Profissões e profissionais do futuro. A educação globalizada para a sustentabilidade do planeta. PAUTAR BRASIL 2009
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- Martín Camelo Estrada
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1 Profissões e profissionais do futuro. A educação globalizada para a sustentabilidade do planeta. PAUTAR BRASIL 2009
2 ESCOPO Breve análise da conjuntura. Caracterização da sociedade do conhecimento. Os impactos na educação. Impactos no perfil dos profissionais e Profissões.
3 I Denominações A Sociedade da Informática (Schaff). Mundialização (Chesnay). Sociedade Globalizada Sociedade do Conhecimento. Terceira Revolução Industrial.
4 Questões A) Como os profissionais e as profissões poderão acompanhar as transformações desta sociedade? B) O modelo educacional de formação dos profissionais que serviu para o século XX ainda permanecerá no século XXI? C) Qual o lugar entre as nações que o povo brasileiro quer ocupar: nação fornecedora de bens e produtos industrializados ou também será produtora do conhecimento?
5 Análise da Conjuntura - Tendências 1) Aumento no crescimento da informação. Segundo Thornburg o volume de informação em nível mundial vem dobrando a cada dois anos. Questão: os conhecimentos produzidos podem ou não nos interessar. Como distinguir um do outro no exercício profissional?
6 2. Crescimento do mercado global 1. A globalização - estradas que interligaram todo o Império Romano. 2. Os portugueses expandiram a rede de intercomunicação. 3. As estradas do ar. 4. As infovias - popularização da World Wide Web.
7 Cresc. Mercado (Cont.) Esse crescimento vem sendo possível, dentre outros fatores, porque os chips para os computadores continuam seguindo a Lei de Moore: A capacidade básica da tecnologia de silício dobra a cada 18 meses.
8 3. A fibra ótica e outros materiais Envio de mensagens na velocidade de um trilhão de bits por segundo. Num material do diâmetro de um fio de cabelo, todas as edições da Folha de São Paulo desde a sua fundação, por exemplo, poderiam ser enviadas em menos de um segundo. O alargamento da banda tem propiciado o crescimento da Internet: A tecnologia Wireless agrega-se a esse desenvolvimento.
9 4. Redução de setores e quadros de pessoal Causa o desemprego estrutural e o crescimento de pequenos negócios. O modelo das grandes corporações, o nível de investimento na produção era alto e resultou no aumento significativo do número de empregos, principalmente depois da organização e produção do trabalho sistematizado por Taylor e Ford.
10 4.1. A Organização e Produção do Trabalho A primeira revolução industrial estruturou o trabalho fundamentado nos pilares religiosos e militares herdados da Alta Idade Média.
11 4.2. A Organização e Produção do Trabalho A Segunda Revolução Industrial agrega a ciência ao mundo do trabalho. A indústria automobilística americana é o carro chefe dessa transformação. A organização e produção do trabalho teve como características a produção em massa, o controle do tempo e movimento do trabalhador, a fragmentação das funções desenvolvidas pelo operário - pela separação entre elaboradores e executores do trabalho - e a organização vertical nas unidades fabris
12 4.3. A Organização e Produção do Trabalho (cont) Na década de 70 o trabalho passou por outra transformação. O Japão é a locomotiva, que - também com a indústria automobilística - fundou as bases da Terceira Revolução Industrial: o Toyotismo. O Toyotismo - emprego do robô no processo produtivo associado à informática.
13 II. Impacto nos empregos e no perfil de ser humano O que é a profissão de gerente de ecorrelações? Os profissionais deverão ter fluência tecnológica. O profissional transversal - Há muito tempo, um profissional estudava durante quatro ou cinco anos e aquele conhecimento lhe bastava pelos 35 anos.
14 Impacto nos profissionais (2) O profissional precisará ser flexível. Aprender a lidar com menos sistemas de hierarquização e classificação, ligando a carreira ao desempenho e à formação. Responder às mudanças ambientais.
15 III - Impacto no tempo de formação Na Primeira Revolução Industrial o capital para se reproduzir utilizava as crianças, sem nenhuma escolaridade. Na segunda Revolução Industrial era necessário possuir pelo menos quatro anos de escolaridade, a fim de ler o manual, seguir as determinações mais complexas do processo de produção.
16 Impacto no tempo de formação Na terceira revolução a educação básica é condição sine qua nom para a inserção no mundo do trabalho. Terceira divisão internacional do trabalho o Brasil no mesmo: nação fornecedora de mão de obra e produtora de insumos para as nações desenvolvidas.
17 IV - DESAFIOS PARA OS CONSELHOS PROFISSIONAIS Articular programas de Educação Continuada. Participar nas organizações educacionais dos seus Conselhos. Criar a Universidade Corporativa dos Conselhos Federais. A função estratégica de acompanhar as mudanças na OPT.
18 CONTATOS João Raimundo Alves dos Santos Assessor Educacional e Membro da Comissão de Educação e Formação Profissional do CONTER Tel. (61) Diretor da Unitalentos [email protected]
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