Inteligência Computacional

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Inteligência Computacional"

Transcrição

1 Inteligência Computacional COMPUTAÇÃO NATURAL VISÃO GERAL Renato Dourado Maia Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros Fundação Educacional Montes Claros

2 Objetivo O objetivo desta aula é contextualizar a Inteligência Computacional, especificamente os Sistemas Nebulosos e as Redes Neurais Artificiais, no âmbito da Computação Natural. 2/78

3 Contexto Imagine um mundo onde os computadores podem criar novos universos, e dentro destes universos existam formas naturais que reproduzem, crescem e pensam. Imagine formas vegetais, montanhas, colônias de formigas, sistemas imunológicos, e cérebros, todos aprendendo e evoluindo, e se tornando mais adaptados ao ambiente. Imagine se nossos computadores passassem a conter novas formas de vida. Pense em como isso afetaria as nossas vidas. Talvez pudéssemos criar automaticamente projetos de casas e música, novas formas de proteger computadores contra invasores, novas formas de resolver problemas complexos, novos organismos, e novas formas de computar. Agora pare de imaginar. Seja bem vindo à Computação Natural. 3/78

4 Reflexão Inicial Será que o homem teria perseguido tão tenazmente a ideia de voar se não existissem animais que voam? 4/78

5 Introdução A humanidade, no princípio de sua história, utilizava os recursos naturais para obter abrigo e alimentos. Rapidamente, o homem aprendeu a manipular a natureza, fazendo surgir a agricultura e a pecuária, permitindo a construção de artefatos, controlar o fogo, etc. Num segundo momento, tendo como objetivo explicar e entender como a natureza opera, a humanidade passou a observar e estudar os padrões e fenômenos biológicos, físicos e químicos. 5/78

6 Introdução Com isso, a capacidade humana de manipular a natureza foi potencializada: O entendimento das leis do movimento e da gravidade permitiu a concepção e construção de aeronaves e, por meio do entendimento dos princípios básicos da vida, foi possível cultivar alimentos transgênicos e controlar epidemias. 6/78

7 Introdução Naturalmente, ao estudar e observar os fenômenos naturais, o homem percebeu que a natureza é uma entidade que possui uma grande capacidade de resolver problemas complexos. A natureza passa, então, a ser enxergada como uma fonte de inspiração para o projeto e construção de artefatos e sistemas. 7/78

8 Introdução Ideias extraídas de sistemas naturais já vêm sendo utilizadas com muito sucesso para o desenvolvimento de ferramentas tecnológicas capazes de resolver problemas de complexidade elevada, cujas soluções eram, até então, desconhecidas ou inatingíveis. 8/78

9 Computação Natural A Computação Natural é constituída por novas abordagens de computação caracterizadas por uma maior proximidade com a natureza. A Computação Natural já se encontra em máquinas de lavar roupas, trens, brinquedos, aparelhos de ar condicionado, filmes, jogos eletrônicos, etc. 9/78

10 Computação Natural Existem várias razões para se estudar a Computação Natural: Possibilidade de desenvolver novas ferramentas computacionais para a solução de problemas complexos, que são constantes em engenharia. Possibilidade de projetar dispositivos, normalmente computacionais, que simulam, emulam, modelam e descrevem sistemas naturais. 10/78

11 Computação Natural Existem várias razões para se estudar a Computação Natural: Possibilidade de sintetizar novas formas de vida. Possibilidade de utilizar materiais e mecanismos naturais, como cadeias de DNA e dispositivos quânticos, como novos paradigmas de computação, em substituição aos computadores atuais baseados em silício. É importante repetir que a natureza tem sido muito bem sucedida na resolução de diversos problemas complexos! Vocês concordam? 11/78

12 Computação Natural Vocês conseguem citar exemplos de objetos inspirados na natureza? 12/78

13 Computação Natural Exemplos de Objetos Inspirados na Natureza Objeto Inspiração Velcro Plantas Colete à Prova de Balas Teias de Aranha Sonares Morcegos Aviões Pássaros Submarinos Peixes 13/78

14 Computação Natural Ah, ainda não entendi o que é Computação Natural... 14/78

15 Computação Natural A Computação Natural pode ser vista: Como uma versão computacional do processo de extração de ideias da natureza para o desenvolvimento de sistemas computacionais "artificiais. Como a utilização de materiais e mecanismos naturais para realizar computação. É importante salientar que a palavra "artificial" nesse contexto significa apenas que os sistemas são desenvolvidos por seres humanos, em vez de serem resultantes de processos naturais. 15/78

16 Computação Natural Computação Natural Computação Inspirada na Natureza Síntese Computacional de Fenômenos Naturais Computação com Novos Materiais Naturais As Três Grandes Áreas que Constituem a Computação Natural. Computação Inspirada na Natureza, Síntese Computacional de Fenômenos Natureis e Computação com Novos Materiais Naturais. 16/78

17 Síntese de Fenômenos Computação Natural Estudos Teóricos Estudos Experimentais Observações Empíricas Conhecimentos Multidisciplinares Novas Formas de Resolver Problemas Novos Paradigmas de Computação A Filosofia da Computação Natural. A Computação Natural integra os estudos teóricos e experimentais da Biologia, da Física e da Química, combinando-os com observações empíricas dos fenômenos naturais e com conhecimentos de diversas outras ciências, de modo a permitir a síntese de fenômenos, o projeto de novas formas de resolver problemas, além da concepção de novos paradigmas de computação. 17/78

18 Computação Inspirada na Natureza Reflexão Se em algum dia desejarmos construir robôs que se comportam como seres autônomos, que tal programar esses robôs com algoritmos inspirados na Biologia? PyConBrasil3 - Algoritmos Genéticos em Python 18/78

19 Tarefa: Aprender a Andar Robô Ser Humano Computação Inspirada na Natureza 19/78

20 Tarefa: Aprender a Andar de Bicicleta Computação Inspirada na Natureza 20/78

21 Murata Boy 21/78

22 22/78

23 Computação Inspirada na Natureza Como exemplos, podem-se citar: As Redes Neurais Artificiais, inspiradas nos neurônios. A Computação Evolutiva, inspirada na teoria da evolução das espécies. A Inteligência de Enxame (Coletiva), inspirada nos insetos sociais e outras sociedades de animais (inclusive as humanas). 23/78

24 Computação Inspirada na Natureza Como exemplos, podem-se citar: Os Sistemas Imunológicos Artificiais, inspirados na imunologia. Os Sistemas Nebulosos, inspirados na forma de pensar dos humanos. A Inteligência Artificial Simbólica, inspirada nos aspectos cognitivos e do raciocínio humano. 24/78

25 Síntese Computacional de Fenômenos Naturais A Síntese Computacional de Fenômenos Naturais envolve a utilização de mecanismos computacionais para a síntese de comportamentos naturais, padrões e processos similares (não necessariamente) àqueles conhecidos na natureza. Os resultados obtidos podem ser utilizados para mimetizar os fenômenos naturais correspondentes, o que é útil não apenas para ampliar o entendimento sobre como a natureza opera, mas também para alimentar abstrações que conduzam à construção de modelos computacionais. 25/78

26 Síntese Computacional de Fenômenos Naturais Dentro dessa área, as linhas de pesquisa de destaque são: O estudo sobre Vida Artificial e organismos artificiais. A Geometria Fractal da Natureza. 26/78

27 Computação com Novos Materiais Naturais A Computação com Novos Materiais Naturais constitui um novo paradigma de computação no qual mecanismos naturais, tais como cadeias de DNA e bits quânticos são utilizados como hardware e/ou estruturas de dados para o desenvolvimento de computadores naturais. Nessa área, os principais campos de investigação são: A Computação Molecular. A Computação Quântica. 27/78

28 Lei de Moore Crescimento do número de transistores para processadores Intel (pontos) e Lei de Moore (Linha de cima=18 meses, linha de baixo=24 meses). 28/78

29 Computação Natural Definição A Computação Natural é um campo de pesquisa que, tendo a natureza como elemento construtivo ou como inspiração, permite o desenvolvimento de novas ferramentas computacionais software, hardware ou wetware, para a resolução de problemas, podendo conduzir à síntese de padrões na-turais, comportamentos e organismos, e podendo resultar na concepção de novos sistemas de computação que utilizem materiais ou mecanismos naturais para realizar a computação. 29/78

30 Computação Natural Multidisciplinaridade A Computação Natural é uma área de pesquisa inerentemente multidisciplinar: Físicos, químicos, engenheiros, matemáticos, biólogos, e profissionais de outras áreas contribuem e trocam ideias para o desenvolvimento da Computação Natural, buscando consolidar a transdisciplinaridade. Essa sinergia, além de introduzir novas ideias no âmbito da computação, engenharia e matemática, representa grandes benefícios para as ciências naturais, especialmente a Biologia, bem como para as Ciências Sociais e outras áreas do conhecimento. 30/78

31 Computação Natural e Engenharia Qualquer fenômeno natural é inerentemente complexo e permeado de detalhes e, mesmo que ele seja governado por um conjunto finito de regras, descobri-las e entendê-las não é uma tarefa trivial. Reproduzir essas regras com fidelidade é, portanto, uma tarefa complicada. ABSTRAÇÃO 31/78

32 Computação Natural e Engenharia Cabe, pois, ressaltar que a aceitação de um novo paradigma não é vinculada à sua fidelidade à fonte de inspiração ou ao fato de representarem uma verdade absoluta, mas sim a dois aspectos fundamentais: a sua factibilidade e a sua utilidade. ABSTRAÇÃO ENGENHARIA 32/78

33 Computação Natural e Engenharia A capacidade de resolução de problemas de certos sistemas naturais, ou biológicos, é considerável, podendo ser equivalente, ou até superior em alguns contextos, às das estratégias tecnológicas equivalentes existentes na atualidade. Portanto, elucidar e aplicar um conjunto geral de princípios que governam o comportamento desses sistemas naturais pode levar ao desenvolvimento de novas formas de engenharia. 33/78

34 Formigas Trecho do filme de animação Formiguinha Z, no qual uma formiga trabalhadora chamada Z entra no consultório do terapeuta reclamando de sua insignificância: Eu me sinto insignificante... Ah, você teve um grande progresso. Tive? Sim... Você é insignificante! 34/78

35 Formigas Um comportamento muito interessante das formigas é a coleta de alimento (forrageamento). Esse comportamento envolve duas ações básicas: construir uma trilha de feromônio e seguir uma trilha de feromônio. O feromônio é a base do recrutamento, que é o nome dado ao mecanismo comportamental que permite que uma colônia de formigas reúna rapidamente uma grande quantidade de coletadoras em torno de uma determinada fonte de alimento. 35/78

36 Collective Foraging Decision of Ants Focusing on the Closest Food Source. Simulação disponível no endereço: (acesso em 17/06/2011). 36/78

37 Fonte de Alimento Fonte de Alimento Ninho (a) Fonte de Alimento Ninho (b) Ninho (c) Estigmergia em Formigas Naturais. A comunicação indireta utilizando o conceito de feromônio permite às formigas encontrarem o menor de dois caminhos entre o ninho e uma fonte de alimentos. (a) Passagem interrompida. (b) Logo após a abertura da passagem, as formigas percorrem os dois caminhos disponíveis. (c) Com o passar do tempo, o laço de realimentação positiva criado pelo feromônio faz com que a maioria das formigas passe a utilizar o caminho mais curto. 37/78

38 Formigas Observações interessantes sobre o experimento do slide 37: Os caminhos mais curtos são privilegiados. A probabilidade de um caminho mais curto ser escolhido aumenta com a diferença de comprimento entre os caminhos. 38/78

39 Formigas Observações interessantes sobre o experimento do slide 37: Se o caminho mais curto for apresentado muito depois do caminho mais longo, ele não será selecionado, a não ser que o feromônio evapore muito rapidamente. A quantidade de feromônio que uma formiga libera é diretamente proporcional à qualidade da fonte de alimento encontrada. Ants Viewer /78

40 Formigas Otimização por Colônias de Formigas (ACO Ant Colony Optimization): Formigas artificiais que liberam e seguem trilhas de feromônio artificial, para, normalmente, resolver problemas de otimização combinatória representados por grafos, como o Problema do Caixeiro Viajante (TSP) e a descoberta de regras de classificação em bancos de dados. 40/78

41 (a) (b) Estigmergia em Formigas Artificiais. Na simulação, 500 formigas artificiais deixam o ninho em busca de alimento, depositando feromônio, representado em branco, por onde passam quando levando alimento para o ninho. (a) A exploração do ambiente começa de forma aleatória. (b) O depósito de feromônio no ambiente serve como um sinal de reforço para o recrutamento de outras formigas para recolher alimento, sendo formada uma trilha mais intensa no menor caminho. 41/78

42 (a) (b) Estigmergia em Formigas Artificiais. Aplicação interessante: posicionamento de escritórios de representação. 42/78

43 (a) (b) Estigmergia em Formigas Artificiais. Aplicação interessante: navegação autônoma utilizando o conceito de feromônio. 43/78

44 Formigas Um outro comportamento interessante das formigas é o de agrupamento/classificação. Tem sido demonstrado que diversas espécies de formigas, para manter a limpeza do ninho, agrupam os corpos das formigas mortas em cemitérios. 44/78

45 Formigas Muito embora os mecanismos que regulam esse comportamento ainda não sejam apropriadamente compreendidos, existe um modelo simples que tenta explicá-lo: As formigas se movimentam de forma aleatória, pegam formigas mortas e as soltam, tendo como base apenas uma informação local a densidade de corpos. "Garbage Collection by Ants" from the Wolfram Demonstrations Project 45/78

46 (a) (b) (c) Comportamento de Agrupamento e Classificação de Formigas Artificiais. (a) Os diferentes tipos de itens, representados por diferentes cores (as formigas artificiais são apresentadas em amarelo) são inicializados aleatoriamente no ambiente. (b) Após algum tempo, começam a ser formados agrupamentos de itens semelhantes. (c) Após muito tempo, os agrupamentos de itens semelhantes ficam mais evidentes. A simulação utilizada está disponível no endereço: (acesso em 17/06/2011). 46/78

47 Fogo 47/78

48 Crescimento de Árvores 48/78

49 Colisão 49/78

50 Queda de Água 50/78

51 Visualizador de Autômatos Celulares Cellular Automata Viewer /78

52 Exploring Emergenge 52/78

53 Fractais na Natureza Montanhas e uma Árvore. Note a irregularidade e os padrões fragmentados das formas. 53/78

54 Fractais na Natureza Uma Planta. Note, novamente a irregularidade e os padrões fragmentados das formas. 54/78

55 Paisagem Fractal Montanhas. Formas e padrões gerados artificialmente. 55/78

56 Paisagem Fractal Montanhas. Formas e após a geração artificial de formas a padrões, ocorre a renderização. 56/78

57 Plantas Artificiais. Exemplos de plantas artificiais geradas com Sistemas L. 57/78

58 Plantas Artificiais "Tree Bender" from the Wolfram Demonstrations Project: "Fractal Trees" from the Wolfram Demonstrations Project: 58/78

59 (a) (b) Growth of Plants. Simulações disponíveis nos endereços: (a) (acesso em 17/06/2011). (b) (acesso em 17/06/2011). 59/78

60 Flocos de Neve "Snowflake-Like Patterns" from the Wolfram Demonstrations Project: "Snowflake-Like 3D Growth" from the Wolfram Demonstrations Project: "Snowflake Growth" from the Wolfram Demonstrations Project: 60/78

61 Robôs que Reproduzem 61/78

62 Robôs que Reproduzem 62/78

63 Mais Robótica 63/78

64 Mais Robótica (acesso em 14/06/2011) 64/78

65 Boids 65/78

66 Boids (acesso em 14/06/2011) 66/78

67 Regras Comportamentais Propostas por Reynolds (1987) para Simular uma Revoada de Pássaros Separação, Alinhamento e Coesão. Um Boid de referência, representado por um triângulo branco, possui um campo de visão limitado, representado na figura pelos círculos cinzas, que determina com quais outros Boids ele irá interagir para a apli-cação das regras 67/78

68 Bioformas (Biomorphs) Com um programa chamado Blind Watchmaker, R. Dawkins (1986) propôs um algoritmo evolutivo para gerar figuras compostas por pontos, linhas e outras primitivas básicas. Os organismos artificiais criados utilizando-se o programa Blind Watch-maker foram denominados de Bioformas (Biomorphs). 68/78

69 Bioformas (Biomorphs) Exemplos de Bioformas. 69/78

70 Bioformas (Biomorphs) Exemplos de Bioformas. 70/78

71 Bioformas (Biomorphs) Depoimento de R. Dawkins: Quando eu escrevi o programa, eu nunca imaginava que ele evoluiria algo que fosse além de uma variedade de formas similares a plantas... Nada em minha intuição de biólogo, nada em meus 20 anos de experiência como programador e nada em meus sonhos mais distantes me preparou para o que realmente surgiu na tela do computador. Não me lembro de quando eu percebi que seria possível evoluir algo que lembrasse um inseto. Com grande surpresa eu comecei a criar, geração após geração, bioformas variadas que lem-bravam diversas formas de vida conhecidas. 71/78

72 Bioformas (Biomorphs) Blind Watchmaker Applet: Biomorph Breeder: Biomorph Viewer 1.1: b.html 72/78

73 Sistemas de Partículas Fogos de Artifício 73/78

74 Sistemas de Partículas Fogos de Artifício 74/78

75 Simulação de Fogos de Artifício (acesso em 10/08/2014) 75/78

76 Mensagem Final Once upon a time, all machines were built, propelled, or controlled by mechanisms designed by living organisms, such as human beings. Wagons were pulled by horses, which, unlike modern vehicles, could steer themselves, refuel themselves, and even reproduce themselves. Automation has replaced most of these subtle creatures with strong but stupid, inflexible slaves. It has come the time for a revolution though. Natural computing is providing new forms of studying, synthesizing, looking at, using, and understanding the natural world so as to produce increasingly more powerful problem-solving techniques, life-like artificial beings and patterns, and computing paradigms. L. N. de Castro, Fundamentals of Natural Computing: Basic Concepts, Algorithms, and Applications, CRC Press, (p ) 76/78

77 Acabando... Esta apresentação foi baseada no material disponível no site do Laboratório Virtual em Computação Natural (acesso em 10/08/2014): Visitem o LVCoN! É muito interessante: Além dos conteúdos, há diversas simulações e muitas outras coisas... O LVCoN é uma ferramenta para o ensino e aprendizagem on-line de Computação Natural. LEIAM O ARTIGO QUE DEIXAREI COM O LÍDER DA TURMA! 77/78

78 Acabou! Obrigado pela Atenção! 78/78

Sistemas Auto-organizáveis BC0005

Sistemas Auto-organizáveis BC0005 Aplicações Sistemas Auto-organizáveis BC0005 Bases Computacionais da Ciência Modelagem e simulação Solução de problemas reais por modelos computacionais (visto na aula anterior) Sistemas auto-organizáveis

Leia mais

Inteligência Artificial

Inteligência Artificial Inteligência Artificial As organizações estão ampliando significativamente suas tentativas para auxiliar a inteligência e a produtividade de seus trabalhadores do conhecimento com ferramentas e técnicas

Leia mais

Inteligência de Enxame: ACO

Inteligência de Enxame: ACO Inteligência de Enxame: ACO! Otimização colônia de formigas é uma meta-heurística: «baseada em população «inspirada no comportamento forrageiro das formigas.! Muitas espécies de formigas são quase cegas.!

Leia mais

O que é? Swarm Intelligence. Qual a origem? Cardume. Qualquer tentativa de projetar algoritmos ou técnicas de resolução distribuída de

O que é? Swarm Intelligence. Qual a origem? Cardume. Qualquer tentativa de projetar algoritmos ou técnicas de resolução distribuída de O que é? Swarm Intelligence (Inteligência oletiva) Prof. Luis Otavio lvares Qualquer tentativa de projetar algoritmos ou técnicas de resolução distribuída de problemas inspirada pelo comportamento coletivo

Leia mais

Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Inteligência Artificial

Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Inteligência Artificial Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Inteligência Artificial João Marques Salomão Rodrigo Varejão Andreão Inteligência Artificial Definição (Fonte: AAAI ): "the scientific understanding of the mechanisms

Leia mais

Inteligência Computacional: resolvendo problemas difíceis da vida real

Inteligência Computacional: resolvendo problemas difíceis da vida real Instituto de Computação Semana Nacional da Ciência e Tecnologia Escola Agrotécnica Federal de Inconfidentes Inteligência Computacional: resolvendo problemas difíceis da vida real Carlos Eduardo de Andrade

Leia mais

Inteligência Computacional Aplicada a Engenharia de Software

Inteligência Computacional Aplicada a Engenharia de Software Inteligência Computacional Aplicada a Engenharia de Software Estudo de caso III Prof. Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br Introdução Em alguns ambientes industriais, pode ser necessário priorizar

Leia mais

CAP 254 CAP 254. Otimização Combinatória. Professor: Dr. L.A.N. Lorena. Assunto: Metaheurísticas Antonio Augusto Chaves

CAP 254 CAP 254. Otimização Combinatória. Professor: Dr. L.A.N. Lorena. Assunto: Metaheurísticas Antonio Augusto Chaves CAP 254 CAP 254 Otimização Combinatória Professor: Dr. L.A.N. Lorena Assunto: Metaheurísticas Antonio Augusto Chaves Conteúdo C01 Simulated Annealing (20/11/07). C02 Busca Tabu (22/11/07). C03 Colônia

Leia mais

IA Colônia de Formigas. Prof. Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

IA Colônia de Formigas. Prof. Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br IA Colônia de Formigas Prof. Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Introdução O Experimento da Ponte Binária. Ant System Aplicado ao PCV. Elitist Ant System. Introdução Otimização colônia

Leia mais

Computação BioInspirada

Computação BioInspirada Computação BioInspirada Os Engenheiros da Natureza Fabrício Olivetti de França The reasonable man adapts himself to the world; the unreasonable one persists in trying to adapt the world to himself. Therefore

Leia mais

INF 1771 Inteligência Artificial

INF 1771 Inteligência Artificial Edirlei Soares de Lima INF 1771 Inteligência Artificial Aula 04 Algoritmos Genéticos Introdução Algoritmos genéticos são bons para abordar espaços de buscas muito grandes e navegálos

Leia mais

A Otimização Colônia de Formigas

A Otimização Colônia de Formigas A Otimização Colônia de Formigas Estéfane G. M. de Lacerda Departamento de Engenharia da Computação e Automação UFRN 22/04/2008 Índice A Inspiração Biológica O Ant System Aplicado ao PCV O Ant System Aplicado

Leia mais

SISTEMAS INTELIGENTES DE APOIO À DECISÃO

SISTEMAS INTELIGENTES DE APOIO À DECISÃO SISTEMAS INTELIGENTES DE APOIO À DECISÃO As organizações estão ampliando significativamente suas tentativas para auxiliar a inteligência e a produtividade de seus trabalhadores do conhecimento com ferramentas

Leia mais

Módulo 6: Inteligência Artificial

Módulo 6: Inteligência Artificial Módulo 6: Inteligência Artificial Assuntos: 6.1. Aplicações da IA 6.2. Sistemas Especialistas 6.1. Aplicações da Inteligência Artificial As organizações estão ampliando significativamente suas tentativas

Leia mais

A MÁQUINA INTELIGENTE. O longo caminho do pensamento mecanizado Júlio Cesar da Silva - juliocesar@eloquium.com.br

A MÁQUINA INTELIGENTE. O longo caminho do pensamento mecanizado Júlio Cesar da Silva - juliocesar@eloquium.com.br A MÁQUINA INTELIGENTE O longo caminho do pensamento mecanizado Júlio Cesar da Silva - juliocesar@eloquium.com.br APRESENTAÇÃO Júlio Cesar da Silva Mestrando em Administração MBA em Gestão da Tecnologia

Leia mais

Inteligência Computacional

Inteligência Computacional Inteligência Computacional CONSIDERAÇÕES INICIAIS Renato Dourado Maia Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros Fundação Educacional Montes Claros Renato Dourado Maia 2/62 Formação Graduação:

Leia mais

O que é a ciência de dados (data science). Discussão do conceito. Luís Borges Gouveia Universidade Fernando Pessoa Versão 1.

O que é a ciência de dados (data science). Discussão do conceito. Luís Borges Gouveia Universidade Fernando Pessoa Versão 1. O que é a ciência de dados (data science). Discussão do conceito Luís Borges Gouveia Universidade Fernando Pessoa Versão 1.3, Outubro, 2015 Nota prévia Esta apresentação tem por objetivo, proporcionar

Leia mais

Utilizando aplicativos de tablets nos Anos Iniciais para reconhecer formas geométricas

Utilizando aplicativos de tablets nos Anos Iniciais para reconhecer formas geométricas Utilizando aplicativos de tablets nos Anos Iniciais para reconhecer formas geométricas Maria Madalena Dullius 1, Marli Teresinha Quartieri 2, Lucy Aparecida Gutiérrez de Alcântara 3, Cristian Scheid 4,

Leia mais

Introdução A Engenharia Da Computação

Introdução A Engenharia Da Computação Introdução A Engenharia Da Computação AULA I Slide 1 O Que é Engenharia? [De engenho + -aria.] Substantivo feminino 1.Arte de aplicar conhecimentos científicos e empíricos e certas habilitações específicas

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP FACULDADE DE TECNOLOGIA FT PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP FACULDADE DE TECNOLOGIA FT PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP FACULDADE DE TECNOLOGIA FT PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA Projeto Gene: Ambiente de Apoio à Aprendizagem de Genética Baseado em Tamagotchi

Leia mais

Inteligência Computacional [2COP229]

Inteligência Computacional [2COP229] Inteligência Computacional [2COP229] Mestrado em Ciência da Computação Sylvio Barbon Jr barbon@uel.br (2/24) Tema Aula 1 Introdução ao Reconhecimento de Padrões 1 Introdução 2 Componentes clássicos da

Leia mais

Assunto 9 : Tecnologias de Inteligência Artificial nos Negócios

Assunto 9 : Tecnologias de Inteligência Artificial nos Negócios Assunto 9 : Tecnologias de Inteligência Artificial nos Negócios Empresas e outras organizações estão ampliando significativamente suas tentativas para auxiliar a inteligência e a produtividade de seus

Leia mais

Introdução à Engenharia de Controle e Automação

Introdução à Engenharia de Controle e Automação Introdução à Engenharia de Controle e Automação O CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO DA FACIT Renato Dourado Maia Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros Fundação Educacional Montes

Leia mais

Universidade Federal de São Paulo Campus São José dos Campos LISTA DE DISCIPLINAS DA GRADUAÇÃO

Universidade Federal de São Paulo Campus São José dos Campos LISTA DE DISCIPLINAS DA GRADUAÇÃO A B C Álgebra Linear Álgebra Linear Computacional Álgebra Linear II Algoritmos e Estrutura de Dados I Algoritmos e Estrutura de Dados II Algoritmos em Bioinformática Alteridade e Diversidade no Brasil

Leia mais

Convertendo um servo motor RC em um dispositivo de tração para micro-robôs

Convertendo um servo motor RC em um dispositivo de tração para micro-robôs Convertendo um servo motor RC em um dispositivo de tração para micro-robôs Roberto Fernandes Tavares Filho Centro Tecnológico Para Informática Vice-presidente executivo da FIRA Todos aqueles que já se

Leia mais

Novas Tecnologias Aplicadas à Educação História da Informática na Educação e na Sociedade. Prof. Hugo Souza

Novas Tecnologias Aplicadas à Educação História da Informática na Educação e na Sociedade. Prof. Hugo Souza Novas Tecnologias Aplicadas à Educação História da Informática na Educação e na Sociedade Prof. Hugo Souza Continuando nossas aulas, após vermos um breve conceito de T.I. e T.I.Cs abordarmos a partir de

Leia mais

Inteligência de Enxame

Inteligência de Enxame UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Laboratório de Computação Natural LCoN I ESCOLA DE COMPUTAÇÃO NATURAL Inteligência de Enxame Alexandre Szabo Diego Almeida Orientador: Leandro Nunes de Castro Outubro/2012

Leia mais

Como usar a robótica pedagógica aplicada ao currículo

Como usar a robótica pedagógica aplicada ao currículo 1 Congresso sobre práticas inovadoras na educação em um mundo impulsionado pela tecnologia Workshop: Como usar a robótica pedagógica aplicada ao currículo Palestrante: João Vilhete Viegas d'abreu Núcleo

Leia mais

Algoritmos Genéticos

Algoritmos Genéticos UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Laboratório de Computação Natural LCoN I ESCOLA DE COMPUTAÇÃO NATURAL Algoritmos Genéticos Rafael Xavier e Willyan Abilhoa Outubro/2012 www.computacaonatural.com.br

Leia mais

Programação de Computadores

Programação de Computadores Programação de Computadores INTRODUÇÃO AOS ALGORITMOS E À PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES PARTE 1 Renato Dourado Maia Instituto de Ciências Agrárias Universidade Federal de Minas Gerais Programas e Programação

Leia mais

Introdução a Computação. A Primeira Geração. A Segunda Geração. Geração dos Computadores. Geração dos Computadores. Geração de Computadores

Introdução a Computação. A Primeira Geração. A Segunda Geração. Geração dos Computadores. Geração dos Computadores. Geração de Computadores Introdução a Computação Geração de Computadores 1ª Geração: 1950 Circuitos eletrônicos a Válvulas Operações Internas em Milissegundos Programados em Linguagem de Máquina 1 2 A Primeira Geração O UNIVAC

Leia mais

CLUBE DE PROGRAMAÇÃO NAS ESCOLAS: NOVAS ERSPECTIVAS PARA O ENSINO DA COMPUTAÇÃO. IF Farroupilha Campus Santo Augusto; e-mail: joaowinck@hotmail.

CLUBE DE PROGRAMAÇÃO NAS ESCOLAS: NOVAS ERSPECTIVAS PARA O ENSINO DA COMPUTAÇÃO. IF Farroupilha Campus Santo Augusto; e-mail: joaowinck@hotmail. CLUBE DE PROGRAMAÇÃO NAS ESCOLAS: NOVAS ERSPECTIVAS PARA O ENSINO DA COMPUTAÇÃO WINCK, João Aloísio 1 RISKE, Marcelo Augusto 2 AVOZANI, Mariel 3 CAMBRAIA, Adão Caron 4 FINK, Marcia 5 1 IF Farroupilha Campus

Leia mais

Aprendizagem de Máquina

Aprendizagem de Máquina Aprendizagem de Máquina Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Disciplina: Inteligência Artificial Tópicos 1. Definições 2. Tipos de aprendizagem 3. Paradigmas de aprendizagem 4. Modos de aprendizagem

Leia mais

Atividade 11. Caça ao Tesouro Autômatos de Estados Finitos

Atividade 11. Caça ao Tesouro Autômatos de Estados Finitos Atividade 11 Caça ao Tesouro Autômatos de Estados Finitos Sumário Freqüentemente programas de computador precisam processar uma seqüência de símbolos como letras ou palavras em um documento, ou até mesmo

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA CIENTÍFICA

A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA CIENTÍFICA A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA CIENTÍFICA ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO Introdução O que é Pesquisa O que é Ciência Definições Ciência e Tecnologia Categorizações Ciência e eu QUAL O CURSO? Diante das várias possibilidades

Leia mais

AULA 2. Aspectos Técnicos. Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com. MBA em Marketing Digital SOCIAL GAMES

AULA 2. Aspectos Técnicos. Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com. MBA em Marketing Digital SOCIAL GAMES MBA em Marketing Digital SOCIAL GAMES AULA 2 Luciano Roberto Rocha Aspectos Técnicos Ponta Grossa, 31 de agosto de 2013 ROTEIRO Papéis Processos Plataformas Ferramentas 2 PAPÉIS O desenvolvimento de um

Leia mais

Escola EB 2,3 de António Feijó

Escola EB 2,3 de António Feijó AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ANTÓNIO FEÍJO Escola EB 2,3 de António Feijó 8.º ANO PLANIFICAÇÃO SEMESTRAL Tecnologias de Informação e Comunicação Ano Letivo 2014/2015 INFORMAÇÃO Domínio Conteúdos Objetivos

Leia mais

Projeto CONDIGITAL Mergulhando na Função Guia do Professor

Projeto CONDIGITAL Mergulhando na Função Guia do Professor Projeto CONDIGITAL Mergulhando na Função Guia do Professor Página 1 de 5 Caro(a) professor(a) Guia do Professor A utilização de jogos digitais como objetos de aprendizagem tem sido difundida atualmente

Leia mais

A formação do licenciado em matemática

A formação do licenciado em matemática A formação do licenciado em matemática VIANA,P.A. Sobral Matemática Universidade Estadual Vale do Acaraú 6 de agosto de 2011 paty.alvi@hotmail.com pré-prints da Sobral Matemática no.2011-02 Editor Tarcisio

Leia mais

Complemento II Noções Introdutória em Redes Neurais

Complemento II Noções Introdutória em Redes Neurais Complemento II Noções Introdutória em Redes Neurais Esse documento é parte integrante do material fornecido pela WEB para a 2ª edição do livro Data Mining: Conceitos, técnicas, algoritmos, orientações

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MATEMÁTICA NAS ÁREAS DO CONHECIMENTO

A IMPORTÂNCIA DA MATEMÁTICA NAS ÁREAS DO CONHECIMENTO A IMPORTÂNCIA DA MATEMÁTICA NAS ÁREAS DO CONHECIMENTO 1. Introdução: Por que a Matemática? Eu, Alessandro Ferreira Alves professor de Matemática já alguns anos, já vivenciei em vários momentos a experiência

Leia mais

IC Inteligência Computacional Redes Neurais. Redes Neurais

IC Inteligência Computacional Redes Neurais. Redes Neurais Universidade Federal do Rio de Janeiro PÓS-GRADUAÇÃO / 2008-2 IC Inteligência Computacional Redes Neurais www.labic.nce.ufrj.br Antonio G. Thomé thome@nce.ufrj.br Redes Neurais São modelos computacionais

Leia mais

BIOLOGIA IACI BELO. Como duas espécies distintas podem evoluir para formas idênticas?

BIOLOGIA IACI BELO. Como duas espécies distintas podem evoluir para formas idênticas? BIOLOGIA IACI BELO www.iaci.com.br ASSUNTO: EVOLUÇÃO CONVERGENTE Série: 3EM Como duas espécies distintas podem evoluir para formas idênticas? por Joshua Clark - traduzido por HowStuffWorks Brasil Há cerca

Leia mais

Ano letivo 2014/2015. Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano. Domínio: Comunicação e Colaboração CC8

Ano letivo 2014/2015. Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano. Domínio: Comunicação e Colaboração CC8 Ano letivo 2014/2015 Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano Domínio: Comunicação e Colaboração CC8 Aulas Previstas Semestre 32 Subdomínio: Conhecimento e utilização

Leia mais

Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos. Quem sou eu? Dinâmica de Apresentação para Grupo de Jovens

Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos. Quem sou eu? Dinâmica de Apresentação para Grupo de Jovens Disponível no site Esoterikha.com: http://bit.ly/dinamicas-para-jovens Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos As dinâmicas de grupo já fazem parte do cotidiano empresarial,

Leia mais

Conhecer melhor os números

Conhecer melhor os números A partir do Currículo Nacional de Matemática do 7º ano de escolaridade desenvolvem-se actividades com recurso ao computador utilizando essencialmente Excel e Geogebra Conhecer melhor os números Esta unidade

Leia mais

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem Coordenação: Juliana Cristina Braga Autoria: Rita Ponchio Você aprendeu na unidade anterior a importância da adoção de uma metodologia para a construção de OA., e também uma descrição geral da metodologia

Leia mais

TÍTULO: AMBIENTE VIRTUAL PARA O ENSINO DE LÓGICA PARA CRIANÇAS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA

TÍTULO: AMBIENTE VIRTUAL PARA O ENSINO DE LÓGICA PARA CRIANÇAS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA TÍTULO: AMBIENTE VIRTUAL PARA O ENSINO DE LÓGICA PARA CRIANÇAS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: COMPUTAÇÃO E INFORMÁTICA INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA DE GUARULHOS

Leia mais

Geometria para os Anos Iniciais: estudo de formas planas e espaciais por meio de aplicativos em tablets

Geometria para os Anos Iniciais: estudo de formas planas e espaciais por meio de aplicativos em tablets Geometria para os Anos Iniciais: estudo de formas planas e espaciais por meio de aplicativos em tablets Maria Madalena Dullius 1, Marli Teresinha Quartieri 2, Lucy Aparecida Gutiérrez de Alcântara 3, Cristian

Leia mais

A importância da Informática na Educação

A importância da Informática na Educação A importância da Informática na Educação AGUIAR, Juliana Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais FAEG - Rua das Flores, 740 Bairro Labienópolis - CEP 17400-000 Garça (SP) Brasil Telefone

Leia mais

ALGORITMOS GENÉTICOS: UMA VISÃO EXPLANATÓRIA

ALGORITMOS GENÉTICOS: UMA VISÃO EXPLANATÓRIA 136 ALGORITMOS GENÉTICOS: UMA VISÃO EXPLANATÓRIA FILITTO, Danilo 1 Resumo: Os algoritmos Genéticos inspiram-se no processo de evolução natural e são utilizados para resolver problemas de busca e otimização

Leia mais

relato êa internet como atividade integrante de uma prática docente

relato êa internet como atividade integrante de uma prática docente A internet como atividade integrante de uma prática docente Flávio Chame Barreto Instituto Educacional Vivenciando RJ flaviocbarreto@yahoo.com.br Resumo Um consenso entre os docentes do Ensino Fundamental

Leia mais

Ciclo de um produto. Você já percebeu, ao andar pelos corredores. Um problema. Ciclo do produto

Ciclo de um produto. Você já percebeu, ao andar pelos corredores. Um problema. Ciclo do produto A U A UL LA Ciclo de um produto Um problema Você já percebeu, ao andar pelos corredores de um supermercado, a infinidade de produtos industrializados? Desde alimentos a produtos de limpeza e eletrodomésticos,

Leia mais

ENSINAR E APRENDER GEOMETRIA PLANA COM E A PARTIR DO USO DO SOFTWARE GEOGEBRA UMA VIVÊNCIA NO CONTEXTO ESCOLAR

ENSINAR E APRENDER GEOMETRIA PLANA COM E A PARTIR DO USO DO SOFTWARE GEOGEBRA UMA VIVÊNCIA NO CONTEXTO ESCOLAR ENSINAR E APRENDER GEOMETRIA PLANA COM E A PARTIR DO USO DO SOFTWARE GEOGEBRA UMA VIVÊNCIA NO CONTEXTO ESCOLAR Por: André Forlin Dosciati - UNIJUÍ Vanessa Faoro - UNIJUÍ Isabel Koltermann Battisti UNIJUÍ

Leia mais

MÍDIAS NA EDUCAÇÃO Introdução Mídias na educação

MÍDIAS NA EDUCAÇÃO Introdução Mídias na educação MÍDIAS NA EDUCAÇÃO Michele Gomes Felisberto; Micheli de Oliveira; Simone Pereira; Vagner Lean dos Reis Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha Introdução O mundo em que vivemos

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Faculdade de Computação e Informática MATRIZ CURRICULAR ELETIVAS

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Faculdade de Computação e Informática MATRIZ CURRICULAR ELETIVAS MATRIZ CURRICULAR S LIVRE ESCOLHA Núcleo Temático: HUMANAS Disciplina: LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS 34 h/a (.34 ) Teóricas Etapa: 4ª Compreensão de aspectos composicionais da Língua Brasileira de Sinais

Leia mais

Oficina COMPUTADOR FERRAMENTA Objetivo

Oficina COMPUTADOR FERRAMENTA Objetivo Oficina COMPUTADOR FERRAMENTA Objetivo Para o professor, o uso da animação pode ser fonte de investigação e análise da visão de mundo de seu aluno e das diferentes linguagens utilizadas na elaboração da

Leia mais

DISCIPLINA: Métodos Heurísticos

DISCIPLINA: Métodos Heurísticos DISCIPLINA: Métodos Heurísticos CURSO(S): Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Licenciatura em Engenharia de Sistemas e Informática Licenciatura em Matemática Aplicada Licenciatura em Matemática

Leia mais

COMPUTAÇÃO GRÁFICA O QUE É?

COMPUTAÇÃO GRÁFICA O QUE É? COMPUTAÇÃO GRÁFICA O QUE É? Curso: Tecnológico em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: COMPUTAÇÃO GRÁFICA 4º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA SUMÁRIO O que é COMPUTAÇÃO GRÁFICA Áreas relacionadas

Leia mais

MC-102 Aula 01. Instituto de Computação Unicamp

MC-102 Aula 01. Instituto de Computação Unicamp MC-102 Aula 01 Introdução à Programação de Computadores Instituto de Computação Unicamp 2015 Roteiro 1 Por que aprender a programar? 2 Hardware e Software 3 Organização de um ambiente computacional 4 Algoritmos

Leia mais

Trabalhando operações fundamentais e sequências com aplicativos disponibilizados em tablets

Trabalhando operações fundamentais e sequências com aplicativos disponibilizados em tablets Trabalhando operações fundamentais e sequências com aplicativos disponibilizados em tablets Maria Madalena Dullius 1, Marli Teresinha Quartieri 2, Lucy Aparecida Gutiérrez de Alcântara 3, Cristian Scheid

Leia mais

Núcleo de Informática Aplicada à Educação Universidade Estadual de Campinas

Núcleo de Informática Aplicada à Educação Universidade Estadual de Campinas Núcleo de Informática Aplicada à Educação Universidade Estadual de Campinas Resumo Tradicionalmente os alunos ingressantes no bacharelado de Ciência da Computação da UNICAMP aprendem a programar utilizando

Leia mais

Revisão Inteligência Artificial ENADE. Prof a Fabiana Lorenzi Outubro/2011

Revisão Inteligência Artificial ENADE. Prof a Fabiana Lorenzi Outubro/2011 Revisão Inteligência Artificial ENADE Prof a Fabiana Lorenzi Outubro/2011 Representação conhecimento É uma forma sistemática de estruturar e codificar o que se sabe sobre uma determinada aplicação (Rezende,

Leia mais

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS Kelly Cristina de Oliveira 1, Júlio César Pereira 1. 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil kristhinasi@gmail.com,

Leia mais

Simulação Computacional de Sistemas, ou simplesmente Simulação

Simulação Computacional de Sistemas, ou simplesmente Simulação Simulação Computacional de Sistemas, ou simplesmente Simulação Utilização de métodos matemáticos & estatísticos em programas computacionais visando imitar o comportamento de algum processo do mundo real.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO PERFIL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO PERFIL PERFIL 3001 - Válido para os alunos ingressos a partir de 2002.1 Disciplinas Obrigatórias Ciclo Geral Prát IF668 Introdução à Computação 1 2 2 45 MA530 Cálculo para Computação 5 0 5 75 MA531 Álgebra Vetorial

Leia mais

Ajuda para as atividades

Ajuda para as atividades Requisitos do sistema... 2 Requisitos para o PC... 2 Requisitos para o MAC... 2 Perguntas frequentes... 3 Qual hardware ou software eu preciso para executar a Prática Online do Smart Choice??... 3 Como

Leia mais

Áudio. GUIA DO PROFESSOR Mendel, o pai da genética - Parte I. Os fundamentos da hereditariedade: Biografia de Gregor Mendel

Áudio. GUIA DO PROFESSOR Mendel, o pai da genética - Parte I. Os fundamentos da hereditariedade: Biografia de Gregor Mendel Mendel, o pai da genética - Parte I Conteúdos: Tempo: Objetivos: Descrição: Produções Relacionadas: Os fundamentos da hereditariedade: Biografia de Gregor Mendel 5 minutos para cada áudio. Avaliar se o

Leia mais

Projeto Pedagógico do Bacharelado em Ciência da Computação. Comissão de Curso e NDE do BCC

Projeto Pedagógico do Bacharelado em Ciência da Computação. Comissão de Curso e NDE do BCC Projeto Pedagógico do Bacharelado em Ciência da Computação Comissão de Curso e NDE do BCC Fevereiro de 2015 Situação Legal do Curso Criação: Resolução CONSU no. 43, de 04/07/2007. Autorização: Portaria

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO CST ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO 68 A disciplina estuda a área da informática como um todo e os conceitos fundamentais, abrangendo desde a

Leia mais

Universidade Federal Rural do Semi-Árido Tópicos de Informática Profª. Danielle Casillo Objetivos da disciplina Familiarizar o aluno com o uso do microcomputador, conhecendo seus componentes internos e

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE PESQUISA OPERACIONAL

ESTRATÉGIAS DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE PESQUISA OPERACIONAL ESTRATÉGIAS DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE PESQUISA OPERACIONAL André Luis Trevisan Universidade Tecnológica Federal do Paraná andrelt@utfpr.edu.br Magna Natalia Marin Pires Universidade Estadual de Londrina

Leia mais

São DVD-ROMs com mais de 1 500 conteúdos digitais, entre aulas, jogos interativos e exercícios, sendo mais de 200 voltados para a Educação Infantil.

São DVD-ROMs com mais de 1 500 conteúdos digitais, entre aulas, jogos interativos e exercícios, sendo mais de 200 voltados para a Educação Infantil. Maternal I O J. Piaget é o primeiro e único Sistema de Ensino do mercado que relaciona totalmente o material multimídia ao material gráfico em todos os segmentos. São DVD-ROMs com mais de 1 500 conteúdos

Leia mais

Um modelo para construção de materiais didáticos para o ensino de Matemática baseado em Tecnologias de Informação

Um modelo para construção de materiais didáticos para o ensino de Matemática baseado em Tecnologias de Informação Um modelo para construção de materiais didáticos para o ensino de Matemática baseado em Ednilson Luiz Silva Vaz Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho, UNESP Brasil ednilson_vaz@hotmail.com

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS Ciência da Computação 5ª série Sistemas Operacionais A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem desenvolvido por meio de um conjunto

Leia mais

EXPLORANDO ESTRATÉGIAS DIFERENCIADAS NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS MATEMÁTICOS

EXPLORANDO ESTRATÉGIAS DIFERENCIADAS NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS MATEMÁTICOS EXPLORANDO ESTRATÉGIAS DIFERENCIADAS NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS MATEMÁTICOS Virginia Furlanetto virf@universo.univates.br Maria Madalena Dullius madalena@univates.br CONTEXTUALIZAÇÃO Atualmente, em educação,

Leia mais

Introdução às Redes Neurais Artificiais

Introdução às Redes Neurais Artificiais Introdução às Redes Neurais Artificiais Treinamento via Algoritmos Genéticos Prof. João Marcos Meirelles da Silva http://www.professores.uff.br/jmarcos Departamento de Engenharia de Telecomunicações Escola

Leia mais

TIP Teste de Padrão Cerebral

TIP Teste de Padrão Cerebral TIP Teste de Padrão Cerebral O teste a seguir foi desenvolvido por nós e é baseado nos estudos de Ned Herrmann sobre os estilos cerebrais. Procure fazê-lo com a maior sinceridade possível. Há questões

Leia mais

Introduçãoa Engenhariade. Prof. Anderson Cavalcanti UFRN-CT-DCA

Introduçãoa Engenhariade. Prof. Anderson Cavalcanti UFRN-CT-DCA Introduçãoa Engenhariade Software Prof. Anderson Cavalcanti UFRN-CT-DCA O que é Software? O que é software? São programas de computadores, em suas diversas formas, e a documentação associada. Um programa

Leia mais

SLAG - Resolvendo o Problema do Caixeiro Viajante Utilizando Algoritmos Genéticos

SLAG - Resolvendo o Problema do Caixeiro Viajante Utilizando Algoritmos Genéticos SLAG - Resolvendo o Problema do Caixeiro Viajante Utilizando Algoritmos Genéticos Fredson Vieira Costa 1, Fábio Silveira Vidal 1, Claudomiro Moura Gomes André 1 1 Curso de Bacharelado em Ciência da Computação

Leia mais

Introdução à Engenharia

Introdução à Engenharia Introdução à Engenharia Aula 03 História da Engenharia Edgar Alberto de Brito A história da Engenharia Engenharia na Pré-História. Atividade na Antiguidade. Atividade na era Moderna e Contemporânea. Aspectos

Leia mais

Projeto e Análise de Algoritmos Projeto de Algoritmos Heurísticas e Algoritmos Aproximados

Projeto e Análise de Algoritmos Projeto de Algoritmos Heurísticas e Algoritmos Aproximados Projeto e Análise de Algoritmos Projeto de Algoritmos Heurísticas e Algoritmos Aproximados Prof. Humberto Brandão humberto@bcc.unifal-mg.edu.br Universidade Federal de Alfenas Departamento de Ciências

Leia mais

Inteligência de Enxame *

Inteligência de Enxame * Inteligência de Enxame * 1. Introdução... 2 2. Algumas Idéias sobre Insetos Sociais... 5 2.1. Curiosidades sobre as formigas... 9 3. Colônia de Formigas... 10 3.1. Coleta de Alimento pelas Formigas...

Leia mais

Complemento IV Introdução aos Algoritmos Genéticos

Complemento IV Introdução aos Algoritmos Genéticos Complemento IV Introdução aos Algoritmos Genéticos Esse documento é parte integrante do material fornecido pela WEB para a 2ª edição do livro Data Mining: Conceitos, técnicas, algoritmos, orientações e

Leia mais

Sem vocês nenhuma conquista valeria a pena. que dignamente me apresentaram à importância da família e ao caminho da honestidade e persistência.

Sem vocês nenhuma conquista valeria a pena. que dignamente me apresentaram à importância da família e ao caminho da honestidade e persistência. DEDICATÓRIA Às mulheres da minha vida Neiliane e Wany pelo apoio incondicional em todos os momentos, principalmente nos de incerteza, muito comuns para quem tenta trilhar novos caminhos. Sem vocês nenhuma

Leia mais

Conhecendo um pouco de matrizes e determinantes

Conhecendo um pouco de matrizes e determinantes Módulo 3 Unidade 29 Conhecendo um pouco de matrizes e determinantes Para início de conversa... Frequentemente em jornais, revistas e também na Internet encontramos informações numéricas organizadas na

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

CRIACIONISMO E EVOLUCIONISMO

CRIACIONISMO E EVOLUCIONISMO CRIACIONISMO E EVOLUCIONISMO INTRODUÇÃO Síntese sobre a Teoria da Evolução Química. Criacionismo (fundamentado na fé e na religião). É a primeira explicação para perguntas sobre a origem do Universo, da

Leia mais

O ENSINO DE PROGRAMAÇÃO PARA CRIANÇAS DA REDE PÚBLICA DE CAMPINA GRANDE

O ENSINO DE PROGRAMAÇÃO PARA CRIANÇAS DA REDE PÚBLICA DE CAMPINA GRANDE O ENSINO DE PROGRAMAÇÃO PARA CRIANÇAS DA REDE PÚBLICA DE CAMPINA GRANDE Diogo Cabral de Sousa (1); Augusto José Silva Firmo (1); Lucas de Luna Lima (2); Rafaela Quinto da Costa Melo (3); José Luiz Cavalcante

Leia mais

Busca em Árvores ou Grafos

Busca em Árvores ou Grafos Giga Mundo Computação RSS Sobre a Equipe Mais computacao no seu Email! Nosso forum Politica de Privacidade Busca em Árvores ou Grafos Posted by on March 10th, 2009 in Inteligência Artificial StatSoft Data

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware 1. A nova infra-estrutura de tecnologia de informação Conectividade Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos Sistemas abertos Sistemas de software Operam em diferentes plataformas

Leia mais

Linguagem de Programação Visual. Aula 2 Prof. Gleison Batista de Sousa

Linguagem de Programação Visual. Aula 2 Prof. Gleison Batista de Sousa Linguagem de Programação Visual Aula 2 Prof. Gleison Batista de Sousa Historico 50s Interfaces são painel de controles do hardware, usuário são engenheiros; 60-70s Interfaces são programas em linguagens

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE DE GERAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE NANOESTRUTURAS

DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE DE GERAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE NANOESTRUTURAS DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE DE GERAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE NANOESTRUTURAS Aluno: Marcos Paulo Moraes Orientador: André Silva Pimentel Introdução A nanotecnologia está associada a diversas áreas de pesquisa

Leia mais

Como encontrar maneiras de associar um importante conteúdo didático a um software que ensine e divirta ao mesmo tempo? Estão os professores

Como encontrar maneiras de associar um importante conteúdo didático a um software que ensine e divirta ao mesmo tempo? Estão os professores Profª Levany Rogge Os softwares são considerados programas educacionais a partir do momento em que são projetados através de uma metodologia que os contextualizem no processo ensino-aprendizagem; Tajra

Leia mais

Apêndice F-16 Relatório Mensal de Atividades de Campo

Apêndice F-16 Relatório Mensal de Atividades de Campo Apêndice F-16 Relatório Mensal de Atividades de Campo Nome: Janet Strauss, Consultora do World Fisheries Trust Relatório Relativo ao Mês de: Março de 2006 Resumo Executivo Entre 6 e 26 de março de 2006,

Leia mais

Engenharia de Software I. Prof. André Castro Garcia

Engenharia de Software I. Prof. André Castro Garcia Engenharia de Software I Prof. André Castro Garcia 1. Introdução 1.1 A IMPORTÂNCIA DO SOFTWARE Nas primeiras décadas da era do computador, o principal desafio era desenvolver um hardware que reduzisse

Leia mais

Computação Gráfica. Introdução. Profª Alessandra Martins Coelho

Computação Gráfica. Introdução. Profª Alessandra Martins Coelho Computação Gráfica Introdução Profª Alessandra Martins Coelho março/2013 Introdução Computação gráfica (CG) é a utilização de computadores para gerar imagens (GUHA, 2013). Nos dias atuais, para não se

Leia mais

A Computação e as Classificações da Ciência

A Computação e as Classificações da Ciência A Computação e as Classificações da Ciência Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Classificações da Ciência A Computação

Leia mais

Na medida em que se cria um produto, o sistema de software, que será usado e mantido, nos aproximamos da engenharia.

Na medida em que se cria um produto, o sistema de software, que será usado e mantido, nos aproximamos da engenharia. 1 Introdução aos Sistemas de Informação 2002 Aula 4 - Desenvolvimento de software e seus paradigmas Paradigmas de Desenvolvimento de Software Pode-se considerar 3 tipos de paradigmas que norteiam a atividade

Leia mais