Rio de janeiro, machinarium

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Rio de janeiro, 2013. machinarium"

Transcrição

1 machinarium 1

2 2

3 Rio de janeiro, 2013 machinarium 3

4

5 Assim como qualquer outra área do conhecimento, a arte também tem se valido dos avanços tecnológicos. O fazer artístico, a ciência e a tecnologia têm uma ligação antiga e não faltam exemplos de artistas que trabalharam na direção de borrar os limites desse trinômio como Leonardo da Vinci. De 14 de julho a 8 de setembro de 2013, Machinarium, coletiva de oito artistas visuais contemporâneos do Brasil e do exterior, exibiu, no Oi Futuro Ipanema, criações a maior parte nunca apresentada ao público brasileiro que fazem uso das atuais tecnologias de captação e reprodução de som e imagem, para, justamente, pôr em evidência as simbioses entre homem e máquina. Nesse nosso tempo, em que a intimidade com a tecnologia é forjada praticamente no berço e em que o homem-máquina já não é mais uma abstração, com a neurociência sendo um terreno cada vez mais explorado, esse conjunto Machinarium suscita muitas questões. Aqui, neste livro-catálogo, reproduções fotográficas das obras mostradas na coletiva instalações, vídeos, fotografias e objetos, e textos conceituais estão a serviço de instigantes reflexões sobre as diferenças e semelhanças entre corpo/imagem, carne/artifício, vida/ morte, no contexto da arte contemporânea. Boa leitura! ROBERTO GUIMARÃES Diretor de Cultura Oi Futuro 5

6

7 Just like any other area of human endeavor, art is also subject to technological advances. Art, science and technology have a longstanding connection and there is no shortage of examples of artists who have worked to expand the limits of this trinomial, such as Leonardo da Vinci. Between July 14th and September 8th, 2013, Machinarium, a collective of eight contemporary visual artists from Brazil and abroad, showed their creations, most of them never seen before in Brazil, at the Oi Futuro Ipanema Exhibition. The standout feature of these works was their use of current technologies for capturing and reproducing sound and images, for the purpose of demonstrating the symbiosis between man and machine. In our times, when intimacy with technology is forged practically in the cradle, and when the concept of man-machine is no longer an abstraction, due to the constant advances in neuroscience, this set of works by Machinarium raises many questions. This catalog book, with photographic reproductions of the works shown at the collective exhibition installations, videos, photographs and objects and conceptual texts serves to instigate reflections about the differences and similarities between body/image, flesh/artifice and life/death, in the context contemporary art. Good reading! ROBERTO GUIMARÃES Director of Culture Oi Futuro 7

8 su má rio

9 Machinarium, Genealogias do corpomáquina Machinarium, genealogies of the body-machine Exposição Exhibition Artistas e cientistas entre vírus, DNA, plantas e raios X1 Artists and scientists among viruses, DNA, plants and X-rays Cris Bierrenbach Guto nobrega Herwig turk Joseph nechvatal Marta de menezes monica mansur Steve miller

10 ma chi na rium

11 Machinarium, genealogias do corpo-máquina Marisa Flórido Cesar Curadora Durante séculos, figuras maquínicas vêm povoando a literatura, invadindo o universo das artes, tecendo todo tipo de associação na filosofia e nas ciências. Sob o signo do fantástico e do estranho, desafiando a racionalidade moderna, a literatura foi assombrada pelos autômatos de Hoffmann, pelo mito da criação apropriado pela técnica de A Eva futura, de Villiers de L Isle Adam, pela terrível solidão da criatura e do criador de Frankenstein, de Mary Shelley, ou de Morel, de Bioy Casares. Tampouco são escassas as comparações na filosofia: do deus fabricante que cria o homem como um mecanismo de Descartes à máquina-corpo de La Mettrie; da psique como um aparelho de Freud às máquinas celibatárias e desejantes da esquizoanálise de Guattari e Deleuze. Máquina-celibatária é um termo emprestado de Duchamp. As metáforas do corpo-máquina, os mecanismos inventados por artistas, como os de Picabia e Tinguely, entre tantos outros, atravessam as artes visuais. Da teknè grega à ars latina, do artista artesão grego ao artista cientista do Renascimento no qual Leonardo da Vinci, com suas máquinas de guerra ou suas próteses de voar, é figura emblemática, do artista alquimista e prestidigitador que invade as representações de ateliês no século XVI às imbricações entre arte, vida e tecnologia da atualidade, não faltam, na história das artes, relações complexas entre arte, técnica, ciência. Todo corpo é artificial. Uma construção erguida por discursos, poderes e crenças, em séculos de metafísica e teologia. No entanto, cada vez mais as promessas de eternidade antes centradas no corpo teológico foram se transferindo para a vida perpetuada pelas tecnologias e pela ciência. O corpo (cuja imagem e imaginário vinculavam-se às noções de criação e encarnação) é inspecionado e vertido em imagens por radiografias e técnicas afins; a vida é traduzida em código genético, replicada no cinema e recriada nos laboratórios. A carne, ao revés, sempre expiou sua opacidade, sua fragilidade e seus contornos incertos. Se hoje o corpo submete-se à imagem de um ideal midiático, a carnalidade flácida e imperfeita, 11

12 com suas secreções e visceralidade abjeta, é obsessivamente controlada por fármacos, regimes alimentares, exercícios físicos, cirurgias plásticas e próteses de silicone. Mas se no imaginário do corpo artificial estão as promessas de transcendência da carne, também nele se projeta a complexa mecânica das ligações e dos sentimentos humanos. Máquinas são concebidas como organismos: a robótica cria híbridos, vírus se propagam pela internet corrompendo os aparelhos, seus programas, suas imagens. Sobre as máquinas nas artes, por sua vez, projetam-se sentimentos e desejos, terrores e prazeres humanos; sobre elas se refletem a atração entre os sexos, as relações de poder entre os homens, entre o homem e o mito, o homem e o estranho que o habita, entre criador e criatura. Ressoam, em sua mecânica, o erotismo, a potência de criação e destruição, o poder e o controle, a servidão e a rebelião (do homem e do autômato), a razão e o nonsense, as crenças religiosas e as angústias da finitude. É a complexa dinâmica das relações humanas que aí subjaz. Em Machinarium, o corpo-máquina é interrogado tanto na simbiose entre vida e artifício como na tradição do retrato pictórico e fotográfico, repensada nas imagens em raio-x, endoscópicas, tomográficas e nas codificações genéticas. Mas a interseção da ciência e da tecnologia com a arte serve, aqui, sobretudo, à indagação do humano, ínfimo humano. Machinarium artístico Quando viu sua mão radiografada, em 1895, a esposa de Wilhelm Röntgen, físico alemão que descobriu os raios X, reconheceu nela a imagem de sua morte. A estranheza nas radiografias de Cris Bierrenbach é de outra ordem, no corpo da artista estão inseridos instrumentos cortantes, como se desejassem devolver carne àquela imagem fantasmática. Nas radiografias de Steve Miller não apenas animais em extinção como suas imagens assemelham-se a fósseis. Um bestiário espectral cujas imagens técnicas parecem situadas em um tempo irreconhecível, entre o arcaico e a codificação pós-hecatombe. As tomografias de Marta Menezes, realizadas durante ações diferenciadas (como ouvir um piano ou ler um livro), são retratos sinestésicos: mapeiam as cores do cérebro que variam de acordo com os afetos e sensações despertados durante a realização das tarefas. Endophilia, de Monica Mansur, remete a antigas cosmologias em que o homem é um microcosmo, onde o macrocosmo se prefigura, em que os extremos do universo, o dentro e o fora, 12

13 o infinito e o ínfimo, a esfera mais alta e luminosa e a entranha mais obscura do corpo humano se aproximam por analogias. Correspondências próximas a Inner Cloud de Marta Menezes, em que cinco nuvens de DNA seco em precipitação reverberam um firmamento que tem o código genético como medida. Em DNA Film, de Herwig Turk, um vídeo de sequências de DNA é projetado em uma mesa cirúrgica. O corpo cortado pelo bisturi é substituído pela assepsia de uma mensagem codificada e sua gramática, e ambos pretendem fornecer, aos seres vivos, seu modelo hereditário, a decifração de sua existência, a memória de suas dores e prazeres. Interceptar as mensagens, devolver a opacidade e o enigma das palavras, dos seres e de suas imagens é o que ensaiam os vídeos de Mansur, em que imagens de suas cordas vocais falando Sopro e Silêncio não nos permitem discernir a anatomia ou as palavras emitidas. A simbiose entre bio e artifício é abordada na criação de vírus virtuais que devoram a imagem eletrônica de Joseph Nechvatal ou nos híbridos robóticos de Guto Nóbrega. Um robô que retira a planta de sua suposta indiferença e imobilidade: basta tocarmos sutilmente suas folhas ou expirar próximo a ela, que o híbrido reage ao estímulo movimentando-se em nossa direção. São obras que vêm perturbar o limiar entre homem e máquina, corpo e imagem, carne e artifício, vida e codificação científica, criação e morte. Marisa Florido Cesar Pesquisadora, crítica de arte e curadora independente 13

14 ro bó ti ca

15 Machinarium, genealogies of the body-machine Marisa Flórido Cesar Curator Mechanical figures have been present in literature for centuries, invading the universe of the arts, weaving all types of association in philosophy and the sciences. Under the moniker of the fantastic and the strange, defying modern rationality, literature was haunted by the automatons of Hoffmann, by the myth of creation appropriated by the technique of A Eva futura, by Villiers de L Isle Adam, by the terrible solitude of the creature and creator in Frankenstein, by Mary Shelley, or of Morel, by Bioy Casares. And philosophy does not lack comparisons: from the fabricator God who creates man as a mechanism theorized by Descartes to the machine-body of La Mettrie; from the psyche as an apparatus of Freud to the bachelor machine and desiring machines of the schizoanalysis of Guattari and Deleuze. Bachelor machine is an expression borrowed from Duchamp. The metaphors of the body-machine, the mechanisms invented by artists, such as those of Picabia and Tinguely, among many others, pass through the visual arts. From the Greek teknè to the Latin ars, from the Greek artisan to the artist-scientist of the Renaissance, among whom Leonardo da Vinci, with his war machines or flying prostheses, is the emblematic figure, from the artist alchemist and prestidigitator who invades the representations of the ateliers of the sixteenth century to the imbrications among art, life and technology of nowadays, the history of art does not lack the complex interplay of art, technique and science. All bodies are artificial, a construct erected by discourses, powers and beliefs, during centuries of metaphysics and theology. However, the promises of eternity previously centered on the theological body are increasingly being transferred to the life perpetuated by technologies and science. The body (whose image and imagination are connected to the notions of creation and incarnation) is expected and depicted in radiographic images and similar techniques; life is translated into genetic code, replicated in the cinema and recreated in the laboratories. In contrast, the flesh has always been characterized by its opaqueness, its fragility and its uncertain outlines. If today the 15

Visibilidades contemporâneas: dissecação e construções através da imagem digital Performance Digissecação

Visibilidades contemporâneas: dissecação e construções através da imagem digital Performance Digissecação Visibilidades contemporâneas: dissecação e construções através da imagem digital Performance Digissecação Maruzia Dultra 1 Larissa Ferreira 2 Resumo Este trabalho pretende fazer uma reflexão sobre as novas

Leia mais

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido 1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido No estudo da Comunicação, a publicidade deve figurar como um dos campos de maior interesse para pesquisadores e críticos das Ciências Sociais e Humanas.

Leia mais

COMUNICAÇÃO APLICADA MÓDULO 3

COMUNICAÇÃO APLICADA MÓDULO 3 COMUNICAÇÃO APLICADA MÓDULO 3 Índice 1. Semiótica...3 1.1. Conceito... 3 1.2. Objetivos da Semiótica... 4 1.3. Conceitos Básicos... 4 1.3.1. Signo... 4 1.3.2. Índices... 4 1.3.3. Símbolo... 4 1.4. Conceito...

Leia mais

MITO. De MÝEIN se fez a palavra MÝSTES, iniciado nos mistérios, de onde derivou MYSTÉRION, doutrina secreta, arcano, culto secreto.

MITO. De MÝEIN se fez a palavra MÝSTES, iniciado nos mistérios, de onde derivou MYSTÉRION, doutrina secreta, arcano, culto secreto. MITO Mito vem do Grego MYTHÓS, que tinha um grande número de significados dentro de uma idéia básica: discurso, mensagem palavra, assunto, invenção, lenda, relato imaginário. Modernamente está fixada nestes

Leia mais

Universidade Anhembi Morumbi Design Digital MB3

Universidade Anhembi Morumbi Design Digital MB3 Universidade Anhembi Morumbi Design Digital MB3 FELIPE GIORDANO FERNANDO THOMÉ GABRIEL OLIVEIRA GIOVANNA ZANETTIM PITTER MARQUES RODRIGO CHISTÉ TOMMY KEPPK São Paulo 2010/1 Introdução A partir do tema

Leia mais

Figura Nº 70. Figura Nº 71

Figura Nº 70. Figura Nº 71 Figura Nº 70 Figura Nº 71 Figura Nº 69 Outra constatação é que o processo de solarização decorre de uma iluminação adicional feita no decorrer da revelação da imagem ou filme, assim sendo poderíamos com

Leia mais

CÓDIGO: APL008 Concepções e manifestações artísticas da pré-história ao início da idade moderna. (renascimento europeu).

CÓDIGO: APL008 Concepções e manifestações artísticas da pré-história ao início da idade moderna. (renascimento europeu). 43 RELAÇÃO DE EMENTAS CURSO: ARTES VISUAIS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DISCIPLINA: Artes Visuais I CÓDIGO: APL008 Concepções e manifestações artísticas da pré-história ao início da idade moderna. (renascimento

Leia mais

Itália berço do Renascimento

Itália berço do Renascimento RENASCIMENTO CULTURAL XIV e XVI Itália berço do Renascimento How does Late Linha Gothic art create do the tempo bridge between Byzantine and Renaissance art? Bizantino Virgin and Child Gótico Virgin and

Leia mais

PROJETO ARARIBÁ. Um projeto que trabalha a compreensão leitora, apresenta uma organização clara dos conteúdos e um programa de atividades específico.

PROJETO ARARIBÁ. Um projeto que trabalha a compreensão leitora, apresenta uma organização clara dos conteúdos e um programa de atividades específico. PROJETO ARARIBÁ Um projeto que trabalha a compreensão leitora, apresenta uma organização clara dos conteúdos e um programa de atividades específico. ARARIBÁ HISTÓRIA O livro tem oito unidades, divididas

Leia mais

Surrealismo. Professora: Caroline Bonilha Componente Curricular: Artes

Surrealismo. Professora: Caroline Bonilha Componente Curricular: Artes Surrealismo Professora: Caroline Bonilha Componente Curricular: Artes O surrealismo foi o movimento artístico moderno da representação do irracional e do subconsciente. Suas origens devem ser buscadas

Leia mais

I OS GRANDES SISTEMAS METAFÍSICOS

I OS GRANDES SISTEMAS METAFÍSICOS I OS GRANDES SISTEMAS METAFÍSICOS A principal preocupação de Descartes, diante de uma tradição escolástica em que as espécies eram concebidas como entidades semimateriais, semi-espirituais, é separar com

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

Antropologia Religiosa

Antropologia Religiosa Antropologia Religiosa Quem somos nós? De onde viemos? Para onde vamos? Qual é a nossa missão no universo? O que nos espera? Que sentido podemos dar a nossa vida? Qual o sentido da história e do mundo?

Leia mais

O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa

O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa G eoff Rees Be neat h t he re ef, 199 2, s er igr af i a Fot o: Fau st o Fleur y O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa Com as proposições didáticas sugeridas, espera-se que os alunos possam

Leia mais

A soma será feita da seguinte forma:

A soma será feita da seguinte forma: TESTE VOCACIONAL Teste sua vocação Testes vocacionais não fazem milagres, não têm poder de apontar uma única profissão a ser seguida, mas são um bom norte acerca de aptidões e interesses. O questionário

Leia mais

Questão (1) - Questão (2) - A origem da palavra FILOSOFIA é: Questão (3) -

Questão (1) - Questão (2) - A origem da palavra FILOSOFIA é: Questão (3) - EXERCICÍOS DE FILOSOFIA I O QUE É FILOSOFIA, ETIMOLOGIA, ONDE SURGIU, QUANDO, PARA QUE SERVE.( 1º ASSUNTO ) Questão (1) - Analise os itens abaixo e marque a alternativa CORRETA em relação ao significado

Leia mais

UM JEITO DE AMAR A VIDA

UM JEITO DE AMAR A VIDA UM JEITO DE AMAR A VIDA Maria do Carmo Chaves CONSCIÊNCIA DO MUNDO FICHA TÉCNICA EDIÇÃO: Vírgula (Chancela Sítio do Livro) TÍTULO: Um jeito de amar a vida AUTORA: Maria do Carmo Chaves (escreve de acordo

Leia mais

DORA LONGO BAHIA IMAGENS CLARAS X IDEAS VAGAS

DORA LONGO BAHIA IMAGENS CLARAS X IDEAS VAGAS VERMELHO DORA LONGO BAHIA IMAGENS CLARAS X IDEAS VAGAS CONTATO / CONTACT INFO@GALERIAVERMELHO.COM.BR / INFO@GALERIAVERMELHO.COM.BR END / ADDRESS TEL / PHONE WEB RUA MINAS GERAIS. 350. CEP:01224-010. HIGIENÓPOLIS.

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS TEXTO DE APOIO

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS TEXTO DE APOIO AULA 2.2 - A SIGNIFICAÇÃO NA ARTE TEXTO DE APOIO 1. A especificidade da informação estética Teixeira Coelho Netto, ao discutir a informação estética, comparando-a à semântica, levanta aspectos muito interessantes.

Leia mais

Os Números Pitagóricos

Os Números Pitagóricos Os Números Pitagóricos O Mestre Pitágoras de Samos trouxe a Ciência dos Números do Oriente ao Ocidente e explicava aos Recém-Iniciados o significado e o valor destes Números. Filosoficamente, atestava

Leia mais

Sugestão de Atividade / História / 6ª Série (7º Ano)

Sugestão de Atividade / História / 6ª Série (7º Ano) Sugestão de Atividade / História / 6ª Série (7º Ano) COMPONENTE CURRICULAR: História SÉRIE/ANO: 6ª SÉRIE (7º Ano) INTERDISCIPLINARIDADE: Artes CONTEÚDO: Renascimento Cultural Eixo Temático I de Artes:

Leia mais

Estratégia de Leitura Elementos de Referência. Reference devices ou elementos de referência

Estratégia de Leitura Elementos de Referência. Reference devices ou elementos de referência Estratégia de Leitura Elementos de Referência Reference devices ou elementos de referência Ao ler textos sobre qualquer assunto, em qualquer área de conhecimento, todo leitor percebe uma relação de REFERÊNCIA

Leia mais

fotografia fotografia GLOBAL ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção

fotografia fotografia GLOBAL ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção fotografia fotografia GLOBAL ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção Por que tenho saudade de você, no retrato ainda que o

Leia mais

Habilidades Específicas em Artes Visuais. Prova de História da Arte

Habilidades Específicas em Artes Visuais. Prova de História da Arte Habilidades Específicas em Artes Visuais Prova de História da Arte I. Analise as duas obras cujas reproduções foram fornecidas, comentando suas similaridades e diferenças no que se refere aos aspectos

Leia mais

HUMANOS: QUEM SOMOS NÓS?

HUMANOS: QUEM SOMOS NÓS? HUMANOS: QUEM SOMOS NÓS? Nível de Ensino/Faixa Etária: Série indicada para o Ensino Fundamental Final Áreas Conexas: Biologia, Linguística, Sociologia, Geografia, História, Artes, Gramática, Filosofia.

Leia mais

fotografia ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção

fotografia ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção fotografia ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção Por que tenho saudade de você, no retrato ainda que o mais recente? E por que um simples retrato, mais que você, me comove, se

Leia mais

HABILIDADES DO 1 o TRIMESTRE DE 2015 8 os ANOS

HABILIDADES DO 1 o TRIMESTRE DE 2015 8 os ANOS HABILIDADES DO 1 o TRIMESTRE DE 2015 8 os ANOS LÍNGUA PORTUGUESA 1. Identificar, interpretar e utilizar as características sociocomunicativas e os recursos de persuasão nos textos de opinião e publicitários.

Leia mais

CURIOSIDADE É UMA COCEIRA QUE DÁ NAS IDÉIAS

CURIOSIDADE É UMA COCEIRA QUE DÁ NAS IDÉIAS PAUTA DO ENCONTRO Início : 13hs30 1. Parte teórica 20 2. Oficina elaboração de mapas conceituais e infográficos ( processo) 40 3. Socialização dos resultados ( produto) 40 4. Avaliação geral da proposta

Leia mais

ARTES AVALIAÇÃO. Aula 3.2 - AVALIAÇÃO

ARTES AVALIAÇÃO. Aula 3.2 - AVALIAÇÃO Aula 3.2-2 1. A Anunciação é uma das obras mais conhecidas de Leonardo da Vinci. Feita por volta do ano de 1472, ela retrata uma das cenas bíblicas mais famosas de todos os tempos. Escreva nas linhas abaixo

Leia mais

Conteúdo Programático Anual

Conteúdo Programático Anual INGLÊS 1º BIMESTRE 5ª série (6º ano) Capítulo 01 (Unit 1) What s your name? What; Is; My, you; This; Saudações e despedidas. Capítulo 2 (Unit 2) Who s that? Who; This, that; My, your, his, her; Is (afirmativo,

Leia mais

Prof. Marcelo Henrique dos Santos

Prof. Marcelo Henrique dos Santos POR QUE ESTUDAR COMPUTAÇÃO GRÁFICA? Quem quiser trabalhar em áreas afins: Entretenimento Jogos e filmes Visualização Simulação de fenômenos físicos Arte computadorizada Educação e treinamento Processamento

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas - Conhecer a área de abrangência profissional da arte e suas características; - Reconhecer e valorizar

Leia mais

Curadoria e montagem de exposições de arte: um campo de diversas profissões

Curadoria e montagem de exposições de arte: um campo de diversas profissões Curadoria e montagem de exposições de arte: um campo de diversas profissões As oportunidades de trabalho e as novas profissões ligadas à arte contemporânea têm crescido muito nos últimos anos, impulsionadas

Leia mais

Você sabe fazer perguntas em Inglês? Em primeiro lugar observe as frases abaixo: Afirmativo: Ele é estudante Interrogativo: Ele é estudante?

Você sabe fazer perguntas em Inglês? Em primeiro lugar observe as frases abaixo: Afirmativo: Ele é estudante Interrogativo: Ele é estudante? Do you know how to ask questions in English? Você sabe fazer perguntas em Inglês? Em primeiro lugar observe as frases abaixo: Afirmativo: Ele é estudante Interrogativo: Ele é estudante? Note que tanto

Leia mais

O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa

O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa Mi gu el v on D an g el Sem t í t ulo, 1993, s er ig r afi a Fot o: Fau st o Fleur y O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa Com as proposições didáticas sugeridas, espera-se que os alunos

Leia mais

Workshop - R.U.A. Realidade Urbana Aumentada: Cartografias Inventadas Ministrante: Profª. Drª. Lilian Amaral IA/UNESP

Workshop - R.U.A. Realidade Urbana Aumentada: Cartografias Inventadas Ministrante: Profª. Drª. Lilian Amaral IA/UNESP Workshop - R.U.A. Realidade Urbana Aumentada: Cartografias Inventadas Ministrante: Profª. Drª. Lilian Amaral IA/UNESP Atividade de Extensão Integrante do Zonas de Compensação coordenado por Profª. Drª.

Leia mais

Princípios do Observatório para a Liberdade Religiosa (OLR)

Princípios do Observatório para a Liberdade Religiosa (OLR) 1 Exposição concebida pelo Observatório para a Liberdade Religiosa (OLR) e parceiros, no âmbito do evento Terra Justa 2015 grandes Causas e Valores da Humanidade, para os quais a Religião assume um papel

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA O Programa Institucional de Iniciação Científica convida a todos para participar do Seminário de Iniciação Científica da FAJE que acontecerá no dia 06 de Agosto de 2015,

Leia mais

Barbara Jane Necyk. Texto e Imagem: um olhar sobre o livro infantil contemporâneo. Dissertação de Mestrado

Barbara Jane Necyk. Texto e Imagem: um olhar sobre o livro infantil contemporâneo. Dissertação de Mestrado Barbara Jane Necyk Texto e Imagem: um olhar sobre o livro infantil contemporâneo Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Design do Departamento de Artes & Design

Leia mais

Os escritos, pensamentos e obras de Hélio Oiticica em exposição

Os escritos, pensamentos e obras de Hélio Oiticica em exposição Os escritos, pensamentos e obras de Hélio Oiticica em exposição De 21 de março a 23 de maio o Itaú Cultural apresenta ao público Hélio Oiticica - Museu é o Mundo, com curadoria de Fernando Cocchiarale

Leia mais

História da Arte - Linha do Tempo

História da Arte - Linha do Tempo História da Arte - Linha do Tempo PRÉ- HISTÓRIA (1000000 A 3600 a.c.) Primeiras manifestações artísticas. Pinturas e gravuras encontradas nas paredes das cavernas. Sangue de animais, saliva, fragmentos

Leia mais

quem? NOVA JOIA é coordenado por Mirla Fernandes e Renata Porto.

quem? NOVA JOIA é coordenado por Mirla Fernandes e Renata Porto. quem? NOVA JOIA é coordenado por Mirla Fernandes e Renata Porto. Com um percurso muito parecido, ambas fizeram sua descoberta da Art Jewellery na Europa. Renata Porto no Ar.Co em Lisboa, e Mirla Fernandes

Leia mais

Anais do XXX Colóquio do Comitê Brasileiro de História da Arte

Anais do XXX Colóquio do Comitê Brasileiro de História da Arte Anais do XXX Colóquio do Comitê Brasileiro de História da Arte Arte > Obra > Fluxos Local: Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Museu Imperial, Petrópolis, RJ Data: 19 a 23 de outubro de 2010

Leia mais

UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa

UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa CULTURAS E CONHECIMENTOS DISCIPLINARES ANO 3 EDIÇÃO 16 UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa O sabiá Teco vai fugir da gaiola em busca de um lugar melhor para

Leia mais

Vamos Vestir o Mar Nível de ensino: Articulação Curricular: 5.º ano Ciências Naturais

Vamos Vestir o Mar Nível de ensino: Articulação Curricular: 5.º ano Ciências Naturais Vamos Vestir o Mar Nível de ensino: 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 9.º ano As atividades desta ficha deverão ser realizadas de forma interdisciplinar Articulação Curricular: 5.º ano Ciências Naturais no domínio

Leia mais

PIC. Componentes da PIC 2. o bimestre. Produção Integrada ao Conteúdo

PIC. Componentes da PIC 2. o bimestre. Produção Integrada ao Conteúdo PIC VERSÃO PARA O PROFESSOR VERSÃO PARA O PROFESSOR 9. o ano Ensino Fundamental Produção Integrada ao Conteúdo Componentes da PIC 2. o bimestre Arte Ciências Geografia História A nota da PIC é a média

Leia mais

A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II

A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II Meditação Crianças de 10 a 11 anos NOME: DATA: 03/03/2013 PROFESSORA: A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II Versículos para decorar: 1 - O Espírito de Deus me fez; o sopro do Todo-poderoso me dá vida. (Jó 33:4)

Leia mais

O Inventor. - Devido à extensão desse Projeto, ficarão a cargo de cada professor adequar as sugestões dadas à sua realidade escolar.

O Inventor. - Devido à extensão desse Projeto, ficarão a cargo de cada professor adequar as sugestões dadas à sua realidade escolar. O Inventor 1) Introdução Quem é um inventor? Aquela pessoa que cria ou descobre fórmulas diferentes ou objetos novos para a solução de problemas? Ou pessoas comuns, como eu e você, que conseguem viver

Leia mais

Meio Ambiente PROJETOS CULTURAIS. 4 0 a O - fu dame tal. Cuidar da vida também é coisa de criança. Justificativa

Meio Ambiente PROJETOS CULTURAIS. 4 0 a O - fu dame tal. Cuidar da vida também é coisa de criança. Justificativa Meio Ambiente 4 0 a O - fu dame tal Cuidar da vida também é coisa de criança Justificativa PROJETOS CULTURAIS Na idade escolar, as crianças estão conhecendo o mundo (Freire, 1992), sentindo, observando,

Leia mais

BEM-VINDO AO ESPAÇO DO PROFESSOR

BEM-VINDO AO ESPAÇO DO PROFESSOR BEM-VINDO AO ESPAÇO DO PROFESSOR APRESENTAÇÃO Nosso objetivo é inaugurar um espaço virtual para o encontro, o diálogo e a troca de experiências. Em seis encontros, vamos discutir sobre arte, o ensino da

Leia mais

Leonardo da Vinci. Auto-retrato de Leonardo da Vinci

Leonardo da Vinci. Auto-retrato de Leonardo da Vinci Leonardo da Vinci Auto-retrato de Leonardo da Vinci Introdução Leonardo da Vinci, artista renascentista italiano, nasceu em 15/04/1452. Existem algumas dúvidas sobre a cidade de seu nascimento: para alguns

Leia mais

O excesso da imagem e a questão do ouvir. A Era da Iconofagia. Erika Ventura Gross Nicolle Brandão Simão

O excesso da imagem e a questão do ouvir. A Era da Iconofagia. Erika Ventura Gross Nicolle Brandão Simão O excesso da imagem e a questão do ouvir. A Era da Iconofagia. Erika Ventura Gross Nicolle Brandão Simão A cultura do ouvir e a Sociedade da imagem Mundo da visualidade O valor do som é menor que o valor

Leia mais

e-scrita ISSN 2177-6288

e-scrita ISSN 2177-6288 194 e-scrita ISSN 2177-6288 COMO LER IMAGENS? SANTAELLA, Lucia. Leitura de imagens. São Paulo. Melhoramentos. 2012. 184 p. (Coleção Como eu ensino). Rodrigo da Costa Araujo 1 Como ler imagens? Como elas

Leia mais

LINGUAGEM, LÍNGUA, LINGÜÍSTICA MARGARIDA PETTER

LINGUAGEM, LÍNGUA, LINGÜÍSTICA MARGARIDA PETTER LINGUAGEM, LÍNGUA, LINGÜÍSTICA MARGARIDA PETTER Duas explicações da Origem do mundo palavra (a linguagem verbal) associada ao poder mágico de criar. Atributo reservado a Deus. Através dela ele criou as

Leia mais

Era considerado povo os cidadãos de Atenas, que eram homens com mais de 18 anos, filhos de pais e mães atenienses.

Era considerado povo os cidadãos de Atenas, que eram homens com mais de 18 anos, filhos de pais e mães atenienses. Trabalho de Filosofia Mito e Filosofia na Grécia Antiga Texto 1 1- (0,3) Democracia quer dizer poder do povo. De acordo com o texto, quem era considerado povo em Atenas Antiga? Explique com suas palavras.

Leia mais

Accessing the contents of the Moodle Acessando o conteúdo do Moodle

Accessing the contents of the Moodle Acessando o conteúdo do Moodle Accessing the contents of the Moodle Acessando o conteúdo do Moodle So that all the available files in the Moodle can be opened without problems, we recommend some software that will have to be installed

Leia mais

AS CRIANÇAS E SUAS NARRATIVAS AUDIOVISUAIS: UMA PESQUISA EM PROCESSO Renata Gazé UNIRIO

AS CRIANÇAS E SUAS NARRATIVAS AUDIOVISUAIS: UMA PESQUISA EM PROCESSO Renata Gazé UNIRIO AS CRIANÇAS E SUAS NARRATIVAS AUDIOVISUAIS: UMA PESQUISA EM PROCESSO Renata Gazé UNIRIO Resumo Hoje muitas crianças convivem com narrativas audiovisuais na tv, no cinema e na Internet. Como se relacionam

Leia mais

Ser mãe hoje. Cristina Drummond. Palavras-chave: família, mãe, criança.

Ser mãe hoje. Cristina Drummond. Palavras-chave: família, mãe, criança. Ser mãe hoje Cristina Drummond Palavras-chave: família, mãe, criança. Hoje em dia, a diversidade das configurações familiares é um fato de nossa sociedade. Em nosso cotidiano temos figuras cada vez mais

Leia mais

Com a Fotografia foi assim também. Ela nasce movida pela curiosidade, em um processo que envolveu estudo, observação e muita experimentação.

Com a Fotografia foi assim também. Ela nasce movida pela curiosidade, em um processo que envolveu estudo, observação e muita experimentação. Capítulo I. História da Fotografia As leis da Física Ao longo de sua evolução o Homem foi descobrindo e inventando coisas, desenvolvendo conhecimento, tecnologia e instrumentos para suprir suas necessidades.

Leia mais

Introdução à Engenharia

Introdução à Engenharia Introdução à Engenharia Aula 03 História da Engenharia Edgar Alberto de Brito A história da Engenharia Engenharia na Pré-História. Atividade na Antiguidade. Atividade na era Moderna e Contemporânea. Aspectos

Leia mais

[E F@BULATIONS / E F@BULAÇÕES

[E F@BULATIONS / E F@BULAÇÕES EXPOSIÇÃO BONECAS EXHIBITION DOLLS 6 A BONECA ANTIGA FRANCESA SÉC. XIX Maria João Pires Faculdade de Letras Universidade do Porto Apesar de o coleccionismo de bonecas se ter desenvolvido logo no século

Leia mais

Motion Graphics 2D. Imagine School. Curso de. Módulo 01 - Introdução & Conceitos Básicos

Motion Graphics 2D. Imagine School. Curso de. Módulo 01 - Introdução & Conceitos Básicos Curso de Motion Graphics 2D Imagine School O Curso de Motion Graphics 2D da Imagine School é dividido em módulos, totalizando 40 semanas (01 ano) e somando 140 horas presenciais no seu currículo. Durante

Leia mais

Docente: Adriana Severino da Silva Ano: 2013

Docente: Adriana Severino da Silva Ano: 2013 Planejamento Anual de Arte- história da arte ENSINO MÉDIO Docente: Adriana Severino da Silva Ano: 2013 I. INTRODUÇÃO Ensinar história da arte no ensino médio significa fortalecer a experiência sensível

Leia mais

Tipos de Conhecimento

Tipos de Conhecimento Conhecer = incorporação de um conceito novo ou original sobre algo (fato ou fenômeno) CONHECIMENTO surge: de experiências acumuladas na vida cotidiana; de relacionamento interpessoais; de outros instrumentos

Leia mais

Programa Educativo da Bienal na exposição Em Nome dos Artistas

Programa Educativo da Bienal na exposição Em Nome dos Artistas Programa Educativo da Bienal na exposição Em Nome dos Artistas O Programa Educativo da Bienal é responsável pela relação direta da Bienal com o público. Sob curadoria de Stela Barbieri, o programa tem

Leia mais

EMJM Relatório 3º bimestre/ 2015 Implementadora: Efigenia Alves de Souza Oliveira/ 1º Turno

EMJM Relatório 3º bimestre/ 2015 Implementadora: Efigenia Alves de Souza Oliveira/ 1º Turno EMJM Relatório 3º bimestre/ 2015 / 1º Turno No 3º bimestre dei início ao Pojeto Conviver em que são trabalhados os temas identidade, meio ambiente, higiene, valores, entre outros. Com as turmas de 1º Período,

Leia mais

Matemática na Vida. Série: Razão e Proporção Conceito no dia a dia

Matemática na Vida. Série: Razão e Proporção Conceito no dia a dia Matemática na Vida Série: Razão e Proporção Conceito no dia a dia Resumo Com uma câmera nas mãos, o nosso curioso personagem Euclides, procura compreender os mistérios da Matemática por de trás de situações

Leia mais

OBJETIVOS: ARTES VISUAIS EDUCAÇÃO INFANTIL PRÉ II DATA: PERÍODO:

OBJETIVOS: ARTES VISUAIS EDUCAÇÃO INFANTIL PRÉ II DATA: PERÍODO: ARTES VISUAIS EDUCAÇÃO INFANTIL PRÉ II DATA: PERÍODO: CONTEÚDO: Gênero: Retrato /Fotografia Técnica: Pintura óleo sobre tela Elementos formais: cor e luz Os recursos formais de representação: figuração

Leia mais

Caracterização dos servidores de email

Caracterização dos servidores de email Caracterização dos servidores de email Neste documento é feita a modulação de um servidor de email, com isto pretende-se descrever as principais funcionalidades e características que um servidor de email

Leia mais

7º ano - Criação e percepção - de si, do outro e do mundo

7º ano - Criação e percepção - de si, do outro e do mundo RELATÓRIO DE ARTES 1º Semestre/2015 Turma: 7º ano Professora: Mirna Rolim Coordenação pedagógica: Maria Aparecida de Lima Leme 7º ano - Criação e percepção - de si, do outro e do mundo Sinto que o 7º ano

Leia mais

Vendo aquilo que se vê e sendo aquilo que se é 1

Vendo aquilo que se vê e sendo aquilo que se é 1 Vendo aquilo que se vê e sendo aquilo que se é 1 Monica Aiub filósofa clínica e-mail: monica_aiub@uol.com.br Vendo o que não se vê, tema do Congresso, suscita, imediatamente, a pergunta: o que se vê e

Leia mais

Anos Rebeldes. Módulo 4

Anos Rebeldes. Módulo 4 Anos Rebeldes Módulo 4 Introdução A mostra A Persistência da Memória¹ apresenta a trajetória das obras que compõem o acervo de arte do Museu de Valores do Banco Central do Brasil. Não se trata de apresentar

Leia mais

SANTA TERESA DE JESUS, UMA APROXIMAÇÃO PEDAGÓGICO-PASTORAL Por ocasião do V Centenário do Nascimento de Santa Teresa de Jesus, o Colégio Teresiano

SANTA TERESA DE JESUS, UMA APROXIMAÇÃO PEDAGÓGICO-PASTORAL Por ocasião do V Centenário do Nascimento de Santa Teresa de Jesus, o Colégio Teresiano 1 SANTA TERESA DE JESUS, UMA APROXIMAÇÃO PEDAGÓGICO-PASTORAL Por ocasião do V Centenário do Nascimento de Santa Teresa de Jesus, o Colégio Teresiano assumiu o compromisso de fazer memória da vida singular

Leia mais

FERNANDO PESSOA [Professor de filosofia da UFES e organizador dos Seminários Internacionais Museu Vale]

FERNANDO PESSOA [Professor de filosofia da UFES e organizador dos Seminários Internacionais Museu Vale] Os Seminários Internacionais Museu Vale FERNANDO PESSOA [Professor de filosofia da UFES e organizador dos Seminários Internacionais Museu Vale] O propósito desta introdução, além de apresentar a oitava

Leia mais

PLANO DE AULA/ROTINA DIÁRIA

PLANO DE AULA/ROTINA DIÁRIA EJA - Ensino Fundamental 2º Segmento GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS PLANO DE AULA/ROTINA DIÁRIA Fase/Ano: 4ª Fase -6º e 7º Ano Ano Letivo: 2014 Componente Curricular: História Professores do Estúdio: Cláudio

Leia mais

Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação Universidade do Porto. Laboratório de Psicologia Experimental

Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação Universidade do Porto. Laboratório de Psicologia Experimental Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação Universidade do Porto Laboratório de Psicologia Experimental O primeiro Laboratório de Psicologia Experimental foi fundado por Wundt, em Leipzig, na Alemanha,

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

Fone: (19) 3234-4864 E-mail: editora@komedi.com.br Site: www.komedi.com.br HTM3.0. Tutorial HTML. versão 4.01

Fone: (19) 3234-4864 E-mail: editora@komedi.com.br Site: www.komedi.com.br HTM3.0. Tutorial HTML. versão 4.01 Fone: (19) 3234-4864 E-mail: editora@komedi.com.br Site: www.komedi.com.br HTM3.0 Tutorial HTML versão 4.01 K O M Σ D I Copyright by Editora Komedi, 2007 Dados para Catalogação Rimoli, Monica Alvarez Chaves,

Leia mais

TRIADES. Transversalidade Design Linguagens

TRIADES. Transversalidade Design Linguagens 2 Transversalidade Design Linguagens Marcos Rizolli ARTISTAS-DESIGNERS DO SÉCULO XX: UM INVENTÁRIO SEMIÓTICO 2 RESUMO O presente estudo apresenta as relações semióticas entre Arte e Design, percebidas

Leia mais

Relato de Experiência Educativa 1 JUSTIFICATIVA:

Relato de Experiência Educativa 1 JUSTIFICATIVA: Relato de Experiência Educativa Título: A Fotografia na Escola: A Escola aos olhos dos alunos Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Maria de Lourdes Poyares Labuto Cariacica-ES Série: 2 Ano do

Leia mais

IMAGENS COMPLEXAS DA BIOLOGIA: uma reflexão multidisciplinar RESUMO

IMAGENS COMPLEXAS DA BIOLOGIA: uma reflexão multidisciplinar RESUMO 1 IMAGENS COMPLEXAS DA BIOLOGIA: uma reflexão multidisciplinar Hugo Fortes 1 Sandra Souza 2 RESUMO Este trabalho apresenta uma reflexão sobre imagens complexas da biologia disponíveis no site www.visualcomplexity.com.

Leia mais

O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa

O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa G onç alo I v o R io Sã o Fr anc isc o (V is t a de Ib ot ir a ma, BA), 1 99 3, s er ig r afi a Fot o: Fau st o Fleur y O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa Com as proposições didáticas

Leia mais

Envolver Programa do Serviço Educativo 2014-2015 FÉRIAS DE VERÃO. www.museuberardo.pt/ferias

Envolver Programa do Serviço Educativo 2014-2015 FÉRIAS DE VERÃO. www.museuberardo.pt/ferias Envolver Programa do Serviço Educativo 2014-2015 www.museuberardo.pt/ferias 29 junho 3 julho 2 Verão modernista Pinturas cubistas, pinturas abstratas, pinturas surrealistas, pinturas expressionistas, pinturas

Leia mais

Fraturas e dissonâncias das imagens no regime estético das artes

Fraturas e dissonâncias das imagens no regime estético das artes Fraturas e dissonâncias das imagens no regime estético das artes Raquel do Monte 1 RESENHA RANCIÈRE, Jacques. O destino das imagens. Rio de Janeiro: Contraponto, 2012. 1. Doutoranda em Comunicação, PPGCOM-UFPE.

Leia mais

Só pelos 40.000 anos a.c. é que o ser humano começou a produzir formas que recriavam a realidade em que ele vivia e exprimiam, desse modo, suas

Só pelos 40.000 anos a.c. é que o ser humano começou a produzir formas que recriavam a realidade em que ele vivia e exprimiam, desse modo, suas Só pelos 40.000 anos a.c. é que o ser humano começou a produzir formas que recriavam a realidade em que ele vivia e exprimiam, desse modo, suas angústias e seus pavores. São manifestações artísticas escultóricas.

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. GINESTAL MACHADO Ano lec.2013-2014. Curso Profissional de Técnico de Multimédia. Planificação

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. GINESTAL MACHADO Ano lec.2013-2014. Curso Profissional de Técnico de Multimédia. Planificação ESCOLA SECUNDÁRIA DR. GINESTAL MACHADO Ano lec.2013-2014 Curso Profissional Técnico Multimédia Planificação Disciplina: Design, Comunicação e Audiovisuais Ano: 11º Conteúdos Objetivos Estratégias/Atividas

Leia mais

ÁREA ATIVIDADE O QUE VOU ENCONTRAR HORÁRIO

ÁREA ATIVIDADE O QUE VOU ENCONTRAR HORÁRIO QUÍMICA Toque de Midas Para ti, a Alquimia parece uma história de filmes? Aqui não precisas de feitiços nem de varinhas mágicas. Através das reações de oxidação-redução transforma tudo o que tocas em ouro!

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 129/2012-CONSET/SEHLA/G/UNICENTRO, DE 30 DE OUTUBRO DE 2012. Convalida o projeto de extensão Curso de Línguas Estrangeiras, na modalidade de Curso, na categoria de Projeto de Extensão por

Leia mais

CONCEITOS Humanização:

CONCEITOS Humanização: CONCEITOS Humanização: representa um conjunto de iniciativas que visa à produção de cuidados em saúde capaz de conciliar a melhor tecnologia disponível com promoção de acolhimento e respeito ético e cultural

Leia mais

Todos os direitos reservados a Fluxo - Escola de Fotografia Expandida. por Caio Amon. Imagens Sonoras. A Expansão da Imagem pelo Som

Todos os direitos reservados a Fluxo - Escola de Fotografia Expandida. por Caio Amon. Imagens Sonoras. A Expansão da Imagem pelo Som Imagens Sonoras por Caio Amon A Expansão da Imagem pelo Som Todos os direitos reservados a Fluxo - Escola de Fotografia Expandida Aprenda a produzir som e trilha para seus projetos. Imagens Sonoras A Expansão

Leia mais

Equivalência da estrutura de uma frase em inglês e português

Equivalência da estrutura de uma frase em inglês e português 1 Equivalência da estrutura de uma frase em inglês e português A partir do momento que você souber de cor a função de cada peça do nosso jogo de dominó, você não terá mais problemas para formular frases,

Leia mais

Jesus declarou: Digo-lhe a verdade: Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo. (João 3:3).

Jesus declarou: Digo-lhe a verdade: Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo. (João 3:3). Jesus declarou: Digo-lhe a verdade: Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo. (João 3:3). O capítulo três do Evangelho de João conta uma história muito interessante, dizendo que certa noite

Leia mais

As intersecções da arte com a ciência e novas tendências para o estudo da comunicação

As intersecções da arte com a ciência e novas tendências para o estudo da comunicação As intersecções da arte com a ciência e novas tendências para o estudo da comunicação CHRISTINE GREINER Information Arts, Intersections of Art, Science and Technology de Stephen Wilson. Cambridge: MIT

Leia mais

Mapa. CONSULTORAS Patrícia Corsino e Hélen A. Queiroz

Mapa. CONSULTORAS Patrícia Corsino e Hélen A. Queiroz Mapa CONSULTORAS Patrícia Corsino e Hélen A. Queiroz SINOPSE geral da série Chico, 6 anos, adora passar as tardes na estamparia de fundo de quintal do seu avô. Nela, Vô Manu construiu um Portal por onde

Leia mais

O objeto de pesquisa que se pretende investigar é, portanto inicialmente, um estudo bibliográfico sobre o uso do Concreto de Alto Desempenho.

O objeto de pesquisa que se pretende investigar é, portanto inicialmente, um estudo bibliográfico sobre o uso do Concreto de Alto Desempenho. CAD: CONCRETO DE ALTO DESEMPENHO OLIVEIRA, João Miguel Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva Professor Orientador: Hugo Cardoso Esteves RESUMO Trabalho foca uma apresentação do Concreto de

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO 1. AUDIOVISUAL NO ENSINO MÉDIO O audiovisual tem como finalidade realizar-se como crítica da cultura,

Leia mais

A prova da devastação Daniela Goulart Pestana

A prova da devastação Daniela Goulart Pestana A prova da devastação Daniela Goulart Pestana A comunicação que segue procura pensar algumas especificidades constitucionais do feminino a partir do aforismo lacaniano: Não há relação sexual. Para dizer

Leia mais

Qualquer fotografia une planos num só plano, desloca um lado da

Qualquer fotografia une planos num só plano, desloca um lado da F A Z E N D O E S C O L A C O M I M A G E N S TREM DO DESEJO...fotografias despregadas do real Wenceslao Machado de Oliveira Jr Uma jangada à deriva a céu aberto leva os corações despertos a sonhar por

Leia mais

O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa

O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa Kenn et h Kem b le El s of á d e mi a bue la, 1 99 2, s erigr af i a F ot o: Fau st o F leur y O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa Com as proposições didáticas sugeridas, espera-se que

Leia mais