CIRCULAR GEPE N.º 007/2005. Gerências Regionais de Recursos Humanos, Unidades de Controle de Pessoal das demais Secretarias, gerências da GEPE.

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1 CIRCULAR GEPE N.º 007/2005 De: Para: Gerências Regionais de Recursos Humanos, Unidades de Controle de Pessoal das demais Secretarias, gerências da GEPE. ASSUNTOS 1. PRESTAÇÃO DE SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO CARÁTER EXCEPCIONAL 2. JORNADA DE TRABALHO - REPOUSO SEMANAL REMUNERADO 3. RESPONSABILIDADE CIVIL E ADMINISTRATIVA DO SERVIDOR POR OMISSÃO 4. PAGAMENTO DE ADICIONAL NOTURNO 1. PRESTAÇÃO DE SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO CARÁTER EXCEPCIONAL A prestação de serviço extraordinário pelos servidores vinculados ao regime estatutário devem observar o previsto na Constituição Federal, no art. 133 da Lei nº 7.169/96, no Decreto nº 9.394, na Circular SMAD n.º 002/95 e na Instrução de Serviço n.º 003/01. A Constituição Federal/ 88 no artigo 7º, inciso XIII e XVI dispõem que: art. 7º- (...) XIII- duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho; (...) XVI- remuneração do serviço extraordinário superior, no mínimo, em cinqüenta por cento à do normal; (grifos nossos) O art. 39, parágrafo 3º, da Constituição Federal/88 estende, dentre outros, os direitos previstos nos incisos XIII e XVI, do art. 7º aos servidores ocupantes de cargo público. O Estatuto dos Servidores Municipais, Lei 7.169/96, em seu art. 133, estabelece que, para os servidores estatutários será permitido serviço extraordinário para atender às necessidades do serviço, em situações excepcionais e temporárias, devidamente motivadas pelo chefe imediato do servidor. Conforme determina o art. 7º do Decreto nº 9.394/97, a jornada extraordinária, bem como a jornada complementar e a extensão de jornada, somente poderão ser praticadas 1

2 nos horários e nos limites estabelecidos na legislação vigente, sendo vedada qualquer forma de cumprimento espontâneo das referidas jornadas pelo servidor. A Circular n. º 002/ 95 que trata do Serviço Extraordinário dispõe que: (...) a realização de serviços extraordinários somente poderá ser efetivada após a prévia autorização do Secretário ou Correlato da unidade solicitante até o limite máximo de 40 (quarenta) horas semanais. Os casos excepcionais em que houver necessidade de se ultrapassar este limite, deverão ser encaminhados ao Secretário de Administração para análise. Além disso, a Instrução de Serviço n.º 003/01, dispõe que a concessão de jornadas complementares e horas extras, deverão ser autorizadas pela JUCOF a partir de 22/ 05/ Conclui-se, portanto, a impossibilidade de prestação de horas extras permanentes por servidor que trabalhe oito horas por dia, e ainda, que as horas extras somente podem ser prestadas em caráter temporário ou excepcional, observados os limites legais, e deferidas somente mediante prévia autorização da JUCOF. 2. JORNADA DE TRABALHO - REPOUSO SEMANAL REMUNERADO A Constituição Federal/88 no artigo 7º, inciso XV, estendido aos servidores ocupantes de cargo público por força do seu art. 39, 3º, dispõe ainda que: art. 7º- (...) XIII- duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho; (...) XV- repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos; (grifos nossos) Constata-se que o repouso semanal deverá ser concedido preferencialmente aos domingos, e não necessariamente. Logo, poderá ser concedido qualquer dia da semana, a critério do empregador, no caso a Administração Pública. Observe-se, ainda o que determina o parágrafo 4º, do artigo 4º do Decreto 9.394/97: Art. 4º(...) 4º- Observado o interesse público, o servidor poderá ter alterado o dia de sua folga semanal ou compensar horas de trabalho efetivo prestadas além de 2

3 sua jornada normal em situações excepcionais, assim definidas pelo Diretor de Departamento a que se vincular, mediante autorização justificada do Secretário Municipal ou correlato do órgão respectivo. Em parecer datado de 13/07/99, ao interpretar o referido parágrafo, a PGM esclarece que o Decreto nº 9.394/97 não contempla a compensação em dobro das horas trabalhadas nos finais de semana: Consequentemente, o Decreto permite a compensação em horas de descanso pela mesma quantidade de horas efetivamente trabalhadas em situação excepcional, sem prever qualquer premiação de horas em dobro pelo fato de o servidor trabalhar nos finais de semana, inclusive nas situações em que a jornada do servidor for alterada por determinação da chefia imediata. (grifo nosso) Concluiu, desse modo, pela inexistência de norma estatutária ou celetista que determine a compensação em dobro de horas trabalhadas nos repousos semanais e nos feriados. Assim sendo, se por ventura o servidor vier a trabalhar nos finais de semana ou feriados, estes dias serão considerados dias úteis e o pagamento realizar-se-á normalmente. Não há que se falar em contagem em dobro das horas laboradas nestas datas, primeiro porque inexiste previsão legal para tanto no âmbito da Administração Pública, segundo por se tratar de dia útil. E se o repouso semanal remunerado, recair nos finais de semana ou feriado, deverão ser transferidos para qualquer outro dia da semana. 3. RESPONSABILIDADE CIVIL E ADMINISTRATIVA DO SERVIDOR POR OMISSÃO O servidor público sujeita-se à responsabilidade civil, penal, e administrativa decorrente do exercício do cargo, emprego ou função, ou seja, pode incorrer na prática de atos ilícitos no âmbito civil, administrativo e penal. O Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Belo Horizonte, Lei nº 7.169/96, estabelece no art. 185 as responsabilidades dos servidores: 3

4 O servidor é responsável civil, penal e administrativamente, pelo prejuízo a que der causa contra a Fazenda Pública ou contra terceiros. Parágrafo único- A responsabilidade pessoal decorre de ação ou omissão dolosa ou culposa. A responsabilidade civil será atribuída quando seus atos resultarem prejuízo ao erário público ou a terceiros em decorrência de ação ou omissão, dolosa ou culposa. A responsabilidade civil é de ordem patrimonial, e para configurar-se o ilícito civil mister relação de causalidade entre a ação ou omissão e o dano verificado; além da ocorrência de um dano material ou moral ao Município ou a terceiro. No que concerne à responsabilidade administrativa, o servidor responderá pelos ilícitos administrativos definidos na legislação estatutária - Lei nº 7.169/96, e que apresentam os mesmos elementos básicos do ilícito civil: ação ou omissão dolosa ou culposa e dano. Comprovada a infração, nos termos do processo administrativo, o servidor ficará sujeito a penas disciplinares, previstas no art.194, da referida lei, quais sejam: repreensão, suspensão, demissão ou rescisão de contrato, cassação de aposentadoria ou disponibilidade, destituição de cargo em comissão ou de função pública. Em se tratando de dano ao Município, a responsabilidade civil e administrativa do servidor deverá ser apurada pela própria Administração, por meio de processo administrativo cercado de todas as garantias de defesa do servidor, conforme art. 5º, inciso LV, da Constituição Federal. Encerrado o processo administrativo, e sendo o servidor responsável civilmente pelo dano, deverá indenizar o Município pelos prejuízos causados, conforme dispõe os arts. 186 e 187, da citada lei: Art No caso de indenização à Fazenda Pública, por prejuízo causado na modalidade dolosa, o servidor será obrigado a repor, de uma só vez, o valor correspondente. Parágrafo único- O valor da indenização, somente será pago na forma prevista no artigo seguinte, na falta de bens que assegurem a execução do débito pela via judicial. 4

5 Art A indenização à Fazenda Pública, por prejuízo causado na modalidade culposa será descontada em parcelas mensais não-excedentes à 5 a (Quinta) parte do provento ou da remuneração líquidos, em valores atualizados. 4. PAGAMENTO DE ADICIONAL NOTURNO A partir de outubro/2005 deverá ser efetuado normalmente o pagamento da gratificação por serviço noturno para os servidores da área da Educação, de acordo com as horas noturnas efetivamente laboradas e nos termos do artigo 134 do Estatuto dos Servidores Municipais, Lei Nº 7.169/96. Os pagamentos retroativos serão tratados via processos administrativos, abertos pelos servidores, e será observada a prescrição qüinqüenal. Os processos deverão ser encaminhados à GEDIV, instruídos com classificação do servidor, cópias da fichas de frequência e financeiras dos últimos cinco anos contados a partir da data do requerimento. Considerando que os ocupantes dos cargos em comissão de Diretor de Escola e Secretário Escolar e função pública de Vice Diretor de Escola já percebem gratificação para compensação do trabalho em sobrejornada, não fazem jus ao pagamento de adicional noturno, em razão da natureza do cargo/função, que demanda dedicação exclusiva e disposição à Administração. Belo Horizonte, de de GERALDO CÉSAR PEREIRA RODRIGUES Gerente de Administração de Pagamento de Pessoal 5

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