LEANDRO APARECIDO DA SILVA

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1 UNIVERSIDADE POTIGUAR UNP PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PPGA MESTRADO PROFISSIONAL EM ADMINISTRAÇÃO MPA LEANDRO APARECIDO DA SILVA ARRANJOS PRODUTIVOS TÊXTEIS E SUAS RELAÇÕES COM A CADEIA DE SUPRIMENTOS NATAL/RN 2015

2 LEANDRO APARECIDO DA SILVA ARRANJOS PRODUTIVOS TÊXTEIS E SUAS RELAÇÕES COM A CADEIA DE SUPRIMENTOS Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação Strictu Sensu do Mestrado Profissional em Administração da Universidade Potiguar, como requisito para obtenção do título de Mestre em Administração. Orientador: Prof. Dr. Domingos Fernandes Campos NATAL/RN 2015

3 SILVA, Leandro Aparecido. Arranjos produtivos têxteis e suas relações com a cadeia de suprimentos / Leandro Aparecido da Silva. - Natal, f. Orientador: Domingos Fernandes Campos Mestrado Profissional em Administração Universidade Potiguar. Pró- Reitoria Acadêmica Núcleo de Pós-Graduação. Bibliografia: f. 1. Administração Dissertação. 2. Micro e pequenas empresas. 3. Arranjos produtivos. 4. Cadeias de suprimento. I. Título.

4 LEANDRO APARECIDO DA SILVA ARRANJOS PRODUTIVOS TÊXTEIS E SUAS RELAÇÕES COM A CADEIA DE SUPRIMENTOS Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação Strictu Sensu do Mestrado Profissional em Administração da Universidade Potiguar, como requisito para obtenção do título de Mestre em Administração. Aprovada em: 25/06/2015. BANCA EXAMINADORA Prof. Dr. Domingos Fernandes Campos Orientador Universidade Potiguar UnP Prof. Dr. Osmildo Sobral dos Santos Examinador Interno Universidade Potiguar UnP Profª. Drª. Patricia Whebber Souza de Oliveira Examinador Externo Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN

5 AGRADECIMENTOS Agradeço, À Deus, por ter me dado condições de lutar e conseguir os objetivos pretendidos; A minha esposa Priscila Raiane pelo carinho e confiança, pois além de ser uma incentivadora pessoal incansável, foi também uma colaboradora imprescindível para o término deste trabalho. Compreendeu, acompanhou e apoiou todos os passos com muito amor. Tendo sabedoria e paciência nos momentos difíceis junto ao nosso filho Francisco Neto; Ao meu pai Francisco Pereira por todo apoio e incentivo desde o colegial até a chegada deste momento. Por ensinar-me os valores morais que carrego e carregarei por toda vida; A minha mãe Verônica Dutra pelo esforço incomensurável e as renúncias que fez para educar os filhos desde a alfabetização; A minha sogra Dalva que me apoiou e me acolheu durante todo o curso, nesse período e em todos os outros eu recebi o tratamento de um filho; Ao Prof. Domingos Fernandes Campos, meu orientador, que me auxiliou em todas as etapas desta pesquisa, compartilhando seu amplo conhecimento e proporcionando-me horas de aprendizagem; Aos professores Alípio Veiga, Kleber Nóbrega, Osmildo Sobral, Walid Abbas, Rodrigo Leone e Fernanda Gurgel do Mestrado em Administração da Universidade Potiguar (UnP), e a professora Patricia Whebber da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), pelos ensinamentos; Aos companheiros de mestrado que participaram dessa jornada; À Glícia pela presteza; Aos meus amigos que sempre me ampararam e compreenderam minhas ausências aos encontros agendados; Aos empresários do setor têxtil da região Seridó/RN que aceitaram contribuir para a realização desta pesquisa, assim como a equipe de entrevistadores.

6 O maior inimigo do conhecimento não é a ignorância, mas sim a ilusão de conhecimento. (Stephen Hawking)

7 RESUMO SILVA, LEANDRO APARECIDO. Arranjos Produtivos Têxteis e Suas Relações com a Cadeia de Suprimentos f. Dissertação de Mestrado. Universidade Potiguar UNP, Programa de Pós-Graduação em Administração Profissional, Natal, RN, Brasil, Este estudo analisou a formação dos principais arranjos produtivos têxteis da região Seridó/RN e suas relações com a cadeia de suprimentos. Os principais grupos têxteis são compreendidos pelos setores de tecelagem, bonelaria e facção (confecções terceirizadas). Essas empresas respondem por uma fatia considerável das riquezas geradas na região, apresentando um alto índice de empregabilidade. O polo têxtil do setor de tecelagem é considerado o maior produtor de panos de limpar pratos da região Nordeste do Brasil. O setor de bonelaria é considerado o segundo maior produtor de bonés e chapéus do território nacional. As facções da região representam a maior parcela de empresas de confecção terceirizadas do estado do Rio Grande do Norte. Para o presente estudo, foi desmembrado e caracterizado cada um dos setores têxteis pertencentes ao universo das micro e pequenas empresas. Mensurou as ações das cadeias de suprimentos. E, utilizou a pesquisa exploratória e descritiva aplicada de forma censitária. As entrevistas elencaram novas variáveis analíticas e informações importantes sobre as cadeias produtivas, contribuindo para elaboração do instrumento de pesquisa, que foi desenvolvido após análise do estudo. Dentro de arranjos produtivos a pesquisa utilizou a colaboração de vários autores. O modelo SCOR (Supply Chain Operations Reference) foi utilizado para a medição de desempenho na cadeia de suprimentos. Em uma análise geral, pode-se observar comportamentos dos arranjos produtivos mais atuantes em alguns setores do que em outros. As tecelagens apresentam arranjos com baixos níveis de relacionamento pois não realizam compras conjuntas e não adquirem cursos de capacitação e/ou mão-de-obra especializada de forma conjunta, não concretizam trocas de equipamentos e conhecimentos entre os integrantes do setor. Sua cadeia de suprimentos apresenta-se bem atuante, com alta incidência de distribuidores locais, fluxo fluido de abastecimento, produção e distribuição. O setor de bonelaria apresenta uma boa incidência organizacional dentro do arranjo produtivo, com associação de classe atuante. A cadeia de suprimentos desse setor apresentou um elevado desempenho, embora, se mostrando inferior aos outros arranjos. As facções, de modo geral, apresentam destaque na atuação do seu arranjo produtivo. Formam associações de classe que aproxima os empresários à seus clientes, fortalecendo o arranjo como um todo. Boa parte da cadeia de suprimentos desse setor, utiliza um sistema de informação que é integrado aos fornecedores. Facilitando e agilizando os processos produtivos, indicando altos níveis de desempenho na cadeia. PALAVRAS-CHAVE: Micro e Pequenas Empresas (MPE s), arranjos produtivos, cadeias de suprimento, têxteis, tecelagens, facções, bonelarias.

8 ABSTRACT SILVA, LEANDRO APARECIDO. Textile Local Clusters and Their Relations with the Supply Chain f. Dissertação de Mestrado. Universidade Potiguar UNP, Programa de Pós-Graduação em Administração Profissional, Natal, RN, Brasil, This study analyzes the formation of the leading textile local clusters region Seridó/RN and its relations with the supply chain. Textile companies of weaving sectors of caps and hats manufacturers and outsourced sewing. Understand the main groups. These companies account for a sizeable share of the wealth generated in the region, with a high employment rate. The textile Polo weaving sector is the largest producer of cloth to clean dishes in northeastern Brazil. The caps and hats manufacturers sector is the second largest producer of caps and hats of the country. The outsourced sewing of the region represent the largest share of outsourced manufacturing companies in the Rio Grande do Norte state. For the present study, it was dismembered and characterized each of textiles sectors belonging to the universe of micro and small businesses. The study examined the behavior of local clusters each sector. Measured the actions of supply chain. In addition, he used the exploratory and descriptive research applied census form. Interviews they raised new analytical variables and important information about the production chain, contributing to development of the survey instrument, which was developed after careful analysis of the study. Local clusters within the research used the collaboration of several authors. For performance measurement in supply chain, used the SCOR measurement model (Supply Chain Operations Reference). In an overview, it can be observed behavior of local clusters most active in some sectors than in others. The weaving have arrangements with lower levels of relationship because it does not carry out joint purchases and do not acquire training courses and / or labor-skilled labor jointly, not materialize exchange of equipment and knowledge among others in the same industry. Your supply chain presents and active, with a high incidence of local distributors, fluid flow supply, production and distribution. The caps and hats manufacturers sector has good organizational focus within the local clusters, with active trade association. The supply chain this sector showed a high performance, though, proving inferior to other arrangements. The outsourced sewing, in general, have featured in the performance of their productive arrangement. Form associations approaching entrepreneurs to their customers, strengthening the arrangement as a whole. Much of the supply chain in this industry uses an information system that is integrated with suppliers. Facilitating and streamlining production processes, indicating high performance levels in the chain. KEYWORDS: Micro and Small Enterprises (EPC's), local clusters, supply chain, textile, weaving, outsourced sewing, caps and hats manufacturers.

9 LISTA DE QUADROS Quadro 1 Diagnóstico das Abordagens de Modelos de Análise de Desempenho na Cadeia de Suprimentos Quadro 2 Atributos de Desempenho Logístico em Arranjos Produtivos Quadro 3 Atributos das Motivações Envolvidas em Arranjos Produtivos Quadro 4 Atributos das Ações Estratégias Envolvidas em Arranjos Produtivo Quadro 5 Atributos de Benefícios e Aprendizagem em Arranjos Produtivos Quadro 6 Atributos de Externalidades, Densidade e Cooperação em Arranjos Produtivos Quadro 7 Municípios, Áreas, População e PIB Quadro 8 Atributos para Caracterização dos Arranjos Produtivos Referentes ao Abastecimento e Distribuição Quadro 9 Atributos para Caracterização dos Arranjos Produtivos Referentes a Produção Quadro 10 Atributos de Caracterização dos Arranjos Produtivos Referentes a Aprendizagem e Relacionamento Quadro 11 Atributos Utilizados na Pesquisa para Medição de Performance utilizando o modelo SCOR

10 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Participação dos Municípios dos Principais Setores Têxteis da Região Seridó/RN Tabela 2 Força de Trabalho dos Principais Setores Têxteis da Região Seridó/RN Tabela 3 Grau de Instrução dos Empresários dos Principais Setores Têxteis da Região Seridó/RN Tabela 4 Presença de Administração de Terceiros dentro dos Principais Setores Têxteis da Região Seridó/RN Tabela 5 Faixa Etária dos Empresários dos Principais Setores Têxteis da Região Seridó/RN Tabela 6 Faixa Etária Média das Equipes dos Principais Setores Têxteis da Região Seridó/RN Tabela 7 Gênero dos Empresários dos Principais Setores Têxteis da Região Seridó/RN Tabela 8 Galpões dos Principais Setores Têxteis da Região Seridó/RN Tabela 9 Média de Fornecedores por Empresa nos Principais Setores Têxteis da Região Seridó/RN Tabela 10 Produção Mensal dos Principais Setores Têxteis da Região Seridó/RN Tabela 11 Faturamento Anual por Empresa dos Principais Setores Têxteis da Região Seridó/RN Tabela 12 Análise Comparativa dos Arranjos Produtivos dos Setores Referentes ao Abastecimento e Distribuição Tabela 13 Análise Comparativa dos Arranjos Produtivos dos Setores Referentes a Produção

11 Tabela 14 Análise Comparativa dos Arranjos Produtivos dos Setores Referentes a Aprendizagem e Relacionamento Tabela 15 Análise Comparativa de Medição de Performance da Cadeia de Suprimentos dos Setores Utilizando Modelo SCOR

12 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Sistema de Beamon de Medição na Cadeia de Suprimentos Figura 2 Indicadores de Desempenho Sugeridos por Gunasekaran Figura 3 Os Cinco Processos de Negócios do Modelo SCOR Figura 4 Processos Hierárquicos do Modelo SCOR Figura 5 Fluxograma da Cadeia Produtiva do Setor Têxtil e Confecção Figura 6 Esquema Metodológico Figura 7 Ilustração do Mapa do RN com Destaque à Região Seridó/RN Figura 8 Ilustração da Cadeia Produtiva do Setor de Tecelagem Figura 9 Ilustração da Cadeia Produtiva do Setor Boneleiro Figura 10 Ilustração da Cadeia Produtiva do Setor de Facções

13 LISTA DE TERMOS, ABREVIATURAS E SIGLAS AP: Arranjo Produtivo APL s: Arranjos Produtivos Locais EPC s: Micro and Small Enterprises. Frq: Frequência GEM: Instituto Global Entrepreneurship Monitor GCS: Gestão da Cadeia de Suprimentos IFRN: Instituto Federal do Rio Grande do Norte MEI: Microempreendedor Individual MP: Matéria-Prima MPE s: Micro e Pequenas Empresas Q: Variáveis Analíticas Utilizadas na Pesquisa Qnt: Quantidade RN: Rio Grande do Norte SCOR: Supply Chain Operations Reference (Modelo de referência para a gestão da cadeia de fornecimento) SEBRAE: Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SENAR: Serviço Nacional de Aprendizagem Rural. SENAI: Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial SESC: Serviço Social do Comércio SENAC: Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial UFRN: Universidade Federal do Rio Grande do Norte V: Variáveis Elencadas na Revisão Bibliográfica Sobre Medição de Performance da Cadeia de Suprimentos Utilizando o Modelo SCOR VP: Variáveis Elencadas na Revisão Bibliográfica Sobre Arranjos Produtivos

14 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO DO TEMA PROBLEMA E QUESTÃO DE PESQUISA OBJETIVOS Geral Específicos JUSTIFICATIVA FUNDAMENTOS TEÓRICOS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS E O SETOR TÊXTIL AGRUPAMENTOS PRODUTIVOS ESTRATÉGIA E COMPETITIVIDADE EM AGRUPAMENTOS PRODUTIVOS TIPOS DE ARRANJOS PRODUTIVOS O Enfoque da Filière em Arranjos Produtivos As Cadeias Globais de Valor em Arranjos Produtivos Os Clusters Empresariais em Arranjos Produtivos Redes Flexíveis de Pequenas Empresas em Arranjos Produtivos Os Condomínios Industriais em Arranjos Produtivos O Enfoque dos Arranjos Produtivos Locais (APL) COMPETITIVIDADE NAS EMPRESAS E GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Gestão dos Processos na Cadeia de Suprimentos Gestão do Relacionamento com os Clientes Gestão da Demanda na Cadeia de Suprimentos Gestão do Estoque na Cadeia de Suprimentos MODELOS PARA ANÁLISE DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Abordagem Bowersox e Closs Abordagem de Beamon Abordagem Gunasekaran, Patel e Tirtiroglu Modelo SCOR Diagnóstico Sobre as Abordagens de Modelos de Análise de Desempenho na Cadeia de Suprimentos MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CADEIA DE SUPRIMENTOS (PMS) Características e Questões Relacionadas a PMS Moldando a PMS Viabilidade do Sistema de PMS... 62

15 2.8 DIFERENCIAÇÃO ENTRE CADEIAS PRODUTIVAS E CADEIAS DE SUPRIMENTOS MODELO REFERENCIAL DE OPERAÇÕES DE CADEIA DE SUPRIMENTOS (SCOR) Métricas do Modelo SCOR Processos Relacionados ao Modelo SCOR Modelo SCOR - Práticas e Pessoas Alterações do Modelo SCOR Alterações nos Processos no Modelo SCOR CADEIAS PRODUTIVAS TÊXTEIS VARIÁVEIS ELENCADAS NA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA METODOLOGIA ESQUEMA METODOLÓGICO UNIVERSO DA PESQUISA ENTREVISTAS VARIÁVEIS ANALÍTICAS INSTRUMENTO DE PESQUISA PLANO DE COLETA DE DADOS TRATAMENTO DOS DADOS ANÁLISE DOS RESULTADOS CARACTERIZAÇÃO DOS SETORES Participação Força de Trabalho Grau de Instrução Administração por Terceiros Gênero dos Proprietários Estrutura produtiva POLO DE TECELAGEM Cadeia Produtiva das Tecelagens POLO DE BONELARIA Cadeia Produtiva das Bonelarias POLO DE FACÇÃO Cadeia Produtiva das Facções ANÁLISE COMPARATIVA DOS SETORES TÊXTEIS DA REGIÃO SERIDÓ/RN Comparativo dos Arranjos Produtivos dos Setores CONCLUSÃO REFERÊNCIAS APÊNDICES

16 Apêndice A Roteiro de Entrevista Aplicado aos Empresários Têxteis da Região Seridó/RN Apêndice B Módulo 1 do Questionário de Pesquisa Aplicado aos Empresários Têxteis da Região Seridó/RN Apêndice C Módulo 2 do Questionário de Pesquisa Aplicado aos Empresários Têxteis da Região Seridó/RN Apêndice D Diretrizes Norteadoras para o Alcance do Objetivo Geral Apêndice E Atributos de Confiabilidade, Receptividade, Agilidade e Eficiência do Gerenciamento de Ativos do Modelo SCOR Apêndice F Tabelas com Frequência, Média e Moda das Variáveis sobre Arranjos Produtivos e Medição de Performance das Tecelagens Apêndice G Tabelas com Frequência, Média e Moda das Variáveis sobre Arranjos Produtivos e Medição de Performance das Bonelarias Apêndice H Tabelas com Frequência, Média e Moda das Variáveis sobre Arranjos Produtivos e Medição de Performance das Facções

17 17 1 INTRODUÇÃO 1.1 CONTEXTUALIZAÇÃO DO TEMA Nos últimos anos, no Brasil, tem-se observado um forte aumento no surgimento de novas empresas optantes pelo Simples Nacional, um regime fiscal diferenciado e favorável aos pequenos empreendedores. Em dezembro de 2012 existiam 7,1 milhões de empresas assinaladas neste regime. Em dezembro do ano anterior este número ficou 26% acima do apurado. Em 2011, a expansão já tinha sido de quase 30%. O aumento do número de novas empresas, se associado à evolução na competitividade, tende a gerar impactos significativos na economia brasileira, seja em termos de maior geração de empregos, melhores salários, acréscimo da massa salarial e do arrecadamento de impostos, como também na melhor repartição de renda e no aumento do bem-estar social. Constatou-se, pelos resultados apresentados, que não somente a criação de empresas vem ganhando impulso, como também a taxa de sobrevivência vem melhorando a cada ano. Tratando das Micro e Pequenas Empresas (MPE s), estas representam quase 100% do total de instituições privadas atuantes no Brasil, em que os pequenos negócios (formais e informais) respondem por mais de dois terços dos empregos do setor privado (SEBRAE-NA, 2013; SEBRAE-SP, 2012). O setor têxtil é um ramo importante para a economia nacional e vem adquirindo importância nas pequenas cidades do Rio Grande do Norte. Dentre estas, pode-se incluir as cidades localizadas na região Seridó do estado, as quais comportam pequenas unidades fabris que passaram a se abrigar nessa região, especialmente a partir da década de Com relação ao perfil dessas indústrias têxteis, podemos destacar as bonelarias (empresas industriais fabricantes de bonés e chapéus), as facções (empreendimentos industriais de confecção e vestuário que prestam serviços exclusivamente para outras empresas de confecção, seja comércio ou indústria) e as tecelagens (indústrias que tecem e fabricam artigos de cama, mesa e banho). Essas atividades são constituídas não apenas pelo capital local, mas também a partir de investimentos de grandes corporações, como a Hering, a Guararapes e a RM/NOR (Rafael Mansur do Nordeste), as quais terceirizam a sua produção por meio das facções que são instaladas nas cidades interioranas. A mão de obra de baixo custo, disponível nestas cidades, constitui um componente atrativo para esses investimentos. Entretanto, a centralização dessas unidades reforça a importância do desempenho que as pequenas cidades passam a exercer na economia local e nacional (MEDEIROS, 2005).

18 18 Existem mais de 200 tecelagens atuantes na região do Seridó, principalmente as instauradas na cidade de Jardim de Piranhas (RN), que geram mais de empregos diretos e indiretos, oferecendo uma quantidade de postos de trabalho equivalente a um terço da população local. A grande oferta de emprego é nutrida, especialmente, pela produção de mais de 500 toneladas de panos de prato por mês, fazendo deste o maior polo do ramo na região Nordeste do Brasil (PEGN, 2007). Concernente às bonelarias da região Seridó do RN, sabe-se que estas constituem o segundo maior polo produtivo de bonés do Brasil, empregando cerca de pessoas e produzindo cerca de 2,4 milhões de bonés por mês, com um faturamento estimado em quase R$5 (cinco) milhões por essa produção. Atualmente, as cidades de Caicó (RN), Serra Negra do Norte (RN) e São José do Seridó (RN) integram as cidades com o maior índice desse tipo de indústria na região do Seridó (V&C, 2011). Conforme dados da Associação Seridoense de Confecções-ASCONF, a região Seridó/RN é o setor do estado do Rio Grande do Norte com a maior concentração de facções, sendo responsável pela ocupação de mais de empregos diretos e indiretos, movimentando cerca de R$ 4 milhões/mês. A expectativa é que com o novo programa do governo do estado, o Pró-Sertão, esses números sejam expandidos e 360 novas facções sejam criadas no RN, gerando empregos até dezembro de 2018 (FJA-RN, 2013). De acordo com as constatações observadas anteriormente sobre a importância das MPE s para economia nacional e a importância dos principais setores têxteis para a geração de emprego e renda na região Seridó/RN, observa-se a importância econômica das MPE s têxteis da região supracitada. Para Porter (2009), a competição global invadiu todas as áreas geográficas, obrigando as empresas a concorrerem entre si, com o objetivo de nutrirem e aumentarem seus níveis de prosperidade. A cadeia de suprimentos é determinada por alguns autores como o meio de auxílio à vantagem competitiva (CHRISTOPHER, 2013; POZO, 2010). De acordo com Ballou (2006), esta cadeia auxilia as empresas, independentemente de seu porte. Deste modo, a procura pela integração das empresas com seus clientes e fornecedores por meio da cadeia de suprimentos faz-se necessária, a fim de tornar a vida do microempresário mais ágil e sólida de informações. No fim dos anos 1990 e início dos anos 2000 percebe-se um importante crescimento do enfoque sobre agrupamentos empresariais nas políticas públicas brasileiras, partindo principalmente de estudos investigados no âmbito acadêmico, onde diversas instituições e órgãos privados e públicos de fomento deliberaram ações de apoio aos Arranjos Produtivos

19 19 Locais (APL s), distribuídos no território nacional (BOTELHO; OLIVEIRA; CARRIJO, 2013). Ultimamente, diversos estudos estão sendo realizados com a finalidade de expandir o conhecimento sobre os APL s que possam atuar em ações de apoio aos empreendedores, partindo da premissa de que todo APL é uma entidade singular, onde as propriedades são esquematizadas ao longo dos seus processos históricos de ampliação, apontadas pelas várias interações que se fundam no local e a partir deste (BOTELHO; OLIVEIRA; CARRIJO, 2013). Segundo Botelho, Oliveira e Carrijo (2013) são bastante corriqueiros estudos estruturados a partir de pesquisas de campo, com técnicas baseadas em entrevistas em empreendimentos e com instituições de apoio e coordenação centradas nos APL s. Estes estudos adquirem resultados importantes ao compreenderem as características principais dos APL s e dos relacionamentos que se desenvolvem no seu interior, responsáveis, em maior ou menor grau, pela concorrência das empresas e pela ampliação regional. O gerenciamento da cadeia de suprimentos vem se mostrando como uma tendência nessa busca, por se tratar de um estudo que propõe processos enxutos, eliminação de desperdícios e diminuição de estoques. A cadeia adéqua uma melhor gestão e integração de entradas e saídas de materiais, propiciando uma vantagem competitiva perante seus concorrentes (SANTOS; FORCELLINI, 2012; MARTINS, 2011). 1.2 PROBLEMA E QUESTÃO DE PESQUISA Com base em levantamento da Consult (2006), o setor de MPE s têxteis da região Seridó/RN emprega direta e indiretamente postos de trabalho. Entretanto, o histórico dessas indústrias, problemas aglomerados devido a atos desordenados dos empresários e ao crescimento desenfreado começaram a provocar prejuízos ambientais, falhas nos procedimentos produtivos e, por conseguinte, produção de produtos de má qualidade (LEAL, 2007). Mesmo com a substituição de maquinários antigos por maquinários considerados mais modernos, na década de noventa, os problemas com a produção persistiram. Respondendo a essa situação, no ano de 2003 alguns empresários tiveram a iniciativa de buscar o SEBRAE, que passou a oferecer incentivos por meio da construção de novos conhecimentos e articulou diversos órgãos e instituições com a finalidade de promover a sustentabilidade do setor na região (LEAL, 2007).

20 20 Dentro da literatura existem alguns autores com estudos voltados à análise da estrutura de arranjos produtivos. Suzigan (2006) a descreve como um método de idenficicação e distinção estrutural de arranjos, decompondo e classificando a estrutura destes e fundamentando em duas variáveis: a sua relevância para a região e para a sua respectiva esfera produtiva. Para o autor, estas variáveis estruturam os arranjos produtivos classificando-os em: núcleo de incremento setorial-regional; vetor de incremento local; vetor avançado e embrião de arranjos produtivos. A Gestão da Cadeia de Suprimentos (GCS) tem como enfrentamento a melhoria da competitividade global e dos serviços e produtos segundo a percepção do cliente, de maneira especial, por meio da sinergia entre as partes envolvidas. A visão sistemática associada ao comprometimento dos membros com a criatividade e inovação são elementos permanentemente exercitados para o alcance do diferencial competitivo. Para atingir tais objetivos, a GCS conta com uma ampla gama de processos e dimensões que agem em conjunto para acrescentar valor aos clientes e todos aqueles a que esta fizerem parte (CHAN; ZHANG, 2011; CHAN et al., 2014; WAGNER; GROSSE-RUYKEN; ERHUN, 2012; SHEN et al., 2013; KATUNZI, 2011). No que se refere a seus processos, estes vão desde o abastecimento da matéria-prima, passando pela manufatura, até a entrega do produto final ao consumidor, envolvendo ações como o planejamento e execução de compras de insumos, produção de bens e serviços e a sua distribuição. O cumprimento destes processos envolve uma série de entidades, concebidas por empresas que atuam inteiramente na associação de valor aos produtos, assim como outras organizações e entidades que influenciam a tomada de decisões. Em se tratando das dimensões gerenciais existentes nas cadeias de suprimentos, estas são classificadas nos níveis estratégico, tático e operacional. Cada uma destas etapas está associada a distintos horizontes de tempo, tamanho das implicações e âmbito das decisões a serem tomadas. A pluralidade de aspectos envolvidos torna as cadeias de suprimentos ambientes gerenciais complicados, conflituosos e incertos, mesmo quando se está restrito a uma organização específica. Dessa forma, os decisores das cadeias têm recorrido a ferramentas de gestão que lhes deixem promover a melhoria do seu desempenho. Destaca-se, ainda, a ausência de modelos de medição de performance voltados às MPE s, cuja aplicação é identificada somente em grandes corporações, havendo, dessa forma, a necessidade de se utilizar modelos estruturados para a realização do diagnóstico de performance da cadeia de suprimentos nas micro e pequenas empresas (KATUNZI, 2011; POZO; TORRICELLI, 2013; JABBOUR et al., 2010). Em levantamentos apresentados no estudo de Pozo e Torricelli (2013), a indústria têxtil brasileira é considerada a quinta maior do mundo, e a de confecção é estimada como a quarta no ranking. Ainda nesse estudo, destaca-se o desempenho negativo da indústria têxtil e de

21 21 confecção no ano de Ponderando esses desempenhos negativos, é de relevante importância que as MPE s têxteis fiquem cientes de tais números e que busquem cada vez mais as ferramentas adequadas para a melhoria do seu desempenho. Com esse estudo, o apoio destinado a estas empresas está na orientação de quais são os obstáculos e problemas existentes nas cadeias de suprimentos enfrentados pelas MPE s têxteis (ENSSLIN et al., 2010; POZO; TACHIZAWA; SOUZA, 2011; CHRISTOPHER, 2013). Nesse contexto, emerge a questão da presente pesquisa: Como se organizam os principais arranjos produtivos têxteis da região Seridó/RN e como estes se relacionam com a cadeia de suprimentos? 1.3 OBJETIVOS Geral Analisar a formação dos principais arranjos produtivos têxteis da região Seridó/RN e suas relações com a cadeia de suprimentos Específicos a) Caracterizar os principais arranjos produtivos têxteis da região Seridó/RN; b) Compreender a estrutura e o funcionamento dos principais arranjos produtivos têxteis da região Seridó/RN; c) Descrever as relações das principais cadeias de suprimentos têxteis da região Seridó/RN; d) Avaliar o desempenho das empresas pesquisadas utilizando medidas do modelo SCOR na gestão da cadeia de suprimentos.

22 JUSTIFICATIVA No contexto das políticas em favor das MPE s, as alterações que se tem presenciado no país têm proporcionado uma verdadeira insurreição no ambiente dessas organizações. Como exemplos, cita-se a criação da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, em 2006, a criação do Microempreendedor Individual (MEI), em 2009, e o aumento dos limites de faturamento do Simples Nacional, em O surgimento de novas empresas vem dando impulso em todo o território nacional. Com isso, amplia-se a responsabilidade nos órgãos de apoio a essas instituições, no sentido de viabilizar a sua sustentabilidade em longo prazo. É indispensável monitorar não somente a criação de empresas, mas também as suas taxas de sobrevivência. Acredita-se que o crescimento do número de novos empreendimentos e a melhora nas taxas de sobrevivência são fatores que podem contribuir com o desenvolvimento econômico e social do país (SEBRAE-NA, 2013). Para Santos e Forcellini (2012) torna-se imprescindível o desenvolvimento das organizações nesse novo cenário, bem como a identificação dos arranjos produtivos e o uso de um sistema que permita integrar as empresas participantes da cadeia de suprimentos, reavaliando as condicionantes que amparem os empreendimentos no enfrentamento dos desafios do dia a dia, de forma eficiente e duradoura, indo de encontro à necessidade de prosperidade dessas organizações. Essa necessidade se aplica à realidade competitiva das empresas existentes no mercado brasileiro, que se veem na necessidade de integração e aprimoramento do seu modelo de gestão, para suportarem seus objetivos estratégicos de crescimento perante a concorrência globalizada (SANT ANNA, 2013). Conforme assevera Campos (2008), os gestores da logística falham em algumas situações ao optarem por medidas inadequadas para a escolha de seus processos decisórios. Diante desses fatores, as mudanças constantes pertinentes às formas de gestão transformaram as estruturas das empresas e organizações. A ampliação econômica exigiu das instituições privadas e públicas uma gestão mais participativa com relação às ações da competitividade, observando-se a importância da instalação de arranjos produtivos devido às vantagens que estes proporcionam para as MPE s (SANT ANNA, 2013). Para Sant anna (2013) pesquisas e estudos referentes aos arranjos produtivos não são recentes. Conhecidos como distritos industriais ou agrupamentos, este é um tema que vêm ganhando atenção nos últimos anos, estando relacionado às forças oriundas das localidades e regiões que carecem de desenvolvimento nas suas potencialidades e capacidades. A seriedade atribuída pela literatura acadêmica à abordagem sobre arranjos produtivos de MPE s orienta a

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