laet Junior Luciana Valle Machado Maria Alice Egidio Monique Vieira Kelelr Sarah Bartels Kirchmeyer Vieira PROFISSÕES AUTÔNOMAS: camelôs Juiz de Fora 2006

2 Evandro de Laet Junior Luciana Valle Machado Maria Alice Egidio Monique Vieira Kelelr Sarah Bartels Kirchmeyer Vieira PROFISSÕES AUTÔNOMAS: camelôs Trabalho apresentado à Disciplina de Introdução as Ciências Sociais, do curso de Ciências Econômicas das Faculdades Integradas Vianna Júnior. Orientador :Prof. Rita Batista Felix Juiz de Fora

3 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CONCEITO CAMELÔS, AMBULANTES E MARRETEIROS Pirâmide de níveis de uma mesma categoria profissional ORIGEM DOS CAMELÔS OS PRINCIPAIS LOCAIS ONDE OS CAMELÔS TRABALHAM A Avenida Getúlio Vargas A Avenida Rio Branco A Rua Halfeld A GALERIA POPULAR: SONHO OU REALIDADE? A ROTINA DOS CAMELÔS CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA

4 ANEXOS

5 INTRODUÇÃO Nesse trabalho dissertaremos a respeito da vida dos trabalhadores autônomos, analisando o caso específico dos camelôs, ambulantes e marreteiros. O capítulo 1 fala o conceito da palavra camelô, que é o alvo de nosso trabalho. O capítulo 2 nos esclarece a diferença entre camelô, marreteiro e ambulante. O capítulo 3 é uma exemplificação em forma de desenho da condição social dos nossos pesquisados. O capítulo 4 diz respeito à origem dos camelôs em Juiz de Fora. O capítulo 5 faz uma breve análise dos principais locais de trabalho dos camelôs em Juiz de Fora, a Avenida Getúlio Vargas, a Avenida Rio Branco e a Rua Halfeld. O capítulo 6 trata de um assunto polêmico, a criação da galeria popular. E o capítulo 7 diz respeito a rotina de dos camelôs em suas viagens. 5

6 1. CONCEITOS O camelô é o nome comum dado aos vendedores de rua nas cidades brasileiras. Os camelôs são muitas vezes combatidos pelas autoridades - entrando freqüentemente em conflito aberto com estas, uma vez que vendem produtos baratos por fazerem mau uso do espaço público (ocupando as calçadas e atravancando a livre passagem dos transeuntes) e por não pagarem impostos, ao contrário dos lojistas licenciados. Também são considerados um reflexo do crescimento alarmante do desemprego, embora seu modo de vida não seja considerado desemprego e sim subemprego. A palavra é um galicismo (provém de camelot, em francês, "vendedor de artigos de pouco valor"), e muitas vezes é substituída por "marreteiro". 6

7 2. CAMELÔS, AMBULANTES E MARRETEIROS Através de pesquisas, verificamos que existem diferenças entre estes profissionais. Cada um deles apresenta traços e características distintas. São como diferentes níveis de uma mesma categoria profissional. Ambulantes são aqueles que trabalham percorrendo as ruas da cidade, não possuindo um ponto fixo. Comercializam vários artigos, depende do dia. Os marreteiros englobam o barraqueiro ou o vendedor que expõe os artigos sobre uma lona no chão. Eles nem sempre tem um produto definido, mas um ponto fixo em algum local público. Entretanto, em nenhuma hipótese tem permissão oficial para expor e vender suas mercadorias. O marreteiro deseja os status e a condição de camelô. Os camelôs possuem uma banca, produtos certos, fixam-se em áreas de intenso fluxo de pedestres. Eles possuem permissão oficial para estar nas ruas. 2.1 Pirâmide de níveis de uma mesma categoria profissional 7

8 3. ORIGEM DOS CAMELÔS A origem dos camelôs em Juiz de Fora é muito difícil de ser definida, mas sabe-se que foi antes de 1918, pois em uma matéria sobre Associação Comercial é pioneira em Minas detectamos que já nessa época os camelôs eram um problema para os comerciantes. Na luta pelos interesses classistas que defendia, a Associação Comercial abraçou diversas causas. Uma delas era a briga contra o comércio ambulante, pois os mascastes tiravam o sossego dos comerciantes estabelecidos. (MINAS,Tribuna de.juiz de Fora em 2 tempos.2000,p.115) Em Juiz de Fora há inúmeros ambulantes, marreteiros e camelôs. Aqui, no comércio é feito nas principais ruas da cidade. A cidade foi assim planificada, pelo engenheiro Gustavo Dodt em Ele planejou a Avenida Getúlio Vargas para formar um V com a Avenida Rio Branco. Logo após viu-se que a Avenida Getúlio Vargas veio a formar juntamente com a Avenida Rio Branco e a Rua Espírito Santo um triângulo central onde seriam traçadas as principais ruas da cidade, delimitando e consolidando o núcleo urbano em torno do qual cresceu e se desenvolveu o município. Atualmente no interior desse triângulo é o coração comercial de Juiz de Fora, onde ocorre todo o comércio e onde os camelôs trabalham. 8

9 4. OS PRINCIPAIS LOCAIS ONDE OS CAMELÔS TRABALHAM 4.1 A Avenida Getúlio Vargas A Avenida Getúlio Vargas recebeu o nome em homenagem ao ex-presidente Getúlio Vargas. Antes de chamar Getúlio Vargas possuiu vários nomes como Rua do Imperador e Rua 15 de novembro. Antigamente, era freqüentada por operários das fábricas como a dos Surerus, de Bernado Mascarenha e Pantaleone Arcuri (todas nas redondezas), atualmente, a avenida é povoada de armarinhos e tem suas calçadas ocupadas pelos objetos de estudo do nosso trabalho, os camelôs, ambulantes e marreteiros. 4.2 A Avenida Rio Branco A Avenida Rio Branco é o núcleo original de povoamento e se destaca como o centro para onde convergem as forças e instituições de poder. A Avenida Rio branco era chamada de Principal, depois, Direita e hoje Avenida Barão do Rio Branco. Essa divide Juiz de fora em dois mundos e sua separação é dada pela Rua Halfeld. 4.3 A Rua Halfeld A Rua Halfeld sintetiza a identidade de Juiz de Fora e, ao mesmo tempo, absorve a diversidade estampada nos gestos, nas expressões de cada um, tornando-se parte da alma juizforana. Na década de 30 durante o dia as pessoas iam a Halfeld para tomar café, jogar conversa fora e apreciar o movimento. Durante a noite a vida da rua era intensa incentivada pelos hotéis e confeitarias. O cinema também era um atrativo sem tamanhos, lá as pessoas iam com a expectativa de roubar um beijo, mas também levavam o medo de serem flagrados pelo lanterninha. A década de 50 ficou conhecida como os anos dourados dos salões, no Clube Juiz de Fora as pessoas chacoalhavam ao som de tango, mambo, valsa, bolero, fox e rumba. 9

10 Em todas as épocas a Rua Halfeld sempre foi uma ligação entre homens e mulheres que precisavam e precisam se comunicar sem palavras, apenas no jogo de olhar. Atualmente a Halfeld é a rua de Juiz de Fora onde mais circulam pessoas.as atrações são os barzinhos, os camelôs, os marreteiros que expõem seus produtos e os ambulantes que sempre dão uma passadinha por lá, pois sabem que sempre, a qualquer hora do dia tem gente passando por lá. 10

11 5. A GALERIA POPULAR: SONHO OU REALIDADE A galeria popular é um projeto do planejamento estratégico de Juiz de Fora. A idéia é tirar os camelôs legalizados das ruas de Juiz de Fora. Em vez de camelôs eles se tornariam trabalhadores formais. A idéia é montar a galeria no Espaço Mascarenhas. Na opinião da presidente dos camelôs, depois da instalação da galeria será necessário que os vereadores façam um projeto de lei para que mais nenhum camelô tenha licença para trabalhar nas ruas, pois senão a concorrência fica desleal. Na opinião dos camelôs a criação da galeria irá prejudicar o movimento, pois as pessoas não irão a galeria, só se estiverem realmente precisando de alguma coisa. O presidente do sindicato do comércio é a favor de colocar-se em prática a criação da galeria. 11

12 6. A ROTINA DOS CAMELÔS Essas pessoas possuem uma vida muito sofrida e difícil. A maioria tomou a iniciativa de abrir seu próprio negócio por falta de oportunidade no mercado de trabalho. Apesar do salário não ser baixo, pelo contrário, é até mais alto do que muitos empregados com carteira assinada, a maioria dos entrevistados nos relatou que trocaria seu negócio por um emprego com carteira assinada. A rotina é cansativa. Todos os dias de manhã bem cedo eles já estão na rua para pegar suas mercadorias e suas bancas em algumas lojas e salas que alugam para guardar seus produtos. Depois eles pegam suas mercadorias e vão para o ponto, montam suas bancas, colocam tudo no lugar e ali permanecem o dia inteiro esperando o público para comprar. Normalmente eles gritam para chamar atenção. Muitos deles permanecem em pé o dia inteiro e às vezes não almoçam, comem apenas um lanche para agüentar o dia todo.quando o dia vai terminando eles desmontam tudo novamente e levam para seu estoque. E assim são todos os dias. A rotina é mais cansativa no dia que tem viajar para comprar mercadorias, o que é feito na maioria das vezes de 15 em 15 dias. Normalmente eles viajam para São Paulo. O ônibus de excursão sai de Juiz de Fora às 22 horas. A viajem dura a noite toda e aproximadamente às 5 horas chega a São Paulo e o ônibus os leva direto para feirinha da madrugada. Nessa feirinha encontram-se todos os tipos de produtos que se possa imaginar, roupas, bijuterias, bolsas, entre outros. A feirinha termina às 6 horas e dali seguem para os arredores da Rua 25 de março. A própria 25 de março e seus arredores é um mundo, onde muitas pessoas circulam, todas apressadas em busca de qualidade alta para sua mercadoria e menor preço. Depois de todo esse corre-corre às 16 horas o ônibus sai de São Paulo em direção a Juiz de Fora e chega aproximadamente ás 2 horas, todos vão para suas casas descansar um pouco, pois no outro dia bem cedo precisam levar suas mercadorias novas para suas bancas, pois novidade vende mais. Essas viagens de excursão são arriscadas, inúmeras vezes já foram assaltados. Por isso, na alta temporada (principalmente, no final do ano) os camelôs vão de ônibus comum para São Paulo desembarcando na rodoviária e tornando mais difícil suas compras, pois a rodoviária fica muito distante do centro comercial. Quando a viajem é feita no ônibus de excursão a passagem custa aproximadamente 80,00 reais (ida e volta) mais os custos com a alimentação que gasta-se no Dia de Maratona.Mas, 12

13 quando a viajem é feita em ônibus comum o custo aumenta, pois o preço da passagem dobra, também é necessário pegar um táxi para ir ao comércio e depois voltar para a rodoviária mais a alimentação do dia. 13

14 CONCLUSÃO Concluímos que as profissões autônomas como ambulantes marreteiros e camelôs são reflexos das condições sociais brasileira. São alternativas para as pessoas excluídas do mercado de trabalho, por vários motivos, sendo mais freqüente a baixa escolaridade. Observamos que Juiz de fora possui um comércio fértil, dando um amplo campo aos alvos da nossa pesquisa. Vimos também que o comércio de Juiz de Fora se localiza no interior de um triângulo delimitado pelas avenidas Getúlio Vargas e Rio Branco e pela Rua Espírito Santo. Apesar da rotina cansativa e do e do esforço diário consideramos os nossos entrevistados pessoas felizes. Alguns almejam o trabalho formal por causa da estabilidade salarial, e os não legalizados almejam a legalização. 14

15 BIBLIOGRAFIA WIKIPEDIA.Camelô.Disponível em:<http://pt.wikipedia.org/wiki/camel%c3%b4>.acesso em:24 nov CARDOSO,Silvia Helena dos Santos.Ambulantes, Marreteiros e Camelôs.Disponível em: <http://www.studium.iar.unicamp.br/tres/pg6.htm?main=bloco_08.htm>.acesso em:24 nov ZOCHE, Sílvia.Disponível em:< galeria_popular/>.acesso em :24 nov MINAS,Tribuna de.juiz de Fora em 2 tempos.juiz de Fora:Esdeva, MINAS,Tribuna de.rua Halfeld.Juiz de Fora:Esdeva,

16 ANEXOS Foto do triângulo formado pelas Avenidas Getúlio Vargas, Rio Branco e pela Rua Espiríto Santo 16

17 Norma: Lei / 1992 Data: 29/07/1992 Ementa: Dispõe sobre o exercício de comércio ambulante em área de domínio público do Município. Referências: Comércio Ambulante/Trailler QTD Vides Vides: Decreto do Executivo de 13/09/ Regulamentação Art. Alterado: Toda Art. Alterador: Todo Referência: Regulamenta o exercício de Comércio Ambulante em área de domínio público do Município de Juiz de Fora. Lei de 28/12/ Alteração Art. Alterado: Art. 2 Art. Alterador: Art. 1 Lei de 28/12/ Acréscimo Art. Alterado: Art. 7, emenda Art. Alterador: Art. 2 LEI N.º de 29 de julho de Dispõe sobre o exercício de comércio ambulante em área de domínio público do Município. A Câmara Municipal de Juiz de Fora aprova e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1.º - Considera-se comércio ambulante, para os efeitos desta Lei, toda e qualquer forma de atividade ocasional, exercida individualmente nas vias e logradouros públicos, sem localização fixa. Parágrafo único - O comércio ambulante, que será administrado e fiscalizado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, poderá ser explorado: a) Sem uso de instalações ou veículos; b) Com uso de instalações ou veículos removíveis após o horário de trabalho; c) Com veículos automotores, quando se tratar de "Trailler". Art. 2.º - As licenças para o exercício do comércio ambulante, requeridas ao Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, indicando o objeto do comércio e a área pretendida, serão concedidas em número limitado, fixado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ouvida a Comissão Permanente de Coordenação de Comércio Ambulante, que tem função deliberativa, composta por indicação das seguintes entidades; - 01 (um) representante da Associação dos Vendedores Ambulantes e Camelôs de Juiz de Fora; - 01 (um) representante da Associação de Apoio aos Camelôs, Ambulantes e Artesãos de Juiz de Fora; - 01 (um) representante da Secretaria Municipal de Governo - SMG; - 01 (um) representante da Associação dos Feirantes de Utilidades e Trabalhos Manuais de Juiz de Fora; - 01 (um) representante da Associação dos Artesãos; - 01 (um) representante da Associação Comercial de Juiz de Fora; - 01 (um) representante do Sindicato no Comércio Varejista de Juiz de Fora; 17

18 - 01 (um) representante do Clube dos Diretores Lojistas de Juiz de Fora; - 01 (um) representante da Câmara Municipal de Juiz de Fora; - 01 (um) representante do Instituto de Pesquisa e Planejamento - IPPLAN; - 01 (um) representante da Secretaria Municipal de Transporte - SETTRA; - 01 (um) representante da Secretaria Municipal de Saúde - SMS; - 01 (um) representante da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico-SMPE, necessariamente o Secretário; - 01 (um) representante da Secretaria Municipal de Negócios Jurídicos o SMNJ. Parágrafo Único - A comissão de que trata o artigo será instituída por Portaria do Prefeito, sendo presidida pelo Secretário da SMDE e terá suas atribuições regulamentadas. Art. 3.º - A outorga da licença e o cadastramento observarão as seguintes condições: I - Tempo de serviço na atividade de ambulante; II - condições e tipo de local da habitação do interessado; III - Grau de instrução e maioridade; IV - Número de filhos menores e em idade escolar; V - Deficiência física que será considerada condição primária; VI - Renda familiar; VII - Restrição a aposentados com renda superior a 2 (dois) salários mínimos; VIII - Proibição a familiares de permissionários; IX - Prova de residência e domicílio em Juiz de Fora, pelo menos há 12 (doze) meses, ressalvado o direito adquirido. Art. 4.º - A licença, que terá validade até o dia 31 de dezembro de cada ano, estipulará o horário de funcionamento do ramo de negócios de seu titular e deverá ser renovada anualmente, através de requerimento dirigido ao Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, até o dia 31 de outubro de cada ano. Parágrafo Único - A licença não será renovada, se o interessado deixar de apresentar a prova de quitação da taxa de uso de Solo de exercício anterior ao pagamento devido. Art. 5.º - As obrigações e as proibições a que estão sujeitos os vendedores ambulantes, bem como a documentação a ser apresentada quando do pedido de concessão da licença e da sua renovação, serão discriminados no Decreto Regulamentador desta Lei. Art. 6.º - Cada vendedor ambulante poderá utilizar-se de um preposto, mediante cadastramento no órgão próprio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, respondendo o titular pelo seus preposto. Art. 7.º - A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico disporá sobre os equipamentos dos Ambulantes, discriminando e especificando no Decreto referido no art. 5.º, medidas das barracas e suas áreas de ocupações, no sentido de não prejudicarem faixas de pedestres, vias de tráfego de veículos e sinalização semafórica. Parágrafo Único - Não será permitido o comércio ambulante em distância inferior a 4 (quatro) metros das esquinas e a 2 (dois) metros das entradas de galerias. Art. 8.º - A licença para o exercício da atividade ambulante poderá ser transferida: I - para o cônjuge ou companheiro, no caso de falecimento de titular da licença; 18

19 II - para o cônjuge ou companheiro do titular da licença, em caso de incapacidade para o exercício da atividade por motivo comprovado de saúde; III - para os filhos que estejam em condições de exercer as atividades, nos casos de falecimento ou incapacidade dos titulares. Art. 9.º - As infrações às disposições desta Lei darão lugar às seguintes penalidades: I - Advertência po escrito; II - Multa; III - Apreensão de mercadorias; IV - Suspensão da licença; V - Casação da licença. Parágrafo Único - A casação da Licença só ocorrerá após a suspensão do ambulante, por mais de 03 (três) vezes. Art Na distribuição das vagas deverá haver uma diversificação de mercadorias, no sentido de evitar a duplicidade de artigos. Art A distribuição de vagas deverá obedecer aos seguintes critérios de zoneamento: a) Centro, área compreendida entre as Ruas Santo Antônio e Francisco Bernardino e entre Avenida Independência e Rua Benjamin Constant; b) Periferia do Centro; C) Bairros. Parágrafo Único - Não serão permitidas vagas para "Trailler", na área considerada "centro" e vagas para barracas e "Trailler", nos considerados corredores de Bairros (ruas principais). Art O preço público anual devido pela ocupação do solo nas situações regulamentares previstas, será de 2 (duas) UFM's (Unidade Fiscal do Município) para as ocupações do centro e de 1 (uma) UFM, para as demais ocupações, preços estes que poderão ser pagos trimestralmente. Art As infrações às disposições desta Lei serão julgadas pelo Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico e no caso de Recurso pelo Prefeito Municipal. Art Na forma prevista no art. 216 da Lei Orgânica do Município, as vagas pela ocupação do solo serão concedidas através de Termo de Permissão de Uso. Art A presente Lei será regulamentada pelo Prefeito Municipal no prazo de 30 (trinta) dias, contado de sua publicação. Art Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Paço da Prefeitura de Juiz de Fora, 29 de julho de a) ALBERTO BEJANI - Prefeito de Juiz de Fora. a) RENATO GARCIA - Secretário Municipal de Administração. FONTE: acesso em 24 nov de

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