EDITORIAL. Você MUNDO USINAGEM. Sucesso. Sinergia. Boa Leitura! Força MENSAL. O Mundo da Usinagem

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EDITORIAL. Você MUNDO USINAGEM. Sucesso. Sinergia. Boa Leitura! Força MENSAL. O Mundo da Usinagem"

Transcrição

1

2

3 EDITORIAL O DA Você Ousadia MUNDO USINAGEM MENSAL Trabalho Conhecimento Sinergia Foco Estrutura Força Boa Leitura! Sucesso O Mundo da Usinagem 3

4 Su-Chun Zhang/Universidade de Wisconsin-Madison ÍNDICE OMUNDODA USINAGEM Publicação da Divisão Coromant da Sandvik do Brasil ISBN RG. BN EDIÇÃO 1 / 2007 Capa Foto: José Belmiro/ olhodigital.com.br 03 EDITORIAL 04 ÍNDICE / EXPEDIENTE 06 SUPRIMENTOS: SUPPLY-CHAIN COUNCIL 10 PONTO DE VISTA 14 SANDVIK TOOLING AMPLIA FÁBRICA 20 PRODUTIVIDADE: ESCOLHA CORRETA 24 INTERFACE: ABEMGE 28 OTS: OKUMA 32 INTERESSANTE SABER 36 RESPONSABILIDADE 37 MOVIMENTO 38 DICAS ÚTEIS OMUNDODA USINAGEM Publicação da Divisão Coromant da Sandvik do Brasil ISBN RG BN CIÊNCIA Alternativas para a longevidade PRODUTIVIDADE O papel dos dados de corte GESTÃO 31 Mérito duplica fábrica Okuma Corporation Sandvik EXPEDIENTE O MUNDO DA USINAGEM é uma publicação bimestral da Divisão Coromant da Sandvik do Brasil S.A. com circulação de seis edições por ano, tiragem de exemplares, com distribuição gratuita. Av. das Nações Unidas, Sto. Amaro - CEP São Paulo - SP. Conselho Editorial: Nivaldo Coppini, Francisco Marcondes, Heloisa Giraldes, Marlene Suano, Aryoldo Machado, Anselmo Diniz, Sidney Harb, Fernando de Oliveira e Vera Natale. Editora: Vera Natale Editor Chefe: Francisco Marcondes Jornalista Responsável: Heloisa Giraldes - MTB Propaganda: Gerente de Contas - Thaís Viceconti / Tel: (11) Cel: (11) Projeto Gráfico: AA Design Capa e Arte Final: 2 Estúdio Gráfico Revisão de Textos: Fernando Sacco Gráfica: Type Brasil 4 O Mundo da Usinagem

5

6 SUPRIMENTOS Supply-Chain Council A chamada para o primeiro evento de 2007 do Supply Chain Council - Brasil já nos relembra a importância básica da iniciativa: a globalização não apenas está mudando o cenário competitivo como, também, a forma como as empresas planejam, produzem, armazenam e entregam seus produtos OSupply-Chain Council é uma organização sem fins lucrativos fundada em 1996 pela Pittiglio Rabin Todd & Mc- Grath (PRTM) e AMR Research, nos Estados Unidos. Inicialmente 69 companhias participaram como membros voluntários. Hoje se está próximo a membros em todo o mundo, com sucursais chamadas Capítulos em todos os continentes: EUA, Europa, Japão, Australia/Nova Zelândia, China, Sudeste da Ásia, África do Sul e também no Brasil: o Supply Chain Council-Capítulo Brasil. As empresas participantes podem ser praticantes (ex. HP, McDonald s), provedoras de soluções (ex. SAP, Oracle), consultorias (ex. McKinsey, Booz Allen Hamilton) e acadêmicas (ex. MIT, LALT-Unicamp). Os associados provém de um largo espectro de setores, incluindo manufatura, serviços, distribuidores e varejistas. Seu site na web dispõe de um setor público e outro somente para membros. Nãomembros podem consultar o site e conhecer a programação de eventos, nomes de profissionais do ramo, profissionais e persquisadores que trabalham com o SCOR (Supply-Chain Operations Reference-model) e informações gerais sobre a associação. Já os membros têm acesso, por meio de uma senha, à versão corrente dos modelos SCOR, DCOR e CCOR, dados de contato dos demais membros, acesso a apresentações feitas em conferências, papers e resultados de pesquisas conduzidas tanto por membros como terceiros, sob os auspícios do Supply-Chain Council. OBJETIVOS E ATIVIDADES Aplicar e desenvolver o estado da arte em práticas e sistemas de Supply Chain Management; Desenvolver e disseminar modelos-padrão de referência de processos: Supply-Chain Operations Reference model (SCOR); Design-Chain Operation Reference model (DCOR) recentemente publicado; Customer- 6 O Mundo da Usinagem

7 Chain Operations Reference model (CCOR) em fase final de desenvolvimento; Disseminar melhores práticas de SCM entre empresas; Terminologia, medidas de performance, benchmarks e melhores práticas; Modelo comum para avaliar, posicionar e implementar softwares de SCM; Construir Supply Chain integrado com parceiros; Tais objetivos são perseguidos através de diversas atividades, destacando-se: Atualização contínua dos modelos de referência e expansão global do conhecimento de seus modelos de referência; Promoção de pesquisa e liderança em Supply Chain Management; Apoio a educadores na disseminação de materiais e conhecimento relacionados aos modelos em pauta; Premiação de organizações que demonstram excelência em Supply Chain; Patrocínio de Conferências e Eventos para discussão de temas relacionados a Supply Chain Management por membros e empresas líderes em seus segmentos; Promoção de Workshops treinamento prático para aplicação dos modelos de referência que incluem: SCOR 8.0 Framework; SCOR 8.0 Implementa- Supply Chain Council Brasil - Agenda 2007 Data Hora Tema / Título Responsável Local Categoria 09/01 Manhã Reunião administrativa visita Elcio Grassia UH Aberto CEO e COO do SCC global 18/01 Manhã SCM num Mundo Plano Rich Sherman e Elcio Grassia Microsoft - SP Aberto 07/02 Integral Seminário IBC: Implementação Elcio Grassia e Paulo Ignácio IBC - Pago e Gestão de KPI s na Logística R. Bela Cintra, /02 Manhã Grupo de Usuários Roland Gedeon PRTM UH Fechado 09/03 Manhã Benchmarking Advanced Tools Itelogy e PRTM UH Aberto 13/04 Manhã Grupo de Usuários Roland Gedeon PRTM UH Fechado 11/05 Integral SCOR Conference Leadership Team / Cases A definir Pago 08/06 Manhã Eleição SCC-Brasil Leadership Team UH Fechado 13/07 Manhã Grupo de Usuários Roland Gedeon PRTM UH Fechado 10/08 Manhã Planejamento 2007/08 Leadership Team UH Fechado 17-18/09 Integral Workshop Internacional Instrutor convidado UH Pago 05/10 Integral Grupo de Usuários Roland Gedeon PRTM UH Fechado 09/11 Integral Simpep - Seção Técnica CenPRA Leadership Team / Cases UNESP - Bauru Pago 07/12 Manhã Revisão dos objetivos 2007 Leadership Team UH Aberto Legenda: UH: Universidade do Hambúrguer McDonald s (Centro de Treinamento) Av. Amazonas, 257 Alphaville, Barueri - SP; Eventos Abertos: Participação gratuita para membros e não-membros; Eventos Fechados: Participação exclusiva para membros; Eventos Pagos: Participação paga para membros (normalmente com descontos) e não-membros; O Mundo da Usinagem 7

8 tion; DCOR 1.0 Framework; SCOR 8.0 Performance Based Logistics; SCOR 8.0 Six-Sigma & Lean Convergence; SCOR 8.0 Teamwork Workshop; Desenvolvimento e suporte a Estudos de Benchmark; Manutenção de Grupos de Discussão Setoriais (aeronáutica, automotiva, química, eletrônicos, etc) ou locais para garantir que suas peculiaridades sejam consideradas nos modelos. CAPÍTULO BRASIL O Capítulo Brasil iniciou atividades em setembro de 2003, tendo como fundadores HP, Unisys, McDonald s, Ibmec, Cenpra e LALT-Unicamp. Três anos depois, em Dezembro/2006 chegou a 14 membros oficiais (LALT-Unicamp, Fundação Dom Cabral, EAESP-FGV, Cenpra, Fundação COPPETEC, HP- Brasil, Petrobras, Embraer, Mc- Donald s, Nestlé, Gerdau, BOC- Brasil, Electrolux e Oracle-Brasil). O objetivo da entidade, para 2007, é continuar crescendo, disseminando os modelos de referência (com ênfase no SCOR) e ampliando a oferta de eventos locais buscando parceiros em todos os segmentos empresariais. As atividades atuais do Capítulo incluem apresentações de cases de supply chain, divulgação de atualizações do SCOR / DCOR / CCOR, ampliação da atuação do Grupo de Discussão local através do debate de cases das empresas membros, participação em grupos globais de discussão e promoção de estudos de benchmark e eventos locais de treinamento em SCOR (um participante grátis para empresas recém-filiadas). O ano, aliás, começa a todo o vapor, com um evento organizado em parceria com a Microsoft CA- DEIAS DE ABASTECIMENTO NUM MUNDO PLANO com o objetivo de discutir a aplicação da Engenharia de Processos e Tecnologia em um mundo globalizado. Palestras com o Diretor Mundial para Supply Chain da Microsoft (Rich Sherman) e o Presidente do Capítulo Brasil (Elcio Grassia). O Supply Chain Council Brasil alerta para o fato que, ao mesmo tempo que ouvimos sobre os vários sucessos do modelo SCOR, vislumbramos que os maiores desafios para implementar e gerenciar as mudanças residem em como fazer o melhor uso da tecnologia para capacitar as pessoas. À medida em que a cadeia de abastecimento se transforma em redes, a colaboração nessas redes emerge como elemento-chave no cenário competitivo. As empresas precisam adaptar seus negócios e processos a este mundo plano, para obter sucesso e acesso aos mercados. É neste contexto que o encontro CADEIAS DE ABASTECI- MENTO NUM MUNDO PLA- NO, dia 18 de janeiro, em São Paulo, explorou as dinâmicas de mudança, os principais temas de indústria, a criação de visão para times, a engenharia de processos, adoção de tecnologias que transformam as redes de abastecimento, capacitando-as a tornarem-se líderes de mercado. Visite o site: Equipe O Mundo da Usinagem 8 O Mundo da Usinagem

9

10 PONTODEVISTA Novo ano, novos desafios Nos últimos quinze anos, as empresas brasileiras enfrentaram um aumento de concorrência sem precedentes. Em alguns segmentos de mercado, a concorrência se acirrou por concentração. Os segmentos de autopeças e de eletro-eletrônicos foram quase que inteiramente desnacionalizados pela entrada de multinacionais. Em outras áreas, como a de serviços financeiros, as fusões de empresas locais e a privatização foram gradativamente modificando o seu perfil. Em algumas atividades comerciais, como eletro-eletrônicos e moda em geral, a concorrência se acirrou por conta da queda no poder aquisitivo. É interessante observar que desde a entrada do Real em 01 de julho de 1994, um número significativo de produtos sofreu uma redução real de preços sem precedentes. O caso dos televisores a cores é emblemático. Um TV de 20 polegadas custava, dia 01/07/1994 R$ 400,00 e o cambio apontava para R$ 0,85 por US$ 1,00. Isto significava que esse TV era comprado por US$ 470,00. Passados dezesseis anos, um TV Semp Toshiba de 20 Polegadas mod AV custava dia 04 de dezembro, na loja eletrônica do Hipermercado Extra R$ 359,00, (http://compare.buscape.com.br/ semp-toshiba-lumina-2050-av-crttela-20 polegadas.html?pos=1) enquanto o dólar estava cotado a R$ 2,165. Isto significa que agora esse aparelho custa US$ 165,82, com uma queda real de preços de 64%. Podemos fazer o mesmo cálculo utilizando o IPC da FIPE como indexador. Em setembro último esse índice alcançou a marca de 167,3% no Plano Real. Corrigindo-se em Reais o preço do TV de 20 polegadas pelo IPC da FIPE, esse aparelho deveria custar agora R$ 1.070,00, valor superior ao custo de um TV de 29 polegadas com tela plana. O mesmo ocorreu com vários outros produtos em praticamente todos os setores da economia, fato que pode ser facilmente constatado pelos empresários que nos lêem. Parte dessa queda, no caso citado, vem do desenvolvimento da tecnologia, que derrubou os preços de produtos eletrônicos em geral no mundo inteiro. Mas não há tecnologia envolvida em um pacote de arroz ou em uma lata de óleo de soja. E neste caso a queda real de preços, no período, foi de 36%. O surgimento do comércio eletrônico também contribuiu para essa queda. O mesmo televisor, por exemplo, era encontrado nas lojas de rua, Eletro Outlet em São Paulo, a R$ 439,00 ou 22% mais caro do que o mesmo aparelho ofertado na Internet. Usei estes exemplos para ilustrar o que ocorreu com os negócios 10 O Mundo da Usinagem

11 Alex Cói em geral depois que conseguimos eliminar a inflação crônica que infernizou nossa vida por mais de 30 anos, uma vez que a situação é a mesma em todos os setores onde há forte concorrência. Salvaramse apenas algumas poucas empresas que operam em regime de oligopólio ou fabricantes de matérias primas e commodities que sofreram choque de demanda nos últimos 5 anos por força do grande crescimento mundial, principalmente da China. A realidade é que em várias cadeias produtivas ocorreu um verdadeiro choque de modernização e produtividade. Adicionalmente, o crescimento das vendas do período desengavetou vários projetos de investimento em capacidade produtiva. As previsões da época apontavam para a continuidade do crescimento no consumo como resultado da forte demanda pós-real que mostrava crescimentos acumulados em três anos, superiores a 40%. Mas a partir de 1998, as sucessivas crises externas e nossas dificuldades com o câmbio, obrigaram o governo a aumentar a taxa de juros e a esfriar a economia. A partir de 1998, o poder aquisitivo despencou, com uma queda de 19% entre aquele ano e A somatória de modernização, aumento da produtividade e crescimento da produção, sem correspondente aumento na demanda, derrubou os preços dos produtos de consumo. A sensação de crise que permanece no ar deve ser debitada à dificuldade que as diversas cadeias produtivas estão tendo em colocar no mercado os volumes necessários para justificar os investimentos feitos nos últimos anos. E essas pressões deságuam nos canais de distribuição na forma de descontos e bonificações, principalmente nos finais de cada mês, quando a pressão pela cobertura das previsões se torna insuportável. Nada indica que essa situação tenderá a mudar no curto prazo e os preços sujeitos a forte concorrência ainda podem cair mais. Existem novas empresas entrando no mercado e outras inaugurando novas fábricas, por força de compromissos com investimentos assumidos anos atrás. O consumo, por outro lado, deve continuar crescendo vegetativamente. A menos que o PIB cresça muito acima da média de 2,5% ao ano, conseguidos nos últimos 16 anos, não serão criados empregos novos, suficientes para diminuir o número de desempregados e não haverá um aumento de renda compatível para aumentar significativamente a demanda. Na melhor das hipóteses conseguiremos nos próximos anos oscilar entre esse percentual e 3,5% alternando-se picos e vales. A queda na taxa de juros para níveis internacionais está descartada. O mercado futuro neste início de dezembro aponta para uma taxa nominal da Selic em 12,8% em janeiro de A falta de crescimento da economia manterá a dificuldade para atrair capitais comprometidos com investimentos produtivos de longo prazo. A única saída para sustentar a crescente dívida pública, continuará sendo atrair capitais com remuneração adequada ao risco que essa dívida representa. Esse cenário poderia mudar caso houvesse um choque de gestão no governo brasileiro entendido como um choque no Executivo, Legislativo e Judiciário, nos níveis federal, estadual e municipal. No entanto esta é uma total impossibilidade pelo menos durante o período equivalente a pelo menos uma geração. Mas nem tudo está perdido uma vez que estamos fazendo progressos significativos em vários setores. Apesar de abandonado oficialmente pelas autoridades de Brasília, o agribusiness brasileiro continua demonstrando vitalidade. Enquanto nossos concorrentes americanos e europeus recebem US$ 1 bilhão por dia na forma de subsídios, aqui os heróis que entram em atividades agropecuárias lutam por si só, contra tudo e contra to- O Mundo da Usinagem 11

12 dos. Apesar disso temos conseguido aumentos de produção e de produtividade sem precedentes, o que nos coloca como grandes fornecedores de alimentos semi-industrializados ao mundo, concorrendo de igual para igual com os subsidiados agricultores externos. O mesmo ocorre em algumas áreas industriais e no comércio. Em vários setores as empresas locais, sem acesso a crédito privilegiado, estão resistindo bravamente ao assédio das multinacionais que aqui chegam com recursos conseguidos ao custo anual de 2% ou 3% e prazos superiores a 10 anos para amortizar esses empréstimos. Com as dificuldades inerentes à ausência de uma política industrial que garanta a continuidade de um modelo de crescimento, estamos gradativamente mostrando nossa capacidade de nos organizar de forma adequada, como sociedade, independentemente da ajuda ou da intervenção governamental. É certo que ainda existem setores econômicos que não vivem sem pedir ajuda oficial. A cultura de esperar que o Estado resolva todos os problemas continua viva, principalmente em áreas tradicionais do empresariado. No entanto, empresários modernos, representantes de uma nova geração de empreendedores, entenderam que o governo só mantém certo domínio sobre a economia pelo seu forte poder de tributar. Mas além de não entender o que ocorre na economia real, gasta o seu tempo com manobras políticas e com a manutenção da burocracia pela burocracia. Nada nos autoriza dizer, portanto, que em 2007 a situação será pior ou melhor do que em Ao contrário. Passado o período sazonal de menor volume de negócios do primeiro semestre, voltaremos à retomada dos negócios. Assim, se de um lado não é possível esperar grandes saltos positivos, não há porque prever nuvens negras no horizonte. É fato que um maluco qualquer pode gerar pânico internacional de novo. Mas esses são desastres aos quais sempre estaremos sujeitos e ninguém pode planejar sua vida baseandose na provável ocorrência de acidentes pelo caminho. A única forma adequada de enfrentar os grandes desafios é dar as costas para os fatores incontroláveis, concentrando-se nos fatores que podem ser controlados. Eles estão à nossa volta, representados pelas escolhas referentes aos produtos ofertados, à marcação de preços justos e lucrativos, ao nível de serviços que dão sustentação a esses preços e à forma pela qual nos comunicamos com o mercado. É nisso que devemos concentrar nossos esforços, nossa competência e nossa inteligência. Nelson Barrizzelli Faculdade de Economia e Administração Universidade de São Paulo Foto cedida pelo autor 12 O Mundo da Usinagem

13

14 GESTÃO EMPRESARIAL José Belmiro/olhodigital.com.br Sandvik Tooling amplia fábrica e aumenta capacidade produtiva

15 Enquanto boa parte da indústria brasileira patina para crescer, a Sandvik investe na ampliação da fábrica, em novos maquinários, ampliação dos espaços e na contratação de pessoal. O projeto, aprovado pela matriz sueca há mais de três anos, faz parte de uma estratégia de crescimento global da Sandvik. Nossa matriz optou em investir nas subsidiárias que estivessem apresentando bons índices de produtividade, qualidade, pontualidade e que já dispunham de maquinários modernos, que é o nosso caso, conta José Fiorezi, diretor de operações da Sandvik. Assim, o Brasil e um seleto grupo de países, que conta com Índia, Estados Unidos e Japão, foram contemplados para receber os investimentos do grupo. Outros fatores que pesaram para o aporte de recursos ao Brasil foram a disponibilidade de espaço físico para a expansão em um mesmo endereço e, à época, a desvalorização do real frente ao dólar. A direção da empresa percebeu que o momento era extremamente positivo. Com o câmbio favorável e as boas taxas de produtividade e qualidade da operação brasileira, nos tornamos extremamente competitivos para a estratégia do grupo, explica Fiorezi. Para colocar o projeto em andamento, a Sandvik se organizou e criou um corpo técnico composto por cinco pessoas para planejar, fiscalizar e operacionalizar todas as fases da expansão da fábrica. Nós cumprimos todos os prazos estabelecidos à risca, recorda o executivo e um dos responsáveis pelo êxito na ampliação da planta local. José Fiorezi, diretor de operações da Sandvik no Brasil, assiste orgulhoso Rune Karlsson, vice-presidente mundial Sandvik, e Margareta Winberg, embaixadora da Suécia no Brasil, inaugurarem a fábrica Após o início das obras, a unidade brasileira da Sandvik precisou vencer alguns desafios e obstáculos que surgiram durante a execução do trabalho. Além dos prazos estabelecidos previamente, que estavam amarrados com prazos de entrega de novos equipamentos, precisamos fazer alguns ajustes em nossa operação para deixá-la mais competitiva e eficiente, recorda Fiorezi. A forte valorização do real frente ao dólar, em 2005, foi um com- Da esquerda para a direita: Rune Karlsson, vice-presidente mundial da Sandvik, José Parra, diretor-presidente da Sandvik do Brasil, Margareta Winberg, embaixadora da Suécia no Brasil, Thorolf Berqvist, da área de Suprimentos da matriz e José Fiorezi, diretor de operações da Sandvik no Brasil Fotos: José Belmiro/olhodigital.com.br O Mundo da Usinagem 15

16 Fotos: José Belmiro/olhodigital.com.br Margareta Winberg, embaixadora da Suécia no Brasil, e Per-Ove Ilar, gerente de suprimento de pastilhas da Sandvik/Suécia. plicador para a direção do projeto, que precisou de muita criatividade para superar esse entrave. Fizemos alguns ajustes em nosso planejamento para nos adequarmos a esta volatilidade da moeda. Com essa mudança cambial é preciso muita flexibilidade para garantir nossas metas de produtividade", pondera o diretor. Além deste ajuste, durante os últimos anos, a Sandvik do Brasil adotou um forte choque de gestão e, em pouco tempo, os resultados foram aparecendo. Conseguimos reduzir nossos lead-time e transittime para entrega dos produtos exportados, diminuímos o estoque de matéria-prima e o número de peças em processo na fábrica, além de outras benfeitorias, enumera o executivo. Todas estas mudanças foram fundamentais para que a Sandvik do Brasil fosse escolhida como fabricante exclusiva da família de fresamento ISO, além de poder desenvolver novos produtos aqui no país. Nosso ótimo aparato tecnológico nos colocou em pé de igualdade para disputarmos o desenvolvimento de novas ferramentas com outras unidades da Sandvik, comemora Fiorezi. PROJETO FINALIZADO Com o término da obra, o espaço físico do prédio saltou de Vista parcial das novas instalações 16 O Mundo da Usinagem

17 2380 m 2 para 5400 m 2. Além desta expansão no prédio, a empresa precisou adquirir vários equipamentos para a nova área: foram duas máquinas para prensagem; dois novos fornos para cobertura, pelo processo MT-CVD; duas máquinas para jateamento e uma moderna máquina para inspeção de pastilhas. De 2003 a 2006, período em que a companhia executou a ampliação da fábrica, foram contratados mais funcionários para ocupar novos postos de trabalho. Como a fábrica já está operando a pleno vapor este ano, Fiorezi planeja crescimento de 17% na produção em Estamos planejando dobrar a nossa produção até 2010 e exportar de 80 a 90% do que fabricamos nos próximos anos, relata o diretor. AUTORIDADES MARCAM PRESENÇA NA SOLENIDADE DE INAUGURAÇÃO No último dia 8 de dezembro, data oficial da entrega da ampliação da fábrica, estiveram presentes à cerimônia Rune Karlsson, vice-presidente mundial da Sandvik ; José Parra, diretor-presidente da Sandvik do Brasil; Margareta Winberg, embaixadora da Suécia no Brasil; Barry Bisted, Consul da Suécia no Brasil, Christer Manhusem, presidente da Câmara Sueca de Comércio, José Fiorezi, diretor de operações da Sandvik, entre outras autoridades. O evento contou também com a participação de mais de 150 pessoas, entre funcionários, clientes, distribuidores e colaboradores da Sandvik. Este é mais um marco na história da empresa no Brasil, conclui Fiorezi. FRASES QUE MARCARAM A SOLENIDADE A Sandvik é uma empresa ao mesmo tempo de tradição e inovadora, excelente exemplo de como construir uma indústria moderna propícia a condições internacionais futuras. No passado as trocas entre Europa e América Latina eram de produtos industriais por matérias primas, de trabalho avançado por trabalho barato. O exemplo da Sandvik é o de trabalho avançado por trabalho avançado (...) uma relação que significa uma justa troca, equilibrada e livre Margareta Winberg, Embaixadora da Suécia no Brasil. A qualidade é um dos diferenciais da fábrica brasileira. Por este motivo, depositamos a confiança nesta planta e hoje ela é uma das que têm exclusividade na fabricação de itens que são fornecidos para todo o mundo Rune Karlsson, vice-presidente mundial da Sandvik. Houve um tempo em que até se pensou em fechar a planta em São Paulo, no entanto, o trabalho duro de todos os colaboradores não apenas reverteu essa situação, como colocou a unidade brasileira como símbolo de produtividade, qualidade e excelência para o grupo. Hoje somos sinônimos de eficiência e referência para a matriz, José Parra, diretor-presidente da Sandvik do Brasil. Esta unidade produtiva dobrou o seu volume de produção em 5 anos e se firmou nesta condição graças ao trabalho em equipe desenvolvido junto aos colegas suecos, que hoje estão presentes aqui, e pela competência e dedicação da nossa equipe local de funcionários. José Fiorezi, diretor de operações da Sandvik. Ricardo Morato Alguns dos 156 colaboradores da fábrica Sandvik que vestiram a camisa com a própria caricatura no dia da inauguração. José Belmiro/olhodigital.com.br O Mundo da Usinagem 17

18 José Belmiro/olhodigital.com.br 18 O Mundo da Usinagem

19 Sandvik uma história de sucesso A história da Sandvik no mundo teve início na Suécia em 1858 com Göran Frederik Goränsson, pioneiro na produção de aço pelo processo Bessemer. Em 1862, Goränsson construiu uma siderúrgica que recebeu o nome de Sandvik. O desenvolvimento dos transportes e das comunicações fez com que o aço Bessemer se transformasse num dos principais materiais utilizados na indústria de ferramentas, que necessitava de aços especiais com durezas definidas. A tecnologia foi evoluindo, e o mercado, cada vez mais exigente, pedia métodos constantemente aperfeiçoados, desde a laminação e trefilação de arames, que começou em 1876, até a fabricação primordial de aços inoxidáveis em Em 1942, a Sandvik entra numa nova fase, com a fabricação de carbonetos sinterizados. Em 1949, a Sandvik aportou no Brasil, com o nome de Aços Sandvik Ltda. Aqui não havia ainda um parque industrial definido e sonhava-se apenas com as grandes refinarias e com a indústria automobilística. Mesmo assim, os dirigentes suecos, numa demonstração inequívoca de visão empresarial e confiança neste país, optaram pelo início das atividades da empresa como importadora e distribuidora de brocas para perfuração de rocha produto de grande importância na época. Esta decisão estratégica foi tomada porque as indústrias de mineração e construção civil começavam a se desenvolver no Brasil. O passo seguinte e decisivo foi a construção de sua fábrica no distrito industrial de Jurubatuba, no bairro de Santo Amaro, em São Paulo. A fábrica, que entrou em operação em 1963, é até hoje a sede brasileira da empresa. Mas em 1965 a razão social da companhia foi modificada para Sandvik do Brasil S/A Indústria e Comércio, nome que é adotado até hoje. As atividades da Sandvik estão mundialmente concentradas em três áreas centrais de negócios Ferramentas, Mineração & Construção e Tecnologia de Materiais. A área de negócios Tooling inclui a Sandvik Coromant, Sandvik CTT e Sandvik Hard Materials. A planta brasileira é certificada pela ISO 9001 desde 1994, com plena capacidade tecnológica e mão-de-obra qualificada para produção de ferramentas de última geração. A Divisão Coromant produz e comercializa ferramentas de corte de metal duro e sistemas de ferramentas para usinagem de metais. As ferramentas são basicamente feitas de metal duro (carbonetos sinterizados), cerâmicas, nitreto cúbico de boro e diamante. Os produtos da Sandvik Coromant têm papelchave nas modernas indústrias de fabricação. São usados para usinar peças em aço, aço inoxidável, ferro fundido e materiais compostos. Líder de mercado em seu respectivo segmento, a divisão Coromant destaca-se como principal fornecedora de ferramentas de metal duro para indústrias automotivas em todo o mundo, de pequeno a grande porte, como a Ferrari-Auto, por exemplo. A principal fábrica produtiva situa-se em Gimo,na Suécia,mas em outros países a estrutura é similar, como no caso do Brasil. Com representação em 130 países, 19 Centros de Produtividade,1.400 representantes de vendas e especialistas, distribuidores com representantes de vendas, a divisão Coromant possui ainda extensa rede de vendas,ligadas a três estoques centrais, que possibilitam o fornecimento de materiais para todo mundo. A divisão Coromant, sempre empenhada com as questões ambientais, teve sua planta certificada pela ISO no final de Como parte desse trabalho, a companhia introduziu o conceito de reciclagem da Coromant (CRC) um serviço abrangente oferecido pela divisão para coletar pastilhas de metal duro usadas e reciclá-las adequadamente. O Mundo da Usinagem 19

20 PRODUTIVIDADE A produtividade começa com a escolha correta dos dados de corte As decisões sobre dados de corte abrangem a determinação do avanço em milímetros por rotação fn, profundidade de corte também em milímetros ap, e a velocidade de corte em metros por minuto Vc. Toda a produtividade em usinagem estará a depender do quanto esses dados poderão ser maximizados, portanto, deve-se procurar um ponto de viabilidade e equilíbrio entre a máxima velocidade, o máximo avanço por rotação e a máxima profundidade de corte que seja condizente com a potência da máquina, com a resistência ao desgaste da ferramenta e com as características de usinabilidade do material em função do sobremetal que se deseja remover. Em usinagem existem dois tipos básicos de operação, que são os desbastes e os acabamentos. Nos desbastes, o objetivo é remover quase todo o excesso de sobremetal da peça bruta, deixando-a o mais próximo possível do perfil fi- nal, de modo que reste apenas uma pré-determinada e fina camada de sobremetal para um passe de acabamento. Nos acabamentos, o objetivo é dar o último toque, removendo o excesso de sobremetal restante, deixando-a pronta, em concordância com as tolerâncias dimensionais, rugosidade superficial, paralelismos, concentricidades e demais características solicitadas no desenho técnico. Nas ocasiões em que o sobremetal é suficientemente pequeno, pode-se partir direto para o acabamento; contudo, para um sobremetal demasiadamente grande, o mais indicado é começar pelo desbaste. A depender da expessura do sobremetal, um desbaste pode necessitar de várias passadas, pois a carga máxima de corte depende da potência da máquina, da capacidade da geometria da ferramenta na quebra e controle do fluxo de cavacos gerados pela operação e também das fixações da peça e da ferramenta. De todo modo, sempre que for possível obter a peça acabada em uma única passada, assim deve ser feito, pois essa é uma das alternativas para se chegar à máxima produtividade, ou seja, produzir o máximo no menor tempo. Definido o número de passadas, é fundamental que se faça a adequação do avanço em relação ao nível de acabamento desejado. Não se deve caprichar na geração da superfície quando isso não for necessário. Se o desenho não exigir superfícies com baixa rugosidade, qualquer cuidado extra, para se refinar a superfície da peça, resulta em perda de tempo e aumento desnecessário de custo. Em geral, os avanços para desbastes, promovem, naturalmente, maiores esforços e, dessa forma, recomenda-se a utilização de ângulos de posição menores de 90 o, assim como velocidades de corte moderadas, conferindo portanto maior segurança à aresta da pastilha contra avarias, uma vez que a 20 O Mundo da Usinagem

Alta confiabilidade em cortes e canais mais profundos

Alta confiabilidade em cortes e canais mais profundos Alta confiabilidade em cortes e canais mais profundos As necessidades do usuário final......para operações de cortes e canais mais profundos foram reconhecidas nos primeiros estágios de desenvolvimento

Leia mais

COMO A GIR NA CRI $E 1

COMO A GIR NA CRI $E 1 1 COMO AGIR NA CRI$E COMO AGIR NA CRISE A turbulência econômica mundial provocada pela crise bancária nos Estados Unidos e Europa atingirá todos os países do mundo, com diferentes níveis de intensidade.

Leia mais

Sistema de Gestão Ambiental

Sistema de Gestão Ambiental Objetivos da Aula Sistema de Gestão Ambiental 1. Sistemas de gestão ambiental em pequenas empresas Universidade Federal do Espírito Santo UFES Centro Tecnológico Curso de Especialização em Gestão Ambiental

Leia mais

Projeto gestão de demanda http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/projeto-gestao-de-demanda/62517/

Projeto gestão de demanda http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/projeto-gestao-de-demanda/62517/ Projeto gestão de demanda http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/projeto-gestao-de-demanda/62517/ Muitas empresas se deparam com situações nas tarefas de previsões de vendas e tem como origem

Leia mais

5 Case Stara. Cristiano Buss *

5 Case Stara. Cristiano Buss * Cristiano Buss * Fundada em 1960, a Stara é uma fabricante de máquinas agrícolas. De origem familiar, está instalada em Não-Me-Toque, no norte do Estado; Em seis anos, cresceu 11 vezes, com baixo nível

Leia mais

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010 Metodologia Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Através de e-survey - via web Público Alvo: Executivos de empresas associadas e não associadas à AMCHAM Amostra: 500 entrevistas realizadas Campo: 16

Leia mais

Conteúdo. Ferramentas Especiais Definição... 4. Classificação CT (Custom Tooling)... 5

Conteúdo. Ferramentas Especiais Definição... 4. Classificação CT (Custom Tooling)... 5 A Seco Tools tem a reputação de ser um dos líderes mundiais na fabricação e fornecimento de ferramentas de corte de metal duro e equipamentos correlatos. No entanto, a Seco apresenta uma força maior como

Leia mais

Schaeffler Global Technology Network. Juntos Movemos o Mundo

Schaeffler Global Technology Network. Juntos Movemos o Mundo Schaeffler Global Technology Network Juntos Movemos o Mundo Trabalhando juntos para transformar desafios em oportunidades A globalização abre ilimitadas oportunidades para as empresas, ao mesmo tempo

Leia mais

Furação NOMENCLATURA A B C D E F G H I J K L M N O P Q

Furação NOMENCLATURA A B C D E F G H I J K L M N O P Q NOMENCLATURA A B C D E F G H I J K L M N O P Q Comprimento Total Haste Corpo Extremidade cônica neste comprimento Largura do Campo Largura das Costas Ângulo da Ponta Aresta Principal de Corte Diâmetro

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Introdução: As Atividades de Manutenção devem ser pensadas estrategicamente de maneira a contribui para resultado da empresa rumo a Excelência

Leia mais

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo O artigo aborda relações entre logística, formação profissional e infra-estrutura do país. São debatidas questões sobre a evolução da logística no Brasil, a preparação educacional do profissional de logística

Leia mais

PLANEJAMENTO DO PROCESSO ASSISTIDO POR COMPUTADOR - CAPP

PLANEJAMENTO DO PROCESSO ASSISTIDO POR COMPUTADOR - CAPP PLANEJAMENTO DO PROCESSO ASSISTIDO POR COMPUTADOR - CAPP Prof. João Carlos Espíndola Ferreira, Ph.D. /jcarlos j.c.ferreira@ufsc.br Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Mecânica

Leia mais

Por que a HEAVYLOAD? GERENCIAMENTO LOCAÇÃO DE EQUIPAMENTOS CERTIFICAÇÃO IÇAMENTO E LANÇAMENTO TESTE DE CARGA MOVIMENTAÇÃO CARGAS CARGA MANUTENÇÃO

Por que a HEAVYLOAD? GERENCIAMENTO LOCAÇÃO DE EQUIPAMENTOS CERTIFICAÇÃO IÇAMENTO E LANÇAMENTO TESTE DE CARGA MOVIMENTAÇÃO CARGAS CARGA MANUTENÇÃO Por que a HEAVYLOAD? Possibilidade garantida de contratar um único fornecedor com foco em: Gerenciamento dos Ativos; Desenvolvimento e implementação de novas tecnologias; Centro de Treinamento Próprio

Leia mais

Tecnologias e Sistemas de Informação

Tecnologias e Sistemas de Informação Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 02 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

Apresentação Corporativa

Apresentação Corporativa O Seu Provedor de Soluções Personalizadas Apresentação Corporativa A visão corporativa Sacchelli, busca oferecer soluções completas em atendimento as mais rigorosas especificações internacionais e aos

Leia mais

Case Compras Corporativas Evento 20 anos Produttare

Case Compras Corporativas Evento 20 anos Produttare Empresas Case Compras Corporativas Evento 20 anos Produttare Porto Alegre 28 de outubro de 2015 Agenda Contexto Nosso esforço O que atingimos Nossos desafios Highlights 1 O mundo está em constante mudança...

Leia mais

Edições Edge do SAP InfiniteInsight Visão geral Viabilizando insights preditivos apenas com cliques de mouse, sem códigos de computador

Edições Edge do SAP InfiniteInsight Visão geral Viabilizando insights preditivos apenas com cliques de mouse, sem códigos de computador Soluções de análise da SAP Edições Edge do SAP InfiniteInsight Visão geral Viabilizando insights preditivos apenas com cliques de mouse, sem códigos de computador Índice 3 Um caso para análise preditiva

Leia mais

PLANEJAMENTO DO PROCESSO ASSISTIDO POR COMPUTADOR - CAPP

PLANEJAMENTO DO PROCESSO ASSISTIDO POR COMPUTADOR - CAPP PLANEJAMENTO DO PROCESSO ASSISTIDO POR COMPUTADOR - CAPP Prof. João Carlos Espíndola Ferreira, Ph.D. www.grima.ufsc.br/jcarlos/ jcarlos@emc.ufsc.br Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de

Leia mais

Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte

Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte IBM Global Technology Services Manutenção e suporte técnico Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte Uma abordagem inovadora em suporte técnico 2 Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável

Leia mais

Processo de Forjamento

Processo de Forjamento Processo de Forjamento Histórico A conformação foi o primeiro método para a obtenção de formas úteis. Fabricação artesanal de espadas por martelamento (forjamento). Histórico Observava-se que as lâminas

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) Conjunto integrado de pessoas, procedimentos, banco de dados e dispositivos que suprem os gerentes e os tomadores

Leia mais

Panorama Mundial (2013)

Panorama Mundial (2013) Panorama Mundial (2013) Produção mundial alcançou US$ 444 bilhões em 2013; Mesmo com os efeitos da crise internacional, registra 85% de crescimento desde 2004, a uma taxa média de 7% ao ano; 54% da produção

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

15/09/2011. Historico / Conceito. Lean Production é um programa corporativo ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II. Evolucao do Conceito LEAN THINKING

15/09/2011. Historico / Conceito. Lean Production é um programa corporativo ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II. Evolucao do Conceito LEAN THINKING Historico / Conceito Lean : década de 80 James Womack (MIT) Projeto de pesquisa: fabricantes de motores automotivos; ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II Lean Production é um programa corporativo composto por

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Agosto 2013 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

TREINAMENTO 2015 COMPETÊNCIA & PRATICIDADE NO SEU PROCESSO DE USINAGEM

TREINAMENTO 2015 COMPETÊNCIA & PRATICIDADE NO SEU PROCESSO DE USINAGEM TREINAMENTO 2015 COMPETÊNCIA & PRATICIDADE NO SEU PROCESSO DE USINAGEM PROGRAMA DE TREINAMENTO SECO TOOLS BRASIL SECO TOOLS O seu verdadeiro parceiro Competente & Prático...4 TECNOLOGIA DE USINAGEM: Fresamento...5

Leia mais

EMPREENDEDORISMO. Outubro de 2014

EMPREENDEDORISMO. Outubro de 2014 #5 EMPREENDEDORISMO Outubro de 2014 ÍNDICE 1. Apresentação 2. Definição 3. Empreendedorismo: necessidade ou oportunidade? 4. Características do comportamento empreendedor 5. Cenário brasileiro para o empreendedorismo

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SIG. Diferença entre relatórios gerados pelo SPT e os gerados pelo SIG

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SIG. Diferença entre relatórios gerados pelo SPT e os gerados pelo SIG Introdução SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SIG A finalidade principal de um SIG é ajudar uma organização a atingir as suas metas, fornecendo aos administradores uma visão das operações regulares da empresa,

Leia mais

Desafios para a Indústria Eletroeletrônica

Desafios para a Indústria Eletroeletrônica Desafios para a Indústria Eletroeletrônica 95 O texto aponta as características das áreas da indústria eletroeletrônica no país e os desafios que este setor tem enfrentado ao longo das últimas décadas.

Leia mais

Muito mais rápido. Vamos trabalhar juntos para amortizar os custos de investimento de sua nova máquina. Faça certo desde o início

Muito mais rápido. Vamos trabalhar juntos para amortizar os custos de investimento de sua nova máquina. Faça certo desde o início Investimentos em máquinas Faça certo desde o início Vamos trabalhar juntos para amortizar os custos de investimento de sua nova máquina. Muito mais rápido. 12 minutos podem reduzir 12 meses Se você estiver

Leia mais

FEA. Desenvolvimento de Profissionais de Logística com Foco nos Resultados dos Negócios. Sergio Rodrigues Bio

FEA. Desenvolvimento de Profissionais de Logística com Foco nos Resultados dos Negócios. Sergio Rodrigues Bio FEA Desenvolvimento de Profissionais de Logística com Foco nos Resultados dos Negócios Sergio Rodrigues Bio Centro Breve Apresentação USP 6 campi, 5.000 profs. 60.000 alunos Cerca de 30% da produção científica

Leia mais

APIMEC-MG Belo Horizonte 26 de agosto de 2009

APIMEC-MG Belo Horizonte 26 de agosto de 2009 APIMEC-MG Belo Horizonte 26 de agosto de 2009 1 1 Ressalvas As informações e declarações sobre eventos futuros estão sujeitas a riscos e incertezas, as quais têm como base estimativas e suposições da Administração

Leia mais

ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS. 1. Sumário Executivo. Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso. 2. Sumário da Empresa. 2.1 Composição da Sociedade

ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS. 1. Sumário Executivo. Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso. 2. Sumário da Empresa. 2.1 Composição da Sociedade ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS 1. Sumário Executivo Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso 2. Sumário da Empresa 2.1 Composição da Sociedade Perfil Individual dos sócios, experiência, formação, responsabilidades

Leia mais

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha A administração de materiais A administração de materiais procura conciliar as necessidades de suprimentos com a otimização dos recursos financeiros

Leia mais

webaula S/A 1 de 15 Grupo webaula Educação sem fronteiras

webaula S/A 1 de 15 Grupo webaula Educação sem fronteiras webaula S/A 1 de 15 Grupo webaula 1. LMS webaula O LMS WEBAULA (Learning Management System) foi desenvolvido especialmente para promover a capacitação e reciclagem teórica e prática dos colaboradores de

Leia mais

Direcionando o Planejamento Estratégico com Modelo de Previsão Um artigo técnico da Oracle Junho de 2007

Direcionando o Planejamento Estratégico com Modelo de Previsão Um artigo técnico da Oracle Junho de 2007 Direcionando o Planejamento Estratégico com Modelo de Previsão Um artigo técnico da Oracle Junho de 2007 Direcionando o Planejamento Estratégico com Modelo de Previsão Com um processo funcional de planejamento

Leia mais

Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar

Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar AGENDA BAHIA Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar Além das reformas tributária e trabalhista, país precisa investir em infraestrutura eficaz, na redução do custo da energia

Leia mais

Equipamento para medição e ajuste de ferramentas DMG MICROSET - Gerenciamento de Ferramentas

Equipamento para medição e ajuste de ferramentas DMG MICROSET - Gerenciamento de Ferramentas www.gildemeister.com DMG tecnologia e inovação Equipamento para medição e ajuste de ferramentas DMG MICROSET Gerenciamento de Ferramentas 02 I 03 DMG MICROSET 04 I 08 Equipamento de Ajuste Vertical 09

Leia mais

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 INOVAR É FAZER Manifesto da MEI ao Fortalecimento da Inovação no Brasil Para nós empresários Inovar é Fazer diferente, Inovar

Leia mais

Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014

Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014 1 Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014 Brasil: Fundamentos Macroeconômicos (1) Reservas International

Leia mais

Fig. A: A imagem da rede total e da rede imediata de suprimentos Fonte: Slack, Nigel e outros. Administração da Produção

Fig. A: A imagem da rede total e da rede imediata de suprimentos Fonte: Slack, Nigel e outros. Administração da Produção Fascículo 5 Projeto da rede de operações produtivas Se pensarmos em uma organização que produza algo, é impossível imaginar que essa organização seja auto-suficiente, isto é, que produza tudo o que irá

Leia mais

Case Schutz Maurício Bastos

Case Schutz Maurício Bastos LIVRO DE CASES CASE 1 CASES Case Schutz Maurício Bastos Ano de fundação: 1995 Segmento: Varejo Calçados Localização: São Paulo Crescimento Ecommerce: 400% ao ano Funcionários: 900 Loja Online: loja.schutz.com.br

Leia mais

MANUAL DO CANDIDATO. Ingresso março 2011. ESPM Unidade Porto Alegre. Rua Guilherme Schell, 350 Santo Antônio Porto Alegre/RS.

MANUAL DO CANDIDATO. Ingresso março 2011. ESPM Unidade Porto Alegre. Rua Guilherme Schell, 350 Santo Antônio Porto Alegre/RS. MANUAL DO CANDIDATO Ingresso março 2011 ESPM Unidade Porto Alegre Rua Guilherme Schell, 350 Santo Antônio Porto Alegre/RS. Informações: Central de Candidatos: (51) 3218-1400 Segunda a sexta-feira 9h00

Leia mais

A codificação a laser é a solução correta para necessidades simples de codificação?

A codificação a laser é a solução correta para necessidades simples de codificação? Nota técnica Principais fatores a se considerar ao selecionar uma codificadora a laser A codificação a laser é a solução correta para necessidades simples de codificação? Equipamento Fluidos Treinamento

Leia mais

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE SUMÁRIO O que é gestão de estoque...3 Primeiros passos para uma gestão de estoque eficiente...7 Como montar um estoque...12 Otimize a gestão do seu estoque...16

Leia mais

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação MANUAL DO CANDIDATO Pós-graduação Prezado(a) Candidato(a), Agradecemos o interesse pelos nossos cursos. Este manual contém informações básicas pertinentes ao curso, tais como: objetivos do curso e das

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

Universidade. Estácio de Sá. Informática e Telecomunicações

Universidade. Estácio de Sá. Informática e Telecomunicações Universidade Estácio de Sá Informática e Telecomunicações A Estácio Hoje reconhecida como a maior instituição particular de ensino superior do país, a Universidade Estácio de Sá iniciou suas atividades

Leia mais

de frente Na linha Automação e expansão ABAD ENTREVISTA

de frente Na linha Automação e expansão ABAD ENTREVISTA Na linha Como a automação contribuiu para o desenvolvimento das empresas de distribuição e atacadistas? A automação foi fundamental para o crescimento e fortalecimento do setor. Sem o uso intensivo da

Leia mais

MERCADO BRASILEIRO DE SOFTWARE PANORAMA E TENDÊNCIAS

MERCADO BRASILEIRO DE SOFTWARE PANORAMA E TENDÊNCIAS MERCADO BRASILEIRO DE SOFTWARE PANORAMA E TENDÊNCIAS 2009 Introdução Resumo Executivo Apesar das turbulências que marcaram o ano de 2008, com grandes variações nos indicadores econômicos internacionais,

Leia mais

Anderson Geraldo da Silva Faculdade Maurício de Nassau Caruaru-PE

Anderson Geraldo da Silva Faculdade Maurício de Nassau Caruaru-PE Anderson Geraldo da Silva Faculdade Maurício de Nassau Caruaru-PE 1. Diagnóstico Empresarial 2. Definição e Gestão da Estrutura Organizacional 2.1. Administração Estratégica 2.1.1. Processos 2.1.2. Resultados

Leia mais

O Mercado americano de Tecnologia 2014/2015

O Mercado americano de Tecnologia 2014/2015 O Mercado americano de Tecnologia 2014/2015 1. Considerações Gerais Os Estados Unidos, maior potência mundial e tecnológica, apresenta projeções cada vez mais otimistas. Desde 2008, no estouro da crise

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II Atividades Gerenciais de MKT Produto Testar Novos Produtos; Modificar Atuais; Eliminar; Política de Marcas; Criar Satisfação e Valor; Embalagem. 2 1 Atividades Gerenciais

Leia mais

APRESENTAÇÃO FGV APRESENTAÇÃO TRECSSON BUSINESS

APRESENTAÇÃO FGV APRESENTAÇÃO TRECSSON BUSINESS APRESENTAÇÃO FGV Criado em 1999, o FGV Management é o Programa de Educação Executiva Presencial da Fundação Getulio Vargas, desenvolvido para atender a demanda do mercado por cursos de qualidade, com tradição

Leia mais

Vida Segura Empresarial Bradesco:

Vida Segura Empresarial Bradesco: PRÊMIO ANSP 2005 Vida Segura Empresarial Bradesco: A democratização do acesso ao Seguro de Vida chega às Micro e Pequenas Empresas. 1 SUMÁRIO 1. Sinopse 3 2. Introdução 4 3. O desafio de ser o pioneiro

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

Uma solução completa para programação CNC, totalmente em Português, presente no Brasil desde 2001, com soluções para tornos, centros de usinagem,

Uma solução completa para programação CNC, totalmente em Português, presente no Brasil desde 2001, com soluções para tornos, centros de usinagem, Uma solução completa para programação CNC, totalmente em Português, presente no Brasil desde 2001, com soluções para tornos, centros de usinagem, centros de torneamento e eletro-erosão a fio. Por que GibbsCAM?

Leia mais

Biblioteca Informa Novas Informações

Biblioteca Informa Novas Informações Biblioteca Informa Novas Informações Lista das informações incorporadas ao acervo da biblioteca adquiridas através de compra. Os vídeos estão disponíveis para consulta local. Administração Qualidade Nº

Leia mais

2º CICLO DE PALESTRAS SODEPAC GESTÃO DE PEQUENOS NEGÓCIOS

2º CICLO DE PALESTRAS SODEPAC GESTÃO DE PEQUENOS NEGÓCIOS 2º CICLO DE PALESTRAS SODEPAC GESTÃO DE PEQUENOS NEGÓCIOS Msc. Economista Carlos Kibuba INAPEM-MALANJE carloskibuba@hotmail.com GESTÃO DE PEQUENOS NEGÓCIOS CARLOS QUIBUBA REPRESENTANTE PROVINCIAL DO INAPEM-MALANJE.

Leia mais

Um olhar sobre a implantação do conceito de integração financeira na cadeia de suprimentos das organizações.

Um olhar sobre a implantação do conceito de integração financeira na cadeia de suprimentos das organizações. Supply Chain Finance 2011 Supply Chain Finance 2011 3 Supply Chain Finance 2011 Um olhar sobre a implantação do conceito de integração financeira na cadeia de suprimentos das organizações. Autor: Vanessa

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO Plano de Ação Estratégico Estratégias empresariais Anexo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE Unidade de Capacitação Empresarial Estratégias

Leia mais

CONSUMO APARENTE DE AÇO NO BRASIL DEVE VOLTAR AO PATAMAR DE

CONSUMO APARENTE DE AÇO NO BRASIL DEVE VOLTAR AO PATAMAR DE Aço AÇO BRASIL ABRIL I N F O R M A 28ª 28EDIÇÃO ABRIL 2015 CONSUMO APARENTE DE AÇO NO BRASIL DEVE VOLTAR AO PATAMAR DE 2007 O consumo aparente de aço no País deve fechar o ano de 2015 com queda de 7,8%

Leia mais

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de viabilidade As perguntas seguintes terão que ser respondidas durante a apresentação dos resultados do estudo de viabilidade e da pesquisa de campo FOFA.

Leia mais

RÁPIDO medição do desempenho da máquina. EXATO detecção e relatório de erros em centros de rotação

RÁPIDO medição do desempenho da máquina. EXATO detecção e relatório de erros em centros de rotação AxiSet Check-Up AxiSet Check-Up RÁPIDO medição do desempenho da máquina EXATO detecção e relatório de erros em centros de rotação OTIMIZADO preparação da máquina e aumento da capabilidade AUTOMATIZADO

Leia mais

MBC020. Classe de CBN com cobertura para aço endurecido B093Z

MBC020. Classe de CBN com cobertura para aço endurecido B093Z Expansão de insertos B093Z Classe de CBN com cobertura para aço endurecido sistência excepcional ao desgaste e à fratura Classe superior para usinagem de materiais endurecidos Uso da tecnologia de cobertura

Leia mais

Northern Telecom Ltd (Nortel). Isto devido ao seu atraso na substituição da tecnologia analógica pela digital.

Northern Telecom Ltd (Nortel). Isto devido ao seu atraso na substituição da tecnologia analógica pela digital. MOTOROLA A empresa alcançou um faturamento global da ordem de US$ $37.6 bilhões em 2000. É líder mundial em sistemas e serviços eletrônicos avançados. Atuando de maneira globalizada em 45 países, mais

Leia mais

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS.

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. A computação em nuvem é uma mudança de paradigma no gerenciamento de TI e de datacenters, além de representar a capacidade da TI

Leia mais

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS.

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. A computação em nuvem é uma mudança de paradigma no gerenciamento de TI e de datacenters, além de representar a capacidade da TI

Leia mais

VerticalLine V 160C V 160G. Centros de Torneamento Verticais

VerticalLine V 160C V 160G. Centros de Torneamento Verticais VerticalLine V 160C V 160G Centros de Torneamento Verticais VerticalLine V160C, V160G Compacto, rápido, universal Aumente a produtividade Sistema Forte com máquinas verticais O sistema modular efici- compactas

Leia mais

INFORMAÇÕES CONECTADAS

INFORMAÇÕES CONECTADAS INFORMAÇÕES CONECTADAS Soluções de Negócios para o Setor de Serviços Públicos Primavera Project Portfolio Management Solutions ORACLE É A EMPRESA Alcance excelência operacional com fortes soluções de gerenciamento

Leia mais

BOAS PRÁTICAS NO DIA A DIA DAS CLÍNICAS DE IMAGEM

BOAS PRÁTICAS NO DIA A DIA DAS CLÍNICAS DE IMAGEM BOAS PRÁTICAS NO DIA A DIA DAS CLÍNICAS DE IMAGEM Introdução ÍNDICE Boas práticas no dia a dia das clínicas de imagem A Importância de se estar conectado às tendências As melhores práticas no mercado de

Leia mais

2 Seminário de Engenharia Química. Silvia Binda 1

2 Seminário de Engenharia Química. Silvia Binda 1 2 Seminário de Engenharia Química Silvia Binda 1 Inter-relação entre o conceito de qualidade, gestão da qualidade e elementos que a compõem QUALIDADE Gestão da Qualidade Habilidade de um conjunto de características

Leia mais

Comissão avalia qualidade de ensino da FABE

Comissão avalia qualidade de ensino da FABE CPA / PESQUISA Comissão avalia qualidade de ensino da FABE Avaliação positiva: A forma de abordagem dos objetivos gerais dos cursos também foi bem avaliada e a qualidade do corpo docente continua em alta.

Leia mais

Fundamentos de Sistemas de Informações: Exercício 1

Fundamentos de Sistemas de Informações: Exercício 1 Fundamentos de Sistemas de Informações: Exercício 1 Fundação Getúlio Vargas Estudantes na Escola de Administração da FGV utilizam seu laboratório de informática, onde os microcomputadores estão em rede

Leia mais

MÁQUINAS-FERRAMENTA. Linha de produtos para os segmentos de Energia, Óleo e Gás

MÁQUINAS-FERRAMENTA. Linha de produtos para os segmentos de Energia, Óleo e Gás MÁQUINAS-FERRAMENTA Linha de produtos para os segmentos de Energia, Óleo e Gás Indústrias Romi: Infraestrutura, tecnologia e know-how para a produção de máquinas de grande porte Os setores de geração de

Leia mais

ANO 4 NÚMERO 28 JUNHO DE 2014 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO

ANO 4 NÚMERO 28 JUNHO DE 2014 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO ANO NÚMERO 28 JUNHO DE 21 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO 1 - CONSIDERAÇÕES INICIAIS A divulgação do crescimento do PIB no primeiro trimestre desse ano, além de revelar uma taxa

Leia mais

APRESENTAÇÃO FGV APRESENTAÇÃO TRECSSON BUSINESS

APRESENTAÇÃO FGV APRESENTAÇÃO TRECSSON BUSINESS APRESENTAÇÃO FGV Criado em 1999, o FGV Management é o Programa de Educação Executiva Presencial da Fundação Getulio Vargas, desenvolvido para atender a demanda do mercado por cursos de qualidade, com tradição

Leia mais

UM LÍDER TEM O PODER DE PROMOVER GRANDES MUDANÇAS. INCLUSIVE NA PRÓPRIA CARREIRA.

UM LÍDER TEM O PODER DE PROMOVER GRANDES MUDANÇAS. INCLUSIVE NA PRÓPRIA CARREIRA. Pense antes de imprimir. A natureza agradece. em Inteligência Empresarial UM LÍDER TEM O PODER DE PROMOVER GRANDES MUDANÇAS. INCLUSIVE NA PRÓPRIA CARREIRA. O PÓS-MBA FGV é um programa avançado para profissionais

Leia mais

Escritório Modelo da Faculdade de Diadema

Escritório Modelo da Faculdade de Diadema Escritório Modelo da Faculdade de Diadema Profª. Vânia Amaro Gomes Coordenação de Curso DIADEMA, 2015 Introdução Atualmente há uma grande dificuldade dos alunos egressos das Faculdades em obter emprego

Leia mais

INDICADORES DE RENTABILIDADE: UMA ANÁLISE ECONOMICO FINANCEIRA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTABEIS DA INDÚSTRIA ROMIA S/A

INDICADORES DE RENTABILIDADE: UMA ANÁLISE ECONOMICO FINANCEIRA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTABEIS DA INDÚSTRIA ROMIA S/A INDICADORES DE RENTABILIDADE: UMA ANÁLISE ECONOMICO FINANCEIRA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTABEIS DA INDÚSTRIA ROMIA S/A AUTOR ANTONIA TASSILA FARIAS DE ARAÚJO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ RESUMO O presente

Leia mais

Manutenção e reparos. Manutenção no local Reparos, revisões e atualizações Caixas de transmissão de substituição direta Gerenciamento de recursos

Manutenção e reparos. Manutenção no local Reparos, revisões e atualizações Caixas de transmissão de substituição direta Gerenciamento de recursos Gama de produtos Manutenção e reparos Os engenheiros de manutenção da Radicon estão preparados às 24 horas do dia, 365 dias por ano, para fornecer os seguintes serviços em qualquer momento e em qualquer

Leia mais

A Siderurgia brasileira de aços planos e o Atendimento ao Mercado Naval e Offshore

A Siderurgia brasileira de aços planos e o Atendimento ao Mercado Naval e Offshore A Siderurgia brasileira de aços planos e o Atendimento ao Mercado Naval e Offshore Workshop de Tecnologia de Construção Naval e Offshore PROMINP Firjan, 24 de Junho de 2009 Sergio Leite de Andrade Vice

Leia mais

CATÁLOGO INSTITUCIONAL SET. 2008 CATÁLOGO INSTITUCIONAL MEGAFORT INDUSTRIAL HIDRÁULICA LTDA. CILINDROS HIDRÁULICOS

CATÁLOGO INSTITUCIONAL SET. 2008 CATÁLOGO INSTITUCIONAL MEGAFORT INDUSTRIAL HIDRÁULICA LTDA. CILINDROS HIDRÁULICOS CATÁLOGO INSTITUCIONAL SET. 2008 CATÁLOGO INSTITUCIONAL MEGAFORT INDUSTRIAL HIDRÁULICA LTDA. CILINDROS HIDRÁULICOS Em processo de certificação ISO-9001/2000 A EMPRESA Estamos apresentando a MEGAFORT INDUSTRIAL

Leia mais

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES 1 O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES Cesar Paulo Lomba (Discente do 4º período de Tecnologia de Gestão Financeira das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) Maria Luzia

Leia mais

Emilio Botín: O objetivo é nos tornarmos o banco privado número um do Brasil

Emilio Botín: O objetivo é nos tornarmos o banco privado número um do Brasil Nota de Imprensa Emilio Botín: O objetivo é nos tornarmos o banco privado número um do Brasil Presidente mundial do Banco Santander apresenta em São Paulo o Plano Estratégico 2008-2010 para o A integração

Leia mais

ENGENHARIA DE APLICAÇÃO TREINAMENTOS TÉCNICOS

ENGENHARIA DE APLICAÇÃO TREINAMENTOS TÉCNICOS ENGENHARIA DE APLICAÇÃO TREINAMENTOS TÉCNICOS 2009 GRUPO SAINT-GOBAIN Tradição, Qualidade, Inovação e Liderança Fundada em 1665 na França, a Saint-Gobain começou como empresa inovadora em fabricação de

Leia mais

ESTRATÉGIA ECONÔMICA LEAPFROG DO SÉCULO XXI: O RIO GRANDE DO SUL TORNA-SE O LUGAR MAIS SUSTENTÁVEL E INOVADOR DA AMÉRICA LATINA ATÉ 2030

ESTRATÉGIA ECONÔMICA LEAPFROG DO SÉCULO XXI: O RIO GRANDE DO SUL TORNA-SE O LUGAR MAIS SUSTENTÁVEL E INOVADOR DA AMÉRICA LATINA ATÉ 2030 ESTRATÉGIA ECONÔMICA LEAPFROG DO SÉCULO XXI: O RIO GRANDE DO SUL TORNA-SE O LUGAR MAIS SUSTENTÁVEL E INOVADOR DA AMÉRICA LATINA ATÉ 2030 Um relatório para o Governo do Estado do Rio Grande Sul (AGDI) e

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 008 PIB avança e cresce 6% Avanço do PIB no segundo trimestre foi o maior desde 00 A economia brasileira cresceu mais que o esperado no segundo trimestre, impulsionada

Leia mais

INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO RÁPIDO DE PRODUTO (RPD)

INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO RÁPIDO DE PRODUTO (RPD) INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO RÁPIDO DE PRODUTO (RPD) REPRESENTAÇÃO ESQUEMÁTICA PARA DESENVOLVIMENTO INTERNACIONAL DE NOVOS PRODUTOS O esquema abaixo considera o conceito de design de produto, esboços

Leia mais

ANÁLISE DO PRODUTO NX CAM TURBOMACHINERY MILLING

ANÁLISE DO PRODUTO NX CAM TURBOMACHINERY MILLING Dr. Charles Clarke ANÁLISE DO PRODUTO NX CAM TURBOMACHINERY MILLING Fatores de mercado... 3 Aplicações especializadas existentes... 4 Uma nova geração de software que proporciona flexibilidade... 4 Operações

Leia mais

VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013

VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013 Comentários de Peter Hansen sobre interação Universidade- Empresa no Brasil e Experiências Práticas. VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013 Apresentação Prof. Peter

Leia mais

Inscrições PLM-SUMMIT 2013. PLM e Manufatura Digital para a Cadeia Automotiva. www.plm-summit.com

Inscrições PLM-SUMMIT 2013. PLM e Manufatura Digital para a Cadeia Automotiva. www.plm-summit.com PLM-SUMMIT 2013 PLM e Manufatura Digital para a Cadeia Automotiva 12-13 março - 8h30 às 17h00 Auditório ABINEE Av Paulista, 1439-6º Andar São Paulo SP Brasil Inscrições www.plm-summit.com Mudanças no Mundo

Leia mais

Industry Services. Serviços de alta performance e confiabilidade em todo o ciclo de vida da planta. www.siemens.com.br/industryservices

Industry Services. Serviços de alta performance e confiabilidade em todo o ciclo de vida da planta. www.siemens.com.br/industryservices Industry Services Serviços de alta performance e confiabilidade em todo o ciclo de vida da planta www.siemens.com.br/industryservices Answers for industry Siemens Industry Services 11 3833 4040 suporte

Leia mais

O desafio: A vantagem da Videojet:

O desafio: A vantagem da Videojet: Nota de aplicação Tinta Tintas coloridas para embalagens de ponto de venda O desafio: O ambiente de varejo é um mercado em constante evolução, com maior ênfase na embalagem, que não só protege os produtos

Leia mais

Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso?

Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso? i n o v a ç ã o 8 Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso? Carla Conti de Freitas Yara Fonseca de Oliveira e Silva Julia Paranhos Lia Hasenclever Renata

Leia mais

Desafios na Realização de Investimento de P&D e a Destinação de Recursos. Chesf Companhia Hidro Elétrica do São Francisco

Desafios na Realização de Investimento de P&D e a Destinação de Recursos. Chesf Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Desafios na Realização de Investimento de P&D e a Destinação de Recursos Chesf Companhia Hidro Elétrica do São Francisco AGENDA 1. Visão Macro do Cenário P&D Nacional 2. A formula da Inovação 3. Desafios

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

COMO A TECNOLOGIA PODE AJUDAR UM ATACADISTA DISTRIBUIDOR A REDUZIR CUSTOS

COMO A TECNOLOGIA PODE AJUDAR UM ATACADISTA DISTRIBUIDOR A REDUZIR CUSTOS COMO A TECNOLOGIA PODE AJUDAR UM ATACADISTA DISTRIBUIDOR A REDUZIR CUSTOS 1 ÍNDICE 1. Introdução... 2. Por que preciso investir em tecnologia?... 3. Cinco passos para usar a tecnologia a meu favor... 4.

Leia mais